Dia de decisão

Por: Redação -
14/08/2016

Em um dia de sol e calor no Rio de Janeiro, com temperatura na casa dos 26 °C, todas as atenções na Marina da Glória — sede das competições de vela na Rio-2016 — voltam-se para a classe RS:X, que terá, daqui a pouco, a sua decisão, com a realização das Medal Races. Apenas dez atletas participam de cada uma das chamadas Regatas da Medalha, e há dois brasileiros na disputa: os velejadores Ricardo Winicki, “Bimba”, e Patricia Freitas, da RS:X, classificados em 7º e 9º lugar na geral, respectivamente.

Bimba é quem vai para a raia primeiro. A previsão de largada às 13h05, no entanto, foi revista, em razão da falta de ventos. Porém, tanto a primeira quanto a segunda colocação na RS:X Masculino já estão definidas — com sabor de repeteco. O holandês Dorian van Rijsselberghe, dono do ouro em Londres-2012, fez o mesmo na Rio-2016. Assim como o britânico Nick Dempsey, que ficou com a prata nos Jogos de Londres e, agora, repete a posição nos Jogos da Cidade Maravilhosa. Ambos só perderão suas posições se forem desqualificados na regata derradeira, o que é, praticamente, impossível.

Assim, resta o bronze, mas, infelizmente, Bimba não tem mais condições matemáticas de conquistá-lo. Resta a ele, então, cumprir um bom desempenho na raia da Praia do Flamengo. Os melhores resultados do velejador brasileiro em Olimpíadas foram um quarto e um quinto lugar, em Atenas-2004 e em Pequim-2008, respectivamente.

No caso da RS:X Feminino, com largada prevista para as 14h05, está tudo em aberto, mas as chances de Patricia Freitas são difíceis, matematicamente, já que, além de uma boa performance, ela precisa de uma combinação de resultados para subir ao pódio. De qualquer forma, em sua conta no Instagram, a atleta pediu, ontem, a ajuda dos brasileiros para conseguir o possível e o impossível na raia. “(Estou) Convocando toda a torcida para fazer muito barulho na Praia do Flamengo, amanhã”, escreveu.

Além das Medal Races na classe RS:X, haverá, hoje, disputas regulares nas categorias 470 Feminino e Masculino, Nacra 17 e Finn.

Foto: Divulgação

Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

 

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

    Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

    Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

    Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

    158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

    Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

    Rio-2016

    12/08/2016

    Depois de muita instabilidade climática no Rio de Janeiro, a sexta-feira terminou com os velejadores Ricardo Winicki, “Bimba”, e Patricia Freitas, da RS:X, classificados em 7º e 9º lugar na geral, respectivamente, para a Regata da Medalha, que acontece domingo, dia 14.

    O dia foi de estreia para os atletas brasileiros da 49er – estreantes, também, nos Jogos Olímpicos -, Marco Grael e Gabriel Borges , que ficaram em 10º e 11º lugar nas regatas de hoje, ocupando a 12ª posição na colocação geral; e Martine Grael e Kahena Kunze, que ficaram em 9º e 1º lugar nas regatas de hoje, ocupando a 2ª posição na colocação geral, atrás somente das canadenses Erin Rafuse e Dannie Boyd.

    De volta à água hoje pela Laser, Robert Scheidt melhorou seu desempenho, chegando em 4º e 5º nas duas regatas desta sexta, e subiu do 4º para o 2º lugar na colocação geral. Estando classificado para a final, o atleta tentará sua sexta medalha olímpica na medal race que acontece na segunda-feira, dia 15. A brasileira da Laser Radial, Fernanda Decnop, ocupa a 24ª colocação geral.

    Já na 470, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, que haviam passado da 4ª para a 9ª colocação geral, ocupam, agora, a 7ª posição, depois de ficar em 10º e 2º lugar nas regatas do dia. Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, passaram da 23ª para a 24ª posição.

    Abaixo, “Bimba”, competindo pela RS:X masculino:

    Foto: Divulgação

    Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

    Náutica Responde

    Faça uma pergunta para a Náutica

      Relacionadas

      Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

      Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

      Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

      Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

      158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

      Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

      Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

      O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

      Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

      Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

      Horizon FD 85

      A primeira unidade do Horizon FD 85, da Horizon Yachts, foi lançada e está pronta para ser entregue ao seu proprietário. Medindo 25,99 metros de comprimento, este novo modelo apresenta design interior e exterior assinado pelo estúdio holandês de design Cor D. Rover e é a primeira embarcação da nova gama de deslocamento rápido do estaleiro. Sua boca (largura) de 7,07 metros resulta em volume interno 25% maior do que a maioria dos iates desta classe, segundo a marca.

      Conta com acomodações para 10 convidados nos cinco camarotes disponíveis, além do alojamento para até três tripulantes. As janelas do chão ao teto foram pensadas para maximizar a entrada de luz natural no salão principal e na sala de jantar. O acesso ao flybridge é feito por duas escadas externas, que levam à piscina do convés superior e à cabine do piloto.

      O modelo pode ser equipado com dois motores Caterpillar C18, de 2 272 hp no total, atingindo uma velocidade máxima de 16 nós. Aos 10 nós, Horizon FD 85 tem um alcance de 1 670 milhas náuticas, graças a capacidade de combustível de 10 200 litros.

      Segundo a Cor D. Rover, planos para um modelo menor, chamado Horizon FD 65, já estão em desenvolvimento.

      Foto: Divulgação

      Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

      Náutica Responde

      Faça uma pergunta para a Náutica

        Relacionadas

        Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

        Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

        Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

        Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

        158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

        Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

        Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

        O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

        Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

        Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

        Praia de vidro

        Por: Redação -

        O Parque Estadual MacKerricher, perto de Fort Bragg, no estado norte-americano da Califórnia, abriga uma inusitada praia, Glass Beach, formada por um tapete de pedras de vidro multicolorido. O local foi, durante vários anos, usado como lixão pelos moradores, que depositavam ali todo tipo de eletrodomésticos e garrafas.

