Gênova ganha nova marina para megaiates de até 110 metros

Por: Redação -
09/06/2021

A Amico & Co, empresa especialista em reequipamento e reparo de megaiates, concluiu o desenvolvimento da Waterfront Marina, o mais novo centro de hospitalidade de megaiates, no coração da cidade italiana de Gênova.

 

Com mais de 15 000 metros quadrados em terra e 43 000 metros quadrados na água, a Waterfront Marina pode acomodar até 26 megaiates de até 110 metros de comprimento de uma vez.

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O local faz parte da proposta da cidade de se tornar um “porto doméstico” para as embarcações, bem como sua tripulação, e está localizado na orla leste da cidade, de forma que se integre ao traçado da cidade com tranquilidade.

 

A nova marina oferece todas as comodidades necessárias: desde um sistema elétrico de 4 megawatts (que pode alimentar colunas da costa de até 1 000 amperes), uma conexão de internet por cabo wi-fi, abastecimento de água e coleta e descarte de água preta e cinza em cada ancoradouro.genova

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Além das instalações técnicas, a Waterfront Marina também hospeda uma variedade de locais em terra para hóspedes e tripulantes, com cozinhas, banheiros, academia, estúdio de ioga, instalações esportivas e muito mais.

 

O local foi projetado pelo arquiteto Renzo Piano e sua conclusão marca o lançamento da promoção “Genoa Superyacht Hub”, promovida pela Amico & Co , em parceria com o Grupo Mar de Pesto.

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O objetivo dessa colaboração não poderia ser outro se não impulsionar a posição internacional de Gênova na indústria, além de solidificar o papel da cidade no setor da manutenção e reequipamento marítimos.

 

Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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    Projeto de conservação marinha visa combater as mudanças climáticas

    Por: Redação -

    A Water Revolution Foundation, uma organização dedicada a acelerar a sustentabilidade na indústria de iates, lançou, nesta terça-feira (8), um projeto de conservação do oceano.

    O objetivo do novo empreendimento é ajudar a criar importantes áreas de proteção à mamíferos marinhos (IMMAs), ou seja, espaços no mar onde as baleias e outros mamíferos marinhos possam prosperar.

    A mudança é uma tentativa de proteger os ecossistemas marinhos e combater os efeitos negativos das mudanças climáticas.

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    O projeto começa por partes. De início, é importante entender que, ao contrário do que se imagina, as florestas não são as maiores filtradoras atmosféricas existentes. Os fitoplânctons são seres microscópicos, que vivem no mar, e absorvem tanto gás carbônico (assim como liberam oxigênio) quanto todas as florestas e pastagens combinadas.

    fitoplancton
    Fitoplânctons

    fitoplancton

    Os fitoplânctons são uma subdivisão dos plânctons, e representam organismos semelhantes a plantas, principalmente por serem autotróficos — ou seja, eles produzem o próprio alimento, através da fotossíntese. Por isso, eles são conhecidos por eliminarem mais de um quarto de todo o gás carbônico (CO2) criado no mundo.

    E, para proteger os fitoplânctons, o caminho começa pelas baleias. Elas são responsáveis por misturar e fertilizar as águas, e, consequentemente, desenvolver habitats saudáveis ​​para os microrganismos. O resultado é um maior número de fitoplânctons, absorvendo maiores quantidades de carbono — uma solução baseada na natureza para um planeta mais saudável. Isso significa que, para proteger um, deve-se proteger o outro.

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    Mas como funciona o programa? De início, os IMMAs são identificados com base em quatro critérios científicos principais: a vulnerabilidade de espécies ou população, distribuição e abundância, principais atividades do ciclo de vida e atributos especiais.

    Assim, no esquema montado pela organização, o primeiro passo é identificar as áreas como IMMAs e, em seguida, incluí-las em um banco de dados pesquisável, acessível por governos e outros órgãos reguladores.

    Depois de reconhecer a localização exata dessas áreas, a Water Revolution Foundation segue todo um cronograma de implementação da proteção dos locais, planejamento do espaço marinho e medidas de zoneamento para seguir com o projeto, além de fornecer diretrizes concretas para os navios sobre como se comportar ao navegar por IMMAs.

    water revolution
    Em português: “Treinamento de sustentabilidade para a indústria de superiates. “

    A Water Revolution Foundation tem financiado alguns programas operacionais específicos para superiates, naturalmente, por conta dessas medidas. Para incentivar outras doações dessa indústria, a organização ainda estrutura uma doação coletiva.

    O Diretor Executivo da instituição, Robert Van Tol, também explica: “A navegação tem tudo a ver com apreciar a beleza do oceano e a florescente vida marinha. Sendo o oceano um recurso natural tão crítico, é lógico cuidar dele e considerá-lo como uma das principais partes interessadas do nosso negócio e crucial para um negócio sustentável para o futuro. Portanto, a conservação dos oceanos em iates não é filantropia, é investimento — e com retorno real. O WRF quer ajudar a comunidade de iates a tomar decisões eficazes no apoio a projetos de conservação do oceano”.

    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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      Limpeza dos Mares retorna à reserva biológica do Arvoredo neste domingo

      Por: Redação -

      No mês em que se comemora o Dia dos Oceanos e a Semana do Meio Ambiente, o projeto Limpeza dos Mares retorna, neste domingo (13), ao local onde tudo começou e que sediou diversas das 23 etapas realizadas até agora: a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, em Santa Catarina.

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      A ação superará a marca atual, de 105 toneladas retiradas do fundo do mar e encostas de Santa Catarina. “Desde 2014, o projeto Limpeza dos Mares mostrou um panorama do tipo de lixo que está no fundo dos mares, praias e costões. O lixo que ninguém vê”, afirma Michele Castilho, diretora do projeto.

      Nessa história do Limpeza dos Mares na reserva, que pode em breve ser recategorizada como parque ecológico turístico pelo Governo Federal, muito já foi recolhido. “Desde garrafas pet e restos de redes até pneus e eletrodomésticos. Detectamos até uma garrafa originária da Malásia”, revela Michele.

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      A iniciativa conta com um exército de mergulhadores e outros voluntários. Também contempla um sério programa de conscientização sobre a preservação. “Em todo esse tempo também escolhemos as escolas para palestras e ações junto às crianças, garantindo um futuro mais sustentável”, conta Michele.

      “Se cada um fizer a sua parte, teremos condições melhores em breve. Nosso apoio vai além do patrocínio, pois estamos engajados com colaboradores da rede atuando como voluntários”, explica Leandro Hommerding, gerente regional de marketing do Fort Atacadista, patrocinador do Limpeza dos Mares.

      A etapa irá cumprir as restrições postas pelas autoridades com relação ao Covid-19, cumprindo os protocolos exigidos, e a quantidade permitida nas embarcações.

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        Você sabe como escolher o cabo certo para a sua embarcação?

        Por: Redação -

        Velejadores ficam mais atentos aos cabos pela relevância na navegação a vela, mas seja em um veleiro ou em uma lancha, os cabos têm papel fundamental. E conhecer um pouco mais sobre eles é sempre bom.

        Até porque a escolha do cabo correto vai além da simples espessura e capacidade de carga, como se costuma supor. Materiais, elasticidade, resistência aos raios UV, flutuabilidade e segurança no manuseio estão entre os pontos que devem ser levados em conta. Como mostram estas sete perguntas mais frequentes sobre cabos náuticos:

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        1. O que mais importa na escolha de um cabo são o diâmetro e a carga que ele suporta?

        Não. Estes dois dados são importantes, mas é bom estar atento a outros, como a elasticidade e o alongamento do cabo, o tipo de construção dele (se torcido, trançado, trançado duplo ou de alma paralela), a resistência à abrasão, a flutuabilidade, a resistência aos raios solares e, ainda, o revestimento da sua capa.

        Este último item é especialmente importante para evitar aquecimento excessivo em caso de atrito. E isso pouca gente leva em conta.

        2. Cabos pré-estirados são a melhor escolha?

        Não necessariamente. Eles são mais usados em veleiros, para escotas e adriças, porque se alongam pouco sob efeitos das forças geradas pelos ventos.

        Isto é importante para manter as regulagens das velas, mesmo com os ventos variando de intensidade. Mas, para outras aplicações, como nas lanchas, cabos com boa elasticidade, além de mais baratos, são uma melhor opção.

        3. É melhor um cabo que flutue ou que afunde?

        Depende do uso. Se for para puxar um esquiador ou para uma boia de salvamento, ele deve flutuar. Assim, facilita sua visualização e ainda evita que se enrosque no eixo do hélice do motor. Os melhores, para esta serventia, são os cabos de polipropileno, do tipo retinida.

        Já para uma amarra de âncora, um cabo de material mais denso, que não flutue, ajuda no fundeio do barco.

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        4. Um cabo do mesmo material, mas com o dobro do diâmetro, aguenta o dobro de carga?

        Bem mais do que isso! A capacidade de carga de um cabo varia com o quadrado da variação do seu diâmetro. Ou seja, mudar de um cabo de 8 mm de diâmetro para outro de 16 mm, do mesmo tipo e material, faz a sua capacidade de carga aumentar cerca de quatro vezes.

        5. Qualquer cabo serve para amarras e espias?

        Não. Além de suportar a carga, os melhores cabos para uma amarra ou espia são os de poliamida e torcidos, em vez dos trançados, que são menos elásticos. O mais importante é diminuir a força exercida sobre eles (sobretudo nos cunhos), gerada pelo impacto do movimento do barco nas ondulações.

        Neste caso, o cabo se comporta como uma mola: quanto mais elástico, mais “absorve” o impacto. Um cabo duas vezes mais elástico faz a força sobre os cunhos diminuir em 30%.

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        6. Por que se recomenda soltar mais amarra quando se fundeia em mar agitado?

        Além de ajudar o ferro a unhar, quanto maior o comprimento da amarra, mais ela vai se alongar e, assim, absorver melhor os impactos das ondas.

        Aumentar em 50% o comprimento da amarra faz a carga gerada pelos impactos cair mais de 20%. Enfim, quanto maior o comprimento da amarra, menor será a carga nos cunhos do barco.

