Yamaha anuncia protótipo de motor de popa a hidrogênio
Sem emissão de CO2, novidade faz parte das alternativas tecnológicas de sustentabilidade da empresa japonesa


Soluções mais amigáveis para o meio ambiente encabeçam a estratégia da Yamaha na redução de emissões de carbono. A “descarbonização” da empresa japonesa agora avança para a divisão de motores náuticos e um motor de popa a hidrogênio é a novidade anunciada pela marca para 2024.
Quer andar de jet? Confira 6 dicas essenciais para iniciantes
Segurança no mar: conheça os 15 mandamentos básicos
Inscreva-se no Canal Náutica no Youtube
Batizado de H2, o motor de popa a hidrogênio da Yamaha criará combustão motriz sem emissões de CO2, permitindo o aproveitamento eficiente de tecnologias que a empresa dominou ao longo dos anos na fabricação de motores a gasolina e diesel.


O protótipo do motor de popa a hidrogênio da Yamaha será apresentado durante o Miami International Boat Show (de 14 a 18 de fevereiro), na Flórida, Estados Unidos. Com o equipamento, a empresa espera contribuir para um futuro mais limpo para velejadores e consumidores de produtos náuticos.
A marca tem como meta neutralizar as emissões de escopos 1 e 2 (liberadas para a atmosfera como resultado direto e indireto da operação industrial da empresa) até 2035.
Já para as emissões de escopo 3, a Yamaha espera atingir neutralidade de carbono até 2050. Nesta divisão — cujo monitoramento é o mais desafiador — estão toda a extensão da cadeia de suprimentos e consumo da companhia, além das emissões vindas do uso final dos produtos, como motocicletas, jets e motores de popa.
Dado o desafio de neutralização de emissões de escopo 3, a Yamaha afirma que promove uma abordagem multidirecional para atingir a meta estipulada. Além do desenvolvimento de sistemas elétricos, a empresa adota outras novas fontes de energia e tecnologias, considerando os diferentes usos e destinações de seus produtos.
Os itens náuticos, por exemplo, são submetidos à resistência da água, exigindo significativamente mais energia para a propulsão do que os veículos terrestres. Além disso, os requisitos de desempenho e engenharia para esses produtos podem variar, dependendo do ambiente de uso — mar, rios ou lagos –, bem como do uso em si, da pesca comercial à recreação.
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Três lanchas da marca terão preços e condições especiais apenas durante o primeiro dia de evento (11). Saiba detalhes!
Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No "minha primeira velejada" o público embarca em veleiros Dingue para um passeio pela Baía de Guanabara com a escola náutica que já revelou grandes nomes da vela
Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Cédula tem tartaruga-verde no anverso e tubarão-baleia no reverso, que reforçam a biodiversidade da região




