Que tal entregar a reforma do seu barco antigo ao seu próprio construtor?

18/07/2019

Imagine se você pudesse entregar a reforma do seu barco antigo ao seu próprio construtor, que irá deixá-lo exatamente como ele saiu de fábrica, com direito a peças originais? Pois essa é a proposta do estaleiro carioca Real Power Boats, que tem um serviço de reforma próprio, chamado Real Service, extensivo (e exclusivo) a todos os barcos da marca, mas indicado especialmente para os modelos com mais tempo de mar. “Se você quiser fazer uma manutenção de primeira, ninguém melhor do que a própria Real”, defende Paulo Thadeu Mendes, sócio-proprietário do estaleiro, que criou o serviço atendendo ao apelo dos clientes da Real, que reclamavam a falta de um serviço de manutenção especializado.

Os serviços — divididos em dois tipos, retrofit e reforma com revitalização — incluem desde a parte estrutural até a estética, passando pela elétrica, capotaria, serralheria, carpintaria e marcenaria e pela mecânica, com o uso de peças originais. O retrofit consiste na reforma das lanchas da marca que tenham passado por modernização e, com isso, apresentam diferenças em relação às originais, como é o caso da 35 pés da Real, que virou 355 e, depois, 365. Nesse caso, o Real Service oferece a possibilidade da transformação do barco original na versão mais recente. Já a chamada “reforma com revitalização” leva em conta o que precisa ser renovado no barco, seja a pintura, a aplicação de gelcoat ou a troca de estofado, entre outros serviços. “O objetivo é oferecer o melhor pós-venda aos clientes. Por isso os serviços serem oferecidos a baixo custo”, garante Paulo Thadeu. “Com o Real Service, os nossos barcos estarão sempre conservados e bonitos. Isso ajuda na hora de receber um barco como parte de pagamento, ou quando o cliente vende a embarcação”, explica.

Uma das vantagens desse serviço
é o fato de ser prestado por profissionais do próprio estaleiro

Outra vantagem desse tipo de serviço é o fato de ser prestado por profissionais que conhecem bem o barco, de acordo com as especificações originais, por estarem ligados ao estaleiro. Entregar o barco a terceiros nem sempre é uma boa alternativa. Qualquer lancha, em qualquer estado, pode passar pelo serviço, desde que seja da marca. “Já recebemos lanchas que passaram por acidentes sérios, como batida em uma pedra, por exemplo. Nestes casos, a gente refaz o fundo do casco e o que mais for preciso para o barco ficar novo de novo”, detalha Paulo Thadeu.

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O tempo médio de uma reforma completa fica em torno de dois meses. O orçamento pode ser feito até mesmo por meio de fotografias, para evitar deslocamentos. Outro cuidado tomado pela Real é o de realizar esses serviços na baixa temporada, pensando no deslocamento dos barcos. “Dependendo da distância, o frete encarece, chegando a 60% do preço do barco, para ir e voltar. Já na baixa temporada, por conta da demanda menor, as empresas de frete oferecem preços melhores”, justifica o sócio-proprietário do estaleiro. De acordo com ele, a escolha entre trocar de barco ou reformar vai da satisfação do cliente e do tipo de uso da embarcação. “Se o cliente sai de uma 350 para uma 365 com uma diferença de três anos, ele vai gastar em torno de R$ 400 mil na troca. Já o retrofit custa cerca de R$ 110 mil, mas sem os eletrônicos e os motores que acompanham a 365”, explica.

O empresário Marcelo Rodrigues recorreu aos serviços do estaleiro para sua Summer 20. “Eu tenho um outro barco, de 40 pés, e tinha este casco jogado na garagem. E, como sempre gostei de pescar, estava pensando em comprar uma lancha pequena só para pesca. Quando conheci o Real Service e descobri que poderia reformar aquele casco que eu iria jogar no lixo, não pensei duas vezes”, recorda ele. Resultado: a lancha foi toda reformada. “O barco ficou zero, superando a minha expectativa”, comemora Marcelo.

Mais de 100 barcos já foram reformados dentro da Real. O objetivo é oferecer o melhor pós-venda aos clientes

O Real Service já reformou mais de 100 barcos. O preço dos serviços varia de R$ 5 mil a R$ 100 mil, dependendo do tamanho do barco. As condições de pagamento são discutidas caso a caso pela assistência técnica do estaleiro. Mais um bom motivo para você reformar seu velho barco.

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    João Palombo e o pai descobriram os prazeres de uma Ventura 160. E não querem saber de outra vida

    Por: Redação -

    Este ano, João Ricardo Palombo e seu pai, Ademir, realizaram o desejo de fazer o curso de arrais amador. Enquanto se preparavam, a vontade de comprar uma lancha foi crescendo, crescendo… E hoje navegam felizes em uma Ventura 160. Veja o relato abaixo.

    “Me chamo João Ricardo Palombo, sou de São Carlos, interior de São Paulo, cidade com a maior concentração de doutores por número de habitantes da América do Sul, de acordo um levantamento feito pela UFSCar, na qual me formei. Mas é o de um curso mais recente, e da posterior entrada no fascinante mundo náutico que ele me proporcionou, que quero falar. Este ano, eu e meu pai, Ademir, realizamos o desejo de fazer o curso de arrais amador. Enquanto nos preparávamos, o desejo de adquirir um barco foi crescendo. Nossas pretensões eram modestas. Começamos pesquisando diversos modelos de canoas de alumínio, que era a nossa ideia inicial. Até então, a compra de uma lancha parecia ser algo fora da realidade para nós. Tudo caminhava para a aquisição de um barco simples de alumínio. Até que, no dia da aula prática de barco, durante o curso de arrais, a felicidade de estar no controle de uma lancha bateu forte. Definitivamente, era isso que queríamos! Pesquisa aqui, pesquisa ali… Bom, talvez não seja tão impossível assim adquirir uma lancha. Se encontrarmos algo interessante, por que não? Nossa lancha deveria ser uma embarcação confiável, de um porte que não fosse difícil transportar e manobrar, e sem ter de pagar uma conta astronômica depois. Isso se chama relação custo-benefício, em que o valor pago pelo produto é pesado numa balança invisível, tendo como contrapesos suas qualidades.

    Foi assim que chegamos na Ventura, marca indicada pelo maior número de pessoas com as quais conversamos em meio à nossa pesquisa. No nosso caso, o melhor custo-benefício estava na Ventura 160.  Num site de compra e venda de seminovas, encontramos uma Ventura 160 com 15 horas de uso. Fomos até o local em que ela estava, para fazer um teste-drive e… Tchan-tchan-tchan-tchaaaan! Dar uma volta com ela foi incrível. Eu e meu pai nos olhamos com aquele olhar que dizia: “Era isso que queríamos!”

    Fechamos negócio, é claro. Em seguida, trocamos o nome da lancha para Palombina (o nosso sobrenome é Palombo e Palombina é o nome da empresa da minha irmã). Desde então, juntos, estamos aproveitando e curtindo momentos incríveis, com a nossa lancha na Represa do Lobo, em Itirapina, em São Paulo. Agora, estamos pensando em levá-la para a represa de Patrimônio, em Brotas. Ainda vamos curtir muito com ela!”

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      Cinema grátis é atração do Race Village durante a Semana de Vela de Ilhabela

      Por: Redação -

      O mês náutico de julho conta com intensa agenda esportiva e cultural em Ilhabela. Em paralelo às regatas da Semana Internacional de Vela, o Race Village recebe 100 atrações grátis para moradores da cidade e turistas de todas as idades. Entre elas, a exibição de seis filmes por dia na sala de cinema instalada na Praça da Bandeira. Ao todo serão 97 sessões até o próximo dia 28. A expectativa da prefeitura é repetir o sucesso do ano passado, quando o local teve grande fluxo de visitantes, sempre com lotação máxima.

      Em parceria com a Paris Filmes, a sala de cinema do Race Village receberá grandes sucessos nacionais e internacionais, muitos deles recém-saídos de cartaz, como ‘John Wick – Capítulo Terceiro’ e ‘Cópias – De Volta a Vida’, ambos estrelados por Keanu Reeves, e ´Um Casal Improvável´, estrelado por Charlize Theron. Entre as produções brasileiras, destaque para ‘Turma da Mônica – Laços’, filme lançado em julho e ainda em exibição em todo o Brasil.

      Juntamente com o sucesso da Turma da Mônica, a sala oferece várias opções para crianças e toda a família, com filmes como ‘Robin Hood: A Origem’, ‘Detetives do Prédio Azul’, ‘Detetives do Prédio Azul 2’, ‘Tudo por Um Pop Star’, ‘Patrulha Canina: Super Filhotes’.

      A produção nacional também merece destaque na programação gratuita em Ilhabela no mês de julho com títulos como ‘De Pernas pro Ar 3’, ‘Chacrinha – O Velho Guerreiro’, ‘Minha Vida em Marte’, ‘Minha Fama de Mau’, ‘Uma Quase Dupla’, entre outros grandes filmes do cinema brasileiro.

      Para conferir os sucessos nacionais e internacionais na sala de cinema do Race Village é preciso retirar o ingresso no dia da exibição. Como os lugares são limitados, a recomendação é chegar cedo. Mas, é preciso ficar atento e conferir a classificação indicativa de cada filme antes de adquirir a entrada.

