A CRN, uma das marcas do Grupo Ferretti, está com seu mais novo modelo em construção. O CRN 62 M / Y 138 é fruto de uma parceria com o estúdio de design holandês Omega Architects, que está moldando seu perfil externo, e os designers e arquitetos italianos Pulina Exclusive Interiors, que estão criando os espaços internos.
O novo CRN conta com linhas fluidas e esportivas desenvolvidas por Frank Laupman e sua equipe Omega. O iate é uma combinação de dimensões imponentes incorporadas em um perfil elegante com uma série de detalhes requintados e funcionais, segundo a empresa.
O casco de metal e a superestrutura estão completos, e o modelo foi movido para outro local para o arranjo interior, começando com os vários sistemas e equipamentos (tubos, cabos e isolamento), antes da instalação dos móveis e decoração começar.
Com quatro pavimentos e convés inferior, o layout contará com uma suíte para o proprietário, além de um camarote VIP e outros seis camarotes no convés inferior, para acomodar até 16 pessoas a bordo. As amplas áreas para refeições e os lounges cobertos e ao ar livre são lugares ideais para desfrutar momentos relaxantes, enquanto as janelas generosas promovem mais iluminação natural e interação entre o interior e exterior.
Além do CRN M / Y 138, de 62 metros, o estaleiro constrói ainda outros três iates totalmente personalizados: CRN M / Y 137 (62 m), CRN M / A 139 (70 m) e CRN M / Y 141 (60 m ) em conjunto com uma unidade Riva de 50 metros, além dos modelos Pershing 140 e 18, e Custom Line de 30 a 42 metros de comprimento.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O cientista aposentado Robin Lovelock está fazendo uma nova tentativa em uma década de ver seu barco modelo se tornar a primeira embarcação não tripulada a atravessar o Atlântico. O modelo de 4 pés (1.2m), Snoopy Sloop, foi lançado de Boscombe, em Dorset, anteriormente. Dentro de algumas horas, o dispositivo de rastreamento GPS do barco mostrou que estava indo para o nordeste de volta para a costa. Esforços anteriores também fracassaram.
O projeto faz parte do Microtransat Challenge para se tornar a primeira embarcação não tripulada a atravessar o Atlântico de um ponto ao sul da República da Irlanda. Um computador com Sistema de Posicionamento Global (GPS) foi projetado para pilotar o barco de 14,6 kg para a jornada de 5 000 milhas (8 000 km). O objetivo é pegar uma rota através do arquipélago português dos Açores, para finalmente chegar a terra em Plymouth, Massachusetts, EUA. A viagem pode levar até oito meses.
Lovelock aproveitou uma “janela climática” para lançar o barco do Boscombe. Ele disse que tinha “tanta chance quanto qualquer um” de conseguir levar o barco para os EUA. “Estou confiante sobre o software e programação”, acrescentou.
Depois de vários anos de prototipagem e planejamento, sua primeira tentativa, com um modelo do personagem cômico de Charles M. Schulz na proa, foi em 2012. Outros lançamentos também terminaram em fracasso, incluindo 2015, quando o barco foi encontrado à deriva. O último lançamento em 2018 foi cancelado devido a uma falha técnica.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O azul do mar de Ilhabela fica salpicado de branco em julho. Essa é a cor da maioria dos 300 barcos e suas velas durante a 46ª Semana de Monotipos, que começou neste sábado (6) e prossegue até terça-feira (9), na cidade do litoral norte paulista, considerada a capital nacional da modalidade náutica. A competição antecede a tradicional Semana Internacional de Vela de Ilhabela, a partir do próximo dia 13.
A 46ª Semana de Vela de Monotipos é uma oportunidade para um verdadeiro encontro de gerações da modalidade no Brasil. Nas seis raias montadas no canal de São Sebastião, velejadores a partir de 8 anos, da classe Optimist têm a oportunidade de ver de perto nomes consagrados como o medalhista olímpico Bruno Prada, que acabou de conquistar o pentacampeonato mundial de Star. Ele vai disputar o Brasileiro do 7º Distrito da classe Star, que traz os principais nomes da categoria como Henry Boening, Arthur Lopes e Marcelo Bellotti.
A base da 46ª Semana de Vela de Monotipos é a Escola de Vela Lars Grael, no bairro Saco da Capela. Serão 11 classes em disputa e cerca de 400 velejadores: Optimist, Laser (4.7, Radial e Standard), Snipe (Geral e Junior), Hobbie Cat 16, 420, Dingue (Geral e Estreante), Open Bic, 29er, Windsurf Slalom, Star e Kitsurf. Todas integram programas de regatas olímpicas ou pan-americanas, além da vela de base.
Assim como na tradicional competição de vela oceânica, a Semana de Monotipos também receberá atletas estrangeiros em 2019. Equipes de países como Cuba, Argentina, Uruguai e Chile estão confirmados para velejar na classe Snipe em Ilhabela. Além de lutar pelo título, aproveitarão para conhecer a raia e treinar para o Campeonato Mundial, programado para outubro.
A regata Vela do Amanhã é uma novidade para a temporada 2019. Será uma oportunidade dos velejadores que disputam a Semana de Monotipos participar da Semana Internacional de Vela de Ilhabela. A prova contará com 60 crianças e adolescentes que fazem parte dos projetos da cidade e será dia 15 de julho, um dia após a realização da tradicional Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil e as outras regatas de abertura do evento.
A data foi escolhida justamente por ser o dia de folga dos velejadores que enfrentarão os trajetos mais longos do calendário da competição. Todos os barcos inscritos na Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 podem participar da regata Vela do Amanhã.
“A Semana de Vela de Monotipos oferece oportunidade para jovens velejadores ganhar experiência, sentir o clima de competição e conviver com grandes nomes da modalidade”, explica Cuca Sodré, coordenador técnico da Semana de Monotipos. A sede e secretaria do evento serão na Escola Municipal de Vela Lars Grael (avenida Santos Dumont, s/nº , no Saco da Capela). As Áreas de Regatas serão no Canal de São Sebastião.
Em paralelo às competições ao longo do mês de julho, que culmina na tradicional Semana de Vela de Ilhabela – entre 13 a 20 – a Secretaria de Desenvolvimento e do Turismo promoverá a Race Village. A ação será no Centro Histórico da cidade, e vai receber vasta programação musical e cultural e promete reunir milhares de pessoas entre locais, turistas, atletas e seus amigos e familiares.
Neste sábado (6), a abertura do Race Village aconteceu às 19h. Logo depois, às 20h, houve o show de Simoninha & Jazz Big Band. No domingo, a programação começou às 16h com o DJ Guilla. A final da Copa América, entre Brasil x Peru, foi atração do Race Village a partir das 17h. O comandante do veleiro polar Fernande, Charlie Flesch, abriu o ciclo de palestras a partir das 18h, e o show da Banda Evams encerrou a programação do fim de semana.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Um grande incêndio atingiu, na manhã deste sábado (6), a Marina do Forte, no bairro Vicente de Carvalho, em Bertioga, litoral de São Paulo. Os bombeiros de Bertioga e até de cidades vizinhas, como Guarujá, foram acionados para controlar as chamas. A fumaça preta do incêndio foi vista por moradores de outros bairros. Segundo relatos, o fogo teria começado por volta das 9h.
O fogo se alastrou rapidamente e, para evitar um estrago maior, outras embarcações precisaram ser retiradas às pressas por funcionários da marina.
Ainda não há informações oficiais sobre as causas do acidente ou se há feridos. Mas as primeiras informações são de que o fogo começou durante o abastecimento de uma das embarcações.
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A New Sessa C44, fabricada pela Intech Boating – fabricante dos barcos Sessa Marine no Brasil – está na fase final de testes na piscina. A primeira unidade produzida no Brasil será apresentada pela primeira vez durante o São Paulo Boat Show 2019. O modelo traz ainda mais forte as características de elegância e esportividade que marcam as embarcações da marca italiana e foi completamente renovado com a colaboração da especializada equipe de designers do Centrostiledesign de Imola.
As novas dimensões das janelas laterais favorecem ainda mais a entrada de luminosidade natural no interior da embarcação. O hardtop, assim como na Sessa C40, agora é de vidro, dando uma sensação de amplitude e liberdade, sem perder a segurança e conforto que só o hardtop proporciona.
Outro diferencial da embarcação é que o proprietário pode decidir entre duas configurações de cockpit: a clássica, com amplo solário e garagem para bote, ou a versão com duplo cockpit, com duas mesas que podem acomodar até 12 pessoas para o almoço. As duas versões já vêm equipadas com plataforma hidráulica e móvel gourmet, oferecendo um agradável espaço de convivência e lazer.
O São Paulo Boat Show 2019 acontecerá de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, reunindo os mais recentes lançamentos e destaques do setor em um só lugar!
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O tenista espanhol Rafael Nadal colocou sua lancha de 76 pés, Beethoven, à venda por 2,3 milhões de libras. A embarcação, um MCY 76, foi construída pela italiana Monte Carlo Yachts e acomoda oito pessoas em seus quatro camarotes. Nadal, de 33 anos, comprou o iate por 2,6 milhões de libras, em 2016, e colocou à venda com a empresa Camper e Nicholsons.
