Luxo à beira-mar: propriedade na Flórida com porto para iate está à venda por R$ 1,5 bilhão
Se manter embarcações na marina já causou algum inconveniente para os apaixonados pelo mundo náutico, uma propriedade de luxo com porto para iates e cais pode ajudar resolver esse problema. O preço de se livrar da dor de cabeça? A ‘bagatela’ de R$ 1,5 bilhão.
Tartaruga gigante de quase 2 metros pode ter vivido com humanos na Amazônia
Piscinas de salmoura subaquáticas são consideradas um dos ambientes mais extremos da Terra; conheça
Inscreva-se no Canal Náutica no Youtube
Chamada de Gordon Pointe, a propriedade de luxo localizada na Baía de Naples, sudoeste da Flórida, tem extensão de 36,5 mil m² e é quase toda rodeada por água. Em seu terreno, há três mansões, sendo que uma delas já recebeu George Bush, ex-presidente dos Estados Unidos, e sua esposa.


Caso seja comprado por algo em torno dos US$ 295 milhões que pede, o local pode ocupar o primeiro lugar na lista de imóveis mais caros já vendidas no território norte-americano. Atualmente, o recorde é de um bilionário que, em 2019, desembolsou US$ 238 milhões (R$ 1,1 bilhão) em uma cobertura.
Por dentro da propriedade de luxo com porto para iate
Se o futuro dono de Gordon Pointe gostar de navegar, praticidade e conforto vão definir seu dia a dia. Isso porque, nos terrenos da propriedade de luxo há um cais em forma de T que acomoda até seis barcos.
Mas não para por aí. Graças ao porto para iate, é possível manter a uma curta distância de casa uma embarcação de até 231 pés (ou 70 metros). A construção do espaço, de uso exclusivo do proprietário, foi tão rara que teve que ser aprovada pelo corpo de engenheiros do exército norte-americano.


A casa principal do complexo se estende por uma área de mais de mil metros quadrados e conta com seis quartos. Apesar de estar em uma região privilegiada pelas belezas naturais, bastam de cinco a dez minutos para chegar a lojas, restaurantes e locais de entretenimento.
Como surgiu a propriedade de luxo?
A propriedade de luxo parece ocupar a ponta de uma península — ou seja, um terreno quase todo cercado por água –, mas que não é fruto de uma artimanha da natureza.
A verdade é que os primeiros donos do local, John e Rhodora Donahue, pagaram US$ 1 milhão (na conversão atual, R$ 5 milhões) por um terreno não urbanizado em 1985, com cerca de 17 mil m².
Ao longo dos anos, segundo o The Wall Street Journal, o casal adquiriu mais terras, resultando na grande propriedade à venda.
De acordo com os corretores, é possível reformar o complexo e mantê-lo com sua estrutura atual, ou subdividi-lo em outras propriedades, com espaço suficiente para oito grandes casas à beira-mar.


Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Cidade na rota dos ventos no Nordeste atende a diferentes níveis da modalidade com delta, praias e lagoas
Ação promocional transformou o Clipper City, um dos maiores veleiros dos EUA, em uma embarcação digna da Casa Targaryen
Próxima edição da competição mais antiga de vela acontecerá em 2027, na cidade de Nápoles, na Itália
O novo iate de Neymar revela uma tendência que vem transformando o mercado mundial de superiates e que também pode ser vista nos barcos brasileiros JAQ H1 e JAQ H2
Aos 16 anos, filho de Robert Scheidt termina em primeiro lugar no Kieler Woche Sailing, competição de alto nível que faz parte do Sailing Grand Slam