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      Confira a programação do Cinema do Race Village

      12 de julho – Sexta-feira
      21h – Meu Ex é um Espião (16 anos/Legendado)

      13 de julho – Sábado
      10h – Tudo por Um Pop Star (Livre/Original)
      12h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Original)
      14h – Uma Quase Dupla (12 anos/Original)
      16h20 – Kin (14 anos/Legenda)
      18h40 – De Pernas pro Ar 3 (14 anos/Original)
      21h – Minha Vida em Marte (12 anos/Original)

      14 de julho – Domingo
      10h – Uma Família Feliz (Livre/Dublado)
      12h – Homem das Cavernas (Livre/Dublado)
      14h – Mulheres Alteradas (12 anos/Original)
      16h20 – A Menina e o Leão (12 anos/Dublado)
      18h40 – Vingança a Sangue Frio (16 anos/Legendado)
      21h – Uma Quase Dupla (12 anos/Original)

      15 de julho – Segunda-feira
      10h – Detetives do Prédio Azul (Livre/Original)
      12h – Uma Família Feliz (Livre/Dublado)
      14h – Chacrinha – O Velho Guerreiro (14 anos/Original)
      16h20 – Do Jeito que Elas Querem (14 anos/Legendado)
      18h40 – De Pernas pro Ar 3 (14 anos/Original)
      21h – Sou Carnaval (14 anos/Original)

      16 de julho – Terça-feira
      10h – Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano (Livre/Original)
      12h – Homem das Cavernas (Livre/Dublado)
      14h – Tudo por um Pop Star (Livre/Original)
      16h20 – Tudo Acaba em Festa (12 anos/Original)
      18h40 – Albatroz (14 anos/Original)
      21h – John Wick – Capítulo Terceiro (16 anos/Legendado)

      17 de julho – Quarta-feira
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Original)
      12h – Uma Família Feliz (Livre/Dublado)
      14h – A Menina e o Leão (12 anos/Dublado)
      16h20 – A Cinco Passos de Você (12 anos/Legendado)
      18h40 – Vingança a Sangue Frio (16 anos/Legendado)
      21h – Minha Vida em Marte (12 anos/Original)

      18 de julho – Quinta-feira
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Dublado)
      12h – Extraordinário (10 anos/Dublado)
      14h – Um Pequeno Favor (16 anos/Legendado)
      16h20 – A Cinco Passos de Você (12 anos/Dublado)
      18h40 – Casal Improvável (16 anos/Legendado)
      21h – Minha Fama de Mau (12 anos/Original)

      19 de julho – Sexta-feira
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/
      12h – Detetives do Prédio Azul (Livre/Original)
      14h – De Pernas pro Ar 3 (14 anos/Original)
      16h20 – Casal Improvável (16 anos/Legendado)
      18h40 – Todos Já Sabem (12 anos/Legendado)
      21h – John Wick – Capítulo Terceiro (16 anos/Legendado)

      20 de julho – Sábado
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Dublado)
      12h – Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano (Livre/Original)
      14h – Extraordinário (10 anos/Dublado)
      16h20 – Minha Vida em Marte (12 anos/Original)
      18h40 – Extraordinário (10 anos/Dublado)
      21h – A Vida em Si (16 anos/Legendado)

      21 de julho – Domingo
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Dublado)
      12h – Uma Família Feliz (Livre/Dublado)
      14h – A Cinco Passos de Você (12 anos/Dublado)
      16h20 – Mulheres Alteradas (12 anos/Original)
      18h40 – Ponto Cego (16 anos/Legendado)
      21h – Vox Lux – O Preço da Fama (16 anos/Legendado)

      22 de julho – Segunda-feira
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Dublado)
      12h – Homem das Cavernas (Livre/Dublado)
      14h – Extraordinário (10 anos/Dublado)
      16h20 – Uma Quase Dupla (12 anos/Original)
      18h40 – Vingança a Sangue Frio (16 anos/Legendado)
      21h – A Casa do Medo: Incidente em Ghostland (16 anos/Dublado)

      23 de julho – Terça-feira
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Dublado)
      12h – A Menina e o Leão (12 anos/Dublado)
      14h – Chacrinha – O Velho Guerreiro (14 anos/ Original)
      16h20 – Robin Hood: A Origem (14 anos/Legendado)
      18h40 – Cópias – De Volta a Vida (14 anos/Legendado)
      21h – Parque do Inferno (16 anos/Dublado)

      24 de julho – Quarta-feira
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Dublado)
      12h – Tudo por um Pop Star (Livre/Original)
      14h – Meu Ex é um Espião (16 anos/Dublado)
      16h20 – Tio Drew (12 anos/Legendado)
      18h40 – De Pernas pro ar 3 (14 anos/Original)
      21h – O Manicômio (16 anos/Dublado)

      25 de julho – Quinta-feira
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Dublado)
      12h – Turma da Mônica – Laços (Livre/Original)
      14h – Todo Dia (12 anos/Dublado)
      16h20 – Um Funeral em Família (12 anos/ Legendado)
      18h40 – Tudo Acaba em Festa (12 ANOS/Original)
      21h – A Sereia: Lago dos Mortos (16 anos/Dublado)

      26 de julho – Sexta-feira
      10h – Detetives do Prédio Azul (Livre/Original)
      12h – Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano (Livre/Original)
      14h – De Pernas pro Ar 3 (14 anos/Original)
      16h20 – Casal Improvável (16 anos/Legendado)
      18h40 – Robin Hood: A Origem (14 anos/Legendado)
      21h – Não Olhe (16 anos/Legendado)

      27 de julho – Sábado
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Dublado)
      12h – Turma da Mônica – Laços (Livre/Original)
      14h – Sexy por Acidente (12 anos/Legendado)
      16h20 – A Cinco Passos de Você (12 anos/Dublado)
      18h40 – Mulheres Alteradas (12 anos/Original)
      21h – John Wick – Capítulo Terceiro (16 anos/Legendado)

      28 de julho – Domingo  
      10h – Patrulha Canina: Super Filhotes (Livre/Dublado)
      12h – Turma da Mônica – Laços (Livre/Original)
      14h – John Wick – Capítulo Terceiro (16 anos/Legendado)
      16h20 – Minha Vida em Marte (12 anos/Original)
      18h40 – O Paciente – O Caso Tancredo Neves (10 anos/Original)
      21h – Robin Hood: A Origem (14 anos/Legendado)

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        Como uma pénichette pode ser uma deliciosa maneira de explorar os rios da França

        Por: Redação -

        Passar férias a bordo de uma pénichette é um programa que vem conquistando mais adeptos a cada ano na Europa. Além de ser uma maneira original de conhecer minuciosamente uma região através de suas águas interiores e escapar do lugar comum, esse tipo de turismo fluvial é também uma opção de lazer surpreendentemente em conta! Não parece, mas é muito fácil timonear uma pénichette. Esta versão diminuta das “chatas”, ou péniches, comerciais foi se estilizando, para se adaptar ao turismo fluvial. Só na França, há cerca de 40 locadoras especializadas nelas, com frota própria.

        Em Louhans, no centro-leste da França, um dos pontos altos do roteiro é a igreja de Saint-Pierre, de estilo gótico do século 14

        Como o manuseio é de uma simplicidade infantil, as companhias não exigem sequer habilitação ou experiência prévia dos turistas para pilotar o barco. Só ensinam como proceder numa eclusa com uma rápida demonstração prática na hora de entregar as chaves e ao mesmo tempo explicam as regras básicas da navegação nos canais. Como nas estradas, trafegá-se pelo lado direito. Além disso, é proibido transitar à noite e, quando for passar uma eclusa, deve-se dar prioridade às grandes péniches, que ainda fazem o transporte de mercadorias pelos canais.

        No itinerário estão a eclusa de Painfaut, a mais florida do Canal de Bourgogne

        O turismo fluvial é muito simples. A vida a bordo também, porém, longe de ser monótona. Além da diversão que é poder comandar um barco, levando família ou amigos, e fazer o itinerário no seu ritmo, com toda a liberdade para parar onde der vontade, o convés de sua pénichette é como uma sala de cinema, onde se pode assistir a belos cenários que vão mudando lenta e continuamente. Em média, navega-se entre três e quatro horas por dia, mas um dia de cruzeiro fluvial rende muito e tudo é sempre flexível. Quem quiser fazer um passeio pode desembarcar e sair pelo “chemin de halage”, que ladeia o canal e é de uso exclusivo de pedestres e ciclistas. O mais prático e seguro é entrar e sair do barco enquanto estiver dentro de uma eclusa, durante a manobra.

        Canal de Midi, uma das regiões mais procuradas

        As pénichettes são fabricadas em diversos tamanhos, com capacidade para até 12 pessoas. Há várias marcas, tipos e categorias. E há sempre pacotes, ofertas e promoções com descontos, em todas as estações do ano. Em tempo: a temporada se estende de março a outubro. Todos os barcos possuem camarotes individuais, cama de casal ou duas de solteiro, calefação, sala de estar, cozinha equipada e banheiro com chuveiro de água quente — a locadora fornece roupa de cama, mas nem sempre toalhas. É privacidade e conforto garantido. Navegando a não mais que 10 km/hora, uma pénichette é tal qual um lar flutuante. Portanto, exige que a tripulação se empenhe em outras tarefas, além da navegação.

        Há barcos de vários tamanhos, geralmente entre 9 e 15 metros de comprimento, para um casal ou até 12 pessoas

        Muito embora haja sempre tempo de sobra para não se preocupar com absolutamente nada, é preciso limpar, jogar o lixo fora e sempre arrumar as coisas no barco. Conte com idas ao supermercado, e, claro, à boulangerie (padaria) da esquina, para comprar baguette e croissants fresquinhos de manhã. Afinal, cozinhar a bordo é divertido, mas considerando que estamos na França, também não falta lugar para comer bem. Em qualquer cidadezinha, por menor que seja, haverá sempre um cardápio apetecedor. Porém, fique atento aos rígidos horários franceses: o almoço é do meio-dia às 15h e janta-se entre 20h e 21:30 h.

        Mesa garantida, só com reserva, mas não precisa se preocupar com a roupa, porque nos restaurantes locais o traje é sempre informal. Só não esqueça de colocar na mala um agasalho impermeável. Pode chover em qualquer época. Numa pénichette, a única restrição é a de água. Precisa economizar e acostumar-se rapidinho a usar com moderação, pois a capacidade do tanque é pouca e nem todo cais tem água, caso você necessite reabastecer a cada fim do dia. Se ancorar às margens de uma floresta, no meio do nada, aí não tem o que fazer, e sem água dentro de um barco, não há bom humor que resista.

