Resgate inusitado

Por: Redação -
19/01/2015

Ben Ainslie, velejador dono de cinco medalhas olímpicas e patrono de uma das equipes da próxima America’s Cup, estava velejando, em lua de mel, pelo Caribe quando percebeu problemas em nas velas do seu barco e pediu resgate pelo rádio. Para sua surpresa quem apareceu para o resgatar foi o multimilionário Richard Branson, fundador da Virgin. O incidente aconteceu perto da ilha Necker, nas Ilhas Virgens, onde Branson tem uma propriedade.

“Ben levou tudo na brincadeira. Afinal de contas, as coisas mais estranhas acontecem no mar”, disse Richard Branson ao contar o episódio em sua conta na rede social Twitter.

Foto: Twitter/Richard Branson

 

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    5 itens que você não pode deixar passar na hora de contratar um seguro para seu barco

    Hoje em dia, seguros para automóveis são indispensáveis e, sem este tipo de cobertura, o proprietário se vê sem tranquilidade. Mas, e para barcos, será que também funciona ter esta segurança? Segundo Danielle Rodrigues, da Asteca Seguros – no mercado desde 1982, toda e qualquer embarcação deve ser assegurada, já que imprevistos podem acontecer até mesmo dentro d’água. É preciso ficar atento ao que as empresas oferecem e valores, pois as coberturas variam de uma seguradora para outra. Listamos o que você não pode deixar passar:

    1. Se você participa de competições – regata, pesca, etc – com seu barco, é preciso que ele seja assegurado. No entanto, este tipo de embarcação costuma ter um acréscimo no valor do prêmio. Agora, se você reunir um grupo de amigos para fazer o seguro, pode ter o valor reduzido, pagando cerca de 1% do valor da embarcação, ou até menos. É bom ficar atento, também, à proteção contra danos materiais deste tipo de barco, que deve ser contratada separadamente;

    2. As seguradoras oferecem contratação de transporte em terra, mas este é feito à parte. O mesmo acontece com o seguro contra roubo e furto;

    3. Em geral, as coberturas das seguradoras são para barcos de até 25 anos. Acima desta idade e, principalmente, se for de madeira, algumas empresas analisam caso a caso. Vale a pena consultar uma boa seguradora e saber se oferecem uma cobertura que se encaixe nas suas necessidades;

    4. Um outro item no qual é preciso ter atenção é em caso de infração do condutor. O proprietário pode não ter reembolso do valor assegurado se o condutor do barco não for devidamente habilitado, estiver embriagado, ou se o acidente for fora do limite de cobertura da embarcação;

    5. Por fim, um bom seguro deve cobrir, também, afundamento de embarcações já ancoradas em marinas, danos elétricos consequentes de queda de raio próxima à embarcação, incêndio, explosão, colisão entre barcos, operação de retirada e colocada da água, assistência e salvamento, além da remoção de destroços.

    Foto: Shutterstock

     

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      Solução sustentável

      Por: Redação -

      Cada vez mais os projetistas e engenheiros navais buscam soluções sustentáveis para a marinha comercial. Navios que cruzam os oceanos consomem grandes quantidades de combustíveis fósseis e ainda podem causar grandes desastres ambientais em um acidente de vazamento desses combustíveis. Os navios a vela são uma opção pouco prática para esse problema, mas um engenheiro norueguês diz ter resolvido a questão com o projeto do navio Vindskip. A solução proposta por Terje Lade, do escritório Lade As, foi transformar o navio inteiro em uma gigantesca vela.

      A ideia é transformar o casco do navio em um grande captador de vento dispensando assim o uso de velas tradicionais. Mas não é só de vento que vive esse projeto, o Vindskip é, na verdade, um navio hibrido com motores elétricos. Segundo o engenheiro, o navio usará o vento e os motores elétricos juntos para locomoção.

      Terje Lade ressalta que é preciso escolher rotas com bons regimes de ventos e afirma que é possível navegar com velocidade de 18 a 20 nós (33 e 35 km/h), basicamente as mesmas dos grandes navios cargueiros atuais.

      Foto: Lade As/Divulgação

       

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        Bicampeão

        Por: Redação -

        Tiago Quevedo venceu o Campeonato Brasileiro da classe Optimist, no Rio de Janeiro e tornou-se o primeiro gaúcho a conquistar o título em dois anos seguidos. A competição terminou neste domingo após a disputa de 12 regatas na Baía da Guanabara. Em segundo lugar ficou Tiago Monteiro (SP), em terceiro Gabriel Lopes (RS). Tiago confirmou sua posição de melhor velejador na classe Optimist no país ao liderar o campeonato do início ao fim e repetir o bom desempenho de 2014 em Pernambuco. Ele abriu uma considerável diferença de 32 pontos sob o segundo colocado e na primeira fase manteve uma média de 1º e 2º nas regatas. Teve apenas dois resultados que destoaram dos demais na classificação, mas para manter sua hegemonia fechou com vitória na prova final.

        “Como já era esperado, a divisão da flotilha em ouro e prata deixou o nível técnico ainda mais forte, com uma disputa bem mais puxada entre os primeiros colocados.  Procurei fazer o meu melhor e deu tudo certo”, disse Tiago, 14 anos.

        O bicampeonato não chegou ser uma surpresa para ele, pois sua expectativa era mesmo de vencer novamente o Brasileiro de Optimist. “Sentia que me encontrava num bom momento e conhecia meus adversários. Me preparei muito, fiz clínicas no Rio antes do evento. Meu foco era vencer, sabia das dificuldades e como teria que superá-las. Agradeço muito aos meus técnicos, a minha família e amigos que me incentivam muito e ao meu clube que me tem dado um grande apoio”, finalizou Tiago que não poderá correr o Brasileiro de 2016 porque vai estourar a idade limite da classe que é de 15 anos. Sua principal meta agora é integrar novamente na equipe brasileira para o Mundial de 2015 na Polônia.

        Esta é a primeira vez que um velejador gaúcho vence dois campeonatos brasileiros consecutivos na Optimist.  O último bicampeão foi Frederico Rizzo, mas intercalado (1994 e 1996). Desde o ano passado Tiago tem liderado o ranking nacional de Optimist e colocou o Brasil em evidência no Campeonato Mundial de 2014 ao terminar em quinto lugar na competição realizada na Argentina.

        A flotilha gaúcha também se destacou no Rio de Janeiro ao vencer o Brasileiro por Equipes de 2015 com o time RS1 composto pelos velejadores Tiago Quevedo e Gabriel Lopes, do Veleiros do Sul, e por João Emílio Vasconcelos e Guilherme Plentz do Clube dos Jangadeiros.

        Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

         

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          Suspenso na rocha

          Por: Redação -
          16/01/2015

          Já pensou tomar um drinque em um bar fincado em uma rocha, na beira de um penhasco? Pois isso é possível no Rock Bar Bali, na Indonésia. Mas o que mais prende a atenção nesse bar é a vista, pois a tal rocha fica de frente para o Oceano Índico. O Rock Bar Bali faz parte das atrações do Ayana Resort & Spa.

          O bar é um projeto da empresa japonesa Spin Design Studio que, além de criar um ambiente pra lá de agradável e diferente, incorporou soluções amigas do meio-ambiente na construção do local.

          Além da vista, o bar oferece música ao vivo com dj’s e mais de 40 opções de coquetéis refrescante para o clima da Indonésia.

          Veja as fotos impressionantes:

          Fotos: Rock Bar Bali

           

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            Brasileiro de Optimist

            Por: Redação -

            Na vela, os gaúchos começaram bem o ano conquistando o título do Campeonato Brasileiro de Optimist por Equipes de 2015 com o time RS1 composto por Tiago Quevedo, Gabriel Lopes (velejadores do Veleiros do Sul), João Emílio Vasconcelos e Guilherme Plentz (do Clube dos Jangadeiros).

