Teste Schaefer 600: a nova estrela da Schaefer Yachts
Projetada do zero, a elegante nova 60 pés tem tudo para perpetuar a história de sucesso das lanchas da linha flybridge do estaleiro catarinense


“Quando eu lanço um barco, sei que já estou dois anos à frente da concorrência”. Foi assim que Márcio Schaefer, presidente e projetista da Schaefer Yachts, destacou o lançamento da nova Schaefer 600. A frase, aparentemente pretensiosa, resume de forma precisa o nível de competividade de sua empresa. Afinal, quando o estaleiro catarinense apresenta uma novidade, o mercado presta atenção.
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Isso porque o estaleiro catarinense atua como um verdadeiro global player, ocupando posição de destaque na construção de embarcações de lazer, com tecnologia, qualidade e inovação reconhecidas internacionalmente. Já são mais de quatro mil lanchas e iates da marca navegando, incluindo inúmeras unidades vendidas para o exterior.


Seu mais novo modelo, a Schaefer 600, é uma síntese perfeita de tudo isso. Desenhada, detalhe por detalhe, no escritório de projetos do próprio estaleiro, a lancha é uma espécie de irmã menor da Schaefer 660, que caiu no gosto dos fãs da marca, com dezenas de unidades vendidas.
O nível de acabamento é o mesmo. Com ela, o estaleiro preenche uma lacuna em seu portfólio — que ia da Schaefer 510 direto para a Schaefer 660, considerando que a produção da antiga 60 pés, lançada no Rio Boat Show 2011, foi descontinuada. Não à toa, é importante destacar: a Schaefer 600 nasceu do zero. Não é maquiagem da antiga 60 pés.


Por isso, vale entender todo o processo que levou à estreia da nova Schaefer 600, desde os primeiros traços até o momento em que sua quilha finalmente tocou a água.
Atenção aos mínimos detalhes
Com fábricas em três endereços na Grande Florianópolis, o estaleiro mantém na unidade de Biguaçu o seu Centro de Design e Desenvolvimento (CDD), onde — depois da etapa de projeto — tudo o que os desenhistas criaram nas telas dos seus computadores passa para uma máquina fresadora gigante, de cinco eixos, que usina, com precisão milimétrica e acabamento primoroso, os moldes que darão origem às formas.


Foi nessa máquina operatriz computadorizada que a forma da nova 60 pés com flybridge foi esculpida. A fresadora moldou também todas as peças que fariam parte da estrutura, de todos os tamanhos, com encaixes perfeitos, sem necessidade de ajustes de última hora. Pura relojoaria suíça.
Com a CNC, claro que melhoramos nossa produtividade, mas o ganho principal é, sem dúvida nenhuma, na qualidade do produto– explica Marcio Schaefer
Se uma máquina de precisão cirúrgica deu forma aos moldes na unidade de Biguaçu, a construção da Schaefer 600 aconteceu na fábrica de Palhoça, com casco e convés laminados por infusão, método que assegura baixo peso e alta resistência à toda embarcação — a Schaefer Yachts foi pioneira na aplicação dessa tecnologia no Brasil.


No Setor de Montagem, foram inseridos todos os equipamentos internos e externos, somando cerca de seis mil peças. Já construída e montada, a lancha foi transferida para a unidade de Florianópolis, onde passou por um exaustivo período de testes de mar. Só então foi liberada para entrar na linha de produção.
O teste
A unidade testada por NÁUTICA foi a primeira da nova linha de 60 pés — sim, confiante no produto, o estaleiro não hesitou em nos oferecer a unidade número 1 para ser avaliada com isenção e rigor.


Para conhecê-la a fundo, navegamos duas vezes dentro e fora da Baía de Guanabara, sendo que uma das saídas aconteceu em dia de ressaca, com ondas de um metro e meio a dois metros, que puseram verdadeiramente à prova o conjunto casco, motores e equipamentos. Mas, antes da análise de desempenho, vamos conhecer a Schaefer 600 por dentro, examinando seu arranjo e acomodações.
Sala ao ar livre
No embarque, junto com as linhas elegantes do casco e da alta qualidade de construção, chamam a atenção as duas grandes abas laterais na praça de popa (já uma tendência nos barcos com mais de 40 pés), que aumentam a área livre em cerca de 25%.


O mesmo excelente aproveitamento de espaço pode ser visto na proa da Schaefer 600 — verdadeira sala ao ar livre —, onde há um grande solário e um sofá, além de um toldo de proteção contra o sol, que pode ser armado nos dias mais quentes.
Mesmo sendo removível, mantivemos esse toldo montado durante parte da navegação e ele não saiu voando, mesmo na velocidade de 16 nós. Equipada com cadeiras deslocáveis, não somente sofás fixos (o que lhe dá grande flexibilidade), a praça de popa é grande e desimpedida, aproveitando que o casco tem 4,96 metros de boca máxima. Destaque para a mesa de refeições, com assentos para seis pessoas.


