Adesão da Volvo Penta brasileira à campanha Mares Limpos dá impulso à expansão da ideia para os outros braços da marca

Por: Redação -
29/12/2019

O plástico há muito tempo foi identificado como uma das principais causas de danos ambientais: polui rios, degrada destinos turísticos e, quando chega ao oceano, é culpado pela morte de peixes e de animais como baleias e tartarugas, que o confundem com alimentos. Cerca de 8 milhões de toneladas de plástico (galões, garrafas, sacolas, redes de pesca e coisas bem piores) chegam aos nossos mares todos os anos, gerando fenômenos como o chamado “Grande Lixão do Pacífico”, uma inacreditável “sopa” flutuante de detritos plásticos que se estende quase da costa dos Estados Unidos até as proximidades do Japão. Nada menos que uma das maiores tragédias ecológicas de nosso tempo.

Felizmente, existem ações para reverter esse quadro, como a campanha “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, promovida por NÁUTICA há mais de 20 anos e que espalha a mensagem entre os donos de barcos e amantes da navegação sobre a importância da preservação de nossas águas. Além disso, há dois anos, nasceu a campanha Mares Limpos (Clean Seas), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente). Considerada uma das mais importantes bandeiras contra a poluição plástica dos oceanos, a Mares Limpos mobiliza governos, ativistas, empresas e a sociedade civil. O objetivo é impedir que se confirme uma estimativa dramática: a de que em 2050 os mares terão mais plásticos do que peixes.

Entre as empresas que aderiram a essa campanha está a Volvo Penta, braço náutico do Grupo Volvo, sediado na Suécia e com forte presença no Brasil, com seus motores marítimos para embarcações comerciais e de lazer — é a força propulsora por trás de inovações como o IPS e o Forward Drive, que facilitam a navegação, tornando-a mais agradável e divertida. Inicialmente, apenas a Volvo Penta do Brasil se associou à causa da ONU. Agora em outubro, durante a feira náutica de Fort Lauderdale, foi a vez do braço americano da empresa sueca aderir à campanha. E para o ano que vem está previsto o engajamento do Grupo Volvo como um todo, com a realização de ações globais de defesa do meio ambiente, com restrição do uso do plástico.

Com a adesão à Mares Limpos, em um primeiro momento, a Volvo Penta se comprometeu em descontinuar o uso de plásticos em seus escritórios, assim como em eventos, itens de merchandising e embalagens de produtos. Essa ação se limitaria à Volvo Penta, que é uma das empresas do Grupo Volvo. Porém, toda a unidade da Volvo Curitiba (que reúne 4 mil funcionários) decidiu assumir o compromisso de descontinuação do uso de plástico dentro da fábrica, desde o copinho de café até a capa dos assentos dos caminhões. A empresa também assumiu o compromisso de fazer investimentos em pesquisa e promover ações de conscientização com clientes e outros públicos do mercado náutico sobre este assunto. “Agora, estamos nos preparando para dar início à segunda fase do programa, provavelmente no começo de 2020, com eliminação do plástico não apenas das embalagens como também de alguns componentes de nossos produtos”, conta Thiago Teixeira, head de marketing da Volvo Penta.

A essência dessa ação está resumida na frase “daqui pra frente, sem plástico”, que estampou a camiseta usada pelo pessoal da Volvo Penta na hora de revelar o compromisso assumido pela empresa com a ONU Meio Ambiente, durante o Rio Boat Show, no mês de abril. “O respeito ao meio ambiente é um valor primordial da Volvo Penta. Queremos colaborar com uma bandeira importante contra a poluição plástica dos oceanos ao lado da campanha Mares Limpos da ONU Meio Ambiente”, afirma Gabriel Barsalini, vice-presidente da Volvo Penta South America.

Como o melhor exemplo é aquele que vem de casa, no estande da Volvo Penta durante o São Paulo Boat Show foi abolido o uso de qualquer copo ou garrafa de plástico. “Tem gente que pensa que o problema não está perto de nós. Que está em Bali, que está na Índia. Mas tem tartaruga morrendo na Barra da Tijuca”, diz Thiago Teixeira, reafirmando a necessidade de uma campanha de conscientização, da qual fazem parte também as redes sociais da empresa. “As pessoas que acessarem no nosso Instagram podem reforçar nossas mensagens, postando casos testemunhados de maus tratos à natureza, como o uso de canudinhos, por exemplo, ou de descarte de lixo na praia. Também podem reforçar ações positivas que encontrarem por aí, compartilhando fotos e vídeos”, completa.

Para a campanha alcançar o máximo de pessoas possível — dos clientes da empresa a marinheiros de barcos de lazer, passando por donos de estaleiros —, a Volvo Penta também convidou algumas pessoas que defendem o meio ambiente para gravar depoimentos sobre o assunto. Como a ativista Fernanda Cortez, idealizadora da plataforma de educação ambiental “Menos 1 Lixo”, que reforça a mensagem de que não podemos continuar transformando nossos oceanos em uma sopa de plástico.

Segundo ela, até os anos 1950, nós vivíamos um outro estilo de vida, em que não existiam produtos descartáveis. “A partir daí, fomos mudando de hábitos, para um modelo um tanto equivocado de conforto, por conta do nosso egocentrismo. ‘É só um copinho, é só um canudinho, é só um talherzinho’. Parece inofensivo. Mas, quando se vai ver, se produziu uma montanha de lixo”, afirma. A ativista lembra que não é só uma parte da sociedade que está por trás disso, ou um tipo de consumo, ou um recorte de estado, de classe, idade ou gênero. “O problema é sistêmico. E para enfrentar problemas sistêmicos, temos de ter soluções sistêmicas. A economia circular é uma delas. A pesquisa, outra. Mas, antes de tudo, mudança começa com a gente”, diz. Pequenas atitudes diárias, lembra ela, ajudam na redução do uso do plástico descartável. “É o momento de cada um de nós entender o seu poder de ação, de mobilização, de mudança. De eliminar as cápsulas de café de máquina, por exemplo, voltando ao café de coador. De minha parte, comecei com a troca do copo descartável por um copo retrátil. Em um ano, economizei 1618 copos”, afirma.
Os números são eloquentes e falam por si. Cada família brasileira usa, em média, 66 sacolas plásticas de supermercado por mês. Se na sua casa são 4 pessoas, vocês, juntos, consomem mais ou menos 264 sacolas por mês! O problema é que as sacolinhas são feitas de um material fino demais para ser reciclado. A maioria delas vai sem escalas para o ambiente — onde, estima-se, demora uns 200 anos para se decompor. “Em um país no qual metade dos municípios do país tem lixões, isso é inadmissível”, protesta Fernanda, para quem, historicamente, o brasileiro sempre usa os rios para se livrar daquilo que não quer mais. “Os oceanos são apenas a ponta do iceberg”, acredita a idealizadora da plataforma de educação ambiental “Menos 1 Lixo”.

Muitos países baniram as sacolas plásticas de seu dia a dia. Na Dinamarca, por exemplo, cada família usa apenas quatro sacos plásticos retornáveis multiúso por ano. Por tudo isso, é muito importante que as empresas abracem causas como a campanha Mares Limpos, da ONU Ambiental. Se os oceanos morrerem, a gente também morre.

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    Por: Redação -
    23/12/2019

    O jogador de futebol Thiago Silva, que atualmente defende o Paris Saint-Germain (PSG), surpreendeu os seus familiares neste fim de ano. O zagueiro, capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2014 e 2018, presenteou a esposa e os filhos com uma Azimut 56.

    A embarcação foi uma grande surpresa aos familiares, que receberam o presente na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. “Só andava de barco quando alugava. Mas, sempre que estamos no Rio de Janeiro tenho vontade de pegar um barco para aproveitar o dia. Este é o nosso primeiro barco, um verdadeiro sonho, e, com certeza, iremos aprender muito mais sobre este universo agora”, explica o jogador em entrevista.

    “Apesar da experiência zero com navegação, conheci a marca conversando com colegas da seleção brasileira que indicaram a Azimut Yachts por ser uma marca sólida, famosa e referência mundial no mercado náutico. Além disso, traz segurança para aproveitar o lazer com minha família”, completa.

    “É com orgulho que a Azimut Yachts dá boas-vindas ao consagrado atleta Thiago Silva e aos seus familiares no universo náutico. Com 50 anos de história e 20 anos na liderança mundial em produção de iates de luxo, temos a satisfação em poder oferecer a grandes atletas e celebridades a privacidade, o conforto e as melhores experiências de vida sobre as águas”, destaca o diretor da Azimut Yachts Francesco Caputo.

    Fotos David Mota

     

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      Pit Stop Sessa: como funciona o maior programa de pós-venda náutico do Brasil

      O segredo dos casamentos felizes entre os estaleiros e seus clientes não se limita à construção de lanchas modernas, confortáveis e recheadas de tecnologia. Acima de tudo, a boa relação depende da etapa que se inicia logo após a compra do barco — conhecida no marketing como “pós-venda” —, com dicas de como usá-lo adequadamente, oferta de serviços de manutenção e um carinho extra: a gentileza de conferir de tempos em tempos como está a satisfação do cliente com o produto.

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      Foi o que motivou a Intech Boating (que produz no Brasil, sob licença da italiana Sessa Marine, as lanchas Sessa e Key Largo) a criar o Pit Stop — maior programa de pós-venda náutico do Brasil, já em seu segundo ano —, em que uma equipe técnica do estaleiro é destacada exclusivamente para atender o cliente.

      “O objetivo é realizar a revisão de todas as embarcações com a nossas marcas, Sessa e Key Largo, auxiliando e tirando dúvidas dos clientes”, conta Luiz Henrique Galizio, gerente da assistência técnica do estaleiro Intech Boating. “Senti-me prestigiado e seguro como usuário e consumidor da Sessa. Realmente faz a diferença!”, diz o proprietário de uma Sessa C40, depois de ser atendido na marina de seu condomínio, em Angra dos Reis, na primeira etapa do programa, em 2018.

