Entre quedas

Por: Redação -
08/01/2015

A Villa Escudero é uma antiga plantação de coco que virou resort em 1981 localizada a apenas duas horas de Manila, capital das Filipinas. O local reúne hospedagem variada, natureza, cultura e culinária local. Um dos maiores atrativos do resort é o restaurante Waterfalls, um local onde os clientes comem ao lado de quedas d’água. Os pratos da culinária local são servidos em mesas de bambu e os clientes comem com a água cristalina correndo por entre os pés.

Foto: Divulgação

 

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    Snipe 2015

    Por: Redação -

    No próximo 26 de janeiro uma cerimônia dará início ao 66º Campeonato Brasileiro da Classe Snipe e marcará a sexta vez que o Iate Clube de Brasília (ICB) recebe a competição. O evento, seletivo para os Jogos Pan-Americanos e Campeonatos Mundiais da classe, será a oportunidade de uma das 42 duplas, pré-inscritas até o momento, repetir o feito de alguns dos nomes mais importantes da vela nacional.

    As intensas e imprevisíveis rondadas proporcionadas pelo adverso regime de vento do lago Paranoá é um dos desafios a serem enfrentados pelos velejadores. Alguns criticam a intensidade média dos ventos locais, em sua maioria fracos, mas a história mostra que apenas aqueles de excepcional qualidade técnica conseguem sobressair sob tais condições. Prova disso são os nomes dos vencedores dos Campeonatos Brasileiros de Snipe realizados na capital federal.

    Em 1964, primeira vez que o ICB recebeu o evento, a dupla paulista Reinaldo Conrad / Mário Buckup foi a vencedora. Anos mais tarde, em 1968, Conrad foi responsável por conquistar a primeira medalha olímpica do Brasil na Vela, um bronze pela classe Flying Dutchman ao lado de Burkhard Cordes. O proeiro Buckup mudou de função, passou a ser timoneiro, e por duas vezes foi campeão Pan-Americano da Classe Lightning.

    A classe Snipe também esteve em Brasília para a disputa do campeonato nacional em 1970, 1975 e 1981. Os cariocas Axel Schmidt e Arnaldo Dantas foram os campeões em 1970. Em 1975 foi a vez dos gaúchos Marco Aurélio Paradeda e Reiner Weipercht. Enquanto que o ano de 1981 registrou o despontar de duas “lendas” da vela brasileira com o título dos irmãos Torben e Lars Grael, que hoje dispensam apresentações.

    A quinta e última vez ocorreu apenas após um longo hiato de 23 anos. O ICB recebeu novamente a competição em 2004 para o então sétimo título do gaúcho Alexandre Paradeda, um dos maiores vencedores da competição, ao lado de Roberto Paradeda. Aliás, “Xande” Paradeda é o atual campeão. Ele venceu também a edição de 2014, em Florianópolis, ao lado do proeiro Gabriel Kieling.

    O 66º Campeonato Brasileiro, acontece no lago Paranoá com organização do Iate Clube de Brasília, será disputado entre os dias 23 e 31 de janeiro.

    Informações: Snipe 2015 / Foto: Marcos Mendez-Sailstation.com

     

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      Navegação

      Por: Redação -
      07/01/2015

      O catamarã sul-africano Leopard 48, apresentado durante o Rio Boat Show 2014, vai fazer uma viagem de apresentação pelo litoral brasileiro. O modelo já está configurado para a frota da The Moorings e pronto para iniciar suas atividades de charter na base do Taiti. Durante a viagem o veleiro passará por bases no Guarujá, Angra dos Reis e Salvador.

      Confira as datas:

      Guarujá: 10 a 12 de janeiro das 10h às 19h – Iate Clube de Santos
      Angra dos Reis: 16 a 19 de janeiro das 10h às 19h – BR Marinas Bracuhy
      Salvador: 24 a 26 de janeiro das 10h às 19h – Bahia Marina

      Foto: Divulgação

       

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        Carga preciosa

        Por: Redação -

        Acidentes com navios não são tão comuns ainda mais quando eles carregam cargas preciosas como o caso Hoegh Osaka que tombou ao sair do porto de Southampton, no Reino Unido.

        Com 1400 carros de luxo e peças para construção civil a bordo, carga estimada em 100 milhões de euro, o Hoegh Osaka, da Hoegh Autoliners, foi notícia por todo o mundo. Os investigadores ainda não descobriram a causa do acidente e estimam que a retirada no navio de 179 metros pode levar meses por causa do mau tempo previsto para a região.

        A carga inclui veículos das marcas Jaguar, BMW e Land Rover. As boas notícias são quem ninguém ficou ferido no acidente e não houve vazamento de óleo.

        Foto: Reprodução/YouTube

         

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          Objetos a bordo

          Por: Redação -

          O verão já está aí e, na época em que mais costuma-se navegar, às vezes nos perguntamos como levar tantas coisas a bordo da embarcação sem atrapalhar os tripulantes e principalmente com segurança. Marcio Dottori responde e mostra, com o exemplo de uma prancha de stand-up, como se deve fazer.

          Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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            Da terra para o mar

            Por: Redação -

            A Sealegs, empresa neozelandesa que produz embarcações de casco semirrígidos anfíbios, anunciou uma novidade que vai além de suas embarcações que já chegaram aqui no Brasil. Agora, a empresa vai oferecer kits para transformação de embarcações comuns em anfíbios. Os kits poderão ser instalados em barcos de até 2,5 toneladas. Os barcos que instalarem a novidade poderão andar em terra e mar com rodas motorizadas que alcançam até 10 km/h.

            Assim como nas embarcações produzidas pela Sealeg, as rodas retráteis dispensam totalmente o uso de carretas para movimentação da embarcação da terra para a água.

            Os anfíbios Sealegs vêm conquistando muitos fãs pelo mundo, o mais ilustre é o designer de iates francês Philippe Starck. Ele já desenvolveu um modelo para a Sealegs e se apaixonou pelo fato de passar da terra para a água sem precisar ser rebocado há um ano. “Eu adoro esse momento, é verdadeiramente mágico. Quando você está na terra há alguma turbulência e, em seguida, está na água. Passar de um estado para outro é uma sensação extraordinária”, comenta o designer.

            Alguns estaleiros já estão trabalhando na incorporação da tecnologia em suas embarcações. A Sealegs acredita que o novo lançamento, previsto para o fim de 2015, será o passo definitivo para a popularização do produto. O Sytem 100, próxima novidade da Sealegs, é um kit para embarcações de até 6,5 toneladas. O protótipo já está pronto e em fase de testes.

