Fibrafort inaugura revenda em Porto Rico, no Paraná

Por: Redação -
22/12/2016

A cidade paranaense de Porto Rico, às margens do trecho mais lindo do Rio Paraná, onde há águas limpas, prainhas convidativas e muitas ilhas, acaba de ganhar uma representante oficial do estaleiro catarinense Fibrafort. A loja Rio Náutica, na rua Pioneiro João Mangialargo 274, no centro da cidade, é de propriedade de Saú Rodrigues e terá meia dúzia de lanchas expostas. A Rio Náutica também oferecerá produtos da marca BRP.

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    Campanha do São Paulo Boat Show 2016 é destaque no Ads of the World

    Por: Redação -

    A campanha publicitária do São Paulo Boat Show 2016, que aconteceu em outubro do ano passado, ganhou, recentemente, importante destaque no Ads Of The World — portal em formato colaborativo que funciona como vitrine para as mais criativas campanhas ao redor do mundo. Idealizada pela agência BigBee, a campanha marcou um novo direcionamento na comunicação do maior salão náutico indoor da América Latina, que, em sua 19ª edição, foi realizado em um novo espaço, o São Paulo Expo, e contou com 100 expositores e 36 mil visitantes.

    Veja a campanha do São Paulo Boat Show 2016 exposta na galeria da Ads Of The World.

    Pensada em tom poético e intitulada “As Novas Lendas do Mundo Náutico”, a campanha lançou um olhar inédito sobre o setor (mais cuidadoso visualmente e em conteúdo), agregando, dessa forma, o devido valor ao evento e aos negócios por ele gerados. Para conceber essa campanha e trazer à tona o glamour, a grandiosidade e a essência do salão náutico paulista, a campanha mergulhou em referências históricas e a mitologia grega, revisitando a Odisseia de Homero e o retorno dos gregos de Troia para a Grécia, de onde extraiu a beleza encantadora das sereias. “Nossas sereias conquistaram os olhares do mundo inteiro”, enaltece o organizador do evento, Ernani Paciornik, presidente do Grupo NÁUTICA.

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      Projeto de submarino promete chegar aos 11 nós quando submerso

      A empresa holandesa Ortega Submersibles está com um novo – e revolucionário – projeto de submarino. O Ortega Mk. 1C navega tanto na superfície quanto embaixo d’água, chegando a uma velocidade de até 11 nós, quando submerso. O modelo tem capacidade para levar até três pessoas, é alimentado por dois motores elétricos e todos os equipamentos de bordo suportam profundidades de até 95 metros em baixo d’água.

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      Foto: Divulgação

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        Tedesco Marina comemora 10 anos e inaugura Atracadouro Barra Sul

        Por: Redação -

        A Tedesco Marina, em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, comemorou seus 10 anos de atividade e inaugurou oficialmente o Atracadouro Barra Sul no último dia 16. Na ocasião, Júlio Tedesco reuniu amigos em uma bela festa na marina.

        O atracadouro tem capacidade para atracar 36 iates de grande porte, bem como infraestrutura para embarque e desembarque de turistas trazidos por tenders de navios de cruzeiro, estes atracados no porto natural a cerca de um quilômetro do Molhe da Barra Sul.

        Confira algumas imagens do evento:

        Fotos: JU JP

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          Trailer Veuve Clicquot terá serviço de entrega nos barcos em Angra

          Por: Redação -
          21/12/2016

          A criatividade da Maison Veuve Clicquot chega ao FRAD.E, empreendimento de luxo em Angra dos Reis, no formato Clicquot Yellow Trailer, uma inovação “repleta de brasilidade” para os admiradores da marca de champagne. Um charmoso trailer personalizado na cor símbolo da marca funcionará como um bar trendy com serviço especial de Veuve Clicquot.

          O trailer promete ser o hotspot do Verão Fradíssimo, extensa programação de eventos e ações de verão FRAD.E. Um audacioso bar no verdadeiro clima do verão carioca: ao redor, muitos itens que acabam de chegar da França, como champagneiras, mesinhas, espreguiçadeiras e ombrelones. No trailer, os hóspedes poderão consumir Veuve Clicquot Brut em taça (R$ 67) e em garrafa (R$ 335) e também os novos champagnes da Maison, Clicquot Rich Blanc (taça R$ 80/garrafa R$ 400) e Clicquot Rich Rosé (taça R$ 87/garrafa R$ 435), os primeiros champagnes do mundo criados para serem consumidos em formato de drinks. Para este tipo de champagne, o hóspede poderá escolher entre os drinks com limão, laranja, hortelã e abacaxi.

          O trailer também trará um serviço especial: a entrega de garrafas ou caixas do champagne via concierge aos hóspedes e aos barcos ancorados na Costa Verde. Para solicitar a bebida, basta ligar para o número (24) 3369-9535 ou (24) 98865-4591. O Clicquot Yellow Trailer ficará no FRAD.E do dia 26 de dezembro ao dia 2 de março.

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            Marina Itajaí e Marina Beach Towers firmam acordo para uso de vagas

            Por: Redação -

            A Marina Itajaí, no município catarinense com o mesmo nome, inovou com diferenciais aos seus clientes navegadores. A diretoria do complexo náutico acaba de anunciar acordo firmado com Marina Beach Towers, através da Construtora Mendes Sibara, que permite o acesso dos seus clientes para embarque e desembarque na cidade vizinha de Balneário Camboriú. Por outro lado, moradores também passam a ter vantagens na Marina Itajaí e podem usufruir de vaga para embarque e desembarque, além de tarifário diferenciado para pernoite e outros serviços de manutenção, que podem chegar a 50% de desconto.

            “Oferecer facilidades de acesso a Balneário Camboriú, local onde nossos clientes geralmente têm uma segunda residência ou costumam frequentar, é algo que completa a qualidade exigida pelo nosso público além de abrir oportunidades para novos negócios”, assegura o diretor náutico da Marina Itajaí, Carlos Oliveira.

            “Agora, os clientes da Marina Itajaí podem pedir para que o marinheiro, por exemplo, busque e faça a atracação de seu barco na cidade de Balneário Camboriú. Além disso, continuarão contando com a eficiência e o profissionalismo dos serviços náuticos prestados na região com um preço competitivo,” explica Carlos.

            A diretora comercial da Mendes Sibara, Nathalia Mendes, diz que o interesse pelos serviços náuticos da construtora, através do empreendimento com marina, tem crescido. Por isso, anuncia que para o próximo ano deverão lançar a segunda torre do empreendimento Marina Beach Tower. “Hoje, dos 53 apartamentos, temos mais de 30 embarcações residentes e na temporada ainda haverá serviços de charter,” constata Nathalia.

            “O anúncio de parceria com a Marina Itajaí e vantagens de custo foi recebido de forma muito positiva. Agregamos atrativos e trouxemos benefícios aos clientes tanto da construtora quanto da própria marina”, complementa.