      A cobertura do Pit Stop é nacional e exclusiva para proprietários de embarcações da marca Sessa Marine. Inicialmente, neste ano, o programa teve etapas em Santa Catarina e no Paraná, com passagem por nove cidades e 20 marinas e a revisão completa de 57 embarcações. Em Porto Belo, o dono de uma Sessa C36 era só elogios ao programa: “Nunca tinha visto tal atenção e dedicação. Difícil de acreditar que isso esteja acontecendo no Brasil”. Em Angra dos Reis, no ano passado, a história se repetiu.

      “Todos os itens do relatório foram analisados estavam OK! Sou muito cuidadoso com a minha embarcação. Mas é muito bom receber a visita da equipe técnica da própria Intech Boating, depois de dois anos de uso de minha lancha. Sinal de que está comprometida com a gente”, desmanchou-se em elogios o comandante de uma Sessa F42 baseada na Marina Verolme. Já no litoral de São Paulo foram revisadas 42 embarcações em 19 marinas, distribuídas entre o Guarujá e Caraguatatuba.

      “Foi incrível ver os experts da Sessa Marine dentro do meu barco, analisando e avaliando cada detalhe”, antecipa-se o proprietário de uma C36, baseada na Marina Juqueriquerê, em Caraguatatuba. “Olhar com mais carinho e atenção para o atendimento depois que o negócio foi fechado e o cliente já recebeu o barco que comprou é mais importante até que o da própria venda do barco”, acredita o gerente de assistência técnica. “Afinal, pouco adianta um barco ser reconhecidamente bom se, para uma simples troca de acessório ou um reparo após a entrega, o cliente tiver de esperar o verão inteiro passar”.

      Todos os atendimentos são pré-agendados pela Intech Boating, e o Pit Stop é dirigido tanto aos donos dos barcos quanto a seus marinheiros, profissionais que merecem atenção especial, por serem essenciais para uma navegação segura. “Queremos desenvolver com eles uma relação mais próxima de confiança e atenção, trocando ideias de como podem aproveitar da melhor forma a tecnologia embarcada e, assim, intensificar a experiência da navegação”, explica Galizio. “Se o marinheiro for uma pessoa desqualificada, o programa pode ir por água abaixo”, calcula.

      As visitas não têm custo — salvo a necessidade de trocar itens fora do alcance da garantia. Ao término da vistoria, o proprietário recebe um relatório do estado dos componentes da lancha e um certificado, atestando que foi revisada

      A partir da criação do programa, todas as lanchas da Sessa Marine (sejam elas, repita-se, Sessa ou Key Largo) passam a ser revisadas pelo menos uma vez ao ano. Durante a visita, é cumprido um checklist geral do estado da embarcação, independentemente do período de garantia de fábrica e de quem seja o atual proprietário, se o próprio comprador ou um segundo dono. Dá para resumir de modo preciso, conciso e rápido o alcance dessa bateria de exames: uma verificação completa!

      “São inspecionados todos os sistemas da embarcação. Mecânico, hidráulico, elétrico e itens de conforto e segurança, incluindo carreta, instalações e cuidados preditivos gerais de guarda e uso da embarcação. Esse programa é um dos principais motivos das embarcações seminovas Intech Boating serem tão valorizadas”, explica Galizio. “Após o processo, o relatório de visitas e orientações fica disponível para o proprietário, que passa a ter um histórico com o acompanhamento do seu barco”, completa.

      Conferir de tempos em tempos como está a satisfação do cliente com a lancha foi o que motivou o estaleiro catarinense Intech Boating a criar o programa Pit Stop Sessa

      As visitas não têm custo — salvo a necessidade de trocar itens ou equipamentos fora do alcance da garantia — e são realizadas por técnicos qualificados pelo estaleiro. Ao término da vistoria, o proprietário recebe um relatório apontando o estado de cada componente da lancha. Além disso, o barco recebe um certificado e um selo exclusivo do estaleiro, atestando que foi revisado, o que o valoriza ainda mais. “Já para as marinas, o selo da Intech Boating certificando que o barco foi revisado, dentro do programa Pit Stop, é uma garantia de que estão abrigando barcos sempre em ordem”, afirma Galizio.

      Tudo para garantir uma navegação segura e sem surpresas. Mais do que uma simples gentileza, o Pit Stop é um importante programa de relacionamento, que permite saber como a frota Sessa vem se comportando ao longo dos anos e, ao mesmo tempo, manter uma comunicação direta com os clientes, que passam sugestões e ideias para o melhoramento dos produtos. “O resultado vem naturalmente, com a fidelização à marca e o estreitamento das relações comerciais e afetivas.

      Na nossa última pesquisa de satisfação de clientes, realizada em julho, atingimos 95,16% de aprovação, nos mantendo na zona de excelência. Além disso, a pesquisa também apontou que, entre as três características da marca mais citadas, estão as palavras sofisticada, comprometida e confiável”, explica Debora Felipe, responsável pelo marketing. “É ou não é um casamento feliz?”, completa.

       

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        Teste jet Sea-Doo GTI 130 2020: ótimo para quem está começando

        19/12/2019

        O grande diferencial do jet GTI 130, da linha 2020, está no casco, que ficou maior, especialmente na plataforma de popa, cuja área cresceu 36% em relação aos jets da geração anterior.

        É tanto espaço que dá até para levar alguns equipamentos na garupa, como por exemplo um tanque auxiliar de 15 litros; ou uma caixa térmica ou cooler; uma bolsa; ou ainda uma torre retrátil de esqui, entre outros acessórios que podem ser fixados na popa por meio de um sistema de engate rápido.

        Antes de acelerar o jet de entrada da linha GTI da Sea-Doo, testamos esse engate, que tem dois pontos de fixação integrados, e aprovamos. Esse recurso é muito prático, tanto para fixar como para tirar os acessórios — basta acionar ou soltar uma trava, e pronto.

        Da popa para a proa, outro detalhe que chama atenção é o compartimento frontal, que agora tem capacidade de 152 litros (44 litros a mais que o da versão anterior), espaço suficiente para armazenar muitos equipamentos. Gostamos também do novo porta-luvas (com espaço indicado para guardar carteiras, óculos, protetor solar, etc.) e, especialmente, do porta-trecos, que, revestido de espuma, se transforma em um berço impermeável (quer dizer, à prova d’água) e resistente a impactos, indicado para proteger o celular durante os passeios. E ainda há uma porta usb integrado ao porta-luvas.

        Hora de acelerar a máquina. Ao embarcar no GTI 130, dá para sentir a aplicação dos princípios ergonômicos. O assento de três lugares com lugar para encaixar as pernas do piloto permite uma condução mais prazerosa. Isto é, a gente se encaixa bem nesse jet. Mérito do sistema ErgoLock, exclusivo da Sea-Doo, que equipa todos os jets da linha GTI. De alguma forma, você veste o jet, ou vice-versa: o jet veste você.

        Agora, sim, vamos prender o corta-circuito no colete e sentir como o GTI 130 se comporta na navegação. O teste foi feito nas águas lisas e tranquilas da represa de Bragança Paulista, com ventos na casa dos 15 nós. Por conta do centro de gravidade mais baixo, a expectativa é de que o jet esteja mais fácil e divertido de pilotar. Dada a partida, vem a confirmação.

        O GTI 130 é um jet ágil, bem agradável de pilotar. O motor, de 130 hp, não faz feio. Pelo contrário. A velocidade máxima foi de 48,3 mph (42 nós) — quase 80 km/h na água. Os pontos fortes: a estabilidade do casco (apesar de esse jet não oferecer recurso de regulagem do trim), o baixo nível de ruído e o consumo (navegamos por mais de duas horas e não consumimos nem metade do tanque), em virtude do bom conjunto casco e motor.

        Os comandos, no guidão, são bem simples. Com ambas as mãos no guidão, o piloto pode engatar à frente, neutro e reverso para fazer as manobras. O GTI 130 tem um sistema de freio muito prático, chamado iBR, que permite reduzir rapidamente a velocidade da moto aquática. Acionada a tecla freio, com a mão esquerda, um comando eletrônico imediatamente corta o acelerador e liga um motorzinho elétrico na popa, que, por sua vez, aciona uma grande tampa de reverso na saída da bomba d’água, freando o jet rapidamente. A reação é instantânea: o jet freia forte, porém sem perder o rumo e dando uma gostosa sensação de segurança. E ele só retoma a marcha quando o acelerador é novamente pressionado.

        Tudo isso faz uma grande diferença na pilotagem de um jet que custa 20% menos que o Sea-Doo Wake 170 e que também pode ser usado para puxar esqui. Em resumo, o jet de entrada da linha GTI da Sea-Doo chegou bonito e com muitos pontos altos, a começar pela estabilidade do casco.

        Características técnicas

        Velocidade máxima: 48,3 mph (42 nós)
        Capacidade: três pessoas (272 kg)
        Comprimento: 336,6 cm
        Boca: 125 cm
        Peso: 335 kg
        Combustível: 60 litros
        Compartimento frontal: 152 litros
        Motor: Rotax 1630 ACE
        Potência:
        130 hp (hidrojato)
        Cilindrada: 1630 cc
        Funções do painel: Velocímetro, RPM, Relógio, Horímetro, Modo Sport, Modo ECO.
        Recursos: assento bi-partido (2 peças), alça de assento, gancho para reboque, compartimento estanque para celular, sistema de engate LinQ, sistema de áudio Bluetooth (opcional), espelhos grande-angulares, guidão com descanso para as mãos, ampla plataforma de mergulho e casco Polytec GEN 2. Mais informações, clique aqui.
        Preço: a partir de R$ 61,9 mil

        Mais detalhes do Sea-Doo GTI 130 2020

         

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          Por uma Cidade Navegável mostrou que os barcos podem ser viáveis até na maior metrópole do país

          Por: Otto Aquino -

          Assim como o Rio de Janeiro tem a Baía de Guanabara, São Paulo tem um esgoto a céu aberto: o Rio Pinheiros, o segundo mais poluído do país, depois do Rio Tietê, que é quase uma continuação dele. Mas, será que é possível navegar nas águas transbordantes de lixo e esgoto deste rio paulistano? É claro que sim. No mês de setembro, em uma iniciativa do São Paulo Boat Show, dois grupos de 20 pessoas (jornalistas e fotógrafos de emissoras de tv, rádios, jornais e sites de notícias, além de convidados selecionados pelas redes sociais) embarcaram em um bote inflável para percorrer um trecho de seis quilômetros do Rio Pinheiros, entre a Ponte João Dias e a usina de Traição, perto da Ponte Engenheiro Ary Torres, na Vila Olímpia, passando sob a Ponte Estaiada, um dos símbolos modernos da cidade de São Paulo.

