Com aparência de nave espacial, o extravagante iate Adastra está à venda por US$ 12 milhões

20/04/2020

Construído sob encomenda do bilionário Antony Marden, ao custo de US$ 15 milhões (valores de 2012, quando foi para o mar pela primeira vez, na China) o trimarã Adastra, de 42,5 metros de comprimento (140 pés), chamou a atenção de todo o mundo por sua aparência de nave espacial.

Seria uma astronave alienígena disfarçada, ou o mercado náutico estava entrando em uma nova era? Não fosse pelo aspecto de um jato de “Star Wars”, e ainda havia o nome do barco: Adastra, ou “Ad astra”, é uma frase em latim que se traduz em “estrelas”.

Passados oito anos, depois de girar pelo mundo (“de Ibiza, na Espanha, a Bali, na Indonésia”, diz seu proprietário, que mora em Hong Kong, onde é conhecido como “magnata da expedição”), o multicasco futurista está à venda, por US$ 12 milhões. Quem já teve a sorte estar a bordo, garante: o trimarã vale cada centavo desse preço.

O barco, concebido pelo designer britânico John Shuttleworth e construído em Zhuhai, na China, pelo estaleiro de origem australiana McConaghy Boats, tem 42,5 metros de comprimento (140 pés), 1,20 m de calado e acomoda até 15 pessoas (incluindo os seis tripulantes) em seu interior luxuoso, com vista espetacular através das janelas panorâmicas.

Isso torna o Adastra incrivelmente leve: apenas 49 toneladas, para um barco de 140 pés. No desempenho, navega confortavelmente a uma velocidade de 17 nós, podendo chegar a uma velocidade máxima de 22,5 nós, empurrado por um motor principal de 1150 hp (Caterpillar C18) e mais dois laterais de 110 hp cada. A autonomia é de 10 000 milhas náuticas. Mérito do formado futurista do casco. Não é só extravagância.

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    Previsões indicam uma temporada de furacões acima do normal em 2020

    Por: Redação -

    Não é apenas o coronavírus. A natureza também promete promover isolamento social. A dois meses do início da temporada de furacões — que costuma atingir o Caribe e o Oceano Atlântico Norte entre os meses de junho e novembro —,  previsões já indicam que tempestades violentas vêm por aí.

    Sim, essa poderá ser uma temporada bastante ativa, com  atividade de ciclones tropicais acima da média. Entre as causas estão mudanças nos ventos e o aquecimento das águas. Palavra de quem estuda e entende do assunto.

    Na última semana, nos Estados Unidos, em sua primeira previsão, a empresa AccuWeather divulgou que nesta temporada podemos ter furacões com atividade acima do normal, com a formação de 14 a 18 tempestades tropicais, contra uma média histórica de 12. Dessas, entre 7 e 9 se tornarão furacões, sendo 2 a 4 furacões de categoria intensa (níveis 3, 4 e 5).

    Os meteorologistas chamam atenção, principalmente, para o Mar do Caribe e o Golfo do México, que já estão apresentando temperaturas da superfície do mar (TSM) bem acima do normal, e as altas TSM servem como combustível para a intensificação e desenvolvimento de tempestades tropicais.

    Outro fator climático que poderá contribuir com um aumento da atividade de furacões é um possível evento de La Niña no segundo semestre de 2020, como preveem alguns modelos climáticos. Durante o fenômeno do La Niña, no Oceano Pacífico, normalmente temos um maior desenvolvimento de ciclones tropicais no Atlântico, uma vez que os ventos de oeste, que sopram em altos níveis sobre o Atlântico, ficam mais fracos que o normal, contribuindo para o desenvolvimento de tempestades.

    A temporada de furacões vai de 1º de junho a 30 de novembro. Em 2019, tempestades tropicais causaram mais de US$ 11 bilhões em danos, com furacões devastadores como Dorian, Lorenzo e Humberto.

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      Histórias do mar: Albert Einstein, o maior físico de todos os tempos, adorava velejar

      19/04/2020

      Nascido em Ulm, na Alemanha, em 1879, Albert Einstein passou a vida estudando para desvendar os segredos do universo, para o qual abriu os olhos do mundo. Ficou famoso pela Teoria Geral da Relatividade e ganhou o prêmio Nobel de Física por suas contribuições à física teórica. Ainda assim, o cientista encontrava tempo para praticar seu esporte favorito: a vela.

      Sim, o gênio da física e da matemática adorava velejar. E navegou a vida toda, especialmente depois que completou 50 anos e seus amigos lhe presentearam um veleiro de 9 metros, que ele chamou de Tümmler — nome que significa toninha em alemão.

      Na Alemanha nazista, seu veleiro foi confiscado. Exilado nos EUA, escreveu a um amigo afirmando que era o objeto mais precioso que havia deixado para trás. Enquanto dava aulas na Universidade de Princeton, o gênio alemão comprou outro veleiro: o Tineff, de 16 pés. Frequentemente, podia ser visto navegando perto da foz do rio Connecticut, em Old Saybrook. Também fez viagens pelos lagos Carnegie e Saranac, perto de Rhode Island.

      Perfeccionista, dizia que qualquer pessoa que embarcasse com ele tinha o direito de cometer dois erros no manejo das velas; no terceiro, ele explodiria e ficaria de mau humor. Segundo a teoria de Einstein, o homem deve aprender com seus erros e que quem não aprende é um idiota perfeito e, portanto, não podia ser digno de velejar com ele.

      Ainda assim, seus amigos diziam que ele vivia encalhando seu barco, por manter o pensamento distante, como forma de relaxar depois de longas jornadas desenvolvendo equações complicadas. Em 1944, enquanto navegava no lago Saranac, seu barco atingiu uma pedra e afundou. Uma corda emaranhou sua perna, e ele ficou preso por baixo da vela, mas conseguiu encontrar o caminho para a superfície sem entrar em pânico e foi salvo por uma lancha que passava ao lado.

      Talvez por isso, ao escrever o livro Before the Wind, o escritor Jim Lynch tenha carregado nas tintas ao descrever o lado velejador do gênio alemão: “Einstein não era um grande marinheiro, provavelmente nem um medíocre.” Além disso, Einstein não sabia nadar, mas se recusava a usar colete salva-vidas.

