Refeno 2015

Por: Redação -
23/04/2015

O Cabanga Iate Clube de Pernambuco já iniciou as inscrições para uma das mais tradicionais e concorridas provas de iatismo do Brasil, a Regata Recife—Fernando de Noronha (Refeno), que neste ano chegará a sua 27ª edição. Ao todo, as embarcações percorrerão 298 milhas náuticas, o equivalente a 545 quilômetros de distância.

Os interessados já podem acessar o site da regata (www.refeno.com.br) e efetuar a inscrição, que em 2015 será limitado a 100 barcos. O período de inscrição segue até o dia 24 de setembro ou até o preenchimento de todas as vagas.

Este ano, a largada da Refeno será dia 26 de setembro em frente ao Marco Zero do Recife — área externa do Porto do Recife e chegada em frente ao Mirante do Boldró, no Arquipélago de Fernando de Noronha. Poderão se inscrever embarcações nas classes ORC, RGS, Mocra, Multicasco Catamarã, Multicasco Trimarã, Aço, Bico-de-Proa, Aberta e Turismo.

O Aviso de Regata, com todas as informações para os participantes, já está disponível no site da Refeno. O valor inicial da inscrição para quem efetuar o pagamento até o dia 31 de maio é de R$ 550, por pessoa.

Criada há 27 anos, a Refeno é considerada a primeira regata oceânica do Brasil. Em 2014, a embarcação gaúcha Camiranga ganhou o troféu Fita Azul.

Foto: Divulgação

 

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    Marcas para (quase) sempre

    Fatos interessantes que envolvem o mar também agradam (e muito) nossos leitores. Por isso, NÁUTICA selecionou 10 nomes que foram protagonistas de acontecimentos que tiveram o mar como cenário para satisfazer sua curiosidade. Veja:

    Amyr Klink
    Há 30 anos, quando ainda não existia gps, concluiu a primeira e única travessia a remo no Atlântico Sul.

    Fabien Cousteau
    Em 2014, com sua equipe, permaneceu 31 dias no fundo do mar, batendo um recorde que pertencia a seu avô, o lendário Jacques Cousteau.

    Gary Saavedra
    Em 2011, o panamenho passou o maior tempo surfando uma única onda, no Lago Gatún: foram 76 km, durante 3 horas e 55 minutos.

    Francis Joyon
    Em 2008, concluiu uma volta ao mundo, em solitário e sem escalas, em 57 dias. No ano passado, outro recorde: velejou 666,2 milhas em 24 horas.

    Karol Meyer
    Em 2009, a mergulhadora brasileira ficou 18 minutos e 32 segundos debaixo d’água sem respirar, tornando-se a recordista mundial feminina de apneia estática.

    Jessica Watson
    Em 2010, com apenas 17 anos, a adolescente australiana completou uma volta ao mundo velejando sozinha, sem escalas nem qualquer assistência.

    Pete Bethune
    Em 2008, a bordo do trimarã Earthrace, com dois motores de 540 hp, deu a volta ao mundo em apenas 61 dias.

    Peter Colat
    Em 2010, o suíço ficou submerso em um tanque de água durante 19 minutos e 21 segundos, tornando-se o recordista mundial de apneia estática.

    Eike Batista
    Em 2006, o empresário e piloto, a bordo da lancha Spirit of Brazil, bateu o recorde da  travessia Santos-Rio, com o tempo de 3 horas e 1 minuto.

    Cyril Baldock
    Aos 70 anos, o australiano sagrou-se o nadador mais velho a cruzar o canal da Mancha. Ele levou 12 horas e 45 minutos para percorrer os 34 km.

     

    Foto: Fotolia

     

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      Recorde em Angra

      Por: Redação -
      22/04/2015

      Depois de 24 horas remando, finalmente mãe e filho chegaram ao continente com a equipe de canoagem. A atleta Carmem Lúcia da Silva e o filho, Luiz Wagner, conseguiram bater o próprio recorde com 200 km percorridos durante a prova do Desafio Oceânico 24 horas, uma realização da Associação de Canoagem de Angra dos Reis (Acoar), com apoio da Prefeitura de Angra. “Meu pequeno guerreiro veio do Maranhão só para tentarmos o feito e conseguimos. Ele me deu forças para completar a prova e bater o recorde. Tenho muito orgulho dele. No ano passado, consegui a marca de 163 km. Dessa vez, batemos os 200 km no dia que completei meus 50 anos. Foi lindo!”, frisou a aniversariante Carmen Lúcia, que completou 50 anos na chegada da prova, nesta semana.

      Os atletas saíram da Praia do Bonfim às 6 h de domingo, dia 19, foram até a Ilha Grande, a Ilha da Gipoia, e, por fim, voltaram para a Praia do Bonfim. Os atletas contornaram toda a Ilha Grande e cinco vezes a Ilha da Gipoia. As paradas aconteceram apenas dentro d‘água. “Fábio Paiva e Eduardo Coelho foram dois grandes incentivadores. Estive com eles na marca dos 163 km, em 2005. A partir dessa marca, me preparei e consegui realizar o feito 10 anos depois. Eles não participaram desta vez, mas a experiência vivida com Fábio e Eduardo foi fundamental para o meu sucesso agora. Essa marca dedico a eles por tudo que me ensinaram”, completou Carmen.

       

      Foto: Luiz Eduardo de Araujo

       

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        72 metros de luxo

        Por: Redação -

        O projeto do superiate de 72 metros, O’Pari 3, foi lançado mês passado, no dia 20 de março. Desenhado pelo Studio Vafiadis, ele foi construído para um dono já experiente, que construiu oito iates antes deste desde 1997. Acomodando até 19 convidados nas suas nove cabines, o barco possui três impressionantes suítes master, duas cabines VIP e três cabines gêmeas. A nona cabine, localizada no deck inferior, pode ser utilizada por mais um convidados ou por membros da tripulação.

        A bordo, o iate tem decks de espaço largo, com uma variedade de instalações para se aproveitar. O deck exterior também é muito amplo e oferece uma visão ininterrupta do oceano. O sun deck fornece uma completa estrutura de relaxamento outdoor, como uma generosa piscina em modelo spa, rodeada por cadeiras de sol e sofás, área de jantar coberta para 16 convidados e um completo bar com churrasqueira. O iate também possui um heliponto para pousos e decolagem.