Já a plataforma de popa tem 1,99 metro de comprimento, sendo cerca de 1,30 metro de área submersível — uma escada do tipo robô, de cinco degraus, monta-se automaticamente quando a plataforma desce.


Retrátil, o móvel gourmet fica parcialmente embutido no espelho de popa, arranjo que aumenta o espaço útil na plataforma de popa. Basta apertar um botão para o móvel gourmet ser posicionado ou recolhido.


O salão, por sua vez, apresenta piso nivelado, sem degraus, e janelas em curva, que combinam harmoniosamente com as linhas do casco. Com generosos 2,07 metros de pé-direito logo na entrada, a abundante iluminação natural — proporcionada pelas amplas janelas laterais e pelo para-brisa panorâmico — transmite uma sensação imediata de conforto e acolhimento.
Cozinha em “U”
Logo na entrada do salão, a bombordo, a cozinha em formato de “U” está em uma posição prática para o porte desta lancha, já que ocupa pouco espaço e mantém o chef próximo da praça de popa, favorecendo a integração entre as pessoas. Completa, tem geladeira-congelador vertical padrão residencial, micro-ondas e fogão por indução de quatro bocas com suporte para travar as panelas durante o balanço do barco.


A geladeira-congelador está “camuflada” atrás de uma porta, na cozinha, o que é comum em projetos de interiores mais sofisticados. As dobradiças dessa porta funcionam, mas folgam na abertura e no fechamento, o que poderia ser melhorado com um ajuste simples.


Como nem tudo é perfeito, a cuba da pia poderia ser um pouco maior. Além disso, a instalação de uma vigia no local ajudaria com a ventilação natural — na unidade testada, havia apenas um exaustor para ventilação forçada. Ainda assim, todo o espaço útil da cozinha é bem aproveitado, com compartimentos para louças, taças, panelas e mantimentos. Ainda há um armário a boreste, onde também está localizado o quadro elétrico do barco.
A qualidade dos cabos e terminais também é um ponto importante a considerar. No caso do painel da Schaefer 600, todo cabeamento, fornecido pela Ocean Brazil, é estanhado (prevenindo a oxidação e a corrosão) e homologado, ou seja, recebeu certificação de qualidade de acordo com normas internacionais.
Instalado em uma posição alta e protegido por uma tampa, como deve ser, esse painel — que comanda todos os dispositivos elétricos de bordo — fica a salvo dos dedinhos de crianças curiosas.


Depois da cozinha, vem a sala de estar, composta por dois grandes sofás, um em cada bordo. O maior, a bombordo, conta com uma mesa de centro com controle elétrico de altura e abas dobráveis — solução prática que ajuda a liberar espaço quando a mesa não está em uso; aberta, pode acomodar até seis pessoas. Por conta do controle de altura, é possível baixá-la até o mesmo nível do sofá e formar uma cama de casal provisória no salão.


Posto de comando e conveniências
No outro bordo, fica o posto de comando interno. O piloto conta com uma poltrona de couro natural, com regulagem de distância e inclinação do encosto. Embora houvesse espaço para uma poltrona dupla, o estaleiro optou por uma versão individual, o que contribui para uma área de circulação mais ampla e facilita a movimentação do condutor.


O grande painel de instrumentos permite montar dois monitores de 16 polegadas cada. Timão, manetes, bússola, botões de controles elétricos de luzes e equipamentos estão bem montados e na posição correta, assim como o rádio VHF.


Nesta parte do salão, os 2,07 metros de pé-direito logo na entrada se reduzem 1,85 metro (uma boa altura), o que é normal, em consequência da inclinação do para-brisa. A visão que o piloto tem neste posto de comando é muito boa, limitada apenas pelo móvel a boreste na entrada do salão, que está alinhado com a escada de acesso ao deck superior.
No flybridge, que se estende até o espelho de popa, protegendo totalmente o cockpit, os projetistas dedicaram atenção especial ao aproveitamento de espaço, oferecendo diferentes ambientes de convivência.


O posto de comando, a boreste, conta com um banco duplo — para o condutor e um acompanhante — e um painel com espaço adequado para os instrumentos de navegação e dos motores. À frente, um defletor ajuda a desviar parte do vento, beneficiando todos no flybridge, especialmente quem estiver no solário, que se estende à frente e ao lado da estação do piloto.


