Schaefer Yachts assina novo acordo com estúdio italiano Pininfarina

Por: Redação -
04/11/2016

O estaleiro catarinense Schaefer Yachts, que está participando do boat show de Fort Lauderdale, assinou um novo acordo com o escritório de design italiano Pininfarina, que inclui a renovação dos interiores da Schaefer 640 – embarcação que já tinha o interior assinado pelo renomado escritório de design -, e duas novas lanchas que terão o interior com assinatura Pininfarina, a 510 Fly e 510 HT, esta que será exclusiva para o mercado norte americano. O estaleiro ainda adiantou que vai lançar um novo modelo, mas faz suspense.

LEIA TAMBÉM:
>> Organizador do Fort Lauderdale Boat Show visita estande da Schaefer Yachts
>> Schaefer Yachts exibe três lanchas no Fort Lauderdale Boat Show

A assinatura foi a bordo da lancha Schaefer 560 e contou com a presença de Samuel Brito, sócio da operação do estaleiro catarinense nos Estados Unidos, Paolo Trevisan, head of design da Pininfarina, e o próprio Marcio Schaefer, presidente do estaleiro. A Schaefer Yachts participa do boat show de Fort Lauderdale com três lanchas, as Phantom 30 3 (Edição 1500) e 365, além da Schaefer 560. O evento termina no próximo domingo, dia 7.

Foto: Divulgação

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    Por: Redação -

    “Eleger um lugar favorito na faixa litorânea que se estende da paulista Cananéia à paranaense Pontal do Sul – que eu costumo explorar, com minha família, a bordo de uma lancha Diamar-22 Tempest, já com quase 40 anos de mar – é um desafio. São tantos canais, ilhas, praias belas, enseadas lindas para jogar âncora nesse trecho, de cerca de 60 milhas, que fica difícil eleger apenas um sem ficar com remorso por preterir os outros. Sem contar que se trata da maior extensão de águas abrigadas do mundo e uma das três Reservas da Biosfera mais importantes do planeta, conforme elegeu a Unesco.

    Uma boa pedida é ir de Cananéia até a barra do Ararapira, no extremo sul do Estado de São Paulo, divisa com o Paraná, um roteiro de 30 milhas. Essa barra abriga um lugar maravilhoso: um banco de areia conhecido como Ilha Fantasma. Na parte interna desse banco de areia forma-se um remanso com dois metros de profundidade, um ótimo lugar para se ancorar. A praia, linda e deserta, fica voltada para o mar. Como se isso não bastasse, quando em maré baixa, formam-se piscinas naturais e uma longa faixa de areia até a arrebentação. As crianças adoram. Os adultos também!

    Na margem sul dessa barra fica o povoado de Ararapira, pequena vila de pescadores onde aparentemente o tempo parou. São cerca de 100 famílias de caiçaras vivendo em poucas dezenas de casas. Só tem uma pousada. Você pode passar a noite ouvindo modas de viola. Saindo de Cananéia — cidade que oferece aluguel de barcos, combustível, água e suprimentos, além de uma ótima culinária, especialmente para quem gosta de frutos do mar, e muitas opções de hospedagem —, a viagem até a barra tanto pode ser feita tanto em cerca de 75 minutos quanto demorar horas. Só depende da sua pressa e da vontade de explorar as atrações que vai cruzar pelo roteiro. Dele faz parte, por exemplo, Marujá, vila de pescadores onde se encontram bons lugares para comer e linda praia deserta. Outra atração é São José do Ararapira, vilarejo fundado em 1776 que se transformou em uma cidade fantasma após a abertura do Canal do Varadouro, em 1952, quando as casas passaram a ser derrubadas pelo regime de marés. A casa da derradeira moradora permanece intacta e fechada desde o dia de sua morte. A Igreja de São José, construída no fim do século 19, ainda conserva os bancos de madeira e as imagens no altar singelo. Mas não há missas, nem padres, nem fiéis, exceto no dia 19 de março, quando se cultua o padroeiro São José com uma grande festa.

    Se a pedida é comer bem, vale a pena fazer um pequeno desvio do nosso caminho e, em cinco minutos, chegar à vila do Ariri, onde existem boas opções. Próximo dali, num lugar conhecido como Melão, existe uma pequena ilha onde impressiona a todos a facilidade e a fartura com que se encontra um pequeno molusco com o nome de “vôngole” –  ótimo programa para se fazer na volta da barra do Ararapira.

    Navego nesta região há mais de 20 anos. Uma experiência extremamente desafiadora e emocionante, proporcionada por um lugar que reúne natureza quase intocada, golfinhos nos quais quase se pode tocar, pesca farta, piscinas naturais, praias, cachoeiras e várias cidades e povoados. Nesse cenário, já naveguei mais de 15 mil milhas, passando maravilhosos fins de semana, como comprova o hodômetro de minha velha lancha”.

    O leitor Tullio Bevilacqua, concedeu esta entrevista à revista Náutica, em Junho de 2014.

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      A World Sailing, Federação Internacional de Vela, pela primeira vez, abriu a votação popular para o prêmio Rolex World Sailor of the Year Award, ou velejadores do ano. As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze estão concerrendo a honraria concedida aos maiores velejadores de cada ano. Elas já venceram o prêmio, em xx, após a conquista do mundial da classe 49erFX e, desta vez, concorrem após a conquista inédita do ouro olímpico para a vela feminina do Brasil.