            A equipe venceu o duelo contra o RS2, onde corriam Giovane Pistorello, Ian Paim, João Luka Moré e Lorenzo Bernd (todos Clube dos Jangadeiros). Na RS 3, que terminou em sexto lugar, estava Nicolas Mueller (VDS). A hegemonia dos gaúchos no campeonato ficou evidente com a chegada de duas equipes gaúchas à final, com o time BA1 (da Bahia) em terceiro lugar.

            Os participantes do Campeonato Brasileiro de Optimist têm uma folga nesta sexta-feira. O campeonato individual será retomado no sábado como mais duas regatas. No domingo, encerramento da competição, serão realizadas as duas últimas disputas.

            Foto: Matias Capizzano/Divulgação

             

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              Boat Show no bolso

              Por: Redação -

              Nunca foi tão fácil saber as novidades dos maiores eventos náuticos da América Latina!

              O Boat Show Eventos, empresa que organiza os salões náuticos Rio Boat Show e São Paulo Boat Show lança seu aplicativo para manter sempre atualizados os amantes do mundo náutico.

              Com ele você terá informações como: local e data do evento, planta do evento, como chegar, expositores, fotos, notícias e muitos mais.

              O app está disponível para sistema iOS e Androíd e já pode ser baixado na Apple Store e Google Play.

              Informações e foto: Boat Show Eventos

               

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                Atração em águas doces

                Por: Redação -

                Desenvolvido para os consumidores da América Latina, a Azimut 42 – lancha fabricada exclusivamente no estaleiro do Brasil – deve fazer sucesso não apenas nos mares, mas também na água doce.

                “A Azimut 42 é um produto perfeito para navegação em lagos e represas, e foi estudado para atender também essa demanda. Regiões como Minas Gerais (no Lago de Escarpas, por exemplo) além de Goiás, Brasília e arredores fazem parte das nossas estratégias de apresentação desse novo modelo que, em apenas poucos meses de seu lançamento, já demonstrou sucesso e aceitação no mercado”, anunciou o CEO da Azimut do Brasil Davide Breviglieri.

                O lançamento da Azimut 42 também faz parte estratégica dos planos de expansão de vendas da empresa para outros países latino-americanos como é o caso do Paraguai – propício para navegação em água doce – e outros como o Uruguai e Argentina com expressivo potencial náutico.

                Com quase 13 metros, trata-se de uma lancha mais compacta se comparada com outros modelos da marca. Porém, seus espaços foram projetados para gerar amplitude e acomodações luxuosas e confortáveis, sem falar do design imponente, da tecnologia de ponta e da excelência italiana, já que o estaleiro é filial do consagrado Grupo Azimut-Benetti – com matriz em Avigliana, Itália – maior e mais importante construtor de iates de luxo do mundo.

                Além disso, a embarcação de 42 pés dá início a um novo momento da Azimut Yachts no Brasil. “Para 2015 uma das grandes novidades será o lançamento de uma coleção de lanchas que, claro, seguirá o mesmo padrão italiano já utilizado na produção das embarcações, mas haverá um toque de tropicalidade”, conta o diretor comercial da Azimut do Brasil Francesco Caputo.

                A Azimut 42BR será uma das atrações do estaleiro no Rio Boat Show 2015, que acontece de 26 a 31 de março, no RioCentro.

                Foto: Alberto Sodré/Azimut

                 

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                  Zigue-zague entre dois mares

                  Por: Redação -
                  15/01/2015

                  Há alguns anos, subi na garupa de uma Harley Davidson Heritage Classic para encarar mil milhas de um trecho longilíneo emoldurado ao oeste pelo oceano Pacífico e ao leste pelo Mar de Cortés. Percorrer a península da Baja California, no México, na D1, ou Transpeninsular, é uma experiência única. Ainda mais de moto, com o vento no rosto. Traçamos um zigue-zague entre dois mares e o deserto, um cenário árido e desolado salpicado por cactos gigantes, típicos pueblos e, claro, praias estupendas. A aventura foi deliciosa e melhor ainda foi o desfecho e um merecido repouso para limpar a poeira no Las Ventanas al Paraíso, um luxuoso resort em Cabo San Lucas.

                  O melhor deste tipo de viagem é que você não precisa virar escravo do gps. E, se fugir dele, acaba descobrindo cantinhos que mal constam do mapa. Um deles foi por intuição e pura sorte. A cerca de 200 quilômetros de Loreto, entre Santa Rosalia e Mulegê, existe uma baía em forma de ferradura. O mar é de uma mansidão impressionante, e se torna um ancoradouro ideal para pequenos veleiros. Beirando a praia de areia branca e fina, há mansões e casas cujo estilo arquitetônico é uma mescla entre o moderno e o colonial mexicano. Este oásis de tranquilidade chama-se Punta Chivato e não corre nenhum risco de perder seus encantos naturais, pois é tombado pelo Patrimônio Mundial.

                  Embora seja o reduto de veranistas abastados, o acesso é (felizmente) precário: 16 quilômetros de estrada de terra e areia o segregam do asfalto, e ainda assim não é qualquer veículo que consegue se desvencilhar dos trechos mais traiçoeiros. Mas, vale tentar chegar até lá, pois o esforço é recompensado pelo cenário irresistível: a água azul cobalto do mar de Cortés, os contornos da ilha vulcânica de Santa Inês no horizonte, as praias deliciosamente desertas, os pelicanos empoleirados nas pedras — tudo é cativante. O ideal é se planejar para passar a noite no charmoso Posada de las Flores, único hotel butique de Punta, pé na areia, com vistas deslumbrantes da maioria das suítes, uma piscina acolhedora… Num ambiente mega descontraído, janta-se al fresco à luz de velas num terraço projetado para o mar.

                  Na manhã seguinte, antes do sol virar um maçarico, aproveite para explorar a pé duas praias contíguas, absurdamente desertas, perfeitas para nadar ou mergulhar. Ao retomar a Transpeninsular, prepare-se para um dos trechos mais cênicos da Baja, um traçado curvilíneo tão rente ao mar que por pouco não dá vontade de se atirar literalmente nas águas plácidas e reluzentes. Impressiona a presença constante dos imensos cactos retorcidos que se erguem, soberanos, à beira do mar, numa paisagem que mescla deserto com pequenas enseadas, num mar de cores que oscilam entre o verde esmeralda e o azul turquesa.

                  San Ignazio: pueblo adormecido

                  Conhecido em toda a península como um pueblo absurdamente silencioso, San Ignazio sempre suscitou piadinhas. Falam que os ignazianos passam a faca nas cordas vocais de seus galos para silenciá-los; que seus telefones não tocam, mas fazem shhhhhhhhhh!; e que untaram as folhas das palmeiras para que apenas sussurrassem quando esbarradas pelo vento. É verdade que à primeira vista, parece mesmo uma cidade fantasma. Totalmente imersa em silêncio. Uma das razões para tamanho torpor pode ser o calor, sufocante até mesmo na primavera. Ao meio dia, com o sol a pino, a plaza principal está deserta, a igreja fechada, e a impressão é que todos os habitantes da vila estão dormindo em suas casas. Nem restaurante abre e para saciar a fome só mesmo uma birosca onde é preciso apelar para os pastéis cujo recheio de tâmara é uma especialidade local. Nada muito gastronômico, mas é com este recheio que preparam suas quiches, tacos… O pueblo é uma das missíons mais conhecidas da Baja, fundada pelos jesuítas em 1728, e a principal atração turística local são as baleias cinzas que atravessam o Mar de Cortés entre novembro e abril. Se você estiver pelas paragens nesta época, é um espetáculo com entrada franca que vale a pena ser admirado. A cerca de cinco horas de Loreto, San Ignazio é uma parada interessante a caminho de algum outro destino, principalmente devido a atmosfera característica de um lugar que estagnou no tempo.

                   

                  A jornalista e fotógrafa carioca Antonella Kann é uma travel expert em viagens que combinam atividades esportivas com quesitos de luxo 

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                    Clínica de Vela Jovem

                    Por: Redação -

                    A vela é um esporte que se começa a praticar muito cedo, às vezes com sete ou oito anos, e a classe de entrada é a Optimist. No mundo todo existem regatas desta classe, que reúnem centenas de jovens, de diversas nacionalidades, deixando o esporte ainda mais divertido. E no Brasil não é diferente. O Campeonato Brasileiro, que está sendo disputado no Rio de Janeiro até o próximo domingo, conta com a presença de quase 150 crianças, de nove estados.

                    O que acontece, no entanto, é que quando estas crianças completam 15 anos, limite de idade da classe, muitas vezes não sabem que rumo seguir.

                    Pensando em orientar estes jovens, a Confederação Brasileira de Vela vai promover nesta sexta-feira, 16, uma clínica com a presença de velejadores olímpicos. Durante todo o dia a molecadinha do Optimist vai poder testar algumas das classes que fazem parte do programa dos Jogos e algumas das classes jovens, que são a transição entre o Optimist e a vela olímpica.

                    “A ideia deste evento veio do Conselho Técnico de Vela Jovem, que percebeu que um dos grandes desafios era a transição da escolinha de vela para a flotilha do Optimist e em seguida para uma outra classe. Era neste momento que muitos talentos abandonavam o esporte, uma vez que nem o próprio velejador, nem a sua família tinham noção da gama de classes que a vela oferece em seguida ao Optimist”, disse Maria Hackerott, coordenadora de Vela Jovem da CBVela.

                    Será um dia cheio de atividades, com a presença dos atletas olímpicos Bruno Fontes e Patricia Freitas, além do técnico chefe da equipe olímpica Torben Grael. Estarão disponíveis para teste as classes Laser, 29er (anterior ao 49er), Windsurfe e 420 (anterior ao 470).

                    Além de testes dos barcos e pranchas, haverá palestras com estes velejadores e com representantes do COB, para que todos aprendam um pouco sobre a vida de um atleta profissional e que possam conhecer um pouco sobre grandes campeonatos internacionais, como as Olimpíadas da Juventude, por exemplo.

                    O evento terá como sede o Iate Clube do Rio de Janeiro.

                    Foto: Fred Hoffmann / Informações: CBVela

                     

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                      Cruzeiro de luxo

                      Por: Redação -

                      A Regent Seven Seas, eleita a companhia com mais benefícios para os pacotes all inclusive do mercado de cruzeiros, acaba de anunciar o lançamento do navio Seven Seas Explorer, segundo a empresa esse é, atualmente, o navio de cruzeiros mais luxuoso do mundo. Com viagem inaugural agendada para o verão 2016 do Hemisfério Norte, o navio, com capacidade para 750 passageiros, navegará de Monte Carlo a Veneza.

                      Totalmente renovado e tendo o luxo e o conforto como principais atrativos, o cruzeiro tem spa, equipado com um fitness center, salão de beleza e sauna; shows com produções temáticas da Broadway; aulas de culinária com degustações de queijos e vinhos; rede Wi-Fi nas áreas comuns; piscina aquecida e jacuzzi; quadra de tênis, campo de golfe e pista de jogging.

                      O navio tem ainda três restaurantes e uma lista com mais de 150 rótulos de vinhos.

                      A primeira viagem do Seven Seas Explorer será em 20 de julho de 2016, em um cruzeiro de 14 noites com embarque em Monte Carlo (Mônaco) e navegação para Saint-Tropez (França), Sanary-sur-Mer (França), Palma de Mallorca (Espanha), Ibiza (Espanha), Barcelona (Espanha), Taormina (Itália), Kotor (Montenegro), Split (Croácia), Koper (Eslovênia) e Veneza (Itália).

                      Imagens: Divulgação

                       

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                        Competição no Caribe

                        Por: Redação -

                        Muitos velejadores adorariam ter a chance de competir na 35ª St. Maarten Heineken Regatta, porém não possuem um barco próprio. Este dilema é frequente, mas há uma simples solução: um barco alugado.

                        Para resolver definitivamente a questão, a organização da regata agora oferece o serviço. As embarcações estão disponíveis para aluguel no site oficial do evento.

                        A variedade de opções dá a velejadores com diferentes verbas a chance de competir. Um dos barcos disponíveis é o Volvo 60 Cuba Libre, antigo ´Heineken´ Whitbread 60. A embarcação está disponível para aluguel ou ancoradouro individual, dependendo do orçamento. Com capacidade máxima para uma tripulação de 18 pessoas e mínima para 8, contando com o capitão, este é um barco que coloca os músculos a prova. Ainda há espaço para acomodar a bordo 12 pessoas.

                        O Volvo 70, disponível pelo Monster Project, também pode ser alugado. Ele foi vencedor do ‘2014 Fastest Spinnaker Around the Island’ e participou da 10ª edição da Volvo Ocean Race, em 2008.
                        O elegante ‘Kings Legend’ pode ser a opção certa para quem procura por uma experiência mais realaxante. Este veleiro Swan 65 equipado é uma experiência única. Ele foi originalmente construído em 1977 para a corrida ‘Whitbread around the World Race’, na qual terminou em segundo lugar.

                        É possível também alugar uma embarcação apenas para observar as corridas e aproveitar o evento junto com a família ou amigos. Os aluguéis podem ser feitos por empresas e operadoras especializadas.

                        Foto: Divulgação / Informações: assessoria de imprensa

                         

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                          Turbinado

                          Por: Redação -

                          Veículos em alta velocidade sempre atraem a atenção, não importa onde eles estejam (terra, água ou ar). No caso da água os mais velozes são os barcos de corrida que navegam a mais de 200 km/h. E, entre os modelos, o H1 Unlimited Hydroplane, um hidroplano movido a turbina de helicóptero com potência de 3000 hp, atinge velocidades superiores a 300 km/h, sendo eleito o mais rápido das raias.

                          A turbina que move esses barcos é a Lycorning T-55 L-7 utilizada no helicóptero militar Chinook utilizado pelo exército americano. Para se ter uma ideia real da velocidade dessas máquinas aquáticas impressionantes, a Go Pro, marca de câmeras para esporte, divulgou um vídeo com um pouco do que esses barcos são capazes. Veja:

                           

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                            Transporte alternativo

                            Por: Redação -
                            14/01/2015

                            Amsterdã, na Holanda, tem cerca de 100 quilômetros de canais que cortam a cidade com tanta água à disposição os moradores deram uma outra função à divertida e popular prancha de Stand-up Paddle (SUP), em vez de usar o equipamento apenas para diversão, os moradores descobriram que a prancha é um ótimo meio de transporte entre os bairros.

                            Os canais já são bastante utilizados para passeios turísticos pela cidade e agora estão sendo utilizados também como meio de transporte. Apesar da água fria, os adeptos não se intimidam e remam diariamente de casa para o trabalho com suas roupas de borracha que protegem dos respingos de água.

                            Os moradores afirmam que a “aventura” diária só é possível porque as águas são extremamente limpas. Os canais são mais utilizados durante o verão por causa do frio intenso das outras estações.

