A Marinha do Brasil está avançando em seu projeto para construir o primeiro submarino de propulsão nuclear do país. A Primeira Licença Parcial de Construção (LPC1) já foi assinada pela sua Diretoria Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico, o que permite contratar a construção do casco do submarino nas instalações que ficam em Itaguaí, no sul do Rio de Janeiro.
O projeto da Marinha, que vem desde os anos 1970, prevê a construção de um submarino de propulsão nuclear, com armas convencionais. O reator é desenvolvido há 40 anos no Centro Industrial Nuclear de Aramar, no interior de São Paulo. Já o estaleiro e a fábrica do Prosub (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) em Itaguaí foram viabilizados no segundo mandato de Lula como presidente, em 2008, quando firmou um acordo de transferência de tecnologia com a França.
Nesse acordo está prevista a entrega de quatro submarinos com propulsão diesel-elétrica, antes da conclusão do nuclear, cujo planejamento adiado por várias vezes aponta a finalização para 2031.
Em relação aos submarinos convencionais, o primeiro é o Riachuelo (S40), que foi lançado ao mar em dezembro de 2018 e tem previsão de entrar em operação normal no primeiro trimestre do próximo ano. Também já se encontra em fase de testes o segundo submarino dessa classe, o Tonelero (S41), lançado em dezembro do ano passado.
O propósito da frota de submarinos construídos pela Marinha em Itaguaí é atuar na proteção do mar territorial brasileiro, chamado de Amazônia Azul, área que corresponde a um terço do território do país.
A Marinha do Brasil já manifestou o interesse na construção de quatro submarinos com propulsão nuclear. O contrato atual com o governo francês prevê a construção do primeiro, cujo projeto básico foi aprovado em novembro de 2020.
A armadora francesa Naval Group foi contratada pela Marinha para atuar em todas as etapas do programa Prosub (os submarinos convencionais, a base naval e os aspectos não nucleares do primeiro submarino com propulsão nuclear).
Todos os anos a Marinha do Brasil (MB) promove a chamada “Operação Verão”. Por meio de Ações de Fiscalização do Tráfego Aquaviário (AFTA), tanto no litoral, quanto em águas interiores, a Marinha atua em todo o território nacional, por meio de seus nove Distritos Navais e suas 68 Capitanias, Delegacias e Agências, todos com um único objetivo em comum: conscientizar condutores e passageiros a navegar com segurança.
Na maioria dos Distritos Navais, as ações de fiscalização concentram-se nos meses de dezembro a março, período do verão em que é observado expressivo aumento do tráfego das embarcações de esporte e lazer nas águas brasileiras, devido ao período de férias e às festividades típicas desta época do ano.
Com o slogan “Navegue Seguro: a nossa melhor escolha”, a Operação Verão 2021-2022 tem sua divulgação realizada pela Diretoria de Portos e Costas – DPC – Organização Militar representante da Autoridade Marítima Brasileira para os assuntos afetos à segurança da navegação. A ideia é criar um diálogo com a sociedade civil brasileira, principalmente, com as comunidades marítima e náutica, divulgando a Operação por meio da produção de conteúdo educativo para diferentes mídias, tais como material gráfico, audiovisual, spots de rádio, dentre outros materiais publicitários desenvolvidos para a Campanha.
No ano de 2021, apesar das dificuldades trazidas pela pandemia, a “Operação Verão” 2020-2021 alcançou, em âmbito nacional, um total de mais de 50 mil abordagens e aproximadamente 4 000 notificações de infração, as quais culminaram em cerca de 600 apreensões de embarcações em vias marítimas, lacustres e fluviais.
Apesar de todos os esforços concentrados durante os meses da “Operação Verão”, a Autoridade Marítima Brasileira tem ciência de que as ações educativas e fiscalizatórias não devem se limitar a uma única época do ano. O trabalho constante de conscientização é fundamental para que a segurança da navegação e o lazer sigam juntos, no mesmo barco, tendo sempre como foco a redução das situações de acidentes causados pelo não cumprimento das normas de segurança da navegação.
Segundo levantamento da Diretoria de Portos e Costas (DPC), as infrações que mais chamam a atenção durante as ações de fiscalização são: condução de embarcação por pessoa não habilitada; documentação da embarcação incompleta ou vencida; falta de material de salvatagem (coletes, boias, extintores de incêndio, entre outros); excesso de lotação da embarcação, consumo de bebida alcoólica durante a condução, e más condições de navegabilidade das embarcações.
Pensando nisso, mesmo ciente das peculiaridades de cada um dos estados brasileiros, a campanha publicitária da “Operação Verão” deste ano tomou como base o Decálogo de Segurança da Navegação (os 10 mandamentos da Segurança da Navegação), para que todos, uma vez conscientes de suas responsabilidades, seja como condutor ou passageiro, escolham sempre navegar com segurança:
1) Conduza sua embarcação com prudência para evitar acidentes;
2) Se beber, passe o timão para alguém habilitado;
3) Mantenha a distância dos banhistas para evitar acidentes;
4) Mantenha os extintores de incêndio dentro da validade;
5) Tenha coletes salva-vidas para todos a bordo;
6) Tenha a bordo o material de salvatagem prescrito pela Capitania;
7) Faça a manutenção correta da sua embarcação;
8) Ao sair, informe o seu plano de navegação ao iate, marina ou condomínio;
9) Respeite a vida, seja solidário, preste socorro;
O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2022 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 2 a 10 de abril, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações. Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiro palco para os principais players do mercado náutico.
O coquetel de abertura do Rio Boat Show 2022 aconteceu no dia 2 de dezembro, no restaurante Assador, no Rio de Janeiro, reunindo os representantes das principais marcas do setor. Na ocasião, Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, apresentou a 23ª edição do salão náutico carioca.
Com o objetivo de atender as necessidades técnicas de clientes e suas tripulações durante esta temporada de verão, a Azimut Yachts possui profissionais credenciados de pós-vendas que seguirão em plantão para assistência em todo o Brasil e também em outros países da América Latina.
O estaleiro mundial, com unidade de fabricação no Brasil, mantém também três unidades de apoio em solo nacional, localizadas em Angra dos Reis (RJ) na Marina BR Bracuhy, em Guaruja (SP) no Iate Clube Santos e em Itajaí na Marina da cidade.
Depois de assegurar a isenção de tributos federais, especificamente a Licença de Importação LI, para todos os interessados em veleiros novos, a partir da publicação da Portaria SECEX 160 de 16/121021, o Governo Federal passa a permitir a importação de veleiros usados bem como motos aquáticas (jets) com até 30 anos de fabricação. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (17) e começa a valer a partir do dia 3 de janeiro de 2022.
A medida beneficia esportistas e empreendedores do turismo no nosso país, além de fornecedores e prestadores de serviços em diferentes áreas de atuação.
“Temos o privilégio de ter no Brasil o maior potencial do mundo, para turismo náutico e, agora, com o empenho do nosso Governo, temos a oportunidade de gerar desenvolvimento nesse segmento. O aumento de embarcações resultará também em melhoria do setor de infra estrutura e hotelaria, no maior número de marinas, no aumento dos serviços de manutenção, consequentemente, em mais postos de trabalho em diferentes níveis”, disse Mario Martinez, Comodoro da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO.
