Ariel Prusch e a família começaram por cima no mundo náutico. O primeiro barco foi logo uma Schaefer 640

11/07/2019

Já foi o tempo em que as pequenas lanchas eram as mais frequentes portas de entrada no mundo náutico. Hoje, embora esses modelos ainda sejam bem procurados por iniciantes, muitos novos compradores estão buscando lanchas em um patamar acima disso. Poucos, porém, como o gaúcho Ariel Prusch, que começou logo com uma Schaefer 640, como ele mesmo conta a seguir.

“Vendo aqueles barcões na Praia de Jurerê, em Santa Catarina, onde passo férias com a minha família, decidi que também iria ter o meu. A ideia era comprar logo uma lancha grande, entre 50 e 68 pés, como dois ou até três camarotes e uma cozinha completa, que valesse por uma casa de praia, unindo assim o útil ao agradável. Depois de muito pesquisar, encontrei tudo isso na Schaefer 640. O que me fez escolher essa lancha da Schaefer Yacht foi o seu projeto: espaços amplos, três belas suítes, casco estável e uma confortável área externa.

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Começando do zero, fizemos um barco personalizado, único, como queríamos, e o batizamos de Rhaika, que é nome de nossa filha. Hoje, nossa Schaefer 640, ano 2018, não é só o barco da família: é a nossa casa de praia, na qual passamos vários dias no mar. Isso aproximou ainda mais a minha família. Um fato interessante é que eu nunca tive barco antes. Como diz o diretor da Schaefer Yachts, Pedro Odílio, dei um grande pulo, encurtando várias etapas ao iniciar logo com uma embarcação de 64 pés: “Meu amigo, você está começando por onde muitos estão terminando”. Comecei por cima”

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    Inscrições de barcos de recreio crescem 6,2% na Espanha

    Por: Redação -

    A Associação Nacional de Empresas Náuticas da Espanha (ANEN) anunciou que os registros de embarcações de recreio do país cresceram 6,2%, para 3 489 unidades, no primeiro semestre de 2019. Os registros de embarcações à vela expandiram-se em 40,5% nos primeiros seis meses deste ano, informou a associação com sede em Madrid por meio de um comunicado.

    De janeiro a junho de 2019, as inscrições de barcos de até 6 m de comprimento subiram para 2 378 unidades, um aumento de 5,4% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Dos 6m-8m (20 pés-26 pés), as inscrições diminuíram 3,2%, para 673 embarcações.

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    O maior aumento foi registrado no segmento de embarcações de 8 a 12 metros, com registros crescendo 66,3% ano a ano, para 296 unidades. As inscrições de embarcações de 12m-16m caíram 8,6% para 106 unidades, e no segmento de mais de 16m caíram 12,2% ano-a-ano para 36 unidades.

    No primeiro semestre deste ano, as Ilhas Baleares continuaram liderando as inscrições no mercado espanhol de embarcações de recreio, com uma participação de 20,26%, seguida pela Catalunha, com 18,88%, de acordo com a ANEN.

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      Equipes de Ilhabela e São Paulo investem no futuro da vela nacional

      Por: Redação -

      No mesmo dia em que Robert Scheidt conquistou o índice para disputar sua sétima Olimpíada, meninos e meninas encararam o vento de Ilhabela em busca do sonho de também conquistar o mundo da vela no futuro. A 46ª Semana de Monotipos de Ilhabela definiu os campeões da temporada 2019 nesta terça-feira (9) e a classe Optimist, com velejadores a partir de 8 anos de idade, reuniu 56 crianças e jovens. Destes, 42 representam o Yacht Club Santo Amaro (YCSA) e a Escola de Vela Lars Grael, de Ilhabela, o equivalente a 75% dos barcos na água nessa categoria.

      Outro dado que atesta o papel das duas entidades na formação da nova geração está no volume de participantes na categoria estreantes. A Escola de Vela Lars Grael – um projeto da prefeitura que usa o aprendizado do esporte como ferramenta de socialização – inscreveu 20 barcos na classe Optimist da Semana de Monotipos, sendo 15 na categoria estreantes. Já o Yacht Club Santo Amaro, clube responsável por revelar o bicampeão olímpico Robert Scheidt, levou 22 velejadores para a cidade do litoral norte, reunindo 13 na categoria destinada aos meninos e meninas que disputam as primeiras competições da carreira.

      “Tradicionalmente, a Semana de Monotipos vale como porta de entrada para a vela e também revela talentos. Além disso, a oportunidade de crianças e jovens velejar e conviver com atletas mais experientes e alguns nomes consagrados é outro fator importante na formação das futuras gerações. Neste ano não foi diferente, com o benefício de termos reunido quatro campeões mundiais na classe Snipe, além de velejadores de outros países”, avalia o coordenador técnico Cuca Sodré.

      Entusiasta da vela, o secretário de Esportes de Ilhabela, José Roberto Jesus, também destaca a importância da Semana de Monotipos. “É sempre uma alegria ver o canal de São Sebastião repleto de barcos e suas velas balançando ao sabor do vento. Temos investido bastante na formação de novos velejadores, fazendo da Escola Lars Grael uma referência, dando condições para que as crianças possam aprender o esporte e se desenvolver, sem descuidar dos estudos. Temos um multicampeão como o Alexandre Paradeda como técnico e tenho certeza que formaremos grandes velejadores”. A Escola de Vela tem 167 alunos e uma equipe de competição, que varia entre 25 a 30 velejadores, atuando nas classes Optimist, 420 e Snipe.

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      Feras na água – Enquanto crianças e jovens iniciavam sua jornada, os adultos deram um verdadeiro show de velejada. Sede do Campeonato Mundial de Snipe em outubro deste ano, a Ilhabela recebeu quatro campeões do mundo nesta edição da Semana de Monotipos. E coube a um deles, o bicampeão Bruno Bethlem (2009 e 2013) a honra de levantar o título. “O campeonato foi muito competitivo, pois os principais nomes do Brasil estiveram aqui, além de alguns estrangeiros. Foi um ótimo treino visando o mundial, com condições estavam muito boas, tanto de tempo quanto as raias. Estou muito feliz com essa conquista”, avaliou ele, que velejou ao lado de Daniel Claro.

      Além de Bruno Bethlem, a classe Snipe reuniu mais três campeões mundiais: o brasileiro Alexandre Paradeda, o cubano Nélido Manso Lopez e o uruguaio Ricardo Fabini. Fora da água, mais um campeão do mundo marcou presença em Ilhabela, Bruno Prada, pentacampeão de Star, foi técnico de Bethlem e Claro.

      Resultados – A 46ª Semana de Monotipos de Ilhabela, começou no sábado (6) e terminou nesta terça-feira (9), reunindo 300 barcos na cidade do litoral norte paulista, considerada a capital nacional da modalidade náutica. A competição antecede a tradicional Semana Internacional de Vela de Ilhabela, a partir do próximo dia 13.

      Confira:

      Snipe
      1 – Bruno Bethlem/Daniel Claro

      Kite Foil
      1 – José M Souza

      Kite Foil Est
      1 – Mateus Passos

      Kite TT

      1 Marina Dombrowsky

      420
      1 – Mario Otavio/Gustavo Henrique

      Optimist – Veteranos
      1 – Luc Le Corre

      Optimist – Estreantes
      1 – Giovanna Guarigua

      Open Bic
      1 – Esdras Santana

      Laser 4.7
      1 – Victor Malagrine

      Laser Radial
      1 – Guilherme Marcianni

      Lase Standard
      1 – Caio Lopes

      29er
      1 – Thomas Mittempegher

      Hobbie Cat 16
      1 – Claudio Teixeira/Luana Sousa

      Dingue
      1 – Mario Otavio/Gustavo Henrique

      Windsurfe
      1 – Luca Pascolato

      A 46ª Semana de Vela de Monotipos teve organização da Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, com apoio técnico da Confederação Brasileira de Vela e da Federação de Vela do Estado.

      Race Village – Em paralelo às competições ao longo do mês de julho, a Secretaria de Desenvolvimento e do Turismo promove o Race Village. A ação é promovida no Centro Histórico da cidade, e recebe vasta programação musical e cultural, prometendo reunir milhares de pessoas entre locais, turistas, atletas e seus amigos e familiares. Tudo grátis até o dia 28.