O tenista espanhol costuma usar a lancha para relaxar e ter um pouco de privacidade. “Estar a bordo do Monte Carlo Yacht 76 me dá a chance de fugir quando eu quiser fugir”, afirmou Nadal a uma publicação italiana.
“Eu amo estar com as pessoas, mas, ao mesmo tempo, (o barco) me dá a chance de fugir e ficar comigo mesmo, ou apenas com as pessoas com as quais eu quero estar, toda vez que eu precisar”, completou.
“Isso é algo muito importante para meu estilo de vida hoje. Eu amo o mar e acho que poderia viver nele, então talvez no futuro eu passe muito tempo a bordo. É algo que eu gosto”, finalizou o tenista.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Para alguns, é difícil imaginar o futuro da Mercedes-Benz na forma de um iate, mas a empresa alemã confirmou o feito por meio de suas redes sociais esta manhã. Trata-se do Mercedes-Benz Future World Oasis Yacht, uma criação do diretor de design da marca, Gorden Wagener, que está constantemente buscando ideias para o futuro.
O modelo tem um conjunto de características especiais, segundo a marca, como “heliporto na proa com elevador e hangar interno, plataforma de clube de praia rebaixável com uma piscina de água do mar ou marina integrada com 300 metros”.
“Os designers há muito se aventuram para além do campo do design automotivo. Sob a marca Mercedes-Benz Style, Gorden Wagener e sua equipe criam produtos de estilo de vida para outras áreas da vida”, afirmou a empresa.
Ainda falta tempo para ver este iate em ação, já que, no momento, o design foi criado especialmente para o livro Sensual Purity – Gorden Wagener on Design.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Paraty e Ilha Grande, no litoral da Costa Verde, foram reconhecidas nesta sexta-feira (5), como Patrimônio Mundial. Essa é a primeira vez que o Brasil tem um sítio misto reconhecido por sua cultura e natureza. A decisão foi anunciada às 09h27, horário de Brasília, pelo Comitê do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), durante reunião em Baku, no Azerbaijão.
Foram avaliados 28 pedidos de sítios mundiais, sendo dois mistos, e os de Paraty e Ilha Grande foram dois dos reconhecidos. Atualmente, são 22 bens brasileiros na lista de sítios de excepcional valor universal. Com cerca de 85% da cobertura vegetal nativa bem conservada, a área do sítio misto forma o segundo maior remanescente florestal do bioma Mata Atlântica. Além da sua extensão, as diferentes fisionomias vegetais permitem a ocorrência de uma fauna e flora incomparáveis, com diversas espécies raras e endêmicas.
Com um importante acervo arquitetônico e ricas paisagens com belezas naturais, a cidade de Paraty concorre pela terceira vez. O centro histórico se cerca de quatro áreas de conservação ambiental, que abrangem o Parque Nacional da Serra da Bocaina, o Parque Estadual da Ilha Grande, a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul e a Área de Proteção Ambiental de Cairuçu, um território de quase 149 mil hectares.
Na Baía da Ilha Grande, em Angra dos Reis, são mais de 187 ilhas em um território preservado. A área abriga um sistema de comunidades tradicionais que misturam cultura e biodiversidade. Segundo a Unesco, os Sítios do Patrimônio Mundial Natural protegem áreas consideradas excepcionais do ponto de vista da diversidade biológica e da paisagem. A proteção ao ambiente, o respeito à diversidade cultural e às populações tradicionais são objeto de atenção especial. Os Sítios geram, além de benefícios à natureza, uma importante fonte de renda oriunda do desenvolvimento do ecoturismo.
Os investimentos que vem com o título são importantes para o crescimento da região. Em 2009, Paraty já tinha se candidatado. A cidade histórica chegou até a última etapa da avaliação, mas foi rejeitada. Na época, a orientação foi reunir mais elementos. Em maio deste ano, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, recebeu um parecer técnico favorável ao reconhecimento dos municípios como patrimônio.
A candidatura envolveu o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em conjunto com o Ministério da Cultura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural — Inepac, além das prefeituras de Angra dos Reis e de Paraty.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro catarinense Schaefer Yachts levou pela 8ª vez o prêmio Top Of Mind na categoria Indústria Náutica. Este é o reconhecimento das marcas mais lembradas pelos catarinenses em 2019, apontadas por pesquisa do Instituto Mapa, que realiza o evento em parceria com a NSC Comunicação. A cerimônia aconteceu na noite desta quinta-feira (4) na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis, e contou com Marcio Schaefer e Pedro Odílio recebendo a premiação.
Os representantes das 65 empresas premiadas, distribuídas entre 43 categorias, subiram ao palco e receberam aplausos de autoridades, empresários, executivos e formadores de opinião de diversas regiões do Estado. Além das empresas, foram reconhecidas as personalidades destaque em segmentos como indústria, comércio e serviços. Os troféus às personalidades mais lembradas foram entregues pelo presidente da NSC, Mário Neves.
“Neste ano, o prêmio que reconhece as marcas mais lembradas pelos catarinenses completa 25 anos. Vencer o Top Of Mind não é tarefa simples. Sabemos que, para se destacar, o esforço vai além de superar outras empresas do ramo ou adversidades do dia a dia. Hoje, para ser lembrado em meio aos incontáveis estímulos e informações que recebemos ao longo do dia, é preciso inovar e criar ainda mais valor para as pessoas”, disse o diretor-geral de Mercado da NSC, Adriano Araldi.
A pesquisa que serviu de base para a premiação ouviu a opinião de mil consumidores e 150 executivos dos 30 municípios mais populosos do Estado. Assim como nos anos anteriores, os vencedores foram divididos em duas categorias: Top População, a partir da pesquisa feita com a população em geral, e Top Executivos, com os escolhidos pela pesquisa com os executivos.
O estaleiro catarinense Schaefer Yachts foi criado em 1992 e é responsável pela produção de embarcações de 26 a 83 pés. Desde a fundação, a empresa já comercializou mais de 3 mil barcos.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Você já ouviu falar em time-sharing? Basicamente, trata-se de uma forma de compra em que um grupo de pessoas torna-se dona de um bem, dividindo sua posse e direito de uso. Em Brasília, onde moro, esse sistema de compra é muito comum. No Lagoa Paranoá, entre lanchas e jets, há pelo menos 20 embarcações com propriedade compartilhada.
A principal vantagem desse tipo de sociedade é a possibilidade de ser dono de um barco sem ter de pagar por ele sozinho. Muita gente vê esse sistema também como uma saída para evitar as taxas de juros dos financiamentos. Sem contar que é possível ser dono de uma lancha bem maior do que conseguiria sozinho, com muito esforço financeiro. Foi o que me levou a comprar, na companhia de sete pessoas, uma lancha de 27 pés, ano 2014.
Foram oito cotas iguais, em que cada sócio-proprietário, além do uso em apenas um número particular de horas durante a semana, assumia a responsabilidade pela manutenção do barco. No discurso, tudo parecia muito bonito. Eu pagaria R$ 20 mil por uma lancha de R$ 200 mil. Na prática, porém, a teoria foi outra.
As vantagens econômicas pareciam muito boas. Mas, na prática, a teoria foi bem outra
Como isso pode dar certo, se nenhum dos “sócios” ao menos se conhece? E como confiar que cada um irá tratar bem do barco, se não há encontros entre eles? Acabei aprendendo da pior forma possível — ou seja, sentindo na carne as consequências de uma má escolha. Se comprar uma lancha sozinho já é uma tarefa complexa, comprar uma só fatia é ainda mais complicado. É preciso estar atento, para não ficar com uma batata quente nas mãos.
Você ficaria aborrecido se sua fração de barco fosse arranhada? Você se chatearia se chegasse na marina para navegar e sua fração já estivesse na água navegando ou chegasse para navegar e sua fração estivesse no reparo porque seu sócio não foi cuidadoso? Você se incomodaria se tivesse direito a apenas um sábado ou domingo no mês para navegar?
Se respondeu “sim” para essas perguntas, você não tem perfil para compartilhar um barco. Porque esse tipo de coisa acontece com frequência. Certo dia, a rabeta aparece danificada e nenhum dos sócios se responsabiliza pelo incidente, já que nem tudo o que está escrito no contrato de propriedade compartilhada é cumprido à risca.
Compartilhar um barco pode dar certo, sim, desde que o administrador do barco esteja preparado para exercer essa tarefa. Ele tem de ter pulso firme para apontar a responsabilidade dos cotistas sempre que necessário. No nosso caso, porém, não funcionou. Pagávamos um valor relativamente alto (R$ 600 cada cotista) para manter uma pessoa que apenas administrava o tempo de uso do barco, e olhe lá. E aí, na hora de usar o barco, era aquela decepção.
Por conta disso, e das várias despesas que começaram a aparecer (quebra uma coisa, paga R$ 10 mil; quebra outra, R$ 15 mil), alguns cotistas começaram a abrir mão e abandonaram o barco. De repente, ficaram apenas quatro cotistas. Isso nos obrigou a entrar na justiça reivindicando o direito de o próprio grupo assumir a administração do uso do barco. Agora, cada um de nós cuida um pouco.
