Eco 600 Open

Por: Redação -
09/04/2015

A Eco 600 Open, nova criação do estaleiro pernambucano Ecomariner, tem 18,40 m de comprimento total, cockpit aberto com targa integrada, solário de proa, sofás, comando de pilotagem com três lugares, sofás, mesa de cockpit, solário de popa com três metros de largura, mesa, lixeira, bar e espaço gourmet na popa, passadiço para acesso de proa com antiderrapantes integrados no piso. “Ela possui como destaque uma enorme plataforma de popa, dupla entrada no barco, cockpit bem distribuído com cadeiras e solários e um excelente pé-direito interno com 2,20 m. Um diferencial é também a área de proa, bem equipada com sofá e capota”, explica José Pinteiro Filho, presidente da Ecomariner.

As acomodações internas também são diferenciadas: suíte de casal na proa com banheiro exclusivo; cabine de casal a meia nau também com banheiro exclusivo e pé direto de 1,95m; cabine de solteiro com duas camas sobrepostas; sala com sofá em L, mesa de jantar, banheiro, cozinha com bancada, armários e geladeira com freezer. “A Eco 600 Open possui revestimentos standard de courino náutico nas paredes e tetos, podendo ser customizadas de acordo com o gosto de cada cliente, portas e batentes de madeira, iluminação em LED, ferragens e acessórios como luminárias e torneiras também customizáveis de acordo com o cliente”, explica.

A Eco 600 Open é da mesma categoria de dois barcos anteriormente produzidos pela fábrica, o 65 HT e o 600 Fly, sendo, entretanto, mais esportivo do que os demais. A previsão de lançamento é de, aproximadamente, três meses.

 

Foto: Divulgação

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    Por: Redação -

    O teste da Fishing 340 WA foi um dos destaques da Revista Náutica de março. A TV Náutica também esteve presente ao lado de Marcio Dottori para conhecer o barco, em Salvador, assista ao teaser da matéria!

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      Ecologicamente correto

      Sediada em Biguaçu, Santa Catarina, a Sboats – empresa especializada em barcos infláveis – resolveu inovar e, ao mesmo tempo, contribuir com  a natureza. A nova linha de botes de 3,35 metros, destaque do estaleiro, vem com as bananas recheadas de garrafas pet. Isso mesmo, garrafas pet!

      Elas contribuem para a segurança do bote, caso ele fure, servindo como compartimentos estanque. Para o processo, são utilizadas cerca de 200 garrafas de 1,5 litro, que são colocadas nas bananas por meio das tampas de inspeção localizadas na popa do bote. Os botes S 335 são a primeira linha a ser feita com o processo que, segundo a marca, é pioneiro.

      Foto: Divulgação

       

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        Rainha do remo

        Por: Redação -

        A paulista Roberta Borsari é uma das maiores incentivadoras do stand up paddle no Brasil, criadora do projeto Suptravessias e uma das praticantes profissionais do esporte que mais viajou para o exterior, a fim de remar em diferentes locais e situações, para aprimorar sua técnica. Graças a isso, é capaz de fazer longas travessias (como sair do litoral norte de São Paulo e remar até Alcatrazes ou dar a volta na ilha de Fernando de Noronha) como se estivesse passeando. E, quase sempre, está mesmo, porque é uma apaixonada pelas pranchas a remo e o prazer que elas proporcionam. “Mas desde que a pessoa esteja bem orientada e com o equipamento certo”, ressalva, como conta neste rápido bate-papo.

        SUP é apenas moda?
        De jeito algum! O stand up paddle veio para ficar e o segredo desse sucesso é a sua praticidade e versatilidade. Qualquer pessoa apta a fazer alguma atividade física, independentemente da idade, é capaz de remar uma prancha. Mas é claro que quem começa com a postura errada e remando sem nenhuma técnica, desenvolve vícios que comprometem a performance. E isso, às vezes, desanima a pessoa, porque ela se cansa e não avança. Por isso, o ideal é, sempre, consultar um profissional do assunto, seja para aprender direito ou escolher o melhor equipamento, que, por sinal, varia de pessoa para pessoa.