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              Intech Boating atinge metas e projeta novas ações para 2017

              Por: Redação -
              20/12/2016

              O estaleiro catarinense Intech Boating, fabricante dos modelos Sessa Marine para o Brasil e América do Sul, alcançou seus objetivos no ano de 2016. A meta de faturamento determinada atingiu os 110% para o ano de 2017, mantendo a estabilidade financeira da empresa, mesmo em um período de mercado adverso. Além disso, foi possível manter o número dos postos de trabalhos na fábrica, ponto positivo diante do cenário atual.

              Várias ações planejadas e executadas nestes dois últimos anos de crise foram efetivas e plenamente atingidas, além das metas de contenção de custos, houve melhoria dos procedimentos na engenharia de produção da linha e otimização dos recursos. O estaleiro destaca também a colaboração de seus parceiros, que renovaram e fortaleceram a relação e os vínculos comerciais, o que facilitou o alcance das metas para 2016.

              Outro fator de extrema importância na manutenção da estabilidade e saúde do estaleiro foi o empenho do time de colaboradores, que sem a responsabilidade e comprometimento com a marca e o negócio, não seria possível fechar o ano com tranquilidade. “Continuamos trabalhando sério e empenhados, mantendo o otimismo e focados em oferecer um produto à altura dos nossos clientes: únicos, inteligentes, com ótimo desempenho e equilíbrio, produtos duráveis com baixo custo de manutenção e construídos com o que há de melhor.  Em fevereiro a Intech completa 10 anos e para 2017 torcemos por estabilidade política e econômica para retomar o crescimento”, afirmou Jose A. Galizio Neto, presidente da Intech Boating.

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              O ano de 2016 também foi marcado pela modernização dos modelos já produzidos no Brasil, além do lançamento do modelo 2017 da Sessa C40, o melhor produto do seguimento, durante o São Paulo Boat Show. Já com 6 unidades vendidas em apenas 2 meses, o novo modelo vem sendo um sucesso, com ótima aceitação pelo mercado.

              A Intech Boating também fecha o ano renovando a parceria com a Sessa Marine Itália, para o desenvolvimento de novos produtos e o lançamento de uma nova linha de lanchas a partir de 2017. “Estamos empenhados em continuar fazendo o nosso melhor e torcendo para que o país retome sua credibilidade e que as Instituições se entendam, propiciando um ambiente favorável para retomada do mercado náutico”, concluiu Neto.

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                Triton Group reúne mais de 200 colaboradores em evento no Paraná

                Por: Redação -

                O Triton Group – fusão do estaleiro Way Brasil com o distribuidor BOAT SP – aproveitou o último sábado, 17, para reunir mais de 200 colaboradores, familiares e representantes comerciais das marcas Triton Yachts, Fishing Raptor e Armatti Yachts na fábrica em São José dos Pinhais, no Paraná. Na ocasião, os presentes puderam conhecer de perto os recentes lançamentos do grupo, como a Triton 440 Fly e a Armatti 350 Gran Cabrio. Também esteve disponível para visitação o modelo voltado para pesca oceânica e lazer: a Fishing 340WA, da Fishing Raptor.

                “Este foi um ano de grande evolução para o estaleiro. Anunciamos a fusão da Way Brasil com a BOAT SP em outubro desse ano e nos tornamos um Grupo: forte e bem posicionado no mercado náutico nacional. Além de novidades na nossa linha de sucesso Triton Yachts, incorporamos a renomada Fishing Raptor e lançamos a moderna e esportiva Armatti Yachts. Com isso, passamos a oferecer uma grande gama de produtos náuticos de lazer e pesca oceânica. Comemoramos também a grande aceitação do mercado pelos modelos da marca, graças ao investimento constante em qualidade, à dedicação de nossa equipe e foco em satisfação de nossos clientes. Temos a previsão para o próximo ano de aumentar 50% em produção de embarcações”, destacou aos presentes um dos diretores do Triton Group José Maria Cechelero Jr.

                 

                 

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                  Volvo Penta oferece check-up grátis para motores e propulsores

                  Por: Redação -

                  A Volvo Penta acaba de anunciar uma nova promoção para seus clientes: Check-up Grátis! A campanha é válida para todos os motores e propulsores, incluindo modelos mais antigos. Como funciona? Basta preencher um rápido formulário com os seus dados para solicitar o check-up gratuito do seu motor ou propulsor Volvo Penta. O Check-up compreende apenas Produtos Volvo Penta (Instrumentos, Motores e propulsões). Não inclui outras partes/peças da embarcação. Após receber a solicitação, a Volvo Penta entrará em contato para confirmar o agendamento. A promoção é valida até o dia 28/02/17.

                  A realização do check-up grátis é uma cortesia pontual da Volvo Penta para seus clientes, que engloba apenas a inspeção do(s) motor(es) e transmissão(ões) da marca. Não inclui inspeção completa da embarcação nem custos adicionais de deslocamento do Centro Autorizado à embarcação, pedágios, Travel Lift, diárias de marinas, hotéis, entre outros. Esses valores devem ser negociados previamente entre cliente e Centro Autorizado.

                  Além disso, a realização do check-up grátis não transfere ou compartilha com a Volvo Penta e/ou Centro Autorizado a responsabilidade sobre eventuais casos de falhas posteriores no motor, transmissão ou embarcação. Também não isenta o cliente da necessidade de realização das manutenções preventivas, de acordo com os intervalos determinados no Manual de Garantia do produto. Caso seja detectado algum desvio durante a inspeção, o cliente será informado e eventuais orçamentos de peças e serviços podem sofrer alterações de preço após seu período de vigência.

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                    No Reino Unido, uma escola para capitães usa navios em miniatura

                    Por: Redação -

                    Existe um grupo de construtores de barcos que, apesar de não ser dono de estaleiro algum, constrói incríveis embarcações. É o caso da Ship Handling Centre, da Warsash Academy, do Reino Unido, uma escola especialista na criação de navios em miniatura, usados por aspirantes a comandantes que desejam aliar a teoria com a prática no comando dessas embarcações gigantes, mas que não têm um navio em tamanho real para isso. A escola realiza treinamentos com futuros comandantes, práticos e oficiais em réplicas feitas em escala reduzida (16 ou 24 vezes menores) de cargueiros, petroleiros, graneleiros e porta-contêineres, preservando as características das embarcações originais.

                    Nas manobras de atracação, fundeio e entrada em canais, os pequenos cargueiros, petroleiros e porta-contêineres reagem como as embarcações gigantes que representam, em escala reduzida
                    Nas manobras de atracação, fundeio e entrada em canais, os pequenos cargueiros, petroleiros e porta-contêineres reagem como as embarcações gigantes que representam, em escala reduzida

                    O mais incrível é o grau de realismo alcançado com o uso desses mininavios. Alguns deles possuem propulsores laterais, âncora, rádio vhf, além de todos os controles básicos que os navios de verdade têm. Com isso, conseguem representar o mais realisticamente possível manobras de atracação, desatracação, fundeio e entrada em canais. Ao mesmo tempo, é possível testar as habilidades emocionais dos operadores em situações de emergência e realizar testes sem o risco óbvio de ocorrer um grave acidente. Pelo menos é o que garante a Ship Handling.

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                      Clube gaúcho Jangadeiros aposta no futuro olímpico

                      Por: Redação -
                      19/12/2016

                      Neste domingo (18), o clube gaúcho Jangadeiros formalizou o batismo de 26 novos barcos Far East, de última geração, que serão uados para preparar jovens atletas da classe Optmist. Os velejadores, acompanhados de seus padrinhos e madrinhas, estouraram espumantes nos monotipos, identificados com os nomes dos rios do Rio Grande do Sul. Até o final do ano, mais nove monotipos devem chegar ao clube, seis para a classe 29er e outros três para a Laser.

                      Para o comodoro do clube, Manuel Ruttkay Perra, é um momento de celebrar todo o empenho daqueles que possibilitaram essa conquista, principalmente do vice-comodoro Esportivo e multicampeão, Alexandre Paradeda. Conforme lembrou Manuel Pereira, o Jangadeiros obteve o primeiro lugar entre todos os clubes esportivos do Brasil que se candidataram a receber recursos da CBC. “Isso nos deu confiança para novos projetos. Inclusive, já temos mais um aprovado. Dessa vez, não para obter material, mas sim professores para a nossa Escola de Vela Barra Limpa (EVBL)”, destacou.

                      Na sequência, os monotipos foram levados até o Guaíba pela primeira vez, para a disputa de uma regata comemorativa. Para Atila Pellin, treinador da Flotilha da Jangada e também técnico da Confederação Brasileira de Vela, a Escola de Vela do Jangadeiros, com 40 anos, já era um dos mais conceituados centros formadores de atletas náuticos do Brasil. Com os equipamentos recém-chegados, alcança um novo patamar, consolidando-se entre as cinco melhores do Brasil, com um apoio técnico que nem muitos países europeus oferecem.

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                      “Ter um equipamento novo como esse dá ainda mais vontade de treinar e competir”, afirmou Lorenzo Balestrin, responsável pelo Optimist chamado Pelotas. Já Teresa Severo (que irá velejar no Ibicuí) garantiu que vai cuidar do material com muito amor, para que ele possa ser usado ainda por outras gerações.

                      Para finalizar, o Comodoro deixou uma mensagem de incentivo e confiança aos pequenos. “Hoje o João Emilio Vasconcellos, atual campeão brasileiro de Laser Radial, não pode estar aqui conosco porque representa não só o CDJ, mas também o Brasil, na Copa Mundial da Juventude, realizada na Nova Zelândia. Ele começou aqui, no Optimist, assim como cada um que agora batiza seu barco. Imaginem o que vocês podem fazer com toda essa estrutura e suporte”, encerrou.

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                        Nautiway lança novo jet Yamaha GP1800 em Porto Alegre

                        Por: Redação -

                        A loja Nautiway Motoryama reuniu na noite da última sexta-feira, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, clientes e amigos para apresentar o novo jet Yamaha GP 1800. Segundo Rogério Schröder, diretor da Nautiway, os engenheiros da Yamaha construíram um novo jet com a união do DNA da marca com a experiência de grandes pilotos internacionais. “O novo GP 1800 tem aceleração rápida. Até os mais experientes pilotos vão gostar. Faz curvas rápidas e com precisão. Até parece estar preso a trilhos”, explica. O novo jet tem motor com 1800 cilindradas e, segundo a Yamaha, é o maior motor produzido para jets no mercado.

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                          Ventura 450 estreia nas águas de Escarpas do Lago, em Minas

                          Por: Redação -
                          17/12/2016

                          O estaleiro mineiro Ventura Marine, que já confirmou presença no Rio Boat Show 2017, na Marina da Gloria, entre os dias 5 e 11 de abril, acaba de estrear seu maior modelo: Ventura 450. A nova e bonita lancha, equipada com flybridge e grande plataforma de popa, deve ser um dos destaques da marca no salão náutico do Rio.

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                            Grupo Tedesco inaugura atracadouro que poderá até receber navios

                            Por: Redação -
                            16/12/2016

                            A cidade de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, começa a receber passageiros nacionais e estrangeiros de navios de cruzeiro a partir do início de 2017. O Atracadouro Barra Sul, que será inaugurado oficialmente nesta sexta (16), terá capacidade para atracar 36 iates de grande porte, bem como infraestrutura para embarque e desembarque de turistas trazidos por tenders de navios de cruzeiro, estes atracados no porto natural a cerca de um quilômetro do Molhe da Barra Sul.

                            “O empreendimento cria um novo atrativo turístico e infraestrutura adequada para receber visitantes do Brasil e exterior, aumentando significativamente o fluxo de turistas e aquecendo a economia regional, além de qualificar e projetar Santa Catarina e Balneário Camboriú no cenário náutico mundial”, pontua Júlio André Ruas Tedesco, presidente do Grupo Tedesco e sócio da Bontur Bondinhos Aéreos, empresas que assinam a implantação do Atracadouro Barra Sul.

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                            O Atracadouro Barra Sul possui área coberta, subestação de energia, iluminação, banheiros e, para os barcos de passeio, toda a prestação de serviços da Tedesco Marina Garden Plaza. Destaque para os atenuadores de ondas, uma estrutura semi-submersa de tecnologia espanhola, composta de polietileno de alta densidade, que exerce a função de sinalizar o canal e reduzir a potência das ondas.

                            Outros dispositivos implantados são as seis boias sinalizadoras, utilizadas para demarcação da entrada do canal. Possuem sistema de energia solar, piscando durante a noite e foram produzidas nas cores verde e vermelho, conforme normas da Marinha do Brasil. Essas boias devem auxiliar tanto os barcos que irão até o Atracadouro Barra Sul, como também todas as embarcações, pois devem acessar este canal com mais segurança. Os flutuantes de concreto, trazidos de Paraty (RJ), são mais uma estrutura instalada no Atracadouro, servindo como passarela para embarcações, embarque e desembarque de passageiros.

                             

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                              Fibrafort comemora 30ª unidade entregue da F400 Gran Coupé

                              Por: Redação -
                              15/12/2016

                              Na tarde desta quinta (15), a equipe do estaleiro catarinense Fibrafort, uma das marcas confirmadas no Rio Boat Show 2017, que acontecerá na Marina da Glória, de 5 a 11 de abril, entregou a 30ª unidade da lancha F400 Gran Coupé, embarcação testada pela revista Náutica em junho deste ano (veja mais). O barco foi entregue na marina Itajaí, em Santa Catarina, ao proprietário Diórgenes Marcelo Carandina, ex-dono de um modelo Focker 270. “Estamos encerrando o ano satisfeitos com os resultados da F400 Gran Coupé. Continuaremos guiando nossos esforços para que ela continue conquistando espaço no mercado nacional e internacional”, disse Márcio Ferreira, presidente da marca.

