Anuário Brasileiro de Vela 2019 tem lançamento em São Paulo

Por: Redação -
28/06/2019

O lançamento do Anuário Brasileiro de Vela 2019 aconteceu no último dia 26, no Espaço Mit, localizado no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. A publicação de mais de 400 páginas está na terceira edição e documenta o que aconteceu nos esportes de vela no último ano, com cobertura e resultados de mais de 115 regatas realizadas no Brasil, além de matérias especiais sobre eventos internacionais, regras de regata, listas com as principais marinas, Iate Clubes, associações de classe e fornecedores.

Fotos: Luiz Pelizzer

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“Muito mais que resultados, o Anuário Brasileiro de Vela retrata o Life Style e a cultura da Vela. Você tem guia de destinos para curtir, uma parceria com Hélio Magalhães, você tem regras de regata detalhadas e até o Ripeam, que é de porte obrigatório. Ou seja, se você tem o Anuário no barco, já tem esse documento exigido pela Marinha”, disse Murillo Novaes, publisher e idealizador do lançamento.

O Anuário Brasileiro tem o patrocínio da Mitsubishi, Br Marinas, Energisa, Grupo Náutica e Gráfica Movimento. Pode ser adquirido pela internet no site www.anuariodevela.com.br. A edição do ano que vem já está em produção e terá destaque na preparação dos atletas brasileiros para os Jogos Olímpicos do Japão.

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    Saiba como correr a Semana Internacional de Vela de Ilhabela

    Por: Redação -

    A Semana Internacional de Vela de Ilhabela oferece várias opções para velejadores e amantes do mar participarem do evento, considerado o maior da América do Sul na modalidade. A competição chega à sua 46ª edição em Ilhabela (SP) e reúne não só atletas campeões como amadores e até marinheiros de primeira viagem.

    O campeonato será realizado de 13 a 20 de julho e terá várias classes no calendário, incluindo as que possuem maior número de amadores ou cruzeiristas, como a Bico de Proa e a RGS. Nesses casos, os donos usam as embarcações durante o ano para laser e nas férias de inverno se juntam à flotilha, que já ultrapassou 100 barcos para a edição 2019.

    Os caminhos para disputar as provas não obrigam o velejador ser profissional, muito menos ser proprietário de um barco! Escolas de vela, aluguel de embarcações, o bolsa tripulante e até cotas estão no radar.

    Os futuros velejadores podem se inscrever em escolas de vela da região e treinam durante o ano com seus colegas. Um skipper experiente comanda os barcos e distribui as funções a bordo, como é o caso da Veleiros Eventos, de Hillpert Zamith. O veleiro H2Orça está inscrito na Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 na classe Bico de Proa.

    ”A gente não tem compromisso com a vitória e sim ensinar o velejador a participar de uma regata e velejar. O aluno vai se preparar em situações diversas, como ventos muito fortes, superiores a 30 nós, e calmaria”, disse Hillpert Zamith.

    Correr a Semana Internacional de Vela de Ilhabela para os aprendizes na modalidade pode ser considerado um curso intensivo de oceano, pois os alunos aprendem inúmeras situações de velejada em um curto espaço.

    A escola BL3, por exemplo, que vai disputar o evento com dois barcos nesta temporada, a cada ano oferece aos alunos essa experiência no mar do litoral norte de São Paulo.

    ”A quantidade de coisas que ocorre em uma tarde de regata se equivale a anos de uma velejada em cruzeiro, ou seja, os participantes vivenciam uma série de situações como manobras, trocas de velas, regras de segurança numa prova. Aí quando o aluno vai para o cruzeiro dá mais conta”, contou Pedro Rodrigues, da BL3, que vai com os barcos Urca e Mangalô.

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    Aluguel

    Uma das opções que a cada ano é mais utilizada é o aluguel de barcos. Em 2018, por exemplo, os argentinos do Gualicho del Sur buscaram um HPE-25 para correr as regatas de julho. No ano anterior, o Mad Max fez a mesma coisa e saiu campeão da HPE-30.

    ”O brasileiro não tem muito essa cultura de alugar o barco. Tem um carinho para com a embarcação, é como se fosse um filho. Na Europa é muito diferente, se você quer correr um campeonato tem como encontrar várias opções. Isso que a gente quer aqui! Quanto mais barco tiver para alugar no Brasil, mais fácil para o estrangeiro vir”, explicou Cuca Sodré, um dos organizadores da Semana Internacional de Vela de Ilhabela.

    Cotistas

    Os velejadores podem comprar vagas em barcos para o evento e juntar um grupo de amigos para comprar uma embarcação.

    Há também a opção de fazer em cotas, o que pode facilitar a vida de quem quem vivenciar experiência da maior regata do País. Na linguagem moderna é a tal propriedade compartilhada. Neste caso, os cotistas agendam os dias para utilizar visando o laser ou até mesmo as regatas.

    O Atobá, que é um barco de propriedade compartilhada, terá um comandante que adquiriu uma das cotas durante a Semana Internacional de Vela de Ilhabela.

    ”É a otimização de recursos também na vela. Podemos dizer que isso é uma tendência mundial, hoje a propriedade compartilhada está em carros de luxo, lanchas, casas de veraneio e agora na modalidade vela”, explicou Hillpert Zamith, idealizador do barco compartilhado em cotas.

    Bolsa tripulante

    Todos os anos, a organização da Semana Internacional de Vela de Ilhabela abre a Bolsa Tripulante. Por meio do site oficial do evento, velejadores amadores que não tem barco próprio podem concorrer a uma vaga para disputar as regatas.

    Os candidatos informam os dados pessoais e detalhes pertinentes ao mundo náutico como experiência, peso e função a bordo. Os comandantes dos times analisam a lista e podem escolher o tripulante.

    ”Meu objetivo é ter experiência em outros barcos, pois já corri a Semana de Vela com aluno de uma escola de vela. A competição é muito boa e tive a oportunidade de participar de todas as funções a bordo!”, contou Adriano Ferri, que está na lista do bolsa tripulante.

    Inscrições

    O evento entrou no segundo lote de inscrições. Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140.

    Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. Os valores são por tripulante. As inscrições seguem abertas pelo site.

    O desconto de 30% da classe RGS vale apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE 30, Multicasco e HPE 25.

    Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO. A Semana Internacional de Vela de Ilhabela reforça a importância da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano como fomentadora da modalidade no País.

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      #tbt: Brasília 32, um ícone na vela de cruzeiro

      Por: Redação -
      27/06/2019

      Nosso #tbt de hoje é especial para os amantes da vela de cruzeiro. O icônico Brasília 32, projetado por Gilberto Saeger, foi o primeiro veleiro oceânico brasileiro de fibra de vidro a ser construído em série nos anos 1970. No fim da década de 1980, 300 unidades do barco já haviam sido vendidas pela Brasília Náutica, inaugurando a nova era da vela de cruzeiro no país.

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      Suas linhas podem até ser ultrapassadas para o design de hoje, mas a laminação maciça sempre fez dele um veleiro seguro. Não tinha luxo algum no acabamento interno, mas oferecia conforto para até cinco pessoas pernoitarem em uma cabine com 1,84 m de altura. Seu casco tinha 9,60 m de comprimento e 3,15 m de boca. Ainda hoje é um dos barcos antigos com maior liquidez no mercado de veleiros usados para cruzeiros. Quem tem ou já teve um sabe o valor de um Brasília 32.

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        Ilhabela recebe mutirão de limpeza dos mares

        Por: Redação -

        Como parte da extensa programação divulgada pela Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, da Semana do Meio Ambiente 2019, o arquipélago também recebeu o Ocean Cleanup Day (Mutirão de Limpeza dos Mares), em diversas praias, recentemente.

        A ação, que contou com a participação de diversas empresas de mergulho de Ilhabela e São Sebastião (SP), além de instituições ambientais, como o Instituto Argonautas, a Operação Praia Limpa e Sea Shepherd Conservation Society, recolheu 310kg de lixo das praias ilhéus.

        A iniciativa, sugerida por um munícipe e apoiada pela Prefeitura, foi realizada no Dia Mundial dos Oceanos, e também reuniu pescadores das duas cidades e voluntários.

        As empresas de mergulho (Colonial Diver, Alpha Mergulho, Oceano Sub, Narwhal, Ilha Diver, Mar e Vida, Mako e Máfia do Mergulho) se uniram em prol de um único objetivo, coordenadas por um representante da Professional Association of Diving Instructors (Padi), organização de treinamento de mergulho que regulamenta a funcionalidade das empresas.

        “Essa é mais uma das ações em que podemos ver que a Prefeitura pode e consegue trabalhar em parceria com a sociedade civil organizada”, destacou Mariana Ferraz, da Secretaria de Meio Ambiente.