Eu recolho o dinheiro e pago a marina e o marinheiro, outro cuida da manutenção, o terceiro faz a agenda do uso da lancha, o quarto fica responsável pela documentação. Ou seja, não temos mais um administrador central. E aquele dinheiro gasto com o administrador se transformou em uma reserva de caixa, que usamos quando o barco sofre alguma avaria.
Então, fica o alerta. Quer comprar um barco com propriedade fracionada? Junte um grupo de amigos, que pode ser que dê certo, desde que o número de sócios não passe de quatro. Mais que isso, vira bagunça. O que é de todos, não é de ninguém.
*RICARDO AGUIAR MARTINS é empresário em Brasília e sua lancha de propriedade compartilhada tem como base a marina Villa Náutica.
ESTE ESPAÇO É SEU! Se você tem algo a dizer sobre a vida náutica, mande e-mail para [email protected] com o seu relato.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Lançado no recente Hutchwilco New Zealand Boat Show, o Textrax conta com sistema anfíbio elétrico, em oposição ao sistema hidráulico usado por outros fabricantes de sistemas anfíbios.
Uma inovação Kiwi, a Tectrax é produzida em Taupo, no centro da Ilha do Norte da Nova Zelândia, e é uma criação de Rob Gower junto com uma equipe de engenheiros eletrônicos. Teve início em 2003 e, depois de algumas modificações e refinamentos, Gower protegeu suas idéias, tirou patentes e, em 2015, montou uma equipe de especialistas, criando o sistema anfíbio elétrico.
Este sistema totalmente eletrônico promete ser confiável, silencioso e de baixa manutenção, sem necessidade de manutenção anual, enquanto é suportado por uma garantia líder do setor.
Existem quatro modelos dentro da gama que podem ser montados em barcos com menos de 2 500 kg e até 4 000 kg. A Tectrax usa um sistema modular de baterias de íons de lítio que fornece uma ampla gama de opções de configuração para atender às preferências de tempo de execução e o carregamento pode ser feito em uma tomada padrão. O tempo de carregamento de uma tomada doméstica é de duas horas para o T2500 e o T3000 e quatro horas para o T3500 e o T4000.
O sistema de bateria modular permite a colocação de componentes flexíveis para otimizar o desempenho da manutenção do mar, enquanto a eletrônica e a hidráulica são instaladas abaixo do convés para preservar o valioso espaço de convés.
O sistema Tectrax carrega uma classificação IP69 para entrada de água nos motores ou em equipamentos. Ele tem garantia de um ano para uso comercial, governamental e de recreio para motores, elétrica, eletrônica e hidráulica, além de garantia de dois anos nas baterias e nos equipamentos mecânicos.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A próxima geração da vela brasileira está na ilha caribenha de Antígua para a disputa do Campeonato Mundial de Optimist, em English Harbour. Cinco velejadores vão representar o país na competição, que terá cerimônia de abertura neste domingo, dia 7. A disputa de regatas começa na segunda-feira, dia 8, e Gustavo Glimm, Erick Carpes, Pedro Cardoso, Guilherme Menezes e Alex Kuhl estarão na água com o colete do Brasil. O projeto de Vela Jovem da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) tem patrocínio do Grupo Energisa. A CBVela conta com o patrocínio máster do Bradesco.
“Sabemos que o campeonato é difícil, longo e desgastante mas fizemos uma ótima preparação no Brasil e confiamos muito nesse time. É uma competição de alto nível da vela sub-15, e nosso primeiro objetivo será estar com o maior número possível de velejadores na flotilha ouro”, afirma o técnico Átila Pellin, que acompanha a delegação brasileira em Antígua.
Os atletas foram selecionados com base nos resultados na água na disputa do Campeonato Brasileiro e da Seletiva Nacional da Classe Optimist 2019. A equipe chegou a Antígua na última segunda-feira e passou a semana fazendo aclimatação na raia local.
Na vela, a classe Optimist é a porta de entrada, já que se trata de uma embarcação de pequeno porte, para crianças de até 60kg. O Campeonato Mundial terá disputa individual, prevista para os dias 8, 9, 10, 13, 14 e 15; e disputa por equipes, com regatas nos dias 11 e 12.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Visitar o Pantanal sul-mato-grossense é uma delícia. Passar alguns dias ali a bordo de um barco de pesca então, nem se fala. Mas, acredite, é possível tornar essa viagem dos sonhos ainda melhor, muito melhor… Para isso, basta se hospedar no barco-hotel Peralta, um iate de 36 metros de comprimento (118 pés) com estrutura digna de um pequeno navio de cruzeiro. A proposta é fazer o pescador se sentir em um hotel de luxo, mas cercado pela selva pantaneira e pelas águas do Rio Paraguai, quinto maior da América do Sul em extensão, o que, para quem gosta de pescar, torna a experiência ainda mais incrível.
Na chegada ao Porto Geral, em Corumbá, lá está ele à nossa espera, exuberante, destacando-se dos demais barcos destinados à pesca, por sua cor e seu design. Seu casco e sua superestrutura pretos chamam atenção por si só. E quando se olha as janelas panorâmicas, então, não há como não querer conhecer o barco por dentro. Ao entrar no Peralta — que opera no sistema all-inclusive, com todas as refeições e bebidas já incluídas nos pacotes oferecidos pela empresa — avista-se logo o restaurante, no convés principal, de cardápio sempre variado, seguido da cozinha e da área reservada à tripulação.
Subindo as escadas para o convés superior, encontram-se os camarotes dos passageiros. São dez ao todo, com 14 m² cada, podendo acomodar confortavelmente, ao todo, até 24 passageiros em pernoite. Todos servidos de frigobar, banheiro, janela panorâmica (um gigante vidro do teto ao chão) e armário com cofre — como um hotel mesmo. Uma academia — com esteira, bicicleta, anilhas e bola de pilates — é outra das comodidades da embarcação.
A bordo do Peralta, seletos passageiros podem viver experiências únicas e emocionantes, como ir a pontos de pescas e avistar animais selvagens em seu habitat natural. Ao todo, são dez suítes, com 14 m2 cada, e janelas panorâmicas que permitem ver tudo o que acontece do lado de fora
No convés superior, há um lounge climatizado, onde se encontram o bar e uma grande sala de estar, com muitos sofás. Já a área externa, com espreguiçadeiras e uma pequena piscina, conta com iluminação diferenciada para proporcionar momentos agradáveis durante a noite. Todos os ambientes internos têm janelas panorâmicas, que permitem aos passageiros contato direto com a natureza que os cerca, além de observar o céu repleto de estrelas e constelações ou assistir ao imperdível pôr do sol. É impossível não se desligar da correria do dia a dia e do estresse das grandes cidades. É um bom momento para se desconectar do mundo, e das tecnologias modernas, e parar um pouco para refletir.
O Peralta tem cinco barcos de apoio usados para pescarias, que acontecem, normalmente, duas vezes ao dia: logo ao amanhecer, em torno das 5h, com volta para o almoço ao meio-dia; e à tarde, depois da turma descansar, com retorno antes do anoitecer. Cada lanchinha leva quatro pessoas, além do “piloteiro” (como são chamados os indispensáveis guias de pesca no Mato Grosso do Sul), responsáveis pela “caça” aos peixes.
Durante os cinco dias e quatro noites (tempo que pode variar dependendo do que o grupo embarcado deseja), 14 tripulantes trabalham para que nada falte aos privilegiados hóspedes. Navegando pelas águas do Rio Paraguai, os passageiros podem viver experiências únicas e emocionantes, como avistar animais selvagens em seu habitat natural. Além dos grupos de pesca, a empresa atende a quem procura por ecoturismo e elabora roteiros customizados, com o objetivo de virar referência nacional no tema Pantanal brasileiro.
O iate Peralta é uma espécie de hotel de luxo flutuante que percorre as águas do Rio Paraguai, no Mato Grosso do Sul, com hóspedes que gostam de pescar ou simplesmente relaxar
O cardápio variado, as bebidas geladas para ajudar a enfrentar o calor sul-mato-grossense, as suítes sempre bem arrumadas e fresquinhas, as conversas, as interações entre os hóspedes e as saídas para pescar sempre agradáveis e bem-humoradas fazem da estada no cruzeiro Peralta uma experiência agradável, e — por que não? — inesquecível!
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Technema 54 foi a primeira lancha a ser construída no Brasil com design e acabamento dos barcos italianos, os mais avançados na indústria náutica de lazer daquela época, no fim da década de 1980.
O primeiro modelo nasceu com pouquíssimos moldes e materiais trazidos da própria Itália. Logo, porém, o estaleiro (Abarth Marine) alongou a popa para ganhar espaço no cockpit, seguindo o projeto original da Posillipo, o que aumentou o comprimento do barco em 1,4 pé — e surgiu assim a Technema 54, com 16,50 m total, moderna, luxuosa e elegante.
Por dentro, o conforto era bem superior ao das lanchas nacionais e o espaço, muito bem aproveitado. Uma das principais inovações a bordo era a porta de correr, que dividia a popa do salão, hoje, recurso banal nos barcos de porte médio para cima. Mas, naquela época, não.
