Mondomarine revela nova linha Classic

Por: Redação -
21/05/2019

A Mondomarine anunciou o lançamento de sua nova linha Classic. Um exemplo de estilo clássico italiano, Mondomarine pretende atualizar o estilo único do histórico Mondomarine Shipyard, agora parte da Palumbo Superyachts. A linha Classic estará ao lado da linha Discovery e dos dois conceitos Eidos e Sea Falcon.

O novo modelo Classic é disponibilizado na versão de 43, 50 ou 63 metros, que engloba um casco de semi-deslocamento e baixo calado para garantir o acesso a águas rasas. O primeiro a ser lançado é o clássico de 50 metros, desenvolvido por Luca Dini Studio, que já havia desenvolvido o conceito da linha Discovery.

“Nosso alvo era uma evolução, sim, mas sem distorcer o desenho original daquele barco caracterizado por uma pegada esportiva e elegante com uma combinação de curvas e cantos, formas sinuosas e ângulos que, longe de serem estridentes, eram bastante harmoniosos. Em suma, uma revisão criativa que, por mais paradoxal que possa parecer, se traduz em um clássico moderno”, fala Luca Dini sobre o design exterior.

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Fiel ao estilo italiano, o novo design incorpora um grande contraste entre bordas afiadas e curvas suaves que conferem à linha Mondomarine Classic uma aparência consistentemente graciosa. O casco e a superestrutura de alumínio, embelezados com gravuras detalhadas, realçam a aparência do superiate com um jogo de luz e sombras em um dia ensolarado. Luca Dini inspirou-se nos carros clássicos italianos como Ferrari e no modelo Lamborghini Gran Turismo para esta linha de super iates em particular.

O Superyacht Classic de 49 metros acomoda até 10 pessoas em quatro camarotes espaçosos situados no convés inferior, e a suíte master, localizada no convés principal, juntamente com duas varandas privativas. Até 10 tripulantes podem ser alojados a bordo do Classic 50.

Pode receber dois motores MTU de 12V4000M73L.

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    MYBA Charter Show bate novos recordes em Barcelona

    Por: Redação -

    O 31º MYBA Charter Show, realizado no início deste mês na Marina Port Vell, em Barcelona, ​​parece ter sido um dos mais bem sucedidos da história do evento – se não o mais bem sucedido. Foram 60 iates em comparação com 53 em 2018. A taxa de charter acumulada foi de € 11 486 500 contra € 12 154 500 em 2018. A taxa média de fretamento foi de € 194 686. O número total de participantes foi de 2 074 em 2019, enquanto em 2018 foram 1 885.

    “Foi um evento espetacular e temos certeza de que ele desempenhará um papel fundamental na garantia de reservas e na geração de receita de fretamento,” disse um comunicado sobre o evento.

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    O sucesso do show dos últimos três anos em Marina Port Vell levou o MYBA a assinar o local para outros dois até 2021. Gaye Joyeau-Bourgeois, presidente do MYBA, comentou: “O MYBA Charter Show é o primeiro grande evento de a temporada de superiates para o setor charter e é devido às instalações de classe mundial do OneOcean Port Vell, uma marina que pode atender a um espetáculo tanto deste calibre quanto do tamanho, que escolhemos para celebrar as próximas duas edições neste porto.

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      Conheça as lixeiras flutuantes que auxiliam na limpeza do oceano

      Por: Redação -

      Além de reduzir a quantidade de plástico descartada nos mares, é preciso criar soluções criativas e rápidas para a limpeza dos mesmos. Em Montenegro – leste europeu, lixeiras flutuantes estão sendo espalhadas na água e ela é capaz de coletar diversos tipos de detritos, como garrafas plásticas, linhas de peixe e até mesmo bitucas de cigarro.

      Desenvolvida por uma dupla de australianos, o equipamento batizado de Seabin, funciona através de um sistema simples que suga a água. Desta maneira, os resíduos ficam presos no compartimento e a água limpa volta ao mar. Ligado a uma bomba, ela já está sendo usada na Baía de Kotor, região tombada pela Unesco como patrimônio natural.

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      Funcionando 24 horas por dia, a lixeira flutuante pode capturar 1,5 kg de detritos por dia, incluindo microplásticos de até 2 mm de diâmetro. Desde que elas começaram a ser instaladas, há 6 meses, 800 quilos de detritos flutuantes orgânicos e não orgânicos já foram capturados. Porém, além de limpar, a Seabin possui um outro papel fundamental: coletar dados sobre o estado dos cursos d’água.

      A ideia é compartilhar essas informações coletadas para contribuir na criação de mais esforços de limpeza das águas no mundo todo. Até agora já existem mais de 400 unidadesSeabin em 23 países e cada uma contribui para reunir informações vitais sobre o problema da poluição oceânica.

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        Estaleiro francês anuncia projeto de veleiro em parceria com a Peugeot Design Lab

        Por: Redação -

        O estaleiro francês Latitude 46 recorreu aos estúdios da Peugeot Design Lab e ao arquiteto Michele Molino para projetar seu novo veleiro. O modelo traz linhas elegantes, puras, finas e clássicas, bem como pela aplicação de materiais nobres, como o mogno envernizado, o aço inoxidável e o carbono.

        “Confiamos a realização dos planos do barco ao arquiteto Michele Molino, que desenhou um casco mais robusto e maior, promessa de uma experiência de navegação intensa e totalmente sob controle. Este novo casco permitiu repensar o plano do convés. Trabalhamos lado a lado com o Peugeot Design Lab para adicionar modernidade ao projeto, melhorar a vida a bordo e a ergonomia”, declarou Christian Iscovici, diretor do estaleiro naval Latitude 46.

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        Os designers da Peugeot ficaram responsáveis pela criação de um convés harmonioso, puro e livre de obstáculos. O tratamento das formas e das superfícies é simples e elegante. Tudo isto fez com que os equipamentos do novo Tofinou 9.7 fossem totalmente repensados de forma a serem integrados no design. O cockpit conta com duas telas touchscreen e tudo ao alcance das mãos do piloto.

        As duas primeiras unidades do veleiro Tofinou 9.7 serão entregues aos clientes no porto de La Rochelle, no próximo mês de junho. A estreia para o público acontecerá entre 18 e 23 de setembro, no Salão Grand Pavois à La Rochelle, e entre 7 e 15 de Dezembro, no Salão Náutico Internacional de Paris.

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          MPF denuncia três britânicos por tráfico no caso de veleiro apreendido com brasileiros na África

          Por: Redação -
          20/05/2019

          O Ministério Público Federal (MPF) informou, na terça-feira (14) que ofereceu denúncia contra os britânicos George Edward Saul, Robert James Delbos e Matthew Stephen Bolton por tráfico de drogas no caso do veleiro que foi apreendido com brasileiros com uma tonelada de cocaína na África.

          Segundo o órgão, os britânicos, sob a liderança de Saul, foram os responsáveis por acondicionar a droga no casco da veleiro, sem que os brasileiros contratados para transportar a embarcação soubessem. Dois baianos e um gaúcho chegaram a ficar presos por 18 meses após serem flagrados com a cocaína no arquipélago de Cabo Verde. A embarcação tinha saído de Salvador com destino à Europa, em agosto de 2017.

          No final de abril, o inglês Robert James Delbos, suspeito de ser um dos responsáveis por colocar a droga no barco, confirmou, em depoimento à polícia, que os brasileiros não sabiam que a droga estava na embarcação e que são inocentes. Delbos foi preso na Espanha em junho de 2018 por ordem da Justiça brasileira e foi extraditado para Salvador no dia 11 de abril.

          O MPF já havia requerido a prisão preventiva dos três denunciados em dezembro do ano passado, quando teve seu pedido parcialmente deferido pela Justiça Federal, que determinou a prisão de Saul e de Delbos.

          Daniel Dantas, Daniel Guerra e Rodrigo Dantas foram vítimas de uma quadrilha de tráfico internacional de drogas

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          Após procedimento de extradição, Delbos foi encaminhado ao Brasil, para o presídio de Salvador. Saul está foragido, e quanto a Bolton, o MPF aguarda da Interpol as informações sobre a qualificação e endereço do denunciado.

          O MPF ainda afirmou que processo judicial que apura a eventual participação no transporte da droga dos três brasileiros e de um francês – funcionários contratados como tripulantes e que estavam presentes no momento da apreensão – está em curso em Cabo Verde e não foi objeto de análise pelo órgão.

          Os velejadores foram presos por tráfico internacional de drogas e condenados, em março de 2018, a 10 anos de prisão pela Justiça de Cabo Verde. Posteriormente, o julgamento foi anulado e, em fevereiro deste ano, os brasileiros foram soltos para responder ao processo em liberdade. O novo julgamento ainda não tem data marcada.

          O MPF informou que, agora, aguarda que a Justiça Federal analise a denúncia contra os britânicos e decida pelo seu recebimento para que seja instaurada a respectiva ação penal. Sendo instaurada a ação, os denunciados passarão a ser réus e caberá ao juiz designado dar seguimento ao processo, o que pode resultar na condenação e na aplicação de penas aos denunciados.

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            Acobar participa de encontro sobre retomada do turismo náutico

            Por: Redação -

            Aconteceu, na última quinta-feira (16), o 1º Workshop Nacional do Programa de Revitalização do Ecoturismo Brasileiro, um passo importante do Ministério do Meio Ambiente para incrementar, junto com parceiros, o desenvolvimento do turismo náutico no Brasil. Em evento em sua sede, em Brasília, o MMA reuniu os mais diferentes setores envolvidos com a atividade para fazer um diagnóstico e propor novos modelos de gestão e negócios na área.

            No discurso de todos, uma constatação: o Brasil precisa investir urgentemente no turismo náutico. Primeiro, porque há um enorme potencial a ser explorado no país. Segundo, pela importância conservacionista e econômica da atividade. Ao mesmo tempo que preserva a natureza, esse tipo de turismo gera negócios para a indústria e emprega milhares de brasileiros.

            “Somos o país número 1 do mundo em recursos naturais, temos uma costa com cerca de 8 mil km, água quente e sol o ano todo, além de 9 mil km de margens com água doce”, descreveu o secretário de Ecoturismo do MMA, Gilson Machado, na abertura do 1º Workshop Nacional do Programa de Revitalização do Ecoturismo Náutico Brasileiro.

            “Precisamos nos unir e nos mobilizar, governo e iniciativa privada, para transformar tudo isso em emprego e renda, de modo a tirar o ecoturismo náutico do ostracismo em que se encontra hoje”, conclamou ele.

            O workshop foi organizado pela Secretaria de Ecoturismo, comandada por Machado e criada pela atual gestão do MMA para fomentar e definir políticas públicas que promovam a conscientização ambiental, o desenvolvimento socioeconômico e a sustentabilidade nos diversos segmentos do turismo na natureza.

            Antes das intervenções, que se estenderam por mais de duas horas, foi exibido no telão vídeo em que o presidente da República, Jair Bolsonaro, que não pôde participar do evento por estar em viagem aos EUA, saúda os participantes do workshop, ressalta a importância do turismo náutico e deseja um bom trabalho a todos.

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            Os convidados lotaram o auditório Ipê Amarelo, do MMA. Entre eles, representantes de empresas privadas e de órgãos e instâncias ligadas ao governo, como a Marinha, Polícia Federal, Receita Federal, Anvisa, Antaq, ICMBio, Ibama, Conselho Nacional de Turismo e Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos (Acobar), representada por Eduardo Colunna, presidente da associação, e Klaus “Cacau” Peters. Eles discorreram sobre os potenciais e desafios do turismo náutico no país, mostrando seu impacto nas mais diversas áreas, seus principais diferenciais e levando aos presentes informações sobre a receita do setor. O impacto socioeconômico também foi levado em conta, assim como as áreas prioritárias para desenvolvimento do ecoturismo náutico.

            Além do secretário Gilson Machado, participaram da solenidade de abertura a secretária-executiva do MMA, Ana Maria Pellini, representando o ministro Ricardo Salles, o deputado Leur Lomanto Júnior (DEM/BA), vice-presidente da Comissão de Turismo da Câmara, e o secretário de Pesca e Aquicultura do Ministério da Agricultura, Jorge Seife Júnior.
            Na sua fala, o secretário Gilson Machado destacou, inicialmente, a importância da atividade turística. Segundo ele, um em cada dez empregos no mundo são gerados pelo turismo. No Brasil, o setor causa impacto de R$ 520 bilhões na economia e é responsável pelo sustento de 7 milhões de brasileiros.

            Ainda segundo o secretário, dos segmentos turísticos, o ecoturismo ou turismo de natureza é o que proporcionalmente mais avança no mundo. Enquanto o turismo convencional cresce 7,5% ao ano, o ecoturismo registra índices em torno de 15% a 25% ao ano.

            Já na área específica do turismo náutico, destacou Machado, os ganhos são, também, significativos. No geral, o setor movimenta estaleiros e produz valor agregado da ordem de 100 bilhões de dólares ao ano. Na área de serviços e marinas, a atividade náutica gera em torno de 3 postos de trabalho por barco acima de 25 pés.

            O secretário disse ainda que o turismo náutico ajuda no desenvolvimento e na qualidade de vida de pequenas cidades – “normalmente, as localidades onde há turismo a estrutura de segurança é melhor”, exemplificou –, estimula o esporte e a cultura local e incentiva as pessoas a preservarem a natureza. “Preservação, aliás, será sempre a nossa principal prioridade”, enfatizou.

            Depois de ressaltar o potencial natural do Brasil para o turismo náutico, ele citou o caso das arraias para mostrar como o país perde ao não aproveitar suas oportunidades. Segundo Machado, enquanto no litoral de Alagoas esses animais marinhos são caçados e abatidos para a venda por R$ 7 a unidade, nas Ilhas Cayman, no Caribe, um mergulho ao lado das arraias vivas não sai por menos de US$ 60. “Isso é só uma mostra do que estamos deixando de ganhar”, disse.

            O secretário comentou ainda o desempenho de outro tipo de turismo náutico, os cruzeiros marítimos, que caiu de 20 na temporada 2010/2011 para apenas 7 em 2017/2018. Para contornar problemas como esse, defendeu o secretário, governo e iniciativa privada devem adotar novas estratégias.

            Uma delas, sugeriu, é a criação de recifes artificiais, isto é, estruturas – navios, grandes barcos, tanques de guerra e até carcaças de aviões – colocadas pelo homem no fundo do mar, por meio de afundamentos controlados, para gerar vida marinha (corais, peixes) e, ao mesmo tempo, servir como atrativo para os mergulhadores.

            “Esse tipo de turismo é um sucesso em vários partes do mundo”, disse o secretário, ao informar que, dentro de 15 dias, o MMMA, por meio do Centro de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Nordeste (Cepene), do ICMBio, participará do afundamento de dois navios com o objetivo de conservar a vida marinha e estimular o turismo náutico – um em Tamandaré, no litoral de Pernambuco, e outro na costa de São Miguel dos Milagres, em Alagoas, região abrangida pela Área de Proteção Ambiental (APA) da Costa dos Corais.

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              Por: Redação -

              Imagine um barco feito de fibra que não pegue fogo. É claro que esse barco ainda não existe, mas poderá estar em nossas águas muito em breve. É só o tempo de os estaleiros começarem a usar (durante a construção de seus cascos) dois produtos desenvolvidos por um grupo de jovens cientistas brasileiros (sim, o invento é nacional) para que, mesmo submetidos a uma temperatura de até 800 graus Celsius, por exemplo, os nossos iates, lanchas e veleiros não peguem fogo nem propaguem chamas. “Um dos materiais é um pó 100% anti-inflamável. O outro, um líquido retardante”, explica o técnico em química Tiago Casado Lima, integrante da equipe que desenvolveu os produtos e diretor da empresa recém-criada para comercializá-los, a Nelti Technology.

              A diferença principal entre o pó (tecnicamente chamado de Resin Solid Extinguish) e o líquido (32D4) está na formulação e no mecanismo de atuação contra o fogo, sendo que o pó ainda tem o apelo da biodegradabilidade em sua formulação. O antichamas impede a ignição e cria uma barreira contra o fogo, não permitindo que nenhuma fonte de calor se propague. Por sua vez, o líquido retardante de chamas, como o nome já diz, posterga a propagação do fogo, aumentando o tempo necessário para uma evacuação e o combate ao incêndio. Além desses dois produtos, a equipe tem em seu portfólio outro material inovador: um antichamas específico para ser aplicado nos tecidos da embarcação, como estofados, carpetes, tapetes e cortinas. O produto carboniza, de maneira automática, a parte do tecido em que se encontra o foco inicial das chamas, evitando a propagação do fogo e a liberação de gases tóxicos. Os pesquisadores quebraram a cabeça até inventar as substâncias antichamas: a fase de desenvolvimento do projeto durou 12 anos.

              Mas, será que esses produtos funcionam mesmo? Sua eficácia na prevenção de incêndios está sendo testada tecnicamente por um dos maiores estaleiros do país, a Intermarine Yachts, que se prepara para colocar no mercado embarcações construídas com mais esse apelo high-tech. É só uma questão de tempo para que suas lanchas e iates tenham os cascos inteiros protegidos pelo pó antichamas e pelo líquido retardante. Inicialmente, os produtos já estão sendo usados em várias peças, na quais existem maiores probabilidades da ocorrência de incêndios, e em diversas partes da embarcação. Mais adiante, o leque será ampliado, tornando a embarcação cada vez mais segura contra esse tipo de sinistro.

              A boa notícia é que a matéria-prima pode ser aplicada em barcos já com alguns anos de uso, especialmente na reaplicação do gelcoat, em lugares mais vulneráveis
              aos incêndios

              Promete ser uma revolução na construção dos barcos. Afinal, incêndios são uma das principais causas de acidentes envolvendo barcos no Brasil e também mundo afora, ao lado das colisões. Um simples curto-circuito na fiação durante o abastecimento pode levar à perda total da embarcação pela facilidade de combustão das resinas usadas na infusão do casco, seja epóxi ou resina éster vinílica — sem contar no perigo para as pessoas a bordo. “Por causa dessas resinas, quando o barco pega fogo dificilmente consegue-se apagá-lo. São produtos altamente inflamáveis”, lembra Tiago.

              Mas o problema não está apenas no fogo em si, mas principalmente nos gases tóxicos e inflamáveis emitidos durante o incêndio, que asfixiam as pessoas que estejam a bordo, além de causar um impacto ambiental considerável, pois a embarcação encontra-se em contato direto com a água. “Foi por isso que começamos a desenvolver os nossos produtos”, diz o pesquisador.

              O antichamas não se destina especificamente ao setor náutico — tem aplicação em todos os segmentos que usam compostos e compósitos (materiais formados pela união de outros materiais com o objetivo de se obter um produto de melhor qualidade, como fibra de vidro, fibra de carbono e Kevlar), como aeronáutico, aeroespacial, de energia eólica, de veículos e até o de construção civil. Mas serve como uma luva à missão dos estaleiros, que é a de construir barcos cada vez melhores e seguros. “Alguém vai dizer que já existem no mercado produtos semelhantes, como a alumina tri-hidratada, porém esse mineral tem uma resistência às chamas por um período muito curto. Há também os antichamas líquidos à base de produtos bromados, clorados ou fluorados. Mas esses produtos funcionam apenas como retardantes, e não como antichamas. Nossa criação é anti-inflamável de verdade”, garante Tiago, que junto à sua equipe elevou o produto a testes extremos, superando todas as normas exigidas.

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              Como esse produto age? Na hora de fazer a laminação manual (apenas a manual), pega-se a resina (éster vinílica, poliéster ou epóxi) e acrescenta-se o pó (que é branco) na proporção de 25%. Em seguida, faz-se a homogeneização e aplica-se a mistura. O pó fica incorporado à resina. O produto também pode ser misturado ao gelcoat. Com isso, tem-se uma peça no todo antichamas, ou seja, tanto na proteção como na estrutura. Já na infusão a vácuo, o pó não passa no filtro (tecido Peel-Ply). Foi por conta disso que a equipe da Nelti Technology decidiu investir no desenvolvimento de um segundo produto, o que resultou em um líquido retardante a chamas mais potente que os convencionais, segundo Tiago. “As peças protegidas por esse produto podem ser submetidas ao fogo por até mais de dez minutos que não inflamam”, garante o pesquisador.

              Na laminação por infusão, esse líquido deve ser adicionado à resina, na proporção de 10%. “Como ganho adicional, o produto reduz o tempo de infusão em até 40%. Essa rapidez, para os estaleiros, representa uma grande vantagem, pois em vez de dez linhas de infusão, por exemplo, é possível trabalhar com seis ou sete, o que representa uma redução e tanto de custos”, explica Tiago.

              Alguém pode pensar que o processo de infusão fica mais rápido por conta da menor consistência da resina, que estaria mais líquida. O pesquisador diz que não. “A densidade da resina é praticamente a mesma. A aceleração se deve às nanopartículas, que faz com que a resina se alastre de forma mais rápida, atingindo áreas do tecido de fibra com maior facilidade”, explica ele.

              Com o líquido incorporado à resina, os laminados fabricados pelo processo de infusão a vácuo (de escala industrial) ficam muito mais resistentes à ação do fogo, mas não totalmente imunes, uma vez que se trata de um retardante, e não de uma carga antichamas. Para que essa resistência seja ampliada, paralelamente à aplicação do 32D4, os pesquisadores propõem a adição do RSE no gelcoat. “Com isso, cria-se uma barreira 100% antichamas na superfície do casco”, garante Tiago.

              Em um teste feito especialmente para NÁUTICA, Tiago acendeu um maçarico de acetileno, que produz temperatura a que incêndio algum chega. Em seguida, aplicou a chama sobre uma placa, mantendo-a direto por um período de dez minutos, em um ponto específico. A placa ficou incandescente, escureceu, emitiu uma pequena quantidade de fumaça branca, não tóxica, mas não pegou fogo — e ainda manteve sua estrutura física preservada. Esse tipo de teste tem sido proposto a vários estaleiros. Em um deles, recorda Tiago, os responsáveis disseram que já usavam um antichamas bromado, que custa muito caro e não é totalmente imune ao fogo. O problema é que, nos sanduíches de fibra de vidro com espuma de PVC ou Divinycell, o antichamas bromado aplicado na superfície, em contato com o fogo, permite atingir o núcleo. O resultado? A liberação dos gases inflamáveis, voláteis e tóxicos, que vão fazer o barco pegar fogo.

              Além da capacidade de não inflamar, o aditivo, garante o fabricante, não libera fumaça tóxica, apenas ácidos fracos, basicamente nitrogênio, que é um elemento químico respirável, devido à sua capacidade de absorver as moléculas de oxigênio. Outra vantagem: o produto promete abaixar a temperatura da superfície submetida ao fogo, o que ajudaria na contenção da chama, além de anular os gases exalados pela queima das resinas (epóxi, éster vinílica e poliéster) ou pelo aquecimento do núcleo de espuma de PVC rígida (Divinycell) — este, em contato com o fogo, não inflama, mas libera o venenoso gás cianeto, entre outras substâncias tóxicas.

              Outra boa notícia é que tanto o pó quanto o líquido também podem ser aplicados em barcos prontos ou com alguns anos de mar, especialmente na reaplicação do gelcoat, em lugares mais vulneráveis aos incêndios, como a sala de máquinas, os dutos da fiação elétrica e o painel de comando, criando uma barreira antichamas e tornando a vida a bordo ainda mais segura.

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                Fountaine Pajot e Volvo Penta firmam parceria em projeto de eletromobilidade

                Por: Redação -

                Reforçando seu compromisso em respeitar o meio ambiente e respondendo a um pedido dos proprietários cada vez mais preocupados com as soluções alternativas em termos de energia, o Grupo Fountaine Pajot se comprometeu a desenvolver uma solução elétrica inovadora com a Volvo Penta.

                Com a intenção de criar maior conveniência a bordo e reduzir a pegada ecológica, a Fountaine Pajot ajudará a descrever as necessidades do mercado, na instalação, testes e demonstração da tecnologia pioneira de eletromobilidade da Volvo Penta.

                Com mais de 600 unidades construídas por ano, o grupo possui seu próprio departamento de pesquisa e desenvolvimento, onde desenvolveu vários processos inovadores, incluindo a capacidade de fazer cascos de barcos por sistema de moldagem por injeção.

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                A nova tecnologia de eletromobilidade da Volvo Penta será instalada em um catamarã Fountaine Pajot Lucia 40, que atuará como o primeiro barco de demonstração equipado com o sistema. A instalação e os testes de mar serão realizados nos próximos meses, quando o desempenho e a durabilidade do sistema serão aperfeiçoados.

                “A riqueza de conhecimento da Fountaine-Pajot, a proximidade de seus clientes e os dados sobre como os proprietários de barcos usam suas embarcações estão provando ser inestimáveis ​​para ajudar a fornecer uma prova de conceito real e fornecer uma solução elétrica que traga benefícios significativos aos clientes. Vamos aprender como maximizar os benefícios dessa nova tecnologia em situações do mundo real juntos”, diz Johan Inden, Presidente da Volvo Penta na Europa..

                “Também vemos benefícios significativos nessa aliança”, concorda Vincent Laigo, diretor de design da Fountaine Pajot. “Há uma proporção significativa e crescente de nossa base de clientes que busca maior comodidade de vida a bordo, menor manutenção, maior sustentabilidade e uma experiência de navegação mais natural. Acreditamos que a nova tecnologia elétrica responderá a muitas dessas aspirações do cliente. Também estamos confiantes de que esta solução técnica será bem suportada em todo o mundo ”.

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                  Equipe japonesa vem ao Brasil participar do primeiro rali mundial de pesca na Amazônia

                  Por: Redação -

                  O desafio de enfrentar seis das maiores espécies de peixes de água doce do mundo – Aruana, Dorada, Piraíba, Pirarara, Pirarucu e Tucunaré – foi o principal motivador para a formação de uma equipe japonesa para competir no 1º Torneio Internacional de Pesca Esportiva – GAWFR, que acontece entre os dias 20 e 27 de junho, no município de Luiz Alves, em Goiás.

                  De acordo com Toshinari Namiki, conhecido como The Machine Gun, por sua habilidade de arremessar muito rapidamente e de forma precisa, assim como uma metralhadora, o torneio será um palco muito desafiador. “É a primeira vez que venho para a Amazônia, uma área de aventura e de uma beleza natural de classe mundial, que até então, era inacessível para mim. Agora, terei a oportunidade de pescar várias espécies diferentes com isca artificial”, afirma o competidor, que está envolvido com torneios de pesca de achigã (black bass) há mais de trinta anos, tendo participado de competições na Europa, na Coreia do Sul e na Tailândia. Atualmente, T.Namiki participa do torneio de achigã nos Estados Unidos.

                  Para ele, o Torneio Internacional de Pesca Esportiva será importante também para mostrar para um grande número de pessoas sobre a pesca esportiva bem como divulgar os atrativos da Amazônia e do Brasil, que está sediando o evento. “Já participei de competições de achigã em todo o mundo e, algumas vezes, em vastas áreas de terra inexplorada. Por isso, tenho a certeza de que esta primeira competição tem um significa especial e estou animado para vir ao Brasil e competir”, acrescenta Namiki.

                  Em sua preparação para competir com participantes do Brasil, da Argentina e da China, Namiki conta que está obtendo informações com outros pescadores japoneses que já estiveram na Amazônia. “Que tipo de hastes e de carretéis é necessário, qual a espessura da linha, entre outros dados, a fim de preparar os equipamentos mais adequados para competição. Além disso, também consulto empresas especializadas do setor sobre esse assunto”, explica.

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                  A pescadora Marucos também espera auxiliar a equipe japonesa a vencer a competição. “Eu quero ser uma pescadora mestre por isso senti que o Torneio Internacional de Pesca Esportiva é uma grande oportunidade. Faz pouco tempo – dois anos – que estou na pesca, por isso obter um ótimo resultado neste torneio vai incentivar outros pescadores e amantes da pescaria a sonhar, dando a esperança de que também podem competir e alcançar bons resultados”, diz.

                  O plano de preparação para a competição é segredo, segundo Marucos, mas ela adianta que está fazendo vários exercícios para ganhar mais força para o torneio, além de receber orientações de um pescador profissional para melhorar sua técnica. “É a primeira vez que eu participo de um torneio tão grande. Por isso, estou empenhada para mostrar minhas táticas e técnicas, podendo colaborar com minha equipe e com a competição”, finaliza.

                  Além de Namiki e Marucos, a equipe japonesa conta também com a participação do pescador profissional Takuma Hata.

                  Considerado o primeiro torneio de pesca de isca artificial da Grande Amazônia, o 1º Torneio Internacional de Pesca Esportiva é um evento social, cultural e ecológico visa estimular a prática da pesca consciente, o convívio com a natureza, a preservação ambiental da Amazônia e a reprodução e repovoamento das espécies nos rios, inibindo e restringindo a pesca predatória. A competição apresenta ainda um aspecto social importante, com a “Pescaria Feminina” e o projeto 100 Pequenos Jornalistas, que promoverá a inclusão digital de crianças e jovens do distrito de Luiz Alves, que receberão smartphones da associação GAWFR para filmar a competição e ter acesso às informações via Internet.

                  O 1º Torneio Internacional de Pesca Esportiva foi idealizado pelo japonês Keisuke Onoda, que mora há mais de 23 anos no Brasil  e teve inspiração do Paris Dakar para idealizar esse projeto, uma espécie de aliança entre Goiás & Tokyo, que pretende conectar os competidores com os moradores locais, usando equipamentos modernos, técnicas sustentáveis, podendo abrir portas para comércio exterior e oportunidades de turismo na região.

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                    Domingo de ouros! Brasil é campeão dos Europeus de 49er FX e Star

                    Por: Redação -

                    A vela ganhou neste domingo (19) mais duas medalhas de ouro para o Brasil. Com uma campanha brilhante ao longo da semana, as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram o Campeonato Europeu da classe 49er FX, em Weymouth, na Inglaterra. E em Riva del Garda, na Itália, Robert Scheidt e Henry Boening, o Maguila, ganharam o Europeu de Star de forma emocionante, ultrapassando a dupla francesa Rohart/Ponsot nos metros finais da regata decisiva.

                     

                    “Eu estava tão cansado que ele (Maguila) foi quem me disse que nós vencemos. Eu perguntei: ‘Nós realmente ganhamos?’ E ele disse: ‘Sim, ganhamos.’ Foi uma regata incrível desde o começo. Os franceses fizeram um bom trabalho, estavam bem rápidos. Mas nós nos mantivemos perto e tivemos a chance de entrar por dentro e vencer na linha de chegada”, descreveu Robert Scheidt, em entrevista ainda no barco para a equipe de comunicação do evento.

                     

                    Dono de cinco medalhas olímpicas — sendo duas na Star, que não faz mais parte do programa dos Jogos —, Robert Scheidt agora volta suas atenções para sua campanha rumo a Tóquio 2020. A partir de 3 de julho, o velejador participa do Campeonato Mundial da classe Laser, que será disputado na raia olímpica.

                     

                    Já Martine e Kahena conquistaram neste domingo seu terceiro título em 2019 na 49er FX, depois dos triunfos na etapa de Miami da Copa do Mundo, nos Estados Unidos, e no Troféu Princesa Sofia, na Espanha. 

                     

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                     O Europeu de 49er FX foi disputado na mesma raia dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Martine e Kahena assumiram a liderança da classificação geral na quarta-feira e não a perderam mais. A dupla chegou à regata da medalha deste domingo com o ouro praticamente garantido. Sem arriscar e sem atrapalhar as adversárias que lutavam por classificação para Tóquio 2020, as brasileiras subiram no topo do pódio com 76 pontos perdidos, mesmo terminando em décimo lugar na prova decisiva. Em segundo lugar ficaram as atuais campeãs mundiais, as holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duetz (79 p.p.).

                     

                    “Estamos felizes por conquistar nossa primeira vitória em um Europeu! Foi um campeonato mais longo do que estamos acostumadas. Foram sete dias. No final da semana, o vento foi diminuindo e ficou um pouco mais difícil manter nossa média do início. Estamos muito contentes com nosso resultado aqui e estamos em busca de sempre melhorar”, disse Kahena.

                     

                    “Começamos a semana bem fortes. E graças a esse começo conseguimos nos manter na frente mesmo com os resultados dos últimos dias”, afirmou Martine.

                     

                    Os dois ouros deste domingo foram a coroação de um ótimo fim de semana para a vela brasileira. Na sexta-feira, o país garantiu  classificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 na classe Finn, graças do bom desempenho de Jorge Zarif no Campeonato Europeu de Atenas. O brasileiro terminou a competição na sétima colocação no geral (111 pontos perdidos). 

                     

                    Ao todo, a vela brasileira já está garantida em Tóquio 2020 na Laser, Nacra 17, Finn e 49er FX. Nas demais seis classes do programa olímpico, o país ainda busca vaga nas competições internacionais deste ano.

                     

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                      Gaúcha Ana Paula Marques conquista inédito mundial paraolímpico

                      Por: Redação -
                      17/05/2019

                      Da cadeira de rodas ao topo do pódio mundial, assim se pode resumir a trajetória na vela adaptada da meio gaúcha, meio brasiliense Ana Paula Marques, de 35 anos, que, no Lago Michigan, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, conquistou, de modo pioneiro para o Brasil, o Campeonato Mundial de Vela Paraolímpica, na classe Hansa 303, em que competem atletas portadores de amputações, paralisia cerebral e lesões medulares.

                      Natural de Porto Alegre, ela acompanhava com curiosidade o vaivém dos veleiros pelas águas do Rio Guaíba, mas nunca teve oportunidade de se iniciar no esporte. O momento da transformação foi o mesmo de uma tragédia pessoal: há 15 anos, recebeu um tiro nas costas desferido pelo então marido, que a deixou paraplégica. Presa a uma cadeira de rodas, Ana Paula descobriu que, para o bem de sua saúde, precisaria praticar algum tipo de esporte. Foi quando decidiu mudar-se para o Distrito Federal, atraída por um projeto voltado para pessoas com deficiência. “Como eu já fazia reabilitação no hospital Sarah Kubitschek, decidi me radicar em Brasília”, conta ela. Foi o professor de educação física Rodrigo Rodrigues, do próprio hospital, que a apresentou à vela, cinco anos atrás.

                      Sem patrocínio, a equipe de Vela Adaptada do Brasil, formada por cinco atletas, viajou para os Estados Unidos pagando, cada um deles, as passagens do próprio bolso

                      “Primeiro, ele me levou para um passeio no Lago Paranoá, para ver se eu iria gostar, e eu gostei. A partir dali, passei a fazer aulas de vela adaptada, dentro do Projeto ‘Vela Para Todos’, do Cota Mil Iate Clube. Quando fui ver, já estava competindo, dentro do Campeonato do Distrito Federal da Vela Adaptada”, lembra a campeã mundial, que atualmente defende as cores do Caalex — Clube Almirante Alexandrino —, da Marinha, que fica na Asa Norte de Brasília.

                      Para Ana Paula, a vela reabilitou sua vida. “Na hora em que sento no cockpit, a deficiência desaparece”

                      Em 2016, ela enfrentou a primeira competição internacional: um mundial aberto, misto, para velejadores com deficiências ou não, realizado na Holanda, no qual terminou em terceiro lugar, entre as mulheres, e em 12º, na classificação geral. No mesmo ano, foi eleita a melhor atleta paraolímpica e destaque do ano na modalidade vela no Prêmio Brasília Esporte, do governo brasiliense.