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        Barco elétrico recria Kombi da Volkswagen nas águas

        Por: Redação -
        10/07/2019

        Esta Kombi de 1967 turquesa é um barco elétrico Duffy Cat 16, de 1996, transformado em um Volkswagen. Ele tem muitos recursos interessantes, mas o que mais chamou a atenção foi o escapamento, que replica a exaustão original do VW Bus refrigerado a ar, bem como o sistema estéreo que produz o som do motor.

        “Em todos os anos em que estivemos fazendo isso, não tínhamos um barco próprio”, comenta Frank Laza, proprietário da Central Coast Electric Boats e principal responsável pelo projeto. “Nós tivemos barcos que compramos e vendemos. É o nosso negócio. Quando este projeto surgiu, decidimos apenas mantê-lo”.

        A transformação do barco elétrico em um barco da VW Bus levou aproximadamente um ano. Alguns dos outros recursos interessantes que ele instalou são o volante e os botões originais da Volkswagen Bus, o sistema de iluminação subaquática de 12 cores e as placas especiais. O projeto foi completamente restaurado com novo estofamento, painel e muito mais.

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          Conheça este catamarã com 750 m² de espaço útil

          Por: Redação -

          Imagine a mesma metragem de um pequeno apartamento e você vai ter ideia do novo catamarã d Gemini Catamaran, o Studio. Com quase 750 m² de espaço útil e deck, o modelo tem muita flexibilidade de layout, o que é a chave para o seu sucesso.

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          Studio pode ser o barco da família, uma casa ou escritório flutuante, servir de quarto na marina enquanto ancorado, ou até mesmo alugado. A personalização interior e exterior do modelo é o que o torna versátil para seus compradores. Possui três zonas e 42 000 BTUs de ar-condicionado, gerador de 4,5 watts, ventilação, além de ampla porta de correr para facilitar a entrada.

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            Por: Redação -

            A fabricante de eletrônicos marinhos Lowrance entrou no mercado de motores elétricos de pesca, lançando novo motor na feira internacional de pesca da Allied Sportfishing (ICAST), realizada em Orlando, na Flórida.

            Apresentando projetos avançados e a capacidade de integração com componentes eletrônicos embarcados, a empresa está buscando avançar no mercado de motores elétricos.

            O novo motor elétrico Ghost da Lowrance também funciona com sistemas de 24V ou 36V. Dito para entregar 25% a mais de empuxo e 45% a mais de tempo de execução do que os produtos concorrentes, ele oferece até 120 libras de empuxo e permite futuras atualizações de bateria e carregador.

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            “Como o Ghost é o primeiro motor elétrico da Lowrance, começamos completamente do zero, o que nos deu uma oportunidade única de perguntar aos pescadores o que era mais importante para eles em um motor de pesca”, disse Lucas Steward, proprietário do grupo de produtos de motor elétrico Navico. “Para obter a qualidade que precisávamos, tínhamos que projetar e construir internamente. Isso resultou na produção de um motor de pesca que oferece exatamente o que nossos consumidores querem: mais potência, maior eficiência e desempenho mais silencioso”.

            Projetado pensando na durabilidade, o motor Lowrance inclui HDI e transdutores 3-em-1 Active Imaging opcionais e a capacidade de direcionar, ajustar a velocidade, configurar navegação de rota ou âncora em um local específico com controle touchscreen a partir de uma tela Lowrance. O motor é emparelhado com os monitores HDS LIVE, HDS Carbon e Elite-Ti2 com uma conexão NMEA 2000.

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              Conheça o Boatwagen, um Fusca 1968 com motor de popa e que navega

              Carro com o logotipo da Volkswagen navegando não chega a ser exatamente uma novidade. Aqui mesmo você já viu o anfíbio Schwimmwagen, versão militar do Fusca criada na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial para servir ao exército de Hitler. Agora, um Fusca mesmo, o carrinho com motor refrigerado ar que dominou o mercado brasileiro, nunca havia sido visto cruzando as águas como um barco.

              A façanha, patrocinada por uma lanchonete americana (a Hooters), no estado da Flórida, como estratégia de marketing, leva a assinatura de Stew Dahlberg, veterano da Marinha dos EUA, falecido em 2009, que teve duas paixões: os carros da Volkswagem e os barcos, não necessariamente nessa ordem. Daí, em 1988, teve ideia de juntar uma coisa à outra. O Boatwagen — o “Water Bug”, como Dahlberg batizou seu carro navegador — é um Fusca 1968 com um motor de popa Mariner de 50 hp, flapes nas rodas traseiras e, debaixo do chassi, três cascos.

              A própria natureza da construção do Fusca — seu chassi de plataforma, corpo hermético e excelente vedação — facilitou a navegação. Resultado: o Fusca permaneceu na superfície por 29 minutos e 12 segundos, fazendo curvas bem afiadas nas águas de Pine Island, a maior ilha do estado da Flórida, onde Dahlberg mantinha seu Fusca com motor de popa.

              Em 2019 a Volkswagen comemora 60 anos de Fusca no Brasil. Tudo começou em 1959, quando o Fusca (que desde 1951 era importado da Alemanha) passou a ser produzido no país, onde faria história: até 1986, quando saiu de linha, nada menos que 3,3 milhões de unidades foram vendidas — sem contar a retomada entre 1993 e 1996, por um capricho do presidente Itamar Franco, quando foram produzidos 46 mil Fuscas. Mas nenhum que navegasse, como este.

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                Robert Scheidt atinge índice para os Jogos de Tóquio 2020

                Por: Redação -

                O bicampeão olímpico Robert Scheidt atingiu nesta terça-feira, dia 9, o índice técnico para integrar a equipe brasileira nos Jogos de Tóquio 2020. O velejador brasileiro terminou sua participação no Campeonato Mundial da classe Laser em 12º lugar, em Sakaiminato, no Japão. Assim, cumpriu o critério de seleção, ficando dentro do top 18 da competição e tornando-se elegível para defender o país em mais uma edição dos Jogos.

                “Saio do Japão com a sensação de missão cumprida. Consegui terminar em 12º, com muitos altos e baixos. O lado positivo é que eu consegui fazer o índice proposto pela CBVela, que era o top 18 no Mundial, Não que me garanta o posto nos Jogos Olímpicos, mas já é um bom passo, já fico elegível. Tem muitos detalhes da minha velejada para aprimorar a fim de atingir o objetivo de andar no top 5, no top 3. Esse vai ser o objetivo nos próximos meses”, disse Robert, que em agosto disputa o Evento-Teste Enoshima 2019, na raia dos Jogos de Tóquio 2020.

                O resultado no Mundial deixa Scheidt muito perto de disputar os Jogos pela sétima vez, um feito sem precedentes no esporte brasileiro. De acordo com o critério estabelecido pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela) com suporte do Conselho Técnico da Vela (CTV), a única possibilidade de outro velejador ficar com a vaga brasileira para Tóquio na Laser é subindo no pódio do Mundial da classe em 2020.

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                Robert já é, ao lado do também velejador Torben Grael, o maior medalhista olímpico do país, com cinco pódios: dois ouros na Laser (Atlanta-1996 e Atenas-2004); duas pratas, sendo uma na Laser (Sydney-2000) e uma na Star (Pequim-2008); e um bronze na classe Star (Londres-2012).

                Nesta terça-feira, o brasileiro obteve um 21º e um 32º lugares nas duas regatas disputadas. Assim, terminou o Mundial com 122 pontos perdidos. O pódio foi dominado pela Oceania. O australiano Tom Burton ficou com a medalha de ouro (59 p.p.), seguido pelo compatriota Wearn Matthew (63 p.p.). O neozelandês Gautrey George conquistou o bronze (69 p.p.).

                Outro destaque do Brasil no Mundial foi Bruno Fontes, que venceu a última regata da competição e acabou em 25º lugar na classificação, com 160 pontos perdidos. João Pedro Souto de Oliveira ficou em 37º (201 p.p.) e Philipp Grochtmann terminou em 91º (297).

                A classe Laser é tradicionalmente uma das mais concorridas, e o Mundial 2019 conta com um total de 156 competidores inscritos.

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                  Opine: o que é mais importante em uma lancha com cabine?

                  Por: Redação -

                  Para muitos, o real prazer de navegar só existe em barcos que oferecem recursos e possibilidades de conforto (em outras palavras, barcos com cabine) que os tornam mais adequados para passeios mais ousados, levando a família inteira e permitindo pernoites a bordo.

                  Por conta dessa afirmação acima, NÁUTICA quer saber: “O que é mais importante em uma lancha com cabine?”. As opções são: a altura do camarote, o espaço do banheiro, a cozinha equipada, o tamanho da cama e os itens de decoração. Vote na nossa enquete! Queremos saber o que você pensa sobre o assunto!

                   

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                    Leitores apontam: o conforto é o item mais importante em lanchas de até 30 pés

                    Por: Redação -

                    O portal de NÁUTICA realizou, entre janeiro e junho, a enquete: “O que é mais importante em uma lancha de até 30 pés? Conforto, desempenho ou design?”. Para a grande maioria dos internautas, o conforto — ou seja, um convés com muito espaço para os passeios — é o que mais importa na escolha de uma lancha deste porte. Foram 477 votos, totalizando 59% do total. Em segundo lugar ficou a opção desempenho: um casco com baixo consumo e boa velocidade, com 270 votos, ou 33%. Por fim, a opção design: um barco com linhas modernas e arrojadas, com apenas 64 votos, ou 8% do total. Veja o resultado final abaixo.

                     

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                      Conheça o primeiro navio híbrido de cruzeiro a navegar pelo Ártico

                      Por: Redação -
                      08/07/2019

                      O Roald Amundsen, um navio híbrido capaz de acomodar 500 passageiros, pode navegar em águas climáticas adversas e está pronto para sair para o Ártico, navegando de Tromsoe para o Alasca antes de ir para o oeste e depois para a Antártida, em outubro, quando navegará para a Passagem do Noroeste.

                      Enquanto os motores operam principalmente com diesel marítimo, a bateria do navio permite que eles operem por cerca de 45 a 60 minutos sob a condição ideal, segundo informações da operadora do modelo, a Hurtigruten. Em comparação ao trabalho com combustível, a empresa relata que a bateria reduz o uso de gás e economiza emissões de dióxido de carbono em cerca de 20%.

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                      Inspirada pela frota de ferries híbridos da Noruega e sua crescente frota de carros elétricos, a empresa opera linhas de cruzeiro ao longo dos fiordes do país e no Ártico. A inovação do barco movido a bateria está em seus estágios iniciais, já que poucos portos oferecem instalações de carregamento.

                      O potencial das grandes baterias de navios também depende da capacidade dos fornecedores de criar dispositivos mais pesados ​​e fortes. O segundo navio de cruzeiro híbrido da empresa será abastecido com uma bateria de duas vezes a capacidade do Rock Amundsen.

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                        Entrevistamos o novo comodoro do Iate Clube de Caiobá, um dos mais importantes do Brasil

                        Filho de um dos pioneiros do Iate Clube de Caiobá — seu pai, de quem herdou a paixão pelo mar, tem título de sócio desde 1967 e ainda hoje, aos 80 anos, mantém uma lancha de pesca —, José Nolar Schaedler Júnior frequenta o tradicional clube de Caiobá, no Paraná, desde criança. “Ainda lembro do nosso primeiro barco, um Forbeck de madeira, de 18 pés, que depois foi trocado por uma Carbrasmar de 21 pés”, recorda ele, que atualmente tem uma clássica HD 7.9.

                        Ao longo dos anos, fez dos amigos do clube (um dos mais importantes do Brasil, com cerca de 1 200 associados e fundado em 1961) a sua segunda família. Assim, nada mais natural que em algum momento “Tuco”, como o empresário do setor de transportes (sua família comanda a Viação Graciosa) é chamado pelos amigos, assumisse o seu posto de comando.

                        Foi o que aconteceu no dia 27 de junho último, em uma cerimônia de posse realizada no Graciosa Country Clube, em Curitiba. Eleito por unanimidade, José Nolar Schaedler Junior, de 56 anos, é o novo comodoro do Iate Clube de Caiobá, sucedendo a Luciano Roberto Cartaxo Moura, de quem herdou o clube com as finanças em dia e a contabilidade organizada. E promete manter a estabilidade, como conta nesta rápida entrevista.

                        1 – Qual a primeira ação que o senhor pretende fazer como comodoro?
                        Depois de rezar? (risos) A primeira coisa, seria torcer para que estivesse tudo em ordem. Mas, felizmente, já sei que está. Tive a felicidade de o comodoro anterior ter deixado o iate em condições financeiras muito boas. Esse é um ponto muito favorável. Outro ponto é que até pouco tempo havia uma fila de espera de vagas. Com as obras realizadas pelo comodoro anterior, agora há vagas, tanto para lanchas quanto para jets e veleiros. São 30 novas vagas.

                        2 – Quais serão as suas prioridades?
                        O mandato anterior foi um mandato de obras. Nesse sentido, o sócio náutico está muito bem atendido. Agora, eu quero melhorar área de serviços, para atender aquele sócio que curte a sede, gosta do clube, mas não tem barco. Para isso, vou melhorar as sedes. Na Praia Mansa, por exemplo, quero fazer um beach club, um misto de bar, balada e restaurante, com acesso à areia. Ou seja, um lounge em torno de uma piscina, com atendimento estendido à praia. A ideia é atrair os jovens. Para isso, é necessário uma competente gestão de serviços.

                        3 – Qual o critério para admitir um novo associado?
                        Somos um clube muito democrático. Temos 1 200 sócios, 60% dos quais não têm barcos e os 40% restantes são donos de lanchas. Veleiros, são apenas três. Evidentemente, há uma seleção para admissão, de acordo com as regras estatutárias. A proposta fica 15 dias em observação, para alguém contestar. Atendendo aos pré-requisitos, é feita uma votação pela diretoria.

                        4 – O seu pai deve estar orgulhoso de você, não é?
                        E muito. Ele atualmente é conselheiro. Mas sempre foi da diretoria do Iate Clube de Caiobá. Só não foi Comodoro. Então, imagina a felicidade dele agora.

                        Eleição Comodoro Iate Clube Caiobá 2019

                         

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                          Por: Redação -

                          A CRN, uma das marcas do Grupo Ferretti, está com seu mais novo modelo em construção. O CRN 62 M / Y 138 é fruto de uma parceria com o estúdio de design holandês Omega Architects, que está moldando seu perfil externo, e os designers e arquitetos italianos Pulina Exclusive Interiors, que estão criando os espaços internos.

                          O novo CRN conta com linhas fluidas e esportivas desenvolvidas por Frank Laupman e sua equipe Omega. O iate é uma combinação de dimensões imponentes incorporadas em um perfil elegante com uma série de detalhes requintados e funcionais, segundo a empresa.

                          O casco de metal e a superestrutura estão completos, e o modelo foi movido para outro local para o arranjo interior, começando com os vários sistemas e equipamentos (tubos, cabos e isolamento), antes da instalação dos móveis e decoração começar.

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                          Com quatro pavimentos e convés inferior, o layout contará com uma suíte para o proprietário, além de um camarote VIP e outros seis camarotes no convés inferior, para acomodar até 16 pessoas a bordo. As amplas áreas para refeições e os lounges cobertos e ao ar livre são lugares ideais para desfrutar momentos relaxantes, enquanto as janelas generosas promovem mais iluminação natural e interação entre o interior e exterior.

                          Além do CRN M / Y 138, de 62 metros, o estaleiro constrói ainda outros três iates totalmente personalizados: CRN M / Y 137 (62 m), CRN M / A 139 (70 m) e CRN M / Y 141 (60 m ) em conjunto com uma unidade Riva de 50 metros, além dos modelos Pershing 140 e 18, e Custom Line de 30 a 42 metros de comprimento.

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                            Barquinho de 4 pés pode ser o primeiro não tripulado a atravessar o Atlântico

                            Por: Redação -

                            O cientista aposentado Robin Lovelock está fazendo uma nova tentativa em uma década de ver seu barco modelo se tornar a primeira embarcação não tripulada a atravessar o Atlântico. O modelo de 4 pés (1.2m), Snoopy Sloop, foi lançado de Boscombe, em Dorset, anteriormente. Dentro de algumas horas, o dispositivo de rastreamento GPS do barco mostrou que estava indo para o nordeste de volta para a costa. Esforços anteriores também fracassaram.

                            O projeto faz parte do Microtransat Challenge para se tornar a primeira embarcação não tripulada a atravessar o Atlântico de um ponto ao sul da República da Irlanda. Um computador com Sistema de Posicionamento Global (GPS) foi projetado para pilotar o barco de 14,6 kg para a jornada de 5 000 milhas (8 000 km). O objetivo é pegar uma rota através do arquipélago português dos Açores, para finalmente chegar a terra em Plymouth, Massachusetts, EUA. A viagem pode levar até oito meses.

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                            Lovelock aproveitou uma “janela climática” para lançar o barco do Boscombe. Ele disse que tinha “tanta chance quanto qualquer um” de conseguir levar o barco para os EUA. “Estou confiante sobre o software e programação”, acrescentou.

                            Depois de vários anos de prototipagem e planejamento, sua primeira tentativa, com um modelo do personagem cômico de Charles M. Schulz na proa, foi em 2012. Outros lançamentos também terminaram em fracasso, incluindo 2015, quando o barco foi encontrado à deriva. O último lançamento em 2018 foi cancelado devido a uma falha técnica.

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                              Semana de Monotipos promove encontro de gerações em Ilhabela

                              Por: Redação -

                              O azul do mar de Ilhabela fica salpicado de branco em julho. Essa é a cor da maioria dos 300 barcos e suas velas durante a 46ª Semana de Monotipos, que começou neste sábado (6) e prossegue até terça-feira (9), na cidade do litoral norte paulista, considerada a capital nacional da modalidade náutica. A competição antecede a tradicional Semana Internacional de Vela de Ilhabela, a partir do próximo dia 13.

                              A 46ª Semana de Vela de Monotipos é uma oportunidade para um verdadeiro encontro de gerações da modalidade no Brasil. Nas seis raias montadas no canal de São Sebastião, velejadores a partir de 8 anos, da classe Optimist têm a oportunidade de ver de perto nomes consagrados como o medalhista olímpico Bruno Prada, que acabou de conquistar o pentacampeonato mundial de Star. Ele vai disputar o Brasileiro do 7º Distrito da classe Star, que traz os principais nomes da categoria como Henry Boening, Arthur Lopes e Marcelo Bellotti.

                              A base da 46ª Semana de Vela de Monotipos é a Escola de Vela Lars Grael, no bairro Saco da Capela. Serão 11 classes em disputa e cerca de 400 velejadores: Optimist, Laser (4.7, Radial e Standard), Snipe (Geral e Junior), Hobbie Cat 16, 420, Dingue (Geral e Estreante), Open Bic, 29er, Windsurf Slalom, Star e Kitsurf. Todas integram programas de regatas olímpicas ou pan-americanas, além da vela de base.

                              Assim como na tradicional competição de vela oceânica, a Semana de Monotipos também receberá atletas estrangeiros em 2019. Equipes de países como Cuba, Argentina, Uruguai e Chile estão confirmados para velejar na classe Snipe em Ilhabela. Além de lutar pelo título, aproveitarão para conhecer a raia e treinar para o Campeonato Mundial, programado para outubro.

                              A regata Vela do Amanhã é uma novidade para a temporada 2019. Será uma oportunidade dos velejadores que disputam a Semana de Monotipos participar da Semana Internacional de Vela de Ilhabela. A prova contará com 60 crianças e adolescentes que fazem parte dos projetos da cidade e será dia 15 de julho, um dia após a realização da tradicional Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil e as outras regatas de abertura do evento.

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                              A data foi escolhida justamente por ser o dia de folga dos velejadores que enfrentarão os trajetos mais longos do calendário da competição. Todos os barcos inscritos na Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 podem participar da regata Vela do Amanhã.

                              “A Semana de Vela de Monotipos oferece oportunidade para jovens velejadores ganhar experiência, sentir o clima de competição e conviver com grandes nomes da modalidade”, explica Cuca Sodré, coordenador técnico da Semana de Monotipos. A sede e secretaria do evento serão na Escola Municipal de Vela Lars Grael (avenida Santos Dumont, s/nº , no Saco da Capela). As Áreas de Regatas serão no Canal de São Sebastião.

                              Em paralelo às competições ao longo do mês de julho, que culmina na tradicional Semana de Vela de Ilhabela – entre 13 a 20 – a Secretaria de Desenvolvimento e do Turismo promoverá a Race Village. A ação será no Centro Histórico da cidade, e vai receber vasta programação musical e cultural e  promete reunir milhares de pessoas entre locais, turistas, atletas e seus amigos e familiares.

                              Neste sábado (6), a abertura do Race Village aconteceu às 19h. Logo depois, às 20h, houve o show de Simoninha & Jazz Big Band. No domingo, a programação começou às 16h com o DJ Guilla. A final da Copa América, entre Brasil x Peru, foi atração do Race Village a partir das 17h. O comandante do veleiro polar Fernande, Charlie Flesch, abriu o ciclo de palestras a partir das 18h, e o show da Banda Evams encerrou a programação do fim de semana.

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                                Um grande incêndio atingiu, na manhã deste sábado (6), a Marina do Forte, no bairro Vicente de Carvalho, em Bertioga, litoral de São Paulo. Os bombeiros de Bertioga e até de cidades vizinhas, como Guarujá, foram acionados para controlar as chamas. A fumaça preta do incêndio foi vista por moradores de outros bairros. Segundo relatos, o fogo teria começado por volta das 9h.

                                O fogo se alastrou rapidamente e, para evitar um estrago maior, outras embarcações precisaram ser retiradas às pressas por funcionários da marina.

                                Ainda não há informações oficiais sobre as causas do acidente ou se há feridos. Mas as primeiras informações são de que o fogo começou durante o abastecimento de uma das embarcações.

                                 

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                                  05/07/2019

                                  A New Sessa C44, fabricada pela Intech Boating – fabricante dos barcos Sessa Marine no Brasil – está na fase final de testes na piscina. A primeira unidade produzida no Brasil será apresentada pela primeira vez durante o São Paulo Boat Show 2019. O modelo traz ainda mais forte as características de elegância e esportividade que marcam as embarcações da marca italiana e foi completamente renovado com a colaboração da especializada equipe de designers do Centrostiledesign de Imola.

                                  As novas dimensões das janelas laterais favorecem ainda mais a entrada de luminosidade natural no interior da embarcação. O hardtop, assim como na Sessa C40, agora é de vidro, dando uma sensação de amplitude e liberdade, sem perder a segurança e conforto que só o hardtop proporciona.

                                  Outro diferencial da embarcação é que o proprietário pode decidir entre duas configurações de cockpit: a clássica, com amplo solário e garagem para bote, ou a versão com duplo cockpit, com duas mesas que podem acomodar até 12 pessoas para o almoço. As duas versões já vêm equipadas com plataforma hidráulica e móvel gourmet, oferecendo um agradável espaço de convivência e lazer.

                                  O São Paulo Boat Show 2019 acontecerá de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, reunindo os mais recentes lançamentos e destaques do setor em um só lugar!

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                                    Por: Redação -

                                    O tenista espanhol Rafael Nadal colocou sua lancha de 76 pés, Beethoven, à venda por 2,3 milhões de libras. A embarcação, um MCY 76, foi construída pela italiana Monte Carlo Yachts e acomoda oito pessoas em seus quatro camarotes. Nadal, de 33 anos, comprou o iate por 2,6 milhões de libras, em 2016, e colocou à venda com a empresa Camper e Nicholsons.

                                    O tenista espanhol costuma usar a lancha para relaxar e ter um pouco de privacidade. “Estar a bordo do Monte Carlo Yacht 76 me dá a chance de fugir quando eu quiser fugir”, afirmou Nadal a uma publicação italiana.

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                                    “Eu amo estar com as pessoas, mas, ao mesmo tempo, (o barco) me dá a chance de fugir e ficar comigo mesmo, ou apenas com as pessoas com as quais eu quero estar, toda vez que eu precisar”, completou.

                                    “Isso é algo muito importante para meu estilo de vida hoje. Eu amo o mar e acho que poderia viver nele, então talvez no futuro eu passe muito tempo a bordo. É algo que eu gosto”, finalizou o tenista.

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                                      Mercedes-Benz apresenta iate do futuro

                                      Por: Redação -

                                      Para alguns, é difícil imaginar o futuro da Mercedes-Benz na forma de um iate, mas a empresa alemã confirmou o feito por meio de suas redes sociais esta manhã. Trata-se do Mercedes-Benz Future World Oasis Yacht, uma criação do diretor de design da marca, Gorden Wagener, que está constantemente buscando ideias para o futuro.

                                      O modelo tem um conjunto de características especiais, segundo a marca, como “heliporto na proa com elevador e hangar interno, plataforma de clube de praia rebaixável com uma piscina de água do mar ou marina integrada com 300 metros”.

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                                      “Os designers há muito se aventuram para além do campo do design automotivo. Sob a marca Mercedes-Benz Style, Gorden Wagener e sua equipe criam produtos de estilo de vida para outras áreas da vida”, afirmou a empresa.

                                      Ainda falta tempo para ver este iate em ação, já que, no momento, o design foi criado especialmente para o livro Sensual Purity – Gorden Wagener on Design.

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                                        Paraty e Ilha Grande recebem título de Patrimônio Mundial da Unesco

                                        Por: Redação -

                                        Paraty e Ilha Grande, no litoral da Costa Verde, foram reconhecidas nesta sexta-feira (5), como Patrimônio Mundial. Essa é a primeira vez que o Brasil tem um sítio misto reconhecido por sua cultura e natureza. A decisão foi anunciada às 09h27, horário de Brasília, pelo Comitê do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), durante reunião em Baku, no Azerbaijão.

                                        Foram avaliados 28 pedidos de sítios mundiais, sendo dois mistos, e os de Paraty e Ilha Grande foram dois dos reconhecidos. Atualmente, são 22 bens brasileiros na lista de sítios de excepcional valor universal. Com cerca de 85% da cobertura vegetal nativa bem conservada, a área do sítio misto forma o segundo maior remanescente florestal do bioma Mata Atlântica. Além da sua extensão, as diferentes fisionomias vegetais permitem a ocorrência de uma fauna e flora incomparáveis, com diversas espécies raras e endêmicas.

                                        Com um importante acervo arquitetônico e ricas paisagens com belezas naturais, a cidade de Paraty concorre pela terceira vez. O centro histórico se cerca de quatro áreas de conservação ambiental, que abrangem o Parque Nacional da Serra da Bocaina, o Parque Estadual da Ilha Grande, a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul e a Área de Proteção Ambiental de Cairuçu, um território de quase 149 mil hectares.

                                        Paraty (Foto: Reprodução)

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                                        Na Baía da Ilha Grande, em Angra dos Reis, são mais de 187 ilhas em um território preservado. A área abriga um sistema de comunidades tradicionais que misturam cultura e biodiversidade. Segundo a Unesco, os Sítios do Patrimônio Mundial Natural protegem áreas consideradas excepcionais do ponto de vista da diversidade biológica e da paisagem. A proteção ao ambiente, o respeito à diversidade cultural e às populações tradicionais são objeto de atenção especial. Os Sítios geram, além de benefícios à natureza, uma importante fonte de renda oriunda do desenvolvimento do ecoturismo.

                                        Os investimentos que vem com o título são importantes para o crescimento da região. Em 2009, Paraty já tinha se candidatado. A cidade histórica chegou até a última etapa da avaliação, mas foi rejeitada. Na época, a orientação foi reunir mais elementos. Em maio deste ano, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, recebeu um parecer técnico favorável ao reconhecimento dos municípios como patrimônio.

                                        A candidatura envolveu o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em conjunto com o Ministério da Cultura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural — Inepac, além das prefeituras de Angra dos Reis e de Paraty.

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                                          Schaefer Yachts está entre as empresas mais lembradas pelos catarinenses pela 8ª vez

                                          Por: Redação -

                                          O estaleiro catarinense Schaefer Yachts levou pela 8ª vez o prêmio Top Of Mind na categoria Indústria Náutica. Este é o reconhecimento das marcas mais lembradas pelos catarinenses em 2019, apontadas por pesquisa do Instituto Mapa, que realiza o evento em parceria com a NSC Comunicação. A cerimônia aconteceu na noite desta quinta-feira (4) na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis, e contou com Marcio Schaefer e Pedro Odílio recebendo a premiação.

                                          Os representantes das 65 empresas premiadas, distribuídas entre 43 categorias, subiram ao palco e receberam aplausos de autoridades, empresários, executivos e formadores de opinião de diversas regiões do Estado. Além das empresas, foram reconhecidas as personalidades destaque em segmentos como indústria, comércio e serviços. Os troféus às personalidades mais lembradas foram entregues pelo presidente da NSC, Mário Neves.

                                          “Neste ano, o prêmio que reconhece as marcas mais lembradas pelos catarinenses completa 25 anos. Vencer o Top Of Mind não é tarefa simples. Sabemos que, para se destacar, o esforço vai além de superar outras empresas do ramo ou adversidades do dia a dia. Hoje, para ser lembrado em meio aos incontáveis estímulos e informações que recebemos ao longo do dia, é preciso inovar e criar ainda mais valor para as pessoas”, disse o diretor-geral de Mercado da NSC, Adriano Araldi.

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                                          A pesquisa que serviu de base para a premiação ouviu a opinião de mil consumidores e 150 executivos dos 30 municípios mais populosos do Estado. Assim como nos anos anteriores, os vencedores foram divididos em duas categorias: Top População, a partir da pesquisa feita com a população em geral, e Top Executivos, com os escolhidos pela pesquisa com os executivos.

                                          O estaleiro catarinense Schaefer Yachts foi criado em 1992 e é responsável pela produção de embarcações de 26 a 83 pés. Desde a fundação, a empresa já comercializou mais de 3 mil barcos.

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                                          Náutica Responde

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                                            Por: Redação -

                                            Por Ricardo Aguiar Martins*

                                            Você já ouviu falar em time-sharing? Basicamente, trata-se de uma forma de compra em que um grupo de pessoas torna-se dona de um bem, dividindo sua posse e direito de uso. Em Brasília, onde moro, esse sistema de compra é muito comum. No Lagoa Paranoá, entre lanchas e jets, há pelo menos 20 embarcações com propriedade compartilhada.

                                            A principal vantagem desse tipo de sociedade é a possibilidade de ser dono de um barco sem ter de pagar por ele sozinho. Muita gente vê esse sistema também como uma saída para evitar as taxas de juros dos financiamentos. Sem contar que é possível ser dono de uma lancha bem maior do que conseguiria sozinho, com muito esforço financeiro. Foi o que me levou a comprar, na companhia de sete pessoas, uma lancha de 27 pés, ano 2014.

                                            Foram oito cotas iguais, em que cada sócio-proprietário, além do uso em apenas um número particular de horas durante a semana, assumia a responsabilidade pela manutenção do barco. No discurso, tudo parecia muito bonito. Eu pagaria R$ 20 mil por uma lancha de R$ 200 mil. Na prática, porém, a teoria foi outra.

                                            As vantagens econômicas pareciam muito boas. Mas, na prática, a teoria foi bem outra

                                            Como isso pode dar certo, se nenhum dos “sócios” ao menos se conhece? E como confiar que cada um irá tratar bem do barco, se não há encontros entre eles? Acabei aprendendo da pior forma possível — ou seja, sentindo na carne as consequências de uma má escolha. Se comprar uma lancha sozinho já é uma tarefa complexa, comprar uma só fatia é ainda mais complicado. É preciso estar atento, para não ficar com uma batata quente nas mãos.

                                            Você ficaria aborrecido se sua fração de barco fosse arranhada? Você se chatearia se chegasse na marina para navegar e sua fração já estivesse na água navegando ou chegasse para navegar e sua fração estivesse no reparo porque seu sócio não foi cuidadoso? Você se incomodaria se tivesse direito a apenas um sábado ou domingo no mês para navegar?

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                                            Se respondeu “sim” para essas perguntas, você não tem perfil para compartilhar um barco. Porque esse tipo de coisa acontece com frequência. Certo dia, a rabeta aparece danificada e nenhum dos sócios se responsabiliza pelo incidente, já que nem tudo o que está escrito no contrato de propriedade compartilhada é cumprido à risca.

                                            Compartilhar um barco pode dar certo, sim, desde que o administrador do barco esteja preparado para exercer essa tarefa. Ele tem de ter pulso firme para apontar a responsabilidade dos cotistas sempre que necessário. No nosso caso, porém, não funcionou. Pagávamos um valor relativamente alto (R$ 600 cada cotista) para manter uma pessoa que apenas administrava o tempo de uso do barco, e olhe lá. E aí, na hora de usar o barco, era aquela decepção.

                                            Por conta disso, e das várias despesas que começaram a aparecer (quebra uma coisa, paga R$ 10 mil; quebra outra, R$ 15 mil), alguns cotistas começaram a abrir mão e abandonaram o barco. De repente, ficaram apenas quatro cotistas. Isso nos obrigou a entrar na justiça reivindicando o direito de o próprio grupo assumir a administração do uso do barco. Agora, cada um de nós cuida um pouco.

                                            Eu recolho o dinheiro e pago a marina e o marinheiro, outro cuida da manutenção, o terceiro faz a agenda do uso da lancha, o quarto fica responsável pela documentação. Ou seja, não temos mais um administrador central. E aquele dinheiro gasto com o administrador se transformou em uma reserva de caixa, que usamos quando o barco sofre alguma avaria.

                                            Então, fica o alerta. Quer comprar um barco com propriedade fracionada? Junte um grupo de amigos, que pode ser que dê certo, desde que o número de sócios não passe de quatro. Mais que isso, vira bagunça. O que é de todos, não é de ninguém.

                                            *RICARDO AGUIAR MARTINS é empresário em Brasília e sua lancha de propriedade compartilhada tem como base a marina Villa Náutica.

                                            ESTE ESPAÇO É SEU! Se você tem algo a dizer sobre a vida náutica, mande e-mail para [email protected] com o seu relato.

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                                            Náutica Responde

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                                              Por: Redação -

                                              Lançado no recente Hutchwilco New Zealand Boat Show, o Textrax conta com sistema anfíbio elétrico, em oposição ao sistema hidráulico usado por outros fabricantes de sistemas anfíbios.

                                              Uma inovação Kiwi, a Tectrax é produzida em Taupo, no centro da Ilha do Norte da Nova Zelândia, e é uma criação de Rob Gower junto com uma equipe de engenheiros eletrônicos. Teve início em 2003 e, depois de algumas modificações e refinamentos, Gower protegeu suas idéias, tirou patentes e, em 2015, montou uma equipe de especialistas, criando o sistema anfíbio elétrico.

                                              Este sistema totalmente eletrônico promete ser confiável, silencioso e de baixa manutenção, sem necessidade de manutenção anual, enquanto é suportado por uma garantia líder do setor.

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                                              Existem quatro modelos dentro da gama que podem ser montados em barcos com menos de 2 500 kg e até 4 000 kg. A Tectrax usa um sistema modular de baterias de íons de lítio que fornece uma ampla gama de opções de configuração para atender às preferências de tempo de execução e o carregamento pode ser feito em uma tomada padrão. O tempo de carregamento de uma tomada doméstica é de duas horas para o T2500 e o T3000 e quatro horas para o T3500 e o T4000.

                                              O sistema de bateria modular permite a colocação de componentes flexíveis para otimizar o desempenho da manutenção do mar, enquanto a eletrônica e a hidráulica são instaladas abaixo do convés para preservar o valioso espaço de convés.

                                              O sistema Tectrax carrega uma classificação IP69 para entrada de água nos motores ou em equipamentos. Ele tem garantia de um ano para uso comercial, governamental e de recreio para motores, elétrica, eletrônica e hidráulica, além de garantia de dois anos nas baterias e nos equipamentos mecânicos.

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                                                Equipe brasileira de Optimist estreia nesta segunda-feira no Mundial

                                                Por: Redação -

                                                A próxima geração da vela brasileira está na ilha caribenha de Antígua para a disputa do Campeonato Mundial de Optimist, em English Harbour. Cinco velejadores vão representar o país na competição, que terá cerimônia de abertura neste domingo, dia 7. A disputa de regatas começa na segunda-feira, dia 8, e Gustavo Glimm, Erick Carpes, Pedro Cardoso, Guilherme Menezes e Alex Kuhl estarão na água com o colete do Brasil. O projeto de Vela Jovem da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) tem patrocínio do Grupo Energisa. A CBVela conta com o patrocínio máster do Bradesco.

                                                “Sabemos que o campeonato é difícil, longo e desgastante mas fizemos uma ótima preparação no Brasil e confiamos muito nesse time. É uma competição de alto nível da vela sub-15, e nosso primeiro objetivo será estar com o maior número possível de velejadores na flotilha ouro”, afirma o técnico Átila Pellin, que acompanha a delegação brasileira em Antígua.

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                                                Os atletas foram selecionados com base nos resultados na água na disputa do Campeonato Brasileiro e da Seletiva Nacional da Classe Optimist 2019. A equipe chegou a Antígua na última segunda-feira e passou a semana fazendo aclimatação na raia local.

                                                Na vela, a classe Optimist é a porta de entrada, já que se trata de uma embarcação de pequeno porte, para crianças de até 60kg. O Campeonato Mundial terá disputa individual, prevista para os dias 8, 9, 10, 13, 14 e 15; e disputa por equipes, com regatas nos dias 11 e 12.

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                                                  Visitar o Pantanal sul-mato-grossense é uma delícia. Passar alguns dias ali a bordo de um barco de pesca então, nem se fala. Mas, acredite, é possível tornar essa viagem dos sonhos ainda melhor, muito melhor… Para isso, basta se hospedar no barco-hotel Peralta, um iate de 36 metros de comprimento (118 pés) com estrutura digna de um pequeno navio de cruzeiro. A proposta é fazer o pescador se sentir em um hotel de luxo, mas cercado pela selva pantaneira e pelas águas do Rio Paraguai, quinto maior da América do Sul em extensão, o que, para quem gosta de pescar, torna a experiência ainda mais incrível.

                                                  Na chegada ao Porto Geral, em Corumbá, lá está ele à nossa espera, exuberante, destacando-se dos demais barcos destinados à pesca, por sua cor e seu design. Seu casco e sua superestrutura pretos chamam atenção por si só. E quando se olha as janelas panorâmicas, então, não há como não querer conhecer o barco por dentro. Ao entrar no Peralta — que opera no sistema all-inclusive, com todas as refeições e bebidas já incluídas nos pacotes oferecidos pela empresa — avista-se logo o restaurante, no convés principal, de cardápio sempre variado, seguido da cozinha e da área reservada à tripulação.

                                                  Subindo as escadas para o convés superior, encontram-se os camarotes dos passageiros. São dez ao todo, com 14 m² cada, podendo acomodar confortavelmente, ao todo, até 24 passageiros em pernoite. Todos servidos de frigobar, banheiro, janela panorâmica (um gigante vidro do teto ao chão) e armário com cofre — como um hotel mesmo. Uma academia — com esteira, bicicleta, anilhas e bola de pilates — é outra das comodidades da embarcação.

                                                  A bordo do Peralta, seletos passageiros podem viver experiências únicas e emocionantes, como ir a pontos de pescas e avistar animais selvagens em seu habitat natural. Ao todo, são dez suítes, com 14 m2 cada, e janelas panorâmicas que permitem ver tudo o que acontece do lado de fora

                                                  No convés superior, há um lounge climatizado, onde se encontram o bar e uma grande sala de estar, com muitos sofás. Já a área externa, com espreguiçadeiras e uma pequena piscina, conta com iluminação diferenciada para proporcionar momentos agradáveis durante a noite. Todos os ambientes internos têm janelas panorâmicas, que permitem aos passageiros contato direto com a natureza que os cerca, além de observar o céu repleto de estrelas e constelações ou assistir ao imperdível pôr do sol. É impossível não se desligar da correria do dia a dia e do estresse das grandes cidades. É um bom momento para se desconectar do mundo, e das tecnologias modernas, e parar um pouco para refletir.

                                                   

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                                                  O Peralta tem cinco barcos de apoio usados para pescarias, que acontecem, normalmente, duas vezes ao dia: logo ao amanhecer, em torno das 5h, com volta para o almoço ao meio-dia; e à tarde, depois da turma descansar, com retorno antes do anoitecer. Cada lanchinha leva quatro pessoas, além do “piloteiro” (como são chamados os indispensáveis guias de pesca no Mato Grosso do Sul), responsáveis pela “caça” aos peixes.

                                                  Durante os cinco dias e quatro noites (tempo que pode variar dependendo do que o grupo embarcado deseja), 14 tripulantes trabalham para que nada falte aos privilegiados hóspedes. Navegando pelas águas do Rio Paraguai, os passageiros podem viver experiências únicas e emocionantes, como avistar animais selvagens em seu habitat natural. Além dos grupos de pesca, a empresa atende a quem procura por ecoturismo e elabora roteiros customizados, com o objetivo de virar referência nacional no tema Pantanal brasileiro.

                                                  O iate Peralta é uma espécie de hotel de luxo flutuante que percorre as águas do Rio Paraguai, no Mato Grosso do Sul, com hóspedes que gostam de pescar ou simplesmente relaxar

                                                  O cardápio variado, as bebidas geladas para ajudar a enfrentar o calor sul-mato-grossense, as suítes sempre bem arrumadas e fresquinhas, as conversas, as interações entre os hóspedes e as saídas para pescar sempre agradáveis e bem-humoradas fazem da estada no cruzeiro Peralta uma experiência agradável, e — por que não? — inesquecível!

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                                                    Por: Redação -
                                                    04/07/2019

                                                    A Technema 54 foi a primeira lancha a ser construída no Brasil com design e acabamento dos barcos italianos, os mais avançados na indústria náutica de lazer daquela época, no fim da década de 1980.

                                                    O primeiro modelo nasceu com pouquíssimos moldes e materiais trazidos da própria Itália. Logo, porém, o estaleiro (Abarth Marine) alongou a popa para ganhar espaço no cockpit, seguindo o projeto original da Posillipo, o que aumentou o comprimento do barco em 1,4 pé — e surgiu assim a Technema 54, com 16,50 m total, moderna, luxuosa e elegante.

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                                                    Por dentro, o conforto era bem superior ao das lanchas nacionais e o espaço, muito bem aproveitado. Uma das principais inovações a bordo era a porta de correr, que dividia a popa do salão, hoje, recurso banal nos barcos de porte médio para cima. Mas, naquela época, não.

                                                    Com boca de 4,75 m, capacidade para até 15 pessoas durante o dia e meia dúzia em pernoite (mais dois tripulantes), a Technema 54 foi construída até 1995, sendo produzidas cerca de 60 unidades.

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                                                      Regata Aratu-Maragojipe completa 50 anos em 2019

                                                      Por: Redação -

                                                      Belas paisagens, grandes disputas e muita emoção nas águas da Baía de Todos-os-Santos. Esses são alguns dos ingredientes da Regata Aratu-Maragojipe, que neste ano de 2019 chega a sua 50ª edição. O evento acontecerá no dia 24 de agosto e a expectativa da organização é a de que mais de 200 barcos se inscrevam para o campeonato. Além dos baianos, devem participar velejadores de outros estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Pernambuco, além de países como Argentina e Uruguai.

                                                      De acordo com o comodoro do Aratu Iate Clube, Emerson Meirelles, os participantes saem da região de Ilha de Maré, próximo ao Porto de Aratu, por volta das 10h30, com os primeiros velejadores chegando até a ponte da cidade de Maragojipe, no Recôncavo baiano, pouco depois das 15h. Ao todo, os velejadores devem percorrer um trecho de aproximadamente 60 quilômetros pelo mar.

                                                      “A nossa expectativa é a melhor possível por se tratar um grande evento, com belas paisagens e atrai a curiosidade de muitas pessoas que acompanham a Regata também em alto mar. Estamos buscando o apoio de prefeituras nas áreas de cultura e segurança para que o evento, este ano seja melhor do que foi em 2019. Além disso, a Regata vale como incremento para o turismo da região”, afirmou Meirelles. A data do evento também coincide com a festa de São Bartolomeu, tradicional em Maragojipe.

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                                                      Criada em 1969, por um grupo de associados do Aratu Iate Clube, agremiação náutica sediada na Baía de Aratu, em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador, a Regata Aratu-Maragojipe contou em sua primeira edição com cerca de 20 embarcações, todas à vela, que partiram das águas próximas ao clube rumo à cidade de Maragojipe.

                                                      No início foi batizada de “Regata de São Bartolomeu”, já que os seus criadores eram naturais de Maragojipe e devotos do Santo Padroeiro daquela cidade, São Bartolomeu. Mais tarde, em função dos locais de saída e chegada, passou a ter a nova denominação utilizada até os dias atuais.

                                                      Nomes conceituados da vela brasileira como os irmãos Torben e Lars Grael, grandes medalhistas olímpicos, Izabel Pimentel, primeira brasileira a dar a volta ao mundo em solitário, Aleixo Belov, engenheiro, navegador e escritor, Júlio Estevez, velejador baiano que fez a travessia África-Brasil em solitário a bordo de um pequeno veleiro catamarã, já participaram e ainda participam desta grande “festa” do Iatismo na Baía de Todos os Santos.

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                                                        Por: Redação -

                                                        Então, você é tão abastado que pode se permitir um superiate, com suítes para sua família e seus convidados, acomodações completas para a tripulação (incluindo sala e cozinha próprias) e equipamentos de entretenimento iguais aos da sua casa. Quem embarca sente-se como em um spa ou resort, porque, fora a plataforma para banhos no nível do mar — o, assim chamado, beach club — há sempre à disposição um bote de fazer inveja a qualquer lancheiro — ou, não raro, uma lanchinha bem estilosa — para chegar à praia mais próxima.

                                                        O que mais se haveria de querer? A resposta, para alguns dos afortunados que podem se permitir tais luxos é: uma piscina! Não uma jacuzzi qualquer, mas uma piscina mesmo. Muita extravagância? Que nada! Aristóteles Onassis já tinha uma, em meados do século passado, no convés do seu icônico Christina O.

                                                        Nos modernos iates, as atenções estão mais voltadas para as inovações de projeto e engenharia, a tecnologia embarcada, as possibilidades de diversão nas paradas e no próprio barco e na garantia da intimidade do grupo de amigos, longe de olhares indiscretos.

                                                        É aí que entram as piscinas. Se o tamanho do casco permite, por que não ter uma? Elas são cada vez mais frequentes a bordo — e, como você verá nas próximas páginas, também mais espetaculares, a ponto de fazer pensar que aquela esticada até a praia ou ilha mais próxima pode ficar para depois. E que, afinal, o próprio barco é uma ilha.

                                                         

                                                        1 – Mais que conforto, um privilégio

                                                        Os americanos estão acostumados à grandiosidade de edifícios, carros, barcos, mas nem por isso deixaram de se impressionar com o iate da linha Mangusta Oceano 43 apresentado no país. Fabricado na Itália e batizado de Namasté, o barco agradou tanto que levou o prêmio Melhor do Salão de Fort Lauderdade deste ano, por seu projeto inovador. Um dos destaques a bordo fica na proa: é uma piscina infinita, que tem duas partes — uma delas com cascata — e fundo de vidro que funciona como teto transparente para o boxe do banheiro da suíte principal, no convés de baixo. Por conta, também, dessa piscina, o Namasté está dando o que falar.

                                                         

                                                        2 – Muito mais que uma piscina

                                                        O nome Seven Sins (Sete Pecados, em inglês), é bem apropriado para este premiado barco italiano de 52 m. Ao vê-lo, logo vêm à cabeça duas tentações: preguiça e luxúria. Para isso, nem precisa sair do completo beach club, que ocupa toda a área da popa, em dois “andares”, dividido na parte externa e interna. Na parte interna, as laterais do barco se abrem, para formar varandas para o mar, e uma parte do teto desce, para revelar a cobertura translúcida, que é o fundo da deliciosa piscina, instalada no convés de cima, na praça de popa. E esta não é única surpresa da engenharia deste barco. A parte fechada do beach club, na popa, abriga também a garagem do barco de apoio, mas não qualquer garagem, porque é inundável, de forma que se enche de água do mar para permitir que o barco de serviço já saia navegando de dentro do Seven Sins.

                                                         

                                                        3 – Uma piscina que vira heliponto. Ou vice-versa

                                                        Um dono de barco mediano já se contentaria em possuir uma jacuzzi para chamar de sua no convés do barco, não é? Mas, aqui, estamos tratando de iates que estão no limite do que se pode querer em termos de comodidades e tecnologia. O Alfa Nero, de 82 m de comprimento, por exemplo, é um desses. Ele tem não só uma piscina infinita com dimensões que a habilitam a ser chamada como tal, mas que também pode ser usada como um heliponto quando esvaziada. Aí, se alguém quiser se refrescar enquanto isso, pode usar a jacuzzi que há na parte de cima, no teto do barco, onde o tamanho não é o mesmo da piscina oficial do barco, mas a vista lá do alto é espetacular.

                                                         

                                                        4 – Um beach club flutuante

                                                        O Seasense tem aparência leve para os seus 220 pés. Isso porque a superestrutura não avança muito em direção à popa, deixando descoberta uma grande parte do convés principal — área suficiente para ter uma piscina de nada menos que 10 m. Isso mesmo: 10 m! Bem grande para um barco de lazer, a piscina, com espreguiçadeiras, sofás e guarda-sóis, é o centro das atenções e da vida a bordo, já que a intenção do proprietário era dispor de um espaço em que a família toda pudesse divertir-se junto no convés principal.