                            Foto: Hiswa Sup Tour

                             

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                              Despedidas e recomeços

                              Por: Redação -

                              Dez dias navegando…

                              – Querida, vai lá na proa ver se está tudo bem… As águas por aqui são muito rasas…

                              – Mas, meu Bem… Estamos a 10 pés de profundidade! Ok… vou!

                              Booommmmmmmmmmm!!!

                              – Alô… preciso contar algo a vocês… Passando pelo norte de Samana Cay, nas Bahamas, batemos em um coral que não apareceu no GPS! Chegamos com o barco em Luperón porque conseguimos tapar a rachadura maior com epóxi marinho, mas Sea Lion sofreu graves avarias…

                              Depois dessa notícia recebida do skipper que contratamos para levar Sea Lion de Bahamas para Luperón, enquanto estávamos trabalhando no Brasil, tudo ficou escuro…

                              Não foi esse o motivo que nos levou a vender o Sea Lion… Nossa história tinha terminado ali por vários outros motivos… Um casal de 30 anos, larga tudo para viver uma vida no mar. Se não houver um querer muito grande em viver essa experiência juntos, nenhum porto será seguro. Uma vez lendo Beto Pandiani, ele declarou que o que o fez chegar seguro na travessia do Pacífico foi a parceria e a preocupação um com o outro entre ele e o Igor. Bingo!

                              Dizem que quando se trata de ter um barco existem duas alegrias. Uma quando se compra e outra quando se vende. Não posso dizer que desfrutei das duas porque a segunda me doeu muito.

                              Foi como perder um filho. Se barcos têm almas, com certeza a do Sea Lion também sentiu um pouco em nossa despedida.

                              Nesse post escrevo sobre minha despedida de meu veleiro. Sim, eu me despedi dele! Com direito a brinde, música alta… Só eu e ele… Digo ele porque nunca senti Sea Lion como ela. Sua alma era masculina. Tirei tudo dos armários, roupas, equipamentos de mergulho, eletrônicos, cabos, utensílios de cozinha, ferramentas, livros… Uns eu dei, outros deixei e alguns trouxe ao Brasil. Foi uma faxina geral, mas fiz questão de entregar Sea Lion ao novo dono todo limpinho e arrumadinho por dentro também.

                              Vivi os últimos 10 dias a bordo do Sea Lion de uma forma bastante intensa. Lembranças de quando navegamos pelos mares do Caribe vinham a todo momento em minha mente, dificuldades que fazem você pensar em desistir da vida a bordo, mas que crescem e viram orgulho quando você volta a pisar em terra firme.

                              Foram dez dias de preparo para entregar Sea Lion ao novo dono. E dizem que é o barco que encontra o dono. Eu também acredito nisso. Jeff, o novo proprietário, tem uma história com Gulfstar 37. Seu pai teve um e chegou a bater em um coral com o barco, sendo salvo pela robustez do casco de um Gulfstar 37, construído com fibra e núcleo de madeira. Sea Lion também passou por isso, não em minhas mãos, mas passou… E isso me fez acreditar que a alma do Sea Lion buscou um dono que o valorizasse mesmo com rombos no casco, sabendo que aquilo seriam apenas cicatrizes que ficariam para sua história.

                              Muita gente quando foi ver Sea Lion para comprar, desistiu quando viu a situação do casco e leme… Jeff, não! Lembrou-se do pai, sorriu e disse: negócio fechado! Meu coração chorou, mas se encheu de emoção por Sea Lion ter encontrado alguém que o valorizasse e mais do que isso, o colocasse na água de novo.

                              A reforma do Sea Lion custou-me muita preocupação. Teria muito o que fazer em pouco tempo. Refazer o skeg, reformar o leme, tapar os buracos do casco, lixar, pintar, passar venenosa… Organizando tudo isso sozinha, em uma terra sem lei. Não escrevo isso porque acho que mulheres não são capazes de tocar um projeto assim sozinhas, mas sim porque em um lugar com língua estrangeira, cultura machista e sem policiamento nenhum, a situação fica um pouco mais delicada. A sensação era de que teria uma tempestade para encarar e sem chances de rizar a vela.

                              No começo, como toda brasileira, era simpática com todos trabalhadores da marina. Depois que comecei a receber mensagens anônimas obscenas no celular, tive que virar “macho”. Já não andava mais “bonitinha”, era curta e grossa, porém sem deixar de ser educada, claro!

                              A Marina em Luperón fica num lugar bastante inóspito. Era só eu morando a bordo no seco, sem moradores também nos barcos que estavam atracados. Não tinha luz à noite, o gerador parava às 17 h, o banheiro era o mesmo que todos trabalhadores usavam. Se chovesse à noite, era impossível chegar à Marina de moto ou carro, só com o bote por mar e a caminhada até o barco era com lanterna na mão e frio na barriga…

                              Depois de dez dias… Missão cumprida! O que tinha ficado sob minha responsabilidade, estava finalizado. Um dia de despedidas. Amigos queridos que fazemos em nossa vida de cruzeirista. Muitos que me deram força para cumprir essa missão, muitos que riram e que lamentaram também minha partida. Afinal, será que um dia terei novos motivos para voltar a esse porto?

                              Luperón é apaixonante. Fácil de chegar, difícil de partir. Quase uma Bahia onde se fala espanhol. Música alta na porta de todos os estabelecimentos, gente “cuca fresca”, motoqueiros alucinados, cerveja o dia inteiro, cinema com pipoca no bar de cruzeiristas, lagosta a R$ 5. Muitos que chegam de barco pensando em ficar um mês, ficam dez anos e sem exagero! Uma comunidade cruzeirista bastante ativa. Fiz amigos muito queridos por lá. Espero um dia voltar, por mar ou por terra, nem que seja apenas para visitá-los e sentir um pouco daquele brilho no olhar e simplicidade que preenchem o coração de vida. O pouco lá é muito, demasiada felicidade!

                              Recebi fotos esses dias de um de meus amigos. Sea Lion está quase pronto para ganhar as águas. Fiquei feliz e a sensação foi de missão cumprida.

                              Todo dono de veleiro que quer vendê-lo não quer apenas passar pra frente, quer ter a certeza de que o novo dono irá cuidá-lo, colocá-lo na água e fazer dele um pássaro flutuante.

                              Agora estou de volta à terra firme, não sei até quando… Mas pronta para começar uma nova história e poder sentir novamente a alegria de comprar minha próxima casa no mar. Sigo sonhando, mesmo que distante, não deixemos de sonhar, pois mesmo sem realizar, é o sonhar que nos faz seguir em frente! E marinheiro que é marinheiro tem que seguir em frente!

                               

                               

                               

                              Marcela Rocha é instrutora de mergulho, jornalista, locutora de rádio, velejadora nas horas vagas e, acima de tudo, muito feminina

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                                Novidade em Londres

                                Por: Redação -

                                A Jeanneau, estaleiro francês do grupo Beneteau, está fazendo sucesso com o novo modelo Velasco, um fast trawler de 37 pés e flybridge. A lancha está exposta no salão náutico de Londres, na Inglaterra, que começou no dia 9 e termina no próximo domingo, dia 18 de janeiro. Os sites internacionais destacam o modelo entre as 12 embarcações que a marca levou para o salão.

                                A nova lancha ainda não chegou aqui no Brasil, mas a Yacht Center Group, representante da marca aqui no país, já apresentou ao público brasileiro, durante o São Paulo Boat Show 2014, a Velasco 43, primeiro modelo da nova linha Fast Trawler da Jeanneau.

                                Foto: Divulgação

                                 

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                                  Capital da Vela

                                  Por: Redação -

                                  Ilhabela, Capital Nacional da Vela, sedia de 16 a 22 de janeiro, o Campeonato Brasileiro de 420, reunindo os melhores velejadores da classe de monotipo para intensas disputas no Canal de São Sebastião.

                                  O evento será aberto aos velejadores registrados na Federação Internacional de Vela (Isaf) e filiados à Associação Brasileira da Classe 420. Por ser etapa única, esta competição define o campeão do ano.

                                  A sede do evento será na Escola Municipal de Vela de Ilhabela, localizada na Rua Bartolomeu de Gusmão, 140, no bairro do Pequeá. Para mais informações, o interessado poderá entrar em contato com a Luciana Gonçalves, pelo telefone 12/3896-6737.

                                  Foto: Silas Azocar/PMI

                                   

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                                    Chineses na frente

                                    Por: Redação -
                                    13/01/2015

                                    Todos tentam, mas a liderança do Dongfeng segue intacta na terceira etapa da Volvo Ocean Race. O barco chinês continua na frente após várias investidas dos adversários na semana e já abriu vantagem superior a 50 quilômetros para o pelotão de trás, de acordo com a última atualização da tarde desta terça-feira (13). Team Brunel, Abu Dhabi, Mapfre e Team Alvimedica se alternam nesse bloco, deixando as meninas do Team SCA em último. O objetivo da equipe da China é chegar em casa em primeiro lugar. Pelo desempenho dos comandados de Charles Caudrelier – um francês que dita as regras no barco chinês – a vitória pode ocorrer.

                                    Mesmo assim, os tripulantes do Dongfeng esperam mais dificuldades após passar por Sri Lanka e a costa oeste da Índia. “Estamos focados, mas cansados da constante batalha de nervos. Precisamos lutar por mais 15 dias para obter a vitória em casa”, disse Charles Caudrelier.

                                    O comandante do Dongfeng explicou a estratégia para escapar dos buracos de vento. “As sombras de vento da Índia e do Sri Lanka estão atrás de nós. O vento é como um rio, não gosta de obstáculos. Ele tenta outros caminhos para seguir sua direção, deixando um buraco de vento por trás das serras ou montanhas e rajadas nas laterais. Por isso evitamos essa armadilha”.

                                    Agora, Dongfeng e os seus adversários têm um desafio pela frente: passar pelo Estreito de Malaca, uma das zonas de trânsito marítimo mais congestionadas do mundo, que fica entre a Sumatra e a Malásia. Em cinco dias, a flotilha estará lá. “Mais uma vez vamos pegar pouco vento e ter uma navegação bem complicada, com transição entre ventos de norte e leste”, finalizou Charles Caudrelier.

                                    Os barcos devem chegar em Sanya, na China, entre 23 e 25 de janeiro para concluir a terceira etapa da Volvo Ocean Race. No fim do mês, o veleiro Team Vestas Wind, que encalhou na perna anterior, será transportado para Gênova, na Itália, para reparos. A meta é que o time dinamarquês volte à regata nas duas etapas finais, a partir da stopover de Lisboa, Portugal, em junho.

                                    Foto: Divulgação

                                     

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                                      Nós de marinheiro

                                      Por: Redação -

                                      Neste vídeo da seção Quero Saber, Marcio Dottori ensina os nós mais importantes e explica para que servem. Uma coisa primordial na navegação de qualquer embarcação são os nós de marinheiro. Nas mais diversas situações, o tripulante se depara com a necessidade de utilizar um cabo e, sem saber o nó correto ou como fazer, ele pode passar por apuros.

                                       

                                      Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                                        Mercado internacional

                                        Por: Redação -

                                        A Lazzara Yachts, estaleiro americano que ficou famoso no mundo ao lançar uma lancha de 75 pés e quatro motores IPS 600 de 435 hp cada, acaba de anunciar que está vendendo seus ativos para a Avanti Ocean Group. A nova empresa é constituída pelo investidor privado Geoff Bond e dois membros da terceira geração da família Lazzara, Joe Lazzara e Steve Lazzara. A nova empresa fará negócios sob os nomes Lazzara Custom Yachts e Tampa Marine Services. A mudança na empresa inclui a produção de lanchas de 64 a 130 pés, aumentando o tamanho dos barcos, já que o maior modelo Lazzara fabricado tem 92 pés. A Anvanti Ocean Group vai construir sua fábrica em Tampa, Flórida, mesmo local da antiga fábrica da Lazzara.

                                        “Este novo começo permite que a próxima geração Lazzara continue sua rica história no mercado de construção de embarcações, enquanto que nos permite ser ainda mais comprometidos com o nosso investidor e fornecedores nas próximas décadas”, declarou Joe Lazzara.

                                        “Financeiramente falando estamos em uma empresa livre de dívidas e com capital de investimento, isso nos permite desenvolver novos produtos e atender nossos clientes da mesma forma que nossa família vem fazendo há anos”, comentou Steve Lazzara.

                                        Com mais de 50 anos de história na indústria náutica, a família Lazzara fundou a Lazzara Yachts em 1990 e desde então fabricou 170 embarcações.

                                        Foto: Divulgação

                                         

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                                          Aluga-se

                                          Por: Redação -

                                          Que a Regata Ilha de Caras-Revista Náutica é uma das mais divertidas e animadas do calendário oceânico nacional, ninguém duvida. E agora é possível participar mesmo que a tripulação não tenha barco. A Wind Charter, empresa especializa em charters com veleiros em Angra dos Reis e Paraty, está disponibilizando cinco veleiros para o evento. São barcos novos, que comportam de sete a 10 pessoas, perfeitos para curtir a regata e um belo passeio por Angra e região com amigos e familiares.

                                          Os barcos que disputarão a regata estarão liberados a partir das 12h do dia 20 de fevereiro e poderão ser entregues até às 18h do dia 22 na base da Wind Charter, na Marina do Engenho, em Paraty. Ou seja, os participantes ganham um dia a mais para conhecer e passear com o barco alugado. As reservas podem ser feitas por e-mail no endereço [email protected].

                                          Confira abaixo a quantidade de pessoas por barco:

                                          Wind 34: 7 pessoas
                                          Jeanneau 379: 8 pessoas
                                          Jeanneau 439: 10 pessoas
                                          Jeanneau 50 DS: 10 pessoas
                                          Lipari 41: 10 pessoas

                                          As inscrições para a Regata Ilha de Caras-Revista Náutica estão abertas e podem ser feitas no endereço www.nautica.com.br/regatailhadecaras.

                                           

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                                            Primeiro dia

                                            Por: Redação -

                                            O velejador gaúcho Tiago Quevedo lidera o Campeonato Brasileiro de Optimist com cinco pontos após um primeiro e dois segundos lugares. A segunda colocação está com o paulista Diogo Zabeu, que somou 14 pontos. Em terceiro está o velejador pernambucano Tiago Monteiro que venceu a primeira regata do dia e soma, depois de um 13º e um 2º lugar, 16 pontos.

                                            Nesta terça-feira (13), mais três regatas serão disputadas. É importante lembrar que 12 regatas estão programadas para a competição. A cada seis, o pior resultado de cada velejador será descartado.

                                            O Brasileiro de Optimist reúne 145 velejadores na raia da Praia do Flamengo/Escola Naval, na Baia de Guanabara, no Rio de Janeiro.

                                            Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                                             

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                                              Brasil na rota

                                              Por: Redação -
                                              12/01/2015

                                              A Regata de Volta ao Mundo Clipper Race divulgou neste fim de semana as datas e a rota da próxima edição da competição. O anúncio foi feito em um evento voltado aos tripulantes chamado “Crew Brief Day”.

                                              “Estamos muito satisfeitos por anunciar que a Clipper Race 2015-16 partirá no domingo 30 de agosto de 2015. A partir de hoje temos apenas 235 dias de espera para a largada da décima edição de uma das maiores e desafiadoras regatas do planeta.” Afirmou o fundador da Clipper Race, Sir Robin Knox-Johnston.

                                              O percurso anunciado é:

                                              Etapa/Perna I – Reino Unido – Rio de Janeiro, Brasil
                                              Etapa/Perna II – Rio de Janeiro – Cidade do Cabo, África do Sul
                                              Etapa/Perna III – Cidade do Cabo para Albany, Austrália Ocidental
                                              Etapa/Perna IV – Albany para Sydney – Sydney – Hobart (Rolex Sydney Hobart Yacht Race) – Hobart à Whitsunday, Queensland
                                              Etapa/Perna V – Whitsunday – Qingdao via Sudeste da Ásia
                                              Etapa/Perna VI– Qingdao, na China – Costa Oeste Americana
                                              Etapa/Perna VII – Costa Oeste Americana  –  Costa Leste Americana via Canal do Panamá
                                              Etapa/Perna VIII – Costa Leste Americana para Derry Londonderry, Irlanda – Derry Londonderry para o Reino Unido, Europa

                                              A Regata de Volta ao Mundo Clipper Race é a mais longa competição de vela do planeta, com 40 000 milhas. São 12 barcos de 70 pés que disputam o troféu durante um ano, em 8 etapas e 16 regatas pelos oceanos mais difíceis do planeta, enfrentando tempestades e temperaturas que variam entre 0 e 35 graus.

                                              Existem ainda alguns lugares disponíveis para tripulação na próxima edição da regata. A única exigência para participar deste desafio é ter 18 anos ou mais (sem limite de idade) e ter boa saúde e sede de aventura.

                                              Foto: Divulgação

                                               

                                              Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                10 dicas para manter o costado do seu barco sempre conservado

                                                Um dos desafios de quem navega é manter o casco do barco limpo e sem desgastes. Por isso, NÁUTICA conversou com o empresário Marcelo Huertas, da NautiSpecial, empresa especialista em produtos de limpeza e conservação náutica no mercado há 18 anos. Ele dá orientações para conservação do costado das embarcações e prolongamento do aspecto de novo do barco. Confira as 10 dicas de Marcelo e deixe seu casco sempre brilhando:

                                                1- Você nunca deve utilizar limpa baú, solupan ou solventes na lavagem, pois estes produtos removem o gel coat, que é como a “pele” do costado da embarcação;

                                                2- Sabão em pó não é indicado para este tipo de limpeza. O produto pode causar manchas irreversíveis e danificar seu barco;

                                                3- Nunca utilize buchas abrasivas, elas riscam o casco e deixam seu costado como se tivesse sido arranhado com palha de aço;

                                                4- É importante “adoçar” a embarcação sempre que voltar do passeio. Um esguicho de água doce é suficiente, pois é preciso retirar os resíduos de sal, que podem causar desgaste;

                                                5- Utilizar um lava lancha neutro ou com cera garante proteção do barco por mais tempo;

                                                6- Após a lavagem, deve-se aplicar um finalizador que, além de dar brilho rápido no costado da embarcação, proporciona acabamento e proteção;

                                                7- Deve-se dar preferência às ceras náuticas ao invés das automotivas, pois estas têm fácil remoção em contato com água e deixará o costado sem proteção;

                                                8- É importante, a cada 3 meses, aplicar cera náutica líquida ou em pasta, que tenha polímeros de Nautiflon, a fim de proteger o costado dos raios UV;

                                                9- Você não pode abrir mão de utilizar capa de proteção com tecido especial, com trama que bloqueie os raios UV e que, ao mesmo tempo, faça a embarcação respirar, evitando o efeito estufa (retenção de umidade no interior da embarcação);

                                                10- Evitar capas plásticas que arranhem o costado e as que tenham ilhóes de metal também faz parte dos cuidados, pois elas riscam a fibra do barco.

                                                Para Huertas, estas dicas são essenciais para quem tem um barco e quer preservá-lo em bom estado por mais tempo. Se este é o seu caso, fique atento às próximas limpezas e aproveite mais os passeios com seu barco brilhando!

                                                Foto: Divulgação

                                                 

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                                                  Fresnel Hydrofoil

                                                  Por: Redação -

                                                  A arquiteta Margot Krsojevic, que já trabalhou no escritório de Zaha Hadid, apresentou o trimarã Fresnel Hydrofoil movido somente a energia limpa. O veleiro futurístico usará energia solar e velas para navegar, ou seja, não vai emitir nenhum tipo de poluente.

                                                  O trimarã será adaptado para competições e para a vela de lazer. Com o início da construção marcado para o mês de Abril deste ano, o projeto tem custo estimado em 12 milhões de Euros, cerca de R$ 37 milhões.

                                                  O Fresnel Hydrofoil tem casco em curva e vela rígida em fibra de carbono onde serão instalados os painéis de captação de energia solar.

                                                  Imagens: Margot Krsojevic

                                                   

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                                                    Por: Redação -

                                                    A Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro (ABVC) irá realizar um cruzeiro em comemoração aos 450 anos da expedição de Estácio de Sá que marca a fundação da cidade do Rio de Janeiro. As atividades do evento incluem um cruzeiro de Bertioga ao Rio de Janeiro, visitações às fortificações e palestras histórico-culturais.

                                                    O Cruzeiro Forte São João será feito em flotilha, de Bertioga ao Rio de Janeiro, reproduzindo a trajetória que fizeram as embarcações da Expedição de Estácio de Sá em 1565. A navegação será realizada em duas etapas: a 1ª etapa, de 20 a 22 de fevereiro, de Bertioga à Angra dos Reis e a 2ª etapa, 28 de fevereiro e 1º de março, de Angra dos Reis ao Rio de Janeiro. O cruzeiro está aberto a velejadores associados da ABVC e outros interessados. Os velejadores podem optar em participar de somente uma das etapas ou dos eventos nos pontos de parada (Bertioga, Ilha Anchieta e Rio de Janeiro).

                                                    O Cruzeiro é organizado pela ABVC com a colaboração do Laboratório de Tecnologia de Desenvolvimento Social (LTDS) da COPPE/UFRJ e do ICOFORT-Brasil.

                                                    Foto: Divulgação

                                                     

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                                                      11/01/2015

                                                      A velejadora do Cabanga Iate Clube de Pernambuco, Marina da Fonte, 12 anos, sagrou-se campeã da Copa Brasil Estreante de Vela, competição realizada na raia da Praia do Flamengo/Escola Naval, na Baia de Guanabara, no Rio de Janeiro até este domingo (11). Ao todo, 65 atletas de Optimist disputaram a competição.

                                                      Marina da Fonte conquistou o primeiro lugar geral e o primeiro lugar no infantil ao somar 20 pontos. Em seis regatas, Marina venceu duas, tirou um segundo lugar, um sétimo e um nono. Seu pior resultado, um 17º foi descartado. O segundo lugar geral ficou com o carioca Bernardo Martins com 26 pontos. Bernardo Pereira, da Bahia, ficou na terceira posição com 30 pontos.

                                                      Outro velejador pernambucano que também deixou seu nome marcado na competição foi João Cardoso, de apenas 8 anos. O filho do velejador campeão mundial de Hobie Cat 16, Cláudio Cardoso, também fez bonito e terminou sua primeira competição nacional na oitava posição geral e em segundo no mirim. João somou 41 pontos.

                                                      A terceira representante de Pernambuco, Luísa Vasconcelos, 13 anos, terminou na 27º posição geral.

                                                      A Copa Brasil Estreante é voltada para velejadores que não tenham participado de qualquer regata oficial da classe antes de 31 de janeiro de 2014 e nem de nenhuma Copa Brasil de Optimist.

                                                      Foto: Patrícia Maranhão / Informações: assessoria de imprensa

                                                       

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                                                        Por: Redação -
                                                        09/01/2015

                                                        Quando você recebe um convite para participar  de uma prova de Endurance de motonáutica com travessia de 1 025 quilômetros de um certo rio na Colômbia, você acha que será uma aventura fácil onde apenas a sua resistência física e a resistência do motor da sua embarcação irão contar, mas quando você chega em Puerto Boyaca, cidade da Colômbia onde aconteceu a largada de um dos principais campeonatos de motonáutica de endurance do mundo, a “Maratona do Rio Magdalena”,  e começa a conversar com outros pilotos e equipes que já haviam participado de outras edições e escuta os mais diferentes relatos e histórias inacreditáveis que aconteceram durante  outros anos, você toma um susto e descobre que não era nada daquilo que imaginava e começa a expectativa do que vai acontecer e se você vai sobreviver.

                                                        Tudo começou quando eu, Lebos Chaguri recebi um convite do Ministério de Esportes da Colômbia a alguns dias do início da prova e automaticamente, quando você está envolvido com corridas, a sua resposta é “sim” e só depois você vai pensar.

                                                        Como o tempo era muito curto para os tramites alfandegários, a Federação Colombiana de Motonáutica disponibilizou um barco para o Brasil e para alguns dos outros países participantes.

                                                        O evento começou no domingo dia 2 de novembro em um desfile de 13 países participantes com quase 30 barcos de corrida das categorias 2.000 e 3.000 e cerca de 60 embarcações da categoria turismo, todos enfeitados e com os integrantes das equipes fantasiados parecendo um grande desfile de carnaval do interior com direito a spray de espuma, banho de farinha, distribuição de balas, pirulitos e muito mais. Durante as 3 horas de desfile as ruas ficaram lotadas com a população local e turistas.

                                                        A competição que percorreu 1 025km, foi dividida em sete etapas durante seis dias com a primeira etapa de Puerto Boyaca a Puerto Berrio, no segundo dia de Puerto Berrioca a Barrancabermeja. Já no terceiro dia foram duas etapas, Barrancabermeja a El Banco e El Banco a Mompox e no quarto dia foi o dia tão esperado de descanso, mas apenas como título, pois na realidade os trabalhos em cima das embarcações foram intensos devido as avarias tanto de casco como de motor. No quinto dia foi a etapa de Mompox a Barranquilla onde apenas cruzaram a linha de chegada cinco barcos e no sexto e último dia foram as duas últimas etapas com a primeira de Barranquilla a Pasacaballos e a etapa final de Pasacaballos terminando na baía de Cartagena, no mar do Caribe, finalizando assim a XXIX Travessia do Rio Magdalena.

                                                        Na categoria turismo, aproximadamente 60 embarcações incluindo jets apenas acompanharam a prova, largando duas horas antes dos barcos de corrida, desfrutando do turismo do Rio Magdalena e aproveitando a infraestrutura da competição. Ao total o evento contou com 450 pessoas participantes dentre as equipes de apoio, equipes de corrida e técnicos.

                                                        A preparação dos motores era livre e a velocidade final não era muito alta fazendo com que os barcos chegassem a marca dos 115 km/h pois o que importava não era apenas a velocidade final e sim o torque para retomadas e a durabilidade do motor até o final da corrida. O rio Magdalena apresentava diversas ramificações durante seu percurso onde você tinha que adivinhar qual braço do rio era o caminho correto. Não adiantava fazer um mapeamento com antecedência ou seguir pelo GPS, pois o que descobri durante conversas com outras equipes foi que o curso do rio mudava de tempos em tempos, fazendo com que o braço do rio que era navegável seis meses atrás, se tornava inavegável no decorrer dos meses e aquele que há seis meses não era navegável passava ser navegável fazendo algumas equipes perderem meia hora até que finalmente descobriam que estavam no caminho errado, depois era preciso voltar todo o caminho para retomar o rumo certo.

                                                        Uma das maiores dificuldades eram os bancos de areia. Em alguns trechos do rio, de quase 2 quilômetros de largura, restavam apenas 10 metros de largura para poder passar sem encalhar, pois o navegador, que acabou sendo a Jacqueline Chaguri, tinha que ser muito rápido em diferenciar a 115 km/h uma rajada de vento de uma movimentação na água que indicava um banco de areia, pois eram semelhantes, e foi em um desses que terminou a corrida para nossa equipe no segundo dia. Quando percebi lá estava o famoso banco de areia segurando o barco. O trim do motor estava quebrado o que impediu o levantamento da rabeta para o desencalhe. Foi preciso esperar a equipe de resgate, só aí desencalhamos, mas o motor, que já apresentava problemas desde o começo da prova, acabou de quebrar. Então só nos restou continuar com o barco de resgate durante as outras etapas.

                                                        Foi neste momento que começou a nossa verdadeira aventura, pois começamos olhar a corrida por outro prisma. O próprio piloto do barco de resgate, que trabalhava com barcos de passageiros no Rio Magdalena há 15 anos, encalhou algumas vezes. O segredo do rio era seguir a parte da correnteza onde tinha mais sujeira, como objetos sobrenadantes e troncos de árvores, o que tornava perigoso, tanto que quase todos os dias apareciam barcos avariados sem contar que um barco acabou afundando.

                                                        A experiência deu às equipes colombianas clara vantagem. Com os barcos de resgate fazíamos o resgate de todas as embarcações quebradas que ficavam pelo caminho e também a busca dos barcos que se perdiam nos braços do rio que em alguns trechos se tornavam um enorme labirinto. Quando você entrava nos braços à procura de embarcações perdidas, você descobria que não estava mais em uma competição e sim participando de um turismo ecológico nativo onde vários pescadores com suas canoas de madeira indicavam qual a direção que os barcos haviam tomado e se haviam realmente passado por lá ou retornado ao rumo certo. O caminho também revelou pequenos povoados ribeirinhos que pareciam nunca terem saído daquela região. Vamos lembrar que o rio Magdalena corta a Colômbia ao meio, do sul ao norte onde termina no mar do Caribe e que foi por lá que os espanhóis entraram desbravando o rio e formando sua civilização nascendo assim o país. Em alguns trechos escutávamos relatos de sequestros que, ainda bem, não ocorrem mais.

                                                        Mas voltando à competição, como os potentes barcos utilizam gasolina de avião, combustível controlado pelo Exército, era comum ver representantes das Forças Armadas colombianas ao longo rio. A gasolina era distribuída antes da largada, porém os barcos de resgate e das equipes técnicas eram abastecidos durante o percurso pelos mais diferentes modos, como por exemplo você achar no meio do nada um barranco atrás de uma moita de mata fechada na beira do rio e um homem com vários tambores de combustível a sua espera, ou atracar em um píer improvisado onde várias pessoas curiosas corriam e cercavam os barcos como se estivessem vendo um óvni. E lá, no alto do barranco, finalmente, havia um frentista com um tanque de uns 5 000 litros ligado a uma mangueira de esguicho de água por onde era feito o abastecimento. Como a quantidade de barcos para resgatar era grande, em algumas etapas chegávamos durante a noite, horário que a navegabilidade se tornava perigosa.

                                                        Outra curiosidade é que em todas as etapas havia uma festa de recepção envolvendo jantares com comidas típicas de região e apresentações culturais. No último dia voltamos à civilização moderna quando entramos na baía de Cartagena ao escurecer com a presença de enormes arranha céus todos iluminados na orla e vários veleiros e iates ancorados. E foi assim que terminou não uma simples corrida e sim uma enorme aventura.

                                                        Classificação:

                                                        Categoria 3000 c.c.
                                                        1º – Andrés Botero (piloto) e Rafael Ramos (navegador)
                                                        2º – Álvaro Rincón (piloto) e Nicolás Rincón (navegador)
                                                        3º – Jorge García (piloto) e Oscar Vélez (navegador)

                                                        Categoria 2000 c.c.
                                                        1º – Gustavo Jimeno (piloto) e Richard Tejedor (navegador)
                                                        2º – Fernando Díaz (piloto) e Julio Galezo (navegador)
                                                        3º – Maria Luisa Botero (piloto) e Lina Botero (navegador)

                                                         

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                                                          Kings Cup 2014

                                                          Por: Redação -

                                                          Charmosa e competitiva assim posso resumir a Kings Cup 2014, evento realizado anualmente na cidade de Pattaya Citty – Tailândia. Aqui se encontram os melhores, os mais rápidos e mais conhecidos pilotos de jet do mundo. Situada a 165 km a sudoeste da capital Bangkok, essa cidade litorânea recebe quase cinco milhões de turistas por ano, entre eles as melhores equipes de motos aquáticas do mundo, vindas da Bélgica, Estados Unidos, Filipinas, Japão, França, Reino Unido, Portugal, Rússia entre outras tantas.

                                                          A Kings Cup é diferente, senti isso desde quando cheguei, o envolvimento das pessoas, pilotos e equipes era contagiante. Reencontrar amigos e rever as máquinas mais velozes do planeta é algo que compensa os dois dias de viagem.

                                                          Diferente das Worlds Finals que acontecem em Lake Havasu (EUA), a Kings Cup eu diria ser mais charmosa, mas o nível de competição é tão bom quanto em terras do Tio Sam, tanto que os mesmos pilotos que competem por lá vão para Pattaya City. Senti falta apenas da equipe do Qatar, essa bem numerosa e expressiva, mas a equipe de Dubai, a famosa SkyDive estava presente com suas tendas e bandeiras. Figurinha ímpar e de uma simpatia impressionante é o piloto de freestyle Rashid Ali Al-Mulla, sempre receptivo a fotos e entrevistas, esse piloto da SkyDive Dubai foi o grande nome do freestyle no evento. Aqui foi praticamente impossível não dar o título de campeão a ele, ou melhor, não teve a “marmelada” que houve em Havasu, quando o mesmo piloto deu um show à parte.

                                                          Trabalhar num evento onde tudo funciona é, no mínimo, gratificante. Nada deu errado e passar o dia numa praia com água a 31 graus é algo simplesmente maravilhoso. Acordar cedo e dar “de cara com o mar” na sacada do 21º andar do hotel e poder fotografar os primeiros treinos do dia é simplesmente a realização de um sonho, ou quem sabe, o merecimento de um trabalho reconhecido.

                                                          O piloto russo Yuri Ryabko, vencedor do Russky Grand Prix 2014, era aguardado com entusiasmo por todos. A comitiva russa veio em peso, com bons competidores e uma estrutura de dar inveja — praticamente trouxeram uma oficina dentro de dois contêineres e pessoal de apoio. Na água, Yuri ficou na segunda colocação da prova de Endurance, pois na segunda bateria o português Filipe Filipe foi o grande vencedor, mas como não correu a primeira acabou não tendo uma boa pontuação na geral.

                                                          O sistema de arquibancadas feito pela organização do evento é perfeito, simples e muito bonito, deixando as acomodações de Lake Havasu a desejar. Na parte superior havia uma área VIP, espaço para imprensa, locutores e transmissão online das imagens. Os dois locutores que se revezavam no evento deram um show à parte, era contagiante a emoção que eles passavam ao público, sem falar no idioma.

                                                          Da sacada de nosso quarto conseguíamos visualizar a raia de competição, menor que as Worlds Finals, mas tão competitiva quanto, sendo que os jets passavam muito perto da praia proporcionado belas fotos. A Kings Cup tem quatro baterias por categoria ao invés de apenas duas.

                                                          O francês Jean Baptiste Botti e o inglês James Bushell, ambos competindo de Sea-Doo na categoria mais veloz do campeonato, foram os principais nomes do campeonato. Se em Havasu Botti levou o título de homem mais rápido do mundo, na Tailândia foi a vez do inglês que fez corridas perfeitas, apesar de não vencer todas as baterias, mas sempre entre os três primeiros colocados.

                                                          Botti simplesmente impressionou, na última bateria da sua categoria o francês largou na sexta colocação, contou com duas quebras dos adversários e chegou em primeiro, era nítido a superioridade de seu equipamento, tanto que depois da ultrapassagem em cima de Bushell, ele disparou na frente. Enquanto seus adversários literalmente “voavam dentro da raia”, Botti passeava com natural superioridade, mas infelizmente foi desclassificado.

                                                          Na constante disputa entre marcas, é notório a superioridade da Sea-Doo em competições de raia, ou boias como preferirem, em se tratando das categorias profissionais. A Yamaha com seu novo SVHO é a nova sensação do momento e foi uma das mais vitoriosas dessa prova, assim como em Lake Havasu (EUA). Já a Kawasaki, bem, essa teve um bom desempenho apenas sob a tutela do português Filipe Filipe chegando na primeira colocação da 2ª bateria da prova de Endurance.

                                                          Vejo uma crescente superioridade dos SVHO nas provas de longa duração, tanto que o russo Yuri novamente está entre os três melhores do mundo, ficando com o vice-campeonato na Tailândia. Ainda é cedo para definir uma total superioridade, temos pela frente a competição de Mark Hahn no início de 2015 em terras estadunidenses, onde os melhores pilotos de Endurance estarão competindo.

                                                          Um fato é que as principais competições — fora as das terras tupiniquins — têm apoio e patrocinadores que acreditam no esporte e investem, aqui no Brasil os presidentes das associações como a BJSA e ARJS precisam implorar por ajuda, isso quando conseguem. E quando conseguem ajuda, mesmo colocando inscrições a custo zero, o grid de pilotos é inferior a quando se paga. O Brasil é um país pujante de campeões, atletas de primeiro mundo e que teriam um forte potencial lá fora, e são esses pouquíssimos que mantém a chama das competições aqui em “Terra Brasilis”, pois pagando ou de graça, eles estão nas águas competindo.

                                                          Certamente encerrei 2014 com chave de ouro, esperando repetir todos esses eventos em 2015, desejo a todos um forte abraço e um excelente 2015.

                                                           

                                                          Ricardo Fuchs é fotógrafo da JetSkiNworld & Photojetski e viaja o mundo atrás das impressionantes imagens das competições de jets

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                                                            Na onda avassaladora de comentários sobre a nova regra para extintores automotivos, que mudam a obrigatoriedade para os tipos ABC, a TV NÁUTICA responde: a regra para extintores nas embarcações também mudaram? Marcio Dottori responde que a obrigatoriedade segue para a classe BC, mas conta como o ABC é mais completo. Assista!

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                                                              Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                              Vídeo: praia do Litoral Norte de São Paulo é tomada por caranguejos

                                                              Fenômeno foi registrado no último sábado (28) e chamou atenção dos banhistas em Caraguatatuba. Assista!

                                                              Conheça a EDLit, nova lancha blindada da Marinha que patrulha o litoral brasileiro

                                                              Modelo de 10,5 m de comprimento é capaz de navegar em águas rasas, possui artilharia de peso a bordo e alcança até 40 nós. Confira!