            Fotos: Divulgação/Sealegs

             

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              Clássicos no Atlântico

              Por: Redação -

              A Panerai Transat Classique é uma regata de barcos clássicos em pleno Oceano Atlântico. A competição começa hoje na Ilha de Lanzarote, parte do arquipélago das Canárias, e terá como ponto de chegada o Fort-de-France em Martinique, no Caribe.

              Esta edição, a terceira da regata de clássicos, acontece após 3 anos da última Panerai Transat Classique que terminou com a vitória do veleiro White Dolphin no percurso de 4 000 milhas náuticas entre Cascais, em Portugal, e Barbados.

              Para este ano, os elegantes veleiros clássicos percorrerão cerca de 2 800 milhas náuticas no Oceano Atlântico. A regata transatlântica vai reunir embarcações de diferentes tamanhos e idade. A mais antiga, o Adventures de 31 metros de comprimento, foi construída em 1924 e é um projeto do designer escocês William Fife III. Outros 9 veleiros clássicos estarão na raia da competição que deve terminar no fim de janeiro.

              É a segunda edição da patrocinada pela Officine Panerai, lendária oficina de relógios fundada em 1860.

              A regata pode ser acompanhada, milha a milha, através do site oficial www.paneraitransatclassique.com.

              Foto: Divulgação

               

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                Guia de Angra 2015

                Por: Redação -

                capa angra

                 

                O Guia de Angra e Paraty 2015 faz parte da campanha “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, promovida por NÁUTICA há 17 anos, que visa conscientizar de uma maneira bem agradável, com a distribuição de brindes e informativos práticos, junto deste guia — editado e atualizado anualmente pela revista —, os usuários de barcos frequentadores de Angra dos Reis e Paraty no verão. A ação de 2015, que neste ano tem o apoio da Volkswagen, Neutrogena e Boat Show Eventos, mobilizará uma frota de embarcações com emblemas e bandeiras da NÁUTICA, que gentilmente vem abordando desde o Natal os demais barcos, oferecendo o desejado kit da campanha: uma bonita bolsa com muitos presentes e o próprio guia, que sempre faz muito sucesso em Angra — além, é claro, do adesivo com a nossa mensagem, para ajudar a conscientizar que na água só se deve mesmo jogar aquilo que o peixe pode comer. A natureza e todos aqueles que amam o mar e os rios agradecem.

                O guia está à venda na loja virtual de NÁUTICA (www.shoppingnautica.com.br) e nas bancas, por R$ 18, e traz o que há de melhor nas águas deste paraíso brasileiro. Os melhores passeios, as principais praias, ilhas, restaurantes para ir de barco, cachoeiras, mergulhos, postos de combustível, marinas e oficinas náuticas. Além disso, um especial: visitamos a única praia proibida aos turistas do Brasil. Abaixo, um pouco do guia que há anos premia os navegadores de Angra e Paraty.

                 

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                  Competições de Laser

                  Por: Redação -
                  06/01/2015

                  O velejador Bruno Fontes embarca na próxima semana para as disputas das duas primeiras competições da temporada 2015. Após um vice-campeonato na Copa Brasil de Vela e a manutenção de sua posição na equipe olímpica brasileira, Fontes tem pela frente o Campeonato Brasileiro e a Copa do Mundo de Miami.

                  O primeiro compromisso de Bruno Fontes será novamente no Rio de Janeiro. O Campeonato Brasileiro de Laser acontece entre os dias 19 e 23 deste mês, com as regatas acontecendo na Baía de Guanabara. Novamente, os velejadores retornam ao local dos Jogos Olímpicos de 2016 para mais uma competição na capital carioca.

                  “Estou bem empolgado para esse começo de temporada, ainda mais depois de um grande resultado no final do ano. A competição será muito forte. Teremos a presença de velejadores de fora do país que virão ao Rio para testar a raia dos Jogos Olímpicos. Será também uma ótima experiência antes da Copa do Mundo em Miami”, explica Bruno.

                  Após o encerramento do Brasileiro, Bruno embarca do Rio para Miami, nos Estados Unidos, onde acontece mais uma etapa da Copa do Mundo de Vela. A competição reúne a elite do esporte mundial na famosa raia de Biscayne Bay, entre os dias 26 de janeiro e 1º de fevereiro. Miami é conhecida por ser sediar uma das principais competições da vela mundial e Bruno tem alcançado bons resultados ao longo dos últimos anos.

                  “A Copa do Mundo de Miami sempre é um evento muito importante dentro do ciclo anual. A competição recebe os melhores atletas de diversos países. Eu tenho conquistado bons resultados e esse ano volto preparado para buscar um lugar no pódio”, encerra Bruno.

                  O velejador Bruno Fontes tem os patrocínios da Unimed, CBVela, Marinha do Brasil, Governo do Estado do Paraná e AGE do Brasil e conta com o apoio do COB – Comitê Olímpico Brasileiro e Vita Essência.
                  Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                   

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                    Lancha ou veleiro?

                    Por: Redação -

                    Primeiro vídeo da TV NÁUTICA em 2015 responde assunto polêmico na seção Quero Saber: lancha ou veleiro? Marcio Dottori aponta brevemente prós e contras básicos de cada um dos estilos. Assista e comente! O que você prefere?

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                      Recorde

                      Por: Redação -

                      O velejador britânico Alex Thomson e o espanhol Pepe Ribes estão a bordo do veleiro Hugo Boss na regata de volta ao mundo Barcelona World Race que começou no último dia 31 de dezembro e já iniciaram a regata com um recorde. Os velejadores fizeram a travessia de 538 milhas náutica entre Barcelona e Gibraltar em 2 dias, 5 horas e 50 minutos.

                      Além do recorde, os velejadores lideram a competição de volta ao mundo sem paradas disputada em veleiros Imoca 60 tripulado por duplas. Os competidores devem ficar cerca de 3 meses no mar.

                      Foto: Mark Lloyd / Alex Thomson Racing

                       

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                        Por: Redação -

                        O veleiro argentino Tunante II com quatro tripulantes a bordo continua desaparecido. A última pista de seu paradeiro foi em 14 de outubro quando uma imagem de satélite mostrava uma embarcação com dimensões iguais a do Tunante II.

                        Os quatro tripulantes Horacio R. Morales, Jorge Benozzi, Mauro Capuccio e Alejandro Vernero continuam desaparecidos e nenhum contato é feito desde o dia 28 de agosto de 2014 (data oficial do desaparecimento da embarcação).

                        Familiares e amigos dos tripulantes continuam a pedir nas redes sociais e na imprensa que velejadores de todo o mundo não desistam da busca que é feita por um programa de imagens de satélite.

                        O veleiro saiu da Argentina no dia 22 de agosto e nunca chegou ao seu destino, o Rio de Janeiro.

                        Foto: Arquivo Pessoal

                         

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                          Qual o melhor cabo?

