Novo J8

Por: Redação -
01/06/2015

Os veleiros J-Class foram originalmente desenvolvidos para a America’s Cup e ficaram em ação entre 1930 e 1937. Após longos anos fora de linha, muitos modelos foram reeditados com casco de alumínio fazendo com que a classe renascesse. Além do DNA de competição, os J-Class ainda têm feito sucesso como veleiros de lazer e charter e agora mais um modelo deve voltar ao mar, o J8.

Analisado através de um software especial desenvolvido pelo escritório de Hoek Design, o J8 foi considerado o J-Class de melhor desempenho e por isso ele deve voltar a ser fabricado. O projeto foi amplamente otimizado para se encaixar nas regras de regatas atuais e teve estrutura do casco reforçada e cockpit remodelado.

Com 140 pés (42,7), o casco de alumínio está sendo finalizado pelo estaleiro Bloemsma Alumiuniumbouw, que já construiu outros dois cascos da linha, e deve ficar pronto ainda este ano. O escritório ainda adiantou que o veleiro deve receber motorização híbrida.

Imagens Divulgação

 

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    Fórmula 1

    Por: Redação -
    31/05/2015

    O campeonato mundial de Fórmula 1 de barcos surgiu no final de 1980 quando pilotos e equipes se dividiram sobre o melhor rumo para estabelecer uma categoria principal da motonáutica mundial. Isso foi agravado pelos dois fabricantes de motores rivais, a Mercury e a OMC (Marine Corporation). A Mercury fabricava o poderoso motor T4 que era um motor V6 2 tempos de 4 litros com injeção e era usado por várias equipes que formavam a classe ‘ON’. Já a OMC fabricante dos motores Johnson e Envirude, tinha seus motores equivalentes ao T4 da Mercury, que eram motores V8 2 tempos de 3.5 litros e 400 cavalos de potência que formava a principal motorização da classe ‘OZ’. Tradicionalmente, a classe ‘OZ’ era uma categoria de tecnologia experimental e muitos pilotos achavam que a classe deveria permanecer com esta característica em vez de se tornar a principal categoria de corridas da motonáutica. As duas classes se achavam no direito de possuir o título de Fórmula 1 e foi aí que a UIM (Union Internationale Motonautique) se viu obrigada a intervir para acabar com a disputa das duas categorias unificando seus principais campeonatos que eram realizados na América do Norte e Europa de maneira totalmente independente um do outro. No início de 1981 a UIM sancionou oficialmente o Campeonato Mundial de Fórmula 1 utilizando os regulamentos que compunham a classe ‘OZ’. A decisão foi realizada através do apoio da John Player Special, que fechou um contrato de patrocínio de três anos com a classe ‘OZ’. A classe ‘ON’ acabou ficando com o título de Fórmula Grand Prix, conhecida anteriormente como FONDA (Fórmula ON Drivers Association) 2 Litros World Series que anos mais tarde se tornou a Fórmula 2. A partir da criação da Fórmula 1 de motonáutica, as provas passaram a ter apenas corridas de curta distância ao contrário do que havia anteriormente onde eram misturadas durante a temporada provas de endurance e circuitos curtos.

    Os barcos eram fabricados apenas em madeira e no decorrer das décadas foram sendo aprimorados com o desenvolvimento tanto na parte aerodinâmica como na questão de segurança passando a ter cockpit fechado — semelhante a um Caça F15 — e sua construção de fibra de carbono e kevlar com a leveza da madeira, mas muito mais resistente. Após vários acidentes fatais e até então considerado o esporte mais perigoso do mundo, uma célula de sobrevivência foi criada capaz de suportar impactos de 3 000 newtons onde após acidentes a 250 km/h, geralmente os pilotos saem ilesos. Além da célula de sobrevivência, os barcos passaram a ter airbag em cima do cockpit — que em caso de acidente infla deixando o cockpit acima da linha da água. Já os pilotos obrigatoriamente usam além dos tradicionais equipamentos de proteção como macacão, capacete, salva-vidas, cinto de 6 pontos dentre outros, o Spare air ou outro tipo de sistema de respiração para emergência.

    Atualmente estes barcos medem de 5 a 6 metros de comprimento dependendo do fabricante e seu peso completo com motores de 450 cavalos chegam a 380 kg. Sua velocidade máxima é de 250 km/h devido ao circuito curto atingindo de 0 a 160 km/h em menos de 4,5 segundos e nas curvas atingem a espantosa medida de 5G (força de gravidade) quase o dobro de um carro de Fórmula 1 e se igualando a um caça. Algumas equipes usam motores 4 tempos, mas a maioria das equipes usam motores 2 tempos que tem apresentado indiscutivelmente melhor performance. Ao contrário dos carros que de acordo com a previsão do tempo, temperatura da pista e tipo de curvas e asfalto são escolhidos pneus diferentes para fazer seu acerto, nos barcos são as hélices que fazem a principal diferença de acerto conforme o peso, densidade e agitação da água. A sensação de acelerar um barco destes a 250 km/h é o mesmo que acelerar um carro a 500 km/h e com um agravante, a cada volta a pista se torna diferente devido as marolas dos barcos que se espalham pelo circuito lembrando que a água não é uma pista lisa como o asfalto e sim, semelhante a uma pista de terra como em uma corrida de ralie. Os circuitos geralmente medem 2 000 metros de percurso por volta com pequenas retas e curvas para a direita e esquerda sendo marcadas por boias coloridas e sua largada é feita a partir de um píer com os barcos alinhados um ao lado do outro sendo que após a largada cerca de 20 barcos correm em direção a mesma boia tornando a parte mais perigosa de uma corrida que dura aproximadamente 45 minutos.

    O cronograma das corridas se assemelham a dos carros com o primeiro dia treino livre, segundo dia treino livre e tomada de tempo e no terceiro dia warm up finalizando com a corrida.

    Hoje o campeonato mundial de Fórmula 1 de motonáutica se chama F1H2O apesar de temos vários campeonatos regionais de F1 que acontecem na América do Norte, Europa, Ásia, África e Oceania com barcos e motores semelhantes, mas não com a mesma tecnologia como por exemplo uma pequena caixa de direção que custa aproximadamente U$ 20 000.

    O campeonato acontece entre a Europa e Oceania devido a sua logística com raras exceções que aconteceram durante alguns anos como no Brasil em 2013. Com a entrada das equipes Árabes no circuito da F1H2O como o Team Abu Dhabi e o Team Qatar, o calendário anual passou a incluir várias provas nos países Árabes e as provas que aconteciam na Europa começaram a desaparecer gradativamente do calendário até pararem com a última em 2011 em Portimão (Portugal). A partir deste ano foi retomado o circuito na Europa com Grande Prêmio na França e outro em Portugal.

