Bicampeão Mundial Master da Laser confirma participação no Campeonato Brasileiro

Por: Redação -
09/01/2017

Com 54 anos, Carlos Eduardo Wanderley, o Nem, do YCSA, chega ao 43º Campeonato Brasileiro de Laser como favorito na Radial Master, mas seus objetivos vão muito além da categoria que lhe rendeu dois títulos mundiais e o velejador espera estar entre os cinco melhores laseristas do País. Paulista, filho de carioca, Nem começou na classe Pinguim, ao lado no pai, aos 9 anos de idade na represa de Guarapiranga, palco da disputa nacional.

“Eu comprei meu primeiro Laser em 1980 do Jorge Zarif (Guga), lenda da Finn, e nunca larguei a classe apesar de não competir em alto rendimento por causa do trabalho. Foi só depois dos 40 anos que comecei a velejar em campeonatos internacionais e, a partir daí, comecei a me dedicar mais ao Laser, um barco muito prático e que rende muitas emoções na raia”, comenta Nem. 

Foi com esta agenda mais flexível que Nem conseguiu classificação para campeonatos mundiais da Laser na categoria Radial Master, sendo campeão em duas ocasiões (Canadá/2009 e México/2016). “Os campeonatos mundiais da Master são tão disputados quanto da categoria regular, para os mais jovens. Com muitos atletas no mesmo nível nunca é fácil vencer e ninguém chega como favorito”, explica Nem. 

Nem começou a velejar na represa, mas não leva o conhecimento da raia como uma grande vantagem. “A represa é uma raia com ventos rondados e muitas rajadas, por isso é sempre preciso estar atento aos outros barcos para não ser ultrapassado”, completa Nem.  

O 43º Campeonato Brasileiro da Classe Laser é organizado pelo Yacht Club Santo Amaro e pela Classe Laser SP, tem a chancela da CBVela e da Fevesp e conta com o apoio da Vcat, Notícias Náuticas e Sailstation. 

Programação do 43º Brasileiro de Laser: 

Laser Radial: 

09/01 e 10/01 – Confirmação de inscrição / credenciamento / medição. 

11/01 a 15/01 – REGATAS 

Laser Standard e 4.7: 

16/01 – Confirmação de inscrição / credenciamento / medição. 

17/01 a 21/01 – REGATAS 

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    Conheça a moto que vira jet ao toque de um botão

    Por: Redação -
    08/01/2017

    Imagine só o tamanho do prazer. Você ancora seu iate, coloca o jet na água, avança com ele até a areia da praia e, lá chegando, com um simples aperto de botão, transforma-o em um a moto para passear nas redondezas. Na volta, é só apertar de novo o tal botão e pronto: em apenas 5 segundos, o curioso veículo volta a ser um jet. E você nem precisa sair do banco durante a transformação. Coisa de James Bond? Sim e não. Sim, porque a norte-americana Gibbs Sports, empresa que criou o Biski, nome da novidade, é a mesma que criou um dos carros anfíbios que o super-agente secreto usou em um dos seus filmes. E, não, porque, o Biski existe de verdade! Com duas rodas e u, motor de 2 cilindros com 55 hp, ele atinge 128 km/h na terra e 32 nós na água. Estima-se que esta curiosa moto-jet vai custar algo em torno de US$ 300 mil (ou mais cerca de um milhão de reais), sem o desconto de lançamento. Sim, ainda assim, é caro. Mas, quanto vale o seu prazer?

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      Iguana 29 se desloca na terra ou na água e dispensa a carreta

      Por: Redação -
      07/01/2017

      Eis um barco que dispensa a carreta, porque já vem com o próprio meio de locomoção em terra firme. Este é o Iguana 29 (marinha, como a das Ilhas Galápagos), que usa duas esteiras rolantes fixas ao casco (mas que se embutem nas laterais na hora de navegar, ao toque de um botão), para se locomover a caminho d’água, a 7 km/h. Para isso, conta com um motorzinho auxiliar que move as esteiras e, à semelhança dos tanques de guerra, avança em qualquer terreno, mesmo nos mais moles — o que, claro, inclui a areia da praia.

      Não por acaso, seu estaleiro, o Iguana Yachts, fica na Normandia, região francesa famosa pelas colossais variações de maré. Se funciona mesmo? O fabricante garante que o sistema de esteiras, além de impedir que o barco atole (comum nas carretas), não interfere em nada na estabilidade e navegabilidade da lancha. Que alcança 40 nós, com um motor de popa de 300 hp. E não é só: trata-se de um barco eficiente e robusto, feito um tanque. O preço? Na Europa, o cerca de 250 mil euros.

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        Ex-militar britânico quer cruzar o Atlântico em uma baleia que navega

        Por: Redação -
        06/01/2017

        Não se espante se, um dia, você estiver navegando pelo Atlântico e topar com uma baleia emersa das profundezas. Pode ser Moby, uma curiosa embarcação em forma de cachalote feita por Tom McClean, militar britânico aposentado, de 73 anos, que há 20 anos não pensa em outra coisa a não ser finalizar a obra.

        Agora, nos “finalmentes”, ele quer dar ao interior um acabamento luxuoso, digno de superiate, além de trocar os confiáveis, porém barulhentos, motores diesel por silenciosos elétricos. Todo de aço, o barco tem 65 pés de comprimento e 25 pés de altura, pesa 60 toneladas e foi construído pelo próprio McClean, que já gastou 100 mil libras (algo em torno de R$ 450 mil). O ex-militar planeja cruzar o Atlântico ao longo de 3 mil milhas, entre o Reino Unido e os Estados Unidos.

        Mas, por enquanto, só fez com Moby cruzeiros curtos na costa oeste da Escócia — o que, se não rendeu comparações com um ícone escocês das águas, o monstro do lago Ness, ao menos mostrou que a embarcação é segura. Desafios fazem parte da vida de Tom McClean.

        Abandonado num orfanato aos 5 anos, ele já cruzou o Atlântico várias vezes, sendo o primeiro homem a fazê-lo com um barco a remo, em solitário, no ano de 1969. A próxima aventura de McClean teria tudo para inspirar o escritor americano Herman Melville a escrever uma versão atualizada de Moby Dick, romance publicado no século 19 que cristalizou a mística em torno dos cachalotes e sua supremacia diante do homem.

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          Livro reúne naufrágios da Baía de Ilha Grande

          Por: Redação -
          05/01/2017

          Foi para praticar a caça submarina que o carioca José Eduardo Galindo começou a mergulhar. E, por algum tempo, esse foi seu único propósito debaixo d’água. Mas, ao se deparar com naufrágios, principalmente na Baía de Ilha Grande, em Angra, terra natal de Galindo, o mergulhador desenvolveu uma paixão por barcos (e aeronaves) afundados e, também, pela flora e fauna marinha. Membro fundador da Sociedade Angrense de Pesquisa Subaquática e atual dirigente da instituição, Galindo é, hoje, o maior especialista em naufrágios naquela região. Foi ele, inclusive, o responsável pela descoberta do naufrágio Vapor Califórnia, que se tornou um dos mais famosos do Brasil, e por pesquisas minuciosas em outros campos relacionados à área náutica. “Troquei o arpão pela câmera fotográfica e comecei um trabalho de identificação de naufrágios na Baía de Ilha Grande. Isso mudou completamente a minha maneira de ver o mar”, conta Galindo, que acaba de lançar o livro Naufrágios da Baía de Ilha Grande, que serve como guia e leitura de cabeceira, pois, além de trazer localização e dicas preciosas de mergulho, conta as histórias e mostra fotos destes verdadeiros museus do fundo do mar.

          Galindo lista mais de 20 naufrágios em seu livro, incluindo os de um helicóptero e de uma aeronave, esta última conhecida como a Aeronave das Barras de Ouro, afundada em 1958. Mas, para o autor, há dois naufrágios especiais, o Vapor Califórnia, descoberto pelo próprio Galindo, e o Navio Encouraçado Aquidabã, desastre amplamente documentado. “O Vapor Califórnia é o único no Brasil com caldeiras de baixa pressão e dois cilindros com pistões. Apesar de ter sido muito saqueado durante os anos, essas peças tão importantes ainda estão debaixo d’água”, comenta Galindo. Já o Aquidabã era a mais poderosa unidade da Marinha do Brasil e veio a pique em 1906, após explosões até hoje não explicadas. Resultado: 212 homens, muitos deles heróis da Guerra do Paraguai (1864-1870), morreram no desastre. A Marinha ainda presta homenagens às vítimas do Aquidabã, que, com 85,40 m, é um verdadeiro tesouro arqueológico — e um dos naufrágios mais visitados da Baía de Ilha Grande.

          Galindo foi o responsável, também, pelo resgate de moedas datadas da época do Império Romano, que, para ele e diversos estudiosos, provam que a costa brasileira já era uma rota marítima muito antes do Descobrimento, em 1500. Ex-professor de educação física, ele ainda faz diversos mergulhos, mesmo aos 71 anos, e pretende continuar com a atividade. “Infelizmente, a maioria dos meus amigos não mergulha mais e eu não quero parar. Por isso, tento sempre manter a saúde em dia, com boa alimentação e muitos exercícios. As paixões pelo mar e pelos naufrágios tratam de alimentar minha alma”, diz o mergulhador, que não esquece da ajuda que prestou ao oceanógrafo francês Jacques Cousteau (1910-1997), em 1985, quando esteve desenvolvendo pesquisas em Angra.

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            Conheça o empresário que tatuou sua lancha, uma Focker 215, na perna

            Por: Redação -
            03/01/2017

            Quando a gente ouve alguém dizer que um barco pode mudar a vida de uma pessoa (ou até mesmo de uma família), tem quem não acredite. O empresário curitibano Rodrigo Schultz, de 38 anos, é a prova de que, sim, esta máxima é verdadeira. Até dois anos atrás, quando começou a navegar, ele costumava se divertir em festas e baladas — até porque atua também como dj, nos fins de semana. Não que essa parada não seja interessante, mas chega uma hora em que começa a ficar repetitivo. E Schultz percebeu isso quando passou a ir para a água com frequência. “Quase parei de tocar, só para aproveitar mais a vida como ela tem que ser”, comenta ele, que navega todo fim de semana com a Sonho Nosso II, uma Focker 215, com motor de popa de 150 hp, comprada no ano passado. “A cada vez que eu vou para a água, sinto uma emoção diferente”, destaca.

            A mudança na vida de Schultz foi tão expressiva que ele até resolveu tatuar o desenho do barco sobre uma rosa dos ventos, na panturrilha esquerda. “Fiz o desenho pelo que esta lancha representa na minha vida. Agora, tenho um novo estilo de ser”, exclama ele. E, frise-se, foi esta lancha, a segunda, que mudou definitivamente a trajetória do empresário curitibano. Porque a anterior, Sonho Nosso I, estava mais para pesadelo. “Era uma Fortboat 160, com motor de popa de 90 hp. Eu até gostava dela, mas o casco adernava muito e eu ficava com muito medo de navegar”, relata.

            Não demorou para que Schultz notasse que, para que navegação não rimasse com frustração, seria imperativo buscar uma lancha, no mínimo, mais segura e até maior, por questão de conforto. “Acabei me decidindo pelo barco da Fibrafort, por causa do seu maior valor de revenda”, justifica ele.

            Agora, medo é algo que não passa na cabeça de Schultz, que costuma navegar ao lado da mulher, Tahena, e dos amigos. “Faço passeios com até cinco pessoas, sem problema algum”, diz ele, que passeia pela baía de Paranaguá, na região de Pontal do Sul, próximo à Ilha do Mel. “Fazemos churrasco e nos divertimos muito. São momentos muito agradáveis, bem melhores que qualquer festa em terra”, afirma. “Esta lancha tem excelente navegabilidade e me transmite uma confiança que me deixa seguro para encarar qualquer situação. E está completinha: tem som, dois gps, vhf, capota, churrasqueira e outros acessórios”, pontua.

            A empolgação com a vida náutica é tanta que Rodrigo Schultz já faz planos para comprar uma Focker 265, que lhe permitiria navegar rotas mais longas. “O plano é conseguir fazer uma viagem até Floripa e Bombinhas, em Santa Catarina, ou Cananeia e Santos, em São Paulo”, adianta o empresário. E será que a próxima lancha não vai render outra tatuagem? “Quem sabe?”, responde Schultz. Mas, cá entre nós, bem que essa história toda poderia render, ao menos, um desconto na futura embarcação. “Uma caixa de gelo já estaria bom”, brinca Rodrigo.

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              Veja as principais mudanças da Normam

              Por: Redação -
              02/01/2017

              A Normam-03/DPC — documento que dita as regras para navegação de embarcações de esporte e recreio — sofreu algumas mudanças. E que já estão valendo! Entre as alterações mais importantes estão as novas regras para brinquedos náuticos, como flyboard, bem como para treinamento náutico, documentação da embarcação e do condutor e, mesmo, uso de coletes. Para esclarecer tudo, conversamos com o capitão amador Marcello Souza, diretor da Argonauta Escola Náutica e instrutor de navegação há 25 anos, que comenta os pontos neste rápido bate-papo.

              1- Os brinquedos náuticos ganharam regras próprias?
              Sim. Alguns equipamentos, como flyboard, hoverboard e jetpack, agora obrigam o uso de colete salva-vidas classe V, o mesmo dos jets, e do capacete do tipo wakeboard. Outra mudança é para os waveboats, cascos que são acoplados aos jets, os quais devem ser registrados como embarcações independentes dos jets.

              2- Há alguma alteração em relação aos equipamentos de salvatagem?
              A regra mais importante é em relação aos coletes salva-vidas da classe V, que já eram obrigatórios em embarcações miúdas (até 5 m) e de médio porte (até 24 m) para navegação interior, e a Marinha, agora, vai fiscalizar com mais rigor. As embarcações de grande porte e iates devem possuir, quando em navegação interior, coletes salva-vidas classe III. Outra alteração é que os equipamentos com certificação internacional Solas, agora, podem ser usados em embarcações no Brasil. Ou seja, se você comprar um colete fora do país poderá usá-lo aqui, desde que ele esteja de acordo com o tamanho da sua embarcação.

              3- Qual a mudança em relação à documentação da embarcação?
              Agora, a Normam determina que os proprietários façam o pedido de inscrição, ou registro da embarcação, no prazo máximo de 15 dias a partir da data de entrega pelo estaleiro, em casos de embarcações novas, e a contar da data da aquisição, no caso de barcos usados. Além dos documentos já previstos antes das mudanças, é preciso fornecer, também, uma foto colorida, no tamanho 15 x 21 cm, que tenha data e mostre o barco pelo través, de proa a popa, bem enquadrada, preenchendo o comprimento total do registro.

              4- E em relação à documentação do condutor, houve alterações?
              Muitas. Além de seguir um roteiro específico (disponível na Seção II, anexo 5-A, da Normam), as embarcações de treinamento náutico para arrais amador e motonauta deverão estar identificadas com uma faixa, em local visível do costado, com a inscrição “Treinamento Náutico” em caixa alta e na cor preta. Outra mudança é que o atestado médico — exigido para os alunos que não possuem carteira de habilitação para automóveis — será válido por um ano. Já a carteira de arrais amador para as pessoas com mais de 65 anos passa a ser válida por cinco anos, não mais por dez.

              5- Houve mudanças nas punições quanto ao descumprimento da lei?
              Sim, a Marinha está mais rígida. Terá a carteira suspensa por até 120 dias quem entregar a condução da embarcação a pessoa não habilitada; conduzir a embarcação em estado de embriaguez alcoólica ou sob efeito de substância tóxica de qualquer natureza; usar a embarcação de esporte e/ou recreio em atividades comerciais, para transporte de passageiros ou carga. Os reincidentes que acumularem mais de 240 dias de suspensão terão a carteira cassada. E muitas outras mudanças ainda devem vir por aí.

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                Aumento de águas-vivas nas praias durante o verão é fenômeno natural. Veja mais

                Por: Redação -
                31/12/2016

                Quando chega o verão, o biólogo marinho Marcelo Szpilman, diretor-presidente do Aquário Marinho do Rio de Janeiro, sabe que será consultado inúmeras vezes sobre queimaduras de águas-vivas nas praias brasileiras. “O aumento na quantidade destes seres nesta época do ano é um fenômeno natural”, tranquiliza o especialista, acrescentando que, dessa forma, é normal que aumentem os casos de queimaduras. “Não há razão para pânico, pois não há nenhuma epidemia descontrolada”, salienta ele.

                De acordo com Szpilman, a “invasão” de águas-vivas acontece porque é verão, época de reprodução de muitas espécies desses seres invertebrados, e isso gera aglomerações de fêmeas e machos. Basta uma corrente mais forte para empurrá-los para uma determinada região ou praia, gerando a tal “epidemia”.

                Mesmo sendo um fato normal, ninguém quer ser atingido por uma água-viva. Mas, se acontecer, o que fazer num caso desse? “Antes de mais nada, não se deve passar a mão, muito menos esfregar o local”, ensina o biólogo, dizendo que isso ativa ainda mais o sistema de descarga dos nematocistos, células peçonhentas existentes nos tentáculos das águas-vivas e caravelas (animais marinhos) e que ficam grudadas na pele. Não se deve também lavar a região com água doce, pois o efeito é o mesmo. “Molhar com xixi, então, é pura lenda! Não existe nada que comprove que a urina iniba a ação dos nematocistos”, pontua Szpilman, afirmando que, depois de 20 a 40 minutos, a dor diminui sozinha.

                Só o que funciona mesmo — acredite — é o vinagre. “O certo é lavar a pele com a própria água do mar e ir molhando com vinagre, por cerca de dez minutos. Depois, remova os tentáculos com uma pinça e volte a lavar o local com água salgada e vinagre, por mais meia hora”, recomenda. Antes que você pense se tratar de uma solução milagrosa, é bom que se diga que o vinagre não acaba com a dor. Como já foi dito, ela diminui sozinha, especialmente se o local receber compressas de gelo. No entanto, é fato que o ácido acético pode inibir a ação dos nematocistos que, por ventura, ainda estiverem presos à pele. “Em 90% dos casos, isso resolve.”

                Vale frisar, ainda, que as águas-vivas queimam mesmo depois de mortas. E, como nem todo mundo consegue diferenciar uma água-viva morta há dias de uma recém-saída da água, convém não tocar nestes animais de jeito algum — mesmo quando eles estiverem na areia da praia. É bom lembrar, porém, que o que queima são só os tentáculos, não a bolha gelatinosa que dá forma a estes seres.

                Outra coisa que deve ser observada é que as queimaduras não são as únicas consequências resultantes do contato com águas-vivas. “Em alguns casos, podem acontecer choques neurogênicos, frutos da descarga de grande volume de líquido peçonhento no sistema nervoso central”, diz Szpilman. Segundo ele, esse problema é particularmente sério no caso das caravelas, muito mais perigosas que as águas-vivas. “Quando isso acontece, molhar com vinagre não basta: é preciso ação médica e rápida”, adverte. Ainda assim, pelo sim, pelo não, vinagre é o melhor remédio. “Por isso, vale a pena ter sempre uma garrafa no barco, até porque ele também ajuda a temperar a salada”, diverte-se.

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                  Arquiteto cria curso para profissionalizar designers de barcos de lazer no Brasil

                  Por: Redação -
                  29/12/2016

                  No mercado há 25 anos, Eduardo Engel é formado em arquitetura e, apesar de ter feito carreira paralela na construção civil, nunca deixou de projetar embarcações e se dedicar a sua paixão: restaurar e construir lanchas de madeira, com base em projetos antigos. “Logo que me formei, fiz o desenho de uma embarcação de 95 pés de fibra para um cliente e, desde então, nunca parei. Minha vocação sempre esteve mais para água do que para cimento”, conta Eduardo, que, hoje, é sócio da Vintage Boats, especializada na restauração e construção de lanchas e veleiros clássicos.

                  A paixão pelo mar é herança de família e os barcos encantaram o designer desde o início, principalmente os clássicos de madeira americanos da marca Chris-Craft. Agora, após tantos anos olhando para o passado, o arquiteto tem um novo projeto, totalmente voltado para o futuro: criou um curso de design de barcos de lazer na Universidade Presbiteriana Mackenzie, a ser ministrado nas unidades de São Paulo e no Rio.

                  “O curso será bem técnico e voltado ao projeto e design náutico interno e externo, com matérias como design de cascos e casaria, hidrodinâmica, propulsão e equilíbrio, além de aulas com grandes profissionais da área e palestras de estaleiros”, adianta. Em São Paulo, os alunos receberão o título de pós-graduação latu senso, após 360 horas de aulas, conforme determina o Ministério da Educação. Já no Rio o curso terá nível de extensão universitária e será dividido em módulos, havendo mais tempo para cada uma das disciplinas que compõem o programa.

                  Os cursos ainda não têm data para começar, mas Eduardo acredita que o início não deve ultrapassar o ano que vem. Para ele, já é tempo de valorizar o design brasileiro também na área náutica. “Eu tive que me especializar fora do país, mas espero que os próximos profissionais possam adquirir conhecimento aqui mesmo, procurando cursos lá fora por opção, e não por falta dela”, argumenta Eduardo Engel, que não tem dúvida de que o curso pode ser uma das frentes que abrirão novos horizontes para a evolução do design náutico no país.

                  “Nós, os designers brasileiros, precisamos ser valorizados pelo mercado. Ninguém consegue fazer um bom trabalho se não for devidamente remunerado. São necessárias muitas horas de empenho para projetar uma embarcação bonita e de alto desempenho e, acima de tudo, que seja adequada ao público que se destina”, explica o projetista.

                  Segundo Engel, os brasileiros não precisam provar que são melhores que os europeus ou americanos: “Temos que entender que nosso mercado e nosso litoral são diferentes e, exatamente por isso, nossos barcos também precisam ser únicos”, critica. A ideia do curso é profissionalizar o designer náutico brasileiro e, com isso, contribuir para a fomentar, ainda mais, um mercado que tanto cresceu e ainda tem muito espaço para se expandir no país.

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                    Velejador carioca dá dicas de como cozinhar a bordo em livro. Confira

                    Por: Redação -
                    28/12/2016

                    A cena aconteceu há pouco mais de 15 anos. O carioca Mauricio Rosa participava da Refeno com outros colegas e não se conformou com a qualidade da comida servida a bordo do veleiro. “Só tinha arroz ‘unidos venceremos’ e macarrão ‘tamo junto’, sem sal nem nada! Foram dois dias comendo biscoito”, recorda.

                    A experiência foi tão traumática que o velejador, incentivado pelas filhas, Thaty e Paulinha, decidiu escrever um livro sobre como cozinhar embarcado. Mas Gastronomia em Veleiros não veio à tona só por causa desse episódio, mas também para desmistificar um conceito há muito enraizado na cultura náutica: o de que é complicado cozinhar a bordo. “Quero mostrar que dá para comer bem, seja numa regata, seja numa travessia de um mês”, explica Mauricio.

                    Quando escreveu o livro, Mauricio, já aposentado, morava em um Fast 345, o Alphorria. Logo depois, conheceu Tania Meirelles, que hoje é sua esposa. Juntos, eles viveram cinco anos no barco, que ficou pequeno e, por isso, vão se mudar para um catamarã maior, de 38 pés, o qual oferece também espaço mais adequado para cozinhar e receber amigos. “Nós gostamos de gastronomia e até damos cursos, em terra”, diz. No novo barco, que também se chamará Alphorria, o plano é oferecer cursos embarcados, inclusive com charters em Angra dos Reis, se os clientes quiserem.

                    “O veleiro é uma casa que balança. Queremos ser fieis a isso e cozinhar no mar, velejando ou fundeados, o que é diferente de ficarmos ancorados numa marina, onde todos os recursos estão à mão”, comenta ele.

                    O livro tem tido tão boa aceitação que, segundo Mauricio, até quem não veleja compra. “Acredito que isso aconteça porque se tratam de pratos fáceis de fazer”, diz ele, para quem comer bem não tem nada que ver com refeições caras. “A ideia é resgatar aquele prazer de saborear uma comida fresca, bem-feita, que agrade ao olhar, com uma boa apresentação, ao olfato, com um aroma gostoso, e, claro, ao paladar”, resume.

                    E mesmo quem nunca pilotou um fogão na vida pode se animar. “É preciso ter disposição. Qualquer um pode cozinhar!”, diz Mauricio, parafraseando o bordão celebrizado pela animação Ratatouille, que ele adora. Além do preparo dos pratos, Mauricio ensina a comprar e armazenar os alimentos e, ainda, a usar utensílios adequados. O velejador lembra que as condições de mar devem ser levadas em conta, assim como o estilo da velejada, percurso, duração e número de pessoas a bordo, entre outros fatores. “Mais importante que as receitas é a lógica por detrás delas, o que é necessário para fazê-las”, filosofa.

                    Para produzir este seu primeiro volume, Mauricio limou um capítulo sobre a conservação de alimentos a bordo sem refrigeração. “Podem achar que eu estou indo na contramão da evolução, porque, hoje, as embarcações não têm apenas caixa de gelo, e sim geladeira e até freezer”, afirma. “Mas acho importante resgatar esse princípio, que permite saborear uma comida fresca, em vez de congelada”, avalia. O capítulo deverá ser aprofundado e, com a ajuda de Tania, virar outro livro.

                    Mas, primeiro, o casal vai percorrer a costa brasileira com calma, a bordo do novo Alphorria. No segundo semestre, o plano é dar início aos cursos embarcados, até que, daqui a dois anos, os dois partam para o Caribe. “Queremos passar de quatro a seis anos lá, conhecendo os lugares e, principalmente, as pessoas”, diz Mauricio, que, como bom cozinheiro, veleja como quem prepara um prato em fogo brando.

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                      Saiba sobre a importância de certificar sua embarcação

                      Por: Redação -
                      27/12/2016

                      Há boias, coletes salva-vidas e todo o material de salvatagem a bordo. Com as cartas náuticas da região onde irá navegar, você sai para o mar aberto e pensa que está seguro. É aí que mora o perigo. Será que a fiação da parte elétrica encontra-se bem fixada? Não há óleo derramado no entorno do motor? Essas e outras questões não passam pela cabeça de quem só quer curtir as delícias do mar. Mas deveriam. Segundo a Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil, 44% dos incêndios em barcos registrados no país, nos últimos três anos, ocorreram em embarcações de esporte e recreio. Acidentes que poderiam ser evitados se os donos fizessem uma inspeção anual. Em alguns casos, inclusive, essa inspeção é obrigatória e gera um documento chamado certificação, reconhecido pela autoridade marítima, como explica Ed Nascimento, diretor técnico da AWS Service, que atua no desenvolvimento de projetos navais, vistorias e inspeções técnicas.

                      1- Qual é a importância da certificação?
                      Ela indica se uma embarcação é segura. É uma garantia de que requisitos técnicos e normativos determinados pela autoridade marítima estão sendo cumpridos. E, conforme uma Portaria de 2012, cabe a uma empresa certificadora realizar vistorias e emitir certificados em nome dessa autoridade.

                      2- Como é feito o trabalho de certificação?
                      Na primeira etapa, que dura cerca de 10 dias, é feita a análise e aprovação do projeto em papel da embarcação, gerando uma licença. A segunda é a vistoria. O projeto é confrontado com aspectos físicos da embarcação, gerando um laudo. Ela é feita em dois dias, com o barco em seco e flutuando. Se for detectado um erro, o contratante é informado para efetuar os ajustes. Caso tudo esteja em conformidade, porém, é gerada a certificação.

                      3- Que aspectos são verificados?
                      Vistorias e certificações são ações preventivas para a salvaguarda da vida humana no mar, a segurança da navegação e a não poluição. São observados aspectos como estrutura do casco, condições de flutuabilidade, estanqueidade, conformidade dos equipamentos de segurança, combate a incêndios e salvatagem, entre outros requisitos técnicos.

                      4- Toda embarcação deve ser certificada?
                      Não, só barcos de esporte e recreio acima de 24 m, barcos de transporte de passageiros, como saveiros e escunas, iates e aqueles cuja arqueação bruta (somatório do volume útil da embarcação) seja igual a 20. Quem tem barco que se enquadra num desses quesitos deve providenciar a certificação, a ser renovada anualmente. Do contrário, o barco poderá ser apreendido pela autoridade. Quem possui um barco que não se enquadra, mas quer navegar com mais segurança, pode pedir uma consultoria.

                      5- A certificação ainda é desconhecida?
                      Sim. Houve avanços, mas muita gente não sabe se deve certificar o barco. Analisando o mercado fluminense, nossa base de atuação, a AWS atestou de 60 a 70 embarcações de esporte e recreio, entre laudos e certificações. Acreditamos que, somando o trabalho de outras empresas, existam de 2 mil a 2,5 mil barcos certificados no estado. É pouco, já que o volume de embarcações só aumenta e o custo do serviço (entre 0,5 e 1% do valor do barco) é baixo para algo que não tem preço: a segurança.

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                        O que fazer quando alguém a bordo gritar “homem ao mar”?

                        Por: Redação -
                        26/12/2016

                        A situação é grave e aflitiva. Felizmente, só acontece com raríssima freqüência e quase sempre apenas em regatas, quando a intensa atividade a bordo dá margem a riscos maiores. Quando, porém, ocorre de um tripulante cair do barco, o procedimento correto (e, principalmente, a rapidez com que ele precisa ser executado!) pode significar a diferença entre resgatar o náufrago com vida ou perdê-lo para sempre.

                        O ser humano pode sobreviver na água fria por pouco tempo, devido aos efeitos da hipotermia. Nossas águas não são tão geladas assim, mas, localizar uma pessoa na imensidão do oceano nem sempre é fácil, especialmente à noite.

                        Segundo estatísticas da Guarda Costeira Americana, cerca de 70% das pessoas que caem de um barco no mar e não são resgatadas na primeira tentativa não costumam mais serem encontradas na segunda — sim, a coisa é bem séria! Por isso, veja a seguir o passo a passo correto sobre o que fazer quando alguém a bordo gritar o quase trágico “homem ao mar!”.

                        Quatro passos para resgatar um tripulante

                        1º Localização

                        A pessoa que perceber o acidente deve gritar imediatamente, alertando a tripulação, e parar o barco. Ao mesmo tempo, deve grudar os olhos na vítima, não desgrudando dela, enquanto pede que alguém forneça algo flutuante para ser lançado em sua direção  (defensa ou bóia, por exemplo). Deve-se, também, acionar o botão MOB (Man Overboard) do GPS, para gravar o ponto exato da queda. Nunca se deve perder o náufrago de vista.

                        2º Retorno

                        Evite que a embarcação se afaste do local da queda. Pare o barco, mude o rumo e se aproxime da vítima. Num barco a motor, isso deve ser feito com uma curva de 180 graus no sentido oposto. Nunca engate a ré, por causa dos hélices na vítima! Em um veleiro, guine rapidamente para barlavento, cambe e volte ao local da queda, manobrando para se aproximar do náufrago numa orça apertada, para poder controlar a velocidade do barco.

                        3º Aproximação

                        Posicione o barco a barlavento da vítima, deixando-a a sotavento. Isso irá protegê-la dos ventos e das ondas e evitará que o barco derive na direção oposta a ela. Quando estiver perto, folgue as velas ou desengate o motor, e lance um longo cabo flutuante para a vítima o agarrar e, assim, ser puxada para a embarcação. Caso isso não seja possível, deixe que os próprios ventos e a correnteza façam o barco derivar lentamente na direção desejada.

                        4º Resgate

                        Com a vítima no costado, puxe-a para bordo. Se ela não conseguir usar a escadinha, use um cabo com nós intercalados, que imitem uma. Use também o bote de apoio como plataforma ou, se estiver num veleiro, uma adriça com um lais de guia na ponta, no qual a vítima poderá encaixar o pé para ser içada por alguém nas catracas. Importante! Só pule na água (com colete salva-vidas e amarrado ao barco) se a vítima estiver ferida, desmaiada ou se afogando.

                        Alguns cuidados para não cair na água

                        • Nunca fique em pé ou trabalhe no convés sem segurar em algo fixo. Lembre-se do popular ditado náutico: “Uma mão para mim, outra para o barco”.
                        • Atenção redobrada nas manobras mais bruscas, como curvas acentuadas ou jibes. O timoneiro deve sempre avisar a tripulação quando for realizar uma manobra desse tipo.
                        • Evite fazer xixi da borda do casco ou da plataforma de popa, porque qualquer movimento mais brusco pode derrubá-lo na água. Mesmo os homens devem preferir sempre usar o vaso sanitário.
                        • Navegando com mau tempo, à noite, ou em solitário, ninguém a bordo deve ficar no convés sem um colete salva-vidas ligado a um cabo que vá da proa à popa ou esteja amarrado ao barco.
                        • Tenha no convés, ao alcance das mãos, coisas que possam ajudar caso alguém caia na água, como bóia salva-vidas, lanternas, cabos flutuantes e bóias especiais com bandeiras ou luzes para marcar o local de uma queda.
                        • Faça periodicamente a manutenção das grades de proteção, do guarda-mancebo e do piso antiderrapante do seu barco.

                         

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                          Confira 14 exercícios para treinar o organismo contra os enjôos

                          Por: Redação -
                          24/12/2016

                          A promessa é empolgante: acabar com o maior estraga prazeres dos passeios de barco, de forma simples e natural, sem os efeitos colaterais que os remédios contra enjôos costumam causar. Segundo alguns médicos especialistas no assunto, bastam alguns exercícios para estimular a parte do labirinto que responde pelo equilíbrio e pronto — adeus enjôo! “O organismo se acostuma de tal forma com os movimentos dos exercícios que os enjôos do mar viram apenas mais um deles e, assim, desaparecem para sempre”, garante a otorrinolaringologista Maria Cristina Cury, professora da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto. A técnica, batizada de “reabilitação vestibular”, consiste em uma série de oito a 12 sessões de exercícios com os olhos, a cabeça e o corpo (como os que reproduzimos abaixo), com movimentos que simulam o balanço do mar. Mas a médica adverte: “Inicialmente, esses exercícios devem ser feitos no consultório de um otoneurologista, para o paciente aprender a fazê-los corretamente em casa depois”.

                          A terapia faz todo o sentido. O problema de quem enjoa está no labirinto, que é o sensor da nossa cabeça, uma espécie de peça-chave no processo do mal-estar. Uma parte dele é relacionada com o equilíbrio e é responsável por enviar ao cérebro as informações sobre o movimento da cabeça e a velocidade dos movimentos. “Porém, em certas situações, como a bordo de um barco em movimento, os dados sobre o que é visto e o que é sentido tornam-se conflitantes e podem confundir o cérebro”, explica a médica. O resultado dessa confusão de dados é o enjôo. A reabilitação vestibular promete pôr o labirinto no eixo rapidamente. Detalhe: NÁUTICA testou essa técnica e o resultado foi bem animador. Mesmo que não suprima totalmente o mal-estar, dá um alívio e tanto aos enjoados. Confira:

                          1- Com a cabeça fixa, movimente seguidamente, por dez vezes, os olhos para a direita e a esquerda. Depois, repita o exercício erguendo os olhos para cima e para baixo.

                          2- Com um dos braços estendido para a frente, aproxime e afaste o dedo indicador do nariz, acompanhando o movimento com os olhos. Faça isso até que sinta um ligeiro desconforto, ou seja, quando seu braço começar a perder força e coordenação.

                          3- Com um dos braços estendidos para a frente, acompanhe com os olhos e a cabeça fixa o dedo indicador (dobrado em 90 graus, para cima), em um movimento que descreva um grande círculo, nos sentidos horário e anti-horário.

                          4- Movimente a cabeça alternadamente para a direita e para a esquerda, para cima e para baixo. Faça isso o mais rápido que conseguir.

                          5- Dando uma de malabarista, jogue uma pequena bola de uma mão para a outra, fazendo-a passar por cima da cabeça. O mais importante é acompanhar os movimentos da bola com os olhos.

                          6- Sentado, jogue uma bolinha para cima, pegando-a com a mesma mão. Acompanhe o movimento com os olhos. Faça isso 20 vezes. Depois repita o processo, só que, agora, em pé.

                          7- Novamente de pé, jogue a bolinha na parede e pegue a de volta, sem desgrudar os olhos dela.

                          8- Sente-se em uma cadeira e coloque seis objetos no chão, de seu lado esquerdo, formando um semicírculo. Depois, abaixe, pegue um objeto com a mão esquerda, levante e passe-o para a mão direita. Depois, repita o processo com o outro lado.

                          9- Este é o exercício mais simples, porém, o mais cansativo. Sem pressa, sente e levante de uma cadeira por dez vezes seguidas.

                          10- Fique descalço e ande em linha reta, tomando o cuidado de manter a cabeça erguida e olhando sempre para  a frente, como uma modelo na passarela. Faça isso entre três e cinco minutos.

                          11- Em seguida, sem parar, ande por mais alguns minutos em linha reta, olhando para os lados, alternadamente para a direita e a esquerda.

                          12- Continue andando em linha reta, só que agora olhando para cima e para baixo, alternadamente.

                          13- De pé, levante um dos joelhos e passe uma bolinha por baixo da coxa. Repita o movimento, com o lado oposto.

                          14- Suba e desça os degraus de uma escada. Depois, faça a mesma coisa com os olhos, porém, tomando o cuidado de incumbir alguém de lhe observar, para não cair.

                          Foto: Fotolia

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                            Sede da maior regata do mundo, Cowes concentra a nata da vela do Reino Unido

                            Por: Redação -
                            23/12/2016

                            A Inglaterra, como se sabe, não é o Brasil. Se aqui temos poucos veleiros, lá eles são quase tão populares quanto as lanchas — inglês adora velejar, mesmo só podendo fazer isso alguns meses no ano, por conta do célebre mau humor do tempo inglês. Em compensação, se aqui temos sol de janeiro a janeiro e um litoral repleto de ilhas que servem como refúgios para os veleiros, lá eles só têm praticamente uma opção para velejar no além-mar: esta ilha, a de Wight, na costa sul do Reino Unido, cujo principal centro náutico é a pequena e graciosa Cowes, uma espécie de Ilhabela da Inglaterra — que, não por acaso, é considerada a capital inglesa da vela.

                            Na verdade, a minúscula Cowes é bem mais do que isso: é um dos mais importantes redutos da vela de toda a Europa, se não em tamanho (afinal, a vila inteira resume-se a uma única ruazinha estreita!), com certeza em importância e tradição histórica. É lá, por exemplo, que acontece a maior regata do mundo, em número de participantes. Cerca de mil veleiros (sim, você leu direito: mil veleiros!) participam, todos os anos, desde 1826, da Cowes Sailing Week, um evento que atrai para aquele acanhado vilarejo mais de 8 000 velejadores e não apenas ingleses. Para lá, vão tripulantes e barcos de todas as partes da Europa.

                            Estar em Cowes na primeira semana de agosto, quando acontece o evento, é algo tão desejado pelos velejadores europeus quanto participar de uma Copa do Mundo para qualquer jogador de futebol brasileiro. É mais do que simples regata. É uma espécie de apoteose da vela. Até velejadores da America’s Cup costumam participar da Cowes Sailing Week.

                            A ilha, é claro, entope de gente, o que só faz aumentar sua fama também turística na Inglaterra. Mas, fora do furacão que varre Cowes nos dias da Semana de Vela, a vila é um pacato e charmosíssimo vilarejo, com simpáticas casinhas vitorianas com flores nas janelas, pequeno comércio com nomes invariavelmente ligados à história naval inglesa (Trafalgar, Cook etc. etc.) e pouco mais que 2 000 moradores, que, no entanto, fazem absoluta questão de conservarem parte das tradições náuticas da boa e velha Inglaterra, como o hasteamento das bandeiras dos diversos clubes náuticos da ilha (até o príncipe Charles é sócio e freqüentador habitual de um deles), que acontece todos os dias, britanicamente — nem um minuto a mais nem um a menos… — às oito da manhã, tenha ou não espectadores para assisti-la.

                            Na ocasião, fardado como se fosse um desfile militar, um funcionário quase marcha até o mastro, consulta o relógio, ergue a bandeira com um respeitoso cerimonial (mesmo que só esteja ele ali, o cerimonial será igual), verifica se o vento a encheu por inteiro, respira aliviado e volta para casa. Definitivamente, a Inglaterra não é como o Brasil. Mas, no amor à vela, Cowes até que lembra a nossa Ilhabela. Só que com 20 vezes mais veleiros.

                            Foto: Divulgação

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                              Fibrafort inaugura revenda em Porto Rico, no Paraná

                              Por: Redação -
                              22/12/2016

                              A cidade paranaense de Porto Rico, às margens do trecho mais lindo do Rio Paraná, onde há águas limpas, prainhas convidativas e muitas ilhas, acaba de ganhar uma representante oficial do estaleiro catarinense Fibrafort. A loja Rio Náutica, na rua Pioneiro João Mangialargo 274, no centro da cidade, é de propriedade de Saú Rodrigues e terá meia dúzia de lanchas expostas. A Rio Náutica também oferecerá produtos da marca BRP.

                              nautica-1

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                                Campanha do São Paulo Boat Show 2016 é destaque no Ads of the World

                                Por: Redação -

                                A campanha publicitária do São Paulo Boat Show 2016, que aconteceu em outubro do ano passado, ganhou, recentemente, importante destaque no Ads Of The World — portal em formato colaborativo que funciona como vitrine para as mais criativas campanhas ao redor do mundo. Idealizada pela agência BigBee, a campanha marcou um novo direcionamento na comunicação do maior salão náutico indoor da América Latina, que, em sua 19ª edição, foi realizado em um novo espaço, o São Paulo Expo, e contou com 100 expositores e 36 mil visitantes.

                                Veja a campanha do São Paulo Boat Show 2016 exposta na galeria da Ads Of The World.

                                Pensada em tom poético e intitulada “As Novas Lendas do Mundo Náutico”, a campanha lançou um olhar inédito sobre o setor (mais cuidadoso visualmente e em conteúdo), agregando, dessa forma, o devido valor ao evento e aos negócios por ele gerados. Para conceber essa campanha e trazer à tona o glamour, a grandiosidade e a essência do salão náutico paulista, a campanha mergulhou em referências históricas e a mitologia grega, revisitando a Odisseia de Homero e o retorno dos gregos de Troia para a Grécia, de onde extraiu a beleza encantadora das sereias. “Nossas sereias conquistaram os olhares do mundo inteiro”, enaltece o organizador do evento, Ernani Paciornik, presidente do Grupo NÁUTICA.

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                                  Projeto de submarino promete chegar aos 11 nós quando submerso

                                  A empresa holandesa Ortega Submersibles está com um novo – e revolucionário – projeto de submarino. O Ortega Mk. 1C navega tanto na superfície quanto embaixo d’água, chegando a uma velocidade de até 11 nós, quando submerso. O modelo tem capacidade para levar até três pessoas, é alimentado por dois motores elétricos e todos os equipamentos de bordo suportam profundidades de até 95 metros em baixo d’água.

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                                  Foto: Divulgação

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                                    Tedesco Marina comemora 10 anos e inaugura Atracadouro Barra Sul

                                    Por: Redação -

                                    A Tedesco Marina, em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, comemorou seus 10 anos de atividade e inaugurou oficialmente o Atracadouro Barra Sul no último dia 16. Na ocasião, Júlio Tedesco reuniu amigos em uma bela festa na marina.

                                    O atracadouro tem capacidade para atracar 36 iates de grande porte, bem como infraestrutura para embarque e desembarque de turistas trazidos por tenders de navios de cruzeiro, estes atracados no porto natural a cerca de um quilômetro do Molhe da Barra Sul.

                                    Confira algumas imagens do evento:

                                    Fotos: JU JP

                                    Náutica Responde

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                                      Trailer Veuve Clicquot terá serviço de entrega nos barcos em Angra

                                      Por: Redação -
                                      21/12/2016

                                      A criatividade da Maison Veuve Clicquot chega ao FRAD.E, empreendimento de luxo em Angra dos Reis, no formato Clicquot Yellow Trailer, uma inovação “repleta de brasilidade” para os admiradores da marca de champagne. Um charmoso trailer personalizado na cor símbolo da marca funcionará como um bar trendy com serviço especial de Veuve Clicquot.

                                      O trailer promete ser o hotspot do Verão Fradíssimo, extensa programação de eventos e ações de verão FRAD.E. Um audacioso bar no verdadeiro clima do verão carioca: ao redor, muitos itens que acabam de chegar da França, como champagneiras, mesinhas, espreguiçadeiras e ombrelones. No trailer, os hóspedes poderão consumir Veuve Clicquot Brut em taça (R$ 67) e em garrafa (R$ 335) e também os novos champagnes da Maison, Clicquot Rich Blanc (taça R$ 80/garrafa R$ 400) e Clicquot Rich Rosé (taça R$ 87/garrafa R$ 435), os primeiros champagnes do mundo criados para serem consumidos em formato de drinks. Para este tipo de champagne, o hóspede poderá escolher entre os drinks com limão, laranja, hortelã e abacaxi.

                                      O trailer também trará um serviço especial: a entrega de garrafas ou caixas do champagne via concierge aos hóspedes e aos barcos ancorados na Costa Verde. Para solicitar a bebida, basta ligar para o número (24) 3369-9535 ou (24) 98865-4591. O Clicquot Yellow Trailer ficará no FRAD.E do dia 26 de dezembro ao dia 2 de março.

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                                        Por: Redação -

                                        A Marina Itajaí, no município catarinense com o mesmo nome, inovou com diferenciais aos seus clientes navegadores. A diretoria do complexo náutico acaba de anunciar acordo firmado com Marina Beach Towers, através da Construtora Mendes Sibara, que permite o acesso dos seus clientes para embarque e desembarque na cidade vizinha de Balneário Camboriú. Por outro lado, moradores também passam a ter vantagens na Marina Itajaí e podem usufruir de vaga para embarque e desembarque, além de tarifário diferenciado para pernoite e outros serviços de manutenção, que podem chegar a 50% de desconto.

                                        “Oferecer facilidades de acesso a Balneário Camboriú, local onde nossos clientes geralmente têm uma segunda residência ou costumam frequentar, é algo que completa a qualidade exigida pelo nosso público além de abrir oportunidades para novos negócios”, assegura o diretor náutico da Marina Itajaí, Carlos Oliveira.

                                        “Agora, os clientes da Marina Itajaí podem pedir para que o marinheiro, por exemplo, busque e faça a atracação de seu barco na cidade de Balneário Camboriú. Além disso, continuarão contando com a eficiência e o profissionalismo dos serviços náuticos prestados na região com um preço competitivo,” explica Carlos.

                                        A diretora comercial da Mendes Sibara, Nathalia Mendes, diz que o interesse pelos serviços náuticos da construtora, através do empreendimento com marina, tem crescido. Por isso, anuncia que para o próximo ano deverão lançar a segunda torre do empreendimento Marina Beach Tower. “Hoje, dos 53 apartamentos, temos mais de 30 embarcações residentes e na temporada ainda haverá serviços de charter,” constata Nathalia.

                                        “O anúncio de parceria com a Marina Itajaí e vantagens de custo foi recebido de forma muito positiva. Agregamos atrativos e trouxemos benefícios aos clientes tanto da construtora quanto da própria marina”, complementa.

                                        Náutica Responde

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                                          Por: Redação -
                                          20/12/2016

                                          O estaleiro catarinense Intech Boating, fabricante dos modelos Sessa Marine para o Brasil e América do Sul, alcançou seus objetivos no ano de 2016. A meta de faturamento determinada atingiu os 110% para o ano de 2017, mantendo a estabilidade financeira da empresa, mesmo em um período de mercado adverso. Além disso, foi possível manter o número dos postos de trabalhos na fábrica, ponto positivo diante do cenário atual.

                                          Várias ações planejadas e executadas nestes dois últimos anos de crise foram efetivas e plenamente atingidas, além das metas de contenção de custos, houve melhoria dos procedimentos na engenharia de produção da linha e otimização dos recursos. O estaleiro destaca também a colaboração de seus parceiros, que renovaram e fortaleceram a relação e os vínculos comerciais, o que facilitou o alcance das metas para 2016.

                                          Outro fator de extrema importância na manutenção da estabilidade e saúde do estaleiro foi o empenho do time de colaboradores, que sem a responsabilidade e comprometimento com a marca e o negócio, não seria possível fechar o ano com tranquilidade. “Continuamos trabalhando sério e empenhados, mantendo o otimismo e focados em oferecer um produto à altura dos nossos clientes: únicos, inteligentes, com ótimo desempenho e equilíbrio, produtos duráveis com baixo custo de manutenção e construídos com o que há de melhor.  Em fevereiro a Intech completa 10 anos e para 2017 torcemos por estabilidade política e econômica para retomar o crescimento”, afirmou Jose A. Galizio Neto, presidente da Intech Boating.

                                          img_2725-na-agua

                                          O ano de 2016 também foi marcado pela modernização dos modelos já produzidos no Brasil, além do lançamento do modelo 2017 da Sessa C40, o melhor produto do seguimento, durante o São Paulo Boat Show. Já com 6 unidades vendidas em apenas 2 meses, o novo modelo vem sendo um sucesso, com ótima aceitação pelo mercado.

                                          A Intech Boating também fecha o ano renovando a parceria com a Sessa Marine Itália, para o desenvolvimento de novos produtos e o lançamento de uma nova linha de lanchas a partir de 2017. “Estamos empenhados em continuar fazendo o nosso melhor e torcendo para que o país retome sua credibilidade e que as Instituições se entendam, propiciando um ambiente favorável para retomada do mercado náutico”, concluiu Neto.

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                                            Triton Group reúne mais de 200 colaboradores em evento no Paraná

                                            Por: Redação -

                                            O Triton Group – fusão do estaleiro Way Brasil com o distribuidor BOAT SP – aproveitou o último sábado, 17, para reunir mais de 200 colaboradores, familiares e representantes comerciais das marcas Triton Yachts, Fishing Raptor e Armatti Yachts na fábrica em São José dos Pinhais, no Paraná. Na ocasião, os presentes puderam conhecer de perto os recentes lançamentos do grupo, como a Triton 440 Fly e a Armatti 350 Gran Cabrio. Também esteve disponível para visitação o modelo voltado para pesca oceânica e lazer: a Fishing 340WA, da Fishing Raptor.

                                            “Este foi um ano de grande evolução para o estaleiro. Anunciamos a fusão da Way Brasil com a BOAT SP em outubro desse ano e nos tornamos um Grupo: forte e bem posicionado no mercado náutico nacional. Além de novidades na nossa linha de sucesso Triton Yachts, incorporamos a renomada Fishing Raptor e lançamos a moderna e esportiva Armatti Yachts. Com isso, passamos a oferecer uma grande gama de produtos náuticos de lazer e pesca oceânica. Comemoramos também a grande aceitação do mercado pelos modelos da marca, graças ao investimento constante em qualidade, à dedicação de nossa equipe e foco em satisfação de nossos clientes. Temos a previsão para o próximo ano de aumentar 50% em produção de embarcações”, destacou aos presentes um dos diretores do Triton Group José Maria Cechelero Jr.

                                             

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              A Volvo Penta acaba de anunciar uma nova promoção para seus clientes: Check-up Grátis! A campanha é válida para todos os motores e propulsores, incluindo modelos mais antigos. Como funciona? Basta preencher um rápido formulário com os seus dados para solicitar o check-up gratuito do seu motor ou propulsor Volvo Penta. O Check-up compreende apenas Produtos Volvo Penta (Instrumentos, Motores e propulsões). Não inclui outras partes/peças da embarcação. Após receber a solicitação, a Volvo Penta entrará em contato para confirmar o agendamento. A promoção é valida até o dia 28/02/17.

                                              A realização do check-up grátis é uma cortesia pontual da Volvo Penta para seus clientes, que engloba apenas a inspeção do(s) motor(es) e transmissão(ões) da marca. Não inclui inspeção completa da embarcação nem custos adicionais de deslocamento do Centro Autorizado à embarcação, pedágios, Travel Lift, diárias de marinas, hotéis, entre outros. Esses valores devem ser negociados previamente entre cliente e Centro Autorizado.

                                              Além disso, a realização do check-up grátis não transfere ou compartilha com a Volvo Penta e/ou Centro Autorizado a responsabilidade sobre eventuais casos de falhas posteriores no motor, transmissão ou embarcação. Também não isenta o cliente da necessidade de realização das manutenções preventivas, de acordo com os intervalos determinados no Manual de Garantia do produto. Caso seja detectado algum desvio durante a inspeção, o cliente será informado e eventuais orçamentos de peças e serviços podem sofrer alterações de preço após seu período de vigência.

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                                                No Reino Unido, uma escola para capitães usa navios em miniatura

                                                Por: Redação -

                                                Existe um grupo de construtores de barcos que, apesar de não ser dono de estaleiro algum, constrói incríveis embarcações. É o caso da Ship Handling Centre, da Warsash Academy, do Reino Unido, uma escola especialista na criação de navios em miniatura, usados por aspirantes a comandantes que desejam aliar a teoria com a prática no comando dessas embarcações gigantes, mas que não têm um navio em tamanho real para isso. A escola realiza treinamentos com futuros comandantes, práticos e oficiais em réplicas feitas em escala reduzida (16 ou 24 vezes menores) de cargueiros, petroleiros, graneleiros e porta-contêineres, preservando as características das embarcações originais.

                                                Nas manobras de atracação, fundeio e entrada em canais, os pequenos cargueiros, petroleiros e porta-contêineres reagem como as embarcações gigantes que representam, em escala reduzida
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                                                O mais incrível é o grau de realismo alcançado com o uso desses mininavios. Alguns deles possuem propulsores laterais, âncora, rádio vhf, além de todos os controles básicos que os navios de verdade têm. Com isso, conseguem representar o mais realisticamente possível manobras de atracação, desatracação, fundeio e entrada em canais. Ao mesmo tempo, é possível testar as habilidades emocionais dos operadores em situações de emergência e realizar testes sem o risco óbvio de ocorrer um grave acidente. Pelo menos é o que garante a Ship Handling.

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                                                  Por: Redação -
                                                  19/12/2016

                                                  Neste domingo (18), o clube gaúcho Jangadeiros formalizou o batismo de 26 novos barcos Far East, de última geração, que serão uados para preparar jovens atletas da classe Optmist. Os velejadores, acompanhados de seus padrinhos e madrinhas, estouraram espumantes nos monotipos, identificados com os nomes dos rios do Rio Grande do Sul. Até o final do ano, mais nove monotipos devem chegar ao clube, seis para a classe 29er e outros três para a Laser.

                                                  Para o comodoro do clube, Manuel Ruttkay Perra, é um momento de celebrar todo o empenho daqueles que possibilitaram essa conquista, principalmente do vice-comodoro Esportivo e multicampeão, Alexandre Paradeda. Conforme lembrou Manuel Pereira, o Jangadeiros obteve o primeiro lugar entre todos os clubes esportivos do Brasil que se candidataram a receber recursos da CBC. “Isso nos deu confiança para novos projetos. Inclusive, já temos mais um aprovado. Dessa vez, não para obter material, mas sim professores para a nossa Escola de Vela Barra Limpa (EVBL)”, destacou.

                                                  Na sequência, os monotipos foram levados até o Guaíba pela primeira vez, para a disputa de uma regata comemorativa. Para Atila Pellin, treinador da Flotilha da Jangada e também técnico da Confederação Brasileira de Vela, a Escola de Vela do Jangadeiros, com 40 anos, já era um dos mais conceituados centros formadores de atletas náuticos do Brasil. Com os equipamentos recém-chegados, alcança um novo patamar, consolidando-se entre as cinco melhores do Brasil, com um apoio técnico que nem muitos países europeus oferecem.

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                                                  “Ter um equipamento novo como esse dá ainda mais vontade de treinar e competir”, afirmou Lorenzo Balestrin, responsável pelo Optimist chamado Pelotas. Já Teresa Severo (que irá velejar no Ibicuí) garantiu que vai cuidar do material com muito amor, para que ele possa ser usado ainda por outras gerações.

                                                  Para finalizar, o Comodoro deixou uma mensagem de incentivo e confiança aos pequenos. “Hoje o João Emilio Vasconcellos, atual campeão brasileiro de Laser Radial, não pode estar aqui conosco porque representa não só o CDJ, mas também o Brasil, na Copa Mundial da Juventude, realizada na Nova Zelândia. Ele começou aqui, no Optimist, assim como cada um que agora batiza seu barco. Imaginem o que vocês podem fazer com toda essa estrutura e suporte”, encerrou.

                                                  Náutica Responde

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                                                    A loja Nautiway Motoryama reuniu na noite da última sexta-feira, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, clientes e amigos para apresentar o novo jet Yamaha GP 1800. Segundo Rogério Schröder, diretor da Nautiway, os engenheiros da Yamaha construíram um novo jet com a união do DNA da marca com a experiência de grandes pilotos internacionais. “O novo GP 1800 tem aceleração rápida. Até os mais experientes pilotos vão gostar. Faz curvas rápidas e com precisão. Até parece estar preso a trilhos”, explica. O novo jet tem motor com 1800 cilindradas e, segundo a Yamaha, é o maior motor produzido para jets no mercado.

                                                    Náutica Responde

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                                                      17/12/2016

                                                      O estaleiro mineiro Ventura Marine, que já confirmou presença no Rio Boat Show 2017, na Marina da Gloria, entre os dias 5 e 11 de abril, acaba de estrear seu maior modelo: Ventura 450. A nova e bonita lancha, equipada com flybridge e grande plataforma de popa, deve ser um dos destaques da marca no salão náutico do Rio.

                                                      Náutica Responde

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                                                        16/12/2016

                                                        A cidade de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, começa a receber passageiros nacionais e estrangeiros de navios de cruzeiro a partir do início de 2017. O Atracadouro Barra Sul, que será inaugurado oficialmente nesta sexta (16), terá capacidade para atracar 36 iates de grande porte, bem como infraestrutura para embarque e desembarque de turistas trazidos por tenders de navios de cruzeiro, estes atracados no porto natural a cerca de um quilômetro do Molhe da Barra Sul.

                                                        “O empreendimento cria um novo atrativo turístico e infraestrutura adequada para receber visitantes do Brasil e exterior, aumentando significativamente o fluxo de turistas e aquecendo a economia regional, além de qualificar e projetar Santa Catarina e Balneário Camboriú no cenário náutico mundial”, pontua Júlio André Ruas Tedesco, presidente do Grupo Tedesco e sócio da Bontur Bondinhos Aéreos, empresas que assinam a implantação do Atracadouro Barra Sul.

                                                        atracadouro9

                                                        O Atracadouro Barra Sul possui área coberta, subestação de energia, iluminação, banheiros e, para os barcos de passeio, toda a prestação de serviços da Tedesco Marina Garden Plaza. Destaque para os atenuadores de ondas, uma estrutura semi-submersa de tecnologia espanhola, composta de polietileno de alta densidade, que exerce a função de sinalizar o canal e reduzir a potência das ondas.

                                                        Outros dispositivos implantados são as seis boias sinalizadoras, utilizadas para demarcação da entrada do canal. Possuem sistema de energia solar, piscando durante a noite e foram produzidas nas cores verde e vermelho, conforme normas da Marinha do Brasil. Essas boias devem auxiliar tanto os barcos que irão até o Atracadouro Barra Sul, como também todas as embarcações, pois devem acessar este canal com mais segurança. Os flutuantes de concreto, trazidos de Paraty (RJ), são mais uma estrutura instalada no Atracadouro, servindo como passarela para embarcações, embarque e desembarque de passageiros.

                                                         

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                                                          15/12/2016

                                                          Na tarde desta quinta (15), a equipe do estaleiro catarinense Fibrafort, uma das marcas confirmadas no Rio Boat Show 2017, que acontecerá na Marina da Glória, de 5 a 11 de abril, entregou a 30ª unidade da lancha F400 Gran Coupé, embarcação testada pela revista Náutica em junho deste ano (veja mais). O barco foi entregue na marina Itajaí, em Santa Catarina, ao proprietário Diórgenes Marcelo Carandina, ex-dono de um modelo Focker 270. “Estamos encerrando o ano satisfeitos com os resultados da F400 Gran Coupé. Continuaremos guiando nossos esforços para que ela continue conquistando espaço no mercado nacional e internacional”, disse Márcio Ferreira, presidente da marca.

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                                                            O mais novo livro da Capivara Editora, Transatlânticos no Brasil, traz em seus 12 capítulos a história das grandes embarcações nos portos do país, desde a instalação da primeira linha regular entre a Europa e o Brasil, aberta pela companhia inglesa Mala Real Inglesa, em 1851, até o declínio do transporte marítimo de passageiros no final da década de 1960, com a popularização da aviação comercial.

                                                            O livro aborda, principalmente, as grandes linhas europeias e norte-americanas de transporte de passageiros, emigrantes e turistas, em busca de diversão ou de um futuro melhor no Brasil. A obra mostra a atuação das principais companhias marítimas com seus grandes navios nos portos brasileiros.

                                                            Com textos de Carlos Cornejo e Ana Luisa Martins, o livro bilíngue (português/inglês) traz 400 imagens que reconstituem a navegação marítima no país da época. São fotografias, mapas, cartazes publicitários, além de artigos de memorabilia, como cartões-postais, bandeiras e etiquetas de bagagem.

                                                            “A navegação transatlântica marcou uma época áurea da nossa história. O desfile daqueles palácios flutuantes viajando entre o Velho e o Novo Mundo foi um espetáculo digno de guardar-se na memória. Aqueles imponentes navios transatlânticos, então o único modo de viajar de um continente a outro, eram os soberanos dos mares, concorrendo entre si em tamanho, charme e velocidade”, ressalta Carlos Cornejo, autor de outros livros sobre temática marítima, no prefácio da obra.

                                                            A obra já está à venda e custa R$ 85.

                                                            capa-dtq

                                                             

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