Com boca de 4,75 m, capacidade para até 15 pessoas durante o dia e meia dúzia em pernoite (mais dois tripulantes), a Technema 54 foi construída até 1995, sendo produzidas cerca de 60 unidades.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Belas paisagens, grandes disputas e muita emoção nas águas da Baía de Todos-os-Santos. Esses são alguns dos ingredientes da Regata Aratu-Maragojipe, que neste ano de 2019 chega a sua 50ª edição. O evento acontecerá no dia 24 de agosto e a expectativa da organização é a de que mais de 200 barcos se inscrevam para o campeonato. Além dos baianos, devem participar velejadores de outros estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Pernambuco, além de países como Argentina e Uruguai.
De acordo com o comodoro do Aratu Iate Clube, Emerson Meirelles, os participantes saem da região de Ilha de Maré, próximo ao Porto de Aratu, por volta das 10h30, com os primeiros velejadores chegando até a ponte da cidade de Maragojipe, no Recôncavo baiano, pouco depois das 15h. Ao todo, os velejadores devem percorrer um trecho de aproximadamente 60 quilômetros pelo mar.
“A nossa expectativa é a melhor possível por se tratar um grande evento, com belas paisagens e atrai a curiosidade de muitas pessoas que acompanham a Regata também em alto mar. Estamos buscando o apoio de prefeituras nas áreas de cultura e segurança para que o evento, este ano seja melhor do que foi em 2019. Além disso, a Regata vale como incremento para o turismo da região”, afirmou Meirelles. A data do evento também coincide com a festa de São Bartolomeu, tradicional em Maragojipe.
Criada em 1969, por um grupo de associados do Aratu Iate Clube, agremiação náutica sediada na Baía de Aratu, em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador, a Regata Aratu-Maragojipe contou em sua primeira edição com cerca de 20 embarcações, todas à vela, que partiram das águas próximas ao clube rumo à cidade de Maragojipe.
No início foi batizada de “Regata de São Bartolomeu”, já que os seus criadores eram naturais de Maragojipe e devotos do Santo Padroeiro daquela cidade, São Bartolomeu. Mais tarde, em função dos locais de saída e chegada, passou a ter a nova denominação utilizada até os dias atuais.
Nomes conceituados da vela brasileira como os irmãos Torben e Lars Grael, grandes medalhistas olímpicos, Izabel Pimentel, primeira brasileira a dar a volta ao mundo em solitário, Aleixo Belov, engenheiro, navegador e escritor, Júlio Estevez, velejador baiano que fez a travessia África-Brasil em solitário a bordo de um pequeno veleiro catamarã, já participaram e ainda participam desta grande “festa” do Iatismo na Baía de Todos os Santos.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Então, você é tão abastado que pode se permitir um superiate, com suítes para sua família e seus convidados, acomodações completas para a tripulação (incluindo sala e cozinha próprias) e equipamentos de entretenimento iguais aos da sua casa. Quem embarca sente-se como em um spa ou resort, porque, fora a plataforma para banhos no nível do mar — o, assim chamado, beach club — há sempre à disposição um bote de fazer inveja a qualquer lancheiro — ou, não raro, uma lanchinha bem estilosa — para chegar à praia mais próxima.
O que mais se haveria de querer? A resposta, para alguns dos afortunados que podem se permitir tais luxos é: uma piscina! Não uma jacuzzi qualquer, mas uma piscina mesmo. Muita extravagância? Que nada! Aristóteles Onassis já tinha uma, em meados do século passado, no convés do seu icônico Christina O.
Nos modernos iates, as atenções estão mais voltadas para as inovações de projeto e engenharia, a tecnologia embarcada, as possibilidades de diversão nas paradas e no próprio barco e na garantia da intimidade do grupo de amigos, longe de olhares indiscretos.
É aí que entram as piscinas. Se o tamanho do casco permite, por que não ter uma? Elas são cada vez mais frequentes a bordo — e, como você verá nas próximas páginas, também mais espetaculares, a ponto de fazer pensar que aquela esticada até a praia ou ilha mais próxima pode ficar para depois. E que, afinal, o próprio barco é uma ilha.
1 – Mais que conforto, um privilégio
Os americanos estão acostumados à grandiosidade de edifícios, carros, barcos, mas nem por isso deixaram de se impressionar com o iate da linha Mangusta Oceano 43 apresentado no país. Fabricado na Itália e batizado de Namasté, o barco agradou tanto que levou o prêmio Melhor do Salão de Fort Lauderdade deste ano, por seu projeto inovador. Um dos destaques a bordo fica na proa: é uma piscina infinita, que tem duas partes — uma delas com cascata — e fundo de vidro que funciona como teto transparente para o boxe do banheiro da suíte principal, no convés de baixo. Por conta, também, dessa piscina, o Namasté está dando o que falar.
2 – Muito mais que uma piscina
O nome Seven Sins (Sete Pecados, em inglês), é bem apropriado para este premiado barco italiano de 52 m. Ao vê-lo, logo vêm à cabeça duas tentações: preguiça e luxúria. Para isso, nem precisa sair do completo beach club, que ocupa toda a área da popa, em dois “andares”, dividido na parte externa e interna. Na parte interna, as laterais do barco se abrem, para formar varandas para o mar, e uma parte do teto desce, para revelar a cobertura translúcida, que é o fundo da deliciosa piscina, instalada no convés de cima, na praça de popa. E esta não é única surpresa da engenharia deste barco. A parte fechada do beach club, na popa, abriga também a garagem do barco de apoio, mas não qualquer garagem, porque é inundável, de forma que se enche de água do mar para permitir que o barco de serviço já saia navegando de dentro do Seven Sins.
3 – Uma piscina que vira heliponto. Ou vice-versa
Um dono de barco mediano já se contentaria em possuir uma jacuzzi para chamar de sua no convés do barco, não é? Mas, aqui, estamos tratando de iates que estão no limite do que se pode querer em termos de comodidades e tecnologia. O Alfa Nero, de 82 m de comprimento, por exemplo, é um desses. Ele tem não só uma piscina infinita com dimensões que a habilitam a ser chamada como tal, mas que também pode ser usada como um heliponto quando esvaziada. Aí, se alguém quiser se refrescar enquanto isso, pode usar a jacuzzi que há na parte de cima, no teto do barco, onde o tamanho não é o mesmo da piscina oficial do barco, mas a vista lá do alto é espetacular.
4 – Um beach club flutuante
O Seasense tem aparência leve para os seus 220 pés. Isso porque a superestrutura não avança muito em direção à popa, deixando descoberta uma grande parte do convés principal — área suficiente para ter uma piscina de nada menos que 10 m. Isso mesmo: 10 m! Bem grande para um barco de lazer, a piscina, com espreguiçadeiras, sofás e guarda-sóis, é o centro das atenções e da vida a bordo, já que a intenção do proprietário era dispor de um espaço em que a família toda pudesse divertir-se junto no convés principal.
5 – Com cascata e fundo de vidro
Construído pelo reconhecido estaleiro holandês Heseen Yachts, o Super Nova, iate da linha Galactica da marca, de 70 m de comprimento, oferece fabulosos 357 m2 de espaço de convés. Tudo isso é aproveitado com — entre outros luxos, tais como um elevador — um heliponto na proa, solário, um beach club de 146 metros quadrados e uma piscina de excelentes 6 m na popa, com fundo de vidro, jatos de hidromassagem e cascata. Não precisa mais nada, não é mesmo?
6 – Quase uma obra de arte
A motorização híbrida eletromecânica do Savannah, de 83,5 m (273 pés), foi uma inovação no mundo dos motoriates quando esse barco foi lançado, cinco anos atrás, prometendo uma economia de combustível de até 30%. No entanto, outros méritos desse iate holandês estão muito mais à vista. A começar pela pintura cor de prata e pela popa aberta e escalonada por degraus que vão da plataforma de embarque ao convés principal, onde uma piscina de excelentes 10 m e fundo adornado com mosaico de vidro que parece uma extensão natural do salão.
7 – Água doce ou do mar
O Okto, de 66,4 m (218 pés) não fica devendo nada à concorrência quando se trata de piscina. A dele tem respeitáveis 12 m2 e recebe tanto água doce quanto salgada, que pode ser aquecida ou resfriada. Outros predicados desse superiate são um elevador que leva do convés inferior à ponte de comando, um heliponto na proa, quatro garagens para barcos de apoio e um solário jacuzzi no flybridge.
8 – Muita água e um show de luzes
A bordo de um iate de 74 m cabem muitos luxos. No holandês Plvs Vltra, um modelo dos sonhos, coube uma piscina de 6,5 m de comprimento e 1,2 m de profundidade muito bem integrada na ampla praça de popa, mobiliada com poucas peças. Se faltar espaço para toda a família ou os amigos dentro dessa piscina, há uma jacuzzi num solário na proa e outra junto a uma sauna no beach club, no convés inferior.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A pequena ilha de Yap, na Micronésia, no oceano Pacífico, conta com um único voo diário sobre as florestas fechadas, pântanos, lagoas de água salgada e um emaranhado de manguezais, cercados por recifes de corais. Mas o que causa mais fascínio não é o cenário paradisíaco, tampouco a saudação das yapesas, com sua tradicional saia florida no aeroporto. É quando você fica cara a cara com o dinheiro de pedra (gigante). São centenas de rochas em formato de discos, do tamanho de seres humanos, espalhadas por toda a ilha. Podem ser encontradas fora dos poucos hotéis da região, enfileiradas perto da praia ou nas profundezas das florestas. Cada aldeia ainda tem um banco de pedras a céu aberto, onde peças que são muito pesadas para serem transportadas ficam expostas no malal (espaço para danças).
