O mar na tela

19/03/2015

Se você gosta de cinema tanto quanto gosta de barcos, ou se quando indagado sobre longas que retratam a náutica, logo vem à sua cabeça “Titanic”, NÁUTICA dá dez sugestões para você transpor os mares, também, na telona. Os filmes também podem ser grandes companheiros para os navegantes solitários, ou ótimos programas para a família durante os passeios de barco. Ainda melhor se tiver tudo a ver com o tema. Vale anotar as dicas!

Wind, a Força dos Ventos

Após ser derrotado pelos australianos, velejador decide reconquistar a America’s Cup para os EUA. Para isso, conta com a ajuda da ex-namorada, uma talentosa projetista.

Mestre dos Mares

A rotina a bordo do navio inglês Surprise, comandado pelo Capitão Jack Aubrey (Russell Crowe), durante combate com o francês Acheron, em 1805.

Imensidão Azul

A vida do grande mergulhador Jacque Mayol (interpretado por Jean-Marc Barr) e seu amigo Enzo Molinari (Jean Reno). O próprio Mayol auxiliou Besson a escrever o roteiro.

Náufrago

Funcionário da FedEx (Tom Hanks) passa quatro anos isolado em uma ilha do Pacífico, após sobreviver a um acidente aéreo. Hanks passou por transformações físicas surpreendentes.

O Grande Motim                                                 

Em 1787, tenente (Clark Gable) lidera investida contra o capitão do navio H.M.S. Bounty. Filmado em 1935, ganhou duas refilmagens. Entre elas, The Bounty (Rebelião em Alto-Mar), de 1984, com Mel Gibson.

Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra

O capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) é protagonista de uma aventura que teve quatro sequências, em que o herói/vilão se envolve em confusões pelos sete mares.

O Destino do Poseidon

Grupo liderado por um pastor (Gene Hackman) tenta escapar da morte após o transatlântico em que viajavam naufragar, atingido por onda gigante, em plena noite de ano-novo.

Mister Roberts

Durante a II Guerra, oficial de um navio de suprimentos da Marinha dos EUA deseja ser transferido para a frota naval que luta contra os japoneses, mas seu superior não deixa.

Mar em Fúria

George Clooney dá vida a um pescador que enfrenta com sua tripulação uma “tempestade perfeita”, que acontece apenas uma vez por século, com ondas de 30 metros e ventos de quase 200 km/h.

As aventuras de Pi

Sobreviventes de um naufrágio, um jovem e um tigre dividem um bote salva-vidas no meio do oceano, em uma aventura cheia de adversidades. Rodado em 3D, o filme tem efeitos impressionantes.

 

Foto: Arquivo NÁUTICA

 

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    M/Y Vica

    Por: Redação -
    18/03/2015

    O iate M/Y Vica – de quase 50 metros de comprimento – é o primeiro iate da italiana Benetti com tecnologia híbrida: casco de fibra de vidro e superestrutura de alumínio. A flexível qualidade do alumínio permitiu uma customização ao cliente. É uma embarcação mediterrânea que se destaca pelos espaços exteriores, amplos deques tanto na popa quanto na proa e convés superior, assim como um grandioso sun deck. M/Y Vica garante uma confortável performance (silenciosa e praticamente livre de vibrações) graças a uma conexão elástica especial entre motores e eixo propulsor.

    Os exteriores têm grandes janelas e três painéis removíveis – uma característica exclusiva Vica. O primeiro painel está à popa, ao lado do local de transporte e lançamento do tender; o segundo está na plataforma de banho; e o terceiro no deck inferior, permitindo que o lobby – geralmente uma área fechada – possa ser aberto. Além disso, incomum para um barco desse tamanho – há uma escada retrátil, que leva até a água, para uso exclusivo do proprietário da embarcação.

    O layout interior inclui quatro cabines de convidados no deque inferior, a suíte do proprietário à proa no deck principal, e uma cabine adicional do deck superior. Os 12 membros da tripulação dividem seis cabines no deque inferior. Os interiores foram desenhados para proporcionar uma sensação de casa e bem-estar, exceto pelo o hall de entrada com a sua impressionante escada de ferro forjado.

    Fundada em 1873, Benetti é o mais antigo estaleiro italiano de luxo. Benetti projeta, desenvolve e comercializa duas linhas de produtos: Class – Displacement e Fast Displacement de 93-145 pés; e Custom – em aço e alumínio com mais de 45 metros de comprimento. A Benetti tem instalações em Viareggio, Fano, Livorno e escritórios em Fort Lauderdale, Dubai e Hong Kong. Benetti faz parte do Gruppo Azimut | Benetti, o maior grupo de capital privado do mundo de iates de luxo.

    Foto: Divulgação

     

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      F 400 Gran Coupé

      Por: Redação -

      Lançada no São Paulo Boat Show, a F 400 Gran Coupé foi construída com base nos moldes da antiga Armada 400, pelas mãos do estaleiro catarinense Fibrafort, com consultoria da Porsche. O resultado é um design moderno e acabamento mais bem cuidado. A lancha tem cockpit de 1,80 m de pé-direito, coberto por hardtop com teto solar de abertura elétrica, e uma generosa plataforma de popa com minicozinha. Pode levar 14 passageiros de dia e seis em pernoite. A motorização, de centro-rabeta, emprega uma parelha de 300 ou 400 hp.

      O Rio Boat Show 2015, maior salão náutico da América Latina, acontece entre os dias 26 e 31 de março, no Riocentro, Av. Salvador Allende, 6.555, Pavilhão 3, Barra da Tijuca.

      Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do evento (R$ 50 – convite regular, inclusive para crianças acima de 1 m de altura (crianças de até 1 m não pagam); R$ 25 – pessoas acima de 65 anos; R$ 1 – portadores de necessidades especiais) ou pela internet, clique www.ingressorapido.com.br e garanta já sem ingresso. O Riocentro tem estacionamento próprio e os visitantes do Rio Boat Show 2015 pagam o valor de R$ 22.

      Atenção para os horários: dia 26 (abertura) – das 15h às 22h / dias de semana – das 13h às 22h / fim de semana – das 12h às 22h / dia 31 (encerramento) – das 13h às 20h.

      Foto: Divulgação

       

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        Motor de popa

        Por: Redação -

        O coração do barco é seu motor. E o que fazer para cuidar bem dessa peça e evitar problemas cardíacos em sua embarcação? Marcio Dottori mostra os cuidados para se ter com o motor de popa que vão além de sua manutenção. Veja!

        Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

         

         

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          Trocando de cockpit

          Por: Redação -

          O piloto inglês de Fórmula 1, Lewis Hamilton, aproveitou o dia de folga em Sydney, na Austrália, para velejar com amigos. A foto, publica na conta do Instagram do piloto, mostra que ele trocou o volante da veloz Mercedes pelo timão de um veleiro.

          Hamilton aproveitou para elogiar as belezas da cidade: “Depois de um longo dia de entrevistas, velejar com amigos em Sidney foi um jeito ótimo de encerrar o dia. Sydney é linda e eu espero voltar no ano que vem”.

          O piloto estava na Austrália para o Circuito de Melbourne, que aconteceu no domingo. Esta foi a primeira prova da temporada e Hamilton venceu a corrida.

          Foto: Reprodução/Instagram

           

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            Eles estão voltando!

            Por: Redação -

            Com atraso de 67 horas para evitar o impacto do ciclone Pam, a Volvo Ocean Race seguiu viagem para o Brasil, mais precisamente Itajaí, em Santa Catarina. A quinta etapa da Volta ao Mundo largou, nesta terça-feira (17), de Auckland, na Nova Zelândia. As seis equipes vão ter pela frente a perna mais longa do evento – 6 776 milhas náuticas ou 12 550 quilômetros – e dificuldades como o frio dos mares do Sul, ondas gigantes e o temido Cabo Horn. Entre os tripulantes, um brasileiro: André ‘Bochecha’ Fonseca é o timoneiro do Mapfre, barco de bandeira espanhola na regata.

            “Todos os velejadores querem disputar essa etapa, pois passa pelos mares do Sul e pelo Cabo Horn. É uma marca importante na carreira do atleta. Adoramos pegar ondas grandes…Passamos frio e fome, mas nos divertimos”, disse o catarinense Bochecha.

            “Estou ansioso para chegar ao Brasil. Faz tempo que não vou pra casa. Vou chegar logo no meu país e no meu estado. Itajaí é pertinho de Florianópolis, onde moro. Estou louco por um churrasco”, brincou André ‘Bochecha’ Fonseca.

            A regata também tem uma quase brasileira. Carolijn Brouwer corre no Team SCA, barco só de mulheres na aventura. A atleta holandesa morou mais de uma década no Brasil. “É sempre uma etapa com muita tensão e nervos. Os pontos de gelo — ice gates — estarão bem mais ao Sul. Vamos pegar frio e muito vento. Nosso objetivo é chegar em Itajaí com o barco inteiro”, disse a velejadora, que participou da edição 2001-02.

            E a regata não será nem um pouco fácil do ponto de vista dos velejadores. Além do frio e das ondas, eles devem enfrentar de 25 a 35 nós de vento, o que equivale de 46 a 65 km/h até dobrar o Cabo Horn.

            A previsão é que a etapa demore cerca de três semanas para ser concluída. A tendência é que o líder cruze a linha de chegada em Itajaí no dia 7 de abril. O percurso leva os barcos perto de Point Nemo, famoso na obra de Julio Verne. É o lugar mais remoto da terra, que fica no Pacífico Sul.

            A regata até Itajaí marca a volta para o Atlântico e a contagem regressiva para o fim da Volvo Ocean Race. Mas, antes de relaxar, eles terão o Cabo Horn no Oceano Antártico, que fica na ponta da América do Sul. Desde o século 17, o local é um marco para todos os velejadores. Para se ter uma ideia, mais pessoas chegaram ao cume do Everest do que contornaram o Cabo Horn. As ondas podem atingir 30 metros – 100 pés, o que é quase o mesmo tamanho do mastro do barco Volvo Ocean 65.

            Foto: Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

             

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              Cimitarra 560 Flybridge

              Por: Redação -
              17/03/2015

              Um dos recentes lançamentos do estaleiro — que deverá levar para a água, este ano, a Cimitarra 760, quase do tamanho de um iate —, a Cimitarra 560 Flybridge já é um sucesso, tendo perto de 10 unidades comercializadas. Com design imponente e bom padrão de acabamento, é bem espaçosa: tem capacidade para até 17 pessoas em passeios diurnos e oito em pernoite, além de oferecer quarto e banheiro para tripulação. O modelo vem com flybridge e teto solar, chamado de Sundeck, além de uma grande plataforma de popa com espaço gourmet.

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              Foto: Divulgação

               

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                Sul-Brasileiro de Optimist

                Por: Redação -

                Após três dias de regatas, o Campeonato Sul-Brasileiro, válido como Seletiva para o Mundial de Optimist, não poderia acabar de melhor maneira. A raia de Jurerê proporcionou ótimas velejadas aos atletas, com condições de vento nordeste de 10 a 14 nós. E quem melhor soube aproveitar os ventos foram os gaúchos Tiago Quevedo e Lucas Stolf, ambos do clube Veleiros do Sul. Tiago confirmou o bicampeonato da competição na categoria Veterano, coroando um ano perfeito que começou com o título brasileiro no Rio de Janeiro, enquanto Lucas foi o mais consistente entre os Estreantes.

                Atual bicampeão brasileiro, Tiago Quevedo chegou à Florianópolis com a liderança da seletiva e o status de favorito para o título Sul-Brasileiro. Após um começo com alguns resultados inconstantes, o gaúcho assumiu a liderança da flotilha após a metade do campeonato, vencendo todas as regatas nos últimos dois dias.

                “Estou muito feliz com o resultado. Comecei o campeonato com alguns erros, mas depois consegui velejar bem. Esse vai ser meu segundo mundial e quero melhorar o meu quinto lugar do ano passado. Quem sabe buscar uma medalha pro Brasil”, disse Tiago Quevedo, que em 2014 representou o Brasil no Mundial de Optimist, na Argentina.

                Vice-campeão, Tiago Monteiro, do Cabanga Iate Clube Pernambuco, confirmou uma das cinco vagas na equipe brasileira que disputa o Mundial na Polônia. O velejador encerrou o Sul-Brasileiro com 45 pontos perdidos. O terceiro colocado no Sul-Brasileiro foi Gabriel Kern, do Clube dos Jangadeiros, com 46 pontos perdidos.

                Líder entre os Estreantes, o gaúcho Lucas Stolf, do Veleiros do Sul, confirmou o título nesse sábado. O segundo lugar na primeira regata do dia confirmou a liderança ao velejador, que descartou a última pontuação do evento. Com nove pontos perdidos, Lucas terminou a competição um ponto à frente do pernambucano João Cardoso, do Cabanga Iate Clube. Pedro Amine, do Veleiros do Sul, completou o pódio da categoria com 18 pontos perdidos.

                Com dezessete velejadores na flotilha Estreante, Tiago da Silva, do Iate Clube de Santa Catarina, foi o melhor catarinense ao final das disputas, terminando na nona posição com 47 pontos. Ainda entre os catarinenses Francisco Bittar ficou em 10º, João da Silva em 14º e Gabriel Steinman em 15º, todos do Lagoa Iate Clube.

                O Campeonato Sul-Brasileiro de Optimist definiu a equipe brasileira que disputa o Mundial da categoria na Polônia. Além da dupla Tiago Quevedo (RS – Veleiros do Sul) e Tiago Monteiro (PE – Cabanga Iate Clube), os gaúchos João Vasconcellos e João Tatsch (Clube dos Jangadeiros) e Gabriel Camargo (Veleiros do Sul) integram a equipe de cinco atletas que representarão o país em Dzimnów.

                “O nível técnico da seletiva foi muito bom. Os velejadores foram desafiados durante os quatro dias com diferentes condições de vento. Além disso, a flotilha se mostrou muito compacta, o que mostra o equilíbrio nas disputas. Os velejadores classificados têm tudo para representar muito bem o Brasil”, disse Ricardo Navarro, presidente da Comissão de Regatas.