          A ação fez parte da quarta edição do projeto “Por uma Cidade Navegável”, criado pelo Grupo Náutica. Nas primeiras duas edições, em 2011 e 2012, o projeto foi realizado com a proposta de uma disputa entre uma lancha que navegou pelo Rio Tietê e um carro pela Marginal em horário de pico de trânsito na cidade. Como era esperado, a lancha não completou o percurso devido à quantidade de lixo que travou os motores nos primeiros minutos. Na terceira edição, realizada em 2014, a campanha de NÁUTICA levou ao Rio Tietê um ônibus anfíbio com diversos ex-atletas que haviam participado de competições de remo e natação que ocorriam na década de 40 no Rio Tietê, quando a população podia desfrutar do mesmo com práticas desportivas.

          Neste ano, em sua quarta edição, as pistas da Marginal Pinheiros, por onde andam os carros, estavam congestionadas na zona sul de São Paulo, enquanto o bote inflável, com motor de popa, deslizava tranquilo pelo leito do rio. Assim, quem estava navegando (com o barco acima dos 30 nós) levou apenas 15 minutos para percorrer esse trecho do rio, metade do tempo estimado para os carros vencerem o mesmo trajeto da Marginal. No percurso do rio, poluído até a última gota, além de sentir a cidade sob uma perspectiva diferente (e um tanto quanto impactante), os passageiros a bordo foram apresentados às capivaras, que tomavam banho de sol às margens do rio, e às garças brancas, que se alimentam dos pequenos peixes que chegam carregados por outros rios que desembocam no Pinheiros.

          A ação Por Uma Cidade Navegável nasceu para chamar a atenção para a possibilidade de a maior metrópole do país usar seus rios como opção de transporte e os benefícios de sua recuperação. “O transporte fluvial seria uma ótima solução para desafogar as avenidas Marginais de São Paulo e melhorar o trânsito. Mas o primeiro passo é conscientizar para não sujá-lo mais”, defende Ernani Paciornik, do Grupo Náutica. Felizmente, o governo do estado de São Paulo já comprou essa ideia. Com o investimento de ao menos R$ 1,5 bilhão, o governador João Doria promete despoluir o Rio Pinheiros até 2022 para ser explorado turisticamente ou como meio de transporte público, com a instalação de estações de embarque e desembarque flutuantes ao longo das margens do rio. Além disso, o governador pretende construir um ponto turístico na Usina de Traição, com restaurantes e bares, a exemplo do que ocorre em Porto Madero, na Argentina.

          A recuperação do rio, e de suas margens, está a cargo da Sabesp, do Daee, da Cetesb e da própria Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), além dos órgãos competentes através da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente. De acordo com Marcos Penido, Secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, as empresas responsáveis pelo início de mais uma etapa do projeto Novo Rio Pinheiros já foram selecionadas para o desassoreamento e desaterro de 1,2 milhão de metros cúbicos de detritos, no período de um ano, com investimentos que somam quase R$ 70 milhões. “Este é mais um passo para a melhoria do rio. O desassoreamento ajuda no aumento da oxigenação e na dissolução de poluentes”, explica Penido.

          Por sua vez, Ronaldo Camargo, presidente da Emae, garante que todos os meses estão sendo retirados 500 toneladas de lixo do Rio Pinheiros, volume suficiente para preencher seis piscinas olímpicas. “Trata-se do maior desassoreamento já realizado no Pinheiros”, afirma. Segundo Camargo, que participou do passeio de barco pelo rio, a Emae vem testando, sem custos para a companhia, novas tecnologias para a limpeza do Pinheiros. Por meio dos Ecoboats, por exemplo, a empresa recolhe dezenas de toneladas de lixo flutuante das águas todos os meses. As outras técnicas são a máquina sueca de retenção de resíduos e as ecobarreiras, que têm a função de reter o lixo e facilitar o recolhimento.

          O exemplo inglês

          Tempos atrás, quem caísse nas águas do Tâmisa morreria. Aconteceu com o príncipe Albert, que contraiu febre tifoide porque gostava de tomar banho no rio, e com cerca de 600 passageiros do navio a vapor Princess Alice, que ali afundou em 1878 — só que as vítimas não morreram afogadas, e sim intoxicadas pela contaminação com esgoto e toda sorte de resíduos, porque a Inglaterra vivia o auge da sua era industrial. Na época, o rio que corta Londres, tal qual o Pinheiros em São Paulo, ganhou até um melancólico apelido: Grande Fedor, porque as sessões do Parlamento tinham que ser suspensas por causa do mau cheiro que emanava de suas águas podres.

          Foi quando o governo resolveu agir — 120 anos atrás, quando nem a palavra “poluição” era conhecida. Hoje, pode-se até pescar nas águas limpas do Tâmisa. Mas não foi tão fácil assim. Nos anos 1950, o Tâmisa chegou a ser declarado biologicamente morto, porque a questão do esgoto ainda não havia sido resolvida, o que só aconteceria em seguida. Mas bastaram 20 anos para o rio começar a dar sinais de recuperação e os peixes introduzidos pararem de morrer. Ainda assim, até hoje, estações vigiam a quantidade de oxigênio na água. Quando o nível cai, eles injetam mais. Com isso, a resposta da natureza tem sido mais intensa. Os barcos voltaram e o velho rio já respira como antigamente. É um ótimo exemplo para o pobre Pinheiros.

          A Emae promove também o plantio de 30 mil mudas nativas da Mata Atlântica Paulista nas margens do rio, o que só está sendo possível graças à recuperação do viveiro do Pomar Urbano, projeto de recuperação ambiental e paisagística do Rio Pinheiros. Paralelamente, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) fica responsável por todas as obras de ampliação e adequação do sistema de esgotamento sanitário. O projeto pretende realizar intervenções em áreas dos grandes afluentes do Pinheiros, onde atualmente moram cerca de 3,3 milhões de pessoas. Serão 500 mil casas que precisam ter seu esgoto encaminhado às estações de tratamento e mais 73 mil imóveis que precisam ser ligados às redes de coleta. Também estão previstas ações socioambientais, engajando a população a preservar as mudanças e a colaborar com a limpeza.

          Apesar de hoje estar sujo e malcheiroso, o Rio Pinheiros desempenhou um papel estratégico no deslocamento das primeiras populações do planalto paulista. Vindos do litoral por um caminho alternativo para chegar à vila de São Paulo de Piratininga, os jesuítas entravam pela atual região sul da cidade pelo Rio Grande, que desaguava no Guarapiranga para formar o Rio Pinheiros. Dali, onde se encontrava o aldeamento de Santo Amaro, fundado em 1560 por Anchieta, era possível na época das chuvas alcançar de barco o Rio Tietê, entrar no Tamanduateí, para aportar na aldeia de São Paulo. O rio, que era bastante sinuoso, começou a ser retificado a partir de 1928 — processo que só foi terminado no início da década de 1950. E até a década de 1970 era possível pescar no Rio Pinheiros. Tudo mudou. A campanha Por Uma Cidade Navegável oferece justamente uma volta aos velhos e bons tempos, promovendo uma nova relação dos paulistanos com o seu famoso rio. Assim como algumas capitais da Europa (como Londres, Paris e Amsterdã, que despoluíram seus rios), São Paulo pode ser uma cidade navegável, mesmo não estando à beira-mar. E, quem sabe, até resgatar o emblemático Farol do Jaguaré, também conhecido como “Mirante do Jaguaré”, engolido pelas casas e favelas que revestiram completamente o morro onde ele fica, bem diante da confluência dos dois principais rios que cortam a capital paulista, o Pinheiros e o Tietê.

          Não parece, mas já está mudando

          A poluição do Rio Pinheiros ainda é absurda. Mas isso não quer dizer que nada venha sendo feito para combater o problema. Ao contrário, várias ações já estão em prática para tentar reverter — ou, pelo menos, diminuir, a médio prazo — aquela imunda paisagem. Há sérias tentativas em curso para trazê-lo de volta à vida. E isso é perfeitamente possível, desde que, primeiro, estanque-se o foco do problema. Ou seja, que se pare de sujar o rio.
          Embora ainda não seja visível na água preta e pastosa do Pinheiros, o governo de São Paulo tem colocado em prática o maior programa de saneamento ambiental do país. O objetivo inicial é diminuir drasticamente a quantidade de esgoto que vai parar no rio — quase sempre através de ligações clandestinas nos córregos que nele deságuam —, para, controlado isso, começar o processo de recuperação de fato. Apesar de embrionárias, as ações já estão trazendo alguma esperança. Um dos exemplos é a própria ação promovida pelo Grupo Náutica, mostrando um rio menos “sólido” na quantidade de detritos na água — que, no entanto, continua pavorosamente imunda. Mas não se limpa um rio da noite para o dia.

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            Azimut-Benetti é eleito líder mundial em fabricação de iates por publicação internacional pelo 20º ano consecutivo

            Por: Redação -

            O Global Order Book 2020, ranking internacional dos maiores fabricantes do mundo, publicado pela revista Boat International, apontou pelo 20º ano consecutivo o Grupo Azimut-Benetti em primeiro lugar na construção de iates acima de 24 metros. Com 101 projetos em andamento e mais de 3,5 quilômetros de embarcações em construção e encomendadas, o grupo confirma mais uma vez a sua força e solidez na náutica mundial no ano que marca o 50º aniversário de sua fundação.

            Com seis fábricas, cinco na Itália e uma no Brasil, somando uma área produtiva de cerca de 500 mil m², a empresa segue em desenvolvimento ano a ano. No período de setembro de 2018 a setembro de 2019, registrou um valor de produção de mais de € 900 milhões (Euros), um aumento de 10% em relação à temporada anterior.