      Em 1953, sua última mulher, Johanna Fantova, declarou a um jornal que Einstein não estava muito bem de saúde, mas ainda assim não abandonava seu grande prazer: velejar. “Nunca o vejo mais feliz e de melhor humor do que quando está em seu veleiro, apesar de ser um barco incrivelmente primitivo.”

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        Sem competições no mar, aumenta o número de regatas virtuais

        Nesse período de isolamento social, enquanto você interage nas redes sociais e lê notícias como essa na internet, milhares de pessoas estão concentradas na disputa de alguma das mais importantes regatas do mundo. Não in loco, naturalmente, uma vez que competições ao redor do mundo foram canceladas ou adiadas devido à pandemia da Covid-19, mas em regatas virtuais, em que os velejadores afinam táticas e comandam barcos sentados nas poltronas de suas casas. Para se ter uma ideia, houve um grande aumento de usuários diários ativos no Virtual Regatta Inshore, passando de 5 000 no início do ano para 25 000 nesta semana. Bem-vindo à era dos esportes eletrônicos.

        A World Sailing, a federação internacional do esporte, e a Virtual Regatta, a plataforma de navegação digital líder mundial, estão lançando várias regatas icônicas nas modalidades Inshore (regatas triangulares) e Offshore (as oceânicas, de percurso em alto mar).

        São provas como a Copa do Mundo Hempel, de Gênova; na Semana de Kiel; e o Troféu Princesa Sofia, entre outras, em que é possível recriar situações reais. Existe até um game virtual da Ocean Race. Algumas regatas qualificam para os playoffs do Campeonato do Mundo de e-Sailing. Também é possível ganhar prêmios.

        Ao entrar numa regata, seu barco estará com poucos recursos, apenas as velas genoa jib (para vento de proa) e spi (para vento de popa). Contudo, para obter melhor desempenho, você pode adquirir velas extras, como as especiais para ventos leves (light jib e light spi). Para isso, terá de adquirir créditos por meio de cartão de crédito internacional. Portanto, você pode participar tanto gratuitamente como investindo em recursos mais sofisticados na embarcação virtual, com os quais terá melhor desempenho e mais chance de vitória.

        Abertas a participantes com ou sem experiência, as competições virtuais permitem aos jogadores terem uma noção da prática da vela. É um excelente exercício para quem não pode competir diretamente no mar, e uma porta aberta ao esporte para quem nunca fez vela.

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          O que um velejador que deu a volta ao mundo pode nos ensinar sobre o confinamento?

          Por: Redação -
          18/04/2020

          Com a experiência de quem passou sete anos confinado a bordo de um veleiro de 40 pés — e de quem deu uma volta ao mundo, ao longo de cinco anos, a bordo do veleiro Matajusi, tendo apenas a companhia da esposa — o empresário e velejador Silvio Ramos ensina, na entrevista abaixo, os segredos para viver em isolamento sem tédio, nesses tempos da pandemia de coronavírus.

           

          Como foi a preparação para a viagem?

           

          Para poder realizar minha volta ao mundo, tive que me preparar, estudar muito entre 2005 e 2009, além de definir como iria me ausentar do trabalho como diretor-geral de uma multinacional americana na América Latina. Criei um método de trabalho à distância. Treinei meu staff para trabalhar dessa forma e vendi aos meus superiores a ideia de um ano sabático. Continuaria meu trabalho, do barco, ao custo de 60% da minha compensação. Como a empresa estava muito bem, eles concordaram e economizaram os 60%. Combinamos fazer isso por um ano. No final, com tudo dando certo, acabei fiquei sete anos embarcado, cinco deles dando a volta ao mundo. Correspondia-me duas vezes por dia, por e-mails e, quando estávamos perto de terra, usando o Skype para fazer conferências.

          O confinamento pode nos trazer algum tipo de benefício?

           

          Claro! Quando se vive a bordo, aprende-se a viver com menos, em menores espaços, a provisionar e usar somente o necessário. Nas grandes travessias oceânicas, podemos ficar até 20 dias, às vezes mais, sozinhos no meio do imenso mar, num espaço de 12 x 4 metros. Nesse período, as únicas coisas que vemos ou sentimos são a temperatura, o vento, as ondas, as nuvens, a chuva, o sol, a noite, as estrelas, alguns peixes e animais marinhos e, muito raramente, algum outro barco. O barco é a nossa casa e lá fazemos nossa comida, tomamos banho, dormimos. Ou seja, tudo que fazemos na nossa casa em terra fazemos na nossa casa no mar, é só uma questão de se acostumar e se adaptar.

           

          Existe algum paralelo entre o confinamento a que foi submetido durante a volta ao mundo e o isolamento social de agora, por causa da pandemia de Covid-19?

           

          A vida a bordo é muito parecida com uma quarentena. Nos dois casos ficamos confinados. Acredito que os sete anos que vivi a bordo me deram muita experiência em isolamento, o que está também ajudando nessa situação da Covid-19. Adquirimos muita experiência em provisionar, lavar, guardar e conservar alimentos, reservar combustível, água e outras bebidas, além de nos entreter com pouco.

          Que sugestões você dá para quem tem dificuldade de ficar em casa?

           

          Como quase todos hoje temos internet em casa, entenda como sendo a hora de trabalhar aqueles projetos que nunca saíram do sonho, como escrever um livro, um diário, algumas mensagens para parentes e amigos. Podemos também tentar novas receitas culinárias, assistir a muitos filmes e vídeos interessantes. Eu tenho feito muitas reuniões virtuais, com a família, os amigos, grupos de interesse mútuo. Também tenho estudado e praticado um pouco de espiritualidade, e o que mais me vem à cabeça.

          Quais foram os principais desafios durante os sete anos vivendo a bordo?