Ele seguiu: “Nossa frota de veleiros está velha, eu diria quase sucateada, e não existe no País, capacidade de produção instalada para suprir a demanda represada ao longo de décadas. Com essa medida do Governo Federal veremos o surgimento de novas frentes de trabalho, um estímulo ao desenvolvimento da nossa indústria, a qualificação da mão de obra com desenvolvimento de produtos e serviços. Esse é um grande passo, continuaremos agora empenhados na melhoria de condições para os fabricantes nacionais”.
Dubai é conhecido mundialmente por seus maximalismos: o emirado abriga o prédio e a piscina 360º com borda infinita mais altos do mundo, a roda-gigante mais alta (e high-tech) do planeta, um palácio com seis mil lustres de cristal Swarovski, entre outras ostentações. Pois mais uma está prestes a ser acrescentada à lista: o primeiro resort de luxo flutuante do mundo, que deve ser inaugurado em 2023.
Batizado de “palácio dos mares” pelo seu grupo hoteleiro, o Kempinski Floating Palace ocupará a praia de Jumeirah com um prédio principal cinco estrelas sobre as águas com 156 quartos e suítes. Esta estrutura principal ainda deve ser rodeada de outras 12 vilas que poderão ser movidas e ancoradas em pontos diferentes do perímetro, como uma casa de barcos.
Além das acomodações, haverá ainda restaurantes gourmet, bares, spa, múltiplas piscinas, lojas grifadas e áreas de banquetes e eventos como parte do complexo nas águas. A estrutura do prédio será composta por quatro partes que se encontram no meio em uma pirâmide de vidro.
Esta manobra arquitetônica permitirá que iates possam passar pelo seu centro e até 16 embarcações possam estacionar na área.
Entre outras comodidades que serão oferecidas aos hóspedes está um heliponto, para quem não quiser chegar por via marítima. Dentre as 12 vilas, algumas unidades serão vendidas a interessados segundo a revista Travel and Leisure, enquanto outras serão colocadas à disposição dos turistas para reservas.
Cada uma das casas, com dois andares, oferecerá de dois a quatro quartos, além de acomodações para funcionários. Elas possuirão janelas panorâmicas, terraço na cobertura, piscina de borda infinita, salas de estar internas e externas. Todas serão equipadas com equipamentos smart que conectam a construção a dispositivos eletrônicos, além de terem ferramentas ecologicamente corretas, como painéis solares.
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Visando um mundo melhor o grupo A.P. Moller – Maersk tem atuado junto à Ocean CleanUp, organização holandesa sem fins lucrativos, com serviços de gerenciamento de cadeia de suprimentos de ponta a ponta para sistemas de limpeza de rios e oceanos. Recentemente, o projeto concluiu a fase de testes, validando a eficácia da tecnologia.
De acordo com um estudo realizado pela ISWA (International Solid Waste Association), mais de 20 milhões de toneladas de lixo são despejados nos oceanos anualmente, sendo que 80% vêm das cidades.
Além disso, resultados apontam que metade dos resíduos são plásticos, ou seja, 12,5 milhões de toneladas. Neste contexto, a agência científica nacional da Austrália, CSIRO, estima que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos nos oceanos. O número constatado é 35 vezes maior do que o esperado.
Agora, o principal objetivo da parceria é expandir o tamanho do sistema e capturar uma maior quantidade de lixo de forma eficaz.
A missão da The Ocean CleanUp é desenvolver tecnologias avançadas para livrar os oceanos do mundo do plástico. Para isso, pretende interromper o afluxo via rios e limpar o que já se acumulou no oceano. O objetivo final da organização é atingir uma redução de 90% do plástico flutuante do oceano até 2040.
O local de atuação da organização é a região conhecida como ilha do lixo do oceano pacífico (Pacific Ocean Garbage Patches, em inglês), com uma extensão de 1,6 milhões de km², ou seja, três vezes o tamanho da França. Há 1,8 trilhão de pedaços de plástico na região, totalizando cerca de 80 mil toneladas de lixo. Há, ainda, plásticos datados de 1977 na ilha.
“Como um operador marítimo responsável, estamos empenhados em garantir que os oceanos possam permanecer um ambiente saudável para as gerações vindouras. Portanto, estamos muito satisfeitos, não apenas em prolongar, mas também ampliar o acordo de parceria iniciado em 2018”, explica Mette Refshauge, vice-presidente de Comunicações Corporativas e Sustentabilidade da Maersk.
Mais de 29 mil toneladas foram recolhidas do mar
O sistema de limpeza está em desenvolvimento há cinco anos. Em 2019, o modelo 001 foi testado, mas sem muito sucesso. E agora em 2021, a Maersk e a The Ocean CleanUp testaram o modelo 002, que apresentou bons resultados.
O período de testes serviu como validação da forma de funcionamento e da eficácia do sistema, e os resultados foram positivos: uma das operações chegou a coletar 9 mil toneladas de lixo no oceano. No total, mais de 29 mil toneladas foram recolhidas.
Além disso, com base nos resultados da cada teste, houve um cuidado para haver uma interação saudável do sistema com a vida marinha, a fim de não causar danos ao ecossistema.
Atualmente, para realizar a limpeza no oceano, o projeto conta com um sistema com dois navios para executar a ação. Segundo um levantamento feito pela parceria, será possível limpar a mancha de lixo até 2040, caso 10 sistemas sejam ativados para esta finalidade.
Maersk tem oferecido suporte à organização holandesa com serviços de manuseio logístico
A Maersk tem oferecido suporte à organização holandesa com serviços de manuseio logístico de ponta a ponta, que vão desde embarque mundial de diferentes locais até frete aéreo, contêineres e transporte especial, desembaraço aduaneiro, armazenagem e gerenciamento de armazenamento.
“O apoio nos últimos três anos foi inestimável para levar adiante nossa missão”, afirma Lonneke Holierhoek, Diretor de Ciência e Operações da The Ocean CleanUp.
Durante os processos, perceberam que a lixeira é heterogênea, ou seja, existem locais com uma maior concentração de lixo. Portanto, serão utilizados modelos diferentes em determinadas áreas, para que o tempo seja otimizado e cada sistema realize a coleta da maneira mais eficaz possível.
Como parte da parceria, a empresa também ajudará a organização holandesa na implantação de tecnologia de sensor científico a bordo da própria frota da Maersk, para mapear o plástico flutuando nos oceanos e ajudar a organização a ter um melhor entendimento da gravidade da situação.
O objetivo é auxiliar no mapeamento do oceano “Qual a melhor maneira de mapear os oceanos do que aproveitar uma das maiores frotas do mundo?”, afirma o chefe de Logística de Projetos Especiais da Maersk, Robin Townley.
Além da parceria com a The Ocean CleanUp, a empresa tem fornecido suporte marítimo offshore para livrar os oceanos do plástico, por meio da Maersk Supply Services.
Atualmente, o mundo enfrenta a crise do “plástico de uso único”. Como solução, surgiu a ideia de fazer utensílios a partir deste material, que serão utilizados por longos períodos.