        7. Quais os melhores materiais para um cabo?

        Os mais usados são o poliestireno, a poliamida, o polipropileno, a aramida e o HMPE, sigla de “High Modulus Polyethylene”, ou uma combinação entre eles. A carga máxima que suportam e a sua elasticidade variam bastante.

        Os mais rígidos (ou menos elásticos) são os de poliestireno. Também os combinados com aramida e HMPE funcionam bem, sobretudo para adriças e escotas.

        As amarras são, em geral, de poliamida, que, além da alta densidade (afundam, por exemplo), têm boa elasticidade e média resistência ao sol. Já o polipropileno é bastante leve, flutua, mas se estraga rapidamente sob ação do sol.

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          Dupla de velejadores brasileiros chega à última etapa de treinos para as Olimpíadas em Tóquio

          Por: Redação -
          08/06/2021

          Antes do embarque para os Jogos de Tóquio a equipe brasileira da classe Nacra 17 de Vela Olímpica, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino, retorna à Espanha para novos treinos com a flotilha de Nacra 17.

          Samuca e Gabi chegaram nesta terça-feira (08) a Santander, na Espanha, junto a outras equipes da mesma classe. A competição reúne os melhores atletas do mundo, o que confere grande intensidade aos treinos, que ocorrem no Real Club Marítimo de Santander.

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          “É um momento importante do preparo, pois no primeiro período foi possível comparar e testar nosso desempenho perante as outras equipes. Agora, colocaremos em prática mudanças e ajustes necessários”, pontua o timoneiro Samuca.

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          Samuel Albrecht é o timoneiro da dupla (atleta do Veleiros do Sul/RS) e Gabriela Nicolino (atleta do Iate Clube do Rio de Janeiro), a proeira. A classe em que velejam é a única classe mista da Vela olímpica.

          Esta será a primeira participação nos Jogos para a Gabi, e a terceira Olimpíada para o Samuca.

          samuca e gabi

          A dupla, além de ser atual campeã brasileira e sul-americana, é medalhista de bronze da classe Nacra 17 dos Jogos Pan-americanos de Lima, no Peru que aconteceram no ano de 2019. Eles contam com o trabalho do treinador Paulo Roberto Ribeiro, técnico medalha de bronze na olimpíada de Pequim, em 2008.

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            Torpedo Marine apresenta inflável T1100 com cabine e banheiro

            No mercado desde 2016, a Torpedo Marine, fabricante de embarcações infláveis tipo RIB e Yacht Tenders desenhados na Itália e produzidos no Brasil, acaba de lançar seu maior modelo, o T1100, com cabine e banheiro, um dos destaques deste barco de 10 metros de comprimento.

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            O inflável busca unir design e performance, e conta com flutuadores em Hypalon Orca. Seu layout traz dois sofás em formato de U que podem se transformar em solários na proa e na popa da embarcação, tornando as saídas ainda mais interessantes. Uma ilha gourmet no cockpit pode receber equipamentos de cozinha.

            O T1100 também conta com vasto espaço de armazenamento (paióis, caixas de gelo) por toda sua extensão – inclusive, a ampla plataforma de popa pode ser utilizada para armazenamento “molhado”. Possui tanque de 600 litros de combustível e 120 litros de água.

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            O modelo pode receber dois motores de popa 150 a 450 hp, além de motorização centro-rabeta a diesel. A primeira unidade está equipada com dois motores Verado de 300 hp de potência e será entregue em outubro.

            De acordo com Nelson Carvalhaes, um dos sócios da empresa, o modelo  foca no início de uma nova fase da Torpedo, que passará, em breve, por expansão, com lançamento de outra marca de infláveis.

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              Baleia Jubarte emalhada em rede de pesca é resgatada com sucesso no litoral norte

              Por: Redação -

              Na manhã da última sexta-feira (4), o Instituto Argonauta recebeu um acionamento através do CMA-ICMBIO (Centro de Mamíferos Aquáticos) a respeito de uma possível baleia jubarte (Megaptera novaengliae) presa em uma rede, no canal de São Sebastião. A equipe do Instituto Argonauta, sediada em São Sebastião e coordenada pelo biólogo Manuel da Cruz Albaladejo, deslocou-se até o local onde confirmaram que o animal estava envolto por uma rede de pesca.

              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

              O Projeto Baleia à Vista, que atua no monitoramento de cetáceos na região, acompanhado da equipe do Projeto Conservação da Toninha, também estavam presentes no local observando, apoiaram a ação e puderam acompanhar e registrar imagens do trabalho de resgate realizado com sucesso pela equipe do Instituto Argonauta.

              As baleias sofrem inúmeras ameaças, mesmo após a proibição de sua caça no Brasil e, dentre elas, as redes de pesca são uma das que mais causam problemas, mesmo que incidentalmente. As chamadas redes de espera, que são deixadas pelos pescadores com objetivo de capturar peixes, muitas vezes não são percebidas pelas baleias, que acabam se enroscando e muitas vezes morrendo ou se machucando por ficarem presas a este tipo de material resistente feito de nylon e fibras sintéticas.

              MUITA ATENÇÃO!
              O desemalhe de uma baleia é uma atividade extremamente arriscada que precisa ser feita, seguindo protocolos específicos, e regulamentados no Brasil pelo CMA-ICMBIO e por uma equipe técnica capacitada e treinada para evitar ao máximo o risco a vida da equipe de salvamento. A capacitação e o uso de equipamentos corretos e adequados para este tipo de atividade é muito importante para o sucesso da operação.

              Segundo Manuel, “uma das maiores preocupações era com a segurança de turistas que estavam tentando fazer o procedimento de salvamento da baleia e que mesmo que com a melhor das intenções não deve ser feito por pessoas despreparadas, por colocar em risco a si mesmas, bem como o próprio animal”.

              O apoio das embarcações Maremar turismo e Mar e Vida que estavam
              no local, foi também importante para o sucesso da operação, uma vez que
              mantiveram outras embarcações afastadas e deram apoio necessário.

              Segundo oceanógrafo e presidente do Instituto Argonauta Hugo Gallo Neto, “um dos momentos mais importantes e mais realizadores de todo trabalho de resgate e reabilitação de fauna que já executamos ao longo destes 25 anos em toda a região é justamente quando a gente consegue liberar um animal tão especial quanto uma baleia e descobrir que ele vai poder continuar a sua trajetória de vida por mais tempo na natureza. Nestes momentos, eu chego a pensar que, pelo menos um pouco, nós estamos tentando e conseguindo reverter o grande impacto que a atividade humana causa a fauna marinha”.

              Em toda região do litoral norte de São Paulo, em caso de emergência com algum animal marinho, como este ou ainda nas praias, entre em contato imediato pelos canais de atendimento e plantão do Instituto Argonauta: SOS ANIMAIS MARINHOS, UBATUBA, SP (12) 3833-4863 ou 3834-1382 ou ainda pelo e-mail: [email protected]

              Com a colaboração de Guilherme Kodja, Consultor técnico e Capitão de Testes de NÁUTICA, fundador do projeto Megafauna Marinha do Brasil.

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                Na região cortada pelo rio Tejo, em Portugal, vinhos de qualidade nascem em vinícolas supermodernas

                Antes de banhar Lisboa, a sempre bela capital lusitana, e desembocar no Atlântico, o rio Tejo — que nasce na Espanha, onde é conhecido como Tajo, e corta Portugal quase ao meio, de leste a oeste — passa por docas portuárias, iate clubes e zonas verdejantes em que se alternam parreirais, campos de oliveiras, pastagens de ovelhas e sobreiros (árvores das quais se extrai a cortiça). A água é translúcida, a vegetação às margens, exuberante, e há até passeios turísticos pelo rio. Nesse trajeto, o que está mais a leste é o Alentejo, uma região cheia de riquezas naturais, humanas e históricas. Aqui e ali, saltam aos olhos torres de castelos ou de igrejas e vilarejos medievais cercados por muralhas erguidas por volta do século 12.

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                À parte a história milenar, a fama do Alentejo estende-se à outra riqueza, igualmente valiosa: a produção de vinhos. A partir de Évora, capital da região, os vinhedos se distribuem por 21 municípios (como Albernôa, Beja, Cartaxo, Montemor, Portalegre e Santarém), onde rótulos de qualidade nascem pelas mãos de jovens enólogos em vinícolas supermodernas. “São vinhos de autor, autênticos e únicos, como os do produtor António Maçanita, da FitaPreta Vinhos, eleito em 2020 o enólogo do ano em Portugal”, conta a sommelière Jéssica Marinzeck, da Evino, a maior importadora de vinhos do Brasil e principal e-commerce da América Latina, com mais de 1 milhão de clientes em sua base.

                Os vinhos regionais alentejanos costumam ser feitos de blends de diversas cepas de uvas, tanto portuguesas como estrangeiras e até mescladas.

                o clima no alentejo, com altas temperaturas no verão e frio seco no inverno, propicia a produção de uvas excelentes

                Talento precoce, António Maçanita, atualmente com 39 anos, começou no mundo dos vinhos em 2000. Com 23 anos fez o primeiro vinho: o Preta, com o qual ganhou o Trophy Alentejo, no Internacional Wine Challenge. Mais de 50 rótulos levam a sua assinatura. São vinhos feitos com uvas colhidas manualmente. E todos conquistam, frequentemente, mais de 90 pontos na Wine Advocate, a mais relevante classificação vínica do mundo, do crítico de vinhos mais poderoso do planeta, Robert Parker. “No Alentejo, há uma expressão francesa que gosto muito: ‘Somos abençoados pelo sol’.

                Barris de vinho de carvalho usados nas modernas vinícolas da região.