        Qual a melhor prancha?
        Não existe ‘a melhor prancha’. O que existe é o equipamento ideal para cada pessoa e o que ela pretende fazer com ele — se apenas passear, brincar nas ondas ou fazer um exercício mais intenso. O biotipo do remador também conta muito, porque prancha e remo inadequados ao peso, altura e condição física da pessoa logo se tornam um incômodo. E tudo o que incomoda não dá prazer, o que vai de encontro ao principal objetivo do sup, que é a satisfação da interação com a água. Mas essa é uma escolha que exige ajuda profissional, porque há muitos modelos e marcas, o que sempre confunde os iniciantes.

        Qual conselho daria aos iniciantes?
        Além de procurar um profissional para orientá-lo, jamais descuidar da segurança. Como não ir além dos limites casino online físicos e sempre checar a previsão do tempo. Às vezes, o dia está lindo e o mar um espelho, mas pode virar de repente. E, se não conhecer bem a região, também ficar atento às correntezas, que podem surpreender os remadores menos experientes. Mas, de resto, é só colocar a prancha na água e se divertir. Mesmo quem tem um barco deveria levar uma prancha a bordo, porque não há nada melhor do que chegar numa praia ou ilha e sair remando, sentindo a natureza bem de perto. Por isso, também, que o sup é um sucesso.

        Pioneirismo

        O pioneirismo é uma das principais características desta atleta que sempre busca novos desafios e fronteiras. Veja abaixo alguns destaques:

        – Primeira atleta a receber autorização do Ministério do Meio Ambiente para realizar a travessia de sup em mar aberto da Barra do Sahy até o Alcatrazes, com cerca de 40km.

        – Primeira mulher no mundo a surfar de caiaque a pororoca do rio Araguari na Amazônia brasileira – considerada a maior pororoca do planeta – (2011).

        – Primeira supista a fazer a travessia da Ilha do Montão no litoral norte paulista.

        – Primeira mulher no mundo a surfar as fortes ondas de Galápagos de caiaque (2009).

        – Primeira canoísta brasileira a conquistar uma medalha na mais importante competição de kayaksurf das Américas: Santa Cruz Paddle Fest Surf – (2010).

        – Única mulher a correr o circuito nacional de kayaksurf com diversos pódios na carreira (Desde 2002).

        – Primeira campeã brasileira de canoa havaiana OC-6 na época em que as equipes eram formadas por 5 homens e 1 mulher (2001).

        – Tri-campeã brasileira com a primeira equipe feminina de rafting do país (1997/98/99).

        – Primeira mulher a desbravar diversos rios da região sudeste em um caiaque. Rios como o Peixe (Socorro), Paraibuna de São Paulo (São Luiz do Paraitinga) entre outros (Desde 1997).

        Reportagem publicada em NÁUTICA Sudeste/edição nº 5

        Fotos: Arquivo Pessoal/Facebook

         

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          Mercado

          Por: Redação -

          A 3M lançou recentemente um portal dedicado ao mercado naval, que pode ser útil para construtores de barcos lazer profissionais e amadores. O www.3m.com.br/mercadonaval, concentra informações sobre as diversas soluções da marca nos setores de, entre outros, abrasivos, adesivos, selantes, fitas e filmes, produtos elétricos, segurança, limpeza e conservação. Ali também estão disponíveis boletins técnicos e catálogos eletrônicos.

          Foto: reprodução Portal 3M

           

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            Panerai Classic

            Por: Redação -

            Com sua forte ligação com o mar, todo ano no mês de abril, a marca de alta relojoaria italiana, Officine Panerai, tem encontro marcado com alguns dos mais importantes veleiros clássicos no mar do Caribe, para a largada do Panerai Classic Yachts Challenge, o maior circuito internacional de vela clássica do mundo, que tem a grife como patrocinadora oficial pelo 11º ano consecutivo. A largada deste desafio acontece no dia 15 de abril, em Antigua, e será finalizado na Riviera Francesa, em Cannes, no dia 26 de setembro.

