Hora da Verdade

Por: Redação -
05/12/2014

Hora de decisão no Yacht Club de Ilhabela. Depois de sete finais de semana com regatas equilibradas e muita disputa, chega ao final a 14a. edição da Copa Suzuki Jimny/Circuito Ilhabela de Vela Oceânica. O sábado, dia 6, será muito movimentado na cidade conhecida como Capital Nacional da Vela. Em meio à confraternização, será feita a entrega do Troféu Dia do Marinheiro aos velejadores do Montecristo, Fita Azul (primeiro no tempo real) da Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake no último sábado, dia 29 de novembro, pela Capitania dos Portos de São Sebastião. Serão premiados também os vencedores de cada classe.

Responsável por movimentar os circuitos nacionais de vela oceânica, pela quantidade de barcos na raia, a classe HPE 25 tem sempre um favorito, principalmente quando as regatas são disputadas em sua casa. Foi assim na conquista da Ilhabela Sailing Week de 2014 e está sendo na Copa Suzuki Jimny, no mesmo local do litoral norte paulista: Ilhabela.

O Ginga e sua tripulação, ambos ‘nativos da ilha’, possuem afinidade que os coloca à frente dos demais concorrentes. “É uma questão de treinamento, por isso temos uma equipe estável”, justifica o comandante Breno Chvaicer, paulistano, porém, sempre presente nos treinos e regatas. “É importante a oportunidade que a vitória nos dá, para motivarmos as outras tripulações, mostrando que o treinamento e a manutenção do time são fundamentais para obter-se rendimento”.

O veleiro de Ilhabela lidera a Copa Suzuki Jimny com ampla vantagem. Venceu a maioria das regatas e soma 16 pontos perdidos, contra 37 do Fit to Fly e 43 do Suzuki Bond Girl, terceiro colocado. Ainda não é matematicamente o campeão, mas está bem próximo do título. “A última regata mostrou que não somos imbatíveis. O Fit to Fly estava na nossa frente e precisamos nos esforçar para ultrapassá-lo no contravento”, relata o comandante.

Breno comprova que o conhecimento da raia e a vontade de velejar fazem a diferença. “Eu venho para a ilha em quase todos os finais de semana e os outros três tripulantes são jovens de Ilhabela. Sempre que possível levamos o barco para a água”. Apesar da liderança folgada, a ordem do comandante para o próximo fim de semana é velejar como se o campeonato estivesse apenas começando. “A diferença de pontos não vai nos desmotivar. Iremos para as últimas regatas com a determinação de sempre: brigar pela vitória”.

Campeão da Ilhabela Sailing Week de 2011, com o bicampeão olímpico Robert Scheidt a bordo, o Atrevido faz campanha regular na XIV Copa Suzuki Jimny. Comandado por Fabio Bocciarelli, foi o terceiro na regata de percurso com 13 milhas (23 km) no último fim de semana. Ginga e Fit to Fly chegaram à frente. “Mais do que uma regata, foi um passeio. O vento ajudou e água estava limpa, transparente, como há muito tempo não via”, elogiou Bocciarelli.

Para o comandante do Atrevido, não há contestações sobre a hegemonia do Ginga. “Eles são muito bom de manobras. Treinam tanto que até parece estarem em campanha olímpica de HPE”, exagerou o responsável pelo barco vice-campeão na Ilhabela Sailing Week (atrás do Ginga), vice também no Campeonato Carioca e terceiro colocado no Brasileiro, no Rio de Janeiro. “Em 2015 o Brasileiro de HPE será em Ilhabela. Vamos trazer barcos de Brasília, Bahia, Rio, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além da flotilha de São Paulo”, conclui Bocciarelli entusiasmado com a classe.

Ao contrário da HPE, as demais classes terão muita disputa neste final de semana. A classe C30 é liderada pelo CA Technologies, veleiro mais regular da temporada, mas as chances estão abertas para o Caballo Loco, com o Caiçara Porsche sustentando possibilidade apenas matemática.

Na ORC, com a vitória na Regata Volta à Ilha, o Orson, entrou na briga direta pelo título de 2014 com o Lexus/Chroma. Se repetir a performance neste final de semana ganhará a classe. Na IRC, o veleiro está sem segundo atrás do Rudá.

A classe RGS, sempre especial porque costuma reunir a maioria dos barcos inscritos, promete emoção nas últimas regatas do ano. Após as vitórias do Suduca (Geral) e do Boccalupo (Cruiser) na Regata Volta à Ilha, as divisões da classe estão mais equilibradas. A RGS tem como líderes, BL3 Urca (A), Asbar II (B), Zeppa (C) e BL3 Wind (Cruiser).

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    Lov in Mar

    Por: Redação -

    A primeira edição da “Lov In Mar’, no sábado 13 de dezembro, irá atrair muitos barcos para as águas mornas do paraíso paraibano. A Jacaré Marina Club está montando, juntamente com o Lovina Bar e Restaurante, a primeira festa náutica do estado. Serão dezenas de embarcações pelo litoral acompanhadas de muito sol, musica e gente bonita.

    “É muito bom promover algo deste porte onde todos participem com alegria e preservando a segurança e limpeza do local”, declarou o organizador do evento Daniel Sales, um dos diretores da Jacaré Marina Club.

    Acessível a todos que visitarão a praia de Ponta de Campina, a festa começará às 11 horas e promete seguir até às 17 horas, sempre com muita música. O palco flutuante em uma balsa irá atrair a atenção e organizar todos ao seu redor para acompanhar os shows de Ramon Schnayder e diversos Dj’s.
    O mais interessante é que festa não tem fins lucrativos. Ela visa divulgar o potencial turístico e de lazer da região e consolidar o Estado da Paraíba como um dos melhores destinos náuticos do Brasil. Fomentando o movimento de todas as marinas da região, assim como o aluguel e venda de barcos, fortalecendo fortemente a indústria deste setor.

    Uma festa dessa magnitude não poderia deixar de dar atenção à segurança. O aparato, que garante a diversão com tranquilidade, conta com o apoio da Capitania dos Portos da Paraíba, Policia Militar, Corpo de Bombeiros, além de seguranças particulares espalhados pela areia.

    Uma inscrição é necessária para a Capitania ter ideia de quantas embarcações estarão no evento também por motivos de segurança. Aos interessados, a organização precisa de nome completo, nome da embarcação, telefone e endereço de e-mail.

    Inscrições e mais informações:
    [email protected]
    Whatsapp: (83) 9177-7565

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      Segundo lugar

      Por: Redação -

      Atuais campeões da Star Sailors League (SSL) Finals, Robert Scheidt e Bruno Prada disputaram mais três regatas nesta quinta-feira (4) em Nassau, nas Bahamas, pela fase de classificação do campeonato, que reúne 20 das principais tripulações de Star na vela mundial. Obtiveram um sétimo e dois quartos lugares, o suficiente para se posicionarem como vice-líderes, com 18 pontos perdidos, dez a mais do que os líderes, os americanos Mendelblatt e Fatih, com oito. A dupla alemã Polgar e Koy, com 21, ocupa a terceira colocação.

      Na primeira regata do dia, a quarta da SSL Finals, Robert e Bruno passaram do limite no momento de contornar a primeira boia de contravento. Perderam tempo para retornar e recuperar o rumo certo “Cometi um erro grande, de novo. Não consegui montar a boia. Foi como se tivesse pagado um pênalti”, considerou Robert, que ainda conseguiu chegar na sétima colocação. A dupla americana Mendelblatt e Fatih venceu praticamente de ponta a ponta, com 60min24, seguidos pelo campeão olímpico de Star, em Londres, Freddy Loof e seu proeiro Anders Ekstrom, ambos da Suécia. O vento nordeste esteve sempre em torno de 15 nós (27 km/h)

      Após a segunda largada os tricampeões mundiais de Star mantiveram-se em posição intermediária na flotilha. Contornaram a primeira boia em 12º lugar. Partiram para a recuperação na primeira perna de popa, saltando para a sétima colocação. Na quarta e última perna, também em popa, chegaram ao segundo lugar, mas perto da linha de chegada escolheram o lado direito da raia, enquanto o vento favoreceu a esquerda. Robert e Bruno chegaram na quarta posição, a 53 segundos de Mark Mendelblatt, que obteve a segunda vitória no dia. O francês Rohart foi o segundo e o croata Gaspic, o terceiro.