        Dizem que o lixo era atirado pelos moradores dos penhascos que contornam a costa da região, e que a prática era tão comum que muitas vezes se produziam incêndios para reduzir o tamanho da pilha. Somente em 1967 as autoridades deram fim à prática ilegal, proibindo o descarte e iniciando a limpeza da área para sua recuperação ambiental.

        Hoje, Glass Beach, que passou por ação da natureza – o mar foi quebrando os vidros abandonados na areia, formando pedras de diferentes tamanhos, formatos e cores – é uma área de proteção ambiental aberta à visitação pública e vem se degradando graças aos turistas, que mesmo proibidos de recolher os pedaços de vidro que compõem a principal característica do local, ainda o fazem. As áreas protegidas da curiosa praia abrigam, ainda, muitas plantas nativas em perigo de extinção, assim como uma grande variedade de caranguejos e moluscos.

        Foto: Reprodução

        Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

        Náutica Responde

        Faça uma pergunta para a Náutica

          Relacionadas

          Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

          Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

          Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

          Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

          158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

          Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

          Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

          O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

          Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

          Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

          Vai, Brasil!

          Estão previstas para esta sexta de tempo instável no Rio de Janeiro, 20 regatas da fase de classificação. Os barcos das classes 470, 49er, RS:X e Laser irão para as águas da Baía de Guanabara na briga pela classificação na fase final da vela dos Jogos Olímpicos Rio-2016. O início das provas, que estava previsto para às 13h, foi adiado devido ao mau tempo na cidade maravilhosa. Inclusive os barcos da RS:X feminino e Laser Radial feminino, que já estavam competindo, tiveram a prova interrompida por causa das condições climáticas.

          Hoje é dia decisivo para os velejadores da classe RS:X. No último dia classificatório, a classe disputará Regata da Medalha no domingo, 14, e conta com Ricardo Winicki, o Bimba, e Patricia Freitas como representantes brasileiros da modalidade. Os atletas estão na e 8ª na 5ª posição, respectivamente.

          Na Laser, Robert Scheidt conseguiu dois bons resultados nas regatas de quarta-feira, um 11º e um 2º lugar, mas os 23º e 27º lugares nas regatas de segunda e terça-feira devem pesar no resultado final do atleta que tenta sua sexta medalha olímpica. Scheidt é o 4º na classificação geral, mas precisa de resultados mais regulares para subir para a zona de medalhas na medal race que acontece na segunda-feira, dia 15. A brasileira da Laser Radial, Fernanda Decnop, ocupa a 23ª colocação geral.

          Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, passaram da 4ª para a 9ª colocação geral e também velejam hoje, assim como Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, que ocupam a nada confortável 23ª posição.

          Estreia do dia, a 49er traz Marco Grael e Gabriel Borges na disputa masculina e Martine Grael e Kahena Kunze, na feminina. Marco e Martine trazem a vela no DNA. Em Atlanta-1996, o pai deles, Torben Grael, conquistou o ouro na Star ao lado de Marcelo Ferreira; e o tio Lars Grael foi bronze na Tornado com Kiko Pelicano. Marco e Gabriel são estreantes nos Jogos Olímpicos, assim como as representantes femininas Martine e Kahena. Que os bons ventos soprem para o lado do Brasil!

          Foto: Divulgação

          Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

           

          Náutica Responde

          Faça uma pergunta para a Náutica

            Relacionadas

            Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

            Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

            Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

            Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

            158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

            Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

            Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

            O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

            Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

            Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

            Projeto diferente

            Entre as tantas curiosidades da Holanda, uma ponte submersa, apresentada em 2002, chama a atenção de quem passa pelo país. Pensada para conectar a parte continental da Holanda à ilha artificial Flovoland, o projeto foi escolhido entre várias ideias propostas, que incluía a de um túnel subaquático. O objetivo era conseguir uma construção que possibilitasse o acesso de transporte terrestre e aquático sem interrupções, engarrafamentos nem atrasos.

            Para a realização da obra, um aqueduto foi levado a cabo e foram feitas calçadas nas laterais da estrada, para que nem mesmo os pedestres ficassem de fora. Hoje, as pessoas transitam pela construção, que tem três metros de profundidade. Por dia, cerca de 28 mil carros passam pelo local, enquanto os barcos podem navegar sobre a ponte.

            Foto: Reprodução/Divulgação

            Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

            Náutica Responde

            Faça uma pergunta para a Náutica

              Relacionadas

              Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

              Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

              Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

              Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

              158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

              Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

              Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

              O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

              Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

              Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

              Qualidade e performance

              Por: Redação -

              Um dos destaques do São Paulo Boat Show 2016 será o Williams Turbojet 385. Projetado para servir de embarcação de apoio em lanchas e veleiros acima de 60 pés, este barco inflável de Hypalon, feito na Inglaterra, tem acabamento de primeira e performance invejável, passando com facilidade dos 40 nós. Usa motor a gasolina quatro tempos de 100 hp e propulsão hidrojato, o que proporciona agilidade e segurança, além do fato de poder navegar em águas rasas.

              O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

              Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

              Foto: Divulgação

              Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

              Náutica Responde

              Faça uma pergunta para a Náutica

                Relacionadas

                Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                Desenvolvimento do setor

                Por: Redação -

                A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável de Palhoça e o Sebrae/SC realizarão o curso de Gestão Financeira para as empresas do setor náutico localizadas no município de Palhoça, abordando temas como planejamento financeiro, fluxo de caixa e planejamento de investimentos. Serão 20 horas presenciais mais duas horas de consultoria, de 15 a 26 de agosto, das 19h às 22h30, na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável. A inscrição é gratuita, com ficha disponível na internet, e conta com vagas limitadas. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (48) 3283-0169.