Dessa forma, o plástico reciclado não voltará ao oceano. Inicialmente, a The Ocean CleanUp está fazendo óculos com plásticos coletados, mas outros produtos também estão sendo planejados.
A maior preocupação em relação aos plásticos é eles retornarem aos oceanos. A partir disso, estudos serão realizados para que novos produtos sejam fabricados e comercializados, gerando maior receita para o projeto e garantindo que o valor agregado será o suficiente para que o produto não retorne aos oceanos.
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Nesta quarta-feira, 15 de dezembro, o canal NÁUTICA exibiu mais um episódio da temporada de Loucos Por Barcos. Um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.
O programa #LoucosPorBarcos compartilhou dicas sobre o que é melhor para quem está começando: comprar uma lancha ou um jet?
O bate-papo conta com grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.
Após não acontecer em 2020 devido à pandemia de Covid-19, o Paris Boat Show foi inaugurado em 4 de dezembro para um evento de nove dias durante dois finais de semana. Apesar do início de uma quinta onda de Covid-19, os organizadores relataram uma participação de 171 mil pessoas em comparação com 147 mil em 2019.
“O bom clima de negócios ficou evidente nesta edição em particular e a maioria dos expositores sublinhou a qualidade das relações construídas com os visitantes”, comentou Fabrice Lacoume, Diretor Europeu da divisão Marítima da Yamaha. “Este ano é rico em lições para os jogadores econômicos. Está participando da recuperação de nossa indústria que deve, mais do que nunca, estar unida para receber os pilotos de hoje e de amanhã”.
Alguns protagonistas não estiveram presentes, impactando a área total de exposição que foi reportada em 100 mil m² contra 130 mil m² em 2019. Com um número menor de exposições, os organizadores reduziram a apresentação do show de cinco para duas salas, agrupando todos os barcos juntos em um salão e todos os equipamentos marítimos no segundo.
Para Alain Pichavant, comissário geral da Nautic, “Esta aposta foi uma vitória. A crise está nos levando a experimentar novas abordagens. O agrupamento de todos os barcos em um pavilhão e todos os equipamentos em outro permite promover da melhor forma a excelência do setor náutico. Com a Federação das Indústrias Náuticas, já decidimos reproduzir esta escolha no próximo ano e, claro, ampliá-la”. Em tempos mais normais, a mostra atrai cerca de 200 mil visitantes e 800 expositores.
Este ano também foi marcado pela apresentação de um relatório resultante do trabalho colaborativo entre a Federação das Indústrias Náuticas (FIN) e o governo. Yves Lyon-Caen, Presidente da FIN e Guillaume Sellier, Diretor do Mar NAMO, apresentaram quase 40 propostas para a navegação de amanhã ao Ministro do Mar, após 130 audiências realizadas entre setembro e novembro.
“Nossas expectativas são altas; nossas necessidades expressas e nosso desejo concreto de enfrentar novos desafios sociais, acelerar a transição ecológica, simplificação, inovação… estaremos agora muito vigilantes para que as propostas sejam seguidas rapidamente, sem obviamente ofuscar nossa própria dinâmica interna dentro da Confédération du Nautisme et de la Plaisance (CNP)”, declarou Yves Lyon-Caen, Presidente do FIN e do CNP.
A próxima edição do salão náutico será realizada de 3 a 11 de dezembro de 2022.
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O Global Order Book elegeu o Grupo Azimut-Benetti (que detém as marcas Azimut Yachts e Benetti Yachts) como um dos maiores construtores mundiais de iates com mais de 24 metros de comprimento. Com um número recorde de 128 projetos, totalizando mais de 4,6 mil metros de comprimento construídos no último ano, o grupo lidera o segmento pelo 22º ano consecutivo e confirma sua posição graças aos modelos inovadores, design e soluções para reduzir o consumo e as emissões de poluentes.
Com cinco estaleiros na Itália e um no Brasil, instalado em 2010, o grupo confirma investimentos em pesquisa e desenvolvimento de mais de 100 milhões de euro no período de três anos. Para a vice-presidente executiva do Grupo Giovanna Vitelli, a intenção é continuar trazendo soluções cada vez mais sustentáveis.
“É um orgulho ver que a estratégia industrial definida pela empresa, baseada no desenvolvimento de produtos cada vez mais inovadores e visionários, continua a se mostrar bem-sucedida. Hoje, nosso maior desafio é continuar as pesquisas sobre sustentabilidade ambiental. Após atingirmos definitivamente o nosso objetivo de redução do consumo (em pelo menos 40%) e emissões, através do uso de fibra de carbono, cascos e sistemas de propulsão otimizados, estamos trabalhando em outras soluções técnicas para oferecer iates cada vez mais respeitadores do meio ambiente”, explica.
Em termos globais, o Grupo Azimut-Benetti fechou a temporada náutica (agosto 2020 a 31 de agosto 2021) com um valor de produção de 850 milhões de euros (o equivalente a mais de R$ 5,3 bilhões). Além disso, entregou 245 embarcações, com destaque aos megaiates acima de 80 pés, que somam cerca de 570 milhões de euros do valor total.
A filial produtiva no Brasil também acompanha o ritmo de desenvolvimento do Grupo. A unidade brasileira, localizada em Santa Catarina (Itajaí), produz embarcações da marca Azimut Yachts de 51 a 90 pés, instalada desde 2010 no país, já superou a marca de 350 embarcações produzidas em território nacional e desses, mais de 28% foram exportados. Nessa temporada náutica a fábrica Brasil teve um crescimento de 40% em vendas (incluindo modelos entregues e os que serão entregues nos próximos anos).
“Apesar de ainda jovem na área náutica, o mercado brasileiro evoluiu de forma considerável em termos de consumo, especialmente a procura por embarcações acima de 80 pés. Para se ter uma ideia, o nosso maior modelo fabricado no país, a Azimut 27 Metri (cerca de 90 pés), que tem o equivalente a 350m² de área, já tem oito unidades vendidas e outras negociações em andamento”, explica o diretor da Azimut Yachts, Francesco Caputo.
Outra novidade que reflete em projeções promissoras para os próximos anos é o início da fabricação de embarcações da mundialmente consagrada linha esportiva de luxo Atlantis. Com a primeira unidade da embarcação Atlantis 51 entregue em 2021 e que marca a entrada da categoria “open” com HT (hard top), no portfólio da fábrica da Azimut no Brasil, a fábrica irá abastecer o mercado brasileiro e outros quase 80 países em que o Grupo tem representação. Dessa forma, a produção de barcos na fábrica brasileira deve dobrar nos próximos três anos.
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Há muitas leituras possíveis para a palavra “louco”. Para nós, naturalmente, se encaixa a todo mundo que participa, colabora ou simplesmente acompanha o LOUCOS POR BARCOS, programa que, nesta quarta, 15 de dezembro, comemorou seis meses no ar, pelo Canal Náutica, no YouTube.
Apresentado por um apaixonado por náutica — o capitão Guilherme Kodja, que se propõe a contar, discutir e explicar em detalhes rigorosamente tudo sobre o mundo dos barcos, ao lado de convidados dos mais variados graus de loucura pelo assunto —, o programa caiu rapidamente no gosto da galera.