                          Por: Redação -

                          Por Nicola Getschko

                          Os guinchos elétricos estão cada vez mais comuns em embarcações pequenas e médias, pelo conforto e segurança que ofere­cem. Mas daí surge uma dúvida frequente: o que usar, amarra de poliamida ou corrente de aço, já que a maior parte dos guinchos pode operar com os dois tipos? Para ajudá-lo na escolha, veja abaixo as principais perguntas e respostas sobre o tema.

                          1- Qual a quantidade mínima de amarra para se ter a bordo? Ela varia para corrente e cabo?

                          Com mar calmo, a regra é soltar uma metragem de amarra equivalente a, pelo menos, três a quatro vezes a profundidade do local. Com isso, o ferro ficará o mais paralelo possível com o fun­do, uma garantia de que vai unhar corretamen­te. Já com mar mais agitado, a ordem é soltar ainda mais amarra. Para quem navega próximo à costa, em profundidades inferiores a 10 me­tros, é recomendável ter pelo menos 40 metros de amarra. Isso vale tanto para corrente como para cabo de poliamida.

                          2- Qual amarra amortece melhor os movimentos do barco sobre o ferro: poliamida ou corrente?

                          As duas amortecem os impactos que o movimen­to do barco pode causar sobre o ferro, mas de forma diferente. O cabo de poliamida tem uma boa capacidade de alongamento quando tracio­nado, o que diminui os efeitos dos movimentos do barco sobre o ferro. Já a corrente alonga-se muito menos sob tração. Porém, seu peso, muito maior, faz com que boa parte de seus elos fique apoiada no fundo, diminuindo a carga sobre o ferro. Mesmo quando o barco — pelo movimen­to causado pelas ondas ou pelo vento — eleva a corrente do fundo e a estica, ocorre um amor­tecimento da carga sobre o ferro, com a conse­quente volta à condição inicial do fundeio.

                          3- Caso o ferro fique preso no fundo, o cabo leva vantagem sobre a corrente?

                          Sim. Em uma situação de emergência, quando não se consegue soltar o ferro do fundo, cortar um cabo de poliamida é uma operação bastan­te simples. Já no caso da corrente, é preciso um alicate ou uma serra para cortá-la, ou então soltar todo o comprimento restante.

                          4- Qual a diferença, em termos de peso e de preço, entre uma amarra de corrente e uma de cabo?

                          É grande, nos dois quesitos. No caso de uma amarra de 40 metros, por exemplo, usando um cabo de poliamida de 12 mm de diâmetro o peso será de pouco mais de 6 kgf (quilograma-força), considerando-se, inclusive, 1,5 metro de corrente entre o cabo e o ferro. Já para uma corrente de aço de 8 mm o peso sobe para quase 50 kgf. Ou seja, a corrente pesa 12 vezes mais que o cabo. As diferenças também são grandes em relação ao preço: uma corrente de aço zincado custa cer­ca de 10 vezes mais do que uma de poliamida.

                          5- Qual tipo de amarra facilita mais o fundeio?

                          Para um fundeio simples não há uma grande diferença entre usar corrente ou cabo. Já quan­do se faz uma atracação pela popa, em um píer ou flutuante, a amarra de corrente pode facilitar a manobra. Soltando uma boa quantidade de corrente ao iniciar a atracação, o peso da corren­te no fundo tem um pequeno efeito de “poita”, o que possibilita deixar a proa “fixa”, girando o barco em torno dela, ao mesmo tempo em que se dá a ré para trazer a popa próxima ao cais.

                          Foto: Shutterstock

                           

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                            Incentivo

                            Por: Redação -
                            05/01/2015

                            A verba, de R$ 1,2 milhões, tem destino único para a compra de equipamentos e materiais. O processo de licitações já foi iniciado pelo Clube e o projeto tem a duração de 12 meses. Dos 37 clubes que se submeteram ao cadastro, o Veleiros do Sul ficou entre os 16 que tiveram propostas aprovadas.

                            Em novembro de 2014 o ex-comodoro Cícero Hartmann e o gerente de esporte Odécio Adam compareceram ao Congresso Brasileiro de Clubes, promovido pela CBC e Federação Nacional de Clubes (FNC) quando houve a solenidade de assinatura dos protocolos de convênios com a presença do então ministro do Esporte Aldo Rebelo.

                            “Trabalhamos com muita seriedade para apresentar o nosso projeto em um universo de 14 mil. O Veleiros do Sul conseguirá fomentar a vela de base resgatando a Escola de Vela Minuano, modernizando processos e dando subsídio a novos velejadores. Essa conquista é o coroamento de um trabalho e deixará um legado para o Clube e para a vela nacional”, afirmou o ex-comodoro Cícero Hartmann.

                            Atualmente o Veleiros do Sul possui duas duplas na Equipe Brasileira de Vela Olímpica com chances de vaga na Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro: Geison Mendes e Gustavo Thiesen (classe 470 masculino) e Samuel Albrecht e Geórgia Silva (classe Nacra 17).

                            Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                             

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                              7 conselhos que você precisa para escolher um bom GPS

                              Vivemos em uma época em que se respira tecnologia. Inovações, melhorias em equipamentos, múltiplas funções fazem cada vez mais parte do dia-a-dia das pessoas “normais”. E dentro de um barco não poderia ser diferente! Com vasto leque de equipamentos para melhorar a navegação, um bom GPS é item obrigatório. Mas, dentre tantas opções disponíveis no mercado, não é difícil surgirem dúvidas sobre o que levar em conta na hora da escolha. Para sanar as suas possíveis dúvidas, NÁUTICA conversou com Christiano Sestini, Diretor Comercial da Marine Express:

                              1- No mercado atual, você pode encontrar um ótimo GPS fixo, ou mesmo GPS + Sonda com bom custo-benefício. É preciso ficar atento a qual modelo se adapta melhor à sua necessidade;

                              2- O tamanho de telas é um item bastante variável. Hoje, existem modelos, inclusive, a partir de 5”, para quem quer ter maior visibilidade. Eles podem vir acompanhados de teclado ou touchscreen, e a escolha vai depender da preferência de quem irá utilizar. Para quem é adepto à modernidade e já está habituado ao “toque”, o touchscreen é uma boa opção, além de não perder espaço de tela, como os modelos com teclado – estes, mais indicados para quem é mais ligado ao tradicional;

                              3- Deve-se ficar atento, também, às telas de LED super brilho – ajuda nos dias ensolarados; antena de GPS embutida – facilidade de instalação; sondas digitais de 50/200hz; e sensores de 600w para espelho de popa;

                              4- É preciso verificar, ainda, se o GPS oferece opção para instalação no suporte ou embutido, e se os acessórios vêm acompanhando o produto;

                              5- Observar qual aparelho oferece mais vantagens na hora da compra é imprescindível. Tem garantia igual ou superior a 2 anos, suporte técnico facilitado, cartografias embutidas no kit? Escolha sempre o que proporcionar mais benefícios a você!