                                                         

                                                        5 – Com cascata e fundo de vidro

                                                        Construído pelo reconhecido estaleiro holandês Heseen Yachts, o Super Nova, iate da linha Galactica da marca, de 70 m de comprimento, oferece fabulosos 357 m2 de espaço de convés. Tudo isso é aproveitado com — entre outros luxos, tais como um elevador — um heliponto na proa, solário, um beach club de 146 metros quadrados e uma piscina de excelentes 6 m na popa, com fundo de vidro, jatos de hidromassagem e cascata. Não precisa mais nada, não é mesmo?

                                                         

                                                        6 – Quase uma obra de arte

                                                        A motorização híbrida eletromecânica do Savannah, de 83,5 m (273 pés), foi uma inovação no mundo dos motoriates quando esse barco foi lançado, cinco anos atrás, prometendo uma economia de combustível de até 30%. No entanto, outros méritos desse iate holandês estão muito mais à vista. A começar pela pintura cor de prata e pela popa aberta e escalonada por degraus que vão da plataforma de embarque ao convés principal, onde uma piscina de excelentes 10 m e fundo adornado com mosaico de vidro que parece uma extensão natural do salão.

                                                         

                                                        7 – Água doce ou do mar

                                                        O Okto, de 66,4 m (218 pés) não fica devendo nada à concorrência quando se trata de piscina. A dele tem respeitáveis 12 m2 e recebe tanto água doce quanto salgada, que pode ser aquecida ou resfriada. Outros predicados desse superiate são um elevador que leva do convés inferior à ponte de comando, um heliponto na proa, quatro garagens para barcos de apoio e um solário jacuzzi no flybridge.

                                                         

                                                        8 – Muita água e um show de luzes

                                                        A bordo de um iate de 74 m cabem muitos luxos. No holandês Plvs Vltra, um modelo dos sonhos, coube uma piscina de 6,5 m de comprimento e 1,2 m de profundidade muito bem integrada na ampla praça de popa, mobiliada com poucas peças. Se faltar espaço para toda a família ou os amigos dentro dessa piscina, há uma jacuzzi num solário na proa e outra junto a uma sauna no beach club, no convés inferior.

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          A pequena ilha de Yap, na Micronésia, no oceano Pacífico, conta com um único voo diário sobre as florestas fechadas, pântanos, lagoas de água salgada e um emaranhado de manguezais, cercados por recifes de corais. Mas o que causa mais fascínio não é o cenário paradisíaco, tampouco a saudação das yapesas, com sua tradicional saia florida no aeroporto. É quando você fica cara a cara com o dinheiro de pedra (gigante). São centenas de rochas em formato de discos, do tamanho de seres humanos, espalhadas por toda a ilha. Podem ser encontradas fora dos poucos hotéis da região, enfileiradas perto da praia ou nas profundezas das florestas. Cada aldeia ainda tem um banco de pedras a céu aberto, onde peças que são muito pesadas para serem transportadas ficam expostas no malal (espaço para danças).

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                                                            Por: Redação -

                                                            O Madrugada viverá uma situação rara na 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela, entre 13 e 20 de julho. Campeão da edição de 2018 entre os Clássicos, o barco foi escolhido como modelo do troféu entregue aos vencedores. É apenas a segunda vez na história da competição que um veleiro em disputa é homenageado. A primeira foi com o Áries III, em 2017. Com essa iniciativa, o evento prestigia embarcações que contam a história da vela brasileira.

                                                            Ícone da vela de oceano no Brasil, o barco do clube gaúcho Veleiros do Sul foi construído em 1978 pelo renomado arquiteto naval argentino German Frers. Este o considerou seu melhor projeto naquela década. Já em janeiro de 1979, foi o campeão geral da regata Buenos Aires-Rio. Depois viriam muitos outros títulos, como o vice-campeonato do Mundial de Two-Ton e o bicampeonato brasileiro.

                                                            “Quem lê sobre a história dessa regata, não tem noção do desafio que foi, do início ao fim. Fizemos toda a prova sem motor, energia elétrica ou qualquer equipamento, porque queimou tudo na hora da largada. Foi uma disputa nada nutella, foi totalmente raiz”, lembra Nelson Ilha, velejador integrante da tripulação, na época. Hoje, Nelson é juiz internacional de regata pela Federação Internacional de Vela, a ISAF, no comando da arbitragem da Semana de Vela em Ilhabela. “O Madrugada mudou a minha vida e a de muitos velejadores importantes no Brasil. Até hoje, todos querem velejar nele.”

                                                            O barco corria na antiga classe Two Ton. Na época, o cálculo de medição do barco era feito por toneladas para as embarcações que disputavam os mundiais de oceano. O próprio Madrugada juntou-se à equipe brasileira na Admiral’s Cup na Inglaterra, ainda em 1979. A competição foi conhecida por muitos anos como o campeonato mundial não oficial de regatas oceânicas. Pois a disputa era entre países, cada um com seus três melhores barcos.

                                                            Mas, após sofrer uma colisão no campeonato, o Madrugada saiu da disputa antes da Fastnet Race, tida como a regata mais emblemática. O que parecia ser um azar provou-se na verdade sorte para os tripulantes. A corrida daquele ano terminou em tragédia, com várias mortes e barcos afundados.

                                                            A trajetória de conquistas em águas brasileiras e internacionais quase teve um final triste para o Madrugada. O barco passou muitos anos parado no estaleiro do clube Jangadeiros, e sofreu os danos causados pela ação do tempo. “Chegou a abrir um buraco enorme no casco. As pessoas passavam e diziam que era uma pena o barco terminar daquele jeito” conta Martin Rump, filho do comandante Niels Rump. Niels decidiu comprar o veleiro por volta de 2005, e, após um meticuloso trabalho de restauração, colocou-o mais uma vez na rota das principais regatas nacionais. “Foi uma surpresa para todos ver o Madugada de volta às regatas, e ainda bastante competitivo”.

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                                                            Hoje inscrito na classe Clássicos, destinada às embarcações que foram para a água até 1979, o Madrugada segue em regatas oceânicas internacionais, como o O Circuito Rolex Atlântico Sul. No ano passado, mostrou que ainda tem história para escrever, com a vitória na Semana de Vela de Ilhabela. Na última edição, aliás, O barco teve a companhia de outros três Two Tonners: o Áries II, o Kamaiurá e o Vendetta, transformando a disputa num campeonato à parte entre eles. E a situação deve se repetir este ano, já que o Kamaiurá e o Vendetta já confirmaram presença no litoral paulista.

                                                            As homenagens aos barcos antigos na Semana de Vela de Ilhabela começaram em 2006. Os veleiros participantes da America’s Cup, competição esportiva mais antiga do mundo, foram os primeiros transformados em troféu. Quem abriu a fila foi o Rainbow, vencedor da prova em 1934. Depois vieram Intrepid, Courageous, Stars and Stripes, Black Magic e Alinghi.

                                                            Mais recentemente, a organização da SIVI decidiu homenagear veleiros brasileiros e embarcações como o Saga e os mais antigos Cairu II e Vendaval. Os últimos “transformados em troféu” foram o Áries III, em 2017, e o Wa Wa Too III, em 2018.

                                                            As inscrições para a 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela, que ocupará as raias da ilha entre 13 a 20 de julho, entraram em sua terceira e última fase. A partir desta segunda-feira (1º), os velejadores de barcos com vagas próprias pagarão R$200. Nas poitas do Yacht Club de Ilhabela o valor passa para R$420. As equipes têm até o dia 10 para garantir a participação na maior competição de vela oceânica da América do Sul.

                                                            Para se inscrever, basta acessar o site oficial da competição.

                                                            As classes Bico de Proa, Clássicos e Multicascos têm um desconto de 30% sobre o valor das inscrições. Já na categoria RGS, apenas os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano garantem o mesmo desconto. A medida atende ao pedido da própria ABVO, fomentadora da modalidade no País.

                                                            Cerca de 100 equipes de vários estados brasileiros e também do exterior já confirmaram presença. Para a edição deste ano, foram convidadas as classes ORC, IRC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, Multicascos, Mini Transat, HPE-25 e C30. A competição reúne atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas nas mesmas raias.

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