      A votação pública encerrará na segunda-feira, 7 de novembro, e a cerimônia de premiação acontecerá na terça-feira, dia 8 de novembro, em Barcelona, na Espanha, e os participantes da noite terão a última oportunidade de votar. As votações das categorias feminina e masculina são separadas. Clique e vote na dupla brasileira.

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        O estaleiro brasileiro Schaefer Yachts, que vai completar 25 anos de construção de barcos de lazer entre 30 e 83 pés, está presente no Fort Lauderdale International Boat Show (FLIBS) com três modelos de sua linha, as Phantom 30 3 e 365 – de 30 e 65 pés, respectivamente – e a Schaefer 560 (56 pés). A feira será realizada entre 3 e 7 de novembro, na Flórida.

        A Schaefer Yachts escolheu um estande flutuante para apresentar seus modelos que estão chamando a atenção no mercado americano.

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          A tradicional Vendée Globe, regata de volta ao mundo em solitário, começa neste domingo, dia 6. Os velejadores a bordo dos IMOCA 60 partem da cidade francesa de Les Sables d’Olonne, que fica no Atlântico Norte, para a aventura que deve durar meses.

          Todos os barcos da classe IMOCA, categoria que desfilou em Itajaí (SC) durante a Transat Jacques Vabre 2013, terão quilhas e mastros idênticos, materiais projetados para durar mais em relação aos que correram última edição vencida pelo francês Francois Gabart, que completou a volta ao mundo em 78 dias, 2 horas e 16 minutos a bordo do Macif.

          Neste ano, 29 skippers, de 10 diferentes países, participam da regata. Os franceses são maioria, 20 no total. Nova Zelândia, Holanda, Irlanda e Japão, com um representante cada, são os países que estreiam na competição. Há, ainda, velejadores da Hungria, Espanha, Reino Unido, Suíça e Estados Unidos. É a primeira vez que a regata verá tantas bandeiras de países diferentes. Esta edição também vai receber o skipper mais jovem a participar da regata (Alan Roura, da Suíça, de 23 anos) e o mais velho (Rich Wilson, dos EUA, de 66 anos).

          O britânico Alex Thomson é o único skipper estrangeiro que tem grandes chances de vitória nesta edição. É a quarta vez que ele participa da competição e quer ser o primeiro skipper não francês a vencer a volta ao mundo.

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            A Ferretti, tradicional estaleiro italiano, apresenta suas seis mais novas lanchas durante o boat show de Fort Laudardale, que acontece até domingo, dia 7. A Ferretti Yachts 850, lançada neste ano, e que já tem 6 unidades vendidas pelo mundo, é um dos modelos que estreia em águas americanas. Com 85 pés e flybridge, o iate é o resultado da colaboração entre o Grupo Ferretti e o Studio Zuccon International Project, responsável pelo design interior e exterior.

            Duas lanchas da linha Pershing também fazem sua estreia americana em Fort Lauderdale, a Pershing 5X, de 54 pés, é o primeiro modelo da “Geração X” que promete ser ainda mais veloz com opção de motores Cat 9.2, de 1000 hp cada, ou IPS 950, com 750 hp cada. Já a Pershing 74 chega em nova versão com novidades no aproveitamento dos espaços internos.

            Os dois iates da linha Custom Line, o 108 e Navetta 28, também fazem seu debute em água americanas. Outra grande atração da Ferretti neste evento é a Rivamare, o mais novo lançamento dos clássicos Riva. Com 38 pés, a Rivamare é um misto de clássico e moderno misturando madeira e fibra de carbono em sua construção.

            Além dessas seis novidades, a Ferretti está expondo outros 13 modelos no boat show de Fort Lauderdale, são eles: Ferretti Yachts 550, Ferretti Yachts 650, Ferretti Yachts 700 e 750; Pershing 62, Pershing 70 e 92, além dos modelos Iseo, Aquariva Super, Rivarama Super, 63′ Virtus, 76’Perseo and the 88′ Florida by Riva.

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              O drone Trident foi desenvolvido especificamente para filmagens em ambientes marinhos e a empresa americana OpenRov acaba de lançar a segunda geração do equipamento. Agora o drone terá câmera com resolução de 1080p que consegue boas imagens mesmo em ambientes com pouca luz. O brinquedo pode mergulhar a até 100 metros e sua velocidade máxima é de 4 nós. Ele funcionará a partir de uma boia que o acompanha e permite que seja controlado por joytstick ou por um aplicativo para tablets e smartphones. As baterias de lithium que equipam o drone têm duração de 3 a 4 horas.

              A ideia da OpenRov é democratizar o uso dos drones aquáticos que são amplamente usados em pesquisas científicas e explorações de naufrágios. A empresa ainda quer que as explorações sejam compartilhadas em um site para que todos possam ter acesso às imagens captadas ao redor do mundo.

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                No São Paulo Boat Show do ano passado, o estaleiro carioca Coral lançou a sua maior lancha até então: a 46 HT, de 46 pés. No salão deste ano, passou a ter 50 pés, graças a inclusão de uma segunda plataforma de popa, esta móvel, com quase 1,5 m de comprimento. Com isso, a área livre na popa desta grande lancha, de três camarotes e até máquina de lavar e secar roupas a bordo (só quem tem uma sabe a utilidade deste equipamento nos pernoites e passeios), tornou-se excepcional e virou uma espécie de prainha particular.

                Mas o melhor de tudo está mesmo no preço: completa (versão Full), como a que estava exposta no salão, ela já custa bem abaixo das concorrentes. Mas, na versão básica, sem o hard top e equipada com motores a gasolina, em vez de diesel, seu preço desaba para cerca de R$ 940 mil, muito abaixo de qualquer outro barco deste porte.

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                  Sedna Yachts anuncia XF 315, sua nova lancha de pesca

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                  A XF 315, versão cabinada do modelo UB 315, é a nova lancha de pesca que o estaleiro Sedna Yachts pretende lançar no ano que vem, no Rio Boat Show 2017. Trata-se de uma hardtop com capacidade para levar até 12 pessoas em passeios diurnos e três em pernoite na cabine (cujo pé-direito é de 1,80 m e abriga um banheiro de igual altura).

                  Planta comando 315
                  Planta da XF 315 com a capota
                  Planta comando 315
                  Planta da XF 315 sem a capota

                  O novo barco promete boa área livre para pesca na praça de popa e um minifly sobre o hardtop também com essa finalidade, além de acessórios como porta-varas, caixa para iscas e peixes e, ainda, bons estofados para os acompanhantes. A embarcação será impulsionada por dois motores de popa de 300 hp cada.

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                    O tradicional estaleiro paulista Flexboat, especialista em infláveis, vai realizar, entre os dias 11 e 20 de novembro, um megafeirão de fábrica com 50 embarcações com desconto direto da fábrica. São embarcações novas e seminovas com entrega imediata e grandes descontos.

                    O Megafeirão Flexboat acontece na fábrica do estaleiro em Atibaia, em São Paulo. A fábrica fica na saída do Km 40 da Rod. Fernão Dias sentido São Paulo, a 45 minutos da Capital pela Rodovia Fernão Dias (BR 381), a 50 minutos de Campinas e Jacareí pela Rodovia Dom Pedro I (SP-065).

                    A visita pode ser agendada pelos telefones 11/4414-1250 / 4411-0526 ou pelo e-mail [email protected]

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                      Por: Redação -
                      01/11/2016

                      Após muito suor e dedicação, a primeira unidade do maior barco de fibra feito em série no Brasil, a Intermarine 95, seguirá para a água ainda este ano, em uma operação que promete parar São Paulo. Trata-se de um barco que terá tudo o que um moderno iate do seu porte pode ter, mas também promete encantar pela elegância e beleza, que nem todos conseguem alcançar.

                      Além de dois motores de 2 600 hp cada, estabilizador e dois geradores, sua configuração interna será digna de um grande iate: cinco suítes — a principal com dois banheiros! —, um salão sensacional no mesmo piso do posto de comando interno, com visão desimpedida para o mar e integrado à praça de popa por uma porta bem larga, um flybridge digno de ser chamado de deque, com mesa de refeições de dez lugares com cozinha anexa, jacuzzi, solário, espreguiçadeiras e ainda áreas de descanso na popa e na proa.

                      O estilo do casco e da superestrutura leva a assinatura do respeitado projetista Luiz de Basto e o interior tem a mão da arquiteta de interiores Patricia Anastassiadis, com uso de muita madeira e outros materiais naturais combinados com o fino brilho do metal em detalhes que marcam as linhas retas que predominam em todo o barco. Duas versões de layout interno são oferecidas, que se diferenciam no flybridge, convés principal e inferior. Contudo, o proprietário pode criar com o estaleiro um layout específico para suas necessidades.

                      As grandes peças em fibra de vidro, como casco, convés, casaria, hardtop, cavernas, longarinas, anteparas, tampas e portas, foram laminadas por infusão, o que garante benefícios ao iate, como redução de peso e melhor desempenho. “Construir uma embarcação desse porte, com quase 30 metros de comprimento, requer seguir rígidas normas de projeto e de construção internacionais, com o objetivo de oferecer um alto nível de segurança e da embarcação”, declara Roberta Ramalho, presidente da marca.

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                      Como será o interior da Intermarine 95 (Divulgação)

                      Por dentro de um sonho

                      10 motivos que fazem desta 95 pés o mais complexo projeto da Intermarine

                      O projeto dos sistemas foi elaborado em 3D, prevendo exatamente todas as passagens de dutos e cabos, para facilitar a manutenção.

                      O sistema elétrico impede que a oscilação de energia danifique equipamentos a bordo. Se a energia cair, o gerador é acionado automaticamente.

                      O convés do salão tem isolamento próprio, independente da casa de máquinas. Todo o costado das suítes tem isolamento dos ruídos vindos da navegação.

                      O sistema de combate a incêndio é automatizado, com sensores de detecção em toda a embarcação.

                      A passarela hidráulica é embutida e a plataforma de popa hidráulica tem 2,40 metros de comprimento.

                      O sistema de isolamento acústico é o grande diferencial. A casa de máquinas é totalmente isolada, com três camadas diferentes de materiais.

                      Cerca de 50 funcionários foram contratados para trabalhar exclusivamente no projeto. E mais de 30 engenheiros participaram da realização do barco.

                      O sistema de tratamento de combustível limpa o diesel de impurezas e de água, proporcionando maior segurança e durabilidade dos motores e geradores.

                      A área destinada a tripulação acomoda confortavelmente quatro pessoas em dois camarotes com banheiro, sala para refeições, cozinha e lavanderia.

                      Uma megaoperação levará o barco de São Paulo para o Guarujá, que irá desmontado em duas partes: casco e casario. O processo levará cerca de 10 dias.

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                        Lürssen está construindo novo gigante de 364 pés

                        Por: Redação -

                        O estaleiro Lürssen divulgou a imagem do mais novo gigante alemão, o projeto TIS de 111 metros, ou 364 pés. O superiate projetado pelo escritório Moran Yacht & Ship começou a ser construído há apenas 11 meses e já está em testes na água. O iate terá seis deques e grandes espaços internos e externos.

                        Foto: Divulgação

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                          Uma lancha e três motores. Veja o que muda

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                          É bem comum encontrar o mesmo casco com diferentes tipos de motores. Os próprios fabricantes de lanchas oferecem várias opções de motorização, com maior ou menor potência, para os mesmos barcos que produzem. A tendência natural é imaginar que quanto mais cavalos o motor tiver, melhor. Mas não é bem assim. Cada casco é adequado a motores de determinada faixa de potência e não adianta forçar a barra. Se a potência for pequena demais em relação ao tamanho e peso do casco, o desempenho ficará aquém do esperado e o motor trabalhará em regimes exagerados, o que diminuirá sua vida útil. Mas o oposto é ainda mais perigoso, porque cascos leves, quando submetidos a supermotorização, tendem a perder estabilidade, o que é um risco enorme para a segurança da navegação. O segredo, portanto, está no meio termo.

                          Mas qual seria a melhor potência para uma lancha pequena, na faixa dos 19 pés? – justamente aquela voltada aos iniciantes no mundo náutico, que, por isso mesmo, mais sofrem com este tipo de dúvida na hora de comprar um barco. Para responder, comparamos três motores de diferentes potências (90, 115 e 150 hp) em uma lancha Ventura 195, indicada para uso em represas e águas bem abrigadas, com capacidade para levar até oito pessoas a bordo. A escolha de um modelo pequeno foi proposital: os menores cascos são os mais sensíveis às diferenças de potência. No caso da Ventura 195, o fabricante sugere o motor de 90 hp como o mais indicado, o que de fato comprovamos neste teste comparativo. Confira.

                          90 hp, o menor é o melhor

                          No caso da Ventura 195, o motor que melhor se comportou neste teste comparativo foi o de menor potência oferecido pelo estaleiro, de 90 hp – embora, na prática, apenas cerca de 30% desses modelos vendidos saiam de fábrica com essa motorização. Isso acontece porque o peso desse motor é o mais compatível para o casco, resultando em boa estabilidade (mesmo quando o trim da rabeta foi acionado em até 50%, para atingir velocidade máxima) e performance suficiente para empolgar e divertir nos passeios. Com ele, a Ventura 195 navegou bem e praticamente não derrapou, mesmo nas curvas mais fechadas. A aceleração de 0 a 20 nós foi, inclusive, mais rápida que a da mesma lancha equipada com motor de 115 hp – apesar dos seus 25 hp a menos. O único ponto negativo é que, quando mais exigido, o motor de 90 hp tende a gastar um pouco mais de combustível. Mas, em compensação, é também o mais barato dos três motores.

                          115 hp, pouco muda no barco

                          O motor de 115 hp costuma ser a opção preferida pela maioria dos donos de lanchas Ventura 195, porque há forte tendência em acreditar que a motorização mínima oferecida por qualquer estaleiro é sempre fraca demais para o barco e visa apenas torná-lo mais barato. Mas não neste caso! Embora o motor de 115 hp seja apenas 16 quilos mais pesado que o do 90 hp (o que obviamente não chega a comprometer o equilíbrio do casco), ele tornou a Ventura 195 apenas 3 nós mais rápida na velocidade de cruzeiro (marca não muito expressiva) e menos ainda (só 2,5 nós) na máxima – e sua aceleração foi mais lenta do que a versão com 90 hp. Além disso, em curvas mais acentuadas, já houve certa tendência à derrapagem do casco, embora o planeio tenha começado em menos tempo. No custo/benefício (já que este motor custa mais caro), não vale tanto a pena. Pelo menos para esta lancha de 19 pés, o motor de “apenas” 90 hp já está bom demais.

                          150 hp, cavalos demais a bordo

                          Ter uma lancha de 19 pés equipada com um “motorzão” de 150 hp é um erro que todos os donos de pequenos barcos que gostam de navegar costumam cometer. Quando equipada com um motor de tal potência, a Ventura 195 (cujo casco pesa apenas pouco mais de 500 quilos, portanto, leve demais para um motor tão potente e pesado) ficou, de fato, bem mais veloz: sua velocidade de cruzeiro subiu para 38 nós e a máxima chegou a impressionantes 42 nós. Mas, em compensação, sua navegação tornou-se arriscada, já que a estabilidade do casco foi comprometida até pelo próprio peso do motor (que pesa mais de 200 quilos). Tamanho peso depositado na extremidade da popa, gerou um desequilíbrio sensível no conjunto e o barco derrapou forte nas curvas, deixando claro que havia motor demais a bordo. E isso vale para qualquer outra lancha deste porte. Motor de 150 hp é demais para um barco tão pequeno, além de elevar sensivelmente o seu preço.