           

          Creio que cortar o cordão umbilical com a terra seja a pior tarefa nessa empreitada, assim como aprender a se desvencilhar das memórias. Mas, depois desse desprendimento, a vida passa a ser mais leve, mas fácil de ser vivida. Os dias ficam mais longos, o tempo nem parece passar, a saúde melhora excelente. Se contar que gastamos muito menos dinheiro, entre outros benefícios. Na volta à terra, pensamos que a vida estava tão boa sem os problemas do dia a dia que até passamos a sentir saudades do tempo que vivíamos no mar. Retornei em definitivo em 2013, cinco anos após ter iniciado a volta ao mundo. E acho que voltei muito melhor do que quando sai. Hoje, com 71 anos, fora alguns problemas gerenciáveis, tenho excelente saúde, energia e disposição. Sempre que posso, compartilho essa experiência, fazendo palestras e dando aulas de travessias oceânicas. Literalmente, estamos no mesmo barco.

           

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            Impressionante: 10 cenas de drone da mais disputada regata de volta ao mundo

            Por: Redação -

            No desafio de divulgar e promover a regata Volta ao Mundo, o centro de mídia da última edição da Volvo Ocean Race (2017/2018) registrou — a partir de drones colocados em todos os setes barcos da classe VO65 — imagens dos super veleiros ao longo de nove meses, 11 etapas e 45 000 milhas. Mais que a regata em si, o que importava eram cenas de emoção, drama, suspense e resistência.

            Os veleiros passaram por praticamente todos os desafios que um velejador possa imaginar. Enfrentaram quebra de mastro, tempestades, calmarias, panes, etc. Teve até o atropelamento de um barco pesqueiro pela equipe Vestas e o desparecimento no mar do tripulante de um VO65. Enfim, um enredo digno de filme de cinema, com imagens impressionantes. O resultado está no vídeo “The best drone takes from the Volvo Ocean Race”. Sente-se, relaxe e aproveite 10 minutos incríveis e surpreendentes.

             

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              Museu subaquático exibe esculturas humanas em tamanho real a 12 metros de profundidade

              Por: Redação -
              17/04/2020

              A costa Sul de Lanzarote, ilha mais oriental do arquipélago das Ilhas Canárias, abriga o primeiro museu subaquático da Europa. O Museo Atlántico consiste em 12 instalações com mais de 300 esculturas humanas, em tamanho real, todas assinadas pelo artista britânico Jason DeCaires Taylor, que contou com a ajuda não somente de mergulhadores para instalar as esculturas, como também de moradores da ilha.

              O museu, localizado a uma profundidade que varia entre 12 e 14 metros, possui uma espécie de jardim botânico submarino que contém espelhos que refletem o movimento das águas. É comum a presença de ouriços, polvos e pequenos peixes.

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              A visibilidade das águas das Canárias foi determinante para a criação da atração, que  retrata e critica a sociedade moderna, como os executivos no parque de diversões, o constante registro de imagens e a crise dos refugiados. A visitação ao Museo Atlántico pode ser feita com o auxílio de mergulhadores, pelo valor de 100 €, além de contratação de transfer, aluguel de câmera e equipamento de mergulho, cobrados à parte.

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                Novo projeto de superiate holandês de 50 metros tem entrega prevista para 2021

                Por: Redação -

                O estaleiro holandês Heesen Yachts lançou seu mais recente superiate de alumínio de 49,8 metros: projeto Altea. Com entrega prevista para maio de 2021, o iate de deslocamento rápido pode acomodar 12 pessoas em seis camarotes e nove tripulantes.

                Com design exterior do estúdio holandês e colaborador de longo prazo com Heesen Omega Architects, a arquitetura naval do projeto é de Van Oossanen Naval Architects. Detalhes do seu design de interiores pelo estúdio italiano Cristiano Gatto Design deverão ser revelados em breve.

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                Em termos de potência, em contraste com o sistema de propulsão híbrido de seu irmão Home, o projeto Altea é alimentado por dois motores MTU 12V 2000 de 1 500 hp cada.

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                  Ilhabela continua com restrição de acesso devido ao coronavírus até a próxima quinta-feira

                  Por: Redação -

                  Ilhabela, no litoral norte paulista, continua com as medidas de restrição devido ao novo coronavírus até a próxima quinta-feira, 23 de abril. A prefeitura do município, que integra o Vale do Paraíba, estabeleceu regras que restringem o uso da balsa que leva ao arquipélago, válidas tanto para moradores e veranistas da região como para turistas. As embarcações operam diariamente, fazendo o percurso São Sebastião-Ilhabela.

                  Desde o dia 21 de março, é necessário solicitar a autorização de entrada no município, mediante o preenchimento de formulário disponível no site e envio de documentação. Para deixar a ilha, não é preciso apresentar justificativa, mas a prefeitura ressalta que, caso alguém necessite sair, deve obter autorização para a volta, garantindo que não tenha problemas no retorno.

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                  A análise dos requerimentos demora, em média, 30 minutos para ser feita. Já os recursos são avaliados em cerca de duas horas.

                  De modo geral, até mesmo parentes próximos dos moradores que vivem fora de Ilhabela estão proibidos de entrar no município, para evitar a importação do vírus. Seguindo os princípios de distanciamento social definidos pelo governo estadual de São Paulo, a prefeitura de Ilhabela destaca que apenas os serviços essenciais estão liberados para fazer a travessia. Por isso, somente prestadores locais de serviços têm autorização para trabalhar normalmente.

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                    Novo iate italiano de mais de 90 pés será apresentado no próximo Cannes Yachting Festival

                    Por: Redação -

                    O futuro da linha Navetta, da Custom Line – uma das marcas do Grupo Ferretti – foi delineado pelo novo iate Navetta 30, graças a um processo de design detalhado que promete unir navegabilidade, conforto, segurança e personalização. Com um comprimento de 28,43 m (93 pés), é um produto da parceria entre o Comitê Estratégico de Produtos do Grupo Ferretti, liderado pelo engenheiro Piero Ferrari e seu Departamento de Engenharia. O Navetta 30 também é o primeiro modelo da Custom Line a ter uma combinação de design exterior do arquiteto Filippo Salvetti e design de interiores do escritório de arquitetura Antonio Citterio Patricia Viel.

                    O perfil clássico e equilibrado do iate enfatiza a maneira como as linhas se estendem horizontalmente, destacando o design, de modo que as conexões verticais entre os conveses quase passam despercebidas. Um dos aspectos mais marcantes do novo iate é uma lacuna entre o casco e a superestrutura, criada ao elevar as articulações com o convés superior para formar duas partes claramente separadas. O design exterior apresenta grandes janelas envidraçadas no casco e na superestrutura, com alturas de convés de mais de 2 m e áreas espaçosas. Com acabamentos e móveis que combinam com o interior, os espaços ao ar livre podem ser usados ​​não apenas para refeições, mas também para relaxar, fazendo com que os passageiros aproveitem ao máximo a vida a bordo. Grande destaque foi dado às conexões entre áreas internas e externas.

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                    Com três conveses, o modelo conta com uma suíte e uma sala de estar que ocupa toda a boca (largura) da embarcação no convés principal, além de quatro camarotes VIP e uma área de tripulação no convés inferior. Há uma área de jantar e lounge no andar superior, que fornece acesso ao flybridge, à proa. Um novo casco foi projetado não apenas para hospedar espaços muito grandes, mas também para oferecer desempenho e minimizar o consumo. Partindo dos materiais e acabamentos, os interiores do Navetta 30 – que é o menor iate de deslocamento da linha Custom Line – foram projetados com um grande foco no uso do espaço, a fim de aproveitar ao máximo todos os volumes e toda a área de superfície disponível.

                    O Custom Line Navetta 30 foi pensado para viagens de longas distâncias com baixo consumo de combustível. Ele vem com dois motores MAN I6 de 800 mhp como padrão. Duas outras opções de motores duplos estão disponíveis: MAN V8 de 1000 mhp ou MAN V8 de 1200 mhp. Para proporcionar conforto também ancorado, o modelo é equipado com aletas estabilizadoras, que podem ser instaladas em conjunto com os sistemas Seakeeper, mediante solicitação. O Navetta 30 está em construção em Ancona e deve estrear oficialmente no próximo Cannes Yachting Festival.

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                      Estaleiro francês apresenta novo conceito de iate inspirado em carro esportivo

                      Por: Redação -
                      16/04/2020

                      O estaleiro francês Dynamiq revelou seu mais novo conceito Dynamiq GTM 90, projetado em parceria com a montadora alemã Klassen, trazendo linhas que remetem a um carro esportivo. Com 27,5 metros de comprimento, o modelo será produzido em alumínio e tem assinatura da Van Oossanen Naval Architects.

                      Suas áreas externas incluirão um terraço com um sofá de três lugares na proa. No interior, a designer Giuseppina Arena criou uma decoração para espelhar as características de design dos carros Klassen através das opções de estofamento, painéis de madeira e iluminação LED. A Klassen projetou o posto de comando, além de outros recursos especiais de design automotivo, como couros e costura.

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                      Os hóspedes também poderão usufruir da área de salão e bar com vista para o clube de praia de popa e o convés principal, que possui um layout opcional em plano aberto. Quatro camarotes serão localizados no convés inferior, incluindo uma espaçosa suíte principal com uma cama circular da coleção Bentley Home, banheira de ônix e banho turco. O iate também pode transportar uma piscina inflável FunAir de 5,5 x 5,5 metros.

                       

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                        Operadora canadense de marinas expande seu alcance com quatro novas propriedades

                        Por: Redação -

                        A operadora canadense de marinas Maple Leaf adicionou quatro novas propriedades perto de Toronto ao seu crescente portfólio de instalações. A empresa sediada em Midland, Ontário, anunciou que concluiu a aquisição de quatro marinas existentes na semana passada – Lefroy Harbour Resort, Kontiki Marina, South Bay Cove Yacht Haven e Paragon Marina, todas localizadas a aproximadamente duas horas de Toronto.

                        O Lefroy Harbour Resort e Kontiki Marina presta serviços a quem navega na histórica Hidrovia Trent-Severn do Canadá, enquanto South Bay Cove Yacht Haven e Paragon Marina atendem aos navegadores da Great Lakes que usam a Baía Georgian e as 30 mil ilhas, uma das áreas de cruzeiro mais populares da América do Norte.

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                        “Acreditamos firmemente no futuro dos passeios de barco de lazer em Ontário e sentimos a sorte de poder adquirir quatro das melhores instalações para marina na Baía Georgian e no Lago Simcoe”, disse David Rozycki, presidente da Maple Leaf Marinas.

                        As aquisições elevam o portfólio da empresa a oito instalações. A Maple Leaf Marinas foi fundada em 2017 com a aquisição de cinco propriedades de marina existentes na região da Baía Trent-Severn-Georgian. “Vendemos uma propriedade desde então, que realmente não se encaixava com nossa visão de longo prazo”, diz Rozycki. “As quatro já existentes e as novas propriedades são instalações de alto nível em um dos principais mercados de cruzeiros da América do Norte. Cada uma das propriedades está localizada muito perto de Toronto e um mercado crescente de aproximadamente oito milhões de pessoas”.

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                          WB 40 Classic: a lancha italiana que combina madeira e fibra de carbono

                          Por: Redação -

                          Mais do que uma simples novidade, a lancha WB 40 Classic, do estaleiro italiano Wooden Boats, é um exemplo de como os barcos poderão ser no futuro. Seu casco, em V profundo, medindo 12,95 metros, traz uma combinação de dois materiais muito diferentes: a clássica madeira e compostos de fibra carbono — mistura de alta resistência e baixo peso.

                          Até recentemente, a mistura desses dois elementos era tida como antiestética. O estúdio Arnaboldi decidiu apostar nessa ideia. As fotos que ilustram essa matéria não deixam a menor dúvida do acerto. A WB 40 é uma lancha linda e estilosa, provando que compostos de carbono podem, sim, ser elegantes e de bom gosto, como qualquer material.

                          Do casco ao convés, essa combinação toma o lugar da fibra de vidro, em um sanduíche feito com camadas prensadas de mogno e fibra de carbono pré-impregnada, usando a técnica de resina epóxi a vácuo.

                          O estaleiro Wooden Boats foi criado em 2012 e já colocou na água 18 grandes barcos. O projeto da WB, feito sob encomenda de um europeu, leva a assinatura do engenheiro naval Marco Arnaboldi. Tem acomodações para 14 pessoas durante o dia, um camarote com banheiro para pernoite. No desempenho, alcança de 40 nós de máxima, com 36 nós na velocidade de cruzeiro. A propulsão a jato (MJP 250X) acoplada a dois motores Yanmar de 420 hp cada foi uma exigência do proprietário.

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                            #Minha Evolve: o amapaense Romulo Siqueira não poupa elogios à sua 360 HT

                            Por: Redação -

                            Capital do estado do Amapá, Macapá é acessível apenas de barco ou avião, a quem chega de outros estados. Sendo assim, é um lugar perfeito para quem ama navegar, como é o caso de Romulo Siqueira, de 43 anos, que todo fim de semana costuma sair de barco, na companhia de sua família e de amigos. Com licença para navegar desde os 28 anos, ele já teve várias lanchas. Nenhuma tão prazerosa quanto a Evolve 360 HT, que adquiriu no ano passado.

                            “Costumamos navegar em água doce, pelo Rio Amazonas, em locais próximos a Macapá, mas também viajamos muito para outros distritos, como Porto de Moz, Santarém e Afuá, que já fica mais próximo de Belém do Pará. A Evolve 360 é uma lancha perfeita para isso, pois oferece recursos e conforto para passeios mais longos e ousados, com a possibilidade de pernoite a bordo”, relata Rômulo.

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                            Batizada de Suzy, sua Evolve está equipada com dois motores Mercury V6 de 350 hp cada e acomoda 12 pessoas em passeios diurnos, sendo 6 em pernoite, e ainda tem o espaço gourmet da plataforma de popa. “É uma lancha bem espaçosa, com acabamento excelente, e que navega muito bem”, afirma o macapaense, que influenciou até alguns amigos na escolha. “Eles conheceram o meu barco e querem comprar o mesmo modelo. Eu indico 100%!”

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                              Por: Redação -

                              O fabricante de equipamentos de navegação FarSounder Inc entrou no mercado brasileiro com a nomeação da Ulstein Belga Marine como sua mais nova concessionária e o primeiro ponto de distribuição da empresa no país.

                              Sediada no Rio de Janeiro, a Ulstein Belga Marine atende os setores marítimo de lazer e comercial com equipamentos eletrônicos e de navegação avançados há mais de 30 anos, segundo o diretor-gerente Jan Lomholdt. Ele diz que a nova série Argos de sonares prospectivos em 3D da FarSounder se encaixará bem no crescente mercado de embarcações de médio porte no Brasil.

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                              “Nossa estratégia está se movendo em direção à digitalização e soluções relacionadas a sensores para comunicação, navegação, monitoramento do estado do mar e otimização de desempenho”, disse Lomholdt. “Com seus muitos rios e litoral enorme, o Brasil é um mercado com muitos tipos de embarcações que podem se beneficiar significativamente da inovadora tecnologia de navegação da FarSounder. Estamos empolgados em iniciar a colaboração e sentimos que o FarSounder se encaixa perfeitamente em nosso portfólio de fornecedores internacionais confiáveis ​​de soluções inteligentes e seguras”.

                              Sediada em Rhode Island, nos Estados Unidos, a FarSounder Inc é especializada na fabricação de sonares voltados para a frente em 3D que utilizam uma tecnologia patenteada ara detectar objetos na coluna de água até mil metros à frente de uma embarcação que viaja a velocidades de até 25kt. Fundada em 2001, a empresa lançou sua mais recente linha de produtos Argos 350 no ano passado, visando especificamente iates de tamanho médio na classe 18m-40m (60ft-130ft).

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                                Veleiro do ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi está à venda por US$ 11 milhões

                                15/04/2020

                                A crise está mesmo séria no norte da Itália. Nesta semana, por meio da corretora Burgess Yachts, o bilionário empresário e ex-político Silvio Berlusconi (fortuna estimada em US$ 5,9 bilhões) colocou à venda seu superiate à vela Morning Glory, de 158 pés, que tem cinco suítes e mais quatro camarotes e tudo mais que se pode esperar de um barco de luxo como este, como lareira de mármore, decoração em madeira lindamente trabalhada, lareira de mármore, escada em espiral e um bar com mesa de jogos, um paixão do controverso ex-primeiro ministro italiano. O preço pedido: US$ 11 milhões.

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                                Construído em 1993 pelo estaleiro italiano Perini, o Morning Glory tem história: Berlusconi o comprou do magnata americano Rupert Murdoch (do império Fox), que se casou a bordo em 1999 com sua então terceira mulher, a chinesa Wendi Deng. Ao longo desses 27 anos, o barco hospedou toda uma constelação de muitos ricos e famosos.

                                 

                                Recentemente, o barco passou por uma grande reforma, durante a qual recebeu novos motores e geradores e uma nova pintura. Segundo o broker, pode atingir 14,5 nós de velocidade máxima.

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                                  Yacht Club e Semana de Vela de Ilhabela colaboram na produção de máscaras-escudo para combate ao coronavírus no litoral norte

                                  Por: Redação -

                                  Alguns dos membros do Comitê Organizador da Semana Internacional de Vela de Ilhabela e associados do Yacht Club de Ilhabela doaram à FATEC São Sebastião uma máquina de corte a laser, que faz o corte dos escudos faciais destinados aos profissionais da saúde, e o primeiro lote de chapas acrílicas para a produção

                                  Desde sexta, já foram produzidas 467 máscaras. A estimativa é que chegue a 2000 máscaras nos próximos 15 dias, atendendo à demanda de todo o pessoal da linha de frente do atendimento de doentes no litoral norte.

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                                  Feito de material plástico, o chamado “face shield” é um Equipamento de Proteção Individual (EPI) considerado muito seguro. Evita a transmissão do vírus por gotículas, salivas e fluídos nasais, protegendo o rosto, o nariz, a boca e os olhos.

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                                    Por: Redação -

                                    Nesta terça-feira (14), o naufrágio do RMS Titanic completou 108 anos. O navio começou a afundar no final da noite do dia 14 de abril de 1912 após bater em um iceberg no Atlântico Norte, no trajeto entre a Europa e os Estados Unidos.

                                    O Titanic foi construído em Belfast, na Irlanda do Norte, durante a grande era de navios a vapor no início do século XX, com o objetivo de ser o maior e mais luxuoso navio do mundo. Após cinco anos de sua construção, afundou em menos de 3 horas na sua viagem inaugural. De todos a bordo, 1 514 morreram e apenas 710 foram salvos.

                                    Mais de 30 anos depois da descoberta dos destroços da embarcação – e 14 sem nenhuma visitação, o naufrágio foi revisto. Além de novas imagens em HD do que restou do navio, veio a confirmação: o Titanic está desaparecendo. Bem rápido – talvez ele não dure mais dez anos.

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                                    Essa nova expedição, paga pelo excêntrico investidor Victor Vescovo – uma espécie de Elon Musk do fundo do mar –, desceu cinco vezes os mais de 3 mil metros. Eles descobriram que o famoso navio se degradou mais rápido que o esperado na última década. Um dos locais mais afetados são os alojamentos dos oficiais da embarcação, que contêm objetos emblemáticos do naufrágio – como a antiga banheira do capitão.

                                    Essa corrosão toda não tem um motivo só, mas um dos principais é uma bactéria chamada Halomonas titanicae. Ela não recebeu o nome do navio à toa: é capaz de metabolizar óxido de ferro, ou, “comer ferrugem”. A bactéria é resistente a alta pressão, salinidade e escuridão, assim, as colônias não param de crescer.

                                    Henrietta Mann, uma das pesquisadoras responsáveis pela descrição do microorganismo, previu que ele pode devorar o Titanic todo até 2030. “O Titanic está retornando à natureza”, disse Parks Stephenson, especialista na história do navio, que fez parte da nova expedição.

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                                      Projeto brasileiro de veleirinho de 16 pés com barraca de camping faz sucesso na internet

                                      Curiosa mistura de barco com barraca de camping, este veleirinho foi apresentado pelo autor do projeto, o carioca Pedro Ponce, em sua página no Facebook. Imediatamente, alguém o batizou de “Campingboat”. Brasileiro com tempo livre fica ainda mais criativo — e bem-humorado. Foi o maior sucesso. “Não imaginava que fosse receber tantas ideias e opiniões”, conta Pedro, que é velejador, designer, desenhista e (como ele mesmo diz, em tom de brincadeira) “projeto de projetista”. Brincadeira levada a sério, no árido universo de fórmulas, cálculos e equações, que é o dos projetistas de barcos.

                                      Com 5 metros de comprimento (cerca de 16 pés), casco de compensado naval e fibra de vidro pesando 450 kg, mastro e configuração das velas ainda não definidos, o Campingboat começou a ganhar forma há um ano, quando Pedro, que mora no Bracuhy, em Angra dos Reis, decidiu fazer, à distância, dois cursos oferecidos pela Brana, uma das mais conceituadas escolas de projetos de pequenas e médias embarcações de esporte, lazer e serviço. “Foram oito meses trocando informações com os professores, especialmente o Sergio Mitake. Eu não tinha grana para pagar e o Luiz e o Cássio, que comandam a escola, foram supergenerosos”, diz.

                                      A ideia era criar um barco tão ágil e acessível como um daysailer e, ao mesmo tempo, com um design moderno e seguro para o comandante acampar a bordo. “O barco foi pensando para costear a Ilha Grande e a região de Paraty. Num fim de tarde, você monta a barraca no convés e curte a noite. Há milhares de cantinhos incríveis aqui para pernoitar”, sugere ele.

                                      Segundo Pedro, o conceito campingboat é bastante difundido fora do Brasil.  Daí seu interesse pelo projeto, fácil de executar e barato, que será oferecido a todos que estiverem interessados em construir de forma amadora. “Apesar de adorar os barcões também (já tive um veleiro de 45 pés), acredito que precisamos dar um passo atrás e voltar a olhar para veleiros menores, mais acessíveis”, justifica.

                                      Com costado alto, o veleirinho tem tudo para se comportar bem no mar. A barraca, vendida no Brasil, é leve e fácil de montar e minúscula para guardar. O custo? Pedro ainda não sabe precisar. “A ideia sempre foi um barco que coubesse em um orçamento de R$ 15 mil, mas ainda é um chute”, acredita. No caso, um chute bem baixo.

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                                        A seca revelou uma nova paisagem no Rio Paraná, abaixo da usina de Itaipu, na fronteira do Brasil com o Paraguai. O nível da água já se afastou 100 metros da margem, tanto no Brasil, quanto no Paraguai. O cenário inusitado desperta a curiosidade e muitas pessoas circulam pelo local e até fazem a travessia, a pé, da margem brasileira do rio à ilha Acaraí.

                                        Mas a Itaipu Binacional alerta: isso é perigoso, porque o nível do rio pode variar a qualquer momento. Há previsão de chuvas fortes acompanhada de ventos para esta tarde. Embora Itaipu opere normalmente, houve redução da demanda de energia elétrica no Brasil e isso se reflete numa produção menor da usina.

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                                        A seca também fez com que alguns “tesouros” fossem revelados, inclusive  diferentes modelos de jets e lanchas. Confira as fotos:

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                                          Em uma produção documental lançada recentemente, a holandesa Heesen Yachts comemora a conquista do estaleiro de concluir um dos projetos mais desafiadores da história da empresa. Construído em 1988, o iate Octopussy, de 43,58 metros, ganhou o título de iate mais rápido do mundo na época, com uma velocidade de entrega oficial de 53,17 nós – acima da velocidade contratual de entrega de 50 nós que deveriam ser alcançados durante os testes de mar.

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                                          O projeto reuniu Frans Heesen, o designer Frank Mulder e o proprietário americano John Staluppi. Agora chamado Octopussy 007, o documentário (legendado em inglês) narra a história de como o projeto surgiu, os desafios que as equipes de design e engenharia enfrentaram durante o desenvolvimento e o impacto de um projeto icônico como esse na marca Heesen Yachts.

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                                            Ao escavar a lama de um antigo rio, profissionais de uma mina de carvão na Sérvia fizeram uma descoberta surpreendente: três cascos de madeira fossilizados, cuja antiguidade data, possivelmente, de 1 600 anos. Os barcos estavam cobertos por uma camada de cascalho a mais de 15 metros de profundidade, enterrados por lama, o que conservou as peças em boas condições durante anos.

                                            Para ter certeza da datação dos navios, algumas amostras foram enviadas para um laboratório que realiza análises em madeiras. Porém, as recomendações isolamento impostas pela pandemia de Covid-19 atrasou esse processo.

                                            Segundo diretor do parque arqueológico Viminacijum, Miomir Korać, os restos desses barcos remontam provavelmente à antiguidade. “Isso é sensacional, único e inacreditável”, exultou. Ele disse que sua equipe coletou boa parte das peças do navio maior e que eles pretendem reconstruí-lo. O objetivo é entender um pouco mais sobre como esses meios de transporte funcionavam na época.

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                                            A maior das três embarcações parece ter sido construída com as mesmas técnicas utilizadas na época do Império Romano, mas, foi danificada por equipamentos de mineração. Os outros dois navios menores, esculpidos em um tronco de árvore, combinam com as descrições dos transportes que foram usados por grupos Eslavos para efetuar ataques na fronteira romana através do rio Danúbio.

                                            A mina de Kostolac fica perto da antiga cidade de Viminacium, que serviu de base militar para os romanos entre o século I e o século IV. Hoje um parque arqueológico, a cidade, bem no coração da atual Sérvia, também serviu de base para um esquadrão dos navios de guerra, no rio Danúbio.

                                            Berço de cinco imperadores romanos (nada menos que 18 deles nasceram lá), Viminacium, em seu auge, foi uma das maiores cidades romanas nos Bálcãs, com uma população estimada entre 35 mil e 50 mil habitantes.

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                                              O site italiano Giornale Della Vela fez uma espécie de levantamento náutico, com a contagem do número de embarcações de esporte e recreio em águas internacionais. Resultado: estima-se que haja 33 milhões de barcos no mundo (apenas 8% deles são veleiros), e quase a metade se concentra nos Estados Unidos, que soma uma frota de quase 16 milhões de unidades (taxa de 48 barcos por 1000 habitantes).

                                              Mas os americanos não são os que mais gostam de navegar. Neste quesito (taxa por 1000 habitantes), os canadenses ocupam o topo do ranking, com uma média de 234 unidades; o país tem com 8,6 milhões de barcos para 36,7 milhões de habitantes.

                                              Tradicional evento Boca Bash, nos Estados Unidos

                                              Finlândia, Noruega e Suécia oscilam entre 75 e 210 barcos por 1000 habitantes. A Nova Zelândia tem 153. A Austrália, 40,6. Entre os países mediterrâneos, Croácia (com 25 barcos por 1000 habitantes) e Grécia (17 barcos) entram no top 10. A Itália está entre os países com maior números de embarcações de lazer registradas, 577.513, mas na proporção número de barcos por 1000 habitantes fica em apenas 9.

                                              Segundo dados do 5º Congresso Internacional NÁUTICA, realizado no São Paulo Boat Show 2019, o Brasil registra cerca de 700 mil embarcações de lazer e uma população perto de 210 milhões de pessoas (segundo dados do IBGE), o que significa que temos 3,3 barcos por 1000 habitantes.

                                              No último lugar do ranking está a China, com apenas 116.475 barcos para uma população de quase 1,4 bilhão de habitantes, o que dá uma média de 0,08 por 1000. Os dados foram levantados junto à International Council of Marine Industry Associations (ICOMIA), a associação mundial da indústria náutica.

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                                                O prefeito de Rifaina, em São Paulo, Hugo César Lourenço, revogou na última segunda-feira (13), parte da medida de paralisação dos serviços das marinas, os guarda-barcos, da cidade. Por meio de decreto, a administração municipal anunciou que as atividades podem ser retomadas no setor.

                                                Vale ressaltar que a alteração serve apenas para as marinas. Locais como a praia artificial, academias e centros de ginástica, rampa municipal e passeios náuticos seguem parados, seguindo o decreto 1201, colocado em prática no dia 19 de março.

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                                                Até o momento, essa foi a única mudança imposta pela Prefeitura de Rifaina. Todas as outras atividades que receberam ordem de fechamento, válida também para parte do comércio local, continuam paralisados por tempo indeterminado.

                                                Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                  Lembram-se da velejadora Lorena Kreuger? Quem acompanha o mercado náutico certamente a conhece bem. Afinal, apesar de jovem (35 anos), durante dez anos (entre 2008 e 2018) ela presidiu o estaleiro Kalmar, referência em marcenaria naval.

                                                  Em março de 2019, ao lado do marido, o americano Zac Watson, e do filho (o pequeno Ian Kreuger Watson, de apenas 2 anos), ela trocou a casa por um barco (o veleiro SV Ventura, de 38 pés) e, dia 10 de março de 2019, soltou as amarras em Florianópolis rumo ao sonho de sua vida: uma viagem pelos mares do mundo. Em ritmo de férias, exatamente um ano depois eles chegaram ao Caribe.

                                                  Até a chegada a Trinidad e Tobago (dia 29 de fevereiro), tudo bem. Mas, ao ancorar em Grenadina, o trio deu de frente com as imposições de isolamento (de 21 dias, a partir de 31 de março) impostas pelo governo local, por causa de pandemia de coronavírus. “As fronteiras estão todas fechadas desde março. Não temos previsão de sair daqui tão cedo”, explica Lorena. Veja no vídeo abaixo.

                                                  https://www.instagram.com/tv/B-99uNIpeRs/

                                                   

                                                   

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                                                    A startup chinesa Geneinno apresentou sua mais nova scooter subaquática portátil Geneinno S2 para puxar nadadores, praticantes de snorkeling ou mergulhadores na água, utilizando duas hélices elétricas de 350 watts que fornecem um total de 10 kg de impulso. A scooter consegue descer até uma profundidade máxima de 30 metros a duas velocidades à escolha do usuário: 3,2 ou 4,3 km/h. A bateria promete duração de cerca de 45 minutos.

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                                                    As aventuras subaquáticas podem ser gravadas com a ajuda de uma parte integrada compatível com GoPro. Além disso, a scooter pode ser transportada a bordo de aviões como bagagem.

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                                                      13/04/2020

                                                      Não há distância que separe um barco do cliente. Que o diga o estaleiro Triton Yachts, com sede em São José dos Pinhais, no Paraná, que na semana passada tocou uma operação gigantesca para entregar uma lancha de 37 pés (Triton 370 HT) em Belém, a amazônica capital do Pará, um percurso de 3 285 quilômetros.

                                                      A operação ocorreu  dentro de um planejamento minucioso, com cinco dias para a entrega ser sacramentada. “Não foi um frete isolado. A cada 15 dias, cortamos o Brasil com uma lancha dessa marca rumo a Belém”, conta Salatiel José de Souza, o Zeca, da Souza e Souza Transportes Náuticos, de Florianópolis, empresa especializada no frete de embarcações.

                                                      “Para se ter uma ideia, a Marina Porto Seguro, daqui de Belém, tem mais de 50% de sua ocupação de lanchas da Triton Yachts”, reforça Maxwell Cordeiro Moreira, que representa a marca na região norte do país. Números, aliás, que revelam o potencial náutico do país, especialmente de Belém, cidade em que existem diversas opções de lazer para os navegadores, sem contar com um ótimo clima de verão durante o ano todo. “Já são mais de 150 lanchas da marca Triton na região Norte do Brasil”, aponta Allan Cechelero, diretor da Triton Yachts.

                                                      Deve ser um sufoco esse tipo de entrega, né? Afinal, o transporte de embarcações não é como o transporte de outras cargas. É preciso usar pessoal treinado e tomar cuidados com carregamento, amarração e descarregamento. “Ainda assim, é tranquilo. Em média, levamos 7 a 8 lanchas por mês para o norte do país. A entrega sempre chega direitinho”, afirma Zeca, que também atende outros estaleiros.

                                                      “No último sábado, entregamos uma Intermarine de 56 pés em Manaus. A lancha, com flybridge, foi de caminhão do Guarujá até Belém, e depois seguiu de balsa até a capital do Amazonas. Foi uma de nossas operações mais complexas”, avalia o dono da transportadora. Tudo minuciosamente planejamento. Para garantir a segurança, uma equipe escolta a carreta, de carro, durante a viagem. Assim, o motorista nunca está sozinho. E todos os veículos são monitorados por rastreadores via satélite.

                                                      Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                        O barco-escola Samaúma pode ser transformado em hospital flutuante para amenizar a situação atual da saúde pública no interior do Amazonas, provocada pela Covid-19. A proposta é do deputado estadual Adjuto Afonso que quer parceria do Executivo estadual com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-AM), administrador do Samaúma.

                                                        O parlamentar justifica que a pandemia é uma realidade e os impactos regionais são irrefutáveis e se agravam diariamente, necessitando de estratégia governamental nas políticas públicas e proatividade nas ações preventivas em atenção à saúde. “Precisamos amparar a população do interior em outras mazelas da saúde também, para não lotar as unidades de saúde dos municípios, pois o risco de contaminação torna-se maior”, diz o deputado.

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                                                        A proposta é de que o barco-escola Samaúma seja temporariamente estruturado e transformado em barco-hospital para atendimento médico, compondo-se de consultórios, laboratórios, leitos de enfermaria e salas especiais, como a de vacinação, além de equipamentos para realizar exames, como, raio-X, ultrassom, eco, mamógrafo, dentre outros.

                                                        O Samaúma foi construído como uma balsa em chapa de aço naval, com 35,5 metros de comprimento por 8 metros de largura. Até hoje, o barco mantém a estrutura de 40 anos atrás: nos três conveses estão distribuídas quatro salas de aula, seis oficinas, sete camarotes, uma cozinha, seis banheiros, um refeitório, uma sala para TV, dois depósitos, uma secretaria, uma sala de comando, uma praça de máquinas, uma sala com forno específico para panificação, com as devidas modernizações.

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                                                          A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), alertou que uma frente semi-estacionária poderá provocar ventos de direção Sul a Sudeste, com intensidade de até 61 km/h (33 nós), com rajadas na faixa litorânea compreendida entre os estados do Espírito Santo, ao norte de Linhares e da Bahia, ao sul de Ilhéus, entre a madrugada e a noite do dia 13 de abril.

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                                                            Por: Redação -

                                                            O grupo italiano Antonini, construtor de navios comerciais ativo no setor de petróleo e gás, entrou no mercado de iates de luxo com a criação de uma nova marca – Antonini Navi. O projeto é uma criação de Aldo Manna e conta com o apoio total da família Antonini, com um investimento planejado de mais de € 10 milhões.

                                                            A nova marca assenta em três pilares: a herança de know-how técnico e comercial no mundo dos superiates, o toque empreendedor da família Antonini e a localização estratégica do estaleiro.

                                                            A marca Antonini Navi reunirá os serviços marítimos oferecidos pelo Grupo Antonini, a fim de fornecer ao mercado uma oferta completa, desde a construção de iates personalizados de até 70 metros até serviços que incluem remontagem, pós-venda e atracação de superiates, além de continuar construindo para terceiros.

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                                                            O projeto também adotará a criação de uma nova linha de iates de 30 a 50 metros, projetada pelo arquiteto e designer Fulvio De Simoni e nomeada Crossover para sinalizar sua natureza inovadora e seu apelo no mercado. A primeira unidade a ser construída será o Crossover de 130 pés (40m).

                                                            O Gruppo Antonini agora tem cerca de 200 funcionários e 50 colaboradores e vários deles serão designados para o novo projeto, que se concentra em quatro áreas de ação distintas, todas baseadas na sede da Marina di Pertusola, em Antonini Navi.

                                                            “Antonini Navi é um sonho da nossa família”, explica Simone Antonini, parceira e CEO da Antonini Navi. “Na década de 1980, nosso avô Walter, que fundou o negócio, reconheceu o enorme potencial para iates e serviços relacionados. Por isso, ficamos tão entusiasmados de montar Antonini Nav. Nossa família acredita firmemente nesse projeto, motivo pelo qual decidimos investir 10 milhões para converter toda a área do estaleiro La Spezia e fazer uma entrada ousada em um setor em que já tínhamos presença através de operações de reajuste e produção contratada. Nunca deixaremos de olhar mais para o futuro”, finalizou.

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