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        De acordo com a pasta responsável, as operadoras de mergulho conseguiram mobilizar clientes para realizar da ação e com isso, fomentaram o turismo ambiental na baixa temporada, já que a atividade promoveu a limpeza das praias, entre elas: Vila, Julião, Grande, Arrozal, Ilha das Cabras, Portinho, Curral, Feiticeira e Caveira.

        Ao final das ações, o Perequê foi palco para uma confraternização entre os participantes, na qual a secretária de Meio Ambiente, Maria Salete Magalhães esteve presente.

        “O evento foi extremamente importante, pois o lixo prejudica muito os animais marinhos. Infelizmente eles não sabem diferenciar lixo de comida e se alimentam de tudo que encontram e, quando eles comem esses resíduos, acabam morrendo asfixiados ou morrem de fome pois ficam impossibilitados de se alimentar”, finalizou Mariana.

        Foram encontrados, além de grande material plástico, pneus, itens de pesca, vidros e outros.

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          Por: Redação -

          A Yamaha marcará presença em mais uma edição do São Paulo Boat Show. A empresa esteve presente na última edição do salão náutico paulista apresentando o motor de popa 4 tempos VMax 115 SHO. Segundo a empresa, ele é o mais rápido desenvolvido pela marca nesta faixa de potência e apresenta tecnologia inédita em sua classe, sistemas de admissão e exaustão de alto fluxo que garantem maior performance e sensor de detonação que prolonga a vida útil do motor. São 4 cilindros em linha com 1.8 litros, cabeçote de alta eficiência com 16 válvulas, 176 kg e rabeta de 20’.

          O novo motor atinge sua potência máxima a 5 500 RPM, podendo chegar até 6 300 RPM. Sua relação de transmissão de 2,15:1 oferece arrancadas mais rápidas. Com ampla gama de hélices 16”, 17”, 19” e 21”, em aço inox, ou 22”, em aço inox polido, pode ser aplicado em diversos tipos e tamanhos de embarcações, lanchas de alumínio ou fibra de vidro e bass boats. O motor acompanha comando lateral embutido modelo 6X3, um mostrador analógico redondo de pressão de água e oferece opção entre dois mostradores redondos série 6Y8 (já inclusos no valor do motor) ou painel digital colorido de 4,3’ série 6YC (opcional).

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          Desenvolvido para que o usurário desfrute do motor por mais tempo, seus componentes internos recebem tratamentos para prevenir corrosão, o padrão de pintura e acabamento consagrado da linha Vmax também possui 5 camadas para proteção aos efeitos UV e capô acústico desenvolvido em peça única, o que significa maior resistência a pequenos impactos e conforto em sua navegação.

          O São Paulo Boat Show 2019 acontecerá de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, reunindo os mais recentes lançamentos e destaques do setor em um só lugar!

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            O Airbhnb, plataforma online para o aluguel de residências, divulgou uma nova opção de luxo, em que é possível alugar até mesmo ilhas privadas. O novo catálogo, que surgiu após a empresa comprar a Luxury Retreats, uma companhia para hospedagens luxuosas, inclui 2 mil opções inéditas.

            O preço mais barato por uma semana de hospedagem em uma residência de luxo sai por US$ 14 mil (quase R$ 54 mil, na atual cotação). Mas, esse valor pode chegar a US$ 1 milhão (R$ 3,84 milhão): quem desembolsar essa quantia terá direito a passar sete dias em uma ilha na Polinésia Francesa, incluindo a presença de um capitão de barco, um médico e um coordenador de atividades recreativas.

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            Em janeiro deste ano, a consultoria Coherent Market Insights estimou que o mercado de viagens de luxo gera ao menos US$ 200 bilhões todos os anos (o equivalente a R$ 769 bilhões). Apesar disso, o Airbnb, que surgiu para poupar o bolso de muito viajantes menos abastados, não abandonou ainda a sua clientela cativa e ainda fornece serviços de US$ 20 por noite (equivalente a R$ 76,9).

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              A Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 confirmou a inscrição de uma das equipes mais vitoriosas da vela oceânica nacional, o Pajero. O barco é comandado por Eduardo Souza Ramos e conta com atletas de ponta como o atleta olímpico com três participações na Volta ao Mundo, André ‘Bochecha’ na função de tático. O time disputará o título da competição na classe ORC a bordo de seu S40. As regatas serão disputadas de 13 a 20 de julho em Ilhabela (SP).

              Porta-bandeira do Brasil na olimpíada de Los Angeles 1984, Eduardo Souza Ramos projeta uma disputa novamente acirrada na Semana Internacional de Vela de Ilhabela. No ano passado, a equipe do Pajero perdeu o título para os gaúchos do Crioula, que venceram na classe ORC e bateram recorde da Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, prova que abriu o calendário de regatas do evento.

              ”As disputas sempre são acirradas, independente do lugar que você termine, sempre está competindo diretamente com vários outros barcos dentro de uma flotilha. Esta é uma das características deste esporte”, disse Eduardo Souza Ramos.

              A última conquista do Pajero na Semana Internacional de Vela de Ilhabela foi em 2017. Eduardo Souza Ramos aposta na tripulação experiente e no potencial do veleiro de 40 pés projetado por Javier Soto, com 12.30 metros de comprimento.

              ”A nossa equipe tem uma certa estabilidade há muitos anos, como o André ‘Bochecha’ Fonseca, Sergio Rocha, Juninho Jesus e outros, com quem tenho prazer de navegar e só agradeço por me permitiram continuar velejando”, completou Eduardo Souza Ramos.

              Premiação aos amadores

              Em 2019, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela inova ao oferecer uma premiação especial aos barcos considerados amadores na classificação geral das classes ORC e IRC. Os três primeiros times de cada categoria receberão medalhas e troféus da competição.

              Para ser um time amador, os velejadores a bordo precisam apresentar certificado emitido pela World Sailing, entidade que rege a vela mundial, válido até o último dia do evento. Apenas um integrante da equipe poderá ser profissional.

              A medida tem o objetivo de trazer ainda mais velejadores para o principal de vela oceânica na América do Sul. Na edição passada, mais de 900 atletas entre profissionais e amadores participaram das regatas.

              ”Acho correto premiar uma equipe amadora, mas não para distribuir mais prêmios, e sim para, talvez, incentivar a mais barcos que quiçá só sejam utilizados para lazer, a virem participar deste lindo evento. No passado, a flotilha tinha muito menos divisões, com mais barcos que lá estavam pelo prazer da festa e não pelos prêmios”, explicou Eduardo Souza Ramos, que é talvez o atleta que mais participou das regatas em Ilhabela.
              ”Como participei, acredito eu, da primeira em 1973 e de tantas outras, tendo tido a sorte de estar no pódio várias vezes, velejar a Semana de Vela é repetir o prazer de tantos momentos lindos que lá já vivi”.

              O nome do barco é KHRISNA PAJERO. KHRISNA foi nome dado aos barcos de monotipo durante a carreira olímpica de Eduardo Souza Ramos.

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              Programação

              A organização confirmou o Desfile de Abertura, que será no domingo (14), horas antes da primeira prova. A Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil abre o calendário, que conta com regatas de percurso longo, médio e barla-sota (entre boias). No domingo também, só que para os barcos menores, ocorrem as provas Ilha de Toque-Toque por Boreste e a Renato Frankenthal.

              A competição contará também com a Regata Vela do Amanhã para crianças e adolescentes da Escola de vela Lars Grael e de outros projetos da região. A prova será na segunda-feira, 15 de julho.

              O evento conta com velejadores de vários estados do Brasil e até do exterior. Atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas participam das provas em Ilhabela.

              Inscrições

              O evento entrou no segundo lote de inscrições. Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140. Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. Os valores são por tripulante.

              As inscrições seguem abertas pelo site.

              O desconto de 30% da classe RGS vale apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE 30, Multicasco e HPE 25. Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO.

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                Grande nome da televisão brasileira, Carlos Nascimento constrói iate para navegar no Tietê

                Natural de Dois Córregos, no interior de São Paulo, o jornalista Carlos Nascimento — âncora do SBT Brasil — tem uma boa notícia: em breve será inaugurado nas águas do Tietê, o rio que corta a sua cidade, um iate de 141 pés (!), ou 47 metros de comprimento. Ostentação, excentricidade, mania de grandeza? Nada disso, até porque ele é uma pessoa de uma simplicidade enorme. Mas seu projeto é, sim, ambicioso.

                Em fase de acabamento no estaleiro de Igaraçu do Tietê, o NM Homero Krähenbühl (este será o nome gravado no casco) será uma espécie de centro de convenções flutuante, que vai navegar na hidrovia Tietê Paraná, entre Barra Bonita e Bariri. Para isso, será equipado com dois restaurantes, três bares e um grande auditório, além de ambientes de convívio na proa e na popa e de um imenso flybridge, devidamente coberto.

                “O objetivo é receber comitivas para participar de eventos flutuantes, explorando as belezas da natureza do Tietê”, afirma Nascimento. “Os encontros poderão ocorrer com o iate singrando as águas do rio, com toda a infraestrutura, como se os convidados estivessem em um hotel”, completa.