                          • A lancha era uma Ventura 195. Mas o resultado serve para qualquer barco desse porte

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                            Por: Redação -

                            O estaleiro americano Delta Marine anunciou que em breve mais um gigante estará no mar, é o projeto 174046, que já está em construção. O iate de alto desempenho terá casco de alumínio.

                            Segundo o estaleiro, o cliente fez um pedido em relação ao design do casco, ele deve permitir a navegação em locais mais rasos, principalmente as Bahamas e o Mar do Caribe.

                            A maquete da nova embarcação estará exposta no boat show de Fort Lauderdale.

                            Foto: Divulgação

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                              A lancha Virgin Atlantic Challenger II, barco de 72 pés usado pelo multimilionário Richard Branson, para quebrar o recorde de travessia do Atlântico Norte em 1986 é uma das apostas dos organizadores do boat show de Londres, que acontece em janeiro de 2017, para atrair o público. O barco, que completou a travessia em 3 dias, 8 horas e 31 minutos, foi totalmente restaurado e hoje pertence ao britânico Dan Stevens. Além de exibir a relíquia, o proprietário pretende buscar um comprador para a lancha que está à venda por 650 mil euros.

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                              As negociações para a exibição do barco estão avançadas e os organizadores divulgaram que há grandes chances do Virgin Atlantic Challenger II estar aberto à visitação do público em geral.

                              A lancha tem motores de 2 000 hp e pode alcançar 52 nós de velocidade máxima.
                              Richard Branson e o restante da tripulação original da travessia navegaram na lancha restaurada no ano passado e o milionário garantiu, em tom de brincadeira, que o barco está em melhor forma do que muitos integrantes da tripulação que quebrou o recorde há 30 anos.

                              Fotos: Divulgação

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                                O veleiro gaúcho Camiranga, do Rio Grande do Sul, é o fita-azul da 66ª Regata Santos-Rio, que terminou, para o veleiro, nesta segunda-feira, dia 31. O Soto 65, que também venceu a Refeno, foi comandado por Eduardo Plass na regata de 200 milhas que teve condições duras de mar e ventos fortes. Esta é a segunda fita-azul do veleiro que vem dominando as regatas oceânicas do Brasil.

                                Organizada pelo Iate Clube de Santos e pelo Iate Clube do Rio de Janeiro a regata largou às 12h05m do domingo, dia 30, da sede do Guarujá do Iate Clube de Santos. Vinte e dois veleiros largaram a Santos-Rio em disputa nas classes ORC, IRC, BRA-RGS e Bico de Proa, mas poucos completaram o percurso. Até ontem 14 veleiros já tinham desistido da disputa.

                                Foto: Divulgação

                                 

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                                  31/10/2016

                                  O anodo é um dos menores (e mais básicos) componentes de qualquer barco. Mas, sem ele, a corrosão das partes metálicas que ficam em contato com a água (motores, por exemplo) seria capaz de arruinar qualquer embarcação em pouquíssimo tempo. Para evitar que isso aconteça, ele – o anodo – é corroído, poupando assim componentes bem mais caros e sofisticados. Esta é a função do anodo: corroer no lugar dos outros. Ou seja, ele existe para ser sacrificado, feito um boi de piranha náutico. Daí o seu nome oficial: anodo de sacrifício.

                                  Basicamente, um anodo não passa de um bloquinho sólido de metal, que, quando grudado a qualquer parte metálica submersa do barco, cumpre o papel de ser destruído no lugar dele.

                                  Isso acontece graças a um fenômeno chamado eletrólise, ou a corrente elétrica gerada pela união de dois metais submersos (o do anodo com outro qualquer, do barco), que irá corroer aquele de maior eletronegatividade – no caso, o anodo. Mas, para que isso aconteça, existem outras particularidades que devem ser respeitadas, como mostramos nos dez tópicos abaixo.

                                  1 – O melhor material para o anodo é o zinco ou liga de zinco com magnésio e alumínio, para uso no mar. Já nos barcos que ficam em água doce a melhor matéria-prima é a liga de magnésio.

                                  2 – O anodo não deve ser pintado em hipótese alguma, porque isso tira completamente a sua capacidade de ser corroído.

                                  3 – Também pelo mesmo motivo, o anodo não deve ser aplicado em partes pintadas. É preciso assegurar o contato dele diretamente com um metal.

                                  4 – Os melhores locais para a instalação do anodo são os de pouca resistência à água, como dentro do escapamento do motor ou na base dos motores de popa.

                                  5 – Qualquer anodo deve ser substituído por outro quando a corrosão atingir 50% do seu tamanho. Porque, a partir daí, ele corroerá ainda mais rapidamente.

                                  6 – Não dá para calcular exatamente a vida útil de um anodo, porque isso depende do tempo que ele permanecer na água – ou seja, quanto mais tempo submerso, mais rápido será o seu processo de corrosão. Por isso, ele deve ser verificado a cada seis meses e trocado, em média, a cada um ano completo.

                                  7 – Todas as vezes que o seu barco estiver fora d´água, aproveite para ver o estado do anodo e passar uma escova ou palha de aço nele, a fim de eliminar a camada superficial já deteriorada.

                                  8 – Em todas as revisões do motor, não esqueça de exigir que seja trocado o anodo. Ou, no mínimo, que ele seja limpo.

                                  9 – O ideal é que o anodo seja aparafusado ou soldado em alguma parte metálica da propulsão, ou seja, eixo, leme, rabeta, flap ou hélice.

                                  10 – Usar mais anodos do que o indicado pode surtir efeito contrário. Muitos metais farão com que a massa dos anodos fique “mais dura” e isso atrapalhará a sua corrosão. Que, afinal, é objetivo desta curiosa (mas fundamental) pecinha de metal.

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                                    Por: Redação -

                                    As 628 milhas náuticas entre Sydney, na Austrália, e Hobart, na Tasmânia, serão disputas por 100 veleiros. A regata, uma das mais perigosas e desafiadoras do mundo, completa 72 anos de história e vai largar, como em todos os anos de sua existência, no dia 26 de dezembro – os organizadores esperam que todos os veleiros estejam em Hobart no dia 1º de janeiro de 2017.

                                    Nesses 72 anos de história, 5.828 iates já estiveram na raia, mas apenas 4.812 terminaram a corrida. O recorde de participantes da regata foi alcançado em 1994, quando a competição comemorava 50 anos, com 371 veleiros na água. Hoje, devido aos altos riscos do percurso que tem tempo e condições de mar instáveis, a organização limita a 100 o número de embarcações.

                                    Neste ano, os veleiros de 100 pés devem ser novamente as estrelas do evento. Os grandes rivais Comanche, vencedor da 2015, e Wild Oats XI, octacampeão da regata, estarão disputando, mais uma vez, o primeiro lugar na linha de chegada. O Wild Oats XI ainda é o detentor do recorde de 1 dia, 18 horas, 23 minutos e 12 segundos alcançado em 2012.

                                    A organização espera que mais de um milhão de australianos estejam assistindo a largada da regata ao vivo, pela tv ou internet.

                                    Foto: Divulgação

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                                      Por: Redação -

                                       

                                      A Associação Náutica Brasileira (Acatmar) realiza entre os dias 5 e 6 de novembro, em Blumenau, o festival náutico Blumenau a Bordo, com o objetivo de integrar o Rio Itajaí-Açu como local de lazer, entretenimento e esporte para a comunidade da região. O evento é feito em parceria com a Associação Blumenauense de Turismo, Eventos e Cultura (Ablutec), Projecta Eventos e Prefeitura de Blumenau, por meio da Secretaria de Turismo e Parque Vila Germânica, e trata-se de uma oportunidade e tanto para a cadeia produtiva do setor náutico.

                                      “Estamos voltados à economia do rio Itajaí-açu da mesma forma que fizemos com o rio Tijucas no início do ano. A ideia é reunira a população diante de várias atividades náuticas e estimulá-la a enxergá-las como algo possível e real”, afirma Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da Acatmar.

                                      O evento será na Prainha, em frente ao Clube Náutico América, e contará com espaço para exposição de produtos náuticos, curso prático para carteira de arrais, stand up paddle, passeio de caiaque e jet ski e apresentação de flyboard.  “Também ofereceremos noções básicas para navegar com barco a vela, oficina de pesca, test-drive de lanchas e guerra de cotonete em tapete flutuante”, completa Ferrari.

                                      Foto: Reprodução

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                                        Por: Redação -

                                        A BR Marinas, administradora da Marina da Glória, e o Ministério Púbico Federal do Rio de Janeiro assinaram termo de ajustamento de conduta (TAC), o acordo estabelece como regra geral que as instalações da Marina da Glória serão de livre acesso ao público. O acordo prevê áreas de livre acesso durante o horário comercial, áreas de acesso controlado e áreas de acesso restrito durante o horário comercial para não afetar a operação da marina.

                                        Ainda segundo o acordo, os eventos realizados na área da esplanada serão limitados a 60 dias por ano. Já os eventos gratuitos, abertos ao público e a preços populares não estão enquadrados nessa regra, assim como as atividades realizadas no Pavilhão de Eventos.

                                        O projeto social “Marina da Vela”, destinado à iniciação da prática da vela por crianças e adolescentes da rede pública de ensino e à capacitação profissional, é outro item do termo. O projeto, que será custeado pela BR Marinas, atenderá 50 estudantes, entre 8 e 17 anos, por ano.

                                        O termo foi divulgado pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro.

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                                          28/10/2016

                                          A Volvo Ocean Race 2017-18 tem data oficial para começar! Os barcos deixam a cidade espanhola de Alicante rumo às 45 mil milhas náuticas da volta ao mundo em 22 de outubro do ano que vem. A regata passará por 11 cidades-sede, incluindo a brasileira Itajaí e a portuguesa Lisboa. A organização anunciou também a data da In-port Race – regata realizada em todas as paradas. A primeira de Alicante será dia 14 de outubro. A Volvo Ocean Race vai anunciar as datas de início para o restante das pernas nas próximas semanas.

                                          “Faltando um pouco menos de um ano para a largada, a nossa contagem regressiva começou. Os velejadores podem esperar uma largada inesquecível de Alicante, onde fica a nossa casa. Eles já entram de cara num sprint rumo à capital portuguesa”, disse o CEO da regata, Mark Turner. ”O estaleiro naval baseado em Lisboa será muito importante para as equipes durante todo o período de treinamento”.

                                          A in-port Race de Lisboa será no sábado dia 28 de outubro, antes do início da segunda etapa, que será no domingo, 5 de novembro. Pelo Atlântico, os veleiros descem até a Cidade do Cabo, na África do Sul, para uma batalha de 7 mil milhas náuticas. A In-port Race africana será na sexta-feira, 8 de dezembro, e largada da terceira perna será dada dois dias mais tarde, em 10 de dezembro. “A Cidade do Cabo tem uma relação especial com a regata. Nossos barcos param no local desde a primeira edição, em 1973. Da África do Sul, a flotilha parte para os mares do sul – Oceano Antártico, que é o foco desta edição”, acrescentou Turner.

                                          Foto: Divulgação

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                                            Veleiro Mascalzone Latino vence a Rolex Middle Sea Race 2016

                                            Por: Redação -

                                            O veleiro italiano Mascalzone Latino, de 50 pés, foi o grande campeão da Rolex Middle Sea Race, realizado pelo Royal Malta Yacht Club, na Ilha de Malta, no mar Mediterrâneo. O também italiano Cippa Lippa 8, de 50 pés, ficou com o segundo lugar e o britânico Maverick, de 46 pés, com o terceiro lugar.

                                            “Há um ano nós chegamos muito perto da vitória, mas não era nosso momento, e perdemos o título por uma diferença de apenas nove segundos. Mas nossa vitória não estava perdida, foi apenas adiada para este ano. E agora podemos dizer que esse título veio na hora certa. Tudo funcionou muito bem e não tivemos grandes sustos. O comprometimento da equipe foi incrível, o único arrependimento foi não ter a presença de Vincenzo Onorato a bordo”, declarou Matteo Savelli, que substituiu Onorato, proprietário do Mascalzone Latino, no timão este ano. “Estou realmente muito feliz com esta vitória. Nós mantemos a mesma equipe por muitos anos, ganhamos seis títulos mundiais e incontáveis títulos europeus. A Rolex Middle Sea Race é o auge das disputas no Mediterrâneo e estávamos em busca deste troféu há muito tempo”, completou Savelli.

                                            Neste ano, 95 barcos largaram, mas a regata registrou 16 desistências. A regata é desafiadora por causa das condições de mar, que são altamente mutáveis, mas recompensadora pelas belas paisagens. O percurso de 608 milhas é marcado por diversas ilhas.

                                            O evento já foi confirmado para 2017 e começará em 21 de outubro.

                                            Foto: Rolex/Kurt Arrigo/Divulgação

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                                              A Bahia Marina acaba de receber a primeira unidade da Sessa C40, modelo 2017, lançada no São Paulo Boat Show 2016 pelo estaleiro Sessa Marine Brasil.

                                               

                                              Uma nova churrasqueira, um novo HT com vidro, plataforma de popa submergível, opções diferenciadas de pintura e janela de proa, são algumas das novidades da nova C40, que tem 12,20 m de comprimento total, e mantém o padrão do modelo atual, com estilo moderno, otimização dos espaços e navegação estável. A lancha é equipada com dois motores Volvo Penta D4 300 HP, que proporcionam uma navegação ágil e firme, oferecendo a melhor relação peso/potência da categoria.

                                              Fotos: Divulgação

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                                                Conheça o brechó dos barcos de Paraty

                                                Por: Redação -

                                                Sim, é uma loja de equipamentos náuticos. De todos os tipos. Mas todos usados. O Garimpo Náutico, em Paraty, é aquele tipo de lugar que quem cuida da manutenção do próprio barco vai adorar visitar. E pode apostar que vai sair de lá com algo debaixo do braço. Trata-se do único brechó náutico do litoral paulista e carioca e oferece um portfólio de quase 4 mil itens (a maior parte deles para veleiros, embora também tenha muitas coisas para lanchas), todos devidamente “arquivados” na cabeça do dono do negócio, Pedro Campana, uma espécie de “catálogo náutico ambulante”. Ele criou a loja há mais de 20 anos, em Ilhabela, mas hoje a Garimpo Náutico fica logo na entrada de Paraty (tel. 24/3371-6575), onde virou parada obrigatória de todo mundo que tem algum problema no barco — e quem não tem? Hélices? Sim, tem. Cabos? Também. Bombas? Aos montes.

                                                Vasculhando os seus corredores, atulhados de peças e não tão organizados quanto numa loja de marca, consegue-se garimpar (daí o nome do brechó…) bons negócios. Os preços são tentadores. Em média, 50% mais em conta do que produtos semelhantes novos, sendo que alguns equipamentos chegam a ser vendidos por apenas 20% ou 30% do que custa um zero e ainda é permitido pechinchar. “Quando a pessoa pede desconto, eu ligo para o dono da peça e retransmito a oferta, porque 90% do que tem na loja é deixado em consignação. Se ele concordar, eu fecho negócio”, diz Pedro.

                                                Os preços baixos não são as únicas vantagens da loja. Tem, também, a incrível variedade de itens. “Se você peregrinasse atrás dos mesmos produtos no mercado de novos, levaria dias batendo pernas até achar tudo”, garante Pedro. “Aqui, dá para montar quase um barco inteiro num só dia”. A parte dedicada aos veleiros é ainda mais completa, com moitões e mordedores pendurados no teto, feito sachês de supermercados. Por serem equipamentos usados, obviamente, não há garantia. Mas Pedro faz questão de só colocar um produto à venda depois de uma severa avaliação nele.

                                                O brechó não só vende como também aceita outros itens como parte do negócio ou mesmo à base de troca. Por isso, sempre tem intenso movimento, especialmente de velejadores, todos em busca de bons negócios ou daquela pecinha difícil de achar, mas que ali é sempre possível encontrar. Se você não consegue achar aquele cunho que precisa ser trocado no seu barco, ou o encontrou, mas não teve coragem de pagar o que pedem por um novo, que tal fazer como eles e também dar uma garimpada neste curioso brechó?

                                                Foto: Fernando Monteiro

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                                                  27/10/2016

                                                  A histórica 20ª edição do Rio Boat Show, maior salão náutico outdoor da América Latina, já tem data marcada para acontecer. De 5 a 11 de abril de 2017, a Marina da Glória irá receber os maiores lançamentos e destaques náuticos do Brasil e do mundo, entre veleiros, iates, lanchas, jets, infláveis, caiaques, pranchas, motores, equipamentos, eletrônicos, acessórios e muito mais!

                                                  Serão sete dias de evento, reunindo os grandes fabricantes, distribuidores e revendedores do setor em um só lugar. Com barcos na água – e a encantadora vista da Baía de Guanabara – os visitantes poderão, ainda, realizar test drive das embarcações e, assim, decidir sua compra.

                                                  Foto: Uriel Calomeni

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    ARMATTI 31 CABINE 1DTQ

                                                    Foto: Divulgação

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                                                      Brasileiro e festa são quase sinônimos. Agora, imagine muitos — mas muitos barcos, mesmo! — reunidos em torno de um palco flutuante, com músicos e DJs tocando ao vivo, como se fosse uma balada sobre a água. Pronto, você acaba de encontrar uma nova forma de aproveitar seu barco (ou jet) e, também, um novo jeito de conhecer gente bonita e apaixonada pelo mundo náutico.

                                                      Todas essas pessoas estão em busca das badaladas festas náuticas, que começaram informalmente, com lanchas e veleiros atracando um ao lado do outro, unindo churrascos e bebidas, como se fosse vizinhos trocando gentilezas de popa a popa. Foi aí que os mais festeiros viram a oportunidade de transformar as reuniões em verdadeiras baladas profissionais, com música ao vivo no meio do mar (ou, mesmo, de um rio ou lago).

                                                      Hoje, os eventos chegam a juntar 500 embarcações, incluindo lanchas, jets e veleiros, e são um grande incentivo para embarcar muitos amigos e curtir a bordo — além de uma ótima oportunidade para as revendas reunirem clientes. A Náutica de outubro, que está nas bancas de todo o país e na loja online, traz uma matéria especial sobre este novo agito das águas. Não perca!

                                                      Foto: Anderson Ribeiro

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                                                        Por: Redação -

                                                        O grupo italialiano Azimut-Benetti, com filial no Brasil, participará pelo segundo ano consecutivo do Fort Lauderdale International Boat Show. A empresa exibirá 21 modelos, entre eles a esportiva Azimut Verve 40 – fabricado exclusivamente em território brasileiro – que terá seu lançamento mundial, depois de uma premiere exclusiva em Newport.

                                                        “A aceitação do público dos Estados Unidos e o número de vendas da Azimut Verve 40 têm superado nossas expectativas e, por isso, acreditamos que faremos excelentes negócios durante esta edição do Fort Lauderdale, além de atingirmos outros mercados consumidores”, avalia o diretor comercial da Azimut Yachts Francesco Caputo que representará a equipe da fábrica brasileira durante o evento.

                                                        Segundo o estaleiro, a embarcação, que começou a ser produzida este ano no Brasil, combina esportividade, alto desempenho e luxo, equipada com 3 motores de popa 350 hp Mercury Verado, e já tem mais de 16 encomendas pelos consumidores norte-americanos.

                                                        O público poderá conhecer, ainda, a Azimut Grande 30 Metri 95, que passará a ser fabricada no Brasil no próximo ano. O modelo tem 30 metros de comprimento, três pavimentos, cinco suítes, flybridge de cerca de 65m² com jacuzzi e espaçosas áreas voltadas para relaxamento, lazer e refeições. A Azimut 60 e a Azimut 42, também nacionais, estarão no salão.

                                                        “A ampliação constante da gama de modelos produzidos na filial brasileira lançados ao mercado internacional demonstram a excelência na produção e a qualidade do trabalho que temos desenvolvido desde 2010, aos mesmos padrões da matriz italiana”, complementa Caputo.

                                                        Foto: Divulgação

                                                         

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                                                          Foto: Divulgação

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                                                            Foto: Divulgação

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