            A regata é não só um desafio para os velejadores, como se torna uma atração por onde passa, atraindo tanto os apaixonados pela vela e pelo mar, como turistas, que podem programar suas viagens para acompanhar o espetáculo das velas.

            O Panerai Classic Yachts Challenge engloba nove competições, Antigua Classic Yacht Regatta (15 a 21 de Abril), Les Voiles d’Antibes (3 a 7 de Junho), Argentario Sailing Week (18 a 21 de Junho), Panerai British Classic Week, Cowes (18 a 25 de Julho), Corinthian Classic Yacht Regatta, Marblehead (7 a 9 de Agosto), Opera House Cup, Nantucket (12 a 16 de Agosto), XII Copa del Rey de Barcos de Epoca, Mahon (25 a 29 de Agosto), Museum of Yachting Classic Yacht Regatta, Newport (4 – 6 de Setembro) e Les Régates Royales, Cannes (22 a 26 de Setembro).

            Foto: Divulgação

             

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              Dinossauros náuticos

              Em algum momento, você já deve ter imaginado que acessórios eram utilizados para auxiliar na navegação antes dos modernos eletrônicos de hoje, certo? Ou você pode tê-los conhecido enquanto navegava por aí… Se isso aconteceu, aproveite para relembrar. NÁUTICA selecionou 10 instrumentos que caíram em desuso com a aparição das tecnologias que, atualmente, praticamente navegam por nós. Veja:

              Sextante

              sextante_2_OK
              Dois espelhos e uma luneta presos a um setor circular de 60° que determinava a latitude e corrigia os eventuais erros da navegação estimada.

              Portulanos

              Portulano_carta-de-juan-de-la-cosa_OK
              Eram mapas náuticos desenhados em pergaminho, numa tentativa de compensar as imprecisões do sistema de nós.

              Balestilha

              Balestilha_OK
              Eram duas peças de madeira, articuladas em cruz, inventada pelos portugueses para estabelecer a latitude em territórios desconhecidos.

              Brújula solar

              Brujula solar_OK
              Um tipo de relógio de sol que servia tanto para indicar as horas como para determinar direções, feito uma bússola não magnética.

              Nocturlábio

              Nocturlábio 1_OK
              Espécie de relógio usado para marcar as horas durante a noite pela posição de uma estrela visível no céu.

              Astrolábio

              astrolabio nautico_2_OK
              Em forma de disco, era usado para calcular a latitude, baseado na altura do sol ao meio-dia. Mais tarde, foi simplificado e substituído pelo sextante.

              Cronômetro marinho

              cronometro_marinho_2_OK
              Instrumento de medição do tempo, que calculava a longitude com precisão, principalmente em alto-mar, com desvio de apenas um terço de segundo por dia.

              Barquinha

              Barquinha_OK
              Media a velocidade, baseada em uma corda marcada com nós a cada 14,4 metros e amarrada a uma prancha de madeira. O método caiu em desuso, mas a unidade nó continua a ser usada até hoje para medição da velocidade dos barcos.

              Quadrante

              Quadrante-Nautico_OK
              Peça metálica em forma de meia-lua, foi usada para medir altitudes e determinar a distância entre o ponto de partida e o lugar onde a embarcação se encontra.

              Cartas de Marear

              Cartas-de-Marear_OK
              Ancestrais das nossas cartas de navegação. Descendentes dos portulanos, eram o equivalente marítimo dos mapas terrestres.

               

              Foto: Arquivo NÁUTICA

               

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                Nascida no Brasil

                Por: Redação -

                Instalado no Brasil em 2010, o estaleiro Azimut Yachts vem lançando novidades ao mercado náutico ano a ano. Atualmente a fábrica que ocupa uma área de 16 mil m², em Itajaí (SC) conta com produção de iates de 42, 43, 48, 60, 70 e agora também a de 83 pés. Hoje a fábrica apresentou a primeira unidade do iate finalizado. Com 25,2 metros de comprimento, o modelo traz toda estrutura, design e padrão da italiana Azimut 80 e agrega elementos tropicais especialmente ao cliente brasileiro. O ponto alto do modelo são os grandes espaços externos, como o flybridge a plataforma popa – que inclui um espaço gourmet com churrasqueira adicional.

                Foto: Divulgação

                 

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                  Rio Boat Show 2015

                  Por: Redação -
                  08/04/2015

                  Mais um Rio Boat Show chegou ao fim e você confere os melhores momentos e as melhores imagens da cobertura de TV NÁUTICA, além de entrevistas com ícones do mundo náutico nacional comemorando o sucesso, neste aftermovie. Não perca!

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                    O time chinês Dongfeng Race Team é o único barco que ainda não chegou ao Brasil nesta quinta etapa da Volvo Ocean Race. O veleiro teve o mastro quebrado na aproximação ao Cabo Horn e foi obrigado a abandonar a etapa. Com velocidade reduzida e navegando a motor, os chineses correm contra o tempo para solucionar o problema antes da largada para a próxima perna, entre o Brasil e os Estados Unidos.

                    São dois fatos fatores que exigem maior atenção dos gestores do Dongfeng Race Team. O primeiro é o tempo de chegada do barco a Itajaí. O segundo é a logística de transporte do mastro, que será colocado em um avião em Dubai com destino São Paulo (SP). A previsão é que mastro e barco estejam em Itajaí (SC) até no início da próxima segunda (13). Se tudo correr de acordo, o Dongfeng pode ir para água quinta-feira (16).

                    “Se a gente não largar a sexta etapa será o fim do projeto”, disse Bruno Dubois, diretor da campanha do Dongfeng. “Estamos em segundo lugar na competição, algo que ninguém poderia imaginar no começo do campeonato. E olha que acabamos de perder o mastro. Estamos com sorte, mas não podemos cometer mais erros. Os outros estão batendo em nossa porta para pegar o nosso lugar no pódio”.

                    Na edição passada, o barco Groupama teve de trocar o mastro em Itajaí e o transporte da embarcação foi um case de logística. Deu tudo certo e o Groupama foi campeão da temporada 2011-12. A peça foi colocada num avião e depois transportada do Paraná até a cidade catarinense. Coincidências ou não, o barco francês tinha Charles Cuadrelier na tripulação.

                    Classificação
                    Abu Dhabi Ocean Race – 9 pontos perdidos
                    Dongfeng Race Team – 16 pontos perdidos
                    Team Brunel – 18 pontos perdidos
                    Mapfre – 18 pontos perdidos
                    Team Alvmedica – 19 pontos perdidos
                    Team SCA – 29 pontos perdidos

                    Foto: Yann Riou / Dongfeng Race Team

                     

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                      Made in Brazil

                      Com a forte alta do dólar, o estaleiro Cimitarra, que produz lanchas de luxo entre 34 a 76 pés, volta apostar na exportação. Para isso, já iniciou sua certificação para o mercado americano. “Estamos adaptando as lanchas para padrões internacionais, afim de comercializá-las para qualquer lugar do mundo. O plano de negócios é começar pelo mercado de Miami”, afirma Marthina Gomes Ko Freitag, responsável pelo marketing da marca.

                      Além disso, assim como a catarinense Schaefer Yachts, que planeja planta na Coreia do Sul, a Cimitarra pretende implantar um estaleiro na Ásia. “A planta asiática é um projeto para longo prazo. Ainda estamos estudando possibilidades”, completa. A meta do estaleiro gaúcho, com sede na cidade de Vera Cruz, é fabricar 90 barcos em 2015, dos quais já vendeu 25 neste início de ano, 18 delas no Rio Boat Show. Como uma coisa puxa a outra, o estaleiro foi nomeado pela Volvo Penta o maior revendedor de seus motores no Brasil.

                      Foto: Divulgação/Cimitarra

                       

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                        Baixa na America’s Cup!

                        Por: Redação -

                        Um dos sindicatos mais famosos da America’s Cup, o Luna Rossa anunciou, na semana passada, que está se retirando da competição marcada para 2017 nas ilhas Bermudas. Segundo comunicado da equipe patrocinada pela Prada, o conselho não concordou com a mudança dos catamarãs, de 72 pés para 62 pés, para a próxima edição. Os conselheiros alegaram desperdício de recursos após a construção dos AC72 com vela-asa usados na disputa anterior.

                        O Luna Rossa havia sido nomeado “Challenger of Record” da competição após a desistência do sindicato australiano. Patrizio Bertelli, patrono da equipe, lamentou a situação e garantiu que a Prada vai cumprir seus contratos até o fim.

                        Em nota o sindicato disse que muitas vezes decisões dolorosas devem ser tomadas em nome de melhorias para o esporte no futuro e ainda aproveitou para agradecer o apoio dos fãs ao longo das quatro participações da equipe na America’s Cup.

                        Também em nota, a organização da America’s Cup lamentou a decisão do Luna Rossa e afirmou que ofereceu diversas soluções para os problemas dos custos de uma nova classe e que “infelizmente” o Luna Rossa não concordou com a decisão da maioria de construir um novo barco para a próxima edição. A organização também garantiu que a competição está mais acessível e competitiva graças as mudanças nas regras.

                        Foto: Divulgação

                         

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                          Asas de Luz

                          Por: Redação -

                          O Wings of Light foi um dos projetos finalistas do prêmio Jovem Designer do Ano. Projetado pelos jovens turcos, Harun Kemali (arquiteto naval) e Işık Gören (arquiteto), o veleiro de 55 metros alia layout tradicional e estilo moderno.

                          A superestrutura do veleiro tem uma grande área envidraçada que protege o salão e um grande flybridge que protege o cockpit e as áreas de convivência externas. O projeto propõe uma piscina com queda d’água na popa do veleiro e interior com linhas minimalistas e modernas. A principal característica do projeto é o design futurista, mas sem abrir mão do conforto de um grande veleiro atual.

                          Imagens: Divulgação

                           

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                            Marinha em São Paulo

                            Desde a seca histórica que atormenta boa parte dos paulistanos (e também muitos paulistas) o assunto água nunca foi lá muito presente nos veículos de mídia no estado. Afinal, São Paulo é nacionalmente conhecido muito mais pela sua força econômica do que pelo seu potencial aquático. Porém, São Paulo, que além de possuir um parque industrial que rivaliza em tamanho com o de alguns países do primeiro mundo, abriga o maior porto do país. Isto, claro, já justifica a presença da Marinha no estado que responde por cerca de um terço do PIB brasileiro. Mas São Paulo tem outros atributos que interessam bastante a mais tradicional das nossas Forças Armadas. Tive certeza disto depois que me encontrei com o vice-almirante Wilson Pereira Lima Filho, novo comandante do Oitavo Distrito Naval, cuja jurisdição abrange São Paulo e parte do sudoeste de Minas Gerais. Ele me contou que, em apenas três meses, desde que assumiu o Oitavo Distrito Naval, ficou surpreso como o estado é voltado para o mar.

                            “As duas cidades com o maior número de embarcações de lazer inscritas no Brasil ficam em São Paulo. Uma é Santos e a outra é Barra Bonita, quase no centro do estado. É em São Paulo que a Marinha forma seus engenheiros navais, no convênio que temos com a USP e também é em São Paulo que mantemos a base de Aramar, um centro de alta tecnologia, responsável pelo desenvolvimento do reator nuclear que equipará o primeiro submarino atômico brasileiro”, revela ele.

                            Realmente, as palavras do vice-almirante Lima Filho não nos deixam esquecer porque a relação entre São Paulo e tudo que se relaciona com a água é tão importante para todos os paulistas. Presenteado com belas praias, na parte norte do litoral, São Paulo tem ainda grandes reservas de petróleo na região do chamado pré-sal, a muitos quilômetros de distância da costa. Também por isto a Marinha está cada vez mais presente em nossas águas e não vai demorar muito para encontrarmos muitos navios cinzas singrando nossa costa, o que é bom.