No período de seis meses (foram 27 programas e mais 70 loucos e loucas por barcos presentes no estúdio, em São Paulo), o LOUCOS POR BARCOS já soma mais de 50 horas de transmissão ao vivo, e mais de 150 mil espectadores, que participaram (e participam) ativamente das conversas, com perguntas e sugestões, e não escondem o entusiasmo com o programa e o mundo náutico.
A edição inédita do São Paulo Boat Show realizada na Raia Olímpica em 2020 recebeu grande reconhecimento, nesta terça-feira, 14, pelos jurados do Prêmio Caio 2021, considerado o ‘Oscar dos Eventos’.
O Boat Show Eventos levou o prêmio máximo nas categorias ‘Feira, Exposição, Salão e Mostra B2C’, ‘Infraestrutura Técnica para Eventos’, ‘Marketing Estratégico para Eventos’ e ‘Operação e Produção de Eventos’.
Com a pandemia, o São Paulo Boat Show, maior evento náutico indoor da América Latina, teve que se reinventar, mas não deixou de acontecer em 2020. Após muitas reuniões e pesquisas, a organização do evento decidiu promover o salão náutico ao ar livre na Raia Olímpica da USP, com barcos lado a lado na água, resultando, agora, no case vencedor do Prêmio Caio em quatro categorias.
Respeitando todos os protocolos estabelecidos pela Secretaria de Saúde, o São Paulo Boat Show 2020 recebeu aproximadamente 18 mil pessoas (até 1 990 pessoas simultaneamente) e movimentou R$ 155 milhões, com um total de 215 embarcações comercializadas.
Foto: Rogério Pallatta
Para quem não pode ir à feira, a novidade foi a realização de um evento híbrido, no qual o público pôde acompanhar, de qualquer lugar do mundo, as transmissões em tempo real, por meio do canal Náutica no YouTube.
Realizado pelo Grupo Conecta Eventos, o Prêmio Caio foi criado em 1999 com o objetivo de incentivar, reconhecer e valorizar o trabalho de empresas e profissionais da Indústria Brasileira de Eventos e Turismo. Conhecido como ‘Oscar dos Eventos’, é a única premiação no segmento, o que faz com que sua importância seja ainda maior. O nome da premiação é uma homenagem a Caio de Alcântara Machado, profissional pioneiro na área de eventos e feiras de negócios, criativo e bem-sucedido no lançamento de novos produtos, promoção e organização de eventos.
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A Marine Express inaugurou nova loja em Ilhabela, no litoral norte paulista, consolidando um plano de expansão no litoral brasileiro junto aos principais polos náuticos, para aproximar a relação com o seu cliente final. A unidade fica em frente ao Iate Clube e conta com vendas, serviços, peças, manutenções, sala de treinamentos e show room.
A Marine Express inaugurou, recentemente, uma filial no Iate Clube de Santos, em São Paulo. A empresa conta, ainda, no Guarujá uma outra unidade de atendimento especializado, localizado na Marina Astúrias, com oficina e técnicos homologados pelas principais marcas representadas: Raymarine, Seakeeper, Cummins Onan, Dometic, Quick.
A empresa também oferece uma estrutura completa de serviços de laboratório técnico em São Paulo, para consertos e reparos das marcas representadas. Na área de pós-venda e serviços, a Marine Express atende há 28 anos clientes na costa Brasileira e águas interiores. Hoje, 85% dos atendimentos no litoral são diretamente atendidos por equipe própria, oferecendo um atendimento atualizado com as novas tecnologias, com peças de manutenção, segundo informações da marca.
Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná são áreas prioritárias onde a Marine Express como Grupo se faz presente desde o início das suas atividades em 1992.
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Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, recebeu, no último fim de semana, a 12ª Prova Rubens Alves Seixinho, competição válida pelo Campeonato Brasileiro de Canoagem Oceânica de 2021.
Realizada ao longo de dois dias, sábado (11) e domingo (12), a competição reuniu 100 remadores, refletindo a boa fase que o esporte vive no Brasil, tanto em número de atletas, quanto em nível técnico.
No sábado (11/12) a largada foi feita às 9h30 na praia próximo à Escola Municipal de Vela de Ilhabela para as categorias Individuais e, no domingo (12/12), foi a vez das canoas em Duplas fecharem o evento.
“Ilhabela é um local propício para prática da canoagem oceânica e com o total apoio da Prefeitura de Ilhabela temos a perspectiva de muitos outros eventos. Foi a 12ª edição da prova Rubens Alves Seixinho, prova tradicional no calendário municipal, e que teve um ótimo brilho com a chancela da Confederação Brasileira de Canoagem, fatores que somados contribuíram para o sucesso da competição”, declarou o canoísta Dennis Simões, supervisor da modalidade pela Confederação Brasileira de Canoagem.
Denis reforçou a importância do evento que também serviu como seletiva para o mundial: “Foi um belo evento, cerca de 100 atletas, tivemos um número bem expressivo de participantes, em um momento de reabertura das atividades esportivas, conseguimos definir os representantes do Brasil no próximo mundial. Tivemos a prova das crianças com um bom número de participantes, o que nos dá uma perspectiva muito boa em relação ao futuro da modalidade”.
Na colocação geral, os títulos ficaram literalmente entre família. Para ser mais preciso, entre mãe e filho, com Luiz Wagner Pecoraro e Carmem Lúcia ficando com a primeira colocação do Masculino e Feminino.
Mas a prova, que também tem por objetivo fomentar a canoagem oceânica em Ilhabela colheu bons frutos com destaque para os remadores locais Nelson Ferreira e Henri Paul (3º Dupla Máster), Victor Levy (2º Máster F), Ivan Salinas (2º Máster A), Ari Carvalho (2º Máster G), Mariana Muriel (2º Máster A), Carlos Dias (Vice-campeão Júnior) e Manoel Benedito Carvalho (3º Máster G).
A Prova Rubens Alves Seixinho é uma singela homenagem a este canoísta ilhabelense, grande precursor da canoagem oceânica no Litoral Norte na década de 80 e um dos idealizadores da Associação de Canoagem do Litoral Norte (Acalino).
O evento foi promovido pela Prefeitura de Ilhabela com apoio da Federação Paulista de Canoagem, Confederação Brasileira de Canoagem, Turma do Remo Ilhabela, Proa Ilhabela Canoagem e Paddle Tampa Bay.
O objetivo do site é manter viva a memória das baleeiras que ainda são utilizadas na Ilha de Santa Catarina, em fotografias e nas histórias contadas por seus proprietários. O site também traz um pouco da história desta embarcação, cuja técnica de construção nasceu com os vikings e em meados do século XVIII chegou ao litoral catarinense junto com os açorianos que colonizaram a região. Foi usada inicialmente para caça da baleia e até hoje é empregada na pesca e no transporte de passageiros.
A preocupação agora é com o futuro da baleeira. Aos poucos, ela vem sendo substituída por outros tipos de embarcações, que oferecem vantagens na construção e manutenção. Apesar de a baleeira ser mais segura, eficiente e confortável na navegação, ela já não é mais construída, pois utiliza madeiras que não podem ser extraídas por serem protegidas pela legislação ambiental. Além disso, os métodos de construção da baleeira estão preservados apenas na memória de mestres artesãos. É o epílogo de uma história que o site Baleeira da Ilha site procura preservar, mesmo que em parte.