                Foto: Fotolia

                Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                Náutica Responde

                Faça uma pergunta para a Náutica

                  Relacionadas

                  Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                  Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                  Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                  Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                  158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                  Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                  Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                  O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                  Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                  Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                  Segue a disputa

                  11/08/2016

                  A quinta-feira foi um dia cheio para os brasileiros da vela na Olimpíada Rio-2016. Com 16 regatas no decorrer da tarde, estiveram na água as classes Finn, RS:X Feminina e Masculina, 470 Feminina e Masculina e Nacra 17, para a fase classificatória da competição.

                  Na classe Finn, Jorginho Zarif terminou a sexta regata da competição na 19ª posição, ocupando 10º lugar na classificação geral. Os primeiros colocados da categoria são Giles Scott, da Grã-Bretanha, Vasilij Zbogar, da Eslovênia, e Zsombor Berecz, da Hungria.

                  Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, foram da 4ª para a 9ª posição na colocação geral, depois de ficar em 10º lugar na segunda regata de hoje. Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, continuam ocupando a nada confortável 23ª posição, após quatro regatas no total.

                  Após o dia de descanso, Ricardo Winicki, o Bimba, e Patricia Freitas voltaram a velejar na RS:X em busca de melhores resultados após a terça-feira cheia de altos e baixos. Bimba continua em 8º na colocação geral e Patricia foi para 5º, atrás somente de Itália, França, Rússia e Espanha.

                  Na Nacra 17, Isabel Swan e Samuel Albrecht, terminaram a quarta regata do dia, de seis no total, no 16º lugar, indo para 8º no geral. As duplas australiana, britânica e italiana lideram, nesta ordem, primeiro, segundo e terceiro lugar.

                  A torcida, agora, é que os brasileiros terminem a fase classificatória em melhor colocação para ficar mais perto da zona de medalhas na fase final (medal race) que começa no domingo, 14.

                  Foto: Divulgação

                  Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                   

                  Náutica Responde

                  Faça uma pergunta para a Náutica

                    Relacionadas

                    Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                    Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                    Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                    Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                    158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                    Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                    Mapeamento ambiental

                    Por: Redação -

                    O piloto de paramotor e ambientalista Lu Marini e sua equipe, formada por seis profissionais, partem para a região de Mariana, em Minas Gerais, no dia 29 de agosto, para dar início à expedição “Rastreando o Rio Doce”, que tem como missão relatar a situação do Rio Doce, mostrar o cenário da natureza no entorno, assim como registrar imagens inéditas e histórias de quem perdeu tudo e teve que recomeçar a vida.

                    Durante a expedição, um mapeamento será feito através dos voos, registrando importantes detalhes sobre a tragédia em toda a extensão do Rio Doce, além de entrevistar ribeirinhos, pescadores e pessoas que ainda hoje estão sofrendo, passados quase um ano do desastre. O objetivo é de passar por mais de 220 municípios encerrando a atividade na foz do rio em Regência, no Espírito Santo, após aproximadamente 23 dias.

                    “Essa expedição será emocionante e desafiadora. Estarei frente a frente a maior tragédia mundial da mineração. Quero contar detalhes da história dos moradores e como estão vivendo atualmente. Espero encontrar no caminho pessoas que, de alguma forma, conseguiram dar a volta por cima e hoje, apesar dos problemas, voltaram a sorrir e a ter esperança de dias melhores”, comenta Lu Marini.

                    A expedição resultará em um documentário e um livro, que serão lançados em abril de 2017, quando acontecem as comemorações pelo aniversário do Rio Doce.

                    O Desastre

                    Em 5 de novembro de 2015, o rompimento da barragem de Fundão, na cidade de Mariana (MG) fez com que uma enorme onda de lama, com mais de 50 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, atingisse mais 40 cidades no entorno do Rio Doce. O desastre resultou no sumiço de algumas cidades, como Bento Rodrigues, que foi completamente devastada, deixou 19 mortos, 1 desaparecido e 1 500 hectares de matas próximas a rios devastadas.

                    Com cerca de 850 km de extensão, seu curso representa a mais importante bacia hidrográfica totalmente incluída na Região Sudeste. Suas nascentes estão localizadas na Serra da Mantiqueira, no encontro do Rio Piranga com o Rio do Carmo.

                    Projeto Rios

                    Em 2014, Lu Marini deu início ao Projeto Rios, decolando para sobrevoar toda a extensão do rio mais poluído do Brasil. Foram mais de 1 100 quilômetros sobre o Tietê, conhecendo de perto os problemas da poluição que o rio enfrenta, além de presenciar a maior seca dos últimos setenta anos.

                    No ano seguinte, o piloto de aventura decolou para sobrevoar o Rio São Francisco, da nascente, localizada na Serra da Canastra, até sua foz na divisa de Alagoas e Sergipe. Foram 30 dias e quase 3 000 quilômetros documentando a situação atual de um dos cursos d’água mais importantes da América do Sul.

                    Já em março de 2016, o piloto sobrevoou o Rio Paranapanema, considerado um dos rios mais limpo do estado de São Paulo.

                    Outros importantes rios serão sobrevoados pelo piloto, entre eles, Xingu, Tocantins, Araguaia, Paraná e Amazonas.

                    Foto: Divulgação

                    Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

                    Náutica Responde

                    Faça uma pergunta para a Náutica

                      Relacionadas

                      Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                      Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                      Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                      Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                      158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                      Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                      Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                      O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                      Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                      Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                      Novidade internacional

                      A Custom Line, uma das marcas do Grupo Ferretti, anunciou o lançamento da primeira unidade do seu mais recente modelo, o Navetta 37. O modelo de 121 pés nasceu da colaboração entre o comitê estratégico de produtos e do departamento de engenharia da Ferretti, além do Studio Zuccon International Project. Com linhas limpas e amplos espaços somados à qualidade de navegabilidade, conforto, segurança e personalização, Navetta 37 já contava com três unidades vendidas antes mesmo de seu lançamento – um para a Europa e dois para o Oriente Médio.