        No deck principal há uma confortável área de assentos. Em meia-nau deste andar existe uma academia de ginástica também completamente equipada, acessível também pelo lobby central. No deck abaixo, há uma área de spa como casa de praia, sauna, quarto de massagem, bar e mais diversos e espaçosos sofás.

        A garagem, também é enorme como tudo no iate e cabe o que o dono puder imaginar em guardar. Diversos barcos e botes menores, jets, tralha de mergulho, pranchas, etc.

        Confira mais imagens dessa beleza náutica. Quando ficar pronto, no final do mês de abril, será entregue aos donos e provavelmente baseado na cidade de Atenas, capital grega. O superiate será fornecido pela Atalanta Golden Yachts para charters pela pequena bagatela de 495 mil euros por semana, ou seja, pouco menos de 2 milhões de reais.

        Fotos: Divulgação.

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          A água engoliu

          Por: Redação -

          O boato já corria desde 1967, quando chegaram os primeiros técnicos, para avaliar “o potencial hidroelétrico” daquele vale verdejante, às margens do rio Uruguai. Mas só começou a virar fato 11 anos depois, com o início do projeto de uma barragem que represaria o rio e inundaria tudo ao redor, inclusive a cidade inteira. Foi quando a notícia se espalhou feito água morro abaixo. No caso, água de fato. “A cidade de Itá vai acabá!” — saíram avisando os moradores uns aos outros. Mas não sem antes serem comunicados de que uma nova cidade seria construída morro acima, cerca de um quilômetro e meio adiante, na maior e mais complexa operação do gênero já feita em Santa Catarina até então. Ninguém perderia o que tinha — apenas ganharia o equivalente em outro lugar, a salvo da água, que implacavelmente cobriria todas as ruas, casas, nbso online casino reviews sítios e construções da cidade. A velha Itá, de apenas meia dúzia de ruas empoeiradas e um punhado de casas de colonos que se estabeleceram naquelas terras há muitos anos, desapareceria sob as águas alastradas do rio Uruguai, fadada a se tornar uma espécie de Atlântida catarinense. Mas outra cidade, bem mais moderna e confortável, seria entregue aos moradores sem nenhum custo, a não ser as lembranças do passado. Mesmo assim, a princípio, muitos colonos não viram com bons olhos a novidade, porque perderiam também as plantações, nas quais haviam trabalhado anos a fio. Mas não teve jeito.

          Em destaque, a cidade de Itá em três momentos: a cidade antiga, com a igreja em destaque, já demolida, mas com ela ainda em pé, e hoje, com as torres em forma de ilha. Todo o resto da cidade ficou embaixo d’ água

          Para ler a reportagem completa, baixe a NÁUTICA SUL edição nº 50 | setembro – outubro 2014.

           

           

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            Nova luz

            Por: Redação -

            A EasyPath, marca de equipamentos e acessórios náuticos, acaba de apresentar uma nova luminária no mercado, a EasyLED Round, confeccionada em aço inox naval e que faz referência ao design italiano. O grande destaque fica por conta do baixo consumo de energia. Cada luminária tem 3W de potência (12 V) mas que equivale a 15W. Ao todo, são 120 lúmens de cor branca (ou morna). O produto foi redesenhado para facilitar ainda mais a instalação rápida e intuitiva com furos para fixação e a presilha criando uma combinação perfeita com a lente em vidro jateado e blindada para o uso interno e externo protegendo contra poeiras e respingos. O preço: R$ 66,90 cada luminária (preço promocional para estaleiros).

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              Fly ou HT?

              Por: Redação -

              Essa pergunta é muito frequente para quem tem ou gostaria de adquirir uma lancha de médio para grande porte. O fato é que os estaleiros brasileiros estão cada vez mais investindo no hardtop, mas os barcos com flybridge seguem tendo a preferência. E aí? Quais os pontos positivos e negativos de cada? Assista!

              Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                Anfitrião

                Por: Redação -

                O empresário catarinense José Galízio Neto, da Intech Boating, foi o anfitrião de um passeio náutico para acompanhar a largada de uma das regatas finais da Volvo Ocean Race, realizada em Itajaí, no último fim de semana. A bordo da C42, ninguém menos do que o presidente mundial da Volvo Penta, o sueco Björn Ingemanson, que veio prestigiar o evento e ainda conhecer as embarcações da marca italiana Sessa Marine produzidas no Brasil pela Intech Boating.

                Na foto em destaque, da esquerda para a direita, Martin Bjuve, diretor financeiro da Volvo Penta Américas, Björn Ingemanson, presidente Volvo Penta Mundial, Gabriel Barsalini, presidente Volvo Penta América do Sul, Emerson Baptista, diretor de vendas Volvo Penta América do Sul, Ron Huibers, presidente da Volvo Penta América do Norte, e José Galízio Neto, presidente da Intech Boating/Sessa Marine Brasil.

                Foto: Carla Lins​

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                  Classificados qualificado

                  Por: Redação -
                  21/04/2015

                  Chega um momento em que é hora de passar o barco adiante, quase sempre para comprar outro que atenda melhor às suas necessidades. Para isso, há uma ótima ferramenta, tanto para vender quanto para comprar um barco usado: os novos anúncios classificados eletrônicos do site da revista NÁUTICA (www.nautica.com.br/classificados). Eles fazem parte do maior portal náutico do Brasil e oferecem grande visibilidade e confiabilidade para quem quer comprar ou vender um barco, além de serem também retransmitidos nas redes sociais de NÁUTICA Classificados e permitirem até cinco fotos de cada barco, para melhor análise dos interessados. Se tiver um barco para vender, aproveite a oportunidade. E, para vendê-lo mais fácil, siga as dicas abaixo.

                   

                  1. Descreva bem o barco

                  Quanto mais detalhes, melhor. Informações obrigatórias são a marca, modelo, ano de fabricação, tempo de uso do motor, equipamentos e acessórios. Mas comentários do tipo “motorização rápida e econômica” ou “casco recém-pintado”, caem muito bem.