                              6- Qual modelo de cartografia que o equipamento aceita? Já procurou saber? Entre eles existem Raster, Navionics, CMP…

                              7- O modelo possui bluetooth, que permite acesso ao controle de áudio do barco; wifi; conexão com motores; dados Nmea 2000; entrada de câmeras para monitoramento; radar; e piloto automático?

                              Depois de checar todos estes itens, é provável que você esteja com um bom GPS, adequado às suas necessidades. Mas, é preciso ficar atento porque este meio está em constante modernização, e sempre pode haver uma novidade de mercado que possa satisfazer melhor às suas exigências de navegação. Fique de olho e modernize seu barco!

                              Foto: Divulgação

                               

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                                Água de cima a baixo

                                Por: Redação -

                                Projetado por Enrico Gobbi, o megaiate Poseidon, de 144 pés, será construído com casco, conveses e superestrutura de alumínio pelo estaleiro Rossinavi, em Viareggio, importante centro náutico da Itália. O destaque desse barco, que tem velocidade de cruzei­ro estimada em 14 nós, com autonomia de 10 mil mi­lhas, com dois motores de 1 300 hp, é o contato dos interiores com o mar e o céu. Mostra disso são suas janelas verticais na proa, a suíte principal em forma de casa de vidro semicircular no convés superior e uma fenomenal piscina de vidro, com o fundo acima de um beach club, na plataforma de popa.

                                Foto: Divulgação

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  A terceira etapa da Volvo Ocean Race começou neste sábado (3). Os seis barcos partiram de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a Sanya, uma ilha chinesa. A perna terá 4.642 milhas náuticas – 8.596 quilômetros – e passará por zonas de difícil navegação, como o Estreito de Malaca. A organização da Volta ao Mundo também definiu áreas de exclusão no percurso. Os fãs da modalidade podem acompanhar o desempenho das equipes pelo tracker oficial da regata.

                                  A etapa promete ser bastante disputada do começo ao fim, assim como as duas anteriores. Prova disso é o campeonato com três equipes liderando com o mesmo número de pontos: Team Brunel, Abu Dhabi e Dongfeng. O time espanhol Mapfre, que tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, está em quinto e quer se recuperar ainda mais nessa etapa.

                                  “Vamos passar por Índia e Cingapura, por exemplo, até chegar a Sanya. Será uma regata literalmente costeira. Você precisa se aproximar da costa para evitar correntezas e isso dá muito trabalho a bordo, pois temos de manobrar muito o barco. Cansa bastante”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca. “A união do Mapfre é cada vez maior. A nossa expectativa é ficar entre os três primeiros e subir na tabela”.

                                  A holandesa Carolijn Brouwer está confiante no desempenho do Team SCA depois da vitória das meninas na In-Port Race de Abu Dhabi. Em português, a atleta olímpica, que morou mais de 10 anos do Brasil, escreveu que a etapa será totalmente diferente das demais.

                                  “A primeira metade da perna será de ventos mais fracos, porém com obstáculos. O Estreito de Malaca tem de tudo: barcos de pesca, navios e muito mais. São situações que saem do nosso controle. Esperamos ter um pouco de sorte para passar por esse trecho. Temos uma equipe forte e preparada para esse desafio”, contou Carolijn Brouwer.

                                  Nas milhas iniciais o Abu Dhabi Ocean Race, um dos líderes da Volvo Ocean Race, aproveitou o ‘fator casa’ e pulou na frente nas primeiras milhas. Com pouco vento e com muita névoa, as equipes lutavam para enxergar um palmo a frente. As condições desafiadoras logo no início são pequenas perto das que estão por vir.

                                  Serão ao todo oito zonas de exclusão, começando pelo território iraniano, os campos petrolíferos de Saleh, Dragon, e Phuong Dong, e as proibições na costa leste africana.

                                  A previsão indica que os barcos devem demorar mais de três semanas para completar o percurso, que será predominantemente de ventos fracos. A parte mais complicada será o Estreito de Malaca, que separa a ilha de Sumatra (Indonésia) e a Malásia. Uma das maiores rotas marítimas do mundo se concentra em um espaço de 1.5 milhas.

                                  Foto: Divulgação

                                   

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                                    Vitória feminina

                                    Por: Redação -
                                    03/01/2015

                                    O Team SCA, equipe 100% feminina na Volvo Ocean Race, venceu, nesta sexta-feira (2), a Regata Local ou In-Port Race de Abu Dhabi. A prova antecede a largada da terceira etapa e é realizada em todas as cidades-sede da Volta ao Mundo. O time da Suécia escolheu a melhor estratégia para os ventos fracos do dia – média de 5 nós, fez manobras limpas e surpreendeu os adversários do começo ao fim. Na montagem da primeira boia, as meninas já estavam em primeiro lugar. A equipe teve a holandesa quase brasileira Carolijn Brouwer como timoneira. A velejadora, que aprendeu a modalidade em Niterói (RJ) com a família Grael, foi fundamental na disputa.

                                    “Foi um trabalho em equipe bem feito”, disse a holandesa, que fala perfeitamente o português por ter morado tanto tempo no Brasil. “A vitória nos dá mais confiança para as próximas etapas”.

                                    O Team SCA dedicou a vitória a tripulante Sophie Ciszek. A proeira está de repouso após fazer uma cirurgia de hérnia de disco. “O ambiente está muito bom a bordo e essa vitória nos dá moral para a largada da terceira etapa”, explicou a comandante Sam Davies. A segunda posição da In-Port Race ficou com o Team Brunel, seguido pelos donos da casa, o Abu Dhabi Ocean Racing e Dongfeng. Team Alvimedica e Mapfre fecharam a prova em quinto e sexto lugares, respectivamente.

                                    A flotilha larga para a terceira etapa da Volvo Ocean Race, entre Abu Dhabi e Sanya, hoje. O percurso será de 4.670 milhas náuticas e vai passar pelo Estreito de Malaca, um dos mais complicados do mundo.

                                    Foto: Divulgação

                                     

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                                      Tensão a bordo

                                      Por: Redação -
                                      02/01/2015

                                      Por Nicola Getschko

                                      Há alguns anos, a instalação elétrica a bordo fornecia apenas tensões de 12 V ou 24 V, em corrente contínua, dependendo das baterias usadas. Isso mudou com a popularização dos inversores, que transformam a corrente contínua em corrente alternada. Com isso, ter uma rede elétrica em corrente alternada de 110 V ou 220 V deixou de ser privilégio de barcos maiores equipados com geradores. Mas qual é a tensão mais adequada? Vale a pena ter tomadas de 5 V USB? As respostas às cinco perguntas mais frequentes, sobre o assunto, a seguir, explicam.