No centro do flybridge, a bombordo, fica a terceira mesa de jantar (ou de conveniência), também com folhas dobráveis, para até seis pessoas, usando banquetas como assentos. Na parte de ré, há um terceiro ambiente, com sofá em “L” a bombordo para quatro pessoas, sem apertos, e outra mesa de centro, além do indispensável espaço gourmet, do jeito que os brasileiros gostam.


Vale destacar que, ao todo, a Schaefer 600 oferece três mesas para seis pessoas, que podem ser usadas para refeições ou petiscos, em três ambientes distintos. O teto rígido, com 1,92 metro de altura, protege boa parte do flybridge do sol direto. E ainda é possível instalar um toldo elétrico na parte exposta ao tempo, ampliando a área sombreada.


Cabine e camarotes
Já na cabine, além do belo salão no deck principal, a Schaefer 600 conta com três camarotes no convés inferior (sendo duas suítes com banheiros exclusivos), para pernoite de até seis pessoas. No camarote de boreste, com dois metros de altura e área envidraçada com vigia de ventilação, as duas camas de solteiro (de 1,85 m de comprimento por 0,65 m cada) podem ser unidas para a formação de uma terceira de casal.


O banheiro, equipado com boxe circular fechado com 0,70 metro de diâmetro, atende também a área social — lembrando que a Schaefer 600 pode transportar até 17 pessoas. Na proa, fica a suíte VIP, com 1,91 metro de altura na entrada, banheiro completo e cama de casal medindo 1,88 por 1,58 metros — dimensões próximas ao padrão queen size (1,98 m x 1,58 m).


Há armários com prateleiras nos dois bordos e luzes de cabeceira. Como costuma acontecer nas embarcações da Schaefer, o ambiente (além de contar com ar climatizado) é iluminado e ventilado naturalmente, por meio de uma escotilha no teto e as duas vigias fixadas nas janelas laterais. No banheiro, com boxe fechado de 0,77 metro na menor dimensão e 1,98 metro de altura, ninguém bate a cabeça (nem os cotovelos) na hora do banho.


Como é padrão nas lanchas modernas deste porte, a suíte principal fica posicionada a meia-nau — localização estratégica, que permite aproveitar toda a largura da embarcação, próxima dos cinco metros, oferecendo o máximo de conforto.
O ponto sensível desse tipo de arranjo costuma ser o pé-direito, já que o ambiente fica sob o salão. Com um trabalho de engenharia preciso, os projetistas da Schaefer 600 conseguiram entregar 1,90 metro de altura na entrada.


Se o acabamento e a decoração de bom gosto — com a harmoniosa combinação de tons claros e escuros — já se destacam nos outros camarotes, na suíte principal, eles ganham ainda mais protagonismo, assim como o espaço e o conforto que marcam este ambiente.
A cama de casal, com generosos 2,01 metros por 1,62 metro, é ladeada por um sofá confortável para três pessoas a boreste e, no lado oposto, por um armário e cômoda com nichos bem distribuídos, perfeita para guardar pertences pessoais.


Nos dois bordos, as janelas com vigias ficam na linha d’água, permitindo que o contato com o mar seja constante e que a luz natural banhe o ambiente. Na antepara (parede) à frente da cama, uma TV de 43 polegadas completa o ambiente, oferecendo conforto e entretenimento para momentos de descanso — nos outros camarotes, podem ser instalados televisores menores.
Logo na entrada, fica o banheiro privativo, com 1,83 metro de altura e área de banho mais ampla do que a da suíte VIP. O vaso sanitário tem drenagem para o tanque de águas negras e o sistema de captação da água dos chuveiros e pias direciona os resíduos para o tanque de águas cinzas — soluções que demonstram a preocupação da Schaefer com a preservação ambiental.


A Schaefer 600 reserva ainda um camarote (com vaso sanitário, pia e chuveiro) para dois tripulantes, número ideal para este porte de barco. Fica a boreste, bem ao lado do compartimento dos motores. Uma solução inteligente do estaleiro foi incluir uma porta estanque com acesso direto entre o camarote da tripulação e a sala de máquinas, facilitando o trabalho e o deslocamento da equipe profissional a bordo.
Velocidade e autonomia
Força não falta para empurrar tudo isso. São dois Volvo Penta IPS 950, de 725 hp cada (única motorização disponível). Com ela, alcançamos um pouco mais de 30 nós de velocidade máxima. No regime de cruzeiro alto, os instrumentos cravaram 26 nós; no de cruzeiro econômico, quase 23 nós, outros bons números.


Considerando a capacidades dos dois tanques de combustível (2.100 litros de diesel), a autonomia ficou ao redor de 200 milhas náuticas. Isso significa que a Schaefer 600 pode ir do Guarujá ao Rio de Janeiro sem precisar reabastecer. Ou, reabastecendo, navegar entre Florianópolis e Búzios.
No teste de aceleração, carregada de combustível e água, a Schaefer 600 levou aproximadamente 13 segundos para ir da marcha lenta até os 20 nós, marca compatível com o porte, o deslocamento (peso) e a potência da motorização.