                Os vinhos da região cheiram sol, calor”, define o jovem produtor.
                Importados pela Evino, pelo menos meia dúzia de rótulos produzidos por Macanita são muito apreciados pelos brasileiros. A começar pelo próprio FitaPreta, um dos vinhos que melhor refletem o carácter do Alentejo, segundo a sommelière. “Além do tinto António Maçanita Palpite Reserva Alentejano 2018, que conquistou 91 pontos na Wine Advocate, temos o branco António Maçanita FitaPreta O Ancestral 2019, coroado com 90 pontos pelo crítico Robert Parker e com 17/20 pontos pela revista portuguesa Grandes Escolhas”, diz Jéssica Marinzeck.

                Dois fatores explicam o potencial do Alentejo, na avaliação da sommelière. Um é a diversidade climática: poucas distâncias separam microclimas distintos, de montanhas frias a planícies quentes. O outro é a pluralidade de castas. Um mesmo produtor cria várias espécies de uvas e delas obtém misturas diversas. “Entre o Alto e o Baixo Alentejo, a região tem oito subdivisões, em função de clima, terroir e tipos de uva.

                Vilas pitorescas fazem parte da paisagem na região do Alentejo, como o castelo do Marvão.

                jovens enólogos, em modernas vinícolas, produzem vinhos de autor, únicos, como os da fitapreta vinhos, importados pela EVINO

                Portalegre, por exemplo, fica mais ao norte, uma sub-região mais fria e mais alta, características que permitem fazer vinhos bem elegantes. Já a sub-região de Moura, no distrito de Beja, mais ao sul, é mais quente, e por isso produz vinhos que, no nariz, sobressaem as notas de frutas mais maduras, de frutas negras”, explica Jéssica. Outra bebida característica da região são os vinhos de talha, ou ânfora, que foi o primeiro recipiente utilizado para elaborar vinhos, há 5 mil anos, e cuja técnica voltou a ser usada por produtores portugueses de renome.

                É no Alentejo que acontece a Amphora Wine Day, festa que marca a abertura das ânforas de argila a cada safra, nas versões branco e tinto. Um bom exemplo desse tipo de vinho é o FitaPreta Branco de Talha Alentejo 2018, produzido pelo premiado António Maçaneta. Fresco e muito complexo, esse branco conquistou 90 pontos na Wine Advocate, de Robert Parker. “Para quem prefere os tintos e sente certa rejeição aos brancos, esse FitaPreta feito com uvas locais tem características que vão agradar em cheio e acabar com o preconceito. É um branco mais encorpado, que tem uma textura mais untuosa na boca”, analisa a sommelière da Evino. É degustar para crer.

                O rio Guadiana corta Mértola, pequena vila muralhada, interferindo no terroir.

                Para os praticantes do enoturismo, ou seja, a viagem motivada pela apreciação do sabor e aroma dos vinhos, vale dizer que a região do Alentejo conta com 250 vinícolas, cerca de 70 das quais aptas a receber visitantes — muitos brasileiros, inclusive. Há visitas guiadas aos parreirais, às adegas e aos lagares, nas quais você aprende sobre o terroir alentejano e seus tipos de uva.

                De Lisboa a Évora (Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco, por riqueza arquitetônica) são apenas 133 quilômetros, o que equivale a uma hora e meia de carro. Uma viagem que começa com a travessia do rio Tejo pela bela ponte Vasco da Gama. Agosto, quando as vinhas estão carregadas, é o mês mais indicado.

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                  Atente-se aos cunhos, eles são muito mais importantes que aparentam

                  Por: Redação -

                  Os cunhos são bem mais do que simples ferragens. Se não forem resistentes ou bem presos, você pode até perder o barco.

                  Já pensou deixar o barco amarrado ao píer e quando voltar ele não estar mais lá? Pois se você nunca deu importância aos cunhos, convém começar a pensar seriamente a respeito desse equipamento.

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                  Mais que um simples detalhe, eles são fundamentais não só para o serviço de atracação como também para a segurança de uma embarcação, seja ela de qualquer tipo.

                  Caso os cunhos se desprendam do casco ou não segurem bem os cabos, pode-se até perder o barco. Por isso, eles já devem vir instalados de fábrica. Mas é necessário checá-los bem quando da compra da embarcação, já que para trocá-los é necessário ter acesso aos pontos de fixação na parte interna do casco, e, às vezes, a única saída para isso é cortar a laminação, o que não é muito aconselhável.

                  Como regra geral, quanto mais fortes, melhores serão os cunhos de amarração. Se ficar em dúvida quanto à qualidade e quantidade, verifique sempre com o estaleiro a possibilidade de redimensioná-los e como fazer isso.

                  O material mais indicado é o aço inox (o melhor é o do tipo 316 L, de alta resistência à corrosão), exceto em barcos de alumínio, onde o aço pode corroer o casco. Neste caso, prefira os cunhos de alumínio mesmo.

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                  Quanto ao plástico, esqueça! Ele só deve ser usado em cunhos de amarrar defensas e capotas, que não comprometem a segurança do barco. Para saber quantos cunhos e de qual tamanho eles devem ser, use as referências abaixo.

                  Elas servem para todos os barcos, exceto para alguns de pesca, que têm, no lugar de dois ou três cunhos, apenas um, superdimensionado, na proa.

                  Isso porque barcos desse tipo não devem ter a bordo nada que cause tropeços ou faça as linhas se enroscarem. Por isso, bons barcos de pesca usam cunhos internos ou de embutir. Já os outros devem abusar deles. Confira.

                  cunho

                  Um bom cunho é aquele que:

                  • …tem o maior tamanho possível, porque não vale a pena economizar nisso.

                  • …é preso por quatro parafusos que atravessam o convés e são aparafusados por baixo.

                  • …tem pontas arredondadas e não muito finas, para não cortar os cabos nem machucar as pessoas.

                  • …fica fora das áreas de passagem no convés, para ninguém tropeçar e se machucar.

                  • …tem arruelas com diâmetro duas vezes maior que as porcas, para não soltar.

                  • …tem chapas internas do mesmo tamanho do próprio cunho, também para fixar melhor.

                  • …só é fixado onde há reforços na laminação do casco, para não arrebentar a fibra e soltar o barco.

                  • cunho

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                    BRP recebe prêmio de design pelo jet Sea-Doo RXP-X. Confira

                    Por: Redação -
                    07/06/2021

                    A BRP está começando o ano em alta, com quatro premiações no prestigiado Red Dot Awards, incluindo nada menos que o prêmio Best of the Best – a maior distinção na competição – para o Ski-Doo Freeride.

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                    A moto aquática Sea-Doo RXP-X não ficou de fora das honrarias! Para o júri, “com seu design centrado no usuário, a Sea-Doo RXP-X oferece estabilidade ideal e promete ser muito divertido de dirigir”.

                    “É uma verdadeira honra receber tal distinção que é proporcional ao nosso trabalho árduo. Este prêmio reflete o esforço da equipe e a paixão e experiência da BRP para superar as expectativas do cliente e da indústria. Estamos ansiosos para 2021, pois temos muitos eventos emocionantes projetos que virão. Nossas equipes continuarão a empurrar os limites da inovação para fornecer produtos que moldam o mercado e estamos confiantes de que nos superaremos mais uma vez este ano”, disse Denys Lapointe, Vice-Presidente Sênior de Design, Inovação e Serviços Criativos da BRP.

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                    BRP também foi reconhecida com outros dois produtos: Ski-Doo LinQ Sleigh e Ski-Doo Skandic Wide-Track. No ano passado, a BRP ganhou 13 prêmios de design por seus produtos inovadores.

                    Os Red Dot Awards em Design de Produto enfocam, entre outras coisas, a qualidade do design e o potencial de inovação dos produtos inscritos. Os agraciados com esses prêmios são produtos de ponta que definem tendências e abrem o caminho para o futuro. O painel da Red Dot de aproximadamente 40 especialistas avalia cuidadosamente cada produto para escolher aqueles que merecem a distinção.

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                      Três grandes nomes da arquitetura náutica se unem para projetar megaiate de 77 metros

                      Por: Redação -

                      O megaiate de 77 metros, batizado de Black Shark, está cada vez mais próximo de ser apresentado ao público pelo estúdio Sinot — Architecture & Design. “Ter que criar a partir de um tema traz uma conexão com o interior, como se fosse um livro”, comenta Sinot sobre o Black Shark.

                      black shark

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                      A colaboração entre Sinot, Winch e Nobiskrug se desdobrou para atender um pedido do proprietário: transformar o tema “tubarão” em um megaiate. “É uma questão de como você consegue interpretar as coisas, não importa o quão literalmente. Acho que é esse o truque”, diz Sinot.

                      Apesar de o projeto ser algo incomum, Sinot garantiu que a tradução do tema não fosse contra a natureza de seus princípios de design. “Um design não deve existir apenas porque foi concebido. Deve ser uma manifestação de algo para um propósito, estética e função”, completa o designer.

                      “Um iate não é apenas um objeto de riqueza: é algo que você pode usar para se mover pelo mundo e ver coisas que outras pessoas não podem. Os superiates fazem você se sentir bem, e os interiores são o que faz com que os proprietários desejem receber as pessoas a bordo e desfrutar juntos do ambiente. Deve parecer um lugar seguro para se estar”.

                      Quando questionados sobre as nuances do design, os profissionais responsáveis pelo projeto explicaram que “o cliente é enérgico, muito interessante e envolvido. Ele gostou do fato de podermos usar várias tecnologias novas em nosso design, como impressão e digitalização 3D”.

                      black shark

                      “Ficou muito claro desde o início que ele queria criar algo único que correspondesse ao tema, mas ainda garantir que os espaços fossem aconchegantes, confortáveis ​​e convidativos. Devido a essa direção clara, pudemos começar a criar os interiores em 3D desde o primeiro dia”, completam.

                      Em alguns dos espaços o teto foi inteiro pintado de preto, o que representa uma decoração bastante ousada. A promessa dos colaboradores é de que, quando o cliente ampliar os detalhes, tudo se relacione com o tema “preto” ou “tubarão”, juntos ou separadamente, e de uma forma subliminar.

