Uma nova Cimitarra

Por: Redação -
04/10/2016

A nova Cimitarra 640, do estaleiro gaúcho Cimitarra Yachts, será um dos grandes lançamentos do São Paulo Boat Show 2016, que começa nesta quinta-feira. Com foco no aproveitamento dos espaços externos, esta embarcação foi projetada na Itália e teve o design inspirado na Cimitarra 760, a maior lancha do estaleiro gaúcho que também estará no pavilhão do São Paulo Expo.

Com 18,65 metros de comprimento e 4,15 metros de boca (largura), com capacidade para 18 passageiros de dia e 8 em pernoite, além da tripulação, em quatro camatores – sendo duas suítes – e dependências do marinheiro, a Cimitarra 640 não foi revelada completamente e só poderá ser descoberta, por inteiro, durante o salão paulista.

O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

 

Foto: Divulgação

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    158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

    Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

    São Paulo Boat Show apresenta nova Cimitarra 640

    Por: Redação -

    A nova Cimitarra 640, do estaleiro gaúcho Cimitarra Yachts, será um dos grandes lançamentos do São Paulo Boat Show 2016, que começa nesta quinta-feira. Com foco no aproveitamento dos espaços externos, esta embarcação foi projetada na Itália e teve o design inspirado na Cimitarra 760, a maior lancha do estaleiro gaúcho que também estará no pavilhão do São Paulo Expo.

    Com 18,65 metros de comprimento e 4,15 metros de boca (largura), com capacidade para 18 passageiros de dia e 8 em pernoite, além da tripulação, em quatro camatores – sendo duas suítes – e dependências do marinheiro, a Cimitarra 640 não foi revelada completamente e só poderá ser descoberta, por inteiro, durante o salão paulista.

    O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

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      Pré-lançamento

      03/10/2016

      O Triton Group é presença confirmada no São Paulo Boat Show 2016 e, na ocasião, apresentará o projeto da Armatti 310 Cabrio. Com 9,80 metros de comprimento por 2,95 metros de boca (largura), o modelo tem capacidade para 10 passageiros, sendo quatro em pernoite, e cabine medindo 1,85 metros de pé-direito. Pode ser equipado com um motor de 320 a 380 hp ou dois motores de 150 a 220 hp.

      O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

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        Projeto da nova Armatti 310 Cabrio poderá ser visto no Boat Show

        O Triton Group é presença confirmada no São Paulo Boat Show 2016 e, na ocasião, apresentará o projeto da Armatti 310 Cabrio. Com 9,80 metros de comprimento por 2,95 metros de boca (largura), o modelo tem capacidade para 10 passageiros, sendo quatro em pernoite, e cabine medindo 1,85 metros de pé-direito. Pode ser equipado com um motor de 320 a 380 hp ou dois motores de 150 a 220 hp.

        O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

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          Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

          Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

          158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

          Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

          Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

          O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

          Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

          Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

          Martine e Kahena são indicadas ao prêmio de melhores do ano

          Por: Redação -

          Campeãs olímpicas na classe 49erFX nos Jogos Rio 2016, as velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze foram indicadas pela Federação Internacional de Vela (World Sailing) ao Prêmio de Melhores Velejadoras em 2016. Esta é a segunda vez que as brasileiras concorrem ao troféu. Em 2014, ano em que se sagraram campeãs mundiais, elas venceram a disputa.

          O anúncio dos vencedores nas categorias masculino e feminino será no dia 8 de novembro, em Barcelona, na Espanha, sede da Conferência Anual da World Sailing. A decisão será tomada pelos integrantes da federação, além do voto popular. Esta será a primeira vez que o público poderá ajudar na escolha. A votação dos fãs começa no dia 4 de novembro e irá durar 72 horas.

          “É uma honra entrar para a lista das melhores velejadoras do ano depois de um final de Jogos Olímpicos tão emocionante. Estou muito satisfeita com os resultados da temporada e de ter sempre mantido o nível mesmo com a lesão da Kahena. Ficamos muito gratas pela nomeação”, afirmou Martine.

          As brasileiras terão como adversárias a holandesa Marit Bouwmeester, campeã olímpica na Rio 2016 na Laser Radial; a argentina Cecilia Carranza Saroli, medalha de ouro na Olimpíada na classe Nacra 17 ao lado de Santiago Lange; as britânicas Hannah Mills e Saskia Clark, campeãs olímpicas na 470 feminina nos Jogos Rio 2016; e a francesa Charline Picon, medalha de ouro na Olimpíada na classe RS:X feminina.

          No masculino, concorrem ao prêmio os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke, da classe 49er; os croatas Sime Fantela e Igor Marenic, da 470 masculina; o argentino Santiago Lange, da Nacra 17; o britânico Giles Scott, da Finn; e o francês Damien Seguin, da classe paralímpica 2.4mR.

          O Prêmio de Melhor Velejador do Ano é um dos troféus de maior prestígio no mundo da vela. Criado em 1994 pela Federação Internacional, ele conta com grandes nomes da modalidade na sua lista de vencedores. Além de Martine e Kahena, já ganharam o troféu Torben Grael, em 2009, e Robert Scheidt, em 2001 e 2004.

          Foto Divulgação

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            Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

            Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

            158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

            Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

            Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

            O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

            Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

            Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

            Melhores do ano

            Por: Redação -

            Campeãs olímpicas na classe 49erFX nos Jogos Rio 2016, as velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze foram indicadas pela Federação Internacional de Vela (World Sailing) ao Prêmio de Melhores Velejadoras em 2016. Esta é a segunda vez que as brasileiras concorrem ao troféu. Em 2014, ano em que se sagraram campeãs mundiais, elas venceram a disputa.

            O anúncio dos vencedores nas categorias masculino e feminino será no dia 8 de novembro, em Barcelona, na Espanha, sede da Conferência Anual da World Sailing. A decisão será tomada pelos integrantes da federação, além do voto popular. Esta será a primeira vez que o público poderá ajudar na escolha. A votação dos fãs começa no dia 4 de novembro e irá durar 72 horas.

            “É uma honra entrar para a lista das melhores velejadoras do ano depois de um final de Jogos Olímpicos tão emocionante. Estou muito satisfeita com os resultados da temporada e de ter sempre mantido o nível mesmo com a lesão da Kahena. Ficamos muito gratas pela nomeação”, afirmou Martine.

            As brasileiras terão como adversárias a holandesa Marit Bouwmeester, campeã olímpica na Rio 2016 na Laser Radial; a argentina Cecilia Carranza Saroli, medalha de ouro na Olimpíada na classe Nacra 17 ao lado de Santiago Lange; as britânicas Hannah Mills e Saskia Clark, campeãs olímpicas na 470 feminina nos Jogos Rio 2016; e a francesa Charline Picon, medalha de ouro na Olimpíada na classe RS:X feminina.

            No masculino, concorrem ao prêmio os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke, da classe 49er; os croatas Sime Fantela e Igor Marenic, da 470 masculina; o argentino Santiago Lange, da Nacra 17; o britânico Giles Scott, da Finn; e o francês Damien Seguin, da classe paralímpica 2.4mR.

            O Prêmio de Melhor Velejador do Ano é um dos troféus de maior prestígio no mundo da vela. Criado em 1994 pela Federação Internacional, ele conta com grandes nomes da modalidade na sua lista de vencedores. Além de Martine e Kahena, já ganharam o troféu Torben Grael, em 2009, e Robert Scheidt, em 2001 e 2004.

            Foto Divulgação

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              158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

              Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

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              Lançamentos

              Por: Redação -

              A Brunswick é uma das empresas confirmadas no São Paulo Boat Show 2016, que acontece entre os dias 6 e 11 deste mês, no São Paulo Expo, e fará o lançamento dos novos modelos Bayliner de 25 e 35 pés no primeiro dia de salão náutico na capital.

              Combinando desempenho, conforto e segurança, a Bayliner 250 (foto abaixo) é uma lancha esportiva e vem com banheiro, plataforma de popa integrada e novo layout de cockpit, ainda mais espaçoso, com encosto rebatível e conversível em chaise. Sua targa em alumínio naval proporciona a prática de wake, sky ou boia. O modelo já vem de fábrica com motorização Mercruiser 5.7 de 300 hp.

              A Bayliner 350 (foto em destaque), totalmente remodelada, traz nova targa, cockpit mais amplo, modernização no design do costado, cabine com novos móveis e layout, camarote à meia-nau, aberto ou fechado, cama mais espaçosa, nova decoração interna, painel estilizado e piso laminado.

              O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

              Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

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                Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

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                O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

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                Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                Brunswick preara coquetel para mostrar novidades no Boat Show

                Por: Redação -

                A Brunswick é uma das empresas confirmadas no São Paulo Boat Show 2016, que acontece entre os dias 6 e 11 deste mês, no São Paulo Expo, e fará o lançamento dos novos modelos Bayliner de 25 e 35 pés no primeiro dia de salão náutico na capital.

                Combinando desempenho, conforto e segurança, a Bayliner 250 (foto abaixo) é uma lancha esportiva e vem com banheiro, plataforma de popa integrada e novo layout de cockpit, ainda mais espaçoso, com encosto rebatível e conversível em chaise. Sua targa em alumínio naval proporciona a prática de wake, sky ou boia. O modelo já vem de fábrica com motorização Mercruiser 5.7 de 300 hp.

                A Bayliner 350 (foto em destaque), totalmente remodelada, traz nova targa, cockpit mais amplo, modernização no design do costado, cabine com novos móveis e layout, camarote à meia-nau, aberto ou fechado, cama mais espaçosa, nova decoração interna, painel estilizado e piso laminado.

                O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

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                  Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                  Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                  158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                  Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                  Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                  O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                  Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                  Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                  Novidade no mercado

                  Por: Redação -

                  A Torpedo Marine, novo estaleiro do mercado náutico, escolheu o São Paulo Boat Show 2016 para apresentar sua linha de RIBs e Yacht Tenders. Com modelo os 550, 700 e 900, além da linha PRO — divisão destinada a trabalho e aplicações militares — o estaleiro irá oferecer mais de 15 modelos.

                  Os barcos foram pensados para o Brasil e projetados inteiramente na Itália pelo conceituado escritório de arquitetura náutica H3O Yacht Design, de Andrea Colli e Mario Bonelli, responsáveis por alguns dos mais famosos infláveis do mercado global, como Pirelli e Dariel, além de outras embarcações de luxo e forças de segurança.

                  Segundo o estaleiro, a linha prima pelo design, performance, solidez e excelência no acabamento, aliado ao conceito de customização pelo proprietário. Os barcos já saem completos de fábrica com uma vasta oferta do que existe de mais moderno em entretenimento a bordo, navegação, conforto, segurança e diversas opções de personalização, cores e acabamentos.

                  O São Paulo Boat Show acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                  Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

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                    Torpedo Marine estreia no mercado com uma linha de infláveis

                    Por: Redação -

                    A Torpedo Marine, novo estaleiro do mercado náutico, escolheu o São Paulo Boat Show 2016 para apresentar sua linha de RIBs e Yacht Tenders. Com modelo os 550, 700 e 900, além da linha PRO — divisão destinada a trabalho e aplicações militares — o estaleiro irá oferecer mais de 15 modelos.

                    Os barcos foram pensados para o Brasil e projetados inteiramente na Itália pelo conceituado escritório de arquitetura náutica H3O Yacht Design, de Andrea Colli e Mario Bonelli, responsáveis por alguns dos mais famosos infláveis do mercado global, como Pirelli e Dariel, além de outras embarcações de luxo e forças de segurança.

                    Segundo o estaleiro, a linha prima pelo design, performance, solidez e excelência no acabamento, aliado ao conceito de customização pelo proprietário. Os barcos já saem completos de fábrica com uma vasta oferta do que existe de mais moderno em entretenimento a bordo, navegação, conforto, segurança e diversas opções de personalização, cores e acabamentos.

                    O São Paulo Boat Show acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                    Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

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                      12 pés de diversão

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                      A Murano Yachts, fabricante das lanchas Axtor, aproveita o São Paulo Boat Show 2016 para apresentar um novo conceito de barco, o Fun Boat. O modelo que será apresentado no é o Xspeed 120 Premium, uma lancha com casco de fibra de vidro, motorização de popa de 30 a 40 hp e comando avançado que acomoda 4 pessoas. Segundo o estaleiro, o modelo é uma nova opção de entrada no mundo náutico e o valor deve ser de cerca de R$ 30 mil.

                      Como o próprio nome diz, a lancha é feita para se divertir em água abrigadas como lagoas, rios e represas pode ser utilizada para passeios e prática de esportes como esqui e wake.

                      O São Paulo Boat Show acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

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                          A marca de catamarãs BlackCat Superyachts, nascida de uma parceria entre o velejador olímpico australiano Mitch Booth e o renomado designer Malcom McKeon, acaba de ganhar reforços importantes para tirar do papel seu primeiro projeto — o BlackCat 50, um catamarã de 50 metros de comprimento e 340 m2 de espaço útil.

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                              Williams 385: acabamento primoroso, mas preço de uma 26 pés

                              02/10/2016

                              O Williams Turbojet 385 Standard é uma interessante mistura de bote inflável com jet. De um, tem o casco de fibra no fundo com tecido emborrachado nas laterais, a base de hypalon. Do outro, a agilidade e o tipo de propulsão, um motor alemão quatro tempos da Weber, de 100 hp, a gasolina, com impulsão por jato de água no lugar dos tradicionais hélices. Trata-se de uma embarcação híbrida, com o melhor dos dois mundos, para quem quer um barquinho com muito estilo e vocação esportiva.

                              Com lugar para até cinco pessoas, este jetboat inglês, de 386 kg e 3,82 metros de comprimento (há outros três versões, de 2,85 a 4,45 m, com opção de motor a diesel, em modelos maiores ), é o sonho de consumo para equipar a plataforma de popa lanchas e veleiros a partir dos 50 pés — patamar de embarcação cujo proprietário provavelmente não irá reclamar tanto assim do preço salgado deste pequeno barco: a partir de 44 mil libras (ou cerca de R$ 220 mil, já motorizado). Se o seu desejo é ter um ótimo bote de apoio inflável e, ao mesmo tempo, uma quase lanchinha esportiva para brincar de pilotar, verá que vale o investimento.

                              O banco de pilotagem fica na popa, mas a arrancada é rápida, com um ligeiro levantamento da proa, que logo abaixa, proporcionando visibilidade total à frente. Nem mesmo os infláveis tradicionais, equipados com hidrofólio na placa antiventilação do motor de popa, têm a mesma navegação equilibrada deste Williams, que se beneficia de um projeto correto na distribuição do peso. O casco deste inflável, por exemplo, vem com duas aletas no fundo, na parte da popa, o que proporciona uma navegação livre de zigue-zagues e maior agilidade nas curvas.

                              A velocidade também é empolgante. Com duas pessoas a bordo, em águas ligeiramente agitadas, o Williams chegou aos 40,1 nós, a 7 100 rpm. Não fosse o mar picado, o número seria maior. Mas, cá entre nós, nem precisa. Navegando suave a 4 100 rpm, a 16 nós, ou a 23 nós, com o motor a 4 500 rpm, o raio de giro é curto — o que é bom, pois proporciona uma pilotagem esportiva. Neste regime, entre 4 100 e 4 500 rpm, daria para navegar cerca de 50 milhas. O acabamento é digno de um barco importado.

                              Há lugar para entrada de água para lavagem do motor fora d’água, válvula para fechamento da entrada de água para o motor (importante para que não entre água nos cilindros do motor, durante um reboque), limitador da potência, olhal para reboque de esquiador, escada de popa e cunho retráteis, som, vhf, alças para içamento, mastro com luzes removíveis e madeira teca no convés. A assistência no Brasil é feita em Angra, na Marina Verolme, pelo mesmo representante das lanchas Princess. Para saber mais, [email protected].

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                                Com formato retangular, a churrasqueira Boat Grill cabe até em barcos antigos

                                01/10/2016

                                A caixa térmica e a churrasqueira não são obrigatórios a bordo, mas podem fazer muita falta nos passeios. É só observar o sucesso que faz o espaço gourmet na popa, invenção brasileira adotada em, praticamente, todas as lanchas brasileiras acima de 26 pés e que tem a churrasqueira como estrela. Porém, dependendo do tamanho do barco, não há espaço para fazer uma bancada com churrasqueira. Sem falar que as lanchas mais antigas também precisam de um lugar para assar um peixe ou uma carne, pois não eram fabricadas com cozinha gourmet na popa. Ou seja, nada melhor do que ter uma churrasqueira portátil. As primeiras a chegar por aqui, importadas dos Estados Unidos, tinham formato circular (pelo menos, as menores). Nem todos fabricantes brasileiros copiaram esse modelo, como é o caso da Boat Grill, de Santa Catarina.

                                Disponível apenas em formato retangular, com 40 x 25 cm (que acomoda melhor peixes e carnes), a Boat Grill é muito bem construída. Tem tampa, grelhas bipartidas, para facilitar a limpeza e possibilitar a inclusão de mais carvão durante o uso, e bandeja para colher gordura e esquentar o pão, além de uma prática tábua de madeira teca de 31,5 cm de diâmetro. O conjunto completo inclui, ainda, braço ajustável de inox, para prender a tábua de corte, três espetos, um garfo e um pedestal de inox reforçado, com diâmetro de 1 polegada e espessura reforçada com parede de 10 mm (que mantém, com segurança, a churrasqueira a 95 cm da plataforma de popa).

                                O preço (cerca de R$ 2 300) é um pouco salgado, embora a qualidade deste produto seja digna de nota. O garfo para pegar a carne também serve para manusear a grelha, dispensando, assim, a necessidade de uma ferramenta específica. A caixa que abriga o carvão é removível, o que facilita bastante a limpeza. Isto não ocorre nas churrasqueiras redondas, obrigando o churrasqueiro lavar, praticamente, a peça inteira, após o uso. Já na Boat Grill, basta tirar a caixa de carvão, que contém as grelhas, e lavar, junto com os espetos e o garfo. A estrutura da churrasqueira, em si, permanece limpa.

                                Sentimos falta de alguns acessórios, como adaptadores para fixar o aparelho diretamente nos porta-varas existentes em alguns barcos de pesca. No geral, a churrasqueira Boat Grill (www.boatgrill.com.br) nos surpreendeu positivamente, principalmente pela praticidade e pela qualidade de fabricação. É um produto que tem preço alto, mas foi feito para durar.

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                                  Por: Redação -

                                  Erguer um ferro — que pode ter mais de 10 kg! —, puxando com as mãos um cabo, muitas vezes, coberto de areia ou lodo, certamente, não é a melhor parte de um passeio de fim de semana. Daí a importância de ter a bordo um guincho elétrico para âncora, que, além do conforto, melhora a segurança, permitindo que a operação de fundeio seja feita por uma única pessoa, do posto de comando, sem riscos de acidente. Vamos conhecer um pouco mais sobre este importante acessório nas perguntas e respostas a seguir:

                                  Quais os guinchos elétricos mais comuns?

                                  São dois: com eixo do tambor (ou da polia), vertical ou horizontal. Não existem diferenças relevantes de desempenho entre eles. A escolha dependerá do espaço disponível na proa e no paiol de âncora do barco. Outro aspecto importante é a tensão de alimentação: 12 V, para os modelos de menor potência, e 24 V, para os maiores. Mas atenção para a instalação elétrica: a alimentação pode, facilmente, ter que superar os 100 A! A maioria dos guinchos aceita tanto correntes quanto amarras de poliamida.

                                  O que é melhor: usar amarra de poliamida ou corrente?

                                  As duas opções têm vantagens e desvantagens, mas o uso de corrente calibrada acaba sendo a melhor delas. Uma amarra de poliamida diminui o peso a bordo, a carga no guincho, custa menos e pode ser cortada facilmente em caso de emergência, se a âncora ficar presa. Por outro lado, desgasta-se mais rapidamente, pode começar a deslizar na polia após algum tempo e exige que o comprimento de corrente, entre o cepo da âncora e a amarra, seja menor, para não interferir na polia. Já as correntes duram mais, ajudam no fundeio pelo próprio peso e trabalham melhor com a polia dos guinchos.

                                  Como escolho a capacidade do guincho para meu barco?

                                  Os fabricantes recomendam instalar um guincho com capacidade de tração de três a quatro vezes maior que a carga estimada que ele deverá elevar. Some o peso da âncora ao da amarra ou corrente, incluindo conectores e outras peças e, depois, multiplique esse valor por 3 (ou 4, se quiser ser mais conservador). Então, você obterá a capacidade que o guincho deve ter. Já a corrente para guincho deve, obrigatoriamente, ser calibrada. Ela é fabricada não apenas para suportar a carga, como a corrente comum, mas para operar em uma polia de guincho — o que exige maior precisão no tamanho e no passo/distância entre seus elos. Por isso, custa mais.

                                  Usar o guincho para arrastar o barco até a âncora danifica o equipamento?

                                  Sim. Embora seja, lamentavelmente, uma prática frequente, é o caminho mais rápido para danificar o guincho. Esta peça é projetada para suportar o peso da âncora e da corrente, durante sua subida ou descida, e não para rebocar o barco ou frear o motor. Fazer isso pode exceder sua capacidade, forçando tanto o motor do guincho quanto os componentes internos, sem que o operador perceba! Então, fica aí a sugestão: aproxime o barco lentamente do local da âncora, sempre usando o motor, e só depois acione o guincho.

                                  Preciso prender a amarra ou a corrente ao cunho após fundear o barco?

                                  Sim. Concluído o fundeio, a corrente ou amarra deve ser presa ao barco, através de um cunho ou algo similar — não confie apenas no travamento do guincho. Assim, você aumenta a segurança e não danifica o guincho em um eventual esforço maior causado pelas ondas ou o vento. Uma opção para quem usa corrente é deixar um cabo já preso ao cunho, com um mosquetão na ponta, para engatá-lo em um dos elos. Só não esqueça de retirá-lo antes de recolher a âncora! Depois de puxar o ferro, certifique-se de travá-lo no suporte e não deixá-lo preso só pelo guincho.

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                                    Velejadores ficam mais atentos a eles pela relevância na navegação a vela, mas seja em um veleiro ou em uma lancha, os cabos têm papel fundamental. E conhecer um pouco mais sobre eles é sempre bom. Até porque a escolha do cabo correto vai além da simples espessura e capacidade de carga, como se costuma supor. Como mostram estas seis perguntas frequentes sobre cabos náuticos:

                                    O que mais importa na escolha de um cabo são o diâmetro e a carga máxima que ele suporta?

                                    Errado. Estes dois dados são importantes, mas há outros pontos: a elasticidade do cabo, como é feito (se torcido, trançado, trançado duplo ou de alma paralela), a resistência à abrasão, revestimento que evite aquecimento em caso de atrito, a flutuabilidade e a resistência aos raios solares.

                                    É melhor um cabo que flutue ou afunde?

                                    Depende do uso. Um cabo para puxar um esquiador ou para uma boia circular deve flutuar para facilitar sua visualização e evitar que se enrosque no eixo do hélice. Por isso se recomendam cabos de polipropileno que flutuam, do tipo retinida. Já para uma amarra de âncora, um cabo de material mais denso como a poliamida, que não flutua, ajuda no fundeio do barco.

                                    Cabos pré-estirados são a melhor opção para amarras?

                                    Não. Os cabos pré-estirados são usados em veleiros, para escotas e adriças. Sua principal característica é se alongarem muito pouco sob efeito das forças geradas pelos ventos. Isto é importante para manter as regulagens da navegação mesmo com os ventos variando de intensidade. Para uso em amarras o melhor são cabos com grande elasticidade, que também custam menos.

                                    Quais os materiais mais comuns para cabos e amarras?

                                    Os três materiais mais usados são o polipropileno, o poliéster e a poliamida, também conhecida como “nylon”, marca da DuPont. Em termos de resistência à tração, à abrasão e aos raios UV, a poliamida e o poliéster são equivalentes e bem melhores que o polipropileno. Em termos de manuseio, poliamida e polipropileno são melhores que o poliéster, mas este permite fazer os cabos mais rígidos, como os pré-estirados. Já a poliamida, por unir boa elasticidade e resistência, sendo a melhor escolha para amarras. A principal vantagem dos cabos de polipropileno é seu menor custo e sua capacidade de flutuar, mas como tem baixa resistência aos raios solares, podem se degradar com menor tempo de uso.

                                    Para uma amarra é melhor um cabo mais elástico?

                                    Sim. Para uma amarra ou espia deve-se dar preferência aos cabos torcidos que são mais elásticos que os trançados. Para o material, a poliamida é a melhor escolha. Como as cargas são dinâmicas, geradas pelo movimento do barco com a ondulação, para suportar melhor estas forças o cabo deve se comportar como uma mola: quanto mais elástico, melhor vai “absorver” o impacto.

                                    Deve-se soltar mais amarra quando se fundeia com mar mais agitado?

                                    Sim. Além de ajudar o “ferro” a unhar, quanto maior o comprimento da amarra, mais ela vai se alongar e assim absorver melhor os impactos das ondas. Aumentar em 50% o comprimento da amarra diminui mais de 20% o impacto. Isto pode ser a diferença entre arrebentar ou não um cunho do seu convés.

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                                      No mar, não há restrições de velocidade como em terra. Mas ficar atento ao velocímetro do barco ajuda não só a planejar melhor a viagem — por exemplo, controlando o consumo de combustível em função da distância a ser percorrida —, como aumenta a segurança do passeio. Vamos saber mais sobre estes instrumentos tão importantes, nas quatro perguntas e respostas a seguir.

                                      Como se mede a velocidade do barco?

                                      A velocidade é sempre calculada a partir de dois métodos básicos: dividindo-se o espaço percorrido pelo tempo gasto no trajeto ou usando-se a pressão da água no chamado tubo de “pitot” — neste caso, a velocidade é calculada pela raiz quadrada da diferença entre as pressões dinâmica (com o barco em movimento) e estática da água, dividida pela densidade da água. O primeiro método é o usado pelos medidores do tipo turbina (aqueles que ficam sob o casco e têm uma pequena roda com pás, sendo muito comum em veleiros). É o método utilizado também pelo gps. No segundo, mais usado em lanchas, o tubo de “pitot” fica dentro da própria rabeta ou, nos barcos com eixo do tipo pé-de-galinha, é acoplado externamente.

                                      Qual é o melhor método?

                                      Cada um tem vantagens e desvantagens. A velocidade mostrada pelo gps é mais precisa, mas não leva em conta a correnteza e pode ser menos sensível a mudanças bruscas na própria velocidade. O tipo turbina é muito simples, bom para a faixa de 0 a 20 nós, confiável e funciona também como odômetro, mostrando as milhas percorridas. Deve ser instalado longe de turbulências e limpo regularmente, para evitar que sujeiras ou cracas dificultem o giro da roda de pás. Já o tubo de “pitot” é menos preciso, principalmente em velocidades baixas, mas tem a vantagem de não possuir peças móveis e poder operar mesmo sem energia elétrica. O maior cuidado que se deve ter é manter sua entrada de água sempre limpa e desobstruída — que, no caso das rabetas, costuma ser a entrada da água de refrigeração.

                                      Qual a melhor escala de velocidade a usar: milhas/h, km/h ou nós?

                                      Sempre em nós. A forma mais simples de calcular distâncias numa carta náutica é usar a definição de que 1 milha náutica equivale a 1 minuto de latitude, usando-se a marcação da latitude na lateral da carta. Assim, você não precisa se preocupar com a escala do mapa. Como 1 nó corresponde à velocidade de 1 milha/hora, fica simples efetuar os cálculos de tempo de duração de uma singradura ou mesmo da velocidade média do barco em determinado percurso. Porém, tome cuidado para não confundir a leitura em milhas/h (que usa a milha terrestre dos EUA) com nós! Uma milha náutica vale 1,125 milha terrestre, ou seja, um barco navegando a 20 nós desenvolve velocidade de 20 milhas náuticas por hora e de 22,5 na escala de milhas americanas/hora.

                                      De onde vem o termo “nó” para definir a velocidade do barco?

                                      No século 19, o método mais usado para se de medir a velocidade de um barco era atirar ao mar uma pequena tábua de madeira, na qual estava amarrada uma linha com um nó a cada 50 pés (ou 15,24 m). O marinheiro atirava a tábua ao mar, deixava a linha passar entre seus dedos e contava quantos nós passavam em 30 segundos, medidos por outro marinheiro com uma ampulheta. O número de nós contados nesse tempo era a velocidade em milhas/hora ou “nós”.

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                                        As baterias deixaram de ter apenas a função de partida dos motores e da iluminação básica. Junto com os inversores, são a principal fonte de energia para uma série de equipamentos a bordo — de tvs a fornos de micro-ondas. Porém, cedo ou tarde, elas perdem a capacidade de armazenamento e precisam ser substituídas. Vamos conhecer mais sobre estes importantes equipamentos nas cinco perguntas e respostas a seguir.

                                        Qual o tipo mais comum de bateria para barcos?

                                        É a chamada bateria chumbo-ácido. Pode-se optar pelas convencionais, seladas ou de gel, até porque a diferença de desempenho entre elas é pequena (desde que a manutenção e operação sejam corretas). Porém, há outras duas diferenças importantes: as baterias projetadas para a partida dos motores e as de ciclo profundo, feitas para alimentar os equipamentos a bordo, diretamente ou através do inversor. As primeiras são capazes de liberar grandes correntes elétricas por curtos períodos. Já as segundas são construídas para fornecer correntes menores, mas por longos períodos.01

                                        Quanto dura uma bateria?

                                        Em média, de três a quatro anos, mas depende do tipo de uso, das condições ambientais, do carregador, da manutenção e, ainda, do correto dimensionamento do banco de baterias. O ideal é que elas não descarreguem abaixo de 70% da capacidade. Assim, podem funcionar por mais de 700 ciclos carga-descarga. Levando em conta o custo da substituição, todo o cuidado para prolongar a vida de uma bateria é importante.

                                        Em que medida a temperatura de trabalho afeta a vida da bateria?

                                        Quanto mais alta a temperatura de trabalho, menor será sua vida. Se pensarmos que a maioria dos estaleiros coloca as baterias na casa de máquinas, perto dos motores, este efeito é ainda mais crítico. Em uma conta simples, podemos dizer que, para cada 8 ºC de aumento de temperatura, a vida cai 50%. Ou seja: se, trabalhando a 30 ºC, a bateria tivesse uma vida de cinco anos, a 38 ºC, duraria 30 meses. Portanto, a dica é ter um bom sistema de exaustão na casa de máquinas.

                                        Deixar as baterias com meia carga pode diminuir sua vida?

                                        Sim. O ideal é sempre deixá-las com carga plena. Do contrário, em semanas, começa o processo de sulfatação permanente das placas, que funciona como uma barreira, dificultando as reações químicas. O resultado é uma diminuição irreversível na capacidade de carga e da vida útil. Um ponto importante: carregar as baterias apenas com o alternador do motor é o método mais simples, mas longe de ser o ideal. Além de não atingir a carga máxima, os acumuladores podem ser prejudicados, no caso de as correntes serem muito elevadas. O ideal é usar carregadores inteligentes, entre 12 e 16 horas, para conseguir 100% de recarga.

                                        O que indicam as valores “Ah” e “CCA” de uma bateria?

                                        A indicação mais conhecida é a capacidade de armazenamento de energia em Ah (ampere-hora). Ela mostra o valor da corrente que uma bateria pode fornecer durante 20 horas, no padrão de teste C20, ou seja: uma bateria de 100 Ah fornece 5 amperes por 20 horas (5 x 20 = 100). Ela forneceria 20 amperes em cinco horas? Não, porque, quando a corrente aumenta, a capacidade da bateria de liberar energia diminui. Se quiséssemos drenar 20 A de uma bateria comum, o tempo máximo cairia para quatro horas. Já o valor CCA (Cold Cranking Amperes) mostra a corrente máxima que ela pode fornecer para o motor de arranque. Este valor não está ligado à capacidade da bateria em Ah, mas à sua forma construtiva. Assim, uma bateria de partida terá um CCA maior que uma de ciclo profundo, mesmo com a mesma capacidade em Ah.

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                                          Por: Redação -

                                          Entre os dias 06 e 11 de outubro, visitantes e convidados da 19ª edição do São Paulo Boat Show, no São Paulo Expo, poderão conhecer de perto alguns produtos premium da Faber-Castell. Além da qualidade e tradição em materiais escolares, a empresa desenvolve uma coleção premium de canetas em materiais nobres, que fazem parte da linha Graf von Faber-Castell (www.graf-von-faber-castell.com.br), além de estojos compostos por materiais artísticos da linha Art&Graphic. Entre os destaques da exposição estão as edições especiais da Caneta do Ano e o KARLBOX, o estojo da marca desenvolvido em parceria com o estilista Karl Lagerfeld. Nesta edição do Boat Show, a Faber-Castell apresenta, pela primeira vez ao público, a Caneta do Ano 2016. São peças limitadas e numeradas individualmente.

                                          O destaque da exposição é o recém-lançado estojo KARLBOX, idealizado por Karl Lagerfeld. Baseado na elegância simples, o KARLBOX contém 350 instrumentos artísticos de qualidade para desenho e pintura. A estrutura de madeira do estojo se assemelha a um armário chinês: dentro, gavetas armazenam os materiais artísticos, ordenados por tonalidades de cor, todos selecionados pessoalmente pelo estilista e simbolizam a sinergia entre moda, arte e design. As gavetas individuais são removíveis, para serem organizadas durante o desenvolvimento do trabalho criativo.  O estojo é exclusivo, contendo um número de série e um certificado de autenticidade, tornando-o completamente original e ímpar.

                                          Ainda entre os destaques da exposição está a luxuosa edição especial da Caneta do Ano 2014 do “Palácio Catarina” (limitada a 150 peças em todo o mundo) – inspirada na obra construída em São Petersburgo, em 1718. A peça combina banho de ouro 24 quilates e pedras de ágata, que são incorporadas à mão em preciosas plaquetas de resina de ébano. Duas pedras de quartzo amarelo de origem russa coroam o topo da tampa, e a versão tinteiro vem com uma pena bicolor de ouro 18 quilates, também feita à mão.

                                          Inspirada na ambiciosa arquitetura do “New Palace” a Caneta do Ano 2015 “Sanssouci, Potsdam” traz o brilho e estética de uma época importante, vivida de maneira fascinante. Possui pena feita à mão em ouro bicolor 18 quilates. Quatro grandes serpentinas verdes da Silésia adornam o corpo da caneta tinteiro que é banhado à platina. O esplendor das serpentinas vislumbra a aura dos magníficos aposentos do palácio. A tampa é adornada com um cintilante quartzo fumê russo, com acabamento multifacetado.

                                          Em 2016, a Faber-Castell lança a Caneta do Ano 2016, que é inspirada no Castelo Schönbrunn Vienna e na perfeição do extremo Oriente, em especial na Vieux-Lacque, a arte da laca inventada na China e muito usada durante a dinastia Shang (1600-1046 a.C), que também se espalhou para o Japão e muitos outros lugares do Oriente. Disponível na edição de ouro e de platina, as duas edições vêm com a pena feita em ouro 18 quilates. Uma tampa giratória protege a ponta da caneta. Os instrumentos de escrita numerados individualmente são guardados em uma caixa de madeira altamente polida. Nessa caixa está incluso um certificado assinado pessoalmente pelo artesão responsável pela manufatura do produto, Herbert Stephan, comprovando a autenticidade da pedra de ônix usada. O artista Tomio Saratani também participou na produção da pintura da edição de ouro 24 quilates. O corpo é coberto com pedras de ônix polidas à mão.

                                           

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                                            Por: Redação -
                                            30/09/2016

                                            Especializada em equipamentos eletrônicos, mecânicos e hidráulicos, além de ferragens importadas para veleiros, a Navetron vai mostrar no São Paulo Boat Show 2016 a nova  linha dos conceituados geradores Kohler, projetados para suportar os rigores do ambiente aquático marítimo.

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                                            Foto: Divulgação

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                                                  Por: Redação -

                                                  Um dos destaques do São Paulo Boat Show 2016 será o Williams Turbojet 385. Projetado para servir de embarcação de apoio em lanchas e veleiros acima de 60 pés, este barco inflável de Hypalon, feito na Inglaterra, tem acabamento de primeira e performance invejável, passando com facilidade dos 40 nós. Usa motor a gasolina quatro tempos de 100 hp e propulsão hidrojato, o que proporciona agilidade e segurança, além do fato de poder navegar em águas rasas.

                                                  O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                                                  Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                                  Foto: Divulgação

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                                                    Por: Redação -

                                                    Construídos com alta tecnologia francesa da Metalu, os píeres de alumínio naval soldado da Náutica Float Solutions são resistentes, bem acabados e leves. Esta última característica facilita bastante o transporte, outra vantagem destes versáteis flutuantes metálicos. Podem ser montados em módulos tanto no comprimento quanto na largura, o que possibilita atender marinas, iates clubes ou atracadouros privados. A empresa estará no São Paulo Boat Show 2016, que acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes. Modernizado, o novo espaço terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                                                    Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                                    Foto: Divulgação

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                                                        O novo sistema tem lubrificação à base de óleo, o mesmo utilizado nas engrenagens dos motores de popa, e tampa transparente que, além de selar a peça para evitar a entrada de água, permite que o proprietário verifique a qualidade e nível do óleo. “É imprescindível que o proprietário tenha acesso ao nível do óleo e o mantenha em quantidade, e qualidade, adequada para evitar acidentes”, afirma Odne Bambozzi.

                                                        As carretas Odne equipadas com esse novo sistema de cubo de roda devem chegar ao mercado na segunda quinzena de outubro e os proprietários de carretas da marca ainda poderão trocar os cubos de roda antigos por esses novos.

                                                        Foto Divulgação

                                                         

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                                                            Por: Redação -

                                                            O estaleiro Blohm+Voss é conhecido por projetar mega iates que desafiam os limites da tecnologia. Um dos projetos mais conhecidos deles é o Eclipse, que custou 2,2 bilhões de dólares para ser construído e tem até um sistema que detecta fotógrafos paparazzi. Mas, agora, o estaleiro de Hamburgo, que também se destaca em reformas, passou as mãos de outro gigante alemão, a Lürssen Yachts.

                                                            O negócio ainda depende da aprovação do German Fair Trade Commission, órgão regulador do mercado alemão, mas ambos já divulgaram para a imprensa os planos para a nova fase.

                                                            Os estaleiros possuem uma longa história de cooperação bem-sucedida e já começaram a trabalhar sob o “mesmo teto” com a construção de um navio para a marinha alemã, o novo F 125. “Estamos confiantes de que já temos uma boa base para continuar este relacionamento e para avançar com as empresas”, declarou Dr. Klaus Borgschulte, diretor técnico da Lürssen.

                                                            Foto Divulgação

                                                             

                                                            Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

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