Olha a onda!

Por: Redação -
27/05/2015

Estar em um barco de menor porte e se deparar com grandes ondulações é sempre preocupante. Se não for pelo perigo, o que raramente acontece em navegações costeiras, pelo próprio desconforto de passar por elas. Marcio Dottori ensina como cortar ondas em barco pequeno com o maior conforto possível.

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    Financiamento coletivo

    Por: Redação -

    O financiamento coletivo (crowdfunding) é uma alternativa, popularizada pelas redes sociais, para que pessoas consigam começar seus negócios. Em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa contribuem para que algum produto seja realmente fabricado por quem teve a ideia, mas não tem dinheiro para colocá-la em prática.

    Foi o que aconteceu na Itália, com o estaleiro Savona, que acaba de construir uma lancha de 11 metros através da iniciativa. O projeto ganhou fãs devido ao uso de motorização híbrida, diesel e elétrica, e o uso de materiais reciclados em todos os componentes da embarcação.

    Batizada de Luxi 33, a embarcação tem 36 pés e pode ser equipada com motor diesel entre 170 e 250 hp e motor elétrico de 15Kw.

     

    Fotos Divulgação

     

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      Vitória holandesa

      Por: Redação -

      O Team Brunel, barco comandado por Bouwe Bekking, venceu, nesta quarta-feira (26), a sétima etapa da Volvo Ocean Race, disputada entre Newport, nos Estados Unidos, e Lisboa, Portugal. A equipe da Holanda completou o percurso de 2 800 milhas náuticas em 9 dias, 11 horas, 9 minutos e 49 segundos. Em segundo lugar terminou o Mapfre, seguido por Team Alvimedica, Dongfeng Race Team, Abu Dhabi Ocean Racing e Team SCA.

      “Foi uma das mais fáceis e excitantes etapas ao mesmo tempo”, comemorou Bouwe Bekking, que disputa pela sétima vez a Volvo Ocean Race. “Os caras fizeram um grande trabalho, mas confesso que foi uma das mais calmas pernas transatlânticas que já naveguei. Foi um cruzeiro”.

      O resultado coloca o barco holandês novamente na disputa do título da temporada. O Team Brunel está em terceiro no geral com 22 pontos perdidos. “Acredito que a situação tenha mudado um pouco. Após a etapa, a regata está aberta novamente. Nós ainda temos duas pernas para velejar e vamos continuar a lutar para a melhor posição no final”, disse Bouwe Bekking, do Team Brunel. O velejador holandês deu a volta por cima e pode ter apagado uma memória ruim. Em 2006, o atleta estava a bordo do Movistar, barco que naufragou no Atlântico Norte.

      O líder no geral é o Abu Dhabi com 16 pontos, seguido pelo chinês Dongfeng com 21. Os chineses tinham tudo para conseguir diminuir ainda mais a vantagem, mas acabaram perdendo posições e a gota d’água foi terminar em quarto – fora do pódio – 55 segundos atrás do Team Alvimedica. “Minha missão agora é me controlar e pedir desculpas à minha equipe. Não fui um bom comandante desta vez! Os atletas estavam bem pela manhã e eu não. Pode ser por isso que perdemos o terceiro lugar”, disse o decepcionado Charles Caudrelier, comandante do Dongfeng Race Team.

      O barco espanhol Mapfre, que chegou em segundo – menos de 22 minutos atrás do Team Brunel – tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca como integrante. “Brigamos até o fim pela liderança. Velejamos juntos a etapa inteira e faltou um pouco de velocidade na chegada. Vamos continuar nessa competição contra o Brunel nas próximas duas etapas. O barco andou rápido e respondeu na travessia transatlântica. A nossa equipe trabalhou muito bem do começo ao fim”.

      Já o Team SCA chegou novamente em sexto lugar, como em todas as outras seis etapas. As meninas chegaram a liderar a regata e não deixaram os adversários escaparem tanto. Cruzaram a linha de chegada duas horas depois do vencedor. A holandesa Carolijn Brouwer, que morou muito tempo no Brasil, gostou do desempenho das meninas. “Foi minha terceira passagem pelo Atlântico e dessa vez foi diferente, pois fez menos frio e vento fraco. O resultado foi bom para gente e o número final não mostra o esforço que estamos fazendo a bordo. Agora, as próximas pernas, que são mais curtas, podem nos favorecer”.

      Após quatro meses reconstrução no estaleiro Persico, em Bergamo, na Itália, o barco Team Vestas Wind também chegou a Lisboa e será preparado para a largada da oitava etapa entre Portugal e França.

      Ao longo dos próximos dias, a Volta ao Mundo terá seus capítulos finais com a perna até Lorient, na França, e depois o sprint para a Suécia – com uma parada de 24 horas em Haia, na Holanda. A regata termina em 27 de junho com a in-port race de Gotemburgo após nove meses e 38 739 milhas náuticas percorridas, visitando 11 portos e todos os continentes.

      Veja fotos da chegada em Lisboa:

      Fotos Ricardo Pinto e Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

       

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        Um superiate na Espanha

        Por: Redação -

        O superiate Madame Kate, de um empresário brasileiro, está atraindo olhares na Espanha, onde foi fotografado nas últimas semanas. Construído pelo estaleiro holandês Amels, o iate de 197 pés ficou pronto em abril e já está desfilando pela Europa.

        Este é o casco de número 2 da linha Amels 199 e foi projetado pelo britânico Tim Hoywood, o mesmo projetista do Topaz, quinto maior iate do mundo com 482 pés. Apesar do tamanho reduzido quando comparado ao Topaz, o Madame Kate não vai passar desapercebido por onde ancorar, já que o design da sua proa é bastante diferente dos iates tradicionais. Outro detalhe que está fazendo o Madame Kate virar atração turística na Espanha é seu sistema de iluminação que deixa o iate todo azul durante a noite.

        Veja como é o Madame Kate:


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          Entregando um 150 pés

          Por: Redação -
          26/05/2015

          O estaleiro italiano Sanlorenzo Yachts acaba de terminar a produção do oitavo casco da linha 46Steel. Medindo 46 metros de comprimento, o Scorpion foi construído para um proprietário russo e sua entrega foi bastante festejada pelo estaleiro.

          O 46Steel é um iate de 150 pés e cinco deques. Seu interior foi inspirado nos iates maiores, o que garante muito conforto a bordo.

          A Sanlorenzo está, atualmente, construindo outros dois modelos, as duas primeiras unidades do iate do novo 460EXP que será lançado em setembro no Monaco Yacht Show, e outras duas unidades do 52Steel que está programado para ser lançado em 2016.

          Fotos Divulgação

           

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            Ciclones do Caribe

            Por: Redação -

            Ao longe se ouve uma steel-band. Você está sentado à mesa de um Tiki-bar, aproveitando de um belo Sundowner, o happy-hour do Caribe, enquanto espera observar o green-flash no horizonte de águas azuis turquesa. Com o dedo gira as rodelas de laranja de um gelado Rhun-punch, enquanto degusta uma pequena porção de borrachudas conch.

            Não mais do que derrepente, a rádio local interrompe a programação com um boletim de Gale Warning ou Hurricane Watch, e o clima subitamente muda. Rostos barbados e bronzeados se entreolham, gringos com grandes chapéus de palha matam de uma golada seus aperitivos e um a um se levantam, rumando para seus botes com um ar visível de preocupação.

            Neste exato momento, cai sua ficha e você percebe que está na hora e local errados. “Pego de bermudas” na chamada Estação de Furacões, ali não é hora de estar de bobeira! Nesta época o clima intercala dias de céu claro e brisa fraca, com outros tantos de chuva torrencial, violentas ressacas e ventos assustadores. Portanto, escolha bem sua rota, levando em consideração o clima das regiões do mundo que pretende navegar, principalmente em relação à ocorrência de ciclones.

            Poucos fenômenos naturais são tão intensos e assustadores como os ciclones tropicais, fenômeno que, dependendo da região do globo pode ganhar o nome de tufão, furacão ou mesmo Willy-willy. Aqui, iremos comentar apenas os que ocorrem no Atlântico Norte e Mar do Caribe, os Furacões.

            Apesar de a citada estação ir oficialmente de 1º de junho a 30 de novembro de cada ano, é fato que não existe data fixa para a ocorrência destas tempestades, como alguns artigos costumam determinar. Já foram registrados furacões em dezembro e janeiro; por vezes em áreas que nunca haviam sofrido este tipo de tormenta.

            No Brasil, conhecemos as tempestades que precedem e acompanham as frentes frias, e que podem ser bastante violentas; também conhecemos as rápidas chuvas de verão que desabam sobre nossos barcos com enorme violência, mas nada que se compare ao que acontece no Hemisfério Norte. Ciclones não são tempestades normais, cujos ventos vem de uma direção definida, como o Sudoeste e Sul das frentes frias, mas algo muito mais forte, cujos ventos giram em espiral no sentido anti-horário em direção ao “olho” enquanto este se desloca, a 15 ou mais nós no sentido Leste-Oeste ou Leste-Noroeste, dependendo da região do “encontro”.

            Durante a Estação dos Furacões, sua atenção deve se prender a parte Leste e Sul do Atlântico Norte, dos Açores às Ilhas do Cabo Verde, onde as chamadas Tropical Waves (Ondas Tropicais), um enorme cavado, formado por massas confusas de nuvens e grande umidade, partem do Continente Africano a cada três ou quatro dias, rumando para o distante Caribe com sua carga de umidade e energia, portanto muita atenção.

            Por estatística, os furacões acontecem em maior quantidade entre os meses de agosto e outubro, sendo setembro o mês de maior ocorrência — cerca de dois por mês nos últimos cem anos. Porém, em um ano complicado, este número pode ser muito maior. Em anos bons, furacões podem nem ocorrer, mas em anos ruins até quinze podem varrer as Ilhas do Caribe, principalmente as Antilhas, as Virgens e Bahamas. Furacões muito raramente atingem as ilhas mais ao Sul, como Grenada, as chamadas ABC (Aruba, Bonaire e Curaçao) e até a própria Venezuela, mas não há como ser categórico quanto a isto.

            Trajetória e comportamento
            No início e no fim da estação, os furacões podem se formar já muito próximos do Caribe. Notadamente nas imediações de Barbados no início. No final, podem vir a se formar até mesmo na península mexicana de Yucatan, o que não permite que sejamos avisados com o tempo necessário para procurar abrigo. Por vias de regra, fique longe desta região nas épocas de maior possibilidade. Mesmo que sua ilha não seja atingida diretamente pela passagem de uma tempestade destas, as chuvas e principalmente as ressacas podem chegar com grande intensidade, causando problemas.

            Os furacões podem nascer próximos do continente africano como uma depressão ou tempestade tropical, ou mesmo a meio caminho de sua viagem rumo ao Caribe. Depois que se tornam furacões, cruzam o oceano entre os 7°N e os 15°N e ao se aproximar do Caribe, costumam derivar para Noroeste, raspando ou cruzando as Antilhas e as Ilhas das Bahamas. Algumas vezes fecham uma curva, passando ao largo do litoral norte-americano, indo dissipar no meio das águas frias do Oceano Atlântico Norte. Porém, algumas vezes cruza por sobre as ilhas ou penetram no continente, causando as tragédias de que já ouvimos falar, como o Andrew, o Katrina e mais recentemente o Sandy.

            Ciclogenese dos Furacões: de Onda Tropical a Furacão
            Pode surpreender, mas o berço das chamadas “Ondas Tropicais” se situa na região africana do Sahel (ou Sahil), que significa fronteira — um cinturão climático localizado entre o Deserto do Saara e as Savanas do Sudão, possui aproximadamente 600 km de largura e 5 400 km de extensão, cortando cerca de treze paises. Esta região cruza o continente africano do Mar Vermelho ao Atlântico e é coberto por estepes semi-áridas, onde chove apenas de 150 a 300 mm por ano. Por ser extremamente quente, acredita-se que quando há uma precipitação fora do comum, ali possam se criar grandes massas de ar quente e úmido, dando origem as Tropical Waves.

            Na contramão do Sahel, atua o nosso já conhecido El Niño, que é a inversão das correntes no Pacifico Sul, trazendo aquecimento ao litoral ocidental da América do Sul e criando correntes de ar contrarias as normais (Leste-Oeste). Este aquecimento de até 4°C, como o registrado em agosto de 1997, ano do mais forte El Niño do século 20, permitiu registrar a menor ocorrência de furacões no Atlântico em quase 70 anos, com apenas um ciclone registrado entre os meses de agosto e setembro. Portanto, quanto mais forte o El Niño, menor é a possibilidade de furacões. Em 1995, o El Niño não compareceu e 19 furacões se desenvolveram. Até março de 2015 os meteorologistas anunciaram a formação do fenômeno, mas apenas em abril ele começou a se confirmar, pois até então o aumento de temperatura nas águas do Pacífico, era de apenas 0.6°C, algo insuficiente para afetar o clima no distante Atlântico.

            Sabemos que não há uma fórmula mágica para se determinar quando e como um furacão vai se formar, mas existem condições que associadas tendem a favorecer a “organização” de uma tempestade, que pode vir a se tornar um furacão:

            1- A existência de uma Onda Tropical; sabe-se que 85% dos furacões se desenvolvem a partir de uma delas (leia abaixo);
            2- A temperatura da água do mar precisa ser maior ou igual a 26°C (79°F);
            3 – Deve existir uma área de pressão sensivelmente mais baixa que as massas ao redor;
            4- Atividade convectiva moderada ou forte;
            5- Condições “favoráveis” nas camadas medias e altas da atmosfera (algo difícil de ser definido ou medido);
            6- A não ocorrência do fenômeno EL Niño no Pacífico, é compreendida como sinal de Estação agitada, com muitos furacões (até março de 2015 ele não havia aparecido);
            7- A ITCZ ou Zona de Convergência Intertropical deve ser estreita e de grande e até violenta atividade convectiva. Acreditasse que ao “esbarrar” de uma Onda Tropical, ocorra o início do movimento ciclônico dos ventos, numa mais do que complexa interação.

            Tropical Waves, o berço dos furacões
            As Ondas Tropicais (Tropical Waves) também conhecidas por Ondas Orientais ou Ondas Orientais Africanas, como citado acima, são cavados ou linhas de baixa pressão alinhadas num eixo Norte-Sul que podem medir cerca de 20° de Latitude, digamos entre os 05°N e 26°N, mas normalmente se situa entre os 10°N e os 20°N. Durante o verão do Hemisfério Norte, estas ondas se formam a cada três ou quatro dias, já próximas das Ilhas do Cabo Verde (15°N – 025°W), sendo que sua largura pode ocupar de quatro a seis graus de longitude. Veja que falamos em algo que pode medir 1 000 milhas no sentido N-S e aproximadamente 300 milhas de largura.

            O deslocamento inicial das Ondas Tropicais segue numa direção SW e depois, quando alcança aproximadamente os 030°W toma o sentido francamente Oeste, rumo à cadeia de Ilhas do Caribe. Sua velocidade pode variar entre os normais 10 e surpreendentes 30 nós. Estudos dizem que ondas lentas, mas de forte atividade convectiva são mais preocupantes que as rápidas, pois têm maior chance de vir a se tornar furacões.

            Nota: Atividade Convectiva é a troca de energia entre as camadas mais baixas e mais altas da atmosfera, que associamos mais facilmente ao movimento interno de uma nuvem, onde o ar quente e úmido sobe até as camadas superiores da atmosfera e se condensa, e ao se tornar mais frio desce na forma de chuva. Esta circulação forma nuvens de aspecto de torre, como os Cumulus Nimbus, também conhecidos por CB’s, e concentra grande quantidade de energia.

            Estas Ondas Tropicais, como citado, são associadas normalmente a enormes concentrações de nuvens, que se deslocam em conjunto, mas não apresentam um padrão de comportamento definido, podendo seus ventos circular internamente de qualquer direção, são consideradas massas desordenadas. Sua atividade convectiva (troca de energia entre a base da perturbação e as camadas mais altas da atmosfera) pode determinar sua periculosidade, pois quanto maior esta atividade, maior é a possibilidade de vir a evoluir para uma tormenta tropical, depois uma tempestade ou até mesmo se tornar um furacão.

            A Evolução das Tempestades
            Quando estas ondas chegam as Ilhas do Caribe, sem ter se desenvolvido para uma depressão organizada, trazem chuvas pesadas e ventos violentos que podem vir de qualquer direção, normalmente entre os 25 e 45 nós, podendo registrar rajadas de até 60 nós, portanto não se trata de uma instabilidade qualquer, e requer seus cuidados ao tentar enfrentá-la.

            Porém, quando uma onda tropical apresenta forte atividade convectiva, como comentado, ela pode se organizar e tomar uma orientação ciclônica, começando a rodar no sentido anti-horário, originando uma perturbação ou depressão tropical (Tropical Disturbance ou Depression), que costuma trazer chuva forte e ventos que se sustentam entre os 25 e os 33 nós. Já a tempestade tropical (Tropical Storm ou Gale) traz muitíssima chuva e ventos entre os 34 e os 63 nós. Já o furacão (Hurricane) traz chuvas torrenciais e seus ventos sopram acima dos 64 nós e pior, não se conhece o limite máximo de intensidade, pois o maior já registrado chegou a 186 nós, o supertufão Nancy (veja quadro abaixo).

            Relembrando, sabemos que os furacões dependem da temperatura da água do mar para se alimentar, desenvolver e se manter. Esta camada de água quente sobre o oceano, nunca é mais fria do que 26 graus centígrados, e sua espessura chega aos 50 metros de profundidade, portanto, todas as vezes que um furacão penetra nos continentes, fica sem este principal “combustível” fornecido pelo oceano, perdendo rapidamente sua potência, mas não sem antes causar um enorme estrago.

            Tenha o tamanho que tiver, sabemos que se trata de uma tempestade extremamente perigosa, e como veremos no próximo texto, possui uma arquitetura muito semelhante a um labirinto em espiral, outra característica de uma armadilha letal.

             

            Alvaro Otranto é navegador de longas travessias, um dos mais antigos colaboradores da revista Náutica e criador da Moana Livros, primeira livraria na internet especializada em temas de mar e aventura.

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              Suspeita de irregularidades

              Por: Redação -

              Depois de alegadas violações das regras durante a sétima perna da Volvo Ocean Race, foi anunciada, nesta terça-feira (26), a convocação de um júri internacional independente nomeado pela Federação Internacional de Vela, a Isaf, para ouvir quatro casos durante a parada de Lisboa.

              O Team SCA deve responder por dois casos: que elas navegaram contra o fluxo em uma área de separação de tráfego (TSS), e, além disso, velejaram em uma zona proibida da regata, em Rhode Island Sound.

              O Dongfeng e o Mapfre também estão enfrentando protestos que eles navegavam contra o fluxo em uma TSS.

              A Comissão de Regata trouxe todos os casos para o júri e o mesmo terá poder de decidir sobre a penalização mais adequada para as equipes.

              Nenhuma data foi estabelecida para as audiências, embora os organizadores da regata pretendem resolver o assunto o mais rapidamente possível após a chegada da flotilha em Lisboa, prevista para quarta-feira (27).

              Foto Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race

               

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                De olho no nó

                Por: Redação -

                Nada mais justo que um assunto tão importante no mundo náutico, necessário para marinheiros de primeira viagem e experientes, nos mais diversos tipos de embarcações, seja o mais visitado nesta nova era da TV Náutica no youtube. O “Como fazer nós de marinheiro”, da seção “Quero Saber”, já consagrada na revista e na internet, está quase atingindo a marca de 8 mil vizualizações somente no site de compartilhamento de vídeos. Contabilizando os espectadores de Facebook, então, este número cresce para quase 30 mil!

                Ainda não viu? Quer ver de novo? Dê o play aqui embaixo!

                No vídeo, nosso diretor técnico, Marcio Dottori, ensina de forma bem didática o passo a passo de quatro dos mais importantes nós de marinheiro. Até por conta disso, a audiência do vídeo extrapola o comum dos seguidores da Revista Náutica e traz também curiosos que não possuem tanto contato assim com o mundo náutico, apesar de se interessarem e ter a necessidade de aprender sobre o assunto. O que deixa ainda mais claro para a Náutica sua importância no trabalho de expandir e fomentar o setor no Brasil.

                Você os conhece e tem alguma coisa a acrescentar ou sabe alguma história em que não saber um nó quase deu em problema? Conte-nos nos comentários, em mensagem no Facebook ou no Youtube!

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                  Gigante brasileiro

                  Por: Redação -

                  O casco de número 85 do estaleiro paulista MCP Yachts é, na verdade, o maior iate já construído na América Latina, o Hemisphere 140. Foram dois anos e meio de trabalho que envolveu mais de 150 profissionais durante todo o processo.

                  Com 43 metros de comprimento, este iate foi desenvolvido pelo setor de engenharia da MCP Yachts e construído em alumínio naval. O projeto tem certificação internacional Lloyd’s Register of Shipping. Além do departamento de engenharia da MCP, o escritório holandês Vripack também fez parte do projeto durante a fase de ensaios hidrodinâmicos.

                  Desenvolvido para viagens transoceânicas, o Hemisphere 140 tem cinco cabines que acomodam até 12 passageiros e foi equipado com dois motores Caterpillar V12 ACERT C32 de 1825 hp.