    O investimento das equipes Árabes foi tão grande nos últimos tempos que a F1H2O passou a limitar os motores colocando regras de preparação dos mesmos para tornar as equipes mais competitivas, mas não pense que a velocidade diminuiu, apenas parou de aumentar e se você pensa em sentar em um cockpit destes, é bom lembrar que mesmo com toda a segurança que existe hoje, você vai ter que ter preparação física e psicológica para largar com 20 barcos ao seu lado e quando der 1 minuto para a largada vai escutar o barulho do fechamento do cockpit dos barcos, fazendo com que o calor interno aumente e o coração dispare. Neste momento é preciso esperar as luzes se acenderem uma a uma e quando todas estiverem acesas, elas se apagarem indicando o sinal de largada. Você deve estar preparado para ouvir o som dos 20 motores que começam a soar ao mesmo tempo em rotação acima dos 10 mil giros e todos chegarem lado a lado, em aproximadamente 5 segundos, a velocidade de 200 km/h na primeira boia para aí fazer a primeira curva a esquerda, abaixando o nariz do barco para fazê-la mais fechada e rápida possível, e seu corpo sofrer uma pequena força de gravidade de 5G, para logo em seguida os bicos levantarem na reta no limite levando em conta as rajadas de vento e as marolas para que ele não acabe decolando e dar o famoso looping, tudo isto no meio de muito spray de água que fazem você pilotar sem enxergar nada por alguns segundos sem saber o que vem pela frente e estar preparado para tomar decisões em fração de segundos, pois cada volta você chega a fazer em menos de 45 segundos. Esta é a F1 dos barcos.

     

    Lebos Chaguri é piloto e especialista em barcos de corrida

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      Copa Flotilha

      Por: Redação -
      29/05/2015

      Neste sábado acontece a terceira e última etapa da Copa Flotilha, realizada tradicionalmente pelo Iate Clube de Santa Catarina no mês de maio. A Regata Tripulação faz jus ao nome e conta com as equipes completas. Após competirem em campanha solo (Regata Solitário) e em casal (Regata Ele e Ela), chega a vez dos comandantes contarem com suas respectivas tripulações no evento deste sábado, 30.

      A largada, assim como nas duas regatas anteriores, acontece às 12h, nas proximidades da Ponte Pedro Ivo Campos, na Baía Sul. O percurso segue com contorno de boia em frente ao Iate Clube de Santa Catarina, passando depois por uma boia na Ponta de Coqueiros e em seguida pela baía de São José.

      Após essa primeira parte da regata, os veleiros precisam cumprir um barla-sota com três pernas, com raia formada na boia da baía de São José e outra boia mais ao sul, com aproximadamente 1,5 milhas náuticas de distância. Completa essa etapa, os veleiros contornam a boia novamente na Ponta de Coqueiros e completam a regata em frente ao Iate Clube de Santa Catarina.

      É importante ressaltar que esse percurso mais longo vale para as classes C30, ORC e RGS, enquanto os veleiros de Proa Rasa cumprem todas as etapas menos o trecho de barla-sota.

      A Regata Tripulação conta também pontos na Copa Veleiros de Oceano, sendo o quarto evento do calendário de competições, organizado pelo Iate Clube de Santa Catarina em parceria com a Flotilha Catarinense de Veleiros de Oceano.

      Foto Sergio Vignes/ICSC

       

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        Rotativo

        Por: Redação -

        Você já ouviu falar no Motor Wankel? A invenção maluca do engenheiro alemão Felix Wankel utiliza rotores com formato semelhante ao de um triângulo, em vez dos pistões dos motores alternativos convencionais. Veja imagens de seu funcionamento no vídeo junto com a explicação de nosso diretor técnico, e também engenheiro, Marcio Dottori.

        Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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          Competição holandesa

          Por: Redação -

          O velejador paralímpico Bruno Landgraf está na Holanda, palco do primeiro campeonato que disputará após a mudança de São Paulo para o Rio de Janeiro. A competição em Medemblik serve para medir o desempenho de Bruno e sua parceira, Marinalva Almeida, em relação aos demais velejadores da categoria Skud 18.

          A Delta Lloyd Regatta reúne diversas categorias, tanto olímpicas como paralímpicas, entre os dias 26 e 30 de maio. “Essa experiência internacional é muito importante nesse momento, pois temos contato com muitos outros atletas que buscam vaga nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro e podemos analisar nossos possíveis adversários. Outra questão é sentirmos como está nosso desempenho, se o treinamento está no rumo certo e onde podemos melhorar”, afirma Bruno Landgraf, de 29 anos.

          A Skud 18 contará, neste campeonato, com 17 duplas representando 12 países, e permitirá que o velejador brasileiro veja a evolução que teve desde meados de abril, quando mudou-se para Niterói e passou a treinar diariamente no barco usado pela categoria. Enquanto morava em São Paulo, Bruno Landgraf usava equipamento diferente do adotado nas competições de sua classe.

          O foco do ex-goleiro do São Paulo está nos Jogos Paralímpicos de 2016. Em 2012, Bruno disputou a Skud 18 nos Jogos de Londres, ficando na 11ª posição, mas seu técnico, Pedro Paulo Penna Franca, o PP, afirma que a evolução dele neste ciclo é muito grande e aposta: “repetir a posição de Londres, ele não vai. Pode ter certeza de que ele vai melhorar bastante”.

          Foto José Olimpio

           

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            Paraíso japonês

            Por: Redação -

            É difícil imaginar que ao viajar para o Japão seria possível encontrar paisagens paradisíacas com águas cristalinas e praias de areia branca e fina. Pois esse paraíso japonês existe e se chama Okinawa. Okinawa é a província mais ao sul do Japão e tem 169 ilhas. O clima é devido a sua localização próxima aos trópicos e as temperaturas variam entre 10º e 40º graus.

            As ilhas de Okinawa impressionam tanto pela beleza que são conhecidas como “Havaí do Japão”.

            Fotos Divulgação

             

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              Primeira Turma

              Por: Redação -

              A primeira turma do curso para tripulantes de embarcações de esporte e recreio foi formada. De 18 a 23 de maio, cerca de 30 tripulantes participaram do módulo básico do curso promovido pela Azimut Yachts do Brasil com apoio e certificação do Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e ministrado pelo experiente comandante e instrutor Claudio Copello e pelo instrutor do Senai Altamir Steil. A próxima edição será realizada em Santos, no litoral paulista, entre 22 e 27 de junho. Em seguida, a cidade catarinense de Itajaí sediará as aulas entre 20 a 25 de julho.

              “Todas as vagas disponíveis foram preenchidas na primeira edição do curso. Foi um grande sucesso, já que os tripulantes tiveram a oportunidade de se familiarizarem com as embarcações e de aprenderem noções básicas sobre os elementos elétricos, hidráulicos e mecânicos dos iates, além de outros”, explica o diretor de pós-vendas da Azimut do Brasil, o italiano Giuseppe Donadio, com mais de 10 anos de experiência internacional e, agora, à frente do setor na filial brasileira da Azimut Yachts – reconhecida como a maior fabricante de iates de luxo do mundo.

              Informações sobre revisões periódicas; identificação de problemas em um primeiro nível – para informações precisas à assistência técnica, além de atitudes fundamentais de conservação dos barcos são mais assuntos abordados.

              “O mercado náutico brasileiro ainda é jovem especialmente em termos de qualificação e profissionalização. Contudo, o país tem um enorme potencial e vem obtendo um crescimento muito expressivo na frota de iates acima de 40 pés. O objetivo de Azimut Yachts é servir como um agente social contribuindo, através de sua experiência, com a formação profissional, com o desenvolvimento do setor náutico e com uma navegação segura e eficaz”, complementa.

              O módulo básico tem 48 horas entre aulas práticas e teóricas. Além desse primeiro curso, a previsão é de que em setembro iniciem as aulas do módulo avançado. A princípio serão formados tripulantes dos iates da marca Azimut. Futuramente serão abertos para tripulantes de outros estaleiros.

              As inscrições para os cursos em São Paulo e em Santa Catarina podem ser solicitadas através do telefone 47/3405-0505.

              Instalado no Brasil em 2010, o estaleiro da Azimut Yachts ocupa uma área de 16 mil m² na cidade de Itajaí, SC, e vem obtendo sucesso cada vez mais expressivo com novidades ao mercado náutico ano a ano. Atualmente a fábrica conta com produção de iates de luxo de 42, 43, 50, 60, 70 e 83 pés.

              Azimut Yachts é uma marca do Grupo italiano Azimut|Benetti com matriz em Avigliana, Itália que oferece a mais extensa gama de iates entre 34 a 120 pés.

              Foto Divulgação

               

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                Regata Escola Naval

                Por: Redação -

                Tradicionalmente realizada no mês de outubro, a Regata Escola Naval, maior prova náutica da América Latina, chega à 70ª edição no próximo dia 13 de junho. A mudança no calendário tem uma razão especial: as comemorações pelos 150 anos da Batalha Naval do Riachuelo, evento militar decisivo ocorrido durante a Guerra da Tríplice Aliança. A 70ª Regata Escola Naval em comemoração aos 150 anos da Batalha Naval do Riachuelo deverá reunir na Baía da Guanabara cerca de 700 embarcações de diversas classes: Oceânicas, Monotipos, Escaleres, Catamarãs, Veleiros Rádio Controlados, Windsurf e Vela Adaptada. Juntamente com a Regata, haverá a 26ª Meia Maratona de Canoagem. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do Grêmio de Vela da Escola Naval (gven.org.br) ou no próprio dia da Regata, até às 11h, nos postos de inscrição montados na Escola Naval e nos clubes coirmãos.

                Além da competição na água, a 70ª Regata Escola Naval em comemoração aos 150 anos da Batalha Naval do Riachuelo abrirá as portas da Ilha de Villegagnon para que o público possa participar de diferentes atividades gratuitas. Entre as atrações, haverá uma exposição sobre a Batalha do Riachuelo, atividades infantis com animadores e brinquedos (cama elástica, tobogã, mini parquinho e fazendinha), exposição do Corpo de Fuzileiros Navais e de material da Força Aeronaval, apresentações de música, dança e artes marciais. A organização espera receber cerca de 3 500 visitantes no dia do evento.

                No dia 13, a primeira largada será dada às 8h30, com a realização da 26ª Meia-Maratona de Canoagem Oceânica. Às 9h, os competidores iniciam a Regata de Veleiros Rádio Controlados (Classe RG65) e, às 13h, será dada a largada para a principal competição do dia, a tradicional Regata a Vela, reunindo barcos de diferentes classes. Nesse mesmo horário, acontece a Regata de Veleiros Rádio Controlados (Classe IOM). A premiação dos vencedores da Regata a Vela será realizada no dia 26 de junho, durante uma confraternização na Escola Naval.

                O evento está incluso no calendário de comemorações dos 450 anos da Cidade do Rio de Janeiro.

                Foto Divulgação

                 

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                  Toyota no Brasil

                  Por: Redação -
                  28/05/2015

                  Takeshi Uchiyamada, Presidente Mundial do Conselho de Administração da Toyota Motors Corporation e criador do Prius, o primeiro carro híbrido do mundo, esteve no Brasil e sua visita começou no mar. O executivo foi para Rio de Janeiro e, ao lado do Lexus Sailing Team, competiu na Taça Comodoro do Iate Clube do Rio de Janeiro. Na foto, Takeshi Uchiyamada está no timão, entre Luís Gustavo de Crescenzo e Koji Konda, presidente Toyota do Brasil.

                  O Prius tem motor 1.8 16V de 99 cavalos e outro elétrico, de 82 cv, que, juntos, despejam nas rodas, 134 cv. O modelo também é equipado com transmissão automática. O Prius ainda tem ar condicionado digital, sistema de partida sem chave, vidros e travas elétricos, direção elétrica, volante com comandos de áudio, piloto automático e central multimídia com conexão Bluetooth e câmera de ré.

                  O veleiro Lexus Chroma competiu na classe ORC e terminou a competição carioca no 15º lugar.

                  Foto Lexus Sailing Team

                   

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                    Super Falcon Mark II

                    Por: Redação -

                    O submarino particular Super Falcon Mark II, da empresa Deepflight, ficou famoso pois sua primeira unidade foi construída para o bilionário Tom Perkins que declarou que não conseguiu resistir ao brinquedo náutico. Com preço estimado em 1,4 milhões de euros, o Super Falcon Mark II pesa 1 800 quilos e mede 5,9 metros de comprimento. O submarino pode alcançar os 120 metros de profundidade e navega a 6 nós.

                    Fotos Divulgação

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                      Sunrise 63m

                      Por: Redação -

                      O estaleiro turco Sunrise Yachts resolveu apresentar seu novo iate, o Irimari, da linha Sunrise 63m. O iate, que será apresentado ao público durante o Monaco Yacht Show 2015, foi projetado pelo renomado designer Espen Oeino, e seu interior tem assinatura da Focus Yacht Design e o projeto de arquitetura naval foi assinada pelo Unique Yacht Design. O Irimari tem casco de aço de alta resistência e superestrutura em alumínio e foi desenhado para viagens transatlânticas. O iate pode alcançar velocidade máxima de 17 nós.

                      Veja o vídeo do iate sendo colocado na água pela primeira vez:

                       

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                        Para cruzeiristas

                        Por: Redação -

                        O 5º Cruzeiro Hidrovia Tietê Paraná já tem data marcada para a largada, dia 5 de julho na Marina Sunset BTC, às margens do Rio Tietê e chegada em 9 de julho, em Adolfo. O retorno acontece no dia 12 e a chegada final, em Barra Bonita, no dia 16 de julho. São 500 km de navegação na Hidrovia Tietê-Paraná com duração total de 14 dias. Veleiros de 16 a 37 pés (com motor de popa) podem participar, e as inscrições também estão abertas para as embarcações a motor.

                        Para os que não podem navegar por 14 dias, é possível a participação por trechos, tanto de pessoas, como embarcações, por quantos dias desejarem.

                        O passeio inclui eclusagens, city tours, navegação diurna e em flotilha, rádio comunicação/gps, roteiros gastronômicos e culturais, além de segurança e apoio náutico.

                        Para inscrições é preciso acessar o site da Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro (ABVC) abvc.com.br.

                        Foto Divulgação

                         
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                          Limpos e brilhando

                          Por: Redação -

                          A tendência é essa. Ultimamente a área de vidros das embarcações tem crescido bastante. Uma aposta dos estaleiros em iluminar mais os barcos maiores, que costumavam ser mais fechados e escuros nas áreas internas.

                          Claro que quanto mais envidraçado, mais bonito fica o barco. Esse gosto é quase unânime. Porém, a grande quantidade desse material requer alguns cuidados especiais na manutenção e principalmente na limpeza das embarcações.

                          Você tem problemas com manchas nos vidros de seu barco e quer se livrar delas de uma maneira rápida e eficiente? TV Náutica foi buscar a ajuda de um especialista no assunto. Marcelo Huertas, da Nautispecial, ensina a melhor maneira de eliminar a sujeira dos vidros a bordo. Confira e inscreva-se em nosso canal.

                          Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                            80 anos depois

                            Por: Redação -

                            Mudanças da política dos Estados Unidos em relação a Cuba anunciadas em dezembro de 2014 fizerem com que os netos de uma lenda, o escritor Ernest Hemingway, Prêmio Nobel de Literatura, retomassem a rota do avô entre os Estados Unidos e Cuba após quase 81 anos da viagem que fez o autor se apaixonar pela ilha.

                            Hemingway fez a viagem em 1934 a bordo do veleiro Pilar, especialmente equipado para a prática da pesca esportiva, e a ilha se tornou seu principal refúgio até sua morte, aos 81 anos. O escritor era um dos participantes assíduos do Torneio de Pesca de Agulha Ernest Hemingway, que completa 65 anos de existência, e ganhou o nome em homenagem a Hemingway que venceu por três anos seguidos o torneio.

                            Além dos dois netos do escritor, John e Patrick, outros 50 pescadores americanos partiram do porto Key West no último dia 22 para participar do torneio e celebrar a retomada de relações entre os dois países, mas os barcos só puderam partir após uma liberação especial do governo americano, pois o embargo ainda não foi suspenso oficialmente.

                            Ernest Hemingway, autor de “O Velho e o Mar”, participou pela última vez do torneio em 1960 quando se encontrou com Fidel Castro.

                            Foto Ernest Hemingway Collection

                             

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                              Do futuro

                              Por: Redação -

                              O designer coreano Jeong Jaewan, apresentou recentemente o projeto de uma lancha que bem poderia ser o barco do personagem Batman dos quadrinhos. Batizado de Kinetic 660, a embarcação de 15,10 metros, foi desenhada para atingir os 40 nós de velocidade.

                              É um barco que ainda não sabemos se sairá do papel, mas que vale a pena dar uma olhada.

                              Imagens Divulgação

                               

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                                Mangusta 132

                                Por: Redação -
                                27/05/2015

                                A primeira unidade do iate Mangusta 132, da linha Maxi Open do estaleiro italiano Overmarine, ficou pronta na Itália e deve estrear no Monaco Yacht Show que acontece de 22 a 25 de setembro de 2015.

                                O iate Mangusta 132 segue a tendência de grandes áreas envidraçadas no salão principal e muito espaço no flybridge. O modelo está equipado com três motores MTU de 2 600 hp cada e pode alcançar os 34 nós de velocidade máxima.

                                Fotos Divulgação

                                 

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                                  Semana de Vela

                                  Por: Redação -

                                  A principal competição de vela oceânica da América Latina chega à 42ª edição neste ano, aproximando-se ainda mais dos velejadores, principais personagens do evento que mobiliza a Capital Nacional da Vela. A parceria estabelecida entre a Prefeitura Municipal e o Yacht Club de Ilhabela (YCI) trará de volta os barcos da classe Bico de Proa à Ilhabela Sailing Week (ISW) e ainda envolverá a Semana de Monotipos, unificando os dois campeonatos e privilegiando os competidores de ambas as disputas. Os monotipos correrão de 3 a 5 de julho, enquanto a ISW seguirá até o dia 11.

                                  Com a inclusão da Bico de Proa, o primeiro prazo para inscrições com desconto fica estendido até 15 de junho, para que todas as tripulações tenham tempo suficiente para se preparar e inscrever seus barcos. Ainda devido ao retorno da Bico de Proa, decidiu-se manter a participação na RGS Cruiser conforme regra da última edição, excluindo-se a obrigação de os vencedores mudarem de divisão. A restrição está extinta para que cada comandante opte pela classe mais adequada. Outra novidade é o lançamento oficial da classe HPE 30, que levará quatro barcos à raia.

                                  “A Prefeitura Municipal de Ilhabela sempre apoiou a Ilhabela Sailing Week, mas neste ano está consolidando a tradição náutica da cidade e reforçando o compromisso com os velejadores”, enfatiza Carlos Sodré, o Cuca, diretor da Comissão de Regatas. “Será um ganho para os participantes e para a comunidade porque estarão mais envolvidos pela atmosfera da vela. Manteremos a qualidade e tornaremos o evento mais democrático”, assegura Cuca.

                                  As inscrições para ISW estão abertas e seguem até 1º de julho. As tripulações interessadas em participar da 42ª Ilhabela Sailing Week podem aproveitar o primeiro período com descontos, prorrogado até 15 de junho, e antecipar a inscrição pelo site www.ilhabelasw.com.br.

                                  Foto Marcos Méndez /  Divulgação

                                   

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                                    Por: Redação -

                                    Estar em um barco de menor porte e se deparar com grandes ondulações é sempre preocupante. Se não for pelo perigo, o que raramente acontece em navegações costeiras, pelo próprio desconforto de passar por elas. Marcio Dottori ensina como cortar ondas em barco pequeno com o maior conforto possível.

                                    Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                                      Financiamento coletivo

                                      Por: Redação -

                                      O financiamento coletivo (crowdfunding) é uma alternativa, popularizada pelas redes sociais, para que pessoas consigam começar seus negócios. Em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa contribuem para que algum produto seja realmente fabricado por quem teve a ideia, mas não tem dinheiro para colocá-la em prática.

                                      Foi o que aconteceu na Itália, com o estaleiro Savona, que acaba de construir uma lancha de 11 metros através da iniciativa. O projeto ganhou fãs devido ao uso de motorização híbrida, diesel e elétrica, e o uso de materiais reciclados em todos os componentes da embarcação.

                                      Batizada de Luxi 33, a embarcação tem 36 pés e pode ser equipada com motor diesel entre 170 e 250 hp e motor elétrico de 15Kw.

                                       

                                      Fotos Divulgação

                                       

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                                        Vitória holandesa

                                        Por: Redação -

                                        O Team Brunel, barco comandado por Bouwe Bekking, venceu, nesta quarta-feira (26), a sétima etapa da Volvo Ocean Race, disputada entre Newport, nos Estados Unidos, e Lisboa, Portugal. A equipe da Holanda completou o percurso de 2 800 milhas náuticas em 9 dias, 11 horas, 9 minutos e 49 segundos. Em segundo lugar terminou o Mapfre, seguido por Team Alvimedica, Dongfeng Race Team, Abu Dhabi Ocean Racing e Team SCA.

                                        “Foi uma das mais fáceis e excitantes etapas ao mesmo tempo”, comemorou Bouwe Bekking, que disputa pela sétima vez a Volvo Ocean Race. “Os caras fizeram um grande trabalho, mas confesso que foi uma das mais calmas pernas transatlânticas que já naveguei. Foi um cruzeiro”.

                                        O resultado coloca o barco holandês novamente na disputa do título da temporada. O Team Brunel está em terceiro no geral com 22 pontos perdidos. “Acredito que a situação tenha mudado um pouco. Após a etapa, a regata está aberta novamente. Nós ainda temos duas pernas para velejar e vamos continuar a lutar para a melhor posição no final”, disse Bouwe Bekking, do Team Brunel. O velejador holandês deu a volta por cima e pode ter apagado uma memória ruim. Em 2006, o atleta estava a bordo do Movistar, barco que naufragou no Atlântico Norte.

                                        O líder no geral é o Abu Dhabi com 16 pontos, seguido pelo chinês Dongfeng com 21. Os chineses tinham tudo para conseguir diminuir ainda mais a vantagem, mas acabaram perdendo posições e a gota d’água foi terminar em quarto – fora do pódio – 55 segundos atrás do Team Alvimedica. “Minha missão agora é me controlar e pedir desculpas à minha equipe. Não fui um bom comandante desta vez! Os atletas estavam bem pela manhã e eu não. Pode ser por isso que perdemos o terceiro lugar”, disse o decepcionado Charles Caudrelier, comandante do Dongfeng Race Team.

                                        O barco espanhol Mapfre, que chegou em segundo – menos de 22 minutos atrás do Team Brunel – tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca como integrante. “Brigamos até o fim pela liderança. Velejamos juntos a etapa inteira e faltou um pouco de velocidade na chegada. Vamos continuar nessa competição contra o Brunel nas próximas duas etapas. O barco andou rápido e respondeu na travessia transatlântica. A nossa equipe trabalhou muito bem do começo ao fim”.

                                        Já o Team SCA chegou novamente em sexto lugar, como em todas as outras seis etapas. As meninas chegaram a liderar a regata e não deixaram os adversários escaparem tanto. Cruzaram a linha de chegada duas horas depois do vencedor. A holandesa Carolijn Brouwer, que morou muito tempo no Brasil, gostou do desempenho das meninas. “Foi minha terceira passagem pelo Atlântico e dessa vez foi diferente, pois fez menos frio e vento fraco. O resultado foi bom para gente e o número final não mostra o esforço que estamos fazendo a bordo. Agora, as próximas pernas, que são mais curtas, podem nos favorecer”.

                                        Após quatro meses reconstrução no estaleiro Persico, em Bergamo, na Itália, o barco Team Vestas Wind também chegou a Lisboa e será preparado para a largada da oitava etapa entre Portugal e França.

                                        Ao longo dos próximos dias, a Volta ao Mundo terá seus capítulos finais com a perna até Lorient, na França, e depois o sprint para a Suécia – com uma parada de 24 horas em Haia, na Holanda. A regata termina em 27 de junho com a in-port race de Gotemburgo após nove meses e 38 739 milhas náuticas percorridas, visitando 11 portos e todos os continentes.

                                        Veja fotos da chegada em Lisboa:

                                        Fotos Ricardo Pinto e Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

                                         

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                                          Um superiate na Espanha

                                          Por: Redação -

                                          O superiate Madame Kate, de um empresário brasileiro, está atraindo olhares na Espanha, onde foi fotografado nas últimas semanas. Construído pelo estaleiro holandês Amels, o iate de 197 pés ficou pronto em abril e já está desfilando pela Europa.

                                          Este é o casco de número 2 da linha Amels 199 e foi projetado pelo britânico Tim Hoywood, o mesmo projetista do Topaz, quinto maior iate do mundo com 482 pés. Apesar do tamanho reduzido quando comparado ao Topaz, o Madame Kate não vai passar desapercebido por onde ancorar, já que o design da sua proa é bastante diferente dos iates tradicionais. Outro detalhe que está fazendo o Madame Kate virar atração turística na Espanha é seu sistema de iluminação que deixa o iate todo azul durante a noite.

                                          Veja como é o Madame Kate:


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                                            Entregando um 150 pés

                                            Por: Redação -
                                            26/05/2015

                                            O estaleiro italiano Sanlorenzo Yachts acaba de terminar a produção do oitavo casco da linha 46Steel. Medindo 46 metros de comprimento, o Scorpion foi construído para um proprietário russo e sua entrega foi bastante festejada pelo estaleiro.

                                            O 46Steel é um iate de 150 pés e cinco deques. Seu interior foi inspirado nos iates maiores, o que garante muito conforto a bordo.

                                            A Sanlorenzo está, atualmente, construindo outros dois modelos, as duas primeiras unidades do iate do novo 460EXP que será lançado em setembro no Monaco Yacht Show, e outras duas unidades do 52Steel que está programado para ser lançado em 2016.

                                            Fotos Divulgação

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              Ao longe se ouve uma steel-band. Você está sentado à mesa de um Tiki-bar, aproveitando de um belo Sundowner, o happy-hour do Caribe, enquanto espera observar o green-flash no horizonte de águas azuis turquesa. Com o dedo gira as rodelas de laranja de um gelado Rhun-punch, enquanto degusta uma pequena porção de borrachudas conch.

                                              Não mais do que derrepente, a rádio local interrompe a programação com um boletim de Gale Warning ou Hurricane Watch, e o clima subitamente muda. Rostos barbados e bronzeados se entreolham, gringos com grandes chapéus de palha matam de uma golada seus aperitivos e um a um se levantam, rumando para seus botes com um ar visível de preocupação.

                                              Neste exato momento, cai sua ficha e você percebe que está na hora e local errados. “Pego de bermudas” na chamada Estação de Furacões, ali não é hora de estar de bobeira! Nesta época o clima intercala dias de céu claro e brisa fraca, com outros tantos de chuva torrencial, violentas ressacas e ventos assustadores. Portanto, escolha bem sua rota, levando em consideração o clima das regiões do mundo que pretende navegar, principalmente em relação à ocorrência de ciclones.

                                              Poucos fenômenos naturais são tão intensos e assustadores como os ciclones tropicais, fenômeno que, dependendo da região do globo pode ganhar o nome de tufão, furacão ou mesmo Willy-willy. Aqui, iremos comentar apenas os que ocorrem no Atlântico Norte e Mar do Caribe, os Furacões.

                                              Apesar de a citada estação ir oficialmente de 1º de junho a 30 de novembro de cada ano, é fato que não existe data fixa para a ocorrência destas tempestades, como alguns artigos costumam determinar. Já foram registrados furacões em dezembro e janeiro; por vezes em áreas que nunca haviam sofrido este tipo de tormenta.

                                              No Brasil, conhecemos as tempestades que precedem e acompanham as frentes frias, e que podem ser bastante violentas; também conhecemos as rápidas chuvas de verão que desabam sobre nossos barcos com enorme violência, mas nada que se compare ao que acontece no Hemisfério Norte. Ciclones não são tempestades normais, cujos ventos vem de uma direção definida, como o Sudoeste e Sul das frentes frias, mas algo muito mais forte, cujos ventos giram em espiral no sentido anti-horário em direção ao “olho” enquanto este se desloca, a 15 ou mais nós no sentido Leste-Oeste ou Leste-Noroeste, dependendo da região do “encontro”.

                                              Durante a Estação dos Furacões, sua atenção deve se prender a parte Leste e Sul do Atlântico Norte, dos Açores às Ilhas do Cabo Verde, onde as chamadas Tropical Waves (Ondas Tropicais), um enorme cavado, formado por massas confusas de nuvens e grande umidade, partem do Continente Africano a cada três ou quatro dias, rumando para o distante Caribe com sua carga de umidade e energia, portanto muita atenção.

                                              Por estatística, os furacões acontecem em maior quantidade entre os meses de agosto e outubro, sendo setembro o mês de maior ocorrência — cerca de dois por mês nos últimos cem anos. Porém, em um ano complicado, este número pode ser muito maior. Em anos bons, furacões podem nem ocorrer, mas em anos ruins até quinze podem varrer as Ilhas do Caribe, principalmente as Antilhas, as Virgens e Bahamas. Furacões muito raramente atingem as ilhas mais ao Sul, como Grenada, as chamadas ABC (Aruba, Bonaire e Curaçao) e até a própria Venezuela, mas não há como ser categórico quanto a isto.

                                              Trajetória e comportamento
                                              No início e no fim da estação, os furacões podem se formar já muito próximos do Caribe. Notadamente nas imediações de Barbados no início. No final, podem vir a se formar até mesmo na península mexicana de Yucatan, o que não permite que sejamos avisados com o tempo necessário para procurar abrigo. Por vias de regra, fique longe desta região nas épocas de maior possibilidade. Mesmo que sua ilha não seja atingida diretamente pela passagem de uma tempestade destas, as chuvas e principalmente as ressacas podem chegar com grande intensidade, causando problemas.

                                              Os furacões podem nascer próximos do continente africano como uma depressão ou tempestade tropical, ou mesmo a meio caminho de sua viagem rumo ao Caribe. Depois que se tornam furacões, cruzam o oceano entre os 7°N e os 15°N e ao se aproximar do Caribe, costumam derivar para Noroeste, raspando ou cruzando as Antilhas e as Ilhas das Bahamas. Algumas vezes fecham uma curva, passando ao largo do litoral norte-americano, indo dissipar no meio das águas frias do Oceano Atlântico Norte. Porém, algumas vezes cruza por sobre as ilhas ou penetram no continente, causando as tragédias de que já ouvimos falar, como o Andrew, o Katrina e mais recentemente o Sandy.

                                              Ciclogenese dos Furacões: de Onda Tropical a Furacão
                                              Pode surpreender, mas o berço das chamadas “Ondas Tropicais” se situa na região africana do Sahel (ou Sahil), que significa fronteira — um cinturão climático localizado entre o Deserto do Saara e as Savanas do Sudão, possui aproximadamente 600 km de largura e 5 400 km de extensão, cortando cerca de treze paises. Esta região cruza o continente africano do Mar Vermelho ao Atlântico e é coberto por estepes semi-áridas, onde chove apenas de 150 a 300 mm por ano. Por ser extremamente quente, acredita-se que quando há uma precipitação fora do comum, ali possam se criar grandes massas de ar quente e úmido, dando origem as Tropical Waves.

                                              Na contramão do Sahel, atua o nosso já conhecido El Niño, que é a inversão das correntes no Pacifico Sul, trazendo aquecimento ao litoral ocidental da América do Sul e criando correntes de ar contrarias as normais (Leste-Oeste). Este aquecimento de até 4°C, como o registrado em agosto de 1997, ano do mais forte El Niño do século 20, permitiu registrar a menor ocorrência de furacões no Atlântico em quase 70 anos, com apenas um ciclone registrado entre os meses de agosto e setembro. Portanto, quanto mais forte o El Niño, menor é a possibilidade de furacões. Em 1995, o El Niño não compareceu e 19 furacões se desenvolveram. Até março de 2015 os meteorologistas anunciaram a formação do fenômeno, mas apenas em abril ele começou a se confirmar, pois até então o aumento de temperatura nas águas do Pacífico, era de apenas 0.6°C, algo insuficiente para afetar o clima no distante Atlântico.

                                              Sabemos que não há uma fórmula mágica para se determinar quando e como um furacão vai se formar, mas existem condições que associadas tendem a favorecer a “organização” de uma tempestade, que pode vir a se tornar um furacão:

                                              1- A existência de uma Onda Tropical; sabe-se que 85% dos furacões se desenvolvem a partir de uma delas (leia abaixo);
                                              2- A temperatura da água do mar precisa ser maior ou igual a 26°C (79°F);
                                              3 – Deve existir uma área de pressão sensivelmente mais baixa que as massas ao redor;
                                              4- Atividade convectiva moderada ou forte;
                                              5- Condições “favoráveis” nas camadas medias e altas da atmosfera (algo difícil de ser definido ou medido);
                                              6- A não ocorrência do fenômeno EL Niño no Pacífico, é compreendida como sinal de Estação agitada, com muitos furacões (até março de 2015 ele não havia aparecido);
                                              7- A ITCZ ou Zona de Convergência Intertropical deve ser estreita e de grande e até violenta atividade convectiva. Acreditasse que ao “esbarrar” de uma Onda Tropical, ocorra o início do movimento ciclônico dos ventos, numa mais do que complexa interação.

                                              Tropical Waves, o berço dos furacões
                                              As Ondas Tropicais (Tropical Waves) também conhecidas por Ondas Orientais ou Ondas Orientais Africanas, como citado acima, são cavados ou linhas de baixa pressão alinhadas num eixo Norte-Sul que podem medir cerca de 20° de Latitude, digamos entre os 05°N e 26°N, mas normalmente se situa entre os 10°N e os 20°N. Durante o verão do Hemisfério Norte, estas ondas se formam a cada três ou quatro dias, já próximas das Ilhas do Cabo Verde (15°N – 025°W), sendo que sua largura pode ocupar de quatro a seis graus de longitude. Veja que falamos em algo que pode medir 1 000 milhas no sentido N-S e aproximadamente 300 milhas de largura.

                                              O deslocamento inicial das Ondas Tropicais segue numa direção SW e depois, quando alcança aproximadamente os 030°W toma o sentido francamente Oeste, rumo à cadeia de Ilhas do Caribe. Sua velocidade pode variar entre os normais 10 e surpreendentes 30 nós. Estudos dizem que ondas lentas, mas de forte atividade convectiva são mais preocupantes que as rápidas, pois têm maior chance de vir a se tornar furacões.

                                              Nota: Atividade Convectiva é a troca de energia entre as camadas mais baixas e mais altas da atmosfera, que associamos mais facilmente ao movimento interno de uma nuvem, onde o ar quente e úmido sobe até as camadas superiores da atmosfera e se condensa, e ao se tornar mais frio desce na forma de chuva. Esta circulação forma nuvens de aspecto de torre, como os Cumulus Nimbus, também conhecidos por CB’s, e concentra grande quantidade de energia.

                                              Estas Ondas Tropicais, como citado, são associadas normalmente a enormes concentrações de nuvens, que se deslocam em conjunto, mas não apresentam um padrão de comportamento definido, podendo seus ventos circular internamente de qualquer direção, são consideradas massas desordenadas. Sua atividade convectiva (troca de energia entre a base da perturbação e as camadas mais altas da atmosfera) pode determinar sua periculosidade, pois quanto maior esta atividade, maior é a possibilidade de vir a evoluir para uma tormenta tropical, depois uma tempestade ou até mesmo se tornar um furacão.

                                              A Evolução das Tempestades
                                              Quando estas ondas chegam as Ilhas do Caribe, sem ter se desenvolvido para uma depressão organizada, trazem chuvas pesadas e ventos violentos que podem vir de qualquer direção, normalmente entre os 25 e 45 nós, podendo registrar rajadas de até 60 nós, portanto não se trata de uma instabilidade qualquer, e requer seus cuidados ao tentar enfrentá-la.

                                              Porém, quando uma onda tropical apresenta forte atividade convectiva, como comentado, ela pode se organizar e tomar uma orientação ciclônica, começando a rodar no sentido anti-horário, originando uma perturbação ou depressão tropical (Tropical Disturbance ou Depression), que costuma trazer chuva forte e ventos que se sustentam entre os 25 e os 33 nós. Já a tempestade tropical (Tropical Storm ou Gale) traz muitíssima chuva e ventos entre os 34 e os 63 nós. Já o furacão (Hurricane) traz chuvas torrenciais e seus ventos sopram acima dos 64 nós e pior, não se conhece o limite máximo de intensidade, pois o maior já registrado chegou a 186 nós, o supertufão Nancy (veja quadro abaixo).

                                              Relembrando, sabemos que os furacões dependem da temperatura da água do mar para se alimentar, desenvolver e se manter. Esta camada de água quente sobre o oceano, nunca é mais fria do que 26 graus centígrados, e sua espessura chega aos 50 metros de profundidade, portanto, todas as vezes que um furacão penetra nos continentes, fica sem este principal “combustível” fornecido pelo oceano, perdendo rapidamente sua potência, mas não sem antes causar um enorme estrago.

                                              Tenha o tamanho que tiver, sabemos que se trata de uma tempestade extremamente perigosa, e como veremos no próximo texto, possui uma arquitetura muito semelhante a um labirinto em espiral, outra característica de uma armadilha letal.

                                               

                                              Alvaro Otranto é navegador de longas travessias, um dos mais antigos colaboradores da revista Náutica e criador da Moana Livros, primeira livraria na internet especializada em temas de mar e aventura.

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                                                Por: Redação -

                                                Depois de alegadas violações das regras durante a sétima perna da Volvo Ocean Race, foi anunciada, nesta terça-feira (26), a convocação de um júri internacional independente nomeado pela Federação Internacional de Vela, a Isaf, para ouvir quatro casos durante a parada de Lisboa.

                                                O Team SCA deve responder por dois casos: que elas navegaram contra o fluxo em uma área de separação de tráfego (TSS), e, além disso, velejaram em uma zona proibida da regata, em Rhode Island Sound.

                                                O Dongfeng e o Mapfre também estão enfrentando protestos que eles navegavam contra o fluxo em uma TSS.

                                                A Comissão de Regata trouxe todos os casos para o júri e o mesmo terá poder de decidir sobre a penalização mais adequada para as equipes.

                                                Nenhuma data foi estabelecida para as audiências, embora os organizadores da regata pretendem resolver o assunto o mais rapidamente possível após a chegada da flotilha em Lisboa, prevista para quarta-feira (27).

                                                Foto Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race

                                                 

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                                                  Por: Redação -

                                                  Nada mais justo que um assunto tão importante no mundo náutico, necessário para marinheiros de primeira viagem e experientes, nos mais diversos tipos de embarcações, seja o mais visitado nesta nova era da TV Náutica no youtube. O “Como fazer nós de marinheiro”, da seção “Quero Saber”, já consagrada na revista e na internet, está quase atingindo a marca de 8 mil vizualizações somente no site de compartilhamento de vídeos. Contabilizando os espectadores de Facebook, então, este número cresce para quase 30 mil!

                                                  Ainda não viu? Quer ver de novo? Dê o play aqui embaixo!

                                                  No vídeo, nosso diretor técnico, Marcio Dottori, ensina de forma bem didática o passo a passo de quatro dos mais importantes nós de marinheiro. Até por conta disso, a audiência do vídeo extrapola o comum dos seguidores da Revista Náutica e traz também curiosos que não possuem tanto contato assim com o mundo náutico, apesar de se interessarem e ter a necessidade de aprender sobre o assunto. O que deixa ainda mais claro para a Náutica sua importância no trabalho de expandir e fomentar o setor no Brasil.

                                                  Você os conhece e tem alguma coisa a acrescentar ou sabe alguma história em que não saber um nó quase deu em problema? Conte-nos nos comentários, em mensagem no Facebook ou no Youtube!

                                                  Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                                   

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                                                    O casco de número 85 do estaleiro paulista MCP Yachts é, na verdade, o maior iate já construído na América Latina, o Hemisphere 140. Foram dois anos e meio de trabalho que envolveu mais de 150 profissionais durante todo o processo.

                                                    Com 43 metros de comprimento, este iate foi desenvolvido pelo setor de engenharia da MCP Yachts e construído em alumínio naval. O projeto tem certificação internacional Lloyd’s Register of Shipping. Além do departamento de engenharia da MCP, o escritório holandês Vripack também fez parte do projeto durante a fase de ensaios hidrodinâmicos.

                                                    Desenvolvido para viagens transoceânicas, o Hemisphere 140 tem cinco cabines que acomodam até 12 passageiros e foi equipado com dois motores Caterpillar V12 ACERT C32 de 1825 hp.

                                                    Conheça um pouco desse gigante com DNA brasileiro:

                                                    Fotos Divulgação

                                                     

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                                                      Por: Redação -

                                                      Neste sábado, 23, o Iate Clube de Santa Catarina sediou a segunda etapa da Copa Flotilha. A Regata Ele e Ela contou com um excelente nível técnico e foi marcada pela condição perfeita de ventos norte na Baía Sul, que variaram entre 10 e 20 nós (18 a 35km/h) ao longo da tarde para o deleite das duplas que participaram da regata.

                                                      Após velejarem sozinhos na primeira etapa da Copa Flotilha – A Regata Solitário – neste sábado os comandantes tiveram uma companhia de luxo em suas embarcações. Acompanhados das esposas, namoradas e filhas, os velejadores tiveram pela frente um dia perfeito para as disputas, que tornou a regata ainda mais especial.

                                                      Com largada nas proximidades da Ponte Pedro Ivo, os veleiros seguiram na Baía Sul, rumo a primeira boia, em frente ao Trapiche da Sede Central do Iate Clube, com ventos de aproximadamente dez nós (18 km/h). Diferente da regata passada, nessa etapa os veleiros tiveram que cumprir um trecho um pouco mais longo, contornando uma boia nas proximidades de Coqueiros e só depois seguiram para a Ilha do Largo. Após o contorno no Sul da Ilha, as duplas retornaram para mais um contorno da boia em Coqueiro e fizeram a última perna até o Iate Clube em um contravento com rajadas de até 20 nós (35kh/h), que exigiu muito das embarcações.

                                                      Ao lado da velejadora Carla, sua namorada, o comandante Marcelo Gusmão foi o Fita Azul da regata com o veleiro Moleque. “Tivemos uma regata muito boa. Sabíamos que a volta seria com ventos fortes e tivemos um lindo dia. Eu e a Carla sempre velejamos juntos e hoje foi mais um excelente dia”, disse. “Eu procuro sempre estar bem atenta ao que ele me pede no barco. A gente veleja bastante juntos”, disse Carla.

                                                      Com a vitória na Classe RGS, o Moleque subiu para a segunda posição na Copa Flotilha, atrás apenas do Tintiun, que venceu na Regata Solitário e acabou em segundo na Ele e Ela. O 007 completou o pódio da classe RGS neste sábado, com a terceira posição.

                                                      Fita Azul da Regata Solitário, o C30 Corta Vento, do comandante Carlos Augusto Matos foi o segundo veleiro a cruzar a linha de chegada, mais uma vez com vitória na classe. “Eu já faço a Regata Ele e Ela com a Isabel há cinco anos. Ela é uma exímia velejadora e eu fico só olhando”, disse Guto, orgulhoso de ter passado os ensinamentos para a filha. “Eu já estou acostumada a participar da regata. Não é nenhuma surpresa para mim, pois velejo desde pequena com o meu pai. Foi legal também, pois o vento estava muito forte e exigiu muito em alguns momentos”, disse Isabel.

                                                      Na Proa Rasa, o Zimbro foi o vencedor da classe. Essa foi a segunda vitória do veleiro na Copa Flotilha, que lidera com boa vantagem a competição.

                                                      A terceira e última etapa da Copa Flotilha acontece já no próximo sábado, dia 30. A Regata Tripulação vale também como quarta etapa da Copa Veleiros de Oceano.

                                                      Foto ICSC/Divulgação

                                                       

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                                                        O Abu Dhabi Ocean Racing vive uma situação inusitada até então na Volvo Ocean Race. Líder da classificação geral e terminando no pódio em todas as seis etapas concluídas, o barco árabe é obrigado a acelerar mais nos próximos dias para não ver sua diferença de seis pontos para o vice-líder Dongfeng Race Team ruir. A equipe ocupa provisoriamente a quinta posição na perna entre os Estados Unidos e Portugal e a diferença para o bloco da frente está em 40 quilômetros. Até o Team SCA, que está em sexto, coloca pressão no Azzam no Atlântico Norte.

                                                        “Todos nós queremos desesperadamente entrar no vento. Estamos agora lutando pelo quarto lugar neste cruzeiro pelo Atlântico Norte”, escreveu Matt Knighton, repórter a bordo do Abu Dhabi.

                                                        Antes da regata começar, em outubro do ano passado, o comandante britânico Ian Walker tinha como meta ficar no top três em cada perna para garantir a vitória na classificação geral. Até o momento, o plano foi realizado com perfeição que incluiu duas vitórias em duas pernas.

                                                        Os barcos devem chegar na manhã desta quarta-feira (27) em Lisboa para concluir a sétima etapa. Depois de uma parada de 11 dias em Portugal para manutenção dos barcos, a flotilha foca suas atenções no dia 7 de junho, saída para as duas pernas finais, França (Lorient) e Suécia (Gotemburgo), esta última com um pequeno pit-stop na Holanda. A regata termina em Gotemburgo em 27 de junho depois de 38 739 milhas náuticas em nove meses, visitando 11 portos em todos os continentes.

                                                        Foto Matt Knighton / Abu Dhabi Ocean Racing

                                                         

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                                                          Por: Redação -
                                                          25/05/2015

                                                          A Capitania dos Portos do Estado da Bahia realiza, no dia 13 de junho, a tradicional regata da Batalha Naval do Riachuelo em comemoração à Data Magna da Marinha do Brasil, 11 de junho. Data que celebra o grande feito do Almirante Barroso que completa 150 anos em 2015.

                                                          O campeonato será aberto a todos os barcos das classes de Oceano ORC, IRC, RGS A, B, C, e Cruiser, MOCRA A e B, HPE, Mini 6,50, Aberta Monocasco e Aberta Multicasco e monotipos Optimist, Laser, Dingue, Hobie Cat 14 e 16, Supercat 17, Snipe, Daysailer, Trindade e Windsurf.

                                                          Os barcos devem se inscrever pelo site www.regatanaval.com.br até o dia 12 de junho de 2015. A competição é válida para o Ranking da Flotilha de Veleiros de Oceano da Bahia – FVOBA.

                                                          A Batalha Naval do Riachuelo travou-se em 11 de junho de 1865 às margens do arroio Riachuelo, um afluente do Rio Paraguai, na província de Corrientes, na Argentina. Essa batalha naval, que colocou de um lado os paraguaios e de outro os brasileiros, se desencadeou pelo interesse do Paraguai em controlar os rios da bacia do Prata, que significava uma saída para o Oceano Atlântico, sendo uma via estratégica de transporte de pessoas e mercadorias. Esse conflito foi considerado de suma importância para a vitória da Tríplice Aliança (Brasil, Uruguai e Argentina) frente às forças paraguaias. À época, os navios da força brasileira não tinham instalações apropriadas para a navegação fluvial, além disso, as embarcações eram feitas todas de madeira, o que oferecia grande risco frente a qualquer artilharia terrestre.

                                                          A estratégia paraguaia era boa. Aproveitariam o nevoeiro intenso da madrugada para atacar os navios de guerra brasileiros. Porém, um dos navios paraguaios apresentou um problema e fez com que todos outros chegassem atrasados para o ataque, num momento em que o nevoeiro já havia dissipado. Com boas condições climáticas e visuais, as forças navais brasileiras, lideradas pelo Almirante Barroso venceram o Paraguai nesta importante e estratégica batalha. Anualmente, no dia 11 junho, Data Magna da Marinha do Brasil, comemora-se o grande feito do Almirante Barroso na Batalha Naval do Riachuelo, ocasião em que são içados nos mastros de todos os navios e organizações de terra os históricos sinais utilizados pelo Chefe Naval durante o confronto.

                                                           

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