                   

                  2. Mostre boas imagens

                  Faça fotos apenas em dias de sol e com o barco ao ar livre, mostrando o casco de proa, de popa, de lado e, se possível, também de cima, mas só depois de limpá-lo bem. Acenda as luzes da cabine e do painel, para destacá-los melhor. E nunca — jamais! — use fotos tremidas ou escuras. Elas “envelhecem” até barco zero.

                   

                  3. Diga só a verdade

                  Pontos negativos do barco também devem ser revelados. Se ele precisar de alguns reparos, por exemplo, diga logo. Isso fará com o interessado acredite muito mais no conteúdo do anúncio inteiro.

                   

                  4. Explique o porquê do preço

                  O preço de um barco usado tem muito mais a ver com o seu estado do que com o ano, modelo e tempo de uso. Por isso, mais importante do que ressaltar que ele foi “pouco usado” (até porque barco parado é que dá problemas no futuro) é descrever sua boa conservação. E, claro, pedir um preço justo.

                   

                   

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                    O melhor da ilha

                    Por: Redação -

                    Até o final do século 19, a Ilha do Mel era chamada de Ilha da Baleia, por causa de um de seus morros, que leva este nome até hoje. Mas, a partir daí, ninguém sabe explicar o motivo da troca de nomes, muito menos de onde ele veio. É certo que, na década de 1960, alguns nativos montaram pequenos apiários na ilha. Mas esta não pode ser a origem do nome, porque, antes disso, a ilha já era conhecida como Ilha do Mel. Tampouco faz muito sentido a hipótese de que ele venha da coloração amarelada da água, que seria “semelhante à dos favos”. O mais provável é que o nome “Mel” seja decorrência de um simples erro de grafia ou de uma típica adaptação brasileira de um nome estrangeiro: “Mehl”, “farinha” em alemão, do trigo que famílias de origem germânicas radicadas em Curitiba tanto plantaram na ilha no passado, e, também, nome de um almirante que frequentou muito a ilha antes da Segunda Guerra Mundial — o que a deixou conhecida como “Ilha do Almirante Mehl”. Faz bem mais online casino sentido. Mas não é tão doce quanto o mel das abelhas.

                    Confira as melhores coisas da ilha

                    O pé na areia o tempo todo, ou, no máximo, de sandálias havaianas

                    O tamanho pra lá de generoso das praias, ainda mais nas marés baixas

                    A cordialidade com os turistas, que sempre encontram atenção e ajuda

                    A ausência de carros e de todo tipo de veículo que faça fumaça e barulho

                    A proximidade com o continente, que fica apenas a meia hora de distância

                    O permanente astral de surf camp que impera na ilha inteira

                    A magia do farol e da gruta das Encantadas, que atrai todo mundo

                    A deliciosa — e cada vez mais rara — combinação de natureza com beleza

                    A simpatia dos nativos, que comprova que quem nasce na Ilha do Mel é um doce de pessoa

                     

                    Reportagem publicada em NÁUTICA SUL edição nº 52 | janeiro – fevereiro 2014/2015.

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                      Ilustres

                      Por: Redação -
                      20/04/2015

                      A diretoria da Azimut Yachts recebeu nesse domingo (19), a bordo da lancha Azimut 70 – um dos modelos já com fabricação brasileira -, autoridades e convidados do mercado náutico para assistirem de perto à largada da Volvo Ocean Race, mais tradicional regata de volta ao mundo. Seis veleiros partiram da cidade de Itajaí para a próxima etapa do evento, em Newport, nos Estados Unidos.

                      No encontro, além do prefeito de Itajaí (cidade sede da regata) Jandir Bellini, que aproveitou a ocasião para folhear a nova edição de NÁUTICA, estiveram presentes representantes da Capitania dos Portos, da Marinha do Brasil, entre eles o vice-almirante Leonardo Puntel, a prefeita da cidade de BombinhasAna Paula da Silva, representantes do Itajaí Stopover, além de Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA e Boat Show Eventos, e outras autoridades.

                      Na foto em destaque, o gerente de marketing da Azimut, Hemerson Diniz, ao lado de Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA e Boat Show Eventos.

                      Fotos: Acioni Cassaniga

                       

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                        Aparência ousada

                        Por: Redação -

                        O CRN 134, de 55 metros de comprimento, fabricado pelo estaleiro italiano homônimo, causou um verdadeiro furor ao ser apresentado recentemente na cidade de Ancona, na Itália. Também, pudera: jamais um superiate teve uma aparência tão ousada. Seu casco, desenhado pelo estúdio Nuvolari Lenard, remete a um navio militar, não um requintado superiate. Nesta foto, divulgada pelo próprio estaleiro, a embarcação aparece sobre empilhadeiras hidráulicas motorizadas já prestes a ser lançada na água e ser batizada.

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                          Em Miami

                          Por: Redação -

                          Terminou neste domingo no Biscane Bay Yacht Club, em Miami, o Hemisfério Ocidental da classe Star. O velejador Lars Grael ficou com a medalha de prata, após vencer a última das sete regatas disputadas. O evento encerrou a temporada norte-americana do velejador e agora ele e seu proeiro Samuel Gonçalves se preparam para competir na Europa.

                          “Este é um campeonato continental, assim como o Norte-Americano. Eu vim defender o título, já que venci ano passado no Lago Sunappe com o proeiro Brad Nichol, mas a competição foi muito disputada, com 39 barcos de sete nações e velejadores consagrados. Chegamos a liderar, mas o americano Brad Ledbetter velejou melhor na fase final e mereceu o título”, disse Lars.

                          Desde janeiro Lars e Samuel participaram de quatro competições nos Estados Unidos e em todas subiram no pódio.

                          “Estamos felizes com o final da campanha norte-americana. Fomos terceiros colocados no Levin memorial, vice campeões do Midwiters, campeões da Bacardi Cup e agora vice-campeões do Hemisfério, que contou com alguns barcos brasileiros que também se destacaram, como o Marcelo Fuchs e o Dino Pascolato. Chegando no Brasil nosso foco vai ser treinar para o Europeu, que será disputado em Gaeta, na Itália, de 2 a 7 de junho”, completou.

                          Este foi o segundo título expressivo de abril. No início do mês os dois conquistaram o Campeonato Brasileiro, disputado na Guarapiranga, em São Paulo.

                          Resultado:

                          1. Brian Ledbetter e Joshua Revkin, EUA, 15 pontos perdidos
                          2. Lars Grael e Samuel Gonçalves, BRA, 27 pp
                          3. Paul Cayard e Brian Terhaar, EUA, 42 pp
                          4. Augie Diaz e Arnis Baltins, EUA, 43 pp
                          5. John Maccausland e Bruno Prada, EUA/BRA, 44 pp

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                            Hélices

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                            Se o motor é o coração do barco, os hélices podem ser considerados uma artéria importante deste órgão. Marcio Dottori dá dicas de como fazer a manutenção deles e quais cuidados ter para seu bom funcionamento. Veja!

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                              A incrível casa-barco

                              Por: Redação -

                              O que este barco está fazendo dentro de um condomínio de casas na praia de Boracéia, no litoral de São Paulo? A resposta é simples: ele “é” uma casa! A ideia de construir uma casa (casa de verdade, de tijolo e cimento) em forma de barco veio do pequeno empresário paulista Ambrosio Gnacchi, há quase duas décadas, quando ele frequentava o litoral norte paulista nos fins de semana, para pescar. “Resolvi sair fora do prumo e fazer uma casa diferente”, diz ele, rindo. “Eu mesmo fiz o projeto, que um engenheiro, depois, conferiu e assinou, e eu mesmo construí, tijolo por tijolo, nos fins de semana, porque era difícil achar pedreiros que compreendessem o que queria fazer”. Hoje, aposentado, o engenheiro mecânico Ambrosio mora com a esposa, Magda, na sua casa-barco, que tem três suítes, piscina, sala, cozinha, bar (que ocupa o que seria a cabine de comando) e tudo o mais de uma casa convencional — só que em formato de barco. “Em área, ela tem 220 m2 e, em comprimento, 75 pés”, brinca, numa alusão ao padrão usado para medir o tamanho dos barcos. No momento, a curiosa casa-barco de seu Ambrósio está prestes a passar por uma reforma (“que não será feita em um estaleiro!”, adianta ele, com muito bom humor), mas segue sendo uma espécie de atração turística na praia onde fica. “Todo mundo quer tirar fotos e pede para olhar por dentro, mas isso eu não deixo mais, porque, senão, não tenho sossego”, explica. “Todo dia tem gente na frente de casa. Quer dizer, na proa do nosso barco”, corrige, bem humorado.

                              Foto: Eduardo Santoro

                              Reportagem publicada em NÁUTICA Sudeste fevereiro 2015. Baixe a edição completa digital.

                               

                               

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                                Cruzeiro Tietê-Paraná

                                Por: Redação -

                                Em julho próximo, entre os dias 4 e 18, um punhado de barcos estarão navegando nas águas do Tietê, dispostos a provar que o rio mais poluído do país é, também, surpreendentemente lindo na parte onde a sujeira não chega. Será a 5ª edição do Cruzeiro Hidrovia Tietê — Paraná, que, no entanto, desta vez não chegará até a foz do Tietê, no rio Paraná, como das vezes anteriores. Como o nível do Tietê continua baixo e a maior concentração das eclusas fica na parte central do rio, a Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro – ABVC, seção Interior, que organiza o cruzeiro a cada dois anos, resolveu alterar o percurso e criar um casino online roteiro de ida e volta entre Barra Bonita e a represa de Promissão, fazendo assim com que os barcos atravessem duas vezes a parte mais bonita e interessante do rio, que ali já é surpreendentemente limpo.

                                No total, o cruzeiro, que foi lançado no mês passado, durante um animado encontro dos participantes das edições anteriores, levará 15 dias, com escalas em seis cidades do caminho (onde sempre os barcos são recebidos com muita festa), mas, quem quiser, poderá fazer apenas uma parte do percurso, retornando mais cedo. “Com o cruzeiro partindo e chegando do mesmo ponto, fica bem mais fácil e barato levar e trazer o barco”, explica Paulo Fax, responsável pelo cruzeiro e comandante da flotilha, que, este ano, espera reunir mais de 15 barcos, de qualquer porte, inclusive a motor. Quem quiser embarcar nessa também (diversões e surpresas pelo caminho são garantidas) pode entrar em contato com ele pelo email [email protected] ou acessar expedicaoabvcinterior.blogspot.com.

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  A maior regata de Volta ao Mundo do planeta se despede de Itajaí, em Santa Catarina, com desejo de quero mais. Até o vento não queria ir embora do Brasil e as seis equipes sofreram para entrar no Oceano Atlântico.

                                  Eles partiram! A Volvo Ocean Race deixou o Brasil com destino aos Estados Unidos, neste domingo (19), depois de 17 dias na cidade de Itajaí, no sul do País. Os seis barcos terão pela frente toda a subida pelo Oceano Atlântico até a chegada em Newport, Rhode Island. Serão 9.278 quilômetros de regata e os vencedores devem cruzar a linha de chegada na cidade norte-americana no início de maio.

                                  A largada da sexta etapa da Volta ao Mundo foi praticamente sem vento. Os barcos demoraram mais de uma hora para fazer um percurso curto de saída. Talvez a merreca de vento tenha sido um presente para o público, que lotou a Vila da Regata para ver seus heróis. O brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, do MAPFRE, agradeceu o carinho e prometeu mais dedicação a bordo.

                                  “Fiquei muito feliz com o carinho que tive dos brasileiros, que adotaram o time espanhol como favorito. Nós disputamos uma regata bastante complicada e os resultados mostram isso. Por isso é bom ter uma torcida maior”, disse o brasileiro.

                                  A sensação de todos era de quero mais. “Gostaria de ficar mais uma semana em Itajaí. Conseguimos descansar um pouco e curtir as praias, a comida e o povo local. Estamos prontas para a próxima”, contou Carolijn Brouwer, velejadora do Team SCA. “A etapa será boa pra gente, principalmente nos primeiros dias com ventos um pouco mais fracos, ideais para as mulheres. A perna terá uns dez dias de regata próxima à costa brasileira e depois vamos passar pelos doldrums . É um desafio, mas a gente se preparou”.

                                  A liderança é do Abu Dhabi, seguido pelo Dongfeng e Team Brunel na zona do pódio. “Temos um tripulante novo e um desafio de passar por uma etapa difícil. A regra é acreditar na estratégia porque os barcos estarão próximos. A meteorologia é traiçoeira”, disse Bouwe Bekking, do Team Brunel.  “Tudo pode ocorrer. É só lembrar o que ocorreu com o time espanhol na edição passada. O Abu Dhabi lidera bem, mas ainda tem muito para rolar, inclusive mais uma travessia transatlântica”.

                                  Convidados ilustres, como a modelo Ellen Jabour e o tetracampeão Marcio Santos, seguiram a tradição de pular do barco após o contorno da última boia. “Sempre representei o Brasil e agora mais uma vez nesse desafio inusitado. Santa Catarina está de parabéns por sediar um evento deste porte”.

                                  O evento desembarcou pela segunda vez em Itajaí (SC) e mais uma vez teve índices surpreendentes de público.

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                                    Dentre tantos modelos de embarcações já produzidos no Brasil, e aqueles que foram publicados pela NÁUTICA, selecionamos 10 barcos que fizeram história nestes 27 anos de existência da revista. Vale a pena conferir!

                                    Runner 330

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                                    Lançada pela Squalo em meados da década de 90, foi feita para quem gosta, acima de tudo, de sentir o vento no rosto. No nosso teste, com dois motores de popa de 250 hp, levou apenas 2,8 segundos para ir da marcha lenta aos 20 nós, com 47,2 de velocidade máxima.

                                    Magnum 29

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                                    Quando foi lançada, em 1993, baseada na americana Cigarette 28, tinha um casco já consagrado, projetado para ter alto desempenho pelo mestre da velocidade Don Aronow.

                                    Cobra Canguru 19

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                                    A lancha de proa aberta de maior sucesso no final dos anos 1980 início dos 90. Tinha cockpit inovador para a época, com ótimo solário na proa, e usava tanto motor de popa como de centro-rabeta, algo raro em lanchas desse porte.

                                    Panther 33

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                                    Construída pela Intermarine, teve seu reinado em águas brasileiras nas décadas de 1970/80, como lancha de alta performance. Seu casco navegador fazia um casamento perfeito com um motor de 165 hp.

                                    Tecnomarine 53

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                                    Lançada no final dos anos 1980, foi um barco à frente de seu tempo, para os padrões brasileiros de então. Seu painel, por exemplo, era repleto de eletrônicos. O acabamento, luxuoso. E trazia algumas sacadas.

                                    Levefort Marajó 16

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                                    Nos anos 1980, era a preferida de quem procurava uma lanchinha para pescar em rios e águas abrigadas. Mas também era utilizada para passeios, levando até sete pessoas no ótimo casco de alumínio.

                                    Real 24 Class

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                                    Típica lancha de proa aberta, do estaleiro Real Power Boats, que agrada tanto no estilo como no desempenho. Oferece motorização de popa ou de centro-rabeta, e ainda por cima com opção de diesel.

                                    Phantom 290

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                                    Modelo de maior sucesso da Schaefer Yachts, com 890 unidades vendidas. Do interior da cabine ao cockpit, com detalhes como uma gostosa espreguiçadeira, tudo nela satisfaz.

                                    Focker 190 Style

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                                    Lançada no ano 2000 pelo estaleiro catarinense Fibrafort, de Itajaí, ostentou o título de a lancha mais vendida no Brasil, com incríveis 2150 unidades vendidas.

                                    Carbrasmar Marimba 18

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                                    Criadas pelo lendário projetista Joachim Küsters, com cascos reconhecidamente marinheiros, as lanchas Carbrasmar são o marco de uma época. Esta aqui é cultuada até hoje como uma das melhores lanchas nacionais.

                                     

                                    Foto: Arquivo NÁUTICA

                                     

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                                      Presente especial

                                      Por: Redação -
                                      19/04/2015

                                      Cada time tem uma base na Vila da Regata da Volvo Ocean Race 2014-15, em Itajaí. A da equipe Mapfre recebeu uma visita especial. Alunos da escola municipal Elias Adaime presentearam o time com três réplicas feitas por eles do VO 65 usado pela Mapfre na regata – o time ficou em segundo lugar na perna entre Auckland, na Nova Zelândia, e a cidade catarinense contribuiu para a iniciativa das crianças a presença do velejador itajaiense André “Bochecha” Fonseca na equipe. O velejador ficou muito feliz e emocionado por receber essa homenagem. Quem também comemorou foi o presidente da Mapfre Brasil, Wilson Toneto. Porque essa proximidade com o público – inclusive o infantil – exemplifica o alcance de resultados obtidos por meio do patrocínio a um time da maior regata de volta ao mundo. “Globalmente, a regata permite uma exposição de marca em um esporte que, para a Espanha, é muito importante. No caso do Brasil, é importante para difundir o esporte”, comentou ele, frisando que Itajaí é um ponto de referência para a vela. De acordo com Toneto, a Região Sul representa 17% do faturamento da empresa no Brasil. Além disso, a presença da Mapfre em Santa Catarina já abrange quase 10 cidades. “Aqui, podemos receber corretores, nossos parceiros, e permitir a eles vivenciar experiências novas, como estar em um barco de competição e participar de outras atividades ligadas à regata”, analisou o presidente da companhia. A Mapfre é responsável, hoje, por quase 30% dos seguros vendidos para barcos no país, segundo dados de 2014. “Os seguros para o ramo náutico não são tão difundidos como os do ramo automobilístico, e eventos como este são uma ótima oportunidade para divulgar os seguros e seus benefícios”, afirmou Toneto.

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                                        Volvo em Itajaí

                                        Por: Redação -

                                        Uma regata em slow-motion e bem diferente do que geralmente ocorre na costa de Itajaí, litoral de Santa Catarina. A In-port Race brasileira, prova que antecede a próxima etapa da Volvo Ocean Race, teve ventos fracos, quase nulos, que dificultaram a vida das seis equipes que participaram da regata deste sábado (18). A vitória ficou com a equipe holandesa do Team Brunel, que aproveitou uma pequena briza e cruzou em primeiro depois de mais de uma hora de prova.