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                      black shark

                      Ainda assim, apesar de seguir todo um tema durante a construção, o intuito nunca foi construir um parque temático dentro da embarcação. Detalhes como barbatanas ou quaisquer outras traduções literais foram estritamente excluídos. Em vez disso, a alternativa foi adicionar dentes ocultos no interior, que não são diretamente perceptíveis, mas que aumentam a tensão interna.

                      “Não sabíamos como era a aparência da pele de tubarão até usarmos um microscópio e podermos estudar seu padrão. Sua pele é feita para reduzir o arrasto na água com uma textura semelhante à de uma bola de golfe — traduzimos isso para uma impressão 3D e cobrimos paredes inteiras com esse padrão. O resultado é uma textura tátil muito interessante na parede. “, explicam os profissionais.

                      black shark

                      Eles também disseram que o intuito era contar uma história em todo o interior, com uma distinção clara entre os 5 conveses. Tudo para passar a percepção de que, de acordo com a posição dentro do megaiate, seja possível se ver abaixo da água, na superfície da água ou acima da água.

                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                        Raymarine amplia pontos de interesse oferecidos aos usuários com nova parceria

                        Por: Redação -

                        A Raymarine, representada no Brasil exclusivamente pela Marine Express, anunciou que seu serviço LightHouse Charts Premium agora inclui dados de pontos de interesse fornecidos pela Marinas.com, fornecedor mundial de informações de marinas e hidrovias para navegadores na web.

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                        A colaboração, que extrai dados de mais de 75 mil locais marítimos, permite que os navegadores encontrem e explorem facilmente enseadas importantes, marinas, comunidades costeiras, faróis e outros destinos náuticos.

                        Os gráficos LightHouse oferecem aos proprietários das linhas Axiom e Element, da Raymarine, um novo nível de clareza e personalização, tornando mais fácil identificar e explorar os extensos locais de pontos de interesse em Marinas.com. Os usuários da Raymarine e todos os navegadores também podem usar aplicativos de reserva como o Dockwa – marca irmã do Marinas.com – para fazer reservas nesses locais.

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                        “Estamos focados na criação de ferramentas inovadoras para conectar navegadores a marinas em tempo real”, disse Mike Melillo, CEO da Dockwa e Marinas.com. “Marinas.com tem sido uma ferramenta de planejamento valiosa para os navegadores, e nossa nova parceria com a Raymarine é um exemplo empolgante de como estamos constantemente expandindo esses recursos”, avaliou.

                        Marinas.com afirma ter o banco de dados mais extenso do mundo de localizações marinhas, apresentando marinas, portos, enseadas importantes, visões gerais detalhadas de comunidades costeiras, pontes, eclusas, ancoragens e faróis, junto com outros pontos náuticos importantes de interesse.

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                          Recordista de travessia do Atlântico morre aos 88 anos no Reino Unido

                          Por: Redação -

                          O experiente navegador, marinheiro e jornalista Dag Pike, que escreveu para jornais e revistas do mundo náutico durante décadas, faleceu no último dia 29, aos 88 anos. Com mais de 65 anos de experiência em embarcações e autor de mais de 40 livros náuticos, Dag Pike foi um dos marinheiros mais respeitados do Reino Unido.

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                          Também conhecido por quebrar o recorde de travessia do Atlântico no Virgin Atlantic Challenger II, em 1986, anteriormente de 3 dias, 10 horas e 40 minutos (estabelecido em 1952).

                          Para isso, Dag realizou várias tentativas até chegar ao recorde. Antes do sucesso de 1986, inclusive, houve uma tentativa fracassada, em 1985, em que o navegador viu o Virgin Atlantic Challenger I afundar a poucas horas da linha de chegada, já no Farol de Bishop Rock, nas ilhas de Scilly.

                          Nascido em Bristol, no Reino Unido, Dag Pike foi para o mar aos 16 anos em navios destinados ao transporte exclusivo de mercadoria de baixo valor. Os porões desses navios, além de não terem divisões, são providos de cantos arredondados para facilitar a estiva da carga. Dois anos depois de iniciar a vida náutica, Pike sofreu seu primeiro naufrágio na costa oeste da Escócia, a bordo de um navio de carga de 6 mil toneladas.

                          Neste fatídico dia, a tripulação perdeu o farol Skerryvore vital e acabou nas rochas entre Tiree e Coll. No total, ele foi resgatado do mar 13 vezes — incluindo durante outra tentativa de recorde no Atlântico em 1989 a bordo do catamarã Chaffoteaux Challenger, de Peter Phillips.

                          dag pike
                          Dag Pike (segundo da direita) com a tripulação do Chaffoteaux Challenger em Nova York.

                          “Não é uma coisa da qual me orgulho particularmente, mas quando você tenta ultrapassar os limites do que parece possível, você não sabe onde estão os limites até encontrá-los. Quando fui para o mar pela primeira vez em 1950, a navegação ainda era básica e os riscos eram consideravelmente maiores. No entanto, ainda estou vivo depois de ser resgatado 13 vezes, então devo estar fazendo algo certo ‘, Dag comentou certa vez sobre seus resgates.

                          Aos 21 anos já havia circunavegado o mundo várias vezes na Marinha Mercante. Aos 29, ele era o mais jovem capitão do farol da Trinity House antes de se tornar um inspetor de barcos salva-vidas para a RNLI.

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                          Em 1992, Dag Pike concluiu o projeto Destriero, cruzando o Oceano Atlântico a bordo do iate a motor de 220 pés em um tempo recorde de 58 horas, 34 minutos e 5 segundos, a uma velocidade média de 53,09 nós.

                          dag pike
                          Aos 75 anos, Dag Pike fazia parte da tripulação do Blue FPT, que venceu o Round Britain Offshore Powerboat Championship de 2008.

                          Como se todos esses títulos não fossem suficiente, o marinheiro ainda ganhou inúmeros campeonatos de barcos a motor ao longo de sua vida. Já aos 75 anos, Dag Pike participou e venceu o World Offshore Powerboat Championship de 2008, competindo no Blue FPT de bandeira grega.

                          Um autor talentoso, o primeiro livro publicado ao longo da extensa carreira foi o Powerboats in Rough Seas, lançado em 1974. Os mais de 40 títulos já escritos por Pike iam desde a navegação e desastres no mar a análises meteorológicas e guias de cruzeiro.

                          Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                            Finlândia receberá salão náutico de 19 a 22 de agosto. Saiba mais

                            Por: Redação -

                            O salão náutico de outono de Helsinque se autodenomina o maior evento aquático da Finlândia, com vagas para até 300 barcos, uma ampla variedade de barcos a motor e veleiros, além de um cais dedicado para barcos de pesca recreativa.

                            O evento também acolhe exposições terrestres com uma gama completa de equipamentos e acessórios, junto com entretenimento e demonstrações de barcos dentro d’água para os visitantes. Serão 160 expositores, com cerca de 300 barcos exibidos e uma estimativa de 14 mil visitantes.

                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                            O evento de 2021 operará com protocolos de segurança contra a Covid-19, como atendimento controlado e espaçamento apropriado, e está bem posicionado para capturar o interesse ressurgente em passeios de barco pela Finlândia e mercados vizinhos.

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                            De acordo com a Finnboat, os registros em 2020 aumentaram o crescimento de 19% para quase 5 mil embarcações, com as taxas de crescimento mais fortes em barcos a motor com menos de 7 m de comprimento e jets. As estatísticas do atacado mostram que a entrega de barcos a motor e pequenos barcos de até 5,5 m aumentou 4% em 2020, enquanto as vendas de barcos usados ​​aumentaram mais de 30%. As perspectivas para 2021 continuam positivas.

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                              O que fazer se o motor do barco estiver poluindo mais que gerando desempenho?

                              Por: Redação -

                              Poucas coisas incomodam mais em um barco a motor do que a fumaça que sai do próprio motor. Quem, por exemplo, estiver sentado na popa dificilmente escapará dela, por causa do chamado “efeito vagão”, um incômodo fenômeno, que faz com que a fumaça fique rondando a plataforma de popa, com o barco em movimento, por conta da turbulência causada pelo vento.

                              Só mesmo barcos com escapamentos submersos ou nas alhetas — e não no espelho de popa —, escapam disso. Pior ainda é quando a lancha dá marcha ré. Daí não tem jeito. É fumaça na cara mesmo.

                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                              Felizmente, nem toda fumaça é prejudicial à saúde — tanto humana quanto do motor. Mesmo assim, se o seu motor estiver “fumando” mais que o habitual, alguns reparos são obrigatórios.

                              Mas, fique atento: a rigor, apenas os motores dois ou quatro tempos alimentados por carburador, os de dois tempos com injeção eletrônica e os a diesel com injeção mecânica costumam emitir alguma fumaça.

                              Por outro lado, os motores a diesel com injeção eletrônica, os dois tempos com injeção direta e de quatro tempos com injeção eletrônica não costumam gerar fumaças.

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                              No entanto, se isso acontecer, pode ser sinal de falha na ignição (como velas e cabos aterrados), deficiência ou falha na lubrificação, filtro de ar sujo, bicos injetores desajustados ou, no caso dos de dois tempos, excesso de óleo no cano de descarga.

                              fumaça

                              Portanto, se não quiser enfrentar problemas maiores, o jeito é checar, periodicamente, o que o seu motor anda expelindo. Ao lado, algumas dicas para atenuar o problema.

                              Os motores mais problemáticos e o que você pode fazer para tentar contornar:

                              1. Motores carburados ou com injeção eletrônica (2T)

                              Motores dois tempos com alguma fumaça é normal, porque a mistura do combustível com o óleo lubrificante não é totalmente queimada na combustão.

                              Trata-se de uma característica (ou um defeito…) de todos os motores do gênero — a mistura é injetada na câmara de combustão ainda com a janela de escape aberta, permitindo assim que parte dela seja lançada na descarga antes de ser queimada.

                              Mas há outros fatores que aumentam a fumaça, como a temperatura do motor: se ela estiver muito alta ou baixa, a mistura ar/combustível não será adequada.

