Esta semana, a equipe NÁUTICA navegou no houseboat Vcat 650 HB, um barco com jeito de casa, com paredes altas, ar condicionado, banheiro de verdade, muito espaço e o melhor: você pode levá-lo onde quiser. Confira mais sobre esta prática embarcação no vídeo de Marcio Dottori – a nossa análise completa você confere em breve na Revista Náutica.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Nesta quinta-feira, 9, quarto dia de competições da 90ª Bacardi Cup, em Miami, os brasileiros Lars Grael e Samuel Goncalves levaram a melhor, vencendo a única regata do dia de evento.
A regata da classe Star começou por volta das 16h de Miami (18h no Brasil), com as duplas Grael/Gonçavels (BRA), Szabo/Natucci e Della Torre/Sacrpatti (ARG), e Rohart/Ponsot (FRA) disputando.
Com duas pernas na ida, a disputa ficou acirrada entre os competidores. Na perna final, a equipe brasileira garantiu a liderança ao manter a velocidade do barco, enquanto Szabo e Natucci tentaram recuperar o tempo com diferentes estratégias, mas sem sucesso.
“Seria uma corrida de loteria, mas felizmente não foi… foi leve, mas justa”, comentou Lars Grael. Mais de 150 embarcações participam do evento.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
É oficial: a nova estrela das nossas águas, o iate Intermarine 95, que acabou de ser lançado pelo estaleiro paulista Intermarine, fará sua estreia durante o Rio Boat Show 2017, que acontecerá na Marina da Glória, entre os dia 5 e 11 de abril.
Com quase 30 metros de comprimento e 330 metros quadrados de área útil, a Intermarine 95 foi desenvolvida de acordo com a RINA (Registro Navale Italiano) Classe A, entidade classificadora que determina normas rígidas de projeto e de construção internacionais. “Estou muito orgulhosa de entregarmos o maior barco já construído em toda a nossa história”, comemora a presidente Roberta Ramalho.
Para conceber o projeto da Intermarine 95, o estaleiro uniu sua própria experiência a criatividade do escritório do especialista em embarcações de luxo em Miami, Luiz de Basto Designs, e também agregou a expertise da Vectorworks Naval Engineering, conceituada consultoria em engenharia naval localizada em Titusville, Flórida.
Todas as grandes peças em fibra de vidro foram laminadas por infusão: casco, convés, casaria, hardtop, cavernas, longarinas, anteparas, tampas e portas. Esse processo garante a redução do peso, maior desempenho, menor consumo de combustível, maior rigidez estrutural e um ambiente mais limpo para o colaborador durante a laminação das peças.
Concebida para ser silenciosa, a embarcação oferece um avançado sistema de isolamento acústico dividido em três partes. Para oferecer mais conforto, o piso do salão tem um sistema de isolamento próprio, independente da casa de máquinas.
Duas versões de layout interno são oferecidas: Quintessence e Fascination, que se diferenciam no flybridge, deck principal e deck inferior. A Intermarine 95 possui 5 suítes (Quintessence), ou ainda 4 suítes e uma sala multiuso (Fascination). Além dessas duas versões, o proprietário pode também analisar em conjunto com o estaleiro outros formatos de acordo com suas necessidades e interesses.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Um ano depois de ser lançado, o Yacht A chegou em Gibraltar. A embarcação deixou as instalações do grupo German Naval Yards, pelo qual foi construído na Alemanha, há cerca de um mês, para ser entregue ao seu proprietário, o bilionário russo Andrey Melnichenko, no Mediterrâneo.
O maior veleiro do mundo tem cerca de 143 metros de comprimento, ultrapassando facilmente a medida de um campo de futebol – apenas a sua quilha mede 8 metros -, com mastros que se aproximam dos 92 metros de altura.
O modelo tem casco e superestrutura em aço com reforço em fibra de carbono, e foi projetado por Philippe Starck para acomodar 20 convidados e 54 tripulantes. Possui, ainda, oito conveses, além de vir com sala de observação subaquática.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A regata Bacardi Cup acontece até este sábado, dia 11, em Miami, e reúne equipes do mundo todo. A competição, que comemora 90 edições, neste ano, conta, inclusive, com a participação do brasileiro Lars Grael, que venceu a única regata do dia nesta quinta-feira, 9. Neste ano, a Star Sailors League está cobrindo o evento pela primeira vez. E você pode acompanhar online aqui:
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Iniciativa Pro Mar (IPM), criada em 2014 por Fabian Umbelino, Guilherme Kodja e Odoardo Lantieri, atua em variados aspectos marítimos. No mar, pesquisa, ajuda a conservar e apoia quem navega; em terra, busca conscientizar crianças, jovens e adultos sobre a importância da preservação marítima e a relevância da região no contexto marinho nacional.
Entre os serviços realizados pela ONG, estão educação ambiental para crianças, jovens e adultos através de aulas, palestras e mini-cursos; apoio a pesquisa e pesquisas próprias para ajudar na conservação e manejo de unidades de conservação marinhas; criação de políticas públicas de sustentabilidade marinha, etc.
A organização mantém ações de monitoramento de megafauna marinha e riscos às suas áreas de agregação e rotas migratórias; participa voluntariamente de operações de SAR (busca e salvamento de pessoas) no mar, com embarcação própria; além de manter um programa de estágio voluntário para estudantes universitários, possibilitando o aprendizado e a participação em saídas de campo e eventos de educação ambiental.
Um dos projetos da fundação é o Megafauna Marinha do Brasil, cujo objetivo principal é funcionar como uma conexão entre avistadores e pesquisadores. O projeto conta até mesmo com aplicativo, disponível na Play Store, que mostra as mais variadas espécies encontradas na fauna brasileira, com imagens e características, disponíveis em três idiomas (português, inglês e espanhol), e uma lista de contatos de emergência para, por exemplo, quem encontrar um animal na praia.
A ONG atua, principalmente, no litoral do estado de São Paulo e pode ser uma grande aliada na saída para o mar. Nas redes sociais, a organização emite avisos de mau tempo, mar grosso e ressacas na costa de São Paulo. Vale ficar de olho nos alertas da próxima vez que for navegar!
Atuando de forma voluntária, a IPM é o resultado da combinação de experiência, conhecimento e atuação dos seus fundadores e membros em prol dos oceanos e você pode ajudar a tornar esta atuação ainda mais forte! Quem tiver interesse em colaborar, pode fazer doações mensais pelo crowdfunding do projeto.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro holandês Heesen Yachts acaba de revelar o projeto de seu mais recente superiate de 50 metros, Maia. O modelo, que está em construção na fábrica da marca, em Oss, poderá acomodar 10 convidados em cinco camarotes, incluindo uma ampla suíte master no convés principal e quatro camarotes no convés inferior.
O modelo incluirá, ainda, um luxuoso clube de praia completo, com bar e sauna, e motorização dupla MTU, podendo chegar, segundo o fabricante, a uma velocidade máxima de 15 nós e uma gama de 3 800 nm em 12 nós. O projeto é assinado por Clifford Den e Reymond Langton.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
ORC, IRC, BRA RGS, APS, FEMININO, MULTICASCO e CRUZEIRO
11 de março de 2017
REALIZAÇÃO:
REVISTA CARAS / REVISTA NÁUTICA
REGRAS:
A Regata será disputada sob as seguintes Regras:
Regras Internacionais de Regata a Vela da ISAF 2017/2020;
Determinações da CBVELA, FEVERJ, ABVO, BRA-RGS e FARVO;
Regras e Regulamentos Especiais do ORC e IRC (Certificados válidos para o ano de 2017);
Regras das Classes, BRA – RGS e APS (Certificados válidos para o ano de 2017);
Instruções de Regata, incluída as alterações feitas pela Comissão de Regatas;
A Instrução de Regata se sobrepõem sobre o Aviso de Regata.
ELEGIBILIDADE:
2.1. É obrigatório estar corretamente legalizado na Classe escolhida no ato da inscrição.
2.2. Os barcos que foram medidos ou tiverem Certificado de Medição válido para o ano de 2016 (Classes ORC, IRC, RGS e APS), não poderão se inscrever na Classe Cruzeiro.
2.3. É obrigatório estar corretamente legalizado junto a classe escolhida no momento de inscrição, apresentando o devido Certificado de Medição para validar a inscrição no evento.
2.4. Os barcos vencedores e segundo colocados na Classe Cruzeiro, a partir do ano de 2010 não mais poderão se inscrever nesta Classe.
INSCRIÇÕES:
3.1. Os barcos e competidores elegíveis poderão se inscrever por meio do preenchimento correto do formulário de inscrição.
AVISO AOS COMPETIDORES:
Avisos aos competidores serão comunicados verbalmente pela Comissão de Regata pelo rádio VHF, no canal 06 até os 10 minutos antecedentes ao Sinal de Atenção.
ALTERAÇÕES DAS INSTRUÇÕES DE REGATA:
Qualquer alteração das instruções de regata será afixada em até 02 (duas) horas antes da sinalização de início da regata.
CLASSES CONVIDADAS:
6.1 ORC ,IRC, BRA RGS, APS, “CRUZEIRO” e MULTICASCO.
6.2 Pela regra instituída, a partir do ano de 2010 não poderão se inscrever na Classe Cruzeiro (Bico de Proa) os barcos que conquistaram a 1º e 2º colocação a partir do ano de 2010 nesta regata. Desta forma, terão obrigatoriamente que optar por outra classe no momento da inscrição.
6.3 Os barcos inscritos na Classe Cruzeiro (bico de proa) não poderão utilizar, durante a regata, velas fabricadas com material exótico e nem a vela Balão, seja ela simétrica ou assimétrica.
ORDEM DE PARTIDA E BANDEIRAS DE SINALIZAÇÃO DE ATENÇÃO DE CADA CLASSE:
CLASSES
BANDEIRA
ORC, IRC, BRA – RGS , APS e FEMININO
GRUPO 1
CRUZEIRO e MULTICASCO
GRUPO 2
PROGRAMAÇÃO:
DIA
HORA
EVENTO
10
15h às 20h
MARINA BRACUHY
Confirmação da inscrição e distribuição do Kit Navegador que inclui camisetas e pulseiras de identificação que dará acesso à Feijoada para a tripulação após a Regata.
11
8h às 10h
MARINA BRACUHY
Confirmação de inscrição e distribuição do Kit Navegador que inclui pulseiras de identificação que dará acesso à Feijoada para a tripulação após a Regata.
13:00h
INÍCIO DA REGATA
Largada da Regata (em frente à ilha de Caras – Ilha dos Coqueiros).
15:00h
Grande Festa de Confraternização – no Canto das Canoas, Ilha da Gipóia
16:30h
Início dos Concursos (Comandante mais elegante / Comandante mais experiente / Tripulante mais jovem / musa regata).
17:40h
Início dos Sorteios
18:20h
Divulgação dos Resultados da Regata
18:30h
Distribuição dos Kits aos “Vencedores”
19:00h
Encerramento
12
11:00h
Cerimônia de Premiação na Ilha de “Caras” (Ilha dos Coqueiros), acesso restrito aos premiados das classes conforme descrito no Item 19 deste Aviso de Regata.
ÁREA DE REGATA:
A Área de Regatas será a Baia da Ribeira Angra dos Reis/RJ – Brasil.
MARCAS DE PERCURSOS:
As marcas de percurso, quando não forem marcas fixas, (Ilhas, Lajes, Marcas de sinalização, etc..) serão boias infláveis.
PARTIDA:
11.1 O sistema de partida será conforme a Regra 26 das RRV da ISAF.
11.2 A linha de partida será formada pelo alinhamento do mastro com a bandeira da CR e boia inflável, nas proximidades da Ilha de Caras (Ilha dos Coqueiros).
11.3 O barco da CR poderá manter sua posição no alinhamento de partida usando motor.
11.4 Um barco que não partiu em até 05 (cinco) minutos após o sinal de largada de seu Grupo e esteja abaixo da linha de largada, estará sendo considerado como tendo partido corretamente, liberando a embarcação da CR para se deslocar em direção a linha de chegada.
11.5. Os barcos das Classes não envolvidos com a partida deverão permanecer fora da área de partida.
11.6 O sinal de largada para o Grupo 1, será o sinal de atenção (05 minutos) para o grupo 2.
PERCURSO:
Os percursos serão como a seguir:
GRUPO 1
(ORC – IRC – BRA RGS – APS – Feminino)
Percurso – Largada Ilha dos Coqueiros, contornar a Ilha de Sabacu por BB, contornar Ilha da Cavala por BB, contornar Ilha Sabacu por BB, chegada no canal da Ilha Gipoia.
GRUPO 2
(CRUZEIRO – MULTICASCO)
Percurso – Largada na Ilha dos Coqueiros, contornar Ilha de Sabacu por BB, chegada no canal da Ilha da Gipóia
CARTA DOS PERCURSOS ANEXO I NO FINAL DESSA INSTRUÇÃO DE REGATA.
A CR / BARCO/ CR PELO VHF 06.
LINHA DE CHEGADA:
13.1 A linha de chegada será entre o mastro com a bandeira Azul no barco da CR e boia inflável;
13.2 O barco da CR poderá manter uma posição no alinhamento de chegada usando motor.
14. TEMPO LIMITE:
Os barcos que não chegarem até às 16:00h serão considerados como não tendo chegado (DNF).
PROTESTOS:
15.1 Os protestos deverão ser apresentados por escrito em formulários disponíveis no barco da Comissão de Regatas (CR) em até 30 (trinta) minutos após a chegada deste barco, mediante o pagamento da taxa de R$ 100,00 (cem reais) por protesto apresentado;
15.2 As audiências dos protestos serão feitas na ordem aproximada de entrega, com início tão logo que possível;
15.3 Avisos de Protestos serão comunicados pela Comissão de Regatas (CR) em até 30 minutos após a chegada do último barco, para informar aos competidores a hora, local de audiência e quem são as partes ou testemunhas envolvidas no protesto.
COMUNICAÇÃO:
Os barcos participantes das regatas deverão ser capazes de manter comunicação, durante toda a regata, pelo rádio VHF nos canais:
16 (Emergências);
68 (Estações Costeiras e Iates Clubes);
06 (Comissão de Regatas).
CÁLCULO DE TEMPO CORRIGIDO:
O cálculo do tempo corrigido de cada Classe será efetuado conforme a seguir:
ORC
O tempo de cada barco será corrigido com base no sistema de tempo sobre o tempo (TMF of shore).
IRC
O tempo de cada barco será corrigido com base no sistema de tempo sobre o tempo (TCC).
APS
O tempo de cada barco será corrigido com base no sistema de tempo sobre o tempo (FCT).
BRA RGS
O tempo de cada barco será corrigido com base no sistema de tempo sobre o tempo (TMFAA).
CRUZEIRO e MULTICASCO
O resultado de cada barco será por ordem de chegada no tempo real.
PATROCÍNIO
18.1 Será obrigatório o uso do adesivos do Patrocinador ou Apoiador do Evento na área de até 25% de LOA na proa do barco, em ambos os bordos e na popa, ou opcionalmente a critério dos organizadores, os adesivos poderão ser substituídos por bandeiras para o estai de popa.
18.2 Será obrigatório o uso da camiseta “promocional” durante a regata e para a Festa de Confraternização. A exceção à regra será aos comandantes dos barcos que estiverem concorrendo ao prêmio especial de Comandante mais elegante. O mesmo poderá estar vestido da forma que lhe convier desde que sua roupa não contenha qualquer tipo de alusão aos patrocinadores que não sejam os oficiais da Regata.
18.3 Toda a tripulação dos barcos vencedores que serão premiados, conforme item 19, receberão durante a Festa de Confraternização, no Canto das Canoas – Ilha da Gipóia, um Kit com as camisetas “convite” e pulseiras de identificação, que permitirão seu desembarque na Ilha de Caras no domingo, dia 12 de março de 2017, para a Cerimônia de Premiação.
Obs.: Não será permitido o desembarque na Ilha de Caras de pessoas que não estejam trajando a camiseta “convite” e as pulseiras de identificação.
18.4 As Camisetas “promocionais” e “convites” serão distribuídos conforme o número de tripulantes que constarem da ficha de inscrição, dentro das regras das respectivas classes.
18.5 O não cumprimento dos itens acima acarretará na desclassificação do barco infrator e a não participação nos sorteios.
18.6 Os premiados deverão ser fotografados com a camiseta “convite” da regata para reportagem das Revistas Caras e Náutica.
PREMIAÇÃO:
Os prêmios serão outorgados da seguinte forma:
PRÊMIO “FITA AZUL”
FITA AZUL – Disputa entre os barcos da 1ª Largada
Feminino – Disputa entre as tripulações exclusivamente femininas
que largarem no Grupo 1 (1ª Largada)qualquer classe.
PRÊMIOS PARA OS BARCOS
Classes
Classificação
ORC
1º e 2º Lugar Geral
IRC
1º e 2º Lugar Geral
BRA RGS
1º e 2º Lugar Geral
APS
1º e 2º Lugar Geral
FEMININO
1º e 2º Lugar Geral
CRUZEIRO
1º e 2º Lugar Geral
MULTICASCO
1º e 2º Lugar Geral
19.2 Não haverá acúmulos de prémios nas classes ORC e IRC
19.3 A Cerimônia de Entrega de Prêmios será no dia 12 de março de 2017 às 11:00h na Ilha de Caras (Ilha dos Coqueiros) e só poderão participar os tripulantes dos barcos premiados.
19.4. Em face às limitações físicas e operacionais da Ilha de Caras, somos obrigados a limitar o número de pessoas, por isso o desembarque na Ilha será restrito aos premiados da Regata, tanto no sábado dia 11, como no domingo dia 12 de março de 2017.
PREMIOS ESPECIAIS:
PRÊMIOS PARA OS VELEJADORES
Título
Descrição
Musa da Regata
eleita pelo público entre todas as velejadoras inscritas e presentes.
Comandante mais Elegante
eleito pelo público entre todos os comandantes inscritos e presentes.
Tripulante mais jovem
necessária a inscrição prévia e comprovação no local.
Tripulante mais “antigo”
necessário a inscrição prévia e comprovação no local.
20.1. Logo após a chegada, os barcos deverão se dirigir ao Canto das Canoas – Ilha da Gipóia, onde haverá uma grande Festa de Confraternização aberta a todos os velejadores da regata. Teremos várias atrações surpresas e sorteios de prêmios, assim como a esperada divulgação dos vencedores.
Obs.: Somente será permitida a entrada aos velejadores que estiverem com as camisetas/ pulseiras de identificação.
RESPONSABILIDADE:
A Revista Caras e Revista Náutica, bem como as demais partes envolvidas na organização da Regata Ilha de Caras/Revista Náutica 2017, eximem-se de qualquer responsabilidade por ferimentos, lesões ou avarias que possam ocorrer com pessoas ou coisas em terra ou no mar, como consequência de participarem sob qualquer forma das regatas cobertas por estas instruções. Os competidores, proprietários ou usuários do barco são alertados de que serão pessoalmente responsáveis por todos os acidentes materiais ou físicos que possam ocorrer com seus tripulantes ou barcos. É, portanto, seu dever obter cobertura de seguro necessária para cobrir qualquer e cada risco, incluindo o de responsabilidade civil contra terceiros. Considerando o fato que todos os barcos inscritos devem ser projetados, construídos e equipados para regatas de oceano, será decisão dos proprietários ou usuários dos barcos fazerem-se ao mar ou tomarem parte na regata, de acordo com seu próprio nível de treinamento, força do vento, condições do mar, previsão de tempo, e etc.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A empresária Osmarina Salomão Benvenuti, de 52 anos, mora em Santos, e é, naturalmente, apaixonada pelo mar. Recentemente, comprou uma lancha cabinada da marca Vega, de 35 pés — usada, porém maior e mais confortável que a anterior, uma 26 pés. Batizou-a Dika Brothers, em homenagem aos filhos, Diego e Karen, juntando as sílabas iniciais dos nomes deles. Na companhia dos dois e também do marido, Oswaldo, Osmarina gosta de navegar pelo litoral sul de São Paulo. Na Terça-Feira de Carnaval, dia 28, o programa seria especial. Porque, junto da família, estavam um casal de amigos e seus filhos. Um deles precisa locomover-se com o auxílio de muletas, pois irá se submeter a uma cirurgia óssea. “A gente queria muito levá-lo para passear, porque, por não poder andar, ele fica muito em casa”, conta ela. Por volta das 10 h, estavam todos na Porto Marina Astúrias, onde fica a lancha da família. A ideia era dar umas voltas na região e fundear nas Praias da Enseada e do Sangava, no Guarujá, fazer um churrasco por ali e retornar no fim do dia. Assim foi feito.
A lancha Dika Brothers, atracada na Marina Porto Astúrias, antes do acidente nas águas do Guarujá (Arquivo Pessoal)
No fim da tarde, Wilson Carlos, administrador do barco da família, comandava o Dika Brothers rumo à marina, numa velocidade de cerca de 10 nós, tranquila ao ponto de Osmarina, acomodada na proa — o que, por questão de segurança, não é recomendável durante a navegação —, conseguir gravar com o celular o sol se pondo a bombordo do barco. “Eu estava encantada com o pôr-do-sol e agradecia pelo dia que tivemos no mar”, rememora ela. Tão encantada estava Osmarina, que nem sequer notou quando uma offshore invadiu o quadro da câmera e veio ao encontro do barco onde ela, seus familiares e amigos se encontravam. Só percebeu que havia algo errado quando sentiu uma pancada no casco. “Foi uma coisa tão assustadora… Só sei que fui jogada para o lado e fiquei com um hematoma enorme na coxa”, conta ela.
O casal Osmarina e Oswaldo a bordo da lancha Dika Brothers (Arquivo Pessoal)
Poderia ter sido pior. Segundo Osmarina, ao perceber que a Again, a offshore em questão (uma Ferretti 48 transformada em 53 pés, conduzida pelo engenheiro civil e empresário Aquiles Rosa) guinara a boreste, após atravessar a esteira de um barco próximo, e vinha na direção da Dika Brothers em alta velocidade, Marcelo Coelho, marinheiro que está sendo treinado por Wilson para assumir a embarcação da família e, naquele momento, se encontrava na popa, gritou: “Vai bater! Vai bater!”. “Só deu tempo de eu puxar um pouco o barco para boreste”, narra Wilson, acrescentando que Aquiles tentou fazer o mesmo, porém para o bordo oposto. “Se nós não desviássemos a tempo, a offshore teria rasgado o nosso casco”, acredita. “Ele (Aquiles) ia entrar no meio da lancha e matar todo mundo ali dentro!”, reforça Osmarina.
Ao mesmo tempo que se certificava de que todos a bordo estavam bem, a primeira atitude de Wilson foi aumentar a velocidade da Dika Brothers e rumar para a Praia do Góis, a fim de encalhar a embarcação — a qual, julgava ele, já devia estar fazendo água. Acionou também as três bombas do porão e partiu para uma rápida verificação das condições do barco, junto com Marcelo. Isso explicaria por que, na versão de Aquiles, os ocupantes do Dika Brothers pareciam estar fugindo. “Nós não fugimos. Assim que vi que estava tudo bem com o barco e os ocupantes, fui falar com ele, que estava navegando próximo da gente. Cheguei para ele e falei: ‘Poxa, amigo… Você viu o que fez?’ Totalmente transtornado, ele gritava que eu tinha fechado o barco dele e fugido em seguida”, afirma Wilson. Ele decidiu, então, continuar seguindo para a marina, onde acionaria a Capitania dos Portos a fim de comunicar o ocorrido. Na Porto Astúrias, segundo a versão de Wilson Carlos, Aquiles e Oswaldo, marido de Osmarina, conversaram. “Em momento algum ele disse que pagaria o conserto nem se preocupou em saber se quem estava a bordo tinha sofrido algum ferimento. Só falou que jamais rasparia a lancha dele em uma lanchinha”, diz Wilson.
Wilson Carlos, o piloto da Dika Brothers no momento do acidente (Arquivo Pessoal)
Osmarina confessa que estava nervosa, mas não teria xingado o condutor da Again. Porém, gritava muito e foi retirada do local onde Aquiles e Oswaldo conversavam. “O Aquiles disse que queria pedir perdão ao meu marido e beijou a mão dele. Isso foi constrangedor! Em seguida, falou para o Oswaldo: ‘Vamos conversar, o senhor não me deve nada e eu não tive culpa…”, afirma Osmarina, destacando, também, que em nenhum momento quis saber se quem estava a bordo da Dika Brothers se encontrava em boas condições. “Pouco depois, ele foi embora e não deixou nenhum contato”, prossegue a proprietária da lancha.
A essa altura, ninguém ainda sabia da existência do vídeo. Que acabou viralizando na internet e, no site de NÁUTICA, virou notícia com a devida apuração dos fatos — inclusive com a palavra da Capitania dos Portos de São Paulo, que, após ser procurada pela reportagem, divulgou em nota que abriu inquérito administrativo para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.
Desde então, a Dika Brothers segue parada em sua vaga na Astúrias, onde foi periciada pela Marinha. A família contratou um perito naval para fazer um levantamento dos estragos provocados pelo acidente na embarcação, que não possui seguro. “Não é só polir. Tem muita coisa para ser feita. O casco está trincado, inclusive por dentro. A pancada foi tão forte, que estourou a direção hidráulica, derrubou o inversor… A avaria foi muito grande”, relata Osmarina. “Como a lancha vai ficar parada por um tempo, tive de entrar nela para retirar alguns pertences. Deu uma tristeza muito grande…”, completa ela, aos prantos.
Além dos danos materiais, tem sido necessário, ainda, lidar com todo o trauma ocasionado pelo abalroamento — que, no final, foi um grande susto, mas poderia ter acabado em tragédia. “Fiquei três dias em choque. Fechava os olhos para tentar dormir e só via aquela lancha vindo na direção do nosso barco, vindo para cima de nós! Agradeço a Deus por estar todo mundo vivo. Nascemos de novo!”, comenta Osmarina. “A gente vai tomar providências e fazer de tudo para que ele (Aquiles Rosa) nunca mais volte para o mar, porque, um dia, ainda pode matar alguém.”
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A emblemática 20ª edição do Rio Boat Show, que acontecerá entre os dias 5 e 11 de abril e terá como palco, mais uma vez, um dos cartões-postais do Rio de Janeiro, a Marina da Glória, recém-reconstruída e modernizada pelo grupo BR Marinas, o maior conglomerado de marinas do Brasil, promete uma série de novas atrações.
Uma delas será a realização, pela primeira vez nas águas cariocas, do Espaço dos Desejos — exposição de artigos de luxo, como carros, joias e até aeronaves! — já consagrado nas edições do boat show em São Paulo. Outro grande destaque que volta ao salão do Rio é um enorme píer central com capacidade para cerca de 50 barcos. Nele, cada expositor terá aconchegantes estandes flutuantes, assim como acontece no tradicional boat show de Cannes, na França. Além disso, a pedido dos visitantes e dos próprios expositores, o elegante desfile noturno de barcos, que agitou o salão carioca do ano passado, também já foi confirmada para o ano que vem.
Ao todo, serão sete dias de evento, reunindo os principais fabricantes, distribuidores e revendedores do setor em um só lugar. Muitas marcas já garantiram presença, confirmando o sucesso do evento. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes poderão, ainda, como de costume no Rio Boat Show, agendar avaliações da maioria das embarcações expostas na água e, assim, decidir melhor sua compra.
Confira as primeiras novidades já confirmadas na edição do mês de Náutica, que ainda está nas bancas e livrarias de todo o país.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Argonauta e a SOAMAR São Paulo, com o apoio do 8°Distrito Naval, promovem o curso de Meteorologia e Oceanografia entre os dias 3 e 7 de abril, no Centro Cultural da Marinha, na capital. Com aulas das 19h às 22h, o curso visa Mestres, Capitães, Marinheiros, Aspirantes a Prático, etc.
Com o objetivo de fazer da Meteorologia um assunto fácil, onde o condutor possa fazer suas previsões com as ferramentas disponíveis no Meteoromarinha, INPE-CPTEC, etc, a ideia surgiu da necessidade de quem navega entender melhor sobre a Meteorologia e Oceanografia.
Segundo a organização, a intenção de montar um curso sobre o assunto já vinha sendo trabalhada há algum tempo e, para isto, queriam um grande nome no assunto para ministrar as aulas. O escolhido foi o Prof. CMG Paulo Roberto Valgas Lobo, que entre muitas atuações, é autor do livro Meteorologia e Oceanografia – Usuário Navegante.
Para participar, os interessados podem se inscrever antecipadamente entrando em contato com a escola náutica pelo telefone (11) 99466-1340 ou pelo e-mail [email protected]. As vagas são limitadas a 50 participantes, sendo que os 30 primeiros contarão com estacionamento gratuito no local.
O investimento é de R$ 600 e o aluno pode adquirir o livro a ser utilizado nas aulas com desconto no dia do curso. Já para alunos Argonauta e Poddium, associados SOAMAR e ABVC, o valor é de R$ 500.
Local:
Centro Cultural da Marinha em São Paulo
Avenida 9 de Julho, n. 4.597 – Jardim Paulista
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro Tankoa Yachts, localizado em Gênova, na Itália, anunciou o lançamento de Vertige, a primeira unidade da sua linha de 50 metros. Desenhado por Francesco Paszkowski, o modelo construído totalmente em alumínio foi vendido em fevereiro de 2015 para um experiente proprietário francês e será entregue em abril deste ano.
A configuração da embarcação inclui suíte do proprietário e suíte VIP no convés principal, quatro camarotes para hóspedes no convés inferior, além de academia, cinema, garagem e plataformas dobráveis. O interior, assinado por Francesco Paszkowski e Margherita Casprini, reflete o desejo do proprietário de um “ambiente moderno e acolhedor”. Segundo o estaleiro, Vertige oferece um alcance de 5 000 milhas náuticas a 12 nós e uma velocidade máxima de 16 nós.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Sítio Forte, na Ilha Grande, é uma tranquilíssima enseada em forma de meia lua, com meia dúzia de praias emolduradas pela mata e um imponente paredão rochoso ao fundo. Um lugar perfeito para ancorar e descansar, diante de uma paisagem relaxante. A enseada também abriga uma série de prainhas gostosas, algumas delas boas para almoçar ou petiscar. Uma delas é a Maguariqueçaba.
A gostosa praia de Maguariqueçaba, na Ilha Grande (Foto: Jota Barros / Lanchas Ilha Grande)
Pela sua posição geográfica dentro da enseada do Sítio Forte, a praia de Maguariqueçaba, quase tão extensa quanto o próprio nome, costuma ser brindada com o melhor pôr do sol da região. Mas esta não a sua única virtude. Tem, também, algumas pousadinhas, gostosas sombras de amendoeiras, areias macias e um bom restaurante, cujo nome é igual ao da própria praia: o Maguariqueçaba, e tem como carro-chefe o prato camarão no abacaxi, uma criação do simpático proprietário, Paulo de Brito, servido com farta salada, batatas fritas e arroz. No cardápio, há outras boas opções, como o tradicional peixe com banana, moquecas e deliciosas porções. Nossa sugestão: não perca a farta porção de lula à dorê, crocante e sequinha!
Camarão no abacaxi, um dos pratos mais pedidos no restaurante Maguariqueçaba, na Enseada do Sítio Forte, na Ilha Grande (Foto Otto Aquino)
Para quem não tem barco próprio, não tem problema! A agência de passeios Lanchas Ilha Grande (tel. 24/999033870 ou www.lanchasilhagrande.com.br), com sede na Vila do Abraão (a capital da Ilha Grande), faz passeios pela região e leva turistas para conhecer o restaurante, além de oferecer passeios por outras ilhas de Angra.
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A Volvo Ocean Race 2017-18 começa em outubro e as equipes confirmadas até o momento se movimentam no mercado para formar suas tripulações. O chinês Dongfeng Race Team foi rápido e trouxe o francês Jérémie Beyou, velejador que terminou recentemente uma volta ao mundo em solitário – Vendée Globe – em terceiro lugar. Além dele, o time de Charles Caudrelier recrutou os neozelandeses Stu Bannatyne e Daryl Wislang, o último integrou o campeão da temporada passada (Abu Dhabi). Atletas da China estão sendo testados e devem formar o grupo nos próximos dias.
“É um desafio muito grande e emocionante. Temos grandes expectativas para um bom resultado nesta regata. Sabemos exatamente o que precisamos fazer bem. O Dongfeng é uma equipe interessante, pois temos atletas de diferentes idades, nacionalidades e origens. Temos velejadores de oceano, de regatas com barcos menores e veteranos de Volvo”, disse Jérémie Beyou.
Stu Bannatyne tem sete participações na Volvo Ocean Race, incluindo tês títulos: New Zealand Endeavour, Illbruck Challenge e Ericsson 4. Seu compatriota Daryl Wislang correu quatro vezes a regata e estava na tripula vencedora da edição passada. A equipe da China segue em Lorient, na França, fazendo testes.
O MAPFRE está a cada dia anunciando integrantes para sua equipe de terra e também para o barco. A última novidade do comandante Xabi Fernandez foi a inclusão do velejador Antonio “Ñeti” Cuervas-Mons. Pela segunda vez seguida no barco espanhol e a quarta na volta ao mundo, o espanhol será proeiro da equipe na regata, que começa em outubro deste ano. . Além da volta ao mundo, Ñeti corre regatas pelo mundo. Seu último feito foi a bordo do Perpetual LOYAL, um monstruoso barco de 100 pés (30,5 metros) que pulverizou o recorde de 628 milhas (1.116 quilômetros) entre Sydney (Austrália) e Hobart (Tasmânia) em 1 dia, 13 horas, 31 minutos e 2 segundos. Nenhum dos 4.800 barcos que participaram desde 1945 da lendária regata nunca foram tão rápidos.
”Isso é navegar em sua pura essência, durante muitos dias seguidos e competindo 24 horas por dia”, comentou Cuervas-Mons pouco antes da sua segunda edição na Volvo Ocean Race.
A Volvo Ocean Race começa em Alicante no dia 22 de outubro e termina em Haia no final de junho de 2018. A regata contará com um total de 12 cidades-sede e levará as equipes para um desafio de 45.000 milhas náuticas ao redor do mundo. Três equipes já anunciaram suas campanhas – Team AkzoNobel (comandado por Simeon Tienpont), Dongfeng Race Team (Charles Caudrelier) e MAPRE (Xabi Fernández).
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O engenheiro civil Aquiles Rosa tem 55 anos e vive em Jundiaí, a cerca de 60 km de São Paulo, onde constrói galpões para locação. É casado e pai de três filhos. Nos fins de semana, costuma ir até a Marina Supmar, no Guarujá, onde pega sua Ferretti 48 (transformada em uma 53 pés, após uma reforma que alongou a popa do barco em 1,30 m), batizada de Again, para acelerar fundo rumo a localidades na região, onde passa o dia ao lado de familiares e amigos. Embora a embarcação seja equipada com uma cabine, ele prefere pernoitar em terra, já que tem um apartamento também no Guarujá.
Aquiles Rosa, dono da embarcação Again
Às vezes, Aquiles dá uma esticada até Ilhabela, a 60 milhas de distância, visitando também Indaiá e As Ilhas, no litoral norte paulista. O que não é difícil, uma vez que esta offshore navega a uma velocidade de cruzeiro de 50 milhas por hora (43,5 nós), podendo vencer facilmente percursos mais longos. Isso, graças à tripla motorização, que entrega um total de 2 700 cv de potência. Em uma das reformas que fez no barco, que foi fabricado em 1999 e está em poder de Aquiles desde 2005, além de pintá-lo de laranja com detalhes em cinza e preto (a cor original era branco, com uma faixa roxa no costado), e fazer outras modificações estruturais, o engenheiro mudou também o nome da embarcação, que se chamava Thayada, para Again. Porque, com a reforma, dizia estar fazendo tudo novamente, a partir do zero.
No fim da tarde de 28 de fevereiro, terça de Carnaval, o engenheiro voltava de um dia de lazer na Enseada do Guarujá. Navegava com a Again, que pesa 19 toneladas, exatamente na velocidade de cruzeiro, segundo o relato que concedeu hoje à NÁUTICA. Foi quando, perto da Ilha das Palmas, afirma ter perdido a direção do barco (o próprio Aquiles pilotava a lancha), que, então, abalroou outra embarcação, uma lancha de recreio cabinada de nome Dika Brothers. Aquiles diz que, na hora, parou ao ouvir um grito (da ocupante do barco abalroado que gravava o vídeo). “Eu parei, voltei e eles fugiram de mim. Não sei o porquê. Talvez estivessem assustados”, prossegue.
Diz também que são mentirosas as acusações de que, costumeiramente, pilota sua lancha de maneira perigosa, fazendo manobras imprudentes e colocando em risco a vida dele e de outros navegadores. “Falam isso porque o meu barco é o mais bonito da região. É uma obra de arte! Incomoda, sabe?”. Aquiles Rosa afirma, ainda, estar com a consciência tranquila em relação a tudo o que aconteceu e foi registrado em um vídeo feito pela ocupante do Dika Brothers — que gravava, na verdade, o pôr-do-sol. “Tudo aconteceu após o estouro de um flexível do flape de bombordo, o que fez com que a offshore navegasse a boreste, ocasionando o choque”, afirma. As causas, circunstâncias e responsabilidades são objeto de um inquérito administrativo instaurado pela Capitania dos Portos de São Paulo.
O QUE ACONTECEU ANTES DO ACIDENTE?
“Eu estava com um convidado, um senhor de 68 anos. Minha cachorra e meu marinheiro também estavam a bordo. Nós passamos o dia na enseada e estávamos voltando, à tarde. Antes de chegarmos no Clube de Pesca de Santos, tinham muitos barcos voltando e a água estava mexida, tinha muita marola… Minha velocidade de cruzeiro é 50 milhas, por ser um barco offshore. Eu vinha flapeado, justamente para manter esse controle do barco e fazer uma navegação mais tranquila. Quando eu cruzei por detrás desse barco (a lancha Dika Brothers, que seria abalroada), eu estava muito longe dele. Isso dá para notar no vídeo. Mas, quando eu ultrapassei a marola de outro barco, perdi a direção. Na minha cabeça, na hora, pensei ‘estourou a mangueira’ (da direção). Eu torcia o timão para a esquerda e o barco não me obedecia.”
O QUE OCORREU APÓS O CHOQUE?
“Eu fui atrás deles. Atraquei meu barco no Porto Marina Astúrias e tinha uma mulher me xingando de tudo quanto é nome. Eu falei (para o comandante do outro barco): ‘Senhor, está tudo bem? Eu ouvi um grito. Eu machuquei alguém?’. Ele me disse que tinha um filho paraplégico e eu dei graças a Deus por não ter machucado ninguém. Disse a ele, então, que meu marinheiro o procuraria (para arcar com os prejuízos decorrentes do choque), e ele disse que tudo bem. Só a mulher que não parava de gritar e me xingar. Então, eu disse a ela: ‘A senhora acha que eu gastei R$ 200 mil para pintar meu barco e vou sair riscando meu barco por aí?’. Expliquei que eu não tinha motivo para fazer aquilo, que eu perdi a direção. Nós não tínhamos discutido nem nada.”
QUAL FOI A CAUSA DA COLISÃO?
“Chamei um mecânico, tiraram o barco da água, e estourou um flexível do meu flape de bombordo. (Na hora do acidente) O flape subiu, deixou de exercer força e o flape de boreste continuou flapeado, me jogando a boreste de uma vez. Por isso que eu tentava corrigir com o volante e não conseguia de jeito nenhum! Houve pessoas que falaram: ‘Se tivesse tirado a mão (do manete, teria impedido a colisão). Isso é imperícia’. Se eu tivesse tirado a mão, tinha subido em cima deles (ocupantes do Dika Brothers). Seu eu tivesse desacelerado, perderia a tração do barco, porque meus hélices (dos motores) são de superfície, não são do tipo pé-de-galinha.”
HAVIA CONSUMIDO BEBIDA ALCOÓLICA?
“Olha, eu gosto de tomar uma cerveja, hein? Mas estou há três meses sem beber. Recentemente tive uma luxação de quadril. Estou sofrendo muito com isso. Tomo um medicamento pesado para tentar regenerar a cartilagem e não sentir tantas dores, mas está difícil. Todos os retornos de passeio quem faz é meu marinheiro, sempre — eu vou e ele volta. Como eu não tinha consumido nenhum tipo de bebida alcoólica, eu estava no comando na ida e na volta.”
O QUE PRETENDE FAZER AGORA?
“Fiquei muito chateado com essa repercussão toda, até porque o estrago que aconteceu foi insignificante. Apenas triscou um barco no outro. No meu barco eu preciso só passar uma cera para tirar o risco que foi feito. Já no outro, foi feito um risco também, de mais ou menos um palmo, abaixo do verdugo. O estirante do guarda-mancebo já estava solto, não estragou com a colisão. Estou tirando print de todas as pessoas que estão me ofendendo na internet e nas redes sociais. Já fiz um boletim de ocorrência e vou processá-los por calúnia, porque ninguém me conhece nem sabe o quanto eu trabalho. Já fiz cinco simpósios sobre segurança no mar, na Marina da Glória. Sou mestre amador e só não sou capitão porque não tenho veleiro. Não tenho necessidade. Já socorri muita gente no mar, já reboquei muitos barcos… Não quero livrar minha culpa. Mas, para mim, o que aconteceu foi como um motoqueiro que passou e arrancou o retrovisor do meu carro. Por que toda essa repercussão?”
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Saber a profundidade e o relevo do fundo onde navegamos é algo muito simples com os ecobatímetros, sondas e fishfinders comuns, mas estes úteis equipamentos não mostram se há algo à frente do barco — perigos como um banco de areia ou um tronco de árvore semissubmerso. Isto está mudando rapidamente, com a adoção cada vez maior do “sonar dianteiro” (forward sonar) pela indústria de equipamentos de navegação eletrônicos para barcos de lazer. Antigamente usada apenas para fins militares em submarinos e, até poucos anos atrás, em alguns instrumentos de uso civil, essa tecnologia permite visualizar não apenas o fundo, mas o que está avante do barco, abaixo da linha d´água. Como funciona você confere aqui, nas explicações do engenheiro Nicola Getschko a cinco questões básicas sobre equipamentos que oferecem esse recurso.
Como os sonares dianteiros operam?
O princípio é o mesmo dos ecobatímetros e fishfinders. Um transdutor instalado no casco emite um pulso de ultrassom, que é refletido parcialmente quando encontra um obstáculo sólido (o fundo, um peixe, rocha, tronco etc.). Este eco é captado pelo mesmo transdutor e o sonar então calcula a distância até o obstáculo pelo tempo decorrido entre a emissão do pulso e o retorno do eco.
Fishfinders e sonares dianteiros usam o mesmo transdutor?
Não. Sonares dianteiros usam transdutores especiais, com varredura em torno de 90 graus no plano vertical e a informação captada por eles permite formar uma imagem do fundo e à frente do barco. Modelos mais sofisticados podem operar em 3D, com varredura horizontal entre 30 graus e 60 graus mostrando uma imagem mais completa do fundo e, até mesmo, formar linhas isobatimétricas à frente.
Qual o alcance máximo do sonar frontal?
O alcance depende do tipo de fundo, de obstáculo e da profundidade. Fundos e obstáculos mais “duros” dão um resultado melhor. Normalmente, o alcance máximo, em condições favoráveis, gira em torno de 100 m, chegando a 130 m ou 150 m para fundos rochosos ou de coral. Mesmo com este alcance, o uso do sonar exige navegar com cautela e baixa velocidade para o piloto ter tempo de evitar um perigo.
Sonares que operam em tempo-real são melhores?
A vantagem desses aparelhos é a maior segurança para evitar eventuais obstáculos. Eles atualizam a imagem na tela mais rapidamente, porque têm maior capacidade de processar e mostrar as informações captadas pelo sensor de ultrassom. Assim, o piloto tem mais tempo para evitar os perigos. Por exemplo, se a demora para processar e exibir a informação for de 3 segundos, um barco que esteja navegando a 10 nós já terá percorrido 15 m nesse tempo, ou seja, estará bem mais perto do perigo do que a tela indica.
É possível adaptar um fishfinder comum para operar como sonar frontal?
Não. Teoricamente, esses aparelhos funcionam pelos mesmos princípios, mas diferem no modo de processar as informações, exibi-las no monitor e, principalmente, na velocidade que fazem isto. O sonar frontal exige equipamento mais sofisticado, preciso e rápido para ser eficiente, e isto faz seu preço ser bem mais alto que dos fishfinders e ecobatímetros comuns.
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O Parque Estadual Ilha do Cardoso abriu o credenciamento das embarcações que atuam em atividades turísticas comerciais na região com o objetivo de ordenar a visitação pública e garantir a segurança dos usuários e a conservação do meio ambiente. Os proprietários deverão apresentar a documentação completa das embarcações até o dia 11 de abril, na Sede Administrativa do PEIC, em Cananéia.
Qualquer proprietário de embarcação de turismo náutico poderá se cadastrar, desde que atenda a todos os critérios exigidos pelo credenciamento e participe da capacitação que será realizada pelo parque com o objetivo de tomar conhecimento das normas de visitação do local.
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A Riva 76 Perseo Coupé foi novamente premiada, agora, durante o Japan International Boat Show, como “Biggest Imported Yacht of 2016” no “Boat of the Year Japan Award”. A premiação foi concedida no último dia 2, durante a abertura do salão náutico, que teve encerramento no domingo, 5. A Riva participou do evento por meio da concessionária Lyu Company, que apresentou Aquariva Super e Iseo.
“Esta nova vitória para Riva 76′ Perseo nos enche de orgulho e satisfação”, comentou Stefano De Vivo, Diretor Comercial do Grupo Ferretti. “Com esta embarcação conseguimos um sucesso notável em todo o mundo, o que é prova de seu status como um ícone de estilo dentro da frota coupé. Receber um reconhecimento deste calibre num mercado extremamente seletivo e muito importante para a Riva confirma a apreciação que a marca tem recebido no Japão e no resto da Ásia, reforçada pela chegada iminente da primeira unidade do novo Riva 100′ Corsaro em Hong Kong.
Com 23,25 metros de comprimento, Riva 76 Perseo tem capacidade para 16 pessoas a bordo. Seu layout inclui três suítes duplas no convés inferior e plataforma principal com sofá, mesa para refeições, posto de comando, além de área de convivência na praça de popa e solários. Esportiva e elegante, o modelo conta com mais de 40 m² de superfícies envidraçadas. O amplo para-brisa foi pensado para possibilitar maior visibilidade. O deque espaçoso harmoniza com as linhas aerodinâmicas e garante privacidade e relaxamento. Pode ser equipada com motorização MAN V12 de 1800 hp.
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A dupla de velejadores do Iate Clube de Santa Catarina, Ricardo Halla e Marcela Mendes, confirmou o bicampeonato do Campeonato Sul-Brasileiro de Hobie Cat, disputado de quinta até sábado da última semana, em Florianópolis. A disputa foi definida apenas nas últimas regatas da competição com vantagem de apenas dois pontos dos catarinenses para a dupla paulista Felipe Frey e Geisa Frey.
Após começarem o evento com três vitórias, Ricardo e Marcela viram a diferença cair para apenas dois pontos após um dia quase perfeito dos paulistas na sexta. No último dia, Felipe e Geisa venceram a primeira regata, mas sofreram uma quebra na segunda penúltima regata do evento. Enquanto isso, a dupla do ICSC manteve a consistência durante todo o evento, com dois segundos e um 3º no sábado. João Kraemer e Daniele Capiotti (RS) fecharam o evento na 3ª posição.
“Jurerê sempre é bom. Vento nordeste todos os dias, o que proporcionou um campeonato bem disputado. Definimos apenas no final”, comentou Halla. “Tivemos um pouco de sorte no fim, pois a dupla e São Paulo quebrou na penúltima regata. Ganhar em casa é muito bom, essa não é a primeira vez que ganhamos aqui. Agora é focar no Brasileiro que vale vaga para o mundial”, comentou.
“A condição estava perfeita. Conseguimos velejar muito bem, além disso a gente conhecia bem a raia o que contribui bastante para o resultado”, comemorou Marcela Mendes, proeira do barco.
O último dia de regatas em Jurerê foi ainda melhor do que a quinta e sexta. O vento nordeste manteve-se firme, mas ganhando força, soprando entre 12 e 17 nós o dia todo. Com o título em Florianópolis, Ricardo Halla e Marcela Mendes repetem a campanha vitoriosa de 2016, quando terminaram a competição em primeiro lugar em Foz do Iguaçu.
Entre os Hobie Cat 14 só deu Santa Catarina no pódio. Após chegarem empatados ao último dia, Adam Mayerle e Henrique Gomes travaram um belo duelo pelo título, com vantagem final para Adam, que venceu duas das três regatas contra Henrique. Ao final, apenas um ponto separou os competidores. Eduardo da Silva completou o pódio.
A competição em Florianópolis reuniu vinte cinco embarcações, sendo catorze na classe Hobie Cat 16 e onze na Hobie Cat 14. O Campeonato Brasileiro de Hobie Cat será realizado entre os dias 10 e 18 de novembro, em Porto Alegre, no Clube dos Jangadeiros.
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Terça-feira de Carnaval, dia 28 de fevereiro, fim de tarde. Após um dia agradável de passeio na Enseada do Guarujá, um grupo de amigos retorna para a Marina Astúrias em uma lancha de recreio cabinada da marca Vega Boats, batizada de Dika Brothers. Uma das pessoas a bordo registra com uma câmera o pôr-do-sol, cujo reflexo se estende em um grande feixe a partir do horizonte, formando um conjunto harmônico com as águas calmas que banham essa parte do litoral sul paulista. Um belo espetáculo, enfim, que validava o registro. Pouco antes da entrada do Canal de Santos, porém, uma offshore cruza a esteira de uma embarcação de 50 pés que navegava quase em paralelo à lancha e invade o campo de enquadramento da câmera. O que está para acontecer parece improvável, mas se torna cada vez mais concreto à medida que a offshore avança, em alta velocidade, rumo à embarcação onde está esse grupo de amigos. E, então, abalroa-lhe o casco, no mínimo, danificando o guarda-mancebo, na altura da proa. Ouvem-se um grito e xingamentos. Atônitos, todos que estão a bordo perguntam-se o que aconteceu. “Como ele fez isso?”, questiona a autora do vídeo.
A aproximação da lancha Again, uma Ferretti 53.
A lancha Again se choca com a outra embarcação.
Uma das testemunhas do ocorrido (que voltava também do passeio, no entanto em outro barco, que vinha logo atrás da lancha abalroada) contou à reportagem de NÁUTICA que o comandante da offshore agiu de forma imprudente. “Ele tinha total ciência de que, se não tirasse a mão do manete, iria colidir com a lancha”, relatou. No vídeo, é possível ver que, após ter o curso de sua offshore desviado quando da passagem pela esteira do outro barco, o comandante até poderia tentar mudar o rumo, mas não o faz. O efeito, inclusive, é o oposto: mantendo forte aceleração, a offshore parece dirigir-se propositalmente em direção à lancha onde está o grupo de amigos.
Veja o vídeo na íntegra publicado no Facebook de Náutica.
Ainda de acordo com essa e outras testemunhas, que pediram anonimato, seguiu-se uma discussão entre os ocupantes dos dois barcos, na qual o comandante da offshore teria dito aos seus interlocutores que procurassem seus direitos. A discussão ganhou as redes sociais. O vídeo com toda a lastimável sequência do acidente foi publicado por NÁUTICA, no Facebook e no Instagram, gerando grande repercussão entre os leitores da revista. De maneira geral, as pessoas pedem que as autoridades tomem providências, no sentido de punir imprudências como esta e a fim de que fatos dessa natureza não voltem a ocorrer em nossas águas — clamor que tem total apoio de NÁUTICA.
Veja a repercussão entre os leitores da revista:
Uma das hipóteses para ocorrido teria a ver, justamente, com a “fama” do comandante em questão, dono de uma Ferretti 53 de cor laranja, com detalhes em preto, batizada de Again. Segundo afirmaram alguns leitores de NÁUTICA e frequentadores da região de Santos e Guarujá, ele costuma assustar navegadores, aproximando-se — sempre em alta velocidade — de outras embarcações, seja para “tirar uma fina”, seja para jogar água a bordo. Em qualquer um dos casos, frise-se, trata-se de atitude deplorável, mesmo porque coloca não só a vida dele como a de outras pessoas em risco. A propósito, houve quem lembrasse o acidente que vitimou Lars Grael, quando uma lancha invadiu a área da competição de que o iatista participava, em Vitória, no ano de 1998, decepando-lhe a perna direita.
Procurada pela equipe de NÁUTICA, a Capitania dos Portos de São Paulo, com sede em Santos, emitiu uma nota oficial à imprensa na noite desta segunda-feira (06). Leia, na íntegra.
MARINHA DO BRASIL COMANDO DO 8º DISTRITO NAVAL CAPITANIA DOS PORTOS DE SÃO PAULO NOTA À IMPRENSA A Marinha do Brasil (MB), por intermédio da Capitania dos Portos de São Paulo, informa que tomou conhecimento, no dia 28 de fevereiro, do abalroamento ocorrido entre as embarcações “DIKA BROTHERS” e “AGAIN”, próximo a Ilha das Palmas. Uma equipe de Peritos da Capitania dirigiu-se para as marinas onde se encontravam as embarcações. Foi realizada perícia nas lanchas, ouvidas testemunhas e confeccionado um laudo pericial. Do apurado, não houve vítimas ou poluição ambiental. Um inquérito administrativo foi instaurado para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.
NÁUTICA continuará apurando o caso e publicará o resultado do inquérito administrativo instaurado pela Marinha do Brasil. Enquanto o resultado não é divulgado, a lancha permanece lacrada pela Capitania dos Portos e impossibilitada de deixar a Marina Supmar, onde está abrigada.
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Que o Brasil tem inúmeros lugares paradisíacos ninguém duvida. E a prova disso é que, pela quarta vez consecutiva, a Baía do Sancho, em Fernando de Noronha, está entre as 10 melhores praias do mundo. Neste ano, a baía subiu de colocação e ocupa o primeiro lugar do ranking realizado pelo site TripAdvisor – um dos principais de turismo do mundo –, cujo prêmio Travellers’ Choice 2017 considera as melhores avaliações dos usuários nos últimos 12 meses.
A praia vem seguida da Grace Bay (Turks & Caicos) e da Eagle Beach, em Aruba. No ranking de faixas de areia paradisíacas e cobiçadas, ao redor do mundo, a Baía do Sancho aparece, ainda, ao lado de destinos como Grécia, Seychelles, Jamaica, França, entre outros. A Baía do Sancho é uma das praias de melhor acesso de toda a ilha de Fernando de Noronha, a pouco mais de 540 km de Recife, em Pernambuco.
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Não é só no Brasil que acontece esse tipo de acidente. Foram divulgadas nesta semana imagens de um iate de 34 metros afundando em Port d’Andratx, em Mallorca, na Espanha. Acredita-se que o incidente tenha ocorrido na manhã do sábado, 4, na marina, graças aos ventos fortes, que causaram danos ao casco.
Trata-se do Paradise, da marca Custom Line, uma das divisões do Grupo Ferretti. O modelo foi construído em 2003, com casco e superestrutura compostos, e era alimentado por dois motores MTU de 2 775 hp cada.
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Em um país tropical, lanchas de proa aberta têm presença garantida nos portfólios dos principais estaleiros. Para quem só faz passeios curtos, isso implica num melhor aproveitamento do cockpit (onde se passa a maior parte do tempo a bordo). Mas imagine uma lancha de proa aberta de 36 pés, mas equipada com uma pequena cabine sob o convés, com duas camas de casal e um banheiro… Pois ela existe: é a Coral 36A.
O estaleiro pioneiro nesse tipo incomum de embarcação é o Coral, do Rio, que, no ano passado, lançou o maior exemplar da sua linha de produção com este arranjo, a partir da antiga Coral 34A. Além dos dois pés a mais na plataforma de ré, a lancha traz como novidade um banco reclinável na popa. Você pode conferir o teste completo do modelo na edição do mês de Náutica, que ainda está nas principais bancas e livrarias de todo o país.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Dubai International Boat Show 2017 terminou no último sábado, dia 4, e apresentou grandes novidades do setor náutico mundial. Entre elas, está o novo megaiate da Oceanco. Com 120 metros de comprimento, Amara – como foi nomeado – acomoda até 20 convidados e conta com bar na piscina, varandas abertas e amplas áreas de entretenimento, incluindo até mesmo um cinema com capacidade para receber 16 pessoas. Tudo isto no convés principal. No convés superior, fica a ampla suíte do proprietário, com piscina privativa. A área tem, ainda, espaço de jantar ao ar livre para 20 pessoas na plataforma de popa. O modelo foi projetado em parceria com Sam Sorgiovanni Designs.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A 18ª edição da tradicional Regata Ilha de Caras Revista Náutica acontece no próximo sábado, dia 11, com a participação das classes ORC, IRC, BRA RGS, APS, CRUZEIRO, MULTICASCO E FEMININO, em Angra dos Reis.
As inscrições terminam nesta segunda-feira, 6, mas ainda dá tempo de você garantir a sua participação! Acesse já o link oficial do evento e cadastre-se! O valor é de R$ 140, por tripulante. Como de costume, após a regata, os participantes desfrutarão de uma animada feijoada da Ilha de Caras.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Os velejadores Geison Mendes e Gustavo Thiesen venceram o Campeonato Sul-americano da classe 470 que teve encerramento neste domingo, 5, no Veleiros do Sul, em Porto Alegre. Em segundo lugar, ficaram os cariocas Henrique Haddad e Breno Abdulklech e, em terceiro na colocação geral e em primeiro na categoria feminina, as gaúchas olímpicas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan. E na categoria júnior os campeões foram os argentinos Agustin Romero e Fermin Jacobs. Veja a classificação completa aqui.
A dupla campeã do Veleiros do Sul (Navegação Aliança/Honda Via Porto) nem correu a última regata porque já estava com o título garantido por antecipação e também o tetracampeonato: 2013, 2014, 2015 e 2017.
“Nós optamos por não correr a última regata porque o vento estava muito forte e queríamos preservar as velas e descansarmos um pouco. Hoje, a dupla do Rio de Janeiro procurou nos marcar na raia, o que é normal numa disputa, mas conseguimos velejar melhor porque taticamente fizemos tudo certo”, comentou o timoneiro Geison Mendes, 29 anos. Das oito regatas que eles participaram, ficaram em primeiro lugar em cinco. Ao chegarem no pátio do clube Geison e Gustavo receberam muitos parabéns e o carinho em forma de festa pelas crianças da flotilha de Optimist.
Os velejadores nem terão um tempo de pausa para comemorações porque nesta segunda-feira, 6, começa outro desafio para eles: as regatas da Copa Brasil de Vela, em Porto Alegre, que definirá a Equipe Brasileira de Vela 2017 que iniciará o ciclo dos Jogos de Tóquio 2020.
O último dia do Sul-americano teve chuva na raia antes da largada da primeira das três regatas realizadas na raia de Ipanema. Com a entrada da frente fria, após a chuva, o vento veio de direção sul e com rajadas de até 23 nós de intensidade. O que provocou ondas mais fortes no Guaíba. O Sul-americano teve a participação de 13 tripulações do Brasil, Argentina e Equador.
A entrega de prêmios foi realizada no início da noite no salão social liderada pelo Comodoro Eduardo Ribas e acompanhado pelos vice-comodoros. Ribas falou o evento e parabenizou todos os competidores, destacando o esforço da timoneira medalha de bronze em Pequim, Fernanda Oliveira, que correu o campeonato grávida de cinco meses.
Os troféus foram entregues por Alexandre Saldanha, representando a CBVela, Manuel Pereira, Comodoro do Clube dos Jangadeiros, vice-presidente do Conselho Deliberativo do VDS, Eduardo Scheiddeger Jr., Diego Quevedo, vice-comodoro esportivo do VDS e Carlos Henrique de Lorenzi, da Fevers.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Campeonato Sul-americano da classe 470 teve início nesta quinta-feira, 2, no Veleiros do Sul, em Porto Alegre, com a participação de 13 barcos do Brasil, Argentina e Equador. O primeiro dia de disputa foi promissor para os velejadores locais que tiveram bom desempenho nas três regatas realizadas na raia do Guaíba.
A dupla Geison Mendes e Gustavo Thiesen fez as colocações 2º + 1º + 1º, e começou o campeonato na liderança. Em segundo lugar, vem outra dupla de Porto Alegre, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan. E, no terceiro lugar, estão os cariocas Henrique Haddad e Breno Abdulklech.
As condições de vento foram variadas, a competição iniciou com intensidade fraca de noroeste e no final da tarde aumentou um pouco a velocidade, com a direção sudoeste.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Brunswick do Brasil, que conta com fábrica em Joinville, Santa Catarina (subsidiária da Brunswick Boat Group EUA), comemora os resultados da participação na 20ª edição do Miami International Boat Show, que aconteceu em fevereiro.
Segundo a empresa, as vendas consolidadas no salão de Miami atingiram cerca de U$ 4 milhões, com 40 barcos. Os novos clientes que optaram por modelos de 16 a 35 pés são compradores da América Latina. Os principais endereços das encomendas logo chegarão em países como: Paraguai, Uruguai, Argentina, Peru, República Dominicana, Panamá e Guatemala.
“Este resultado é essencial para alcançar a meta de 25% nas exportações da fábrica catarinense”, revela Reinaldo Maykot, Diretor Geral da Brunswick do Brasil. “Em 2017, parte de nossa estratégia empresarial está voltada para as exportações, prevemos aumentar as vendas para países da América Latina em mais de 100 embarcações, além destas já comercializadas”, complementa Maykot.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Dubai International Boat Show 2017 começou no dia 28 de fevereiro e vai até este sábado, 4. O salão náutico reúne na Dubai International Marine Club, Mina Seyahi, grandes destaques e lançamentos mundiais. Entre as empresas expositoras do salão náutico, estão Amels, Aston Martin Dubai, Azimut-Benetti, Baglietto, CRN Yachts, Feadship, Ferretti, Fincantieri Yachts, Heesen, Oceanco, Seakeeper, entre outras.
Os ingressos podem ser adquiridos pelo site oficial do evento, no valor de 60 AED (moeda local), o que equivale a cerca de R$ 51.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Ringepresa de Guarapiranga (Clube de Campo São Paulo) recebe neste fim de semana, dias 4 e 5 de março, a segunda etapa da Copa Paulista, aberta aos veleiros das classes Multicascos Tornado, Nacra 17 ou 20, A-Class, Super Cat 17, HC21, HC16, HC14, TomCat Race; e Monocascos HPE 25, O590, FD, Star, Lightn, Finn, Snipe, MT19, Flash 16.5, Day Sailer, Poli 19, Olímpico, 49er, 29er, 470, 420, Laser (Std, Radial e 4.7), além das Classes Optimist e Dingue.
As inscrições deverão ser realizadas anteriormente à disputa de cada uma das etapas, via internet.
Programação da 2ª Etapa:
Sábado (4/3)
• 11:00 às 11:15 – Premiação da etapa anterior, acompanhada de palestras das coordenadorias de classe, exibição de fotos e vídeos das regatas, sorteio de brindes
• 11:15 às 12:30 – brunch completo incluso na inscrição
• 14:00 – “COPINHA” dos Optimists e Dingues (entre raias 2 e 3);
• 14:00 – Regatas do Dia para as Demais Classes Convidadas (raias 2 e 3); Domingo (5/3)
• 13:00 – “COPINHA” dos Optimists e Dingues (entre raias 2 e 3);
• 13:00 – Regatas do Dia para as Demais Classes Convidadas (raias 2 e 3)
• Sinal de atenção – 13:00 horas.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
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