        É possível estender o passeio até a Bélgica, Alemanha, Holanda ou Suíça, onde também são amplas as vias navegáveis, mas só na França existem 9 mil quilômetros de vias navegáveis e vários roteiros para percorrer de barco: Bretanha; Champanhe; Borgonha e Nivernais; Charente; Alsácia e Lorena; Est e Picardia; Midi e Camarga; e Maine e Anjou. Os itinerários são variados e o número de eclusas também. Quanto menos, mais ágil fica o percurso. Ao escolher a sua viagem, pense nisso. As regiões mais procuradas são os canais do Midi, Borgonha, Champanhe, Loire e Bretanha. Há duas modalidades de trajeto: ida e volta no mesmo porto de embarque ou o simples, zarpando de um porto e desembarcando em outro. Os pacotes são ajustados por semanas, fins de semana e minissemanas (de quarta a domingo). As reservas devem ser feitas com pelo menos três meses de antecedência.

        Na região da Bretanha, no oeste da França, destaque para o porto e o Castelo de Josselin, na beira do canal

        Um dos roteiros mais procurados na França é o Canal do Midi, que faz a ligação de Toulouse a Thau e é o mais antigo canal marítimo da Europa ainda em funcionamento. Idealizado no século 17 como solução econômica, militar e política para levar mercadorias do Mediterrâneo ao Atlântico sem precisar contornar a Espanha pelo estreito de Gilbratar, o canal foi inaugurado em 1681. Hoje, sua função é exclusivamente turística. São mais de 50 mil visitantes que trafegam ao longo de seus 240 km de extensão a cada ano. O canal pertence desde 1996 ao Patrimônio Mundial da Humanidade.

        Ao todo são 9 mil quilômetros de vias navegáveis em toda a frança, e você define o trajeto

        Ao longo do caminho, são encontradas 350 obras de arte, entre pontes, eclusas e aquedutos. É um belíssimo traçado que atravessa regiões como Languedoc, Aube e Minerve, passa por importantes centros, como Béziers, Narbonne e Toulouse, e bordeja cidades históricas. Le Somail, Homps, Trèbes, Narbonne, Carcassonne e Castelnaudary são apenas algumas. Em cada uma, há sempre atrações variadas, como festivais gastronômicos ou feiras de artesanato.

        As pénichettes passam por pontes, eclusas e áreas dedicadas à vinicultura. Nesta, a pedida é abastecer o barco com garrafas de vinho da Borgonha

        Não se pode esquecer que a pénichette é uma casa que desliza pelas águas preguiçosas de um canal. E, como em todo o lar, há sempre alguma tarefa a ser cumprida: cozinhar, arrumar, limpar… Só aos poucos as pessoas se adaptam ao ritmo vagaroso e se acostumam com a rotina. No começo, o espaço parece um pouco reduzido. A metragem pode ser inferior à de uma sala de estar. Por isso, a casa pode virar o caos em dois minutos. Cada um organiza a sua própria bagunça e assume o timão. Durante a manobra nas eclusas, também é preciso escalar um ou dois ajudantes.

        Uma das melhores opções para quem só tem uma semana para explorar o Canal do Midi é começar o passeio em Béziers, embarcando na base náutica da operadora Rive de France, em Colombiers. Assim, a devolução do barco vai se dar 145 km adiante, em Le Ségala. Dessa forma, o turista aproveita melhor o tempo sem repetir nenhum trecho do percurso. Nesse itinerário, o número de eclusas é 58, totalizando cerca de 30 horas de navegação.
        Antes de partir, é fundamental fazer um cálculo de quantos quilômetros precisam ser percorridos por dia, a fim de chegar ao destino final na data marcada.

        As companhias não exigem sequer habilitação ou experiência prévia dos turistas para pilotar o barco. Só ensinam como proceder numa eclusa com uma rápida demonstração prática na hora de entregar as chaves

        Em média, gasta-se de 20 minutos a meia hora para ultrapassar cada eclusa. Dependendo do tráfego fluvial, este tempo pode se estender até uma hora. Se chegar em cima da hora ou atrasado, o jeito é amarrar a pénichette numa das margens e aguardar. E, se já estiver perto das 18 h, passar a noite por ali. Não se trata de um grande problema. Dependendo da época do ano, só anoitece depois das 20 h e o pôr do sol ainda oferece um espetáculo extra. Uma oportunidade para curtir momentos deliciosos em clima romântico.

        Entardecer na bretanha: o roteiro que vai do Canal de Nantes a Brest concentra diversas construções medievais. Como o castelo de Josselin

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          Jet Sea-Doo para pesca recebe premiação de tradicional publicação norte-americana

          Por: Redação -

          A moto aquática Sea-Doo Fish Pro acaba de ser reconhecida como o melhor lançamento de 2019 pela revista Boating Industry. Criada em 1929, a tradicional publicação norte-americana elege a cada ano os destaques do segmento náutico. O modelo da Sea-Doo é o primeiro desenvolvido especialmente para pesca e conquistou o prêmio “Best New Product of 2019”.

          A conquista aumenta a galeria de troféus do Sea-Doo Fish Pro, que já havia sido destaque em 2019 no Red Dot Design Awards. O evento internacional é referência na área de design de produtos e premiou outros seis projetos assinados pela BRP.

          “Receber esses prêmios é sempre uma honra. Eles representam o trabalho árduo de todas as equipes, a atenção aos nossos clientes e a paixão que envolve a experiência com os produtos BRP”, disse Denys Lapointe, vice-presidente sênior de Design, Inovação e Serviços Criativos do grupo canadense. “Esse reconhecimento demonstra a sede da BRP por inovação e seu sucesso como pioneira no setor”, concluiu.

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          O Sea-Doo Fish Pro tem uma longa lista de características que inovam a experiência da pesca. Entre elas, estão o cooler removível LinQ, o sonar Garmin (recurso essencial para encontrar rotas e cardumes), o assento projetado para fácil movimentação, os apoios de pés Gunwale, que aprimoram a estabilidade e o conforto, e o modo “trolling”, para os momentos de pescaria.

          O modelo tem como base de fabricação o consagrado Sea-Doo GTX 155, já com a nova plataforma que revolucionou o segmento de motos aquáticas. O conceito valoriza o aproveitamento total do espaço e o menor peso das embarcações, oferecendo casco mais largo e estável.

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            6 perguntas para a nova secretária de Turismo de Ilhabela, Bianca Colepicolo

            17/07/2019

            Num país cujos governantes costumam escalar ministros e secretários pelo critério de indicação política (o tradicional toma lá dá cá), ela se destaca por ter sido escolhida para o posto de secretária de Desenvolvimento Econômico e do Turismo de Ilhabela por critérios estritamente técnicos.

            A prefeita Gracinha Ferreira bateu o olho em seu currículo e não teve dúvida de que atendia a todos os requisitos para ocupar a pasta, uma das mais importantes do município brasileiro com o maior índice de preservação da Mata Atlântica original. E que currículo! Ex-secretária adjunta de Turismo do Estado de São Paulo, Bianca Colepicolo, 39 anos, é mestre em comunicação, especialista em gestão pública e se preparou adicionalmente com cursos de relações públicas, marketing e design thinking para políticas públicas, sustentabilidade e cultura de paz e planejamento de turismo rural.

            Praia de Castelhanos, em Ilhabela

            “Sempre fui feminista, ambientalista e ativista. Tenho uma lista enorme de histórias para contar do tipo por não saber que era impossível, foi lá e fez”, se autodefine, mirando o repórter com seus olhos azuis cintilantes. Também foi presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Alto Tietê e diretora de Turismo e Cultura da Prefeitura de Guararema. Sem contar o seu “Lado B”, como ela mesma descreveu em um post no Facebook: formou-se em veterinária, cresceu em cima de uma farmácia, em São Paulo, que pertencia a seus pais, foi de seus avós e, antes deles, do seu bisavô.

            Em busca de uma vida mais tranquila para seus três filhos, há 10 anos foi morar na Freguesia da Escada em Guararema. Vida tranquila que ela não vem tendo desde que assumiu a pasta do Turismo e Desenvolvimento Econômico em Ilhabela, dia 6 de junho de 2019, em cima da hora para organizar o Race Village, evento com 23 dias de atividades, paralelo à Semana de Vela, com 102 atrações (entre shows, palestras, peças de teatro, lançamento de livros e oficinas de pintura infantis), além de 97 sessões de cinema. Tudo gratuito. Entre suas prioridades a partir da Semana de Vela, está o foco em uma nova faceta do turismo de Ilhabela: o avistamento de pássaros e baleias, como ela conta na entrevista a seguir:

            1 — O que pesou para a senhora aceitar o convite e assumir a Secretaria de Turismo de Ilhabela, que aliás, se chama Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo?
            Um dos motivos que me fez vir foi justamente o fato de o turismo ficar junto com o desenvolvimento econômico. Eu digo que a secretaria nem precisaria ter este nome. Porque turismo é desenvolvimento econômico. Então, a abrangência do trabalho me animou. Não dá para fazer turismo sem pensar em trabalhar com os empreendedores. Outro motivo foi o fato de a prefeita ter usado o critério técnico na minha escolha, que é nisso que eu acredito.

            2 — A senhora assumiu a secretaria no dia 6 de junho e um mês depois viria a Semana de Vela. Como foi enfrentar esse desafio?
            Precisei de uma semana para tomar pé da situação e então fui à luta. O desafio foi um pouco maior do que fazer o evento porque houve um agravante, que foi o fim da cota de patrocínio. Até o mês de abril deste ano, a Prefeitura podia patrocinar eventos. Mas, a 60 dias da Semana de Vela, a lei da cota de patrocínio foi suspensa, corretamente. Então, nós tivemos que organizar o Race Village na raça. O que ajudou foi que a equipe da secretaria, formada só por funcionários efetivos, é muita técnica e muito boa. E fez a coisa acontecer.

            “Ilhabela tem praias maravilhosas. Tem também muito verde e mais de 300 cachoeiras. São 84% de área de Mata Atlântica original, preservada. Tudo isso é um convite para o turismo”

            3 — O Race Village está mais simples, mas ao mesmo tempo mais agradável…
            Ilhabela escolheu a marca “vida natural”. Então, temos que impactar o mínimo possível na paisagem e no modo de vida da população. Acho que ficou bom. As escolhas foram também muito em função de racionalizar os custos.

            Race Village, Semana de Vela de Ilhabela, 2019 (Foto Marco Yamin)

            4 — Além da Semana de Vela, quais são os melhores motivos para se conhecer Ilhabela?
            Ilhabela tem praias maravilhosas. Tem também muito verde e mais de 300 cachoeiras. São 84% de área de Mata Atlântica original, preservada. Tudo isso é um convite para o turismo. A possibilidade de fazer trilhas, de conhecer as cachoeiras, etc. Tudo isso já é bem conhecido. Agora, nós pretendemos estimular novas facetas do turismo ecológico, como o avistamento de pássaros e de baleias. O turista que sente atração pelo avistamento de pássaro é uma pessoa qualificada, com um perfil sócio-econômico interessante, que vem para cá com o intuito de preservar, que fica bastante tempo, que precisa de guias, e muitas vezes vem de fora do país. Nós estamos definindo seis locais onde serão instaladas torres de avistamento. Nada menos que 317 espécies de pássaros podem ser vistas por aqui. Sem contar os pássaros de oceano, um adicional de Ilhabela.

            “Em breve, Quem for À praia de Castelhanos poderá viver a experiência de desfrutar uma refeição junto com uma família caiçara”

            5 — Por outro lado, a presença das baleias pode reforçar o turismo náutico?
            Foi um presente que ganhamos este ano. A gente não tem controle sobre isso, não espera que aconteça, mas aconteceu. Está todo mundo encantado. No último domingo, tivemos a notícia de um filhotinho, que tem grande chance de ter nascido aqui. Estamos pensando em fazer um concurso entre as crianças, na volta às aulas, para dar um nome para essa baleinha. A gente ainda não sabe com certeza por que motivo as jubartes vieram para Ilhabela. Podem estar buscando comida. Ou investigando novos territórios. Mas, segundo os especialistas, é provável que elas voltem novamente no ano que vem. E a gente quer estar preparado para avistar, seja por terra ou, especialmente, pelo mar. Quem estava pensando em ir para Abrolhos ver baleias agora poderá vir para cá. A prefeitura vai iniciar um processo de certificação de guias e barcos para que o avistamento seja técnico. O fato de a gente assumir como uma atividade turística ajuda bastante na preservação, porque a população se envolve mais.

            6 — Além do avistamento das baleias, há novidades para quem gosta de navegar?
            Sim! Temos um projeto de preservação das comunidades caiçaras, que são as últimas do litoral Norte de São Paulo: o projeto, chamado Comer e Viver. A Fundação Banco do Brasil, junto com o Instituto Ilhabela Sustentável, fez um trabalho com sete famílias que moram em Castelhanos resgatando os pratos e os costumes alimentares locais. Essas famílias têm interesse em divulgar esses pratos. Mas não têm recursos para montar um restaurante. Então foi feito um trabalho de resgate com eles. Um resgate das técnicas da culinária caiçara. O desafio é permitir que eles sirvam essa comida em suas próprias casas — pondo mesas na varanda, por exemplo — de forma regular e legal, com alvará de segurança sanitária. Para isso, fizemos visitas técnicas a essas sete famílias e agora estamos com uma consultora junto a eles fazendo treinamento e a elaboração de um manual de boas práticas, o que vai permitir que elas sejam certificadas pela Vigilância Sanitária. Para algumas famílias, com problema de estrutura nas casas, estamos pedindo o cartão Morar Bem, que oferece R$ 10 mil para a compra de material de construção. Com isso, vamos incluir essas pessoas no cenário econômico, e, ao mesmo tempo, agregar valor ao turismo náutico. Quem for a Castelhanos poderá viver a experiência de desfrutar uma refeição junto com uma família caiçara. Tudo isso faz parte de um conceito de turismo regenerativo, que eu defendo. Esse tipo de turismo consiste em usar as atividades de turismo para restaurar as características geográficas e culturais do lugar. Esse é tom que pretendemos impor ao turismo de Ilhabela daqui para frente, que é a vida natural.

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              19 praias e marinas brasileiras podem receber certificação internacional

              Por: Redação -

              Em reunião realizada no dia 27 de junho, no Ministério do Turismo, em Brasília, os integrantes do júri nacional do Programa Bandeira Azul recomendaram a certificação internacional de 13 praias e seis marinas que atenderam aos pré-requisitos do projeto. Além de atestar a qualidade da água com exames periódicos de balneabilidade, infraestrutura, segurança e acessibilidade, as candidaturas apresentaram uma série de compromissos das comunidades com o meio ambiente e a sustentabilidade dos destinos turísticos durante a temporada 2019/2020.

              A coordenadora-geral de Sustentabilidade e Turismo Responsável do Ministério do Turismo, Gabrielle Andrade, que integra o júri, comemorou a ampliação do programa para além do Sul e Sudeste, onde se concentra a maior parte das praias e marinas certificadas desde 2005. Na temporada passada, 15 indicações foram aprovadas em todo o Brasil. “A ampliação do número de candidaturas ao júri internacional é muito importante e demonstra o interesse dos gestores municipais em qualificar a oferta de praias como atrativos turísticos diferenciados e pautadas pelo turismo sustentável”, afirmou.

              Os nomes das 13 praias e seis marinas só vão ser divulgados em outubro, após a apreciação do júri internacional, que vai se reunir em Copenhague, na Dinamarca, no mês de setembro. Os destinos brasileiros que forem contemplados com a certificação poderão hastear a Bandeira Azul já em 1º de novembro, podendo usufruir da certificação durante toda a temporada de verão. Alguns destinos, principalmente do Nordeste onde o sol brilha o ano inteiro, pleitearam a certificação anual. As marinas contempladas pelo programa também hasteiam a bandeira o ano todo.

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              O turismo de lazer, incluindo as praias, é a principal motivação dos turistas estrangeiros que visitam o Brasil. A coordenadora do programa, Leana Bernardi, do Instituto Ambientes em Rede, de Santa Catarina, lembrou que a certificação Bandeira Azul já está presente em 45 países e qualifica esse espaço também na costa brasileira. “Para o turista europeu, a Bandeira Azul é um grande diferencial. Quando o turista brasileiro conhecer mais a importância de uma praia com a certificação será um ponto cada vez mais significativo para o turismo doméstico”, disse.

              Além do Ministério do Turismo, integram o júri do programa no Brasil os ministérios da Educação e do Meio Ambiente, a Secretaria do Patrimônio da União, a Associação Náutica Brasileira, a Agência Brasileira de Gerenciamento Costeiro, a Fundação SOS Mata Atlântica e a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático.

              A Bandeira Azul incentiva autoridades locais, gestores de praia, de marinas e operadores de barcos de turismo sustentável a buscarem padrões elevados de gestão em seis categorias: qualidade da água, gestão ambiental, educação e informação ambiental, segurança e serviços, responsabilidade social e operações responsáveis em torno da vida selvagem.

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                Novo projeto de 50 metros da Feadship começa a ser equipado na Holanda

                Por: Redação -

                No último fim de semana, o novo projeto de 49,5 metros da Feadship foi transferido das instalações de construção estrutural para o pátio de equipamentos da Feadship em Aalsmeer, onde este projeto único será concluído.

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                Com previsão de lançamento para 2020, este modelo produzido em alumínio será equipado com jatos de água de alta performance que farão do Projeto 706 um dos mais rápidos Feadships na água, promete a marca.

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                  Estaleiro holandês apresenta nova marca

                  Por: Redação -

                  O estaleiro holandês Zeelander Yachts lançou uma nova marca chamada DutchCraft. O primeiro modelo da série, o DutchCraft 56, terá sua estréia mundial no Festival de Cannes em setembro. O DutchCraft 56 é visto como a embarcação ideal para os proprietários que buscam a máxima versatilidade, podendo ser utilizado de diversas formas e oferecendo conforto tanto como barco de apoio como para cruzeiros em família.

                  O modelo de 17 m de comprimento nasceu das experiências de Sietse Koopmans, proprietário e fundador da DutchCraft, quando cruzou o mundo em seu iate de 37,8 m (132 pés), Zeepaard. “Fui inspirado a criar o DutchCraft 56, um modelo com o qual você pode pescar, mergulhar, divertir-se, relaxar, explorar e armazenar uma incrível quantidade de brinquedos. Nós tentamos manter o design minimalista e simplista. O barco é livre de problemas e tem um baixo custo de funcionamento. Ele também está disponível em uma versão comercial com jatos Doen e motores John Deere de 30 mil horas para deslocamento ou fretamento durante todo o dia”.

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                  Quando se trata de projeto e construção de suas embarcações, é importante para a DutchCraft que eles possam ser facilmente limpos e mantidos. O objetivo final é proporcionar aos proprietários uma experiência de “navegação fácil”, ano após ano. Isso pode ser visto em uma série de detalhes, desde o deck composto (substituindo a teca de alta manutenção) até os armários de armazenamento extragrandes em locais fáceis de alcançar.

                  O DutchCraft 56 inclui um flybridge espaçoso com ampla mesa de jantar, com assentos que se transformam em uma grande proteção solar para a parte traseira. No convés inferior, há acomodação para até oito pessoas, incluindo uma suíte master que ocupa toda a boca da embarcação. O espaço de convés na popa pela linha d’água pode ser utilizado desde plataforma de pesca até espaço de socialização ou armazenamento para brinquedos e embarcações.

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                    Caballo Loco lidera Brasileiro e Semana de Vela na Classe C30 em Ilhabela

                    Por: Redação -

                    Disputas casco a casco marcaram as duas primeiras regatas da C30 na 46ª Semana de Vela de Ilhabela, disputada paralelamente ao Campeonato Brasileiro da classe mais equilibrada e competitiva do País entre os barcos de oceano. Um primeiro e um segundo lugares, em duas provas de médio percurso, dão a liderança ao Caballo Loco, comandado por Mauro Dottori.

                    Nos dois primeiros dias de competição, prevaleceu o vento sul, o que permitiu a montagem da raia no meio do Canal de São Sebastião, onde a correnteza costuma acrescentar um ingrediente a mais de dificuldade para as tripulações. Caballlo Loco chegou à frente do Kaikias Maserati no primeiro dia e logo atrás do Caiçara nesta segunda-feira. Katana Portobello, de Florianópolis, foi o terceiro em ambas as regatas.   