                              Excesso de óleo dois tempos também gera fumaça: o ideal é 1 litro para cada 50 de combustível. Nos motores com carburadores, convém ainda checar o nível da boia, que não pode estar baixa, os gigles, que precisam estar dentro da especificação, o afogador e o sistema de ignição.

                              De qualquer forma, motores com injeção eletrônica fazem menos fumaça que os convencionais.

                              2. Motores carburados (4T)

                              Se este tipo de motor não estiver bem regulado, pode haver a liberação de uma fumacinha meio azulada.

                              A situação piora se os anéis dos pistões estiverem gastos, por causa da presença do óleo lubrificante na câmara de combustão. Neste caso, o é jeito é trocar os anéis.

                              3. Motores mecânicos (Diesel)

                              Primeiro, veja se não há excesso de peso a bordo, se o turbo compressor está com a pressão correta, se o motor está trabalhando na temperatura ideal, se o passo do hélice está correto (não pode ser longo demais…), se os filtros não estão entupidos, se os bicos e a bomba estão regulados e até se o casco está limpo. Estes detalhes costumam ser grandes causadores do excesso de fumaça.

                              Que fumaça é essa?

                              Existem, basicamente, três tipos de fumaça. E dá para identificar muitas coisas pela cor.

                              1. Branca
                              Acontece quando há acúmulo de água no sistema de escapamento e é mais frequente no inverno, por causa do frio e da maior umidade. Não se preocupe:
                              é inofensiva e acaba rápido.

                              fumaça

                              2. Cinza
                              Acontece normalmente quando o carburador dos motores a gasolina não está bem regulado. Com isso, o desempenho cai e o consumo aumenta bastante. Já nos motores a diesel, a fumaça cinza indica que os anéis de vedação do cilindro podem estar pra lá de gastos.

                              fumaça

                              3. Preta
                              Nos motores quatro tempos a gasolina, acontece geralmente devido a alguma deficiência ou falha na vedação do cilindro, o que acaba queimando óleo lubrificante. Já nos motores a diesel, a fumaça aparece se ele estiver bastante desregulado ou com os bicos injetores desajustados.

                              fumaça

                              Monóxido de carbono: não, não é fumaça. É pior do que isso!

                              Existe um tipo de fumaça que não é visível, mas é ainda mais perigosa para os usuários de barcos a motor: o monóxido de carbono, ou CO — que, no entanto, por ser incolor, inodoro e insípido, não pode ser considerado tecnicamente como uma “fumaça”.

                              Mas, por isso mesmo, é ainda mais daninho à saúde, já que não pode ser sentido. Ele é gerado por todos os tipos de motores, mas as séries mais modernas contam com níveis de emissão bem mais baixos, tanto por modernização dos equipamentos quanto pelo atendimento a normas ambientais mais rígidas.

                              Por isso, convém evitar a proximidade excessiva das pessoas com os motores, bem como ficar parado no píer por muito tempo com os motores ou geradores ligados ou mesmo pescar corricando com o vento a favor.

                              Você pode não sentir nada, mas onde tem motor sempre tem, também, monóxido de carbono. Fuja dele. Mesmo não o vendo.

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                                Abençoada pela natureza, Ilhabela se destaca como o “paraíso do home office”

                                04/06/2021

                                Já que o trabalho é virtual, por que não fazê-lo a partir de um endereço com uma bela vista, com a possibilidade de uma pausa para pedalar, velejar, fazer um passeio ecológico ou simplesmente caminhar pela praia quando o expediente acabar? Essa é a proposta de Ilhabela, a Capital da Vela, no litoral de norte de São Paulo, que lançou recentemente a campanha “Ilhabela Anywhere Office, o Paraíso do Trabalho Remoto”.

                                Trabalhar remotamente não significa apenas desenvolver atividades profissionais em casa. Afinal, nem toda casa tem uma estrutura adequada para isso e muitas residências sofrem com questões como o barulho dos vizinhos e a bagunça das crianças. A partir desse contexto, entrou em pauta um modelo de trabalho realizado em ambientes flexíveis, como espaços de coworkings, bibliotecas, cafés ou qualquer lugar onde a pessoa se sentir mais à vontade. Vem daí a expressão anywhere office, que na tradução para o português é como “escritório em qualquer lugar”.

                                O executivo de vendas Felippe Virardi: o escritório é na praia

                                Como tudo o que é bom pode ser melhorado, a procura por ambientes flexíveis, dentro do conceito de anywhere office, fez com que se intensificassem as viagens para lugares onde se pode estar em contato natureza, e ao mesmo tempo mantendo o distanciamento.

                                De acordo com levantamento da Booking.com, dois em cada cinco brasileiros (44%) estão interessados em combinar trabalho com férias, e quase metade (47%) fez isso ao menos uma vez em 2020. Para 63% dos brasileiros, a praia é o melhor lugar para trabalhar sob o conceito de anywhere office, enquanto 56% desejam ficar em um lugar de natureza.

                                A famosa praia do Bonete, em Ilhabela | Foto Márcio Bortolusso

                                Foi exatamente por reunir o melhor desses dois mundos (praias e mata com flora diversificada) — além de possuir o selo Safe Travel, que garante a cidade como um destino que adota todos os protocolos de segurança contra a Covid-19 — que a prefeitura de Ilhabela, por meio de sua Secretaria de Turismo, decidiu lançar a campanha “Ilhabela Anywhere office, o Paraíso do Trabalho Remoto”, que tem como mote a frase “Meu escritório é na praia!”, à qual se poderia acrescentar: “E na natureza também”, uma vez que a cidade reúne várias opções de passeios ecológicos, com atividades como vela, trilhas a pé, canoagem, stand-up paddle, mergulho e avistamento de aves e baleias.

                                Abençoada pela natureza, com lindas praias urbanas de um lado, ainda selvagens do outro, mais de 40 cachoeiras e uma exuberante Mata Atlântica em todo o resto, a Capital da Vela é tão bonita que juntou substantivo e adjetivo numa só palavra, criando uma expressão que soa como sinônimo de paraíso: Ilhabela.

                                Os mergulhadores amam as suas águas, os amantes da natureza adoram fazer trilhas pela Mata Atlântica e os visitantes em geral babam com suas mais de 50 praias. Nesse cenário, sediar o maior evento náutico da América Latina — a tradicional Semana de Vela de Ilhabela — é apenas mais um detalhe. Por tudo isso, não pode haver lugar mais perfeito do que esse para se trabalhar remotamente.

                                O inesquecível por do sol em Ilhabela | Foto Marcio Dufranc

                                “Aqui as pessoas têm mais inspiração, novas conexões, novos insights, novas paisagens, novas experiências e o trabalho se torna muito mais produtivo”, diz a Secretária de Turismo de Ilhabela, Luciane Leite, segundo a qual é possível começar o dia dando uma pedalada na orla, uma corrida na praia ou praticando a canoa havaiana, e depois iniciar o home office.

                                Foi o que motivou o empresário e velejador Mark Essle a buscar acolhimento em Ilhabela, em meio ao novo agravamento da pandemia, na chamada segunda onda. “A qualidade de vida é outra. Você engata no ritmo caiçara, isso faz bem para a alma”, conta ele, feliz tanto pelas paisagens que emolduram suas janelas como pela infraestrutura que encontrou na ilha, que lhe permite conciliar férias e trabalho.

                                O empresário e velejador Mark Essle

                                Outro que se deixou seduzir por esse paraíso de trabalho remoto foi o executivo de vendas Felippe Virardi. “Eu passo a semana aqui, tenho toda estrutura para trazer o meu escritório e meus clientes e meus clientes continuam sendo bem atendidos”, garante.

                                “No fim da tarde, ainda há a alternativa de dar uma chegadinha no mar para um mergulho”, acrescenta a Secretária de Turismo de Ilhabela. Lembrando que a cidade, com sua conhecida estrutura turística completa, oferece ótimos hotéis e pousadas para quem deseja fazer o trabalho remoto, além do wifi gratuito com bom sinal, dando oportunidade a empresários, profissionais liberais e a empresas que preocupam com o bem-estar de seus funcionários de aliar férias e trabalho.

                                Vale dizer também que — como as escolas estão no modelo híbrido — é possível que em um ou dois dias da semana as crianças assistam as suas aulas pela internet, podendo assim acompanhar os pais nesses dias em Ilhabela.

                                É um programão para toda a família, que vai estar ainda mais conectada entre si e conectada com a natureza da ilha. No Brasil, os destinos dessa migração são muitos. Mas, em matéria de anywhere office, ninguém é páreo para Ilhabela.

                                Para saber mais, conecte-se com Ilhabela pelas redes sociais
                                Instagram: @turismoilhabela
                                Facebook: facebook.com/turismoilhabela/
                                Youtube: Turismo Ilhabela
                                Site da campanha: ilhabelaanywhereoffice.com.br
                                Site do Turismo: turismoilhabela.com

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                                  Ariel Leite, presidente da Arieltek, morre aos 71 anos

                                  Há 30 anos, o técnico em eletrônica Ariel Leite teve um problema com um componente eletrônico no seu motor de popa americano, que não tinha representação no Brasil.

                                  O jeito foi construir, ele mesmo, um módulo eletrônico chamado CDI, essencial para um funcionamento de um motor a gasolina do ciclo Otto.

                                  O componente ficou tão bom que Ariel decidiu fabricar este e outros dispositivos elétricos e eletrônicos de propulsores que não existiam por aqui, incluindo para motores aeronáuticos e também para jets.

                                  Assim surgiu a Arieltek em Americana, no interior de São Paulo, empresa que, atualmente, fabrica mais de 700 componentes para motores e barcos, incluindo luzes de navegação, luzes subaquáticas, painéis elétricos internos e externos, bombas de porão e uma infinidade de componentes tão variados que incluem até suporte para varas de pesca!

                                  Dificilmente um estaleiro brasileiro não usa um produto da Arieltek, que também se especializou em sistemas de gerenciamento eletrônico para carga de baterias.

                                  Ontem, dia 3 de junho, o inventor genial de Americana nos deixou, aos 71 anos. Mas sua obra não.

                                  A diversidade, a qualidade e o custo acessível dos produtos da Arieltek, que atualmente está trabalhando no desenvolvimento de um painel de controle touch screen para as principais funções do barco, viraram referência nacional. Produtos que ganharam a preferência do estaleiro e a preferência do consumidor.

                                  Muito obrigado Ariel!

                                  Marcio Dottori, fundador do Minuto Náutico.

                                  Grupo Náutica lamenta a perda e presta condolências aos familiares e amigos de Ariel Leite.

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                                    China quer construir linha férrea subaquática para os Estados Unidos

                                    Por: Redação -

                                    A China tem uma das redes ferroviárias mais impressionantes do mundo, mas quer ir mais além. O objetivo é construir um comboio de alta velocidade que viaje desde a China, passando pela Sibéria, leste da Rússia, pelo mar através do Estreito de Bering para o Alasca, pelos picos rochosos do Yukon e Colúmbia Britânica, até aos Estados Unidos.

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                                    Uma vez construídos, os 13 mil quilômetros de linha férrea poderiam estender ainda mais, de modo a alcançar cada canto norte-americano. Segundo o IFL Science, a proposta de uma linha subaquática iria custar 200 mil milhões de dólares.

                                    Os planos surgiram em 2014, quando uma reportagem do Beijing Times delineou os planos da China para a construção da linha China-Rússia-Canadá-América, que se estenderia pelas quatro nações num impulso comercial, turístico e econômico. Para a linha passar pelo estreito de Bering, seria necessário um túnel subaquático quatro vezes maior do que o Túnel do Canal da Mancha.

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                                    Embora pouco se saiba sobre o progresso da linha China-Rússia-Canadá-América, alguns postularam que a linha Ningbo-Zhoushan poderia ser uma espécie de teste para um projeto muito maior.

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                                      Maior navio da Marinha iraniana naufraga após pegar fogo no Golfo de Omã

                                      Por: Redação -
                                      02/06/2021

                                      O maior navio da Marinha iraniana (Kharg) foi atingido por um incêndio e acabou naufragado nesta quarta-feira (2) no Golfo de Omã, segundo autoridades.A informação foi dada pelas agências de notícias Fars e Tasnim e confirmada pela Marinha.

                                      O navio afundou próximo ao Porto iraniano de Jask, a cerca de 1 270 quilômetros a sudeste de Teerã, perto do Estreito de Ormuz.

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                                      Imagens publicadas pelos meios de comunicação social iranianos mostram marinheiros com coletes salva-vidas abandonando o navio, quando as chamas  já atingiam a embarcação.

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                                      A televisão estatal e as agências de notícias referiram-se ao Kharg como um “navio de treino”.

                                      O Kharg é um dos poucos navios da Marinha iraniana capaz de reabastecer outras embarcações no mar, de içar cargas pesadas e servir de plataforma para helicópteros. Construído na Grã-Bretanha e lançado em 1977, entrou na Marinha iraniana em 1984, após longas negociações que se seguiram à Revolução Islâmica do Irã de 1979.

                                      Os oficiais iranianos não informaram a origem do incêndio a bordo do Kharg. No entanto, o caso surgiu após uma série de explosões desconhecidas que começaram em 2019, visando navios no Golfo de Omã.

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                                        Por: Redação -

                                        Um observatório, heliporto e duas piscinas: esse é o conceito do megaiate de 135 metros Sunrise, do estúdio de design italiano Roberto Curtò Design. A embarcação terá um perfil excepcionalmente baixo, com linhas exteriores elegantes e esportivas.

                                        Sua superestrutura baixa concentra-se na diminuição da resistência ao vento, enquanto seu casco cortador de ondas visa reduzir o arrasto para uma abordagem mais sustentável e eficiente em termos de combustível.

                                        sunrise

                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                        Seu casco será constituído de aço e promete um alcance de 6 000 milhas náuticas.

                                        O Sunrise foi projetado para otimizar o espaço do convés. Com uma boca (largura) de 19 metros e 135 metros de comprimento, seu designer quer criar uma “vibração de resort em uma ilha idílica”, com um caminho fluido conectando todos os seus conveses ao redor do iate.

                                        sunrisesunrise

                                        Seus vastos conveses e interior amplo e espaçoso permitem que os hóspedes fiquem em sintonia com o mar. Os hóspedes têm acesso direto à água da plataforma de popa e da proa.

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                                        O interior apresenta grandes janelas envolventes para muita luz natural, juntamente com o uso de vidro estrutural e telas de ripas de inspiração japonesa e uma estátua em forma de gota d’água.

                                        A embarcação pode acomodar até 22 hóspedes em 11 camarotes, que incluem uma suíte master com academia privativa, escritório e piscina coberta e ao ar livre. Ela hospedará uma tripulação de 49 pessoas.

                                        sunrisesunrisesunrisesunrisesunrise

                                        As características de destaque do Sunrise incluem um heliporto, uma grande garagem, um observatório astronômico, duas piscinas externas, uma academia para hóspedes, um cinema e duas salas de jantar.

                                        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                          Azimut Yachts marca presença na edição 2021 de salão náutico em Veneza

                                          Por: Redação -
                                          A Azimut Yachts está exibindo pela primeira vez a versão Timeless do modelo Magellano 25 Metri no Venice Boat Show 2021. O modelo combina o estilo exterior de Ken Freivokh com interiores personalizados projetados pelo escritório de design Azimut com base no conceito e projeto arquitetônico desenvolvido por Vincenzo De Cotiis. 
                                          Interior Magellano 25 Metri Timeless

                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                          Outra estrela do show é o Azimut 78 Fly, carro-chefe da coleção Flybridge e com design exterior assinado por Alberto Mancini e interiores espaçosos de Achille Salvagni, o que dá a este iate de 24m um equilíbrio entre linhas dinâmicas e espaços cada vez mais generosos. 

                                          Azimut 78 Fly
                                          A coleção S esportiva está sendo representada pelos modelos S6 e S8. O S6 possui linhas aerodinâmicas elegantes projetadas por Stefano Righini e interiores por Francesco Guida. Guida também projetou os interiores do  Azimut S8, que tem exteriores agressivos de alto desempenho de Alberto Mancini.
                                          Azimut S8
                                          Os cruzadores esportivos Atlantis 45 e 51 são os dois representantes da Altantis Collection. O 45 possui exteriores da Neo Design e interiores da Azimut Yachts, enquanto o design exterior e interior do 51 é da Neo Design.
                                          “O salão náutico de Veneza é, acima de tudo, uma oportunidade para nos reunirmos com os clientes ao longo do Mar Adriático pela primeira vez desde que as principais feiras de negócios foram interrompidas”, disse Marco Valle, CEO do Grupo Azimut Benetti. “Neste momento crucial, em que o nosso país está lentamente recomeçando, esperamos que a indústria náutica seja um motor da economia e um porta-estandarte da excelência Made in Italy”.
                                          Azimut Atlantis 45

                                          O Venice Boat Show vai até o domingo, dia 6 de junho, e está aberto ao público das 10h às 20h todos os dias. 

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                                            01/06/2021

                                            O Grupo Overmarine revelou seu mais recente modelo e carro-chefe da nova série Mangusta Maxi Open REV, o Mangusta 165 REV, apenas um dia após o lançamento do primeiro Mangusta 104 REV. O superiate de 50 metros é considerado “uma celebração de design e funcionalidade, conforto e excelente desempenho”.

                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            O Mangusta 165 REV deve ser projetado pelo Departamento de Engenharia da Overmarine em colaboração com o renomado designer Igor Lobanov. Ele contará com o icônico estilo Mangusta com linhas curvas, mescladas com seu perfil aerodinâmico, que é inspirado nos carros esportivos dos anos 1930.

                                            O foco principal do design é um fluxo natural entre o interior e o exterior para garantir que seu proprietário possa desfrutar plenamente a experiência da vida no mar. O Mangusta 165 REV contará com design de interiores do escritório de arquitetura M2 Atelier de Milão, usando tons quentes para complementar sua estética contemporânea e luz natural abundante. Suas janelas do chão ao teto acentuam a experiência ao ar livre, ao lado de seus terraços laterais dobráveis ​​que se abrem para contemplar a vista. Outras características internas incluirão um salão principal com poltronas, uma ampla sala de jantar e um bar.

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                                            Mangusta 165 Rev incluirá uma suíte master em seu convés principal, projetada como um loft de plano aberto em dois níveis, com janelas laterais alongadas que oferecem privacidade, uma área de estar privativa, um escritório pessoal exclusivo e um banheiro. Seu convés inferior será personalizável para hospedar até cinco camarote para convidados, com a opção de quatro duplos e um VIP, ou quatro duplos e uma área lounge ou academia.

                                            As características externas de destaque incluirão uma grande área de praia de 36 metros quadrados com acesso direto ao mar, uma garagem lateral com capacidade para um tender e dois jets, poltronas e um bar à meia-nau em seu deck, além de uma área para banhos de sol e piscina de borda infinita à frente.

                                            Do ponto de vista técnico, o Mangusta 165 REV será movido por motores a diesel MTU 16V 2000 M96L quádruplos e quatro jatos d’água Kamewa.

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                                              O rastro —  também conhecido como Moto Ondoso, em italiano —  de milhares de barcos a motor está lentamente desgastando os solos dos edifícios icônicos de Veneza. A solução? Um barco elétrico de projeto sueco que “voa” acima da água.

                                              Veneza enfrenta uma escolha difícil entre usar lanchas rápidas nos canais e proteger o patrimônio cultural icônico da cidade. A cidade tem um sistema de tráfego único, onde o principal meio de transporte são os barcos.

                                              candela

                                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                              Isso, no entanto, não isenta o local da poluição sonora e do congestionamento relacionados ao tráfego. Na verdade, o único tráfego lá é o ”Moto Ondoso”, esteira da poluição, que já causou danos a 60% dos edifícios da cidade, segundo um estudo.

                                              Os maiores culpados são os táxis aquáticos e os barcos turísticos. À medida que passam pelos canais estreitos, eles geram uma esteira que lava as paredes e fundações do canal com grande energia, acelerando a erosão e, eventualmente, levando ao colapso do edifício.

                                              A maioria dos motores de barcos a motor não tem os conversores catalíticos sofisticados encontrados nos carros e, portanto, expelem óxidos de nitrogênio e partículas.

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                                              Acredita-se que a natureza ácida da poluição esteja acelerando a erosão das construções medievais da cidade, que já estão afundando na lagoa — um processo acelerado pelas constantes correntes, causadas pelo grande número de embarcações que passam pelos canais.

                                              É por isso, também, que durante o ano de 2020, as vias navegáveis ​​(geralmente escuras) de Veneza tornaram-se visivelmente mais claras devido à ausência de tráfego de barcos a motor, por conta da pandemia.

                                              Com sorte, ainda há alternativas para esse comportamento e as águas venezianas ainda podem ficar claras — ou pelo menos essa é a visão apresentada pela Candela Boats, uma empresa de tecnologia sueca que fará uma demonstração de seus barcos elétricos voadores durante o Salone di Nautica em Veneza, que começou no de 29 de maio.

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                                              Os barcos de Candela funcionam em hidrofólios (asas subaquáticas controladas por computador), que elevam o casco acima da água e diminuem o atrito com a água em 80%, em comparação com os barcos-táxi convencionais.

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                                              Prometendo pouca energia e viagem silenciosa, o barco de lazer C-7 da Candela foi pensado para produzir uma esteira com menos de 5 cm de altura — ou aproximadamente do tamanho de uma esteira gerada pelos barcos a remo tradicionais de Veneza.

                                              O Candela C-7 é o primeiro hidrofólio elétrico do mundo já construído, e estará disponível para testes em Veneza, de 29 de maio a 6 de junho.

                                              Erik Eklund, o diretor de transporte público da Candela, ainda explica: “Hidrofólios são a tecnologia de última geração para barcos a motor. Eles permitem que você navegue rapidamente, com a energia da bateria e sem despertar ruído ou batendo”.

                                              O C-7 promete navegar em alta velocidade por mais de 2 horas a uma velocidade de 20 nós. O barco ainda voa sobre ondas agitadas (em vez de passar por elas) resultando em conforto superior para seus passageiros.

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                                              “Com o C-7, queríamos construir o primeiro barco elétrico sem concessões. Pode ir rápido e longe, como barcos com motor de combustão. Mas também é totalmente silencioso, muito mais suave e divertido de dirigir, não cria ondas e é muito econômico. E o melhor: é cerca de 99% mais barato operar do que um barco a gasolina do mesmo tamanho” completa Erik Eklund.

                                              Assim como um avião moderno, os hidrofólios do C-7 são controlados por computadores que ajustam o ângulo de ataque continuamente.

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                                              O diretor ainda deu um depoimento, falando que “em uma Veneza do futuro, o transporte marítimo não será apenas isento de emissões, silencioso e sem danificar os edifícios icônicos da cidade. Ele também será barato para operar e poderá fornecer uma experiência nova para turistas e moradores locais. É isso que esperamos alcançar com o P-30. Mostraremos que os barcos elétricos podem ser muito melhores do que os concorrentes de combustíveis fósseis e, ainda assim, ser gentis com a natureza”.

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                                              Dentre as especificações técnicas do Candela C-7, estão: construção em fibra de carbono, peso de 1 300 kg, comprimento de 7,70 metros, velocidade máxima de 30 nós e velocidade de cruzeiro de 22 nós, que proporcionam alcance de 50 milhas náuticas. Além disso, a bateria ainda conta com 40 kWh e a capacidade de foiling de 800 kg.

                                              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                O Lantau Yacht Club (LYC), uma marina de superiates em Hong Kong, está totalmente operacional. O projeto da marina é um dos primeiros a ser concluído em décadas e ajudará a acomodar o atual aumento do mercado de superiates em Hong Kong.

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                A marina do LYC oferece 148 ancoradouros protegidos contra tufões para iates de 10 a 60 metros, e é a única marina em Hong Kong capaz de acomodar superiates de até 100 metros de comprimento. Atualmente, o LYC possui mais de uma dúzia de iates atracados, muitos dos quais com mais de 25 metros de comprimento.

                                                O LYC se completa com um clubhouse, que conta com restaurante, sala de entretenimento e gramado à beira-mar, que pode ser utilizado para a realização de eventos ao ar livre. Diferentes opções de associação estão disponíveis, desde associações corporativas até associações visitantes.

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                                                O aumento nas vendas de iates em Hong Kong, após o início e a duração da pandemia Covid-19, foi favorável para o LYC. De acordo com Charlotte Ho, Diretora de Marketing de Hospitalidade e Membros da Auberge Hospitality diz, “LYC, como uma marina remodelada, tem vagas disponíveis para proprietários de iates existentes e futuros, bem como a capacidade de receber iates visitantes do exterior. Além disso, os proprietários de iates que não conseguiram adquirir um adicional ou atualizar seu modelo, devido à falta de amarrações, podem agora reconsiderar a compra”.

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                                                  Lancha esportiva de 35 pés assinada pela Pininfarina é o menor modelo de estaleiro inglês

                                                  Por: Redação -

                                                  O estilo supercarro é exatamente o que você espera da Pininfarina, o estúdio por trás de alguns dos mais famosos designs automotivos da Ferrari e da Alfa Romeo – e exatamente o que você ganha na lancha R35, menor lancha (10,8 metros) do portfólio da inglesa Princess Yachts.

                                                  O modelo, equipado com dois motores Volvo V8 a gasolina, cada um produzindo 430 mhp, conta com o sistema de controle por joystick IPS da Volvo, e promete uma velocidade máxima de 50 nós, de acordo com informações preliminares de seus idealizadores.

                                                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                  “Isso começou como um exercício de marketing, para criar um pôster pin-up da Princess Yachts, algo que produzisse uma resposta emocional”, explica Kiran Haslam, diretor de marketing da Princess Yachts. Foi uma ideia que renasceu com uma aparência diferente, após a nomeação de Antony Sheriff como presidente executivo. Sheriff, o ex-diretor administrativo da McLaren Automotive, viu potencial na proposta e o trabalho começou a redefinir a percepção da Princess Yachts usando o R35 como ponto de partida.

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                                                  O desempenho do R35 é em grande parte devido à construção do barco em fibra de carbono, segundo Haslam, que também revela que, devido a isso, o R35 é aproximadamente 30% mais leve do que se fosse construído com fibra de vidro. “Estamos usando um material chamado sprint, que é uma infusão de filme de resina”, acrescenta o diretor técnico Paul Mackenzie, também conhecido como Mr Carbon, e anteriormente responsável pelo desenvolvimento de fibra de carbono para a McLaren Mercedes SLR na McLaren. Usando apenas o mínimo de resina necessária, explica Mackenzie, o sprint oferece uma economia de 20% em custo e peso em relação ao método padrão de fibra de carbono.

                                                  Adicione isso à aerodinâmica da Pininfarina e aos cálculos meticulosos e dinâmica de fluidos computacional por outro membro do projeto, Ben Ainslie Racing Technologies (BAR Technologies), que desenvolveu um elemento-chave do R35, o Princess Active Foil System (AFS). Ele lança hidrofólios retráteis assim que os motores são ligados, para criar estabilidade e previsibilidade no comportamento do barco e, essencialmente, dá-lhe controle de tração.

                                                  Este controle de tração opera em dois modos: conforto ou esporte. Ao viajar a mais de 35 nós, o sistema muda automaticamente para esporte e mantém o barco plantado na água, enquanto no modo conforto, o AFS coloca limites maiores no ângulo de inclinação. No esporte, o timoneiro pode atacar as curvas com a agressividade que quiser, até o ponto em que perderia desempenho ou controle.

                                                  Mas não é apenas o desempenho que foi cuidadosamente planejado – a cabine do R35 é moderna. O assento em forma de U inclui uma mesa central que pode abaixar para acomodar dois em pernoite. Esta área aparentemente espaçosa inclui um camarote, pia, geladeira e uma tela estreita montada na parte superior da cabine, atrás da proa. Conectado à tela, está uma transmissão ao vivo de uma câmera montada na proa, para criar uma visão quase ininterrupta de 180 graus. A mesma tecnologia é usada para observar a recuperação da âncora que é implantada por meio de um braço extensível escondido atrás de uma escotilha na proa.

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                                                    Por: Redação -

                                                    O vice-presidente e conselheiro para a Transição Energética, Setores Produtivos e Memória Democrática, Juan Pedro Yllanes, destacou a importância do Palma International Boat Show durante a cerimônia de lançamento do salão náutico, que acontecerá de 3 a 6 de junho.

                                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                    Yllanes destacou a importância do evento como o primeiro presencial do setor, colocando ”Mallorca, e mais especificamente Palma, como o epicentro mundial da náutica, chamando a atenção de todo o setor internacionalmente”. Ele acrescentou que “o fato de começarmos a temporada confirma que temos um setor náutico muito importante e bem posicionado em todo o mundo, e que para nós representa um setor estratégico para a indústria e a economia das Ilhas Baleares”.

                                                    O setor náutico faz parte do plano de diversificação econômica e do compromisso com o turismo de qualidade e alto valor agregado. O setor que movimenta mais de € 560 milhões por ano, gera mais de 5 mil empregos diretos e tem quase 2 mil empresas.

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                                                    O Palma International Boat Show terá 227 expositores diretos, espalhados por mais de 80 mil m². Além disso, haverá cerca de 185 barcos na água.

                                                    A mostra presencial irá, pela primeira vez, decorrer em conjunto com o Balearic Yacht Show virtual, organizado pelo Balearic Marine Cluster e pela Câmara de Comércio de Maiorca. O primeiro Balearic Yacht Show virtual aconteceu em novembro passado e contou com mais de 40 conferências ao vivo com 110 palestrantes nacionais e internacionais. Mais de 150 expositores participaram com mais de 200 mil visualizações de páginas geradas.

                                                    O evento, que acontecerá de 3 a 6 de junho, no Moll Vell, é organizado pelo Instituto de Inovação Empresarial das Ilhas Baleares (IDI) e pela Balearic Yacht Brokers Association (BYBA).

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                                                      Regata Kapazi Náutica, entre Ubatuba e Ilhabela, será realizada neste sábado

                                                      Por: Redação -
                                                      31/05/2021

                                                      Apaixonados pelo universo náutico irão participar de um dos percursos mais desejados pelos velejadores, a travessia entre Ubatuba e Ilhabela. A regata Kapazi Náutica será realizada no próximo sábado, dia 5, com largada a partir das 11h, perto da Ilha Anchieta.

                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      Os competidores terão que cruzar a região de forma segura e ágil até a Ponta das Canas, em Ilhabela. Participarão velejadores das classes ORC-CLUB, BRA-RGS, Multicascos, Mini e Bico de Proa. A regata será realizada de acordo com o regramento sanitário previsto pelo Governo do Estado de São Paulo e os municípios de Ubatuba e Ilhabela.

                                                      Programação Regata Kapazi Náutica Ubatuba – Ilhabela

                                                      Sábado (5/6)

                                                      Das 8h às 10h – Retirada do “kit velejador” na sede do Ubatuba Iate Clube. O local contará com regramento rígido de acordo com os protocolos dos órgãos de saúde.

                                                      9h – Reunião de comandantes na sede do Ubatuba Iate Clube (a ser confirmada a partir das 8h, de acordo com as orientações das autoridades sanitárias).

                                                      11h – Largada para a Regata de Percurso Kapazi Náutica Ubatuba-Ilhabela 2021.

                                                      Largada entre CR e Boia nas proximidades do Ilhote Sul da Ilha Anchieta (coordenadas da boia de chegada serão informadas aos competidores no dia da regata).

                                                      Fim do dia – entrega de premiação na BL3 Escola de Iatismo, na Praia da Armação, em Ilhabela. A dinâmica será realizada com a orientação das autoridades sanitárias do Estado de São Paulo ou do município de Ilhabela, podendo ser realizada sem que a tripulação saia das embarcações para garantia do distanciamento seguro.

                                                      Regata Kapazi Náutica Ubatuba – Ilhabela

                                                      Data: 5 de junho (sábado)

                                                      Horário: a partir das 11h

                                                      Local: Ubatuba Iate Clube (largada)

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                                                        Entenda: como um curto circuito pode incendiar uma embarcação?

                                                        Por: Redação -
                                                        Por Pedro Rodrigues*

                                                        Não é incomum ver notícias de incêndios em embarcações que iniciam de maneira descontrolada, intensa e com muita fumaça. Um dos principais causadores disto é o curto circuito no sistema elétrico.

                                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                        Primeiro, vamos entender o que é um curto circuito. Os circuitos elétricos precisam de três itens básicos para funcionar: uma fonte de energia, que vai enviar elétrons para o circuito; um condutor elétrico, que vai permitir a passagem de elétrons; e uma carga, um equipamento que vai transformar essa energia em trabalho, ou seja, luz, movimento e/ou calor. Depois da carga, os elétrons passam por outro condutor para retornar à fonte.

                                                        Agora, para entender os efeitos do curto circuito, vamos explicar duas propriedades físicas da eletricidade: a lei de Ohm e o efeito Joule. A lei de Ohm, mostra que a tensão (ou voltagem) empurra a corrente elétrica pelo circuito e a resistência limita essa passagem de corrente. Se a resistência é alta, pouca corrente vai passar, mas se ela for baixa, muita corrente vai passar. O efeito Joule é o aquecimento causado por uma corrente alta passando por uma resistência.

                                                        Basicamente, é o princípio usado no chuveiro elétrico, onde um filamento, chamado de resistência, aquece com a passagem de corrente e transfere calor para a água. Porém, se o chuveiro é ligado sem passagem de água, esse filamento superaquece e se rompe. Às vezes, até derrete a carcaça plástica da ducha antes de partir abrindo o circuito.

                                                        Em um curto circuito, a corrente acha caminho de um condutor a outro, sem passar pelo equipamento. Como a resistência no circuito fica quase nula pela falta de carga, pela lei de Ohm, a corrente chega quase ao infinito, causando um aquecimento instantâneo dos condutores pelo efeito Joule (corrente aumenta, aquecimento aumenta) e o derretimento da isolação dos condutores, o que produz uma fumaça densa e escura. Esse aquecimento só será interrompido quando os condutores se partirem e a corrente for cortada, porém, muitas vezes esse aquecimento pode causar o derretimento de outros cabos que também entram em contato causando outro curto e/ou o incêndio de outros materiais inflamáveis próximos.

                                                        Para evitar esse problema, os circuitos devem sempre ser protegidos por disjuntores ou fusíveis que devem ser localizados o mais próximo possível da fonte de energia, isso é: perto das baterias, gerador, controlador de placas solares ou tomada de cais. As proteções funcionam como o elo mais fraco de uma corrente, quando aquecidos pelo efeito joule, os disjuntores desarmam e os fusíveis queimam, abrindo o circuito e protegendo os cabos do aquecimento. O único sistema que dispensa o uso de proteção é o motor de partida da embarcação às baterias.

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                                                        – Mensure corretamente o cabeamento elétrico e as proteções da embarcação para proteger os condutores;

                                                        – O cabeamento elétrico que passa perto do motor ou no porão deve ter isolação com proteção contra água, diesel e/ou gasolina e ser resistente a uma temperatura de no mínimo 75ºC;

                                                        – Tenha terminais sempre isolados e bem crimpados para não se soltar com a vibração do barco e encostar em algum lugar que cause um curto;

                                                        – Não deixe condutores desencapados. Cuidado com quinas afiadas que possam roçar nos cabos rompendo a isolação;

                                                        – Os cabos elétricos não devem ficar soltos no porão da embarcação, devem ser sustentados a cada 25 cm no máximo, evitando sua movimentação e esmagamento por pessoas ou objetos durante operações de manutenção;

                                                        – Tenha cuidado ao fazer furos na embarcação, especialmente em mastros para não atingir cabos elétricos com a broca;

                                                        – Use equipamentos e práticas que evitem a corrosão de terminais e cabos. A corrosão também causa aquecimento e pode derreter equipamentos;

                                                        – Não troque fusíveis queimados ou disjuntores por outros de maior corrente, pois assim estará desprotegendo o circuito;

                                                        – Lembre-se de instalar a proteção dos circuitos sempre o mais próximo possível das fontes de energia;

                                                        E lembre-se: boas práticas em elétrica aumentam a segurança da sua embarcação.

                                                        *Pedro Rodrigues é velejador e orientador em Elétrica Náutica certificado pela American Boat and Yacht Council – ABYC

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                                                          Por: Redação -

                                                          A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou no último dia 27, no Diário Oficial do Município, decreto nomeando um trecho da Marina da Glória em homenagem ao arquiteto Paulo Mendes da Rocha, falecido em 23 de maio, aos 92 anos.

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                                                          O decreto nº 48.906, assinado pelo prefeito em exercício, Nilton Caldeira, cria a Esplanada Paulo Mendes da Rocha (arquiteto) numa área entre a Marina da Glória e a Baía de Guanabara, uma projeção de terra que avança para o mar inserida dentro do Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Parque do Flamengo).

                                                          A homenagem considera a importância do arquiteto Paulo Mendes da Rocha para a arquitetura e o urbanismo tanto no Brasil como no mundo. E a escolha do local leva em consideração o pensamento do urbanista, para quem “a geografia era a primeira e primordial arquitetura”.

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                                                          Paulo Archias Mendes da Rocha pertenceu à geração de arquitetos modernistas e era um dos profissionais mais premiados do país. Ele assumiu nas últimas décadas uma posição de destaque na arquitetura contemporânea, tendo sido premiado em 2006 com o Prêmio Pritzker, o mais importante da arquitetura mundial.

                                                          Em 2016, venceu o prêmio Leão de Ouro da Bienal de Veneza, na categoria arquitetura, pelo conjunto da obra. Ainda em 2016, recebeu o Prêmio Imperial do Japão, um dos mais prestigiosos do mundo. E em 2021, foi agraciado com a medalha de ouro da UIA pela obra atemporal que marcou a arquitetura.

                                                          Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                                                            Por: Redação -
                                                            30/05/2021

                                                            O estúdio de design italiano Pierpaolo Lazzarini projetou um megaiate um tanto quanto… inusitado. Conhecido por seus conceitos exclusivos de embarcações, Pierpaolo Lazzarini, do estúdio de design Lazzarini, revela sua mais recente imaginação: a Avanguardia.

                                                             

                                                            Em português, Avanguardia significa “vanguarda” e, inconscientemente inspirado em um mangá japonês dos anos 1970, a “cabeça” do cisne funciona como uma torre de controle para manobrar o megaiate de 137 metros de comprimento. Essa porção protuberante do cisne também pode se desprender do “pescoço”, transformando-se em um barco auxiliar de 16 metros.

                                                            avanguardianavanguardianavanguardianavanguardian

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                                                            Quando em movimento, a cabeça (ou torre de controle) pode ajustar a posição da Avanguardia, abaixando-se até o meio do corpo do megaiate. A parte traseira do convés incorpora uma porta pessoal para duas cápsulas a jato, também projetadas por Lazzarini.

                                                             

                                                            As duas cápsulas de jato podem ser fixadas à estrutura, tornando-se uma propulsão auxiliar para a embarcação. Uma vez que a cabeça é destacada, a parte superior do barco torna-se uma torre de controle auxiliar.

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                                                            A Avanguardia é subdividida em 5 conveses e pode acomodar até 60 passageiros. A expectativa é de que a propulsão se dê por dois motores laterais, totalmente elétricos, além de mais um motor MTU Roll-Eoyce para adquirir mais velocidade.

                                                            avanguardianavanguardianavanguardian

                                                            O barco também terá a opção de casco toda preta. Confira mais detalhes no vídeo abaixo:

                                                             

                                                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

                                                            Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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