Desafio Spark

Por: Redação -
28/11/2014

O Desafio Spark chega para garantir diversão nas águas do litoral e do interior do país. Novidade da Sea-Doo, a competição entre pilotos habilitados é uma forma divertida de mostrar na prática o Spark, jet-sensação da Sea-Doo.

O Desafio Spark realiza torneios até fevereiro, paralelamente a algumas etapas do Jet Tour Sea-Doo, circuito de passeios para proprietários de jets de todas as marcas. O Desafio já passou por Fronteira (MG) e São Jorge d`Oeste (PR), sendo que o terceiro evento do calendário está marcado para este sábado, 29 de novembro, em Porto Alegre (RS), junto ao Sul-Americano de Motos Aquáticas.

“Pessoas que nunca tiveram essa experiência poderão sentir a emoção de fazer curvas e cumprir um circuito de boias no menor tempo. A competição é segura e muitas vezes envolve toda a família, o filho quer ser mais rápido que o pai, o que gera muita brincadeira entre os participantes”, contou Bruno Arakaki, do marketing da Sea-Doo no Brasil.

A programação de eventos pode ser acessada no site www.seadooforfun.com.br. As motos aquáticas Spark são fornecidas pela Sea-Doo, portanto todos competem nas mesmas condições, e há premiação especial aos dois primeiros colocados.

Foto: Divulgação

 

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    Disputa Pernambucana

    Por: Redação -

    Este fim de semana será movimentado para os velejadores do Cabanga Iate Clube de Pernambuco. Velejadores das classes Oceano e Snipe disputarão regatas de olho no título estadual de 2014. A primeira competição será neste sábado (29), a IV Rosa dos Ventos – Recife/Porto de Galinhas. A disputa, organizada para a Flotilha Recifense de Veleiros de Oceano (Frevo), é válida pela 12ª etapa do Campeonato Pernambucano de Veleiros de Oceano 2014, com largada marcada para as 9h, do Marco Zero.

    A regata será disputada de acordo com as regras da Isaf. Participarão embarcações das classes RGS A, RGA B, Mocra e Mocra Regata. A expectativa é que mais de 15 barcos disputem a competição. Na última edição, os barcos Patoruzu (Mocra Regata), Morning Breeze (RGS A) e Templários (RGS B) venceram em suas respectivas classes.

    No domingo (30), será realizada a última etapa do Campeonato Pernambucano 2014 de Snipe. No Estadual, a liderança está nas mãos de Daniel e Vitor, seguidos por Júnior/Mateus e Yuri/Vitor.

    Neste ano, a classe contou com oito etapas disputadas pelo Ranking. Nessa competição, a dupla Ted/Rafael Monteiro está na ponta da tabela com 11 pontos conquistados. Daniel/Vitor e Júnior/Mateus são segundos e terceiros colocados, com 20 e 23 pontos, respectivamente.

    Os pontos de ambas as competições são válidos para definir o campeão da temporada 2014 e consequentemente os classificados para o campeonato Brasileiro 2015 de Snipe, que será realizado entre os dias 23 e 31 de janeiro, no Iate Clube de Brasília.

    Foto: Divulgação

     

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      Volta à Ilha

      Por: Redação -

      O desafio está lançado. As tripulações da Copa Suzuki Jimny têm de romper percurso que pode chegar a 50 milhas (92 km) neste sábado (29) na Volta à Ilha – Sir Peter Blake. A largada está prevista para meio-dia no Canal de São Sebastião para veleiros das classes ORC, IRC, C30, RGS Cruiser e RGS A e B. As classes HPE e RGS C correrão regata de percurso médio ou barla-sota (entre boias) no próprio canal ou nas imediações do Farol da Ponta das Canas, extremo norte de Ilhabela. A flotilha deve reunir cerca de 40 barcos.

      O percurso da Volta à Ilha pode variar de acordo com a direção do vento. Leste indica largar na Ponta das Canas e chegar à Ponta da Sela em sentido horário com cerca de 40 milhas (74 km). O vento sul permite que a largada seja em frente ao Yacht Club de Ilhabela (YCI) e a chegada na Ponta das Canas, em sentido anti-horário com cerca de 50 milhas. A Comissão de Regatas define o percurso. A Tempo Ok! prevê para sábado vento leste entre 9 e 12 nós (16 a 21km/h) e para domingo, mesma direção, porém, com intensidade entre 13 e 17 nós (24 a 30 km/h). Nos dois dias a temperatura no período da tarde deve oscilar entre 22 e 24°.

      As inscrições para a Volta à Ilha, válida pela 4ª etapa da XIV Copa Suzuki Jimny, devem ser feitas na secretaria do evento no YCI nesta sexta (das 18 às 21 h) e sábado (das 8h às 11h) ao valor de R$ 85 por tripulante (exceto tripulante-mirim, isento de taxa).

      A Volta à Ilha, em homenagem ao velejador neozelandês Peter Blake, duas vezes campeão da America’s Cup e recordista da Whitbread Volta ao Mundo, abre a etapa decisiva marcada para os dois próximos finais de semana. Além de impor às tripulações o desafio de superar a maior distância de uma prova na competição, a regata oferece uma visão privilegiada das praias e enseadas da costa de Ilhabela voltada para mar aberto, a inexplorada face leste, com acesso apenas por rota marítima.

      Exceção ao veleiro Ginga, o ‘papa-títulos de Ilhabela’, líder folgado na HPE, a última etapa da temporada promete emoção nas demais classes. A C30 tem à frente o CA Technologies. O primeiro colocado na IRC é o Rudá. Nas divisões da RGS, dois barcos da BL3 – Escola de Iatismo lideram: BL3 Urca na ‘A’ e BL3 Wind Náutica na Cruiser. Asbar II é o líder na ‘B’, enquanto o Zeppa é o primeiro na ‘C’.

      “Depois de um ano de muitas regatas a BL3 chega à quarta etapa com muita ansiedade, pois lideramos duas classes. A expectativa em relação à Volta à Ilha é de repetirmos a vitória obtida na Cruiser na Regata Alcatrazes para garantir o primeiro lugar”, antecipa Pedro Rodrigues, comandante do BL3 Urca. “A Volta à Ilha, além de permitir aos nossos alunos conhecer os encantos de Ilhabela, oferece a eles a oportunidade de vivenciarem diferentes condições de mar e vento. A BL3 participa desde a primeira edição, quando tivemos a felicidade de conhecer Peter Blake, que tanto nos inspira em nossas velejadas”, enaltece Pedro.

      Em 2013, o Fita Azul, primeiro a cruzar a linha de chegada, foi o Lexus Chroma, com 8h31m48, apenas 54 segundos à frente do Caballo Loco, vencedor da classe C30. Na primeira edição, em 2000, Peter Blake estava de passagem por Ilhabela, participou da prova com seu veleiro de alumínio Polar Seamaster e entregou os prêmios aos vencedores no Yacht Club de Ilhabela (YCI).

      Resultados acumulados após três etapas, considerando-se os descartes:

      C30
      1º – CA Technologies (Marcelo Massa) – 12 pp
      2º – Caballo Loco (Mauro Dottori) – 18 pp
      3º – Caiçara Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) – 26 pp

      ORC
      1º – Lexus/Chroma (Luis Gustavo de Crescenzo) – 5 pp
      2º – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 7 pp

      HPE
      1º – Ginga (Breno Chvaicer) – 15 pp
      2º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira) – 35 pp
      3º – Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley) – 39 pp

      RGS A
      1º – BL3 Urca (Pedro Rodrigues) – 12 pp
      2º – Montecristo (Julio Cechetto) – 17 pp
      3º – Fram (Felipe Aidar) – 20 pp

      RGS B
      1º – Asbar II (Sergio Klepacz) – 8 pp
      2º – Kanibal (Martin Bonato) – 18 pp
      3º – Helios (Marcos Gama Lobo) – 20 pp

      RGS C
      1º – Zeppa (Diego Zaragoza) – 18 pp
      2º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 23 pp
      3º – Sextante (Thomas Shaw) – 28 pp

      RGS Cruiser
      1º – BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade) – 8 pp
      2º – Jambock (Marco Aleixo) – 11 pp
      3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 20 pp

      IRC
      1º – Rudá (Mario Martinez) – 4 pp
      2º – Orson (Carlos E. S. Silva) – 7 pp
      3º – Mussulo III (José Guilherme Caldas) – 12 pp

       

      Foto: Marcos Méndez/SailStation

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        Mundial de Soling

        Por: Redação -

        O trio gaúcho do barco Dont’ Let Me Down velejou nesta quinta-feira ainda melhor do que vem fazendo em Punta Del Este e começa a despontar como favorito ao título do Mundial de Soling de 2014. Os gaúchos Cícero Hartmann, Flávio Quevedo e André Renard chegaram em segundo lugar na quinta regata e venceram a sexta. Com esses resultados começam a solidificar a boa média de pontos até agora e podem deslumbrar uma promessa de vitória quando faltam apenas três regatas para o término do campeonato.

        Os argentinos Martin Busch, Eduardo Zimmermann e Máximo Feldtmann também se mantêm em segundo lugar na classificação geral, mas ficaram mais afastados dos líderes na pontuação. E na terceira colocação continua a tripulação do barco Bossa Nova com George Nehm, Frederico Sidou e Lúcio Pinto Ribeiro. O Mundial terá mais duas regatas hoje e uma no sábado, final da competição. A flotilha gaúcha, com nove barcos, que representa o Brasil no Mundial conta com o apoio da FUNDERGS.

        Foto: Ricardo Pedebos/Divulgação

         

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          Mais um

          Por: Redação -

          Os chineses do Dongfeng novamente abriram sua caixa de ferramentas e solucionaram, pelo menos de maneira paliativa, mais um problema no barco. Uma peça ligada ao mastro rompeu e os tripulantes foram obrigados a realizar o conserto no meio do Oceano Índico, mesmo disputando as primeiras colocações da segunda etapa da Volvo Ocean Race, entre a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos. Aparentemente, o barco voltou para a disputa, mas as condições das próximas horas devem exigir mais das embarcações e dos atletas. Ventos fortes de até 100 km/h são esperados.

          A peça ligada à vela principal é uma espécie de trilho de cortina é essencial para o Volvo 65, principalmente em condições de ventos fortes. Nesta quinta-feira (27), o proeiro Kevin Escoffier teve o duro trabalho de subir até a metade do mastro de 30 metros e fazer o reparo. O barco se aproximava das ilhas Reunion e Maurícios.

          Foi o terceiro problema registrado pela equipe chinesa nessa edição da Volvo Ocean Race. Na primeira etapa, a equipe do Dongfeng perdeu horas no Oceano Atlântico após colidir com um objetivo não identificado. Dias depois, o time teve que se desdobrar para resolver uma falha na vela. Mesmo assim chegaram em segundo lugar, 12 minutos atrás do vencedor.

          A liderança provisória segue com o espanhol Mapfre, seguido de perto por Abu Dhabi, Team Brunel e o próprio Dongfeng, que está em quarto, com menos de 10 quilômetros atrás dos espanhóis. Team Vestas Wind, Team Alvimedica e Team SCA estão mais atrás, mas também podem pular na frente dependendo da escolha.

          Foto: Yann Riou/Dongfeng

          Informações: assessoria de imprensa

           

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            27/11/2014

            Robert Scheidt e Bruno Prada estão de volta à classe Star para defender o título da Star Sailors League (SSL) conquistado em dezembro de 2013 nas Bahamas. As regatas deste ano serão disputadas entre os dias 2 e 7 de dezembro no mesmo local: a raia de Paradise Island, com sede no Nassau Yacht Club (NYC). A flotilha formada por 20 embarcações leva a bordo a elite mundial da Star com atletas ganhadores de 20 medalhas olímpicas (seis ouros, cinco pratas e nove bronzes) e 73 em campeonatos mundiais (33 ouros, 24 pratas e 16 bronzes).

            Na segunda edição da SSL Finals, liga criada para suprir a ausência da classe Star no programa dos Jogos Rio 2016, Robert e Bruno terão entre os principais adversários, medalhistas olímpicos como Torben Grael (BRA), Freddy Loof (SUI), Mateus Kusznierewicz (POL) e Xavier Rohart (FRA), além de outros renomados velejadores como, o líder do ranking da SSL, Diego Negri (ITA); o tetracampeão mundial de Snipe, Augie Diaz (EUA); e o campeão mundial de Star de 2014, Robert Stanjek (ALE). Em 2013, Kusznierewicz foi o segundo colocado, com Dominik Zycky; Mark Mendelblatt (EUA), o terceiro, com Brian Fatih. Neste ano brigarão novamente pelo pódio.

            “Eu e o Bruno trazemos toneladas de experiência na Star. Competimos juntos há 10 anos. Mesmo sem tempo para treinarmos juntos nesta temporada devido aos nossos compromissos na Laser e na Finn, respectivamente, estamos confiantes em nosso desempenho. Sabemos muito bem como é o barco. Faremos uma preparação rápida, porém intensa em Nassau, suficiente para readquirirmos a velocidade que impusemos ao barco no ano passado”, prevê Robert, ganhador de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) além de 14 títulos mundiais entre Laser e Star.

            Na classe Star, Robert e Bruno conquistaram a prata nos Jogos de Pequim, 2008, e o bronze em Londres, 2012, além do tricampeonato mundial. Em 2013 foram os únicos representantes brasileiros na SSL Finals. “O Brasil terá uma equipe brilhante neste ano. A Star é uma classe muito prestigiada no país. Depois de Diego Negri, que tem treinado mais do que qualquer um de nós, creio que Torben, Jorginho e Marcelo, chegarão muito bem preparados a Nassau”, afirma Robert.

            Entre as quatro tripulações brasileiras, Torben formará dupla com Guilherme de Almeida. Ambos venceram o campeonato norte-americano em outubro. Jorginho Zarif, campeão mundial de Finn, correrá com Henry Boening, enquanto outra dupla terá Marcelo Fuchs e Ronie Seifert, brasileiros mais bem colocados no Mundial de Star de 2014. Ficaram em quinto na Itália.

            Para Robert, a disputa em Nassau está aberta devido ao elevado número de favoritos. “Desta vez a série final será mais ainda difícil. Torben é sempre muito forte. Um dos melhores do mundo e com experiência inquestionável. Vai ser ótimo também voltar a velejar contra o Freddy Loof (ouro em Londres) novamente. Não nos vemos desde os Jogos Olímpicos. O nível técnico da competição será mais elevado do que no ano passado”, considera Robert.

            Foto: Carlo Borlenghi/SSL

             

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              Wake com Ferrari

              Por: Redação -

              Jorge Gill, wakeboarder que foi campeão mundial junior em 2013, está fazendo sucesso na internet. O rider gravou um vídeo em que é rebocado por uma Ferrari F50 em um session radical em canal na cidade de Lincolnshire, Inglaterra. A sincronia entre o motorista e o rider é um dos destaques mais marcantes da session que foi descrita como um treino “diferente” pelo jovem em seu blog.

              O vídeo, que está atraindo fãs de carros e de wake, foi gravado pela equipe TaxTheRich100 que tem um canal no Youtube só com vídeos de super carros em ação. Por enquanto, a session parece mesmo ter sido uma brincadeira. Segundo diversos sites internacionais, as imagens estão sendo analisadas pela polícia britânica, pois o carro pode ter chegado a 130 km/h e a via tem limite de velocidade de 90 km/h. Se comprovado que o limite de velocidade foi realmente ultrapassado Gill e o motorista poderão ser punidos.

              O Tax The Rich 100 surgiu na internet como um grupo anônimo de fãs de supercarros que colocam essas supermáquinas em situações de testes de condução incríveis. Ninguém sabe quem eles são e como conseguem os carros para gravar os vídeos, mas o grupo vem fazendo sucesso e já tem mais de 100 mil seguidores na rede.

              Já a Ferrari F50 é velha conhecida do público fã de carros. Esse é um dos modelos mais raros da mítica Ferrari que foi lançada em 1995 em comemoração aos 50 anos da marca.

              Veja:

               

              Imagens: Reprodução

               

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                Copa Brasil de Vela

                Por: Redação -

                O alto nível da competição e a possibilidade de treinar na raia dos Jogos Olímpicos Rio 2016 estão atraindo diversos velejadores estrangeiros para a 2ª edição da Copa Brasil de Vela. O evento será realizado na praia de São Francisco, em Niterói, de 13 a 20 de dezembro, e contará com a presença de alguns dos melhores velejadores do mundo que estão em busca de uma vaga para as Olimpíadas.

                Nomes como o holandês Dorian Van Rijsselberge, medalha de ouro em Londres na classe RS:X, os britânicos Nick Thompson, bronze no Mundial de Laser Standard, e Giles Scott, campeão mundial de Finn, os australianos Mathew Belcher e Will Ryan, ouro em Londres e no Mundial de 470, Billy Besson e Marie Riou, campeões mundiais de Nacra, e a holandesa Marit Bouwmeester, medalha de prata nos Jogos de Londres 2012 e campeã mundial este ano na classe Laser Radial, já confirmaram a sua presença.

                “É muito importante para a nossa equipe treinar o máximo possível no Rio para poder aprender o máximo sobre a baía de Guanabara. Além do mais, a Copa Brasil de Vela é um evento muito bom na preparação para os Jogos Olímpicos Rio 2016”, disse Maike Willems, chefe da delegação holandesa.

                Além do Brasil, outros nove países já confirmaram a presença na Copa Brasil de Vela:  Holanda, Espanha, Inglaterra, Suíça, França, Austrália, Estados Unidos, Japão e Itália

                “Este campeonato é muito importante para as equipes estrangeiras, pois é uma chance para se preparar para as Olimpíadas e conhecer um pouco mais sobre a baía de Guanabara. O time francês está muito feliz em poder fazer parte deste evento”, disse Guillaume Chiellino, chefe da delegação francesa. O time terá representantes nas classes Laser Standard e Radial, 470 feminino e Nacra 17.

                E se o evento é interessante para os estrangeiros, é ainda mais importante para os brasileiros. Os velejadores que estão em campanha olímpica serão avaliados pela Comissão Técnica da CBVela que definirá a Equipe Brasileira de Vela Olímpica de 2015.

                “Pra Confederação Brasileira de Vela uma competição como a Copa Brasil, em que estarão presentes todos os atletas da equipe olímpica brasileira e muitos atletas estrangeiros, é fundamental para uma avaliação nossa da performance na raia olímpica e também para uma avaliação do nível dos atletas estrangeiros. Fora que a cada edição estamos nos aprimorando para realizar um evento ainda melhor, com alto nível técnico, recebendo mais e mais participantes de vários lugares do mundo”, disse Daniel Santiago, Diretor Executivo da CBVela.

                A Copa Brasil de Vela tem organização da CBVela e conta com o patrocínio do Bradesco, Prefeitura de Niterói, Grupo Águas do Brasil e BG Brasil através da Lei de Incentivo ao Esporte, e com o apoio da Slam e da Richards.

                Foto: Fred Hoffmann/CBVela

                 

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                  O estaleiro chinês Heysea Yacht vai construir um catamarã de 40 metros para o CEO e acionista da China Cup International Regatta, uma das maiores competições a vela do país. O contrato foi assinado em outubro e o iate de 131 pés deve ficar pronto somente em 2016.

                  Pouco foi revelado sobre o projeto, a única informação concreta é que o casco será construído em aço e a superestrutura em fibra de vidro. A motorização também foi divulgada, dois Volvo de 725 hp cada — o que deve fazer o iate navegar a 15 nós em velocidade máxima e 12 nós em cruzeiro.

                  Imagem: Divulgação

                   

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                    Novo porto

                    Por: Redação -

                    A cidade de Gotemburgo, na Suécia, foi anunciada como uma das sedes da competição America’s Cup World Series, disputada antes da America’s Cup. A cidade, que também é sede da final da regata de volta ao mundo Volvo Ocean Race, é a segundo maior da Suécia e tem o maior porto dos países nórdicos.

                    A competição, disputada nos catamarãs de 45 pés e vela-asa, vale como pontuação inicial para os sindicatos inscritos nas finais da America’s Cup. A ACWS começa em 2015 e a cidade de Gotemburgo irá sediar o evento no mês de agosto, entre os dias 28 e 30.

                    A equipe local Artemis Racing participou do anúncio feito ontem. “É emocionante anunciar que a Suécia será palco de uma das etapas da America’s Cup World Series. Será uma grande oportunidade de mostrar nosso esporte e nossa campanha para a America’s Cup “, declarou Iain Percy, gerente da equipe.

                    Por enquanto apenas três sedes a ACWS foram anunciadas, Bermudas (México), Portsmouth (Reino Unido) e agora Gotemburgo (Suécia).

                    Foto: Divulgação

                     

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                      Liderança

                      Por: Redação -
                      26/11/2014

                      O Mapfre, barco espanhol com o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, lidera provisoriamente a segunda etapa da Volvo Ocean Race, entre a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos. Numa briga direta com o Abu Dhabi, a equipe ibérica não pode vacilar, pois além dos árabes, outros quatro barcos estão próximos, com menos de 20 quilômetros de distância.

                      A situação deve mudar nas próximas horas no Oceano Índico, com a previsão de ventos superiores a 110 km/h e ondas de até sete metros. Uma verdadeira tempestade tropical. Aí entra um dilema para os atletas: fugir da tormenta e navegar mais ou enfrentar as condições perigosas de cara? Para o comandante do Mapfre, todo cuidado é pouco.

                      “Temos de ter muita atenção, pois pode ocorrer alguma quebra com muito vento”, falou Íker Martinez, comandante do Mapfre.

                      Os holandeses do Team Brunel também estão em alerta para as tempestades dos próximos dias. “O que mais preocupa nessa tempestade tropical não é o vento, mas o estado do mar. Podemos pegar ventos de popa com ondas na cara”, disse Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel, terceiro colocado após a última atualização de placar.

                      Nesse momento, os sete barcos estão agrupados, com a alternância de liderança entre Mapfre e Abu Dhabi. A pergunta que fica é se a tormenta poderá se transformar em um ciclone. “Se for uma tempestade tropical, a variação de vento será de 30 a 50 nós. Mas tudo pode ficar até 40% mais forte. Os barcos podem suportar essas condições, mas não sabemos se os tripulantes vão aguentar”, disse o meteorologista Gonzalo Infante.

                      A flotilha ainda tem mais de 3.500 milhas náuticas pela frente antes de chegar em Abu Dhabi, em meados de dezembro. Os barcos deixaram a Cidade do Cabo na última quarta-feira (19).

                      Foto: Divulgação

                      Informações: assessoria de imprensa

                       

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                        Cruzeiro com um Cousteau

                        Por: Redação -

                        A Paul Gauguin Cruises, única operadora de cruzeiros de luxo a navegar pelo Taiti, anunciou a participação especial do oceanógrafo e ambientalista Jean-Michel Cousteau em quatro cruzeiros pela região.

                        Durante as viagens, Cousteau ministrará uma série de palestras sobre seu trabalho em diversos oceanos e, ainda, irá acompanhar vários mergulhos durante as paradas do navio.

                        Jean-Michel Cousteau, filho de Jacques Cousteau, é considerado um dos principais ambientalistas da atualidade. É fundador e presidente da organização sem fins lucrativos Ocean Futures Society (OFS), que busca o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o oceano e vida marinha.

                        Fotos: Divulgação

                         

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                          Schaefer 830 Fly

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                          O estaleiro catarinense Schaefer Yachts acaba de anunciar a evolução de seu primeiro iate, o Schaefer 800. A nova Schaefer 830 agora tem flybridge com hard top com teto solar no flybridge.

                          O lançamento da Schaefer 830 acontece em um coquetel exclusivo para convidados nesta quinta-feira, em Santa Catarina.

                          Confira algumas imagens da Schaefer 830:

                          Imagens: Divulgação

                           

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                            Copa Suzuki Jimny

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                            A quarta e última etapa da Copa Suzuki Jimny, a ser disputada nos dois próximos finais de semana (29 e 30/11; 6 e 7/12) vai movimentar as tripulações de mais de 40 embarcações dentro e fora da água. Além da emoção das regatas decisivas, em 6/12, penúltimo dia de competição, os velejadores terão a oportunidade de assistir à palestra ‘Mussulo III – Regatas e Travessias Oceânicas’ do médico e velejador José Guilherme Caldas, conhecido no mundo da vela simplesmente como Zé. O encontro será no próprio Yacht Club de Ilhabela, logo após as regatas do sábado, antes da festa de confraternização na Pousada Armação dos Ventos-BL3.

                            O veleiro Mussulo III disputou a última edição da maior regata de oceano do Atlântico Sul, a Cape to Rio, em janeiro deste ano. Partiu de Cape Town, na África do Sul e chegou ao Rio de Janeiro em sétimo lugar, após 22 dias de navegação. “É uma regata muito tradicional, mais de quarenta anos de história e um percurso que exige precisão na estratégia para o contorno adequado da zona de alta pressão em busca dos ventos favoráveis”, analisa José Guilherme, renomado neuroradiologista do Hospital das Clínicas e Sírio-Libanês, além de professor da USP.

                            Apesar do planejamento criterioso que uma regata oceânica exige, o comandante afirma que a Cape to Rio está ao alcance de todo velejador que possuir um barco em condições adequadas e deixa uma dica interessante. “Em qualquer travessia oceânica a logística tem de ser muito bem planejada. Eu diria que a ida do Brasil para Cape Town é bem mais complicada do que a volta, em regata. Por isso considero que transportar o barco em um navio mercante é a opção mais confortável e até mais barata”.

                            José Guilherme ainda ressalta que a prioridade em uma travessia ou regata de oceano sempre é a segurança e que a tripulação tem alguns pontos fundamentais a considerar antes da largada: exímio conhecimento do barco, equipamentos de comunicação testados e em perfeito funcionamento, além de suporte de meteorologia em terra para a definição das rotas a serem traçadas.

                            Quando trouxe o Mussulo III, um Bavaria 55 (17 metros) fabricado na Alemanha, para o Brasil, o comandante fez a travessia Lisboa-Ilhabela em solitário, durante 21 dias. “Em minha opinião, por incrível que pareça em uma travessia, mesmo em solitário, corre-se o mínimo de riscos, é mais tranquila, enquanto em regata há o compromisso do desempenho que muitas vezes significa levar materiais e recursos humanos ao limite”, compara o angolano de 54 anos.

                            Na palestra no Yacht Club de Ilhabela, José Guilherme vai revelar como a tripulação do Mussulo III superou ventos de 50 a 60 nós (mais de 100 km/h) e ondas de seis metros dois dias após a largada da Cape to Rio. “Descemos onda a 22.7 nós. A marca está registrada no GPS do barco até hoje”, exclama o comandante. Também neste ano, o Mussulo III se aventurou na Refeno (Recife-Noronha) e chegou ao arquipélago em quinto lugar no tempo real e foi o terceiro na RGS A, depois de vencer a mesma regata em sua classe, em 2013. O barco de bandeira angolana ocupa a terceira colocação na classe IRC da Copa Suzuki Jimny de 2014.

                            A Copa Suzuki Jimny/XIV Circuito Ilhabela de Vela Oceânica é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio máster da Suzuki Veículos e co-patrocínios de SER Glass e F7 Blindagens. Apoiam o evento: Prefeitura Municipal de Ilhabela, North Sails, Pousada Armação dos Ventos, Rádio Antena 1 Litoral Norte, Revista Mariner, Mar&Vela, Sail Station.com e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

                            Foto: Marcos Méndez/SailStation

                             

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                              Requinte e praticidade

                              Por: Redação -

                              O mercado de revestimentos para barcos não para de se reinventar e, a cada ano, surpreende com novos materiais e tecnologias inovadoras. No São Paulo Boat Show 2014, por exemplo, um dos destaques foi o piso de couro natural. É isso mesmo: toda a elegância e requinte do couro agora pode ser aplicado no piso de alto tráfego!

                              Com acabamento em verniz cerâmico, o produto possui 100% de impermeabilidade e um forte foco em sustentabilidade, conferindo charme, beleza e luxo ao piso de ambientes internos nos barcos.

                              O material pode ser encontrado em tábuas tipo click e também em mantas, com as quais pode-se revestir móveis ou pisos que tenham maior dificuldade para receber tábuas. Com resistência elevada, o produto não degrada sob ação de umidade, maresia ou água, tornando-o excelente para o uso em embarcações, além de ser acústico e oferecer conforto térmico – graças à base em constituição de cortiça.

                              O produto tem uma forte preocupação eco-friendly, pois é fabricado com sobras não aproveitáveis das fábricas de bolsas, sapatos, cintos e malas. É totalmente integrado na trilha de sustentabilidade, da natureza e meio ambiente, no que se refere às suas matérias primas recicladas, que são utilizadas na constituição da integridade do produto final obtido.

                              Convidativo ao toque, o piso de couro natural é macio e confere uma sensação de amplitude, com um aspecto suave e de extrema elegância quando pisado ou tocado manualmente. Possui ainda um aroma suave, característico do couro, que envolve o ambiente, tomando algo de diferente e destaque ao espaço presente, além da sofisticação de ter um piso de couro na sua embarcação.

                               

                              Tânia Ortega é yacht designer com mais de 20 anos de experiência em decoração de grandes embarcações

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                                Novo parceiro

                                Por: Redação -

                                A Nova Marine, empresa que acaba de nascer, é mais um parceiro do estaleiro paulista Intermarine, especializado em embarcações de luxo. Com a direção de Alessandro Begliomini, atuante no mercado de embarcações há mais de 10 anos, a empresa vai oferecer embarcações novas da Intermarine, além de atuar nos serviços de pós-venda e assistência técnica.

                                A representante tem sede na Avenida Nações Unidas, na capital paulista, e outros três escritórios no Estado, Iate Clube de Santos (Guarujá), Marina Voga (Ubatuba) e Praia de Tabatinga (Caraguatatuba).

                                Para conhecer acesse: novamarine.com.br

                                Foto: Divulgação/Intermarine

                                 

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                                  Só para mulheres

                                  Por: Redação -
                                  25/11/2014

                                  Os preceitos religiosos islâmicos são bastante restritivos em relação ao contato entre homens e mulheres que não sejam parentes ou casados, por isso, uma empresa europeia, a Ventura Yachts, vai lançar um pacote de charters exclusivo para mulheres.

                                  A grande novidade nesses charters é que toda a tripulação também é composta por mulheres evitando, assim, restrições de circulação a bordo. “Nós estamos lançando este novo serviço após percebermos uma grande demanda no Qatar. A maioria das mulheres do país preferem charters sem a presença de homens e estamos oferecendo barcos com tripulações femininas para que as mulheres possam ter a experiência do charter tripulado com o maior conforto possível”, declarou Michael Newton-Woof, diretor da Ventura Yachts.

                                  O Pink Lady Charters terá sete barcos para aluguel entre 35 e 45 pés.

                                  A Ventura Yachts é a maior representante Ferretti na Espanha e no Reino Unido e também tem serviço de charter nesses países.

                                  Foto: Shutterstock

                                   

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                                    45 Atomic

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                                    A Sunrise Yachts, estaleiro da Turquia que constrói superiates, entregou o segundo casco do seu modelo de 45 metros (147 pés) e o 45 Atomic surpreendeu os visitantes do Fort Lauderdale Boat Show que viram um iate totalmente diferente do Africa, primeiro casco da linha entregue há cinco anos.

                                    O proprietário americano recebeu um iate de três deques com espaço interno e pé-direito generoso. O design interior é foi totalmente reformulado e está muito mais moderno. Os camarotes acomodam até 10 pessoas e há espaço para até 9 tripulantes.

                                    Segundo o estaleiro, o 45 Atomic é um iate com navegação estável e consumo de combustível eficiente. O superiate foi equipado com dois motores MTU de 1057 hp cada, chegando a velocidade máxima de 16 nós.

                                    Fotos: Sunrise Yachts

                                     

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                                      Jet Tour Chapecó

                                      Por: Redação -

                                      O Rio Uruguai, na divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul, terá atrações especiais para motos aquáticas neste fim de semana. O Jet Tour Sea-Doo, passeio em grupo e monitorado, está marcado para este domingo e promete belos visuais pela região de Chapecó (SC). A base das atividades será o residencial Casas da Montanha, onde no sábado haverá test drive com os jets da Sea-Doo.

                                      “O Rio Uruguai é ponto de encontro dos jets e recebe pela primeira vez o Jet Tour Sea-Doo. As expectativas são bastante positivas”, comentou Leonardo Neto, da Montreal Powersports, concessionária dos produtos BRP (o que inclui as máquinas da Sea-Doo) e organizadora local do evento. “O lugar é muito bonito, com águas limpas e tranquilas e bastante mata fechada nas margens. O passeio terá até duas horas de duração e a previsão para o final de semana é que continue fazendo sol e calor”, continuou.

                                      Os participantes contarão com a estrutura de ponta dos eventos da Sea-Doo, que preza pela segurança e possui monitores treinados. “Na base do evento, haverá tendas com as bandeiras e os produtos da BRP, além de um churrasco aguardando o pessoal no retorno do passeio”, concluiu Neto. As inscrições para as atividades devem ser feitas com a equipe da Montreal Powersports no telefone 49/3323-0084.

                                      A organização do Jet Tour Sea-Doo exige o uso dos equipamentos de segurança e a apresentação da habilitação náutica por parte dos pilotos.

                                      Foto: Divulgação

                                      Informações: assessoria de imprensa

                                       

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                                        Aos 75 anos

                                        Por: Redação -

                                        Mais de 45 anos depois de sua circunavegação histórica, sem escalas, em solitário e em uma época que não existiam tecnologias como o gps, o lendário fundador da Clipper Race, Sir Robin Knox-Johnston, de 75 anos, continua a inspirar aventureiros de todo o mundo.

                                        Depois da conquista do pódio na regata transatlântica Route du Rhum este fim de semana, Sir Robin foi recebido como herói em Guadalupe e mensagens de felicitações e de apoio de velejadores e companheiros de aventura têm inundado as redes sociais em de todo o mundo.

                                        Sir Robin, o participante mais velho no desafio de 3.542 milhas da Route du Rhum, chegou em Guadalupe no último sábado em terceiro lugar na Classe Rhum, depois de 20 dias, 7 horas, 52 minutos e 22 segundos no mar.

                                        Abaixo algumas palavras de Sir Robin:

                                        Desde o momento que eu anunciei que iria participar da Route du Rhum tenho estado muito emocionado e agradecido por todo o apoio que venho recebendo de pessoas em todo o mundo.

                                        A verdade é que sempre me inspirou ver os milhares de membros da tripulação da Clipper Race ao longo destes quase vinte anos. Como eu sempre estive muito envolvido com a competição sentia certa inveja todas as vezes que acenava para os times que partiam, querendo muito estar com eles nestas aventuras. Quando participei da Sidney Hobart em dezembro do ano passado, tive certeza que eu tinha que voltar a competir novamente. Então, de verdade, queria agradecer a todo o time da Clipper Race por me inspirar a voltar a competir.

                                        Eu curti muito a Route du Rum. Embora tenha sido muito difícil e altamente competitiva, eu me senti ótimo por voltar ao mar, onde me sinto em casa. As pessoas ficavam falando da minha idade durante o percurso, mas francamente, isso é irrelevante quando você se sente jovem e saudável. Eu não tenho planos de me aposentar e parar de competir, isso eu tenho certeza.”

                                        Sir Robin Knox-Johnston criou a Clipper Race em 1995 e a edição 2015-16 será a décima da competição bienal que foi responsável por inserir mais de 3000 velejadores novatos em corridas de oceano.

                                        Foto: Divulgação

                                         

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                                          Por: Redação -

                                          Faltando pouco menos de um mês para o início da Copa Brasil de Vela, os melhores velejadores do mundo que estão em busca de uma vaga nos Jogos Olímpicos Rio 2016, já começam a se preparar. O evento, que terá como sede a praia de São Francisco, em Niterói, será realizado de 13 a 20 de dezembro e valerá também como Campeonato Brasileiro das classes 470, 49er e 49er FX.

                                          Nomes como Martine Grael e Kahena Kunze, eleitas melhores velejadoras do ano pela federação internacional (Isaf), Jorge Zarif, vencedor do Prêmio Brasil Olímpico de 2013, Robert Scheidt e sua esposa, a lituana Gintare Scheidt, e a holandesa Marit Bowmeester, prata em Londres 2012 na Laser Radial, já confirmaram a sua presença.

                                          “A Copa Brasil e o Evento Teste são as duas principais competições realizadas na raia dos Jogos 2016 durante o ano. Então esta segunda edição do evento será essencial para medirmos forças com os adversários estrangeiros, que virão em número mais expressivo do que na primeira edição, e também fazer uma avaliação do desempenho dos atletas brasileiros nas cinco raias olímpicas”, disse Daniel Santiago, Diretor Executivo da CBVela.

                                          Assim como na primeira edição estarão na água as 10 classes olímpicas: Laser, Laser Radial, Nacra 17, 49er, 49er FX, Finn, RS:X masculino e feminino e 470 masculino e feminino. Os dias 13, 14 e 15 serão dedicados à medição e inscrição e no dia 16 serão disputadas as primeiras regatas. Serão usadas as cinco raias olímpicas: Ponte, Escola Naval, Pão de Açúcar (dentro da baía de Guanabara) e Niterói e Copacabana (fora da baía). No dia 20, sábado, todas as classes terão a regata da medalha (medal race), em que participam apenas os 10 primeiros colocados. Estas regatas serão realizadas próximas à praia, bem pertinho do público, e contarão com a narração em tempo real, para que aqueles que estejam na areia possam entender um pouco mais sobre o esporte e torcer para o seu velejador favorito.

                                          Seguindo o modelo de sucesso da primeira edição, toda a estrutura do evento será montada nas areias da praia de São Francisco, em Niterói, o que possibilita uma maior interação do público com os velejadores.

                                          Desta vez a área do evento será ainda maior, ocupando quase metade da praia, e contará com um espaço para convivência dos atletas, sala para os juízes, sala de imprensa e espaço de guardaria para todos os barcos. A premiação de todas as classes também será feita bem pertinho do público.

                                          “A Copa Brasil de Vela é o principal evento organizado pela Confederação, que tem o objetivo de torná-lo o maior evento de monotipos da vela brasileira e sul-americana. A ideia é que já em 2015 a Copa seja válida como Campeonato Brasileiro de Classes Olímpicas. A partir de 2016 o evento deverá ser realizado em outros estados, de forma que a cada ano tenha uma sede diferente”, disse Ricardo Baggio, gerente de eventos da CBVela.

                                          Foto: Kyra Mirsky/CBVela

                                          Informações: assessoria de imprensa

                                           

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                                            Por: Redação -

                                            Esse mês fui conhecer a “capital náutica do mundo” ou melhor dizendo, Fort Lauderdale, nos Estados Unidos. Realmente a cidade respira o ambiente náutico. Desde os restaurantes com decorações temáticas ligadas ao mar, até o corre-corre de marinheiros falando sobre soluções encontradas para seus barcos.

                                            Tenho que agradecer ao mais que navegador brasileiro Fernando Passow quem me recebeu muito bem e me apresentou um mundo de possibilidades sobre o universo náutico.

                                            Bater um papo com Passow já se trata de uma verdadeira aula sobre cruzar oceanos. Não tem coisa que cruzeirista mais gosta de fazer do que tomar uma gelada e contar histórias e olha, vou defender a categoria, não são estórias de pescador, são histórias de navegador. Quem já viveu no mar a bordo sabe bem o que estou dizendo, a primeira coisa a fazer quando se joga a âncora é buscar o ponto de encontro da comunidade cruzeirista local, pedir uma cerveja e começar a fazer amigos.

                                            Passow tem dois Atlânticos em sua rota de vida como velejador e em um deles uma experiência que nenhum marujo quer passar, mas se passa, tem orgulho de dizer que passou. Fernando topou com seu veleiro em um cargueiro quando chegava às Bahamas. Nando, como é conhecido entre os amigos da vela, teve que, literalmente, abandonar o barco e começar tudo de novo e olha que mesmo assim, antes de sair de sua embarcação, tentou sangrar o motor, tratar o barco com fibra de vidro… Tudo pra tentar salvar, mas acabou ele sendo salvo pelo próprio cargueiro. Começou de novo.

                                            Bem, começar de novo é algo que para quem vive no mar e do mar é bastante comum. Saber dar um passo para trás, sacrificar alguns confortos e nunca desistir do sonho. Já dizia Amyr Klink, o pior naufrágio é aquele que não sai do porto. Então continuemos. Marinheiro que é marinheiro tem que seguir em frente, sempre…

                                            Em Fort Lauderdale, conheci a maior marina dos Estados Unidos, a Lauderdale Marine Center. São centenas de barcos de todos os tipos passando por manutenção, reforma, limpeza. A grandiosidade do local impressiona e a vontade, para quem gosta, é de visitar cada um daqueles iates. Vi barcos de pesca esportiva, barcos de alto desempenho, iates, veleiros, lanchas, catamarãs, traineiras, canoas e superiates extraordinários. Uma estrutura enorme que garante segurança e confiança para quem escolhe deixar o barco lá.

                                            Conheci alguns marinheiros que trabalham a bordo, inclusive mulheres. Eles geralmente são capitães, engenheiros, elas, colocam ordem na casa! São supervisoras gerais da tripulação. Mais uma forma diferente, uma nova possibilidade, para quem quer ter a experiência da vida a bordo. Nesse caso, com muito mais luxo e conforto, pois tratam-se de verdadeiros apartamentos flutuantes. Porém o que vale é o contato com o mar, a vida de viajante e o trabalho náutico, que para quem gosta já é bastante prazeroso.

                                            Passow vive em Fort Lauderdale com seu cachorro Mak a bordo do Free Spirit, um veleiro fabricado em Hong Kong em 1979. A vida é tranquila, viver a bordo não tem imposto e Fort Lauderdale é uma cidade sem preconceito. Visitei o Free Spirit, e vi que é bastante organizado para um homem solteiro. A vida a bordo nos ensina a ser econômicos e a viver em pequenos espaços. Aliás, em tempos de seca em São Paulo eu indicaria uma temporada a bordo para aprender rapidinho como viver com pouca água e com pouco de tudo. Numa próxima falo sobre isso. Marinheiro que é marinheiro tem que seguir em frente. Hoje estou aqui amanhã não sei.

                                            Fotos: Arquivo Pessoal

                                             

                                            Marcela Rocha é instrutora de mergulho, jornalista, locutora de rádio, velejadora nas horas vagas e, acima de tudo, muito feminina

                                             

                                             

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                                              24/11/2014

                                              As sete equipes da Volvo Ocean Race estão acelerando pelo Oceano Índico rumo aos Emirados Árabes Unidos numa das etapas mais equilibradas da história da regata de Volta ao Mundo. A segunda perna, que começou na quarta-feira (19), não tem nenhum barco despontando na frente. A cada atualização de posição, os números apontam para uma Volvo Ocean Race no melhor estilo das eleições brasileiras: empate técnico. Às 15h (horário de Brasília) desta segunda-feira (24), por exemplo, a diferença do líder Team Brunel (Holanda) para o Mapfre (Espanha) era de menos de um quilômetro. Sem contar os que estão atrás, na margem de erro, podendo assumir a ponta a qualquer momento. Isso é só o começo, já que a perna terá quase um mês de duração até chegar aos Emirados Árabes Unidos.

                                              Na prática, a flotilha está dividida em duas: Abu Dhabi e Team Vestas Wind estão mais a Noroeste. Já Team Brunel, Mapfre, Dongfeng e Team Alvimedica rumam a Nordeste. As meninas do Team SCA ainda estão indecisas!

                                              “Queremos a recuperação”, disse Iker Martínez, comandante do barco espanhol. “Nosso objetivo é pegar pódio após a primeira etapa ruim”. De fato, o Mapfre, que também tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca a bordo, está mostrando reação, ficando sempre entre os primeiros.

                                              O espanhol Xabi Fernández descreveu a ação deles no Índico: “Passamos todo o dia e toda a noite olhando para os adversários e para a nossa navegação. Parece uma regata local, de curta duração. É muita pressão, pois não podemos cometer erros. Estamos a 100%”.

                                              A segunda etapa, entre a Cidade do Cabo e Abu Dhabi, tem ao todo 5.125 milhas náuticas ou 9.500 quilômetros de distância e pode durar até um mês.

                                              Foto: Francisco Vignale/Mapfre

                                               

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                                                Por: Redação -

                                                Localizada na principal avenida da cidade, Dr. João Colin (único meio de acessar as marinas de Joinville), a nova loja-conceito da FS Yachts tem showroom de 1.000 m² com toda a linha do estaleiro catarinense.

                                                A FS Concept Store Joinville é um espaço de interação onde o cliente pode ver a linha completa da FS Yachts que fabrica lanchas entre 18 e 30 pés. Na loja, também é possível marcar test-drive na baía de Babitonga.

                                                A loja também tem boutique com muitos acessórios náuticos como coletes, boias, pranchas de wakeboard e uma linha customizada de camisas, bonés e chinelos da marca FS Yachts.

                                                Fotos: Divulgação

                                                 

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                                                  Mais uma estrela brasileira se rende aos prazeres do mar e da navegação. Rodrigo Minotauro, lutador de MMA, empresário, e um dos maiores representantes das artes marciais brasileiras, acaba de adquirir uma lancha de 40 pés da francesa Beneteau.

                                                  A Beneteau GT 40 é fabricada no estaleiro brasileiro da Beneteau e a versão nacional ganhou churrasqueira na plataforma de popa estendida e espaço gourmet com máquina de gelo para os verões quentes do país. É uma bela lancha cabinada com design esportivo e bastante conforto a bordo.

                                                  A lancha já foi batizada, Team Nogueira TV, e navegará nas águas de Angra dos Reis.

                                                  Foto: Beneteau Brasil

                                                   

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                                                    O verão vem aí

                                                    As manhãs ainda frias da primavera em São Paulo podem nos fazer esquecer que o verão está chegando trazendo dias quentes e muito convidativos para um passeio de barco. Mas assim como automóveis, lanchas, veleiros e jets precisam de manutenção adequada para evitar problemas e constrangimentos com a família na saída com o barco. O primeiro item que merece toda nossa atenção é o motor. Revisões executadas por profissionais gabaritados, seguindo a periodicidade no manual do fabricante, são imprescindíveis, pois além da troca de óleos lubrificantes, filtros, correias e rotor da bomba d´água há uma série de itens que o mecânico experiente detecta como, por exemplo, uma mangueira rachada. Combustível velho deve ser descartado, usando os reservatórios que as marinas e iates clubes reservam para isto. Uma inspeção detalhada na parte hidráulica, incluindo as válvulas e abraçadeiras abaixo da linha d´água, é outro item que merece nossa atenção. A parte elétrica, desde as luzes de navegação, bombas de porão e equipamentos eletrônicos, também merece uma revisão criteriosa, de preferência com o apoio de um eletricista náutico. Se não conseguir um profissional da sua confiança com esta qualificação, verifique você mesmo todas as luzes de navegação e os equipamentos de bordo, lembrando que muitos reparos, como a troca de fusíveis, lâmpadas e até mesmo bombas de porão e seus dispositivos automáticos de acionamento, não exigem conhecimento aprimorado e podem ser feitos por você. Verifique o estado da âncora, corrente, manilhas, amarra e os cabos em geral. Preste especial atenção ao material de salvatagem, desde os coletes, retinida da boia circular (que costuma apodrecer já que o polietileno usado no cabo deste dispositivo não resiste aos raios ultravioletas do sol por muito tempo) até os pirotécnicos de sinalização. O estado da embalagem e a data de validade são itens vitais, que devem ser respeitados a risca nos pirotécnicos. O mesmo vale para os extintores. Finalmente, verifique a validade da sua habilitação e também se os documentos do barco estão em ordem, lembrando que o seguro obrigatório deve ser renovado todo ano. Pode estar certo que, se for inspecionado pela Marinha, estes serão os primeiros itens que os militares conferirão a bordo. Não se esqueça que a ausência de álcool no sangue do condutor também pode ser verificada pela Marinha, que dispõe de muitos bafômetros em suas lanchas, da mesma maneira que isso é feito com condutores de automóveis.

                                                    Fazendo isto, dificilmente terá problemas com seu barco, adquirido para proporcionar navegações agradáveis, tanto no mar quanto em água doce. Afinal, você é o capitão.

                                                    Foto: Shutterstock

                                                     

                                                    Marcio Dottori é diretor técnico da Revista Náutica há mais de 20 anos e o mais respeitado especialista em barcos do Brasil

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                                                      Em um belo dia de sol e com vento sul com 10-14 nós de intensidade (entre 20 e 25 km/h, aproximadamente), o Iate Clube de Santa Catarina sediou neste domingo o segundo e último dia da oitava etapa da Copa Veleiros de Monotipos, que apontou também os campeões estaduais de Laser e Optimist, na Sede Oceânica, em Jurerê.

                                                      As disputas contaram com um bom número de competidores. Além da Laser e Optimist, o evento contou ainda com regatas de Snipe. Na Optimist, os campeões da Estreante e Veterano foram definidos após a soma de duas etapas: a primeira realizada em Itajaí (setembro) e a segunda no Iate Clube de Santa Catarina.

                                                      Na Optimist Estreante, Samer Kayali e Thiago Canto protagonizaram um duelo equilibrado. Thiago chegou ao último dia de regatas com dois pontos de vantagem, mas em um dia perfeito Samer venceu as duas regatas e acabou tirando a diferença, confirmando o título da classe com apenas um ponto de frente para o adversário. Daniel Maciel completou o pódio do estadual em 3º.

                                                      Já na Optimist Veterano, a disputa foi entre Guilherme Berenhauser e Rafael Servaes. Rafael venceu a primeira regata do dia e foi 3º na outra, mas viu Guilherme manter a boa média de resultados (um 2º e um 6º), sem conseguir tirar a vantagem do líder. Com isso, Guilherme comemorou o título da classe com quatro pontos de vantagem. Em terceiro ficou Luca Miguel.

                                                      Além dos campeões na Optimist, a oitava etapa da Copa Veleiros de Monotipos definiu também os títulos estaduais de Laser Standard, Radial e 4.7. Na Laser Standard, Alex Veere teve bons motivos para comemorar seu aniversário neste domingo. Com vitórias nas duas regatas do dia, o velejador confirmou o título da temporada. Guilherme Pereira terminou em 2º e Bruno Fontes em 3º.

                                                      A Laser Radial proporcionou algumas das disputas mais emocionantes do dia. Atrás nas disputas, Maria Cristina Boabaid teve um ótimo domingo, vencendo as duas regatas do dia e assumindo a ponta na Laser Radial, com apenas um ponto de diferença sobre Henrique Back, vice-campeão, e dois de diferença para Larrisa Juk – terceira colocada.

                                                      Fechando os campeões estaduais, Daniel Martins venceu as duas regatas desse domingo na 4.7 e foi o grande vencedor do evento. Eduardo Silva ficou em segundo e Julietty Tesch terminou em 3º.

                                                      Encerrando as disputas do final de semana, a dupla Felipe Linhares/Eduardo Beirão velejou muito bem durante todo o fim de semana, vencendo as cinco regatas programadas para a oitava etapa da Copa Veleiros de Monotipos. Os resultados garantiram o título da classe Snipe para a parceria. Michel Durieux/Dionison Durieux foram os vice-campões e Alex Juk/Piero Furlan terminaram na terceira colocação.

                                                      Campeões estaduais 2014:

                                                      Samer Kayali – Optimist Estreante
                                                      Guilherme Berenhauser – Optimist Veterano
                                                      Alex Veeren – Laser Standard
                                                      Tina Boabaid – Laser Radial
                                                      Daniel Martins – Laser 4.7

                                                      Foto: Gabriel Heusi

                                                       

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                                                        O britânico fundador da Clipper Race, Sir Robin Knox-Johnston, terminou a regata transatlântica Route du Rhum em terceiro lugar em sua classe, a Open 60.

                                                        Sir Robin cruzou a linha de chegada em seu Open 60 Grey Power as 04h58 do horário local (Guadaloupe), após 20 dias, 7 horas, 52 minutos e 22 segundos no mar. Ele conseguiu segurar o rival Wilfrid Clerton, que ficou com o quarto lugar.

                                                        O primeiro homem a dar a volta ao mundo em solitário e sem escalas em 1968/69 disse que estava feliz em terminar a competição de 3.542 milhas após a intensa disputa pelo pódio.

                                                        Desde que a competição começou em Saint Malo, na França, em 2 de novembro, Sir Robin vem ganhando posições. Na última semana ele lutou pelo pódio com outros três competidores, enfrentando ventos fracos e instáveis e rajadas de chuva.

                                                        Sir Robin Knox-Johnston tem 75 anos e é o velejador mais velho da competição. Ao fim da jornada disse que foi muito gratificante chegar em terceiro lugar, contra grandes concorrentes internacionais. Na outra vez que participou da regata, há 32 anos, ele terminou na décima quarta posição.

                                                        Veja o vídeo da chegada:

                                                        Foto: Divulgação

                                                         

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                                                          Por: Redação -
                                                          22/11/2014

                                                          A maior pergunta sobre a próxima edição da America’s Cup, que acontecerá em 2017, é: qual afinal será a sede das finais do troféu mais antigo do mundo em disputa? Dois cenários disputam o posto, Bermuda, que seria uma sede inédita para a competição, e San Diego, que já sediou três edições da regata (1988,1992 e 1995).

                                                          A dúvida será sanada no próximo dia 2 de dezembro, uma terça-feira, durante coletiva de imprensa na cidade americana de Nova Iorque. A organização está cumprindo o prazo prometido para o anúncio que era até o final de 2014.

                                                          A 35ª edição da America’s Cup já recebeu inscrições de cinco equipes desafiantes: Artemis Racing, Ben Ainslie Racing, Emirates Team New Zealand, Luna Rossa Challenge e Team France. Os cinco sindicatos, como são chamadas as equipes que participam da competição, irão tentar tirar o título do Oracle Team USA, de James Spithill, que conquistou o troféu em uma virada histórica em cima do Emirates Team New Zealand que volta para a competição em busca de revanche.

                                                          Foto: Divulgação/America’s Cup

                                                           

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                                                            21/11/2014

                                                            Neste fim de semana as atenções da vela catarinense estarão voltadas para as disputas do Campeonato Estadual de Laser e Optimist. A oitava etapa da Copa Veleiros de Monotipos, acontece no Sede Oceânica do Iate Clube de Santa Catarina, e define os campeões estaduais das duas classes na temporada 2014.

                                                            As disputas de Optimist acontecem em duas etapas para a definição dos campeões. A primeira delas ocorreu em Itajaí, no mês de setembro, abrindo a corrida pelo título nas categorias Estreante e Veterano.

                                                            Além disso, a Laser também definirá os campeões estaduais de Standard, Radial e 4.7, mas com os vencedores sendo definidos em etapa única.

                                                            O evento reúne ainda disputas nas classes Snipe, 420, 470, Dingue, Byte, Prancha a Vela, Hobie Cat, Tornado e A-Cat. No total, serão dois dias de competições em Jurerê. No sábado, 22, estão previstas as disputas de três regatas com previsão de início às 12h. Já no domingo, 23, mas duas regatas devem ser realizadas, com sinalização de partida no mesmo horário.

                                                            A Copa Veleiros de Monotipos é um dos campeonatos mais tradicionais da vela catarinense e acontece ao longo do ano com realização do Iate Clube de Santa Catarina.

                                                            Foto: Divulgação

                                                             

                                                            Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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