A Secretaria de Turismo (SETUR) de São Sebastião e a Fundação Educacional e Cultural “Deodato Sant’Anna” (Fundass) preparam a cidade para sediar 30ª edição do Carnamar. O acontecimento é considerado um dos maiores eventos de carnaval no mar do estado de São Paulo, e está previsto para o dia 23 de fevereiro, domingo.
O evento terá início a partir das 9h30, na praia de São Francisco, onde será feita a concentração dos barcos e saída. Os participantes seguem e realizam o contorno no Canal de São Sebastião, em direção à Praia do Arrastão, local onde ocorre a premiação dos barcos.
De acordo com o regulamento, todas as embarcações que estiverem no trajeto, acompanhando a embarcação Madrinha, irão concorrer aos prêmios. Serão premiadas três embarcações, avaliadas pelos seguintes critérios: melhor decoração, a mais animada e a mais original, recebendo o prêmio no valor de R$ 3 mil cada.
Das 11h às 17h, a folia também acontecerá nas areias da praia do Arrastão, animada pela banda Fields e aulas de zumba.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Considerada uma das principais competições de vela do Brasil, o 31º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina começa nessa quinta-feira (6), em Jurerê. Mais de 30 embarcações de todo país estão confirmadas no evento, que ocorre na Sede Oceânica do Veleiros da Ilha até o próximo domingo, com disputas nas classes ORC, IRC, C30, BRA-RGS, HPE-25, RGS-Cruzeiro, Bico de Proa e Multicascos.
O evento em Jurerê conta com grandes disputas todos os anos e para 2020 a expectativa é ainda maior com a confirmação dos principais velejadores do Brasil. “O Circuito Oceânico é um evento tradicional e importante para o Veleiros da Ilha, pois é a competição que abre nosso calendário de vela. Estamos com a expectativa elevada e prevendo ótimas disputas na raia de Jurerê. Temos a confirmação de equipe de todo país com alguns dos melhores velejadores do Brasil confirmados na disputa”, explica Rodrigo Ruhland, vice-comodoro de eventos do Iate Clube de Santa Catarina.
Destaque também para o alto nível competitivo em Jurerê. Presidente da Comissão de Regatas, Ricardo Navarro acredita em uma edição extremamente técnica. “Esse ano teremos uma participação expressiva em termos de números, um dos maiores dos últimos 10 anos, quanto de nível. Todas as classes contam com barcos de nível técnico alto, vindo de todos os centros náuticos importantes, como RS, SP, RJ e SC”, explica Navarro. “Outro destaque é o crescimento também do circuito para as classes de lazer, como Cruzeiro e Bico de Proa, uma proposta criada no início desta Comodoria com regatas voltadas ao lazer e bem próximas à praia, que neste ano esta tendo participação acima da expectativa”, encerra.
A programação do 31º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina inicia-se terça-feira, 4 de fevereiro, com confirmação de inscrição e pesagens das 9h às 18h. Na quarta-feira, 5 de fevereiro, as confirmações e pesagens ocorrem das 9h às 20h e a partir de quinta-feira começam as regatas.
Estão previstas seis regatas para as classes ORC, IRC, C30, HPE-25 e BRA-RGS, sendo uma longa e cinco barla-sota. Caso seja realizada uma regata média a mesma será no lugar de uma das regatas barla-sota. Já as classes RGS Cruzeiro, Bico de Proa e Multicascos têm quatro regatas previstas no programa, sendo uma longa e três médias.
A confirmação de que regatas serão realizadas em cada dia será feita por aviso colocado no quadro oficial até as 09h30. Serão realizadas no máximo duas regatas para cada classe por dia, exceto RGS Cruzeiro, B. de Proa e Multicasco nas quais serão disputadas apenas uma. O horário programado para o sinal de atenção é 12h, exceto na regata de percurso longo, quando será às 11h. Não serão dadas largadas após as 16h do dia 9 de fevereiro.
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O Comitê Organizador da Copa do Mundo do Qatar anunciou, no último dia 21, a criação de 16 hotéis flutuantes próximos ao Estádio Internacional Lusail, que abrigará a abertura e a final da Copa. A notícia serve como mais um passo e até uma resposta aos desafios de acomodação que o país enfrenta para atender as exigências da Fifa.
Os hotéis serão erguidos em uma estrutura flutuante na Ilha Qetaifan do Norte e poderão ser usados posteriormente em qualquer lugar. Cada um terá quatro andares, 72 metros de comprimento e 16 metros de largura, e será composto por 101 quartos, um restaurante e um lounge bar.
Segundo o site SportBusiness, a responsável pelos hotéis será a Sigge Architects, premiada firma de arquitetura finlandesa. Cada um dos prédios será construído de acordo com os mais rígidos padrões de energia, com base na energia solar.
“É a primeira vez que imóveis puramente flutuantes são usados como uma solução temporária para as necessidades de acomodação nessa escala. Esses hotéis não exigem grandes portos e águas profundas, pois seu calado é significativamente menor que os grandes navios de cruzeiro. Após a Copa do Mundo, os hotéis podem ser colocados em qualquer local costeiro onde a água tenha pelo menos quatro metros de profundidade. Estamos entusiasmados por fazer parte da solução para a quantidade de acomodações necessárias para a Copa do Mundo da Fifa de 2022”, revelou Mikael Hedberg, executivo-chefe da Admares, empresa especializada em projetos imobiliários alternativos que também está envolvida no projeto.
Vale lembrar que, além dos 16 hotéis, que disponibilizarão 1 616 quartos, haverá dois navios de cruzeiro atracados no Qatar durante a realização do Mundial, de 21 de novembro a 18 de dezembro de 2022. A ideia faz parte de uma parceria fechada em novembro do ano passado entre o Comitê Organizador e a MSC Cruzeiros. Os dois navios adicionarão cerca de 4 mil camas extras ao país asiático.
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Após o sucesso da primeira edição, o ICS Sunset volta a agitar o Iate Clube de Santos, na sede náutica do Guarujá, litoral paulista. O evento é aberto ao público e acontecerá neste sábado, dia 8, a partir das 17h. Haverá apresentações de música eletrônica e de saxofone, espetáculo circense, opções gastronômicas, drinques e exposição de iates de luxo da Azimut Yachts. A expectativa é receber cerca de 700 pessoas e mais de 50 embarcações de grande porte.
“A primeira edição do evento foi um sucesso e tivemos uma grande adesão do público, superando nossas expectativas iniciais. Tanto que neste segundo evento a venda dos camarotes e das vagas náuticas em espaço premium para ancorar barcos esgotaram na primeira semana de abertura de vendas”, comenta Renato Alcantara, organizador, sócio do Iate Clube de Santos e entusiasta da náutica.
Para esta edição estão escalados os DJ’s Edu Siqueira, Gaia e Gui Boendia, Nassi, Radice (Fischetti & Defilippi com participação do saxofonista do Rodrigo Sha) e Duty. Os ingressos estão à venda e no valor de R$100.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O litoral norte de São Paulo ficará agitado no próximo fim de semana. No sábado, dia 8, as águas de Ilhabela serão palco para o Sessa Summer Day 2020, na Vila Salga.
Com a proposta de reunir os clientes da Sessa Marine, o evento contará com as belezas naturais da ilha paulista como cenário e oferecerá um delicioso almoço para os participantes na Vila Salga.
O encontro, organizado pela Regatta Yachts, promoverá uma relação descontraída entre os clientes da marca e comemorará a presença da Sessa Marine no Brasil, com 240 unidades produzidas e navegando pelo Brasil.
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Com muito prestígio nas águas, o estaleiro catarinense Evolve Boats está comemorando 10 anos de atividades. Com fábrica na cidade de Palhoça, região metropolitana de Florianópolis, a Evolve Boats iniciou suas atividades em setembro de 2009 com um pequeno galpão de 500 metros quadrados de área construída e 12 funcionários, onde produzia duas lanchas por mês. Pouco depois, já eram 1 300 m² e o dobro da produção. Logo, as lanchas da Evolve passaram a ser expostas no São Paulo Boat Show e no Rio Boat Show, os principais salões náuticos do país, o que deu mais visibilidade para a marca e permitiu sua rápida expansão. Com números sempre crescentes, a área fabril saltou para 2 900 m² em 2014.
Atualmente com cerca de 50 funcionários, a Evolve produz dois modelos de lanchas: as elogiadíssimas 270 Cab (com mais de 200 unidades entregues) e a 360 HT (com mais de 30 unidades na água), que competem no mercado nacional e até já cruzaram fronteiras. As lanchas do estaleiro catarinense também já foram expostas até no International Boat Show de Fort Lauderdale, no sul da Flórida, considerado o evento mais importante do calendário global de feiras de barcos.
O sucesso é resultado do uso de tecnologia de ponta e das melhores matérias-primas, aliado ao acabamento de primeira qualidade e ao conhecimento que seu presidente, Ricardo Wilges, adquiriu em mais de 15 anos de trabalho no mercado náutico. Os olhos do dono estão atentos a cada detalhe: nos projetos, na linha de montagem e até na entrega técnica.
A história começou um pouco antes, em 2004, quando Ricardo atuou como colaborador do extinto estaleiro gaúcho Piaggia Boats, fabricante das lanchas Evolution. Em setembro de 2009, a partir da aquisição dos moldes de dois modelos das lanchas Evolution, a 255 cab e a 265 cab, ele fundou a Evolve Boats. Desde então, fazendo jus ao nome, o estaleiro não parou de crescer.
A escolha do nome não poderia ter sido mais feliz, e precisa: Evolve, em inglês, significa evoluir, e o estaleiro se sustenta na busca pela inovação. Em português, também existe o verbo evolver, sinônimo de evoluir. A ideia de Wilges era essa mesmo: vender junto com o nome da empresa a identidade da marca. Simples, curto e de fácil memorização, Evolve sugere crescimento com evolução. De fato, desde que nasceu, a empresa só cresceu, especialmente na padrão de qualidade da construção de suas lanchas. “Nosso principal desafio é manter o foco constante na evolução e desenvolvimento de nossos produtos e processos. O resultado disso é a satisfação de ver nossos clientes felizes”, conta Ricardo Wilges, presidente da Evolve Boats. “A facilidade de navegar, mesmo com motores de baixa potência, é um dos diferenciais da marca, junto com o ótimo aproveitamento do espaço, o acabamento cuidadoso e o preço atraente. Além de apresentar uma ótima relação custo-benefício, as lanchas da Evolve são adequadas às condições de sol e calor de um clima tropical como o nosso. São tão bonitas, bem feitas e confortáveis quanto as importadas, porém, bem mais funcionais”, destaca Wilges.
Pegue-se, por exemplo, a 360 HT que foi totalmente desenvolvida e projetada pelo estaleiro. Lançada em fevereiro de 2017 acompanhando uma tendência da indústria náutica, essa 36 pés é uma lancha de teto solar (o chamado hardtop) perfeita para passeios durante o dia, levando até 13 pessoas a bordo, mas com uma cabine com acomodações para seis pessoas em pernoite. Logo que foi lançado, o modelo caiu no gosto dos clientes, por conta de três fatores fundamentais: o design, o aproveitamento de espaço interno e a qualidade do acabamento. “O corredor lateral de acesso à proa com 30 cm de largura, em cada bordo, é um dos pontos altos dessa lancha”, avalia Wilges, que recentemente lançou moda com um banco adaptado no guarda-mancebo na proa, resolvendo um “problema” de lanchas deste porte: o pouco aproveitamento desse espaço, quando o barco está parado. Todo mundo adorou.
Outra preocupação do estaleiro é permitir que o cliente escolha a cor e os acessórios internos de suas lanchas, que ganham a cara do freguês. No caso da 360 HT, por exemplo, a possibilidade de customização permitiu a um comprador o fechamento do camarote principal com uma porta de correr, o que resultou em ainda mais privacidade à tripulação. Tudo isso coordenado com muito bom gosto.
A Evolve Boats tem planos de expansão e pretende lançar em breve outros dois modelos: uma lancha maior, de 42 a 45 pés, nas versões Hard Top e Fly, e outra cabinada na faixa de 33 pés. Deu para entender por que a Evolve Boats é uma marca que cresceu continuamente ao longo de seus 10 anos de existência? A evolução não está apenas no nome.
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Projetada na Itália pela Sessa Marine e construída no Brasil pela Intech Boating, de Santa Catarina, a Sessa C42 é uma lancha para quem dá prioridade ao conforto, mas sem abrir mão do desempenho. É o caso de Marcel Cerneviva, de 39 anos, que navega há 6 anos, quase sempre ao lado da mulher e dos três filhos.
“A Sessa C42 tem duas suítes, cozinha completa, área gourmet na popa, plataforma submergível, acabamento acima da média, joystick e ótima navegação, impulsionada por dois motores D6-IPS 600, de 435 hp cada. Enfim, hoje, é o barco ideal para uma família como a nossa”, avalia Marcel.
Sobre a navegação, ele é só elogio à sua lancha, de 42 pés. “É do que mais gosto nesse barco. Minha Sessa navega muito bem, mesmo em mar mexido. Agora em janeiro, fomos do Guarujá até Angra navegando, uma viagem incrível, de 15 dias, e o casco se comportou muito bem. Em alguns momentos, a pilotagem chegou a ser empolgante e suave, com o barco bem leve e sempre à mão”.
Esta é a segunda Sessa do Marcel, que adora navegar e normalmente faz cruzeiros entre Iporanga, As Ilhas e Ilhabela. A primeira lancha dessa marca italiana foi uma C40, que virou cinza em julho de 2019, durante um incêndio na Marina do Forte, em Bertioga, que destruiu cinco barcos.
“Foi uma perda terrível. Eu tinha acabado de fazer tudo o que faltava para a lancha ficar completa, como queríamos, quando meu marinheiro me ligou para dar a notícia, naquele sábado. A família toda sofreu. Graças a Deus, tínhamos seguro e fomos os primeiros a receber a indenização”, recorda Marcel.
Por estar satisfeito com a marca, ele se decidiu por uma nova Sessa na hora de voltar para o mar.
“Sabia que podia comprar sem medo. A C42 tem um salão grande e aconchegante, com visão privilegiada do mar, cozinha com geladeira, cooktop e micro-ondas, hard-top com abertura elétrica, cockpit com agradável espaço de convivência e um layout projetado para beneficiar as áreas ao ar livre”, avalia.
Crítica, só com o custo do combustível na hora de abastecer. “O preço do diesel é um absurdo de caro. Algo precisa ser feito em relação a isso”, protesta o comandante da Sessa C42.
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Um Saildrone – SD 1021 – estabeleceu o recorde para a travessia não tripulada mais rápida do Atlântico, e imediatamente quebrou esse recorde na travessia de retorno. Também se tornou o primeiro veículo autônomo a transitar pelo Atlântico nas duas direções.
Embarcações de superfície não tripuladas, os Saildrones fabricados nos Estados Unidos são projetados para as condições mais adversas dos oceanos. Eles são movidos exclusivamente pelo vento e usam energia solar para operar computadores de bordo e instrumentos de navegação.
Eles estão equipados com um conjunto de sensores de nível científico para coletar dados oceanográficos e meteorológicos acima e abaixo da superfície do mar, incluindo velocidade e direção do vento, temperatura do ar e do mar, pressão atmosférica, radiação fotossinteticamente disponível, altura e período das ondas, oxigênio dissolvido, salinidade e acidez. Além do conjunto de sensores Saildrone padrão, o SD 1021 também é equipado com um sistema para medir a força e a direção da corrente.
Existem duas passagens transatlânticas típicas: de oeste para leste, onde as embarcações seguem a rota norte de Nova York para o Canal da Mancha, beneficiando-se do oeste predominante e da corrente favorável. De leste a oeste, os navios seguem a rota sul, da Espanha para as Bermudas ou o Caribe. Embora a rota sul seja quase 1 000 milhas náuticas mais longa, as embarcações tripuladas desfrutam de um passeio mais suave navegando com os ventos alísios e a corrente favorável.
Em sua viagem de volta, o SD 1021 tomou a rota norte direta, navegando predominantemente contra o vento e contra a corrente, completando a passagem de 3 402 milhas náuticas em apenas 68 dias. Sua asa composta de carbono foi danificada em uma tempestade na Corrente do Golfo, com ventos de 58 nós e ondas com mais de 12 metros de altura. Os sistemas de backup da embarcação permitiram navegar até as Bermudas, onde foram adaptadas com uma nova ala e implantadas no Solent.
O SD 1021 navegou cerca de 15 000 milhas náuticas desde a primeira implantação no Ártico em 2018. A frota de USVs da Saildrone está ativamente envolvida em missões de pesca, batimetria e ciência climática em todo o mundo, com mais 50 veículos que deverão ser implantados em 2020.
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A equipe Babitonga, da UFSC de Joinville, conquistou o bicampeonato no Desafio Solar Brasil 2020 (DSB). O evento reconhece os melhores projetos de barcos movidos à energia solar e aconteceu de 27 de janeiro a 2 de fevereiro na cidade de São Francisco do Sul (SC).
São dois tipos de provas, as curtas e as de revezamento. Nessas, no final de cada volta, os pilotos têm que descer dos barcos e trocar os coletes. Os barcos precisam fazer um trajeto determinado e o vencedor é quem completar as dez voltas em menos tempo.
O Desafio Solar Brasil (DSB) é uma competição de barcos movidos à energia solar que visa estimular o desenvolvimento de tecnologias para fontes limpas de energias alternativas, bem como divulgar o potencial dessas tecnologias aplicadas em embarcações de serviço, recreio e transporte de passageiros. É uma realização da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O objetivo da competição é formar jovens, estudantes de ciências e tecnologias no uso de fontes alternativas energia, promover o intercâmbio entre estudantes e pesquisadores de ciências e tecnologias do mundo inteiro, além de popularizar a cultura marítima e as fontes alternativas de energias.
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Começou a pré-venda dos ingressos para o Rio Boat Show 2020, e o público já pode garantir a visita ao maior salão náutico outdoor da América Latina pelo valor especial de R$ 49,90 no site oficial do evento. O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.
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Agora é oficial: está aberta a temporada de vela paulista 2020. A Regata de Abertura, que marca o início das competições oficiais, reuniu na Guarapiranga 250 barcos e mais de 400 velejadores, incluindo estrelas da vela. Promovida pelo São Paulo Yacht Club desde 1956, a competição teve condições perfeitas na água e muita festa em terra com a entrega de prêmios.
A largada foi dada pontualmente às 14h, em frente ao SPYC, com destino à raia 3. Rapidamente os multicascos, mais rápidos, tomaram a frente e percorreram as 2,5 milhas náuticas (quase 5 quilômetros) até a boia montada próxima ao Clube de Campo São Paulo. Na volta, com vento de popa, os balões das mais de 25 classes coloriram a tarde cinza da capital paulista até a montagem da segunda boia, próxima ao Yacht Club Paulista, e depois na terceira e última boia, próxima à barragem, com chegada novamente em frente ao SPYC, totalizando um percurso de 6,5 milhas náuticas (quase 13 quilômetros).
No final, mais uma vez a fita-azul, prêmio dado ao primeiro barco que cruza a linha de chegada, ficou com os irmãos João e Maria Hackerott, com o tempo de 53 minutos, a bordo do barco olímpico Nacra 17.
“Gostamos muito de participar desta regata, especialmente por ter um percurso longo. Como o nosso barco é muito rápido, nossos treinos são feitos sempre assim, atravessando a represa. E em um evento festivo com tantos inscritos, a velejada fica mais desafiadora, tendo que fazer muitas manobras para desviar dos outros barcos das outras classes. Mas mais do que um campeonato, gostamos da Regata de Abertura pra poder estar com os amigos!”, disse Maria.
Este ano a competição contou com alguns nomes importantes do esporte, como o gaúcho Henry Boening, o Maguila, que é campeão europeu e tem dois segundos lugares na SSL Finals ao lado de Robert Scheidt, e foi vice-campeão mundial em 2019 ao lado do americano Augie Diaz.
“Já tinha corrido algumas vezes esta regata e acho o percurso sempre divertido. Este ano particularmente estava com um vento bem legal, o que fez ser bastante rápido para completar a prova, sem buracos de vento, o que não ocasionou muitas paradas”, disse ele, que venceu na classe Star ao lado de Dino Pascolato.
Também estavam na água o chileno Felipe Echenique, que disputou as Olimpíadas de Atlanta, em 1996, na classe Laser, e o paulista Mario Buckup, com duas medalhas de ouro em Pan-americanos na classe Lighting e o sétimo lugar nas Olimpíadas de Munique, 1972, na classe Tempest.
Também merecem destaque as equipes da vela adaptada, que estiveram presentes com três barcos.
“Apesar de a previsão do tempo não ser muito animadora, a regata foi um sucesso, com mais de 80% dos inscritos na água e chuva! O vento, na casa dos 10 a 12 nós (20 km/h), proporcionou uma velejada social. São Pedro colaborou e as disputas nas boias foram intensas em alguns momentos. Tivemos participantes de todos os clubes, dos 8 aos 80 anos, em uma regata competitiva e bastante festiva. Só sentimos falta do pessoal do Projeto Navega São Paulo, da Baixada Santista, que não pode vir este ano, mas que sempre marca presença com mais de 20 barcos!”, disse Michael Downey, comodoro do SPYC.
Alguns números da Regata de Abertura 2020
– Foi arrecadada mais de uma tonelada de alimentos, que serão doados a instituições de caridades
– 250 barcos inscritos
– Participação de mais de 400 velejadores em dois dias de regata
– Percurso no domingo com 6,5 milhas (13 km)
– Oito velejadores de Optimist fizeram sua estreia em regatas oficiais no sábado, com o grupo infanto-juvenil
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A partir desta segunda-feira (3), a cidade de Itajaí, no litoral norte de Santa Catarina, ganha um serviço inédito por meio de loja física na cidade: a nova unidade da Cia Lake no Brasil, especializada na venda e gestão de barcos compartilhados. O espaço fica localizado dentro da Marina Itajaí, na região central da cidade, e funciona das 9h às 19h.
Com barcos de 25 a 40 pés no portfólio, a empresa pretende atrair mais pessoas para o mercado náutico. “A aquisição de uma lancha por meio da compra compartilhada é uma ótima maneira de ter uma embarcação por um preço mais acessível incluindo custos de manutenção. Nossa intenção é trazer gente que não é do segmento. Com essa nova unidade, em Itajaí, pretendemos vender pelo menos 12 barcos no ano, nesse modelo compartilhado, além das unidades vendidas individualmente”, explica Cleide Lana, sócia do empreendimento.
O modelo de negócios é inédito na cidade e conta com showroom, lounge e espaço para atendimento a clientes, além da infraestrutura da Marina Itajaí para guarda e manutenção de embarcações. Os serviços da Cia Lake incluem, além das vendas das cotas compartilhadas, a venda de embarcações individuais e artigos náuticos como acessórios e itens de diversão na água.
Para as vendas compartilhadas a empresa também faz a gestão do calendário de uso e manutenção para facilitar a vida dos sócios, que nem precisam ter contato com os demais. Ao comprar uma cota de barco, as revisões de motores, manutenção do barco, serviço de marinheiro em terra, seguro, despesas com marina, tudo é administrado pela Cia Lake, e incluído no rateio de despesas mensais. O proprietário tem a tranquilidade de tudo sempre estar em dia com sua embarcação e pagar menos por isso.
Outro benefício da empresa é o sistema de agendamento on-line. “O cliente pode programar o uso do barco de casa pelo computador ou smartphone. Quando chega à marina a embarcação já está pronta na água. O proprietário da cota pode usar a sua lancha uma semana inteira por mês e, se não houver outros agendamentos de sócios, pode usufruir da embarcação sempre que estiver livre. Ele também pode pernoitar a bordo ou fazer passeios mais longos”, expõe.
A Cia Lake é representante em vários estados da marca NX Boats que possui portfólio com barcos de 25 a 40 pés. Quem passar pelo showroom da Cia Lake na Marina Itajaí também poderá conhecer de perto a NX 260, uma lancha de 8,20 metros de comprimento em exposição aos visitantes. O modelo pode acomodar 11 passageiros durante o dia e 2 para a pernoite. Possui espaço gourmet integrado a plataforma de popa, ampla cabine e banheiro fechado. Esta unidade está motorizada com um mercruiser de 4.5 250HP B3. A unidade em exposição está à venda para até 4 cotistas, com entrada e saldo facilitado, e a pronta entrega.
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A Fundação Florestal (FF) publicou na última sexta-feira (27) a Portaria Normativa FF/DE nº 315/2019, que dispõe sobre a capacidade de carga na Ilha das Couves, em Ubatuba, litoral norte do estado de São Paulo. O documento regulamenta a visitação para garantir a defesa de um patrimônio ambiental ecologicamente equilibrado.
Embora as ilhas ao longo da costa brasileira estejam sob domínio da União, a Ilha das Couves, com área de 582 m², está inserida na Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte, sob gestão da Fundação Florestal.
A Ilha das Couves tem sido palco nos últimos cinco anos de um turismo predatório, o que motivou a atuação do Ministério Público Federal, da Prefeitura Municipal de Ubatuba, da Marinha do Brasil e da FF. Um grupo técnico multidisciplinar, majoritariamente composto por agentes da FF, elaborou um estudo de capacidade de suporte da Ilha das Couves em maio de 2018. Esse estudo estabeleceu que a ilha só poderia receber 177 pessoas simultaneamente, um número bem inferior aos estimados quase dois mil visitantes já contabilizados em um único momento no verão passado.
Em outubro de 2019, representantes da FF visitaram a ilha e se reuniram com representantes da Comunidade Tradicional Caiçara da Picinguaba que manifestaram sua preocupação com a temporada de 2020. Em razão disso, com o objetivo de construir de forma participativa a divisão da operação da visitação pública, respeitado a capacidade de suporte da ilha, a FF, a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente e a prefeitura de Ubatuba realizaram duas audiências públicas para tratar do ordenamento turístico da ilha. A primeira ocorreu no dia 4 de novembro na Secretaria de Turismo de Ubatuba. No dia 3 de dezembro foi realizada a segunda audiência pública na própria ilha de Picinguaba.
Com base nos acordos estabelecidos nessas audiências, foi elaborado um ofício pelas comunidades caiçaras de Ubatuba, no qual se propunha criar turnos de visitação a fim de evitar o excesso de turistas em determinadas horas do dia.
Esse ofício gerou uma proposta de regramento. Assim, a FF e a SIMA realizaram uma consulta pública na qual todas as pessoas interessadas puderam se manifestar por escrito sobre a proposta. Houve questionamentos sobre a divisão de um turno para os operadores de transporte o que gerou uma nova reunião com nova proposta.
Houve, então, um acordo de divisão do território entre as comunidades locais e operadores de embarcações. Como contrapartida, os operadores deverão participar ativamente da preservação do patrimônio natural da ilha das Couves, com a demarcação das áreas de embarque e desembarque, a demarcação das áreas liberadas aos banhistas e a coleta dos resíduos produzidos pelos turistas. O local será monitorado pela Fundação Florestal, Polícia Ambiental e terá o apoio dos próprios operadores.
Com a publicação da Portaria Normativa 315/2019, a Fundação Florestal pretende limitar o número de visitantes, e evitar danos ao equilíbrio do ecossistema que vinham sendo registrados em razão do grande número de turistas.
A visitação é organizada por operadores autorizados, em três turnos. Será feito o credenciamento das embarcações autorizadas a desembarcar na ilha por chamamento público.
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O Capitão de Mar e Guerra Marcelo de Oliveira Sá é o novo Capitão dos Portos do Estado de São Paulo. Ele assumiu o cargo na última sexta-feira (31), em uma cerimônia realizada no cais da Marinha do Brasil, sede da Capitania dos Portos do Estado de São Paulo, no Porto de Santos, no litoral de São Paulo.