                                        A regata teve de tudo, menos vento. Já começou atrasada em 10 minutos e quando largou, não passava de 6 nós. O movimento das ondas e a merreca testavam a paciência dos atletas. O Team SCA e o Abu Dhabi, reforçados por ídolos do esporte brasileiro como Torben Grael e Cafu, respectivamente, começaram melhor e se revezaram na ponta. O Dongfeng chegou a pular na frente quando literalmente o vento sumiu, mas foi o Team Brunel que terminou em primeiro lugar.
                                        O resultado colocou os holandeses em primeiro lugar na tabela do campeonato paralelo das regatas locais. Os pontos não entram na classificação geral e serão usados apenas em caso de desempate.
                                        “É uma maneira de começar bem a próxima perna. Tivemos mais sorte no fim e vencemos. Os nossos velejadores fizeram um bom trabalho”, disse Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel. A equipe venceu pela primeira vez um In-port Race, mas mesmo assim lidera o campeonato.
                                        Segundo colocado, o Abu Dhabi Ocean Racing também caiu para segundo no geral das inports, mas lidera o evento que realmente vale. Com o pentacampeão Cafu a bordo, os árabes se mostraram bastante contentes com o desempenho numa regata incomum. “Geralmente a gente não corre provas com quase nada de vento. Mesmo assim valeu”, disse Ian Walker. Já o convidado do futebol gostou do que viu, mesmo boiando por mais de uma hora. “Adorei e faria outra vez. O segundo lugar foi uma homenagem pra mim. O número dois é o da minha camisa”, brincou Cafu.
                                        Com Torben Grael de consultor a bordo, as meninas do Team SCA mostraram que têm timming de regata e estão na briga. O resultado poderia ter sido melhor, mas a equipe pagou uma punição e perdeu o pódio, terminando em quarto. “O trabalho delas foi muito bom, tudo muito controlado, sem gritaria e afobação. A força não é igual a dos homens, mas a quantidade de meninas supera. Elas manejam bem o barco”, disse Torben Grael.
                                        “Conseguimos velejar bem mais uma vez. É ruim dar um 360 e pegar uma punição, claro, mas o vento também caiu bastante, deixando tudo mais difícil. Lutamos até o final”, explicou a holandesa do Team SCA, Carolijn Brouwer.
                                        Quem quase não foi pra in-port por problemas no mastro foi o MAPFRE. O barco espanhol com o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca a bordo. “Nosso objetivo era dar de presente uma vitória para Itajaí. O vento acabou na largada e não apareceu. Tinha onda e os barcos balançam bastante. Nossa modalidade é assim. Estamos acostumados, faz parte”, contou o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca.
                                        A largada para Newport, nos Estados Unidos, está marcada para o domingo (19), às 14h. Acompanhe tudo ao vivo no site www.volvooceanrace.com
                                        Resultado da regata In-port de Itajaí:
                                        1º – Team Brunel
                                        2º – Abu Dhabi Ocean Racing
                                        3º – Dongfeng Race Team
                                        4º – Team SCA
                                        5º – MAPFRE
                                        6º – Team Alvimedica
                                        Team Vestas Wind – DNS
                                        Classificação geral das In-port Races:
                                        1º – Team Brunel – 15 pontos
                                        2º – Abu Dhabi Ocean Racing – 16 pontos
                                        3º – Team SCA – 20 pontos
                                        4º – Dongfeng Race Team – 21 pontos
                                        5º – Team Alvimedica – 26 pontos
                                        6º – MAPFRE – 30 pontos
                                        7º – Team Vestas Wind – 44 pontos

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                                          A bordo

                                          Por: Redação -
                                          18/04/2015

                                          Hoje, tive o prazer de participar, como convidado, ao lado de outros colegas da imprensa, de uma minirregata a bordo do barco chinês Dongfeng. Foi uma espécie de prévia da In-Port Race, a regata local que ocorrerá amanhã, a partir das 14h, em Itajaí. Uma experiência valiosa. E inesquecível. Vestidos com roupas impermeáveis, após recebermos instruções de segurança de um dos tripulantes – a principal delas era manter-se o máximo possível na popa, fora da linha da vela principal –, a coisa pegou fogo! Durante cerca de uma hora, sob o comando do francês Charles Caudrelier, o barco realizou diferentes tipos de manobras. E, o melhor de tudo, com a participação dos convidados. O trabalho a bordo de um veleiro é, praticamente, obrigatório. Porque, no mínimo, você precisa contribuir com o peso do seu corpo, passando de um bordo ao outro, conforme a necessidade (e o comando do skipper). A minirregata durou cerca de uma hora. Pode ser qualificada como uma barla-sota, mas com um detalhe: a comissão de regata colocou, propositadamente, as boias em posições diferentes, de modo que a navegação ficasse mais de través, em vez de contravento – uma orça “folgada”. Por conta disso, foram inúmeras as vezes em que o VO 65 navegou inclinado, quase que “deitando” sobre as agitadas águas do mar catarinense. E também “voando”: o nosso VO 65 passou dos 15 nós, mesmo sendo desafiado por ondas de 1 m a 1,5 m. A minirregata não valeu pontos. Ninguém nem sequer deu bola para a classificação. Para as equipes, foi mais um treino. Porém, para quem estava lá como convidado, como era o meu caso, valeu muito mais que isso. Ficou gravado na retina.

                                           

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                                            17/04/2015

                                            O mundial Mitsubishi de Soto 40 , realizado na raia de Jurerê, em Florianópolis, foi considerado um sucesso por organizadores e velejadores. Barco que proporciona muita disputa, atletas de nível olímpico e lugar paradisíaco foram apenas alguns ingredientes encontrados no campeonato. Confira o vídeo final de TV Náutica com mais entrevistas exclusivas e belas imagens!

                                            Foto: Marcos Mendez/Divulgação

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                                              Criado pelo designer italiano Federico Fiorentino, o Belafonte tem um exterior contemporâneo com perfil agressivo e uma aparência não muito diferente de uma lancha offshore. Dependendo da escolha do motor, Fiorentino estima que o Belafonte será capaz de atingir velocidades de 24 nós. “Usamos fortes contrastes entre clássico e design moderno para tentar combinar agressividade e elegância”, diz Fiorentino. Para ele, o bico de proa de inox lembra a grade dianteira de um Alfa Romeo 1960.

                                              O interior do Belafonte pode acomodar até 10 pessoas em cinco suítes. Um salão amplo e áreas de refeições formais estão localizados no convés principal. Fiorentino estima que o Belafonte vai custar cerca de 26,4 milhões dólares americanos, com um tempo de construção de cerca de 2,5 anos. “O iate é comparável a um Porsche ou Aston Martin com um toque elegante, linhas modernas misturadas com elementos clássicos”, diz ele. “Este barco exige o mesmo tipo de pessoa que iria comprar os carros.”

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                                                Antes da largada da sexta etapa da Volvo Ocean Race – Itajaí até Newport, que acontecerá neste domingo (19), a partir de 14h, acontece neste sábado (18) a Team Vestas Wind In-port Race de Itajaí, a famosa regata local, que terá início às 14 h e terá cobertura de NÁUTICA.

                                                O placar geral da Volvo Ocean Race aponta uma vantagem confortável para o Abu Dhabi Ocean Racing, barco dos Emirados Árabe Unidos. Os árabes somam nove pontos perdidos, sete de vantagem sobre o Dongfeng Race Team, que está em segundo. Mas, como a modalidade é feita de improvisos, qualquer erro, por menor que seja, pode mudar os números de uma hora pra outra. Durante a coletiva dos sete comandantes da Volta ao Mundo, que ocorreu nesta sexta-feira (17), em Itajaí (SC), muitos queriam saber do líder do Abu Dhabi se as favas estavam contadas. Sem o oba oba característico do futebol para nós brasileiros, Ian Walker disse que ainda há muito mar pela frente. “A vitória na última perna foi importante para nós. Mas ainda falta muita coisa, quase a metade dos pontos e tudo pode acontecer até junho. Nossa estratégia será mantida até o fim”, disse Ian Walker, comandante do barco árabe. “Nossa meta é vencer a Volvo Ocean Race”.

                                                O sistema de pontuação da Volta ao Mundo é simples: o vencedor soma um ponto, o segundo dois, o terceiro três e assim por diante. No final, quem tiver menos pontos é o campeão. O Dongfeng Race Team, que liderava o campeonato até a etapa quatro, teve um problema no seu mastro no caminho ao Brasil e foi obrigado a abandonar a regata naquele momento. Ganhou pontos que minaram sua liderança.

                                                “Os oito pontos somados e perder a liderança, por consequência, foram terríveis. Agora está tudo muito igual na segunda parte da tabela. Vamos continuar velejando do mesmo jeito para tentar reverter a situação”, falou Charles Caudrelier, comandante do Dongfeng. “Antes de sair da Nova Zelândia, a gente tinha oito pontos. Quando chegamos ao Brasil ganhamos o dobro”.

                                                Em terceiro na tabela está o Team Brunel, do experiente Bouwe Bekking. O time holandês soma 18 pontos perdidos. Para o velejador, que está em sua sétima Volvo Ocean Race, não dá para seu adversário comemorar. “Tudo pode ocorrer. É só lembrar o que ocorreu com o time espanhol na edição passada. O Abu Dhabi lidera bem, mas ainda tem muito para rolar, inclusive mais uma travessia transatlântica”.

                                                Bouwe Bekking citou o Telefónica, que na edição passada vencia a Volvo Ocean Race com folga na quinta etapa e, por resultados ruins e algumas quebras, perdeu a liderança e terminou em quarto lugar, fora do pódio.

                                                 

                                                 

                                                Classificação do campeonato

                                                1º – Abu Dhabi Ocean Race – 9 pontos perdidos

                                                2º – Dongfeng Race Team – 16 pontos perdidos

                                                3º – Team Brunel – 18 pontos perdidos

                                                4º – Team Alvimedica – 19 pontos perdidos

                                                5º – MAPFRE – 20 pontos perdidos

                                                6º – Team SCA – 29 pontos perdidos

                                                 

                                                MAPFRE ganha pontos e cai para quinto no geral

                                                O time espanhol MAPFRE foi punido com o acréscimo de dois pontos por questões administrativas durante a quinta etapa da Volvo Ocean Race. A equipe fez reparos no casco e na retranca após a largada em Auckland.

                                                Um júri independente da ISAF – Federação Internacional de Vela – concluiu que os espanhóis quebraram as regras da classe Volvo Ocean 65, bem como as regras da regata. Segundo o documento oficial, todos os reparos precisam ser comunicados imediatamente à organização.

                                                Os representantes do MAPFRE recorreram da decisão informando que o trabalho a bordo foi feito para reforçar a segurança.

                                                Em uma audiência separada, os representantes da ISAF Júri,autorizaram o Dongfeng a substituir a vela grande para a próxima perna, que começa no domingo (19). Os chineses tiveram que abandonar a etapa anterior por causa da quebra do mastro.

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                                                  Nada está decidido ainda. Esse é o pensamento dominante entre os sete skippers das equipes que disputam a Volvo Ocean Race 2104-15. Eles falaram à imprensa hoje cedo, na Vila da Regata, em Itajaí, onde estão concentrados para a In-Port Race – a regata local, a ser disputada amanhã – e a largada com destino a Newport, nos Estados Unidos, domingo. Faz sentido, pois, embora cinco das nove pernas tenham sido disputadas, ainda há 45% dos pontos em disputa e 25% do percurso total a completar. “A última perna foi muito boa para nós, mas tudo pode acontecer, como aconteceu com o Dongfeng”, disse o sóbrio inglês Ian Walker, comandante do Abu Dhabi, que não só venceu a última perna, entre Auckland, na Nova Zelândia, e Itajaí, como é o líder isolado da competição, com nove pontos perdidos.

                                                  O barco chinês teve o mastro quebrado e precisou ligar o motor para alcançar a cidade catarinense, o que aconteceu dias depois da chegada de todos – menos do Team Vestas, cujo VO 65 continua sendo reparado em um estaleiro, na Itália, a fim de que esteja pronto para voltar à água em Lisboa, no começo de junho. Com 16 pontos perdidos, o Dongfeng continua na segunda colocação geral, porém, agora, distante sete pontos da equipe árabe. “Vamos continuar velejando como antes”, prometeu o francês Charles Caudrelier, skipper do time chinês, que não quer saber de desânimo entre a tripulação. “O Groupama (barco que venceu a Volvo Ocean Race 2011-12) também teve quebra de mastro e, no fim, saímos vencedores”, comparou.

                                                  Quem levou um balde de água fria, já depois da chegada a Itajaí, foi o time espanhol Mapfre, que fez um reparo na embarcação durante a última perna sem avisar a direção da prova – o que fere o regulamento. Por conta disso, a equipe foi penalizada com a perda de dois pontos, saltando do terceiro para o quinto lugar. Se, antes, estava empatada com o Team Brunel com 18 pontos perdidos, agora, ficou atrás do Team Alvimedica, que tem 19 pontos perdidos (o Mapfre tem 20). “Foi uma punição administrativa, com a qual eu não concordo, porque, em primeiro lugar, vem a segurança da tripulação, e foi isso que nós focamos quando fizemos o conserto”, desabafou o espanhol Iker Martínez, campeão olímpico e que, depois da VOR, disputará a Rio 2016 na nova classe Nacra 17. O sueco Team SCA segue na lanterna, com 24 pontos perdidos.

                                                  “A perna para Newport, além de ser mais longa (antes, os barcos se dirigiam para Miami), será bastante influenciada por fatores meteorológicos, como os ventos alísios (que sopram dos trópicos para o equador), tornando o percurso muito difícil. Quem está atrás pode ser empurrado para a frente e vice-versa”, avaliou um otimista Bouwe Bekking, o holandês no comando do também holandês Team Brunel, com a experiência de quem disputa a maior regata de volta ao mundo pela sétima vez. Como se vê, nada está decidido, mesmo. E muita coisa ainda vai acontecer até que os barcos, finalmente, aportem em Gotemburgo, a parada final da competição, na segunda quinzena de junho.

                                                  Náutica Responde

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                                                    Sob chuva, os argentinos do veleiro Patagonia conquistaram o Campeonato Mundial de Soto 40, nesta quinta-feira, em Florianópolis. A comemoração, em plenas águas e terras brasileiras você acompanha aqui na TV NÁUTICA, além de entrevistas exclusivas! Assista!

                                                    Foto: Marcos Mendez/Divulgação

                                                    Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                                                      600 barcos e muito mais

                                                      16/04/2015

                                                      Não é difícil encontrar quem queira trocar ou comprar um barco que fique sem saber por onde começar. Afinal, com tantos tipos, modelos e preços de embarcações, essa escolha, realmente, acaba se mostrando difícil. Mas, agora, tem tudo para ficar mais fácil, já que o Guia de Barcos 2015 – o maior e mais completo anuário náutico feito no país – já está nas bancas.

                                                      Com um número recorde de embarcações – são nada menos que 600 barcos, divididos em 17 categorias diferentes – o guia lista também 58 estaleiros nacionais e estrangeiros com sede no Brasil. E todos os tópicos são comentados por Marcio Dottori, diretor técnico da NÁUTICA, e maior especialista do assunto no Brasil.

                                                      O Guia de Barcos 2015 traz, ainda, matérias exclusivas sobre marinas, segurança no mar, motores, seguros náuticos, motivos pelos quais você deve ter um barco, além de um comparativo entre carros e embarcações. Você também pode conferir uma seleção com 10 ilhas brasileiras que quem navega não pode deixar de conhecer. São 402 páginas que servirão como material de consulta para todos os que amam o mundo náutico. E por apenas R$ 49. O anuário também pode ser comprado pelo site www.shoppingnautica.com.br.

                                                      Foto: Arquivo NÁUTICA

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                                                        Praticamente todos os barcos com projetos atuais estão usando com fartura a transparência do vidro. O resultado costuma ser bem agradável, além de deixar o interior dos barcos muito mais claro e iluminado. O Arcadia 85 também é assim. Com janelas do chão ao teto, o convés principal permite a entrada de luz natural e possibilita vistas incríveis. Por conta da grande área envidraçada, o iate do estaleiro italiano Arcadia Yachts vem equipado com geradores mais potentes do que o normal, justamente para dar conta do sistema de ar-condicionado.

                                                        Com ótimo aproveitamento externo e interno, o Arcadia 85 possui quatro camarotes no convés inferior – dois de casal e dois de solteiro –, sendo a suíte máster à meia-nau. O salão principal menor, com espaço para oito pessoas, tem explicação por causa do deck de popa protegido – com 8,5 metros de comprimento –, que dá aos convidados a possibilidade de desfrutar mais da área externa, sem preocupações. Outra característica marcante desta embarcação é a integração de painéis solares, que fornecem energia para banheiro, refrigeração e iluminação, por exemplo. O Arcadia 85 tem uma área de 40 m² de painéis fotovoltaicos, cada um composto por centenas de células solares de alto desempenho, colaborando, assim, com a natureza. Pode ser equipado com dois motores a diesel MAN, de 730 ou 800 hp, cada.

                                                         

                                                         

                                                        Foto: Divulgação/Arcadia Yachts

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          Com 105 pés, o maxi-trimaran Lending Club 2 estabeleceu um novo recorde mundial de velocidade, no Canal da Mancha, na França. Liderado por Renaud Laplanche, CEO da Lending Club, e tendo como skipper Ryan Breymaier, concluíram 138 milhas em 5 horas e 15 minutos, a uma velocidade média de 26,36 nós; baixando oito minutos o antigo recorde, de 2002. Agora, o Lending Club 2 e sua equipe preparam-se para um novo desafio: as 635 milhas de Newport para Bermuda. O recorde atual foi estabelecido 15 anos atrás por Steve Fossett, que estabeleceu um tempo de 38 horas, 35 minutos e 53 segundos – a uma velocidade média de 16 nós – com o catamarã de 125 pés Playstation.

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                                                            Por: Redação -

                                                            Quem estiver em Itajaí no dia de hoje poderá participar de uma conversa com o consultor técnico de NÁUTICA, Marcio Dottori, no Espaço de Negócios, a partir das 18 h. O tema do encontro, promovido pelo Sebrae/SC e pela Associação Náutica Catarinense – Acatmar, será: Desafios e Tendências do Setor Náutico Brasileiro. Um dos primeiros profissionais a realizar as avaliações técnicas de barcos publicadas pela Revista NÁUTICA, Dottori hoje acumula também a função de responsável pelo GUIA DE BARCOS, anuário publicado pela GR Um Editora.

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