Nas histórias contadas no site, é possível ver a sensibilidade dos proprietários ao risco de sumiço da baleeira, a admiração de cada um pelas características únicas dela. Seu formato e modo de construção faz dela uma embarcação veloz e fácil de manobrar. A segurança ao navegar é também um diferencial, tanto para pescaria como para passeio. É um barco ao mesmo tempo rústico, valente e belo.
No site, o público vai conhecer baleeiras mais novas e outras bem velhinhas. Algumas estão em pleno uso. Outras estão há muito tempo “puxadas”, ou seja, repousando em seus ranchos à espera de um convite para o mar. O amor por elas não respeita limites de idade, tem gente idosa, mas também tem muito jovem empenhado em manter sua baleeira como um testemunho de uma parte da história de Florianópolis. Em todos os relatos, um ponto em comum: o amor quase fraternal entre um homem e seu barco.
O site foi desenvolvido por uma equipe de três profissionais. Sob a orientação do técnico em construção naval Luciano Luiz Dias, a jornalista Cristina Gallo fez as fotos e a jornalista Gisele Dias escreveu os textos.
Esse projeto é financiado com recurso público oriundo do Edital de apoio às Culturas 2020 promovido pela Prefeitura de Florianópolis por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes.
A última ação do projeto Limpeza dos Mares neste ano, capitaneado pela Associação Náutica Brasileira (ACATMAR), Mundo Mar e Acquanauta ocorreu em dois pontos estratégicos em São Francisco do Sul, no último sábado (11). Foram 1,6 toneladas de material recolhido da Praia da Enseada e Rio Acaraí por mergulhadores e voluntários que retiraram resíduos da praia, fundo do mar e rio e suas margens.
“Nos surpreendeu a quantidade de carteiras de cigarros recolhidas da areia da praia e restingas, acompanhadas das mais de cinco mil bitucas de cigarros e isqueiros, além de uma quantidade expressiva de roupas, calçados, garrafas de vidro, latinhas de alumínio e muitos outros descartes indevidos” detalha Michele Castilho, diretora da ACATMAR.
O projeto também realizou trabalho de consciência ambiental com a população sobre a preservação marinha e a navegação responsável. Em São Francisco do Sul, houve palestras para alunos nas escolas públicas e para os colaboradores da empresa ArcelorMittal, uma das patrocinadoras do projeto.
Esta, foi a 29º etapa do projeto realizado pela ACATMAR, Mundo Mar e Acquanauta Floripa, marcando também a abertura do verão do projeto, “Sempre no início da temporada escolhemos uma região para realizá-la. Uma etapa especial que contempla palestras e a ação em pontos estratégicos para que possamos entregar a moradores e turistas um ambiente mais limpo e saudável” reforça Leandro ‘Mané’ Ferrari, idealizador do projeto.
Entre os resíduos, cordas, restos de redes, tampas de garrafas, garrafas plásticas, isopor e até televisor estão entre as centenas de objetos encontrados nestes espaços aquáticos, reforçando esta inconsciência de hábitos que continuam poluindo há anos o nosso meio ambiente.
A ação em ‘São Chico’ contou com o apoio do Município através da Secretaria do Meio Ambiente além das empresas Sanautica e a Grupo Oceânica, que disponibilizaram as embarcações para a ação no Rio. “O apoio do município e das empresas locais também é parte importante para que o projeto possa ser visto e ter o envolvimento ainda maior de toda a comunidade. Quanto mais pessoas envolvidas maior será o resultado de conscientização”, enfatiza Michele.
O projeto Limpeza do Mares chegou a triste marca de 116 toneladas de lixo retiradas do fundo dos mares, rios, praias e encostas. Somente neste ano foram seis etapas realizadas.
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Engenheiros do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e da Universidade Harvard, ambos nos EUA, em parceria com a Universidade Pública de Zurique (ETH), na Suíça, estão ensinando uma nova inteligência artificial (IA) a navegar no oceano utilizando o mínimo de energia possível.
O sistema permitirá que drones autônomos possam aproveitar a força das correntes marítimas para auxiliar em seu deslocamento, evitando que as máquinas tenham que abrir caminho através delas, o que, além de consumir combustível e eletricidade em excesso, pode danificar os equipamentos.
Primeiramente, a inteligência artificial foi testada em um ambiente virtual utilizando um sistema de simulação de computador, mas os engenheiros também desenvolveram um robô do tamanho da palma da mão capaz de executar o algoritmo em uma situação real dentro d`água ou até em outros planetas.
Em qualquer um desses cenários, os drones autônomos precisariam tomar decisões sobre aonde ir e a maneira mais rápida e eficiente para chegar até lá, utilizando apenas informações referentes ao ambiente que estão experimentando em tempo real e sem a ajuda constante de um operador humano.
Para superar esse desafio, os pesquisadores utilizaram uma rede de aprendizagem por reforço que, ao contrário das redes neurais convencionais, são treinadas usando um conjunto de dados coletados enquanto a IA vivencia as experiências. Esse treinamento em tempo real permite a implantação do sistema em computadores muito menores e que consomem pouquíssima energia.
Os engenheiros utilizaram um ambiente virtual para simular o movimento do fluxo passando por um obstáculo na água, criando vários vórtices em direções opostas. Com isso, eles ensinaram a inteligência artificial a aproveitar regiões de baixa velocidade na esteira dos vórtices para chegar ao destino sem gastar muita energia. A mesma técnica foi aplicada com sucesso em robôs físicos, que tiveram acesso apenas às informações obtidas por meio de giroscópios e acelerômetros para navegar pelas correntes.
O próximo passo será testar o equipamento em um tanque de dois andares cheio d`água, instalado no campus da Caltech, para simular um ambiente marítimo de verdade, ensinando o drone autônomo a navegar pelas correntes oceânicas com esse sistema de aprendizagem por reforço.
A Marinha de Taiwan espera receber o primeiro submarino de construção nacional em 2024, um ano antes do previsto, após a primeira e mais importante fase de construção ter sido concluída no mês passado.
O estaleiro local CSBC Shipbuilding Corporation realizou a cerimônia de “batimento de quilha” do primeiro submarino nacional da ilha no dia 16 de novembro.
De acordo com uma fonte ligada ao projeto, citada pelo jornal South China Morning Post, a primeira fase de construção também incluiu testes de pressão e, devido às tensões com a China, as autoridades da ilha pediram ao estaleiro que acelerasse o processo de construção da embarcação.
Os planos iniciais da Marinha de Taiwan eram de construir de oito a 12 submarinos, com cada lote de duas ou três embarcações sendo mais avançado que o anterior, que deverão ser implantados à frota de Taiwan.
O projeto é parte da estratégia de guerra assimétrica para conter Pequim, que tem elevado a pressão militar contra a ilha através do envio de aviões à zona de defesa aérea da ilha.
A Tecnomar acaba de anunciar o lançamento de um dos novos Tecnomar EVO 120 em seu estaleiro na Marina di Carrara. O primeiro dos novos EVO 120 foi apresentado em julho de 2021 e os iates foram remodelados a partir do design original.
O casco de alumínio e a superestrutura do iate foram projetados pelo arquiteto Gian Marco Campanino, diretor de arte do The Italian Sea Group, que assinou o design interno e externo do modelo. O iate possui uma grande área de estar com sala de jantar separada da sala de estar principal. O deck é uma das principais atrações do iate, com piscina infinita, casa do leme e áreas de descanso externas.
Além do espaço do convés principal, o iate acomoda até oito pessoas no convés inferior com uma suíte de largura completa, um camarote VIP e outro camarote adicional. O mobiliário interior, totalmente personalizado, é inspirado no mundo do design automobilístico.
A Ubook, plataforma de audiotainment, lança no próximo dia 15 de dezembro uma nova edição de “500 Dias no Mar – A Volta ao Mundo em um 12 Pés”, do australiano Serge Testa. Publicado originalmente em 1997, o livro será relançado em diferentes formatos: impresso, e-book e audiobook.
A obra autobiográfica acompanha a emocionante viagem de Testa pelo mundo, sozinho no pequeno barco a vela – com 3,6 metros de comprimento – que ele mesmo construiu. Em 1984, o aventureiro partiu de Brisbane, na Austrália, e retornou três anos e 27 mil milhas náuticas (o equivalente a 50 mil km) depois, em 1987.
Sua jornada lhe rendeu um recorde mundial como o responsável pela volta ao mundo com o menor barco da história. Além, é claro, de inúmeras lembranças – do isolamento e da solidão a bordo, tempestades e até um incêndio em alto mar, sem falar nas inúmeras culturas e paisagens que conheceu pelo caminho. Mais de 30 anos depois, o recorde de Testa permanece registrado no Guinness Book.
“Foi muito importante para mim revisitar essa história após tanto tempo. Lembro como se fosse hoje que, na época, eu não sabia nada sobre barcos. No entanto, não desisti, montei o barco em três meses e fui em frente com o meu objetivo. Com a tecnologia de hoje, sem dúvidas essa viagem teria sido mais fácil, mas, mesmo com as dificuldades que apareceram no caminho e a saudade da minha família, foi a aventura mais importante da minha vida”, conta Testa.
Mais do que uma história de aventura e biográfica, o livro é um depoimento sobre resiliência, acreditar em seus objetivos, velejar rumo a um sonho, mesmo contra todas as adversidades. Um livro para inspirar a realizar seus sonhos em 2022.
A nova versão impressa de “500 Dias no Mar – A Volta ao Mundo em um 12 Pés” oferece ao leitor materiais inéditos, como um mapa da viagem, fotos do acervo pessoal do autor e a planta de seu pequeno barco.
A versão em audiobook, conta com a narração do ator Emílio Orciollo, que dá voz ao autor.
O preço é R$54,90 e o livro pode ser adquirido pelo site www.store.ubook.com. Já as versões audiobook e e-book estarão disponíveis para assinantes da Ubook (ubook.com), junto aos cerca de 400 mil títulos disponíveis da plataforma, por R$ 24,90 (valor mensal).
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Um megaiate de luxo foi vendido por cerca US $ 650 mil (cerca de R$ 3,6 milhões). Sua compra até seria um bom investimento, pois o barco possui cabine de DJ, dois helipontos, uma banheira de hidromassagem, entre outras comodidades – mas eis um detalhe importante: a belezinha é um NFT (para token não-fungível) e só existe no metaverso (universo virtual onde as pessoas interagem entre si por meio de avatares digitais).
O barco, batizado de Metaflower Super Mega Yacht, só existe no The Sandbox, um mundo virtual no qual é possível construir novos itens, interagir e monetizar suas experiências no game.
O barco foi lançado pela Republic Realm, uma desenvolvedora de metaverso, para a linha The Fantasy Collection de NFTs de luxo projetados para o The Sandbox. Outros produtos de luxo incluem ilhas particulares, jets e lanchas e são comercializados através de criptomoedas. No caso do megaiate, o valor da venda foi de 149 ether (de US$ 650 mil ou uma das maiores criptomoedas do mundo.
NFT é um arquivo digital único cuja compra e venda é cada vez mais comum e possui sua assinatura única baseada em blockchain, uma espécie de livro de registros virtual.
A venda de itens de luxo no metaverso vem ganhando bastante destaque ultimamente. No início de novembro, um terreno digital em Decentraland, um mundo virtual, foi vendido por US$ 2,43 milhões (cerca de R$ 13,6 milhões) – um preço tão alto que superou o custo da maioria das casas reais na cidade de Nova York e São Francisco.
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A cidade sul-coreana de Busan deu sinal verde para o planejamento de um ambicioso assentamento oceânico, com as obras do primeiro bairro programadas para começar no próximo ano.
Composta por uma série de plataformas interconectadas, a proposta da “cidade flutuante” poderá eventualmente acomodar 10 mil pessoas, de acordo com os projetistas, oferecendo às áreas costeiras uma solução drástica para a ameaça representada pela elevação do nível do mar.
O projeto Oceanix, uma colaboração entre designers, arquitetos e engenheiros, revelou os planos para uma cidade “à prova de inundações” em 2019 — desde então, os organizadores têm procurado um lugar para construir os protótipos.
No mês passado, o grupo assinou um acordo com a cidade de Busan e a UN-Habitat, a agência de desenvolvimento urbano da Organização das Nações Unidas, para hospedar o primeiro de seus bairros flutuantes na costa da Coreia do Sul.
Pré-fabricadas e depois rebocadas na posição adequada, as plataformas propostas irão subir e descer conforme o mar.
Cada um dos bairros, com um tamanho de cinco acres (pouco mais de 20 mil metros quadrados) foi projetado para abrigar 300 pessoas em prédios de até sete andares.
Por fim, essas comunidades poderão ser organizadas em grandes redes, conectadas via passarelas e ciclovias.
De acordo com o escritório de arquitetura dinamarquês Bjarke Ingles Group (BIG), que gerencia o design, as vizinhanças poderão se agrupar ao redor de uma baía central para formar vilas de até 1650 pessoas.
Essas vilas poderão, em teoria, se juntar para formar uma metrópole de 10 mil habitantes – apelidada de Oceanix City (Cidade Oceanix) – completa, com espaços de trabalho compartilhado, restaurantes, fazendas urbanas e áreas de entretenimento.
A costa sul da Coreia do Sul, onde Busan se localiza, é considerada especialmente vulnerável ao impacto da elevação dos níveis dos oceano.
De acordo com reportagens locais, no ano passado, o Greenpeace coreano alertou que a famosa praia de Haeundae poderá desaparecer até 2030.
E o impacto já está sendo sentido – um estudo publicado na revista científica Sustainability descobriu que, até 2020, a cidade teria sofrido mais danos causados por enchentes do que qualquer outro local da Coreia do Sul nos últimos 10 anos.
Sistemas de circuito fechados
O assentamento proposto foi previsto como “autossustentável”, com residentes capazes de produzir sua própria comida e energia em um “circuito fechado de zero desperdício”.