Marcelo substitui o Capitão de Mar e Guerra Daniel Américo Rosa Menezes, que foi transferido para Diretoria-Geral do Material da Marinha, e ficará no cargo até 2022. A cerimônia de passagem de comando foi presidida pelo Comandante do 8º Distrito Naval, Vice-Almirante Sérgio Fernando de Amaral Chaves Junior.
O Comandante Marcelo Sá iniciou a carreira militar em 1991, no Colégio Naval. Depois, Marcelo fez diversos cursos e pós-graduações ao longo de sua vida. Ele exerceu a função de Delegado da Capitania dos Portos em Sebastião e, em 2019, esteve no cargo de Chefe do Estado-Maior do Comando do 9º Distrito Naval, em Manaus (AM).
“Ajudar no desenvolvimento, sempre com muita responsabilidade. Focando na questão que envolva a segurança na navegação, a salvaguarda da vida no mar e a prevenção à poluição hídrica. Enfatizando na questão das inspeções navais, projetos que o Porto possui, vamos analisar para que a Marinha nunca seja um entrave mas sim uma garantia de segurança para a nossa região”, disse o Comandante.
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Os dois barcos brasileiros da ABVO (Associação Brasileira de Veleiros de Oceano) brilharam no Oceano Atlântico e terminaram com o título e o terceiro lugares na classe Monocascos da famosa regata Cape to Rio – Cidade do Cabo – Rio de Janeiro, a maior regata do Hemisfério Sul do mundo. A regata teve largada no dia 11 de janeiro, no Royal Cape Yacht Club, na Cidade do Cabo, e os barcos brasileiros ficaram por 18 e 19 dias no mar até a conclusão, na semana passada, no Iate Clube do Rio de Janeiro.
O barco vencedor foi o Mussulo – Angola Cables, comandado por José Guilherme Mendes, barco do Yacht Club de Ilhabela, de Ilhabela (SP) em dupla com Leo Chicourel, natural de Angola. Eles navegaram por mais de 3 700 milhas náuticas e concluiu o percurso na terça-feira, dia 28. O segundo lugar ficou com o barco sul-africano Ballyhoo Too que concluiu nesta sexta-feira o percurso, mas ficou com o segundo lugar no tempo corrigido diante do barco carioca Saravah, comandado por Pierre Jullie, do Iate Clube do Rio de Janeiro, que fechou o pódio. O Saravah finalizou a regata na quarta-feira.
Foram 17 barcos na categoria monocasco onde disputaram os brasileiros e 22 no total. Além de Brasil e África do Sul, a compeptição contou com barcos da Alemanha, Argentina, Itália, Austrália e Angola.
“Fomos para Cape Town para participar deste importante evento. Ficamos muito supresos com o nosso bom desempenho e nossas boas escolhas na nossa trajetória. Estivemos disputando as primeiras colocações por muito tempo e isso aumenta a pressão no grupo. Mas estávamos muito entrosados e mantivemos o espirito elevado até o final, não desistindo nunca mesmo com as dificuldades do último dia. Sem desmerecer nossos adversários, quiseram os deuses que a vitória ficasse para outra oportunidade. Estamos muito orgulhosos com o nosso terceiro lugar,” disse Pierre Joullie, do Saravah, que contou na tripulação com o pernambucano Hanz Hutzler (navegador), Phil Wade, reconhecido e veterano velejador da Africa do Sul, Jorge Izquierdo, de Itajaí (SC), Fabio Mansur, de São Paulo, Luidi Fortunato, do Rio de Janeiro, Alain Joullié, do Rio de Janeiro e Grécia, Gustavo Peixoto, do Recife (PE).
Joullie detalhou as dificuldades enfrentadas no mar durante as quase três semanas à bordo. Cada tripulante dormiu apenas duas horas por dia revezando em três turnos, tudo em prol do melhor desempenho, dois deles, Hans (navegador) e Phill, não entraram no rodízio e ficavam ativos 24h por dia: “Tivemos duas tormentas na viagem. Uma de alta pressão ainda nas águas africanas que nos deixou em ritmo de sobrevivência por 24h e o Curumi, uma baixa que nasceu como ciclone sub tripical e embora tenha se dissipado rapidamente nos influenciou por quase dois dias. Aliás, entendo que a calmaria que pegamos no final ainda foi reflexo deste sistema. O barco realmente se comportou maravilhosamente. As quebras foram mínimas e rapidamente corrigidas pela engenharia de bordo. O Saravah, após 4 travessias oceânicas, se estabelece como como um barco extremamente seguro e veloz, perfeito para tais empreitadas”.
Pierre já havia participado com o Saravah em 2017 da prova e na segunda participação ficou ainda mais feliz com o bom desempenho por conta do Centenário do Iate Clube do Rio de Janeiro que será comemorado no fim do ano: “O Iate Clube do Rio de Janeiro é co-organizador deste tradicional evento. Acompanho a Cape To Rio deste que era criança. Para mim, eventos desta envergadura inspiram os mais jovens e fortalecem a imagem do clube. Aliás representamos, além do ICRJ, a fundação Marine Inspirations que apoia jovens com poucos recursos e oportunidades a trilhar carreiras na área marítima. O embaixador da Marine Inspirations a bordo foi justamente o Phil Wade. Estou muito orgulhoso em representar meu clube nos seus 100 anos de fundação. Sou a terceira geração de velejadores de oceano da família, sempre no ICRJ”.
Na classe multicascos, o Love Water, da África do Sul, foi o campeão, concluindo o percurso em mais de sete dias, deixando o italiano Maserati em segundo lugar.
A Cape Town to Rio começou em 1971 e é disputada em média a cada três anos. A distância média é de 3 600 milhas náuticas, com largada do Royal Cape Yacht Club e chegada no Iate Clube do Rio de Janeiro, que completa seu centenário em 2020.
A cerimônia de premiação foi realizada no domingo (2), às 18h, no Iate Clube do Rio de Janeiro, com a presença das tripulações do Saravah e do Mussulo.
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O setor náutico abriu o ano de 2020 com perspectivas de crescimento, segundo a ACOBAR – Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos. Após a queda de vendas, especialmente no período de crise econômica, as empresas do setor também visualizam um melhor momento da economia e acreditam que conseguirão apresentar resultados melhores e, alguns fabricantes, já comemoram o sucesso das linhas de produção.
Para o presidente da ACOBAR, Eduardo Colunna, a “economia brasileira está dando sinais mais consistentes nos índices em geral, ainda que modestos, que nos incitam a esperança na melhora do ambiente de negócios no nosso setor”.
Segundo última pesquisa da entidade, cerca de 84% das mais de 70 mil embarcações que navegam no país são de propulsão e, atualmente, o Brasil possui cerca de 80 fabricantes de barcos de lazer a motor. É caso do estaleiro brasileiro Triton Yachts, com mais de 20 anos de atuação no mercado náutico e referência pelas embarcações a motor de alta qualidade. Graças à expertise da marca e aos investimentos constantes em melhorias e novidades, o fabricante estima um aumento de cerca de 20% em vendas 2020.
“Já percebemos o maior estímulo de vendas. Desde outubro do ano passado o ritmo de produção se desenvolveu consideravelmente, inclusive, temos modelos em lista de espera. Por isso, acreditamos que este cenário deve permanecer em crescimento com a retomada da confiança dos consumidores, incluindo o público interessado em modelos de lanchas e iates de maior porte, de 46 a 52 pés. Isso impacta não apenas à nossa empresa e à geração de empregos mas também a diversos setores, como serviços técnicos, venda de peças e estruturas de apoio náutico, sem falar das atividades indiretamente relacionadas como turismo”, analisa o diretor de marketing da Triton Yachts Allan Cechelero.
Nos últimos 10 anos, segundo Eduardo Colunna, o mercado náutico sofreu grandes mudanças no país, especialmente no que se refere ao aumento significativo do tamanho de barcos, a melhoria da qualidade e a redução no número de estaleiros.
“Em termos de mão de obra, as fábricas empregam aproximadamente 7 500 trabalhadores segundo nosso último levantamento (2012). Porém, temos potencial de expandir ainda mais. Por exemplo, se compararmos um dos mais importantes centros de produção e utilização de embarcações de esporte e recreio do mercado nacional com outros países temos uma ideia dessa proporção. No Estado de São Paulo, por exemplo, temos 1 barco para 248 pessoas, no Reino Unido 1 barco para 63 pessoas e nos Grandes Lagos dos Estados Unidos temos 1 barco para 19 pessoas”, explica o presidente da ACOBAR.
O presidente da ACOBAR acredita ainda que o mercado náutico precisa de mais estímulos para crescer. “Vários esforços são desenvolvidos para remover barreiras ao desenvolvimento do mercado náutico no país, incluindo a reformulação dos critérios de aprovação das marinas que necessitam de um marco regulatório e a confecção de guia de boas práticas ambientais. Outra questão é a tributação excessiva sobre a importação de equipamentos para a operação de estruturas que possam garantir a mesma segurança, durabilidade e qualidade alcançada pelos fabricantes estrangeiros”.
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Os destroços de um navio que desapareceu misteriosamente no Triângulo das Bermudas há quase 100 anos foram encontrados por um grupo de biólogos e pesquisadores na costa da Flórida, nos Estados Unidos. A descoberta foi noticiada por um canal de televisão norte-americano.
A embarcação SS Cotopaxi era um navio mercante norte-americano que deixou a costa da Carolina do Sul, nos EUA, em 29 de novembro de 1925. Trinta e duas pessoas desapareceram juntamente com a carga de carvão do barco, que tinha como destino final Havana, em Cuba.
“Sabemos que nessa viagem algo aconteceu porque ela [a embarcação] enviou uma mensagem em dezembro pedindo socorro”, afirmou Michael Barnette, um dos pesquisadores. “Nunca encontraram destroços. Nunca encontraram botes salva-vidas, corpos ou qualquer coisa. A embarcação simplesmente desapareceu após esse ponto.”
Barnette e seus colegas decidiram buscar pelos destroços resultantes do naufrágio como parte de uma série chamada Shipwreck Secrets, que está prevista para estrear nos EUA em fevereiro, no Science Channel. “Sou biólogo marinho de profissão. Mas a história marítima é minha verdadeira paixão. Gosto de sair e tentar identificar destroços, porque cada um tem uma história fascinante. Eu sou apenas um cara muito curioso”, contou o especialista.
O trabalho da equipe, entretanto, não começou nas profundezas do mar, mas na biblioteca, onde os exploradores buscaram por pistas de onde o navio poderia estar. “Muitas vezes, é importante gastar mais tempo nos arquivos pesquisando do que na água, porque é nesse momento que você fará as descobertas em todos artigos ou coisas dessa natureza”, disse o historiador Guy Walters, que cuidou dessa parte da pesquisa.
Foi após um logo trabalho de pesquisa e exploração da área que os especialistas concluíram que o naufrágio Bear Wreck, descoberto há 35 perto na costa da Flórida, poderia ser, na verdade, o Cotopaxi. “Depois de discutir e avaliar todas as evidências disponíveis, a equipe sentiu-se confiante de que o Bear Wreck é realmente o ponto perdido de descanso final do Cotopaxi”, explicou o Science Channel, em comunicado.
Barnette descreveu o momento em que ele e sua equipe encontraram os destroços do navio como um “choque de eletricidade”. “É muito emocionante, porque primeiro você está animado com a teoria correta. Há também uma montanha-russa emocional porque você percebe: ‘espere um segundo, esse é um lugar que marca o ponto final de descanso dos membros da tripulação que afundou com o navio'”, disse. “Portanto, existe a responsabilidade de tentar entrar em contato com as famílias para que possamos ajudá-las a encerrar suas buscas por respostas.”
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Talvez você já tenha ouvido este conselho, ou dica de viagem: quando for ao Japão, não deixe de se hospedar em um ryokan, a tradicional e aconchegante pousada japonesa, com colchão de futon sobre o tatame e um banquete composto por uma infinidade de refeições, chamado Kaiseki. É a melhor maneira de experimentar as sutilezas da cultura do país, dizem os agentes de viagem. Você pode se hospedar em um ryokan secular, situado em um templo budista de 1 000 anos, por exemplo. Também pode se instalar em um ryokan moderno e luxuoso, com banheiras de água termal natural. Rústico ou sofisticados, de 1 a 5 estrelas, hotéis desse tipo existem aos montes na terra do Sol nascente. Mas nenhum como o Guntû, um ryokan flutuante — no caso, um cruzeiro de 266 pés, com uma vista de cortar a respiração — programado para que seus privilegiados hóspedes vivenciem a milenar cultura japonesa de forma autêntica.
Projeto do arquiteto Yasushi Horibe, o Guntû foi construído por três amigos de infância para celebrar a beleza, o artesanato e os sabores de sua cidade natal, Onomichi. O nome (“guntû”) é uma referência a uma espécie local de caranguejo, de cor azul. Parte da embarcação, de 19 suítes, é um ryokan e outra parte, um hotel de luxo. E a vista para o mar é garantida de qualquer um deles.
O que torna o Guntû especial é que, embora seja um barco com 81,2 metros de comprimento, ele atende poucos passageiros por vez. Bem poucos mesmo. Apenas 38 sortudos são admitidos em cada cruzeiro, com embarque em Onomichi, cidade portuária perto de Hiroshima. São mais de 20 itinerários diferentes, que variam de acordo com a data da saída, mas sempre dentro do Mar Interior de Seto, em viagens de dois ou três dias, movimentando-se entre as idílicas ilhas Setouchi (como Shodoshima, Kitagijima e a ilha de arte contemporânea Naoshima), que ocupam o sétimo lugar na lista do jornal The New York Times dos 50 melhores lugares do mundo para viajar.
Lançado ao mar em outubro de 2017, o Guntû é único. Seu design é diferente de qualquer embarcação de cruzeiro. A decoração é minimalista, com predomínio de madeira, em um tom suave, que transmite a sensação de serenidade. Por sua vez, a cor do casco varia de acordo com as condições do tempo ou a hora do dia. “Embora seja prateado, em um dia nublado o costado parece branco, misturando-se com a cor das nuvens e do mar. Já quando o sol da tarde se reflete, ele se harmoniza perfeitamente com a superfície vermelha da água”, explica o projetista Yasushi Horibe.
Chama atenção um espaço de madeira, no convés principal, coberto por um telhado. A inspiração veio das coberturas de titânio características das casinhas da região costeira percorrida pelo Guntû. Outro detalhe interessante é que tudo que se vê a bordo foi feito por artesãos da região. Os bancos de vime (inspirados em uma peça vintage) foram recriados por artesãos em Hiroshima. Os tecidos, tingidos com índigo local. Até o cardápio, com foco nos abundantes frutos do mar e carne bovina de Kobe, é local.
A experiência de navegar é igualmente ímpar. Como os motores são elétricos, o barco desliza quase silenciosamente, na velocidade de cruzeiro, que é de 10 nós. A bordo, os sortudos passageiros encontram quase todos os ingredientes de um ryokan (o tradicional hotel japonês, lembram-se?), como banhos quentes em banheiras que imitam o “onsen” (água termal) e o sousaku ryori (culinária tradicional japonesa, que é preparada no próprio barco). Para ser um ryokan de verdade só faltam mesmo os futons estendidos sobre tatames (o estilo oriental de dormir), já que as suítes têm camas normais (estilo ocidental), com lençóis de um tecido macio confeccionado em Imabari, cidade japonesa localizada na província de Ehime.
Os 19 camarotes têm entre 50 e 90 m² e são divididos em quatro categorias. A maioria (14 deles) são chamados de Terrace Suíte, com janelas do chão ao teto, que proporcionam iluminação natural e vistas panorâmicas para o mar. Dois camarotes são do tipo “banho ao ar livre”, com janelas panorâmicas com vista para o mar a partir da banheira, além da varanda à beira-mar. Outros dois são chamados de Grand Suíte, com 80 m² de área e um terraço ainda maior. Por fim, a Suíte Guntû, uma cabine especial com 90 m² que ocupa toda a proa do iate, iluminada por janelas panorâmicas. Os preços chegam a 6 600 euros por noite, para duas pessoas.
As mordomias a bordo são irrecusáveis. Como resistir a uma massagem relaxante, enquanto assiste-se ao pôr do sol no mar? O barco também oferece spa, sauna, academia e uma área para quem preferir apenas se sentar e apreciar a paisagem, saboreando coquetéis artesanais ou o matcha (um chá verde em pó) — o “mestre” do chá serve o matcha e doces típicos preparados na hora, de maneira tradicional, a partir de ingredientes cuidadosamente cultivados por agricultores locais.
Como na maioria dos navios de luxo, a oferta de comida é abundante. Você pode comer sempre que quiser, a qualquer hora, está tudo incluído na conta. Há variedade de pratos japoneses e até ocidentais, vindos da cozinha supervisionada pelo chef Nobuo Sakamoto, do Nobu, de Awajishima. O Kaiseki, famoso banquete japonês, pode ser degustado até mesmo no almoço.
Alguns pratos têm a assinatura do chef Kenzo Sato, do estrelado restaurante Shigeyoshi, em Tóquio. Já no espaço Engawa são preparados doces sazonais. Se o hóspede preferir, pode vestir um yukata (quimono japonês) e apreciar peixes frescos acompanhados por uma xícara de saquê. No sushi bar, um balcão com apenas seis lugares, o chef oferece ingredientes fresquíssimos. Ironicamente, talvez seja o único sushi bar do mundo que não serve salmão ou atum, peixes que não existem na região.
Parte dos atrativos desse cruzeiro está fora do barco. São as visitas às ilhas do arquipélago, onde se pode fazer uma caminhada matinal, dar uma de pescador por um dia ou participar de festivais locais, com temas que mudam ao longo das estações do ano. É a oportunidade também de conhecer os pequenos caranguejos azuis que dão nome à embarcação, os gundûs. Às vezes, esses crustáceos (que pertencem à família dos siris, como são chamados os caranguejos capazes de nadar) acabam nas redes colocadas pelos pescadores locais. Embora suas garras sejam fortes o suficiente para cortar as redes, nem sempre eles escapam. Não são especialmente carnudos, mas dão um caldo delicioso, chamado com o nome afetuoso de guntû.
São mais de 700 ilhas flutuando em uma paisagem marítima de 23 mil km² e 7 mil km de costa, na parte sul do Japão. Percorrer um roteiro como esse, a bordo de um iate de 266 pés que remete a costumes milenares do Oriente, é a melhor maneira de experimentar as sutilezas da cultura do país, como num típico ryokan.
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O estaleiro Ventura Marine acaba de inaugurar loja no Rio de Janeiro. A abertura aconteceu nesta quinta-feira (30), no Shopping Downtown, na Barra da Tijuca, com a presença de clientes e amigos em um coquetel pra lá de animado. Com mais de 15 mil unidades vendidas, o estaleiro produz embarcações de 18 a 45 pés em sua fábrica instalada em Capitólio (MG). Recentemente, durante o São Paulo Boat Show 2019, a marca lançou os modelos Ventura 220 Surf e Ventura 390 HT.
Com 22 pés, a Ventura 220 Surf é fruto de uma parceria da Ventura Marine com a Volvo Penta, que desenvolveu uma rabeta invertida (com hélice para frente) exclusiva para ela, modelo Forward Drive, seguindo o conceito da IPS. O motor é um Volvo, claro, de 280 hp. A Ventura Marine surpreendeu, pois o começa a atuar num segmento inédito para a marca, uma seara com poucos rivais nacionais. A proposta do estaleiro, que firmou prestígio no país construindo lanchas de lazer, é mais abrangente: oferecer uma embarcação de uso misto, esporte um simplesmente passeio, como qualquer outra Ventura.
Segunda lancha hardtop da Ventura Marine (a primeira foi a 350 HT), a novíssima Ventura 390 HT é um projeto do grupo italiano Cranchi. Com acabamento refinado e acomodações para seis pessoas em duas cabines fechadas (um diferencial nesse segmento), essa HT tem acabamento diferenciado em relação ao padrão Ventura Marine, acompanhando o projeto italiano; iluminação abundante em todos os ambientes (uma das vantagens do teto retrátil); e uma série de bons equipamentos, como espaço gourmet generoso (sobre o móvel, há um paiol enorme) e plataforma de popa com 1,50 metros de comprimento, sobre a qual se estende um stobag (toldo opcional), de acionamento elétrico ou manual.
A Ventura Marine é uma das marcas já confirmadas no Rio Boat Show 2020 para apresentar suas novidades ao público carioca de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória.
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O Cabanga abre, neste sábado, dia 1º, as inscrições para a 32ª Regata Recife-Fernando de Noronha (Refeno). Em 2020, a partida será realizada no dia 26 de setembro, no Marco Zero do Recife, com chegada no Mirante do Boldró, em Fernando de Noronha. Os primeiros detalhes da competição foram divulgados no Aviso de Regata e você pode fazer a sua inscrição clicando aqui.
O primeiro lote da inscrição está disponível a partir deste sábado (1º de fevereiro) a 31 de março no valor de R$ 650,00 por tripulante. Em sua 31ª edição, a Regata Recife-Fernando de Noronha terá a disputa nas classes ORC, IRC, RGS, VPRS, Mocra, Catamarã, Trimarã, Aço, Alumínnio, Bico de Proa, Aberta, Turismo e Clássicos. Todas as embarcações participantes deverão estar aptas a realizar a travessia rumo ao Arquipélago de Fernando de Noronha de acordo com os regulamentos da Marinha do Brasil.
As embarcações inscritas percorrerão 300 milhas náuticas, o equivalente a 560 quilômetros, na travessia. A linha de chegada será no Mirante do Boldró, em Fernando de Noronha.
Em 2019, a Refeno foi a maior da história com mais de 700 velejadores em 101 embarcações que partiram do Recife. O Fita Azul, pelo segundo ano consecutivo, foi conquistado pelo barco pernambucano Patoruzú, comandada por Higínio Marinsalta, que concluiu a travessia em 27h45min35.
O recorde geral da regata ainda pertence ao Adrenalina Pura. Em 2007, o barco chegou na frente em apenas 14h34min54s.
DATAS DOS LOTES E VALORES DA INSCRIÇÃO:
01/02/2020 a 31/03/2020 – R$ 650
01/04/2020 a 30/04/2020 – R$ 700
01/05/2020 a 31/05/2020 – R$ 750
01/06/2020 a 30/06/2020 – R$ 800
01/07/2020 a 31/07/2020 – R$ 850
01/08/2020 a 31/08/2020 – R$ 900
01/09/2020 a 15/09/2020 – R$ 950
16/09/2020 a 24/09/2020 – R$ 1 000
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As águas de Salvador vão receber, entre os dias 12 e 19 de dezembro, o Campeonato Mundial de Vela Jovem. Realizado na praia de Inema, na Base Naval de Aratu, o torneio receberá 270 barcos, pilotados por 450 atletas de mais de 70 países. O evento é considerado o 2º mais importante da vela em 2020 – ficando atrás apenas dos Jogos Olímpicos, em Tóquio.
A edição em Salvador marcará o 50º ano da competição. Ela é disputada em 5 categorias: RS:X, Laser, 420 e 29ER (todos masculino e feminino) e Nacra15 (grupos mistos). Cada nação pode ter apenas uma equipe em cada modalidade – somando, no máximo, 9 representantes.
O evento é conhecido por revelar futuros atletas olímpicos, já tendo sido vencido por Robert Scheidt (cinco vezes medalhista dos Jogos), em 1991, e Martine Grael e Kahena Kunze (dupla ouro na Rio-2016), em 2009. Por isso, é bom ficar de olho: espera-se que do Mundial saiam velejadores que estarão em Paris-2024.
Uma reunião na sede da Rede Bahia, nesta quinta-feira (30), firmou a parceria da empresa com o evento, que será realizado pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia (Feneb) e World Sailing (a Federação Internacional de Vela) e tem o apoio da Prefeitura de Salvador, do Governo da Bahia e da Marinha do Brasil.
Walter Böddener, gerente técnico da Confederação Brasileira de Vela, comemorou a escolha por Inema na edição de 2020.”Salvador tem um vento muito bom, ainda mais nessa época do ano, com uma água muito limpa. A expectativa é de termos regatas excelentes”.
Para Daniel Smith, diretor de comunicações e digital da World Sailing, o Mundial poderá render muitos frutos a Salvador. “Durante os dias de competição, a capital baiana virará a capital da vida marítima. É uma plataforma muito boa para o turismo – e para trazer mais eventos de todos os tipos. Vi isso em Auckland (Nova Zelândia), que recebeu o Mundial em 2016 e, desde então, passou a ser sede de mais torneios. Mais de 70 nações estarão aqui, dando valor a essa cidade que é brilhante para a navegação. Temos um alcance de mídia enorme. No Facebook, tivemos 3 milhões de pessoas engajadas – são aquelas que comentam, curtem, interagem de alguma forma. Existe um apetite. Ano que vem, essas pessoas irão voltar não para competir, mas para turistar. Eu voltarei”, garante o inglês.
Já Márcio Cruz, presidente da Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia (Feneb), percebe também a vantagem na disseminação do esporte. “Jovens que gostam da vela irão se interessar. E quem não conhece terá esse contato”.
Para decidir os representantes do Brasil no campeonato, está sendo disputada, até o próximo sábado (1º), a Copa da Juventude 2020, que serve como seletiva. Entre os participantes, destacam-se os baianos Bernardo Peixoto, da 420 (que participou do Mundial em 2019, na Polônia) e Bárbara Pedregal, da RS:X.
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No coração de quem ama navegar, palpitam ansiedade e alegria quando a italiana Azimut Yachts — que tem uma fábrica em Itajaí, Santa Catarina, inaugurada em 2010 — anuncia o lançamento de uma nova embarcação no Brasil. No caso da Azimut 62, pertencente à linha Flybridge Collection da marca, lançada durante o São Paulo Boat Show 2019, as manifestações de alegria se justificam.
Os fãs da marca têm bons motivos para adorar essa 62 pés (18,75 metros de comprimento), que exibe traços que remetem a dois grandes sucessos do estaleiro italiano, a Azimut 27 Metri e a Azimut 30 Metri, da linha “Grande”, a começar pela pelas enormes e elegantes janelas panorâmicas, que deixam passar abundante iluminação natural para o salão. O objetivo, segundo o projetista Stefano Righini, é “permitir que você realmente contemple o mar, bem diante dos seus olhos”. Mas esta é apenas a virtude mais à vista dessa lancha, de estilo moderno e acabamento refinado, que eleva ainda mais o nível do mercado náutico brasileiro.
Na água, logo se percebe, também, as suas qualidades na navegação. Ainda que não seja feita para mares tempestuosos, e nenhum barco deste tipo é, em nosso teste, uma longa travessia entre Santos e Angra dos Reis, de 134 milhas, a Azimut 62 mostrou ser um barco muito macio e firme, mesmo em mar um pouco mais agitado, como na Ponta da Joatinga, em Paraty, conhecida como o nosso Cabo das Tormentas, devido às fortes ondulações e às correntes do local.
A Azimut 62 é uma lancha de passeio para até seis pessoas pernoitarem a bordo (mais dois tripulantes), cercados daquele acabamento requintado e de bom gosto típico das embarcações do estaleiro italiano. Para isso, tem duas suítes, um camarote de hóspedes com duas camas de solteiro e três banheiros — este, um diferencial interessante, uma vez que lanchas desse porte, salvo exceções, costumam ter uma suíte máster e dois camarotes de hóspedes que dividem o segundo banheiro.