As pedras com valor monetário “circulam” há vários séculos na ilha, embora ninguém tenha certeza de quando a prática começou. O que se sabe é que cada rocha é diferente da outra, e são tão densas em significado quanto em volume de calcário, extraído pelos yapesesde Palau, país insular localizado 400 quilômetros ao sudoeste de Yap. As primeiras peças eram usadas para presentear e tinham a forma de uma baleia — por isso, eram chamadas de rai. Mas evoluíram até se converterem em moeda, com formato circular e um buraco no centro, para facilitar o transporte pelos oceanos.
O fato é que Yap não tinha rochas resistentes nem metais preciosos para fazer moedas. Mas contava com marinheiros experientes que faziam a travessia até Palau – em jangadas de bambu e, mais tarde, em escunas – para extrair calcário de suas pedreiras. Inicialmente, as moedas eram pequenas. Mas, à medida que as técnicas se aperfeiçoaram, foram ficando cada vez maiores, chegando a ultrapassar o tamanho das pessoas que as esculpiam. Quando as ferramentas de metal foram introduzidas pelos comerciantes europeus, no fim do século 19, a extração de pedras ficou mais fácil. Relatos da década de 1880 sugerem que apenas na pedreira de Koror, em Palau, havia 400 homens yapeses trabalhando – uma parcela significativa da população, que girava em torno de 7 mil pessoas na época.
Ao voltar de Palau, os marinheiros entregavam o dinheiro de pedra aos chefes das diferentes aldeias, que se reuniam para dar as boas-vindas aos navegantes e às rochas. Os líderes das tribos ficavam com as maiores, além de dois quintos das menores. Eles também davam nomes às pedras — muitas vezes seu próprio nome ou de parentes. E confirmavam a autenticidade das mesmas, conferindo às peças um valor baseado em um sistema monetário ainda mais antigo: yar (dinheiro de concha de pérola). Depois disso, poderiam entrar em circulação e ser compradas por qualquer pessoa. Hoje, o dinheiro de concha foi substituído pelo dólar americano, que é usado no dia a dia – por exemplo, nas compras de supermercado. Mas a moeda de pedra continua sendo vital para os 11 mil habitantes de Yap, em negociações mais conceituais, que envolvam direitos ou costumes.
O valor da rocha sempre foi fluido, desafiando o conceito ocidental de que o valor da moeda é fixo e pré-determinado. As pedras são valorizadas pelo tamanho — variam de 7cm a 3,6m de diâmetro —, assim como pelos ornamentos e pela dificuldade que a família teve para obtê-la. Também depende de para quem você a oferece e do motivo. Além disso, os yapeses levam em conta a história oral da pedra, já que não há registro por escrito de propriedade. Como as famílias raramente mudam de aldeia, os anciãos dos cerca de 150 vilarejos da ilha passam adiante informações sobre cada peça. As pedras acabam funcionam como um memorial do passado e ajudam a reforçar relacionamentos e negócios que datam do tempo em que havia guerreiros e clãs. Em alguns casos, as rochas apresentam gravuras que simbolizam batalhas de mais de 200 anos.
As pedras rai são colocadas em lugares específicos, de acordo com suas conexões secretas, relações com a aldeia, histórias de casamento, conflitos e pedidos de desculpa — que as fizeram mudar de dono ao longo dos séculos. São as narrativas que apenas os aldeões locais conhecem que determinam qual de fato é a mais valiosa. Não há necessidade de se produzir mais dinheiro de pedra, uma vez que a ilha tem basicamente um número permanente em circulação, e poucas peças são transportadas. Mesmo as que estão quebradas conservam sua história oral, o que confere a elas mais valor do que uma nova. De tempos em tempos, no entanto, novas moedas são confeccionadas, com o simples intuito de garantir que as habilidades das gerações passadas não sejam esquecidas.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Madrugada viverá uma situação rara na 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela, entre 13 e 20 de julho. Campeão da edição de 2018 entre os Clássicos, o barco foi escolhido como modelo do troféu entregue aos vencedores. É apenas a segunda vez na história da competição que um veleiro em disputa é homenageado. A primeira foi com o Áries III, em 2017. Com essa iniciativa, o evento prestigia embarcações que contam a história da vela brasileira.
Ícone da vela de oceano no Brasil, o barco do clube gaúcho Veleiros do Sul foi construído em 1978 pelo renomado arquiteto naval argentino German Frers. Este o considerou seu melhor projeto naquela década. Já em janeiro de 1979, foi o campeão geral da regata Buenos Aires-Rio. Depois viriam muitos outros títulos, como o vice-campeonato do Mundial de Two-Ton e o bicampeonato brasileiro.
“Quem lê sobre a história dessa regata, não tem noção do desafio que foi, do início ao fim. Fizemos toda a prova sem motor, energia elétrica ou qualquer equipamento, porque queimou tudo na hora da largada. Foi uma disputa nada nutella, foi totalmente raiz”, lembra Nelson Ilha, velejador integrante da tripulação, na época. Hoje, Nelson é juiz internacional de regata pela Federação Internacional de Vela, a ISAF, no comando da arbitragem da Semana de Vela em Ilhabela. “O Madrugada mudou a minha vida e a de muitos velejadores importantes no Brasil. Até hoje, todos querem velejar nele.”
O barco corria na antiga classe Two Ton. Na época, o cálculo de medição do barco era feito por toneladas para as embarcações que disputavam os mundiais de oceano. O próprio Madrugada juntou-se à equipe brasileira na Admiral’s Cup na Inglaterra, ainda em 1979. A competição foi conhecida por muitos anos como o campeonato mundial não oficial de regatas oceânicas. Pois a disputa era entre países, cada um com seus três melhores barcos.
Mas, após sofrer uma colisão no campeonato, o Madrugada saiu da disputa antes da Fastnet Race, tida como a regata mais emblemática. O que parecia ser um azar provou-se na verdade sorte para os tripulantes. A corrida daquele ano terminou em tragédia, com várias mortes e barcos afundados.
A trajetória de conquistas em águas brasileiras e internacionais quase teve um final triste para o Madrugada. O barco passou muitos anos parado no estaleiro do clube Jangadeiros, e sofreu os danos causados pela ação do tempo. “Chegou a abrir um buraco enorme no casco. As pessoas passavam e diziam que era uma pena o barco terminar daquele jeito” conta Martin Rump, filho do comandante Niels Rump. Niels decidiu comprar o veleiro por volta de 2005, e, após um meticuloso trabalho de restauração, colocou-o mais uma vez na rota das principais regatas nacionais. “Foi uma surpresa para todos ver o Madugada de volta às regatas, e ainda bastante competitivo”.
Hoje inscrito na classe Clássicos, destinada às embarcações que foram para a água até 1979, o Madrugada segue em regatas oceânicas internacionais, como o O Circuito Rolex Atlântico Sul. No ano passado, mostrou que ainda tem história para escrever, com a vitória na Semana de Vela de Ilhabela. Na última edição, aliás, O barco teve a companhia de outros três Two Tonners: o Áries II, o Kamaiurá e o Vendetta, transformando a disputa num campeonato à parte entre eles. E a situação deve se repetir este ano, já que o Kamaiurá e o Vendetta já confirmaram presença no litoral paulista.
As homenagens aos barcos antigos na Semana de Vela de Ilhabela começaram em 2006. Os veleiros participantes da America’s Cup, competição esportiva mais antiga do mundo, foram os primeiros transformados em troféu. Quem abriu a fila foi o Rainbow, vencedor da prova em 1934. Depois vieram Intrepid, Courageous, Stars and Stripes, Black Magic e Alinghi.
Mais recentemente, a organização da SIVI decidiu homenagear veleiros brasileiros e embarcações como o Saga e os mais antigos Cairu II e Vendaval. Os últimos “transformados em troféu” foram o Áries III, em 2017, e o Wa Wa Too III, em 2018.
As inscrições para a 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela, que ocupará as raias da ilha entre 13 a 20 de julho, entraram em sua terceira e última fase. A partir desta segunda-feira (1º), os velejadores de barcos com vagas próprias pagarão R$200. Nas poitas do Yacht Club de Ilhabela o valor passa para R$420. As equipes têm até o dia 10 para garantir a participação na maior competição de vela oceânica da América do Sul.
As classes Bico de Proa, Clássicos e Multicascos têm um desconto de 30% sobre o valor das inscrições. Já na categoria RGS, apenas os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano garantem o mesmo desconto. A medida atende ao pedido da própria ABVO, fomentadora da modalidade no País.
