A Capitania Fluvial de Porto Alegre fez uma nota de esclarecimento explicando que não lacrará as embarcações ou aplicará multas a clubes ou marinas no descumprimento do Art. 17 do Decreto Municipal nº 20.505, de 17 de março de 2020, publicado em Porto Alegre, que estabelece que “Fica vedado o trânsito de embarcações nos limites do município”.
Segundo comunicado oficial da Capitania Fluvial de Porto Alegre, cabe à ela fiscalizar o cumprimento da Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997, que versa sobre a segurança do tráfego aquaviário, a salvaguarda da vida humana e a prevenção da poluição hídrica por parte de embarcações e suas estruturas de apoio.
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Na última terça-feira (24/03), o prefeito de Paraty (cidade na Costa Verde do Rio de Janeiro), Luciano Vidal, publicou um decreto municipal (029/2020) com uma série de restrições para evitar a aglomeração de pessoas e tentar conter o avanço do novo coronavírus.
Entres as ações, publicadas no próprio site da Prefeitura, está a “proibição do funcionamento das marinas e centros náuticos por 30 dias”, além da inédita e polêmica “proibição de passeios de barcos de qualquer natureza, podendo ser usado todos os meios necessários para dar o cumprimento ao determinado pelo município, inclusive para impor a responsabilização das empresas notificadas pela sua ação ou omissão, o que poderá ocorrer com o apoio de força policial”, afirma o comunicado.
Para checar a informação, NÁUTICA tentou contato com o Capitão-Tenente Ricardo Rodrigues, que preside a Agência da Capitania dos Portos em Paraty (AgParaty), organização militar responsável pela segurança do tráfego aquaviário e subordinada à Capitania dos Portos do Rio de Janeiro. Contudo, até o fechamento desta reportagem, nenhum responsável pela AgParaty havia comentado o decreto da Prefeitura de Paraty.
Em seu site oficial, a Agência da Capitania dos Portos em Paraty afirma que sua missão é contribuir para a orientação, coordenação e controle das atividades relativas à Marinha Mercante e organizações correlatas, no que se refere à defesa nacional, à salvaguarda da vida humana e à segurança da navegação, no mar aberto e nas hidrovias interiores, e à prevenção de poluição hídrica por parte das embarcações, plataformas ou suas instalações de apoio.
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Todo barco conta com cabo vermelho com uma função muito importante: desligar o motor. Você pode até se perguntar para quê precisa dele, mas veja, que em modelos de barcos em que o piloto fica mais exposto, correndo o risco até mesmo de cair da lancha, este dispositivo é essencial para evitar acidentes. O cabo deve ser preso ao piloto porque, assim, em caso de acidente, ele se desconectará da lancha e cortará a corrente, fazendo com que ela pare de navegar.
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A Suzuki Motor of America está finalizando os planos para que o Suzuki Marine Technical Center EUA seja construído na orla de Panama City, na Flórida. Embora não tenha sido estabelecida uma data oficial, a preparação do local está em andamento e os prédios da propriedade em finalização da reforma.
A Suzuki colaborará com os fabricantes de barcos e fabricantes de acessórios dos EUA no desenvolvimento e aprimoramento de produtos usando os locais protegidos do porto, grandes bacias e instalações de lançamento.
“Como uma empresa de mobilidade, a Suzuki visa capacitar as pessoas a desfrutar do ar livre e a viajar livremente por terra e mar”, disse Max Yamamoto, presidente da Suzuki Motor of America, em comunicado da empresa. “Estamos planejando um moderno centro técnico marítimo da Suzuki que nos ajudará a desenvolver, testar e refinar os melhores produtos possíveis de popa da Suzuki”.
Além disso, a Suzuki pretende usar a instalação para lançamentos e testes de novos produtos.
O local foi usado anteriormente para a sede logística de transporte marítimo e uma instalação de pesquisa da Universidade Estadual da Flórida. A Suzuki conseguiu encontrar e adquirir a propriedade com a ajuda de várias autoridades estaduais e municipais. A propriedade foi abandonada após o furacão Michael em 2018. Nos próximos três anos, a Suzuki espera contratar funcionários a cada ano, à medida que o escopo da operação cresce.
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Milhares de bolas de gelo em formato de ovos cobriram uma praia na Finlândia após um raro fenômeno climático. Especialistas dizem que os “ovos” foram criados por um evento no qual pequenos pedaços de gelo são rolados pelo vento sobre a água.
O fotógrafo amador Risto Mattila está entre as pessoas que depararam com os “ovos de gelo” na ilha de Hailuoto, no golfo de Bothnia, entre a Finlândia e a Suécia. Segundo Mattila, as bolas de gelo cobriam uma faixa de cerca de 30 metros. As menores eram do tamanho de ovos de galinha e as maiores, de bolas de futebol.
O especilista em meteorologia George Goodfellow diz que as condições para as bolas se formarem são frio e vento no mar. “Os ‘ovos’ surgem de pedaços maiores de gelo que foram jogados para lá e para cá pelas ondas, tornando-os redondos”, diz ele.
“Elas podem crescer quando a água do mar congela na superfície das bolas, o que também as torna mais macias. O resultado é uma bola de gelo macia que pode ser depositada em uma praia tanto pelo vento quanto pela maré.”
O fenômeno já tinha sido visto antes na Rússia e no Lago Michigan, na cidade americana de Chicago. Em 2016, moradores de Nyda, na Sibéria, encontraram bolas gigantes de gelo e neve cobrindo 18 kms ao longo da costa. As menores tinham o tamanho de bolas de tênis e as maiores, quase um metro de diâmetro.
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A marina de € 300 milhões Ayia Napa, está próximo da conclusão e estará pronto a tempo para a temporada de verão no Mediterrâneo, embora com a pandemia de COVID-19 não se saiba ao certo o impacto dessa temporada.
A marina de Ayia Napa é a mais recente em uma série de novos projetos de marina no Chipre – como em Larnaca e Pharos – que estão em vários estágios de desenvolvimento, seja planejamento ou construção. Esta nova marina oferecerá cerca de 600 vagas na água e no seco para embarcações de até 65 m (213 pés) – serão 220 vagas secas para modelos de até 10 m (33 pés).
Este projeto fornece uma marina de serviço completo, incluindo estaleiro, combustível, área comercial, além de mais de 200 apartamentos e cerca de 35 vilas localizadas na praia e na marina. De acordo com um relatório do Cyprus Property News, o prédio da administração da marina, as instalações do estaleiro, os serviços do governo, como alfândega, porto policial e autoridades médicas e portuárias, foram concluídos e cumpriram as certificações necessárias. O quebra-mar substancial que protege toda a instalação também está concluído.
O projeto da marina foi desenvolvido em uma joint venture entre Naguib Sawiris, o empresário bilionário egípcio associado ao diverso grupo Orascom e o empresário local Stavros Caramondanis. Ele é o CEO da MM Makronisos Marina, a empresa que garantiu a concessão para operar a marina nos próximos 30 anos.
O grupo Orascom, listado na Suíça, possui e opera uma ampla gama de atividades comerciais, incluindo marinas no Egito, Jordânia e Montenegro; hotéis, resorts, imóveis e telecomunicações.
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O paraibano João Leuson Alves nasceu em Patos, interior do estado da Paraíba, e há 23 anos navega pelas águas da capital João Pessoa com sua família e os amigos. “Navegar em João Pessoa é simplesmente maravilhoso. Águas tranquilas, um verdadeiro Caribe brasileiro. Os passeios são curtos, porém cheios de prazer devido às belezas naturais. Temos mar e rio para navegar”, relata João, com orgulho.
Visitante assíduo dos salões náuticos de São Paulo e do Rio, João comprou sua atual lancha (uma Triton 460 Fly) no Rio Boat Show do ano passado. “A Sea Gold, como a batizamos, se enquadra bem ao estilo de vida do paraibano. É confortável, bem acabada e os motores respondem muito bem”, diz João. O modelo é equipado com dois motores de 380 hp, da Volvo Penta.
João destaca a navegação da Triton 460 Fly como um dos pontos altos da lancha. “Corta bem o mar e tem uma navegação equilibrada”. Umas de suas primeiras lanchas foi uma Focker 255, passando pelas Magna 30,5, Evolution 33,5 e Armada 40. “De lá para cá venho buscando qualidade e conforto”, afirma.
Em João Pessoa, ele costuma navegar até a ilha de Areia Vermelha, no município de Cabedelo, e depois até o famoso pôr do sol da praia do Jacaré, onde todas as tardes o sol se deita ao som do Bolero de Ravel. Quando quer ir para mais longe, ele cita outras opções: Coroa do Avião e Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco.
João destaca apenas um ponto que poderia melhorar. “É uma situação que acontece na maioria dos estaleiros nacionais, que é a agilidade no processo de pós-venda”, diz. “Mas destaco como ponto positivo a credibilidade do estaleiro. Transmite segurança para quem busca algo moderno e de qualidade, acima de tudo”, finaliza.
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A Grandi Navi Veloci (GNV), parte do Grupo MSC, transformou o ferry Splendid num hospital flutuante equipado para o atendimento de pacientes com Covid-19 e convalescentes. A GNV começou a trabalhar no projeto juntamente com a sociedade de classificação RINA no início de março, em estreita colaboração com o Sistema de Saúde e Proteção Civil da Ligúria, na Itália.
Juntos, eles definiram uma solução adequada que poderia ser implementada em um período muito curto para aumentar a capacidade hospitalar da Ligúria e, onde necessário, atender outras áreas do país. Localizado em Ponte Colombo, no Terminal de Ferries de Gênova, a solução atual oferece 25 leitos em cabines individuais, embora seja possível equipar cabines adicionais para até 400 leitos. O hospital flutuante também possui um heliponto e áreas dedicadas ao pessoal e equipes de saúde. A iniciativa teve ação imediata de vários parceiros, que disponibilizaram produtos e serviços gratuitos para equipar o navio com todos os suprimentos necessários.
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O Conselho do Fundo de Marinha Mercante aprovou o projeto da Sulnorte Serviços Marítimos para a construção de dez novos rebocadores portuários classe Ramparts 2500. As embarcações serão construídas no Estaleiro Rio Maguari, no PA, e terão 75 toneladas de tração estática (TTE). Os investimentos chegam a R$ 321 milhões.
A Sulnorte possui hoje a terceira maior frota de rebocadores do Brasil e está presente nos principais portos do Brasil prestando serviços de apoio portuário e marítimo, atuando em atracação e desatracação de navios, reboques oceânicos e apoio à plataformas de exploração de petróleo e salvatagens.
O objetivo da companhia em construir os novos rebocadores no estaleiro do Pará é a renovação de parte da frota, acompanhando a expansão do comércio marítimo brasileiro e se posicionando para participar das soluções logísticas que surgirem.
O Estaleiro Rio Maguari presta serviços de construção naval em aço para barcaças fluviais e oceânicas, empurradores, rebocadores, ferries, catamarãs, barcos de pesca e foi o contemplado para a construção das embarcações da Sulnorte.
Localizado no distrito de Icoaraci, município de Belém, Pará, o Estaleiro Rio Maguari tem acesso privilegiado aos grandes rios da Amazônia e ao Oceano Atlântico, o que permite a otimização da logística no suprimento de insumos e o amplo acesso aos mercados internacionais.
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Uma iniciativa da prefeita Femke Halsema, do Partido Verde de Amsterdã, quer proibir motores a diesel nos antigos canais do centro da cidade até 2025, reforçando o combate às mudanças climáticas. Os barcos do canal serão os primeiros a passar pelos ajustes, e serão a atração turística mais popular de Amsterdã – cada um em uso até 14 horas por dia, com 320 deles transportando quase 4 milhões de passageiros anualmente.
Um dos barcos do local, é o clássico centenário Gerarda Johanna, que traz alta tecnologia por trás de sua estrutura de madeira: 66 baterias de íon de lítio movem seus hélices. O modelo tem seu próprio cais e estação de carregamento. A transição de embarcações como esta, de 1922, exige trabalhos de engenharia e um pouco de arte.
Dos 12 mil barcos turísticos de Amsterdã, na maioria embarcações particulares menores, apenas 5% são livres de emissões, segundo estimativas oficiais. Convertê-los em elétricos custaria de 4 a 40 mil euros, dependendo do tamanho, embora muitos provavelmente sejam vendidos ou substituídos.
A cidade está trabalhando para ter 100 estações de carregamento das baterias de barcos instaladas até o final de 2021, bem como uma estação de carregamento flutuante lançada pela startup Skoon Energy nesta semana, que deverá ajudar no equilíbrio da rede.
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O Rio Paraná vai ganhar a Rota dos Pioneiros. O rio que dá nome ao Estado sempre foi uma importante rota de navegação. Ao longo dos séculos, indígenas, espanhóis, jesuítas, bandeirantes e migrantes de diferentes nacionalidades atravessaram as águas do Rio Paraná para encontrar em suas margens terras férteis para viver, explorar e conquistar.
Novos navegadores querem agora retomar o trajeto dos antigos para criar aquela que promete ser a maior trilha aquática do mundo, nominada justamente como Rota dos Pioneiros. A proposta é percorrer 300 quilômetros de caiaque pelo último trecho de águas correntes do rio, a parte não represada pelos reservatórios das hidrelétricas.
“A ideia é aproveitar o que já existe em termos de estrutura nas margens do rio, como os portos e cidades onde o navegador pode dormir, acampar e se alimentar, além de conhecer a paisagem local”, explica o biólogo Erick Xavier, do Coripa (Consórcio Intermunicipal para Conservação do Remanescente do Rio Paraná e Áreas de Influência), um dos idealizadores do projeto, ao lado do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ele afirma que a trilha já é a maior do Brasil e, com o projeto completo, será a maior do mundo.
A iniciativa vai reforçar o turismo de aventura e natureza que o Governo do Estado passou a incentivar a partir do ano passado, para divulgar as belezas do Paraná e buscar o desenvolvimento econômico, com sustentabilidade.
O percurso completo pode durar vários dias e conta com trilhas terrestres para trekking e pedalada, além de locais de apoio nas áreas de várzea e nas ilhas que compõem o Parque Nacional de Ilha Grande e a Área de Proteção Ambiental (APA) das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná.
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Navegadores cruzando a costa brasileira há muitos. Raros são os que ousam encarar essas travessias no comando de lanchas, já que veleiros exigem apenas ventos, enquanto barcos a motor requerem, obviamente, combustível pelo caminho. Um desses casos raros foi protagonizado no início deste ano — bem antes, portanto, da quarentena provocada pelo COVID-19 —, pelos catarinenses Eduardo Wieser (o capitão da travessia e idealizador da viagem), Paulo Esquelbek e Elinton Biron, que a bordo de uma lancha de 38 pés foram de Balneário Piçarras a Angra dos Reis, e voltaram. O fato de terem estudado o roteiro previamente permitiu uma navegação tranquila, sem sustos.
“A viagem foi inspirada no Guia de Angra, publicado por Náutica. Foram meses de planejamento, marcando todos os pontos nas cartas náuticas de papel, de postos de abastecimento e lugares para pernoites a bordo, que depois foram transferidos para o GPS”, conta o comandante do barco, Eduardo Wieser.
A lancha, de 38 pés, chamada Edalca IV, estava equipada com dois motores a diesel de 320 hp cada. Para evitar surpresas, a tripulação levou de reserva desde óleo para os motores até correias e rotores de bombas. Além disso, fez uma revisão geral no barco, antes de partir. “Checamos tudo, com especial atenção às bombas de porão, às instalações elétricas, a detalhes como abraçadeiras a aos motores”, garante Eduardo.
Ao todo, foram 14 dias de travessia, uma expedição de 890 milhas. E tudo isso pelo simples prazer de realizar um cruzeiro a motor, costeando um dos trechos mais bonito do litoral brasileiro, provando que é possível viajar de lancha pelo Brasil. Mais do que isso, que é muito bom.
A partida foi em Balneário Piçarras. O plano de ir direto até Santos, com uma parada de abastecimento em Pontal do Sul, no Paraná, foi cumprido em 11 horas de navegação, sem nenhum contratempo. “Navegamos com vento Sul, de popa, que nos ajudou em nossa navegação”, explica o comandante da Edalca IV.
No outro dia, foram mais 3 horas de navegação entre Santos e Ilhabela, no litoral Norte de São Paulo, com escala na Ilha Montão de Trigo.
Ilhabela não é tão pequena assim, mas até pode ser contornada em um único dia de passeio de barco, o que o trio fez, aproveitando para conhecer algumas de suas belas praias, como o Saco do Eustáquio, Praia da Fome e Praia de Jabaquara, com direito a um pernoite a bordo, no Saco da Capela.
Na manhã seguinte, a lancha pegou o rumo do Saco do Mamanguá, um abrigo perfeito, em Paraty. “Exploramos a Enseada de Paraty Mirim, que é um paraíso da calmaria, sossego e proteção. Aproveitamos para comprar peças para resolver um problema técnico no motor do bote de apoio”, registrou Eduardo em seu diário de bordo. O trio pernoitou no Saco do Bom Jardim, a uma milha de Paraty, lugar com boa proteção contra os ventos.
Já em Angra dos Reis, os navegadores catarinenses permaneceram por oito dias explorando a Baia da Ilha Grande. “Tempo suficiente para visitar cerca de 100 lugares mágicos, entre praias e ilhas, apontados pelo Guia de Angra. Uma experiência sem igual num cenário de tirar o fôlego”, descreve Eduardo, que fez com seus amigos quase todas as refeições em terra, aproveitando a riqueza gastronômica da região, especialmente no Saco do Céu.
Na viagem de volta, levando na bagagem planos para um futuro repeteco, o trio aproveitou para conhecer a Praia Almada (com parada para o almoço), a Ilha de Prumirim e a Ilha Anchieta. No Saco da Ribeira, ponto de abastecimento, foi necessário alugar uma poita, por conta do grande número de veleiros.
Saindo de São Sebastião, a lancha explorou o canal de Bertioga, com direito a abastecimento e almoço na Marina Guarujá. De Santos, os rapazes navegaram até Paranaguá, onde depois de encher o tanque de diesel pegaram o caminho de casa, onde colheram olhares de espanto e admiração ao contar sua história. Os instrumentos de navegação da lancha de 38 pés somavam 890 milhas náuticas navegadas. “Ir de Piçarras ou de qualquer outra cidade de Santa Catarina a Angra dos Reis de lancha não é impossível, só precisa de um bom planejamento”, ensina Eduardo.
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O navio-hospital USNS Mercy está partindo da Base Naval de San Diego, na Califórnia, para Los Angeles, conforme aumentam os casos de coronavírus (COVID-19) nos EUA, de acordo com a Marinha.
No domingo, o presidente Donald Trump anunciou que o Mercy iria a Los Angeles para fornecer capacidade médica adicional na região. A embarcação está equipada com mais de 800 funcionários médicos e de apoio da Marinha, além de mais de 70 marinheiros civis, e possui 1 000 leitos hospitalares.
De acordo com Gaynor e a Marinha, o navio-hospital será usado para tratar pacientes que não sofrem de COVID-19. Isso liberará os profissionais de saúde locais para tratar as pessoas infectadas pelo vírus.
“O navio servirá como hospital de referência para pacientes não COVID-19 atualmente admitidos em hospitais em terra e fornecerá uma gama completa de cuidados médicos para incluir cuidados críticos e urgentes para adultos”, disse a Marinha em comunicado à imprensa na segunda-feira.
“Isso permitirá que os profissionais de saúde locais se concentrem no tratamento de pacientes com COVID-19 e que os hospitais em terra usem suas Unidades de Terapia Intensiva e ventiladores para esses pacientes”, disse o comunicado da Marinha.
O Mercy não é o único navio hospital que responderá à pandemia do COVID-19.
O navio hospital USNS Comfort, com sede em Norfolk, Virgínia, também será desdobrado para ajudar na resposta ao COVID-19. O navio-hospital está atualmente em Norfolk para manutenção e provavelmente irá para Nova York em algumas semanas.
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Além de criar motores, rodas e até corais artificiais, as impressoras 3D também estão sendo aplicadas à medicina. Mais recentemente, elas tem sido muito úteis na fabricação de equipamentos e peças fundamentais no tratamento de casos de Covid-19.
A empresa italiana Isinnova, por exemplo, está produzindo adaptadores capazes de transformar máscaras de snorkel em máscaras de de CPAP, que são utilizadas durante o tratamento com oxigenoterapia em pacientes em estado grave da infecção. A ideia consiste em construir “uma máscara de ventilação de emergência, realizada através do ajuste de uma máscara de mergulho já disponível no mercado”, explica a empresa em comunicado.
A iniciativa da startup partiu do pedido do médico Renato Favero, chefe do Hospital Gardone Val Trompia, localizada a 50 minutos de Bérgamo, epicentro dos casos de Covid-19 na Itália. Para construir os primeiros protótipos, eles contaram com o apoio da Decathlon, que cedeu máscaras da linha Easybreath, que oferecem a cobertura de todo o rosto, necessária para a utilização no tratamento médico.
Apesar dos primeiros testes terem alegrado os médicos italianos, a máscara ainda não foi aprovada para produção em larga escala. “Nem a máscara nem o link (produzido em 3D) são certificados e seu uso está sujeito a uma situação de necessidade obrigatória”, apontou a empresa. Por enquanto, aqueles que necessitam do equipamento para se recuperar precisam assinar um termo de que estão cientes de que o objeto ainda está em testes — o que já é um grande alívio para quem sofre com a pandemia.
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O centenário do ICRJ é celebrado nesta quarta-feira, 25 de março de 2020, data em que sua ata de fundação foi celebrada em 1920. Nos seus primeiros 23 anos de existência, o Iate Clube do Rio de Janeiro chamava-se Fluminense Yacht Club, pois o seu idealizador, patrono e célebre sócio do Fluminense Football Club, Arnaldo Guinle, pretendia a unificação de ambos, mas a ideia não se concretizou devido ao tempo e as opções esportivas que distanciaram as associações.
Inaugurado em Laranjeiras nos salões do Fluminense FC por 28 fundadores (Arnaldo, seus quatro irmãos e mais vinte e três pessoas), o Fluminense Yacht Club teve breve permanência na Bateria do Morro da Viúva, área de posse do Fluminense para sua sede de remo, porém o espaço foi adentrado por uma construção de via que interligava os bairros de Botafogo e Flamengo e, por isso, a sede não obteve o êxito pretendido.
Já em 1927, através da concessão do Governo Federal, o clube foi transferido para a Praia da Saudade, que foi totalmente cedida ao longo dos anos para a construção do ICRJ, hoje, simplesmente, Avenida Pasteur, 333, no bairro da Urca às margens da Baía de Guanabara e do Pão de Açúcar. Com a ampliação significativa de espaços e projetos, inclusive da compra de imóveis destinados às subsedes em Angra dos Reis, Cabo Frio e na Ilha de Palmas, o ICRJ passou a ser considerado um dos clubes sociais, esportivos e tradicionais mais importantes do Rio de Janeiro e do país.
Nos primeiros anos as atividades esportivas abrangidas eram relacionadas a lanchas, aviação, tênis e, mais tarde, esqui aquático, vela, pesca e pesca submarina. O ICRJ tornou-se um ícone dos esportes náuticos brasileiros apresentando ao mundo atletas de alta performance; dentre diversos nomes importantes, destacamos a mais recente conquista olímpica que foi a de Kahena Kunze e Martine Grael, dupla de velejadoras e medalhistas de ouro na classe 49er FX da Rio 2016.
Os eventos sociais do ICRJ também conquistaram notoriedade historicamente com visitantes ilustres como a Rainha Elizabeth, o Príncipe Charles, Presidentes, Embaixadores e diversas autoridades do Brasil e do mundo, além de sediar inúmeras regatas e mundiais de vela.
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Os organizadores da Cingapura e Tailândia Yacht Shows anunciaram planos para realizar o primeiro Hong Kong Yacht Show ainda este ano. Organizada em conjunto pela Associação da Indústria de Cruzeiros e Iates de Hong Kong (HKCYIA) e Verventia, a primeira edição da mostra anual será realizada de 19 a 22 de novembro no Kwun Tong. Será realizada como parte do Festival Internacional de Cruzeiros e Iates de Hong Kong.
O evento promoverá a crescente indústria asiática de iates, com foco específico no Mar da China Meridional e nas costas de Hong Kong e Macau. “Hong Kong tem de longe um dos maiores mercados em potencial da Ásia”, disse Kara Yeung, CEO da HKCYIA.
Yeung disse que os organizadores começaram a planejar o show no ano passado e descreveu a equipe do Verventia como “organizadores experientes de shows de iate”. “Estamos ansiosos por uma colaboração longa e frutífera que irá impulsionar as indústrias locais e globais de iatismo, além de trazer novos negócios, empregos e prosperidade para as indústrias locais de serviços, suprimentos e hospitalidade”, acrescentou.
A experiência da Verventia ajudará a atrair nomes internacionais e a promover o show para potenciais compradores, de acordo com o diretor executivo Andy Treadwell. Treadwell disse que a união entre as duas empresas é “uma parceria perfeita que esperamos desenvolver de maneira constante nos próximos anos”.
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A Samsung é uma das empresas que mais vendem smartphones no mundo. A empresa sul coreana também produz tablets, notebooks, câmeras digitais, tvs e relógios de pulso computadorizados. Isso tudo, certamente, você já sabia. O que pode causar surpresa é o fato de que, paralelamente à sua expansão global no setor de eletroeletrônicos, a Samsung se destaca na produção helicópteros, de tanques de guerra e de navios. Sim, por trás da empresa líder no segmento de smartphones, existe um estaleiro poderoso, que desde 1974, quando entrou em operação, já produziu cerca de 3000 embarcações.
A Samsung Heavy Industries é a segunda maior fabricante do mundo de gigantes dos mares como porta-contêineres, navios-tanque, navios de perfuração de petróleo, navios-sonda e, mais recentemente, até navios de cruzeiro. Em 2021, a SHI pretende colocar na água o Utopia, navio de cruzeiro residencial que viajará pelo mundo durante meses. Orçado em US$ 1,1 bilhão, terá apartamentos que foram projetados para parecerem imóveis de luxo de Nova Iorque ou de Londres.
Dos cinco maiores estaleiros navais do mundo, três ficam na Coréia do Sul. Um deles é a Samsung Heavy Industries. O outro, a Daewoo. E o terceiro é a (nova surpresa) Hyunday, que através de seu braço naval HHI (Hyundai Heavy Industries) se destaca como grande construtora de navios petroleiros e militares. De cada cinco petroleiros construídos no mundo, três são fabricados pela Hyundai.
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Quando estava prestes a vencer a primeira regata de volta ao mundo em solitário, Bernard Moitessier deu meia-volta e foi viver outra vida
A princípio, ninguém compreendeu o motivo. Em março de 1969, o velejador francês Bernard Moitessier já havia dobrado o Cabo Horn e seguia folgado na liderança da Golden Globe Race, a primeira regata de volta ao mundo em solitário, quando decidiu dar meia-volta e navegar meio mundo no sentido contrário, de volta ao Taití, de onde ele havia partido semanas antes, na última escala da competição que fizera. Desistia, assim, da vitória, da fama e do dinheiro que estas duas coisas lhe trariam. “Salvei minha vida”, diria ele depois, feliz com a decisão que tomou no trecho final daquela longa e histórica regata, que ele não venceu por não quis.
O que fez Moitessier mudar de ideia, de rumo e de vida foi o fascínio que as ilhas da Polinésia Francesa costumam exercer em todos os que as conhecem. Nele, este sentimento foi ainda mais forte.
Moitessier foi uma espécie de hippie dos mares, totalmente avesso à sociedade competitiva, como deixaria claro nos quatro livros que escreveu – um deles, de nome emblemático, viraria referência para toda uma geração de navegadores amadores. Chamava-se Um Vagabundo nos Mares do Sul. E foi exatamente isso o que ele se tornou.
O francês mandou tudo às favas (a vitória, a fama e o dinheiro) e foi viver no Taití. Lá, casou-se com uma nativa e foi morar em uma primitiva ilha, onde passou a praticar um estilo de vida totalmente integrado à natureza. Moitissier foi, também, um ecologista, bem antes que o próprio termo fosse criado. Com isso, seus livros se tornaram sucessos também fora do meio náutico, e ele passou a ser convidado para dar palestras, mundo afora.
De tanto viajar, acabou voltando a velejar. Mas nunca mais com o intuito de competir contra o tempo. E seguiu velejando até sua morte, de câncer, em 1994. “No mar, me sinto tão em casa quanto na minha ilha”, costumava dizer o homem que teve a coragem de trocar a fama por uma vida simples e banal, no seu paraíso particular. Virou mito.
DE ONDE SAIU ESSA HISTÓRIA?
HISTÓRIAS DO MAR – 200 CASOS VERÍDICOS DE FAÇANHAS, DRAMAS, AVENTURAS E ODISSEIAS NOS OCEANOS, do ex-editor da revista Náutica, Jorge de Souza, é uma coletânea de fatos extraordinários que aconteceram nos mares do planeta, nos últimos 500 anos. Para comprar o livro, por R$ 49,00 (e recebê-lo em casa, sem custo extra), acesse www.historiasdomar.com, ou clique aqui.
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O estaleiro grego Golden Yachts lançou seu mais novo megaite de 95 metros O’Pari, em Atenas. O modelo ultrapassa O’Ptasia (85 metros) em comprimento e se torna a maior embarcação já construída pela marca. O’Pari é assinado pelo Studio Vafiadis, que estilizou o megaiate com um exterior elegante que lembra os projetos anteriores em que o estaleiro trabalhou com o estúdio de design italiano.
Com 13,8 metros de boca (largura), o layout interno de O’Pari traz todas as acomodações localizadas no convés principal e uma ampla suíte à proa, no convés superior. Pode acomodar 12 convidados em 14 camarotes (nove duplos, quatro gêmeos e um individual, além de 28 tripulantes.
O megaiate deve ser entregue ao seu proprietário ainda este ano.
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O jovem holandês Boyan Slat tinha apenas 19 anos quando começou a desenvolver um dispositivo de limpeza capaz de remover 80 mil toneladas de plástico do Oceano Pacífico por ano. Batizada de Ocean Cleanup (“Limpeza Oceânica”, em tradução livre), a iniciativa possui uma embarcação que opera como uma barreira, aproveitando as correntes oceânicas para bloquear os resíduos encontrados no mar.
A System 001 atua na costa do Haiti e da Califórnia, área de grande concentração de objetos de plástico (1 trilhão de detritos). O projeto tem o apoio de mais de 100 pesquisadores e ambientalistas.
Cinco anos depois do anúncio da Ocean Cleanup, Boyan, 25 anos, divulgou que está trabalhando em outra embarcação, só que desta vez para limpar rios. Chamada por ele de Interceptor, a embarcação, movida a energia solar, consegue coletar 110 toneladas de lixo por dia, trazendo todos os resíduos para a terra firme, onde poderão ser reciclados.
O jovem deseja que a barca seja replicada em larga escala, estando ativa em todos os rios mais poluídos do planeta até 2025. Inicialmente, Boyan vai focar seus esforços no rio Kelang, na Malásia, e nos esgotos de Cengkareng, em Jakarta, na Indonésia. “Nossa equipe permaneceu firme em sua determinação de resolver imensos desafios técnicos para chegar a esse ponto”, disse.
“Embora ainda tenhamos muito mais trabalho a fazer, sou eternamente grato pelo comprometimento e dedicação da equipe à missão e espero continuar com a próxima fase de desenvolvimento”, concluiu.
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O mundo parou e, mesmo não sendo recomendado viajar nesse momento, devido ao COVID-19, ver as incríveis atrações pelo mundo não faz mal a ninguém – e até ajuda a levantar o ânimo. Por isso, apresentamos este hotel flutuante, nas águas do rio Lule, a apenas a 60 km do Círculo Polar Ártico, no meio da Lapónia sueca. Com apenas seis quartos, mas com estrutura completa com spa, sauna e piscina de imersão fria.
O edifício principal é inspirado na natureza do ambiente e assemelha-se a um ninho de pássaros. Ao redor estão as outras instalações, seis cabines de cerca de 25 m², de onde é possível apreciar as auroras boreais no inverno e o sol da meia-noite no verão. O hotel, chamado Artic Bath, está aberto o ano todo no rio Lule, alternando entre as águas geladas ou flutuantes, dependendo da estação.
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A Fragata “Independência”, da Marinha do Brasil, desatracou, no dia 16 de março, do Porto de Natal, no Rio Grande do Norte, para compor a Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL), onde atuará como Navio Capitânia da operação. É a 17ª participação do Brasil na FTM-UNIFIL, operação em que o país começou a atuar em 2011. Desde então, 3,8 mil militares e seis navios brasileiros estiveram no Líbano.
Com uma tripulação de 200 militares e uma aeronave a bordo, a Fragata “Independência” permanecerá na área de operação de abril a dezembro de 2020. A missão do navio será conduzir operações navais a fim de contribuir para a segurança das fronteiras marítimas do Líbano, evitando o ingresso ilegal de armas ou materiais correlatos naquele país, além do treinamento dos quadros da Marinha de Guerra Libanesa.
A “Independência” é a quinta de uma série de seis fragatas da Classe “Niterói”. O projeto se iniciou em 20 de setembro de 1970, como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha. A primeira foi construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. Seu deslocamento é de 3,8 mil toneladas, possuindo 129,2 metros de comprimento, 13,5 metros de boca e 6,5 metros de calado.
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Eleito o arquiteto vivo mais importante do mundo pela revista americana Vanity Fair, o canadense Frank Gehry encanta o mundo com seus prédios-esculturas de titânio com formato de vela de barco. É de sua autoria, por exemplo, o célebre Museu Guggenheim Bilbao, da Espanha, esculpido com 30 000 finas placas de titânio em forma de ondas. Também saiu de sua prancheta o incrível Walt Disney Concert Hall, de Los Angeles, uma das mais fabulosas esculturas em tamanho gigante do mundo, com sua estrutura metálica em formato de vela de barco.
Na vanguarda arquitetônica, apesar de seus 91 anos de idade (comemorados dia 28 de fevereiro), Frank Gehry curte ser celebridade a aproveita a fama para criar mais e mais estruturas admiráveis. Como o prédio dançante de Praga, na República Checa; ou o Cleveland Clinic Building, de Las Vegas; e ainda o Hotel Marqués de Riscal, na Espanha.
Também levam a sua assinatura o edifício da Universidade de Tecnologia de Sydney, na Austrália; o Peix (Fish), de Barcelona; o Museu da Cultura Pop, de Seattle; o Weisman Art Museum, de Minneapolis; e o museu de arte e centro cultural da Fundação Louis Vuitton, em Paris, com uma avalanche de velas de vidro.
Singulares, essas esculturas servem principalmente como chamariz para o turismo. Desde que o Museu Guggenheim Bilbao abriu suas portas, 23 anos atrás, a cidade — antes sujinha, decadente, voltada para a siderurgia — passou a receber 1 milhão de visitantes por ano, por causa do museu.
Da mesmo forma, Dubai, nos Emirados Árabes, conseguiu se tornar um destino turístico dos mais procurados ao erguer uma série de obras faraônicas, como o hotel Burj Al Arab, com sua fachada igualmente em formato de vela de barco. Se bem que essa escultura não é da lavra do genial Frank Gehry.
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A Ferretti anunciou um aumento de 6,5% nas receitas, para € 649,3 milhões no ano encerrado em 31 de dezembro, com o valor da produção subindo também 4,4%, para € 698,4 milhões, acima dos € 669 milhões do ano anterior.
Uma declaração da empresa afirma que o aumento das receitas se reduz principalmente aos maiores volumes alcançados graças à renovação contínua de sua linha de produtos Ferretti nas principais marcas.
Do ponto de vista geográfico, a Europa e o Oriente Médio continuam sendo as regiões mais fortes do Grupo. Em 2019, a região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) respondeu por 56% das receitas (52% em 2018), a região AMAS (Américas) por 35% (31% em 2018) e a região APAC (Ásia-Pacífico) por 9% (17% em 2018).
O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu 62,2 milhões de euros, aumento de 16,3% em 2018, com margens de 8,8% para 9,6%. “Esse aumento é devido principalmente a melhorias na eficiência da produção, graças a uma abordagem organizacional que combina habilidade artesanal com procedimentos industriais, garantindo que as economias de escala sejam aproveitadas nas diferentes áreas funcionais”, dizia o relatório.
O lucro líquido foi de € 26,6 milhões, em comparação com os € 30,7 milhões registrados em 2018, devido, segundo o relatório, ao aumento da ponderação da amortização, após os consideráveis investimentos feitos tanto no desenvolvimento da linha de produtos quanto na extensão de alguns locais de produção.
A dívida líquida em 31 de dezembro de 2019 era de € 80,0 milhões, abaixo dos € 264,9 em 31 de dezembro de 2018. A melhoria ocorreu devido a um aumento de capital de acionistas de € 252,0 milhões.
O caixa e equivalentes de caixa eram de 39,2 milhões em 31 de dezembro de 2019, além das linhas de crédito disponíveis para mais de 100,0 milhões de euros decorrentes do empréstimo conjunto assinado em setembro de 2019.
O patrimônio líquido consolidado chega a € 499,4 milhões em 31 de dezembro de 2019, fortalecendo-se contra € 178,0 milhões do ano passado.
Os investimentos realizados em 2019 chegam a € 70,0 milhões: o lançamento contínuo de novos modelos é a base do crescimento e já hoje 90% da receita vem da venda de modelos lançados nos últimos quatro anos. Somente em 2019, 7 novos modelos das principais marcas do grupo foram lançados no mercado.
A entrada de pedidos em 2019 foi de € 691,0 milhões, um aumento de 20,4% em relação a 2018, graças ao desenvolvimento e lançamento contínuos de novos modelos e aos primeiros sucessos da Divisão de Segurança Ferretti.
O relatório financeiro incluiu a seguinte declaração sobre a pandemia de Covid-19: “Em total conformidade com as disposições da lei para limitar a disseminação do Coronavírus Covid-19, o Grupo Ferretti manteve os locais abertos. Em cada um deles, procedimentos rígidos de higiene e segurança no local de trabalho foram implementados para proteger a saúde de funcionários e colaboradores. O Grupo Ferretti também estipulou contratos de seguro suplementares vinculados à patologia causada pelo Covid-19, que fortalecem a cobertura para todos os funcionários.
O Grupo Ferretti fez doações relevantes para todos os hospitais nos territórios de cada estaleiro e lançou uma campanha de arrecadação de fundos – ‘Uma onda de carinho’ – para ajudar os esforços incansáveis dos médicos para combater essa emergência”.
“Os excelentes resultados obtidos em 2019 oferecem hoje uma injeção de energia e fé muito bem-vinda, confirmando a solidez do Grupo Ferretti.” Alberto Galassi, CEO do Grupo Ferretti, comentou. “A capitalização recente e o apoio constante oferecido por nossos acionistas nos permitem continuar projetando e produzindo excelentes iates.Também estamos dando nossa contribuição para os hospitais onde estão nossos estaleiros, ficando o máximo possível perto dos territórios onde nossos trabalhadores moram. Estamos prontos para liberar novamente nossa capacidade total assim que esse período terminar, protegendo a saúde de nosso pessoal e continuando a servir nossos clientes em todo o mundo. E esperamos que pensar no mar durante esses tempos possa ajudar a todos a se livrarem das preocupações de um mundo que agora está sofrendo e do nosso país em particular”, finalizou.
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A revista italiana Giornale dela Vela mantém na internet um concurso mundial (dividido em três fases) para a eleição do Velejador do Ano TAG Heuer 2020. Na primeira fase, que se estendeu de 18 de fevereiro e 15 de março, com 100 velejadores pré-selecionados pela revista, foram eleitos pelo voto popular 30 candidatos, de diversos países, que agora participam da etapa semifinal. Entre eles está o físico e velejador Elio Somaschini, de 71 anos, que nasceu na Itália mas há muitos anos está radicado no Brasil.
Brasileiros e italianos fazem campanha juntos para que Elio figure entre os dez finalistas do concurso. No momento, ele ocupa a segunda colocação, com mais de 1500 votos, apenas 30 atrás do primeiro colocado. Para votar, clique aqui. Basta colocar seu e-mail e seguir os passos. Cada pessoa tem direito a votar três vezes.
Além de eleger o Velejador do Ano, a revista premiará quatro velejadores que mais se destacaram nas seguintes categorias:
TAG Heuer # don’t crackackpressure
Para aqueles que mostraram que nunca desistem, mesmo sob pressão.
TAG Heuer Inovação
Para quem deu uma contribuição específica no mundo do design e inovação.
Desempenho da TAG Heuer
Para aqueles que obtiveram resultados graças a pesquisas meticulosas sobre desempenho.
TAG Heuer Young
Um jovem talento em vela competitiva.
Para quem é da vela, Elio Somaschini dispensa apresentações. A bordo do veleiro Crapun, um Beneteau First 40.7, ele empreendeu duas voltas ao mundo em solitário, sendo que a segunda se estendeu por sete anos. Em 2018, quando se preparava para a sua mais ambiciosa jornada — a travessia da mítica passagem Noroeste, próxima ao Círculo Polar Ártico —, um acidente fez com que seu veleiro afundasse, na entrada da barra da cidade de Aracaju, a 100 metros da praia de Atalaia, no nordeste brasileiro. Elio não desistiu. Afinal, como gosta de lembrar, Crapun significa “cabeça dura”, no dialeto milanês, o que o credencia na categoria TAG Heuer #don’t crackackpressure, para aqueles que mostraram que nunca desistem, mesmo sob pressão.
A atual etapa do concurso se estende até o dia 15 de abril. Em seguida, inicia-se a fase final. O Velejador do Ano se conhecido no dia 9 de maio.
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O momento de incerteza no cenário econômico por conta do COVID-19 pode ser uma oportunidade para realizar investimentos seguros. É o que afirma Ricardo Fragoso, gerente comercial do estaleiro catarinense FS Yachts, que fabrica lanchas de 18 a 36 pés.
“Na semana passada, esperávamos uma queda quase que total nos pedidos de orçamentos. No entanto, fomos surpreendidos com a continuação das solicitações de orçamentos. Em uma delas, por exemplo, uma controladora de um grupo de investidores analisava a opção de investir em lanchas de 26 a 29 pés e nos procurou, já que estamos com uma promoção em andamento”, comemora.
A promoção em questão, iniciada pelo estaleiro FS Yachts antes dos decretos do Governo de Santa Catarina para o fechamento dos estabelecimentos não essenciais, contempla os modelos FS 205, FS 230 Scappare, FS 265 Solaris e FS 290 Concept. Clique aqui para saber mais sobre os preços e as condições de pagamento.
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A BRP divulgou resultados para o quarto trimestre e o exercício completo encerrado em 31 de janeiro de 2020. “Concluímos outro ano recorde no EF20. Nosso aumento de 15% nas vendas no varejo em uma indústria americana norte-americana, comprova nossa forte posição no mercado e nos permitiu entregar nosso plano de cinco anos Challenge 2020 com um ano de antecedência, excedendo nossas metas de receita de C$ 6 bilhões e metas de EPS de US$ 3,50”, confirmou José Boisjoli, presidente e CEO da empresa canadense.
As vendas de varejo da empresa na América do Norte para veículos a motor e motores de popa aumentaram 12% no período de 12 meses encerrado em 31 de janeiro de 2020, em comparação com o período de 12 meses encerrado em 31 de janeiro de 2019, principalmente devido a um aumento nos produtos durante todo o ano. O lucro líquido do ano aumentou 63%, para C$ 371 milhões.
“Temos a maior participação global na história da empresa, somos os primeiros na América em todos os setores de nossos produtos e atingimos nossas metas um ano antes do planejado”, entusiasmou-se Boisjoli. Ao mesmo tempo, ele reconheceu os desafios das circunstâncias atuais. “Durante esse período, pensamos em todos aqueles que foram afetados pelo vírus COVID-19 e estamos adotando medidas diferentes para garantir a saúde e a segurança de nossos funcionários em todo o mundo. Nesta atual incerteza global, estamos implementando proativamente medidas para proteger nossa flexibilidade financeira e estamos monitorando de perto a situação para avaliar seu impacto potencial em nossos negócios. Nesse contexto, não emitiremos uma orientação de ano inteiro para o EF21 neste momento”, disse Boisjoli.
Boisjoli, juntamente com o CFO Sébastien Martel, garantiu aos investidores que ambos haviam passado pela crise financeira global de 2007-08 e adquiriram uma valiosa experiência no gerenciamento de mudanças repentinas no ambiente de negócios. Um dos primeiros passos que tomaram nas últimas semanas foi recorrer totalmente a uma linha de crédito de C$ 700 milhões para garantir a liquidez da empresa. Eles também estenderam o prazo de vencimento das dívidas de longo prazo a taxas atrativas e foram diligentes ao garantir termos de ‘cláusula restritiva’.
Além disso, a BRP tem trabalhado com seus parceiros de crédito, tanto na planta baixa quanto no financiamento ao consumidor, para garantir a estabilidade de sua rede de revendedores e estender os termos quando necessário. Boisjoli observou que as vendas no varejo entre 1 de fevereiro e 13 de março aumentaram 11%, indicando que a empresa só havia visto um impacto limitado do surto de coronavírus até agora. No entanto, ele acrescentou que “é apenas uma questão de tempo até que as restrições tenham efeito sobre a demanda”.
“Nossa presença diversificada de fabricação, portfólio de produtos, presença no mercado e nossa experiente equipe de gerenciamento nos proporcionam uma base sólida para navegar por esse período de incerteza, preservando nossa posição de liderança no setor”, concluiu Boisjoli.
Os resultados financeiros da BRP para produtos marítimos são capturados nas seguintes divisões de negócios:
Produtos sazonais que incluem embarcações pessoais Sea-Doo
Peças e acessórios e motores OEM
Marítimo, que inclui motores de popa Evinrude, as marcas de barcos Alumacraft e Manitou e 80% dos negócios de fabricação de embarcações e reboques da Telwater na Austrália, adquiridos em agosto de 2019
As receitas de produtos sazonais diminuíram US$ 34,9 milhões, ou 6,0%, para US$ 542,7 milhões no período de três meses encerrado em 31 de janeiro de 2020, em comparação com US$ 577,6 milhões no período correspondente encerrado em 31 de janeiro de 2019. A redução foi impulsionada por um volume menor da PWC vendida e uma variação desfavorável da taxa de câmbio de US$ 10 milhões, parcialmente compensada por um mix de produtos favorável e aumento de preço em motos de neve e PWC.
As vendas no varejo de produtos sazonais da América do Norte aumentaram em uma base percentual por dígitos únicos altos em comparação com o período de três meses encerrado em 31 de janeiro de 2019.
Peças & Acessórios e Motores OEM
As receitas da Powersports P&A e OEM Engines aumentaram US$ 11,4 milhões, ou 5,6%, para US$ 215,6 milhões no período de três meses encerrado em 31 de janeiro de 2020, em comparação com US$ 204,2 milhões no período correspondente encerrado em 31 de janeiro de 2019.
Marítimo
As receitas do segmento marítimo aumentaram US$ 23,8 milhões, ou 18%, para US$ 157,4 milhões no período de três meses encerrado em 31 de janeiro de 2020, em comparação com US$ 133,6 milhões no período correspondente encerrado em 31 de janeiro de 2019. O aumento foi devido principalmente ao receitas adicionais após a aquisição da Telwater e um maior volume de motores externos vendidos. A empresa disse que a indústria norte-americana de motores de popa está estagnada há sete meses na temporada 2020, com as vendas no varejo de motores de popa Evinrude no varejo caindo.
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Situações de emergência sem precedentes, exigem medidas emergenciais sem precedentes. Ilhabela luta contra a pandemia do novo coronavírus para proteger a saúde de sua população e evitar que a COVID-19 se espalhe. O município do litoral norte paulista desenvolveu uma Balsa Virtual, ferramenta na qual os usuários podem fazer seus pedidos de autorização para a travessia pelo computador ou celular e com antecedência. Cada pedido é analisado e respondido por uma equipe de gestores e fiscais da prefeitura, liberando ou não o acesso à ilha. A análise dos pedidos é feita na busca por evidências de que a pessoa realmente é moradora e não veranista, alugou algo ou está vindo para casa de parentes. O tempo médio para resposta é de 30 minutos. “Além de cumprir o decreto municipal de calamidade, cumprimos também a determinação do Governo Estadual de quarentena, inicialmente até o dia sete de abril. A ordem é que a pessoa não transite e cumpra a quarentena onde está”, atesta a prefeita Maria das Graças Ferreira, a Gracinha.
A Balsa Virtual entrou em funcionamento na sexta-feira (20), apenas 48 horas após o início do seu desenvolvimento. Menos de 24 horas depois de entrar no ar, mais de 1 300 solicitações foram atendidas. Iniciativa da Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo e do “Fórum de Economia Criativa” da cidade, o projeto pode auxiliar outras cidades com necessidade de limitar o fluxo de entrada e saída de pessoas. O Código fonte do programa será disponibilizado gratuitamente para prefeituras com população com até 50 mil habitantes.
“Quase dois meses depois da primeira reunião do comitê para combater o coronavírus, dia 18 de março, a Prefeita Gracinha Ferreira se reuniu com seus secretários para tratar de ações mais efetivas para conter a doença. A cidade já não recebia navios de cruzeiro e a Secretaria de Saúde seguia com barreiras de orientação na entrada da cidade, a balsa, mas o clamor de todos era de que não deixassem mais pessoas entrar na cidade para evitar um possível colapso no sistema de saúde. Era preciso haver um controle na entrada da balsa. E, dois dias depois, em 20 de março, o controle estava implantado: a balsa digital”, explica Bianca Colepicolo, secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo.
Para criar uma solução tecnológica que protege tanto a saúde da população de Ilhabela como das pessoas que se arriscariam a sair de casa sem a certeza de entrar ou não na barca, a administração do arquipélago contou com o “Fórum de Economia Criativa”, que desde 2019 trabalha com objetivo de inspirar e incentivar o uso da criatividade como um poderoso recurso nos negócios e trabalho. Desta forma, visa incentivar uma segunda matriz econômica na cidade.
Além da analise, liberação ou bloqueio de acesso à Ilhabela, todos os registros e controles são devidamente armazenados em banco de dados para, se necessário, localizar os solicitantes. Além disso, dados relevantes para mapeamento das cidades e estados de origem de cada visitante também são catalogados.
O sistema está evoluindo rapidamente para atender novas demandas. Prova disso é que, a partir das 16h desta segunda-feira (23), permitirá que o usuário que tenha seu pedido negado, recorra da decisão. Para isso, poderá enviar documentos comprobatórios de evidências de que a pessoa é moradora (comprovantes de estudos ou de trabalho, anexos de cartão do SUS, contratos, contas, título de eleitor ou CITI).
A Prefeitura de Ilhabela, pede para que moradores fiquem em suas casas evitando sair da cidade. Além disso informa aos turistas a importância de ficarem em suas casas, neste momento, para conter o contágio acelerado do novo coronavírus. A utilização do sistema é apenas para casos de urgência, onde é inevitável a travessia.
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O paulistano Frederico Hiplert Conci tem 45 anos e navega com a família desde os cinco. Atualmente, Frederico é proprietário de uma FS 205, ano 2015, batizada de Evidence, com a qual, antes do isolamento causado pelo COVID-19, costumava aproveitar as águas da Represa de Barra Bonita, no interior do estado, com a família e amigos, no mínimo, duas vezes por mês para passar o dia a bordo. “É a primeira vez que vamos passar tanto tempo sem navegar. Mas é por uma boa causa”, defende Frederico.
Na sua FS 205, equipada com um motor de popa de 150 hp, o paulistano Frederico destaca o espaço interno, o acabamento e a navegação como pontos principais. “Ela é estável e muito segura, além de entrar em planeio rapidamente, mesmo com a capacidade máxima a bordo, que é de oito pessoas”, afirma Frederico, que elogia também o costado alto e a proa sextavada, duas características fortes deste projeto da FS Yachts.
Depois de muitas horas navegadas, Frederico pontua apenas uma mudança que fez a bordo de sua FS 205. “Tirei a boia circular de dentro do porão, onde há pouco espaço, e a embuti no painel, para aumentar o espaço disponível no porão para salvatagem e manter a boia sempre visível e com fácil acesso, em caso de emergência”, explica.
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O Yacht Club de Ilhabela aprovou a redução temporária das taxas sociais e da marina (com exceção às contas de consumo de água e luz e taxa de seguro), de forma a contribuir na atenuação dos impactos do Covid-19 nos orçamentos dos associados.
Já a partir de primeiro de abril de 2020, as referidas taxas terão redução escalonada, para pagamentos realizados até a respectiva data de vencimento, nos percentuais de 50% de desconto para as taxas com vencimento em 1º de abril de 2020, 40% de desconto para as taxas com vencimento em 1º de maIo de 2020 e 30% de desconto para as taxas com vencimento em 1º de junho de 2020.
Os descontos serão lançados de forma automática nos respectivos boletos de cobrança que os associados receberão da secretaria do clube, de acordo com o Yacht Club. “Diante das incertezas decorrentes da evolução da pandemia Covid–19, informamos que os descontos aprovados poderão ser revistos ao longo dos próximos meses”, informou a diretoria.
O clube ressaltou, ainda, que está reavaliando todos os procedimentos de gestão a fim de adequar o local às novas normas governamentais com relação aos contratos de trabalho de funcionários e prestadores de serviços.
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