Seu salão chama atenção logo na entrada, pois agrega à porta de correr uma segunda porta, do tipo residencial. Além disso, a cozinha (posicionada a ré e a bombordo do salão) tem um vidro (que a separa da praça de popa) que na verdade é uma janela, que pode ser aberta ao toque de um botão. Igual a ela, há outra janela de acionamento elétrico na lateral da cozinha, que garante ótima ventilação na hora de cozinhar.
Com dois metros de altura, o salão se divide em três ambientes: posto de comando na frente; sala de estar no centro (com um grande sofá, uma chaise, uma mesa e uma tv embutida de acionamento elétrico); e área de refeição com uma mesa dobrável com vista espetacular do mar. Mais à ré, de frente para a cozinha, há uma área de apoio da cozinha, com geladeira, freezer, armários e bancada. Com 1,98 m de altura, a cozinha tem pia com duas cubas (uma grande e uma pequena), fogão de quatro bocas, depurador de ar (coifa), paneleiras e armários.
O posto de comando interno traz, junto com o timão e os manetes do acelerador, aquelas modernidades felizmente já prosaicas em nossas embarcações: joystick, propulsores de manobra bow thruster, saídas de usb e duas telas de 12 polegadas cada (com opção de 15”) para os eletrônicos. O painel, na cor preta, tem acabamento brilhante, melhor se fosse fosco, para não refletir a luz do sol em nenhuma hipótese. Ainda assim, é muito bonito e não atrapalha a leitura dos instrumentos. E tudo está muito bem localizado, iluminado e sinalizado. A posição de pilotagem é muito boa, com ótima visão tanto da proa como das laterais, em razão da grande área envidraçada.
O design de interiores e a decoração exterior são da lavra do premiado arquiteto italiano Achille Salvagni, que assina outros projetos do estaleiro, como o iate 30 metros, impondo às embarcações um estilo sofisticado e uma atmosfera acolhedora. Mas nada no salão chama mais a atenção que a área envidraçada, tanto pelo formato como pelo tamanho, do chão ao teto, com 1,50 m de altura por 2,30 m comprimento, contornando as laterais da embarcação, arranjo que remete aos barcos de maior porte da marca, como os de 27 e 30 metros.
Descendo ao convés inferior, encontramos a suíte vip na proa; o camarote de hóspedes a boreste e o banheiro social a bombordo; por fim, a suíte máster, mais a popa, que ocupa toda a largura do casco. Com 1,95 m de altura, a suíte do proprietário oferece o conforto de uma casa, com guarda-roupas, uma cama de 1,90 m x 1,55 m, janelas simétricas, retangulares, com uma belíssima vista do mar, e uma grande vigia, para a ventilação natural. Há muita luz direta, além de iluminação indireta, que deixa o ambiente ainda mais aconchegante. No bordo oposto ao da cama, a penteadeira tem um nicho para uma tv embutida, de acionamento elétrico, que pode ser recolhida quando não estiver sendo usada.
O banheiro dessa suíte fica mais à popa (separando o quarto de dormir da casa de máquinas, o que se traduz em uma viagem ainda mais silenciosa) e ocupa quase toda a largura do casco, que é de 5,05 metros, um dos mais largos da categoria.
Na suíte vip, a cama é mais larga que a da suíte máster, com 1,90 m x 1,62 m, e o banheiro, completo, com box fechado e boa ventilação. Por sua vez, o camarote de convidados tem duas camas de solteiro, com 1,90 m x 0,68 m cada, que podem ser convertidas em uma de casal.
Na parte de fora do barco, um lounge ocupa a proa, podendo ser usado para relaxamento durante as ancoragens. Tem dois bons sofás, para seis pessoas, e uma mesa no centro. O sofá da frente pode ser convertido em um grande solário. Para isso, basta girar o seu encosto e dobrar uma das folhas da mesa. Essa área, tendência recente nos barcos acima de 55 pés, abre novas possibilidade para o uso social do barco, ampliando os espaços, digamos ficáveis: em vez de se concentrarem entre o cockpit de popa e o flybridge, as pessoas podem se distribuir por ali, uma área íntima, sossegada e totalmente aberta ao mar.
Por outro lado, a plataforma de popa tem 3,86 m de largura x 1,90 m de comprimento. A parte submersível permite embarcar um bote de apoio de 3,25 metros. Tem também aquele detalhe do qual os brasileiros não abrem mão: uma área gourmet, com churrasqueira elétrica e sombra por toldo retrátil elétrico. Ao lado do móvel gourmet fica a porta estanque de acesso ao camarote dos marinheiros, que tem duas camas de solteiro, armários, tv, ar-condicionado e banheiro. Caixas de som foram espalhadas por todo o ambiente. Para a atracação, há dois grandes cunhos de popa e passadores de cabos, além de portalós nos costados, que dão acesso direto ao píer pelos bordos.
O flybridge é espaçoso e versátil, com várias configurações possíveis, especialmente na área mais à popa, que pode ser ocupada por cadeiras espreguiçadeiras, todas móveis e configuráveis. O comando, ali, tem duas excelentes poltronas geminadas, para o piloto e um acompanhante, que pode ficar responsável pela consulta às cartas náuticas, por exemplo. A posição de pilotagem é muito boa, mas cabem algumas ressalvas.
As telas ficariam mais bem posicionadas se estivessem mais próximas do comandante, com a tela da motorização um pouco abaixo. Talvez, pudesse haver uma terceira tela, auxiliar, mas é apenas uma sugestão e não algo essencial. Também faltam saídas usb para o carregamento da bateria do celular. A cobertura (do tipo hard-top, de fibra de carbono) tem teto solar flexível e é complementada por um toldo de acionamento elétrico, que se estende até a popa do flybridge. Outra boa solução, em um barco repleto delas.
Como navega
Para testar a Azimut 62, optamos por fazer uma grande travessia no pedaço de litoral preferido dos brasileiros, entre Santos e Angra dos Reis, um trajeto de 134 milhas náuticas. A lancha estava equipada com todos os opcionais disponíveis, inclusive o sistema automático de flaps Zipwake. A bordo, seis pessoas e os tanques com a capacidade máxima de água (730 litros) e de combustível (3 200 litros).
Para as manobras de atracação, a 62 pés da Azimut Yachts conta com um sistema de joystick, que integra, em um único comando, motores e motor auxiliar de manobras. Os motores são dois Volvo D13-1000, os mais potentes da Volvo Penta, de 1 000 hp cada. Mas não espere um desempenho empolgante, pois esse não é o conceito do projeto deste belo barco. Apesar de ter acelerado muito bem, do repouso aos 20 nós, abaixo dos 12 segundos, sua velocidade máxima não passou dos 31,1 nós.
Na velocidade de cruzeiro econômico, que ficou entre 22,8 nós e 23 nós, na casa dos 1 900 giros, fizemos a travessia em uma jornada de sete horas. O barco se manteve extremamente firme durante todo o trajeto. O Zipwake impressionou. Fácil de configurar, conforme o mar que pegamos, ele funcionou mesmo, mantendo o barco bem alinhado em diferentes situações na derrota navegada.
De quebra, ainda ajudou a economizar combustível: o consumo ficou na casa dos 278 litros/h. O barco também se manteve extremamente macio ao cruzar ondulações, especialmente em Paraty, ao passar pela Ponta da Joatinga, o nosso Cabo das Tormentas, devido às costumeiras (e fortes) ondulações cruzadas e às intensas correntes.
A Azimut 62 não é uma lancha feita para enfrentar mares tempestuosos (nenhum barco de passeio é indicado para isso, diga-se), mas mesmo assim mostrou muita força e, ao mesmo tempo, maciez ao cruzar ondulações em vários ângulos, além de marolas de outros barcos grandes. A sensação em manobras na velocidade de cruzeiro foi a de navegar uma lancha menor, na faixa de 40 pés, tamanha sua obediência aos comandos. Ou seja, é um barco que impressiona, de forma positiva, também pela navegação.
O isolamento da casa de máquinas é adequado. Na rotação máxima, o ruído no posto de comando dentro do salão foi de apenas 80 decibéis, o que equivale a uma conversa mais exaltada, por exemplo. Já na suíte máster, por estar mais próxima da casa de máquinas, o ruído foi um pouco mais alto, mas nada além do normal. Em resumo, a Azimut 62 apresentou uma navegação convincente, com ótimo equilíbrio entre conforto e desempenho.
Características técnicas
Modelo: 2019 Comprimento total: 18,75 m Comprimento do casco: 15,20 m Boca: 5,05 m Calado com propulsão: 1,43 m Altura da cabine na entrada: 2,00 m Ângulo do V na popa: 15,6 graus Combustível: 3200 litros Água: 730 litros Capacidade dia: 16 pessoas Capacidade pernoite: 6 passageiros + 2 tripulantes Peso com motor: 33 600 kg Potência sugerida: 2 x Volvo D13 (1000 hp cada)
Quanto custa
A Azimut 62 custa a partir de R$ 9,8 milhões (com 2 x Volvo D13 1000 hp cada). Preços pesquisados em janeiro/2020. Para saber mais sobre o modelo, acesse a ficha técnica do estaleiro.
Quem faz
A Azimut Yachts é uma marca do grupo italiano Azimut|Benetticom matriz na Itália. Com 50 anos de história, opera em 68 países com uma rede de vendas de 138 escritórios. Além das fábricas na Itália, em 2010, inaugurou unidade de produção em território brasileiro, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, com mais de 20.000 metros quadrados de área construída. Tem escritório na capital paulista e no Iate Clube de Santos, na sede náutica do Guarujá. Para mais informações, acesse azimutyachts.com.br., ligue para tel. 47/3405 0505 ou envie um e-mail para [email protected].
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Desde quinta-feira, 23, a Capitania dos Portos em Laguna, Santa Catarina, tem novo delegado. O capitão-de-corveta James Batista assumiu o cargo no lugar do também capitão-de-corveta Aldo Carvalho da Rocha, que estava na função desde 2018.
A cerimônia de troca de delegados foi realizada na sede da capitania, às margens da lagoa Santo Antônio, e foi acompanhada pelo capitão de mar e guerra Alexandre Lopes Vianna de Souza, delegado-geral dos Portos em Santa Catarina. Apesar do clima chuvoso, a solenidade aconteceu normalmente e foi muito concorrida.
Para o novo delegado, que vem da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, a missão é manter a linha operacional que o ex-comandante vinha desenvolvendo na unidade de Laguna. “Vou manter o trabalho que o comandante Aldo vinha realizando, que foi de suma importância, e vamos trabalhar em conjunto com as demais entidades locais para manter a segurança em alto mar e combate a poluição do meio hídrico”, afirma Batista, após o fim da cerimônia.
A passagem de comando representou a conclusão de um ciclo de dois anos de Aldo Carvalho à frente da capitania em Laguna. “Foi período de muito trabalho, empenho e dedicação. Tenho certeza que deixo um legado de continuidade do meu trabalho para o novo delegado”, avalia Carvalho. O ex-delegado irá seguir para a Escola de Aprendizes da Marinha, localizada em Florianópolis. “Aqui fui muito bem recebido. É uma cidade turística, mas sobretudo acolhedora. Aprendi a amar Laguna e seus cidadãos e levarei essa lembrança comigo”, completa.
A Capitania dos Portos em Laguna tem como objetivo contribuir para o cumprimento das tarefas de responsabilidade da Marinha, na sua área de jurisdição, como orientar, coordenar e controlar as atividades relativas à marinha mercante e organizações relacionadas, em sua área de atuação.
A unidade da cidade juliana surgiu em 1920 como Capatazia de Laguna e foi elevada à categoria de agência em 14 de setembro de 1923, data em que lembra como aniversário de criação. Nessa condição inaugurou em 1940 sua atual sede e mais recentemente em 1993 foi classificada para se tornar uma delegacia dos portos.
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Bilhões de pequenas conchas brancas cobrem toda a faixa de areia de uma praia da Austrália. Conhecida como Praia das Conchas, a região de L’Haridon Bight tem mais de 100 km de extensão. Os montes de conchas chegam a ter 10 metros de profundidade.
As conchas são todas pertencentes a uma espécie só de animal: o Fragum erugatum, conhecido como molusco de Hamelin. A razão para o acúmulo dos moluscos de Hamelin é a alta concentração de sal na água da região.
O ambiente excessivamente salino é favorável para esse animal, mas não para seus predadores. A ‘Praia das Conchas’ fica em uma reserva natural na área de Shark Bay, na costa oeste da Austrália, perto da cidade de Denham.
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Benetti lançou o superiate de 44,06 metros Ink como sua primeira adição à gama Diamond 145. A nova embarcação apresenta design exterior assinado por Giorgio M. Cassetta, que trabalhou ao lado da equipe interna de Benetti para montar o casco de fibra de vidro e as superfícies envidraçadas que fluem por todo o comprimento do modelo.
No interior, o Ink pode acomodar até 10 pessoas em quatro camarotes localizados no convés inferior, enquanto o capitão tem acomodação no convés superior, perto da do posto de comando. O design de interiores da Benetti inclui portas de correr de vidro que se abrem para a área do clube de praia.
“Diamond 145 vem de um projeto com a missão de melhorar a vida a bordo, não apenas para proprietários e convidados, mas também para toda a tripulação. O tamanho do iate tornou possível adotar uma abordagem ergonômica impressionante que garante uma postura majestosa, ao mesmo tempo em que adota detalhes ultramodernos, combinados com um estilo que reflete o conceito de iate atemporal”.
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O Grupo MK, da Sérvia, anunciou planos de investir cerca de 110 milhões de euros para aumentar sua presença no Mar Adriático, incluindo um projeto para construir uma nova marina em Trieste, na Itália.
O MK Group pretende assumir o Píer 2 e todo o Terminal Adria no porto de Trieste, o que permitiria ao grupo sérvio abrir uma nova marina no mar Adriático italiano, de acordo com jornal italiano.
Sediado na capital da Sérvia, Belgrado, o MK Group é uma holding diversificada, ativa em vários setores, incluindo turismo, imóveis, bancos, agricultura e outros setores. A divisão de turismo do grupo compreende 16 hotéis localizados na Sérvia, Eslovênia, Croácia e Montenegro, o Aeroporto Portorož, na Eslovênia, e campos de golfe em Savudrija, Croácia.
O MK Group é de propriedade do empresário sérvio Miodrag Kostic, que recentemente se encontrou com o prefeito de Trieste, Roberto Dipiazza, para discutir o potencial investimento do MK Group na cidade. Kostic teria aconselhado as autoridades da cidade a não permitir a transformação do Terminal Adria em um terminal de cruzeiros em 2022 quando a licença mantida por seu atual operador expirar.
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Aos 77 anos, a britânica Jeanne Socrates tornou-se na pessoa mais velha a navegar em volta do mundo, sem paradas ou assistência. Um recorde aplaudido por curiosos e velhos amigos. “Esta é uma das maiores viagens de todos os tempos. Uma mulher de 77 anos que enfrentou dificuldades incríveis durante esta viagem”, disse Steve Illman, amigo de Jeanne.
Nos últimos anos, Jeanne Sócrates fez várias tentativas para bater este recorde mas até agora tinha desistido por causa de ferimentos, mar agitado ou danos no barco. Quando chegou em terra firme, depois de quase um ano sozinha – ela passou mais 330 dias no mar -, a velejadora septuagenária não quis falar com os jornalistas, mas os amigos revelaram que à sua espera tinha uma noite e refeição luxuosas. A chegada aconteceu no Porto de Victoria, no Canadá.
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O estaleiro italiano Codecasa deve começar a construir um conceito de megaiate de 70 metros inspirado em aeronaves chamado Codecasa Jet 2020. Com inúmeras características estilísticas emprestadas da aviação, o modelo foi é tido pelo estaleiro como “quebrando o molde” do design de iates.
De acordo com a Codecasa, “o resultado será algo que nunca foi visto antes no mar”. O design incluirá linhas limpas e mínimas com grandes espaços exteriores e interiores. As principais características incluem um amplo terraço com 20 metros de comprimento, equipado com piscina e academia coberta. O deck se estenderá para a popa, onde o iate se desenvolve verticalmente, lembrando a cauda de uma aeronave.
O clube de praia ao nível do mar é servido por um elevador e conectado a um corredor e uma clarabóia. A área principal do convés é dedicada à suíte do proprietário, enquanto os oito hóspedes são acomodados em quatro camarotes no convés inferior.
Entradas de ar lembrarão um motor a jato e antenas de radar serão instaladas dentro de cúpulas de fibra de carbono no estilo típico de aviões AWACS. A construção do projeto começará no primeiro semestre de 2020. Quando entregue, o iate se tornará o carro-chefe do estaleiro italiano.
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O Comando do 8º Distrito Naval (Com8DN), por intermédio da Capitania Fluvial do Rio Paraná (CFRP) e Delegacia Fluvial de Guaíra (DelGuaíra), intensificou o patrulhamento nas águas do rio Paraná, desde o dia 20 de janeiro, com mais de 20 fuzileiros navais e algumas embarcações, com destaque para a blindada Poraquê. A ação tem como objetivo reforçar a segurança da fronteira fluvial da região.
A lancha blindada Poraquê está sendo utilizada no patrulhamento, garantindo a eficiência estratégica da ação. Projetada para fornecer mobilidade tática e suporte de fogo em ambientes litorâneos e ribeirinhos, a embarcação é propícia para multi-missão de alta velocidade e possui característica antichamas.
A “Poraquê” tem a capacidade de desenvolver velocidade de até 70 quilômetros por hora, possui cabine totalmente blindada para a proteção de até quatro militares, e pode ser armada com uma metralhadora MAG calibre 7,62mm. O casco tem como matéria prima um composto termoplástico híbrido de alto peso e ultra-alto peso molecular. Segundo o DGS Defense, a embarcação conta com a propriedade de retardante de chamas, elevada flutuabilidade, baixo calado, e está preparada para absorver choques típicos da navegação ribeirinha, como pedras e galhos. A lancha é equipada ainda com radar e câmera térmica, além de ter sido desenvolvida com o objetivo de conferir furtividade à navegação.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Zimarine marcará presença no próximo Rio Boat Show com suas soluções em pisos em teca para embarcações e sua linha gourmet, com destaque para a bancada Mix Gourmet Plus. Produzida em teca, com churrasqueira a carvão acoplada, o modelo conta com área para corte de alimento com canaleta que ajuda a reter o suco das carnes, gaveta com bandeja em inox que conserva a carne quente e protegida, e pode ser usada para servir. Vem com suporte para faças, compartimento para lixeira e cubas pra resíduos. Desmontável e versátil, possui fácil instalação e é adaptável para qualquer tipo de embarcação ou ambiente.
O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.
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