            A fábrica brasileira da Azimut Yachts, filial do grupo, também segue em ritmo acelerado. Instalada no país em 2010, desde então, o valor de vendas de embarcações da marca nesta unidade já ultrapassou a casa dos R$ 1,05 bilhão e quase 250 iates foram produzidos e entregues para o Brasil e outros países, especialmente às Américas.  No último ano náutico, de setembro de 2018 a setembro de 2019, a unidade Brasil do Grupo Azimut-Benetti registrou um salto de 20% em valor de produção em relação à temporada anterior.

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              Escuna de 36 metros naufragada em 1885 pode ser vista no Canadá

              Por: Redação -

              O Sweepstakes naufragou em 1885, em águas rasas, depois de colidir com um rochedo perto de Cove Island, no Canadá. A escuna tem 36 metros de comprimento e pode ser vista de cima em um passeio de barco com casco transparente.

              O barco do século XIX está a poucos metros da superfície do porto Big Tub e é uma atração popular do Parque Nacional Marítimo Fathom Five. Para quem não quer ver apenas de cima, dá para mergulhar com cilindro ou snorkel e conhecer melhor os destroços do navio. Flowerpot Island fica a 6,5 km do litoral de Tobermory e só é possível chegar lá de barco.

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                Foi dada a largada para o Campeonato Sul-Brasileiro de Optimist 

                Por: Redação -

                O segundo dia de Campeonato Sul-Brasileiro de Optimist foi de agenda cheia. Logo pela manhã os atletas se reuniram no salão principal do Clube Veleiros do Sul para ouvir as instruções de funcionamento da competição explicadas pelo gerente esportivo Odécio Adam. Assuntos como percurso, largadas, apresentação da comissão e dos juízes e o andamento durante os dias foram discutidos.

                Em seguida, foi o momento da Cerimônia de Abertura. Com a palavra, o Vice-Comodoro de Patrimônio Luís Antônio Schneider iniciou o evento saudando os presentes e chamando os atletas que fizeram um desfile representando seus estados. Ao som do hino brasileiro, as bandeiras foram hasteadas pelos velejadores de cada região e pelas autoridades presentes. O Presidente da Associação Brasileira da Classe Optimist (ACBO), Fábio Vessel, e o vice-comodoro, declararam aberto o Campeonato.

                Pela tarde, foram iniciadas as regatas. Os ventos fortes chegaram a marcar rajadas de até 22 nós direção leste, proporcionando três disputas na categorias Veteranos. Os atletas foram divididos em duas equipes, fita amarela e fita azul. Na classificação geral, Alex Kuhl da EVI, está na primeira colocação. Gustavo Glimm do VDS ficou em terceiro lugar e Maria Eduarda Claudino ficou com a 5ª colocação no geral e 1ª no feminino.

                Devidas às condições de tempo, os atletas da categoria Estreantes tiveram suas regatas canceladas. A programação é que eles entrem na água nesta quinta-feira (19), às 11h, com previsão de 3 regatas para o dia. Os Veteranos entram às 14h, com 2 regatas programadas.

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                  Confraternização reuniu 230 motos aquáticas no litoral catarinense

                  Por: Redação -

                  A cidade de Tijucas, no litoral catarinense, sediou o 5º Encontro Amigos do Jet Bola de Fogo. Com a presença de 230 motos aquáticas e público de 550 pessoas de todas as idades, o encontro teve programação agitada no dia 7 de dezembro, na sede do jet clube, localizado às margens do Rio Tijucas. O evento contou com o patrocínio da BRP e da concessionária do grupo canadense Mega Jet, presente em São José e em Tubarão, Santa Catarina.

                  “O encontro começou pequeno, há cinco anos, mas há muitas motos aquáticas nessa região e foi ganhando força. O número de embarcações, bem como de público, quase dobrou com relação a 2018 e superou as nossas expectativas. O dia estava ensolarado, com condições perfeitas na água. O evento foi um verdadeiro sucesso”, resume Juliano Miliorini, presidente do clube Amigos do Jet Bola de Fogo.

                  “Tijucas é um local estratégico, já que a cidade fica entre 1h e 2h de navegação de Balneário Camboriú e entre 1h30 e 2h30 de Florianópolis. Por isso, a diversão já começa na ida ao encontro, pelo mar e pelo Rio Tijucas. Na sede do clube, os participantes tiveram toda a estrutura necessária para passar o dia em família, com shows musicais, espaço kids e alimentação e bebidas inclusas.”

                  O espaço contou com estande exclusivo da Mega Jet para exposição e venda dos produtos BRP. O publico conferiu de perto as novidades das motos aquáticas da Sea-Doo, bem como os UTVs e quadriciclos da Can-Am. “Santa Catarina é um grande mercado das motos aquáticas. Entre as 230 embarcações participantes, apenas três não eram da Sea-Doo, o que mostra o grande reconhecimento da marca na região”, continua.

                  Miliorini afirma que a sexta edição do encontro já está agendada. “Será no início de 2020. Temos muita satisfação em organizar o evento, que sempre é um grande desafio, ainda mais porque o número de participantes aumenta a cada ano. O nosso objetivo não é o lucro, e sim fazer uma grande confraternização, portanto sem os patrocinadores nada disso seria possível”, conclui.

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                    Regatas realizadas no último fim de semana encerraram calendário de Vela Oceânica no país

                    Por: Redação -
                    18/12/2019

                    Foram definidos, no fim de semana, os vencedores da 24ª Preben Schmidt e 25ª Neptunus, no estado do Rio de Janeiro, além da regata do 85º Aniversário do Veleiros do Sul, em Porto Alegre (RS), que encerraram o calendário do ano da Vela Oceânica no Brasil.

                    Campeões Olímpicos estiveram entre os destaques no Rio de Janeiro. Em Niterói (RJ), no Rio Yacht Club – Sailing, a Preben Schmidt teve a disputa da família Grael na classe Clássicos. Lars Grael, com duas medalhas de Bronze em Olimpíadas, venceu com o barco Marga, que data de 1933, construído na Finlândia. Ele deixou o irmão Torben Grael, dono de duas medalhas de Ouro em Olimpíadas, em segundo lugar com o barco Lady Lou comandado por Andrea Grael. Em terceiro fechando o pódio ficou o Aileen, comandado por Martine Grael, campeã Olímpica na Rio-2016.

                    A Regata Preben Schmidt homenageia o avô de Torben e Lars de mesmo nome. Ele navegou com o Aileen conquistando medalha de Prata nos Jogos Olímpicos de 1912 em Estocolmo, na Suécia. A 24ª edição contou com mais de 80 barcos e presença de tripulação da Espanha e homenagem a Fernão de Magalhães que completou 500 anos de sua passagem pelo Rio de Janeiro na circonavegação realizada em 13 de dezembro de 1519 dando a volta ao mundo e provando que a Terra era redonda.

                    “Foi mais um grande edição da Preben, mais de 80 barcos na raia, uma grande confraternização da vela do Rio de Janeiro, talvez a maior do Brasil com presença de medalhistas Olímpicos, campeões mundiais como a Martine Grael, até mesmo o troféu do Mundial de Snipe apareceu no balcão do bar do Rio Yacht Club troféu já conquistado por vários nomes como o Erik Schmidt, o Torben Grael, Maurício Santa Cruz, Luis Marcelo Maia, e eu mesmo”, disse Lars. “Tivemos ventos fracos sobretudo fora da Baía de Guanabara, desafio para muitos. Vencemos nos Clássicos, foi bem legal, recebemos troféu da Marinha da Espanha em homenagem ao Fernão de Magalhães que no dia 13 de dezembro, 500 anos atrás, passou pelo Rio de Janeiro fazendo a circonavegação. Estava lá o comandante do navio veleiro da Espanha, Juan Sebastian Elcano, entregando o mesmo troféu e essa tripulação espanhola participou com o veleiro Dourado. Tivemos patrocínio da Mapfre Seguros e do Instituto de Resseguros do Brasil, o IRB. Que venha 2020”, destacou Lars, ex-Comodoro da ABVO e Conselheiro Técnico da entidade.

                    O barco Sorsa comandado por Celso Quintella foi o grande destaque do final de semana vencendo na classe ORC na Preben Schmidt e na 25ª edição da Regata Neptunus. O barco teve a presença de Eduardo Penido, campeão Olímpico em Moscou em 1980.

                    “Regata no domingo foi um dia lindo, sol, normalmente como é no Rio, foi ótimo pra gente, fita azul e ganhamos no tempo corrigido, um dia perfeito. Temos um dos maiores barcos, mais rápidos. Tivemos um final de semana ótimo vencendo a Preben também, foi muito bom”, disse Jonny King, do Sorsa.

                    A Regata Neptunus, com pontos no ranking da Copa Brasil da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO, realizada no Iate Clube do Rio de Janeiro, homenageia Sergio Mirskyi, um dos precursores da vela de oceano no Brasil e com maior número de fitas azuis do país. Seu filho e um dos organizadores, André Mirsky comemorou a realização do evento.

                    “Todo ano ficamos felizes pela regata, homenagem ao meu pai, um velejador icônico e muita gente faz questão de participar, tivemos gente de Ilhabela, barco Atrevida, é uma honra representá-lo. Fechamos o ranking da ABVO e FEVERJ e tem a importância não só pela fecha, mas também na parte técnica com contra-vento bom, vento de popa bom, que foi o que teve hoje. Tivemos misto de nostalgia, festa com parte técnica.  Regata começou com vento leste de 12, 13 nós, foi caindo e fazendo com que a regata ficasse bem difícil,  mas na bóia de Copacabana o vento acabou e os barcos se juntaram de novo e começou uma regata nova até a escola Naval. A Regata premiou quem velejou legal”, disse André que no currículo tem a participação no barco Brasil I na Volvo Ocean Race em 2005, títulos do campeonato italiano e Mar Egeu.

                    Na classe IRC os campeões foram o Danadão na Preben Schmidt e o Carro Chefe na Neptunus. O Danadão comandado por Guilherme Raffare e com Maurício Santa Cruz, o Santinha, pentacampeão mundial, e o Carro Chefe comandado por João Souza. Em segundo lugar na Neptunus ficou o Esculacho e em terceiro o Tangará II comandado por Lars Grael. Na Preben Schmidt o Manga Wiki ficou em segundo e o Mirnna completou o pódio.

                    Na classe RGS na Neptunus destaque para o barco DORF de Robert Schnardorf conquistando o título deixando o Leila W e o Kameha Meha em terceiro. “Foi uma regata difícil, largamos bem ficamos na frente de vários barcos da ORC e IRC, optamos por um caminho diferente dos outros, perto do litoral, teve uma hora que pegamos um buraco de vento, mas depois o vento voltou, tivemos um contra-tempo de um navio mercante que nos atrapalhou, mas passamos bem por isso”, disse Schnardorf, que veleja há cinco décadas e foi campeão estadual ano passado. Ele destacou a importância dos barcos RGS na vela de oceano do Brasil. “Falta um pouco de incentivo para a RGS que é uma categoria de barco de oceano para meia idade, os barcos mais modernos e sofisticados ficam na ORC e IRC e na RGS temos muitos barcos parados que não participam porque os comandantes e tripulantes não queiram correr. Se a ABVO puder colaborar para incentivar mais barcos para participarem das regatas será muito bom”.

                    A Regata Preben Schmidt contou com uma animada feijoada e muita cerveja e a Neptunus com um coquetel no salão Nobre do ICRJ com muita cerveja Heineken.

                    Em Porto Alegre com vento atípico norte de até 15 nós foi realizada a Regata de 85 anos de Aniversário da Veleiros do Sul, também com pontos para o ranking da Copa Brasil ABVO, com percurso que passou pela estação Catamarã, Museu do Iberê Camargo e Canal do Cristal até a Usina do Gasômetro.

                    Na classe IRC a Regata teve a premiação Amazônia Azul feita pela Marinha e o vencedor foi o Kamizake, da VDS, comandado por Augusto Moreira, deixando o Delirium e o Spin no segundo e terceiro lugares respectivamente.

                    Depois da regata foram realizadas as premiações com formatura da Escola de Vela Minuano e diplomação de sócios veteranos.

                    “Foi belo dia para velejar, o vento norte que não é  normal ajudou a deixar a regata  bem disputada, pois a bóia próxima ao Gasômetro, centro de Porto Alegre,  ficou bem de contra vento. Assim a disputa ficou bem acirrada com várias alternâncias de posições”, disse Kadu Bergenthal, vice-comodoro da VDS.

                    “Como esperado tivemos um grande final de semana de encerramento da Vela de Oceano no Brasil no Rio e no Rio Grande do Sul, dois dos nossos grandes polos, com medalhistas olímpicos e campeões mundiais prestigiando. Daremos ênfase para a inserção de cada vez mais barcos para 2020 nas raias e isso passa por um maior incentivo na classe RGS que já começamos a trabalhar não só no Sul-Sudeste, mas também Nordeste do país”, disse Mário Martinez, Comodoro da ABVO.

                    Resultados Preben Schmidt:

                    ORC

                    1 – SORSA III – 03:18:28

                    2 – MAXIMUS – 03:21:22

                    3 – VESPER IV – 03:22:42

                    4 – DUMA – 03:30:41

                    5 – DOURADO – 03:31:01

                    6 – ROCKET POWER – 03:33:35

                    IRC

                    1 – DANADAO – 03:22:03

                    2 – MANGA WIKI – 03:30:38

                    3 – MIRNNA – 03:36:44

                    4 – KLIMAX – 03:40:59

                    5 – FREGATE – 03:42:36

                    6 – AVANTI – 03:44:10

                    7 – FARANDOLA II – 03:47:28

                    8 – TANGARA II -Não Completou

                    RGS

                    1 – EURUS – 03:27:03

                    2 – BORIMBORA – 03:29:21

                    3 – MANO S CHOPP – 03:36:10

                    4 – MAHALO – 03:37:55

                    5 – UAY – 03:41:47

                    6 – XEKMAT – 03:48:23

                    7 – MOYA – 04:25:39

                    8 – C&L DURF MG – Não Completou

                    9 – BICHONA – Não completou

                    10 – DORF – Não Completou

                    Clássicos

                    1 – MARGA – 03:11:56

                    2 – LADY LOU – 03:30:16

                    3 – AILEEN – 03:32:39

                    4 – BARBRA – 03:37:43

                    5 – KAMEHA MEHA – 03:47:38

                    6 – LINIE – 04:00:20

                    7 – CANGREJO – 04:04:24

                    8 – CAIRU III – 04:12:22

                    9 – CORSAIR – 04:27:50

                    STAR – 00:00:00

                    EXCALIBUR – Não completou

                    PUFT – Não completou

                    Resultados Neptunus:

                    ORC

                    1 – SORSA – 2:19:33

                    2 – DUMA – 2:24:59

                    3 – ROCK POWER – 2:28:43

                    4 – MAESTRALE – 2:29:16

                    5 – MIRAGEM – 2:44:09

                    6 – MAXIMUS – 2:48:23

                    7 – VESPER IV – 3:07:23

                    IRC

                    1 – CARRO CHEFE – 3:06:54

                    2 – ESCULACHO – 3:08:28

                    3 – TANGARÁ II  – 3:09:31

                    4 – DANADÃO – 3:17:34

                    5 – DACHA 06 – 3:26:50

                    6 – LADY MILLA – 3:28:56

                    7 – MANGA WIKI – Não completou

                    RGS

                    1 – DORF – 3:39:01

                    2 – LEILA W – 3:39:53

                    3 – KAMEHA MEHA – 3:47:22

                    4 – LOREN C – 3:47:36

                    5 – XEKMAT – 3:49:04

                    6 – SAL DA TERRA – 3:55:07

                    7 – NO BRAINER – 4:16:10

                    Resultados 85 anos Veleiros do Sul:

                    IRC

                    1 – Kamikaze XI

                    2 – Delirium

                    3 – Spin

                    4 – Loyalt 06

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                      Por: Redação -

                      A The Ocean Race confirmou que fará uma parada na Ásia, mais precisamente na chinesa Shenzhen, na edição 2021-22. Será a quinta vez na história que o maior país do mundo participa da competição de vela oceânica recebendo os veleiros.

                      Localizada ao norte de Hong Kong, em uma área conhecida como Great Bay, Shenzhen está entre as cidades mais prósperas e de crescimento mais rápido da China nos últimos 30 anos. Como sede de muitas das principais empresas e fabricantes multinacionais, é um centro importante para muitas partes interessadas na regata.

                      “Nos últimos anos, a China reconheceu o tremendo potencial da área de Great Bay, priorizando seu desenvolvimento, centrado em Shenzhen, nas novas políticas e usando sua geografia oceânica para obter o máximo proveito”, enfatizou Li Xi, secretário do Comitê Provincial de Guangdong.

                      A Ocean Race está visitando a China desde a edição de 2008-09. Agora, a regata vai parar em Shenzhen, também conhecida como o Vale do Silício da China, e lar de uma população que se aproxima de 20 milhões.

                      “Esta é a quinta edição consecutiva da regata com escala na China”, disse Johan Salén, diretor administrativo da The Ocean Race.

                      E por falar em China, o país é o atual campeão da Ocean Race. Em 2017-2018, o Dongfeng Race Team superou os adversários na última etapa e se sagrou vencedor.

                      A edição de 2021-22 da The Ocean Race contará com duas classes de barcos – a inovadora IMOCA 60, juntamente com os barcos VO65 de design único da vez passada.

                      “Abrir a regata para a flotilha IMOCA 60 e para o VO65 significa que podemos ter o melhor dos dois mundos”, explicou Salén. “Na última edição, os VO65s provaram ser rápidos e confiáveis ​​e promoveram provas icônicas”.

                      A navegação offshore não é novidade para as pessoas da Great Bay e do sudeste da China, que se orgulham de sua rica herança marítima. Atualmente, um ambiente favorável e novas tecnologias oferecem grandes oportunidades para os entusiastas do esporte e jovens organizarem atividades e formarem equipes para participar de regatas futuras, revivendo a tradição regional da vela.

                      As últimas quatro edições da volta ao mundo apresentaram times com bandeiras chinesas, culminando com a vitória do Dongfeng Race Team em 2017-18. Pelo menos uma entrada chinesa é esperada para a edição de 2021-22 da The Ocean Race.

                      A Ocean Race está programada para começar no porto de origem em Alicante, Espanha, no quarto trimestre de 2021, e terminar em Gênova, na Itália, em junho de 2022. Shenzhen, China, ingressa na lista ao lado da Cidade do Cabo, na África do Sul; Auckland, Nova Zelândia; Itajaí, Brasil; Aarhus, Dinamarca e Haia, na Holanda, são cidades-sede confirmadas, juntamente com Cabo Verde, que será a primeira parada da África Ocidental na história da competição oceânica.

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                        Navio-tanque da Segunda Guerra é atração no Havaí

                        Por: Redação -

                        A menor ilha habitada do Havaí é muito recomendada por viajantes por suas praias, tranquilidade e para relaxar. Lanai é um dos destinos para quem procura um lugar mais afastado.

                        A praia de Kaiolohia (Shipwreck) Beach conta com vários naufrágios em seus 9,5 km de extensão e fica a cerca de 45 minutos de carro de Lanai City. A praia não é muito boa para nadar, pois a correnteza é forte e o fundo do mar é rochoso demais.

                        No entanto, os turistas viajam para lá para ver um dos naufrágios mais famosos da ilha: o YOGN-42, um navio-tanque da Segunda Guerra Mundial que repousa a 200 metros do litoral norte da ilha. Para chegar em Shipwreck Beach, é preciso pegar uma estrada de terra e caminhar a pé por um longo trajeto.

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                          Campeonato Sul-brasileiro de Optimist terá início nesta quarta-feira

                          Por: Redação -
                          17/12/2019

                          O Campeonato Sul-Brasileiro de Optimist terá início nesta quarta-feira (18). A competição será realizada no clube Veleiros do Sul, em Porto Alegre, e o Cabanga Iate Clube será representado pelos atletas Milena Araújo, Valentina Guimarães, Antônio da Fonte, Lucas Sant’anna, Miguel Andrade, Guilherme Araújo e Júlio César Avellar. Pernambuco ainda conta também com João Pedro Cardoso, do Iate Clube de Itamaracá.

                          Os atletas embarcaram para o Rio Grande do Sul já nesta segunda-feira e disputarão a competição na categoria veterano. Estão programadas até 10 regatas, sendo no máximo quatro por dia. Ao final, serão premiados os primeiros colocados geral, mirim masculino, mirim feminino, infantil masculino e feminino, e juvenil masculino e feminino.

                          O Cabanga tem um histórico positivo na competição. Em 2017, Marina da Fonte foi campeã no feminino e vice geral. Além disso, Júlia Ollivier foi 3º lugar no feminino. Enquanto na última edição, Antônio da Fonte foi o nosso representante terminando entre os 20 primeiros colocados na categoria juvenil.

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                            #Minha Schaefer: o carioca Ruppert Hahnstadt encontrou na sua 500 HT a lancha perfeita para curtir o sol de Angra

                            Pense em uma pessoa que adora comandar um barco. Esse é o carioca Ruppert Hahnstadt, capitão amador de 64 anos, que navega desde os 14 anos de idade. Sim, são 50 anos em contato com o mundo náutico. Sua atual lancha é uma Phantom 500 HT, com a qual costuma passar no mar entre seis e oito dias por mês, em média, ao lado da família (a mulher, Mara, também adora navegar) e de amigos.

                            “Pelo menos uma vez por mês, e sempre que viajamos, costumamos pernoitar a bordo. É uma das vantagens de se ter uma lancha com uma boa cabine e três confortáveis suítes”, conta Ruppert, que com frequência pode ser visto a bordo de sua Mara Star 4 navegando na Baía de Ilha Grande e na face oceânica da Ilha Grande, embora também costume cruzeirar por lugares como Rio, Ilhabela, Santos, Paranaguá, Florianópolis e a costa norte catarinense.

                            O que ele mais gosta em sua lancha? “Para começar, eu destaco a qualidade do acabamento, a ótima navegação, o baixo consumo e a facilidade para fazer manobras. E o que dizer da cabine e do salão fechado, com ar-condicionado? Um baita privilégio nos dias de calor”, analisa.

                            Repleta de boas soluções, a Schaefer 500 HT é uma lancha de teto rígido (daí o HT, de hard-top, no nome) e teto solar, artifício que ajuda na convivência a bordo e permite iluminar barbaramente quase todo o interior do barco. Basta apertar um botão e o sol invade o salão, que tem uma cozinha integrada, a boreste.

                            “Os dois motores Volvo com sistema de propulsão IPS 600 formam um ótimo conjunto com o casco navegador. Esses motores têm bastante torque, consomem 30% menos que o tradicional pé-de-galinha e oferecem uma velocidade cruzeiro compatível com navegação oceânica”, destaca o capitão.

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                              Por: Redação -

                              A fabricante de motores Volvo Penta das Américas anunciou nesta semana compromissos executivos com o objetivo de fortalecer a presença da empresa nos setores marítimo e industrial em todo o Canadá, EUA, América Central e América do Sul.

                              Yichen Gu assume novas responsabilidades como vice-presidente de peças e acessórios a partir de 1º de março de 2020, sucedendo a David Kennedy, que anunciou sua aposentadoria após 25 anos na empresa. Em sua nova função, Gu supervisionará a estratégia geral de negócios de revendedores para a região, incluindo vendas de peças, serviços e vendas de motores. Veterano da Volvo Penta há 18 anos, Gu atualmente atua como chefe da gestão de negócios de revendedores da empresa na Europa.

                              Também assume nova responsabilidade Marcelo Puscar, que foi nomeado vice-presidente de marketing após cinco anos como diretor de marketing da região. Puscar continuará liderando o marketing, aceitando responsabilidades adicionais, incluindo a criação e disseminação de conteúdo digital para a marca Volvo Penta em todo o mundo.

                              “A adição de Yichen Gu e a promoção de Marcelo Puscar fortalecerão ainda mais a talentosa e diversificada equipe de liderança que temos aqui na Volvo Penta”, disse o presidente e CEO da Volvo Penta das Américas, Ron Huibers. “Cada um deles traz perspectivas globais únicas que abrangem décadas de rica experiência em todo o ecossistema Volvo Penta, desde parceiros até usuários finais.”

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                                Skypper brasileiro do Team Mussulo 40 se prepara para a Cape2Rio 2020

                                Por: Redação -

                                Com 35 anos de idade, o baiano Leonardo Chicourel se prepara para participar novamente da maior regata oceânica do atlântico sul, a Cape2Rio 2020. Com largada no dia 11 de janeiro, a regata irá percorrer 3 500 milhas em mar aberto, partindo de Cape Town (Cidade do Cabo) na África do Sul, e percorrendo o Atlântico em um período entre 18 e 20 dias até o Rio de Janeiro.

                                “A Cape2Rio é especial para mim, porque une dois continentes e duas das cidades mais bonitas e alegres do mundo: Cape Town e Rio de Janeiro”, reflete Leonardo Chicourel.

                                O baiano é skypper do comandante angolano radicado no Brasil José Guilherme, no barco Mussulo 40, que conta com patrocínio da empresa de telecom Angola Cables. A embarcação representará as duas nações irmãs: Angola e Brasil.

                                O profissional da vela já está a caminho de Capetown para a última etapa de treinamentos.  Ele destaca que o ponto de atenção da dupla, neste momento, é o preparo psicológico. “Condicionamento físico é importante, mas o grande desafio é a busca do equilíbrio psicológico. Estar preparado para enfrentar o ambiente hostil do oceano, com calor, frio, chuvas, além do cansaço, é o nosso principal foco”, explica.

                                A expectativa para esta prova é a quebra do recorde anterior. A dupla busca completar o trajeto em até 15 dias.  “Vamos levar mais experiência para a regata. Assim, se o tempo em alto mar ajudar, esperamos bater o recorde mas, acima de tudo, velejar melhor”, pondera.

                                Velejar em um barco doublehand tem um lado bom e ruim, segundo o profissional. O lado bom é que a navegação em dupla proporciona um melhor gerenciamento das tarefas quando comparado a outras modalidades náuticas, em barcos maiores e com mais tripulantes. O lado ruim é o revezamento constante das funções: enquanto um descansa, o outro assume o leme. Porém, quando surge uma manobra difícil, os dois precisam estar a postos. “Velejar em dupla é um desafio interessante porque temos que superar nossos próprios limites. Passamos muito tempo sozinhos no cockpit, trabalhando e velejando”, Explica.

                                É a terceira Cape2Rio que ele participa em dupla com José Guilherme. A primeira competição aconteceu na edição de 2014. Na segunda, durante a Cape2Rio 2017, o Mussulo 40 atravessou a linha de chegada do Iate Esporte Clube do Rio de Janeiro com tempo final de 16 dias, 14 horas 22 minutos e 12 segundos, estabelecendo recorde e recebendo o prêmio de primeira colocação na classe Doublehand, além do quarto lugar na colocação geral.

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                                  Câmara Ítalo-Brasileira realiza coquetel beneficente em São Paulo com apoio da Azimut Yachts

                                  Por: Redação -

                                  A Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura – ITALCAM (instituição reconhecida pelos governos italiano e brasileiro e que atua em São Paulo desde 1902) realizará um “Coquetel Beneficente de Natal” nesta terça-feira, 17. O evento ocorre a partir das 18h30 no palacete sede do Iate Clube de Santos, localizado no bairro Higienópolis, na capital paulista.

                                  Será o ponto de encontro de sócios, diretores, empresários e líderes de entidades ítalo-brasileiras. Além de uma confraternização de final de ano, o evento possui também foco beneficente e visa garantir recursos para o Instituto Missão Belém que, em 15 anos, já atendeu mais de 60 mil moradores de rua. Assim, parte do valor arrecadado na entrada será revertido aos projetos da organização.

                                  É a primeira vez que o evento será realizado pela ITALCAM. A italiana Azimut Yachts – com fábrica no país desde 2010 – será patrocinadora da ação no Brasil.

                                  “Aproveitamos o espírito de Natal para apoiar uma instituição que traz benefícios concretos para milhares de pessoas no Brasil. Ações como essas também fazem parte da nossa essência italiana. Aproveitamos para convidar nossos clientes, amigos e pessoas do mundo náutico para participar desse coquetel, aproveitar para confraternizar e, o mais importante, apoiar a uma causa relevante para a nossa sociedade”, reforça o CEO da Azimut Yachts Davide Breviglieri.

                                  SERVIÇO:
                                  O quê: “Coquetel Beneficente de Natal”
                                  Onde: Iate Clube de Santos – Av. Higienópolis, 18 – Higienópolis, São Paulo
                                  Quando: terça-feira, 17 de dezembro das 18h30 às 21h30
                                  Quanto: R$ 120 por pessoa (pago no local)
                                  www.azimutyachts.com.br

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                                    Por: Redação -

                                    O estaleiro norueguês GS Marine Production AS está construindo três balsas híbridas com motorização Volvo Penta. A empresa está entregando soluções híbridas para operadores como Strandfaraskip Landsins e Norled AS, com a ajuda da Volvo Penta e da Brunvoll, um provedor de sistemas de propulsão, posicionamento e manobra. No total, estas embarcações emitem 80% menos NOx do que as anteriores que cobriam a mesma rota.

                                    A GS Marine está atualmente construindo uma nova balsa para o operador das Ilhas Faroe, a Standfaraskip Landsins. O barco contará com a motorização composta por dois Volvo Penta D13-700 IMO III, com potência de 515kW a 2.250 rpm. Eles estarão acoplados a um sistema de controle híbrido Brunvoll, permitindo que a embarcação opere somente nos motores ou com eletricidade, ou até mesmo com ambos juntos.

                                    Ainda em fase de fabricação, esta balsa não terá conjuntos geradores diesel, uma vez que os motores conectados às caixas de marchas agirão como geradores. Isto significa que os motores Volvo Penta fornecerão toda a energia consumida a bordo, além da facilidade “plug-in” quando o barco estiver no porto. Por proporcionar um nível de emissões próximo ao zero, além de alcançar altas velocidades em mar aberto, esta balsa será um acréscimo à crescente frota de embarcações hibridas da Strandfaraskip.

                                    Esta não é a primeira vez que a GS Marine constrói uma embarcação híbrida. Em abril de 2019, a empresa entregou a primeira de duas balsas híbridas para o operador norueguês Norled AS. Tendo recentemente assinado um contrato de dez anos para operar a rota Haugesund-Røvær-Feøy, a Norled investiu nesta nova tecnologia. A balsa de Fjordled é a primeira embarcação híbrida a operar na Noruega, e sua balsa irmã, Fjordöy, está agendada para se juntar a ela no final deste ano.

                                    A motorização é feita por dois Volvo Penta D13 MH, cada um gerando 441 kW a 1900 rpm. A balsa Fjordled usa motores Volvo Penta IMO em conformidade com as normas de emissões Tier III. O motor Volvo Penta IMO III e o conceito de pós-tratamento são uma solução global para operadores marinhos comerciais. O sistema Selective Catalytic Reduction (SCR) está baseado tanto na experiência da própria Volvo Penta na motorização de aplicações industriais “off-road” como na ampla experiência do Grupo Volvo.

                                    Além dos motores a combustão, a embarcação dispõe de dois motores elétricos com potências de 85 kW a 2.100 rpm montados diretamente sobre as redutoras. O conjunto de baterias tem com uma capacidade total de 140 kWh. Devido à grande capacidade das baterias, não há necessidade de usar geradores convencionais para geração de energia elétrica, permitindo o abastecimento ininterrupto para os sistemas elétricos e eletrônicos embarcados.

                                    “Em modo bateria, o Fjordled alcança até 11 nós, porém somente 6 a 7 nós são suficientes para navegação portuária,” explica Ingebjørn Aasheim, arquiteto naval da GS Marine. “Em modo bateria, a balsa é quase silenciosa, o que é muito apreciado pelos moradores ou ao passar por marinas. A navegação portuária compõe cerca de 30% da operação. Usar propulsão elétrica gera um melhor perfil de carga dos motores que, com o tempo, resulta em menos necessidade de manutenção”, diz o arquiteto.

                                    “Os motores Volvo Penta também operam em combustível HVO além de diesel,” explica Richard Johansson, gerente de vendas na Volvo Penta. “Ao combinar a tecnologia SCR com combustível HVO, não só o NOx é reduzido como também há uma redução significativa de emissões de CO2”, observa.

                                    Esta movimentação em direção à eletromobilidade é vital para a Noruega alcançar sua meta de longo prazo de ser uma sociedade de baixo carbono até 2050, com uma redução de 80% a 95% de seus níveis de carbono. Os híbridos paralelos são boas iniciativas nessa direção. A Volvo Penta é um ator ativo no desenvolvimento da eletromobilidade marinha.

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                                      Por: Redação -
                                      16/12/2019

                                      O estaleiro carioca Lanchas Coral, que completará 30 anos de mercado em 2020, está lançando sua linha de barcos Day cruiser (de 27 a 36 pés) com motor de popa. Neste fim de semana, a Coral 36 HT com motor de popa foi para a água para os primeiros testes de máquina e desempenho. A lancha está equipada com 2 motores 225 hp com comando eletrônico.

                                      “A lancha chegou a 40 nós de velocidade e a uma média de consumo de 50 litros por hora, a parelha. Temos alguns ajustes a fazer, e sabemos que esse desempenho será ainda melhor”, afirma Leonardo Chiavazzoli, proprietário do estaleiro, confiante do sucesso do produto.

                                      Fotos: Divulgação

                                      Outra novidade deste modelo é que ele vem de fábrica com a instalação de placas solares sobre o hardtop, para alimentação das baterias. A lancha conta com todo os equipamentos comuns num barco deste porte, com dois camarotes, geladeira, microondas, boiler para água quente, banheiro elétrico, guincho elétrico, HT com abertura elétrica, etc.

                                      Com a finalização dos testes, a modalidade de barco com motor de popa será estendida para toda a linha de produtos de 27 a 36 aberta ou cabinada.

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                                        Por: Redação -

                                        No fundo do mar, o Rio de Janeiro guarda valiosos tesouros. Um deles fica a mais de 15 metros de profundidade, na área das ilhas Rasa e Redonda: é uma “esponja-carioca” de cinco centímetros de diâmetro, chamada Latrunculia janeirensis, vista apenas por mergulhadores experientes e muito atentos. Endêmica do Rio de Janeiro, só foi descoberta há seis anos, e tem uma aparência bem curiosa: é uma bolotinha na cor verde-musgo. Uma joia que não podia ficar de fora do primeiro guia de mergulho do Rio de Janeiro.

                                        Em fase de edição pelo Museu Nacional, ele é uma criação do Projeto Ilhas do Rio e tem por trás um time de 19 pesquisadores do Rio e de São Paulo. Com lançamento previsto para este mês, o “Guia de Biodiversidade Marinha e Mergulho nas Ilhas do Rio” destaca dez pontos da nossa costa (incluindo dois naufrágios do século XIX), com informações sobre 300 espécies da fauna e flora marinhas.

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                                          2ª Real Party Trip reuniu mais de 30 embarcações em Angra

                                          O estaleiro carioca Real Powerboats promoveu a 2ª edição da Real Party Trip neste sábado, dia 14 de dezembro. A marca reuniu seus clientes com muita festa e animação no mar. O encontro aconteceu no Saco do Céu, em Angra dos Reis (RJ), local escolhido pelos clientes da marca, e contou com DJ, saxofonista, violinista, sorteios, brindes e até fogos!

                                          A 1ª edição do evento aconteceu em junho, com muita diversão, tendo o Saco do Mamanguá como destino, e a marca repetiu o sucesso, agora, seis meses depois, com a presença de 31 embarcações.

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                                            Por: Redação -

                                            A Feadship lançou um novo megaiate a motor, de 75 metros, em seu estaleiro em Aalsmeer. O casco número 703, agora denominado Arrow, apresenta linhas externas projetadas pela H2 Yacht Design, que também criou o interior do modelo.

                                            A equipe da De Voogt Naval Architects foi responsável pela arquitetura naval, casco de aço e viga de 12,9 metros. Arrow será entregue ao proprietário em 2020.

                                            No próximo ano, a Feadship deverá entregar cinco embarcações, incluindo o projeto 703 lançado hoje, o projeto de 99,75 metros 1008, o projeto de 94 metros 817, o projeto de 94 metros 817, o projeto de 72,85 metros 705 e o projeto de 49,45 metros 706.

                                            Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!

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                                              Por: Redação -

                                              O Grupo Sailing, representante da Lagoon no Brasil, confirmou participação no Rio Boat Show 2020. Na última edição do salão náutico carioca, a empresa apresentou o catamarã francês Lagoon 620, que chama atenção por seus espaços – são 250 m² de área útil. Segundo maior modelo da marca e maior embarcação da Lagoon no Brasil, o veleiro de 62 pés conta com uma popa ampla, com solários, sofá para cerca de 10 pessoas acompanhado de mesa para refeições espaço gourmet e plataforma hidráulica.

                                              O amplo salão possui área de estar a bombordo e jantar a boreste, com mesas dobráveis, bastante espaço de circulação, janelas que favorecem a entrada de luz natural, muitos armários e paióis para armazenamento em todo o barco.

                                              O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.

                                              Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.

                                              Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.

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                                                13/12/2019

                                                O governo do estado de São Paulo deu importante passo para consolidar a tecnologia de energia solar, contratando a implantação da primeira fase do projeto de geração fotovoltaica flutuante, através da Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (Emae).

                                                O projeto deve ocupar uma área de mil metros quadrados no reservatório, e a previsão é que sua montagem em instalação já se inicie em janeiro. A estimativa é que no prazo de 90 dias se inicie a fase de testes dos equipamentos.

                                                A Emae realizou um concurso público, e o consórcio vencedor para a primeira etapa do projeto de geração solar flutuante é composto pelas empresas brasileiras Sunlution e KWP Energia.

                                                Todo o sistema de geração solar flutuante será 100% produzido pela Sunlution em São Paulo, inclusive painéis solares que serão produzidos pela BYD, em sua fábrica de Campinas.

                                                Nesta primeira etapa, o consórcio vencedor vai instalar para testes uma usina solar flutuante de 100 KWp (sigla de “quilo-watt pico”) na represa Billings, já em janeiro de 2020. O potencial da represa para geração solar flutuante pode ultrapassar 100 MWp.

                                                O potencial da represa Guarapiranga para geração solar flutuante é ainda maior: pode ultrapassar 500 MWp!

                                                Essa energia limpa, renovável e barata poderá ser usada também para limpar e oxigenar a água destas duas represas que abastecem a região metropolitana de São Paulo, liberando mais água para geração de energia na Hidrelétrica de Henry Border.

                                                Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!

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                                                  Por: Redação -

                                                  O Conselho de Negócios Sustentáveis ​​de Wisconsin (WSBC) reconheceu os processos de uso de alumínio da Mercury Marine com um Prêmio de Processo Sustentável. A empresa, que funde seu próprio alumínio na sede em Fond du Lac, Wisconsin, recebeu o prêmio pelo uso exclusivo de alumínio reciclado na fundição de seus blocos de motores, evitando o impacto ambiental adverso da mineração de bauxita para o alumínio. Rodas, fiação e sucata de veículos descartados das operações do Brunswick Boat Group, entre outras fontes, são derretidos e purificados para uso nas peças fundidas da Mercury.

                                                  A sustentabilidade vai além da reutilização do metal. A energia necessária para derreter a sucata de alumínio é aproximadamente apenas cinco por cento da necessária para criar alumínio primário a partir de minério de bauxita e emite apenas 5% dos gases de efeito estufa emitidos na produção de alumínio.

                                                  “Certamente não somos o único fabricante a usar alumínio em blocos de motores, mas, como atesta esse prêmio, a Mercury se destaca por nos esforçarmos para ser ambientalmente responsáveis ​​e obter o máximo benefício sustentável do uso desse material”, afirmou Scott Louks, gerente de sustentabilidade da Mercury.

                                                  Além disso, a empresa usa menos energia na fusão de alumínio reciclando o calor gerado pelos fornos de fusão para pré-aquecer o metal a ser derretido, resultando em uma economia de 20% no gás natural usado, economizando cerca de nove bilhões de BTUs de energia a cada ano, o que equivale a quase 73 000 galões de gasolina, de acordo com um comunicado de imprensa da empresa.

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                                                    O estaleiro francês Jeanneau irá participar, por mais um ano, do Rio Boat Show, por meio de seu representante brasileiro Green Yachts. Na última edição do salão náutico carioca, a marca apresentou o veleiro Jeanneau Yacht 64, nascido da parceria entre o arquiteto naval Philippe Briand e o designer de interiores Andrew Winch.

                                                    O modelo apresenta linhas elegantes com proporções clássicas e estilo contemporâneo, trazendo o conceito de superiate, oferecendo itens comuns a esta categoria, em uma embarcação de 64 pés, que pode ser, por exemplo, levada por um casal, sem necessidade de tripulação. Modelo da linha de topo da marca francesa, não abre mão de conforto, é automatizado e seguro para navegar em todo o mundo. Tem classificação A B C D E pela CEE.

                                                    O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.

                                                    Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.

                                                    Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.

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                                                      O estaleiro carioca Real Powerboats irá promover a 2ª edição da Real Party Trip neste sábado, dia 14 de dezembro. A marca reunirá seus clientes com muita festa e animação no mar. O encontro será no Saco do Céu, em Angra dos Reis (RJ), local escolhido pelos clientes da marca.

                                                      A 1ª edição do evento aconteceu em junho, com muita diversão, tendo o Saco do Mamanguá como destino, e a marca pretende repetir o sucesso, agora, seis meses depois.

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                                                        Por: Redação -

                                                        Roatán fica na segunda maior barreira de corais do mundo e é bastante recomendada para mergulho com cilindro e com snorkel. Lá também é o “lar” do Odyssey, um dos maiores naufrágios submersos do Caribe.

                                                        Assim como vários outros naufrágios em Roatán, essa embarcação foi afundada de propósito em 2002 para os mergulhadores poderem explorar e tirar fotos. Para explorar o Odyssey, é preciso ser experiente em mergulho com cilindro e ter um certificado antes de se aventurar.

                                                        Outro bom naufrágio em Roatán para praticantes de mergulho é o El Aguila. O navio de 75 metros de comprimento naufragou perto de Utila, enquanto transportava uma imensa carga de concreto. O navio foi dividido em três partes e levado a Roatán pelo Anthony”s Key Resort em 1997, depois naufragado novamente a 30 metros de profundidade para divertir os mergulhadores.

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                                                          Teste jet Sea-Doo 170 Wake 2020: maior, mais potente e cheio de novos recursos

                                                          12/12/2019

                                                          Feito para quem gosta de esportes náuticos de reboque, o Wake 170 oferece os recursos necessários para a prática de wakesurf, esqui e wakeboard, pelo preço bem mais acessível do que uma lancha própria para a atividade. Bem, mas isso já era possível com a versão anterior, a Wake 155, que trazia torre retrátil para esqui (pode ser embutida quando não estiver em uso), suporte removível para pranchas, alça no assento, manoplas de apoio e descanso para os pés do garupa. O Wake 170 dá um bom salto à frente.

                                                          Redesenhada e com cores novas (azul e amarelo), a versão 2020 da linha Wake — assim como os modelos GTI — ganhou recursos como uma plataforma de popa maior, mais plana, estável e confortável (ideal para embarque, descanso e preparação para a prática de esportes), assento de três lugares mais confortável (e com formato que permite ao observador acompanhar o esportista em suas manobras), novo painel, compartimento estanque para telefone celular, porta usb, compartimento frontal ampliado (agora com capacidade de 161 litros), espelhos grande angular, suporte para a prancha, gancho de reboque e escada de embarque dobrável.

                                                          O casco também é de Polytech GEN2, leve e resistente, embora — no caso do Wake 170 — o peso tenha aumentado de 335 quilos para 339 quilos, por conta dos acessórios. Além disso, este jet pode ser equipado com sistema de áudio Bluetooth de 100 watts à prova d’água, engate rápido LinQ, torre de esqui e suporte removível para wakeboard com ponto alto de reboque, que mantém o cabo fora da água. Sem contar o controle de trim variável (que permite abaixar ou elevar a proa, de acordo com a superfície do mar) e o sistema de aceleração progressiva.

                                                          O tanque de combustível tem 60 litros, ao contrário do irmão maior deste jet, o Wake Pro 230, que ganhou o tão desejado tanque de 70 litros. Já o pacote de som está disponível para as duas máquinas. Vale a pena solicitá-lo como item de fábrica, pois custará menos do que instalá-lo depois. O coração desta máquina é um motor Rotax 1630 ACE tricilíndrico com 170 hp, que garante 20% a mais de aceleração, comparado ao motor anterior de 155 hp. Daí o nome Sea-Doo Wake 170.

                                                          O novo motor de 170 hp garante cerca de 20% a mais de aceleração, comparado ao motor anterior de 155 hp

                                                          De acordo com o fabricante, o modo de pilotagem ski permite selecionar perfis de aceleração e velocidade pré-programados. São cinco perfis para a prática de esqui e wakeboard, além do benefício de outros dois modos de pilotagem (esportivo e econômico).
                                                          Para avaliar este e os demais recursos dessa moto aquática, aceleramos a Sea-Doo Wake 170 nas águas calmas da Represa de Bragança, em um dia de vento de 15 nós.

                                                          De cara, chama atenção o já conhecido sistema de freio iBR, fácil, simples e muito intuitivo de ser acionado. Não é novidade, mas chega aperfeiçoado na linha 2020. Assim que o motor é ligado, automaticamente o jet fica na posição “neutro”, equivalente ao ponto morto. Para avançar, basta dar um toque no acelerador, com a mão direita. Para voltar ao neutro ou passar à ré, é só acionar a alavanca de freio, com a mão esquerda. Esse sistema torna a atracação mais rápida, tranquila e segura.

                                                          No nosso teste, a velocidade máxima foi de 53,4 mph (46,4 nós), ou 86 km/h. Porém, como o objetivo desse jet é rebocar wake ou de esqui (slalon), a velocidade final fica em segundo plano. O mais importante é o torque, ou seja, a força do motor para tirar o atleta da água e manter uma velocidade adequada para a prática do esporte. E isso esse Wake 170 tem de sobra.

                                                          O novo motor do Wake 170 tem torque de sobra para tirar o esquiador da água e manter a velocidade adequada

                                                          É claro que a motorização não é tão poderosa quanto a de uma lancha projetada para esportes de prancha. Não espere também encontrar todos os recursos de um barco próprio para wake. Afinal, trata-se de um jet. Mas, não tem como negar, é uma moto aquática bastante diferenciada para praticar wake ou esqui — e que pode ser guardada tanto na marina quanto em casa. Além disso, tem muita potência, boa capacidade de manobra, casco muito estável (por conta do centro de gravidade mais baixo) e um sistema de ré e de freio elétricos que permite parar antes, comparado com jets de sistema mecânico. Para quem gosta de brincar na água, o Wake 170 é fácil e divertido de pilotar.

                                                          Características técnicas

                                                          Velocidade máxima: 53,4 mph (46,4 nós)
                                                          Capacidade: três pessoas (272 kg)
                                                          Comprimento: 331,8 cm
                                                          Boca: 125 cm
                                                          Peso: 339 kg
                                                          Combustível: 60 litros
                                                          Compartimento frontal: 161 litros
                                                          Motor: Rotax 1630 ACE
                                                          Potência:
                                                          170 hp (hidrojato)
                                                          Cilindrada: 1630 cc
                                                          Funções do painel: Velocímetro, RPM, Relógio, Display do VTS™, Horímetro, Modo Sport, Modo ECO, Modo Slow, Limitador de Velocidade, Modo Esqui.
                                                          Recursos: sistema de Engate Rápido LinQ e Torre de Esqui, Sistema de Áudio Bluetooth (opcional) e compartimento estanque para telefone celular, assento Ergolock, sistema Inteligente de Freio e Reverso (iBR), casco Polytec GEN 2 e suporte removível para prancha de wakeboard. Mais informações, clique aqui.
                                                          Preço: a partir de R$ 74,5 mil

                                                          Mais detalhes do Sea-Doo Wake 170 2020

                                                           

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                                                            Por: Redação -

                                                            A catarinense Armatti Yachts confirmou participação no Rio Boat Show 2020 e deverá apresentar sua coleção 2020, que agora conta com uma novidade: a Armatti 370 Coupé. A lancha incorpora a tendência mundial de design náutico com ampla janela panorâmica no pavimento inferior ao cockpit, sem divisões, proporcionando mais luminosidade e belas vistas ao exterior. A nova embarcação também conta com tecnologias adicionais, como a opção da plataforma submergível. No visual, o modelo de 37 pés é uma embarcação com design mais esportivo e hartop que permite ao proprietário navegar com ele fechado ou aberto, garantindo maior contato com o exterior e conforto térmico.

                                                            Com 11,28 metros de comprimento, pode receber até 12 convidados. No cockpit, o posto de comando é integrado à área de relaxamento e convivência. O pé-direito é mais uma característica que dá sensação de amplitude em áreas como: cozinha, locais para refeições, banheiro e os camarotes localizados em seu interior. No pavimento inferior, a cama principal é posicionada à meia-nau, que possui dois metros de largura, e o banheiro possui box fechado, mais diferenciais para o modelo. Na lista de equipamentos, há diversos itens opcionais como o joystick. A motorização fica por conta de dois propulsores de 250 hp.

                                                            O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.

                                                            Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.

                                                            Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.

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