                      A embarcação será apresentada oficialmente no início de setembro, em um evento particular, em Monte Carlo, sendo uma das atrações do Cannes Yachting Festival e do Monaco Yacht Show.

                      Foto: Divulgação

                      Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                      Náutica Responde

                      Faça uma pergunta para a Náutica

                        Relacionadas

                        Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                        Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                        Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                        Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                        158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                        Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                        Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                        O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                        Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                        Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                        Novidade em Floripa

                        Por: Redação -

                        A já bela Florianópolis deve ficar ainda mais atrativa para moradores e turistas após a apresentação de um novo projeto, a construção do Parque Urbano e da Marina Beira-Mar Norte. A iniciativa foi da prefeitura que realizou um edital para escolher o melhor projeto, venceu as equipes dos escritórios de arquitetura ARK7 e JA8. São 320 mil metros quadrados na Baía Norte e paralelos à Avenida Jornalista Rubens de Arruda Ramos (popularmente chamada de Beira-mar Norte), divididos em quatro grandes áreas: Praça da Água, Praça Central, Praça do Mar e uma marina com vagas públicas e privadas.

                        Quase 50 profissionais trabalharam no projeto que envolveu arquitetos, engenheiros, urbanistas, geógrafos, biólogos, oceanógrafos, paisagistas e especialistas em sustentabilidade. “É um projeto conectado com a cidade e a análise que o fundamentou envolveu outras áreas de lazer e espaços públicos de Florianópolis”, explica o arquiteto Giovani Bonetti, sócio da ARK7, junto com os também arquitetos Marcos Jobim e Silvana Calevaro. “O parque vai irradiar soluções para toda a orla da Baía Norte e seu entorno”, acrescenta Jobim. “A cidade ressente-se de espaços públicos, em especial de áreas interativas com o mar”, observa Silvana Calevaro. Para Juliana Castro, da JA8, o parque é acessível, diversificado e abrangente – o que proporcionará o uso da população em larga escala.

                        O Parque Urbano e Marina Beira-Mar Norte é uma iniciativa da Prefeitura de Florianópolis, que promoveu concurso para selecionar o projeto do futuro espaço. A equipe liderada pela ARK7 e JA8 venceu nos quesitos ‘Estudo preliminar arquitetônico e urbanístico’ e ‘Viabilidade econômica e financeira’. A implantação envolve novo projeto de licitação pública, no qual os vencedores terão direito a explorar a área por 30 anos – e a expectativa da Prefeitura é de realizá-la ainda em 2016.

                        Imagens Divulgação

                         

                        Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

                        Náutica Responde

                        Faça uma pergunta para a Náutica

                          Relacionadas

                          Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                          Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                          Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                          Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                          158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                          Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                          Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                          O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                          Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                          Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                          Beneteau GT 48

                          Por: Redação -

                          A lancha Beneteau GT 48, maior modelo da linha Gran Turismo da francesa Beneteau, começará a ser produzida na fábrica brasileira da marca ainda neste ano. A primeira unidade ‘made in Brasil’ será lançada no primeiro semestre no que vem, provavelmente no Rio Boat Show 2017.

                          A embarcação, chamada de GT 46 lá fora, apresenta um hardtop aberto, vidros laterais elétricos e uma grande porta de vidro que protege o cockpit. Ela oferece dois arranjos de convés possíveis: com galley na popa ou no cockpit. Seu interior conta com a suíte do proprietário oferecendo uma vista para o mar nos dois bordos e uma cabine de hóspedes com chuveiro separado no banheiro. A Gran Turismo 46 apresenta arranjos com duas ou três cabines, oferecendo um interior de qualidade para seu tamanho, bem ventilado e provido de muita luz natural.

                          A lancha tem como destaques, ainda, a ampla plataforma de banho submersível, projetada para cargas de até 350 quilos, podendo suportar facilmente o peso de um jet ski ou bote, e o banco de popa, movido por controle remoto, pode se converter em duas espreguiçadeiras, criando um espaço de relaxamento para aproveitar o sol.

                          Oferece como opções de motorização uma parelha de  Volvo IPS 600 ou rabetas com até 2 x 400 hp, e vem equipada com a tecnologia Air Step®, que aumenta o volume de entrada de ar sob o casco e reduz o consumo de combustível, permitindo uma aceleração mais rápida e aumento de velocidade.

                          Foto: Divulgação

                          Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                          Náutica Responde

                          Faça uma pergunta para a Náutica

                            Relacionadas

                            Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                            Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                            Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                            Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                            158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                            Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                            Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                            O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                            Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                            Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                            Arcadia 85S

                            Depois da entrega, em maio deste ano, para o proprietário americano, Arcadia Yachts anunciou que a nova edição do Arcadia 85, o Arcadia 85S, fará a sua estreia mundial na próxima edição do Cannes Yachting Festival, em setembro.

                            Projetado por Francesco Guida Design, o que diferencia a nova versão do Arcadia 85 original é a inclusão de um conceito inovador de sky lounge, conversível em uma terceira plataforma abrigada. Com 25,9 metros, o modelo conta com amplas janelas e vem com quatro camarotes – sendo dois individuais, a suíte vip à proa e a suíte privada do proprietário -, podendo acomodar até oito pessoas.

                            Em termos de desempenho, Arcadia 85S é alimentado por uma parelha de motores MAN a diesel R6 com 730 hp cada, alcançando uma velocidade máxima de 18 nós e 16 nós em cruzeiro, além de uma gama de 850 nm a 12 nós.