      Na última disputa desta quinta-feira, a sexta do campeonato, Robert repetiu a colocação anterior. Manteve-se sempre entre os cinco primeiros. Travou duelos com, o alemão Polgar, Jorge Zarif e Mendelblatt, o velejador mais regular do dia. A dupla Polgar e Koy venceu com 56min23, com Mendelblatt em segundo e Jorginho em terceiro lugar. Robert ficou a 30 segundos do vencedor. “O importante é ficar em primeiro para evitar a próxima fase, mas hoje não teve jeito, o americano (Mendelblatt) velejou com muita velocidade”, analisou Robert, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex e Deloitte, com os apoios de Audi, COB e CBVela.

      Para o novo líder da SSL Finals, o dia foi perfeito. “Fiz grandes regatas, sempre com vento adequado e velocidade suficiente para me manter à frente. Por enquanto só estou tentando velejar da melhor forma possível, a cada regata, sem pensar em resultado final”, argumentou Mendelblatt, bronze na primeira edição da SSL Finals em 2013, também com sede no Nassau Yacht Club (NYC).

      Hoje, mais três largadas definem os barcos para as quartas de final. Como o primeiro colocado passa direto à semi, estarão classificados do segundo ao 11º, após nove regatas. A semifinal terá sete tripulações e a final, quatro. As três séries estão previstas para este sábado (6), dia decisivo. A primeira regata do dia começa às 11h em Nassau (14h em Brasília). Entre as outras três duplas brasileiras, Zarif e Boening estão em oitavo, Torben e Guilherme em 16º, e Fuchs e Seifert em 20º lugar.

      Classificação após três regatas e um descarte

      1. Mendelblatt/Fatih (EUA) – 8 pontos perdidos (1+[10]+3+1+1+2)
      2. Scheidt/Prada (BRA) – 18 pp ([7]+1+2+7+4+4)
      3. Polgar/Koy (ALE) – 21 pp ([9]+3+6+2+13+1)
      4. Loof/Ekstrom (SUE) – 22 pp (4+[12]+4+3+6+5)
      5. Rohart/Ponsot (FRA) – 29 pp (6+2+[13]+9+2+10)
      6. Negri/Lambertenghi – 29 pp (5+5+[10]+6+5+8)
      7. Kusznierewicz/Zycki (POL) – 36 pp (10+8+[12]+4+7+7)
      8. Zarif/Boening (BRA) – 37 pp (15+7+1+[17]+11+3)
      9. Scott/Milne (ING) – 39 pp ([13]+4+5+11+8+11)
      10. Gaspic/Sitic (CRO) – 46 pp ([14]+14+7+10+3+12)
      11. Papathanasiou/Tsotras (GRE) – 55 pp (2+9+9+16+[20]+19)

      Foto: Gilles-Martin Raget/SSL

      Informações: assessoria de imprensa

       

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        Presença no Brasil

        Por: Redação -
        04/12/2014

        Com o expressivo crescimento e aceitação das embarcações Azimut Yachts no Brasil e após registrar um aumento de cerca de 70% em vendas de embarcações novas e seminovas nessa temporada náutica (set 2103/set 2014) em relação à anterior, o estaleiro da marca no Brasil se volta ao aprimoramento do sistema de pós-vendas aos clientes e suas tripulações.

        A filial do Grupo italiano Azimut-Benetti estruturou um sistema de apoio e monitoramento direto da fábrica em marinas estratégicas. Os escritórios, conhecidos como “Service Desk”, estão localizados em Angra dos Reis (RJ) além do Guarujá (SP) e Balneário Camboriú (SC). Outro ponto está sendo instalado em Bracuhí, também em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, para atender melhor os clientes da região que concentra um grande número de barcos Azimut.

        O italiano Giuseppe Donadio, que até o ano passado era o responsável por dirigir o setor de pós-vendas de todo o Grupo Azimut-Benetti, agora está à frente do setor da filial brasileira e cuida diretamente da rede de serviços.

        “Para dirigir essa nova fase de pós-vendas trouxemos da Itália um dos mais renomados profissionais do mercado náutico para cuidar de todos os processos de pós-vendas e atender as necessidades dos armadores e tripulação através do atendimento, suporte técnico e reposição de peças”, conta o CEO da Azimut no Brasil Davide Breviglieri.

        “É importante que haja um canal de comunicação direto entre o cliente e a fábrica, e ele se faz presente através do serviço de pós-vendas eficiente. Este é um grande diferencial capaz de fidelizar clientes e reforçar a marca Azimut-Benetti no mercado devido à qualidade do atendimento desde o momento em que se pensa em adquirir um iate e, principalmente, durante e após o período de garantia”, destaca o diretor de pós-vendas da Azimut no Brasil Giuseppe Donadio.

        Instalado no Brasil em 2010, o estaleiro da Azimut Yachts ocupa uma área de 16 mil m² na cidade de Itajaí, SC, e vem obtendo sucesso cada vez mais expressivo com novidades ao mercado náutico ano a ano. Atualmente a fábrica conta com produção de iates de luxo de 42, 43, 48, 60 e 70 pés. Para o ano que vem, já está confirmado o início da produção do modelo de 80 pés.

        Foto: Divulgação

         

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          Volta ao mundo

          Por: Redação -

          A Barcelona World Race, regata de volta ao mundo sem escalas, larga no próximo dia 31 de dezembro da cidade de Barcelona. Sete equipes estão inscritas na disputa. A regata será corrida em veleiros Imoca 60 que serão tripulados por apenas dois velejadores. Serão 24000 milhas náuticas que serão percorridas em cerca de 3 meses.

          Cheminées Poujoulat, GAES Centros Auditivos, Hugo Boss, Jörg Riechers and Sébastien Audigane, Neutrogena, One Planet, One Ocean & Pharmaton e Spirit of Hungary são as equipes que estarão na linha de largada no próximo dia 31 para enfrentar o desafio.

          A Barcelona World Race está em sua terceira edição. Os franceses Jean-Pierre Dick e Loïck Peyron foram os campeões a bordo do Virbac-Paprec 3.

          Foto: Divulgação

           

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            Final de temporada

            Por: Redação -

            Técnica e esforço pela vitória nas regatas no Canal de São Sebastião. Confraternização e planejamento para 2015. Ilhabela encerra a XIV Copa Suzuki Jimny de Vela Oceânica no próximo final de semana (6 e 7/12) com ações e emoção dentro e fora da água. O sábado (6) será um dia especial para os velejadores. Além das disputas decisivas, após as regatas haverá uma série de atrações no Yacht Club de Ilhabela (YCI).

            Retornando da raia, as tripulações terão à disposição a tradicional canoa de cerveja, com degustação da marca Therezópolis, na varanda do YCI, que será incrementada novamente pelo sashimi trazido pelos competidores do Campeonato de Pesca Oceânica do YCI, que também está sendo realizado neste final de semana. Em meio à confraternização, será feita a entrega do Troféu Dia do Marinheiro aos velejadores do Montecristo, Fita Azul (primeiro no tempo real) da Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake no último sábado (29/11), pela Capitania dos Portos de São Sebastião. Haverá ainda sorteio da Wind Charter, de Paraty, de dois dias de velejada em um Sun Odyssey 439 para uma tripulação. Em seguida os velejadores acompanharão a palestra ‘Mussulo III – Regatas e Travessias Oceânicas’, apresentada pelo comandante José Guilherme.

            O penúltimo dia da etapa final da Copa Suzuki Jimny ainda terá a festa de encerramento da temporada, a partir das 20h30, na Pousada Armação dos Ventos, reduto de velejadores na Capital Nacional da Vela. “Será um dia inteiro dedicado à vela e outras atividades programadas especialmente aos velejadores. Espero que prevaleçam as vontades de velejar e de celebrar a competição de 2014 em clima de amizade e alegria em respeito ao nosso esporte predileto”, recomenda o diretor da Comissão de Regatas, Cuca Sodré.

            Equilíbrio na classe C30 nas regatas finais – A Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake disputada no último fim de semana trouxe emoção à classe considerada das mais competitivas da vela oceânica brasileira. Com a flotilha de seis barcos velejando por mais de seis horas praticamente lado a lado, o Caballo Loco venceu apertado e reduziu para quatro pontos a diferença em relação ao líder CA Technologies (19 a 15). O terceiro colocado, Caiçara Porsche, corre por fora, matematicamente.

            “Apesar de termos velejado muito bem e vencido a Volta à Ilha, a situação ainda é favorável ao CA Tecnologies. Teríamos de vencer as últimas três ou quatro regatas para alcançá-los na pontuação”, analisa o comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori. “Obtivemos excelente média de 7.4 nós de velocidade contornando Ilhabela. Também conseguimos ótimo desempenho quando colocamos o balão (vela para vento em popa)”.

            O comandante do CA Technologies, sempre favorito na classe C30, ouve as afirmações do adversário, enquanto comenta as aventuras da Volta à Ilha e adota a cautela. “A regata foi muito boa, chegamos ao pico de 22 nós na descida de um ‘ondão’, mas em relação ao campeonato não tem nada decidido. Não podemos vacilar. Temos de esquecer a vantagem e velejar nas últimas regatas como sempre fizemos”, propôs Marcelo Massa querendo afastar os riscos. “A diferença do barco do Marcelo para os demais era muito grande. Hoje está reduzida porque as outras tripulações estão aprendendo a velejar”, destaca Mauro.

            Satisfeitos com o rendimento de seus barcos e de suas tripulações, os dois comandantes enaltecem a progresso da classe na vela brasileira. “A classe está muito unida e super bem organizada. Temos inclusive estatuto na CBVela. Sabemos que não é um barco de passeio. É para quem quer treinar e gosta de competir, reforça Mauro. Para Marcelo o mais importante é investir na qualidade técnica. “Não precisa ser necessariamente um velejador profissional. Aqui mesmo (Ilhabela) há vários caiçaras com muito potencial. É preciso oferecer-lhes oportunidade para treinar”, sugere Marcelo.

            A flotilha de C30 conta hoje com nove barcos no País, sendo que seis deles estão em São Paulo e disputam a XIV Copa Suzuki Jimny. “O que podemos verificar ano a ano é o crescimento do nível técnico porque houve investimento em tripulação. A C30 está consolidada. Dá para contar nos dedos as classes oceânicas que possuam esse número de embarcações”, orgulha-se Marcelo Massa , um dos maiores incentivadores da C30.

            Na ORC, o panorama se repete. Com a vitória na Volta à Ilha, o Orson, comandado por Carlos Eduardo Souza e Silva, entrou na briga direta pelo título da temporada com o Lexus/Chroma, de Luis Gustavo de Crescenzo. Se repetir a performance neste fim de semana ganhará a classe na Copa Suzuki Jimny.

            “Estamos aproveitando a quarta etapa para finalizar os treinos para buscar o bicampeonato sul-americano no Circuito Rolex Atlantico Sur, em janeiro, em Punta del Este”, informa o comandando do Orson.

            A Copa Suzuki Jimny/XIV Circuito Ilhabela de Vela Oceânica é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio máster da Suzuki Veículos e co-patrocínios de SER Glass e F7 Blindagens. Apoiam o evento: Prefeitura Municipal de Ilhabela, North Sails, Pousada Armação dos Ventos, Rádio Antena 1 Litoral Norte, Revista Mariner, Mar&Vela, Sail Station.com e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

            Foto: Marcos Méndez/SailStation

            Informações: assessoria de imprensa

             

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              Por: Redação -

              Robert Scheidt e Bruno Prada estrearam na liderança da segunda edição da Star Sailors League (SSL) Finals, nas Bahamas, após as três regatas desta quarta-feira (3). Tricampeões mundiais da classe, os dois começaram a cumprir o objetivo de superar os melhores velejadores do mundo na Star para chegar ao bicampeonato da competição, que conquistaram pela primeira vez em 2013. Depois do sétimo lugar na regata de abertura, a dupla mostrou poder de reação ao vencer a segunda prova e chegar em segundo na terceira.

              Considerando-se o único descarte para as nove regatas da fase de classificação, adotado já a partir da terceira prova, Robert e Bruno somam três pontos perdidos, contra quatro dos americanos Mendelblatt e Fatih, e oito dos brasileiros Zarif e Boening, vencedores da terceira regata. Os franceses Rohart e Ponsot, assim como os suecos Loof e Ekstrom, também têm oito pontos perdidos.

              O vento permaneceu constante, na direção nordeste, entre 15 e 20 nós (27 a 36 km/h), com céu parcialmente nublado e temperatura de 27 graus na raia próxima à Paradise Island. Na regata de abertura, os brasileiros tricampeões mundiais de Star estavam brigando pela liderança, na primeira perna de contravento, quando tiveram de pagar um pênalti imposto pela Comissão de Regatas (CR) devido à manobra irregular. Perderam várias posições, mas se recuperaram para chegar na sétima colocação entre os 20 barcos da flotilha.

              “Encostamos no barco do italiano que estava com o mastro quase em cima do nosso barco. Posso dizer que cometi um erro não forçado e tive de pagar um 720° (duas voltas em torno do próprio eixo)”, considerou Robert. “O importante é que o barco está com velocidade. Fizemos boa largada na segunda regata e vencemos. Eu e o Bruno estamos muito satisfeitos com o primeiro dia. Agora é descansar porque o campeonato exige muito físico.”

              Mark Mendelblatt e Brian Fatih, bronze na primeira edição, venceram a regata de abertura de ponta a ponta, porém, de forma dramática, cruzando a linha de chega apenas dois segundos à frente dos gregos Papathanasiou e Tsotras e do norueguês Melleby, parceiro do americano Strube. As regatas estão sendo disputadas no formato barla-sota (entre boias) com quatro pernas de 1,2 milha cada, total aproximado de oito quilômetros.

              Na segunda regata Robert e Bruno mostraram porque são os atuais campeões da SSL Finals. Assumiram a liderança na primeira perna de popa, ultrapassando Rohart e Ponsor e em seguida os alemães Polgar e Koy. Sustentaram a vantagem até a linha de chegada, com 30 segundos sobre Rohart. Polgar ficou em terceiro. A terceira e última prova do dia foi marcada por um duelo brasileiro, entre Robert e Jorginho Zarif nos últimos metros. Caçula da SSL, com 22 anos, Jorginho suportou as pressões de Loof, Mendelblatt e Robert. Venceu com o tempo de 56s58, seguido por Robert e Mendelblatt.

              Mais três regatas estão programadas para hoje em Nassau. A primeira fase, com nove provas, classifica as dez tripulações mais bem colocadas para o último dia que terá as quartas de final, semifinal e final. As outras duas duplas brasileiras, Torben Grael e Guilherme de Almeida; Marcelo Fuchs e Ronie Seifert, tiveram problemas com suas embarcações.

              Classificação após três regatas e um descarte
              1º – Scheidt/Prada (BRA) – (7)+1+2 = 3
              2º – Mendelblatt/Fatih (EUA) – 1+(10)+3 = 4
              3º – Zarif/Boening (BRA) – (13)+7+1 = 8
              4º – Rohart/Ponsot (FRA) – 6+2+(13) = 8
              5º – Loof/Ekstrom (SUE) – 4+(12)+4 = 8
              6º – Polgar/Koy (ALE) – (9)+3+6 = 9
              7º – Scott/Milne (ING) – (15)+4+5 = 9
              8º – Negri/Lambertenghi – 5+5+(10) = 10
              9º – Papathanasious/Tsotras – 2+9+(9) = 11
              10º – Junior(NZL)/Pritchard(BAH) – 8+6+(18) = 14

              Foto: Gilles-Martin Raget/SSL

              Informações: assessoria de imprensa

               

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                Por: Redação -
                03/12/2014

                Verão chegando e a vontade de todos é aproveitar o calor e tempo livre no mar. Porém, alguns cuidados devem ser tomados e atenções redobradas.

                Comuns dessa época do ano, temporais e chuvas de verão podem pegar um navegante de surpresa. Aqui, Marcio Dottori explica o que fazer e o que não fazer quando você se deparar com um desses fenômenos.

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                  Em Paris

                  Por: Redação -

                  O último grande salão náutico do ano, o Salon Nautique International de Paris, começa neste sábado e irá receber mais 700 expositores e 1.200 embarcações entre lanchas, veleiros, jets e pequenas embarcações como caiaques. A organização espera que 240 mil pessoas visitem o salão deste ano. A novidade desta edição é a exposição de barcos um píer que será instalado dentro do pavilhão simulando uma marina. Grandes piscinas para prática de esportes também serão atração para os visitantes.

                  Grandes marcas como Beneteau, Bavaria, Jeanneau e Mercury estarão presentes no salão que acontece entre os dias 6 e 14 de dezembro.

                  Imagem: Divulgação

                   

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                    3,5 milhões

                    Por: Redação -

                    A parceria entre a Regatta e a marca japonesa de motores de popa Tohatsu só se consolida. A mais tradicional empresa japonesa de motores em atuação divulgou que chegou ao número de 3,5 milhões de motores de popa produzidos.

                    Pioneira no desenvolvimento e produção de motores no Japão, a Tohatsu está presente em mais de 100 países incluindo o Brasil. Por aqui, o dealer oficial da empresa é a Regatta, que atua como representante nas regiões Sudeste e Nordeste e relançou produtos da marca no São Paulo Boat Show, em setembro. Entre os motores mais vendidos pela Regatta está o modelo 30 hp, um dos sucessos da Tohatsu no Brasil e também no mundo.

                    “Expresso meu maior agradecimento pelo contínuo esforço e apoio da nossa marca. Renovo meu compromisso por continuar desenvolvendo e oferecendo produtos de alta qualidade e confiabilidade para satisfazer nossos clientes, mundo afora”, ressalta Isami Hyuga, presidente da Tohatsu Corporation.

                    Foto: Divulgação

                     

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                      Biodiesel não!

                      Nada contra combustíveis desenvolvidos a partir de fontes renováveis, como o biodiesel, mas desde não tragam problemas para os motores da nossas lanchas e veleiros. Muitas vezes o motor do barco aceita perfeitamente combustíveis renováveis como o biodiesel, misturados ao óleo diesel. Porém, estando o barco parado por algumas semanas na marina os problemas, usando biodiesel misturado ao diesel, começam, como entupimento dos filtros e perda de potência. E quanto mais tempo o motor da lancha ou do veleiro ficar sem uso pior fica, pois o combustível com biodiesel é mais sensível a umidade que o óleo diesel puro e perde suas características rapidamente. E como a variação de temperatura é grande nos ambientes próximos à água, há formação de um componente indesejado no fundo do tanque, fruto da mistura de óleo diesel, biodiesel e água. Na partida, esta mistura indesejada vai para o motor e aí os danos nos componentes do sistema de injeção do propulsor são sérios, podendo até obrigar a substituição de todos os componentes do sistema de injeção. O prejuízo, dependendo da potência do motor, pode ser bem grande para o bolso do proprietário e a segurança fica comprometida, já que o motor pode apresentar problemas durante uma viagem. Barcos com biodiesel junto com óleo diesel no tanque costumam sujar os filtros com uma frequência muito maior que lanchas e veleiros cujos tanques são abastecidos com óleo diesel puro. Verdade que o fato de usarmos um combustível que não vem do petróleo gera algumas vantagens, mas os benefícios no caso dos motores marítimos, cujo consumo é ínfimo perto do volume consumido pela frota rodoviária, não compensam.

                      Foto: Shutterstock

                       

                      Marcio Dottori é diretor técnico da Revista Náutica há mais de 20 anos e o mais respeitado especialista em barcos do Brasil

                       

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                        Aviso de Regata

                        Por: Redação -

                        A Soamar (Sociedade Amigos da Marinha) Capitania dos Portos de São Paulo com a colaboração do Clube Internacional de Regatas e Iate Clube de Santos realiza a 42ª edição da Regata da Marinha neste sábado, dia 6 de dezembro, em Santos. Estão convidadas as classes IRC, RGS, RGS Cruiser e Veleiros de Oceano e Clássicos. A concentração para a largada acontece próximo ao ISO Vermelho e Branco, localizado em frente ao canal 4, dependendo das condições de mar e vento a Regata poderá ser do tipo Barla Sota ou percurso a ser definido.

                        Após a disputa haverá recepção para os velejadores com churrasco e canoa de bebidas na Sede Náutica do Clube Internacional de Regatas. As embarcações estão isentas de pagamento de inscrição.

                        Foto: Divulgação

                         

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                          02/12/2014

                          A Beneteau 49 Fly está na tela da TV NÁUTICA. O diretor técnico, Marcio Dottori, fez uma breve, porém detalhada, análise de navegação, design e funcionalidades de mais essa aposta do estaleiro francês para a série Gran Turismo.

                          No vídeo, Marcio aponta o espaço como principal ponto forte da embarcação e chama atenção para isso em todos os cômodos de sua parte interna. Na área externa, um show de imagens leva a você todos os detalhes do design do barco.

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                            America’s Cup

                            Por: Redação -

                            Agora é oficial, a organização da America’s Cup anunciou, na cidade de Nova Iorque, Bermuda como sede da America’s Cup 2017. “Em Bermudas teremos a sede internacional perfeita para demonstrar a paixão pela vela que as equipes envolvidas na competição têm”, declarou Harvey Schiller, comissário da America’s Cup.

                            É a primeira vez que um sindicato defensor americano escolhe um porto fora dos Estados Unidos para as finais da America’s Cup, já que Bermudas, apesar de estar muito próxima à costa americana, é um território britânico. Sites internacionais apontam que os benefícios fiscais foram o maior atrativo para a escolha inédita.

                            Seis sindicatos já estão inscritos na disputa do troféu mais desejado do mundo da vela, o defensor do troféu o Oracle Team USA e os desafiantes Emirates Team New Zealand, Artemis Racing, Ben Ainslie Racing, Luna Rossa e Team France. Jimmy Spithill, comandante do Oracle Team e melhor velejador do ano, garantiu que o público e os velejadores terão uma experiência única durante as regatas.

                            A segunda edição da Red Bull Youth America’s Cup também foi confirmada hoje, em Nova Iorque. A competição envolve jovens velejadores e antecede a disputa do troféu. A competição envolve velejadores com idades entre 19 e 23 anos e é disputada nos mesmos catamarãs AC45 da America’s Cup World Series.

                            Em 2017, todos os sindicatos estarão a bordo dos novos veleiros AC62 com as mesmas velas-asa e sistemas de hidrofólios que fizeram os AC72 da edição passada voarem nas águas da Baía de São Francisco nos Estados Unidos.

                            Após a coletiva para o anuncio da nova sede, o tão desejado troféu da competição segue para Bermudas.

                            Veja o vídeo do anúncio:

                            Foto: Divulgação

                             

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                              A Tankoa Yachts, estaleiro italiano com base em Gênova, acaba de apresentar seu novo projeto, o S801, um superiate de 262 pés (80 metros) desenhado por Francesco Paszkowski. A superestrutura dourada foi inspirada no veleiro Amerigo Vespucci, um icônico navio-escola da Marinha Italiana que navega desde 1931.

                              O luxo da cor dourada também está refletido no interior do iate que tem camarote de proprietário com um verdadeiro spa privativo com sala de massagem e sauna. Outros cinco camarotes servem aos convidados. O projeto do superiate está em fase final de especificações técnicas.

                              Segundo Michel Karsenti, diretor de vendas e marketing, a Tankoa Yachts buscou um projeto clássico que agradasse os proprietários por muitos, sem sair de moda. O estaleiro ainda anunciou que os 80 metros do superiates podem ser facilmente transformados em 88 metros. As duas opções, 80 e 88 metros, estarão disponíveis para os interessados na construção deste iate.

                              Imagens: Divulgação

                               

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                                A dupla brasileira vice campeã olímpica em Pequim e bronze em Londres dominou a primeira edição da Stars Sailors League (SSL) Finals, em Nassau, nas Bahamas, em 2013. Neste ano, o país formado por centenas de ilhas recebe Robert Scheidt e Bruno Prada como atuais campeões, entre as 20 medalhas olímpicas e 33 títulos mundiais levados à raia a partir desta quarta (3). A terça-feira (2) fica reservada aos treinos obrigatórios.

                                Robert e Bruno estão treinando na raia próxima à Paradise Island há três dias, o suficiente para readquirir a mão do barco, de acordo com o principal atleta olímpico do Brasil em todos os tempos. “Estamos evoluindo nos treinos. Tem ventado em todos os dias e priorizamos as manobras. Espero que nossa velocidade de popa faça a diferença, como fez no ano passado”, afirma Robert. “Em 2013 tudo começou a se acertar depois do quarto dia. O mais importante é o desempenho no popa (vento)”, reforça Bruno Prada.

                                A SSL Finals terá três dias classificatórios para a flotilha de 20 embarcações, com três regatas por dia, ou no máximo quatro. A novidade será a passagem do líder da primeira fase direto para a semifinal, solicitação dos brasileiros em 2013. No quarto e último dia, do 2º ao 11º correm as quartas de final. Seis, mais o líder, passam à semifinal para se definir os quatros que decidem o pódio. O ranking da SSL é elaborado durante a temporada conforme a importância dos campeonatos da classe Star pelo mundo.

                                “O astral do campeonato é muito bom. Competitivo na água, mas no Nassau Yacht Club (NYC) prevalece a amizade. É um prazer defender o título e ao mesmo tempo se divertir”, relata Robert. Neste ano, o brasileiro terá a ‘companhia’ do sueco Freddy Loof, ouro nos Jogos de Londres, e com quem treinou nesta segunda (1º). Também competem pela primeira vez outras três tripulações brasileiras comandadas por Torben Grael, Jorginho Zariff e Marcelo Fuchs.

                                “O nível neste ano está tão elevado que mesmo sendo campeões não podemos nos considerar favoritos. A flotilha vai andar muito junta”, prevê Bruno Prada. A SSL Finals distribui premiação de 200 mil dólares. A tripulação campeã soma 4.000 pontos, maior pontuação da SSL na temporada, e leva 40 mil dólares. O líder do ranking é o timoneiro italiano Diego Negri, desde julho. O brasileiro Bruno Prada lidera o ranking como melhor proeiro da classe.

                                Foto: Divulgação

                                Informações: assessoria de imprensa

                                 

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                                  Velasco 37 F

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                                  A Jeanneau, estaleiro francês do grupo Beneteau, acaba de apresentar a nova Velasco 37 F, um fast trawler com flybridge. A nova Velasco é a segunda da linha de fast trawler que foi lançada este ano. A primeira lancha, a Velasco 43 foi uma das atrações do São Paulo Boat Show e recebeu o título de barco europeu do ano 2014, na categoria de barco a motor.

                                  Com menos 6 pés que a Velasco 43, a Velasco 37 tem as mesmas linhas elegantes da sua irmã maior e salão espaçoso com janelas que proporcionam uma vista de 360°. O barco ainda tem cabine com dois camarotes e banheiro com boxe. A plataforma de popa é outro destaque do novo fast trawler da Jeanneau.

                                  A Velasco 37F é equipada com dois motores Volvo D4 de 300 hp cada.

                                  Imagens: Divulgação

                                   

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                                    Faltando pouco menos de duas semanas para o início da Copa Brasil de Vela, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze intensificou os treinos na baía de Guanabara. O objetivo delas é não apenas conquistar a medalha de ouro na competição, mas de quebra ficar com bicampeonato brasileiro da classe 49er FX, já que os dois eventos serão disputados juntos. Além da classe 49er FX, a Copa Brasil de Vela também será válida como Campeonato Brasileiro para as classes 49er e 470 masculino e feminino.

                                    “A Copa Brasil de Vela vale como nosso campeonato brasileiro e para nós vai ser bem importante terminar o ano com um campeonato no Brasil. Estamos treinando bastante! Eu vou literalmente velejar na porta de casa e não sei dizer se é mais fácil ou mais difícil, mas com certeza é muito mais legal!” disse Martine Grael.

                                    “Vai ser muito legal competir mais uma vez em casa, com outros barcos estrangeiros. Não é na mesma época dos Jogos, mas é possível treinar na raia olímpica. Na primeira edição nós tivemos uma experiência muito legal, com a presença do público, e queremos repetir!”, completou Kahena.

                                    A 470 será a classe das estrelas. Nomes como Mathew Belcher e Wil Ryan, ouro em Londres e no último mundial, Luke Patience e Elliot Wilis, prata em Londres, e Hanna Mills e Saskia Clarck, prata em Londres e terceiro no Mundial já confirmaram presença na Copa Brasil. E apesar de saber que estarão competindo em nível olímpico, as niteroienses Renata Decnop e Isabel Swan prometem brigar pelo título de campeãs brasileiras.

                                    “A Copa Brasil vai ser nosso primeiro grande evento depois do Mundial da Espanha. Estamos saindo de um longo período de treino, no qual buscamos melhorar as coisas que nos impediram de ter um resultado melhor no Mundial, e vai ser a primeira oportunidade de colocar em prática tudo o que treinamos. Estaremos competindo um Brasileiro com nível internacional já que muitas equipes estrangeiras estarão por aqui. Em campeonatos brasileiros normalmente somos no máximo três equipes femininas, mais uma meia dúzia no masculino, então vamos aproveitar o máximo esta oportunidade”, disse Renata.

                                    As regatas para todas as classes começam no dia 16, terça-feira. As classes 49er e 49er FX, RS:X masculino e feminino, e Nacra tem 12 regatas programadas. As demais, dez. No sábado, dia 20, serão disputadas as regatas da medalha, que são mais curtinhas e bem próximas da praia. Quem estiver em São Francisco vai poder sentir de perto toda a emoção de uma regata e torcer para o seu velejador favorito.

                                    A Copa Brasil de Vela tem organização da CBVela e conta com o patrocínio do Bradesco, Prefeitura de Niterói, Grupo Águas do Brasil e BG Brasil através da Lei de Incentivo ao Esporte, e com o apoio da Slam.

                                    Foto: Fred Hoffmann

                                    Informações: assessoria de imprensa

                                     

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                                      Voz da Vela

                                      Por: Redação -

                                      Pernambuco está ganhando cada vez mais espaço no cenário nacional da vela. O pernambucano Ted Monteiro, famoso pelos títulos conquistados nas águas, é o mais novo membro do Conselho Técnico de Vela (CTV), criado há um ano e meio pela da Confederação Brasileira de Vela (CBVela). O grupo trabalha para buscar melhorias técnicas nos campeonatos nacionais e internacionais do esporte.

                                      “Ficou decidido que cada região terá, pelo menos, um representante. É um passo muito importante para a vela pernambucana, pois estamos envolvidos e sabendo de tudo o que acontece lá dentro. Temos uma reunião a cada dois meses. Já participei de quatro encontros. Agora, não só Pernambuco, mas também o Nordeste tem alguém para ser a sua voz”, comemorou Ted.

                                      O foco do CTV está centralizado no classificatório para as Olimpíadas. Antes, as vagas eram decididas numa disputa pré-olímpica, o que causava frequentes injustiças. “Às vezes, acontecia de um velejador estar indo muito bem durante todo o ano, mas não ter um bom rendimento no pré-olímpico e ficar sem a vaga. Por isso, resolveram criar esse conselho técnico, que vem avaliando todos os velejadores olímpicos do Brasil desde o início do ano”, explicou Ted.

                                      O CTV tem um prazo de quatro anos de existência, podendo ser renovado posteriormente. “O nosso objetivo principal é identificar nomes que possam aos poucos integrar a delegação brasileira que disputará os Jogos do Rio em 2016 e outras competições internacionais. Tudo será na base da avaliação técnica, tendo como base várias edições de campeonatos. Isso é muito bom para descobrirmos novatos que possam se destacar”, encerrou Ted.

                                      Foto: Divulgação

                                       

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                                        Por: Redação -
                                        01/12/2014

                                        A Sea-Doo reforça o comprometimento com a segurança na água e lança o site navegueseadoo.com.br, criado especialmente para incentivar o uso responsável das motos aquáticas. A página chega para complementar a Campanha Navegue Seguro, da Marinha do Brasil, que desde 2012 é patrocinada pela Sea-Doo.

                                        No site, o público tem acesso a todas as informações necessárias para aproveitar o melhor das motos aquáticas. “Além de fazer o seu papel fabricando jets com tecnologias que garantem a segurança, como o iBR, sistema de freio e reverso exclusivo da marca, a Sea-Doo tem comprometimento total com o uso consciente de seus produtos. O site é mais uma iniciativa importante nesta área”, explicou Bruno Arakaki, do marketing da Sea-Doo no Brasil.

                                        Recomendações de segurança e instruções para tirar a habilitação como motonauta, assim como o mapa interativo de escolas e cursos, são alguns dos assuntos abordados. “Outro destaque do site é o Manual do Motonauta, uma série especial de 11 vídeos que mostra como usar adequadamente a moto aquática, entre outras dicas que garantem segurança e muita diversão”, destacou Arakaki.

                                        Os materiais da Navegue Seguro também estão disponíveis para download no website. Além disso, os folhetos e cartazes impressos da campanha continuam sendo distribuídos em todo o país pelas Capitanias dos Portos e pelas concessionárias BRP, responsável pelos produtos Sea-Doo. Os materiais trazem importantes informações sobre conservação do equipamento e utilização dos itens de segurança.

                                        Foto: Divulgação

                                         

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                                          Por: Redação -

                                          A equipe do Team Vestas Wind, barco dinamarquês na Volvo Ocean Race, viveu, neste sábado (29), um drama no Oceano Índico, durante a segunda etapa da Volta ao Mundo. O veleiro encalhou em um banco de areia de uma pequena ilha e a tripulação foi obrigada a abandonar a embarcação. Para qualquer velejador, a situação descrita é o pior de todas. “Foi a decisão mais difícil da minha vida”, disse o comandante Chris Nicholson.

                                          Em contato via satélite com a sede da Volvo Ocean Race, o atleta afirmou que, apesar do incidente que tirou sua equipe da disputa da etapa, a tripulação está bem. No entanto, o barco ficou seriamente danificado. “Toda a tripulação passou o dia anterior recuperando o máximo de coisas. Óleo diesel, peças hidráulicas e outros equipamentos. Mas os danos ao barco foram enormes”, falou o comandante.

                                          Os atletas nem se quer esperaram o amanhecer para deixar a embarcação. Apesar do susto, o grupo de nove velejadores está sem nenhum arranhão. “A minha maior preocupação era com a saúde da minha equipe. Em minhas primeiras chamadas para o controle de regata, eu pedi para avisar às famílias envolvidas que todos estavam bem”.

                                          Chris Nicholson reconheceu que houve erro no incidente, mas elogiou seu grupo. “Somos uma tripulação forte e todos reagiram bem ao problema”. Na terça-feira (2), o time do Vestas Wind deve decidir quais serão os próximos passos da campanha na Volvo Ocean Race 2014-15.

                                          Foto: Amory Ross/Team Alvimedica

                                          Informações: assessoria de imprensa

                                           

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                                            Os canadenses Peter Hall, Johan Offermans e William Hall conquistaram o título do Campeonato Mundial da classe Soling que encerrou no sábado (29) em Punta Del Este. Os brasileiros Cícero Hartmann, Flávio Quevedo e André Renard ficaram na vice-colocação e os argentinos Martin Busch, Eduardo Zimmermann e Máximo Feldtmann em terceiro lugar.

                                            A tripulação do Canadá venceu o campeonato com apenas um ponto de diferença (31) para o time gaúcho (32). A última regata foi muito emocionante. Peter Hall vinha mais atrás e perderia o campeonato para o seu adversário direto, mas a 400 metros da linha de chegada ele conseguiu ultrapassar dois barcos e garantiu o título ao ficar em oitavo lugar, roubando a chance de vitória de Cícero Hartmann, que cruzou a linha em 12º lugar. Os vencedores da regata foram os alemães Roman Koch, Martin Zeileis e Gregor Bornemann.

                                            Peter, um veterano timoneiro da Soling conquistou o seu tricampeonato mundial: 2011, 2012 e 2014. Já a tripulação do Veleiros do Sul, que perdeu a liderança da competição no penúltimo dia, repetiu o mesmo resultado do Mundial de 2007 em Buenos Aires quando ficou em segundo lugar. O Mundial teve nove regatas com a participação de 25 barcos de cinco países no Yacht Club de Punta Del Este. A flotilha gaúcha viajou ao Uruguai com o apoio da FUNDERGS.

                                            Foto: Maria Orozco/Divulgação

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              Já pensou em passar as festas de fim de ano a bordo de um veleiro ou ainda presentear alguém especial com um passeio? Pois essa é a proposta da Wind Charter, empresa de charters de Paraty. Com seis veleiros novos, a Wind Charter oferece serviços com ou sem skipper e sem restrição de área de navegação.

                                              A flotilha da Windcharter conta hoje com o único Lipary 41 (Fontaine Pajot) do Brasil, um 439, um 379 da Jeanneau, além de dois Wind 34 e um Bavaria 40, que acomodam de seis a 10 pessoas durante o pernoite. Todos os barcos possuem enxoval completo de cama, mesa e banho, além de todo o material de salvatagem.

                                              Os “vale-presentes” de Natal serão válidos até Junho de 2015 e nas contratações de sete dias a bordo, o velejador ainda ganha uma diária da Wind Charter.

                                              Durante o São Paulo Boat Show a Windcharter lançou o sistema Ownership, que permite que aqueles que queiram ter um barco reduzam o seu custo de manutenção, alugando-o para charter. A empresa se responsabiliza por cuidar do barco e o dono recebe 50% do lucro com o aluguel e ainda pode curtir o barco por até 10 semanas durante o ano.

                                              Foto: Divulgação

                                               

                                              Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                Por: Redação -

                                                A renovação da certificação Bandeira Azul da Marinas Nacionais, aprovada em reunião realizada pelo Júri Internacional do Programa Bandeira Azul, em Copenhagen, na Dinamarca, foi celebrada em uma cerimônia realizada na sede da marina, no último sábado, dia 29 de novembro.

                                                O presidente do Instituto Ambiental em Rede (IAR), operador do Programa Bandeira Azul no Brasil, Ricardo Cerruti, elogiou a conquista da Marinas Nacionais. “É uma grande honra porque não é tão simples atender todos os critérios e é muito bom ver uma marina tão organizada se esforçando para cumprir os objetivos do programa.”

                                                Ricardo Cerruti fez a entrega da bandeira para o sócio administrativo da Marinas Nacionais, Juan Alfredo Rodriguez, que realizou o hasteamento. “A conquista da renovação da Bandeira Azul deve ser dividida com todos os usuários, marinheiros, colaboradores, prestadores de serviços e nossos clientes, pois é árduo o esforço em cumprir, diariamente, os compromissos assumidos com a gestão responsável dos recursos naturais”, declarou Juan Alfredo Rodriguez.

                                                A prefeita do Guarujá, Maria Antonieta de Brito, prestigiou o evento e destacou que o município é o único da América Latina a contar com uma marina e com uma praia certificada pelo Programa Bandeira Azul (a praia do Tombo está em sua quinta renovação). “Cumprimento à direção, aos colaboradores e aos usuários da Marinas Nacionais por essa conquista que traz tanto orgulho ao nosso município.”

                                                A certificação Bandeira Azul é concedida pela FEE (Foundation for Environmental Education), organização não governamental internacional e pelo Instituto Ambiental em Rede (IAR) no Brasil a praias e marinas que cumprem os critérios exigidos para o programa: informação e educação ambiental; gestão ambiental; segurança e serviços e; qualidade da água.

                                                O Júri Internacional é composto pela FEE, World Conservation Union (IUCN), European Union for Coastal Conservation (EUCC), United Nations Environmental Program (UNEP), World Tourism Organization (WTO), World Health Organization (WHO), International Life Saving (ILS), International Council of Marine Industry (ICOMIA) e Reef Check Program.

                                                Fotos: Divulgação

                                                 

                                                Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                  Recorde

                                                  Por: Redação -

                                                  As condições favoreceram e a tripulação do Montecristo soube aproveitá-las da melhor forma na Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake, pela XIV Copa Suzuki Jimny de Vela Oceânica. O barco de Ubatuba, comandado por Julio Cechetto, percorreu 47 milhas (86 km) em 6h05m12 no tempo real. A distância da regata costuma variar entre 40 e 50 milhas, de acordo com a direção do vento, mas até hoje, o menor tempo registrado pertencia ao Lexus Chroma, de Santos, com 8h21m48 obtido em 2013.

                                                  A prova de abertura da quarta e última etapa do Circuito Ilhabela reuniu neste sábado (29) uma flotilha de 33 veleiros dos quais, 26 deram a Volta à Ilha, enquanto a classe HPE correu regata de percurso, com 13 milhas (23 km) ao norte do Canal de São Sebastião. Logo na largada, os barcos foram impulsionados pelo vento leste com rajadas de até 20 nós (35 km/h). O contorno da ilha a partir da Ponta das Canas, ao norte, no sentido horário, permitiu que as tripulações navegassem boa parte do tempo com a vela-balão, içada no vento de popa.

                                                  “O vento foi adequado para o barco. Nosso equipamento não é tão novo e tivemos problemas com velas e cabos que exigiram reparos. Andamos bem, mas poderíamos ter sido ainda mais rápidos”, afirmou o comandante Julio Cechetto. “Ser o Fita Azul (primeiro a chegar), velejando entre amigos, é o que importa. Corremos várias vezes a Volta à Ilha, mas nunca havíamos vencido”. No tempo corrigido, o Montecristo foi o sexto na RGS Geral.

                                                  Única mulher entre os dez tripulantes do Montecristo, Valéria Ravani estava eufórica com a proeza. “Venci a Copa Suzuki Jimny na classe RGS em 2011 com o Jazz e voltei a sentir essa emoção. Foi um dia excelente, com vento o tempo todo. Depois da Ponta Grossa (nordeste da ilha) o Chroma nos passou, mas após a Praia de Castelhanos navegamos mais rente à costa, encurtamos o caminho e abrimos vantagem”. O comandante do barco de 52 pés (17 metros) elogiou a velejadora. “A Valéria foi nosso coringa. Trimou (regulou) a genoa (vela da proa), cuidou da alimentação, que estava deliciosa, e ainda trouxe o champagne para brindarmos a vitória”.

                                                  O Lexus Chroma, Fita Azul em 2012 e 2013, cruzou a linha de chegada 9min43 após o Montecristo e 1min38 à frente do terceiro colocado no tempo real, Caballo Loco, vencedor da Volta à Ilha na C30. O CA Technologies manteve a liderança da classe com o terceiro lugar e o +Realizado foi o segundo. O Suduca conquistou o bicampeonato da regata na RGS Geral, enquanto o Boccalupo foi o melhor na RGS Cruiser.

                                                  O veleiro Orson ficou em primeiro nas classes IRC e ORC, mesmo resultado obtido pelo Ginga, virtual campeão de 2014 na HPE, que teve o Fit to Fly em segundo e o Atrevido em terceiro lugar. As regatas serão retomadas no próximo final de semana (6 e 7/12), encerramento da temporada. Além de homenagear o navegador neozelandês Sir Peter Blake, a esperada Regata Volta à Ilha é dedicada também ao Dia do Marinheiro, comemorado em 13 de dezembro. A Capitania dos Portos de São Sebastião oferecerá o troféu transitório Cisne Branco, da Marinha do Brasil ao Fita Azul, Montecristo.

                                                  A entrega da taça será feita no próximo sábado (6/12) no Yacht Club de Ilhabela, após o sorteio da Wind Charter para dois dias de velejada em um Sun Odyssey 439, durante a canoa de cerveja. Em seguida os velejadores acompanharão a palestra ‘Mussulo III – Regatas e Travessias Oceânicas’, apresentada pelo comandante José Guilherme. O penúltimo dia da etapa final da Copa Suzuki Jimny será encerrado com a festa de confraternização da temporada às 20h30 na Pousada Armação dos Ventos.

                                                  As regatas deste domingo (30) foram canceladas pela Comissão de Regatas (CR) devido às rajadas que variaram de 25 a 30 nós ao norte do Canal de São Sebastião. “É mais prudente poupar equipamento e preservar as tripulações. A segurança é prioridade”, justificou o diretor da CR, Cuca Sodré. Os barcos nem chegaram a deixar o pier flutuante do Yacht Club de Ilhabela.

                                                  Resultados da Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake:

                                                  C30
                                                  1º – Caballo Loco (Mauro Dottori)
                                                  2º – +Realizado (José Luiz Apud)
                                                  1º – CA Technologies (Marcelo Massa)

                                                  ORC
                                                  1º – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva)
                                                  2º – Lexus/Chroma (Luis Gustavo de Crescenzo)

                                                  HPE
                                                  1º – Ginga (Breno Chvaicer)
                                                  2º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira)
                                                  3º – Atrevido (Fábio Bocciarelli)

                                                  RGS Geral
                                                  1º – Suduca (Marcelo Claro)
                                                  2º – Fram (Felipe Aidar)
                                                  3º – Optimystic (Márcio Sudo)

                                                  RGS Cruiser
                                                  1º – Boccalupo (Claudio Melaragno)
                                                  2º – Anequim (Paulo de Moura)
                                                  3º – BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade)

                                                  IRC
                                                  1º – Orson (Carlos E. S. Silva)
                                                  2º – My Boy (Lars Muller)
                                                  3º – Sextante (Thomas Shaw)

                                                  Foto: Marcos Méndez/SailStation

                                                  Informações: assessoria de imprensa

                                                   

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                                                    A tripulação do Team Vestas Wind foi resgatada, na madrugada deste domingo (30), depois de o barco encalhar em um recife no Oceano Índico durante a segunda etapa da Volvo Ocean Race. Todos os nove representantes do time dinamarquês estão bem, sem nenhum ferimento.

                                                    Nas primeiras horas deste domingo, os atletas deixaram o barco e caminharam, com água nos joelhos, para um local seco no recife. Horas depois, uma unidade de resgate chegou para transportar o grupo. Toda a tripulação está em Ile du Sud, uma ilhota de Cargados Carajos, 430 quilômetros das ilhas Maurício.

                                                    O barco colidiu com um banco em Cargados Carajos, nas Ilhas Maurício. Durante várias horas, a tripulação ficou a bordo acompanhando de perto a situação. O veleiro foi severamente danificado pelas ondas, pois ficou espetado no recife. Os lemes foram quebrados com o impacto e um vazamento inundou a área da popa.

                                                    A organização da Volvo Ocean Race e a equipe do Team Vestas Wind vão tentar levar o barco para o continente. O controle da regata em Alicante, na Espanha, e o Centro de Resgate Marítimo da região do acidente estão monitorando a situação.

                                                    O Team Alvimedica, que desviou o seu curso durante a regata para ajudar o Team Vestas Wind, já está de volta à prova. O barco turco/norte-americano verificou se tudo estava bem com o time dinamarquês e voltou para seu caminho até os Emirados Árabes Unidos.

                                                    “Está tudo bem com eles, ainda bem. No entanto, todos nós estamos emocionalmente abatidos”, disse Will Oxley, navegador do Team Alvimedica.

                                                    A salvo, a principal preocupação da equipe dinamarquesa agora será coordenar a missão de resgate de seu barco. Os danos ao veleiro ainda são difíceis de mensurar.

                                                    Knut Frostad, CEO da Volvo Ocean Race, explicou que as causas do acidente são conhecidas e que a organização vai investigar tudo. “Estou muito aliviado que a tripulação está segura e que ninguém ficou ferido. Essa tem sido sempre a nossa prioridade”.

                                                    O representante maior da Volvo Ocean Race emendou: “Estou profundamente triste pelo ocorrido. É um revés para a equipe, para a organização e para todas as pessoas envolvidas. Vamos apoiá-los durante todo o processo”.

                                                    O Team Vestas Wind foi a última das sete equipes que confirmou participação na Volvo Ocean Race 2014-15. O barco estava em quinto lugar na segunda perna da Volvo Ocean Race quando o incidente ocorreu.

                                                    “A segurança e o bem-estar da tripulação são as nossas únicas preocupações no momento”, explicou o CEO do Team Vestas Wind, Morten Albaek. “Estamos profundamente gratos à Volvo Ocean Race e ao Team Alvimedica pela ajuda e profissionalismo que demonstraram durante o resgate. Agora temos que determinar o prejuízo ao barco”.

                                                    Enquanto isso, o vencedores da primeira etapa, o Abu Dhabi Ocean Racing conseguiram assumir a liderança, passando o espanhol Mapfre, que adotou outra estratégia no Oceano Índico.

                                                    Foto: Divulgação

                                                    Informações: assessoria de imprensa

                                                     

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                                                      30/11/2014

                                                      As tripulações da XIV Copa Suzuki Jimny disputaram casco a casco a largada da Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake. A vontade excessiva dos velejadores levou a maioria da flotilha, composta por 26 barcos, a largar escapado (ultrapassar a linha imaginária antes do tempo). A Comissão de Regatas (CR) deu chamada geral para reagrupar os veleiros e organizar nova largada junto à Ponta das Canas, extremo norte do Canal de São Sebastião.

                                                      Em condições ideais, vento leste entre 14 e 18 nós (25 a 32 km/h), os barcos partiram para contornar Ilhabela no sentido horário, com percurso de aproximadamente 40 milhas (74 km) entre a Ponta das Canas e a Ponta da Sela, local de chegada ao sul da ilha. A maior parte dos barcos optou por traçar o rumo junto à costa. O primeiro a adotar a estratégia, foi o Lexus Chroma, Fita Azul (primeiro no tempo real) em 2013, com 8h31min48. Em disputa acirrada, a flotilha da classe C30 seguiu a mesma rota.

                                                      “Foi uma largada muito pegada, parecia monotipo. Os barcos estavam quase se tocando, por isso escaparam. Todos chegaram ao mesmo tempo em cima da linha. Teve muita adrenalina”, contou o diretor da CR, Cuca Sodré, empolgado com as manobras das tripulações. “Rajadas de 20 nós no contravento exigem perícia dos velejadores”.

                                                      A intensidade do vento diminuiu um pouco após a largada, fazendo com que a previsão de chegada para os primeiros colocados fosse durante a noite de sábado, estendendo-se até a madrugada de domingo. Além de homenagear o navegador neozelandês Sir Peter Blake, a esperada Regata Volta à Ilha é dedicada também ao Dia do Marinheiro, comemorado em 13 de dezembro. A Capitania dos Portos de São Sebastião oferecerá o troféu transitório Cisne Branco, da Marinha do Brasil, ao Fita Azul da prova.