                A quem se surpreende com sua iniciativa, Nascimento — que percorreu diversos países para conhecer o funcionamento das eclusas, cujos desníveis seu barco terá de vencer na hidrovia Tietê-Paraná — responde com seu jeito típico de homem do interior: “Eu sou do rio. Meus primeiros salários foram usados para comprar um bote piracicabano, em 1971. Antes de construir um barco, minha causa sempre foi a navegação fluvial. Meu avô, Júlio Chrisóstomo do Nascimento, dedicou a vida ao rio Piracicaba”, relembra Nascimento, cuja família tem uma empresa de navegação fluvial, chamada Transtietê Navegação e Transporte, que incorporará o NM Homero Krähenbühl à sua frota. A previsão é que a embarcação, que terá o interior elegante com muita madeira, ficará pronta até o fim deste ano.

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                  Livro Histórias do Mar será lançado nesta quinta-feira em São Paulo

                  Por: Redação -

                  Em 29 de janeiro de 2014, o casco de um pequeno barco foi dar numa esquecida praia das Ilhas Marshall, nos confins do Oceano Pacífico. Dentro dele havia um homem combalido e praticamente nu, mas com uma extraordinária história para contar: a de como sobrevivera 13 meses sem água nem comida no mar, depois que o motor de seu barco quebrou, condenando-o a atravessar, à deriva, o maior dos oceanos. Um feito inacreditável, não fosse ser pura verdade.

                  Este e outros 199 casos, nas quais o mar é o principal protagonista, compõe a coletânea de façanhas, dramas, aventuras, mistérios e odisseias marítimas nos oceanos que dão forma ao livro Histórias do Mar, que terá lançamento nesta quinta-feira, 27 de junho, às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, e pré-venda aberta no site www.historiasdomar.com.

                  Escrito em tom de reportagem pelo jornalista Jorge de Souza, ex-editor das revistas Náutica e Viagem e Turismo, entre outras, dono de um blog sobre o tema no portal de internet UOL e um especialista em contar histórias complexas com linguagem simples e agradável, o novo livro é fruto de anos de pesquisas sobre o período mais intenso da navegação humana, os últimos cinco séculos.

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                  Algumas histórias são curtíssimas e curiosas; outras bem maiores, mas igualmente extraordinárias. Todas, porém, têm em comum o fato de serem verídicas, embora, em alguns casos, de tão surpreendentes, mais pareçam obras de ficção.

                  Como o francês que atravessou o oceano Atlântico à nado, o tubarão que ajudou a desvendar um assassinato, a passageira que passou 15 anos a bordo do mesmo transatlântico, o passageiro que assumiu o controle do navio e evitou que ele afundasse, o velejador que tentou vencer uma regata de volta ao mundo sem sair de onde estava, o aventureiro que cruzou oceanos com um automóvel em vez de um barco, o navio que passou 38 anos navegando sem ninguém a bordo e o cargueiro que foi engolido por uma onda e não deixou nenhum vestígio.

                  Histórias do Mar é para quem quer se emocionar com 200 casos incríveis que os mares do planeta ajudaram a escrever. E que, agora, foram reunidos num só livro por um ávido pesquisador do assunto. O livro publicado pela Editora Agência 2, tem 340 páginas e custa R$ 49,00 ou R$ 24,90 na versão eletrônica.

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                    Bar em Ibiza é o primeiro lounge do mundo assinado por profissionais da Pershing

                    Por: Redação -
                    26/06/2019

                    No topo de uma falésia, com vistas espectaculares da encantadora ilha rochosa de Es Vedrà, em Sant Josep de sa Talaia, Ibiza, encontra-se o primeiro lounge do mundo assinado por arquitetos e designers da Pershing, o Pershing Yacht Terrace. O bar fica no meio do luxuoso 7Pines Resort de luxo no arquipélago espanhol. Com 186 suítes, um spa de 1.500 m² e 13 piscinas privativas, oferece a cada hóspede uma experiência exclusiva e inigualável de Ibiza.

                    Inaugurado em junho de 2018, o Pershing Yacht Terrace foi criado para refletir o estilo e os valores que tornam a linha única. O Pershing e o 7Pines juntaram-se para fundir diversão e requinte neste espaço, que é o local ideal para se refrescar durante o dia e apreciar o pôr-do-sol à noite. Completando o leque de serviços do 7Pines encontra-se o de locação de iates, permitindo aos hóspedes experimentar as emoções de navegar ou os encantos de um jantar romântico a bordo de um Pershing 74, Pershing 5X ou Pershing 9X.

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                    O Pershing Yacht Terrace tem um design atraente e exclusivo, com superfícies e linhas delicadas que lembram as características distintas dos modelos Pershing. Destacando-se, acima de tudo, uma asa lateral da marca registrada Pershing emoldurando a frente do bar: feita de fibra de carbono com janelas integradas, este detalhe exclusivo corre ao longo do bar e está mergulhada no estilo dinâmico, elegante, leve e fluido. As cores do salão são inspiradas nas clássicas cores Pershing: o cinza é complementado por tons de bege, marrom e preto em combinações refinadas.

                    O Pershing Yacht Terrace conta com um menu de drinks com uma combinação de clássicos atemporais e criações originais que foram especialmente desenvolvidas para oferecer uma mistura equilibrada de inovação e tradição, incorporando na perfeição o espírito da marca. A atmosfera no lounge é ainda mais fascinante por um programa especial de música ao vivo.

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                      Omega apresenta relógio que fez o mergulho mais profundo do mundo em Londres

                      Por: Redação -

                      Quando o oficial naval e empreendedor Victor Vescovo pilotou com êxito seu veículo de submersão profunda, o DSV Limiting Factor, para o fundo da Fossa das Marinas, o local mais profundo dos oceanos, no Pacífico, no início deste ano, o mergulho de 10,928m se estabeleceu como o novo recorde mundial, deixando o time da OMEGA orgulhoso.

                      Quem embarcou junto neste passeio foi o relógio Seamaster Planet Ocean Ultra Deep Professional. Na verdade, três deles: dois no braço robótico do submersível e um outro em uma unidade de coleta de dados chamada de Lander. Todos os três participaram do processo completo e voltaram intactos à superfície.

                      Produzir um relógio para mergulho professional é um grande desafio para uma marca suíça mas criar um relógio adequado para a expedição “The Five Deeps” exigiu um nível totalmente diferente em termos de tecnologia, além de uma equipe altamente especializada, com diversos tipos de habilidade em engenharia.

                      O relógio Seamaster Planet Ocean Ultra Deep Professional certamente eleva a tecnologia em relógios de mergulho a um novo patamar. Projetado para resistir a enormes pressões submarinas, ele ainda surpreende pela sua espessura superfina, com menos de 28mm.

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                      O corpo do bezel, a caixa e a coroa foram produzidos com cortes usinados do casco de titânio forjado grau 5 da Limiting Factor’s (certificação DNV-GL) e Liquidmetal® usado para garantir uma montagem firme porém flexível da caixa: um processo superinovador de aquecimento permitiu reduzir a espessura da safira.

                      Embora o objetivo da OMEGA fosse criar uma relógio para um propósito muito específico – e extremo – a marca se certificou de usar materiais e tecnologias que pudessem ser comercializados.

                      Aventureiros de plantão podem ter certeza que a tecnologia Ultra Deep, recorde da OMEGA, deve surgir novamente em um futuro próximo.

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                        Encontro anual da ABVC aconteceu no último fim de semana em Angra dos Reis

                        Por: Redação -

                        A ABVC – Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro realizou, no último fim de semana prolongado de feriado, o seu encontro anual, desta vez na Marina Bracuhy, em Angra dos Reis.

                        Participaram mais de 50 associados, e muitos deles foram até lá com seus próprios barcos, já que a marina disponibilizou vagas gratuitas para os visitantes.

                        O encontro teve dois jantares de confraternização, clínica de Optmist para as crianças e uma série de palestras, que ocuparam os três dias do evento.

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                        Entre os palestrantes, a velejadora Christina Amaral, que acabou de retornar de uma temporada no Cabo Horn, o velejador Adriano Plotzki, criador do canal naútico #Sal, o meteorologista e navegador Luciano Guerra, que criou um roteiro diferente para navegar entre o Caribe e o Brasil, e o jornalista Jorge de Souza, ex-editor da revista Náutica, que está lançando o livro Histórias do Mar – 200 Casos Verídicos de Façanhas, Dramas e Odisseias nos Oceanos.

                        O encontro também serviu para a ABVC apresentar o seu Cruzeiro Costa Leste, que levará uma dúzia de barcos de associados do Rio de Janeiro a Salvador, durante todo o mês de julho.

                        Confira as fotos do evento:

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                          Por: Redação -

                          Alguns mineiros, que estavam cavando amonite, pedra preciosa multicolorida nas proximidades da cidade de Lethbridge, no Canadá, descobriram um fóssil de 70 milhões de anos.