Cerca de 100 equipes de vários estados brasileiros e também do exterior já confirmaram presença. Para a edição deste ano, foram convidadas as classes ORC, IRC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, Multicascos, Mini Transat, HPE-25 e C30. A competição reúne atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas nas mesmas raias.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Dois brasileiros que participam de uma expedição em alto mar estão à deriva na Polinésia Francesa. Eles usaram as redes sociais nesta quarta-feira (3) para contar que sofreram um acidente, perderam o leme da embarcação e, desde então, estão à deriva.
Os irmãos Celso Pereira Neto e Lucas Pereira são de Ubatuba e saíram do litoral norte de São Paulo em março de 2018 com o veleiro Kaootsh. Eles velejam parando pelo litoral de vários países em uma volta ao mundo. A expedição é transmitida pelo perfil do veleiro no Instagram.
Nesta quarta, os irmãos fizeram uma postagem alertando que estavam à deriva com a embarcação na Polinésia Francesa. No relato eles explicam que sofreram um acidente que destruiu o leme – parte responsável por nortear a embarcação. Eles explicam que tentaram instalar um leme reserva, mas ainda não conseguiram.
O pai dos dois, Celso Pereira Junior, afirmou que mantém contato com os filhos e monitora a situação. “A gente está aqui confiante de que está tudo certo. Temos mantido contato com eles e os dois estão passando por aquilo que faz parte do show”, disse.
Ele afirma que ainda não há necessidade de pedido por socorro e que os dois estão em segurança, apesar do mar agitado. Além disso, um resgate seria muito difícil devido às condições do mar.
“Os dois têm mobilidade com o veleiro, tem motor. Se derivar em direção às pedras ou ilha, por exemplo, eles ligam o motor e se afastam. Agora é aguentar a chacoalhação do mar para fazer a colocação do leme reserva”.
Segundo Celso, o veleiro dos filhos teria perdido o leme após bater em algum objeto flutuante. “O mar está muito agitado, com tempo pesado, muito vento, muita onda e acabaram batendo em alguma coisa que estava flutuando. Algum container, algo do tipo, que ocasionou a perda do leme”.
À deriva há mais de oito horas, os jovens afirmaram que vão tentar se manter assim até sexta-feira (5) quando a previsão é de melhora no tempo e então vão poder fazer os reparos necessários a embarcação para chegar a terra firme e poder trocar o leme.
“Ficar sem leme numa situação como estão é desconfortável, mas eles têm leme reserva, estão em comunicação com outros barcos, está sob controle. É uma situação extremamente desconfortável, mas estamos confiantes de que até sábado o tempo deve melhorar. Com isso eles tem condição de trocar o leme e seguir viagem”, afirmou o pai dos irmãos.
Acompanhados por mais de 50 mil pessoas na rede e que apoiam a volta ao mundo da dupla, os jovens alertam que o plano pode não dar certo e então teriam que abandonar o veleiro em alto mar e o projeto. Isso porque o mau tempo está arrastando a embarcação contra as rochas e a previsão de mau tempo pode trazer outros problemas técnicos.
“É difícil dizer mas estamos preparados para abandonar o barco e salvar o que temos de mais precioso: as nossas vidas”, publicaram.
O post ainda diz que eles estão com um bote salva-vidas abastecido com suprimentos essenciais para aguardarem o resgate.
Os irmãos estavam seguindo para o norte da região, em busca de temperaturas mais altas para fugir do frio dos últimos dias, segundo o diário de bordo atualizado nesta terça-feira (2). O plano era seguir para a Nova Zelândia, com saída marcada para o dia 25 de setembro.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Arieltek, indústria brasileira com quase 30 anos no mercado náutico e aeronáutico, apresentará como um dos seus principais lançamentos no São Paulo Boat Show 2019, a nova luz subaquática.
A empresa, que já possui diversos modelos de luzes desse segmento, traz um modelo maior e mais potente, com 24 leds de alta intensidade e com corpo de baixo perfil em bronze naval com tratamento químico. Disponível nas cores azul, branca e verde.
Lembrando que a empresa possui uma grande diversidade de acessórios náuticos como luzes para interior e exterior, luzes de navegação, painéis de comando, lanternas e luzes auxiliares para carreta, uma linha para gerenciamento de baterias, carregadores USBs náuticos, painéis de distribuição elétrica e muito mais.
O São Paulo Boat Show 2019 acontecerá de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, reunindo os mais recentes lançamentos e destaques do setor em um só lugar!
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Quem passar pelo Centro Sul, em Florianópolis, no sábado, dia 6 julho, durante um dos maiores encontros de empreendedorismo do Brasil, poderá conhecer a lancha Armatti 360 Coupé, uma das atrações confirmadas para o Empreende Brazil Conference.
“A Armatti Yachts acredita muito no potencial náutico da Ilha da Magia, como é conhecida a capital de Santa Catarina, tanto que escolheu instalar recentemente a fábrica da marca em São José, distante poucos minutos de Florianópolis. O Empreende Brazil Conference é a ocasião em que empresários, gestores, empreendedores e profissionais poderão conhecer de perto as características da embarcação que vem conquistando cada vez mais pessoas”, explica o diretor da Armatti Yachts Fernando Assinato.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Dois projetos multimilionários de dragagem em andamento este ano em Queensland, na Austrália, trarão benefícios significativos para o setor de lazer marinho local. Em Cairns, um esquema de US $ 127 milhões para dragar o Trinity Inlet começará em breve, enquanto na Gold Coast uma iniciativa de US $ 10,3 milhões para aprofundar o rio Coomera está em andamento.
O programa do rio Coomera é importante e conta com o investimento de cerca de 200 milhões de dólares que está sendo investido na expansão das instalações de Gold Coast City Marina & Shipyard e The Boat Works. O programa está sendo realizado pela Gold Coast Waterways Authority (GCWA).
A dragagem do baixo rio Coomera de sua entrada em Sovereign Islands para Sanctuary Cove começou em abril e será concluída em junho. A dragagem do alto rio Coomera entre o Sanctuary Cove e o Distrito começará no início de junho e será concluída em setembro, segundo a GCWA.
“Até agora, as autoridades não tinham conseguido dragar o alto rio Coomera porque não havia como lidar com o lodo encontrado naquela parte do rio de uma maneira econômica e ambientalmente amigável. O material a ser dragado é muito fino e sedoso para ser usado na alimentação da praia ou no descarte no mar. A alternativa seria transportá-lo para algum lugar como Brisbane, o que seria proibitivamente caro”, disse O CEO da GCWA, Hal Morris.
Ele acrescentou: “Ter uma instalação como esta é uma virada de jogo para o Distrito da Indústria Marinha de Gold Coast, operadores de marina, usuários de hidrovias, residentes e a economia de Gold Coast”.
Em Cairns, o programa de dragagem de US $ 127 milhões faz parte do projeto de US $ 177 milhões do Cairns Shipping Development, que trata do aprofundamento e ampliação do Trinity Inlet na área portuária de Cairns para permitir embarcações maiores de todos os tipos – sejam superiates, navios de cruzeiro. , embarcações comerciais ou navios de guerra – para usar o porto.
Para empreender o programa de dragagem, que deve começar neste mês e durar até meados de setembro, a maior draga de escavadeira da Austrália, a Woomera, e uma draga de sucção, a Balder R, estão agora na cidade de Queensland prontas para começar o trabalho.
Sob o Projeto de Desenvolvimento de Navios, os planos de dragagem e construção de novos cais serão concluídos em 2020 e permitirão navios de até 300 metros de comprimento para atracar no porto. Quanto aos superiates, a expansão permitirá que iates de até 80 m ou mais sejam movimentados na entrada, abrindo possibilidades mais amplas para reparos.
Como consequência disso, a BSE Cairns Slipways já investiu em um Travel Lift com capacidade para 1 120 toneladas, que atualmente é o maior do mundo. Foi lançado em maio, mas terá seu lançamento oficial completo em 9 de agosto.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Uma das atrações da 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela será uma equipe comandada por velejadores deficientes visuais. O projeto Sailing Sense vai utilizar o barco Mixuruca (Fast 23) nas regatas de 13 a 20 de julho de 2019 da classe RGS, uma das mais numerosas da competição em Ilhabela (SP).
O time do Sailing Sense terá a bordo quatro tripulantes. Entre eles, dois deficientes visuais: Marina Castelani e Eduardo Francisco da Silva ficarão com as funções de comando do barco. Já os responsáveis pelo projeto, Miguel Olio e Iris Poffo, apenas vão dar suporte à dupla nas regatas.
Com cegueira total, Marina Castelani será a skipper do Mixuruca ao lado de seu colega Eduardo Francisco da Silva. A modalidade chegou na vida da velejadora após uma ação da Fundação Dorina Nowill e não saiu mais.
”As dificuldades, é claro, são grandes. Nós velejamos pelo som e pela percepção. Temos um outro tipo de visão. Mas com ajuda e apoio do Miguel e da Iris a gente consegue. Isso torna a velejada mais fácil. Eu não tenho medo! O barco à vela é muito seguro, por isso queremos mostrar para outros deficientes que podemos chegar lá. Podemos fazer muitas coisas! Eu velejo, faço curso de computação avançada e quero fazer direito ano que vem. A vela me trouxe isso”, explicou Marina Castelani, de 51 anos.
”Eu imagino e sinto tudo aquilo que estou passando. Velejar nos dá liberdade e uma alegria muito grande. Eu sou pessoa normal, apenas não enxergo”.
O projeto Sailing Sense, em atividade desde 2007, tem o objetivo de ensinar a vela para pessoas que não teriam acesso à prática da modalidade, incluindo as deficiências como surdocegueira, múltiplas sensoriais, autismo, surdez, cegueira e síndrome de Down.
”Nosso objetivo não é ir para as cabeças esse ano! Já será um grande passo andar junto com os outros competidores. Nós tivemos muitos treinos para afinar o sincronismo da equipe, mas não vamos para fechar a raia. Queremos completar o campeonato da melhor maneira possível”, disse Miguel Olio, idealizador do Sailing Sense.
Entre os dias 12 e 15, a equipe fará a vivência com os moradores de São Sebastião e Ilhabela. O SEPEDI de São Sebastião e Secretaria de Esportes da Ilhabela vão organizar as atividades.
O Sailing Sense é um projeto brasileiro, idealizado pelo presidente Miguel Olio que em 2007, unindo seus conhecimentos como educador físico e sua paixão e experiência na vela, começou a promover, de forma gratuita, vivências náuticas para as pessoas com deficiência.
Os deficientes conduzem as embarcações, são responsáveis tanto pelo leme, dando direção ao veleiro, quanto pelos cabos e velas. As atividades já ocorreram em várias cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
O projeto está inserido no Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONDECA), que tem como objetivo elaborar as políticas de atendimento a este público.
As inscrições para a 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela, que ocupará as raias da ilha entre 13 a 20 de julho, entraram em sua terceira e última fase. A partir desta segunda-feira (1º), os velejadores de barcos com vagas próprias pagarão R$200. Nas poitas do Yacht Club de Ilhabela o valor passa para R$420. As equipes têm até o dia 10 para garantir a participação na maior competição de vela oceânica da América do Sul.
As classes Bico de Proa, Clássicos e Multicascos têm um desconto de 30% sobre o valor das inscrições. Já na categoria RGS, apenas os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano garantem o mesmo desconto. A medida atende ao pedido da própria ABVO, fomentadora da modalidade no País.
Cerca de 100 equipes de vários estados brasileiros e também do exterior já confirmaram presença. Para a edição deste ano, foram convidadas as classes ORC, IRC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, Multicascos, Mini Transat, HPE-25 e C30. A competição reúne atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas nas mesmas raias.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Às margens da praia mexicana de Tulum, a 200 metros de uma pirâmide que os maias ergueram bem onde as ondas quebram, uma lancha jaz sobre um espesso e mal cheiroso manto de sargaço, cuja cor parda cobre suas areias brancas.
Há pouca atividade nesta e em outras praias da mundialmente famosa Riviera Maia, onde poucos turistas pegam sol por causa desta alga, cuja proliferação é favorecida pela ação humana e que desprende um cheiro desagradável, além de afetar gravemente o ecossistema e o turismo.
O aumento da chegada de sargaço, nativo do Atlântico, ameaça danificar irreversivelmente este ecossistema do sudeste do México.
Evidências científicas apontam que o sargaço chega arrastado por ventos e correntes a partir de um novo mar dessa alga – o antigo se localiza em frente aos Estados Unidos -, detectado em 2011 na zona equatorial do Atlântico, entre a América do Sul e a África.
Lá, a desembocadura de grandes rios carregados de nutrientes – resíduos da atividade humana -, a desertificação e o aquecimento global propiciam sua proliferação.
“Tem mais nutrientes que o mar de sargaço original, além disso há os problemas de desmatamento na África e na América do Sul”, explica Brigitta Van Tussenbroek, pesquisadora da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM).
“Tudo é antropogênico, não é uma coisa natural”, acrescenta sobre o fenômeno, que também afetou outros pontos do Caribe, como Barbados, Guadalupe e Bonaire.
A cientista holandesa alerta que o sargaço está acelerando mudanças no ecossistema em entre 10 e 100 vezes, de modo que urgem medidas “contundentes” que envolvam o governo.
“Há esperança mas não temos muito tempo. É questão de anos, não de décadas”, alerta.
Uma vez na praia, o sargaço deve ser retirado o quanto antes. Do contrário, se decompõe por ação de bactérias que consomem o oxigênio da água, matando animais que vivem nela, enquanto seu rastro escuro bloqueia a luz solar, eliminando a vida do solo marinho.
Além disso, acaba com o tom turquesa do Caribe, fenômeno que poderia ser irreversível pois não se sabe se este ecossistema pode reciclar os resíduos, explica Marta García, cientista espanhola do Instituto de Ciências do Mar da UNAM em Puerto Morelos.
“Pode se tornar um desastre ecológico e econômico”, afirma a especialista.
A qualificadora Moody’s alertou nesta semana que o fenômeno afetaria os rendimentos de hotéis, aeroportos e autopistas e a arrecadação fiscal. Como exemplo, destaca a queda de 1,8% entre janeiro e abril dos passageiros do terminal de Cancún, o segundo mais movimentado do México, ante o mesmo período em 2018.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Autoridade da Indústria Marítima das Filipinas (MARINA) está reforçando suas políticas de turismo marítimo com novas regras de registro, licenciamento e operação de embarcações de recreio para uso comercial ou privado dentro de suas águas territoriais.
Cidadãos filipinos e parcerias domésticas, associações ou corporações podem registrar barcos de recreio para uso comercial ou privado. No entanto, as embarcações de recreio registradas sob uma empresa nacional estrangeira ou de propriedade estrangeira ou corporação só devem ser usadas privadamente, de acordo com publicação local.
Os barcos de recreio, conforme definido pela agência, incluem embarcações de até 150 pés, usadas exclusivamente para fins recreativos ou de desenvolvimento turístico, seja comercial ou privadamente.
A MARINA concederá um Certificado de Titularidade e um Certificado de Barco de Recreio até a conclusão do processo de registro. O certificado será válido por cinco anos.
Além disso, a MARINA manterá um Registro de Embarcações de Recreio para registrar informações essenciais, incluindo o nome das embarcações de recreio, seus números oficiais e oficiais, o nome dos construtores com o local e ano de construção, bem como as especificações da embarcação.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Em 15 anos de mar, o paulista Maurício Guitarrari, 44 anos, está em sua quarta lancha. Sua Sessa F42, a Eivissa, sua primeira lancha com flybridge, tem como base a Marina do Forte, em Bertioga. Veja o relato abaixo.
“Sabe aquela história de que, para uma barra de ferro, um ímã é simplesmente irresistível? A aproximação pode ser lenta, mas, à medida que a distância diminui, a atração aumenta até o ponto do contato. Foi esse tipo de atração que me levou à compra de uma Sessa F42, a minha primeira lancha com flybridge. Explico: em 15 anos de mar, eu estava em minha terceira lancha, uma Sessa C40 (antes, por cinco anos, eu tive uma Phantom 290, da Schaefer, que troquei por uma Phantom 345, com a qual naveguei por sete anos).
Assim, nada mais natural que o próximo passo fosse uma embarcação com um convés a mais, lá no alto. Afinal, as 40 pés representam o último degrau na escada que separa as simples lanchas de passeio de uma com fly. Para quem precisa de espaço, como eu, que vi a família crescer nos últimos anos com a chegada das crianças, faz toda a diferença. E ainda permite ao comandante uma visão privilegiada de sua navegação.
Comprei a Sessa F42 em 2013. Busquei uma casinha mesmo, para navegar ao lado da minha mulher e duas crianças, além de amigos. Essa 42 pés leva 12 pessoas, sendo que quatro podem dormir a bordo, com bastante conforto, diga-se de passagem, em uma cabine que reúne dois camarotes e dois banheiros, sendo uma suíte na proa, além de recursos que o estaleiro acrescentou para conquistar os brasileiros, como a plataforma de popa maior (e com churrasqueira integrada) e uma mesa grande no cockpit, itens que a original italiana não tem.
A única coisa que não me agrada é a porta que separa o salão da praça de popa. Nas novas F42, essa porta abre inteira, integrando os dois ambientes. Já na minha lancha, a porta abre apenas parcialmente, por ser fixa e correr só para um lado. Devido ao tamanho do barco, e por questão de segurança, optei por contratar um marinheiro profissional. Navegamos bastante. Geralmente, pela região do Guarujá. Mas muitas vezes vou a Ilhabela e, ao menos uma vez por ano, estico até Angra, ocasiões em que dormimos a bordo. Estou muito feliz”.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Marcada para o dia 14 de julho, a Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil leva as principais equipes da competição para uma disputa de ida e volta passando pelo arquipélago e terminando no Farolete 4 de Ilhabela (SP). Serão aproximadamente 55 milhas de regata.
A história da prova de percurso longo que abre a Semana Internacional de Vela de Ilhabela começou em 1996 com o objetivo foi dar mais opções aos participantes do evento, que só disputavam, desde a década de 70, regatas triangulares entre bóias.
”É uma regata que exige muito dos competidores, principalmente o planejamento! É preciso se preparar, entender as condições climáticas e adotar a melhor estratégia para contornar Alcatrazes, voltando com velocidade até o YCI”, disse Mauro Dottori, organizador da Semana Internacional de Vela de Ilhabela e velejador.
A regata teve recordes históricos, como a do ano passado do barco Crioula (Soto40), que fez a prova em 6 horas, 1 minuto e 42 segundos. O melhor tempo anterior era do Camiranga, um Soto65, que completou em 6 horas, 4 minutos 3 segundos, em 2015.
”Acho muito difícil quebrar esse recorde novamente e pra falar a verdade nem me passa pela cabeça fazer isso outra vez com o Crioula. Precisaríamos de uma condição perfeita”, disse Samuel Albrecht, atleta olímpico e integrante do recordista Crioula.
Outro momento marcante foi o treino do Brasil 1 antes da Volta ao Mundo Ocean Race. No ano de 2005, lotado de convidados, o time de Torben Grael fez o percurso em 6 horas e 18 minutos.
No início, a prova tinha largada e chegada no canal de São Sebastião. Aos poucos, a organização adotou alternativas para que os velejadores chegassem mais cedo, pois à noite, a velejada no canal é quase sem vento.
Ainda é cedo para prever (mesmo com a ajuda dos meteorologistas) qual será o cenário para o domingo, 14 de julho de 2019. Cada ano é diferente, com entrada de vento forte, fraco, merreca, lua cheia, céu nublado, chuva, etc… Existe a possibilidade de os velejadores se depararem com as baleias jubartes, que estão passando por Ilhabela para reprodução no litoral baiano.
Para o velejador profissional André ‘Bochecha’ Fonseca, a Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil tem sempre um truque. ”Principalmente quando tem vento leste na ida, quando forma atrás do morro da Ponta da Sela um bolsão sem vento. É essa a parte mais difícil quando predomina o leste. A regata de vento sul é mais dura, pois tem um contravento forte na ida e uma volta rápida de popa”.
”É uma regata com muita bandeira amarela e nós sempre tentamos não fazer um mau resultado, pois ela é importante. Para ser campeão da Semana Internacional de Vela de Ilhabela é preciso fazer uma boa média e descartar a Alcatrazes por Boreste por um resultado ruim não é uma boa ideia”, concluiu o tático do Pajero, equipe que vai disputar o título da competição na classe ORC com seu S40.
No mesmo dia, só que para os barcos menores, saem no mesmo horário a Ilha de Toque-Toque por Boreste e a Renato Frankenthal. O tradicional desfile dos barcos antes da regata de abertura está confirmado!
Inscrições
Os velejadores de barcos com vagas próprias pagarão R$200 para participar da Semana de Vela de Ilhabela. Nas poitas do Yacht Club de Ilhabela, o valor passa para R$420. As vagas nas marinas estão esgotadas. As equipes têm até o dia 10 para garantir a participação na maior competição de vela oceânica da América do Sul.
Nas categoria RGS, Bico de Proa, Clássicos e Multicascos apenas os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano garantem o mesmo desconto de 30% sobre os valores vigentes da inscrição. A medida atende ao pedido da própria ABVO, fomentadora da modalidade no País.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Iniciativa Pro Mar, serviço de utilidade pública de pesquisa marinha e segurança da navegação na região Sul e Sudeste, detectou tempo com mar muito ruim subindo do Sul nesta quarta-feira, 3 de julho, até a madrugada de domingo, 7. As condições previstas, nesta data, podem se alterar nas próximas horas.
Entre 4h e 8h da manhã da quarta (3), no Rio Grande do Sul, estão previstos ventos de 27 nós de SW com rajadas de 37 a 42 nós. Ondulação costeira subindo para 2,5 a 2,7 metros por SW. Ainda no dia 3, por volta das 19h ou 20h, vento estabilizado na mesma marca mas com mar já desenvolvido e formado entrando por S com 3,4 a 3,7 metros.
No fim da manhã e início da tarde do dia 4, quinta-feira, já entre Paranaguá, em Ubatuba, ventos de 15 nós e rajadas de 19 por SE todavia já com ondulação chegando pelo S atingindo 2,6 metros e evoluindo a possíveis 3,2. À noite, entre 19h e 20h do Sul de São Paulo a Cabo Frio, vento ainda por SE com intensidade de 19-21 nós e rajadas de 28-30 nós. Ondulação por S entre 3,2 a 3,4 metros.
Esta mesma condição praticamente se estabiliza até o início da noite de sexta, pelas 20h.
Já entre 21h e 22h, em praticamente toda a área “C” (Área martítima costeira do Cabo de Santa Marta (SC) ao Cabo de São Tomé (RJ)) até a manha de sábado, dia 6, são esperados ventos por SW com media de 35 a 37 nós e rajadas de mais de 55 nós. A ondulação neste horário e algumas horas seguintes deve atingir 4,3 metros podendo atingir até 5 metros, por Sul.
No domingo (7), a situação deve se acalmar, já pela manhã, com ventos bem mais calmos, de 12 nós, ainda por SW e ondulação descendente chegando no final da manhã aos 2,6 metros por SSW. Tais condições devem prevalecer por quase toda a área “C”.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Brasil terá quatro velejadores na disputa do Campeonato Mundial da Classe Laser, a partir do próximo dia 4, em Sakaiminato, no Japão. O bicampeão olímpico Robert Scheidt estará na água, junto com Bruno Fontes, João Pedro Souto de Oiveira e Philipp Grochtmann. No fuso horário de Brasília, as primeiras regatas estão marcadas para as 23h desta quarta-feira, dia 3. A competição vai até o dia 9 e vale como critério de seleção para definir o atleta que representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.
De acordo com o critério estabelecido pelo Conselho Técnico da Vela (CTV) e ratificado pela Confederação, o velejador brasileiro mais bem colocado neste Mundial, contanto que esteja dentro do top 18 da competição, estará elegível para defender o país em Tóquio 2020. Ele só perderá essa vaga se outro atleta do Brasil for medalhista no Evento-Teste Enoshima 2019 ou subir no pódio do Mundial da Laser em 2020.
“O Campeonato Mundial tem nível mais alto que a própria Olimpíada, porque são mais representantes por país. Cheguei com mais de uma semana de antecedência para fazer uma boa aclimatação, reconhecimento da raia. Tudo para chegar o mais bem preparado possível para conseguir estar nos Jogos de Tóquio. Vou dar o meu máximo para chegar no top 18 aqui no Japão e atingir o índice de classificação para integrar a equipe brasileira”, disse Robert Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas entre elas duas de ouro na classe Laser (Atlanta-1996 e Atenas-2004).
A classe Laser é tradicionalmente uma das mais concorridas, e o Mundial 2019 conta com um total de 159 competidores inscritos. Bruno Fontes chega ao Mundial credenciado pelo título da última Copa Brasil de Vela, quando superou o próprio Scheidt. Já João Pedro Souto de Oliveira foi o melhor brasileiro no Mundial de 2018, quando classificou o país para os Jogos Olímpicos ao ficar em 19º lugar. O jovem e promissor Philipp Grochtmann completa a delegação.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A partir desta segunda-feira (1º de julho), os velejadores de barcos com vagas próprias pagarão R$200 para participar da Semana de Vela de Ilhabela. Nas poitas do Yacht Club de Ilhabela, o valor passa para R$420. As vagas nas marinas estão esgotadas. As equipes têm até o dia 10 para garantir a participação na maior competição de vela oceânica da América do Sul.
Nas categoria RGS, Bico de Proa, Clássicos e Multicascos apenas os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano garantem o mesmo desconto de 30% sobre os valores vigentes da inscrição. A medida atende ao pedido da própria ABVO, fomentadora da modalidade no País.
Cerca de 100 equipes de vários estados brasileiros e também do exterior já confirmaram presença. Para a edição deste ano, foram convidadas as classes ORC, IRC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, Multicascos, Mini Transat, HPE-25 e C30. A competição reúne atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas nas mesmas raias.
O tradicional Desfile de Barcos vai abrir as raias da Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019, no domingo (14). Depois, os velejadores seguem para as três regatas de percurso do dia. A Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil desafiará os veleiros com o percurso mais longo da competição, ultrapassando as 60 milhas náuticas. Logo na sequência serão dadas as largadas para as provas Ilha de Toque-Toque por Boreste e a Renato Frankenthal.
Na segunda-feira (15), a novidade será a Regata Vela do Amanhã. Crianças e adolescentes da Escola de Vela de Ilhabela EVI e de outros projetos da região poderão vivenciar a disputa de alto nível técnico ter um maior intercâmbio com velejadores profissionais. A direção da SIVI considera esse evento de grande importância e conclama todos os barcos inscritos na competição a participarem. Basta se inscrever na secretaria do evento.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A NÁUTICA usa cookies para proporcionar a melhor experiência possível em nosso portal. Ao utilizar o nautica.com.br você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para mais informações sobre como isso funciona, clique em "Política de privacidade".OkPolítica de Privacidade