                                      Vale a pena ter tomadas em 12 V?
                                      Sim. A maioria dos equipamentos náuticos opera nessa tensão. Além disso, as tensões de 12 V têm riscos mínimos de choque elétrico. Para tomada 12 V, prefira a do tipo “isqueiro-fêmea”.

                                      Entre 110 V e 220 V, qual é a melhor escolha?
                                      Essas duas tensões permitem muito mais opções de uso de equipamentos e eletrodomésticos, mas os riscos dos choques elétricos em instalações de 110 V são menores que as de 220 V. Um choque em 220 V pode ser fatal em ambiente molhado. A vantagem de operar em 220 V é, unicamente, a possibilidade de usar fiação de menor bitola.

                                      Qual a opção de alimentação mais indicada para um equipamento, 110/220V ou 12 V?
                                      A opção de 12 V é melhor e mais segura. A menos que o barco tenha gerador, para obter a tensão de 110/220 V é preciso um inversor, o que acarreta uma perda entre 10% e 20% da energia drenada das baterias. Isso não ocorre quando a fiação vem diretamente das baterias, caso das ligações em 12 V. Mais ainda: uma falha no inversor pode ocasionar uma pane muito mais difícil de ser reparada ou causar uma descarga excessiva das baterias.

                                      A tomada de cais deve ser para 110 V ou para 220 V?
                                      Ambas, porque as marinas não seguem um padrão. Há vários sistemas de carregamento das baterias e de alimentação dos circuitos elétricos do barco que detectam automaticamente a tensão do cais e fazem o chaveamento interno para operar em 110 V ou 220 V, evitando os danos de uma ligação errada de um sistema de 110 V em uma tomada de 220 V.

                                      Convém ter tomadas com 5 V USB?
                                      Sim, já que essa nova tensão é o padrão de alimentação das baterias da maioria dos equipamentos eletrônicos como celulares, tablets e notebooks. Ter tomadas USB evita o uso de adaptadores e perdas de energia. Isso porque os adaptadores são alimentados por 110/220 V. As perdas ocorrem na conversão de 12 V para 110/220 V no inversor e, depois, no adaptador. Neste caso, para cada 10 Wh consumidos pelo equipamento, serão consumidos cerca de 14 Wh da bateria.

                                      Foto: Shutterstock

                                       

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                                        Volvo Ocean Race

                                        Por: Redação -

                                        O júri da Volvo Ocean Race definiu, nesta terça-feira (30), que o Team Alvimedica foi o quarto colocado na segunda etapa da Volta ao Mundo. A mudança do resultado foi uma compensação dada à equipe turca/norte-americana por ter alterado sua rota para ajudar o Team Vestas Wind, barco que encalhou numa ilha do Oceano Índico no fim do mês de novembro. O tempo utilizado para prestar socorro aos companheiros de regata foi retirado e, segundo a nova contagem, o Team Alvimedica ficou em quarto, mesmo posto do que o espanhol Mapfre. Ambos saíram com quatro pontos perdidos.

                                        O comandante Charles Enright se mostrou satisfeito com a decisão após a reunião das equipes em Abu Dhabi, local da largada da terceira etapa da Volvo Ocean Race. Segundo ele, sua equipe perdeu tempo e deixou de aproveitar condições favoráveis de navegação para se dirigir à zona do incidente com o Vestas. “Obviamente, nós estamos muito satisfeitos com a decisão. Mas vale dizer que só percorremos 20% da Volvo Ocean Race e temos muito a fazer. É bom ter o ponto, mas é um pequeno passo em uma grande jornada”.

                                        O júri teve participação direta da Isaf – Federação Internacional de Vela – e foi presidido por Bernard Bonneau.

                                        A classificação final da segunda etapa, entre a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos, ficou na ordem a seguir: Team Brunel, Abu Dhabi Ocean Racing, Dongfeng Race Team, Mapfre, Team Alvimedica e Team SCA. O Team Vestas Wind abandou a perna.

                                        Neste sábado (3), os barcos disputam a regata In-port de Abu Dhabi. No dia seguinte, a flotilha parte para Sanya, na China, para a terceira etapa da Volvo Ocean Race.

                                        Classificação atualizada:

                                        1) Team Brunel (Holanda) 4 pontos.
                                        2) Abu Dhabi Ocean Racing (EAU) 4 pontos
                                        3) Dongfeng Race Team (China) 4 pontos
                                        4) Team Alvimedica (Turquia/EUA) 9 pontos
                                        5) Mapfre (Espanha) 11 pontos
                                        6) Team SCA (Suécia) pontos

                                        Foto: Divulgação

                                         

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                                          Virada no mar

                                          Por: Redação -
                                          31/12/2014

                                          As oito duplas da regata de volta ao mundo Barcelona World Race vão comemorar a virada de 2014 para 2015 no mar. A regata, disputada em veleiros Imoca 60 tripulados por apenas dois velejadores, larga amanhã, dia 31 de dezembro, em Barcelona.

                                          Cheminées Poujoulat, GAES Centros Auditivos, Hugo Boss, Jörg Riechers and Sébastien Audigane, Neutrogena, One Planet, One Ocean & Pharmaton, Spirit of Hungary e We are Water são as equipes que estarão na linha de largada hoje para enfrentar o desafio.

                                          Serão 24 000 milhas náuticas que serão percorridas em cerca de 3 meses. A Barcelona World Race está em sua terceira edição. Os franceses Jean-Pierre Dick e Loïck Peyron foram os campeões da última edição a bordo do Virbac-Paprec 3.

                                          Foto: Divulgação

                                           

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                                            União mais que perfeita

                                            30/12/2014

                                            Um dos mandamentos da gastronomia diz que os pratos de peixes e frutos do mar se complementam com vinho branco, assim como tanta coisa feita para viver juntinha, como arroz com feijão, queijo com goiabada, pimenta com acarajé. Porém, não é todo branco que vai bem, por exemplo, com aquela garoupa que você costuma fisgar no fim de semana. Para fazer a harmonização é preciso considerar o tipo de pescado, a intensidade de temperos e até a forma de preparo. No quesito tipo de pescado, por exemplo, um peixe de sabor mais delicado, como o linguado, pede um branco leve, seco e muito fresco, como o Sauvignon Blanc, enquanto os peixes de sabor mais forte, como o atum, a cavalinha e as sardinhas, combinam melhor com vinhos brancos com maior volume de aromas e sabores, como a variedade Viognier. Já o bacalhau pede brancos encorpados ou tintos leves, com tanino bem redondo, como os da região do Douro, em Portugal. Conhecedor dos segredos da harmonização, o sommelier Guilherme Correa, da Decanter — uma das mais destacadas importadoras de vinho do Brasil, com sede em Blumenau, Santa Catarina — revela o enigma, indicando as combinações mais apropriadas.

                                            A forma de preparo do peixe influencia na escolha do vinho?
                                            Um peixe feito no vapor harmoniza-se melhor com vinhos brancos leves, como o italiano Orvieto ou os verdes de Portugal. Por sua vez, os ensopados delicados combinam bem com os Chardonnay sem passagem por barril de carvalho, frescos, como os Chablis. Já um peixinho grelhado, como o salmão, vai bem com brancos com toque de madeira, como um Chardonnay do Novo Mundo. No caso de massas com frutos do mar, o casamento depende do tipo de molho. Se for apenas puxado com alho, vinho branco e ervas frescas, os do sul da Itália fazem uma boa parceria, como um Fiano di Avellino ou Greco di Tufo. No caso de molho vermelho, a pedida é sempre um rosé italiano.

                                            Os vinhos brancos combinam com qualquer tempero?
                                            Não. No caso de peixes feitos com molho à base de azeite e ervas frescas, a pedida é servir um vinho mais leve, sem madeira, como os brancos do Sul da França e os espanhóis, passando pelos italianos mais jovens e frescos, como o Verdicchio. O mesmo vale para as ostras, mais neutros na expressão da fruta e minerais, como os Chablis mais simples, como os Muscadets, além de bons espumantes. Em contraste, a moqueca baiana — que leva leite de coco, cebola e azeite de dendê — exige um vinho mais perfumado, como o argentino Torrontés. O mesmo vale para um atum grelhado que seja servido com um molho escuro. Neste caso, é possível até acompanhar o peixe com um vinho tinto leve, como um Pinot Noir. Por sua vez, um salmão grelhado casa bem com um vinho rosé mais frutado, da região francesa da rovence. Já um peixe temperado com shoyu, como o salmão ao molho oriental, faz par com um rosé mais encorpado, da Argentina ou do Chile.

                                            Foto: Shutterstock

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              Por Nicola Getschko

                                              Ter uma geladeira elétrica a bordo, mais do que um conforto, é uma necessidade, já que ela permite conservar os alimentos por mais tempo, além de garantir que as bebidas não fiquem quentes no meio do passeio, ampliando a autonomia dos cruzeiros com a família. As opções de refrigeradores vão desde os termoelétricos até os projetados especificamente para uso náutico, passando pela adaptação de frigobares comuns e por conjuntos modulares de compressor-condensador-evaporador, para montagem integrada. Não sabe qual instalar? Confira as vantagens e desvantagens de cada tipo de geladeira.

                                              1 – Como funcionam os refrigeradores termoelétricos, os chamados “coolers”?
                                              Eles têm como elemento “gerador” de frio uma placa semicondutora, com capacidade de resfriar um dos lados, enquanto o outro se aquece, no chamando efeito Peltier. As vantagens são a simplicidade, com ausência de partes móveis, gases ou líquidos, e quase nenhum ruído, e o controle preciso da temperatura. Porém, têm um rendimento energético pior que o dos refrigeradores com compressor, diminuindo a temperatura interna, no máximo, 2o°C abaixo da ambiente.

                                              2 – O sistema termoelétrico é uma boa opção para se usar em barcos?
                                              Não. Em primeiro lugar, porque consomem muita energia. Além disso, dificilmente conseguem atingir temperaturas abaixo de 0°C, ou seja, não conseguem produzir gelo ou conservar adequadamente os alimentos a bordo, principalmente em climas quentes.

                                              3 – No caso de kit de refrigeração, é melhor pedir a instalação ao estaleiro?
                                              Sim. Alguns aspectos da instalação recomendam isso, como a posição do evaporador (placa fria) e do conjunto compressor-condensador, que exigem cuidados especiais na fixação, na passagem de tubulações e no resfriamento do condensador. Sem contar que o refrigerador necessita de um local previamente reservado para ele.

                                              4 – É melhor ter um frigobar comum ou um refrigerador náutico?
                                              Depende. O frigobar comum leva vantagem no custo, que é bem inferior tanto na aquisição quanto na manutenção do equipamento. Nos demais aspectos técnicos, porém, os refrigeradores náuticos têm vantagens claras. A decisão por um ou outro deve ser tomada com base na frequência de uso, na duração dos passeios e, claro, no quanto se está disposto a gastar. Se a opção for pelo frigobar, é importante que haja um bom espaço na sua parte traseira para a circulação do ar que vai resfriar o condensador. Alguns estaleiros projetam nichos tão pequenos que comprometem o funcionamento e a vida útil dos frigobares.

                                              5 – Quais as vantagens das geladeiras náuticas sobre as comuns?
                                              São várias. Para começar, sua carcaça é de inox, material imune à corrosão marinha. Depois, elas têm sistema de alimentação 12/24 volts, dispensando o uso de inversores ou geradores 110/220 volts. Por sua vez, a parte interna é projetada para evitar que os alimentos e as bebidas fiquem soltos e tem luz de led, enquanto as portas, protegidas por travas, não se abrem com o balanço do barco. Além disso, as geladeiras náuticas não produzem descarga excessiva das baterias e usam compressores mais eficientes, com a consequente redução do consumo de energia.

                                              Foto: Mozart Latorre/revista Náutica

                                               

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                                                Por: Redação -

                                                O veleiro Wild Oats XI, de nacionalidade australiana, marca, mais uma vez, o seu nome na história de uma das regatas oceânicas mais desafiadoras da atualidade, a Rolex Sydney Hobart Yacht Race. Realizada sempre no “The Boxing Day” (o dia após o Natal), a Sydney-Hobart tem um triste registro em sua história de 70 anos. Na edição de 1998 um temporal acabou tirando a vida de seis velejadores que participavam da competição. Desde então não a regata se tornou uma das mais desafiadoras, por cruzar o imprevisível mar da Tasmânia e também uma das mais temidas. Nas 628 milhas, os veleiros podem encontrar trechos de mar agitado, temporais e ventos fortes.

                                                O Wild Oats XI, que tem um patrono com 86 anos de idade e muito empenho na manutenção do veleiro, que já tem 10 anos, e da equipe, é o veleiro que mais venceu a competição na história. O primeiro título da equipe foi em 2005 e neste ano teve um desafio ainda maior, um veleiro americano que entrou na competição para vencer. O Comanche, com 100 pés e comandado por Casey Smith, colou no Wild Oats XI, mas terminou em segundo lugar. Um feito e tanto para um veleiro que participa pela primeira vez da competição.

                                                Completando o percurso em 2 dias, 2 horas, 3 minutos e 26 segundos, o Wild Oats XI, além de vencer a competição, não superou seu próprio recorde de 1 dia, 18 horas, 23 minutos e 12 segundos conquistado em 2012.

                                                Mesmo sem bater o recorde o proprietário do Wild Oats XI, Robert Oatley, demonstrou extremo orgulho de sua equipe declarando: “É um milagre – um milagre absoluto. É a vitória mais doce, mas todos elas foram doces”. Oatley também confirmou que o veleiro estará de volta em 2015 para tentar mais uma vitória.

                                                Foto: Carlo Borlenghi/Rolex/Divulgação

                                                 

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                                                  Por: Redação -
                                                  29/12/2014

                                                  O fim de semana foi de muita movimentação para os velejadores da classe Laser Radial e 4.7. Após várias regatas disputadas, o Campeonato Pernambucano das duas categorias, enfim, teve seu campeão definido. O nome dele é Yuri Reitlher, que garantiu o título tanto do Radial como do 4.7. Os torneios aconteceram no Cabanga Iate Clube, na sub-sede de Maria Farinha, Litoral Norte do Estado.

                                                  O Campeonato Pernambucano de Laser Radial teve início no último dia 21 de dezembro, quando Leonardo Almeida saiu na frente com um primeiro, um segundo e um terceiro lugar. No entanto, com as quatro regatas disputadas neste domingo (28), Yuri arrancou o título das mãos do adversário e foi o grande destaque desta edição da competição estadual.

                                                  Yuri garantiu o título antes mesmo de o torneio chegar ao fim, já que venceu as três primeiras regatas deste domingo. Vale lembrar que o regulamento permite um descarte, justamente o pior resultado do velejador. No entanto, para coroar a boa fase, Yuri venceu a quarta regata do dia e fechou o ano com chave de ouro.

                                                  Antes de entrar na água para a disputa do estadual de Laser Radial, Yuri Reitlher já havia conquistado, no último sábado (27), o bicampeonato do Pernambucano de Laser 4.7 de forma invicta. O atleta do Cabanga Iate Clube de Pernambuco, que na última sexta-feira (26), primeiro dia das disputas do Laser 4.7, havia terminado o dia na primeira colocação com três primeiros lugares nas três regatas disputadas, confirmou o favoritismo e levantou a taça de campeão.

                                                  Nas três últimas regatas do sábado (27), Yuri venceu as duas primeiras e não participou da terceira. Como o regulamento do campeonato previa o descarte do pior resultado, Yuri somou cinco vitórias nas cinco regatas que disputou.

                                                  O destaque do Estadual de Laser 4.7 ficou com a presença de dois novos nomes – Tiago Monteiro e Rodrigo Vilarroel, que ainda disputam regatas na classe Optimist e se preparam para no início de janeiro disputar, no Rio de Janeiro, o Brasileiro da classe inicial da vela.

                                                  Foto: Rafael Chiara/Divulgação

                                                   

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                                                    Vai fazer uma viagem longa de barco e está com dúvidas sobre o que pode ajudá-lo na navegação? Hoje, além dos eletrônicos que se tornaram indispensáveis para quem quer segurança e praticidade no mar, existem inúmeros aplicativos que podem agregar ainda mais. “Desde que decidi fazer uma volta ao mundo no Veleiro-Escritório Matajusi, considerei os melhores e mais importantes aplicativos para usar no notebook de bordo”, relata Silvio Ramos, executivo de uma multinacional, apaixonado pelo mar, que fez a volta ao mundo em seu veleiro. Ele fala sobre os aplicativos mais usados que podem ajudá-lo:

                                                    AirMail – Considerado um dos mais importantes aplicativos de bordo, o AirMail permite comunicação via e-mail entre qualquer conta do barco e fora dele, incluindo pedido dos arquivos GRIB de previsão de tempo e notificações automáticas de aviso de tempo tipo TXT (desde que e-mail do barco esteja registrado para receber). Pode ser usado para gerenciar múltiplos e-mails e funciona em conexão com rádio SSB, por meio de conexão feita pelo modem Pactor III USB.

                                                    OpenCPNA – De fácil utilização, este aplicativo possibilita a troca de informações referentes às rotas utilizadas e trilhas já traçadas por outros barcos, e também suporta formatos de cartas mais populares como as BSB e CMAP. O OpenCPN tem, ainda, aplicativos internos que permitem a visualização dos GRIB files (arquivos de tempo) sincronizados com a carta náutica eletrônica em uso, o Google Earth em paralelo à carta náutica em uso, e a visualização dos instrumentos de bordo, desde que integrados ao sistema.

                                                    Raytech Navigator – Permite a visualização das cartas fechadas em Navionics em barcos que usam o sistema RayMarine. Por meio de um leitor de cartão de vários formatos, autorizado a acessar essas cartas, o navegante pode se preparar e conferir rotas ou trilhas já percorridas que podem ser transferidas para o RayMarine de bordo para uso na navegação. Ele pode ser integrado com o sistema de bordo e comandado pelo notebook.

                                                    Visual Passage Planner – Permitindo o estudo de rotas de travessias de qualquer tamanho, este aplicativo leva em conta as estatísticas de ventos, correntes, condições de mar e tempo dos últimos 50 a 100 anos. Tais informações são guardadas em um banco de dados usado pelo aplicativo para tomar decisões de rota e ainda dá a opção de separar as rotas longas por períodos, permitindo a criação automática de WayPoints, que podem ajudar na precisão da rota sugerida.

                                                    WXTide32 – O WXTide32 se baseia na hora do sistema usado no notebook de bordo para calcular a altura e variação da maré na área onde o barco se encontra, permitindo o cálculo da maré em qualquer lugar do mundo. É muito útil para que situações inesperadas não aconteçam.

                                                    GPSInfo – Um utilitário interessante para analisar os dados recebidos pelo GPS integrado ao notebook de bordo através de uma antena GPS específica.

                                                    AIS ativo – Esses equipamentos melhoram – e muito! – a segurança do barco e tripulação no tocante a outras embarcações, pois muitas delas não conseguem distinguir embarcações pequenas em seus radares. Cada AIS tem seu próprio aplicativo, com funções de leituras e conferencias dos dados recebidos. Uma função em especial é a capacidade de deixar seu aparelho em modo BlackOut, sem irradiar posição, rumo e velocidade. Isto é muito importante ao navegar em rotas com suspeita da existência de piratas, que usam estas informações de embarcações próximas para preparar interceptação e ataque.

                                                    Fotos:

                                                     

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                                                      27/12/2014

                                                      A Ferretti Group Brasil, divisão brasileira da italiana Ferretti, marca de grande prestígio em todos os mares do mundo, entrou com um pedido de recuperação judicial, a antiga concordata. A informação é do portal de notícias UOL que divulgou a informação nesta semana. Marcio Christiansen, diretor executivo do estaleiro que tem sede em São Paulo, enviou uma nota ao portal em que confirma a informação e declara que o objetivo é salvar e organizar a empresa. Christiansen classificou o pedido de recuperação judicial como uma atitude corajosa da empresa.

                                                      Ainda segundo a UOL, o estaleiro tem uma dívida estimada em R$ 48 milhões e já demitiu, nos últimos dois anos, cerca de 450 funcionários. O plano de pagamento da dívida deve ser apresentado nos primeiros meses de 2015.

                                                      Foto: FerrettiGroup Brasil

                                                       

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                                                        Por: Redação -

                                                        Guardião de um tesouro náutico, o pescador artesanal Edilson Miguel da Silva, de 61 anos, é o único que ainda detém a técnica da construção de uma embarcação tradicional do Nordeste brasileiro: a jangada de raiz, embarcação feita a partir da raiz da timbaúba, árvore típica do semiárido cearense, que há muito deixou de ser usada pelos profissionais da pesca marítima artesanal. Durante 35 anos, seu Bichinho, como Edilson é chamado carinhosamente pelos amigos, construiu e usou esse tipo de jangada, conhecida popularmente como paquete, e, que não cabem mais de duas pessoas. Primitiva, ela passou a ser substituída pelos jangadeiros por embarcações mais “modernas”, feitas de uma camada de isopor coberta por duas placas de madeira compensada, sobre as quais um fino mastro sustenta uma vela triangular.

                                                        Como um herói da resistência, seu Bichinho foi o único que continuou navegando com a jangada com a qual aprendeu a pescar e sustentou sua família ao longo de três décadas e meia em Barrinha de Baixo, município de Acaraú, no Ceará, bem perto de Jericoacoara. A história de seu Bichinho virou até filme e essa história completa esta na edição de NÁUTICA de dezembro que está nas bancas de todo o país.

                                                        Foto: Niven Franci

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          Este final de semana promete ser de fortes emoções para os participantes do Campeonato Pernambucano de Laser (Radial e 4.7). Neste sábado (27) e domingo (28), os velejadores entrarão nas águas da praia de Maria Farinha, litoral norte de Pernambuco, para definir os campeões estaduais das duas categorias.

                                                          Neste sábado (27), serão disputadas as últimas regatas da classe Laser 4.7. Os velejadores terão pela frente mais quatro regatas, de um total de sete regatas. Vale lembrar que uma delas será descartada ao término da contagem.

                                                          Nesta sexta-feira (26), primeiro dia das disputas do Laser 4.7, quem levou a melhor foi Yuri Reitlher, que terminou o dia na primeira colocação com três primeiros lugares nas três regatas disputadas, totalizando três pontos. Ele foi seguido por Vitor, segundo colocado com sete pontos e Rodrigo, que terminou em terceiro com oito pontos.

                                                          A classe Laser Radial, que teve início no último domingo (21), terá suas regatas disputadas no próximo domingo (28). Na reta inicial, o velejador Leonardo Almeida levou a melhor e agora é o líder da tabela. Ele, portanto, é o grande favorito para receber o título de campeão neste domingo (28). Atual campeão da classe, Daniel Dantas é o segundo colocado na classificação, seguido por Yuri Reithler, terceiro colocado.

                                                          Foto: Rafael Chiara/Divulgação

                                                           

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                                                            26/12/2014

                                                            Entre os mitos que proliferam no Brasil desde que os consumidores passaram a aprimorar o gosto por vinhos de qualidade, e os importados passaram a bater recordes de venda, o mais comum é a afirmação de que a bebida feita com uvas combina apenas com o inverno — embora costumem consumir nessa época, como manda a tradição, muito champanhe, espumantes e brancos de maior corpo, bebidas que costumam ser servidas geladas. “Saborear vinho tinto no verão não é pecado, especialmente quando se está a bordo de um barco, naquele clima de descontração”, defende o consultor de vinhos da importadora Porto a Porto, Flávio Bin. Existem bons vinhos rosés e até alguns tintos que vão muito bem também no calor e harmonizam maravilhosamente com pratos servidos na estação mais quente do ano. “Onde o vinho não é apreciado não é o frio que falta, é a cultura”, completa. Veja as dicas do especialista.

                                                            Tintos – A bebida consumida por milhões de pessoas todos os dias harmoniza maravilhosamente com alguns peixes grelhados, de sabor mais acentuado, como o salmão. O segredo é a escolha de vinhos com taninos mais leves delicados, de teor alcoólico reduzido, produzidos com a uva pinot noir, como o argentino Nieto Senetiner, de Mendoza, e o francês Chauvot-Labaume, da Borgonha, para ficar apenas em dois exemplos de tintos apropriados para ser bebidos resfriados, numa temperatura um pouco abaixo da normal (em torno de 13° a 16°).

                                                            Rosés – Outro que reclama o seu lugar ao sol é o vinho rosé. Em alta no Brasil, este tipo de bebida sempre teve prestígio na Europa. “É um vinho interessante porque reúne um pouco do tanino dos tintos e a acidez dos brancos. Pode acompanhar peixes, crustáceos, uma paella espanhola e, às vezes, até uma carne mal passada”, explica Flávio. Uma boa pedida é o francês Le Rosé de Floridene, de Bordeaux.

                                                            Brancos – Tradicionalmente associados ao verão, têm como opção interessante o famoso vinho verde português, produzido com a uva Alvarinho, que resulta em um branco mais encorpado. “É um curinga para se ter no barco. Vai bem com peixes e frutos do mar de maneira geral e até com peixes mais gordurosos, como o bacalhau”, defende Flávio. Mas também pode ser apreciado sem acompanhamento algum, porque é super-refrescante. Boas marcas? Varanda do Conde e Portal do Fidalgo. Já para harmonizar com ostras, a pedida é ter a bordo algumas garrafas de Chablis, o famoso vinho branco da Borgonha.

                                                            Champanhes e espumantes – A bebida borbulhante vai muito bem com ostras e caviar, além de peixes e frutos do mar em geral. “O caviar forma um par perfeito com os vinhos espumantes em geral, mas em especial com champanhes mais encorpados e complexos, de safras mais antigas, como o Deutz, por exemplo, que se caracteriza pela boa acidez e pelo excelente frescor”, ensina Flavio. “Já as ostras vão bem tanto com espumantes mais leves, como o espanhol Cava Don Román Brut, quanto como com os mais encorpados, como o português 3B Rose Brut, da vinícola Filipa Pato, excelente também para acompanhar peixes, frutos do mar e até carne de leitão assada — este, um clássico em Portugal.

                                                             

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