                          A serpente marinha pré-histórica, conhecida como mosassauro, dominou os oceanos há 70 milhões de anos, quando a maior parte do planeta ainda era coberta por água, afirma Dan Spivak, diretor do Museu de Paleontologia Royal Tyrrell.

                          O mosassauro não era bem um dinossauro, mas sim um “monstro do mar” e habitava no mar de Bearspaw, no sul de Alberta no Canadá, conforme CBC News.

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                          “Com base no que vimos de outras espécies de animais, esse é um grande réptilmarinho”, disse Spivak, destacando a semelhança a um dragão de quase sete metros de comprimento.

                          “Não há qualquer espécie viva comparável com ele no planeta”, observou Spivak, ressaltando que a espécie faz parte de um grupo de animais totalmente extinto e sem análogos.

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                            Uma empresa francesa desenvolveu o que eles estão reivindicando serem os primeiros RIBs com hidrofólio do mundo. O sistema permite que o casco levante da água com a consequente redução da resistência. Segundo a Seair, os construtores do RIB, pode-se ter um terço de economia de combustível para a mesma velocidade de um RIB de 5,5 metros equipado com hidrofólios, comparado a um RIB normal do mesmo tamanho.

                            A Seair desenvolveu um sistema de alumínio que pode ser levantado e abaixado com o toque de um botão. As lâminas emergem do casco em um ângulo de modo que, quando retraídas, encaixem-se ao redor do casco e do tubo, permitindo que o RIB atue como uma embarcação normal.

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                            Os dois hidrofólios principais, que geram a maior parte da elevação, são montadas sob o console do barco, e há um de balanceamento na popa. Por causa do calado variável, um motor de popa longo é usado para propulsão, mas o barco é como um RIB convencional. Para um modelo de 5,5 metros, pode-se usar um motor de popa de 115 hp. Para o RIB maior de 7,65 metros, pode-se usar um motor de até 250 hp.

                            As lâminas são construídas a partir de um laminado de fibra de carbono usando o que a Seair afirma ser um sistema único de layout automatizado que é baseado em técnicas de impressão 3D para produzir molduras de alta qualidade para as lâminas.

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                              A Wally Yachst confirmou o recebimento de três pedidos para o seu novo 48 Wallytender. A empresa foi adquirida pelo Grupo Ferretti em janeiro deste ano, após vários meses de negociações, e terá um investimento de 84 milhões na marca nos próximos quatro anos.

                              As unidades do 48 Wallytender estão atualmente em construção na fábrica do Grupo Ferretti em Forlì e farão sua estréia internacional no Festival de Cannes 2019, de 10 a 15 de setembro.

                              “Essas vendas confirmam a visão do Grupo Ferretti em adquirir uma das marcas de iate mais renomadas e inovadoras do mundo”, afirma Stefano de Vivo, diretor de operações do Grupo Ferretti e diretor executivo da Wally. “Em termos de pesquisa e desenvolvimento, engenharia e produção, o Grupo Ferretti está em condições de desenvolver ainda mais o potencial único da Wally.”

                              O conceito original do Wallytender abriu um novo mercado como um veículo autônomo, ideal para cruzeiros diurnos ou noturnos e não apenas como um barco de apoio. O novo modelo mantém as soluções elegantes que definem a filosofia Wally de combinar forma e função, mas introduz novos recursos inovadores para aprimorar a experiência de navegação.

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                              “Desde que entramos no mercado em 2001, o Wallytender tem sido um símbolo da pura alegria de navegar ao ar livre”, diz Luca Bassani, fundador da Wally. “O novo 48 Wallytender é uma prova positiva de que o nosso DNA de design muito especial continua a prosperar sob a propriedade de Ferretti.”

                              O 48 Wallytender conta com decks retráteis como padrão para aumentar sua área, uma evolução da inovação introduzida pela Wally em 2002 no 118 Wallypower. Para aproveitar ao máximo a experiência na água, o assento de popa pode ser configurado para a frente ou para a mesa de jantar. Um sistema de ancoragem especial está escondido atrás de uma escotilha de encaixe na proa e pode ser operado com o toque de um botão.

                              O pára-choque é um recurso de marca registrada da Wallytenders e oferece uma solução prática de encaixe em vez de pára-choques volumosos. O pacote de propulsão padrão compreende os motores Volvo IPS 650 equipado com controles de joystick para fácil acoplamento.

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                                Por: Redação -

                                A competição aberta para todas as idades ocorre de 6 a 9 de julho e terá 11 categorias, que são usadas em regatas olímpicas, pan-americanas e da vela de base.

                                As classes convidadas são: Optimist, Laser (4.7, Radial e Standard), Snipe (Geral e Junior), Hobbie Cat 16, 420, Dingue (Geral e Estreante), Open Bic, 29er, Windsurf Slalom, Star e Kitsurf.

                                A organização espera receber mais de 300 velejadores para os quatro dias de competição.

                                O campeonato será na Escola de Vela Lars Grael, que fica no Campo de Aviação, e é aberta a velejadores a partir dos 8 anos de idade.

                                As provas da Semana de Monotipos serão disputadas no canal de São Sebastião e separadas em 6 raias.

                                As divisões de classes por raias serão informadas na Instrução de Regatas.

                                ”Para nós da ilha e apaixonados por este esporte, é difícil imaginar julho sem a Semana Internacional de Vela de Ilhabela! Faz parte da nossa história, além de reunir embarcações de diversos estados brasileiros e países vizinhos”, disse Beto de Jesus, secretário de esportes de Ilhabela.

                                ”Para a vela de monotipos em especial, os projetos sociais se tornaram ponto de encontro. As inscrições são gratuitas, uma forma de incentivo para que os pequenos futuros velejadores possam interagir e fazer parte desta grande festa da vela brasileira”.

                                Baixe o Aviso de Regatas

                                O campeonato também terá equipes estrangeiras, assim como a Semana Internacional de Vela de Ilhabela. ”Na classe Snipe teremos participação de vários países que vem para treinar, pois em outubro acontecerá o mundial da classe”, disse Cuca Sodré, presidente da Comissão de Regatas.

                                ”Estão confirmados Cuba, Argentina, Uruguai e Chile”.

                                Os velejadores que disputam a Semana de Monotipos também podem participar da Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019.

                                A novidade para esta temporada é a a regata Vela do Amanhã. A prova com as 60 crianças e adolescentes que fazem parte dos projetos da ilha será na segunda-feira, 15 de julho, um dia após a realização da Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil e as outras regatas de abertura do evento.

                                A data foi escolhida justamente por ser o dia de folga dos velejadores que vão enfrentar os trajetos mais longos do calendário da competição.

                                Todos os barcos inscritos na Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 podem participar da regata Vela do Amanhã.

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                                7º Distrito da classe Star

                                Em paralelo com a Semana de Monotipos, também ocorre o Brasileiro do 7º Distrito da classe Star. A competição reúne os principais nomes da categoria, que acaba de coroar o medalhista olímpico Bruno Prada como pentacampeão mundial. O atleta velejou ao lado do polonês Mateusz Kusznierewicz na competição, disputada em Porto Cervo, na Itália.

                                Outros nomes da Star estão na lista da Semana de Monotipos como o bronze no mundial, Henry Boening, Arthur Lopes e Marcelo Bellotti.

                                ”A classe Star é classe mais tradicional entre os monotipos em atividade no Brasil. E hoje, conta com o recente título (quinto com 3 timoneiros diferentes) do Bruno Prada. Recordista em títulos mundiais na classe. Com sempre será uma competição muito disputada, com alguns barcos campeões sul-americanos como o Marcelo Fuchs, Alessandro Pascolato, Marcelo Bellotti, Maurício Bueno, além do Henry Boening. Teremos também duas tripulações argentinas”, disse Arthur Lopes, representante da classe.

                                Inscrições

                                O evento entrou no segundo lote de inscrições. Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140. Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. Os valores são por tripulante.

                                As inscrições seguem abertas pelo site.

                                O desconto de 30% da classe RGS vale apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE 30, Multicasco e HPE 25. Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO.

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                                  Por: Redação -
                                  25/06/2019

                                  Em um feriado de Corpus Christi e final de semana com ventos médios a fracos e maré alta, foi realizada a 22ª edição do Circuito Oceânico de Niterói, evento aberto aos Veleiros de Oceano realizado pelo Clube Naval de Charitas, em Niterói (RJ). A competição contou pontos para o ranking da Federação Estadual de Vela do Rio de Janeiro e também a Copa Brasil da ABVO, Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, que definirá os melhores do ano em cada classe e o barco do ano.

                                  Na classe IRC o barco campeão foi o Mahalo, do Rio Yacht Club, de São Francisco, em Niterói (RJ), foi o campeão vencendo todas as quatro regatas. O barco foi comandado por Colin Gomm e teve como timoneiro e auxílio Lars Grael e Clínio de Freitas. Lars tem duas medalhas olímpicas, uma delas com Clínio em Seul 1988, outra com Kiki Pelicano em Atlanta em 1996.

                                  “O evento foi muito bem organizado pelo Clube Naval Charitas. Foram 4 regatas de percurso dentro e fora da Baía de Guanabara sendo a mais longa a regata de Maricás, de aproximadamente 30 milhas. Houve predominância de ventos médios a fracos com maré forte o que tornava as regatas muito técnicas. O barco Mahalo manteve a mesma base da tripulação que velejamos em Búzios portanto houve bom entrosamento na equipe. Conseguimos velejar em ótimo nivel e vencemos todas a regatas na classe IRC, mas este resultado não significa facilidade porque a flotilha estava bastante competitiva

                                  Pessoalmente é muito satisfatório velejar em  barco competitivo junto com grandes amigos e também com minha esposa (Lourdes) e filho (Douglas) fazendo parte da tripulação”, afirmou Colin que esteve com a tripulação no Brasileiro ABVO em Búzios onde o barco foi o vice-campeão na classe.

                                  Em segundo lugar ficou o veleiro Esculacho seguido Loyality 06, barco natural do Rio Grande do Sul. O Esculacho levou o título na classe IRC B.

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                                  Na classe ORC o vencedor no geral foi o Maximus, veleiro do Clube Naval de Charitas que levantou o tricampeonato comandado por Ralph Rosa. O Maximus venceu duas das quatro regatas chegando em segundo na derradeira. O barco vice-campeão foi o Ventaneiro III seguido pelo Fire & Forget.

                                  “Sou sócio-fundador do clube, fui diretor de Náutica, comandante e trouxe há 30 anos o primeiro barco para cá vindo do Iate Clube Brasileiro. Campeonato foi muito bom, ventos variados, regatas com muitas ondas, mas no geral o pessoal gostou do campeonato,rever os amigos, treinar bem nossas tripulações. Temos o barco há seis anos e ganhamos pela terceira vez com barcos diferentes. Para mim algo muito especial é o Comandante Ermel que criou o Circuito Oceânico e segue na organização e hoje é homenageado com uma das regatas do evento, além dele outra regata em homenagem é do Comandante Érico e por sorte vencemos essas duas e ficamos muito felizes”, disse Ralph que leva o Maximus não só para competições locais, mas nacionais em Santa Catarina, Búzios, e outras cidades.

                                  Na categoria ORC B o título ficou com o barco de Vitória, no Espírito Santo, o +Bravíssimo, tirando o troféu do Maestrale. do Iate Clube do Rio de Janeiro, na última regata.

                                  Comandante, Luciano Secchin destacou a conquista: “Viemos ano passado e depois do Brasileiro ABVO em Búzios onde quebramos o mastro viemos para cá como preparação para próximos eventos. Não começamos bem, mas hoje tivemos uma regata muito boa e o barco do Comodoro Casaes (Maestrale) não foi muito bem e vencemos no detalhe”.

                                  O Circuito Oceânico de Niterói teve a chancela da ABVO, Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, da Confederação Brasileira de Vela, a CBVela, além da FEVERJ, Federação Estadual de Vela do Rio de Janeiro. O evento tem a organização do Clube Naval de Charitas.

                                  Resultados Finais Circuito Oceânico Niterói:

                                  IRC Geral

                                  1 – Mahalo – 4 pontos

                                  2 – Esculacho – 8 pontos

                                  3 – Loyality 06 – 16 pontos

                                  4 – Saravah – 19 pontos

                                  5 – Dona Bola – 20 pontos

                                  6 – Carro Chefe – 28 pontos

                                  ORC Geral

                                  1 – Maximus – 7 pontos

                                  2 – Ventaneiro 3 – 8 pontos

                                  3 – Fire & Forget – 19 pontos

                                  4 – +Bravíssimo – 19 pontos

                                  5 – Maestrale – 20 pontos

                                  6 – Miragem – 26 pontos

                                  7 – Bicho Grilo – 27 pontos

                                  8 – Vesper IV – 27 pontos

                                  9 – Santa Fé V – 29 pontos

                                  10 – Troyan – 41 pontos

                                  IRC B

                                  1 – Esculacho

                                  2 – Dona Bola

                                  3 – CarroChefe

                                  ORC B

                                  1 – +Bravíssimo

                                  2 – Maestrale

                                  3 – Bicho Grilo

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                                    Confira algumas fotos da comemoração:

                                    Fotos: Divulgação

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                                      A lancha Manhattan Rio, atribuída ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e à ex-primeira-dama Adriana Anselmo, irão a leilão no próximo dia 4 de julho. A decisão é do juiz federal Marcelo Bretas, que cuida dos processos relacionados ao braço fluminense da Operação Lava Jato.

                                      A Manhattan Rio está avaliada em R$ 2,950 milhões. Conforme descrição do edital do leilão, a embarcação, fabricada em 1997, tem 23,98 metros, capacidade para um comandante e 23 passageiros, ar condicionado central, forno elétrico, geladeira, cinco TVs de LCD, quatro quartos (duas suítes com camas de casal, uma com banheira, mais duas suítes com duas camas de solteiro cada), sala de estar e sala de jantar.

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                                      Cabral está preso desde novembro de 2016 e já foi condenado a quase 200 anos de prisão, acusado de comandar um esquema de propinas no governo do Estado do Rio.

                                      O bem mais caro colocado em leilão por Bretas no próximo dia 4 é a lancha de Eike Batista, batizada como “Spirit of Brazil” e avaliada em R$ 3,5 milhões. No total, o leilão autorizado por Bretas inclui cinco bens do ex-bilionário, avaliados num total de R$ 5,9 milhões – além da lancha e de uma Lamborghini, fazem parte da lista dois jet skis e mais uma lancha.

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                                        Segundo dados recentes da Associação da Câmara de Economia da Croácia, a HGK, as marinas croatas conseguiram aumentar suas receitas para cerca de 857 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 130 milhões) no ano passado, um aumento de 2,7% em comparação com o ano anterior. “Nos últimos anos, nosso país se posicionou com sucesso como um dos principais destinos da Europa para o turismo marítimo”, afirmou Ana Klarić, diretora de turismo do HGK, ao jornal local Jutarnji List.

                                        A mais recente marina da região, lançada pelo Adriático Iate Charter, em Medulin, na costa do Mar Adriático do país, foi construída sob um projeto no valor de cerca de US$ 2,3 milhões e tem capacidade de ancoragem para cerca de 85 embarcações.

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                                        Criada em 1999 como uma empresa familiar, a Adriatic Yacht Charter tem mais de 70 iates à vela, catamarãs e barcos a motor em quatro bases ao longo da costa croata do Mar Adriático. As bases estão localizadas em Medulin, onde a empresa também está sediada, Pula, Kaštela e Dubrovnik.

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                                          Por: Redação -

                                          A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é oficialmente rota das baleias jubarte que fazem migração das águas frias da Antártida para Abrolhos (BA) visando reprodução. Na temporada de 2019, o número de animais cruzando a raia das regatas de julho já é recorde. Ilhabela (SP) já está inserida na rota e agora é possível ver placas no município identificando as regiões das baleias.

                                          No ano de 2018, por exemplo, foram registradas 42 jubartes entre os dias 21 de junho e 4 de setembro. Este ano, de 27 de maio até 13 de junho já foram avistadas 47 jubartes.

                                          Apesar das baleias subirem mais cedo para o Nordeste, é provável, de acordo com especialistas, que os velejadores das regatas de 13 a 20 de julho devem ter companhia de animais.

                                          Desde 2016, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela recebe visita frequente de baleias, que se juntam a golfinhos na raia das provas. ”Ilhabela está bombando!”, disse o ambientalista e diretor do Yacht Clube de Ilhabela, Julio Cardoso.

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                                          ”Espero que elas continuem vindo, pois começaram a passar por aqui mais cedo.
                                          Nos últimos dois anos, o comportamento delas tem sido de vir pelo sul, entrar pelo canal de São Sebastião, passar umas horas descansando e depois retornam pelo sul. Ao saírem vão para os lados da Ponta do Boi e seguem no rumo nordeste para a Bahia”.

                                          Júlio Cardoso alerta também para os riscos para os baleias. ”O problema é que elas estão encostando em praias e costões, talvez buscando comida, e acabam se enroscando em redes, cercos ou poitas. Tem muitas armadilhas para elas por aqui”.

                                          A comissão organizadora junto ao Yacht Club de Ilhabela fazem ações ambientais para reduzir a poluição das águas e preservar a vida marinha. Em 2019, o evento adotou a política do impacto zero.

                                          Inscrições

                                          O evento entrou no segundo lote de inscrições. Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140. Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. Os valores são por tripulante.

                                          As inscrições seguem abertas pelo site.

                                          O desconto de 30% da classe RGS passa a valer apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE 30 E HPE 25. Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO.

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                                            Às 9 horas da manhã, três mulheres guna, a etnia indígena que habita o arquipélago de San Blas, no Caribe panamenho, tentam secar com areia o bolsão d’água em volta de casa na ilha de Sugdub Gardi. A chuva não teve clemência e as ondas ultrapassaram as rudimentares barreiras de coral que os guna construíram anos atrás para proteger essa ilhota do aumento do nível do mar, um lugar plano e de apenas um hectare e meio de extensão.

                                            Agora, a maioria das vielas está tomada pela lama e a água chegou a entrar em várias cabanas, feitas de paredes de junco e teto de palha. Isso era típico em novembro, o mês dos temporais por excelência no Panamá, mas há um tempo está se tornando cada vez mais habitual em outras épocas do ano: o calendário de chuvas deixou de existir e o mar não para de crescer.

                                            San Blas, o turístico arquipélago de águas transparentes que pertence a Sugdub Gardi e que, por sua vez, faz parte da comarca Guna Yala, é uma das áreas mais prejudicadas da América Latina pelo aumento do nível dos oceanos, uma consequência direta do aquecimento global e do degelo dos polos.

                                            Com base em dados de um mareógrafo instalado nas proximidades do arquipélago, a água nesta parte do Caribe subiu cerca de 30 centímetros no último 50 anos, 11 centímetros a mais do que a média mundial. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), vinculado à Organização das Nações Unidas indicou no seu quinto relatório, publicado em 2014, um cenário desolador e alertou que, se continuar assim, o aumento médio dos oceanos poderia ser de até 30 centímetros em 2065 e de 55 centímetros em 2100, o arruinaria várias comunidades perto do mar.

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                                            Um estudo elaborado em 2004 a partir de imagens aéreas publicadas pela revista “Conservation Biology” afirma que o arquipélago, formado por 365 ilhas – sendo 38 habitadas e as demais usadas para fins de turismo – perdeu em 50.363 metros quadrados em 30 anos. Sugdub Gardi, Ustupu, Mamidub, Anassuguna e Ogobsucun são as comunidades que correm mais riscos atualmente, segundo os especialistas. Mas o futuro não é nada simples para as outras ilhas e seus habitantes sabem disso. As autoridades panamenhas, também.

                                            Cientes que o mar vai acabar se transformando em inimigo voraz e incontrolável, a comunidade de Sugdub Gardi iniciou em 2010 um pioneiro plano de mudança rumo à terra firme que evoluiu a passos lentos e que parece que agora finalmente está se concretizando. Os moradores se acomodaram em um terreno de 17 hectares no continente, a poucos quilômetros da ilha e de propriedade da comarca, e convenceram o governo a erguer um centro médico e uma escola no local.

                                            Após anos sem avanços, há poucos meses, a primeira licitação para a construção de 300 casas foi feita. O plano está pendente de aprovação das autoridades e servirá de exemplo para caso outras comunidades queiram se mudar futuramente para o litoral. De acordo com a ONG suíça Displacement Solutions, Sugdub Gardi será o primeiro povoado indígena da América Latina a ser desalojado pela mudança climática.

                                            O abandono da ilha, que será totalmente voluntário, solucionará também outra dor de cabeça da comunidade: a superpopulação. Sugdub Gardi é pequena, as cabanas se aglomeram umas nas outras e a população não para de crescer. Cada casal tem em média cinco filhos e em cada cabana vivem cerca de 12 pessoas.

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                                              Por: Redação -
                                              24/06/2019

                                              O estaleiro inglês Sealine, parte do Hanse Group, acaba de anunciar o lançamento do seu novo modelo de barco a motor com motorização de popa, o Sealine C330v. A motorização dupla de 300 hp promete impulsionar a lancha em cerca de 40 nós.

                                              Em complemento à performance, o interior conta com camarotes duplos e camas de casal. Destaque, ainda, para as amplas vigias, vidros panorâmicos no salão e duas seções de abertura no teto, que proporcionam abundante entrada de luz natural e ar.

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                                              “O novo Sealine C330v combina as qualidades premiadas da versão com motores interiores com as vantagens da propulsão externa”, diz Andrea Zambonini, gerente de produto. “Embora os motores de popa sejam ideais para baías rasas devido ao baixo calado, eles também prometem máximo prazer de condução com a sua direção direta esportiva”.

                                              O novo Sealine terá sua estreia mundial no Festival de Cannes, de 10 a 15 de setembro de 2019.

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                                                Por: Redação -

                                                A Honda Marine, no Reino Unido, expandiu seu portfólio de construção de embarcações com a adição da fabricante de barcos holandês Maxima, que produz cascos de estilo clássico de 4,9 a 7,5 m para navegação interior ou para ser utilizados como barcos de apoio. Algumas características incluem popa reta e promessa de estabilidade. A escolha do motor de popa da Honda varia de BF8 a BF150.

                                                “Estamos muito satisfeitos em receber a Maxima na família Honda, onde eles se juntam à Highfield Ribs como uma de nossas alianças de construtores de barcos”, diz Steve Morris, chefe da Power Products na Honda (Reino Unido). “Maxima não só oferece um custo de entrada atraente, como se encaixa perfeitamente com os nossos valores de marca premium e abre nossa oferta marinha para clientes que vivem mais no interior e mais perto de rios, lagos e canais do que a costa”.

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                                                “Nossa ambição é atrair mais pessoas para a água e a nossa Boat Builder Alliance é fundamental para ajudar a fazer isso acontecer”, acrescenta Morris. “Estas parcerias tornam o processo de compra de barcos muito mais simples e permitem que nossa rede de revendedores ofereça uma solução completa pronta para uso – um cliente pode simplesmente entrar em uma de nossas concessionárias Honda Marine e comprar um pacote inteiro de barco em uma etapa simples”.

                                                Os barcos estão disponíveis em concessionários selecionados da Honda Marine.

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                                                  Único barco do mundo equipado com motor Ferrari inicia restauração da motorização

                                                  Por: Redação -

                                                  O barco, chamado Arno XI, foi construído para quebrar recordes mundiais de velocidade e tem uma história sem precedentes, estabelecendo um recorde nunca quebrado de 240 km/h, em 1953, no Lago d’Iseo, na Itália. Em 1951, o primeiro proprietário do barco, Achille Castoldi, se tornou amigo dos pilotos da Ferrari na Fórmula 1 Alberto Ascari e Luigi Villoresi. Os dois pilotos famosos ajudaram Castoldi a conseguir o que se tornaria o único motor Ferrari já construído para uma embarcação. Enzo Ferrari concordou em se envolver pessoalmente no projeto, supervisionando cada etapa da construção e teste do motor. O chefe de Projeto de Motor da Ferrari, Aurelio Lampredi, e sua equipe de engenheiros se envolveram diretamente com o projeto.

                                                  “Esse é um dos mais importantes motores da história da Ferrari”, disse o chefe da Ferrari Classiche, Luigino “Gigi” Barp. A Ferrari Classiche é a divisão da Ferrari responsável pela restauração de Ferraris clássicas para suas condições originais. “Restauramos as Ferraris mais raras e valiosas já fabricadas, mas, obviamente, só trabalhamos em motores e carrocerias de carros. Restaurar esse motor Ferrari de 1952, especificamente construído à mão para essa montagem única, se tornou a emoção de toda uma vida para todos nós na sede da Ferrari”.

                                                  “Imagine ser um técnico de ponta na Ferrari e poder trabalhar exatamente nas mesmas peças que o próprio Enzo Ferrari ajudou a projetar e produzir”, disse o quarto e atual proprietário do barco Milton Verret, um empresário de Austin. Como colecionador de Ferraris únicas e raras, sei que não há nada que se compare a um barco de corridas equipado com um motor Ferrari utilizado em corridas de F1. Acrescente a isso o envolvimento pessoal de Enzo e você tem um motor funcional que a maioria dos entusiastas de esportes a motor morre de vontade de ter. É apenas único”.

                                                  O motor de 1952, que ainda equipa o Arno XI hoje, é um motor Ferrari de 4,5 litros, 12 cilindros, Tipo 375 (1952 está gravado no bloco do motor). Esse é o mesmo tipo de motor que equipou o carro Ferrari que ganhou o primeiro Campeonato Mundial de Fórmula 1, ao vencer o Grande Prêmio Britânico, realizado em Silverstone no ano anterior. O motor tem compressão de 12:1, com potência suficiente para impulsionar a hélice de pás gêmeas para até 10.000 rpms. O motor é equipado com um sistema de ignição por magneto duplo, com 24 velas de ignição, em vez das 12 habituais. Usar magnetos em vez de tampas do distribuidor garante que o motor continuará funcionando mesmo coberto com água.