                Classificação – Veterano (após sete regatas e um descarte)
                1º Tiago Quevedo (RS) – 21pp
                2º Tiago Monteiro (PE) – 45pp
                3º Gabriel Kern (RS) – 46pp
                4º João Tatsch (RS) – 48pp
                5º Gabriel Camargo (RS) – 50pp
                6º Luan Souza (SP) – 56pp
                7º João Vasconcellos (RS) – 48pp
                8º Nicolas Bernal (SP) – 69pp
                9º Guilherme Plentz (RS) – 70pp
                10º Bernardo Pereira (BA) – 71pp

                Classificação – Estreante (após cinco regatas e um descarte)
                1º Lucas Stolf (RS) – 9pp
                2º João Cardoso (PE) – 10pp
                3º Pedro Amine (RS) – 18pp
                4º Erick Carpes (RS) – 27pp
                5º Leonardo Caminha (RS) – 28pp
                6º Bruna Haiml (RS) – 38pp
                7º Francisco Ruschel (RS) – 38pp
                8º Guilherme Santos (RS) – 46pp
                9º Tiago da Silva (SC) – 47pp
                10º Francisco Bittar (SC) – 49pp

                Classificados para o Mundial:
                Tiago Quevedo (RS – Veleiros do Sul)
                Gabriel Camargo (RS – Veleiros do Sul)
                Tiago Monteiro (PE – Cabanga Iate Clube)
                João Vasconcellos (RS – Clube dos Jangadeiros)
                João Tatsch (RS – Clube dos Jangadeiros)

                Foto: Mauro Goulart/ICSC

                 

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                  Em Porto Alegre

                  Por: Redação -

                  Em comemoração ao aniversário de Porto Alegre e abertura da temporada da classe de Oceano, o Clube dos Jangadeiros realiza nos dias 21 e 22 de março a 21ª edição da Copa Cidade de Porto Alegre, que deverá reunir mais de 200 velejadores entre comandantes e tripulações. Participam do evento todos os clubes náuticos da capital, com barcos nas categorias ORC Internacional, BRA RGS, J-24, HPE 25 e Microtoner 19, além da Solitário.

                  “Será um campeonato com uma abertura muito interessante, pois os comandantes vão poder mostrar na raia o que preparam durante a pré-temporada. Após três meses sem regatas, todos têm muita vontade de voltar a velejar e mostrar a competitividade na raia, ainda mais que a previsão é de bons ventos para a competição”, disse o diretor de Oceano Rodrigo Castro.

                  O troféu da Copa Cidade de Porto Alegre foi conquistado no ano passado pelo comandante Caco Moré e equipe com o barco Abaquar. Em 2013 a vitória foi do barco Hobart, de Airton Schneider e o barco Kamikaze XI de Hilton Piccolo, venceu em 2012, todos do Clube dos Jangadeiros.

                  Foto: Claudio Bergman/Divulgação

                   

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                    Lenda do jet nacional

                    Por: Redação -

                    Falar de jet no Brasil é obrigatório mencionar Reinaldo Cangueiro, ou simplesmente Cangueiro, uma verdadeira lenda no esporte náutico e talvez o piloto mais vitorioso ou quem sabe o mais experiente ainda em atividade. Com 48 anos de idade, esse paulista natural da Capital, é o retrato de uma geração competitiva que ainda segue em atividade pelo mundo afora.

                    Advogado, hoje radicado na cidade do interior paulista Fernandópolis, começou a praticar o esporte em 1991 em Armação de Búzios, no Rio de Janeiro, com um equipamento alugado, acabou por se apaixonar pelo “brinquedo”. Retornando a São Paulo comprou seu primeiro jet, um Kawasaki SX 650 stand up, mas sua primeira participação em uma competição foi cinco anos depois, já de Kawasaki X2. De lá para cá são 19 anos dedicados ao esporte náutico e com uma contagem de nada mais, nada menos que 343 troféus em sua estante.

                    Desse montante são diversos títulos regionais, paulistas, cariocas, e brasileiros. “Sou penta Campeão Brasileiro pela BJSA, e diversas vezes paulista pela LPJS e também pela BJSA”.

                    Além das competições aqui no Brasil, Cangueiro se aventurou na competição mais difícil do planeta, o mundial de Lake Havasu, Estados Unidos. “No Mundial competi pela primeira vez em 2005, empatei em 2º lugar em pontos, competindo pela categoria Runabout Novice. Competi também pela Runabout Stock, fiquei em primeiro numa bateria e quebrei na segunda.”

                    Em 2006, Reinaldo retornou a Havasu e correu na Runabout Stock, ficando na 5ª colocação. No ano seguinte correu na categoria Runabout Veteran Expert ficando dessa vez em primeiro lugar na 1ª bateria. Ele disputava o primeiro lugar com um piloto da Tailândia, “tivemos uma forte batida e infelizmente ele quebrou a perna, fratura exposta. Meu jet virou e não pegou mais”. Cangueiro ficou em 7º neste ano e muito triste pela fratura da perna do piloto tailandês. Neste mesmo ano faleceu o piloto da Sérvia, no mesmo dia também em um acidente na corrida, um ano a ser esquecido por Lake Havasu.

                    Ganga, como também é conhecido, já teve mais de 20 jets, e gosta e recomenda o Sea-Doo RXP-X 260, que na sua opinião é o melhor jet de passeio e competição da atualidade. Acompanho seu perfil e vejo que estás envolvido com UTV, isso quer dizer que abandonou o jet? Ou breve voltará?

                    “Gosto muito do jet. Na verdade gosto muito de adrenalina, e o UTV está satisfazendo muito neste quesito, pois nos ralies de velocidade, cada curva é uma emoção, uma descarga de adrenalina, isso que motiva a gente a continuar.”

                    Sua última competição oficial foi na Bolívia, no Sul-Americano em 2013, onde ficou com o vice campeonato. Infelizmente as competições de jet estão diminuindo muito, o que desmotiva os pilotos a investirem nos equipamentos.

                    Questionado sobre quais as principais competições já esteve, a lista é grande, desde o  Rio Grande do Sul onde foi Campeão em 2012, no Sul-Americano, Categoria Open Lake Master, e vice Campeão na Runabout Open, empatando com o 2º colocado em pontos; Rio de Janeiro, onde foi campeão carioca, além de Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Ceará, Bahia, Mato Grosso, Amazonas/Manaus, São Paulo, e fora do Brasil competiu na Bolívia, Paraguai, Chile, Estados Unidos, Argentina, enfim, já rodou o mundo com o jet.

                    E sobre qual o melhor piloto de jet da atualidade?

                    “No Brasil tenho que puxar a sardinha para meu braseiro! (risos) Mas gosto muito do jeito de pilotar do Chris McLugage, um cara que era um ídolo pra mim, e que virou um grande amigo, que hoje mora em Lake Havasu, nos EUA, onde são realizadas as competições do Mundial de jet”.

                    Cangueiro faz menção às competições aqui no Brasil e o cenário é decepcionante, pois a falta de apoio e patrocínio dificulta a realização de provas. O que faz com que o esporte diminua, mas ele acredita que em breve teremos novidades, e haverá fortalecimento do nosso esporte.

                    A falta de apoio passa principalmente pelas montadoras como Kawasaki, Sea-Doo e Yamaha que além de não apoiarem nenhum piloto, não apoiam as competições. Cangueiro é taxativo “…jet é um brinquedo caro, o esporte é caro, e o comprador do jet, compra porque gosta, porque é apaixonado, por isso as fábricas não se importam com patrocínios ou divulgações, sabem que o comprador vai comprar e pronto. E realmente compra mesmo. Em países mais desenvolvidos o esporte é apoiado e patrocinado, tenho amigos nos EUA que vivem de jet, patrocínios, propagandas etc, isso nunca via existir aqui no Brasil, o país do futebol!”

                    Nesse rol de competições, países, títulos, troféus, Cangueiro ressalta que falta apenas uma única prova para ele poder correr e talvez “pendurar as chuteiras”, um endurance no Caribe.

                    Conhecer o Cangueiro e poder compartilhar de sua amizade, mesmo que nas redes sociais e algumas vezes por ano durante as competições é um privilégio para poucos. Poder ouvir suas histórias e conhecimentos faz desse brasileiro um exemplo de determinação e amor ao esporte.

                     

                    Ricardo Fuchs é fotógrafo da JetSkiNworld & Photojetski e viaja o mundo atrás das impressionantes imagens das competições de jets

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                      Phantom 620

                      Por: Redação -

                      A Phantom 620 será a maior das seis lanchas que o estaleiro catarinense Schaefer vai expor no salão náutico. Com três camarotes, a embarcação conta com um novo hardtop no flybridge. Há opção de realizar o interior do barco com renomado estúdio italiano Pininfarina. Pode ser encontrada também na versão 630, com quatro camarotes. Pode ser impulsionada por dois motores de 900 a 1 150 hp cada ou ips 1 200. Não deixe de conferir, ainda, os outros cinco modelos expostos: Phantom 500 Fly, Phantom 400 HT, Phantom 365, o grande sucesso Phantom 30 3 e o aguardado lançamento Phantom 375 HT.

                      O Rio Boat Show 2015, maior salão náutico da América Latina, acontece entre os dias 26 e 31 de março, no Riocentro, Av. Salvador Allende, 6.555, Pavilhão 3, Barra da Tijuca.

                      Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do evento (R$ 50 – convite regular, inclusive para crianças acima de 1 m de altura (crianças de até 1 m não pagam); R$ 25 – pessoas acima de 65 anos; R$ 1 – portadores de necessidades especiais) ou pela internet, clique www.ingressorapido.com.br e garanta já sem ingresso. O Riocentro tem estacionamento próprio e os visitantes do Rio Boat Show 2015 pagam o valor de R$ 22.

                      Atenção para os horários: dia 26 (abertura) – das 15h às 22h / dias de semana – das 13h às 22h / fim de semana – das 12h às 22h / dia 31 (encerramento) – das 13h às 20h.

                      Foto: Divulgação

                       

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                        Rumo ao Brasil

                        Por: Redação -

                        A largada da quinta etapa da Volvo Ocean Race, entre Auckland, na Nova Zelândia, e Itajaí, no Brasil, está confirmada para hoje, às 18h (Horário de Brasília). A partida será com três dias de atraso por causa do ciclone Pam, que entrou com força no Oceano Pacífico Sul.

                        Depois de uma reunião com os seis comandantes dos barcos e de analisar os dados meteorológicos, a organização concluiu que estava na hora de partir para evitar danos às tripulação e materiais. “O ciclone Pam está sob a Nova Zelândia. A maioria das rotas de saída desta etapa caem no centro do fenômeno. Achamos uma brecha, mas as equipes devem pegar até 40 nós e ondas enormes”, disse o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad. O ciclone Pam fez estragos em Vanuatu, uma pequena ilha da Oceania.

                        As equipes já pensam na estratégia para os primeiros dias da regata, que terá ao todo 6 776 milhas náuticas ou 12 550 quilômetros. “Não foi uma decisão fácil para a Volvo Ocean Race, realmente. O ciclone está passando e é muito poderoso”, explicou Iker Martínez, comandante do Mapfre. “Se você avançar mais cedo pode encontrar uma grande confusão com esses ventos fortes, que acabam sendo complicados de navegar. Se for muito depois pode não pegar vento”.

                        veja o vídeo sobre esta etapa da Volvo Ocean Race:

                        Foto: Victor Fraile / Volvo Ocean Race

                         

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                          Pilotagem

                          Por: Redação -
                          16/03/2015

                          Sabia que apenas com o uso correto do power trim você pode fazer o motor de seu barco render melhor, com maior velocidade, melhor economia e maior durabilidade? Marcio Dottori ensina dicas de pilotagem na seção Quero Saber. Assista!

                          Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                           

                           

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                            Contagem regressiva

                            Por: Redação -

                            Em apenas 10 dias, o pavilhão 3 do Riocentro receberá o Rio Boat Show, reconhecido como um dos mais importantes salões náuticos da América Latina. Em sua 18ª edição, o evento que ocorre de 26 a 31 de março, terá uma área total de 23 mil m². Com mais de 100 expositores entre estaleiros, indústrias especializadas em motores e equipamentos, empresas fornecedoras de peças e tecnologia, além de outras áreas da cadeia produtiva do setor, estarão em exposição mais de 120 embarcações, de diversos tamanhos e estilos.

                            Além de conferir os lançamentos e novidades no local, o público também poderá tirar suas dúvidas e identificar a melhor embarcação para seu estilo de vida e opção – lazer, moradia, deslocamento e esporte. A expectativa da organização é receber público superior a 30 mil pessoas.

                            “O Rio Boat Show volta ao Riocentro depois de 18 anos. É um centro de convenções de características internacionais, e localizado na região que mais cresce no Rio de Janeiro – tanto em residências, como em hotéis, shopping centers e escritórios comerciais. Estamos acompanhando assim a movimentação da cidade, que vem passando por grandes transformações. Nosso foco este ano está em trazer para nosso público a cadeia completa do segmento náutico e, claro, os grandes lançamentos e apostas do mercado”, indica Ernani Paciornik, idealizador do Rio Boat Show.

                            O Rio Boat Show tem apoio da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar).

                             

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                              Homenagem em Ubatuba

                              Por: Redação -

                              Por Márcio Dottori

                              O Vice-almirante Lima Filho, novo comandante do 8º Distrito Naval, o maior do Brasil em número de barcos de lazer registrados e que abrange o estado de São Paulo foi homenageado em Ubatuba. Autoridades da cidade e de São Sebastião, dirigentes dos iates clubes de Ilhabela e Ubatuba, juntos com empresários do setor de marinas do Litoral Norte paulista, promoveram um almoço de boas-vindas à autoridade máxima da Marinha no estado de São Paulo, cujo discurso, realizado ontem (domingo) no Ubatuba Iate Clube, destaca a união com comunidade náutica:

                              “O papel da Marinha é harmonizar, procurando juntos buscar soluções num Brasil cada vez maior e mais justo”, destacou o Vice-almirante Lima Filho.

                              O prefeito de Ubatuba, Maurício Moromizato, presente na recepção, enfatiza que, na visão de sua administração, o setor náutico, independentemente do lazer que proporciona, é fator de desenvolvimento e renda para o município do conhecido balneário paulista.

                              Este encontro foi o primeiro em Ubatuba que reuniu o chefe do executivo municipal, representantes da comunidade náutica local, membros do poder judiciário e do legislativo junto com o comandante da Marinha em São Paulo.

                              Na foto, Fausto Cardoso (Delegado Titular de Ubatuba); Júlio Cechetto (comodoro do Ubatuba Iate Clube); José Yunes (comodoro do Yacht Clube de Ilhabela); Marcio Fernandes (Soamar de São  Sebastião); Vice-almirante Lima Filho (comandante do 8º Distrito  Naval); Mauricio Moromizato (prefeito de Ubatuba); Roberto  Haddad (conselheiro do Ubatuba Iate Clube); Mauro Dottori (presidente do conselho deliberativo do Ubatuba Iate Clube); Helô Lacerda Franco (revista O Ancoradouro); Capitão de Fragata Marcelo de Oliveira Sá (delegado dos Portos em São Sebastião) e Vereador Simei (de São  Sebastião).

                              Fotos: Marcio Dottori

                               

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                                Volvo Ocean Race

                                Por: Redação -

                                O ciclone Pam mudou seu curso e seu principal ponto passará a 200 milhas, ou 370 quilômetros, de Auckland, local da largada da quinta etapa da Volvo Ocean Race, entre a Nova Zelândia e o Brasil. O impacto do fenômeno será menor do que o esperado. Mesmo assim, a partida dos barcos para Itajaí segue suspensa até terça-feira (17) e a organização tomou todas as medidas de segurança para evitar estragos. “Acreditamos que o pior já tenha passado, mas os ventos na Vila da Regata devem ficar entre 30 e 35 nós, ou 56 e 65 km/h. Teremos menos chuva do que o esperado. Parece que a pequena mudança de curso ciclone vai nos salvar de um problema muito maior”, acrescentou o meteorologista da regata, Gonzalo Infante.

                                O integrante da equipe de terra do Mapfre, o português Renato Conde, explicou o que estava ocorrendo na madrugada e manhã deste domingo (15). “Ficamos de guarda e amarramos todos os barcos para esperar o fenômeno passar”. O ciclone Pam deixou um rastro de destruição através da ilha de Vanuatu.

                                “Esta situação é única. Nunca pegamos algo assim nos 41 anos da Volvo Ocean Race”, escreveu o navegador australiano Andrew Cape, do Team Brunel.

                                Os comandantes dos seis barcos irão se reunir na manhã desta segunda-feira (16) para definir a data certa da largada da quinta etapa da Volvo Ocean Race. Apesar do fenômeno perder força, a meteorologia indica mais problemas na saída da Nova Zelândia, ainda pelo Pacífico Sul. “Até a chegada ao Oceano Antártico, o mar ficará difícil. Temos de garantir que a flotilha escape desse ponto perigoso”, contou Gonzalo Infante.

                                O prefeito de Itajaí, próxima cidade a receber a Volvo Ocean Race, participou da cerimônia de despedida da flotilha de Auckland. Jandir Bellini esteve ao lado do representante de Auckland, Len Brown, e juntos, simbolicamente, fizeram a passagem do bastão. “Estamos preparados mais uma vez. Itajaí gosta de desafios e estamos aguardando, é claro, com muita ansiedade”, disse Jandir Bellini.

                                A quinta etapa da Volvo Ocean Race terá 6.776 milhas (12.549 quilômetros) entre Auckland (Nova Zelândia) e Itajaí (Brasil). Será a mais longa e desgastante prova da Volta ao Mundo.

                                Fotos: Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

                                 

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                                  PrimeX 500

                                  Por: Redação -

                                  Especializada na comercialização de barcos de polietileno rotomoldado, a PrimeX Boats apresenta pela primeira vez no Rio seu PrimeX 500, através da Smart Pier. Indicado para pesca e uso geral, trata-se de um casco insubmergível, sem soldas nem rebites, que, segundo a marca, é ao mesmo tempo flexível e resistente a impactos (não trinca, não amassa nem oxida). A motorização é feita com um motor de popa de 15 a 40 hp. Com 5 m de comprimento e 1,5 m de boca, o PrimeX 500 recebe um total de seis pessoas, podendo ser equipado com viveiro para isca viva e porta-varas.

                                  O Rio Boat Show 2015, maior salão náutico da América Latina, acontece entre os dias 26 e 31 de março, no Riocentro, Av. Salvador Allende, 6.555, Pavilhão 3, Barra da Tijuca.

                                  Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do evento (R$ 50 – convite regular, inclusive para crianças acima de 1 m de altura (crianças de até 1 m não pagam); R$ 25 – pessoas acima de 65 anos; R$ 1 – portadores de necessidades especiais) ou pela internet, clique www.ingressorapido.com.br e garanta já sem ingresso. O Riocentro tem estacionamento próprio e os visitantes do Rio Boat Show 2015 pagam o valor de R$ 22.

                                  Atenção para os horários: dia 26 (abertura) – das 15h às 22h / dias de semana – das 13h às 22h / fim de semana – das 12h às 22h / dia 31 (encerramento) – das 13h às 20h.

                                  Foto: Divulgação

                                   

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                                    Revestimento náutico

                                    Ter banco de couro em carros e barcos representa luxo e requinte. Mas, para manter tanto o couro como o revestimento sintético com aspectos de novo, é preciso algumas precauções. Por isso, NÁUTICA conversou com Henrique Alves, da Kelsons, empresa que atende à demanda dos mercados automotivo, náutico, moveleiro e médico-hospitalar. Ele alerta para alguns cuidados que se deve ter com os estofados do barco:

                                    1- A tonalidade da cor do sintético influi no prazo de limpeza. Em revestimentos de cor clara o ideal é que a limpeza seja semanal. Para as cores mais escuras, a limpeza pode ser feita entre duas e três semanas.

                                    2- A limpeza deve ser feita apenas usando um pano úmido com água e sabão ou detergente neutro. Para secar, basta usar uma flanela.

                                    3- Substâncias como sabão em pasta, óleos, fluidos de limpeza, solvente, álcool ou limpadores à base de amônia não são recomendadas. Tais produtos podem danificar o acabamento do sintético e, consequentemente, afetarão a vida útil do estofado.

                                    4- Verificar se o sintético possui proteção anti-fungo é essencial. Como os estofados serão expostos tanto ao sol quanto a água doce e salgada, caso não possuam essa proteção, poderão sofrer com a proliferação de fungos e o surgimento de mofo ou bolor.

                                    5- Se o sofá for de almofadas soltas, é importante fazer um rodízio periodicamente entre elas para aumentar a vida útil.

                                    6- Evitar que animais domésticos subam em seu sofá ou poltronas pode parecer óbvio, mas é sempre bom ficar atento, pois isso pode acarretar rasgos ou riscos.

                                    Foto: Divulgação

                                     

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                                      Vitória feminina

                                      Por: Redação -
                                      15/03/2015

                                      “Fizemos uma super regata. A prova não foi fácil, mas o trabalho de equipe funcionou. Foi perfeito”, falou Sam Davies, comandante do Team SCA.

                                      Com a holandesa Carolijn Brouwer no leme, o Team SCA dominou a in-port desde a primeira boia e nenhuma das outras cinco equipes conseguiu mudar o resultado.

                                      “Nosso time veleja muito bem nesse barco. Foi a melhor coisa que nos aconteceu. Entramos com moral na perna cinco”, disse a britânica Dee Caffari.

                                      A diferença foi de 20 segundos para o Team Brunel, segundo colocado. Em terceiro ficou o Mapfre do brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca.

                                      “As condições não estavam fáceis, pois teve vento rápido, depois a intensidade diminuiu, a direção mudou e a gente trocou velas a todo instante”, explicou o brasileiro André Fonseca, encarregado da tática nesta In-Port.

                                      A segunda vitória das meninas do Team SCA — fato inedito até então — equilibra o campeonato das regatas locais. A equipe venceu também a prova de Abu Dhabi, no início do ano.

                                      O Abu Dhabi está empatado em primeiro com o Dongfeng com 14 pontos. O Team SCA tem 16.

                                      A regata foi realizada mesmo com a ameaça do ciclone Pam que promete entrar na região do Oceano Pacífico nas próximas horas. Por esse motivo, a largada para Itajaí, no Brasil, foi adiada para a próxima terça-feira (17).

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                                      Ciclone

                                      O ciclone Pam, um dos mais fortes dos últimos 40 anos no sul do Pacífico, fez estragos em Vanuatu, uma ilha próxima. O fenômeno deve chegar a Nova Zelândia enfraquecido entre domingo à noite e segunda-feira de manhã, mas as ondas de 20 metros e os ventos de mais de 60 nós obrigaram a organização a desmontar a Vila da Regata e adiar a largada.

                                      Resultado da New Zealand Herald Auckland In-Port Race:

                                      1. Team SCA
                                      2. Team Brunel
                                      3. Mapfre
                                      4. Dongfeng Race Team
                                      5. Team Alvimedica
                                      6. Abu Dhabi Ocean Racing

                                      Classificação das In-Port Races:

                                      1. Abu Dhabi Ocean Racing – 14 pontos
                                      2. Team Brunel – 14 pontos
                                      3. Team SCA – 16 pontos
                                      4. Dongfeng Race Team – 18 pontos
                                      5. Team Alvimedica – 20 pontos
                                      6. Mapfre – 25 pontos
                                      7. Team Vestas Wind – 36 pontos

                                      Fotos: Victor Fraile / Volvo Ocean Race

                                       

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                                        Cummins QSB 6.7

                                        Por: Redação -
                                        14/03/2015

                                        Disponível com até 550 hp, o motor Cummins QSB 6.7 tem boa performance, além de partida a frio sem fumaça, menor nível de ruído e facilidade na operação. Tudo isso sem sacrificar o consumo de combustível, que foi otimizado para velocidade de cruzeiro — rotação em que o motor mais trabalha.

                                        O Rio Boat Show 2015, maior salão náutico da América Latina, acontece entre os dias 26 e 31 de março, no Riocentro, Av. Salvador Allende, 6.555, Pavilhão 3, Barra da Tijuca.

                                        Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do evento (R$ 50 – convite regular, inclusive para crianças acima de 1 m de altura (crianças de até 1 m não pagam); R$ 25 – pessoas acima de 65 anos; R$ 1 – portadores de necessidades especiais) ou pela internet, clique www.ingressorapido.com.br e garanta já sem ingresso. O Riocentro tem estacionamento próprio e os visitantes do Rio Boat Show 2015 pagam o valor de R$ 22.

                                        Atenção para os horários: dia 26 (abertura) – das 15h às 22h / dias de semana – das 13h às 22h / fim de semana – das 12h às 22h / dia 31 (encerramento) – das 13h às 20h.

                                        Foto: Divulgação

                                         

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                                          S-335 INT

                                          Por: Redação -

                                          Este lançamento da marca catarinense Sboats é a versão Intermediária (entre a Standard e a Luxo) de um casco monobloco de polietileno (plástico duro e resistente) que o cliente monta como quiser. A motorização utiliza um motor de popa de 15 a 30 hp. O S-335 INT tem duas opções de painéis, sendo uma delas com paiol lateral e outra sem, proporcionando um corredor lateral para melhor circulação.

                                          O Rio Boat Show 2015, maior salão náutico da América Latina, acontece entre os dias 26 e 31 de março, no Riocentro, Av. Salvador Allende, 6.555, Pavilhão 3, Barra da Tijuca.

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                                          Foto: Divulgação

                                           

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                                            Perigo no Pacífico Sul

                                            Por: Redação -
                                            13/03/2015

                                            O ciclone batizado de Pam – de categoria 5 – causou mais uma vez o adiamento da quinta etapa da Volvo Ocean Race, regata que será disputada entre a Nova Zelândia e o Brasil. Especialistas indicam que o fenômeno é o mais forte dos últimos 40 anos no Pacífico Sul e está causando ventos de mais de 200 km/h e chuvas torrenciais. Por isso, a organização e os atletas decidiram por bem adiar a largada visando segurança da tripulação e barcos. Até a próxima terça-feira (17) nenhum veleiro pode deixar Auckland.

                                            “Vimos nove ciclones categoria 5 nos últimos 40 anos no Pacífico Sul e este é o mais forte. Quando se aproxima das águas mais frias, ele vai diminuir de intensidade, mas vamos ver ondas gigantes de 8 e 9 metros”, disse Richard Green, da estação de rádio meteorologista RadioLIVE Nova Zelândia.

                                            Knut Frostad, CEO da Volvo Ocean Race, voltou a se manifestar. “Estas condições são raras na regata e até na Nova Zelândia. Nós não vamos começar a perna até terça-feira”.

                                            A decisão final de quando os barcos vão seguir viagem rumo a Itajaí será neste domingo após o comunicado oficial da Volvo Ocean Race. Para evitar problemas, a organização começou a desmontar as estruturas da Vila da Regata de Auckland, pois o fenômeno se aproxima da terra com ventos próximos 120 km/h.

                                            Um ciclone é o mesmo tipo de fenômeno que um furacão ou um tufão, mas um nome diferente dependendo de onde ele é gerado. Eles se originam de um sistema de tempestades não-frontal caracterizada por um centro de baixa pressão. Roda no sentido horário na direção do hemisfério sul e sentido anti-horário no hemisfério norte. Quando uma tempestade deste tipo ultrapassa 118 km/h é renomeada de ciclone, furacão ou tufão.

                                            “A tripulação do barco Mapfre fez um novo estudo de rota e podemos até nem atrasar tanto a chegada no Brasil no começo de abril. Quando tem condição de ventos fortes e onda gigantes, os barcos não correm tanto para poupar material e equipamento. Com a situação um pouco mais branda, podemos até acelerar mais. Mesmo assim a ansiedade é grande de chegar em casa”, disse o brasileiro André Fonseca.

                                            A organização confirmou que irá realizar, neste sábado (14), a In-port Race ou Regata Local de Auckland. A prova faz parte de um campeonato paralelo da Volvo Ocean Race e os pontos servem para desempate na classificação geral.

                                            Foto: Matt Knighton/Abu Dhabi Ocean Racing

                                             

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                                              Sul-Brasileiro de Optimist

                                              Por: Redação -

                                              Pelo segundo dia consecutivo as condições variaram muito e os atletas que disputam o Campeonato Sul-Brasileiro de Optimist foram bastante exigidos nessa quinta-feira, em Jurerê. Em um dia de muitas mudanças, o paulista Nicolas Bernal, do Yacht Clube de Santo Amaro, assumiu a liderança da categoria Veterano, após um 1º e 3º lugar. Na Estreante, o pernambucano João Cardoso segue na frente, após um 1º e um 3º nas duas regatas do dia.

                                              Apesar das dificuldades, a Comissão de Regatas conseguiu dar início a competição próximo das 13h. O dia começou com ventos Nordeste, mas terminou quase de Sul, variando bastante. Com isso, foram realizadas duas regatas, com mudança de percurso.

                                              A categoria Veterano, que apontará os cinco classificados para o Mundial na classe na Polônia, contou com muitas mudanças na classificação geral. Nicolas Bernal, do Yacht Clube de Santo Amaro (SP) venceu a primeira do dia e com o terceiro lugar na última regata passou a liderar a competição com 19 pontos perdidos.

                                              Giovanne Pistorello (RS), do Clube Jangadeiros ocupa agora a segunda posição na classificação geral, seguido por Tiago Monteiro, do Cabanga Iate Clube Pernambuco. O gaúcho soma 25 pontos perdidos e está seis atrás do líder. Já o pernambucano vem logo atrás com 27 pontos perdidos.

                                              Destaque também para a vitória do catarinense Guilherme Berenhauser, do Iate Clube de Santa Catarina, na segunda regata. Com o resultado, o velejador é o melhor atleta do estado na competição, ocupando a 16ª colocação na classificação geral.

                                              Na Estreante, o duelo segue entre o pernambucano João Cardoso (Cabanga Iate Clube de Pernambuco) e o gaúcho Lucas Stolf (Veleiros do Sul), ambos com cinco pontos perdidos. A vantagem fica com o nordestino, que venceu a última das duas regatas do dia e lidera devido aos critérios de desempate.

                                              O gaúcho Pedro Amine, também do Veleiros do Sul, aparece em 3º, com 9 pontos perdidos. Tiago da Silva é o melhor catarinense até o momento na Estreante. O velejador do Lagoa Iate Clube aparece na sexta posição com 19 pontos perdidos.

                                              Classificação – Veterano (após quatro regatas)
                                              1º Nicolas Bernal (SP) – 19pp (14+1+1+3)
                                              2º Giovanne Pistorello (RS) – 25pp (5+6+12+2)
                                              3º Tiago Monteiro (PE) – 27pp (4+1+14+8)
                                              4º Breno Kneipp (RS) – 28pp (6+3+17+2)
                                              5º Bernardo Pereira (BA) –33pp (10+6+9+8)
                                              6º Gabriel Camargo (RS) – 34pp (2+5+22+5)
                                              7º João Tatsch (RS) – 34pp (5+4+20+5)
                                              8º João Vasconcellos (RS) – 36pp (1+2+14+19)
                                              9º Luan Souza (SP) – 39pp (4+1+2+32)
                                              10º Rafaela Salles (RJ) – 39pp (11+4+21+3)

                                              Classificação – Estreante (após três regatas)
                                              1º João Cardoso (PE) – 5pp (1+3+1)
                                              2º Lucas Stolf (RS) – 5pp (2+1+2)
                                              3º Pedro Amine (RS) – 9pp (3+2+4)
                                              4º Erick Carpes (RS) – 14pp (7+4+3)
                                              5º Leonardo Caminha (RS) – 19pp (8+6+5)
                                              6º Tiago da Silva (SC) – 19pp (6+7+6)
                                              7º Francisco Ruschel (RS) – 23pp (9+5+9)
                                              8º Bruna Haiml (RS) – 24pp (4+13+7)
                                              9º Francisco Bittar (SC) – 24pp (5+9+10)
                                              10º Guilherme Santos (RS) – 28pp (10+10+8)

                                              Foto: Gabriel Heusi/ICSC

                                               

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                                                Por: Redação -

                                                Assinada pelo estúdio Luiz de Basto Design, a nova Intermarine 80 foi apresentada ontem para a equipe de NÁUTICA na fábrica do estaleiro paulista Intermarine. São 24,35 metros de comprimento total e curvas bem delineadas. À primeira vista, sua característica mais marcante fica por conta da amplitude das áreas envidraçadas. A praça de popa é um dos destaques da embarcação, com espaço gourmet e uma plataforma móvel de 2,5 metros de comprimento, que pode fazer as vezes de uma praia particular. O layout está dividido em duas versões, com ou sem cozinha, que podem ser escolhidas pelo proprietário antes da construção. No deck inferior, encontram-se as quatro suítes, sendo a máster à meia-nau e a suíte vip na proa. É um barco que já vem de fábrica com estabilizador por aletas, que reduz o balanço tanto ancorado quanto em movimento. Fique atento nas próximas edições de NÁUTICA para ver a apresentação completa deste iate.

                                                 

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                                                  Flexboat SR 1 000

                                                  Por: Redação -

                                                  A mais recente versão do maior barco inflável produzido no Brasil, com imponentes 34 pés, trará três motores de popa de 300 hp cada e joystick. A novidade será lançada no Rio Boat Show, como forma de comemorar os 25 anos do estaleiro paulista — que já vendeu mais de 15 mil exemplares dos modelos de sua linha, em território nacional e no exterior. A embarcação virá equipada ainda com radar, gps, sonda, guincho elétrico para âncora e bancos com amortecimento para alta performance.

                                                  O Rio Boat Show 2015, maior salão náutico da América Latina, acontece entre os dias 26 e 31 de março, no Riocentro, Av. Salvador Allende, 6.555, Pavilhão 3, Barra da Tijuca.

                                                  Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do evento (R$ 50 – convite regular, inclusive para crianças acima de 1 m de altura (crianças de até 1 m não pagam); R$ 25 – pessoas acima de 65 anos; R$ 1 – portadores de necessidades especiais) ou pela internet, clique www.ingressorapido.com.br e garanta já sem ingresso. O Riocentro tem estacionamento próprio e os visitantes do Rio Boat Show 2015 pagam o valor de R$ 22.

                                                  Atenção para os horários: dia 26 (abertura) – das 15h às 22h / dias de semana – das 13h às 22h / fim de semana – das 12h às 22h / dia 31 (encerramento) – das 13h às 20h.

                                                  Imagem: Divulgação

                                                   

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                                                    Azimut 42 BR

                                                    Por: Redação -
                                                    12/03/2015

                                                    O Grupo Azimut|Benetti, que mantém uma planta na catarinense Itajaí, lançou no São Paulo Boat Show a Azimut 42 BR, desenvolvida especialmente para atender às expectativas do público brasileiro. Impulsionada por parelha Cummins QSB 6,7 litros, de 425 hp cada, atinge 31 nós na velocidade máxima. Mas está no arranjo — que convida à ocupação das áreas externas, como a plataforma de popa e o flybridge — o seu grande trunfo. Pode receber dez pessoas em passeios diurnos e seis em pernoite.

                                                    O Rio Boat Show 2015, maior salão náutico da América Latina, acontece entre os dias 26 e 31 de março, no Riocentro, Av. Salvador Allende, 6.555, Pavilhão 3, Barra da Tijuca.

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                                                    Fotos: Divulgação

                                                     

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                                                      O velejador Fernando Pimentel Duarte, um dos fundadores da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO) e um dos maiores incentivadores da vela de oceano nacional, faleceu no Rio de Janeiro.

                                                      O velejador herdou do pai o lendário veleiro Vendaval, percursor das regatas Santos-Rio e Buenos Aires-Rio. Também foi proprietário do veleiro Procelária e velejador da classe Star, Presidente da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro (FEVERJ) e Presidente do Conselho Deliberativo do Iate Clube do Rio de Janeiro.

                                                      Além de velejar, Fernando Pimentel Duarte também produziu veleiros. Como proprietário do estaleiro Fibramar, fabricou barcos da classe Laser e outros veleiros consagrados como “Tiki”, “Longueuil” e “Zim II”.

                                                      Fernando Pimentel Duarte deixa três filhos (Paulo César, Luciano e Luiz Fernando) e seis netos.

                                                      A família presta última homenagem com a realização da missa de sétimo dia na sede do Iate Clube do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (13), às 19 horas.

                                                      NÁUTICA lamenta profundamente a perda do amigo que deixa saudades no mundo da vela.

                                                      Foto: Família Pimentel Duarte

                                                       

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                                                        Por: Redação -

                                                        Um ciclone tropical no Oceano Pacífico adiou a largada da quinta etapa da Volvo Ocean Race, entre a Nova Zelândia e o Brasil. Os barcos partiriam de Auckland para Itajaí no domingo (15), mas a organização decidiu postergar o início da regata visando a segurança de tripulantes e equipamentos. Ventos de 200 km/h e ondas gigantes estão previstos pela meteorologia oficial.

                                                        “A segurança vem em primeiro lugar”, explicou o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad. “Tomamos a decisão porque não sabemos exatamente por onde o ciclone se move. Sabemos que os barcos podem suportar essas condições, mas foi melhor assim”.

                                                        A saída de Auckland, ainda deve ser confirmada, mas não será antes de segunda-feira (16). O ciclone não afeta a New Zealand Herald Auckland In-Port Race – Regata Local, que será disputada no sábado (14). A organização também confirmou que a cerimônia de troca de bandeiras entre os prefeitos e o desfile de velejadores estão confirmados.

                                                        “A organização fez uma grande escolha, pois nessas condições é impossível controlar o barco, ou decidir o que vai acontecer. Acidentes ou danos poderiam ocorrer. Não vale o risco de estragar uma regata tão equilibrada com seis barcos de alto nível. A segurança precisa vir em primeiro lugar”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca.

                                                        O brasileiro da Volvo Ocean Race recordou que teve experiência de velejar com mais de 60 nós de vento na temporada 2008-09, quando integrava o Delta Lloyd. “Realmente são condições que fogem do controle do ser humano. A gente fica angustiado com a segurança. Desta vez foi um consenso geral, pois comandantes e organização escolheram pelo adiamento”.

                                                        “Esse adiamento significa que posso perder um dia na minha terra”, brincou André ‘Bochecha’ Fonseca. Apesar de sair mais tarde, não quer dizer que a flotilha vai demorar mais para chegar em Itajaí. Vai depender do vento após o Cabo Horn.

                                                        A quinta etapa, entre Auckland (Nova Zelândia) e Itajaí (Brasil) terá 6 776 milhas náuticas e será o mais longo e mais difícil percurso desta edição.

                                                        Foto: Divulgação

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          Em tempos de economia de água, como fazer para gastar a menor quantidade possível desse nosso bem precioso, porém manter o jet limpinho, brilhando e bem protegido da água salgada? O especialista no assunto, Marcelo Huertas responde e TV Náutica mostra como lavar seu jet.

                                                          Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                                           

                                                           

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                                                            Por: Redação -

                                                            As provas mais famosas sempre foram a Vendée Globe e a Volvo Ocean Race. Ambas acontecem de quatro em quatro anos — como a Copa do Mundo e as Olimpíadas —, mas essa é a única semelhança entre elas. A Vendée é disputada por navegadores solitários, que partem da costa da França, contornam a Antártida e voltam para o local da largada sem nenhuma escala no caminho – dura aproximadamente 90 dias. Essa é talvez a prova mais difícil do iatismo, mas a Fórmula 1 dos mares é, sem dúvida, a Volvo Ocean Race. A competição dura oito meses — cruzando os oceanos Atlântico, Pacífico e Índico —, tem onze escalas ao redor do mundo, os barcos são os mais modernos do planeta e, para bancar essa estrutura toda, as equipes são patrocinadas por grandes empresas — com investimentos que passam a cifra de 20 milhões de dólares por equipe. Além disso, a Volvo (que até 1998 chamava-se Whitbread Round the World Race) é a competição de volta ao mundo mais antiga. A primeira edição rolou em 1973, organizada pela Marinha Real Britânica, que viu a regata como um ótimo desafio para os seus oficiais, até aquele ano, poucos veleiros tinham conseguido cruzar o cabo Horn (ao sul da América do Sul). O cabo continua sendo considerado um grande desafio, graças aos icebergs e às ondas que normalmente podem chegar a mais de 10 metros.

                                                            Whitbread deu início as regatas oceânicas. Em uma reunião de experientes velejadores em 1971 surgiu o embrião da regata Whitbread, um competição ao redor do mundo que seria, na época, o maior desafio dos sete mares. Uma corrida para ser comparada com a escalada ao pico do Everest. Nunca foi exigido tanto dos equipamentos e tripulantes em uma regata.

                                                            Em 1973, competição que foi viabilizada graças ao apoio financeiro da Whitbread, que deu o nome à prova, e da British Royal Naval Sailing Association, largou de Portsmouth, na Inglaterra, deu a volta no globo, passou pelo Rio de Janeiro e retornou ao porto de origem. Ao total, 19 barcos largaram com média de 11 tripulantes, mas apenas 14 chegaram no fim.

                                                            A competição aconteceu de três em três anos até 1998, quando deu lugar à Volvo Ocean Race.

                                                            A partir de 2001, a Volvo Personvagnar AB, fabricante sueco de veículos e motores, passou a patrocinar a prova, dando origem ao nome atual da regata.

                                                            O percurso da regata tem sofrido alterações ao longo dos anos, mas basicamente consiste numa largada da Europa com destino à África do Sul, daí até a China, depois à Austrália, depois a perna mais longa até o Brasil, depois aos Estados Unidos e de volta à Europa.

                                                            As equipes foram no decorrer dos anos se profissionalizando e mudando sua forma de atuar nas regatas.

                                                            Antigamente as funções a bordo eram executadas por amadores e se restringiam a tarefas que eram executadas em escalas com grandes períodos de descanso.

                                                            Era comum nas paradas da Withbread encontrar tripulantes com a mochila prontos para embarcar, no caso de alguma desistência.

                                                            A grande mudança aconteceu em 1985, quando um grupo de velejadores franceses que velejavam de monotipo, organizaram uma tripulação e venceram no tempo corrigido com o barco “O Espírito de Equipe”.

                                                            Foi uma mudança de paradigma, pois a partir desta edição, este foi o modelo, velejadores experientes fazendo múltiplas funções, como navegação, planejamento, cozinha, etc.

                                                            Hoje não basta ser bom velejador e possuir conhecimentos, é preciso ter experiência e principalmente passar por uma infinidade de provas e treinamentos com o time até ser escolhido. Muitas vezes este processo, tarda mais que a própria regata.

                                                            E então? Pronto para embarcar?

                                                            Foto: Divulgação/Volvo Ocean Race

                                                             

                                                            Nelson Ilha é especialista em regatas e veleiros. Velejador da classe Soling é, também, juiz de regatas da Federação Internacional de Vela

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                                                              Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                                              Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                                              Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                              Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                              Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                              Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível