O odômetro Microcontrol faz a contagem da corrente que passa pelo guincho

12/12/2016

Eis a dúvida mais comum no momento da ancoragem: como saber quantos metros de corrente lançamos na água, na hora de jogar o ferro? Marinheiros experientes conseguem saber apenas olhando o ângulo que a amarra faz com a água. No entanto, os barcos maiores não permitem enxergar facilmente a amarra na proa. Ou seja, nesta hora, um medidor de amarra confiável é uma mão na roda. Alguns fabricantes de guinchos oferecem medidor embutido no equipamento ou de forma opcional. Mas o preço assusta. Eles chegam a custar pelo menos R$ 1,5 mil, sem contar o próprio guincho. Uma solução bem menos onerosa é o odômetro de âncora AMX 499, desenvolvido pela empresa gaúcha Microcontrol (www.microcontrol.com.br, 21/99685-5405). Vendido por apenas R$ 600, o aparelhinho, de aparência bem simples, tem o tamanho de uma caixa de fósforos e, por isso, ocupa pouco espaço no painel. E é relativamente fácil de instalar, já que se conecta diretamente ao interruptor do guincho, à luz de navegação e à chave de ignição, evitando ter de passar uma nova fiação da proa até o painel — operação necessária quando o medidor fica instalado junto ao guincho.

O aparelhinho tem o tamanho de uma caixa de fósforos e, por isso, ocupa pouco espaço no painel. E avisa, por meio de duas piscadas no visor, se a âncora está recolhida
O aparelhinho tem o tamanho de uma caixa de fósforos e, por isso, ocupa pouco espaço no painel. E avisa, por meio de duas piscadas no visor, se a âncora está recolhida

Saber o comprimento da amarra é fundamental para fundear com segurança. Afinal, manter o barco dentro de uma área predeterminada influencia diretamente na quantidade de cabo ou de corrente em relação à profundidade. Deve-se lançar, pelo menos, três vezes a quantidade de cabo ou de corrente em relação à profundidade, lembrando que, neste cálculo, levamos em conta a altura da borda-livre do barco na proa. Seguindo as indicações do fabricante, instalamos o aparelho em uma lancha Magnum 29. Após a calibração inicial, medindo com uma trena exatos 4 m de corrente do ferro, executamos as instruções (bem didáticas, por sinal) descritas no manual. Na sequência, comparamos o valor mostrado no visor do aparelho com a quantidade de corrente lançada pelo guincho. Com a corrente devidamente marcada, acionamos o botão do guincho até aparecer o número 6 no visor luminoso vermelho do odômetro Microcontrol. Em seguida, fomos até a proa para verificar se a marca (6 m) correspondia ao valor indicado no aparelho. E, para a (boa) surpresa, a diferença foi de apenas alguns centímetros! Depois, recolhemos totalmente a âncora para verificar sua eficácia também na fase inversa, ou seja, de subida.

Após descer e subir a âncora várias vezes, as diferenças entre os valores mostrados no aparelho e os valores reais (aferidos por meio de uma trena) foram muito pequenas, sem comprometer a segurança de uma ancoragem
Após descer e subir a âncora várias vezes, as diferenças entre os valores mostrados no aparelho e os valores reais (aferidos por meio de uma trena) foram muito pequenas, sem comprometer a segurança de uma ancoragem

Na primeira tentativa de recolher a âncora, a diferença foi de um metro (com a âncora toda recolhida, a telinha do aparelho mostrou o número 1). Zeramos o valor no visor do medidor e repetimos o mesmo teste, descendo e subindo a âncora várias vezes. Em todas as vezes, as diferenças entre os valores mostrados no aparelho e os valores reais foram muito pequenas, a ponto de não comprometer a segurança de uma ancoragem. A diferença tem a ver com o próprio princípio de funcionamento do aparelho, que faz a leitura da metragem da corrente que passou por ele, descendo ou subindo, baseado no tempo de operação do motor do guincho, e não propriamente no comprimento do cabo. Ou seja, o proprietário precisa ir se adaptando ao aparelho conforme o tempo de uso para obter a máxima eficiência. Para se ter uma ideia, o aparelho não irá funcionar corretamente se o procedimento de recolhimento da âncora não usar o motor do barco como suporte, a fim de evitar um esforço desnecessário no guincho. Dessa forma, como confirmamos, o valor mostrado no visor não corresponderá à medida real.

O aparelho registra a metragem da corrente que passou por ele, com base no tempo de operação do motor do guincho
O aparelho registra a metragem da corrente que passou por ele, com base no tempo de operação do motor do guincho

Mais do que auxiliar as ancoragens, este aparelho serve também para evitar aquele indesejável tranco que, muitas vezes, acontece quando o ferro é encaixado repentinamente no suporte. Com este equipamento, basta subir a âncora vagarosamente e ficar atento quando o valor indicado no visor do odômetro chegar a 2 m, por exemplo. E o odômetro ainda mostra ao dono do barco no visor (que não é de lcd, o que prejudica um pouco a leitura dos números) quando terminou de recolher a âncora. Ou seja, para quem está começando e quer tornar a funções a bordo ainda mais práticas, este aparelhinho é indispensável, principalmente por conta do baixo custo e da facilidade na instalação.

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    Você sabe quando aplicar a técnica da metalização nos motores?

    Como qualquer máquina, um motor de barco tem uma série de componentes, como filtros, óleo do cárter (nos motores quatro tempos), óleo da transmissão, rotores e anodos, que precisam ser substituídos em determinados intervalos. Porém, são realmente os componentes metálicos do sistema de combustível — castigados pela presença do álcool na gasolina e pelo uso inconstante da lancha (muitas vezes, o motor do barco fica parado por dois meses ou mais…) —, que nos obrigam a chamar o mecânico. A boa notícia é que existe uma forma de manter a integridade dessas peças que ficam em contato com o combustível: a metalização.

    Trata-se de uma técnica que consiste em aplicar um metal (geralmente níquel, cromo ou a combinação de ambos) na superfície desejada, usando-se, para isso, uma chama oxiacetilênica — a mais comum em relação a processos de soldagem e feita à base de oxigênio e acetileno. A metalização pode ser usada em componentes feitos de diferentes tipos de metais (aço, ferro, alumínio, bronze, latão, estanho e zinco, entre outros) e, também, para o preenchimento de superfícies desgastadas. O tratamento evita que a peça gere elementos indesejados, os quais impedirão partes do carburador (nos motores menores e nos mais antigos), das bombas de combustível e dos bicos injetores de funcionar corretamente — e, quando isso acontece, não tem jeito: você tem que chamar o mecânico. “Tinha um cliente de um motor de popa de 40 hp que me ligava regularmente para limpar o carburador. Bastava o motor ficar um mês sem ir para a água para ele me ligar, aflito. Porém, depois que a cuba do carburador foi metalizada, nunca mais me chamou! Perdi um cliente, mas ganhei um amigo”, brinca o mecânico Edno Ribeiro Machado, proprietário da oficina náutica ERM, na região da represa de Guarapiranga, em São Paulo.

    Antes e depois: a cuba do bico injetor de um motor de popa após receber o processo de metalização
    Antes e depois: a cuba do bico injetor de um motor de popa após receber o processo de metalização

    Mesmo superfícies novas podem receber a metalização, tornando-se, assim, resistentes ao ataque do álcool — nosso principal problema nos motores a gasolina (que tem 27,5% de álcool nas versões comum e aditivada e 25% na Podium, da Petrobras), tanto de popa quanto de centro. Aliás, uma das vantagens desta técnica é, justamente, não provocar alterações na peça original, já que não há variação excessiva de temperatura no processo. Outra vantagem é o custo acessível. Apenas para citar alguns exemplos, a ERM cobra R$ 250 por cilindro para retirar, metalizar e reinstalar as caixas dos bicos injetores de um motor — portanto, se forem três cilindros, o serviço ficará em R$ 750. Para fazer o mesmo com a cuba de um carburador (algo, geralmente, executado em propulsores mais antigos), o preço é R$ 200 por unidade. Já a metalização de um separador de vapor (de qualquer motor) sai por R$ 700, enquanto a da mufla (que faz a junção dos gases do escapamento e da água de refrigeração do motor) custa R$ 2 mil, por causa do tamanho dessa peça.
    Recuperar uma peça metálica com outro metal mais nobre é uma técnica que existe já há algum tempo, tendo sido usada em alguns motores aquáticos no passado. Nos dias atuais, por causa do aumento do teor de álcool na gasolina americana, muitos motores já vêm preparados para o nosso combustível. E vários componentes metálicos de alguns propulsores aquáticos foram substituídos por plásticos de alta resistência.

    A técnica consiste em aplicar um metal (geralmente níquel, cromo ou os dois juntos) na superfície desejada, a fim de evitar a corrosão
    A técnica consiste em aplicar um metal (geralmente níquel, cromo ou os dois juntos) na superfície desejada, a fim de evitar a corrosão

    Quanto tempo dura?
    A metalização não tem vida útil eterna, mas ajuda um bocado

    Há controvérsias em relação a durabilidade do processo de metalização. Alguns falam em 10 anos de garantia e outros dizem que a camada metálica depositada acaba se soltando antes deste período. Porém, é fato que a metalização melhora, por um bom tempo, os danos causados pelo álcool em boa parte dos motores aquáticos. Mas o fato de minimizar problemas em componentes do motor que têm contato com gasolina não significa a dispensa da visita regular de um profissional ao seu barco. A manutenção deve  sempre ser seguida à risca.

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      Entrevistamos Odne Bambozzi, especialista em carretas

      Por: Redação -

      Segundo levantamentos recentes, o Brasil possui cerca de 1 500 fabricantes de carretas para barcos. Mas, de acordo com o dono de uma das mais tradicionais empresas do gênero, Odne Bambozzi, da marca que leva o seu nome, com 30 anos no mercado, não mais do que um terço deles poderiam ser considerados fabricantes de fato. Os demais, segundo ele, “não têm nenhuma responsabilidade ou conhecimento técnico, e usam peças de ferro-velho para montar suas carretas” — que, por isso mesmo, custam bem menos, pois não têm certificação de construção. “E o pior é que muitos vendedores induzem os clientes a comprarem as mais baratas”, afirma Odne, nesta rápida conversa.

      As carretas para barcos são todas iguais?
      Não! Há muitas empresas que usam ferro-velho para montar “carretas”. Na hora de comprar uma carreta, a primeira providência é não embarcar nas conversas dos vendedores, que sempre tentam empurrar as mais baratas, para não perder o negócio. Isso é um erro. Não que economizar seja ruim. Mas convém desconfiar do que custa bem menos, porque, infelizmente, no mundo das carretas, o uso de peças usadas (e até condenadas!) é bem frequente.

      Como saber se a carreta usa peças velhas?
      Desconfie, por exemplo, se o cubo de roda tiver panelas de freio, porque isso pode denunciar que ele veio de um carro usado. E pneus recapeados são ainda comuns, mesmo nas carretas novas. Já, se a carreta for usada em água salgada, ela não pode ser pintada. O certo, neste caso, é ser galvanizada. Um bom jeito de não ser ludibriado é entrar numa rede social de pescadores e perguntar a opinião deles. Eles, sim, são confiáveis, porque usam bastante as carretas que têm.

      O que checar na manutenção da carreta?
      Os rolamentos de roda, sem dúvida. Se a carreta for nova é fundamental examinar os rolamentos após os primeiros 500 quilômetros ou seis meses de uso, para fazer ajustes. Ao contrário do que acontece nos automóveis, nas carretas os rolamentos sofrem muito, porque entram diretamente em contato com a água. Por conta deste problema, criamos recentemente um tipo de rolamento (lubrificado a óleo e não mais com graxa) totalmente blindado (ou seja, à prova d’água), que terá cerca de 60% a mais de vida útil em relação aos rolamentos convencionais.

      Os rolamentos à base de graxa costumam dar problemas?
      Se a carreta não for usada corretamente, sim. O primeiro cuidado que se deve ter é quando, depois de rodarem quilômetros e ficarem bem quentes, os rolamentos não devem ser mergulhados na água. Isso causa uma contração interna no cubo, o que pode sugar a água para os rolamentos. Outro problema é que quando, depois de molhados, não rodar o suficiente para esquentar e evaporar a água que ficou dentro do rolamento. Ou seja, quanto menos usar a carreta, pior e mais manutenção ela exigirá. Quem só usa uma carreta três ou quatro vezes por ano é um sério candidato a ter problemas frequentes de rolamento.

      A carreta deve ter freio próprio?
      Os freios deveriam ser obrigatórios em todas as carretas capazes de levar barcos acima dos 17 pés. Até as carretas para jets acima de 350 quilos deveriam ter freios. É segurança. E segurança não tem preço!

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        Conheça a baleeira salva-vidas de navio que virou barco de pesca

        Por: Redação -
        09/12/2016

        A primeira reação é sempre de surpresa — que geringonça será aquela? A segunda, de curiosidade — ninguém resiste a olhar de perto. E a terceira, de perplexidade: não, aquela “coisa” não é um submarino, embora mais pareça um tubo colorido. A “coisa”, no caso, é o Isaías 35, uma baleeira salva-vidas marítima que o criativo morador de Caraguatatuba, Marcelo Marques, transformou no mais original barco de pesca oceânica do litoral norte de São Paulo. “Eu queria um barco que aguentasse qualquer tranco e não achei nada mais resistente do que essa baleeira, que foi feita para despencar do alto dos navios sem despedaçar”, explica Marcelo. “Mas, também, era só o que o meu dinheiro dava para comprar”.

        Para pescar com segurança na distante plataforma Mexilhão, Marcelo transformou uma baleeira salva-vidas no esquisitão Isaías 35
        Para pescar com segurança na distante plataforma Mexilhão, Marcelo transformou uma baleeira salva-vidas no esquisitão Isaías 35

        Marcelo achou o que procurava num anúncio de uma empresa de equipamentos usados para navios na internet. “O cara que me atendeu achou que eu queria dar curso de sobrevivência no mar ou coisa parecida. Quando falei que ia transformar a baleeira em um barco para pescar, ele só não riu para não perder o negócio”, recorda. E não ficou só nisso. Apaixonado por, digamos, “operações complexas” (“Adoro uma encrenca”, diz Marcelo), ele não só resolveu instalar um convés em barco feito para ser totalmente fechado, como decidiu retirar um pedaço da cabine e emendar no resto, encurtando a casaria em mais de um metro. “A cabine tinha 38 bancos e mais parecia um micro-ônibus. Tirei tudo e instalei três camas e um banheiro, além de mudar o posto de comando de lugar. Essa engenharia caiçara deixou o barco um pouco menos cara de supositório”, analisa, bem-humorado.

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        Ele a comprou para poder pescar com tranquilidade nas águas nada mansas da plataforma Mexilhão, em alto-mar, a 140 milhas do litoral norte de São Paulo

        A baleeira transformada em barco de passeio de Marcelo é do tipo Free Fall (“Queda Livre”), que são ejetadas dos navios — daí ser toda fechada. “Se ela mergulhar, sobe de novo. Se capotar, desvira sozinha. E, se inundar, ainda flutua”, garante Marcelo. Ele a comprou para poder pescar com tranquilidade nas águas nada mansas da plataforma Mexilhão, em alto-mar, a 140 milhas do litoral norte de São Paulo. “Lá não tem ninguém pra dar risada do meu barco”, brinca. Mas como ele é lento feito uma tartaruga no asfalto, leva 12 horas para ir e outras 12 para voltar, “fora as paradas para vomitar, porque nem estômago de caiçara aguenta tanto balanço”, acrescenta. “Outro dia, convidei um amigo de 75 anos para ir junto, mas ele disse que não podia, porque não dava tempo de voltar vivo”.

        A “engenharia caiçara” de Marcelo ransformou o barco inteiro. “Ficou um pouco menos com cara de supositório”, ele diz
        A “engenharia caiçara” de Marcelo ransformou o barco inteiro. “Ficou um pouco menos com cara de supositório”, ele diz

        A mulher de Marcelo também há muito desistiu de sair para passear no Isaías 35 (o nome é uma referência ao salmo que, em linhas gerais, diz que, ao final, tudo dará certo, como, aliás, comprova o próprio barco). “Ela diz que prefere a balsa de Ilhabela, porque, pelo menos, tem espaço ao ar livre”. Mesmo assim, Marcelo não se arrepende nem um pouco do curioso barco que passou a ter, especialmente depois que ele ganhou uma espécie de torre de metal para pescarias de corrico, que, de longe, lembra um mastro. E nem pensa em vendê-lo. Até porque nunca apareceu nenhum interessado. “Mas todo mundo que vê o Isaías, chega perto”, diz Marcelo. “Nem que seja para decifrar que treco é aquele”, diverte-se.

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          Represa de Xavantes: banho de cachoeira sem sair do barco

          Por: Redação -

          A represa Xavantes, perto de Avaré e bem na divisa entre São Paulo e Paraná, tem vários atrativos para os donos de barcos: águas limpas e claras, paredões que mais parecem cânions, topografia invejável, etc. etc. Mas nada se compara ao prazer de tomar banho de cachoeira sem sair do próprio barco. É o que acontece na cascata do Gummy, uma empolgante queda d’água de mais de 30 metros de altura, que despenca na própria represa, acessível apenas para quem chega de barco, na parte que pertence ao município paranaense de Ribeirão Claro — que, por sinal, reúne a maior quantidade de cachoeiras da região. Em Xavantes, o negócio é se molhar. Seja na represa, nas cachoeiras ou nas duas coisas ao mesmo tempo.

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            48ª Regata Volta a Ilha de Santa Catarina acontece nesse sábado

            Por: Redação -

            Após uma longa temporada, composta por nove regatas, a Copa Veleiros de Oceano chega a seu momento derradeiro com a realização da mais esperada etapa do calendário de vela oceânica do estado. A 48ª Volta a Ilha de Santa Catarina será realizada nesse sábado (10), com largada às 10h, em frente à Sede Central do Iate Clube de Santa Catarina.

            A Volta a Ilha de Santa Catarina é a principal regata oceânica do estado e uma das mais tradicionais do país, sempre com disputas emocionantes e que duram praticamente o dia todo. Os veleiros cumprem um percurso de aproximadamente 65 milhas náuticas, contornando a Ilha por bombordo (à esquerda do rumo da embarcação).

            Estão elegíveis para disputar a 48ª Volta a Ilha de Santa Catarina os veleiros das classes ORC, IRC, C30, Multicascos, RGS (A, B e Cruzeiro) e Visitantes A (Barcos cabinados com LOA igual ou maior que 26 pés). As demais classes – Início/Retorno, HPE, Carmelitas e Visitantes B (Barcos cabinados com LOA entre 21 e 25,9 pés) – participam da 10ª Regata Ilha do Largo.

            Zeus Team - Foto: Gabriel Heusi/Heusi Action
            Zeus Team – Foto: Gabriel Heusi/Heusi Action

            O percurso da regata menor larga no mesmo local da Volta a Ilha de Santa Catarina em direção ao sul contornando a Ilha do Largo por bombordo. Os veleiros seguem em direção ao vão central das Pontes Colombo Salles/Pedro Ivo Campos e contornam a Ilha de Ratones Pequeno por Bombordo, antes de cruzar a linha de chegada em frente ao Trapiche do Grupo de Busca e Salvamento, próximo ao Forte Sant´Ana.

            A Regata Volta a Ilha de Santa Catarina é a mais importante competição de vela oceânica do estado e anualmente encerra o calendário de atividades náuticas do Clube. O recorde da regata pertence ao veleiro Mano Champ´s, comandado por Avelino Alvarez, que em 2011 completou o percurso em 8h43m01s. Atual bicampeão do Troféu Fita Azul (primeira embarcação a cruzar a linha de chegada), o Katana (da classe C30) chega como equipe a ser batida.

            E as previsões para o sábado são otimistas para os velejadores. Apesar da chuva que se aproxima as condições de vento para a largada são muito boas, com chances de vento leste virando pra sudeste na parte da manhã com intensidade de 14 a 20 nós, o que seria o ideal para a largada.

             

            48ª Regata Volta a Ilha de Santa Catarina - Foto: Gabriel Heusi/Heusi Action
            48ª Regata Volta a Ilha de Santa Catarina – Foto: Gabriel Heusi/Heusi Action

            Projeto de Lei de Incentivo:

            A Copa Veleiros de Oceano é realizada pelo Iate Clube de Santa Catarina com apoio da Lei de Incentivo ao Esporte, através do Ministério dos Esportes. Buscando dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos pelo clube junto a Lei Federal de Incentivo ao Esporte, o projeto chega a sua quarta fase e para este ano 16 eventos farão parte do Calendário Esportivo Náutico da Cidade de Florianópolis. O presente projeto, além de manter uma estrutura técnica para as classes de vela Optimist, Laser e Snipe e Dingue e também continua estruturando o clube com equipamentos/estrutura adequada, além das competições do clube.

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              Marinha do Brasil marca início da operação verão 2016/2017

              Por: Redação -
              08/12/2016

              A partir do dia 15 de dezembro, a Marinha do Brasil inicia a Operação Verão 2016/2017. A ação é realizada todos os anos por meio dos Distritos Navais, Capitanias dos Portos, Delegacias e Agências nas áreas de maior concentração de embarcações de esporte e recreio do País, neste período em que aumenta a intensidade do tráfego desses tipos de embarcações.

              Dados da Superintendência de Segurança do Tráfego Aquaviário da Diretoria de Portos e Costas (DPC) mostram que somente no verão de 2015/2016 ocorreram mais de 40% do total dos acidentes registrados até novembro deste ano. As lanchas e motos aquáticas se destacam nas estatísticas. Nos últimos três verões elas representaram mais de 70% dos casos registrados com embarcações de esporte e recreio.

              De acordo com informações da DPC, a principal causa dos acidentes em embarcações de esporte e recreio é a falha humana. Por isso, este ano a Campanha traz como tema a valorização da segurança da família e dos banhistas durante as atividades de lazer com peças que frisam a importância de se adotar atitudes conscientes para prevenir acidentes e preservar a vida não apenas dos responsáveis pela embarcação, mas de todos os que estão a sua volta.

              Com o conceito “Se liga, você é o capitão”, a mensagem chega ao público com uma linguagem descontraída, refletida nas ilustrações de famílias em paisagens do litoral brasileiro. A Campanha promove a divulgação das principais regras de navegação e a importância do seu cumprimento para quem deseja aproveitar a época mais quente do ano de modo seguro.

              Naufrágio, abalroamento, queda de pessoas na água, incêndio e colisão são os casos que mais se destacam nas estatísticas. De dezembro de 2015 a março de 2016, as embarcações que mais se envolveram com esses acidentes durante o lazer foram lanchas (58%), motos aquáticas (15%) e botes (14%).

              Ao longo de toda a Operação Verão 2016/2017, Organizações Militares da Marinha do Brasil se mobilizam para verificar o cumprimento das regras de segurança da navegação. Para isso, Agentes da Autoridade Marítima Brasileira intensificarão as ações de fiscalização, envolvendo os seguintes aspectos: habilitação dos condutores, documentação da embarcação, material de salvatagem (coletes e boias), extintores de incêndio, luzes de navegação, a lotação e o estado da embarcação. Além disso, serão utilizados etilômetros, tendo em vista que é proibido o consumo de bebidas alcoólicas pelos condutores.

              A Operação Verão 2016/2017 incluirá também ações de presença de agentes da Autoridade Marítima Brasileira em entidades náuticas, clubes, marinas e colônias de pescadores, para realização de palestras educativas e dicas sobre as principais normas de segurança da navegação.

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              Confira as 15 recomendações para a Segurança da navegação:

              1) Esteja atento e vigilante durante a navegação.

              Você é o responsável por tudo que acontece a bordo. O timão está em suas mãos!

              2) Navegue a mais de 200 metros de distância da praia, respeite os banhistas.

              Lembre-se, seu direito termina quando começa o do outro.

              3) Tenha em mãos a sua habilitação e os documentos obrigatórios.

              Confira tudo antes de sair e passe o dia tranquilo.

              4) Conduza sua embarcação com velocidade segura.

              Isso permite a realização de manobras em caso de situação imprevista e evita acidentes.

              5) Faça manutenção preventiva na sua embarcação.

              Assim como a gente, a embarcação também precisa de cuidados constantes. Cuidem-se!

              6) Não consuma bebidas alcoólicas quando for conduzir sua embarcação.

              Quando existe respeito, a diversão não tem limites.

              7) Conheça bem todos os lugares por onde a embarcação irá navegar.

              Não navegue no “escuro”.

              8) Conheça a previsão do tempo antes de sair e fique atento às possíveis mudanças.

              Com precaução, não existe mau tempo.

              9) Previna incêndios em sua embarcação.

              Pequenas medidas, como verificar o quadro elétrico e a validade dos extintores de incêndio evitam grandes tragédias.

              10) Respeite o limite de pessoas a bordo e garanta a estabilidade da embarcação.

              A maioria dos acidentes com vítimas fatais são causados por esse descuido.

              11) Informe seu plano de navegação e a lista das pessoas a bordo ao seu iate clube. Leve sempre um equipamento de comunicação.

              Navegar é bom, mas mantenha contato com terra firme.

              12) Calcule o consumo de combustível para ir e voltar.

              Guarde sempre um terço para eventualidades.

              13) Quando ancorado, não movimente a embarcação se tiver alguém por perto na água.

              A diversão e a segurança precisam navegar juntas!

              14)Tenha coletes salva-vidas para todos a bordo.

              Mas não se esqueça de que a prevenção é o seu melhor salva-vidas.

              15)Não polua mares, rios e lagoas.

              O meio ambiente e a sua família agradecem.

              A Marinha do Brasil convida a população a participar da Operação Verão. A conscientização é tão importante quanto a fiscalização. Procure a Capitania dos Portos, Delegacia ou Agência mais próxima de sua região por meio dos sites www.mar.mil.br ou www.dpc.mar.mil.br e denuncie alguma situação que represente risco para a segurança da navegação, para a salvaguarda da vida humana no mar e para a prevenção da poluição hídrica.

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                Veleiros do Sul festejará 82 anos com festa e competições

                Por: Redação -

                O Veleiros do Sul completará 82 anos na próxima terça-feira (13), mas o aniversário começa a ser festejado neste fim de semana a vai até quarta-feira (14) com uma série de atividades. No sábado haverá a regata de Monotipos a partir das 14 horas e à noite  jantar comemorativo e a entrega dos troféus aos velejadores destaque do ano do clube. No domingo ocorre a a regata para a classe Oceano e o Veleiraço Marinha do Brasil. A premiação das regatas será realizada no domingo a partir das 18h30min, quando também serão entregues os diplomas de conclusão de curso aos alunos da Escola de Vela Minuano em um garden party.

                Na terça (13) às 19h30min, ocorre a tradicional Aposição Floral junto ao busto do Almirante Tamandaré, cerimônia cívica com a participação da Marinha do Brasil em homenagem ao seu patrono e ao Dia do Marinheiro. E na quarta (14) é dia de curtir a edição festiva do Velejaço Noturno dos 82 anos com largada às 20h.

                Programa das Regatas dos 82 anos

                10 dezembro – Sábado

                9h às 12h: Inscrições oceano e monotipos

                14h: Regata de monotipos: Soling, HC 16, HC 14, Snipe, 470, 420, 29er, Laser (Standard, Radial e 4.7), Optimist (Veteranos e Estreantes)


                11 dezembro – Domingo

                9h às 12h: Inscrições para classe Oceano e Veleiraço de Cruzeiro Marinha do Brasil

                14h: Início da sinalização das regatas da classe Oceano e do Veleiraço de Cruzeiro Marinha do Brasil em uma única largada: ORC Int, BRA RGS, J24 e MT 19 e Cruzeiro: Veleiraço Marinha do Brasil para barcos não medidos.

                18h30: Entrega de prêmios

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                  Escunas de Angra recebem Selo de Qualidade do Turismo Náutico

                  Por: Redação -

                  Angra dos Reis sediou na manhã desta quarta-feira (07) a entrega dos primeiros Selos de Qualidade do Turismo Náutico, concedido pelo Sebrae/RJ às embarcações que atenderam aos requisitos definidos pelo Comitê Gestor e passaram pela avaliação de conformidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Das sete inscritas no programa, duas conquistaram o selo, tornando-se pioneiras no Brasil a possuir este atestado de qualidade.

                  Rafael (consultor do Sebrae), Ricardo Ermel, Wellington Rocha, Ernani, Armando Clemente (diretor Sebrae/RJ), Vanessa Cohen, Thiago Fernandes, Margareth Carvalho, José Leôncio Neto (coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde).
                  Rafael (consultor do Sebrae), Ricardo Ermel, Wellington Rocha, Ernani Paciornik, Armando Clemente (diretor Sebrae/RJ), Vanessa Cohen, Thiago Fernandes, Margareth Carvalho e José Leôncio Neto (coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde).

                  O diretor do Sebrae/RJ, Armando Clemente, e o gerente de negócios da ABNT, Luis Boschetti, entregaram o selo aos empresários Fabiano Ribeiro, da Angra dos Reis Turismo, e Letícia Varella, da Angra Ocean. Armando destacou o vanguardismo do Sebrae/RJ ao implementar um projeto inovador que se tornou modelo nacional para os Estados que têm potencial para o turismo náutico. “Este Selo tem um valor intangível. Mostra que Angra dos Reis se destaca não apenas por ser o maior polo de turismo náutico do Brasil, mas também pelo diferencial na gestão da qualidade dos serviços prestados”, afirma o diretor do Sebrae/RJ.

                  Luis Boschetti enalteceu a coragem dos empresários participantes em se submeterem à auditoria da ABNT. “A entrega do Selo representa uma pequena parcela de um longo trabalho. Todos se comprometeram com os princípios do programa que preza pela segurança dos ocupantes das embarcações, a excelência na gestão empresarial e a preservação ambiental dos destinos. Por isso, todos são vencedores”, disse.

                  leticia-varella-e-o-coordenador-do-sebrae

                  O evento contou com a presença do delegado da Capitania dos Portos, Comandante Cruz; do presidente da TurisAngra, Klauber Valente, do chefe da ESEC Tamoios do ICMBIO, Fernando Bruto, da presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), Cristina Fritsch; do coordenador regional do Sebrae/RJ, José Leôncio de Andrade Neto, da coordenadora estadual de turismo do Sebrae/RJ, Margareth Carvalho, e da gestora estadual do projeto de desenvolvimento do turismo náutico, Vanessa Cohen.

                  O Selo é um desdobramento do projeto “Desenvolvimento do Turismo Náutico da Região da Costa Verde”, desenvolvido há 3 anos, e representa um marco na valorização das embarcações e empresas de turismo. Os requisitos para a obtenção do selo foram definidos pelo Comitê Gestor, formado pela ABNT, INEA, Capitania dos Portos, Marinha do Brasil, Sebrae/RJ, TurisAngra, Setur, TurisRio, Angra Convention e Visitors Bureau, ABAR e ATAR.  Os critérios são: requisitos legais, gestão, sustentabilidade, oferta de serviços, infraestrutura e atendimento.

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                  Coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde, José Leôncio de Andrade Neto esclarece que o projeto continua em andamento. “Finalizamos essa primeira etapa com a entrega do Selo, mas o nosso foco é a busca contínua pelo aprimoramento da qualidade. Todas as empresas continuarão recebendo acompanhamento do Sebrae/RJ. As que receberam, terão que renová-lo em 2017, com critérios mais avançados. E as que não receberam, estão a um passo adiante, porque falta pouco para atenderem os requisitos mínimos. Esperamos ter 20 empresas inscritas para obtenção do Selo no ano que vem”, afirma Neto.

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                    Fórum Náutico Paulista propõe lancha de até 20 pés completa por R$ 65 mil

                    07/12/2016

                    Na terceira reunião da Câmara de Motores e Acessórios para Barcos, do Fórum Náutico Paulista, que aconteceu nesta quarta-feira (07), os membros do grupo de trabalho debateram a criação de parâmetros para o programa “Meu Primeiro Barco”, que visa fomentar a indústria náutica em São Paulo e reduzir os custos de produção. O projeto prevê o lançamento de uma embarcação totalmente desenvolvida no Estado de São Paulo, especialmente desenhado para quem está começando a navegar.

                    A nova embarcação, a motor ou a vela, deverá ter entre 4,9 e 6,1 metros de comprimento (de 16 a 20 pés) e potência da motorização entre 60 e 90 hp, no caso de lanchas. O intuito deste projeto é criar um barco (de fibra, alumínio, inflável ou plástico rotomoldado) versátil, seguro e acessível, destinado ao uso em águas parcialmente abrigadas, como represas, rios, canais e baías. E terá como regra principal o preço limitado a R$ 65 mil, já completo para navegar, incluindo capota, material de salvatagem, carreta rodoviária e o próprio motor.

                    Para chegar neste valor final do barco, que pode ser monocasco ou multicasco, a ideia dos integrantes da Câmara de Motores e Acessórios para Barcos do Fórum Náutico Paulista, que tem a participação ativa da Revista Náutica, é padronizar todos os itens envolvidos na montagem da lancha ou do veleiro. Além disso, todos os itens do programa “Meu Primeiro Barco”, exceto o motor, deverão ser fornecidos exclusivamente por empresas paulistas, incluindo os projetos.

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                      Espaço Cultural Conjunto Nacional recebe exposição fotográfica e palestra gratuita com Amyr Klink

                      Por: Redação -

                      Acontece até o próximo dia 15, no Espaço Cultural Conjunto Nacional, em São Paulo, a exposição “Linha D’Água – Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água”, reunindo fotografias do acervo de Amyr Klink. O mundialmente respeitado navegador já realizou mais de 40 viagens oceânicas e tornou-se referência nacional quando se fala em consumo consciente, especialmente da água. O projeto foi inaugurado em 2014, com passagens por várias cidades do país como Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Itajaí (SC) e Rio Verde (GO).

                      “Linha D’Água – Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água” é dividida em três módulos, que remetem a cada um dos barcos usados pelo velejador em algumas de suas principais expedições: barco a remo I.A.T., Paratii e Paratii 2. Ao todo são 30 imagens, dispostas em painéis com textos sobre as viagens. Todo o material expositivo é montado em base sustentável, seguindo assim os princípios do projeto, de estimular a reflexão sobre consumo consciente.

                      A mostra reúne imagens de autoria de Amyr Klink e também algumas fotografias de Marina Klink, sua esposa, que registrou, a partir dos anos 80, belas imagens de esportes de aventura, como asa-delta e competições de iatismo. Velejadora com mais de uma centena de competições no currículo, tornou-se uma das mais respeitadas fotógrafas de natureza do país. Seus primeiros registros aconteceram em 1995 na Antártica. Após 13 viagens para a região, reuniu 180 imagens no livro ‘Antártica – A Última Fronteira’.

                      No dia 13 de dezembro, o velejador ministrará, ainda, palestra no Teatro Eva Herz, da Livraria Cultura, também no Conjunto Nacional. No encontro, Amyr Klink contará sua história e falará sobre as estratégias de consumo de água que utilizou em suas viagens, revelando que planejamento, precisão e consciência são fundamentais. Para participar, é necessário emitir o vale-palestra pelo site www.dcolor.art.br.

                      Exposição fotográfica

                      expo-kassius-trindade
                      Foto Kassius Trindade

                      Data: De 02 a 15 de dezembro
                      Horário: De segunda a sábado, das 7h às 22h, e domingo, das 10h às 22h
                      Local: Espaço Cultural Conjunto Nacional
                      Endereço: Av. Paulista, 2073 – Bela Vista – São Paulo – SP
                      Classificação Livre
                      Evento gratuito

                      Palestra “Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água”

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                      Foto Gabriel Araújo

                      Data: 13 de dezembro (terça-feira), às 19h30
                      Local: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura – Conjunto Nacional
                      Endereço: Av. Paulista, 2073 – Bela Vista –  São Paulo – SP
                      Classificação livre
                      Evento gratuito
                      * Retire seu vale-ingresso no www.dcolor.art.br/ingressos
                      A troca pelo ingresso deverá acontecer no dia do evento das 17h30 às 19h15
                      Os vale-ingressos que não forem trocados até este horário serão invalidados e disponibilizados ao público em geral

                       

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                        Estaleiro Coral ousa e lança lancha com casco vermelho

                        Por: Redação -

                        O tradicional estaleiro carioca Coral, que já confirmou presença no Rio Boat Show 2017, de 5 a 11 de abril, na Marina da Glória, fez a entrega técnica, semana passada, do seu mais ousado modelo Coral 22 L, nas dependências da marina Porto Real Resort, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro. O modelo de proa aberta, um dos menores da linha da Coral, que contempla lanchas de 16 a 50 pés, recebeu um vibrante tom de vermelho no gelcoat do casco, de 6,5 metros de comprimento, fugindo do tradicional branco, e ainda recebeu bancos com tecido bege. Que tal?

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                        Além do casco vermelho, os bancos ganharam tecido bege

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                          Conheça a nova lancha que a Intermarine lançará no Rio Boat Show 2017

                          Por: Redação -

                          O estaleiro paulista Intermarine prepara o lançamento da sua revolucionária Intermarine 62 para o Rio Boat Show 2017. Apostando em novidades nunca antes vistas em embarcações deste porte, como o beach club na popa, vai ser difícil não se encantar com a lancha. Assista este e outros detalhes do barco apresentados por ninguém menos que o próprio designer da Intermarine, e um dos mais famosos designers náuticos do mundo, Luiz de Basto.

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                            10 dicas para economizar combustível

                            Por: Redação -
                            06/12/2016

                            Veja o que você pode fazer para encher o tanque sem precisar esvaziar o bolso de novo tão cedo:

                            1 – Faça manutenção periódica do motor
                            Até porque os mesmos fatores que influenciam na economia de combustível também ajudam a melhorar o desempenho e aumentar a vida útil do próprio motor.

                            2 – Só leve o que for necessário
                            Quanto mais leve o barco estiver, mais ele andará e menos combustível consumirá.

                            3 – Não abasteça demais
                            Tanque cheio demais aumenta o peso a bordo. Abasteça com apenas 1/3 a mais que o necessário para o passeio.

                            4 – Controle a capota
                            Capotas são úteis, protegem do sol, mas aumentam a resistência durante a navegação.

                            5 – Distribua bem o peso a bordo
                            Sem estabilidade não há desempenho. E, sem bom desempenho, o consumo aumenta.

                            6 – Não deixe o motor funcionando à toa
                            Mas, ligar e desligar o motor várias vezes, num curto espaço de tempo, pode trazer outros problemas.

                            7 – Verifique os hélices
                            Qualquer alteração neles aumenta diretamente o consumo. E o mesmo acontece com lemes desalinhados.

                            8 – Controle o peso do barco
                            De tempos em tempos, pese o seu barco. Se ele estiver muito acima do normal, pode haver água dentro do casco. E, peso a mais, você já sabe…

                            9 – Limpe sempre o casco
                            Se o barco ficar no mar por mais de duas semanas, já ficará impregnado de cracas. E casco sujo rouba 10% do desempenho e aumenta também isso no consumo.

                            10 – Acelere gradativamente e navegue em cruzeiro
                            Quanto mais força o motor fizer, mais gastará. Acelere suave e progressivamente e não passe da velocidade de cruzeiro.

                            COMBUSTÍVEL ADULTERADO? O MOTOR AVISA
                            Quase nunca dá para identificar um combustível adulterado a olho nu. Mas, ao ser abastecido por um combustível de má qualidade, o barco imediatamente passa a apresentar determinadas características que podem indicar que ele foi “batizado”. As principais são:

                            Motor engasgando ou morrendo
                            Potência e torque mais fracos
                            Marcha lenta irregular
                            Aumento no consumo
                            Dificuldade em dar a partida
                            Muito mais fumaça

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                              As esquipes que participarão do Desafio Solar Brasil já estão reunidas em Búzios (RJ) para a 9ª edição da competição. Estudantes, professores e organizadores estão na cidade desde a segunda, 5, e se preparam para as provas, que começam nesta quarta-feira, 7, na praia da Armação. A abertura do evento acontece nesta noite de terça.

                              Segundo os organizadores, este ano a prova está ainda maior, com a participação de cerca de 20 embarcações, sendo 13 catamarãs e 7 monocascos, de variados estados, incluindo Rio de Janeiro, Santa Catarina e Amazonas. Os modelos participantes irão para a água até o próximo domingo, dia 11, quando haverá a premiação do evento.

                              O Desafio Solar Brasil é uma iniciativa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e reúne barcos elétricos movidos à energia solar com o objetivo de estimular o desenvolvimento de novas tecnologias de fontes de energia limpa e renovável como combustível para a mobilidade.

                              Foto: Divulgação

                               

                              Náutica Responde

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                                Náutica Responde

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                                  Por: Redação -
                                  05/12/2016

                                  Pernoitar nas águas do Saco do Céu, uma das mais abrigadas e sossegadas baías da Ilha Grande, em Angra dos Reis, é um programa imperdível para quem tem barco na região ou vem de fora para passar temporada. Mesmo nos dias de mar agitado, no Saco do Céu nunca mexe. É o tipo de lugar que todo mundo que tem um barco gosta de atracar, seja para não fazer absolutamente nada ou então para praticar esportes náuticos, como o stand up paddle e andar de caiaque.

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                                  A gostosa e aconchegante piscina da MV Club

                                  A natureza, generosa, caprichou na paisagem do Saco do Céu, com uma bela enseada de águas paradas e uma vasta vegetação ao redor. O proprietário, o simpático Marcos Velloso, encarregou-se do resto, ao transformar o famoso Almirantado, um dos festejados restaurantes que se distribuem à beira-mar do mar da região, também em uma pousada, a MV Club. A sensação é a de se hospedar na casa de um amigo, com a vantagem adicional (e que vantagem!) que ele cozinha muito bem! Sim, porque a pousada fica integrada ao restaurante, que é uma das melhores referências gastronômicas da região.

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                                  Criado há mais de 20 anos, o Almirantado é um dos mais tradicionais restaurantes da Ilha Grande

                                  Por enquanto, são duas exclusivas suítes (em breve, outras duas serão inauguradas), com varanda, ar-condicionado e tudo mais. E o melhor de tudo é que, como só se chega lá de barco, o restaurante (e, agora, a pousada!) é praticamente exclusivo dos amantes do mar. Dá até vontade de trocar o camarote de bordo por uma cama na pousada. Interessou? Ligue para 24/99982-9282 ou acesse www.clubmv.com.br e reserve.

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                                  A pousada fica encravada na natureza do Saco do Céu

                                  Náutica Responde

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                                    Estaleiro Dumar inaugura showroom em São Paulo

                                    Por: Redação -

                                    O tradicional estaleiro paulista Dumar, responsável pelas famosas lanchas de pesca e passeio Wellcraft, inaugurou um novo espaço para apresentar seus modelos de barcos em São Paulo. Em um galpão com mais de 800 metros quadrados, o novo showroom, batizado de Ducraft, fica na rua Guaipa, 1341, e oferece espaço para exibir cerca de 15 modelos de lanchas da marca. Atualmente, o estaleiro Dumar é responsável por uma linha que contempla cinco modelos de lanchas de pesca e passeio, entre 16 e 27,5 pés, e está desenvolvendo uma nova versão, com console duplo, do consagrado modelo Wellcraft 27.5.

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                                      Por: Redação -

                                      No próximo sábado, 10 de dezembro, Porto Alegre receberá a primeira Maratona Aquática da cidade, que contará com um diferencial: a tradicional embarcação turística Cisne Branco irá servir de camarote flutuante, permitindo que o público assista a prova na íntegra. Da maneira tradicional, em terra, só é possível acompanhar a largada e a chegada dos atletas. No camarote, os espectadores terão café da manhã e irão receber um kit com camiseta e brinde dos apoiadores da maratona. Para assistir do camarote, o investimento é de R$ 50.  A entrada é franca para quem acompanhar a competição fora d’água.

                                      Com inscrições abertas até o dia 8 de dezembro, quinta-feira, a 1ª Maratona Aquática de Porto Alegre acontecerá na raia de remo da lha do Pavão, com credenciamento marcado para 7h30min. Com tradição nos esportes aquáticos, o Rio Grande do Sul é o estado com maior número de campeões nas últimas competições nacionais. Despertando o interesse de atletas de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, a maratona representa um primeiro passo para a projeção nacional e internacional do Rio Grande do Sul como referência nesta prática.

                                      Além da promoção da atividade saudável, o evento permite interação com a Orla do Guaíba, reforçando um compromisso sócio ambiental da cidade com a natureza. Com provas de 500m, 1000m e 3000m, a maratona é uma realização da Federação Gaúcha de Desportos Aquáticos, da Prefeitura de Porto Alegre e do GNU.

                                      Foto: Ricardo Giusti/PMPA

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                                        C30 Caiçara supera vendaval e vence desafiadora Regata Volta à Ilhabela

                                        Por: Redação -

                                        A temporada foi intensa, desgastante, com 36 regatas ao longo de nove meses. Os desafios da C30, classe mais equilibrada do Circuito Ilhabela de vela oceânica (Copa Suzuki), garantiram a emoção do campeonato. O Caiçara despontou apenas a partir da penúltima etapa, para conquistar com eficiência o bicampeonato da classe na Capital Nacional da Vela, com sede no Yacht Club de Ilhabela.

                                        Neste fim de semana (3 e 4/12) o barco comandado por Marcos de Oliveira Cesar ainda viveu momentos dramáticos na Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake ao cruzar a linha de chagada 11 segundos à frente do implacável rival Caballo Loco, de Mauro Dottori. O Caiçara completou as 40 milhas (70 km) em 6h49m35. Após o Caballo Loco chegaram Kaikias e +Realizado eCycle. A diferença entre Caiçara e Caballo Loco para o fita azul (primeiro a chegar), Sessentão, conforme o próprio nome tem 60 pés, foi de apenas 12 minutos, o que reforça o nível elevado e a excelência da classe C30.

                                        Kaikias no contravento (Aline Bassi/Balaio)
                                        Kaikias no contravento (Aline Bassi/Balaio)

                                        Grato pelo trabalho a bordo, o comandante bicampeão elogiou a tripulação após mais uma vitória, a 14ª do Caiçara na temporada. “A Regata Volta à Ilha foi mais um exemplo de esforço e dedicação de todos os tripulantes. Após a largada abrimos boa vantagem sobre os adversário e parecia que a situação estava sob controle, mas no final o Caballo Loco se aproximou, colocou pressão e chegamos apenas 11 segundos à frente deles depois de quase sete horas de competição. Uma regata sensacional para fechar o ano com entusiasmo”, comentou Marcos Cesar.

                                        O vice-campeão Mauro Dottori vibrou com desempenho do Caballo Loco e dos demais barcos da classe C30. “O vento saiu do zero e no Bonete as rajadas devem ter chegado a 30 nós. Depois diminui e voltou a aumentar quando entrou o sudoeste. Foi muito bom, divertimo-nos durante toda a regata. Um encerramento digno para a temporada da C30, indefinida até a penúltima etapa. Esse equilíbrio é motivador”.

                                        Bicampeão Caiçara (Aline Bassi/Balaio)
                                        Bicampeão Caiçara (Aline Bassi/Balaio)

                                        Ganhadores da medalha de bronze, os tripulantes do +Realizado eCycle também demonstraram entusiasmo com a evolução da classe. “O que importa é que completamos mais uma Volta à Ilha. Começamos bem, mas perdemos tempo ao nos enroscamos em um cabo preso a um bote na Ponta das Canas. Recuperamos e estávamos próximos dos barcos da frente até o través de Búzios, onde caímos em um buraco de vento. Valeu a diversão e contemplar a beleza da ilha. Na Ponta do Boi atingimos incríveis 19,3 nós (34 km/h).Essa regata não é fácil. Concluí-la já é uma vitória”, definiu o trimmer (regulador de velas) Ricardo Apud.

                                        Classificação final da C30 no Circuito Ilhabela (34 regatas e seis descartes

                                        1. Caiçara (Marcos de Oliveira Cesar) – 47 pontos perdidos
                                        2. Caballo Loco (Mauro Dottori) – 61 pp
                                        3. + Realizado eCycle (José Luiz Apud) – 73 pp
                                        4. Kaikias Felipe Echenique – 96 pp
                                        5. Barracuda (Humberto Diniz) – 97 pp

                                        Texto: Ary Pereira Jr.

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                                          Por: Redação -
                                          03/12/2016

                                          Foi um dia de superação para Robert Scheidt e Maguila. O skipper e o proeiro — únicos representantes do Brasil na rodada final da Star Sailors League, em Nassau, nas Bahamas — bem que tentaram, mas não conseguiram o primeiro lugar na finalíssima. Em uma disputa acirrada, envolvendo apenas quatro barcos, a dupla brasileira ficou na terceira colocação, faturando a medalha de bronze. A vitória coube a Mark Mendelblatt e Brian Fatih, dos Estados Unidos, enquanto os franceses Xavier Rohart e Pierre-Alexis Ponsot asseguraram o vice-campeonato.

                                          As três regatas de hoje (equivalentes às quartas de final, semifinal e final) foram disputadas em formato eliminatório. Embora 10 duplas estivessem classificadas para esta fase, somente oito barcos disputaram a primeira regata. Cinco deles seguiram adiante, juntando-se aos segundos colocados na fase classificatória (Mark Mendelblatt e Brian Fatih), enquanto os três últimos foram eliminados. Com uma performance impecável, Robert Scheidt e Maguila aproveitaram bem os ventos de 12 nós e cruzaram a linha final na frente.

                                          Na segunda regata, já com a participação dos americanos, os brasileiros também correram na frente, porém, chegando em segundo lugar em meio a seis veleiros. Era o suficiente, no entanto, para figurar na finalíssima, ao lado dos primeiros colocados na fase classificatória, Diego Negri e Sergio Lambertenghi, da Itália. Dessa forma, com outros três veleiros eliminados, apenas quatro ficaram na raia para a disputa da terceira (e derradeira) regata: Itália, França, EUA e Brasil.

                                          Passados dez minutos do início da regata, com ventos oscilando entre os 13 e os 14 nós, não dava para saber quem estava na frente. A raia era vasta para tão poucos barcos, que se espalhavam em busca das melhores rajadas. Scheidt e Maguila montaram a primeira boia em primeiro lugar. Porém, perto da terceira boia, os americanos se aproximaram da dupla brasileira e, ali, assumiram a liderança em caráter definitivo.

                                          “Acho que o momento decisivo da regata foi a montagem da boia de baixo (a segunda), que a gente escolheu pelo lado da direita, enquanto eles (americanos) montaram pela esquerda. Lá, eles e os franceses, que os seguiram, acabaram encontrando outra rondada de vento e, com isso, a gente perdeu duas posições depois”, analisou Robert Scheidt, que, apesar da frustração, comemorou o resultado. “É uma dupla nova — eu estou velejando com o Henry (Boening, o Maguila) há pouquíssimo tempo — e a gente está contente com o resultado aqui”, complementou.

                                          Nos próximos dias, Robert Scheidt retorna ao Brasil, onde vai treinar ao lado de Maguila, no Rio de Janeiro, visando a participação, no fim de janeiro, na Miami World Cup, na categoria 49er — que, aliás, poderá ser a futura classe do nosso campeão. Mas, segundo ele, ainda não há nada definido: “Vamos ver se a gente vai conseguir os apoios necessários para isso virar uma campanha. Por enquanto, estamos só velejando”, frisou Scheidt.

                                           

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                                            Por: Redação -
                                            02/12/2016

                                            O brasileiro Robert Scheidt, acompanhado do proeiro Maguila, manteve a terceira colocação geral, com 51 pontos, terminadas as duas regatas que complementaram a fase classificatória das finais da Star Sailors League. Scheidt garantiu, assim, vaga na rodada derradeira — composta de três regatas — que apontará a equipe vencedora do campeonato. No total, dez duplas estão classificadas, sendo que o primeiro e o segundo colocados, Diego Negri/Sergio Lambertenghi (Itália; 43 pontos) e Mark Mendelblatt/Brian Fatih (EUA; 45), levam uma boa vantagem, pois entram, respectivamente, apenas na finalíssima e na semifinal. Robert Scheidt, por sua vez, terá de cumprir as três disputas.

                                            “A gente teve uma chance (de chegar na frente) na primeira regata do dia e chegou a ficar empatado com os italianos (mas terminaram na sexta posição). Depois, a gente não velejou muito bem, acabou cometendo alguns erros e ficou em terceiro no geral”, avaliou o velejador brasileiro, na chegada ao Nassau Yacht Club. “Mas o que vale é amanhã, né? Será uma sequência com menos barcos na raia e, portanto, mais aberta”, aposta ele. “A gente vai com tudo amanhã, embora as condições não sejam as melhores (os ventos ficaram na casa dos 4 ou 5 nós, o que forçou o adiamento das regatas). Foi uma pena não chegar em segundo e poder avançar uma rodada, mas é o que a gente tem”, complementou.

                                            As regatas de amanhã terão caráter eliminatório. Embora 10 duplas estejam classificadas para esta fase, somente oito barcos disputarão a primeira regata, prevista para acontecer às 11h. Em seguida, seis veleiros entrarão na raia para correr a segunda regata, e apenas quatro irão figurar na terceira — incluindo o da dupla italiana. O prêmio para a dupla campeã será de US$ 40 mil.

                                             

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                                              Entrevista: Torben Grael é o nome da vez na vela mundial

                                              Por: Redação -

                                              A vela mundial passa por uma série de mudanças, no sentido de preservar a essência do esporte. A realização da Star Sailors League, cujas finais acontecem em Nassau, nas Bahamas, são sintoma disso, uma vez que a modalidade espelha-se na Associação de Tenistas Profissionais (ATP), que foi criada para defender os interesses dos atletas e, ao longo do tempo, ganhou autonomia para organizar campeonatos – que, por sinal, se tornaram referência no mundo todo.

                                              O que os ventos mais recentes sopram é que essas mudanças passam também pelo Brasil, já que, há pouco mais de 15 dias, o multimedalhista olímpico Torben Grael foi eleito um dos sete vice-presidentes da Federação Internacional de Vela, a World Sailing (antiga Isaf). Torben compõe a chapa do dinamarquês Kim Andersen, que vai gerir a entidade nos próximos quatro anos, mas é tido pela imprensa internacional como “o cara” a ser seguido nas futuras decisões envolvendo a modalidade, dada sua experiência não só como velejador mas, ainda, como dirigente. “É preciso escutar os velejadores. A federação existe em função dos velejadores, e não o contrário”, defende ele, que critica a criação de novas classes. “Isso favorece apenas as equipes mais poderosas economicamente”, opina.

                                              Nesta entrevista exclusiva à NÁUTICA, Torben Grael – que participa das finais da Star Sailors League em Nassau, nas Bahamas – adianta que deverá permanecer no cargo de coordenador técnico da equipe de vela do Brasil, dando continuidade à preparação brasileira para Tóquio-2020. “Foi uma campanha muito boa para o Brasil (na Rio-2016). O desafio é a gente tentar manter o alto nível”, diz o novo VP da World Sailing. Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista.

                                              A imprensa internacional tem destacado que, mesmo sendo o presidente da entidade dinamarquês, a experiência de Torben Grael será determinante nas decisões a serem tomadas pela World Sailing. O que você pode dizer a esse respeito?

                                              É bom que essa seja a opinião que está em voga! (risos) Eu tenho tentado contribuir bastante para o esporte, não só no Brasil, por meio da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO), da qual eu fui vice-presidente na gestão do Lars (Grael, irmão dele), com o próprio Projeto Grael, em que a gente trabalha com a base da vela também, há 18 anos, e tenho experiência em vários tipos de velas diferentes, desde monotipo, de classe olímpica, até volta ao mundo (Volvo Ocean Race), Amercia’s Cup… Acho que isso tudo é bastante importante. E escutar também os velejadores! A federação existe em função dos velejadores, e não o contrário. Às vezes dá a impressão que a ordem vem lá de cima e os velejadores que se virem. Acho importante lembrar que a federação existe para servir os velejadores.

                                              Você já disse que a Star Sailors League é um embrião para que, um dia, tenhamos uma ATP na vela. Quais serão os principais pontos da sua plataforma na vice-presidência da World Sailing?

                                              Acho que precisamos de um pouco de estabilidade. Nos últimos mandatos da World Sailing, houve muita inconsistência, muita sede de mudança sem raciocínio por trás. A vela é um esporte bastante tradicional, que não foi inventado ontem e é praticado há 150 anos. Evoluir é importante, mas não acho que tem que revolucionar o esporte o tempo todo! A gente tem que fazer mudanças de forma estudada, com critério, para que não se fique indo e voltando com mudanças sem sentido. Acho, por exemplo, que a gente teve mudanças de mais de classe em pouco tempo (de 2000 para cá, por exemplo, foram criadas as categorias 49er, 49erFX e Nacra 17), sem critério por trás das mudanças, com muito lobby e interesses econômicos por trás delas. É preciso fazer essas coisas com critério, a partir de uma filosofia que você quer para o esporte, principalmente no caso das classes olímpicas, e ir fazendo mudanças aos poucos. E as mudanças têm que ser feitas sempre para a segunda próxima Olimpíada, e não para a próxima, porque quatro anos ou três anos e pouco é tempo insuficiente para você preparar uma equipe corretamente. Você tem que ter mais tempo para planejar e treinar os atletas para ser competitivo. A cada vez que você faz essa mudança em tempo exíguo, favorece apenas as equipes mais poderosas economicamente, em detrimento daquelas menos favorecidas. Então, isso é ruim para o esporte.

                                              A propósito disso, a assembleia geral que elegeu sua chapa optou pela manutenção das atuais 10 classes olímpicas para Tóquio-2020. Haveria possibilidade da inclusão de uma outra classe ainda? Qual seria?

                                              A gente teve essa chance para o Rio de Janeiro e a Federação Internacional de Vela optou por não incluir a Star de volta no programa olímpico. Se isso tivesse acontecido, teríamos estas 11 classes e seria mais fácil mantê-las, até porque o Comitê Olímpico Internacional quer igualdade de gêneros e, hoje, nós temos quatro classes femininas (49erFX, RS:X, Laser Radial e 470), cinco masculinas (49er, RS:X, Laser, 470 e Finn) e uma mista (Nacra17). Ou seja, já com esses números não há igualdade. Além disso, em geral, as classes que têm o mesmo barco masculino e feminino, como a Laser, a prancha (RS:X) e a 49er, sempre têm mais representantes no masculino que no feminino. Então, a gente tem que acertar isso um pouquinho e, portanto, se tiver que incluir uma classe, tem que ser feminina – senão vai piorar esse balanço. Mas a decisão é de manter as classes para Tóquio-2020 e discutir quais serão as classes em 2024.

                                              Você é um dos sete VPs eleitos da World Sailing. Cada um terá atribuições específicas ou poderá trabalhar temas diversos ou com os quais tenha mais afinidade?

                                              Acho que essas três coisas. A gente vai ter atribuições específicas e cada um vai tentar trabalhar onde tem mais conhecimento para contribuir. Essa decisão vai ser tomada numa reunião da entidade, em Dubai, que vai acontecer de 8 a 12 de dezembro.

                                              Neste período de trabalho na World Sailing, você continuará à frente da coordenação técnica da CBVela?

                                              Vou definir isso após a reunião da World Sailing, em Dubai, mas possivelmente, sim. Até porque não sou ligado diretamente à CBVela, e sim ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).

                                              Qual a sua opinião sobre o novo presidente da CBVela, na verdade reeleito, Marco Aurélio de Sá Ribeiro?

                                              É gente com experiência, que viveu os dois lados da questão, como atleta e como organizador. Então, acho que isso é importante.

                                              E o que é preciso observar e melhorar para a próxima campanha, tendo em vista, inclusive, o desempenho do Time Brasil na Rio-2016?

                                              Nós vamos ter dificuldade para Tóquio-2020, porque a gente teve, obviamente, com a realização da Olimpíada no Brasil, recursos extras que acho que a gente dificilmente irá conseguir. Sem falar que a preparação para Tóquio é muito mais complicada, principalmente em esportes como a vela, do que velejar em casa. Sobre a Rio-2016, eu acho que a participação do Brasil foi muito boa e acima da expectativa, porque o objetivo era bastante alto, ambicioso, e a gente chegou muito perto disso (foram conquistados uma medalha de ouro, com a dupla Martine Grael e Kahena Kunze, na 49erFX, além de dois quartos lugares, com Robert Scheidt, na Laser, e Jorge Zarif, na Finn). Foi uma campanha muito boa para o Brasil. O desafio é a gente tentar manter o alto nível. Todo país que sedia os Jogos Olímpicos tem uma melhoria no seu nível de participação – normalmente, é sua melhor participação histórica. No caso da Grã-Bretanha, eles foram além, conseguindo um melhor resultado na Rio-2016 que em Londres-2012 (foram dois ouros e uma prata contra uma de ouro e quatro de prata). Agora, para haver uma mudança radical, tem que investir muito mais no esporte jovem, aumentar a base da prática esportiva no Brasil. Tem pouca gente praticando esportes olímpicos no Brasil, hoje, e a gente tem que melhorar isso.

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                                                Começou a ser construído em Sichuan, na China, uma réplica em tamanho real do Titanic, o transatlântico que naufragou em 1912. Com os mesmos 270 metros de comprimento e 28 de largura que o original, o navio será colocado em um reservatório da cidade de Daying, onde permanecerá atracado permanentemente, e fará parte do resort turístico de luxo Seven Star International.

                                                Segundo Wuchang Shipbuilding Industry Corporation, construtora da embarcação, o navio será fiel ao projeto do Titanic original e contará com salão de festas, teatro, piscina e quartos de primeira classe, nos quais se tentará recriar o estilo de vida dos passageiros da época. A obra, que contou com a assessoria de projetistas britânicos e americanos, custará 1 bilhão de iuanes (US$ 145 milhões) e tem finalização prevista para meados de 2019.

                                                Foto:Reprodução

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                                                  01/12/2016

                                                  Após a realização das regatas do terceiro dia de competição, Robert Scheidt e seu proeiro, Maguila, seguem entre os primeiros colocados nas finais da Star Sailors League, que acontecem em Nassau, nas Bahamas. A dupla brasileira não teve um dia brilhante como ontem, quando saiu da raia na liderança, mas fez o suficiente para garantir a terceira colocação geral, com 33 pontos. Em primeiro lugar estão Mendelblatt/Fatih (EUA), com 24 pontos, e em segundo, Negri/Lambertenghi (Itália), com 30. Amanhã serão realizadas as duas últimas regatas classificatórias que definirão os 10 grandes finalistas.

                                                  “Hoje foi um dia muito difícil, de vento bem fraco. A largada era um momento crucial e, infelizmente, a gente não conseguiu velejar muito bem taticamente nas duas primeiras regatas (a dupla ficou na 16ª e na 11ª colocação, respectivamente), saímos para o lado errado (da raia), e na terceira a gente foi um pouco melhor, tirando um quinto lugar”, analisou Robert Scheidt, logo após retornar ao Nassau Yacht Club, sede da competição. “Mas os dois adversários diretos (americanos e italianos) na briga foram bem, hoje. Então, a gente perdeu um pouquinho de pontos em relação a eles”, complementou. “Mas, a gente sabe que neste campeonato o que vale é o último dia. Então, tem que ficar entre os 10 primeiros, se classificar e, aí sim, velejar bem.”

                                                  Já as outras duas duplas brasileiras que participam da disputa (Jorginho Zarif/Bruno Prada e Torben Grael/Guilherme de Almeida) não tiveram um bom dia, definitivamente. Após conseguir um quarto lugar na segunda regata, a tripulação timoneada por Grael ficou na 23ª posição na regata derradeira — no geral, estão em 17º (111 pontos). Enquanto isso, Jorginho e Bruno começaram relativamente bem o dia (considerando, inclusive, que tiveram de lidar com a quebra do mastro do barco, ontem), com um sétimo lugar, mas fecharam a segunda regata em 24º e a última em 21º. Com isso, estão na 19ª posição (127 pontos).

                                                  Um total de 25 tripulações, reunindo os melhores velejadores do mundo — não apenas da classe Star, considerada a mais nobre entre os monotipos –, correm 11 regatas. Amanhã, após a realização das últimas duas regatas e com o descarte do pior resultado por parte de cada equipe, serão conhecidos os 10 times que disputarão, no sábado, as quartas de final, a semifinal e, ainda, a grande final, em formato eliminatório. A premiação será de US$ 200 mil, sendo US$ 40 mil para a dupla vencedora.

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                                                    Por: Redação -

                                                    Redução de 83% de da média anual do desmatamento, 36 milhões de mudas de árvores nativas plantadas, 20 mil voluntários. Essas são apenas algumas das conquistas da Fundação SOS Mata Atlântica em 30 anos de atividade, celebrados em evento nesta terça-feira (29), em São Paulo.

                                                    Durante o evento, a diretora-executiva da ONG, Marcia Hirota, aproveitou a comemoração dos 30 anos da instituição e fez um agradecimento especial aos fundadores – cientistas, jornalistas, ambientalistas e empresários que se reuniram em 1986 para agir contra o desmatamento no bioma que é o mais ameaçado do Brasil, entre eles, o fundador e primeiro presidente da ONG, o ambientalista Fabio Feldmann, aplaudido de pé pela plateia.

                                                    “É uma honra ter sido o primeiro presidente, autor de seus estatutos, por ter colocado na Constituição Federal o bioma Mata Atlântica como patrimônio nacional e também por ter sido autor da Lei da Mata Atlântica”, disse Feldmann. “A história da defesa da Mata Atlântica é uma história de luta coletiva, de parcerias e muitos amigos!”, completou.

                                                    Entre os amigos que tiveram a honra de estar presentes na criação da Fundação SOS Mata Atlântica, assinando os estatutos, em meados dos anos 1980, está o editor da antiga revista Mar, Vela e Motor, Ernani Paciornik, hoje presidente do Grupo Náutica, que edita a revista Náutica e organiza os boat shows de São Paulo e Rio. “É muito gratificante fazer parte dessa história, especialmente por lembrar que, em 1980, anos antes da criação da própria SOS Mata Atlântica, ajudamos a plantar a semente da preservação ambiental, quando editávamos uma coluna mensal na revista Mar sobre educação ecológica”, lembra Ernani.

                                                    Veja algumas realizações nos 30 anos da SOS Mata Atlântica:

                                                    • 83% de redução do desmatamento
                                                    • 7 dos 17 estados monitorados no nível do desmatamento zero
                                                    • 36 milhões de mudas de árvores nativas plantadas, promovendo a recuperação de uma área equivalente a Recife
                                                    • Apoio para proteção de 2 milhões de hectares de mar e costa
                                                    • 20 mil voluntários em ações de educação ambiental e qualidade da água dos rios da Mata Atlântica
                                                    • 4 milhões de pessoas impactadas pelas ações da ONG
                                                    • Aprovação da Lei da Mata Atlântica em 2006
                                                    • 72% da população beneficiada nas mais de 3 mil cidades do bioma

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                                                      O estaleiro gaúcho Cimitarra, uma das marcas já confirmadas no Rio Boat Show 2017, entre os dias 5 e 11 de abril, na Marina da Gloria, acaba de nomear seu mais novo representante oficial no estado do Rio de Janeiro. A partir de agora, a tradicional loja All Flags, uma das mais conceituadas do Brasil, comercializará toda a linha de barcos do estaleiro gaúcho, que contempla embarcações de 36 a 76 pés. Na foto acima estão Marcelo Bezzi (Cimitarra), Paulo Kinoshita (All Flags) e a equipe de vendas da All Flags na Marina Piratas, em Angra dos Reis.

                                                      Náutica Responde

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                                                        O sábado, 3, será de festa para a tripulação do barco Caiçara na Regata Volta à Ilha. A tripulação comandada por Marcos de Oliveira Cesar busca a vitória final na temporada para comemorar em grande estilo o bicampeonato da classe C30 no Circuito Ilhabela de vela oceânica (Copa Suzuki). A tradicional regata em homenagem a Sir Peter Blake fecha a quarta etapa e conclui o calendário de 2016 no Yacht Club de Ilhabela.

                                                        “Conquistar o título por antecipação em uma classe tão equilibrada é uma honra para a tripulação do Caiçara. Demonstra que estivemos unidos, tivemos capacidade para superar as dificuldades e respeitamos os adversários. Até a terceira etapa o campeonato estava embolado, mas conseguimos manter a regularidade com uma sequência de vitórias”, celebra o comandante Marcos Cesar.

                                                        Para contornar Ilhabela, os bicampeões esperam vento forte, mais adequado às características do Caiçara. As previsões para sábado, porém, não são animadoras. “Gostaríamos de fechar o campeonato com uma bela regata para toda a flotilha, mas por enquanto a previsão indica vento sul fraco, de apenas seis nós (cinco km/h). Vamos aguardar”, resigna-se Marcos Cesar, justamente o vencedor da Volta à Ilha em 2015, com 8h54h00. O recorde da prova pertence ao Montecristo, com 6h05m12 em 2014.

                                                        O segundo colocado no Circuito Ilhabela é o Caballo Loco, de Mauro Dottori, e a expectativa é de que o +Realizado eCycle complete o pódio da temporada na classe C30 após a Volta à Ilha. “No último fim de semana tivemos dois dias intensos, com muitas alternativas em função da oscilação do vento. Em várias regatas, três barcos chegaram praticamente juntos em cima da linha, com uma diferença inferior a dez segundos entre eles. É o que garante a emoção na C30”, enfatiza o trimmer do +Realizado, Ricardo Apud.

                                                        O tripulante aproveita para elogiar os adversário e mostrar otimismo para o sábado. “O pessoal do Caiçara estão de parabéns. Eles velejaram muito e quase não deram chances aos demais barcos. Os velejadores do Caballo Loco também merecem o pódio pela consistência e pelas batalhas honestamente disputadas. Vamos encerrar o ano com a Volta à Ilha e espero vencer a regata. Temos barco e tripulação para isso. Iremos para cima deles”, decide Apud. Kaikias e Barracuda completam a flotilha da C30 em Ilhabela.

                                                        Classificação parcial da 4ª Etapa após seis regatas e um descarte

                                                        1. Caiçara (Marcos de Oliveira Cesar) – 1 2 (3) 1 1 1 = 6 pontos perdidos
                                                        2. Caballo Loco (Mauro Dottori) – 2 1 1 2 2 (3) = 8 pp
                                                        3. + Realizado eCycle (José Luiz Apud) – (4) 3 2 3 3 2 = 13 pp
                                                        4. Kaikias (Felipe Echenique) – 3 4 (5 DNC) 4 4 4 = 19 pp
                                                        5. Barracuda (Humberto Diniz)

                                                        Foto: Aline Bassi

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                                                            Salvador está sendo palco para mais uma edição do Festival Náutico, que começou no último sábado, 26, com o 8º Rally Náutico da Bahia, e vai até este domingo, dia 4. O primeiro fim de semana do festival contou, ainda, com a 1ª Regata da Cidade de Salvador agitando as águas, no domingo, 27, com a participação de cerca de 50 embarcações e 70 velejadores. A largada aconteceu no Porto da Barra, que também serviu como chegada, após passarem pelo Rio Vermelho.

                                                            Neste fim de semana, o evento continua com mais três competições. No sábado, dia 3, será realizada a 2° Travessia Baía de Todos-os-Santos. O percurso feito por nadadores dura, em média, duas horas, com largada na Praia do Duro, em Mar Grande, e chegada ao Porto da Barra. Já no domingo, 4, último dia de competições, acontece o 4º Desafio Travessia Mar Grande. Com saída de Mar Grande, às 8h30, e remada até a praia de Porto da Barra, em uma distância de aproximadamente 10 km. Participam do evento praticantes de Stand Up Paddle e Canoa Havaiana.

                                                            Mais uma competição completa a grade do 2° Festival Náutico de Salvador: o Campeonato Brasileiro de Windsurf 2016. O evento, que conta com participação de atletas das classes Raceboard, Techno 293 e RSOne, vai acontecer na praia da Rua K, em Itapuã, de 2 a 4 de dezembro.

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

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