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                                                  O motor Ferrari produziu originalmente 350 bhp. Mas após a realização de testes iniciais e corridas no início de 1953 e apesar de o barco haver atingido velocidades bem acima de 160 km/h, Enzo Ferrari ordenou a modificação do motor para uso de metanol como combustível, a fim de aumentar as taxas de compressão. Ele adicionou dois compressores Roots (ou turbocompressores gêmeos) e um par de carburadores sólidos com quatro afogadores, com o resultado de que o motor finalmente produziu mais de 500 bhp. O barco tem uma história cheia de quebras de recordes mundiais de velocidade devido a esse motor Ferrari.

                                                  “Quando minha equipe na Ferrari terminar seu trabalho no motor, ele vai funcionar da mesma maneira que fez quando Castoldi e nosso fundador, Enzo Ferrari, o ligaram pela primeira vez em 1952″, disse Barp. “Eu quis me certificar de que o barco estava em perfeitas condições a tempo para seu 70º aniversário”, disse Verret. “Tudo se resume em preservar a história da Ferrari. Esse tipo de raridade faz com que certas Ferraris sejam avaliadas em dezenas de milhões de dólares. Ter um barco que é ‘o único’ não tem preço”.

                                                  Desde 2012, o Arno XI está emprestado por Verret aos dois mundialmente famosos museus da Ferrari na Itália. A embarcação já foi vista por centenas de milhares de visitantes. O barco foi exibido lado a lado com a Ferrari ganhadora da F1 em 1951, mostrando do domínio da Ferrari na terra e na água.

                                                  Barp acrescentou: “Esse é um capítulo contínuo na história da Ferrari. Nossos motores são realmente feitos para funcionar para sempre e, após quase 70 anos, é uma honra ter esse projeto único, construído à mão, sob encomenda, na oficina da Ferrari Classiche. Verret o confiou a nós e estamos fazendo o mesmo para os entusiastas da Ferrari em todo o mundo”.

                                                  A Ferrari Classiche espera concluir o trabalho no barco Ferrari no início do outono, quando Verret pretende iniciar uma turnê mundial para mostrar o barco aos fãs da Ferrari em todos os lugares.

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                                                    Por: Redação -

                                                    A 2ª etapa do Aloha Spirit foi encerrada em Brasília/DF neste domingo (23) em altíssimo nível técnico, mais uma vez. Entre os grandes destaques do dia, o Stand Up Paddle (SUP) Técnico, contou com grandes nomes e, novamente, disputas acirradas no Lago Paranoá, um dos cartões postais da capital do Brasil. No masculino, a revelação David Leão, da Bahia, foi o grande vencedor, enquanto que na feminina, Lena Ribeiro Guimarães, do Rio de Janeiro, manteve a hegemonia.

                                                    Na natação em águas abertas, prova de 3.800 metros, a paulista Thais Fernandes Sant’Ana voltou a vencer entre as mulheres e Rodrigo Ricco de Araújo garantiu o título para o Distrito Federal. Na canoa havaiana individual, Juliana Louback Freitas (RJ) e Luis Henrique Silva Barta (SP) remaram mais forte. Nessa prova, destaque para Rogério Mendes, também de São Paulo, numa grande demonstração de superação.

                                                    Há uma semana ele ficou fora do Brasileiro, por uma forte gripe e ainda está em recuperação, na véspera da viagem perdeu a sua avó, mas decidiu competir em Brasília, garantindo mais uma grande disputa. Além disso, no sábado, foi o vencedor do Waterman, prova especial reunindo natação, paddleboard e SUP. “Fiquei feliz demais. Pude remar forte, bem. Agora é concentrar para o Brasileiro de Equipes. Os treinos não param”, falou Rogério.

                                                    No SUP, David havia sido o terceiro na prova longa no sábado, atrás dos paulistas Guilherme dos Reis (com quem mora na Califórnia) e Luiz Guida, o Animal, um dos mais experientes da modalidade. No domingo, ele largou na ponta e, sem cometer erros, numa prova que exige muita habilidade nas boias, manteve a ponta até o final, deixando Gui em segundo e Animal em terceiro. Vale também o resultado de outra promessa, Guilherme Cunha, de SP, que vem crescendo sempre e foi o quarto colocado.

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                                                    “Sou de Itacaré e meus avós, caiçaras, remadores de canoa. Então, está no sangue. Comecei no judô, meu pai era mestre, militar e sempre me criou na disciplina. Depois, comecei a me conectar com o mar e tudo fluiu”, contou o atleta de 17 anos. “Na prova, vi que ia ser bem disputada. Sabia que tinha de fazer a largada forte e não errar. Se errar com eles, que são fortes, é fatal. É muito curta. To amarradão”, falou.

                                                    Na feminina, Lena teve o mesmo pensamento. Começar forte e não cometer erros. “Fiz boa largada e consegui liderar desde o começo e ir até o fim. A prova é sempre dura e cada vez mais mulheres estão competindo e o nível mais alto, principalmente com a minha atual e principal adversária, a Moah”, comentou. “Agora é me preparar cada vez mais para o Pan”, completou a representante brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru.

                                                    Outras atrações foram a competição de apneia estática e as aulas de yoga, além de diversas ações socioambientais. Na área cultural, houve o Festival Aloha Spirit de Cinema. Agora, as atenções ficam voltadas para a terceira e última etapa do Aloha Spirit, em Cabo Frio/RJ, nos dias 22 a 24 de novembro.

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                                                      A equipe JetCo Racing Yamaha formada pelos irmãos Beto e Valdir Jr. Brito, conquistou as 2 principais categorias da nova competição do segmento: a Brasil Cup de Boa Esperança/MG, que aconteceu entre os dias 20 a 23 de junho.

                                                      Com a participação de mais de 120 jets na competição, a equipe venceu 6 baterias das 6 que esteve presente, com 100% de aproveitamento da sua participação no campeonato utilizando o WaveRunner GP1800 da Yamaha, foram conquistados o 1º Lugar na Runabout Turbo Limited e 1º Lugar na Runabout Turbo GP, a fórmula 1 da modalidade de jets, tornando a equipe pentacampeã nesta categoria.

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                                                      No mesmo evento esteve presente o piloto Rogério Schroder, na Ski GP 2T, categoria onde a pilotagem é feita em pé. Rogério alcançou o vice-campeonato competindo com um Super Jet da Yamaha, o campeão da categoria foi o Davi Prado.

                                                      O evento foi um sucesso e agrega ao segmento náutico somando forças ao Campeonato já consagrado Brazilian Jet Sports Championship que mudou de endereço e data, mas logo serão divulgadas informações para que seja decidido a vaga no Mundial que acontecerá em Lake Havasu, no Arizona/EUA.

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                                                        Por: Redação -
                                                        19/06/2019

                                                        Começa nesta quinta-feira, feriado de Corpus Christi, e vai até o domingo, dia 23, a 22ª edição do Circuito Oceânico de Niterói, evento aberto aos Veleiros de Oceano realizado pelo Clube Naval de Charitas, em Niterói (RJ), e que conta pontos para o ranking da Federação Estadual de Vela do Rio de Janeiro e também a Copa Brasil da ABVO, Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, definindo os melhores do ano em cada classe e o barco do ano.

                                                        O evento é aberto para as classes IRC, ORC e RGS e conta ainda com inscrições abertas até às 10h desta quinta-feira que podem ser feitas clicando aqui.

                                                        A previsão é de seis regatas ao longo do feriado sempre começando às 12h e com confraternização após as mesmas na sexta-feira, sábado e no domingo. Serão homenageados dois grandes comandantes que tiveram participação importante na história do Clube Naval de Charitas e no iatismo brasileiro, o Comandante Érico e o Comandante José Fernando Ermel.

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                                                        “São esperados entre 35 e 50 barcos e cerca de 300 velejadores. Já temos 27 confirmados. Fazem parte do Circuito as regatas Comte Érico e Comte Ermel que homenageiam dois importantes Oficiais da Marinha, que contribuíram sobremaneira para a vela no Brasil, como velejadores experientes, Juízes de regata, Instrutores de vela e de navegação, e principalmente fomentadores da cultura náutica. Estas regatas possuem premiação específicas, além de pontuarem para o Circuito”, declarou Rogério Albuquerque, organizador do evento.

                                                        O evento terá a presença de importantes barcos que estiveram na disputa do Brasileiro de Vela de Oceano em Búzios da ABVO em abril como conta Adalberto Casaes, comodoro da ABVO e comandante do barco Maestrale, um dos principais barcos da temporada de 2018.

                                                        “Teremos presença confirmada do +Bravíssimo do Espírito Santo, um barco muito forte, barcos fortes de Charitas, nosso barco que era inicialmente do Naval de Charitas e depois fomos para o Iate Clube do Rio de Janeiro por facilidade pois moro aqui no Rio, teremos o Maximus, o Santa Fé, serão barcos de ponta que estarão na disputa fora o Saravah, o Angela que deve marcar presença assim como o Fire and Forget, o Esculacho, Vesper, todos com participações importantes no Brasileiro ABVO. É uma competição muito tradicional e importante na Vela de Oceano do estado e na pontuação para a Copa Brasil”, destacou Casaes.