                  Conheça um pouco desse gigante com DNA brasileiro:

                  Fotos Divulgação

                   

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                    Regata Ele e Ela

                    Por: Redação -

                    Neste sábado, 23, o Iate Clube de Santa Catarina sediou a segunda etapa da Copa Flotilha. A Regata Ele e Ela contou com um excelente nível técnico e foi marcada pela condição perfeita de ventos norte na Baía Sul, que variaram entre 10 e 20 nós (18 a 35km/h) ao longo da tarde para o deleite das duplas que participaram da regata.

                    Após velejarem sozinhos na primeira etapa da Copa Flotilha – A Regata Solitário – neste sábado os comandantes tiveram uma companhia de luxo em suas embarcações. Acompanhados das esposas, namoradas e filhas, os velejadores tiveram pela frente um dia perfeito para as disputas, que tornou a regata ainda mais especial.

                    Com largada nas proximidades da Ponte Pedro Ivo, os veleiros seguiram na Baía Sul, rumo a primeira boia, em frente ao Trapiche da Sede Central do Iate Clube, com ventos de aproximadamente dez nós (18 km/h). Diferente da regata passada, nessa etapa os veleiros tiveram que cumprir um trecho um pouco mais longo, contornando uma boia nas proximidades de Coqueiros e só depois seguiram para a Ilha do Largo. Após o contorno no Sul da Ilha, as duplas retornaram para mais um contorno da boia em Coqueiro e fizeram a última perna até o Iate Clube em um contravento com rajadas de até 20 nós (35kh/h), que exigiu muito das embarcações.

                    Ao lado da velejadora Carla, sua namorada, o comandante Marcelo Gusmão foi o Fita Azul da regata com o veleiro Moleque. “Tivemos uma regata muito boa. Sabíamos que a volta seria com ventos fortes e tivemos um lindo dia. Eu e a Carla sempre velejamos juntos e hoje foi mais um excelente dia”, disse. “Eu procuro sempre estar bem atenta ao que ele me pede no barco. A gente veleja bastante juntos”, disse Carla.

                    Com a vitória na Classe RGS, o Moleque subiu para a segunda posição na Copa Flotilha, atrás apenas do Tintiun, que venceu na Regata Solitário e acabou em segundo na Ele e Ela. O 007 completou o pódio da classe RGS neste sábado, com a terceira posição.

                    Fita Azul da Regata Solitário, o C30 Corta Vento, do comandante Carlos Augusto Matos foi o segundo veleiro a cruzar a linha de chegada, mais uma vez com vitória na classe. “Eu já faço a Regata Ele e Ela com a Isabel há cinco anos. Ela é uma exímia velejadora e eu fico só olhando”, disse Guto, orgulhoso de ter passado os ensinamentos para a filha. “Eu já estou acostumada a participar da regata. Não é nenhuma surpresa para mim, pois velejo desde pequena com o meu pai. Foi legal também, pois o vento estava muito forte e exigiu muito em alguns momentos”, disse Isabel.

                    Na Proa Rasa, o Zimbro foi o vencedor da classe. Essa foi a segunda vitória do veleiro na Copa Flotilha, que lidera com boa vantagem a competição.

                    A terceira e última etapa da Copa Flotilha acontece já no próximo sábado, dia 30. A Regata Tripulação vale também como quarta etapa da Copa Veleiros de Oceano.

                    Foto ICSC/Divulgação

                     

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                      Pressão no Atlântico

                      Por: Redação -

                      O Abu Dhabi Ocean Racing vive uma situação inusitada até então na Volvo Ocean Race. Líder da classificação geral e terminando no pódio em todas as seis etapas concluídas, o barco árabe é obrigado a acelerar mais nos próximos dias para não ver sua diferença de seis pontos para o vice-líder Dongfeng Race Team ruir. A equipe ocupa provisoriamente a quinta posição na perna entre os Estados Unidos e Portugal e a diferença para o bloco da frente está em 40 quilômetros. Até o Team SCA, que está em sexto, coloca pressão no Azzam no Atlântico Norte.

                      “Todos nós queremos desesperadamente entrar no vento. Estamos agora lutando pelo quarto lugar neste cruzeiro pelo Atlântico Norte”, escreveu Matt Knighton, repórter a bordo do Abu Dhabi.

                      Antes da regata começar, em outubro do ano passado, o comandante britânico Ian Walker tinha como meta ficar no top três em cada perna para garantir a vitória na classificação geral. Até o momento, o plano foi realizado com perfeição que incluiu duas vitórias em duas pernas.

                      Os barcos devem chegar na manhã desta quarta-feira (27) em Lisboa para concluir a sétima etapa. Depois de uma parada de 11 dias em Portugal para manutenção dos barcos, a flotilha foca suas atenções no dia 7 de junho, saída para as duas pernas finais, França (Lorient) e Suécia (Gotemburgo), esta última com um pequeno pit-stop na Holanda. A regata termina em Gotemburgo em 27 de junho depois de 38 739 milhas náuticas em nove meses, visitando 11 portos em todos os continentes.

                      Foto Matt Knighton / Abu Dhabi Ocean Racing

                       

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                        Regata Comemorativa

                        Por: Redação -
                        25/05/2015

                        A Capitania dos Portos do Estado da Bahia realiza, no dia 13 de junho, a tradicional regata da Batalha Naval do Riachuelo em comemoração à Data Magna da Marinha do Brasil, 11 de junho. Data que celebra o grande feito do Almirante Barroso que completa 150 anos em 2015.

                        O campeonato será aberto a todos os barcos das classes de Oceano ORC, IRC, RGS A, B, C, e Cruiser, MOCRA A e B, HPE, Mini 6,50, Aberta Monocasco e Aberta Multicasco e monotipos Optimist, Laser, Dingue, Hobie Cat 14 e 16, Supercat 17, Snipe, Daysailer, Trindade e Windsurf.

                        Os barcos devem se inscrever pelo site www.regatanaval.com.br até o dia 12 de junho de 2015. A competição é válida para o Ranking da Flotilha de Veleiros de Oceano da Bahia – FVOBA.

                        A Batalha Naval do Riachuelo travou-se em 11 de junho de 1865 às margens do arroio Riachuelo, um afluente do Rio Paraguai, na província de Corrientes, na Argentina. Essa batalha naval, que colocou de um lado os paraguaios e de outro os brasileiros, se desencadeou pelo interesse do Paraguai em controlar os rios da bacia do Prata, que significava uma saída para o Oceano Atlântico, sendo uma via estratégica de transporte de pessoas e mercadorias. Esse conflito foi considerado de suma importância para a vitória da Tríplice Aliança (Brasil, Uruguai e Argentina) frente às forças paraguaias. À época, os navios da força brasileira não tinham instalações apropriadas para a navegação fluvial, além disso, as embarcações eram feitas todas de madeira, o que oferecia grande risco frente a qualquer artilharia terrestre.

                        A estratégia paraguaia era boa. Aproveitariam o nevoeiro intenso da madrugada para atacar os navios de guerra brasileiros. Porém, um dos navios paraguaios apresentou um problema e fez com que todos outros chegassem atrasados para o ataque, num momento em que o nevoeiro já havia dissipado. Com boas condições climáticas e visuais, as forças navais brasileiras, lideradas pelo Almirante Barroso venceram o Paraguai nesta importante e estratégica batalha. Anualmente, no dia 11 junho, Data Magna da Marinha do Brasil, comemora-se o grande feito do Almirante Barroso na Batalha Naval do Riachuelo, ocasião em que são içados nos mastros de todos os navios e organizações de terra os históricos sinais utilizados pelo Chefe Naval durante o confronto.

                         

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                            Sedna 285

                            Por: Redação -

                            Após assumir a produção da Portofino 42 Fly, uma grande lancha com fly para passeio, no ano passado, a Sedna Yachts tem outra novidade para 2015, a nova Sedna 285, uma lancha com DNA pesqueiro da marca. Este será o menor barco do estaleiro e primeiro com motores de popa. O projetista, Donald L. Blount, é o mesmo dos barcos maiores da Sedna e manteve as características que tanto agradam os proprietários, como a navegabilidade dos cascos.

                            Além da navegação, a Sedna 285 terá banheiro com 2 metros de altura e acabamento das lanchas maiores do estaleiro. Homologada para 12 pessoas, a 285 tem capacidade para 1 000 litros de combustível e 200 litros de água. A lancha pode ser equipada com dois motores de popa de 300 hp cada.

                            Imagem Divulgação

                             

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                              Pernambucano de Kite

                              Por: Redação -

                              Os praticantes de kitesurf em Pernambuco se reuniram, neste domingo (24), para disputar, pela primeira vez, uma etapa do Campeonato Pernambucano da classe. A competição, que reuniu mais de 20 velejadores de duas categorias – Open, aberta a todas as pranchas, e Race, em que só competem pranchas certificadas pela Associação Internacional de Kiteboarding (IKA), foi realizada no Pontal de Maria Farinha, Litoral Norte de Pernambuco.

                              Destaque para os paraibanos, que figuraram entre os três primeiros na categoria Kite Racing Geral. O bicampeão mundial de Kite, Wilson Bodete, faturou o primeiro lugar geral da etapa. Pedro Crispim, também da Paraíba ficou em segundo lugar e Bodetinho, filho de Wilson Bodete, ficou em terceiro. O pernambucano Carlos Moura, Carlito, ficou em quarto e Pedro Duque, também de Pernambuco, completou o pódio.

                              No Kite Racing (amador), Pedro Duque ficou em primeiro, Bidinha e Borba em terceiro, todos de Pernambuco. No KiteSurf (Open), melhor para Yuli que faturou o primeiro lugar. Toinho ficou em Segundo, Josenildo em terceiro, Alexandre em quarto e Kaká em quinto.

                              Apesar da superioridade paraibana, o destaque positivo da competição foi o pontapé inicial para disputa do Pernambucano. “Hoje a Paraíba é referência no esporte. No entanto, o fator mais marcante foi a realização do Estadual por parte do Cabanga. Acredito que no próximo ano, teremos pernambucanos figurando entre os melhores nas competições regionais e nacionais”, comentou Carlito, capitão da flotilha de Kitesurf do Cabanga.

                              De acordo com o gerente de vela e técnico da modalidade no Cabanga, Edival Júnior, a competição foi bastante positiva para o desenvolvimento do esporte em Pernambuco. “Muitos expectadores marcaram presença na competição que reuniu um bom número de velejadores. Mais uma vez, o Cabanga contribuiu para o desenvolvimento da vela em geral”, destacou Edival Júnior.

                              Ao todo, o Campeonato Pernambuco será disputado em seis etapas ao longo do ano. Todas essas regatas contam pontos para o Ranking Estadual e Nacional. Os velejadores mais bem pontuados poderão, no próximo ano, pleitear incentivos tanto do Governo Estadual quanto do Federal. É importante lembrar que a modalidade será esporte olímpico nos Jogos de 2020.

                              Fotos Camila Nogueira/Divulgação

                               

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                                Premiado

                                Por: Redação -

                                A Boating Industry, publicação americana especializada na indústria náutica, elegeu os 50 melhores produtos náuticos de 2015 e entre os motores lá estava o  Forward Drive (FWD), lançado no boat show de Miami deste ano. Inspirada no sistema IPS da Volvo, a nova propulsão de centro-rabeta FWD tem hélices contrarrotantes, ou seja, elas ficam posicionadas para a proa do barco e não para a popa como nos sistemas de rabeta comuns. Os produtos desta lista foram escolhidos pelos editores com base em seu impacto sobre a indústria, a inovação e como eles avançaram sua categoria.

                                A Volvo Penta FWD reduz significativamente o ruído, vibrações e praticamente elimina vapores no convés, uma vez que escape do motor fica debaixo do barco. Ele também oferece capacidade de resposta superior, aceleração, economia de combustível e versatilidade, permitindo uma variedade de atividades, incluindo wakesurfing e wakeboard.

                                A Volvo Penta desenvolveu o novo propulsor especialmente para o mercado americano de lanchas de esqui e wake. O sistema é uma opção aos motores de centro V-Drive, muito usados neste tipo de lancha.

                                A rabeta já havia agradado no Miami International Boat Show Innovation Award e recebeu o prêmio na categoria Alternate Drive Technology (pods, stern drives).

                                “É uma honra para toda a equipe que desenvolveu este produto receber essa nomeação da Boating Industry”, declarou Ron Huibers, presidente da Volvo Penta das Américas.

                                Imagem Divulgação

                                 

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                                  SUP na Bahia

                                  Por: Redação -
                                  23/05/2015

                                  A Baía de Todos-os-Santos, em Salvador, recebe a primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Stand Up Paddle (SUP) Race. A organização da prova esperada cerca de 200 pessoas para participar da competição, que será realizada no sábado, 30 de maio. A ação é promovida pelo Yacht Clube da Bahia.

                                  E para marcar o lançamento, o Yacht Clube da Bahia realiza um café da manhã e coletiva de imprensa para apresentar todos os detalhes do evento com a presença da tetracampeã brasileira de SUP, Bárbara Brazil, na quarta-feira dia 27.

                                  Considerada pelos praticantes de SUP um dos melhores locais para a prática do esporte em Salvador, a baía é a segunda maior do mundo, ficando atrás apenas do Golfo de Bengala.

                                  Bastante procurada para a prática de esportes náuticos como vela e barco, nos últimos anos a Baía de Todos-os-Santos vem atraindo os praticantes de SUP, que possuem um carinho pelo local. Nos fins de semana, é comum ver a localidade repleta de supistas, amadores ou profissionais.

                                  “É muito importante para nós baianos o circuito brasileiro de sup race ter sua primeira etapa aqui em Salvador, em uma raia tão especial. Salvador vai mostrar ao Brasil o que é que a Bahia tem de melhor em potencial natural para os esportes aquáticos e estrutura e organização de primeira linha. Sejam bem-vindos e vamos remar”, afirma Babi Brazil, atleta do Yacht Clube da Bahia e tetracampeã brasileira.

                                  Foto Divulgação

                                   

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                                    Pernambucano de Kitsurf

                                    Por: Redação -

                                    Os amantes do kitsurf em Pernambucano tem um encontro marcado no próximo domingo (24). Pela primeira vez, o Cabanga Iate Clube realizará o Campeonato Pernambucano de Kitsurf. A etapa inicial – composta por quatro regatas – será realizada no Pontal de Maria Farinha, Litoral Norte de Pernambuco, a partir das 10h. A expectativa é que mais de 20 velejadores participem da competição, que será disputada em duas categorias: Open, aberta a todas as pranchas, e Race, em que só competem pranchas certificadas pela Associação Internacional de Kiteboarding (IKA). O evento será aberto a homens e mulheres de todas as idades.

                                    A primeira etapa contará com a presença do bicampeão mundial de kite Wilson Veloso, da Paraíba. Ao todo, o Campeonato Pernambucano será disputado em seis etapas ao longo do ano. Todas essas regatas contam pontos para o Ranking Estadual e Nacional. Os velejadores mais bem pontuados poderão, no próximo ano, pleitear incentivos tanto do Governo Estadual quanto do Federal. É importante lembrar que a modalidade será esporte olímpico nos Jogos de 2020.

                                    A expectativa do Cabanga é atrair cada vez mais velejadores para prática de um esporte que só faz crescer. “Não tenho dúvidas que Pernambuco a partir do ano que vem estará brigando por títulos regionais e nacionais. Acreditamos muito nesse esporte e com toda a certeza o apoio de uma Clube tão renomado no Iatismo como o Cabanga, celeiro de grandes atletas, poderemos elevar o nível do estado e certamente atrair muitos adeptos a categoria”, comentou o capitão da Flotilha de Kite Racing do clube, Carlos Moura (Carlito).

                                    A expectativa do capitão da flotilha de Kitsurf do Cabanga é trazer para o Estado, ainda este ano, uma etapa do Campeonato Brasileiro da modalidade. “Já recebemos o convite. Vamos estruturar alguns pontos com o clube para definir qual etapa será realizada aqui no Cabanga”, finalizou Carlito.

                                    Foto Gregório Rosas/Divulgação

                                     

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                                      Team Vestas, o retorno

                                      Por: Redação -
                                      22/05/2015

                                      O Team Vestas Wind está prestes a voltar à Volvo Ocean Race depois que o barco ficou espetado em um banco de areia no Oceano Índico, durante a segunda etapa da regata. Reconstruído, o veleiro deixou, nesta sexta-feira (22), o estaleiro Persico, que fica em Bergamo, na Itália, com destino a Lisboa, em Portugal. O objetivo da equipe é correr as últimas pernas da Volta ao Mundo. O comandante australiano Chris Nicholson acompanhou todo o processo de perto e classificou o retorno como um ‘milagre moderno alcançado’. Pelos danos causados no impacto e pelo tempo de reconstrução – quatro meses de trabalho – a afirmação do atleta não é nada exagerada.

                                      “É uma grande conquista para todos, pois o trabalho foi difícil. Tinha tanta coisa para fazer que quase decidimos não voltar. Temos um novo barco”, disse Chris Nicholson. “Conseguimos, inclusive, adiantar nossa programação de liberação em um dia. Isso pode significar mais horas na água treinando”.

                                      O plano da equipe é transportar o barco por navios e caminhões para Lisboa para se juntar aos outros seis times, que neste momento disputam no Atlântico Norte a sétima etapa.

                                      Mas para colocar o veleiro na disputa foi preciso uma operação de logística especial que começou no ano passado, dias depois do acidente. A empresa GAC içou o barco dos recifes de coral e um navio Maersk Line transportou a embarcação até a Malásia. De lá, o Team Vestas Wind foi para o estaleiro Persico, na Itália. A construção de um barco leva, no mínimo, oito meses, mas conseguiram em metade do tempo.

                                      “O estaleiro Persico assumiu o risco de fazer este projeto. Eu tiro o meu chapéu para eles. Foi um milagre moderno. Sem esses caras isso não teria acontecido”, finalizou Chris Nicholson.

                                      Enquanto isso, no meio do Atlântico, os outros seis barcos disputam a sétima etapa de Newport até Lisboa. A diferença do líder provisório – Dongfeng Race Team – para o último – Team SCA – era menor do que 15 quilômetros na última posição registrada da manhã desta sexta-feira.

                                      A bordo do Mapfre, o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca escreveu sobre a etapa. “Agora vamos um pouco mais ao Norte, perto da zona de exclusão de gelo. Parece que os barcos que estão por aqui andam mais rápido. Em pouco tempo vamos rodear por Leste o anticiclone dos Açores. Vamos com boa velocidade e as mudanças de vela são mais por questões de regata do que pelo andamento e rendimento do barco. A bordo estamos otimistas e seguimos lutando”.

                                      Nos últimos dias, os tripulantes estudaram os modelos meteorológicos que receberam da organização para decidir que rota seguir tendo em vista o anticiclone dos Açores. Os barcos devem chegar em Lisboa até a próxima quarta-feira (27).

                                      Fotos Brian Carlin / Team Vestas Wind

                                       

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                                        De acordo com a Capitania dos Portos, o único acessório obrigatório para se navegar de jet é o colete salva-vidas. Mas, existem diversos outros equipamentos para proporcionar ao piloto mais conforto e segurança na hora de sair com sua moto aquática. Confira o kit jet adotado por Marcio Dottori!

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                                          Em Floripa

                                          Por: Redação -

                                          Começaram ontem (21) o I Seminário Sustentabilidade Náutica – Praias e Marinas e o VIII Workshop Anual do Programa Bandeira Azul, em Florianópolis. O propósito dos dois eventos é discutir alternativas para promover a sustentabilidade por meio da melhoria na qualidade dos serviços, bem como as boas práticas de conservação ambiental.

                                          A realização é do Instituto Ambientes em Rede, com apoio da Acatmar (Associação Náutica Catarinense para o Brasil) e Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. O presidente do GTT Náutico SC, Leandro ‘Mané Ferrari’ destacou uma das principais iniciativas que contam com a parceria do GTT: o Projeto Limpeza dos Mares. “Em três edições retiramos cerca de quatro toneladas de lixo do fundo do mar. Essa iniciativa demonstra que o setor náutico está preocupado com a conservação do meio ambiente e sustentabilidade. Ninguém quer navegar em mar sujo”, afirmou.

                                          O diretor de negócios da Acatmar e coordenador executivo do GTT Náutico SC, Álvaro Ornelas, falou sobre as novas tendências do turismo no mundo todo e a importância de inovar e oferecer serviços de qualidade aos visitantes. “Os destinos turísticos – e isso vale para todos os segmentos do turismo náutico – precisam se posicionar no mercado. Destinos de mergulho, por exemplo, devem focar na promoção dos atrativos e características positivas para conquistar novos visitantes. Hoje o turismo está ligado diretamente aos valores e às experiências humanas”, enfatizou.

                                          Ainda durante a manhã desta quinta, a coordenadora Nacional do Programa Bandeira Azul, Leana Bernardi, falou sobre os requisitos necessários para a obtenção do selo internacional, que pode ser conquistado por praias e marinas. “A Bandeira Azul comprova que o município ou o empreendimento está comprometido com a preservação dos recursos naturais e promove a interação sustentável com o meio ambiente”, explicou. Outro destaque da programação desta quinta-feira foi a palestra da espanhola Paloma Arias, que trabalhou durante 20 anos na entidade que desenvolve o programa Bandeira Azul na Espanha, a Asociación de Educación Ambiental y del Consumidor.

                                          O Seminário e o Workshop estão sendo realizados no auditório da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), localizado na Rua Eduardo Gonçalves D’Avila, 303 – Itacorubi, Florianópolis. A programação continua nesta sexta (22), com mesas redondas com interessados em obter a Bandeira Azul em praias e marinas, além de capacitações para consultores. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail [email protected].

                                          Foto Divulgação

                                           

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                                            Barcos de pesca chineses operam ilegalmente na costa da África Ocidental, segundo denunciou o Greenpeace nesta quarta-feira (20). A organização apresentou, em Pequim ,os resultados de uma grande investigação. O número de barcos de pesca com bandeira chinesa ou pertencentes a empresas do país tem aumentado desproporcionalmente, passando de 13 em 1985 para 462 em 2013, segundo a ONG de defesa ambiental.

                                            Em oito anos, a ONG afirma ter detectado 114 casos de pesca ilegal realizadas por esses navios nas águas da Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mauritânia, Senegal e Serra Leoa. Estes navios operam principalmente sem autorização ou em zonas proibidas.

                                            Sessenta destes casos estão ligados à maior empresa de pesca deslocalizada da China, a estatal China National Fisheries Corporation (CNFC), de acordo com os resultados desta pesquisa de dois anos realizada pelo Greenpeace Leste da Ásia e Greenpeace África.

                                            “Num momento em que o governo chinês está eliminando certas práticas de pesca destrutivas de suas próprias águas, as lacunas existentes em sua política levam à implementação de padrões menos rígidos na África”, lamenta a ONG em comunicado.

                                            Segundo o texto, os casos foram registrados pela Unidade de Coordenação de operações da Comissão Regional de pesca com base em Dakar, e pelo Greenpeace.

                                            As ONGs explica que os casos mais recentes foram observados por seu navio “Esperanza”, que navegava nas zonas econômicas exclusivas (ZEE) do Senegal, Guiné-Bissau e Guiné entre 26 de outubro e 21 de novembro de 2014.

                                            “Somente nas águas guineenses, o navio documentou 16 atividades de pesca ilegais por 12 navios de bandeira chinesas ou empresas que pertencem a este país, ou seja, a média de um caso de pesca chinesa ilegal a cada dois dias”.

                                            Fonte revista Pesca Esportiva

                                            Foto Divulgação

                                             

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                                              O estaleiro holandês Wim Vander Valk, especializado em construção de embarcações totalmente personalizadas, acaba de divulgar imagens do trawler de 78 pés que está sendo construído em alumínio. O modelo com flybridge chamado de 2395 é o primeiro de uma nova série semi-custom desenhada Guido de Groot.

                                              A embarcação com camarotes para até 12 pessoas, será equipada com dois motores MAN de 1200 hp cada e, segundo o estaleiro, poderá navegar com velocidade máxima de 18 nós e eficiência no consumo de combustível.

                                              Ainda sem dono, o trawler 2395 deve ficar pronto em 2016 e está à venda. O preço não foi divulgado.

                                              Fotos: Wim Vander Valk/Divulgação

                                               

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                                                Warm Up

                                                Por: Redação -

                                                Além das disputas em quatro dias de regatas, a partir deste fim de semana (23 e 24, 30 e 31 de maio), a 2ª Etapa da Copa Swift Sport, válida pelo Circuito Ilhabela de vela oceânica, oferecerá aos velejadores várias atrações e promoções no Yacht Club de Ilhabela (YCI). As tripulações conhecerão o lançamento da Suzuki, o S-Cross, nova geração de crossover; participarão do sorteio da Wind Charter e ainda contarão com serviços sem custo da veleria North Sails.

                                                Das quatro etapas anuais da Copa Swift Sport, esta segunda tem o apelo de anteceder a Ilhabela Sailing Week (ISW), por isso é chamada de Warm Up para a ISW, que neste ano será disputada de 4 a 11 de julho. A competição que reúne as classes C30, HPE, IRC, RGS Geral e RGS Cruiser, será especial para a HPE nesta etapa porque as regatas serão simultâneas ao Campeonato Brasileiro da classe, entre 28 e 31 de maio.

                                                “Se a primeira etapa já foi ótima com nove barcos HPE, a segunda será ainda melhor, com tripulações vindas de outros estados, além de São Paulo. Espero pelo menos 20 veleiros na raia, não apenas pelo Brasileiro, mas também pela proximidade da Ilhabela Sailing Week”, considera Fábio Bocciarelli, comandante do Atrevido, vice-campeão da Ilhabela Sailing Week em 2014, atrás do Ginga, líder da HPE na Copa Swift Sport 2015. Na primeira etapa, em março, correram 32 barcos, entre todas as classes.

                                                As inscrições serão feitas no YCI em 22 e 23 de maio. Dia 22 das 18h às 21h e dia 23 das  8h às 11h30 na secretaria do evento no YCI, com valor de R$ 85 por tripulante, exceto tripulante-mirim, isento de taxa. A classe HPE 25, excepcionalmente, terá 50% de desconto devido ao Campeonato Brasileiro, disputado simultaneamente no segundo fim de semana (30 e 31 de maio).

                                                Também nos dias 30 e 31 de maio, a organização da classe RGS, com coordenação de Martin Bonato e do medidor Alexandre Martin, estará no Yacht Club de Ilhabela para prestar serviço especial às tripulações que desejarem medir seus barcos na classe RGS para correr a 42ª Ilhabela Sailing Week, principal competição de oceano da América Latina, entre os dias 4 e 11 de julho.

                                                “Queremos facilitar o processo de medição oferecendo o serviço aos comandantes que pretendem correr na RGS. Basta levar a embarcação ao Yacht Club de Ilhabela durante o segundo fim de semana da 2ª Etapa da Copa Swift Sport. O certificado será emitido sem qualquer custo”, afirma o diretor da Comissão de Regatas (CR), Carlos Sodré, o Cuca. Os interessados em aproveitar a oportunidade devem entrar em contato com a organização pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 11/97147-4229. O agendamento é indispensável.

                                                Foto Marcos Méndez / Sail Station

                                                 

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                                                  Por: Redação -
                                                  21/05/2015

                                                  A flotilha da Volvo Ocean Race passa por uma das águas mais famosas do mundo. Foi no Atlântico Norte que ocorreu o naufrágio do Titanic, no ano de 1912. A história, que virou filme sucesso de bilheteria, é de um transatlântico que bate numa enorme massa enorme de gelo. Para evitar que o problema se repetida, a organização da regata fez uma zona de exclusão para a sétima etapa, que saiu dos Estados Unidos com destino a Portugal. Nesta quinta-feira (21), as seis equipes não passaram muito distantes do local – 75 milhas (138 quilômetros) ao sul do naufrágio do Titanic.

                                                  Porém, o fato que mais prejudicou uma das equipes foi uma simples caixa de madeira. O barco Abu Dhabi Ocean Racing, líder da classificação geral, foi obrigado a perder um tempo para tirar o objeto da quilha. Um tripulante mergulhou na água fria – 10 graus – para arrumar o problema. O time árabe voltou para a regata e ocupa a terceira posição na etapa.

                                                  “Nós não temos de pensar em vencer a perna, mas ganhar o campeonato. A estratégia de Ian Walker foi sempre terminar as etapas entre os três primeiros”, explicou Matt Knighton, repórter do Abu Dhabi Ocean Racing.

                                                  Além dos imprevistos, do fantasma do Titanic e do frio, a sétima etapa da Volvo Ocean Race é a mesma onde ocorreu a última morte e o último naufrágio da regata. Em 2006, o holandês Hans Horrevoets morreu ao ser varrido do convés por uma onda. No mesmo período, o barco Movistar naufragou no Atlântico. O comandante do Team Brunel, Bouwe Bekking, viveu essas duas experiências. “Eu não penso mais sobre isso. Foi uma pena, pois era uma campanha muito bem preparada. Serviu de alerta”.

                                                  Em duras condições meteorológicas, o Bouwe Bekking do Movistar na época viveu um dilema: ou tentar salvar seu navio ou não colocar a tripulação em risco. Ele escolheu a segunda opção e seus companheiros foram resgatados pelo Abn Amro Two, que também estava o corpo do falecido Hans Horrevoets.

                                                  Bouwe Bekking admitiu que o aniversário do ocorrido serviu como um lembrete dos perigos do Atlântico, embora tivesse certeza de que os Volvo Ocean 65 são mais bem preparados e robustos para os desafios do oceano.

                                                  A sétima etapa é liderada provisoriamente pelo Mapfre, do brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca. Team Brunel, Abu Dhabi, Team Alvimedica, Dongfeng e Team SCA estavam atrás na primeira posição da tarde desta quinta-feira. A diferença entre eles é menor do que 15 quilômetros. Os barcos devem chegar a Lisboa no início da semana que vem.

                                                  Foto Stefan Coppers / Team Brunel

                                                   

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                                                    O estaleiro da Nova Zelândia, Oceania Marine, especializado em dar nova cara a grandes embarcações, acaba de reformar um iate de 46 metros construído pelo estaleiro americano Palmer Johnson e lançou um vídeo, feito por um drone, para comemorar o retorno ao mar do gigante de alumínio.

                                                    O iate de 2010 é um Palmer Johnson 150’ Super Sport Yacht Series e acomoda até 12 pessoas a bordo.

                                                    Assista:

                                                    Imagens Oceania Marine

                                                     

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                                                      A nova equipe da America’s Cup, a SoftBank Team Japan, será liderada por Dean Barker, que foi nomeado capitão e CEO do desafiante japonês para a edição de 2017 da competição. O velejador neozelandês de 43 anos está há 15 na competição e já disputou o troféu a bordo de um veleiro quatro vezes.

                                                      “Esta é uma oportunidade incrível para construir uma nova equipe do zero”, declarou Barker em Bermudas onde ele e o gerente geral da equipe Kazuhiko “Fuku” Sofuku estão acertando os detalhes da participação do sindicato com os organizadores da regata.

                                                      “É uma honra para assumir a responsabilidade de skipper e CEO da SoftBank Team Japan. Estamos preenchendo as vagas na equipe o mais rápido que podemos. Acho que estamos reunindo uma equipe muito forte e nós queremos competir em pé de igualdade com as outras equipes e estamos montando uma equipe que é capaz de fazer isso. Nosso objetivo na America’s Cup é vencer”, completou Dean Barker.

                                                      A SoftBank Team Japan foi confirmada como desafiante da America’s Cup no início do mês e tem uma longa lista de trabalho pela frente já que eles querem estar no primeiro evento da America’s Cup World Series em julho, na cidade de Portsmouth.

                                                      “No curto prazo, o nosso objetivo é estar pronto para competir em Portsmouth”, disse Fuku. “Somente depois disso nosso foco irá mudar e vamos começar a investir em uma equipe japonesa”.

                                                      Dean Barker já venceu uma edição da America’s Cup a frente do sindicato kiwi Team New Zealand, em 2000.

                                                      Foto SoftBank Team Japan/ Divulgação

                                                       

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                                                        Criada há 27 anos, NÁUTICA está a apenas dois barcos de completar a marca histórica de mil testes de lanchas, jets e veleiros publicados, como os que você pode conferir a seguir.

                                                        Velamar 28

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                                                        Apresentado na 1ª edição de NÁUTICA, recebeu de nosso avaliador o seguinte comentário: “Embora feito para cruzeiros, não faria feio em uma regata”. Previsão 100% confirmada.

                                                        Luna 180

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                                                        Construída pelo antigo estaleiro Mykonos, baseada na americana Bayliner 18, foi a 100ª lancha testada por NÁUTICA, na edição 38, de outubro de 1991.

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                                                        Criada pelo estaleiro Kiwi Boats (atual Schaefer Yachts) esta 19 pés tinha como ponto forte a robustez do casco, “preparado para enfrentar o mau humor dos mares do sul”. Foi o nosso 200º teste publicado.

                                                        Real Revolution 40

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                                                        Lançada pela Real Powerboats, esta 40 pés se destacou em nosso teste de nº 300 pela combinação de esportividade e conforto, mesmo na categoria das velozes offshore.

                                                        Especial 400 testes

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                                                        Após testar 399 barcos (em que se somam as avaliações feitas nas revistas Mar, Mar Vela & Motor e NÁUTICA), contamos a nossa história e revelamos como são feitos os nossos testes.

                                                        Intermarine 46

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                                                        Chegamos ao teste 500 voando na lancha a diesel mais veloz do Brasil, até então, com a marca de 56,6 nós — ou 105 km/h! —, com dois motores de 689 hp cada.

                                                        Delta 36

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                                                        “Um barco com bom acabamento e instalações caprichadas, para quem gosta de velejar rápido”, avaliou NÁUTICA. Era o teste de nº 600, publicado em setembro de 2002.

                                                        Skipper 30

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                                                        Nosso 700º barco testado foi o primeiro veleiro da série, e de cara se mostrou muito bom, tanto para passeios como para disputar regatas, autêntico dois-em-um que é.

                                                        Thorus 305

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                                                        Construída pelo campeão mundial de jet Alessander Lenzi, destacou-se em nosso 800º teste pelo feliz casamento da cabine alta com o cockpit completo.

                                                        O’Day 23

                                                        Oday23_IMG_6041_OK

                                                        Criado na década de 70, este pequeno veleiro foi reapresentado aos leitores de NÁUTICA no teste de nº 900, carimbado com selo de “usado”, ótima opção para quem se inicia no mundo da vela.

                                                        Fotos: Arquivo NÁUTICA

                                                         

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                                                          Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                                                            Considerados os maiores destaques no último Rio Boat Show, os barcos de alto padrão da Schaefer Yachts estarão novamente em exposição durante happy hour na sede do estaleiro, na cabeceira continental da ponte Hercílio Luz, em Florianópolis. O evento será nesta quinta-feira (21/5), regado aos produtos da vinícola Pericó, revelação catarinense no setor que conquista cada dia mais prêmios por seus vinhos e espumantes. Os seminovos seguem em exposição até dia 23 (sábado).

                                                            A Schaefer Yachts já produziu mais de 3 mil embarcações e conta com três unidades fabris na Grande Florianópolis. Trata-se de uma indústria genuinamente catarinense que conquistou reconhecimento em todo o mundo, além de ser a principal responsável pelo desenvolvimento do polo náutico de Santa Catarina, um dos maiores do país. Também no mês passado, a Schaefer Yachts conquistou o prêmio Barco do Ano na feira internacional de Busan, na Coreia do Norte, com a lancha Phantom 30 3, considerada o maior sucesso náutico nacional, que tem mais de 1,4 mil unidades vendidas. A aproximação com os coreanos propiciou a instalação de uma fábrica do estaleiro naquele país, prevista para os próximos anos.

                                                            Imagens: Divulgação

                                                             

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