Na navegação em mar aberto, com ondas mais altas, situação comum na costa brasileira, a nova 60 pés agradou em cheio. O casco, com 14,1 graus de “V” na popa — ângulo normal neste tipo de barco — passou com movimentos suaves (sem comprometer a estabilidade) pelas vagas, entre 1,5 e 2,0 metros de altura, em um dia de mar agitado fora da barra do Rio de Janeiro.
Na pior situação de mar, foi possível manter cerca de 22 nós contra as ondas, o que comprova a segurança e o conforto do casco — lembrando que não havia ventos de intensidade significativa na ocasião. Em todo momento, o cockipt se manteve seco. Não fomos sequer atingidos por respingos no posto de comando no flybridge, característica altamente desejável em qualquer barco.


Em resumo, depois de muitas horas a bordo, o que se viu foi uma lancha luxuosa e bem-feita, com muitos pontos positivos: do arranjo (muito feliz) à qualidade da construção e do acabamento, passando pela navegação, macia e estável, mesmo em águas mais agitadas. Recursos que a qualificam para fazer sucesso também em águas internacionais.
Se existem pontos a ser aprimorados? Sim, como todo barco novo, sempre há algo aqui e ali que pode ser melhorado. Ainda mais que testamos a primeira unidade produzida pela Schaefer Yacht. Coisas simples, como a troca da cuba da pia cozinha por uma maior, a inclusão de uma vigia na cozinha e o aperfeiçoamento nas dobradiças das portas da geladeira-congelador.


Mas, no que mais importa (a qualidade construtiva), bem como a navegação em mar aberto, nada a reclamar. Como sempre, o estaleiro catarinense entregou um produto com recursos de sobra para conquistar os mares, no Brasil e lá fora, e fazer história.
Saiba tudo sobre a Schaefer 600
Pontos altos
- Design e arranjo;
- Qualidade construtiva e acabamento diferenciado;
- Capacidade de navegação em mar aberto.
Pontos baixos
- Cuba da cozinha pequena;
- Falta ventilação natural na cozinha;
- Dobradiças das portas da geladeira-congelador.
Características tecnicas
- Modelo Schaefer 600;
- Comprimento máximo: 18,08 m (59,3 pés);
- Boca: 4,96 m;
- Calado propulsão/casco: 1,45 m;
- Ângulo do “V” na popa: 14,1 graus;
- Borda-livre proa: 1,95 m;
- Borda-livre popa: 1,88 m;
- Peso (**): 25.500 kg;
- Combustível: 2.100 litros;
- Água: 540 litros;
- Pessoas/dia: 17;
- Pernoite: 6+2.
- (*) Dados fornecidos pelo fabricante, exceto as bordas-livres.
- (**) Peso aproximado da lancha com equipamentos padrão, mas com os tanques vazios e sem ninguém a bordo.
Pés-direitos
- Salão, na entrada: 2,07 m;
- Salão, no comando: 1,85 m;
- Suíte máster: 1,90 m;
- Banheiro da suíte máster: 1,83 m;
- Suíte VIP: 1,91 m;
- Banheiro da suíte VIP: 1,98 m;
- Camarote de boreste: 2,00 m;
- Banheiro do camarote de boreste: 1,91 m;
- Capota no flybridge: 1,92 m;
- Sala de máquinas: 1,44 m;
Equipamentos de série (itens principais)
Ar-condicionado, gerador de 13,5 kW, sistema de som, guincho elétrico de 2.000 W com âncora de 25 kg e 60 m de corrente com tornel (destorcedor), quatro bombas de porão com alarme de alagamento, quatro baterias de 150 Ah cada para motores, quatro baterias de 300 Ah cada para serviço, duas baterias de 150 Ah cada para guincho da âncora, uma bateria de 105 Ah para gerador, dois carregadores de bateria de 80 A cada, aquecedor de água (boiler) de 80 litros, tanques para águas cinzas e águas negras, flaps elétricos, cabos elétricos estanhados e certificados, ferragens externas em aço inox padrão 316 L, casco e convés laminados a vácuo por infusão, poltrona de comando com regulagem elétrica e couro natural, janelas elétricas junto ao posto de comando e no bordo oposto.
Equipamentos opcionais (itens principais)
Estabilizador de movimento do barco, sistema de flaps automáticos, equipamentos de navegação (GPS, sonda e radar), piloto automático e dois rádios VHF.
Preço: a partir de R$ 15 milhões (com dois motores Volvo Penta IPS 950 de 725 cv cada).


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