                      Ana Paula luta corajosamente em busca de seus objetivos. Três vezes por semana, ela treina no Lago Paranoá

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                      No ano seguinte, no Mundial Paraolímpico em Kiel, na Alemanha, nova demonstração de talento: Ana Paula foi vice mundial na Hansa 303. A conquista do Mundial deste ano, nos EUA, foi consequência natural de sua dedicação ao esporte — a forma que Ana Paula encontrou para se reabilitar para a vida, após a perda dos movimentos das pernas. “A vela faz isso porque, na hora em que sento no barco, some a deficiência”, explica a velejadora, que além de timonear pratica outro esporte paraolímpico: o halterofilismo. “Para correr regatas de duas horas, preciso de um bom condicionamento físico, e isso o levantamento de pesos e halteres me dá”, justifica.

                      A maior dificuldade é a falta de apoio e suporte financeiro para ir às competições. Segundo ela, para a disputa do Mundial de Wisconsin, foi necessária a montagem de uma verdadeira engenharia financeira para dar conta das despesas com viagem, hospedagem, alimentação, pagamento de taxas e inscrições. Sem patrocinadores, a equipe de Vela Adaptada do Brasil, formada por cinco atletas, viajou para os Estados Unidos pagando, cada um deles, as passagens do próprio bolso. “A Federação de Vela banca os salários dos professores e arca com a manutenção dos barcos, mas não ajuda os atletas. Meu único suporte é a Bolsa Distrital, de R$ 500, oferecida pelo governo”, lamenta.

                      Seguindo o calendário, ela agora tem à frente os Campeonato Europeu, em maio, e o Mundial, que será disputado na Espanha, em setembro. Mas não sabe se poderá repetir o esforço financeiro das outras disputas. “Estou na expectativa de conquistar um patrocínio. Só assim para poder defender a minha medalha”, avisa.

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                        Associação Nacional de Fabricantes Marítimos dos EUA nomeia novo presidente

                        Por: Redação -

                        A Associação Nacional de Fabricantes Marítimos (NMMA) dos EUA anunciou hoje que Frank Hugelmeyer sucederá Thom Dammrich como seu novo presidente. Dammrich liderou a NMMA por 20 anos e anunciou sua aposentadoria em 2018 .

                        Hugelmeyer se une à NMMA pela RVIA Association (RVIA), onde atuou como presidente desde 2015. A RVIA representa a indústria de US $ 50 bilhões de RV com 400 fabricantes e fornecedores de componentes e acessórios que produzem 98% de todos os RVs fabricados em os EUA. Antes da RVIA, Hugelmeyer foi presidente e CEO da Outdoor Industry Association por 14 anos.

                        “Frank traz uma extensa experiência e especialização em recreação ao ar livre e gestão de associações para a NMMA, tornando-o líder ideal voltado para o crescimento da indústria de barcos de recreio”, diz Ben Speciale, presidente da Unidade de Negócios Marítimos da Yamaha nos EUA.

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                        A NMMA está focada na promoção e proteção de embarcações de recreio e expansão de mercado, incluindo políticas públicas federais e estaduais, padrões de engenharia e certificação, estatísticas e pesquisa, shows de barco e esporte, eventos comerciais, Índice de Satisfação do Consumidor (CSI), marketing e comunicações, desenvolvimento de exportação e apoio à iniciativa Grow Boating.

                        Hugelmeyer se une à NMMA em meio ao plano estratégico de três anos da associação, que inclui um aumento do investimento em advocacy; pesquisa e promoção industrial focada na retenção e no recrutamento de proprietários de barcos; e desenvolvimento da força de trabalho.

                        “Estou honrado e grato ao conselho da NMMA pela nomeação para liderar esta notável organização de profissionais dedicados e talentosos que trabalham para defender a navegação de recreio”, disse Hugelmeyer. “Passeios de barco e pesca são impulsionadores econômicos vitais e preciosos passatempos americanos, então esta é uma oportunidade especial de combinar minha experiência profissional com um estilo de vida que pessoalmente significa muito para mim. Ao introduzir mais pessoas às alegrias da navegação, fortalecendo a defesa do marítimo e construindo uma maior unidade industrial, garantiremos que os membros da NMMA tenham um futuro brilhante”.

                        Hugelmeyer assumirá oficialmente o comando em 1º de outubro de 2019.

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                          Porto do Rio promoverá 2º Workshop de Navegação no próximo mês

                          Por: Redação -

                          No dia 15 de junho, a Porto do Rio promoverá o 2º Workshop de Navegação, tendo como principal objetivo a abordagem de temas e conceitos importantes sobre “Navegação Segura”, habilitação para condutores de embarcações, abordagens técnicas sobre dispositivos e instrumentos de auxílio à navegação e noções de meteorologia.

                          As palestras serão gratuitas e acontecerão a partir das 8h da manhã na avenida José Herculano, número 9085, Perequê-Mirim, em Caraguatatuba.

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                          Programação:
                          8h Ritual da Bandeira com os Escoteiros da Marinha
                          8h30 Abertura – Cap. de Fragata Wagner Goulart de Souza
                          9h Segurança da Navegação – Cap. Ten. Roberto Braz Ferreira
                          10h Meteorologia – Professor Doutor Giovanni Dolif Neto
                          11h Debate com os participantes
                          12h Pausa para um lanche
                          13h Navionics – Wagner Moro e Hevelez Martinez
                          14h Motores – Marcelo Franco – Mercury Marine do Brasil
                          15h Operações de resgate – Alvaro Guidotti
                          16h Prova Arrais Amador – Marinha do Brasil

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                            Avanço da energia solar flutuante desperta interesse de empresas estrangeiras no Brasil

                            Por: Redação -

                            O avanço dos projetos de energia solar flutuante no Brasil tem despertado interesse de diversos players internacionais do mercado de fotovoltaicos. A empresa alemã Sowitec e a norueguesa Hydro acabaram de anunciar a criação de uma joint venture para atuar no desenvolvimento de projetos nesta área no país.

                            O acordo entre as duas companhias recebeu esta semana o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que publicou no Diário Oficial da União, do dia 6 de maio, a autorização sem restrições para a criação da joint venture. O principal objetivo da Hydro e Sowitec é instalar uma usina solar flutuante no reservatório da hidrelétrica de Tucuruí, construída no rio Tocantins, no estado do Pará.

                            A construção de usinas solares flutuantes em reservatórios de hidrelétricas e demais espelhos d’água é uma tendência mundial, com vários projetos no Brasil e no exterior, sobretudo no Japão, considerado uma referência na área. A demanda global por projetos nesta área foi avaliada em US$ 106,85 milhões no ano passado e deve contabilizar US$ 584,27 milhões até 2024, com uma taxa de crescimento composta estimada em 28,0% de 2019 a 2024, segundo dados internacionais.

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                            No território brasileiro, o projeto de maior destaque foi desenvolvido pela estatal Chesf, da Eletrobras, no lago de Sobradinho, na Bahia. A usina solar flutuante é fruto de um projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e foi financiado por verbas que a própria companhia deve obrigatoriamente aplicar em inovação.

                            O equipamento utilizado em Sobradinho é da francesa Ciel & Terre Internacional, detentora do Hidrélio®, tecnologia aplicada de estruturas plásticas flutuantes e utilizada em mais 60 usinas no mundo.

                            O setor agrícola brasileiro também tem apostado na tecnologia solar flutuante. A primeira usina do gênero no Brasil foi instalada na Fazenda Figueiredo das Lages, em Cristalina (GO), no entorno do Distrito Federal. A propriedade rural aproveitou uma lagoa artificial, que é abastecida com águas das chuvas por captação dos telhados e utilizada para irrigação, e instalou 1 150 painéis fotovoltaicos.

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                              Por: Redação -

                              A Nautispecial, empresa que há mais de 20 anos produz, em São Paulo, itens à base de matérias primas biodegradáveis para limpeza e conservação de barcos de fibra, segue mostrando sua preocupação com o meio ambiente.

                              Neste 17 de maio, dia mundial da reciclagem, a empresa comemora o uso de embalagens como frasco, rótulos, latas, tampas e caixas de papelão reciclados. Continuando essa cadeia, todos os produtos acabados que voltam ao mercado náutico podem ser reciclados novamente.

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                              A marca também utiliza o selo “eu reciclo”, que certifica que estão dando o devido fim ecológico às suas embalagens. “Nosso compromisso é sempre com o meio ambiente, usando e reciclando tudo para impactar o minimo possível na nossa fauna e flora marinha”, afima Marcelo Huertas, proprietário da empresa.

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                                Tradicional regata do Recife está com inscrições abertas. Confira

                                Por: Redação -

                                Estão abertas as inscrições para a XVIII Regata Vicente Pinzón, promovida pelo Cabanga e pela Flotilha Recifense de Veleiros de Oceano (Frevo). Neste ano, a competição será realizada no dia 25 de maio com partida no Marco Zero do Recife e chegada no Porto de Suape.

                                A regata será disputada nas classes RGS A, RGS B, Mocra Regata e Mocra Cruzeiro. O valor da inscrição é de R$ 60 por tripulante/convidado com direito a jantar e chopp. Para garantir um lugar na competição, os interessados podem confirmar presença por e-mail, mediante envio da ficha de inscrição e pagamento diretamente ao Cabanga até o dia 23 de maio. Clique aqui e veja o AR da XVIII Regata Vicente Pinzon.

                                A programação da XVIII Regata Vicente Pinzon inclui a reunião dos Comandantes e a Emissão das Instruções de Regata, no Cabanga, no dia 23 de maio. Já no dia 25, após a chegada das embarcações, haverá o jantar de premiação, no Hotel Vila Galé, all inclusive. Serão premiados com troféus (um por embarcação) e medalhas (para todos os tripulantes) os 1°, 2° e 3º colocados das classes convidadas, assim como o primeiro veleiro a cruzar a linha de chegada com o Troféu Fita Azul.

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                                Em 2018, a embarcação Kaka MauMau, da classe Mocra Cruzeiro, conquistou o troféu Fita Azul da Regata Vicente Pinzón. A embarcação concluiu o percurso do Recife até Suape em 2h54min40s.

                                Idealizada há 18 anos, a Regata Vicente Pinzón-Vila Galé nasceu em homenagem à primeira visita do navegador espanhol Vicente Yanéz Pinzón às terras brasileiras, antecedendo a chegada de Pedro Álvares Cabral, conforme registros históricos.

                                Por força do Tratado de Tordesilhas, assinado por Portugal e Espanha, esta parte do novo mundo pertenceria aos portugueses, razão pela qual Pinzón continuou seu périplo por mares nunca antes navegados. Através da navegação à vela, a referida Regata busca identificar, valorizar e divulgar os cenários onde se desenrolam esses acontecimentos de pré-descoberta do Brasil.

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                                  Por: Redação -
                                  16/05/2019

                                  Quando foi lançada, nos anos 1980, a DM 38, derivada da famosa DM 36 Status, revolucionou o mercado com seu desenho agressivo e bem avançado para a época. A superestrutura era pequena, com a parte da frente bem inclinada para trás, o que lhe dava um perfil bem interessante e algo esportivo.

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                                  Além disso, seu pára-brisa era bem grande e colorido — verde ou fumê. Com 11,67 m de comprimento, tinha cara de lancha de pesca, apesar de se destinar a cruzeiros. Sua capacidade era de 12 pessoas durante o dia e 5 em pernoite. Usava dois motores de 250 hp a diesel, superpotentes para a época. Parou de ser produzida há cerca de 30 anos, mas deixou uma legião enorme de admiradores.

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                                    As emoções estarão de volta às águas de Boa Esperança, em Minas Gerais, de 20 a 23 de junho, com a Brazil Cup de Moto Aquática, realizada pela Associação Mineira de Esportes e Esportes Náuticos. A 850 quilômetros de capital, o evento será conduzido pela Associação dos Empregados das Minas Gerais (ASSEMG) e levará para o Lago dos Encantos os pilotos de jet de vários estados do país e da América do Sul, como paraguaios, chilenos e uruguaios.

                                    Este ano já está confirmada a presença de mais de 53 pilotos para participar do Campeonato. “A expectativa de sucesso é bem grande já que é o 22º ano consecutivo de competições em Boa Esperança e a organização não está medido esforços para que a festa seja mais bonita que os anos anteriores”, disse o diretor da prova Edmir dos Santos Claudio, que também informou da presença de pilotos de Brasília, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Minas Gerais.

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                                    Uma surpresa para este campeonato é a volta dos pilotos da categoria freestyle, que prometem manobras para mexer com o público. Outra novidade é que, pela primeira vez em uma competição, terá inclusão esportiva de um atleta com deficiência física na raia. Trata-se do piloto Felipe Pacheco, que depois de desenvolver um jet adaptado para o esporte (BJ RACING), está pronto para se tornar o primeiro piloto de competição.

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                                      Navio Veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil, visita portos de Barbados e dos Estados Unidos

                                      Por: Redação -
                                      Como parte da Comissão “Europa 2019”, o Navio Veleiro (NVe) “Cisne Branco” visitou, no mês de abril, os portos de Bridgetown-Barbados e Mayport-EUA. Foi a primeira vez, em seu histórico, que o navio visitou a ilha de Barbados, país que é sede de uma das mais antigas Embaixadas do Brasil no Caribe, com importante atividade na Comunidade do Caribe (CARICOM).
                                      Durante a visita, que transcorreu entre os dias 17 e 20 de abril, o comandante teve contato com as principais autoridades locais, sendo recebido em audiência pelo Chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Barbados, que engloba a Guarda Costeira e as Forças Terrestres.
                                      Em continuidade à comissão, entre os dias 30 de abril e 4 de maio, o navio permaneceu na Estação Naval de Mayport, sede do Comando das Forças Navais do Sul dos EUA e do Comando da Quarta Esquadra dos EUA. Na ocasião, visitantes, entre eles militares da ativa e veteranos residentes na região, compareceram a bordo do navio. Durante a escala em Mayport, o NVe “Cisne Branco” recebeu o amistoso apoio da tripulação do USS “The Sullivans” (DDG-68), navio designado como anfitrião da visita.

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                                        Iate nascido de parceria entre Inace e Fernando de Almeida já está sendo construído no Ceará

                                        Por: Redação -

                                        Inace e Fernando de Almeida uniram forças no Rio Boat Show para apresentar o lançamento de sua colaboração mais recente: um projeto de construção de 27,4 metros chamado Inace FHI 90A Yacht Collection, revendedora nacional da Inace, apresentou o cliente para esta parceria única. O contrato foi assinado no final de 2018.

                                        Após três anos dedicados à construção de navios militares e embarcações offshore, aFHI 90 marca o início de uma nova fase para o estaleiro Inace. Este moderno iate de expedição combina a arquitetura naval de Inace com um design eficiente e contemporâneo de Fernando de Almeida.

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                                        O novo modelo faz parte da série de deslocamento que compreende o FHI 115 e o FHI 131, além do FH 100, que possui contornos mais clássicos. A série inclui também dois iates semi-deslocáveis, nomeados de SD 75 e SD 90. 

                                        O FHI 90 é equipado com dois motores MAN de 800 hp, embora os clientes também possam optar por outros fabricantes de motores, uma vez que a Inace pode personalizar totalmente o iate de acordo com as necessidades do cliente.

                                        O corte de aço já começou em março deste ano em Fortaleza, no Ceará, e o iate deve ser entregue no final de 2020.

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                                          2ª Etapa da Copa Suzuki 2019 – XIX Circuito Ilhabela de Vela Oceânica acontecerá em junho

                                          Por: Redação -

                                          O Yacht Club Ilhabela realizará a 2ª Etapa da Copa Suzuki 2019 – XIX Circuito Ilhabela de Vela Oceânica nos dias 1º, 2 e 8, 9 de junho de 2019. Estão convidados os velejadores de oceano das classes ORC, IRC, C30, HPE-25, BRA-RGS, CLASSICOS e BICO de PROA.

                                          A previsão é de que a etapa comece com a regata para Toque-Toque, um percurso longo que, previsto para a primeira etapa, acabou não acontecendo em função da meteorologia desfavorável.

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                                          Como é tradição, a festa em terra está garantida com as tradicionais canoas de cerveja. Em especial, no dia 8 de junho, a festa em terra terá macarronada e música ao vivo com George Moon Band e Pola Parix, no sax.

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                                            Após um período de interrupção no tratamento da qualidade da água da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), os trabalhos foram retomados e o espelho d’água voltou a dar sinais de melhora. Os resultados da análise na água ficarão prontos no fim deste mês, mas a prefeitura já comemora a melhora visível do local. Se confirmada a permanência na classe 3 – parâmetro de qualidade definido pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) -, o local pode permitir a navegabilidade no futuro.

                                            “A nossa prioridade é que a lagoa deixe de ser um incômodo para a população como era no ano de 2015, quando eram retirados caminhões de peixes mortos da lagoa, algas e o cheiro era insuportável. Agora está se tornando um local aprazível, não há mais a mortandade de peixes e a quantidade de algas que havia antes”, explica o diretor de Gestão de Águas Urbanas da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura, Ricardo Aroeira.

                                            O trabalho de tratamento com tecnologia aplicada na lagoa teve início em 2016, após a contratação de um consórcio por meio de licitação, o Pampulha Viva, e durou de março daquele ano até março de 2018. Após isso, alguns entraves na negociação para renovação do contrato impediram a continuidade dos trabalhos por seis meses. O tratamento foi retomado em outubro de 2018, após nova negociação com o mesmo consórcio, e vale por um ano, com possibilidade de renovação em até 60 meses.

                                            Em janeiro deste ano a qualidade da água da Lagoa da Pampulha chegou à classe 3, critério definido pelo Conama. De acordo com a definição do órgão, ao chegar a este patamar, a água poderia ser utilizada para navegação e paisagística.

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                                            Os resultados que serão apresentados no fim deste mês indicarão se a água permanece neste patamar de qualidade. No entanto, a possibilidade de navegação no espelho d’água, que remete ao início da história da lagoa, ou até mesmo a ideia de se praticar esportes náuticos no local, não são prioridades neste momento para a administração municipal.

                                            Mesmo que a água da Lagoa da Pampulha alcance elevados patamares de descontaminação, nadar ali nunca será possível. Isso porque um dos principais fatores para a poluição no local é o lixo jogado na bacia hidrográfica e da lagoa, proveniente do esgoto despejado ali.

                                            A Bacia Hidrográfica da Pampulha tem uma área de 97 Km² e uma população de 500 mil habitantes no total, sendo 55% moradores do município de Contagem-MG e, 45%, de Belo Horizonte. A bacia é composta por oito cursos d’água, sendo eles os córregos Mergulhão, Tijuco, Ressaca, Sarandi, Água Funda, Braúna, Olhos D’água e AABB.

                                            Segundo a prefeitura, a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) retira aproximadamente 10 toneladas de lixo flutuante por dia. Em outubro do ano passado, o órgão iniciou uma nova fase do desassoreamento da Lagoa e a expectativa é que até 2022 sejam retirados 520 mil metros cúbicos de sedimentos. O investimento aplicado nesta operação é de R$ 33 milhões.

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                                              O governo da Bahia abriu licitação para execução de obras civis na borda da Baía e Todos-os-Santos, que vai contemplar a requalificação e ampliação da Marina da Penha, localizada na Ribeira, conforme publicação no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (16).

                                              O estado recebeu um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para financiar o custo do Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo na Bahia (Prodetur Nacional Bahia), do Ministério do Turismo.

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                                              Os US$ 84 milhões emprestados pelo BID serão aplicados em ações na Baía de Todos-os-Santos, em Salvador, e em outros 18 destinos próximos da capital. O investimento ficará dividido entre obras de infraestrutura e qualificação para o turismo náutico (US$ 63 milhões) e ações de fomento e gestão do turismo (US$ 21 milhões).

                                              O prazo final para receber proposta é até o dia 14 de junho.

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                                                15/05/2019

                                                A Ferretti Yachts recebeu um importante e novo reconhecimento no último dia 7 em Londres, no “Motor Boat Awards 2019”, um prestigioso prêmio concedido por especialistas e testadores de barcos com base em características inovadoras e critérios técnicos e de design.

                                                Na cerimônia de entrega realizada no Corinthia Hotel London, o modelo Ferretti Yachts 780 triunfou na categoria “Custom Yachts”, após testes exaustivos de desempenho e testes no mar realizados nos últimos 12 meses.

                                                O Ferretti Yachts 780 é fruto da estreita cooperação entre o Comitê de Estratégia de Produto do Grupo Ferretti e o Departamento de Engenharia e atende ao desejo de conforto, estilo, navegabilidade e segurança de cada navio no mar. O design aerodinâmico é expresso em formas limpas e linhas elegantes que destacam a decisão de reduzir a altura do trabalho morto para melhorar a esportividade geral do iate.

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                                                Uma inovação importante é a área traseira, que oferece o conforto de um verdadeiro clube de praia graças ao novo sistema de abertura. As duas seções que formam a escotilha são equipadas internamente com dois solários e podem descer juntas ou separadamente sobre a ampla plataforma de natação, que também pode acomodar um barco de apoio. Uma vez concluída a operação, eles transformam a área em um espaço para entretenimento à beira-mar.

                                                “O Ferretti Yachts 780 foi recompensado devido à sua excelência geral, evidente desde a arquitetura da sala de máquinas até o flybridge”, afirmaram os membros do painel enquanto comentavam a vitória. Os Prêmios Motor Boat são organizados pela Motor Boat & Yachting e patrocinados pela Side-Power. Os barcos a motor vencedores são julgados exclusivamente pelo seu layout, design, capacidade e desempenho.

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                                                  Nova Náutica

                                                  Por: Redação -

                                                  Você deve estar se perguntando: “Que revista é essa?”, ao perceber que NÁUTICA está de cara nova. Ou, melhor: “Que revista é essa!”, assim mesmo, com exclamação e muita admiração. Não é só decoração. É evolução! A nova NÁUTICA é uma prova de que se pode, sim, mexer em time que está ganhando.

                                                  Em mais de 35 anos de uma longa travessia — o suficiente para tornar qualquer marujo de primeira viagem em um experiente comandante, caso tenha acompanhado toda a história de NÁUTICA —, a revista que se tornou símbolo de náutica no país, com uma relação umbilical com seus leitores, nunca parou de evoluir, seja na linha editorial ou no design gráfico.

                                                  Esta edição, que tenho o prazer de dividir com você, é a confirmação da nossa constante evolução e o compromisso de continuar ajudando a fortalecer o mercado náutico nacional, informando cada vez melhor os leitores. Mais do que isso, com o gps ligado para o que acontece de mais moderno no mundo digital e frente aos desafios da revolução da comunicação, NÁUTICA fortaleceu-se nas principais plataformas de conteúdo na internet para levar a você, leitor, informação precisa de forma ágil e rápida e com a credibilidade que acompanha a nossa marca.

                                                  Folheando sua melhor companheira de bordo, você perceberá que, assim como a nova geração de barcos feitos no mundo, ela está maior, mais bonita, elegante, atraente — e a leitura, ainda mais agradável. O mercado náutico evoluiu. NÁUTICA também. Tamanho, diagramação, papel, logotipo, impressão. Tudo está diferente, novo e envolvente. As fotos ganharam um destaque maior e a diagramação ficou mais limpa, arejada, com imagens que parecem de cinema, por conta do novo tipo de papel, mais indicado para a impressão de imagens em alta qualidade.

                                                  Em seu interior, a revista caprichou em elementos visuais clean e introduziu todo o charme e sofisticação do mercado de luxo e lifestyle para quem sabe aproveitar o lado bom da vida, mas deixando em primeiro plano o nosso DNA: o mundo náutico. E quem ganha com tudo isso? Você!

                                                  Bem-vindo a bordo da #NovaNáutica.

                                                  Conheça os principais destaques da edição da Nova Náutica:

                                                  A revolução do LED
                                                  NÁUTICA agora é impressa com tecnologia UV-LED, que garante qualidade superior de reprodução, cores brilhantes e intensas.

                                                  A bordo
                                                  Depois de quase três anos e 20 mil milhas no mar a bordo do veleiro Tá Lento, o casal Chris Goia e Pedro Berlanga voltam.

                                                  AMG 41 CARBON
                                                  A lancha criada em parceria pela Mercedes AMG e a Cigarette.

                                                  Angra dos Reis
                                                  Os pedaços de terra mais paradisíacos do nosso litoral.

                                                  Carlo Borlenghi
                                                  As mais belas cenas do principal fotógrafo de regatas do mundo.

                                                  Águas do Paraná
                                                  As atrações náuticas tanto do litoral quanto do interior do estado.

                                                  IMOCA 60
                                                  No Rio, navegamos no veleiro da próxima The Ocean Race.

                                                  Iate Ngoni
                                                  Um puro sangue de 50 milhões de dólares.

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                                                  Sessa F5X
                                                  A novidade que a Intech Boating se prepara para lançar no Brasil.

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                                                  O primeiro iate assimétrico do mundo: um lado diferente do outro.

                                                  Schaefer 25M
                                                  O primeiro iate feito para o uso de um portador de deficiência física.

                                                  E TEM MUITO MAIS…

                                                  Spotlight — Uma imagem, no mínimo, curiosa
                                                  Lifestyle — Novidades para você e seu barco
                                                  Canal — A opinião dos leitores
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                                                  Eu tenho um — O teste feito pelo leitor
                                                  Opinião — A opinião de quem tem o que dizer
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                                                    No próximo mês, as águas do Pará serão agitadas pela 17ª edição do Jet Passeio dos Namorados – Um Amor de Emoção, promovido pela Direct Jet Náutica, Associação Paraense de Motonáutica (ASPAM) e Sea-Doo/BRP. O encontro será no dia 8 de junho, um sábado, com saída das 10h30, da Direct Marine, com chegada na Praia do Caripi, no Hotel Samaúma, em Barcarena.

                                                    O evento, que é uma tradicional homenagem ao dia dos namorados, reúne, além de casais apaixonados, amigos, apoiadores, convidados, autoridades e amantes dos esportes náuticos. O grande passeio sai de Belém, em trajeto pelo rio Guamá, explorando ilhas e furos, com destino à cidade de Barcarena.

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                                                    Em Barcarena, haverá uma programação com gincana entre os casais, sorteios de equipamentos de segurança e almoço de confraternização para aproveitar a culinária Amazônica. Além do lazer, o evento também promove a segurança de seus participantes, sendo apoiado pela Capitania dos Portos, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar Fluvial.

                                                    A inscrição solidária tem valor de R$ 70, que serão doadas às ações sociais das voluntárias Cisne Branco Seccional Belém. Para mais informações, entrar em contato pelos telefones (91) 3249-2916, (91) 99604-6780 e (91) 99279-6060.

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                                                      Por: Redação -

                                                      A Globalstar — líder mundial no fornecimento de comunicação móvel via satélite — enviou para NÁUTICA o seu novo dispositivo de comunicação via satélite: o Spot X, aparelho que envia e recebe mensagens de e-mail e SMS via satélite em áreas sem alcance de celular, além de contar com função SOS e bússola integrada, entre outros recursos. O objetivo é permitir que os usuários estejam sempre conectados com seus familiares, amigos e equipes de trabalho quando estiverem fora da rede de celular. Inclui comunicação direta com serviços de busca e resgate em casos de emergência. Para isso, basta o usuário clicar no botão SOS para acionar o Centro de Busca e Resgate 24 horas por dia, 7 dias por semana.

                                                      A promessa é que o SPOT X funcione em praticamente qualquer ponto do planeta, mesmo em áreas remotas, não atendidas pelos sistemas de telecomunicações convencionais, desde que com céu livre, graças a uma constelação de 72 satélites! Mas, na prática — no chamado mundo real — será mesmo que esse pacote tecnológico de ponta funciona? Para isso, embarcamos em um live aboard no Oceano Pacífico e fizemos um teste real.

                                                      A proposta é irresistível: navegar 275 milhas até o Arquipélago de Revillagigedo — um conjunto de quatro ilhas vulcânicas, conhecidas como as Galápagos mexicanas, no Oceano Pacífico. Saímos de Baja California Sur, na costa do México, com 22 mergulhadores a bordo, mais a tripulação fixa do barco. A expedição prevê oito dias de mergulhos em um lugar de vida marinha intensa.

                                                      Durante todo esse tempo, o Spot X permaneceu fazendo o track, emitindo sinais a cada 10 minutos. Até aí, nada demais. O Spot anterior, sem teclado e sem tantas funções, já fazia isso. A principal função do novo equipamento, o Spot X, é permitir que a gente troque mensagens em tempo real, via satélite, com familiares e amigos, além de permitir que as pessoas acompanhem, on-line, a nossa localização, via Google Maps. Como eu disse, estávamos em 22 mergulhadores. E vários deles se comunicaram com as suas casas, sempre com sucesso, por e-mail ou SMS.

                                                      O consultor técnico de Náutica, Guilherme Kodja, testando o dispositivo Spot X

                                                      As mensagens chegam direto do celular das pessoas conectadas, familiares ou amigos, formando uma conversação na tela, porque o Spot X carrega um número de celular internacional (dos EUA). O teclado (que lembra muito os dos BlackBerrys) funciona bem, mas precisa ser apertado firme e pausadamente. Sem problema. O importante é que permite a troca de mensagens em tempo real, como um celular convencional na cidade, embora estivéssemos praticamente no meio do Pacífico.

                                                      O formato é semelhante ao de um celular. É bem leve. A tela, de cristal líquido, não é colorida, mas tem ícones grandes. Fica iluminada ao se acionar o botão liga-desliga, permitindo a operação mesmo no escuro. A bateria, em termos de autonomia, teve de ser recarregada a cada 26 horas, aproximadamente, e isso transmitindo durante todo o tempo. O carregamento é feito através de uma porta micro USB. Por sua vez, a antena, grande, permite uma boa conexão com o satélite. Mas é preciso que esteja a céu livre. Por isso, o aparelho ficou pendurado o tempo todo no barco, em uma área aberta. Qualquer um de nós que quisesse chegava lá, mandava sua mensagem e conferia a resposta da família ou dos amigos. Funcionou muito bem.

                                                      Outro recurso muito interessante é que ele leva armazenado na memória 16 mensagens pré-definidas. Com isso, podíamos setar praticamente uma mensagem para cada um dos 22 mergulhadores, o que é muito interessante em relação a outros modelos, que costumam ter apenas três ou quatro mensagens pré-definidas. O aparelho é à prova d’água, o que permite um desembarque/abandono molhado, sem submersão, e assim manter-se funcionando durante a espera de resgate, além da troca de mensagens enquanto isso não ocorre.

                                                      Só não testamos a função SOS, de busca internacional e que permite trocar mensagens em tempo real com a equipe de resgate, porque, felizmente, não vivemos nenhuma situação de emergência.

                                                      Para quem pretende usar a bordo de um barco, vale ressaltar que ele possui certificação IP67, que confere grande resistência em ambientes aquáticos. O preço sugerido é de R$ 1.599, com planos a partir de R$ 69 por mês. Saiba mais: br.FindMeSPOT.com/Nautica.

                                                      Por Guilherme Kodja

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                                                        Um ano depois de ter sido anunciada, a parceria estratégica entre o estaleiro holandês Oceanco e a gigante de engenharia britânica BMT rendeu seu primeiro projeto. O recém entregue 109 m Bravo Eugenia é um megaiate com potência híbrida de um motor compacto que cabe em apenas um deck.

                                                        O novo modelo conta com linha d’água alongada, layout inovador, consciência ecológica e eficiência de combustível, prometendo economia de combustível de até 30%. O diretor comercial da Oceanco, Dirk de Jong, o chama de “novo design fundamental de um iate muito sustentável”. O projeto LIFE é caracterizado por uma sala de máquinas de camada única, eficiência hidrodinâmica, sistemas de recuperação de calor e energia e baterias integradas.

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                                                        Segundo De Jong, o projeto LIFE funciona em um megaiate como o Bravo Eugenia, mas também pode funcionar em iates menores. Em 2018, a Oceanco intensificou sua colaboração com a Lateral Naval Architects com o objetivo de injetar mais inovação nos iates da Oceanco.

                                                        Esta semana, a Oceanco anunciou a compra de uma extinta empresa de engenharia offshore, com dois vastos salões de construção no Porto de Roterdã. “Nossa frota está ficando mais velha. Faz sentido para nós fazermos essa expansão agora”, disse De Jong. A Oceanco utilizará as salas para manutenção, reformas e novas construções, bem como espaço para escritórios de empresas externas que trabalhem em projetos da Oceanco.

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                                                          Por: Redação -

                                                          O casal Hans e Karina Hutzler confirmou o favoritismo e venceu o Campeonato Pernambucano de Dingue, no dia 5 de maio, em Maria Farinha. O barco Caso Sério, comandado pela dupla, venceu todas as sete regatas que disputou.

                                                          Hans e Karina conquistaram praticamente todos os títulos possíveis da classe nos últimos anos. Em 2019, foram campeões do Norte/Nordeste. Já em 2018 se sagraram campeões brasileiros.

                                                          O supremacia na competição foi tanta, que antes mesmo da última regata, o casal já havia se sagrado campeão estadual. O Caso Sério sequer partiu para a oitava regata do dia, por conta do título antecipado.

                                                          O Cabanga também ocupou o segundo e terceiro lugar da competição. O barco Aichach, comandado por René e Sofia Hutzler ficou com o vice, enquanto que o Gudino (José Araújo e Mirce Ávila) terminou em terceiro.

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                                                          Confira a classificação final da competição

                                                          1º – Caso Sério (Hans e Karina Hutzler)

                                                          2º – Aichach (René e Sofia Hutzler)

                                                          3º – Gudino (José Araújo e Mirce Ávila)

                                                          4º – Munganga (Clóvis e Thiago Holanda)

                                                          5º – Paitureba (Gustavo Borba e Luciana Bruno)

                                                          6º – Sentiu (Carlos Henrique Moura e Adilene Matos)

                                                          7º – Dracarys (Danilo e Patrícia Alves)

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                                                            14/05/2019

                                                            A Marinha do Brasil, por meio da Diretoria de Portos e Costas (DPC), promoverá, no dia 27 de maio, no Centro de Convenções RB1, no Rio de Janeiro, o Seminário Modelo de Administração Portuária Landlord: Oportunidades e Desafios.

                                                            Tendo em vista a importância estratégica dos portos brasileiros para o crescimento da economia do país, o Seminário promovido pela DPC tem como propósito apresentar a visão de diversos órgãos do setor portuário quanto ao modelo de administração dos portos no Brasil.

                                                            O Seminário contará com palestras ministradas por representantes da Secretaria Nacional dos Portos do Ministério da Infraestrutura (SNP), da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) e por demais órgãos do setor portuário.

                                                            Data: 27/05/2019
                                                            Horário: 9h às 17h
                                                            Local: Centro de Convenções RB1 – Salão Mauá – Av. Rio Branco, 1 , Centro, Rio de Janeiro, RJ
                                                            Mais informações pelos tels: 21 2104-5680 / 21 2104-5215

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