                            Durante o salão náutico, que acontece de 6 a 11 de setembro, a Arcadia Yachts exibirá, ainda, a embarcação de 31 metros A100, bem como o modelo Sherpa.

                            Foto: Divulgação

                            Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                             

                             

                            Náutica Responde

                            Faça uma pergunta para a Náutica

                              Relacionadas

                              Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                              Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                              Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                              Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                              158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                              Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                              Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                              O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                              Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                              Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                              Dia cheio

                              Por: Redação -

                              Os brasileiros da classe Finn, RS:X Feminina e Masculina, 470 Feminina e Masculina e Nacra 17 estarão na água nesta quinta-feira para as regatas da classe classificatória das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Após o dia de descanso, Ricardo Winicki, o Bimba, e Patricia Freitas voltam a velejar na RS:X em busca de melhores resultados após a terça-feira cheia de altos e baixos. Os dois ocupam a 8ª colocação na classificação geral e buscam terminar a fase classificatória em melhor colocação para ficar mais perto da zona de medalhas na final (medal race) que acontece no domingo.

                              Já a classe Laser, de Robert Scheidt e Fernanda Decnop, terá dia de folga para descanso e acerto de estratégia. Robert Scheidt conseguiu dois bons resultados nas regatas de ontem, um 11º e um 2º lugar, mas os 23º e 27º lugares nas regatas de segunda e terça-feira devem pesar no resultado final do atleta que tenta sua sexta medalha olímpica. Robert Scheidt é o 4º na classificação geral, mas precisa de resultados mais regulares para subir para a zona de medalhas na medal race que acontece na segunda-feira, dia 15. A brasileira da Laser Radial, Fernanda Decnop, ocupa a 23ª colocação geral.

                              Na Finn, Jorginho Zarif é o 8º e busca, assim como Scheidt, maior regularidade nos resultados. Na Nacra 17, Isabel Swan e Samuel Albrecht, são os 7º colocados no geral e também vão para a água hoje em busca de bons resultados.

                              Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, estão na 4ª colocação geral e também velejam hoje. Assim como Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, que ocupam a nada confortável 23ª posição.

                              As regatas começam às 13h de hoje.

                               

                              Foto Divulgação

                              Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                              Náutica Responde

                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                Relacionadas

                                Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                Rio-2016

                                10/08/2016

                                Com vento forte no Rio de Janeiro, o início do terceiro dia de regatas da Olimpíada 2016 foi o dia mais complicado de ventos até agora. De calmaria a ventos de 20 nós, teve até mesmo algumas provas adiadas, como a terceira regata da Nacra 17.

                                Promessa do Brasil na classe Finn, Jorginho Zarif terminou a primeira regata do dia na 11ª posição e a segunda na 22ª, ficando em 8º lugar na classificação geral, após quatro regatas disputadas no total.

                                Na Laser masculina, Robert Scheidt terminou em 11º a primeira regata do dia, e ficou na segunda colocação na sexta regata da competição, ocupando o 4º lugar na colocação geral. Na Laser Radial, Fernanda Decnop terminou a quinta regata classificatória em 28º lugar e a sexta em 26º.

                                Na 470 feminina, as gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan enfrentaram as duplas Jo Aleh e Polly Powrie, da Nova Zelândia, que foram medalha de ouro em Londres-2012, e Hannah Mills e Saskia Clark, da Grã-Bretanha, que medalha de prata na última Olimpíada. As brasileiras perderam duas posições na última perna e terminaram as regatas de estreia em quinto lugar, quarta colocação geral. Na 470 masculina, Henrique Haddad e Bruno Bethlem terminaram em 19º lugar a regata de estreia e em 23º a segunda regata do dia.

                                Na Nacra 17, Samuel Albrecht e Isabel Swan largaram bem na primeira regata do dia — ambos têm participações olímpicas anteriores —, mas nenhum deles em catamarãs, como nesta classe. Na busca pela vitória, Samuca e Isabel enfrentaram os tetracampeões mundiais Billy Besson e Marie Riou, da França. A dupla brasileira, que terminou a primeira regata do dia na 17ª colocação, venceu a segunda regata da Nacra e segue em 7º lugar na colocação geral.

                                Foto: Divulgação

                                Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                Náutica Responde

                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                  Relacionadas

                                  Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                  Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                  Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                  Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                  158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                  Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                  Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                  O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                  Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                  Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                  Para os pescadores

                                  Por: Redação -

                                  A Nautispecial, empresa que há 20 anos produz, em São Paulo, itens à base de matérias primas biodegradáveis para limpeza e conservação de barcos de fibra, acaba de lançar uma linha de produtos específicos para a conservação e manutenção de equipamentos de pesca, batizada de Fish 1. E um dos primeiros produtos é o Reel Grease Precision, uma graxa de silicone de alta precisão (com politetrafluoretileno, um tipo de fluorpolímero que reúne várias características mecânicas e químicas) que ajuda a reduzir a fricção de engrenagens plásticas e de metal, como molinetes e rolamentos de rolete (anti-reverso), usados em água salgada ou doce. Segundo o fabricante, o uso regular do Reel Grease ainda serve para proteger os equipamentos contra a corrosão. A linha Fish 1 é formanda ainda por outros três tipos de óleos (reel oil), dois tipos de graxas, um limpador (para remover graxa, óleo e sal) e um prático spray para proteger carretilhas, molinetes e iscas.

                                  Foto: Otto Aquino

                                  Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                   

                                  Náutica Responde

                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                    Relacionadas

                                    Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                    Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                    Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                    Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                    158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                    Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                    Novidade

                                    Por: Redação -

                                    O e-Key Remote, da Volvo Penta, é o primeiro chaveiro náutico do mercado, do tipo canivete, que ao toque de um botão processa a ligação das baterias, substituindo a chave geral tradicional, junto com muitos quilos de cabos de cobre de diâmetro alto. A inovação será lançada durante o São Paulo Boat Show 2016, que acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo.

                                    Modernizado, o local terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                                    Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                    Foto: Divulgação

                                    Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                    Náutica Responde

                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                      Relacionadas

                                      Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                      Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                      Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                      Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                      158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                      Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                      Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                      O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                      Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                      Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                      Pura diversão

                                      Sair para navegar por si só já é pura diversão. Imagine, agora, se o seu dia no barco contar, ainda, com uma parede de escalada, por exemplo. Ou com escorregadores infláveis que permitem uma divertida descida de bordo para a água. A empresa norte-americana FunAir pensou nisso e oferece aos amantes da navegação – e da diversão – uma gama de brinquedos para fazer você aproveitar ainda mais o seu dia no mar.

                                      Entre os produtos da linha, está o Climbing Wall, equipado com pegas e cordas de escalada, e plataforma de salto anti-derrapante. Pensado para oferecer segurança aos usuários, o modelo pode ser totalmente personalizado, para se adequar perfeitamente ao barco onde será utilizado. Cada parede de escalada inclui um ventilador RapidFlate (quando apropriado) e uma bomba elétrica FunAir.

                                      A empresa oferece, ainda, espreguiçadeiras flutuantes, montanha de escalada com três tipos de paredes diferentes, escorregadores, e tantos outros produtos. A marca estará presente no Monaco Yacht Show, que acontece de 28 de setembro a 1º de outubro, e anunciou dois lançamentos durante o evento: uma nova plataforma de salto e o misterioso Green Golf, que deve ser mantido em segredo até seu lançamento no show.

                                      Foto: Divulgação

                                      Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                       

                                      Náutica Responde

                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                        Relacionadas

                                        Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                        Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                        Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                        Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                        158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                        Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                        Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                        O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                        Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                        Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                        Estreia

                                        Por: Redação -

                                        As duplas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 Feminina, e Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, estarão na água hoje na estreia da classe 470 nos Jogos do Rio. Fernanda e Ana são esperança de medalha para o Brasil e correrão duas regatas ao lado de grandes duplas da classe que já deu uma medalha de bronze para a vela nacional.

                                        Samuel Albrecht e Isabel Sawn também fazem sua estreia nas Olimpíadas do Rio de Janeiro às 13h na Baía de Guanabara. A dupla está na também estreante classe Nacra 17, barco multicasco com equipe mista que trouxe para as raias do Rio a emoção da Tornado de volta. A classe também tem duas regatas programadas para hoje.

                                        Foto World Sailing/Divulgação

                                        Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                        Náutica Responde

                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                          Relacionadas

                                          Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                          Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                          Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                          Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                          158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                          Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                          Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                          O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                          Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                          Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                          Sob a água

                                          A empresa californiana Seamagine marcará presença no Monaco Yacht Show 2016, que acontece de 28 de setembro a 1º de outubro, com sua gama de submarinos com capacidade de duas a seis pessoas. Para os mergulhadores que desejam um maior alcance, a marca possui o Aurora-3, que pode chegar aos 1 500 metros de profundidade. Já para quem não tem tanto espaço de armazenamento no iate, um boa opção é o Aurora-3C, um submarino compacto que pesa apenas 3 800 quilos. Entre as possibilidades está, ainda, o Aurora-6, com capacidade para seis pessoas, assentos em couro e, ainda, banheiro a bordo. Ideal para submergir pelas águas com a família.

                                          Foto: Divulgação

                                          Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                          Náutica Responde

                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                            Relacionadas

                                            Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                            Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                            Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                            Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                            158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                            Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                            Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                            O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                            Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                            Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                            Atuação reconhecida

                                            Por: Redação -

                                            No último dia 2, a Acatmar recebeu o prêmio Empresa Cidadã 2016, promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil de Santa Catarina (ADVB/SC), que reconhece iniciativas bem-sucedidas de empresas e instituições em Participação Comunitária, Preservação Ambiental e Desenvolvimento Cultural. A associação ganhou com o case Limpeza dos Mares Acatmar – problema invisível, solução limpa para o litoral, elaborado pela PalavraCom, assessoria de imprensa. Trata-se do segundo prêmio recebido pela iniciativa, também condecorada com o Top Turismo em 2015.

                                            Com a ajuda de diversos parceiros a Acatmar conseguiu, desde 2014, coletar mais de 25 toneladas de material descartado que prejudicam a vida marinha e oferecem riscos a banhistas, mergulhadores e embarcações. A iniciativa ainda prossegue em sua terceira etapa neste ano e ainda tem muito trabalho pela frente. O maior prêmio, entretanto, é conscientizar a população sobre os problemas decorrentes dos rejeitos depositados no mar, além de ver nossas águas mais limpas.

                                            Foto: Divulgação

                                            Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                            Náutica Responde

                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                              Relacionadas

                                              Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                              Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                              Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                              Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                              158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                              Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                              Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                              O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                              Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                              Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                              Atração diferenciada

                                              Por: Redação -

                                              A disputa da vela nos Jogos Olímpicos Rio 2016 começou nesta semana e, além de possibilitar que o público veja os grandes nomes do esporte de perto, trouxe outro grande atrativo. Nesta terça-feira, 9, enquanto as classes Finn, Laser e RS:X disputavam as regatas nas águas da Baía de Guanabara, grupos de Escoteiros do Mar ensinavam as artes dos nós náuticos para o público.

                                              “No barco, não existem cordas. São cabos”, explicou Erval Filho, diretor presidente de um dos grupos. “A oficina serve para divertir o público, que ainda ganha de brinde um chaveiro, mas também para difundir os Escoteiros do Mar”.

                                              A atividade atraiu de crianças a adultos, que estiveram presentes para prestigiar nomes como Jorginho Zarif, Fernanda Decnop, Robert Scheidt, Patrícia Freitas, Ricardo Santos, alguns dos representantes brasileiros no maior evento do esporte.

                                              Foto: Fotolia

                                              Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                               

                                              Náutica Responde

                                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                                Relacionadas

                                                Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                Em recuperação

                                                Por: Redação -
                                                09/08/2016

                                                O segundo dia do iatismo na Rio 2016 trouxe uma sensação de déjà vu para Roberto Scheidt. Assim como na estreia da classe Laser na Marina da Glória, o bicampeão olímpico encarou regatas de recuperação. Na primeira prova desta terça-feira (9) – a terceira da competição – o brasileiro teve problemas e terminou em 27º. Na sequência, voltou para às águas cariocas com mais força e garra e obteve um quarto lugar. Com esses resultados, se mantém entre os dez primeiros colocados, agora na 8º colocação, com 28 pontos perdidos. A liderança passou para o argentino Julio Alsogaray, com 7 pontos perdidos.

                                                Na estreia, segunda-feira, Schedt finalizou a primeira regata na 23º posição, para, na segunda prova da classe Laser, cruzar a linha de chegada em primeiro lugar e garantir o 7º posto na classificação geral. Depois de dois dias de superação, o brasileiro descartou seu pior resultado, o 27º desta terça, para se garantir entre os oito melhores velejadores até o momento na Rio 2016. O bicampeão olímpico brasileiro volta a competir nesta quarta-feira (10), para mais duas regatas. A organização informa o início da programação da vela para as 13h05 (de Brasília).

                                                “Gostaria de ter sido mais regular em todas as regatas disputadas até agora. Mas, meu bons resultados em duas delas, me deixam em condições de brigar pelas primeiras posições. Como já disse, o fundamental é me manter entre os ponteiros até a decisão. Amanhã (quarta) a raia será fora da Baía e vamos aguardar”, afirmou Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

                                                Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

                                                Gintare está em sexto – A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, somou um 8º e um 9º lugares nas regatas desta terça-feira. Com isso, conseguiu uma grande recuperação na classificação geral na categoria. Passou do 21º do primeiro dia, para a 6º colocação, com 18 pontos perdidos. Na estreia ela havia feito um primeiro e um 38º lugares. Como descartou o pior resultado, conseguiu um belo salto na tabela.

                                                Classificação geral – após 4 regatas
                                                1) Julio Alsogaray (ARG) – 7pp
                                                2) Tonci Stipanovic (CRO) – 13pp
                                                3) Sam Meech (NZL) – 14pp
                                                4) Tom Burton(AUS) – 20pp
                                                5) Pavlos Kontides (CYP) – 22pp
                                                6) Juan Ignacio Maegli (GUA) – 24pp
                                                7) Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 25pp
                                                8) Robert Scheidt (BRA) – 28pp
                                                9) Cy Thompson (VIR) – 28pp
                                                10) Sergei Komissarov (RUS) – 30pp

                                                Foto: Sailing Energy / World Sailing

                                                 

                                                Náutica Responde

                                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                                  Relacionadas

                                                  Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                  Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                  Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                  Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                  158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                  Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                  Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                  O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                  Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                  Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                  Show de barcos

                                                  O Southampton Boat Show 2016 acontece entre os dias 16 e 25 de setembro e terá como uma de suas atrações a Sunseeker International expondo os modelos 95 Yacht e Predator 68 MK II.

                                                  Espaçoso, o 95 Yacht tem em um de seus destaques o layout do convés principal, com uma configuração triplex. Possui flybridge amplo, com bar, hidromassagem opcional e sofás. Tal como acontece nos modelos 2016 da marca, o 95 Yacht tem casco com V profundo clássico, para cortar melhor as ondas e contribuir para o desempenho do modelo.

                                                  Já o Predator 68 MK II foi redesenhado pensando na versatilidade de se adequar tanto para as regiões mais quentes quanto para as regiões mais frias. Conta com teto solar, mecanismo diferenciado na porta da cabine, janelas com vistas panorâmicas, salão espaçoso com sala de estar em forma de U, bar e área de estar. O modelo, que acomoda até seis pessoas em pernoite, é alimentado por motores MAN V8 de 1 200 cavalos de potência, alcançando uma velocidade de cruzeiro de 24 nós com uma autonomia de 300 milhas náuticas.

                                                  “O Southampton Boat Show é um grande momento para estrear a nova Predator 68 MK II. Este barco foi projetado para clientes que exigem o melhor desempenho, combinado com exterior elegante e espaços incríveis. O trabalho duro e o investimento que tem ido para este iate mostram o compromisso da Sunseeker para melhorar a gama de produtos e continuar a transpor os limites de engenharia, tecnologias e inovação”, disse Sean Robertson, Diretor de Vendas da Sunseeker International.

                                                  Foto: Divulgação

                                                  Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                                  Náutica Responde

                                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                                    Relacionadas

                                                    Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                    Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                    Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                    Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                    158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                    Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                    Vela brasileira

                                                    Por: Redação -

                                                    O jovem velejador Jorginho Zarif, representante do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 pela Classe Finn, fez sua estreia na tarde desta terça-feira, 9, na Arena Marina da Glória, onde tiveram início as regatas classificatórias. Nas duas primeiras competições, Jorginho alcançou, respectivamente, o 4º e o 6º lugar. Aos 23 anos, Jorginho já carrega títulos de campeão mundial, bicampeão mundial junior, bicampeão sul-americano, tetracampeão brasileiro, participação na Olimpíada de Londres, além de ter sido eleito o melhor atleta olímpico brasileiro em 2013. O atleta é um dos favoritos da Classe Finn e uma das nossas maiores promessas, não só pelas conquistas recentes, mas também por ser íntimo da raia da Baía de Guanabara. 

                                                    Incentivado pelo pai, Jorge Zarif, Jorginho iniciou no esporte na escolinha do Yacht Club Paulista, às margens da Represa de Guarapiranga, em São Paulo. Percebendo o desinteresse do filho, Jorge levou Jorginho, então com 9 anos, para velejar no mar, em um barco de 30 pés. Aí, as coisas mudaram. “O barco era mais rápido e eu gostava de tudo a bordo, da quantidade de tripulantes, das manobras e até das brigas entre os adultos. Foi quando tomei gosto pelo esporte”, diverte-se. Com o tempo, Jorginho migrou para a classe Finn, aproveitando o tipo físico ideal para a categoria (1,91 m de altura e 95 kg) e por causa do apelo emocional, já que seu pai era velejador de Finn e chegou a vencer uma regata da Finn Gold Cup — coincidentemente, na Baía de Guanabara.

                                                    Foto: Pedro Martinez

                                                    Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                                    Náutica Responde

                                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                                      Relacionadas

                                                      Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                      Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                      Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                      Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                      158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                      Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                      Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                      O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                      Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                      Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                      Rio 2016

                                                      Por: Redação -

                                                      A participação do comandante do Itajaí Sailing Team – time de vela que representa a cidade em competições oficiais da modalidade – Marcelo Gusmão Reitz nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro começou nesta segunda-feira, 8. Marcelo foi convocado pelo comitê organizador para atuar como oficial de regata (árbitro) nas provas de prancha a vela nas categorias masculino e feminino. Essa é a segunda vez que Gusmão participa de uma Olimpíada. Em 1996, ele disputou as Olimpíadas de Atlanta, nos Estados Unidos, na classe Soling, como velejador.

                                                      Velejador, técnico e juiz de vela homologado pela Confederação Brasileira de Vela e Motor, Marcelo Gusmão foi seis vezes campeão brasileiro de oceano; 10 vezes campeão catarinense de laser; campeão e vice-campeão sul americano de Snipe; campeão brasileiro da classe Soling entre outros títulos, além de já ter representado o país nas olimpíadas.

                                                      Foto: Divulgação

                                                      Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                                       

                                                       

                                                      Náutica Responde

                                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                                        Relacionadas

                                                        Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                        Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                        Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                        Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                        158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                        Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                        Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                        O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                        Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                        Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                        Destaques no salão

                                                        Por: Redação -

                                                        A catarinense Fibrafort exibirá durante o São Paulo Boat Show 2016 as suas linhas Black Edition e FX, desenvolvidas para atender a demanda de barcos estilosos, esportivos e personalizáveis. Fazem parte destas gamas, os modelos Focker 215, 230 e 265 Black Edition (foto), além da Focker 265 FX, que possui targa em aço inox com suporte para as pranchas, podendo ser utilizado para modalidades como wake surf, wake board, wake skate, sky e boia, tendo, ainda, como opcionais, alto-falantes e compatibilidade com flaps para estas atividades.

                                                        O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                                                        Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                                        Foto: Divulgação

                                                        Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                                         

                                                        Náutica Responde

                                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                                          Relacionadas

                                                          Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                          Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                          Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                          Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                          158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                          Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                          Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                          O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                          Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                          Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                          Sem tripulação

                                                          Por: Redação -

                                                          A Rolls-Royce está criando uma tecnologia futurística que vai lançar embarcações ao mar e levá-las em segurança aos respectivos destinos, sem envolver contato humano. O programa de aplicações avançadas autônomas Waterborne (Advanced Autonomous Waterborne Applications) está trabalhando comandos remotos de navios autônomos, que provavelmente serão lançados em 2020.

                                                          O projeto AAWA está testando arranjos de sensores na Finlândia e criou a simulação de um painel de controle para navio autônomo que permite que todo o sistema de comunicação seja explorado. Além dos mecanismos altamente automatizados, drones acompanhantes podem ser utilizados para guiar os navios e pedir ajuda. As melhorias de segurança como telas de comando transparentes que alertam sobre icebergs e outros perigos também são impressionantes. O navio precisará de apenas dois capitães para comandá-lo.

                                                          Foto: Divulgação

                                                          Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                                            Relacionadas

                                                            Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                            Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                            Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                            Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                            158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                            Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                            Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                            O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                            Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                            Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                            Paris Plages

                                                            Por: Redação -
                                                            08/08/2016

                                                            Até o dia 4 de setembro, três pontos da capital da França, entre eles um trecho do famoso Rio Sena, ganharam praias artificiais, como parte da 15º edição do Paris Plages. A maior dessas praias está situada ao longo da Voie Georges Pompidou, na altura da Île de la Cité. Por ali, entre a Pont des Arts e a Pont de Sully, a margem norte do Rio Sena agora conta com parquinhos para a criançada se divertir, instalações artísticas, áreas para churrascos e piqueniques e posto de troca de livros. Também dá para caminhar por uma faixa de areia com espreguiçadeiras e guarda-sóis, que ficará exatamente entre as pontes Notre-Dame.

                                                            Não muito longe, em frente ao Hôtel-de-Ville, mais uma praia artificial surgiu. Afastada do rio, esta área oferece redes de vôlei para a prática do esporte praiano, além de um palco com telão onde acontecem apresentações musicais. A terceira e última praia de Paris está às margens da Bassin de la Villette, ao norte do Canal de Saint-Martin, no 19º arrondissement. Nos dois lados do canal, ao longo de cinco quarteirões, foram colocadas espreguiçadeiras, mesas de totó, tablados para aulas de dança, pistas de boloudrome e píeres para caiaques e barcos a remo. Além dos espaços, há, ainda, atividades culturais promovidas pelo Museu Nacional da Marinha sobre a história náutica da França.

                                                            Foto: Reprodução

                                                            Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                                              Relacionadas

                                                              Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                              Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                              Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                              Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                              158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                              Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                              Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                              O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                              Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                              Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica