Riocat 20

05/11/2015

O projeto Riocat 20, desenhado por Antonio Silickas Yacht Design, irá participar como finalista do 29º Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira de 2015, na categoria Transportes-Protótipo. Idealizado para apoio e serviços, como táxi e transporte de tripulantes, montagem de raias e circuitos para competições, comissão de regata, entre outros, o modelo foi criado como sugestão para as Olimpíadas Rio 2016.

Construído em PRFV, Riocat 20 é projetado para ser funcional, resistente, com grande manobrabilidade, baixo peso, agilidade, velocidade e estabilidade. Seu custo operacional é baixo, em função do projeto de casco de alta performance e baixa resistência hidrodinâmica, e ele é desmontável para transporte rodoviário, além de poder receber motorização a combustão (popa), de 25 a 60 hp, ou elétrica.

A cerimônia de premiação será realizada no dia 26 de novembro, às 19:30, no Museu da Casa Brasileira, à avenida Brigadeiro Faria Lima, número 2 705, no bairro do Jardim Paulistano, em São Paulo. O acesso é livre ao público.

Confira algumas imagens do projeto:

Foto: Divulgação

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    Transat Jacques Vabre

    Por: Redação -

    O barco brasileiro Zetra segue na sexta colocação da Class40 na Transat Jacques Vabre 2015. A dupla do campeão olímpico Eduardo Penido e do empresário Renato Araújo avança com ventos de até 18 nós beirando a costa africana após uma navegação lenta pelas Ilhas Canárias.

    A passagem de um anti-ciclone pelo Atlântico Norte causou uma calmaria atrapalhando a evolução do Zetra e dos outros barcos que estavam na região. Mas, os brasileiros optaram por uma aproximação ao continente africano para achar mais vento e andar. Deu certo!

    ”As últimas 24 horas foram as melhores até agora. Tivemos a nossa principal média, fazendo 250 milhas em um dia. A estratégia que a gente arriscou está funcionando. Ainda estamos mais a Leste, mas logo logo vamos dar o bordo pra Oeste”, disse Renato Araújo. ”É preciso esperar a mudança do vento – prevista para o período da tarde – para seguir a Oeste de vez, passando por Cabo Verde. Nesse momento temos mais vento do que nossos adversários diretos. A gente escapou da calmaria e pegou vento bom na costa da África”.

    Durante a calmaria, a dupla conseguiu corrigir o problema na vela de proa e no enrolador que ficaram danificados na passagem por um mau tempo. ”Perdemos muito tempo na calmaria das Ilhas Canárias e consertamos. Digo que uma situação com pouco vento é pior do que uma tempestade. Estamos zerados agora! O final de prova tem tudo para ser mais tranquilo”, contou Renato Araújo.

    O Zetra pode se dar bem com essa estratégia de navegar mais a Leste do que seus adversários que estão atrás. Já mirar a quinta colocação é um desafio muito distante, pois os brasileiros estão 400 quilômetros atrás do TeamWork40. Para o líder Le Conservateur são 1.300 quilômetros.

    O barco Solidaire en Peloton ARSEP, terceiro colocado na disputa da Class40 na Transat Jacques Vabre, programa um pit stop em Cabo Verde para corrigir o leme do lado direito. A situação obrigou a dupla Thibaut Camus e Victorien-Vauchel Erussard a reduzir a velocidade consideravelmente. Eles estão a 8 nós e seus adversários diretos a 13 nós na manhã desta quinta-feira (5).

    Foto: Divulgação

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      Novo projeto

      O estaleiro holandês Heesen apresenta seu novo projeto de 38 metros durante o Fort Lauderdale International Boat Show, que começa hoje na Flórida. Nina, como é chamado, tem exterior e interior projetados pelo estúdio Milan Hot Lab, com a equipe de engenharia interna da Heesen para cuidar da arquitetura naval da embarcação.

      Com design elegante e contemporâneo, este novo iate tem amplas áreas que se complementam com o interior composto por espaços sociais e acomodações para pernoite expansivos, com boa iluminação natural. Nina foi inspirada no sucesso de suas irmãs na mesma faixa de tamanho, mas com toques que a tornam uma embarcação única. O iate de 38 metros acomoda 10 hóspedes nas cinco suítes que fazem parte do seu layout, que tem espaços separados para hóspedes e tripulação e permite fácil circulação.

      O modelo tem previsão de receber dois motores MTU 2000 M96L, de 1,939kW cada, podendo atingir uma velocidade máxima de 23 nós, e contará, ainda, com sistema para fornecer um cruzeiro suave e confortável, mesmo em condições turbulentas.

      Foto: Divulgação

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        O’Pari 3

        04/11/2015

        Lançado no primeiro semestre deste ano, o projeto do superiate de 72 metros, O’Pari 3, foi desenhado pelo Studio Vafiadis e acomoda até 19 convidados nas suas nove cabines. O barco possui três impressionantes suítes master, duas cabines VIP e três cabines gêmeas. A nona cabine, localizada no deque inferior, pode ser utilizada por mais um convidados ou por membros da tripulação.

        A bordo, o iate é amplo e possui área com completa estrutura de relaxamento outdoor, como uma generosa piscina em modelo spa, rodeada por cadeiras de sol e sofás, área de jantar coberta para 16 convidados e um completo bar com churrasqueira. O iate também possui um heliponto para pousos e decolagem.

        No deque principal há uma confortável área de assentos. Em meia-nau deste andar existe uma academia de ginástica também completamente equipada, acessível também pelo lobby central. No deque abaixo, há uma área de spa como casa de praia, sauna, quarto de massagem, bar e mais diversos e espaçosos sofás.

        Confira a galeria:

        Foto: Divulgação

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          Copa do Mundo de Vela

          Por: Redação -

          A Equipe Brasileira de Vela encerrou a disputa da temporada 2014-2015 da Copa do Mundo da Federação Internacional de Vela (ISAF) com mais duas medalhas. No último domingo (dia 1º), Ricardo Winicki, o Bimba, e Patricia Freitas subiram no pódio na final da Copa do Mundo, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Na competição que reúne os 20 primeiros colocados no ranking mundial de cada classe, o brasileiro ficou com a prata na RS:X masculina, enquanto sua compatriota faturou o bronze na versão feminina da categoria.

          A prata foi a primeira medalha do velejador na temporada 2014-2015 da Copa do Mundo. Atual líder do ranking mundial da RS:X masculina, Bimba terminou a regata da medalha em sétimo. Na classificação geral. ficou com 39 pontos perdidos. O ouro foi para o espanhol Ivan Pastor Lafuente, que venceu a regata decisiva e terminou com 30 pontos perdidos. O bronze ficou com o britânico Tom Squires, com 44 pontos perdidos.

          “O campeonato foi difícil, com um nível alto depois de um Mundial em que me esforcei bastante. Eu não tive um começo muito bom, terminando o primeiro dia em sétimo. Mas vim crescendo na competição, finalizei o segundo dia em terceiro e depois o terceiro dia em primeiro. Estava todo mundo próximo na classificação, a regata da medalha foi com vento fraco, consegui administrar, mas o espanhol largou bem e acabou vencendo”, analisou Bimba.

          Na RS:X feminina, Patricia repetiu o bronze que havia conquistado na etapa francesa de Hyères da Copa do Mundo. Atual 11ª colocada no ranking mundial, a brasileira chegou em terceiro na regata da medalha, terminando a competição com 29 pontos perdidos. A prata ficou com a italiana Flavia Tartaglin, segunda colocada na regata decisiva, com 21 pontos perdidos. O ouro terminou nas mãos de Bryony Shaw. Vice-campeã mundial na semana passada e atual líder do ranking mundial, a britânica terminou com 12 pontos perdidos.

          Na classe Laser, Robert Scheidt encerrou a competição em quarto lugar. O bicampeão olímpico terminou a regata da medalha em nono. Na classificação geral, ficou com 36 pontos perdidos empatado com o australiano Matthew Wearn. Mas como o adversário obteve um resultado melhor na regata decisiva – foi sexto -, o brasileiro perdeu no critério de desempate. O ouro foi para outro australiano, Tom Burton, com 21 pontos perdidos. A prata ficou com o cipriota Pavlos Kontides, com 33 pontos perdidos.

          Com o resultado em Abu Dhabi, a Equipe Brasileira de Vela encerrou a temporada 2014-2015 da Copa do Mundo com oito medalhas, sendo duas de ouro, duas de prata e quatro de bronze. Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan ganharam na 470 feminina em Hyères, enquanto Martine Grael e Kahena Kunze, na 49erFX, subiram no topo do pódio em Weymouth, na Inglaterra. As pratas vieram com Martine e Kahena, em Hyères, e com Bimba em Abu Dhabi. E os bronzes foram conquistados por Martine e Kahena, em Miami, nos Estados Unidos, Robert Scheid,t em Hyères, e Patricia Freitas na etapa francesa e em Abu Dhabi.

          Foto: Divulgação

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            Novidades a caminho

            A IAG Yachts é presença confirmada no Fort Lauderdale International Boat Show, que acontece entre os dias 5 e 9 de novembro na Flórida. A marca fará a estreia mundial de seu iate de 140 pés King Baby, que foi entregue ao proprietário em agosto deste ano. O modelo de 42,7 metros tem cinco camarotes e um interior com detalhes artesanais que se somam à qualidade de construção europeia. Pouco antes da estreia mundial de seu novo modelo, IAG Yachts anunciou dois novos projetos, de 133 e 155 pés, que estão sendo construídos nas instalações do estaleiro em Zhulai, na China, e devem ser entregues no ano que vem. Os três modelos têm exterior e interior desenhados por Evan K. Marshall.

            Foto: Divulgação

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              Em construção

              A empresa americana Christensen Shipyards anunciou a produção de quatro novos modelos da linha Custom Series em suas instalações no Noroeste do Pacífico. Chamado Silver Lining, o menor deles, casco 36, está previsto para ser entregue nos próximos meses e fazer suas estreia na indústria em 2016. Ele apresenta um interior exclusivo e dispõe de grandes espaços, acomodando até 12 pessoas em mais de seis camarotes. O modelo é seguido pelo Silver Lining (casco 38), que está previsto para ser entregue no início de 2018, mas já está disponível para compra. Com 48,7 metros, o segundo maior modelo em produção (casco 40), chamado de Chasseur, tem previsão de entrega no primeiro trimestre do ano que vem e acomoda até 12 pessoas em um interior luxuoso e contemporâneo, segundo a marca que está construindo, também, seu projeto de 50 metros (casco 42), com entrega prevista para o fim de 2017. Christensen Shipyards estará presente no Fort Lauderdale International Boat Show, que acontece de 5 a 9 de novembro na Flórida.

              Foto: Divulgação

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                Brasileira nos EUA

                Por: Redação -

                Um ano após o seu lançamento aos clientes brasileiros, o luxuoso modelo de 42 pés produzido apenas na unidade da Azimut Yachts do Brasil chega ao mercado internacional. A embarcação será exposta pela primeira vez pelo Grupo Azimut-Benetti no Fort Lauderdale International Boat Show, um dos principais salões náuticos do mundo, que acontece de 5 a 9 de novembro nos Estados Unidos.

                “Graças ao grande sucesso de vendas no Brasil, a Azimut 42 passou recentemente a integrar a gama de iates do Grupo no mundo e agora é comercializada em mais de 68 países. A sua exposição no salão náutico norte-americano reforça esse posicionamento estratégico da empresa”, explica o diretor comercial da Azimut do Brasil Francesco Caputo.

                “Mesmo antes do Boat Show, já foram vendidas duas unidades da Azimut 42 nos Estados Unidos, uma será entregue nos próximos dias em Fort Lauderdale e outra em dezembro durante o salão náutico de Nova York. A expectativa é de que em breve tenhamos outros iates deste modelo navegando não apenas em águas norte-americanas, mas também em outros países da América Latina, além do Brasil”, afirma.

                Com quase 13 metros, a Azimut 42 possui uma área externa privilegiada com agradável espaço gourmet na praça de popa com amplas churrasqueiras e área adicional para refeições. No pavimento superior está o segundo e sofisticado posto de comando e também um sofá em “L”, mesa dobrável e um compartimento para uma pequena geladeira.

                Possui, também, um amplo salão principal com cozinha integrada equipada com pia em inox, cooktop, geladeira/freezer e armários. No pavimento inferior estão a suíte do proprietário, o quarto de hóspedes e um banheiro decorados com mobiliários e acabamentos nobres característicos do estaleiro.

                Foto: Alberto Sodré

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                  Começa hoje!

                  A Ventura Marine, estaleiro com mais de 30 anos de mercado, produz modelos de 16 a 60 nas suas fábricas localizadas em Minas Gerais e Manaus. A empresa divulgou que, neste mês, participará de três feirões em diferentes estados do país. Amanhã, dia 4/11, começa o primeiro evento com a presença da marca na Rionautica, em Maringá (PR), e acontece das 9h às 18h, até o próximo sábado, dia 7. Os clientes poderão conferir as novidades e ofertas da Ventura e aproveitar para comprar ou trocar de barco. A Rionautica fica na avenida Colombo, número 5 088, bairro Zona 7, em Maringá, no Paraná.

                  Foto: Divulgação

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                    Salão náutico internacional

                    03/11/2015

                    O renomado grupo náutico Benetti é uma das empresas que estará no Fort Lauderdale International Boat Show, que acontece entre os dias 5 e 9 deste mês nos EUA. A marca estará no salão com dois modelos de luxo, o Veloce 140 e o Delfino 93.

                    Veloce 140 (foto em destaque) é o primeiro modelo da série Fast Displacement. O modelo, semi-customizado, tem 47 metros e casco D2P, projetado pelo departamento do Grupo Azimut | Benetti de Pesquisa & Desenvolvimento. Esse casco dá a escolha de uma velocidade de cruzeiro de 12 nós com baixo consumo de combustível ou a velocidade máxima de mais de 20 nós com total conforto.

                    Já Delfino 93 (abaixo), faz parte da linha clássica e tem tem todo o acabamento italiano com estilo em couro, tecidos, mármore e madeira; pode ser personalizado a gosto do cliente e conta com programa eletrônico da Benetti, que controla o barco todo pelo celular ou Ipad. Suas acomodações recebem confortavelmente até 12 pessoas em pernoite, dividas nas quatro cabines do barco.

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                      Passeio de Jet

                      Aconteceu no último fim de semana, no Pará, a 2ª Expedição Tapajós, organizada pela Direct Jet – revenda de motos náuticas sediada em Santarém. Coordenado por Marcelo Pinho, o evento tem como objetivo integrar as turmas de jet, estimular a boa prática do esporte, priorizando a segurança, e movimentar o segmento. A expedição partiu do Iate Clube de Santarém, às 9h da manhã do sábado (31), com destino às praias do Rio Arapiuns. Já no domingo, dia 1º, os jetnautas – como são chamados os participantes do passeio – seguiram rumo a Alter do Chão.

                      Confira algumas imagens do evento:

                      Foto: Divulgação

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                        Por: Redação -

                        A edição 2014-15 da Volvo Ocean Race foi, segundo o balanço oficial, o mais bem sucedido dos 42 anos de história da volta ao mundo. Um dos principais dados do relatório, apresentado nesta segunda-feira (2), é o aumento do número de visitantes nas 11 cidades-sede do evento, incluindo a brasileira Itajaí e a portuguesa Lisboa, com 2,4 milhões de pessoas, aumento de 16% em relação à edição anterior.

                        “A Volvo Ocean Race é um evento cheio de oportunidade de alto-nível para todos, dentro e fora da água”, disse o CEO da regata, Knut Frostad.

                        A Volvo Ocean Race oferece um programa abrangente que proporciona aos seus clientes uma gama de experiências de nível internacional. São ações como velejar com os atletas, ter contato próximo ao local da regatas e outras mais. “Recebemos um número recorde de visitantes corporativos em oito de nossas 10 etapas em todo o mundo – uma tendência global muito positiva”, acrescentou Knut Frostad.

                        Além de todos os números que envolvem o evento, esta edição contou, ainda, com um aumento de 140% em audiência online em 113 países. O app oficial Volvo Ocean Race teve 391 000 downloads – mais do dobro da edição anterior. E as plataformas de mídia social Volvo Ocean Race também experimentaram crescimento e altos níveis de envolvimento – com 1 200 000 de fãs acompanhando o evento no Facebook e no Twitter.

                        A próxima edição da Volvo Ocean Race será a de número 13 e começará em Alicante, na Espanha, em 2017. Sete cidades-sede já foram confirmadas: Alicante, Auckland, Cidade do Cabo, Cardiff, Gotemburgo, Lisboa e Newport. O percurso completo será divulgado em 2016.

                        Foto: Divulgação

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                          Dia D Azimut

                          Por: Redação -

                          A Azimut Yachts do Brasil segue no processo de melhoria contínua para garantir mais eficiência, redução de custos e ocupação plena de sua capacidade produtiva. Para auxiliar no processo, foi realizado no dia 26 de outubro o “Dia D Azimut”, com diversos workshops e dinâmicas preparadas pelos próprios colaboradores com formas práticas de se aplicar as ferramentas da manufatura enxuta nos processos fabris. Os mais de 300 colaboradores dos setores produtivo e administrativo participaram das atividades.

                          “O ‘Dia D Azimut’ foi criado com o objetivo de mobilizar os colaboradores para conscientização do Lean Manufacturing ou manufatura enxuta. É necessário entender que todos os processos estão interligados e que para encarar os desafios de um mercado instável é importante saber utilizar os recursos que se tem para agregar ainda mais valor ao cliente interno e externo”, explica o diretor industrial da Azimut do Brasil Roberto Paião.

                          “Após o planejamento para a criação de times e aperfeiçoamento dos colaboradores, marcamos o start de uma incorporação da melhoria sem fim. Os resultados foram bastantes satisfatórios, por isso nossa intenção é de que esta transformação seja permanente. Todos estão engajados para este futuro, para que tenhamos cada vez mais excelência na entrega dos iates produzidos no Brasil além de um relacionamento de qualidade com os fornecedores e principalmente com os clientes”, complementa.

                          Para aperfeiçoar o processo de construção dos iates que ainda tem um grande percentual artesanal e aumentar a produtividade e reduzir os erros sem perder de vista a qualidade, o departamento industrial da Azimut tem adotado práticas de gestão que trazem experiências positivas dos setores automobilístico e aeronáutico.

                          Foto:Divulgação

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                            Copa do Mundo de Vela

                            Por: Redação -

                            Vice-líder durante toda a etapa final da Copa do Mundo de Vela, Robert Scheidt ficou muito perto de subir ao pódio da competição. O brasileiro segurou a medalha de prata até a metade da medal race, disputada na manhã do último domingo, dia 1º, em Abu Dhabi. Perdeu a medalha apenas na reta final da disputa e terminou em quarto lugar, com 36 pontos perdidos, mesma pontuação do australiano Mathew Wearn, terceiro colocado. O também australiano Tom Burton confirmou a liderança e foi o campeão, seguido pelo cipriota Pavlos Kontides.

                            Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais entre Laser e Star, começou a disputa em sétimo lugar e subiu para a sexta posição na segunda marca. Com o cipriota em segundo, o brasileiro ainda assegurava a medalha de prata.

                            “A regata largou bem na transição do vento da manhã para o da tarde. Na segunda volta, o vento parou e girou tudo para a direita. Com isso, perdi muitas posições e abri a oportunidade para o cipriota e o australiano (Mathew Wearn)“, explica Scheidt. O velejador passou para o nono lugar na terceira marca, enquanto Pavlos Kontides assumiu a liderança. Wearn, em sexto, garantiu o bronze.

                            O brasileiro fez um balanço positivo da competição, restrita aos 20 primeiros colocados do ranking mundial da Laser. “Independente do resultado final, eu melhorei bastante a minha velejada, do evento-teste para cá, e isso é fundamental para me dar entrada no ano olímpico”, destaca Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. “Agora é continuar trabalhando duro para ficar com a medalha na próxima competição.”

                            Scheidt encerrará a temporada na Copa Brasil, último encontro do ano entre os principais candidatos ao pódio olímpico na Vela. A competição será disputada no Rio de Janeiro, de 15 a 20 de dezembro.

                            Classificação final, após sete regatas e um descarte:

                            1.Tom Burton (AUS) – 21 pontos perdidos (2+1+2+6+[8]+4+6)
                            2. Pavlos Kontides (GUA) – 33 pp (6+[21]+11+8+1+5+2)
                            3. Mathew Wearn (AUS) – 36 pp ([10]+2+9+3+7+3+12)
                            4. Robert Scheidt (BRA) – 36 pp (3+3+8+2+2+[14]+18)
                            5. Tonci Stipanovic (CRO) – 37 pp (9+[17]+4+4+14+2+4)
                            6. Nick Thompson (GBR) – 39 pp (5+6+3+1+[15]+8+16)
                            7. Jesper Stalheim (SWE) – 41 pp (1+11+[16]+9+9+1+10)
                            8. Sam Meech (NZL) – 42 pp (4+[14]+10+11+3+6+8)
                            9. Philipp Buhl (GER) – 52 pp (11+8+1+7+11+[15]+14)
                            10. Michael Bullot (NZL) – 66 pp (12+5+[13]+10+12+7+20)

                            Foto: Divulgação

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                              02/11/2015

                              O grupo taiwanês Amal Yachting, revendedor autorizado exclusivo da sueca Delta Powerboats e das marcas italianas Absolute Yachts e ZAR Formenti, esteve em São Paulo na semana passada para visitar as dependências do estaleiro Colunna Yachts e conhecer seus barcos, especialmente a famosa linha de jetboats nacional, criada há mais de 20 anos e um marco na indústria náutica brasileira. O estaleiro paulista Colunna Yachts é o principal e mais antigo fabricante de barcos movidos a jato do Brasil e, segundo seu presidente, Eduardo Colunna, durante visita à redação da revista NÁUTICA, há uma grande possibilidade, já no próximo ano, de a Colunna ganhar um representante oficial em Taiwan e, a partir daí, os jetboats Colunna serem exportados para a Ásia.

                              Fotos: Otto Aquino

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                                Drama no Atlântico

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                                A dupla do barco Hugo Boss, Alex Thompson e Guilhermo Altadill, foi resgata por helicóptero neste fim de semana próximo à costa espanhola pela Equipe de Salvamento da Espanha. Eles se dirigiam para La Corunha após constatarem problemas a bordo, mas pediram ajuda imediata devido às más condições meteorológicas durante o percurso e ao estado da embarcação. Essa é a segunda operação de socorro aéreo da décima segunda edição da regata Transat Jacques Vabre, maior travessia do Atlântico, realizada com sucesso. Ambos passam bem.

                                A regata, que é disputada em duplas, larga sempre da cidade portuária de Le Havre, na Normandia, com destino a um país produtor de café, característica que lhe rendeu o apelido de “Rota do Café”. Já tendo passado por cidades como Cartagena (Colômbia), Puerto Limon (Costa Rica) e Salvador (BA) em 11 edições, essa será a segunda vez que a competição terá a cidade catarinense como chegada. Em 2013, a regata reuniu mais de 590 mil visitantes nas duas Vilas da Regata (Le Havre e Itajaí – Santa Catarina).

                                Fotos: Divulgação

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                                  30 anos

                                  Por: Redação -

                                  Uma das mais tradicional marinas de São Paulo, a Marina Porto Ilhabela, completou este fim de semana 30 anos de atividade na maior ilha do litoral paulista. A marina foi fundada em 1985, na praia de Itaquanduba, pertinho do badalada centrinho de Ilhabela. “Estamos muitos felizes por comemorar uma data tão especial e poder oferecer, há tanto tempo, um ótimo serviço aos nossos clientes”, comemora Gunnar Möller, fundador e proprietário do marina. Além do serviço para os barcos, é também nesta marina que fica um dos restaurantes de comida japonesa mais famosos da região, o Porto Kioski Sushi. Instalado no interior da marina, de frente para a praia, o Kioski é uma opção diferente para quem navega, pois apresenta iguarias orientais, aproveitando a grande oferta de peixes e frutos.

                                  Foto: Divulgação

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                                    Por: Redação -
                                    30/10/2015

                                    NÁUTICA teve acesso às primeiras imagens da Real 525 Fly navegando! O lançamento e maior barco já fabricado na história do estaleiro carioca, apareceu pela primeira vez ao público no São Paulo Boat Show 2015. Durante testes feitos hoje no Rio, a nova Real 525 Fly surpreendeu na navegação. Segundo Paulo Thadeu, diretor do estaleiro Real, a embarcação chegou a 34,7 nós, com tanques de água e combustível cheios, 20 pessoas a bordo e equipada com dois Cummins QSC 8.3, 600hp cada, com propulsão Zeus.

                                    Projetada pelo arquiteto naval inglês Tony Castro, juntamente com Paulo Renha, fundador da Real Power Boats, a Real 525 Fly é a maior lancha já feita pelo estaleiro carioca. O barco tem três camarotes, sendo a suíte principal à meia-nau, que usa toda a boca (4,60 m) e tem pé-direito de 1,90 m. Nos dois banheiros da cabine, o desse camarote e o social, que serve também a suíte de proa, a altura chega a 2,10 m. Já o terceiro camarote conta com duas camas de solteiro. O flybridge é bem espaçoso, com banco de pilotagem duplo no comando, um grande sofá, mesa, espaço gourmet e solário — não por acaso o barco pode levar 20 pessoas durante o dia e seis em pernoite, sem contar a cabine de marinheiro. A plataforma de popa tem outro espaço gourmet, enquanto a praça de popa traz sofá e mesa para refeições. Na entrada do salão, a boreste, há um bar e adega, e, a bombordo, uma boa cozinha. A vante, em um patamar mais elevado, além de um conjunto de sofá e mesa, fica o posto de comando duplo, beneficiado pelo grande para-brisa e pelas janelas laterais, as quais proporcionam a visibilidade do entorno (um detalhe é que as cortinas podem ter acionamento elétrico).

                                    Fotos: Divulgação

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                                      Por: Redação -

                                      Os primeiros dias da Transat Jacques Vabre causaram muitas baixas e muito sofrimento a bordo para as duplas que disputam a regata, maior travessia transatlântica do mundo. Até o início da tarde desta sexta-feira (30), a prova teve 11 desistências dos 42 barcos que largaram no domingo (25) em Le Havre, na França. O percurso até o destino final em Itajaí, no Brasil, tem 10 mil quilômetros e tradicionalmente os primeiros dias são desfavoráveis. Além das quebras, vários veleiros estão com problemas e seguem para pit stops em portos da Europa e da África. Porém, os barcos terão uma trégua neste fim de semana para todas as quatro classes que competem no evento. A aproximação ao Atlântico Sul, com menos vento, deve diminuir os problemas. “Há muitos barcos quebrados por causa do vento forte. As condições não foram normais desde o início da Transat Jacques Vabre, tornando a navegação muito difícil. Isso acaba estragando as velas e outros equipamentos nos barcos. A tendência é que a partir de agora a situação comece a ficar mais calma”, disse Francis Le Goff, um dos organizadores da Transat Jacques Vabre. “Essa é a regata”.

                                      A classe com maior número de problemas é a IMOCA 60. Foram cinco desistências, com possibilidade de outras mais nas próximas horas. “É normal, pois muitos barcos da classe são novos. Muitas vezes suas equipes decidem desistir para não estragar os veleiros pra sempre”, contou Francis Le Goff.

                                      Proporcionalmente, os velozes Ultime são os mais afetados. Dois dos quatro trimarãs na disputa estão fora. Um capotou e outro quebrou uma peça que sustenta a vela. Os Ultime são um dos mais velozes do mundo e devem completar o trajeto de 10 mil quilômetros em no máximo 12 dias.

                                      Os velejadores de oceano sempre têm dilemas em provas longas: a velocidade x manutenção do barco. Muitas vezes, as equipes escolhem reduzir a intensidade para não ter problemas. Invariavelmente uma peça ou outra acaba quebrando pela força dos ventos e batida das ondas. “Saímos de Le Havre com a meta de evitar danos maiores ao nosso barco, mas em regatas longas e difíceis como a Transat Jacques Vabre é muito difícil chegar com o veleiro intacto no destino final”, disse Renato Araújo, brasileiro do Zetra, oitavo colocado entre os Class40 por enquanto.

                                      Com experiência em travessias em solitário, Volvo Ocean Race e mais uma vez na Transat Jacques Vabre, a britânica ficou satisfeita com o desempenho do seu barco IMOCA nas condições ruins apresentadas. “Os primeiros dias foram realmente difíceis e nós seguramos bem o barco. Agora não podemos encostar nos líderes, mas sabemos que eles não estão muito longe”, disse Sam Davies, co-skipper Iniciatives Coeur (IMOCA).

                                      Foto: Divulgação

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                                        Novo posto

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                                        Uma das mais novas e modernas estruturas para guardar barcos em Angra dos Reis, a Marina Ribeira, do Grupo BR Marinas, inaugurou recentemente seu posto de combustível, instalado em um dos píeres, o que facilita o abastecimento de grandes embarcações — mais um serviço para atender clientes e frequentadores de Angra. Com bandeira Petrobras, o posto oferece oito bicos de abastecimento, com gasolina Podium e diesel Verana.

                                        A Marina Ribeira é a primeira grande estrutura de apoio náutico ao lado do aeroporto de Angra dos Reis — fica entre as unidades Bracuhy e Piratas, facilitando a vida de quem vai para a região de avião.

                                        Foto: Divulgação

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                                          Mesmo com os altos e baixos do segundo dia de disputas em Abu Dhabi, Robert Scheidt manteve a vice-liderança da etapa final da Copa do Mundo de Vela. O brasileiro foi oitavo e segundo colocado nas regatas desta sexta-feira (30). Com o descarte do pior resultado, soma 8 pontos perdidos. Com resultado semelhante, o líder Tom Burton segue com 3 pontos de vantagem sobre Scheidt.

                                          As regatas desta sexta-feira começaram às 9h40 (3h40 no Brasil) para a classe Laser, com ventos de 9 a 13 nós na raia da competição.

                                          “Na primeira prova, infelizmente não larguei bem e tive que fazer uma regata de recuperação, para chegar em oitavo. A segunda prova foi bem melhor, com uma boa largada. Consegui ficar sempre na linha de frente da flotilha, até fechar em segundo lugar”, analisou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

                                          As duas regatas previstas para este sábado (31) definirão os dez velejadores que disputarão o pódio na medal race, no domingo.

                                          “As provas estão disputadíssimas. Amanhã, último dia antes da medal race, muitos pontos ainda estarão em jogo”, destacou o brasileiro. “Será importante ter resultados consistentes, mais uma vez, e velejar junto aos principais adversários.”

                                          Classificação parcial, após quatro regatas e um descarte:

                                          1.Tom Burton (AUS) – 5 pontos perdidos (2+1+2+[6])
                                          2. Robert Scheidt (BRA) – 8 pp (3+3+[8]+2)
                                          3. Nick Thompson (GBR) – 9 pp (5+[6]+3+1)
                                          4. Mathew Warn (AUS) – 14 pp ([10]+2+9+3)
                                          5. Philipp Buhl (GER) – 16 pp ([11]+8+1+7)
                                          6. Tonci Stipanovic (CRO) – 17 pp (9+[17]+4+4)
                                          7. Jesper Stalheim (SWE) – 21 pp (1+11+[16]+9)
                                          8. Sam Meech (NZL) – 25 pp (4+[14]+10+11)
                                          9. Pavlos Kontides (GUA) – 25 pp (6+[21]+11+8)
                                          10. Michael Bullot (NZL) – 27 pp (12+5+[13]+10)

                                          Fotos: Divulgação

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                                            Chaves entregues

                                            Por: Redação -

                                            O grupo BR Marinas fez um evento, nesta quinta-feira (29/10), para reunir os lojistas que estarão na nova Marina da Glória e fazer uma simbólica entrega de chaves. A partir de agora, os empresários poderão entrar em seus espaços, apresentar projetos e começar a fazer suas obras. O grupo aproveitou o encontro para apresentar seu cronograma para os parceiros comerciais: 6 de dezembro é a abertura do pavilhão de eventos; 6 de janeiro serão retirados os tapumes, as lojas serão abertas e a circulação no promenade será totalmente liberada, o que permitirá que as pessoas possam caminhar pela orla entre a marina e o aeroporto Santos Dumont; 6 de fevereiro será a vez dos restaurantes começarem a funcionar; e no dia 29 de fevereiro, véspera do aniversário da cidade, será realizada a festa de abertura completa da nova Marina da Glória.

                                            “Estamos muito felizes com o andamento das obras e com a procura pelas lojas. Todas aquelas que foram colocadas à disposição já estão ocupadas, e a procura continua. Isto é um sinal claro de que as pessoas acreditam no nosso projeto e na revitalização do Parque do Flamengo”, afirma a presidente do grupo BR Marinas, Gabriela Lobato. “A Marina da Glória tem tudo para ser o equipamento âncora para a revitalização do parque, pois a pessoas vão circular por aqui e terão ótimas opções para seus momentos de lazer, com restaurantes, passeios náuticos, boa infraestrutura e uma paisagem deslumbrante”.

                                            O grupo BR Marinas ainda anunciou a chegada do restaurante NaMarina, que oferecerá uma opção gastronômica mais popular aos frequentadores, resgatando o projeto original de Lotta Macedo Soares. “Entre os ítens do projeto de Lotta está a criação do que ele definiu como um ‘restaurante popular’. Ficamos felizes ao ver que o grupo BR Marinas está tendo todo este cuidado. A marina vai ficar integrada ao parque e acreditamos que será fundamental para a ocupação deste espaço maravilhoso por parte dos cariocas”, acredita o diretor de operações do Instituto Lotta, Fernando Nascimento.

                                            Parceiros confirmados:
                                            YCG Prestige
                                            Kadu Marine Schaeffer
                                            Regatta
                                            Grupo Sailling Beneteau
                                            Mercure Sea Power
                                            Triângulo das Bermudas
                                            CL Vela
                                            Mar do Rio
                                            Saveiros Angra
                                            Sherazzade
                                            Brasil Yacht Charter
                                            Revista Náutica
                                            Brisa Yacht
                                            Green Yacht
                                            Bavaria
                                            Fontaine Pajot
                                            Jeanneau

                                            Fotos: Reprodução

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                                              Por: Redação -

                                              A vitória está muito perto, mas o catarinense Bruno Fontes (ICSC) só irá confirmar o título do 25º Campeonato Centro Sul-Americano da classe Laser Standard nesta sexta-feira com a disputa das duas últimas regatas no Veleiros do Sul, em Porto Alegre. Ele lidera a competição com 36 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o argentino Juan Pablo Bisio (YCR).

                                              No penúltimo dia Bruno perdeu sua invencibilidade ao chegar em oitavo lugar na sétima regata, mas isso não chegou nem longe perturbar seu excelente desempenho que soma sete vitórias até agora. “Eu ganhei duas das três regatas realizadas hoje. Uma delas cheguei em oitavo porque o vento estava muito rondado e pensei que a rajadas viriam de uma direção e entrou de outra, leste, mas no geral fui bem”, disse Bruno.

                                              No 16º Centro Sul-americano de Laser 4.7 o paranaense Andrey de Oliveira Godoy (ICLI) se mantém na dianteira. Em busca do seu primeiro título na classe Laser 4.7, onde veleja há um ano, Godoy, 16 anos, considera que o campeonato está bem difícil devido ao nível dos velejadores nesta competição. Ele tem a vantagem de 11 pontos sobre o gaúcho Lucas Mazim (CDJ), que assumiu o segundo lugar na classificação. “As regatas estão muito disputadas e hoje o vento rondou bastante de direção dificultando mais ainda a prova para os velejadores. Estou na liderança e manhã teremos a definição”, comentou Godoy. Um dos destaques do dia na 4.7 foi o velejador do Veleiros do Sul Tiago Quevedo. Bicampeão brasileiro de Optimist, Tiago é recém egresso da classe inicial da vela e em sua primeira participação em um campeonato de Laser, conquistou a sua primeira vitória nesta quinta-feira. A gaúcha Júlia Silva (VDS) continua em primeiro lugar entre as mulheres e quarta colocada na geral do 4.7. Em segundo vem a capixaba Odile Ginaid.

                                              “Hoje cada regata teve uma condição de vento diferente e nas duas últimas largadas não fui bem. Pelo menos ainda mantenho a liderança no feminino”, diz Júlia, 20 anos.
                                              No penúltimo dia a competição começou com vento sul de intensidade de 10 a 12 nós mais no final da tarde virou para leste (10 a 12 nós), obrigando a CR mudar a montagem da raia para realizar a última regata do dia.

                                              O Centro Sul-americano de Laser Standard e 4.7 conta com 91 inscritos de 13 países: Brasil, Argentina, Bermudas, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, Guatemala, México, ilhas Trinidad Tobago, Peru, Uruguai e Venezuela. A competição encerra nesta sexta-feira a partir das 14 horas

                                              Foto: Divulgação

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                                                Mar bravo

                                                Por: Redação -

                                                A edição 2015 da Transat Jacques Vabre pode ser considerada uma das mais difíceis e impiedosas para os velejadores. Até o início da tarde desta quinta-feira (29), sete dos 42 barcos que largaram no último domingo (25) em Le Havre, na França, com destino a Itajaí, no Brasil, desistiram por quebras ou capotagem. Outros três podem deixar a prova nas próximas horas após pit-stops programados em portos da Europa. O principal motivo é a força dos ventos e o tamanho das ondas no chamado Golfo de Biscaia, que fica entre o Nordeste da França e o Norte da Espanha. A previsão de mau tempo se concretizou na região e resultou em sérios problemas para as duplas que participam da prova. “É uma travessia muito longa e complicada. Confesso que fiquei preocupado quando recebi a previsão da meteorologia antes da largada, mesmo sabendo que é uma tradição da Transat pegar frentes frias pelo caminho”, disse o campeão olímpico Eduardo Penido, que faz dupla com Renato Araújo a bordo do Zetra, único barco 100% brasileiro da história da Transat Jacques Vabre.

                                                A edição de 2013, que teve o mesmo percurso de 10 mil quilômetros entre a França e o Brasil, registrou apenas três desistências. A temporada mais dura foi a de 2011 com 15 quebras. Naquele ano, mais de 40% da flotilha não chegou a Costa Rica. O espanhol Guilhermo Altadill, velejador do Hugo Boss, afirma que não existe Transat Jacques Vabre sem tempo ruim. Ele e seu companheiro britânico Alex Thomson foram obrigados a mudar o curso para fazer uma parada e consertar o barco da IMOCA em Vigo, na Espanha. “As condições meteorológicas nessa época do ano são assim e é uma tradição da prova pegar pelo menos duas frentes frias no início da regata. É preciso passar por isso para encontrar uma melhor navegação”.

                                                O caso mais complicado até agora foi do barco Maxi80 Prince de Bretagne. Os velejadores foram resgatados em segurança após o multicasco capotar. A dupla se abrigou no interior do trimarã e acionou o sinal de emergência. Horas depois, os franceses foram salvos por um helicóptero do centro de coordenação de salvamento marítimo da Espanha (MRCC).

                                                O La French Tech Rennes Saint-Malo colidiu em um contêiner e também foi obrigado a sair da regata. Outros veleiros estão a caminho de terra para tentar fazer os reparos necessários e seguir viagem.

                                                Líderes após quatro dias de regata
                                                Os Ultimes, modernos e velozes trimarãs de 30 metros, aceleram para Itajaí e já se aproximam da chamada zona do Doldrums, uma área de pouco vento próxima a Linha do Equador. Sodebo e Macif, primeiro e segundo respectivamente, passaram pelas Ilhas Canárias e continuam beirando a costa africana na altura de Marrocos. O líder Sodebo já dá sinais de corrigir o rumo e seguir mais para Oeste.

                                                Na IMOCA 60, os barcos PRB, Banque Populaire, Queguiner e SMA ultrapassaram os Açores e dão indícios de que permanecerão no meio do Atlântico na rota até Itajaí, estratégia diferente dos Ultimes, que estão rentes à costa da África.

                                                Na Multi50, o Ciela Village segurou a liderança nas últimas 48 horas, mas o FenêtréA Prysmian reduziu vantagem e pode tomar a ponta a qualquer momento. Os multicascos também estão na região dos Açores.

                                                Na Class40, categoria que tem o barco brasileiro Zetra na sétima posição provisoriamente, Le Conservateur e V and B estão literalmente empatados. A velocidade média nas últimas 24 horas dos dois foi praticamente igual, mostrando que a disputa tem tudo para ser grande até a chegada em Itajaí (SC). O Zetra está mais de 160 quilômetros atrás dos ponteiros.

                                                Foto: Divulgação/Thierry Martinez

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                                                  Por: Redação -
                                                  29/10/2015

                                                  Na disputa entre os melhores do mundo na classe Laser, Robert Scheidt mostrou um bom desempenho em Abu Dhabi. O velejador foi terceiro colocado nas duas regatas desta-quinta-feira (29), estreia da etapa final da Copa do Mundo de Vela, e terminou o dia na vice-liderança, com 6 pontos perdidos. O australiano Tom Burton é o líder, com 3 pontos perdidos.

                                                  Para evitar o calor extremo na raia da competição, com os termômetros chegando a 40º ao meio-dia, os velejadores foram para a água logo pela manhã. Ventos de terra de 15 nós tornaram as regatas mais rápidas.

                                                  “Tive um bom começo. Fui consistente nas duas provas do dia. Na segunda, fiz boa recuperação no último popa, passando de 9º para 4º colocado. E, como o cipriota largou escapado, subi para o terceiro lugar”, avaliou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

                                                  A competição nos Emirados Árabes Unidos é restrita aos 20 primeiros colocados do ranking mundial de cada classe, aumentando o nível técnico da disputa. Em caso de desistências, as vagas em aberto são preenchidas pelos próximos colocados no ranking e os melhores velejadores de cada continente nas etapas anteriores da Copa do Mundo de Vela.

                                                  Scheidt, atualmente o 12º do mundo na Laser, tem entre seus adversários em Abu Dhabi os primeiros do ranking, os australianos Mathew Wearn (1º) e Tom Burton (2º). A flotilha da classe é completada pelo australiano Ryan Palk (21º), o argentino Julio Alsogaray (24º) e o chinês Jianan Wu, quinto colocado na etapa de Qingdao da Copa do Mundo. “Tenho que continuar a velejar de forma sólida e consistente,” reforçou o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

                                                  A última etapa da Copa do Mundo nos Emirados Árabes Unidos segue nesta sexta-feira (30) com mais duas regatas, também pela manhã, a partir das 10 horas (4 horas no Brasil). No domingo, os dez primeiros colocados disputam a medal race.

                                                  Classificação parcial, após duas regatas:
                                                  1.Tom Burton (AUS) – 3 pontos perdidos (2+1)
                                                  2. Robert Scheidt (BRA) – 6 pp (3+3)
                                                  3. Nick Thompson (GBR) – 11 pp (5+6)
                                                  4. Jesper Stalheim (SWE) – 12 pp (1+11)
                                                  5. Mathew Warn (AUS) – 12 pp (10+2)
                                                  6. Andy Maloney (NZL) – 16 pp (7+9)
                                                  7. Michael Bullot (NZL) – 17 pp (12+5)
                                                  8. Sam Meech (NZL) – 18 pp (4+14)
                                                  9. Juan Maegli (GUA) – 19 pp (15+4)
                                                  10. Philipp Buhl (GER) – 19 pp (11+8)
                                                  Foto: Thom Touw

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                                                    Confira algumas imagens da novidade:

                                                    Foto: Divulgação

                                                    Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

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                                                      No 25º Campeonato Centro Sul-Americano da classe Laser Standard a invencibilidade do catarinense Bruno Fontes (ICSC) foi mantida após cinco regatas disputadas no Veleiros do Sul, em Porto Alegre. Na continuidade da classificação seguem os representantes de Rosário, Argentina, Juan Pablo Bisio e Tomás Pellejero.

                                                      Com cinco vitórias no campeonato, Bruno se diz “confortável com a situação” e espera manter-se assim até o final da competição na sexta-feira. “Tenho feito boas largadas e fui feliz nas minhas escolhas táticas, até porque consigo tomar decisões antes dos demais da flotilha, tudo isso aliado a boa velocidade que tenho conseguido aqui. Eu gosto de velejar no Guaíba porque é uma raia que conheço bem e o vento hoje foi mais forte, do jeito que me agrada”, disse Bruno.

                                                      No 16º Centro Sul-americano de Laser 4.7 que é realizado junto com o Standard, a liderança é do paranaense Andrey de Oliveira Godoy (ICLI) que obteve três vitórias nas cinco regatas e vem se mantendo na frente na classificação geral. Em segundo lugar está o uruguaio Fernando Diz (YCPE) e em terceiro o gaúcho Lucas Mazim (CDJ). Na categoria feminina a gaúcha Júlia Fernanda da Silva (VDS) está em primeiro lugar entre as mulheres e quarta colocada na geral do 4.7.

                                                      “Já tivemos até agora todas condições de vento, correntes e ondas possíveis e isso colabora para que o melhor vença. O campeonato está bem disputado, o pessoal é de bom nível técnico. Acho que poderia ter mais meninas, como não tem vamos competindo contra os meninos mesmo”, afirmou Júlia.

                                                      Depois da falta de vento na terça-feira, ele apareceu com força no Guaíba nesta tarde. Com direção leste, ele variou de intensidade de 10 até 18 nós de intensidade nas rajadas. O Centro Sul-americano de Laser Standard e 4.7conta com 91 inscritos de 13 países: Brasil, Argentina, Bermudas, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, Guatemala, México, ilhas Trinidad Tobago, Peru, Uruguai e Venezuela. A competição segue nesta quinta-feira a partir das 13 horas e tem o apoio da Jimo, Equinautic e ITrax Composites.

                                                      Confira aqui os resultados parciais.

                                                      Foto: Divulgação

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                                                        A Marina Verolme, pertencente ao grupo BR Marinas e localizada em Angra dos Reis, está com uma novidade: a partir de janeiro de 2016, contará com a presença da cervejaria Mistura Clássica em suas instalações. Fundada há 12 anos em Volta Redonda, a empresa está de mudança para a marina e entrará no roteiro turístico da Costa Verde, com acesso para carros, pela rodovia Rio-Santos, barcos e até helicópteros.

                                                        A fábrica será acompanhada por bar, restaurante e loja, e oferecerá um passeio de barco com direito a visita pela cervejaria. A nova unidade contará com 1 500 metros quadrados e terá capacidade para produzir 130 mil litros por mês, três vezes mais do que a atual. A ideia da marca é unir as duas paixões dos brasileiros, segundo a sócia da cervejaria Marta Ribeiro, possibilitando ao visitante sair do passeio no mar e finalizar o dia degustando uma cerveja.

                                                        Foto: Divulgação

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                                                          Segurança a bordo

                                                          Por: Redação -

                                                          A Diretoria de Portos e Costas (DPC) está com uma nova campanha para prevenir incêndios em embarcações de esporte e recreio. Com o slogan “todo grande incêndio começa com um pequeno descuido”, a Marinha do Brasil inicia, no dia 9 de novembro, durante reunião funcional na Capitania dos Portos de Alagoas (CPAL), a campanha nacional de conscientização. O lançamento contará com a presença do Comandante do 3º Distrito Naval, Vice-Almirante Afrânio de Paiva Moreira Junior e do Diretor de Portos e Costas, Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho. O evento será realizado no Motonáutica Lagoa Clube, em Maceió, Alagoas.

                                                          A ação tem o propósito de evitar que fatalidades e acidentes aconteçam por este tipo de ocorrência, além de contribuir para a prevenção de danos ao meio ambiente. Números da Superintendência de Segurança do Tráfego Aquaviário da DPC indicam que dos 144 incêndios em embarcações registrados no Brasil nos últimos três anos, 63 ocorreram na categoria de esporte e recreio, o que representa quase metade dos casos (44%), com uma incidência expressiva em lanchas (48%).

                                                          Para alertar os proprietários e passageiros desses tipos de embarcações, bem como os responsáveis por marinas e clubes náuticos, a DPC divulgará recomendações de segurança simples, mas essenciais para a prevenção de incêndios a bordo. A campanha contará com cartazes, folders, banners, marcadores de livro, chamadas na internet e spots em rádio. Além do material de divulgação, palestras serão realizadas em entidades náuticas com o apoio dos Distritos Navais, Capitanias, Delegacias e Agências.

                                                          Confira as dicas da Campanha:

                                                          Antes de sair

                                                          – Ventile o compartimento do motor antes de ligá-lo para liberar possíveis gases inflamáveis;

                                                          – Conserve o local do motor limpo e livre de vazamento de óleo ou outro tipo de combustível;

                                                          –  Verifique se o quadro elétrico, as fiações e os fusíveis estão em bom estado;

                                                          – O extintor deve estar carregado, dentro da validade, em local visível, de fácil acesso e com o lacre intacto;

                                                          – Cuidado para não deixar óleos, álcool e materiais inflamáveis guardados próximo do motor e de superfícies aquecidas; e

                                                          – Mantenha o botijão de gás em área externa e em local arejado, protegido do sol e de fontes de calor.

                                                          Após sair

                                                          – Oriente seus passageiros sobre as dicas básicas para prevenir incêndios, como por exemplo, não fumar em ambiente fechado, na área do motor e em locais com materiais inflamáveis;

                                                          – Caso tenha cozinha a bordo, mantenha o forno e o fogão sempre limpos após o uso; e

                                                          – Atenção! Tenha cuidado com o uso de fritadeiras, fornos elétricos e churrasqueiras a bordo.

                                                          Foto: Divulgação

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                                                            28/10/2015

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