                                                        Serviço:

                                                        20/06 09:00 às 11:00 Inscrição e Registro 12:00 Regata Comte. Érico
                                                        21/06 12:00 Logo após regatas Regatas Confraternização no Bar da Praia
                                                        22/06 12:00 Logo após regatas Regata Comte Ermel Confraternização no Bar da Praia
                                                        23/06 12:00 Regatas Logo após regatas Cerimônia de premiação

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                                                          Iates customizados você já viu por aqui, e muitos. Mas nenhum como a sétima unidade da Schaefer 25M, de 25 metros (ou 83 pés), que o estaleiro catarinense Schaefer Yacths entregou recentemente a um cadeirante, com tudo adaptado para ele realizar todas as tarefas inerentes a um passeio náutico, incluindo gostosos mergulhos no mar, com independência e, principalmente, segurança. A construção foi feita sob encomenda, com o comprador fazendo valer o conceito de “embarcação customizada” prometido pela marca desde seu lançamento, cinco anos atrás. Pensaram que era só slogan publicitário?

                                                          Nesse processo, chamado custom, ou “feito de acordo com seu gosto”, a produção é feita quase artesanalmente. O iate ganha a cara do freguês. Neste caso, porém, em vez de uma distribuição alternativa de espaços, ou de itens diferentes da decoração, o iate Schaefer 25M foi configurado especialmente para atender às necessidades de uma pessoa com deficiência motora, um cadeirante — mas também poderia ser um idoso, um obeso ou qualquer pessoa com dificuldade de locomoção.

                                                          Não foram modificações quaisquer. Ajustes no layout e na estrutura do interior foram necessários para otimizar ao máximo a acessibilidade do cliente em todos ambientes. Com isso, o iate passou a oferecer uma série de facilidades a um portador de deficiência física: do embarque pela popa sem esforço em uma passarela bem mais larga que o convencional à oportunidade de entrar no mar, mergulhar, e depois voltar a bordo, “içado”, digamos assim, por um sistema de guinchos (um em cada bordo) instalado na popa.

                                                          Não foram modificações quaisquer. Ajustes no layout e na estrutura do interior foram necessários para otimizar ao máximo a acessibilidade do cliente em todos os ambientes

                                                          Guinchos? Sim. Mas vamos por partes, porque os ajustes — por medida de segurança e acessibilidade — são muitos. A primeira providência foi instalar um elevador na entrada do salão a bombordo, para que o proprietário possa ir direto para sua suíte ou se deslocar entre o convés principal e o inferior do iate sem necessidade de ser carregado nos braços por alguém (como acontece nos barcos convencionais), além de rampas de acesso à chamada área íntima, para ele entrar e sair com facilidade.

                                                          Da suíte, o proprietário pode acessar a cozinha, na proa, já que as portas e os corredores foram alargados, para a circulação adequada de uma cadeira. E mais: tomadas foram instaladas mais para cima, e interruptores, para baixo, de forma que ele consiga acessá-los na passagem, sem se curvar. Por sua vez, os pisos ganharam uma camada antiderrapante, para evitar acidentes. E barras de apoio de inox foram colocadas em pontos estratégicos, como banheiros, cozinha e quarto.

                                                          O iate passou a oferecer facilidades a um portador de deficiência física: de uma passarela bem mais larga na popa A um sistema de guinchos nos bordos

                                                          Só isso? Não. Por questões de funcionalidade, na cozinha os utensílios ficam próximos, facilitando todas as tarefas. E tudo, desde a mesa até o fogão, tem a altura correta. Na suíte principal, os móveis seguem algumas regras de segurança, para que o proprietário não tenha que se esticar. Já o banheiro ganhou, além de barras de apoio, vaso sanitário com assento mais alto, com espaço para que a cadeira de rodas se encaixe, e espelho inclinado para baixo. Sem contar a passarela de embarque (acesso à praça de popa), bem mais larga que o convencional.

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                                                          Mas o que mais chama atenção são mesmo os guinchos colocados nos dois bordos, na popa do barco, possibilitando o embarque e desembarque de uma pessoa com deficiência, e até mesmo entrar diretamente na água e depois sair içado. De resto, a Schaefer 25M personalizada tem as mesmas elogiadíssimas qualidades da embarcação que todo mundo conhece.

                                                          A Schaefer 25M é uma 83 pés confortável, eficiente e repleta de inovações, a começar pela união de dois estilos: tem teto solar e flybridge. Como isso é possível? Simples: o flybridge é recuado em relação aos iates convencionais do gênero, e isso permite ao posto de comando interno o privilégio de ter, também, um teto solar. Além dessa surpresa — e das várias medidas de segurança e acessibilidade para uma pessoa com deficiência motora, como o cliente que encomendou este barco —, a Schaefer 25M oferece três opções de arranjo interno, entre elas uma com quatro camarotes.

                                                          fora as inovações, a Schaefer 25M tem as mesmas elogiadíssimas qualidades da embarcação que todos conhecem. uma 83 pés confortável e eficiente

                                                          A sala é tão ampla que faz plenamente jus ao jargão “salão”, usado no meio náutico. É um salão de fato e ainda incorpora tanto o posto interno de pilotagem, na frente, quanto um bar (que também atende à popa), atrás. O truque da sensação de espaço está no fato de que, além de o casco ser bem largo, tudo neste piso fica no mesmo nível, sem degraus nem divisões de ambientes. E o mobiliário, embora com grandes sofás, é enxuto, apenas com o necessário, o que também facilita a vida de um cadeirante ou qualquer pessoa com algum tipo de dificuldade de locomoção. Isso resultou num corredor central de largura excepcional e que deixa bem à mostra a madeira usada no piso, já que, por ter teto solar, não caberia o habitual carpete. Ou seja, a sala é como se fosse um deque aberto — embora fechado. E pode até molhar!

                                                          Na entrada do salão há um elevador a bombordo, para que o proprietário acesse sua suíte sem depender de auxílio. Na cozinha, há espaço suficiente para a circulação de uma cadeira

                                                          No posto de comando, o painel tem três grandes telas sensíveis ao toque, volante com regulagens, joystick para as manobras e duas poltronas — com amortecedores! — para um acompanhante curtir a navegação junto ao comandante. Quando aberto, o vidro do teto solar desliza rapidamente para baixo do piso do flybridge, num truque tão interessante quanto o painel de instrumentos do posto de comando externo, que “brota” de dentro da “máscara negra” que envolve a capota e o teto solar, dando a sensação de ser uma coisa só. De fora, ninguém diz que ali há um vidro.

                                                          Destaque também para para a laminação, de ponta. O casco e todas as peças de fibra de vidro dos barcos, como acontece em todos os modelos do estaleiro Schaefer Yachts (exceto a lancha Schaefer 303), são construídos pelo processo de infusão, que assegura alta resistência e baixo peso. A tecnologia deste iate é outro diferencial. “É quase uma cidade. Ele gera energia, trata esgoto, trata águas negras, águas cinzas, é autônomo, tem dessalinizador e está apto para longas travessias”, explica Márcio Schaefer, criador do barco e dono do estaleiro.

                                                          A sala é tão ampla que faz jus ao jargão “salão”. Não tem degraus nem divisões de ambientes. E o mobiliário, embora com grandes sofás, tem apenas o necessário. Da suíte, o proprietário tem acesso direto à cozinha

                                                          Na propulsão, a Schaefer 25M usa o sistema Volvo IPS, que permite o uso de motores menos potentes (três IPS 1200, de 900 hp cada). Em cinco anos, foram vendidas sete unidades desta 83 pés, classificada pelo fabricante como o “primeiro iate genuinamente brasileiro”, já que, com exceção do casco, todo o resto foi projetado e construído em Santa Catarina. Como tudo nela é muito especial, a Schaefer levou 11 meses para fazer a entrega, somando-se as fases de construção, acabamento e definição do projeto, de característica nobre e curiosa. Um grande toque em um grande barco.

                                                          Fotos: Norton José

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                                                            No último dia 10, o navio hidroceanográfico (NHo) H-38 “Cruzeiro do Sul”, subordinado ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos, atingiu a importante marca de mil dias de mar durante a comissão “Oceano Nordeste III (Outono)/ Farol NE”.

                                                            Incorporado à Armada no dia 28 de fevereiro de 2008, fruto de um convênio assinado entre a Marinha do Brasil e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o navio tem por finalidade desenvolver atividades de pesquisa no ambiente marinho, além de executar tarefas afetas à Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN).

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                                                            Neste período, o “Leão dos Mares”, como é conhecido, navegou por 150.293,8 milhas náuticas (cerca de 278.342 quilômetros), contribuindo para a realização de levantamentos hidroceanográficos e coletas de dados ambientais, além de auxiliar na formação de pesquisadores, professores e alunos nas disciplinas relacionadas ao mar.

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