                    “A correnteza estava forte, com 1.5 nó, e mudou de sul para leste. Apenas Kaikias e Caiçara conseguiram uma largada limpa rumo à Toque-Toque na regata desta segunda (15) com vento fraco. Nós largamos atrasados, em meio aos barcos maiores de outras classes, mas nos recuperamos e na Laje dos Moleques já estávamos em segundo lugar, entre Caiçara e Katana. Na chegada, o vento subiu para dez nós e mantivemos a posição após muita briga no vento em popa”, relatou Dottori.

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                    O comandante do Caballo Loco destacou ainda a estratégia vencedora adotada pela tripulação na regata de abertura da Semana de Vela. ”Corremos uma prova com 12 milhas (21 km), com vento sul entre 8 e 12 nós. Quando montamos o farolete, ao sul de Ilhabela, estávamos atrás do Katana e à frente do +Realizado. Após a Ilha das Cabras demos um jibe para São Sebastião enquanto os demais barcos permaneceram junto à Ilhabela. Cruzamos a linha de chegada em primeiro, em frente ao Pier da Vila”, comemorou Dottori.     

                    Com a terça-feira livre, devido ao aviso de mau tempo e ventos de até 40 nós (74 km), emitido pela Marinha, os mais de 100 barcos devem retornar à raia nesta quarta-feira (17). Para a C30, a Semana de Vela segue até sábado, a exemplo das demais classes. O Campeonato Brasileiro de C30, que teve Kaikias Maserati como vencedor da primeira etapa em Florianópolis, será concluído na sexta-feira (19).  

                    Classificação da C30 após duas regatas

                    1 – Caballo Loco (05) – Mauro Dottori: 1+2 = 3 pontos perdidos

                    2 – Kaikias Maserati (03) – José Roberto de Jesus: 2+4 = 6 pp

                    3 – Katana Potobello (07) – Cesar Gomes Neto: 3+3 = 6 pp

                    4 – Caiçara (09) – Alberto Kunath: 8 (RET) +1 = 9 pp

                    5 – Loyalty (06) – Alexandre Leal: 4+5 = 9 pp

                    6 – Barracuda (01) – Humberto Diniz: 5+8 (DNC) = 13 pp

                    7 – eCycle +Realizado (02) – José Luiz Apud: 6+8 (DNC) = 14 pp

                    Campeões Brasileiros da Classe C30     

                    2012 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – Grêmio de Vela Ilhabela (GVI)   

                    2013 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI   

                    2014 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI   

                    2015 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI   

                    2016 – Zeus Team – 08 (Inácio Vandresen) – Iate Clube Santa Catarina (ICSC)

                    2017 – Katana Portobello – 07 (Cesar Gomes Neto) – ICSC  

                    2018 – Caiçara UV.Line – 09 (Alberto Kunath) – Pindá Iate Clube (Ilhabela) 

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                      Prefeitura de Aracaju inicia cadastramento de barqueiros da orla Pôr do Sol

                      Por: Redação -
                      16/07/2019

                      A Prefeitura de Aracaju, por meio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), realiza, nos dias 16 e 18 de julho, respectivamente, terça e quinta-feira, o cadastramento dos barqueiros que já atuam com o embarque e desembarque na Orla Pôr do Sol Jornalista Cleomar Brandi, na região do Mosqueiro.

                      A ação acontece, das 8h às 16h, na Escola Municipal Elias Montalvão, localizada na Rodovia dos Náufragos, e faz parte do fomento ao turismo na área desenvolvido pela gestão municipal. Em março, o prefeito Edvaldo Nogueira regulamentou a atividade com o decreto Nº 5.822/2019, publicado no Diário Oficial do Município de 25 de março de 2019.

                      Também nesta terça-feira, dia 16, no mesmo local, a partir das 9h, a Prefeitura disponibiliza serviços técnicos para auxiliar esses trabalhadores a providenciarem a documentação necessária a ser entregue à Emsurb. “O prefeito orientou a realização de uma espécie de mutirão, voltado para atender as necessidades desses barqueiros, os quais se tornarão permissionários da Empresa Municipal de Serviços Urbanos, após adquirir o Alvará de Licenciamento de Atividades de Turismo Náuticos – ALATIN”, afirma o presidente da Emsurb, Luiz Roberto Dantas.

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                      No decorrer deste mutirão, a Secretaria Municipal da Indústria, Comércio e Turismo (Semict) viabilizará registro no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Ministério do Turismo (Cadastur); a Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat) disponibilizará as condições de inscrição como Microempresário Individual (MEI); a secretaria Municipal de Finanças emitirá a Certidão Negativa.

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                        Com deficiência visual, Marina Castelani é proeira de veleiro na Semana de Vela de Ilhabela

                        Aos 51 anos, e com cegueira total, a paulista Marina Castelani é a proeira do veleiro Ore Igarete, um Brasília 32, que disputa a Semana de Vela de Ilhabela de 2019. O barco, da categoria Clássicos, tem como skipper outro velejador especial: o marido de Marina, o artesão Eduardo Francisco da Silva, 55 anos, de baixíssima visão. Eles terão supervisão e orientação dos velejadores Miguel Olio e Iris Poffo, coordenadores do projeto Sailing Sense, que promove a inclusão no esporte de pessoas com deficiências diversas como surdo-cegueira, autismo, surdez, cegueira e síndrome de Down , entre outras, com atividades em São Paulo (Represa de Guarapiranga e Guarujá), Itajaí e Rio de Janeiro.

                        São os próprios deficientes que conduzem a embarcação, responsabilizando-se tanto pelo leme, dando direção ao veleiro, quanto pela movimentação das velas. Quais são os desafios enfrentados no mar? “As dificuldades são grandes. Temos um outro tipo de visão. Nós aprendemos a velejar sentido o vento soprar no rosto, prestando atenção no som das velas se estão soltas ou bem ajustadas e das ondas batendo no casco do barco”, explica Marina, que conta com a ajuda dos professores para vencer os obstáculos.

                        São os próprios deficientes que conduzem a embarcação, responsabilizando-se tanto pelo leme, dando direção ao veleiro, quanto pela movimentação das velas

                        “Isso torna a velejada mais fácil. Eu não tenho medo. O barco à vela é muito seguro, por isso queremos mostrar para outras pessoas com deficiência que podemos chegar lá. Podemos fazer muitas coisas. Eu velejo, faço curso de computação avançada e quero fazer faculdade de Direito ano que vem. A vela me trouxe isso”, afirma a velejadora, que é professora aposentada de pré-escola. “Além das aulas de vela, os alunos recebem dicas sobre consciência ambiental e elevação da autoestima ”, acrescenta Iris.

                        A tripulação do veleiro Ore Igarete: os deficientes visuais Marina e Eduardo, os velejadores Iris e Miguel, o paratleta Telmo Rodrigues (em pé) e a coordenadora da equipe técnica da Apae de Ilhabela, Claudia Schmidt 

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                          Grupo Ferretti expande atuação no Vietnã

                          Por: Redação -

                          O grupo italiano Ferretti expandiu sua presença no mercado asiático ao anunciar um novo contrato com a Luxury Yacht Limited (LuxYacht), com sede no Vietnã. A LuxYacht representará exclusivamente as marcas Ferretti Yachts, Pershing e Riva.

                          “A parceria com a LuxYacht é uma nova e estratégica parceria comercial para o nosso grupo, e é de fundamental importância para a nossa trajetória de crescimento no mercado do Sudeste Asiático”, afirma Stefano de Vivo, CCO do Grupo Ferretti. “Decidimos contar com uma corretora náutica altamente experiente em um país que está experimentando um crescimento econômico recorde, com um aumento de 7% no PIB e uma consequente demanda crescente por bens de luxo”.

                          Liderada por Nguyen Duc Thuan, presidente da LuxYacht, a equipe inclui especialistas e engenheiros de iates e uma rede de sub-distribuidores espalhados pelo Vietnã. Com muitos anos de experiência na indústria marítima, a empresa tornou-se pioneira no campo da distribuição de iates genuínos e produtos de esportes aquáticos importados para o Vietnã.

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                          “A parceria entre a LuxYacht e a Ferretti Yachts, a Pershing e a Riva no Vietnã é muito emocionante, porque conhecemos a qualidade, o artesanato e a elegância dos iates Ferretti”, diz Nguyen. “Eu tenho trabalhado com iates menores de outras marcas nos últimos três anos e vi bons resultados. Agora vemos que o mercado está amadurecendo, com muitos clientes demonstrando interesse em possuir iates com mais de 30m. A LuxYacht está comprometida em apoiar a nova comunidade náutica no Vietnã e ajudá-los a integrar o iatismo ao seu estilo de vida”.

                          A parceria permitirá que o Grupo Ferretti melhore ainda mais suas operações de atendimento ao cliente no Sudeste Asiático e garanta um serviço completo aos proprietários de barcos vietnamitas, desde a compra inicial até o serviço de pós-venda. Com uma concessionária confiável de mais de 60 parceiros localizados globalmente na Europa, Oriente Médio, África, Américas e Ásia-Pacífico, a Ferretti oferece serviços em mais de 80 países em todo o mundo.

                          A assinatura do acordo com a LuxYacht foi anunciada em uma conferência de imprensa e almoço VIP no Wyndham Legend Hotel, Ha Long Bay.

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                            Por: Redação -

                            O fabricante de eletrônicos marinhos Garmin entrou no mercado de motores elétricos de pesca, lançando novo motor na feira internacional de pesca da Allied Sportfishing (ICAST), em Orlando, na Flórida.

                            O novo motor Force da Garmin opera em sistemas de 24V ou 36V, e promete ser 30% mais potente que os produtos concorrentes existentes. Segundo a marca, ele possui baixos níveis de ruídos e inclui um transdutor integrado pensado para funcionar com o CHIRP da Garmin e os sonares de ultra-alta definição ClearVü e SideVü.

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                            “Como um novo player neste mercado, a Garmin se dedica a fornecer um motor que seja tão inovador quanto confiável, mas ainda assim silencioso”, disse Dan Bartel, vice-presidente mundial de vendas ao consumidor da Garmin. “Não apenas o motor de pesca Force está à frente de potência e eficiência, mas seu design robusto e confiável foi construído para suportar o uso extenuante, temporada após temporada, e o resultado é um motor de pesca inigualável”.

                            Os recursos adicionais incluem integração sem fio com um plotter cartográfico Garmin e sensor de rumo integrado e GPS para funcionalidade de piloto automático integrada. Um pedal sem fio incluído permite que os pescadores operem o motor com as mãos livres, enquanto um dispositivo remoto sem fio flutuante incluído permite a operação de qualquer lugar a bordo do barco usando gestos para definir o rumo.

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                              Por: Redação -

                              Com vento fraco e uma regata de percurso mais curta, a estreia da 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela consagrou alguns dos favoritos na competição, neste domingo (14). A raia foi aberta com uma briga entre os dois últimos recordistas da competição, na classe ORC. O Pajero de Eduardo Souza Ramos levou a melhor sobre o Crioula de Renato Plass, com o atleta olímpico Samuel Albrecht na equipe.

                              “Conseguimos velejar bem neste domingo e tomamos decisões acertadas. Importante abrir com um resultado positivo”, disse André Fonseca, tático do Pajero.

                              Para driblar os ventos fracos, a prova de estreia foi “encurtada”, com 12 milhas náuticas para as classes ORC, IRC e C30, levando a uma disputa mais técnica. As demais categorias fizeram 8 milhas náuticas até o Farol dos Moleques.

                              O Montecristo foi o campeão da prova de abertura na classe IRC. “A gente estava esperando a Alcatrazes, mas a comissão escolheu fazer a prova no canal. Conseguimos andar bem mesmo nessas condições de vento fraco”, contou Wallace Attie, do Montecristo.

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                              Já na classe C-30, uma das mais equilibradas, o vencedor foi o Caballo Loco, comandado por Mauro Dottori, também diretor do Yacht Club de Ilhabela.

                              Entre os RGS, vitória para o veleiro Rainha Empresta Capital, equipe de Leonardo JP. Vitória também para o Bacana IV (Christian Lundgren) na Bico de Proa, 854 Jacaré (Pedro Fukui) na Mini Transat e Pick Nick (Francisco Matos) na Multicascos.

                              Homenageado desta edição após a campanha impecável no ano passado, o Madrugada de Niels Rump foi o vencedor da regata entre os Clássicos. Já os HPE-25 disputaram a regata Renato Frankenthal, de 10 milhas náuticas. O vencedor, mais uma vez, foi o Ginga, de Breno Chvaicer.

                              “Foi uma regata difícil com vento fraco. A prova foi encurtada até a laje dos moleques. Agora vamos treinar para abrir a pontuação da Semana de Vela”, explicou Marcos Ashauer, do Takeashauer, terceiro colocado entre os HPE-25. A regata Renato Frankenthal não soma pontos para o campeonato. Para a classe, a competição começa para valer nesta terça-feira (16), dia de descanso para as demais categorias.

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                                O baiano Williams Díaz é só chamego com sua Sessa C36, cujo comando divide com sua mulher, Lúcia

                                15/07/2019

                                O casal Williams e Lúcia Díaz (ele, engenheiro de computação, e ela, cirurgiã vascular) navega há 10 anos nas águas da Baía de Todos os Santos, em Salvador. E estão bem felizes com seu último investimento, uma Sessa C36. Veja o relato abaixo.

                                “Por influência de minha mulher, Lucia Díaz, que fala sobre barcos de igual para igual com qualquer homem do mar, eu comecei a navegar há exatamente dez anos. A nossa primeira lancha, comprada em 2009, foi uma 26 pés. Tinha água quente, ar, fogão, etc. Mas, como raramente saímos para voltar no mesmo dia — sim, quase sempre pernoitamos a bordo, ficando no mar por dois ou três dias seguidos —, decidimos mudar de patamar.

                                Trocamos a pequena cabinada por uma 33 pés, com certo conforto. Foi um grande upgrade. O salto maior, porém, veio a seguir, quando adquirimos a Sessa C36, com hard-top e ar no cockpit, um grande conforto, além de boxe fechado no banheiro. Com ela, navegamos sempre na Baía de Todos os Santos, passando por Itaparica e Ilha dos Frades.

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                                Costumamos sair na companhia de amigos e o nosso filho Diego, que é autista e sempre nos acompanha. Aliás, ele adora navegar. Está sempre ali, juntinho da gente, integrado, ajudando, curtindo esse ambiente maravilhoso. Puxou os pais! Especialmente a mãe, que — devo confessar — pilota melhor do que eu.

                                Não é à toa que, 10 anos atrás, quando tirou o arrais amador, era a única mulher da turma. Detalhe: ela terminou a prova em 45 minutos e acertou 100% das questões. Não sem ouvir antes um “chutou tudo, hein?”, entre brincadeira e um tom machista mesmo.

                                Na época, a prova era corrigida na frente de todo mundo e já saia com o protocolo. A parabenizaram com muita educação no final. Felizmente, o preconceito ficou para trás e as mulheres já são respeitadas como grandes navegadoras. Se ela ainda gera certa curiosidade ao atracar na marina, é porque está a bordo da Sessa C36, uma lancha que realmente chama a atenção”.

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                                  Participar dos Jogos Pan-Americanos é uma experiência única para qualquer atleta, mas para Marcelo Giardi (Marreco) e Mariana Nep será uma emoção em dose dupla. Os esportistas são casados e se preparam juntos para embarcar para Lima, no Peru, onde acontecerá a edição 2019 do evento. A dupla aproveita os dias que antecedem os jogos para intensificar a rotina de treinos na Represa de Bragança Paulista, onde moram.

                                  Marreco é um veterano dos jogos e conta com um ouro em 2007, nos jogos do Rio de Janeiro, e uma prata em 2011, no México. Já para Mariana será a estreia na competição. “Pela primeira vez na história dos Jogos Pan-Americanos terá uma categoria feminina de Wakeboard, serão 8 atletas de países diferentes competindo pela medalha e eu estou treinando muito. Além dos treinos de musculação, estou na água todos os dias”, afirma.

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                                  A Campeã Latino Americana Masters, Vice Campeã Sulamericana e Bicampeã Brasileira, trocou o consultório de odontologia pelas pranchas de wakeboard e agora poderá trazer a primeira medalha Pan-Americana da modalidade para o Brasil. Entre os treinos juntos e as aulas de wakeboard, a dupla se reveza com os cuidados da filha Maria, de 3 anos, que espera poder comemorar a vitória dos pais no esporte.

                                  O Casal do Pan já está preparando as malas para embarcar nessa aventura conjunta que começará oficialmente no dia 26 de julho. Os Jogos Pan-Americanos reúnem 6690 atletas de 41 países, competindo em 38 modalidades – algumas inéditas, como o wakeboard feminino.

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                                    Por: Redação -

                                    O estaleiro americano Chris-Craft Boats está celebrando seu 145º aniversário com a introdução de dois novos modelos e o anúncio de planos para expandir suas instalações de produção em Sarasota. A empresa iniciou seu evento Summer Showcase no sábado, 13, com a estréia global de uma variante do seu modelo Launch 25 GT, juntamente com o novo 28 GT Surf Edition, o primeiro modelo da série pensando em wakesurf.

                                    Chris-Craft apresentou 14 modelos diferentes em exibição na marina do hotel Hyatt Regency e em um showroom. De acordo com a diretora de marketing da Chris-Craft, Allison Scharnow, o lançamento “atraiu muitos compradores internacionais e nacionais”.

                                    Com as novas versões de motores de popa e as unidades de tração de popa continuadas disponíveis para testes no mar, os revendedores puderam apreciar melhor as diferenças entre as duas variantes.

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                                    Alimentado por um Volvo Penta de 6,2 litros V8 de 380 hp, o novo 28 GT Surf Edition vem completo. “Nós nos divertimos muito com o Surf Edition”, diz Scharnow. “É um barco que deveria ter muito apelo com famílias multigeracionais, e nos esforçamos muito para garantir que ele fosse capaz de falar através das gerações.”

                                    A Chris-Craft anunciou, ainda, planos para expandir sua fábrica de Sarasota com uma nova adição que aumentará seu espaço de produção em cerca de um terço. “Ainda estamos finalizando o projeto, mas o objetivo é ter começar até o final do ano”, diz Scharnow. “Essa expansão está em andamento há algum tempo, e estamos ocupados trabalhando nos detalhes e obtendo as autorizações e aprovações necessárias. Uma coisa da qual estamos muito conscientes é garantir que projetemos o design para o futuro, para que ele seja capaz de atender às nossas necessidades por muitos anos. Estamos empolgados em finalmente chegar a este ponto, porque precisaremos dessa capacidade adicional para atingir as metas em nossa estratégia de crescimento de longo prazo”, finalizou.

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                                      Semana Internacional de Vela de Ilhabela adapta regata inicial para os 120 barcos inscritos

                                      Por: Redação -

                                      A organização da Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 encontrou uma solução para abrir a competição mesmo com falta de ventos em Ilhabela (SP). Com menos de 5 nós no início da tarde deste domingo (14), a comissão decidiu adiar a Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil e fazer uma regata de percurso médio na abertura do campeonato.

                                      A prova de estreia teve 12 milhas náuticas para as classes ORC, IRC e C30, com largada na frente do Race Village até o Farolete 4. Para as demais categorias, a regata de abertura teve 8 milhas náuticas até o Farol dos Moleques.

                                      A comissão de regatas definiu que a prova desta segunda-feira (15) será de percurso longo, podendo ser até a Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil ou para a ilha de Búzios. A previsão é de ventos de média intensidade. Também está prevista uma frente fria para a terça-feira (16).

                                      ”Nós tivemos muita sorte, mas o Cuca Sodré (comissão de regatas) como sempre está de parabéns. Havia uma previsão de que o vento talvez viesse do sul, e ele soube esperar. Quando o vento começou a soprar, decidiu não fazer a regata longa, porque senão os barcos demorariam muito a voltar, pelo horário da largada”, destacou Mauro Dottori, organizador da Semana Internacional de Vela de Ilhabela.

                                      “Foi uma decisão acertada, porque aproveitamos o vento e foi um dia maravilhoso de vela. E o astral de todo mundo melhorou muito, principalmente o da gente, que ganhou.”

                                      Além de diretor da competição, Mauro Dottori comanda o Caballo Loco, barco vencedor da regata de abertura na classe C30. ”A C-30 é sempre muito disputada. E numa regata de percurso, sempre tem mais decisões a tomar. Foi muito disputado”.

                                      Os velejadores profissionais e amadores aprovaram a decisão e conseguiram disputar o evento, que chegou à sua 46ª edição e é considerado o maior da América do Sul. As regatas ocorreram após o tradicional desfile dos barcos na frente do Race Village.

                                      ”Poderia ter um pouco mais de vento, mas foi muito legal. Espero que amanhã o vento entre! A alternativa de colocar uma regata menor no lugar da Alcatrazes foi importante e todos os tripulantes puderam correr”, disse Guilherme Rafare, comandante do Danadão, barco que fez sua estreia na Semana Internacional de Vela de Ilhabela.

                                      Estreantes

                                      A Semana Internacional de Vela de Ilhabela conta com vários estreantes nesta edição 2019. Uma delas é a surfista de ondas gigantes Maya Gabeira, integrante do BMW Motorrad. A atleta aprovou competir pela primeira vez nas águas de Ilhabela (SP).”Foi ótima a minha primeira experiência, bom para afinar a tripulação. Amanhã tem mais”, contou Maya Gabeira.

                                      Para Marcos Sérgio Bechtold, estreante na Semana Internacional de Vela de Ilhabela, o primeiro dia de disputas surpreendeu. O catarinense integra o Itajaí Sailing Team. “Foi um dia excelente. Havia uma previsão de vento bem ruim, mas no final entrou um vento maravilhoso, com um desfile de balões na raia. Cruzamos na frente, mas ainda não sabemos o resultado”.

                                      Em função do adiamento da Alcatrazes, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela vai trocar a data da realização da regata Vela do Amanhã.

                                      ”Agora estamos fazendo uma alteração para fazer a regata amanhã às 10 horas da manhã. O dia de descanso seria amanhã, mas estamos trocando. Só não sabemos o local de largada ainda, em função do vento. A condição de mar é boa, com pouca correnteza, e deu um vento excelente, todos conseguiram terminar a regata cedo”, contou Cuca Sodré.

                                      Das provas tradicionais de abertura da competição, apenas a Renato Frankenthal foi realizada. A prova de 10 milhas náuticas reuniu a flotilha dos HPE 25, e teve como vencedor o Ginga.

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                                        Baleias jubarte são atração especial em Ilhabela durante a Semana de Vela

                                        A pergunta que não quer calar: o que as baleias jubarte estão fazendo em Ilhabela? São muitas. Apenas neste ano, foi registrada a presença de 84 desses gigantescos e dóceis animais em águas da capital brasileira da vela. Para decifrar esse enigma, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo de Ilhabela escalou para uma palestra na Race Village os biólogos Júlio Cardoso e Marina Leite Marques. Ele, diretor de meio ambiente do Iate Clube de Ilhabela e coordenador do Projeto Baleia à Vista. Ela, do Projeto Viva, Baleias, Golfinhos e Cia., do Instituto Verde Azul.

                                        Foto Julio Cardoso

                                        Vindas de uma longa viagem das águas geladas da Antártica, as jubarte começaram a chegar em Ilhabela pouco a pouco, em números crescentes ano a ano. Em 2016, o primeiro ano da invasão, foram observadas 30 baleias dessa espécie. Em 2018, 42. Já em 2019, apenas entre os dias 4 de junho e 4 de julho, houve 53 registros de 84 (!) jubartes. “Surpreendentemente, elas estão passando bem próximo da costa”, conta Marina, que, ao lado da equipe do Viva, observa o fenômeno de um lugar privilegiado: Borrifos, no sul da ilha, onde foi instalado um ponto fixo de observação. “Não tem um horário certo para elas aparecerem. A gente monitora da hora que o dia nasce até a hora em que o sol se põe”, explica a bióloga. Uma dúzia dessas gigantes foram vistas até no Canal de São Sebastião.

                                        Mas, afinal, que que elas estão fazendo em Ilhabela? Buscando comida, simplesmente descansando ou conquistando novos territórios? “Como a maioria das baleias que temos observado são jovens, ainda não em idade de reprodução, que se inicia aos 5 anos, é possível que estejam investigando novos territórios”, avalia Júlio Cardoso. Nada mais natural em se tratando de uma espécie que passou a se reproduzir em proporção geométrica. Estima-se que a população de jubartes na Antártica seja de 25 mil baleias.

                                        Foto Julio Cardoso

                                        “Aqui em Ilhabela, nunca se viu tantas baleias dessa espécie juntas, exceto há 300 anos, quando veio a caça e acabou com elas”, afirma o biólogo do Projeto Baleia à Vista. Que revela aos navegantes: o maior número de registros se deu entre a Ponta da Sela e a Ponta do Boi. Então, fica a dica: quem quiser apreciar o espetáculo das jubartes é só navegar nessa região.

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                                          Por: Redação -

                                          Uma das missões dos projetistas de barcos é se desdobrar para criar novas soluções de conforto. E uma das muitas tendências apresentadas no recente Rio Boat Show pôde ser vista na lancha Evolve 360 HT, do estaleiro catarinense Evolve Boats, que mostrou uma interessante novidade em sua proa.

                                          Aparentemente, a ideia é simples. Mas, na prática, foi muito bem concebida. Trata-se de um assento, para até quatro pessoas, feito de madeira teca e que fica fixado na extremidade da proa, no próprio guarda-mancebo. A proposta tem tudo para cair no gosto dos donos de barcos e se tornar um recurso quase que obrigatório em lanchas equipadas com a proteção de inox.

                                          O novo recurso, oferecido como acessório opcional do modelo 360 HT, serve tanto para dar à proa a sensação de uma saleta (já que, no mesmo espaço, fica o solário), quanto ainda resolver um “problema” de lanchas deste porte: o pouco aproveitamento deste espaço, quando o barco está parado.

                                          “O fácil acesso à proa da Evolve 360, por conta do largo convés lateral, torna o uso da proa durante os passeios ainda melhor. E este assento cria um ambiente extra a bordo bem gostoso, ótimo para quando o barco está ancorado. Sem contar que não atrapalha em nada o design do projeto nem a movimentação durante a atracagem ou ancoragem”, explica Ricardo Wilges, diretor do estaleiro. “Os clientes aprovaram”, completa.

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                                            14/07/2019

                                            Todos os anos, iniciada a Semana Internacional de Vela de Ilhabela, centenas de velejadores colocam uma roupa confortável, apanham os óculos escuros e embarcam em seus veleiros para participar da mais importante competição de oceano da América do Sul. Existe, porém, um outro grupo de amantes do mar que também sai de casa para navegar, mas apenas para garantir a segurança dos competidores: os oficiais da Marinha. São pessoas que se orgulham de dispensar aos velejadores os mesmos cuidados que tomam para si na hora da navegação.

                                            “Sua segurança no mar é a nossa missão”, é o lema da instituição. Para homenageá-los, todos os anos, na noite de inauguração oficial da Semana de Vela, o Iate Clube de Ilhabela (ICI) organiza um jantar pra lá de especial, que reúne os “homens de branco” com os frequentadores do ICI e autoridades, como o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles; o deputado estadual Oscar Castello Branco de Luca; o secretário de Esportes de Ilhabela, José Roberto de Jesus; a secretária de Desenvolvimento Econômico e do Turismo, Bianca Colepícolo; e o presidente da HPE representando a Mitsubishi Motors, Alfredo Sestini.

                                            “A ideia é dar boas-vindas a eles, em retribuição ao apoio recebido durante a série de regatas”, explica Vanessa Lombardi, da Full Time Eventos, que organiza a Semana de Vela de Ilhabela. Neste ano, não foi diferente. Foram homenageados o Comandante de Operações Navais almirante de esquadra Leonardo Puntel; o Delegado da Capitania de Portos em São Sebastião, capitão de fragata Wagner Goulart; o comandante do Grupamento Naval do Sudeste, capitão de fragata Carlos Marden Soares Pereira da Silva; o comandante do navio patrulha oceânica Apa, capitão de fragata Sergio Eduardo Fernandez Luiz; o comandante do navio de aviso de patrulha Barracuda, capitão de corveta Rodrigo Reis de Faria; o comandante do navio patrulha Gurupi, tenente Felippe Augusto Afonso dos Anjos; o comandante da Aeronave, capitão tenente Bruno Marques Veras.

                                             

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                                              Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, inaugura a 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                                              13/07/2019

                                              Aconteceu na noite deste sábado (13), em Ilhabela, a cerimônia de abertura da 46 Semana Internacional de Vela de Ilhabela. O evento teve a ilustre participação de Ricardo Salles, Ministro do Meio Ambiente.

                                              Mauro Dottori (diretor de vela do Yacth Club Ilhabela), Bianca Colepicolo (secretária de Turismo de Ilhabela), Vice-Almirante Cláudio Henrique Melo de Almeida (8 Distrito Naval), Ricardo Salles (Ministro do Meio Ambiente), Gracinha Ferreira (Prefeita de Ilhabela), José Luiz Gandini (Comodoro do Yacht Club Ilhabela), Julio Cardoso (diretor de Meio Ambiente) e Beto de Mazinho (secretário de Esportes de Ilhabela).

                                              A tradicional Semana Internacional de Vela de Ilhabela contará com velejadores das classes ORC, IRC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, Multicascos, Mini Transat, HPE-25 e C30, que se reunirão nas raias de Ilhabela para a competição.

                                              Considerado o maior evento do Brasil, neste ano, a Semana de Vela de Ilhabela será um evento “impacto zero”, com inúmeras ações de sustentabilidade. Este ano, também, será realizada uma regata inédita, a “Vela do Amanhã”, com os alunos da Escola de Vela de Ilhabela.

                                              O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica

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                                              Mais de 100 equipes de vários estados brasileiros e também do exterior já confirmaram presença na Semana Internacional de Vela de Ilhabela, que reúne atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas.

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                                                12/07/2019

                                                A tradicional Semana Internacional de Vela de Ilhabela chega à sua 46ª edição neste fim de semana. De 13 a 20 de julho, os velejadores das classes ORC, IRC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, Multicascos, Mini Transat, HPE-25 e C30 se reunirão nas raias de Ilhabela para a competição.

                                                Considerado o maior evento do Brasil, neste ano, a Semana de Vela de Ilhabela será um evento “impacto zero”, com inúmeras ações de sustentabilidade. Este ano, também, será realizada uma regata inédita, a “Vela do Amanhã”, com os alunos da Escola de Vela de Ilhabela.

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                                                  Por: Redação -

                                                  O estaleiro chinês Jinlong lançou este mês o projeto de superiate encomendado pelo mundialmente famoso artista marcial e ator Jackie Chan. O modelo de 46,48 metros foi assinado em outubro de 2017 e a produção foi realizada nas instalações do Jinlong’s Huludao Yacht Industry Park.

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                                                  O escritório holandês Mulder Design foi selecionado para projetar as áreas internas, externas e arquitetura naval da embarcação, projetada para enfrentar até mesmo as condições mais difíceis de mar. O modelo, em alumínio, foi construído de acordo com os padrões de classificação RINA e vem equipado com dois motores MTU 16V 2000.

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                                                    Por: Redação -

                                                    As competições paralelas vão acirrar ainda mais a disputa da 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela, entre os dias 13 e 20 de julho. No Torneio por equipes, realizado desde a edição de 2014, a briga será entre clubes, associações ou cidades. O campeão recebe o troféu transitório Pen Duick II. O nome é uma homenagem ao Pen Duick II, veleiro do francês Eric Tabarly, vencedor da regata em solitário transatlântica Ostar, em 1964.

                                                    As regras de participação mudaram para a edição deste ano. Os times devem ter quatro barcos, um da classe Orc, um da IRC, um da RGS e um da Bico de Proa. Para a classificação serão considerados os pontos somados por cada barco em todas as regatas disputadas até 19 de julho. Vence a equipe que somar menos pontos no total. A premiação será feita na sexta-feira (19) à noite, véspera das provas finais.

                                                    No ano passado, a grande campeã foi a equipe CIZ, formada pelos barcos San Chico/ORC, Inaê 40/IRC e Zeus/RGS).

                                                    “O Torneio por Equipes foi uma inovação da Semana de Vela de Ilhabela, e uma nova forma de integração com equipes de outras classes. A disputa do ano passado foi nossa primeira experiência no torneio e foi muito legal. Nós despontamos bem na ORC, o Inaê foi muito bem na IRC e o Zeus também foi muito bem na RGS. As três tripulações fizeram seu trabalho bem feito representando suas categorias”, lembra Francisco Freitas, comandante do San Chico. “Este ano ainda não conversamos com ninguém para formar uma equipe. Em 2018 foi o pessoal do Inaê que nos chamou. Se eles quiserem contar conosco novamente, estamos à disposição.”

                                                    Para Francisco Freitas, o alto nível técnico das equipes vindas do nordeste, do Sudeste e do Sul é o ponto forte da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, principal competição de vela oceânica da América do Sul. Competindo em Ilhabela desde os 15 anos, o comandante do San Chico destaca a força dos gaúchos entre os competidores.

                                                    “Temos duas escolas muito fortes no Rio Grande do Sul, a Jangadeiros e Veleiros do Sul. Talvez pelos ventos de todas as condições que sempre temos por lá, acabamos formando bons atletas. Fora as equipes gaúchas, é bem provável encontrar velejadores gaúchos em outras tripulações. Isso mostra que estamos sempre exportando atletas, o que nos deixa orgulhosos da forma como representamos o estado”, garante.

                                                    Mais de 100 equipes de vários estados brasileiros e também do exterior já confirmaram presença na Semana Internacional de Vela de Ilhabela. Para a edição deste ano, foram convidadas as classes ORC, IRC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, Multicascos, Mini Transat, HPE-25 e C30. A competição reúne atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas nas mesmas raias.

                                                    Campeões dos Torneios por Equipes

                                                    2018 – CIZ (San Chico/ORC, Inaê 40/IRC, Zeus/RGS)
                                                    2017 – Ageless (Miragem/ORC, Rudá/IRC, Bravo/RGS)
                                                    2016 – São Paulo – (Rudá, AsbarIV, Mussulo III)
                                                    2015 – ICRJ – (Seu Tatá, Magia, Kalymera, Kybixu)
                                                    2014 – Escola Naval (Bijupirá, Breklé, Dourado, Quiricomba)

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                                                      Por: Redação -

                                                      A Intech Boating, fabricante dos barcos Sessa Marina no Brasil, divulgou as primeiras imagens da New Sessa C44, que estreou nas águas do Lago Paranoá, em Brasília. A primeira unidade produzida no Brasil será apresentada pela primeira vez durante o São Paulo Boat Show 2019.

                                                      O modelo traz ainda mais forte as características de elegância e esportividade que marcam as embarcações da marca italiana e foi completamente renovado com a colaboração da especializada equipe de designers do Centrostiledesign de Imola.

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                                                      As novas dimensões das janelas laterais favorecem ainda mais a entrada de luminosidade natural no interior da embarcação. O hardtop, assim como na Sessa C40, agora é de vidro, dando uma sensação de amplitude e liberdade, sem perder a segurança e conforto que só o hardtop proporciona.

                                                      Outro diferencial da embarcação é que o proprietário pode decidir entre duas configurações de cockpit: a clássica, com amplo solário e garagem para bote, ou a versão com duplo cockpit, com duas mesas que podem acomodar até 12 pessoas para o almoço. As duas versões já vêm equipadas com plataforma hidráulica e móvel gourmet, oferecendo um agradável espaço de convivência e lazer.

                                                      O São Paulo Boat Show 2019 acontecerá de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, reunindo os mais recentes lançamentos e destaques do setor em um só lugar!

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                                                        Por: Redação -

                                                        A FS Yachts apresentará sua lancha de 36 pés com hardtop no São Paulo Boat Show 2019. Um dos pontos altos dessa HT de 36 pés é a visibilidade desde o cockpit e o posto de comando. As grandes janelas, o para-brisa (com limpadores) e a cobertura de vidro do salão dão ao ambiente uma extraordinária sensação de espaço aberto. Além disso, as janelas laterais podem ser abertas, o que é muito bem-vindo em dias chuvosos, quando o teto solar tem de ficar fechado e os vidros exigem ventilação, para não embaçarem.

                                                        O hardtop tem 1,90 m de altura, o que permite à maioria das pessoas caminhar sem abaixar a cabeça. Por sua vez, as passagens laterais permitem uma circulação de 360º no barco. Seu cockpit é tão espaçoso que, em vez de 36 pés, parece ser de uma lancha de 40 pés. Para isso, o projetista tirou proveito de um truque: o banco do piloto gira para trás, o que aumenta a área de convivência.

                                                        Fotos: Divulgação

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                                                        No comando, o painel não tem relógios, apenas duas telas dos eletrônicos, com informações sobre o motor, o gps e o sonar, além do controle de som do barco. Outro diferencial é que todo o deque na popa é revestido de uma resina com componente de “fogo extinguível” — se acontecer um acidente na churrasqueira, por exemplo, as chamas não se propagam.

                                                        Lá dentro, tem mais: uma cama de casal na proa e outra na meia-nau, além de uma pequena cozinha, banheiro e uma sala-de-estar. A motorização vai de 2 x de 250 hp a 2 x 380 hp, a gasolina, sendo que o estaleiro recomenda 2 x 300 hp; ou 2 x 270 hp, diesel.

                                                        O São Paulo Boat Show 2019 acontecerá de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, reunindo os mais recentes lançamentos e destaques do setor em um só lugar!

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                                                          Por: Redação -
                                                          11/07/2019

                                                          O JDX 240, fabricado pela Aquatech, estaleiro do grupo Megatech Dumon, foi testado por NÁUTICA em março de 2004. Foi o único jetboat com propulsão a diesel feito no Brasil. A princípio, não seria lógico usar um motor diesel, que é mais pesado, barulhento e com menor desempenho que um similar a gasolina. Mas o resultado do nosso teste mostrou exatamente o contrário.

                                                          O JDX 240 chegou a 38,8 nós, uma boa performance para um barco de 24 pés e 1 425 kg de peso (quando vazio), impulsionado por um motor de 285 hp. E ainda ficou longe de ser barulhento. O bom isolamento acústico na popa feito pela Aquatech abafou bem o ruído do motor. Em relação aos jetboats com motorização a gasolina, as maiores diferenças do JDX 240 são a aceleração e a retomada.

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                                                          Mesmo assim, ele não faz feio na arrancada. No teste, da marcha lenta aos 20 nós, levou pouco mais de 7 segundos — lanchas equipadas com motorização de centro-rabeta a gasolina costumam registrar valores semelhantes. Mesmo tendo a bordo sete pessoas, a aceleração foi considerada boa, mostrando o bom fôlego do propulsor Megatech de seis cilindros e o equilibrado acerto do conjunto motor/propulsão.

                                                          Outra diferença apontada no teste em relação aos jetboats a gasolina dizia respeito à manobrabilidade. Em curvas mais fechadas, a bomba de hidrojato do JDX captava um pouco de ar, afetando o seu desempenho. Segundo o fabricante, na época, afirmou que este barco não havia sido desenhado para fazer esse tipo de manobra. O JDX ainda apresentava outro ponto positivo, a autonomia: navegava mais de 150 milhas em regime de cruzeiro sem precisar reabastecer.

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                                                            Por: Redação -

                                                            Conheça os principais destaques da edição 367 de Náutica:

                                                            Brinde a bordo
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