O design dos bairros terá fazendas compartilhadas, instalações para a produção de alimento usando a técnica de aquaponia e jardins para compostagem. Ao mesmo tempo, fazendas de produção de frutos do mar poderão estar localizadas em torno deles.
Enquanto isso, plataformas não-habitadas poderão ter turbinas e painéis solares instalados, ou serem usadas para crescer bambu para a construção de novos edifícios.
O plano urbano proposto pela BIG leva também em conta a produção de água fresca, com instalações de tratamento de água e de coleta de chuva.
Os arquitetos também preveem frotas de veículos elétricos – de táxis aquáticos e balsas movidas à energia solar – conectando os bairros com outras partes da cidade e também com o continente.
O co-fundador da Oceanix, Itai Madamombe disse por e-mail que o primeiro bairro-protótipo em Busan, será completado em 2025, e com pessoas morando nele.
Ela acrescentou que o projeto está atualmente em discussão com outros 10 governos para implantar a tecnologia desenvolvida em Busan.
Em um comunicado, o prefeito de Busan, Park Heong-joon, saudou o acordo, dizendo: “Com as complexas mudanças que as cidades costeiras enfrentam, precisamos de uma nova visão onde seja possível que as pessoas, a natureza e a tecnologia coexistam”.
O diretor do UN-Habitat, Maimunah Mohd Sharif, descreveu Busan como o local “ideal” para o protótipo.
“Cidades flutuantes sustentáveis são parte do arsenal de estratégias de adaptação climática disponíveis para nós”, disse em um comunicado à imprensa. “Em vez de lutar contra a água, aprendamos a viver em harmonia com ela”.
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Especializada em anodos de zinco, alumínio e magnésio, a brasileira Zigmo, que está no mercado há mais de 25 anos, confirmou presença no Rio Boat Show 2022.
A empresa também representa uma autoridade na produção de terminais de bateria para o segmento náutico, e a tendência, na última década, foi só expandir a oferta de produtos. A técnica utilizada por eles é a fundição por gravidade e por cera perdida, para atender não só o comércio de peças, mas a indústria também.
A 23ª edição do maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 2 a 10 de abril, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques do mercado em um só lugar, com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, além de diversas atrações. Serão nove dias de muita interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor.
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Nesta terça-feira (14), às 20 horas, o Capitão Herman Junior, fundador do Portal iNavigate e dos Grupos Mayday, uma das maiores redes náuticas do Brasil com foco no auxílio à segurança da navegação e ensinamentos de conteúdo marítimo, fará o primeiro Encontro iNavigate de Segurança da Navegação com transmissão ao vivo.
“Essa agenda foi definida diante da necessidade de unir todas as instituições que compõe esforços, junto com a comunidade civil que vem demonstrando total interesse em contribuir com as autoridades, para buscar incansavelmente a melhoria da segurança em nossos mares”, afirma Herman.
Além do Capitão Herman Junior, como mediador, estarão presentes no encontro a presidência do Fórum Náutico Paulista, a coordenação da Câmara Temática de Navegação e Segurança, a Marinha do Brasil, a Polícia Militar Ambiental, entre outros convidados.
A programação do primeiro Encontro iNavigate de Segurança da Navegação inclui:
1 – Apresentação dos convidados
2 – Espaço para as instituições explanarem sobre suas ações e atuação em
geral:
– Como atua e a importância dos Grupos Mayday como iniciativa da sociedade
civil e a interação saudável com o governo e as instituições responsáveis pela
segurança no mar;
– O trabalho da Marinha do Brasil para garantir a segurança da navegação, desde
a conscientização até os procedimentos operacionais de fiscalização e
manutenção da segurança marítima;
– Os caminhos que o Fórum Náutico tem criado na construção de soluções,
através da Câmara de Segurança, para contribuir com a segurança de todos no
mar;
– As últimas ações do comando da Polícia Miliar Ambiental e as parcerias com a
Marinha do Brasil.
3 – Debate aberto:
– Errar para aprender (Negligenciar para aprender?). Funciona assim no
mar? Como inverter esse processo. Trazer a consciência antes de uma
ocorrência;
– Visão sobre os tipos de infrações cometidas hoje em nossos mares na ótica:
Da Marinha do Brasil;
Da sociedade civil;
Do governo;
Da Polícia Militar;
– Desenvolvimento náutico sustentável;
– O papel das marinas no contexto segurança. Onde podem contribuir para esse
esforço conjunto de todas as instituições competentes e sociedade civil.
4 – Conclusão e considerações finais
5 – Agradecimentos
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É possível existir vida em um local onde as temperaturas passam dos 260ºC, com um ambiente tomado por substâncias tóxicas? Sim. É o que descobriram cientistas a bordo do navio de pesquisa Falkor, do Schimidt Ocean Institute.
Com uso de um robô subaquático, eles encontraram criaturas até então desconhecidas pela ciência, que habitam as profundezas escuras do mar no Golfo da Califórnia, no México. Segundo os pesquisadores, a expedição pode ter identificado ao menos seis novas espécies.
Ao contrário do que acontece na superfície, as criaturas descobertas não dependem do sol para existir, mas sim de substâncias químicas. Os cientistas observaram, por exemplo, vermes de escama azul e um grande número de vermes tubulares brancos densamente congregados, assim como em esteiras de bactérias que sobrevivem em condições extremas.
O local onde eles foram descobertos tem características únicas, em que as temperaturas passam dos 200ºC graus. Segundo o Mashable, as fontes de calor nesta região, chamadas fontes hidrotermais, são raras – os respiradouros do fundo do mar foram descobertos em 1977 e frequentemente emitem um fluido escuro e rico em produtos químicos.
O fenômeno acontece por causa de uma fratura na crosta terrestre (conhecida como Falha Pescadero), que resulta na infiltração da água do oceano no fundo do mar, onde é superaquecida pela rocha quente derretida do planeta, o magma. E, apesar de todas as condições inóspitas, a vida floresce em torno dessas aberturas.
“As formas que existem lá são realmente especiais”, disse David Caress, cientista-chefe da expedição de 33 dias e pesquisador marinho do Monterey Bay Aquarium Research Institute.
E as descobertas parecem ter importantes não apenas para compreender as profundezas do mar, mas também podem ser vitais para a humanidade. “Pesquisas sistemáticas por novos medicamentos mostraram que os invertebrados marinhos produzem mais substâncias antibióticas, anticancerígenas e anti-inflamatórias do que qualquer grupo de organismos terrestres”, salientou a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.
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O veleiro de Ubatuba (SP), Bruschetta, tetracampeão mundial da classe J-24, teve um final de semana perfeito na disputa final do Campeonato da Regata do Futuro, realizada no Saco da Ribeira, em Ubatuba. A série foi realizada em quatro etapas ao longo do segundo semestre e teve o último capítulo neste sábado com a Regata do Marinheiro.
A equipe comandada por Evandro Csordas e Maurício Santa Cruz venceu a Regata do Marinheiro cruzando a linha de chegada em primeiro lugar (Fita Azul no jargão da vela) na disputa com mais 35 barcos e vencendo também no tempo corrigido. O Bruchetta estava empatado com outros dois barcos na classificação geral e pela conquista de sábado se sagrou campeão. A equipe ainda venceu o troféu na classe RGS Geral.
“Foram quatro troféus que faturamos. Vencemos a Regata do Futuro após chegarmos empatados no geral com outros três barcos, ganhamos a Regata do Marinheiro e cruzamos em primeiro, fomos o Fita Azul e ainda ganhamos na RGS Geral. Estamos muito felizes. Quero agradecer minha tripulação, Fabinho Kiss, Ricardo Delgado, Sydney Maori e Júlio Falcão, ao Rogério Souza, ex-atleta de futebol do Corinthians que está entrando para o mundo da vela e foi nosso convidado de honra”, lembrou Csordas.
A equipe, que é campeã Brasileira na classe RGS neste ano e venceu todos os campeonatos que disputou, contou com Rogério Souza, ex-jogador de futebol do Corinthians.
O Bruschetta segue com tudo para 2022 buscar o bicampeonato Brasileiro na Semana de Vela de Angra dos Reis (RJ) e na busca de recursos para a disputa do Mundial na Argentina, em março, sempre contando com a expertise do Maurício Santa Cruz, que venceu quatro campeonatos do Mundo nesse barco e tem mais um título Mundial na classe Snipe e dois Ouros Pan-Americanos, um deles no Rio de Janeiro em 2007.
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Dois anos após o lançamento de “Histórias do Mar – 200 casos verídicos de façanhas, dramas, aventuras e odisseias nos oceanos”, os apreciadores de boas histórias marítimas acabam de ganhar o volume 2 do mesmo livro: o “Novas Histórias do Mar”, com mais 200 histórias verídicas, que acaba de ser lançado.
O novo livro possui 400 páginas, vem ilustrado com algumas fotos dos casos mais curiosos, e, tal qual o primeiro da série, narra fatos ocorridos nos mares do mundo nos últimos cinco séculos, mas com uma novidade: um capítulo inteiro dedicado aos casos que aconteceram durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, um dos períodos mais tensos – e intensos – nos mares do planeta.
Algumas histórias são trágicas ou dramáticas; outras, bem interessantes e curiosas – mas todas curtas, embora ricas em detalhes e informações.
Como estas:
# O navio que se disfarçava de ilha para se proteger dos inimigos.
# O submarino que afundou por causa de uma simples privada.
# Os náufragos que se recusaram a serem resgatados.
# O engenheiro que construiu uma ilha e a transformou em um país.
# Os sete jovens que voltaram à vida após “morrerem” no mar congelado.
# O excêntrico prático que só voltava para o porto a nado.
# O submarino alemão que precisou ser exorcizado durante a guerra.
# A menina que testemunhou uma barbárie no mar e sobreviveu para contá-la.
# O sortudo gato que escapou de nada menos que três naufrágios.
# O azarado marinheiro que naufragou duas vezes no mesmo dia.
# A passageira que passou 15 anos dentro do mesmo navio, sem desembarcar.
# O médico que quis virar náufrago e cruzou o Atlântico sem água nem comida.
# A mais trágica das expedições ao Ártico.
# A mais longa perseguição no mar que se tem notícia até hoje.
O novo livro, que na promoção de lançamento está sendo vendido com 15% de desconto (de R$ 69,00 por R$ 59,00 – com envio grátis para todo o Brasil), pode ser comprado em www.historiasdomar.com.
Os compradores que desejarem receber o livro autografado pelo autor podem solicitar isso pelo e-mail [email protected].
VEJA O QUE DISSERAM SOBRE O VOLUME 1 DO LIVRO HISTÓRIAS DO MAR
“Sensacional! Difícil parar de ler”.
Amyr Klink, navegador
“Leitura rápida, que prende o leitor”.
Manoel Júnior, leitor
“Um achado! Devorei numa só tacada”.
Rondon de Castro, leitor
“Leiam. É muito bom!” André Cavallari, leitor
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A Inovaleds confirmou presença na próxima edição do Rio Boat Show, lançada no último dia 2, durante coquetel no restaurante Assador Rio. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 2 a 10 de abril, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor.
A empresa brasileira de soluções náuticas em iluminação conta com a fabricação de seus produtos em LED, possui fabricação 100% nacional e suas criações são voltadas para a inovação, sustentabilidade e tecnologia. Os LEDs são completamente submergíveis, possuem entre 27 e 54 Watts de potência, com acionamento por controle remoto.
A linha Super Canhão de Aço Inox, por exemplo, que foi apresentada no São Paulo Boat Show, tem 12 programações diferentes que alteram as cores de todo o conjunto de luzes. Os circuitos são testados para padrões rigorosos nos quesitos choque mecânico e vibrações.
A 23ª edição do maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 2 a 10 de abril, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques do mercado em um só lugar, com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, além de diversas atrações. Serão nove dias de muita interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor.
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A Kelson’s confirmou presença na próxima edição do Rio Boat Show, lançada no último dia 2, durante coquetel no restaurante Assador Rio. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 2 a 10 de abril, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor.
A Kelson’s é especialista em estofados nos mercados automotivo, náutico, moveleiro e médico-hospitalar. No meio náutico, em particular, a empresa especializou-se em revestimentos para toda linha de estofamento náutico e também para a linha de decorações externas.
Dentre os diferenciais da marca, estão a alta tecnologia em torno de ações anti bacterianas, maior facilidade na limpeza (um fator importante para embarcações) e maior resistência e durabilidade para áreas externas.
A 23ª edição do maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 2 a 10 de abril, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques do mercado em um só lugar, com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, além de diversas atrações. Serão nove dias de muita interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor.
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Uma área de baixa pressão atmosférica se intensificou sobre o mar e se transformou em uma tempestade subtropical na manhã desta sexta-feira, 10 de dezembro.
O sistema foi nomeado pela Marinha como tempestade subtropical Ubá (que significa canoa indígena). Até agora, foram 3 tempestades subtropicais e uma depressão subtropical em 2021 na costa do Brasil.
O sistema que está no mar, na altura de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, provoca vento moderado a forte sobre o oceano e deixa o mar agitado na costa da Região Sul e de parte do Sudeste.
Confira o aviso especial divulgado pela Marinha do Brasil
AVISO NR 1299/2021
AVISO ESPECIAL
EMITIDO ÀS 1300Z – SEX – 10/DEZ/2021
TEMPESTADE SUBTROPICAL “UBÁ” COM PRESSÃO CENTRAL 997 HPA EM 31S041W, MOVENDO-SE PARA SUL VENTO FORÇA 8/9 COM RAJADAS FORCA 10//11 AFETANDO A ÁREA SUL OCEÂNICA. MAR MUITO GROSSO ASSOCIADO. POSIÇÕES ESTIMADAS:
Apenas a Marinha do Brasil pode “batizar” os sistemas meteorológicos especiais que por ventura se formem em águas oceânicas brasileiras. Somente os sistemas que alcançam força suficiente para ser uma tempestade subtropical recebem um nome. Isto acontece quando o vento produzido pelo sistema atinge velocidades iguais ou superiores a 34 nós, aproximadamente 61 km/h.
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