                                                      A entrega da taça será feita no próximo sábado (6/12) no Yacht Club de Ilhabela, após o sorteio da Wind Charter para dois dias de velejada em um Sun Odyssey 439, durante a canoa de cerveja. Em seguida os velejadores acompanharão a palestra “Mussulo III – Regatas e Travessias Oceânicas”, apresentada pelo comandante José Guilherme. O penúltimo dia da etapa final da Copa Suzuki Jimny será encerrado com a festa de confraternização da temporada na Pousada Armação dos Ventos.

                                                      Deu Ginga na HPE – Com o título de 2014 praticamente assegurado, o veleiro Ginga, da classe HPE 25, venceu a regata de percurso disputada neste sábado no Canal de São Sebastião. O Ginga, com tripulação de Ilhabela chegou à frente do Fit to Fly, com o Atrevido em terceiro lugar. O barco local sustenta 21 pontos de vantagem sobre o Fit to Fly. Para hoje estão previstas regatas barla-sota (entre boias) para todas as classes.

                                                      Resultados acumulados após três etapas, considerando-se os descartes, incluída a regata deste sábado da classe HPE:

                                                      C30
                                                      1º – CA Technologies (Marcelo Massa) – 12 pp
                                                      2º – Caballo Loco (Mauro Dottori) – 18 pp
                                                      3º – Caiçara Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) – 26 pp

                                                      ORC
                                                      1º – Lexus/Chroma (Luis Gustavo de Crescenzo) – 5 pp
                                                      2º – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 7 pp

                                                      HPE
                                                      1º – Ginga (Breno Chvaicer) – 16 pp
                                                      2º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira) – 37 pp
                                                      3º – Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley) – 43 pp

                                                      RGS A
                                                      1º – BL3 Urca (Pedro Rodrigues) – 12 pp
                                                      2º – Montecristo (Julio Cechetto) – 17 pp
                                                      3º – Fram (Felipe Aidar) – 20 pp

                                                      RGS B
                                                      1º – Asbar II (Sergio Klepacz) – 8 pp
                                                      2º – Kanibal (Martin Bonato) – 18 pp
                                                      3º – Helios (Marcos Gama Lobo) – 20 pp

                                                      RGS C
                                                      1º – Zeppa (Diego Zaragoza) – 18 pp
                                                      2º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 23 pp
                                                      3º – Sextante (Thomas Shaw) – 28 pp

                                                      RGS Cruiser
                                                      1º – BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade) – 8 pp
                                                      2º – Jambock (Marco Aleixo) – 11 pp
                                                      3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 20 pp

                                                      IRC
                                                      1º – Rudá (Mario Martinez) – 4 pp
                                                      2º – Orson (Carlos E. S. Silva) – 7 pp
                                                      3º – Mussulo III (José Guilherme Caldas) – 12 pp

                                                      Foto: Marcos Méndez/SailStation

                                                       

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                                                        Por: Redação -

                                                        A Volvo Ocean Race 2014-15 tem seu primeiro drama! A equipe Team Vestas Wind informou ao controle de regata da Volvo Ocean Race que o barco encalhou, neste sábado (29), num recife no Oceano Índico, mais precisamente em Cargados Carajos Shoals, na região das Ilhas Maurício. Felizmente, não houve feridos.

                                                        O Centro de Coordenação de Resgate Marítimo (MRCC), na Ilha da Reunião, está ciente da ocorrência e as informações dão conta que os velejadores vão abandonar o veleiro com seus coletes salva-vidas até o amanhecer.

                                                        Mesmo disputando a regata, o Team Alvimedica já está na região para ajudar caso necessário. Outros dois barcos estão em contato com o Team Vestas Wind para auxílio.

                                                        Os dois lemes foram quebrados e já entrou água na popa. O restante ainda segue intacto. A liderança provisória da perna entre a Cidade do Cabo e Abu Dhabi é do barco árabe Abu Dhabi seguido de perto pelo Mapfre que tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca como integrante de destaque.

                                                        Foto: Divulgação

                                                        Informações: assessoria de imprensa

                                                         

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                                                          Mundial de Soling

                                                          Por: Redação -
                                                          29/11/2014

                                                          O time do Dont’ Le Me Down com Cícero Hartmann, Flávio Quevedo e André Renard não conseguiu manter o mesmo desempenho dos dias anteriores e caiu para o segundo lugar na classificação geral do Campeonato Mundial de Soling, em Punta Del Este. Os canadenses Peter Hall, Johan Offermans e William Hall assumiram a primeira colocação ao vencerem as duas regatas de hoje. No entanto, eles estão apenas um ponto de diferença da tripulação do Veleiros do Sul  e a decisão do título ficou para a última regata que será disputada hoje.

                                                          Os gaúchos largaram mal nas regatas e não conseguiram velejar no grupo da frente na flotilha. Chegaram em 7º e 8º, os piores resultados deles até agora. Já o time do Canadá acertou nas táticas durante a competição. Os argentinos Martin Busch, Eduardo Zimmermann e Máximo Feldtmann desceram para o terceiro lugar e a tripulação do Bossa Nova com George Nehm, Frederico Sidou e Lúcio Pinto Ribeiro (VDS) foi para a quarta colocação.

                                                          Entre as tripulações brasileiras os melhores resultados do dia foram do barco Equilibrium, de Nelson Ilha, Carlo de Leo e Gustavo Ilha, 2º lugar na sétima regata, e do El Demolidor, de Kadu Bergenthal, Eduardo Cavalli e Renan Oliveira, com 3º lugar na oitava regata. Ambas do VDS. A flotilha gaúcha  participa do Mundial com o apoio da FUNDERGS.

                                                          Foto: Ricardo Pedebos/divulgação

                                                           

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                                                            28/11/2014

                                                            O barco Offshore 48, da Intermarine, estaleiro paulista de embarcações de luxo, foi homenageado em um dos mais importantes reconhecimentos do design brasileiro, o Prêmio Design – Museu da Casa Brasileira. Durante a cerimônia de premiação da 28ª edição do Prêmio, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, que aconteceu ontem, dia 27, a embarcação da Intermarine recebeu a Menção Honrosa, na categoria Transporte.

                                                            A embarcação criada pelo departamento interno de design do estaleiro e recém-lançada, durante o São Paulo Boat Show, em setembro de 2014, marca o retorno do estaleiro ao segmento náutico de embarcações superesportivas – segmento com o qual a empresa já participou no mercado com diversos modelos de sucesso no passado –, unindo na Offshore 48 potência, luxo e design de ponta.

                                                            O Prêmio Design é realizado desde 1986 pelo Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura de São Paulo, o Prêmio Design revela talentos e consagra profissionais e empresas, contemplando o design gráfico, de produto e a produção teórica em arquitetura e design.

                                                            Além do importante reconhecimento pelo Prêmio Design – Museu da Casa Brasileira, o projeto inovador da embarcação também recebeu reconhecimento internacional, através da premiação Golden, na categoria Yacht and Marine Vessels, do A Design Awards, maior concurso de design no mundo, com sede na Itália, que laureia os melhores projetos em diversas categorias de produtos.

                                                            Com 48 pés de comprimento (aproximadamente 15 metros), a Intermarine Offshore 48 tem capacidade para 12 pessoas em passeio. Uma embarcação esportiva, mas sofisticada, desenvolvida especialmente para o cliente que procura um barco para uso diurno e deslocamentos rápidos, que seja veloz, mas que tenha conforto e beleza, para proporcionar passeios em alto estilo com a família e os amigos. No cockpit, assentos para quatro pessoas, mesa rebatível para refeições e um móvel-bar. O posto de comando possui assento duplo e, à sua esquerda, fica uma porta em formato de escada, que dá acesso à proa. No deck inferior estão a sala, cabine (quarto) e banheiro, com duas opções de layout: com sofás nas duas laterais, da meia-nau para a proa, ou com sofá e cozinha a boreste, pia, cooktop, geladeira e armário.

                                                            A Offshore 48 pode ser equipada com dois motores Volvo Penta D11 725 hp, alcançando velocidade de cruzeiro de 45 nós e velocidade máxima de 53 nós; ou com dois motores MAN R6 800, atingindo velocidade de cruzeiro de 46 nós e velocidade máxima de 56 nós.

                                                            Fotos: Divulgação

                                                             

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