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                                Livro Transatlânticos no Brasil remonta mais de 100 anos de navegação no país

                                Por: Redação -

                                O mais novo livro da Capivara Editora, Transatlânticos no Brasil, traz em seus 12 capítulos a história das grandes embarcações nos portos do país, desde a instalação da primeira linha regular entre a Europa e o Brasil, aberta pela companhia inglesa Mala Real Inglesa, em 1851, até o declínio do transporte marítimo de passageiros no final da década de 1960, com a popularização da aviação comercial.

                                O livro aborda, principalmente, as grandes linhas europeias e norte-americanas de transporte de passageiros, emigrantes e turistas, em busca de diversão ou de um futuro melhor no Brasil. A obra mostra a atuação das principais companhias marítimas com seus grandes navios nos portos brasileiros.

                                Com textos de Carlos Cornejo e Ana Luisa Martins, o livro bilíngue (português/inglês) traz 400 imagens que reconstituem a navegação marítima no país da época. São fotografias, mapas, cartazes publicitários, além de artigos de memorabilia, como cartões-postais, bandeiras e etiquetas de bagagem.

                                “A navegação transatlântica marcou uma época áurea da nossa história. O desfile daqueles palácios flutuantes viajando entre o Velho e o Novo Mundo foi um espetáculo digno de guardar-se na memória. Aqueles imponentes navios transatlânticos, então o único modo de viajar de um continente a outro, eram os soberanos dos mares, concorrendo entre si em tamanho, charme e velocidade”, ressalta Carlos Cornejo, autor de outros livros sobre temática marítima, no prefácio da obra.

                                A obra já está à venda e custa R$ 85.

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                                  Primeira festa da Conceição dos Mares reuniu cerca de 100 embarcações na Bahia

                                  A Baía de Todos os Santos teve um feriado de Nossa Senhora da Conceição agitado. No último dia 8, a primeira edição da festa náutica Conceição dos Mares reuniu, aproximadamente, 100 embarcações em frente ao Solar do Unhão, em Salvador. Animado pela banda Negra Cor, o evento foi organizado pela Trimar Eventos Náuticos, com apoio da Flotilha Lanchas Bahia e da Turma do Mar. A próxima edição da festa já está prevista para 2017, na mesma data.

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                                  Foto: Divulgação

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                                    A última reunião do ano dos integrantes do Fórum Náutico Paulista, realizada nesta quarta (14), na Secretaria de Energia e Mineração, em São Paulo, trouxe novidades importantes para o setor náutico.

                                    Segundo Carlos Brancante, coordenador da Câmara de Navegação do Fórum Náutico Paulista, a Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha aprovou a criação de um cadastro dos despachantes navais especializados em barcos de lazer junto a Capitania dos Portos de São Paulo em Santos. Com isso, espera-se que estes profissionais qualificados possam entregar na Capitania dos Portos em Santos os devidos processos dentro do padrão exigido pela instituição militar, o que deve diminuir o tempo no desenlace dos mesmos. Além disso, Brancante informou também que as escolas náuticas estão criando uma associação da categoria em São Paulo, para assim poder responder oficialmente pelo setor.

                                    O Fórum Náutico Paulista também anunciou outras duas resoluções. A primeira é que as provas para habilitação marítima, que, atualmente, só ocorrem em Santos, estarão disponíveis também em São Paulo, cidade com o maior número de candidatos à carteira de navegação amadora. E, por fim, que, partir de fevereiro, deverá estar implantado em São Paulo o sistema de cadastramento eletrônico da Marinha em Santos, o que deverá contribuir para diminuir as odiadas filas na Capitania em Santos.

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                                      14/12/2016

                                      Durante reunião do Fórum Náutico Paulista, que aconteceu nesta quarta-feira (07), em São Paulo, os membros do grupo de trabalho formalizaram os especificações do programa “Meu Primeiro Barco”, que visa fomentar a indústria náutica em São Paulo. O projeto, apresentado no encontro por Marcio Dottori, diretor técnico de NÁUTICA, prevê o lançamento de uma embarcação totalmente desenvolvida no Estado de São Paulo, especialmente desenhado para quem está começando a navegar. Veja abaixo alguns parâmetros já definidos:

                                      Objetivo: fomentar a indústria náutica de lazer no estado, incentivando o projeto e a construção de um barco a motor ou a vela em São Paulo, com casco e equipamentos, exceto a motorização, fornecidos por empresas paulistas. Esta embarcação deve transportar, no mínimo, cinco adultos (375 kg) e ter um arranjo que possibilite o uso em passeios, pesca, mergulho e esqui/wakeboard (exceto veleiros), custando, pronta para navegar, até R$ 65 mil.

                                      • Comprimento
                                        1. Alumínio e fibra de vidro, entre 5,0 e 6 m  (16 e 20 pés), do bico de proa ao espelho de popa.
                                        2. Inflável, entre 4,5 e 6 m (15 a 20 pés), do bico de proa a extremidade de ré dos tubulões infláveis. O comprimento dos tubulões infláveis, a partir do espelho de popa para trás, não deve ultrapassar a extremidade traseira do motor de popa.
                                        3. Polietileno rotomoldado, entre 4,5 e 6 m (15 a 20 pés), do bico de proa ao espelho de popa.
                                      • Boca mínima na linha d’água: 1,70 m.
                                      • Peso máximo: 700 kg, incluindo a carreta rodoviária.
                                      • Potência
                                        1. Alumínio e lancha de fibra: entre 60 e 90 hp.
                                        2. Inflável: entre 50 e 90 hp.
                                        3. Polietileno rotomoldado: entre 50 e 90 hp.
                                        4. Veleiro: entre 2 e 15 hp.
                                      • Tipo de motor (exceto para veleiros): elétrico ou a combustão, sendo que, neste caso, obrigatoriamente o propulsor, no caso de popa (fora da borda), deve ser dois tempos com injeção direta de combustível ou quatro tempos, todos com classificação ambiental mínima de duas estrelas, no caso de motorização a gasolina.
                                      • Área de navegação: águas parcialmente abrigadas, como rios, lagos, represas, baías, enseadas e canais. Deve resistir as pequenas ondas geradas por ventos de até 16 nós (30 km/h), correspondente a Força 4 na Escala Beaufort.
                                      • Segurança: flutuabilidade positiva, o que significa que o barco não pode afundar, mesmo totalmente alagado. Desejável manter a posição normal de navegação, se alagado.
                                      • Equipamentos:
                                        1. material de salvatagem: composto de coletes salva-vidas, boia circular salva-vidas com 20 metros de cabo flutuante, extintor de incêndio ABC de 1 kg e âncora com 3 metros de corrente de 6 mm (galvanizada a fogo) e 40 metros de cabo de náilon ou de poliéster, com diâmetro mínimo de 12 mm.
                                        2. carreta: do tipo rodoviária, metálica ou de madeira.
                                        3. capota: de tecido, do tipo escamoteável.
                                        4. acessórios obrigatórios: bateria, chave geral, luzes de navegação, bomba de porão com dispositivo de acionamento automático, duas defensas com no mínimo 30 cm de comprimento, duas espias de náilon ou de poliéster (com 12 mm de diâmetro e 5 metros de comprimento cada), bússola, escada de popa retrátil, dois cunhos na proa, dois cunhos na popa, olhal (alça) para reboque na proa, dois olhais para reboque na popa e olhal para amarrar o final do cabo da âncora no respectivo paiol. Cunhos e olhais, de aço inox, alumínio ou plástico reforçado (no caso de barcos de fibra de vidro ou de polietileno rotomoldado), devem ter arruelas metálicas largas ou, de preferência, chapas metálicas internas para suportar os esforços aplicados nestes amarradores.

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                                        Por: Redação -

                                        O feng shui — técnica chinesa de harmonização de ambientes segundo a qual a energia dos habitantes de um local está relacionada à disposição de seus móveis e objetos — também pode beneficiar lanchas, iates e veleiros. Para isso, na hora de decorar, personalizar ou customizar seu barco, basta estabelecer uma relação yin/yang — a chave da saúde e da felicidade. Segundo os orientais, yin e yang são polos opostos de uma energia chamada Qi (pronuncia-se tchi), que está presente em tudo no universo.

                                        Saúde, por este ponto de vista, é a energia interna do organismo equilibrada e em harmonia com as energias do ambiente. Alguém com muito yang, por exemplo, será agitado; muito yin, porém, leva a estados de desanimo. Da mesma forma, o feng shui busca equilibrar as energias positivas e negativas em ambientes de casas, escritórios e, por que não, barcos, estabelecendo a melhor disposição dos móveis e objetos. “Para isso, trabalhamos com cores, formas e elementos, como água, madeira, fogo, terra e metal”, conta a consultora de feng shui Cris Ventura, segundo a qual os barcos são imagens ligadas a fortuna e sucesso. Isso ocorre porque no ba-guá — mapa octagonal usado como uma espécie de bússola para distribuir o ambiente em oito áreas que correspondem aos setores mais importantes da vida — a água é o elemento prosperidade.

                                        Ba-aguá: aplicada sobre a planta do barco, essa espécie de mapa com formato octogonal permite encontrar a energia certa de cada ambiente
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                                        Cada um dos lados do ba-guá representa um aspecto ou energia da nossa vida: trabalho, sabedoria, família, prosperidade, fama, relacionamento afetivo, criatividade e amigos. O primeiro passo é sobrepor o mapa à planta da embarcação, de modo que o lado do “trabalho” fique sobre a entrada principal. Já nos demais ambientes deve-se potencializar ou reduzir a presença de cada um dos cinco elementos tradicionais: fogo, terra, água, madeira e metal. “Para isso, basta trocar um móvel de lugar ou colocar um espelho na parede. São ações simples, que qualquer um pode executar”, garante Cris.

                                        Por se tratar de um veículo em que tudo remete à água, incluindo o casco de fibra de vidro, uma providência é levar a bordo elementos de fogo — leia-se luzes e cores fortes, como vermelho e laranja — e terra, representado por plantas, objetos de cerâmica e quadros com — atenção para o detalhe — a moldura quadrada, que dão estabilidade ao ambiente.
                                        Outro cuidado é posicionar adequadamente os objetos. “Esculturas de barcos não devem ficar perto de banheiros. E se estiverem perto da entrada da embarcação devem ficar com a proa virada para dentro e não para fora, que é para que a prosperidade se mantenha”, ensina a nossa consultora.

                                        Por sua vez, a parede para a qual a porta de entrada se abre diretamente — e que, por isso, pode trazer má sorte — deve ser coberta com espelhos. A proteção pode ser reforçada com a colocação de um espelhinho ba-guá acima da porta de entrada, para rebater energias negativas. Não dá para usar espelhos? Use cores claras e muita luz. A colocação de espelhos também é a solução para corredores estreitos, pois transmitem a sensação de que o ambiente é maior, além de trazer boas energias. Outra pedida é buscar o equilíbrio das cores. Para atrair bons fluidos, a pintura e os adesivos do casco, por exemplo, devem combinar cores frias e quentes, calmantes e estimulantes.

                                        Torneiras pingando e relógio parado têm de ser consertados ou removidos, eliminando assim os obstáculos para a livre circulação do chi – a energia vital que, segundo os chineses, liga o ser humano ao ambiente que o cerca. O banheiro merece atenção especial. A função desse ambiente é tirar coisas pelos ralos, canos e vaso sanitário. Por isso, a porta deve ser mantida fechada e a tampa do vaso permanecer abaixada toda vez que for acionada a descarga. Se facilitar, lá se vai a energia dos tripulantes. Para harmonizar esse ambiente, mantenha-o limpo e perfumado. “Se possível, coloque plantas naturais e vaso com terra para estabilizar a energia”, sugere Cris.

                                        Na cozinha, o cuidado com o fogão é importante, por se tratar de um símbolo de prosperidade. É preciso mantê-lo limpo e em bom funcionamento. Os armários também devem permanecer organizados, pois simbolizam as finanças.

                                        Por fim, decore o barco com objetos que ajudem a atrair boas vibrações, como figa, carranca, mandala, olho-grego e plantas que protegem contra o mau-olhado, como arruda e sete ervas. Cristais também harmonizam a energia, ainda mais se tiverem formato de peixe. Esses amuletos devem ser colocados no lugar em que as pessoas ficam por mais tempo, seja o comando, o salão, o flybridge ou praça de popa.

                                        Os efeitos das cores a bordo

                                        Branca
                                        É considerada uma cor neutra. Deve-se tomar muito cuidado quando o branco aparece em demasia em um ambiente, pois representa infinito e deixa em uma pessoa que passa muito tempo neste ambiente uma sensação de infinito, frieza e vazio. Deve-se quebrar o branco com quadros e móveis bem coloridos.

                                        Preta
                                        Por ser uma cor opressiva e depressiva, deve ser usada apenas em pequenos detalhes da decoração, fazendo contrastes com as demais cores, especialmente com a branca, pois pode passar a sensação de angústia.

                                        Verde
                                        É uma cor neutra que acalma o sistema nervoso e as pessoas agitadas. Também significa esperança e satisfação. Muito cuidado em usar a cor verde em locais onde predomina o vermelho, pois teremos um local muito quente. Deve-se usar nos banheiros para elevar a energia deste local.

                                        Lilás/Violeta
                                        Traz tranqüilidade, sossego e calma. Estimula a espiritualidade e a meditação. Tem efeito purificador, transforma as energias negativas em positivas. Ótimo para a saúde. Acalma o coração, a mente e os nervos. Em excesso, porém, pode trazer depressão e ansiedade.

                                        Laranja
                                        Cor do intelecto e mental. Em doses pequenas, estimula os sentidos, a criatividade e a comunicação. Boa para áreas do barco em que se quer estimular o diálogo, como o salão e sala de jantar. Em excesso, pode provocar conversas demais, brincadeiras fora de hora e aumento do apetite.

                                        Vermelho
                                        É uma cor que pode estimular as áreas de relacionamento afetivo, sucesso, auto-estima, fama e prosperidade. Está ligada ao elemento fogo e, por este motivo, deve ser usado com muito cuidado e em pequenas doses, pois é uma cor excitante e estimulante. Em excesso, provoca brigas.

                                        Azul
                                        É uma cor que tem um efeito calmante e tranquilizante para as pessoas quando aplicado em um ambiente. Cuidado com o excesso de azul, pois irá provocar sono em excesso. Já para quem é muito agitado, é a mais indicada.

                                        Amarela
                                        Outra cor que estimula o intelecto e ajuda muito nos estudos. É a cor da luz, por este motivo deve ser usado em ambientes escuros. Estimula a comunicação, o mental e abre o apetite. Em excesso, provoca muita conversa e pensamentos acelerados e confusos.

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                                          Naufrágio tem dono? O advogado Fernando Fernandes explica

                                          Por: Redação -

                                          Catástrofe é a primeira coisa que vem à cabeça quando se pensa em naufrágio. Mas, para além da tragédia, o que fica é história. “Uma vez afundado, um barco pode ser tornar um sítio histórico subaquático”, diz o advogado e doutor em direito internacional Fernando Fernandes da Silva, que reclama da falta de legislação específica, tanto para proteção de patrimônios culturais, como antigos navios, quanto para simples embarcações naufragadas. Um tema tão complexo quanto temido pelos donos de barcos. Aqui, ele explica o que temos a aprender com naufrágios.

                                          Na opinião de Fernando, os naufrágios poderiam estar acessíveis a atividades de pesquisa, e não só exploratórias ou de remoção
                                          Na opinião de Fernando, os naufrágios poderiam estar acessíveis a atividades de pesquisa, e não só exploratórias ou de remoção

                                          1 – Quando afundam, os barcos estão sujeitos a quais normas?
                                          No Brasil, os naufrágios são regulados pela Lei nº 10 166/2000, que dispõe sobre pesquisa, exploração, remoção e demolição de objetos ou bens afundados, submersos, encalhados e perdidos em águas sob jurisdição nacional, em terreno de marinha e seus acrescidos e em terrenos marginais, por sinistro, alijamento ou fortuna do mar. Compete ao Ministério da Marinha coordenar, controlar e fiscalizar essas atividades.

                                          2 – A quem pertence um barco naufragado?
                                          Até cinco anos após o sinistro, a embarcação e os bens nela contidos ainda pertencem ao seu dono. Mas, se ele não requerer licença para remoção ou demolição, após esse período, a União passa a ser proprietária, podendo atribuir a outros interessados, mediante licitação, o direito de remoção e exploração, estipulando no contrato um pagamento de até 70% dos bens resgatados, como joias, relógios e o próprio casco; e em relação aos bens de valor artístico, histórico e arqueológico, pagamento de até 40% do valor atribuído a eles, conforme avaliação realizada por comissão de peritos constituída pela Autoridade Naval — desde que consultado o Ministério da Cultura.

                                          3 – E quanto às atividades de mergulho em naufrágios?
                                          Essas atividades devem respeitar preceitos técnicos e éticos. Assim, pessoas que praticam mergulho nas diversas modalidades, profissionais de turismo e navegadores devem se conscientizar da importância do patrimônio cultural subaquático. As escolas (de mergulho, turismo e atividades náuticas) devem incluir nos currículos temas relativos a isso. Um mergulhador amador que se depara com uma embarcação naufragada adentra nela por mera curiosidade, mas sem os devidos cuidados, podendo danificar vestígios históricos ou arqueológicos, em claro prejuízo ao desenvolvimento de uma atividade de pesquisa posterior a ser realizada por especialistas.

                                          4 – Por que a legislação atual é insuficiente?
                                          A Lei nº 10 166/2000 é criticada por seguimentos sociais, defensores da proteção do patrimônio cultural, por priorizar atividades econômicas de exploração em detrimento às de proteção e de pesquisa dos bens culturais subaquáticos. É necessário separar uma coisa da outra, isto é, deixar claro o que é um sítio de valor cultural — o que afastaria “caçadores de tesouro” —, e o que é um bem despido desse valor, um naufrágio comum, que pode apenas virar sucata! A falta de legislação específica favorece mergulhadores aventureiros, que retiram dos naufrágios peças que, muitas vezes, têm valor arqueológico, artístico, científico e histórico para comercializá-las.

                                          5 – O que os naufrágios têm a nos ensinar?
                                          Os naufrágios poderiam estar acessíveis a atividades de pesquisa, e não só exploratórias ou de remoção. O ideal é que certos patrimônios jamais fossem removidos, sendo estudados com o auxílio de instrumentos tecnológicos adequados, pois, em diversas ocasiões, retirar um naufrágio significa destruí-lo, o que é pior ainda. O fundamental é que as pessoas tenham o conhecimento da existência de um patrimônio cultural submerso para que seja protegido.

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                                              O Yacht Club Paulista, na Represa Guarapiranga, em São Paulo, inaugurou nesta semana o clube o piso em concreto intertravado dos seus três hangares, com área total de 2.600 m², atendendo às necessidades de seus associados e esportistas em geral, principalmente velejadores. Além dos veleiros de mais de 20 classes, os hangares guardam lanchas, barcos a remo, canoas, caiaques, pranchas de sup e até esquis. O menor dos três é exclusivo para a classe Optimist. “Nosso piso de concreto tradicional estava com mais de 30 anos, mas apesar do custo elevado da obra, precisávamos fazer esse esforço e renovar. Utilizamos o concreto intertravado para nos adequarmos às normas da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). Em caso de manutenção há o benefício de não deixar remendos aparentes”, justifica Sampaio.

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                                                13/12/2016

                                                A Ilha Guaíba, em Mangaratiba, pertinho de Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, foi palco da festa Náutica Party Day, organizada pelos amigos Junior Laurentino e Paulo Roberto, no último fim de semana, abrindo o verão 2017. Com apoio dos estaleiros Real Power Boats e Lanchas Coral e da revenda A Top Náutica, de Itaguaí, a festa reuniu mais de 300 barcos, entre lanchas e jets, e contou com show de sertanejo ao vivo, além do som de DJs, que agitou os convidados a bordo. Veja fotos da festa.

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                                                  Na manhã desta terça-feira, 13, na sede da Marinha do Brasil em São Paulo, o diretor técnico do Grupo Náutica, Marcio Dottori, recebeu a medalha mérito Tamandaré, criada para agraciar autoridades, instituições e personalidades militares e civis, brasileiras ou estrangeiras, que tenham prestado relevantes serviços, na divulgação ou no fortalecimento das tradições da Marinha do Brasil, honrando seus feitos ou realçando seus vultos históricos. Como condições essenciais para merecer tal medalha, destacam-se a qualidade moral e profissional, comprovada competência, a exação no cumprimento do dever, a ação destacada e eficaz em prol dos interesses e do bom nome da Marinha do Brasil.

                                                  Sergio Morais (Marina Igararecê), Marcio Dottori (Grupo Náutica), José Maurício Napoleão (ABVC), Marcello Souza (Argonauta) e Carlos Brancante (Brancante Seguros)
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                                                    A Volvo Penta Brasil criou um filme em homenagem ao Dia do Marinheiro, comemorado no dia de hoje, 13 de dezembro. Dessa vez, a Volvo Penta decidiu mostrar o que só os marinheiros veem, valorizando esses profissionais que sabem tudo sobre o mar e que garantem um retorno tranquilo à terra firme. Veja o filme.

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                                                      12/12/2016

                                                      Eis a dúvida mais comum no momento da ancoragem: como saber quantos metros de corrente lançamos na água, na hora de jogar o ferro? Marinheiros experientes conseguem saber apenas olhando o ângulo que a amarra faz com a água. No entanto, os barcos maiores não permitem enxergar facilmente a amarra na proa. Ou seja, nesta hora, um medidor de amarra confiável é uma mão na roda. Alguns fabricantes de guinchos oferecem medidor embutido no equipamento ou de forma opcional. Mas o preço assusta. Eles chegam a custar pelo menos R$ 1,5 mil, sem contar o próprio guincho. Uma solução bem menos onerosa é o odômetro de âncora AMX 499, desenvolvido pela empresa gaúcha Microcontrol (www.microcontrol.com.br, 21/99685-5405). Vendido por apenas R$ 600, o aparelhinho, de aparência bem simples, tem o tamanho de uma caixa de fósforos e, por isso, ocupa pouco espaço no painel. E é relativamente fácil de instalar, já que se conecta diretamente ao interruptor do guincho, à luz de navegação e à chave de ignição, evitando ter de passar uma nova fiação da proa até o painel — operação necessária quando o medidor fica instalado junto ao guincho.

                                                      O aparelhinho tem o tamanho de uma caixa de fósforos e, por isso, ocupa pouco espaço no painel. E avisa, por meio de duas piscadas no visor, se a âncora está recolhida
                                                      O aparelhinho tem o tamanho de uma caixa de fósforos e, por isso, ocupa pouco espaço no painel. E avisa, por meio de duas piscadas no visor, se a âncora está recolhida

                                                      Saber o comprimento da amarra é fundamental para fundear com segurança. Afinal, manter o barco dentro de uma área predeterminada influencia diretamente na quantidade de cabo ou de corrente em relação à profundidade. Deve-se lançar, pelo menos, três vezes a quantidade de cabo ou de corrente em relação à profundidade, lembrando que, neste cálculo, levamos em conta a altura da borda-livre do barco na proa. Seguindo as indicações do fabricante, instalamos o aparelho em uma lancha Magnum 29. Após a calibração inicial, medindo com uma trena exatos 4 m de corrente do ferro, executamos as instruções (bem didáticas, por sinal) descritas no manual. Na sequência, comparamos o valor mostrado no visor do aparelho com a quantidade de corrente lançada pelo guincho. Com a corrente devidamente marcada, acionamos o botão do guincho até aparecer o número 6 no visor luminoso vermelho do odômetro Microcontrol. Em seguida, fomos até a proa para verificar se a marca (6 m) correspondia ao valor indicado no aparelho. E, para a (boa) surpresa, a diferença foi de apenas alguns centímetros! Depois, recolhemos totalmente a âncora para verificar sua eficácia também na fase inversa, ou seja, de subida.

                                                      Após descer e subir a âncora várias vezes, as diferenças entre os valores mostrados no aparelho e os valores reais (aferidos por meio de uma trena) foram muito pequenas, sem comprometer a segurança de uma ancoragem
                                                      Após descer e subir a âncora várias vezes, as diferenças entre os valores mostrados no aparelho e os valores reais (aferidos por meio de uma trena) foram muito pequenas, sem comprometer a segurança de uma ancoragem

                                                      Na primeira tentativa de recolher a âncora, a diferença foi de um metro (com a âncora toda recolhida, a telinha do aparelho mostrou o número 1). Zeramos o valor no visor do medidor e repetimos o mesmo teste, descendo e subindo a âncora várias vezes. Em todas as vezes, as diferenças entre os valores mostrados no aparelho e os valores reais foram muito pequenas, a ponto de não comprometer a segurança de uma ancoragem. A diferença tem a ver com o próprio princípio de funcionamento do aparelho, que faz a leitura da metragem da corrente que passou por ele, descendo ou subindo, baseado no tempo de operação do motor do guincho, e não propriamente no comprimento do cabo. Ou seja, o proprietário precisa ir se adaptando ao aparelho conforme o tempo de uso para obter a máxima eficiência. Para se ter uma ideia, o aparelho não irá funcionar corretamente se o procedimento de recolhimento da âncora não usar o motor do barco como suporte, a fim de evitar um esforço desnecessário no guincho. Dessa forma, como confirmamos, o valor mostrado no visor não corresponderá à medida real.

                                                      O aparelho registra a metragem da corrente que passou por ele, com base no tempo de operação do motor do guincho
                                                      O aparelho registra a metragem da corrente que passou por ele, com base no tempo de operação do motor do guincho

                                                      Mais do que auxiliar as ancoragens, este aparelho serve também para evitar aquele indesejável tranco que, muitas vezes, acontece quando o ferro é encaixado repentinamente no suporte. Com este equipamento, basta subir a âncora vagarosamente e ficar atento quando o valor indicado no visor do odômetro chegar a 2 m, por exemplo. E o odômetro ainda mostra ao dono do barco no visor (que não é de lcd, o que prejudica um pouco a leitura dos números) quando terminou de recolher a âncora. Ou seja, para quem está começando e quer tornar a funções a bordo ainda mais práticas, este aparelhinho é indispensável, principalmente por conta do baixo custo e da facilidade na instalação.

                                                      Náutica Responde

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                                                        Como qualquer máquina, um motor de barco tem uma série de componentes, como filtros, óleo do cárter (nos motores quatro tempos), óleo da transmissão, rotores e anodos, que precisam ser substituídos em determinados intervalos. Porém, são realmente os componentes metálicos do sistema de combustível — castigados pela presença do álcool na gasolina e pelo uso inconstante da lancha (muitas vezes, o motor do barco fica parado por dois meses ou mais…) —, que nos obrigam a chamar o mecânico. A boa notícia é que existe uma forma de manter a integridade dessas peças que ficam em contato com o combustível: a metalização.

                                                        Trata-se de uma técnica que consiste em aplicar um metal (geralmente níquel, cromo ou a combinação de ambos) na superfície desejada, usando-se, para isso, uma chama oxiacetilênica — a mais comum em relação a processos de soldagem e feita à base de oxigênio e acetileno. A metalização pode ser usada em componentes feitos de diferentes tipos de metais (aço, ferro, alumínio, bronze, latão, estanho e zinco, entre outros) e, também, para o preenchimento de superfícies desgastadas. O tratamento evita que a peça gere elementos indesejados, os quais impedirão partes do carburador (nos motores menores e nos mais antigos), das bombas de combustível e dos bicos injetores de funcionar corretamente — e, quando isso acontece, não tem jeito: você tem que chamar o mecânico. “Tinha um cliente de um motor de popa de 40 hp que me ligava regularmente para limpar o carburador. Bastava o motor ficar um mês sem ir para a água para ele me ligar, aflito. Porém, depois que a cuba do carburador foi metalizada, nunca mais me chamou! Perdi um cliente, mas ganhei um amigo”, brinca o mecânico Edno Ribeiro Machado, proprietário da oficina náutica ERM, na região da represa de Guarapiranga, em São Paulo.

                                                        Antes e depois: a cuba do bico injetor de um motor de popa após receber o processo de metalização
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                                                        Mesmo superfícies novas podem receber a metalização, tornando-se, assim, resistentes ao ataque do álcool — nosso principal problema nos motores a gasolina (que tem 27,5% de álcool nas versões comum e aditivada e 25% na Podium, da Petrobras), tanto de popa quanto de centro. Aliás, uma das vantagens desta técnica é, justamente, não provocar alterações na peça original, já que não há variação excessiva de temperatura no processo. Outra vantagem é o custo acessível. Apenas para citar alguns exemplos, a ERM cobra R$ 250 por cilindro para retirar, metalizar e reinstalar as caixas dos bicos injetores de um motor — portanto, se forem três cilindros, o serviço ficará em R$ 750. Para fazer o mesmo com a cuba de um carburador (algo, geralmente, executado em propulsores mais antigos), o preço é R$ 200 por unidade. Já a metalização de um separador de vapor (de qualquer motor) sai por R$ 700, enquanto a da mufla (que faz a junção dos gases do escapamento e da água de refrigeração do motor) custa R$ 2 mil, por causa do tamanho dessa peça.
                                                        Recuperar uma peça metálica com outro metal mais nobre é uma técnica que existe já há algum tempo, tendo sido usada em alguns motores aquáticos no passado. Nos dias atuais, por causa do aumento do teor de álcool na gasolina americana, muitos motores já vêm preparados para o nosso combustível. E vários componentes metálicos de alguns propulsores aquáticos foram substituídos por plásticos de alta resistência.

                                                        A técnica consiste em aplicar um metal (geralmente níquel, cromo ou os dois juntos) na superfície desejada, a fim de evitar a corrosão
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                                                        Há controvérsias em relação a durabilidade do processo de metalização. Alguns falam em 10 anos de garantia e outros dizem que a camada metálica depositada acaba se soltando antes deste período. Porém, é fato que a metalização melhora, por um bom tempo, os danos causados pelo álcool em boa parte dos motores aquáticos. Mas o fato de minimizar problemas em componentes do motor que têm contato com gasolina não significa a dispensa da visita regular de um profissional ao seu barco. A manutenção deve  sempre ser seguida à risca.

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                                                          Entrevistamos Odne Bambozzi, especialista em carretas

                                                          Por: Redação -

                                                          Segundo levantamentos recentes, o Brasil possui cerca de 1 500 fabricantes de carretas para barcos. Mas, de acordo com o dono de uma das mais tradicionais empresas do gênero, Odne Bambozzi, da marca que leva o seu nome, com 30 anos no mercado, não mais do que um terço deles poderiam ser considerados fabricantes de fato. Os demais, segundo ele, “não têm nenhuma responsabilidade ou conhecimento técnico, e usam peças de ferro-velho para montar suas carretas” — que, por isso mesmo, custam bem menos, pois não têm certificação de construção. “E o pior é que muitos vendedores induzem os clientes a comprarem as mais baratas”, afirma Odne, nesta rápida conversa.

                                                          As carretas para barcos são todas iguais?
                                                          Não! Há muitas empresas que usam ferro-velho para montar “carretas”. Na hora de comprar uma carreta, a primeira providência é não embarcar nas conversas dos vendedores, que sempre tentam empurrar as mais baratas, para não perder o negócio. Isso é um erro. Não que economizar seja ruim. Mas convém desconfiar do que custa bem menos, porque, infelizmente, no mundo das carretas, o uso de peças usadas (e até condenadas!) é bem frequente.

                                                          Como saber se a carreta usa peças velhas?
                                                          Desconfie, por exemplo, se o cubo de roda tiver panelas de freio, porque isso pode denunciar que ele veio de um carro usado. E pneus recapeados são ainda comuns, mesmo nas carretas novas. Já, se a carreta for usada em água salgada, ela não pode ser pintada. O certo, neste caso, é ser galvanizada. Um bom jeito de não ser ludibriado é entrar numa rede social de pescadores e perguntar a opinião deles. Eles, sim, são confiáveis, porque usam bastante as carretas que têm.

                                                          O que checar na manutenção da carreta?
                                                          Os rolamentos de roda, sem dúvida. Se a carreta for nova é fundamental examinar os rolamentos após os primeiros 500 quilômetros ou seis meses de uso, para fazer ajustes. Ao contrário do que acontece nos automóveis, nas carretas os rolamentos sofrem muito, porque entram diretamente em contato com a água. Por conta deste problema, criamos recentemente um tipo de rolamento (lubrificado a óleo e não mais com graxa) totalmente blindado (ou seja, à prova d’água), que terá cerca de 60% a mais de vida útil em relação aos rolamentos convencionais.

                                                          Os rolamentos à base de graxa costumam dar problemas?
                                                          Se a carreta não for usada corretamente, sim. O primeiro cuidado que se deve ter é quando, depois de rodarem quilômetros e ficarem bem quentes, os rolamentos não devem ser mergulhados na água. Isso causa uma contração interna no cubo, o que pode sugar a água para os rolamentos. Outro problema é que quando, depois de molhados, não rodar o suficiente para esquentar e evaporar a água que ficou dentro do rolamento. Ou seja, quanto menos usar a carreta, pior e mais manutenção ela exigirá. Quem só usa uma carreta três ou quatro vezes por ano é um sério candidato a ter problemas frequentes de rolamento.

                                                          A carreta deve ter freio próprio?
                                                          Os freios deveriam ser obrigatórios em todas as carretas capazes de levar barcos acima dos 17 pés. Até as carretas para jets acima de 350 quilos deveriam ter freios. É segurança. E segurança não tem preço!

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                                                            Por: Redação -
                                                            09/12/2016

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