Situações de emergência sem precedentes, exigem medidas emergenciais sem precedentes. Ilhabela luta contra a pandemia do novo coronavírus para proteger a saúde de sua população e evitar que a COVID-19 se espalhe. O município do litoral norte paulista desenvolveu uma Balsa Virtual, ferramenta na qual os usuários podem fazer seus pedidos de autorização para a travessia pelo computador ou celular e com antecedência. Cada pedido é analisado e respondido por uma equipe de gestores e fiscais da prefeitura, liberando ou não o acesso à ilha. A análise dos pedidos é feita na busca por evidências de que a pessoa realmente é moradora e não veranista, alugou algo ou está vindo para casa de parentes. O tempo médio para resposta é de 30 minutos. “Além de cumprir o decreto municipal de calamidade, cumprimos também a determinação do Governo Estadual de quarentena, inicialmente até o dia sete de abril. A ordem é que a pessoa não transite e cumpra a quarentena onde está”, atesta a prefeita Maria das Graças Ferreira, a Gracinha.
A Balsa Virtual entrou em funcionamento na sexta-feira (20), apenas 48 horas após o início do seu desenvolvimento. Menos de 24 horas depois de entrar no ar, mais de 1 300 solicitações foram atendidas. Iniciativa da Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo e do “Fórum de Economia Criativa” da cidade, o projeto pode auxiliar outras cidades com necessidade de limitar o fluxo de entrada e saída de pessoas. O Código fonte do programa será disponibilizado gratuitamente para prefeituras com população com até 50 mil habitantes.
“Quase dois meses depois da primeira reunião do comitê para combater o coronavírus, dia 18 de março, a Prefeita Gracinha Ferreira se reuniu com seus secretários para tratar de ações mais efetivas para conter a doença. A cidade já não recebia navios de cruzeiro e a Secretaria de Saúde seguia com barreiras de orientação na entrada da cidade, a balsa, mas o clamor de todos era de que não deixassem mais pessoas entrar na cidade para evitar um possível colapso no sistema de saúde. Era preciso haver um controle na entrada da balsa. E, dois dias depois, em 20 de março, o controle estava implantado: a balsa digital”, explica Bianca Colepicolo, secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo.
Para criar uma solução tecnológica que protege tanto a saúde da população de Ilhabela como das pessoas que se arriscariam a sair de casa sem a certeza de entrar ou não na barca, a administração do arquipélago contou com o “Fórum de Economia Criativa”, que desde 2019 trabalha com objetivo de inspirar e incentivar o uso da criatividade como um poderoso recurso nos negócios e trabalho. Desta forma, visa incentivar uma segunda matriz econômica na cidade.
Além da analise, liberação ou bloqueio de acesso à Ilhabela, todos os registros e controles são devidamente armazenados em banco de dados para, se necessário, localizar os solicitantes. Além disso, dados relevantes para mapeamento das cidades e estados de origem de cada visitante também são catalogados.
O sistema está evoluindo rapidamente para atender novas demandas. Prova disso é que, a partir das 16h desta segunda-feira (23), permitirá que o usuário que tenha seu pedido negado, recorra da decisão. Para isso, poderá enviar documentos comprobatórios de evidências de que a pessoa é moradora (comprovantes de estudos ou de trabalho, anexos de cartão do SUS, contratos, contas, título de eleitor ou CITI).
A Prefeitura de Ilhabela, pede para que moradores fiquem em suas casas evitando sair da cidade. Além disso informa aos turistas a importância de ficarem em suas casas, neste momento, para conter o contágio acelerado do novo coronavírus. A utilização do sistema é apenas para casos de urgência, onde é inevitável a travessia.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
O paulistano Frederico Hiplert Conci tem 45 anos e navega com a família desde os cinco. Atualmente, Frederico é proprietário de uma FS 205, ano 2015, batizada de Evidence, com a qual, antes do isolamento causado pelo COVID-19, costumava aproveitar as águas da Represa de Barra Bonita, no interior do estado, com a família e amigos, no mínimo, duas vezes por mês para passar o dia a bordo. “É a primeira vez que vamos passar tanto tempo sem navegar. Mas é por uma boa causa”, defende Frederico.
Na sua FS 205, equipada com um motor de popa de 150 hp, o paulistano Frederico destaca o espaço interno, o acabamento e a navegação como pontos principais. “Ela é estável e muito segura, além de entrar em planeio rapidamente, mesmo com a capacidade máxima a bordo, que é de oito pessoas”, afirma Frederico, que elogia também o costado alto e a proa sextavada, duas características fortes deste projeto da FS Yachts.
Depois de muitas horas navegadas, Frederico pontua apenas uma mudança que fez a bordo de sua FS 205. “Tirei a boia circular de dentro do porão, onde há pouco espaço, e a embuti no painel, para aumentar o espaço disponível no porão para salvatagem e manter a boia sempre visível e com fácil acesso, em caso de emergência”, explica.
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O Yacht Club de Ilhabela aprovou a redução temporária das taxas sociais e da marina (com exceção às contas de consumo de água e luz e taxa de seguro), de forma a contribuir na atenuação dos impactos do Covid-19 nos orçamentos dos associados.
Já a partir de primeiro de abril de 2020, as referidas taxas terão redução escalonada, para pagamentos realizados até a respectiva data de vencimento, nos percentuais de 50% de desconto para as taxas com vencimento em 1º de abril de 2020, 40% de desconto para as taxas com vencimento em 1º de maIo de 2020 e 30% de desconto para as taxas com vencimento em 1º de junho de 2020.
Os descontos serão lançados de forma automática nos respectivos boletos de cobrança que os associados receberão da secretaria do clube, de acordo com o Yacht Club. “Diante das incertezas decorrentes da evolução da pandemia Covid–19, informamos que os descontos aprovados poderão ser revistos ao longo dos próximos meses”, informou a diretoria.
O clube ressaltou, ainda, que está reavaliando todos os procedimentos de gestão a fim de adequar o local às novas normas governamentais com relação aos contratos de trabalho de funcionários e prestadores de serviços.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Por conta das instruções relativas à prevenção do COVID-19, como a redução da circulação de pessoas e o fechamento total ou parcial das marinas, o estaleiro paulista Intermarine Yachts se antecipou e preparou uma lista de recomendações de como proceder frente à inutilização da embarcação durante esse período. As recomendações valem tanto para barcos que ficarão na água quanto os protegidos no seco.
“São recomendações essenciais para não gerar mofo e corrosão a bordo”, explica Marcio Dottori, consultor técnico de Náutica, que acrescenta: “Apesar das restrições, é importantíssimo funcionar os motores e todos equipamentos do barco uma vez por semana. Se o barco estiver no seco não dá para funcionar o ar condicionado. Porém, até o guincho da âncora sugiro operar no seco, bem como ligar todos os eletrônicos, incluindo o vhf. E mais: é importante também manter os motores e equipamentos na sala de máquinas protegidos com silicone”, alerta.
“Estando o barco na água é preciso deixar avisos informando que os registros de água para motores e geradores estão fechados. É muito comum, quando se fecham os registros, esquecer de abri-los depois. Aí, os rotores das respectivas bombas d’água queimam, com prováveis danos aos motores. Também recomendo, caso não seja possível esvaziar os tanques de combustível, usar estabilizadores de combustíveis, desde que não haja restrições do fabricante do motor”, completa Dottori.
Veja abaixo as recomendações da Intermarine Yachts.
Se o seu barco fica na água:
1 — Esvazie totalmente o tanque de águas cinzas;
2 — Esvazie totalmente o tanque de águas negras, seguindo o procedimento de limpeza do tanque, efetuando de 4 a 5 descargas, para promover o seu esvaziamento;
3 — Esvazie o tanque de água doce. Após finalizar esse processo, desligue o disjuntor da bomba de água doce;
4 — Esvazie geladeiras, icemaker, adegas e qualquer outro tipo de equipamento conservador de alimentos e bebidas. Depois, limpe com um pano seco para eliminar a umidade. Após esse procedimento, deixe os equipamentos desligados da tomada e com as portas abertas;
5 — Todas as portas e gavetas da cabine (armários, quartos, banheiros, por exemplo), devem ser deixadas abertas para ventilar — exceto a porta de acesso ao salão principal e as de acesso às acomodações da tripulação.
6 — Recolha toda a tapeçaria externa e guarde-a em pé. As almofadas devem ser secas e guardadas afastadas uma das outras e secas.
7 — Não deixe nenhum equipamento eletrônico ligado;
8 — Monte todos os fechamentos e as capas do para-brisa e casario;
9 — Feche todos os registros de água salgada do casco: refrigeração dos motores, refrigeração do gerador, refrigeração do sistemas de ar condicionado, sistema de água salgada da lavagem corrente/âncora;
10 — Feche os registros de saída dos tanques de combustível para os motores e geradores.
11 — Desligue todos os disjuntores, chaves de bancos de baterias e desligue o barco da tomada de cais;
12 — Cheque e, se necessário, reforce as amarras da embarcação no píer ou na poita. Atente-se à disposição das defensas, tanto para preservar o casco quanto para não se apoiarem nos vidros do costado;
13 — A embarcação deve ser monitorada presencialmente pelo menos uma vez por semana, seguindo os seguintes procedimentos:
a) Cheque se a linha d’água está estável e igual a usual;
b) Verifique porões dos motores e demais compartimentos para saber se há água, combustível, óleo ou algo anormal.
c) Ligue a tomada de cais ou gerador e carregue os bancos de bateria. É recomendável que o voltímetro do sistema de serviço indique valores acima de 13 V (para sistemas de 12 V) e acima de 25,5 V (para sistemas de 24 V) após finalizar o carregamento do banco de baterias.
d) Areje a embarcação abrindo as janelas, porta do salão, vigias e gaiutas;
e) Inspecione toda a embarcação quanto à presença de água ou odor atípico;
f) Abra e feche todos os registros das linhas de combustível e água salgada de 3 a 5 vezes. Após esse ciclo de movimentações, deixe os registros na posição FECHADA;
g) Caso a permanência do marinheiro ou proprietário a bordo seja liberada pela marina (sem limite de tempo máximo a bordo) é recomendável fazer os procedimentos para ativar motores, geradores e sistema de ar condicionado. Tal procedimento é importante para evitar a formação de cracas dentro das tubulações e dos equipamentos. Antes de iniciar esse procedimento, porém, atente-se para abrir os registros de água salgada e combustível.
h) Ao deixar a embarcação, verifique novamente as recomendações de fechamento da embarcação.
i) As recomendações acima se somam as aplicações particulares de cada proprietário e as sugeridas pelos fabricantes dos equipamentos nos respectivos manuais.
Se o seu barco fica no seco:
As instruções de fechamento da embarcação no seco são mais simples. Abaixo, veja uma lista de principais recomendações que devem ser somadas às instruções da marina, as de costume particular de cada proprietário e as existentes nos manuais dos equipamentos da embarcação:
1 — Esvazie totalmente o tanque de águas cinzas;
2 — Esvazie o tanque de água doce. Após finalizar esse processo, desligue o disjuntor da bomba de água doce;
3 — Não esvazie o tanque de águas negras no seco; se possível, efetue o esvaziamento do mesmo antes de recolher a embarcação. Efetue o esvaziamento e limpeza do sistema com 3 a 5 descargas em cada vaso sanitário, esvaziando novamente o tanque de águas negras;
4 — Esvazie geladeiras, icemaker, adegas e qualquer outro tipo de equipamento conservador de alimentos e bebidas. Depois, limpe com um pano seco para eliminar a umidade. Após esse procedimento, deixe os equipamentos desligados da tomada e com as portas abertas;
5 — Todas as portas e gavetas da cabine (armários, quartos, banheiros, por exemplo), devem ser deixadas abertas para ventilar — exceto a porta de acesso ao salão principal e as de acesso às acomodações da tripulação.
6 – Recolha toda a tapeçaria externa e guarde-a em pé. As almofadas devem ser secas e guardadas afastadas uma das outras e secas.
7 — Não deixe nenhum equipamento eletrônico a bordo ligado;
8 — Monte todos os fechamentos e as capas do para-brisa e casario;
9 — Feche os registros de saída dos tanques de combustível para os motores e geradores.
10 — Desligue todos os disjuntores, chaves de bancos de baterias e desligue o barco da tomada de cais;
11 — A embarcação deve ser monitorada presencialmente pelo menos a cada 15 dias, seguindo os procedimentos abaixo:
a) Verifique os porões dos motores e demais compartimentos para saber se há água, combustível, óleo ou algo anormal.
b) Ligue a tomada de cais ou gerador e carregue os bancos de bateria. É recomendável que o voltímetro do sistema de serviço indique valores acima de 13 V (para sistemas de 12 V) e acima de 25,5 V (para sistemas de 24 V) após finalizar o carregamento do banco de baterias.
c) Areje a embarcação abrindo as janelas, porta do salão, vigias e gaiutas;
d) Inspecione toda a embarcação quanto à presença de água ou odor atípico;
e) Abra e feche todos os registros das linhas de combustível e água salgada de 3 a 5 vezes. Após esse ciclo de movimentações, deixe os registros na posição FECHADA;
f) Ao deixar a embarcação, verifique novamente as recomendações de fechamento da embarcação.
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A previsão do tempo falava apenas em “fortes ventos”. Mas a famosa regata Sydney-Hobart daquele ano teve bem mais que isso
A previsão do tempo nem sempre acerta. Sobretudo décadas atrás, quando não havia tantos recursos tecnológicos. Um dos exemplos mais dramáticos disso aconteceu em dezembro de 1998, durante a regata Sydney-Hobart, na Austrália, uma das competições de barcos à vela mais famosas do mundo.
Quando os 115 veleiros inscritos para aquela prova partiram da mais bonita baía australiana para um percurso de 630 milhas até a capital da vizinha Tasmânia, o sol brilhava forte, os ventos eram tranquilos e a meteorologia previa nada além do habitual para a travessia do Estreito de Bass, que separa as duas ilhas — onde sempre costuma ventar forte e bastante. “Ali, as rajadas podem chegar a 50 nós”, anunciou, quase burocraticamente, o organizador da regata, aos participantes.
Mas, três dias depois, quando os primeiros barcos começaram a chegar a Hobart, semidestruídos e com tripulações esgotadas, os números daquela triste regata eram bem mais aterrorizantes: 71 barcos haviam abandonado a competição ou sido abandonados pelos seus tripulantes, cinco afundaram, a Guarda Gosteira australiana recebeu 80 pedidos de socorro e fez 55 tenebrosas operações de resgates, com barcos e helicópteros, na maior ação do gênero da história do país. Mas o pior de tudo é que seis velejadores estavam mortos.
A culpa foi da meteorologia, que não previu que os ventos de 50 nós anunciados na partida virariam mais de 80 (ou quase 150 km/h) ao longo da travessia do Estreito. Nenhum barco estava preparado para tamanha intensidade de vento. O resultado foi a regata mais trágica da História, juntamente com a Fastnet, de 1979, na Inglaterra. A diferença é que, enquanto naquela edição da Fastnet os participantes sabiam que iriam encontrar situações duríssimas pela frente, na Sydney-Hobart daquele ano todos os barcos partiram confiando no que informara a meteorologia — e o que ela dizia não era tão preocupante assim.
Soprava um vento moderado, entre 13 e 20 nós, quando os barcos partiram da Austrália, na manhã de sábado, 26 de dezembro, logo após o Natal, como manda a tradição da Sydney-Hobart. Mas, no dia seguinte, domingo, apenas 24 horas depois, as tripulações dos dois barcos líderes da prova, o Brindabella e o gigantesco Sayonara, do milionário americano Larry Ellison, já reportavam, pelo rádio, ventos crescentes e mar bem grosso pela frente. E a situação seguiu piorando, rapidamente.
Logo, toda a flotillha estava lutando contra ondas de até 15 metros de altura, que faziam com que os barcos fossem atirados de uma para a outra, feito rolhas, gerando um cenário de terror para os tripulantes. Avariados, nove veleiros abandonaram a regata ainda no primeiro dia e outros comandantes já tencionavam fazer o mesmo quando começou o pior: os acidentes e as mortes.
Um dos barcos, o Stand Aside, foi tombado por uma onda e perdeu o maestro, que desabou sobre a tripulação, deixando três feridos a bordo. Um deles teve parte dos dedos decepados pelos cabos de aço do mastro e outra tripulante ficou presa na mastreação avariada, dentro d´água. Milagrosamente, ela foi resgata pelos próprios companheiros, em meio aquele quase maremoto.
Instantes depois, uma onda gigantesca atingiu o veleiro Winston Churchill, que inclinou 45 graus e foi arremessado de encontro a outra vaga, que completou a tragédia, inundando e afundando o barco. A tripulação só teve tempo de disparar um pedido de socorro e pular para as balsas salva-vidas. Mas nem todos escaparam. Três tripulantes que estavam agarrados a uma das balsas, tentando subir a bordo, foram tragados por outra onda, no começo daquela noite — uma longa noite de seguidas tragédias.
E logo veio outra perda trágica: a do velejador olímpico inglês Glyn Charles, que não era nenhum principiante no esporte. Mesmo estando atado ao barco por um cinto de segurança, ele foi varrido do convés do veleiro Sword of Orion por uma muralha d´água e também desapareceu no turbilhão de água salgada que se tornou o mar do Estreito de Torres naquela noite. Seu corpo jamais foi encontrado.
Enquanto tudo isso acontecia, os atônitos organizadores da regata se limitavam a retransmitir dezenas de pedidos de socorro à Guarda Costeira australiana, que mobilizou todos os seus barcos e helicópteros para tentar tirar o máximo possível de velejadores do meio do oceano. Às 22 horas de domingo, as rajadas chegaram a insuportáveis 80 nós e outra meia dúzia de barcos foi abandonada no mar. Outros tantos buscaram abrigo numa ilha próxima e por ali ficaram. Mas o cenário de horror continuava. Outro veleiro, o Business Post Naiad, capotou duas vezes, perdeu o mastro e dois tripulantes: um afogado e o próprio comandante, de ataque cardíaco, causado pelo estresse e esforço em tentar manter o barco flutuando.
O mais incrível, contudo, foi que a regata continuava, ainda que, lá na frente, os ponteiros avançassem tentando apenas escapar o mais rápido possível daquele inferno. Vencer não importava mais. O que contava era sobreviver. E a melhor maneira de fazer isso era chegar logo a um porto seguro.
Na terça-feira, o primeiro barco chegou a Hobart. Era o Sayonara, do milionário Elisson, que estava a bordo e nem de longe comemorou a vitória. “Não estávamos competindo”, disse, chocado, ao desembarcar. “Estávamos apenas tentando sair vivos daquilo tudo”.
No final, apenas 44 barcos completaram a prova, que teve um trágico saldo de seis mortes, mas deixou um legado para sempre: a previsão do tempo nunca mais foi a mesma na Austrália, depois daquela pavorosa regata Sydney-Hobart.
DE ONDE SAIU ESSA HISTÓRIA?
HISTÓRIAS DO MAR – 200 CASOS VERÍDICOS DE FAÇANHAS, DRAMAS, AVENTURAS E ODISSEIAS NOS OCEANOS, do ex-editor da revista Náutica, Jorge de Souza, é uma coletânea de fatos extraordinários que aconteceram nos mares do planeta, nos últimos 500 anos. Para comprar o livro, por R$ 49,00 (e recebê-lo em casa, sem custo extra), acesse www.historiasdomar.com, ou clique aqui.
O QUE ESTÃO DIZENDO SOBRE ESTE LIVRO
“Sensacional! Livro imprescindível e viciante, daqueles que a gente não consegue parar de ler”. Amyr Klink, navegador
“Histórias excelentes e curiosas. Relato sucinto e objetivo. Leitura rápida, que prende o leitor”. Manoel Júnior, leitor
“Um achado! Devorei o livro numa só tacada. Textos com sabor de “quero mais`”. Rondon de Castro, leitor
“Fica a dica: leiam. É muito bom!” André Cavallari, leitor
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A MCP Yachts — que em 40 anos de atividades já lapidou algumas dezenas de barcos a motor, de 76 a 142 pés — estabeleceu uma parceria tecnológica internacional com o estúdio de design de iates holandês Vripack, abrindo um leque de novas possibilidades. Como fruto desse acordo, já se encontra em desenvolvimento o primeiro projeto: um motoryacht transoceânico de 40 metros (131 pés), batizado de Seaview (Vista ao Mar).
E vêm aí novos produtos, como revela Manoel Chaves, fundador e presidente do estaleiro MCP Yachts, que tem sede no Guarujá. “Estamos trabalhando em uma série de embarcações de 34 metros de comprimento (111,5 pés) com a marca MCP-Vripack. Já temos reservadas janelas para fabricação de dois barcos este ano. Serão nossos cascos de nº 93 e 94”, enumera ele, em contagem regressiva para colocar na água seu 100º iate.
A Vripack é um estúdio de extensa experiência em arquitetura e engenharia naval, com mais de 7 mil projetos consolidados. Por sua vez, a MCP Yachts é pioneira da construção de grandes barcos no Brasil. Entre outras façanhas, entregou o maior iate de lazer já construído na América do Sul: o Raffaella II, de intermináveis 142 pés, certificado pelo Lloyds Register de Londres.
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Os investimentos do Grupo Ferretti na fábrica em Ancona continuam. Trata-se de um projeto que visa melhorar a eficiência e a sustentabilidade energética. A nova planta permitirá reduzir em até 79% o consumo de energia elétrica e térmica necessária para condicionar o ambiente, atendendo às necessidades de produção do estaleiro, que cobre uma área de mais de 25 mil m² e requer controle de temperatura constante.
Dentro da planta existe um co-gerador a gás de alta eficiência, com uma potência elétrica de 500 kWe e uma potência térmica de 600 kWt, juntamente com um absorvedor de 460 kWf para a produção de água fria para resfriamento que utiliza a energia térmica.
No geral, essa intervenção, uma vez totalmente operacional, levará a uma redução de cerca de 79% da demanda por eletricidade e 32% de energia térmica, estimando uma economia anual de energia primária de 20%.
Na área do local, o Grupo Ferretti também instalou um sistema solar fotovoltaico para a produção de eletricidade e para a conversão de sistemas de iluminação com lâmpadas LED.
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A Brunswick Corp foi nomeada como uma das vencedoras do prêmio ‘Best of CES’ 2020. O programa homenageia os 20 principais expositores dentre os mais de 4 500 no Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas.
“A CES é o evento tecnológico mais influente do mundo, estabelecendo o padrão para mostrar novas tendências a cada ano”, disse Dave Foulkes, CEO da Brunswick. “Ganhar esse prêmio em nosso primeiro ano como expositor é uma façanha incrível. Temos uma equipe de design e exposição de classe mundial que criou uma experiência única, impactante e convincente, mostrando a tecnologia e a capacidade da Brunswick neste cenário global”.
A peça central do estande da Brunswick era o novo Sea Ray SLX-R 400e, acompanhado por um leme remoto e totalmente funcional, idêntico ao do barco, permitindo que os visitantes experimentassem como seria estar no água com tecnologias como pilotagem por joystick, Vessel View e NAUTIC-ON.
A Brunswick também mostrou como o futuro do barco pode ser com operação autônoma e reconhecimento de gestos.
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A represa Billings, em São Paulo, está testando a primeira usina fotovoltaica na região. Na prática, as boias estão sendo colocadas embaixo de placas de energia solar, que ficarão sobre a água captando energia. O projeto tem 100 kW de potência e uma área de mil metros quadrados. No total, foram gastos R$ 450 mil em equipamentos.
Com duração de 90 dias, o teste vai avaliar se é viável instalar mais usinas flutuantes em outras áreas do reservatório que abastece a capital. Caso o resultado seja promissor, a ideia é instalar mais delas nas represas de Billings e Guarapiranga.
Marcos Penido, secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, afirma que o apoio da população e da iniciativa privada é fundamental para o sucesso do projeto. “Estamos buscando cada vez mais formas de incentivar a preservação do meio ambiente por meio do desenvolvimento sustentável dessas represas que são de extrema importância para o abastecimento da região”, completa.
A Tractebel está desenvolvendo o projeto básico de fotovoltaicas solares flutuantes com capacidade de 30 MW na barragem hidrelétrica da Batalha, de 52,2 MW localizada no rio São Marcos, em Goiás, de propriedade do grupo estatal brasileiro Furnas Centrais Elétricas. Nesse grande projeto de energia renovável, a Tractebel será responsável pelo projeto para a implantação das usinas I, II e III.
Para atingir uma potência instalada total de 30MW, será instalado 90.900 módulos fotovoltaicos flutuantes no reservatório, o equivalente para suprir a energia mensal de aproximadamente 30 000 residências.
O Brasil já abriga uma usina solar à deriva adicional de 1 MW na barragem de Sobradinho, um centro hidrelétrico de 175 MW no rio São Francisco, em Sobradinho, no estado da Bahia.
A energia solar fotovoltaica flutuante é uma ótima alternativa no Brasil, já que os componentes, bem como a colocação de estruturas à deriva, podem ajudar a diminuir a dissipação dos tanques de armazenamento de água atualmente testados, além de aumentar o fornecimento de energia elétrica em períodos secos.
No mesmo caminho, a Furnas Centrais Elétricas também estuda qual é a melhor maneira para a implantação de energias solar e eólica na Usina Hidrelétrica de Itumbiara, no rio Paranaíba, a maior usina do Sistema Furnas e fica localizada entre os municípios de Itumbiara, em Goiás, e Araporã, em Minas Gerais. A ideia é instalar um sistema de geração de energia solar fotovoltaica no entorno e no reservatório da usina.
Para aproveitar a energia solar gerada durante o dia, o projeto inclui o armazenamento da energia em sistemas de hidrogênio e eletroquímico. “Vamos armazenar energia gerada através da fonte solar para buscar ter um período maior de fornecimento de energia dessa fonte”, disse o gestor técnico da Gerência de Pesquisa, Serviços e Inovação Tecnológica de Furnas, Jacinto Maia Pimentel.
Além das baterias de alta capacidade, o armazenamento será feito por meio de hidrogênio líquido. O projeto básico de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de Furnas já foi iniciado e deve ser concluído em 32 meses, com investimento previsto de R$ 44,6 milhões da carteira de P&D de Furnas.
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Poucas lanchas têm uma trajetória tão rica como esta 30 pés da Schaefer Yachts, boa de mar e de mercado. Campeã de vendas em sua categoria, com mais de 1 600 unidades na água — somados os negócios com suas antecessoras, a Phantom 290, lançada em 2001, e a Phantom 300 (geração 2), que chegou ao mercado em 2009, usando o mesmo casco, mas com alterações na altura da cabine e acréscimo na plataforma de popa —, a Phantom 303 (o 3 é de terceira geração) segue sendo a rainha, a lancha de 30 pés com maior número de registro na Marinha.
Hoje, qualquer lancha de passeio que se preze no Brasil tem um cockpit com configuração própria para um país de clima quente. Mas nem sempre foi assim. A fórmula mágica, que inclui banco duplo para o piloto, espreguiçadeira ou divã ao lado, assentos para uma dezena de pessoas e acesso direto ao cockpit através de uma passagem própria, nasceu com a Phantom 290.
A 303, sua admirável sucessora, lançada inicialmente para atender à demanda no mercado norte-americano, mantém essas mesmas características, junto com a silhueta do casco definida por grandes para-brisas laterais — que dão continuidade a uma curva desde a alheta, junto à plataforma de popa — e com a qualidade de construção acima da média nacional.
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A única maneira de você comprar um barco e já sair navegando é se ele for usado. Ou melhor, seminovo — barco praticamente novo mas já com preço de usado, o que costuma ser melhor ainda. Para facilitar a busca, selecionamos abaixo 10 lanchas que estão à venda, de 18 a 75 pés, e que, seja pelo seu preço, estado, tempo de uso ou equipamentos instalados, são realmente bons negócios.
Modelo: FS 180
Porque é um bom negócio: é uma lancha revisada pelo próprio fabricante, tendo aspecto de nova, porém, com preço mais acessível. Tem garantia da Mercury até setembro de 2021. Ano: 2018 Motorização: Mercury 100 HP CT Quanto custa? R$ 84 500 (uma nova custa R$ 104 500) Quem está vendendo?Estaleiro FS Yachts
Modelo: Rossini 260
Porque é um bom negócio: Lancha revisada e bem conservada. Barco de proa aberta, convés espaçoso e com banheiro. Capota retrátil, guincho elétrico com corrente e âncora, carreta encalhe, som e alto-falantes marinizados, rádio vhf e flapes hidráulicos. Ano: 2017 Motorização: Mercruiser 4.5L, 200 hp, rabeta Alfa 1 com apenas 40 horas Quanto custa? R$ 125 mil Quem está vendendo?Estaleiro NHD BOATS
Modelo: NHD 270
Porque é um bom negócio: Lancha revisada pelo próprio fabricante, em estado de 0 km e muito bem equipada. Tem plataforma lateral retrátil, capota, guincho elétrico com corrente, âncora de inox, piso em EVA, churrasqueira a carvão, carreta de encalhe, bússola, flapes hidráulicos, som e rádio vhf. Ano: 2018 Motorização: Mercruiser 6.2L, 300 hp rabeta Bravo 3 com apenas 90 horas Quanto custa? R$ 240 mil Quem está vendendo?Estaleiro NHD BOATS
Modelo: FS 290 Concept
Porque é um bom negócio: é uma lancha toda revisada pelo próprio fabricante, muito completa, com aspecto de nova, porém, com preço mais acessível. Tem garantia da Mercury até dezembro de 2021. Ano: 2018 Motorização: Mercury Mercruiser 250 HP Bravo Three Quanto custa? R$ 337 000 (uma nova custa R$ 391 700) Quem está vendendo?Estaleiro FS Yachts
Modelo: Triton 295
Porque é um bom negócio: bom espaço externo e interno, econômica, bem cuidada e com acessórios instalados. Ano: 2012 Motorização: Mercruiser 5.7, 300 hp, gasolina, 125 horas Quanto custa? R$ 205 mil Quem está vendendo?Centro Náutico/PR
Modelo: Triton 345
Porque é um bom negócio: bastante espaço interno, econômica, bem cuidada e com acessórios instalados. Ano: 2013 Motorização: Volvo Penta D3 220 hp com comando eletrônico Quanto custa? R$ 550 mil Quem está vendendo?PIRABOAT/SP
Modelo: Azimut Verve 40
Porque é um bom negócio: embarcação esportiva feita pela própria Azimut Yachts no Brasil. Ano: 2017 Motorização: 3 x 350 Outboard Mercury (1050 MHP) Quanto custa? R$ 3,2 milhões Quem está vendendo? Azimut Select (www.azimutselect.com.br)
Modelo: Intermarine 480 Full
Porque é um bom negócio: o barco teve apenas dois donos. Todas manutenções em dia e bem equipada, além de ter apenas 500 horas de uso originais. Ano: 2008 Motorização: Volvo IPS 600 Quanto custa? R$ 1,650 milhões Quem está vendendo? Nova Marine
Modelo: Sea Ray 510
Porque é um bom negócio: Embarcação importada, bem equipada e revisada pela Azimut Yachts. Ano: 2016 Motorização: 2 x Cummins 600 HP com DTS Quanto custa? R$ 3,5 milhões Quem está vendendo? Azimut Select (www.azimutselect.com.br)
Modelo: Intermarine 75
Porque é um bom negócio: um barco com mais de 20 unidades produzidas. Único dono desde sua produção, todas manutenções em dia e bem equipada. Ano: 2012 Motorização: MAN 1.550 Quanto custa? R$ 7,5 milhões Quem está vendendo?Nova Marine
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
O Grupo Sedna anunciou, nesta quinta-feira (19), o fechamento temporário de sua fábrica em Itajaí (Santa Catarina), devido ao COVID-19. Com 200 funcionários que se reúnem todos os dias na produção dos modelos da marca, a empresa parará as atividades por 10 dias, a partir desta sexta, dia 20, atendendo ao Decreto 509 do governador de Santa Catarina, Carlos Moisés.
“A Sedna Group é uma empresa responsável nas questões ambientais, de segurança e de saúde, tanto do quadro de funcionários, quanto dos clientes e parceiros comerciais. Mesmo com certo prejuízo nos cronogramas de produção, inerentes à decisão, entendemos que o objetivo maior, neste momento, é preservar a saúde de todos e contribuir com o controle da disseminação do Coronavírus”, relatou a diretoria da empresa em comunicado.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
O estaleiro gaúcho Tethys Yachts entregou mais uma unidade de sua lancha Tethys 31 Targa, desta vez em Escarpas do Lago, em Capitólio (MG). Lançada há apenas 10 meses e apresentada durante o São Paulo Boat Show 2019, a Tethys 31 Targa é construída na cidade de Venâncio Aires, onde o estaleiro mantém uma fábrica com mais de 13 mil m² e produz outros cinco modelos de lanchas (37 HT, 41 Targa, 41 HT, 54 HT e 54 FLY).
A lancha, reconhecida pela sua qualidade de construção, tem comando aberto e vem muito bem equipada de série, com gerador, ar, geladeira, fogão, churrasqueira e outros itens de conforto, além de ser elogiada pelos amplos espaços internos.
“Somos reconhecidos pelo alto padrão de acabamento de nossas embarcações. Nosso processo de construção é totalmente artesanal, o que garante alta qualidade em cada detalhe dos barcos”, enaltece Alexsandro Ferreira, presidente da Tethys Yachts, detentora do selo de membro da ABYC (American Boat & Yacht Council).
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O presidente do Instituto Brasileiro do Turismo (Embratur), Gilson Machado Neto, anunciou oito novos pontos de mergulho e oito de pesca esportiva em Fernando de Noronha. A informação foi divulgada na reunião do Conselho Distrital realizada no último dia 2, que contou também com a participação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e do senador Flávio Bolsonaro.
Segundo o presidente da Embratur, a criação dos novos pontos já foi homologada no dia 11 de fevereiro. Ele solicitou aos conselheiros distritais indicação de possíveis recifes artificiais. “Podem ser blocos de concretos, trator, sucata, navios. O recife artificial não é lixo, é só realizar um mergulho no naufrágio do Porto de Santo Antônio para observar a vida marinha. Nosso projeto é para o mais rápido possível”, disse.
Na reunião, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que viu muitas semelhanças entre Noronha e a Ilha Grande, no Rio de Janeiro. Ele disse que os dois locais têm problemas similares e prometeu ajudar.
Flávio Bolsonaro também anunciou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, vai visitar Fernando de Noronha ainda neste primeiro semestre de 2020. O senador recebeu do presidente do Conselho Distrital um convite formal para enviar ao pai.
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Como parte da programação do International Congress of Maritime Arbitrators (ICMA), o Tribunal Marítimo (TM) recebeu, no dia 11 de março, os 115 participantes, de 25 países.
A Conferência, que foi realizada pela primeira vez no Brasil, aconteceu no período de 8 a 13 de março no Rio de Janeiro, teve sua primeira edição em Moscou, no ano de 1972 e foi criada para fornecer um fórum para árbitros e advogados marítimos de todo o mundo para trocar opiniões e notícias de interesse profissional. É crescente no Brasil o emprego da arbitragem como solução extrajudicial de controvérsias.
Por ocasião da visita, o Juiz-Presidente do TM proferiu uma palestra onde apresentou a nossa “Corte Marítima”, sua história bem como sua importância, estrutura e funções na prevenção de acidentes, além das características e benefícios do Registro Especial Brasileiro (REB).
O Presidente do Tribunal Marítimo, Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho, foi um dos palestrantes no painel com temas ligados a Indústrias. Ele tratou sobre “Tribunal Marítimo, aprimorando a arbitragem marítima no Brasil”, quando apresentou o país como um “mar de oportunidades”, com foco na economia azul, além de tratar sobre o papel da Corte do mar na prevenção de acidentes e sobre a arbitragem no Brasil.
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A Beneteau, grupo do qual faz parte a marca Jeanneau, anunciou nesta terça-feira (17) o fechamento de suas fábricas francesas e italianas por tempo indeterminado, segundo o gerente de comunicações. Os braços da empresa localizados na Polônia e nos Estados Unidos continuam suas atividades por enquanto.
As treze fábricas de construção de barcos e outras quatro destinadas à produção de outros produtos, localizadas em Vendée, fecharam nesta terça-feira à noite. Essas 17 fábricas têm aproximadamente 4 mil funcionários (de um total de 5 mil na França).
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O Tranquility, como é chamado o megaiate futurista de 300 pés (90 metros) alugado para o aniversário de 22 anos da socialite Kylie Jenner, está à venda por US$ 200 milhões (R$ 930 milhões, aproximadamente). A empreendedora, uma das mais jovens bilionárias do mundo, alugou a embarcação em agosto do ano passado, pagando 1,1 milhão de euros pelo uso por uma semana (R$ 5,8 milhões). Tranquility, que foi premiado com o “Iate do ano com mais de 82 metros” no World Superyacht Awards, tem academia, cinema, piscina, heliponto, salão de beleza e spa.
O barco comporta até 26 hóspedes, com suíte master e nove camarotes para os hóspedes adicionais. O interior foi projetado pelo designer de iates Andrew Winch. Há outras curiosidades sobre o megaiate além de ter hospedado a festa de aniversário de Kylie Jenner. Em 2018, o barco foi apreendido pelo governo da Malásia como parte dos ativos recuperados em um escândalo nacional de lavagem de dinheiro. Na época, o modelo foi vendido por US$ 126 milhões, segundo o Business Insider. Veja fotos:
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No dia 10 de março, o Museu Náutico da Bahia, instalado no Farol da Barra, em Salvador-BA, foi condecorado como primeiro colocado, dentre 37 participantes, na categoria “Equipamentos e Atrativos Turísticos” do Prêmio Programa de Otimização de Performance, promovido pela prefeitura da capital baiana. Em segundo e terceiro lugares na categoria ficaram o Elevador Lacerda e o Mercado Modelo, respectivamente.
Em cerimônia presidida pelo Secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Cláudio Tinoco, o Museu Náutico da Bahia foi contemplado com um troféu e um certificado de excelência, recebidos pelo Comandante do 2º Distrito Naval, Vice-Almirante André Luiz Silva Lima de Santana Mendes. A premiação reconheceu os hotéis, equipamentos e atrativos turísticos que alcançaram as melhores avaliações em páginas da internet no ano de 2019.
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Com nove etapas oceânicas e percurso de cerca de 38 000 milhas (contra 45 000 milhas nas edições anteriores), a próxima edição da The Ocean Race, programada para começar em outubro de 2021, em Alicante, Espanha, acaba de ter sua rota definida, assim como as 10 cidades-sede, incluindo a catarinense Itajaí, que mais uma vez será o ponto de parada na América do Sul.
De Alicante, os veleiros das classes VO65 e IMOCA 60 (sim, haverá duas classes nesta edição) apontarão a proa para a Ilha de São Vicente, em Cabo Verde. Seguem-se: Cidade do Cabo (África do Sul), Shenzhen (China), Auckland (Nova Zelândia), Itajaí (Brasil), Newport (EUA), Aarhus (Dinamarca), Haia (Holanda) e Gênova (Itália), palco da Grande Final, no verão de 2022.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Há cerca de dez anos, o estaleiro Ventura Marine, até então especializado em lanchas abertas de 17 a 26 pés, decidiu investir em barcos maiores. De sua linha de montagem, na cidade mineira de Capitólio, hoje também saem lanchas de 30, 35, 39, 41 e até 45 pés, divididas em duas linhas, Comfort e Premium, com modelos daycruiser, hard top e flybridge.
Apesar disso, a empresa não abandonou o segmento das pequenas embarcações de proa aberta, perfeitas para quem quer começar a navegar, no qual firmou prestígio inicial e ainda é referência no mercado brasileiro. Por sinal, uma das primeiras lanchas de proa aberta fabricadas em série no Brasil foi a Ventura 20.
São barcos econômicos e fáceis de pilotar, feitos para passear e esquiar em rios e represas ou no mar abrigado. Assim é a V195 Crossover, a mais nova da turma. E que traz boas sacadas. Veja no vídeo a seguir e na reportagem completa abaixo.
Como ela é
A Ventura V195 Crossover, de 6,04 metros de comprimento (19,82 pés) por 2,26 m de boca, foi lançada em 2018, no Rio Boat Show, e logo chamou atenção ao apresentar novidades como banheiro embutido, solário desmontável de proa (ou espreguiçadeira, já que uma pessoa de estatura mediana não consegue ficar deitada ali) e espaço próprio para instalar alto-falante no espelho de popa.
Sim, vale a pena repetir, essa lancha tem um banheiro, no centro do barco, colado ao posto de comando, que serve de grande atrativo especialmente para as mulheres. Por conta desse banheiro, criou-se uma boa passagem a bombordo para a proa, onde fica outra atração: os sofás que se transformam em solário, ou em espreguiçadeira para duas pessoas. Destaque também para o perfil esguio do casco, do costado alto, marca registrada deste estaleiro, um dos mais tradicionais do país, com mais de 16 mil lanchas na água.
O termo Crossover foi emprestado do setor de automóveis, em que significa “cruzamento de estilos”; ou seja, qualquer veículo que misture dois ou mais estilos é considerado um crossover). No caso dessa quase 20 pés, a mescla se aplica à Ventura 195, a lancha de fibra mais vendida no país, com cerca de 4 mil unidades em nossas águas. Na esteira da irmã mais antiga, em menos de dois anos de mercado, ela já vendeu mais de 300 unidades, anuncia o estaleiro.
A Ventura V195 Crossover é uma lancha de costado alto, muito seguro, e arranjo convenientemente projetado para pequenos cruzeiros diurnos em águas parcialmente abrigadas. Com bom aproveitamento de espaços, acomoda bem seis pessoas, mas pode transportar até oito, o que significa levar a família inteira para passeios nas águas calmas de uma represa ou enseada.
A popa, bem distribuída, tem dois sofás (um em “L” outro em linha) em que cinco pessoas podem se sentar com total conforto, sem que as pernas encostem umas nas outras, além de um banco individual giratório no lado oposto do comando, com pega-mão lateral e um porta-treco ao lado. A pia com lixeira, no cockpit, e o chuveirinho, na popa, são servidos por um tanque de água de 27 litros. Todos os porta-copos a bordo são vazados, para não acumular água. O revestimento do piso, em EVA, é opcional, mas muito bem-vindo.
Um dos destaques desta lancha, o banheiro, no centro do barco, colado ao posto de comando, fica dentro do console e tem 1,25 metro de altura e 0,65 m de largura. É pequeno, mas suficiente para um adulto abaixado. Para as crianças, contudo, tem o tamanho ideal. O vaso sanitário, no modelo testado, usava sistema hidráulico. Nossa sugestão para os futuros compradores é instalar um vaso sanitário químico, para não poluir nossas águas, já que a V195 não oferece recurso para instalar caixa de esgoto.
No espelho de popa, há lugar próprio para instalar alto-falantes, ótimos para animar os passeios. Tem também uma portinhola separando o cockpit da escadinha retrátil de popa, com três degraus, além de suporte próprio para a boia circular e mastro para puxar esqui e wakeboard. A plataforma de popa tem 60 centímetros e é perfeitamente “ficável”, apesar do motor de popa. Debaixo dos sofás, sobra espaço para guardar coletes, defensas e até uma caixa térmica (item de série) de 60 litros.
Na proa, o cockpit foi muito bem planejado. Tem dois sofás (um individual outro para duas pessoas), um posicionado de frente para o outro, sendo que sob o sofá da frente fica armazenada a mesa de centro, que pode ser montada no cockpit de popa. O pulo-do-gato: esses sofás se transformam em um solário para duas pessoas, do tipo desmontável.
No bico da proa, o projetista instalou um paiol com tampa, para uma âncora e lugar para amarrá-la dentro, o que evita que a haste danifique a laminação. E ainda há pegadores de mão, porta-copos e um porta-trecos, além de dois cunhos e luzes de bordo. O acesso à proa se dá por uma passagem bem larga a bombordo, onde o bonito para-brisa se abre. Detalhe: há uma trava, que evita solavancos da abertura do para-brisa durante a navegação.
O posto de comando tem um banco giratório, tornando a área de convivência ainda maior quando o barco estiver parado. Durante a navegação, há um bom suporte para os pés do piloto e uma trava mantém o banco fixo. Se o dono do barco preferir, o painel pode ter apenas uma tela multifunção, de 7 polegadas, com gps e sonda, sem os reloginhos convencionais do motor, mas sim com instrumentos digitais — o que dá um ar de modernidade ainda maior a esta lancha.
A V195 Crossover tem longarinas laminadas no espelho de popa, um cuidado que deixa sua estrutura mais resistente e segura. E o porão recebe acabamento em gelcoat, para facilitar sua limpeza. Além disso, os terminais dos cabos da bateria são prensados, em vez de soldados, para evitar corrosão, algo pouco comum nessa faixa de tamanho. O casco, com perfil esguio, esportivo, aceita motores de popa de 90 a 150 hp.
Em relação à autonomia, a Ventura V195 Crossover tem um tanque de combustível de 100 litros que, embora pequeno, permite navegar um bom tempo antes de reabastecer. Na velocidade de cruzeiro, que foi de 20 nós, o consumo fica na faixa de 17 litros por hora, uma ótima marca.
A Ventura V195 Crossover foi testada nas águas calmas da represa de Guarapiranga, em São Paulo. A bordo, havia três pessoas, 100 litros de gasolina e 27 litros de água. Navegando nessas águas tranquilas, que é o seu habitat natural, o casco foi rápido e bem equilibrado.
Durante a navegação, mostrou boa agilidade nas manobras e fez curvas com raio de giro reduzido, como era de se esperar, e sem perder muita velocidade nem adernar demais, o que é igualmente bom. E ninguém leva sustos durante os passeios. Porém, por conta da rabeta de apenas 20 polegadas (no modelo testado), toda vez que se faz uma curva é necessário regular o power trim, que sobe a rabeta, alterando o ângulo de inclinação da lancha e a área de contato do casco com a água. Se não, o hélice ventila e a velocidade diminui nas curvas.
O para-brisa é de vidro e oferece boa visibilidade. Porém, o banco não oferece regulagem de altura, o que pode dificultar a vida de um piloto com estatura abaixo da mediana, quando navegando sentado. Já o acabamento do painel é escuro e não reflete no para-brisa, o que é ótimo.
Equipada com um motor de popa de 115 hp, a Ventura V195 Crossover alcançou 33,9 nós de velocidade máxima, desempenho mais que adequado para passeios com a família. Já na arrancada, levou 8,9 segundos para ir da marcha lenta aos 20 nós, sinal de que tem competência para puxar um esquiador, especialmente no wakeboard, embora para o slalom a motorização de 150 hp seja mais adequada. Já para quem não deseja investir em motor mais potente, uma alternativa é a troca do hélice, passando do passo 19 para o passo 17.
Embora tenha a proa aberta, a V195 Crossover é um pouco mais pesada que outras de sua categoria, por conta da estrutura do banheiro, e por isso demora um pouco para ganhar velocidade. Mesmo assim, não deixa de ser rápida. Por outro lado, graças ao peso extra, o casco se mostrou mais estável. Em resumo, é uma lancha dócil e equilibrada, com tudo à mão do piloto.
Pontos altos
Tem banheiro fechado
A navegação é bem equilibrada
O design é bem atraente
Pontos baixos
Os assentos dos estofados de proa e popa não têm travas
O acesso difícil à bomba de porão
O banco do piloto não oferece ajustes de posição
Características técnicas
Comprimento total: 6,04 m Boca: 2,26 m Calado com propulsão: 0,75 m Borda-livre na proa: 0,94 m Borda-livre na popa: 0,76 m Pé-direito no banheiro: 1,25 m Ângulo do V na popa: 18 graus Combustível: 100 litros Água: 27 litros Peso com motor: 855 kg Capacidade: 8 pessoas Motorização: popa Potência: 1 x 115 a 150 hp
Quanto custa
A Ventura V195 Crossover custa a partir de R$ 113 mil, pronta para navegar, equipada com um motor de popa de 115 hp quatro tempos e montagem básica (uma bomba de porão com acionamento automático, uma bateria de 70 Ah, sistema de direção, comando mecânico, luzes de navegação, luzes de cortesia, chave geral, painel elétrico, sistema de pressurização de água doce, chuveirinho de popa, escada com três degraus na popa, mastro para esqui, caixa térmica de 60 litros, mesa de centro removível e vaso sanitário manual).
O pacote de opcionais oferecido pelo estaleiro inclui buzina, capota, kit piso de Eva, kit som (com cd player, dois alto-falantes e um protetor contra água) e carreta rodoviária, e custa cerca de R$13 mil. Para saber mais sobre o modelo, acesse a ficha técnica do estaleiro.
Quem faz
A Ventura V195 Crossover é fabricada em Minas Gerais, pela Ventura Marine, um dos maiores estaleiros brasileiros, com mais de 16 mil lanchas produzidas desde 1983 e que atualmente oferece 16 modelos de lanchas, de 18 a 45 pés. Mais informações no www.ventura.com.br, pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 11/5531-6642.
Veja mais fotos da V195
Edição de texto: Gilberto Ungaretti Edição de vídeo: TakeBoom Produções Fotos: Rogério Palatta e Victor Oliveira/TakeBoom
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Após o sucesso da Five Deeps Expedition, a EYOS Expeditions anunciou que planeja embarcar em seus primeiros mergulhos comerciais. A EYOS Expeditions e a Caladan Oceanic estão oferecendo a oportunidade de indivíduos aventureiros estarem entre os primeiros 15 humanos a chegar ao fundo da Fossa das Marianas, com 10 928 m de profundidade.
“Este é o destino mais exclusivo da Terra. Atualmente, apenas três expedições tripuladas já foram feitas no fundo do Challenger Deep e mais pessoas estiveram na Lua do que no fundo do oceano. 4 mil pessoas estiveram no Everest e 562 no espaço; apenas sete chegaram a Mariana Trench”, diz Rob McCallum, sócio fundador da EYOS Expeditions.
“A expedição teve tantos interessados que decidimos sediar uma segunda viagem. O plano original era que três ‘especialistas em missões’ se unissem a uma expedição, mas agora eles levarão seis ao longo de duas expedições. “Nós realmente não tivemos que comercializá-lo extensivamente, as pessoas têm se aproximado de nós”.
McCallum, que foi o principal líder da expedição na Expedição Five Deeps, acrescenta que “eles certamente não são convidados, fazem parte da equipe, não esperam champanhe e canapés”.
“Enquanto estiverem a bordo, os especialistas em missão serão membros totalmente integrados da equipe e livres para trabalhar ao lado de nossos operadores de sonar/mapeadores oceânicos, técnicos submersos, equipe de produção de filmes, gerenciamento de expedição e oficiais do navio para obter uma visão das complexidades e desafios da exploração. Rastrear e se comunicar com o submarino é uma ótima maneira de passar o dia, assim como a sequência de inicialização e recuperação, que é uma atividade de ‘todas as mãos'”.
Cada especialista em missão paga US $ 750 mil para participar das expedições, que devem ocorrer em maio deste ano. Cada mergulho leva até 14 horas, pois a descida de mais de sete milhas exige mais de quatro horas; os mergulhadores passam quatro horas no fundo do mar antes de embarcar na subida de quatro horas à superfície. Victor Vescovo, a força motriz da Expedição Five Deeps, levará os exploradores individualmente ao submarino Triton.
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A Sunreef Yachts tem mais um novo modelo em sua linha de embarcações de força. Ela é a 49M Sunreef Power, apresentando arquitetura naval e de estilo de seus departamentos internos. Com 1 350 toneladas brutas, ela será o projeto de maior volume do estaleiro.
Com quase 161 pés de comprimento (49 metros), o mega catamarã também será um dos maiores modelos construídos na Polônia. Com amplas áreas, o catamarã pode receber grupos grandes, com todo conforto e comodidade. Conta com área exclusiva para o proprietário situada entre os cascos duplos, o que a torna ainda mais privada.
O 49M Sunreef Power possui duas grandes áreas de refeições ao ar livre. Uma fica no convés principal, complementando uma ampla proteção solar, e a outra está um nível acima neste design de trideck, mais à proa, beneficiando-se de mais sombra e isolamento.
O estaleiro ainda não revelou os interiores do modelo, que pode acomodar até 10 pessoas e 17 tripulantes. O iate se junta oficialmente a uma linha Sunreef Power que inclui outro modelo recentemente assinado, o 110 Sunreef Power.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
A startup de Montreal Taiga Motors lançou um jet elétrico, chamado Orca, com autonomia de até duas horas com carga total. De acordo com o fabricante, Orca tem uma velocidade máxima de 100 km/h e tem 134kW de potência (cerca de 180 cavalos). A bateria de 23kWh pode ser carregada em tomadas padrão ou de nível 2 (240V), ou mais rapidamente com um carregador rápido DC (de 0 a 80% em 20 minutos).
A Taiga Motors afirma que se esforçou ao máximo para construir uma bateria que não só pode navegar a 100 km/h em águas abertas, mas que não perde sua capacidade geral quando guardada no inverno. Também não exigirá que os proprietários sofram com o demorado processo de “invernização”, pois há menos peças móveis. Todas as Orcas terão uma garantia de cinco anos e 20 mil quilômetros (aproximadamente 12 427 milhas).
O Orca possui display digital à prova d’água entre o guidão, onde os pilotos podem explorar o que parece ser um pouco de tecnologia, como mapas GPS, rádios LTE, Wi-Fi e Bluetooth, informações de sensores de temperatura da água incorporados e feeds a bordo câmeras e uma unidade de sonar. E não seria uma máquina de mobilidade moderna sem um aplicativo complementar para smartphone e a capacidade de aceitar atualizações sem fio, ambas as quais a Taiga Motors promete acompanhar o Orca.
Porém, nada disso sai barato, já que a Taiga Motors está mirando US $ 24 000 para o Orca quando entrar em produção em 2020. Seguindo passos de startups automotivas como Tesla e NIO, a Taiga Motors também venderá uma Orca de “edição de fundadores” mais cara por US $ 28 000, que apresenta “elementos de design exclusivos e pacotes de alto desempenho” não especificados.
Parte desse preço vem do fato de o corpo do Orca ser fabricado completamente em fibra de carbono. Mesmo assim, o modelo pesa 580 libras – quase metade (275 libras) vem apenas da bateria. Aqueles que comprarem uma Orca poderão personalizar praticamente tudo sobre sua aparência, desde as cores da embarcação até o acabamento, a sombra e a textura do tapete do convés.
A Taiga Motors construirá apenas 400 Orcas padrão e, incluindo a edição dos fundadores, apenas 500 serão produzidas no total. A startup já está planejando embarcações elétricas de última geração que custam menos de US $ 14 000, e afirma que está desenvolvendo motores elétricos internos e externos.
“Este é o primeiro passo na missão da Taiga para acelerar a adoção em massa de alternativas elétricas no mercado. Os proprietários de um Orca terão orgulho de ocupar seu lugar na história por terem liderado a transição para melhores esportes aquáticos”, declarou a empresa em comunicado.
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Fundado em 1945, o Iate Clube Itacuruçá (ICI) comemorou, no último dia 11, o seu 75º aniversário de fundação. Com estrutura moderna, área náutica e programação social convidativa, o clube tem se reinventado constantemente para oferecer uma série de eventos diversificados, voltada para toda a família.
Para celebrar mais um ano de vida, o comodoro Luís Eduardo Lopes da Costa, ao lado de sua diretoria, promoveu um grande evento, com direito a descerramento da placa alusiva ao aniversário, plantio de uma muda de Pau-Brasil e o lançamento do seu livro “Lembranças – 75 anos de história – 1945-2020”. Na obra, o comodoro Luís Eduardo conta um pouco da história do ICI, desde a sua fundação até os dias de hoje. Com cerca de 110 páginas, a edição comemorativa traz fotografias antigas de ampliação das instalações do ICI, histórias que marcaram a transformação do ICI, contadas por personagens que ajudaram a difundir a grandeza do clube. O livro destaca, por exemplo, uma visita que o presidente da República, Jair Bolsonaro, fez ao clube, em 2018, antes de seguir para Ilha da Marambaia, onde ficou hospedado por uma semana, antes da sua posse.
Com direito a bolo, música ao vivo e o livro autografado pelo comodoro Luís Eduardo Lopes da Costa, o evento contou com a presença do comandante do Centro de Avaliação da Ilha da Marambaia (Cadim), capitão de mar e guerra (FN), André Duarte Canellas; do vereador Fernando do Zé Luiz do Posto; da secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Cecília Cabral; além de diretores, conselheiros, associados e funcionários do ICI.
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A italiana Riva apresentou o interior de seu novo superiate de 50 metros Race, nome pensado pelo proprietário para se adequar a seu estilo de vida. Ele também personalizou completamente o layout e a decoração da nova Riva juntamente com o designer Mauro Micheli, da Officina Italiana Design e o Comitê Estratégico de Produtos do Grupo Ferretti.
O convés principal abriga uma área de lounge ao lado da porta com um amplo sofá de couro de oito lugares, de frente para a TV, e a área de jantar com uma mesa de vidro e aço. Uma porta espelhada leva ao saguão e à suíte do proprietário. Com mais de 70 m², o proprietário personalizou o espaço em três zonas distintas: um escritório, um lounge privativo com sala de mídia e uma ampla área para dormir. Decorada com sofás confortáveis e dois armários, a suíte também possui banheiros para ele e para ela, uma cama de casal e penteadeira.
Os demais hóspedes são acomodados nas quatro suítes, três duplas e uma de solteiro, situadas no convés inferior. As acomodações dos hóspedes foram projetadas com o típico estilo de Riva, incluindo ripas de mogno, maçanetas personalizadas e detalhes em couro encontrados nas bordas das camas e guarda-roupas.
O espaçoso clube de praia é equipado com aberturas que viram varandas sobre a água e servem como garagem para um barco de apoio. O terraço de 120 m² é dominado por uma área para banhos de sol e lounge com quatro espreguiçadeiras, sofás, uma TV pop-up com sistema giratório, mesa de jantar e churrasqueira. No lado da proa, os hóspedes podem usufruir da piscina de hidromassagem.
Na popa do cockpit do convés superior, os hóspedes podem relaxar ao ar livre na seleção personalizada de móveis de descanso, que foram especialmente construídos com materiais leves Nomex®, ou seguir em frente e se reunir em torno da mesa Corian para uma experiência gastronômica ao ar livre. Enquanto estiverem neste espaço, os hóspedes têm a opção de abrigo, graças aos dois pára-brisas laterais elétricos. Outra área de estar pode ser encontrada no espaço interior deste deck, que é complementado por buffet e adega. O andar superior também abriga o flybridge onde o proprietário instalou assentos laterais para observar as manobras de atracação e as vistas durante o cruzeiro, juntamente com uma solução inovadora I-Bridge® com multi-controle e tela HD de 38 ”da Team Italia.
Race recebeu motores MTU 8V 4000 M63 gêmeos com potência de 1000 kW a 1800 rpm e é classificado na primeira classe no Lloyd’s Register pela MCA e certificado como segunda classe pela RINA, também detentora das certificações RINA Green Plus e Comfort Class.
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Kaikias Via Itália foi soberano neste fim de semana (14 e 15/03) nas águas do Canal de São Sebastião. A tripulação de Ilhabela venceu quatro das cinco regatas que abriram a 20ª Copa Suzuki – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica. Por cautela, seguindo as orientações do Ministério da Saúde, o Yacht Club de Ilhabela e a Comissão de Regatas (CR) decidiram adiar as provas do próximo fim de semana (21 e 22/03), que concluiriam a primeira das quatro etapas anuais.
Para a maioria dos velejadores, assim como para o diretor de Vela do Yacht Club de Ilhabela e comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori, prevaleceu a boa vontade neste fim de semana. “A CR teve a sensibilidade de realizar as regatas programas para sábado e domingo, principalmente em respeito aos velejadores vindos de outros locais do País. Um evento outdoor não oferece tanto risco, mas pelo bom senso não haverá regatas no próximo fim de semana, até por recomendação da OMS – Organização Mundial da Saúde”, ponderou Dottori.
A CR irá acompanhar a situação do Covid-19 e avaliar com calma a época mais adequada e segura para retornar com as regatas em Ilhabela. “Tivemos cinco ‘regataços’ com um começo de ano fantástico. Os dois dias foram maravilhosos com o vento leste constante, de 10 a 15 nós, raia cheia (38 barcos) e muito álcool gel no clube. O Kaikias, atual campeão, sobrou e faturou quatro regatas com todos os méritos. A tripulação do Loyalty vem evoluindo muito e o Caiçara é sempre eficiente”, elogiou Dottori em relação aos adversários.
Quanto ao Caballo Loco, vencedor da Semana de Vela de Ilhabela de 2019 e do Circuito de Santa Catarina em fevereiro deste ano, Dottori fez algumas ressalvas à sua própria atuação. “Estou no leme e não muito acostumado à função. No domingo, fizemos uma largada escapada e na outra saímos em último. Mesmo assim nos recuperamos e ainda chegamos em segundo e terceiro lugares”, resignou-se o comandante do Caballo Loco.
Após cinco regatas e um descarte, Kaikias Via Itália lidera a Classe C30 com apenas quatro pontos perdidos, à frente de Loyalty, do Veleiros do Sul (RS), e de Caballo Loco e Caiçara, ambos de Ilhabela. Nas demais classes da Copa Suzuki, Ginga é o líder da HPE 25, Zeus é o primeiro na RGS, Kameha Meha está na frente entre os Clássicos e Inaê 40 é o líder na IRC.
Classificação da C30 na Copa Suzuki (5 regatas e 1 descarte)
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Seguindo as orientações internacionais e do Ministério da Saúde, a 23ª edição do Rio Boat Show, programada para acontecer de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, está temporariamente adiada.
O Rio Boat Show 2020 atracou neste momento de enfrentamento ao COVID-19, mas novas datas serão informadas em breve. A organização do evento agradece a compreensão de todos os apaixonados pelo mundo náutico.
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Com cinco unidades já vendidas e em construção, a Sanlorenzo revelou o interior do primeiro Sanlorenzo 44 Alloy, de 44,5 metros. O superiate de alumínio será lançado no Festival de Cannes de 2020 e mostrará o trabalho de design de interiores e exteriores do Zuccon International Project.
A área do proprietário é concebida como um apartamento privado de 145 metros quadrados, dividida em três níveis, com zonas internas e externas. A suíte do proprietário inclui um saguão, uma área de lounge e um acesso privativo ao convés aberto.
Podendo acomodar até 10 pessoas a bordo, o casco número 133 apresenta um grande clube de praia que se abre por três lados, proporcionando uma conexão direta com o mar. O layout aloca 105 metros quadrados para o clube de praia e a plataforma de natação, localizados nas proximidades da garagem lateral e de sua área de 7 metros. Um barco de resgate e brinquedos adicionais são armazenados na garagem de proa.
Atualmente, 18 outros projetos de construção estão em andamento nas instalações da Divisão Superyacht de Sanlorenzo em La Spezia, incluindo o sexto Sanlorenzo 52 Steel.
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Apresentado durante o recente Miami Boat Show, o Sharrow Propeller MX-1 é um hélice incrível, tanto na forma (com três pás ocas e torcidas, em forma de laço) como na eficiência. Desenvolvido nos EUA pela Sharrow Marine, empresa que atua nos segmentos marítimo e aeroespacial desde 1930, a nova peça espiralada promete melhorar o casamento entre o motor e o casco, tanto na aceleração como na velocidade final, além de aumentar a economia.
A chave para essa revolução não está no número de pás, mas no formato das lâminas (em loop), que funcionam de acordo com um princípio semelhante ao das asas de aviões, evitando arestas e descontinuidades, como ocorre com os hélices convencionais, e com isso melhorando o fluxo da água.
Para provar que não é apenas promessa, a empresa decidiu fazer um teste público de seu hélice. Para isso, em vez de escalar seus próprios engenheiros, terceirizou a missão, que ficou a cargo do pessoal do site americano Boat Test, especializado, claro, em testes.
O Sharrow Propeller MX-1 foi instalado em uma lancha Bayliner de proa aberta de 20 pés com um motor de popa Mercury de 150 hp, quatro tempos. Resultado: apresentou um desempenho muito superior em comparação a dois outros modelos equivalentes de três pás, de aço inox. Foram medidos seis itens importantes. Em todos eles, o novo hélice foi superior. Ou seja, imprimiu maior velocidade final à lancha, diminuiu sensivelmente o consumo de combustível, proporcionou maior aceleração, reduziu a vibração e o nível de ruído e, por fim, melhorou bastante a manobrabilidade, inclusive na marcha à ré.
Disponível em alumínio ou aço inox, para barcos com motores de popa ou de centro-rabeta de 100 hp a 450 hp, o MX-1 só tem um fator negativo: o preço. Nos EUA, feito apenas sob encomenda, custa entre US$ 4 500 (o modelo de alumínio) e US$ 9 000 (de aço inox), contra os, respectivamente, US$ 150 e US$ 700 dos modelos convencionais.
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No último dia 10, foi realizada uma cerimônia de lançamento do livro comemorativo aos 85 anos do Tribunal Marítimo (TM). O livro inicia-se com uma síntese histórica, a qual relembra que a gênese desta “Corte Marítima” está relacionada ao bombardeio do navio alemão “Baden”, na saída da baía de Guanabara, na tarde de 24 de outubro de 1930 e, por ausência de um Tribunal específico para julgar o acidente, o governo brasileiro resolveu por sua criação em 1934.
Dentre as matérias e artigos do livro, destacam-se: a formação arquitetônica e urbana do Tribunal Marítimo; uma homenagem à decana, Juíza Maria Cristina, pelos seus 31 anos de relevantes serviços prestados à Corte do Mar; a criação do Boletim de Acidentes Julgados no TM; e artigos elaborados por juízes, desembargadores, advogados e integrantes deste Tribunal.
A Formação marinheira e o Poder Naval também foram especialmente abordados, com destaque aos diversos Centros de Instrução existentes. “Valorizamos a participação do Nosso pessoal: Nosso maior patrimônio, sejam eles servidores civis ou militares, todos são importantes”, afirma o juiz-presidente, Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho. A seção Fatos & Fotos abordou os principais eventos ocorridos e o capítulo “Nosso Dia a Dia” apresenta o real trabalho desenvolvido pela nossa tripulação em sua rotina diária de trabalho.
O E-Book do livro “85 anos do Tribunal Marítimo” encontra-se disponível na página na intranet e internet e pode ser baixado o arquivo em formato “pdf” gratuitamente.
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