                            Com 57 anos e há 38 na Marinha, o vice-almirante Lima Filho, que já foi Capitão dos Portos de Alagoas e do Rio de Janeiro, não esconde o que pensa de São Paulo: “minha admiração pelo estado é cada vez maior e já posso afirmar que, hoje, meu coração também é paulista”, brinca ele.

                            Vindo da maior autoridade da Marinha em São Paulo só posso desejar muito sucesso ao novo comandante do Oitavo Distrito Naval. Bem-vindo a nossas águas, vice-almirante Lima Filho.

                             

                            Marcio Dottori é diretor técnico da Revista Náutica há mais de 20 anos e o mais respeitado especialista em barcos do Brasil

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                              Lançamento em São Paulo

                              Por: Redação -

                              Izabel Pimentel, primeira brasileira a cruzar o Atlântico em solitário, em 2006, e primeira brasileira e latino-americana a dar uma volta completa ao planeta sozinha, está lançando um novo livro. Na nova obra, “Águas Vermelhas, A paixão que mudou uma vida”, Izabel conta a paixão que a levou dar uma volta ao mundo sozinha a bordo de um veleiro.

                              No livro, Izabel conta passagens de sua inédita volta ao mundo, desde o momento da promessa até sua chegada.

                              O lançamento de “Águas Vermelhas, A paixão que mudou uma vida”, acontece nesta quinta-feira, dia 9, no Centro Cultural da Marinha em São Paulo. O endereço do Centro Cultural é Av. Nove de Julho, 4.597. As vagas para a palestra são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail [email protected]

                              Foto: Divulgação

                               

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                                Para correr

                                Por: Redação -

                                O casco da nova Revolver 44 GT, construído pelo estaleiro americano Revolver Boats, foi desenvolvido por nada menos que Michael Peters, um dos melhores designers de barco no mundo, responsável pela criação de embarcações vencedoras de 13 diferentes títulos mundiais de offshore. O conceito da 44 GT é o de transferir as qualidades de um carro de Grande Turismo para o mar. O resultado é uma lancha com linhas esportivas, conforto e segurança. Por conta disso, a 44GT Revolver não é uma lancha normal.

                                Trata-se de uma impressionante exibição de força e velocidade. A bordo, leva dois motores Cummins a diesel de 550 hp cada emparelhados com superfície Arneson. Segundo o fabricante, o barco pode facilmente ultrapassar a velocidade de 50 nós e é capaz de voar a 40 nós, com apenas 100 litros por hora. Não é à toa que, entre os americanos, o barco está sendo tratado como uma opção para quem quer ir de Miami a Key West mais rápido do que um Corvette e com muito mais diversão.

                                Fotos: Divulgação

                                 

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                                  Por: Redação -
                                  07/04/2015

                                  Festa rosa, verde e amarela na chegada do Team SCA, barco 100% feminino, ao Brasil. A equipe sueca completou, na manhã desta terça-feira, a quinta etapa da Volvo Ocean Race — entre Auckland e Itajaí — em 20 dias, 17 horas e 52 minutos. Com a bandeira do Brasil, a holandesa Carolijn Brouwer, uma das 12 heroínas do barco, estava emocionada com a recepção. Brasileira de coração, por ter morado no país por 14 anos, a atleta olímpica reconheceu as dificuldades da etapa, que passou pelos mares gelados do Sul e contornou o Cabo Horn antes de parar em Santa Catarina. “É muito lindo voltar ao Brasil e ser recebida com tanto carinho. É sempre bom estar aqui, pois as pessoas são sempre sorridentes. Será a melhor parada de todas, vamos adorar essa estadia”, disse Carolijn Brouwer com seu filho pequeno Caio nos braços. “Quero comer uma feijoada e tomar uma caipirinha. Merecemos! A etapa foi muito desgastante e dura. A gente sabia que seria uma perna que iria exigir da parte física”.

                                  As meninas sobreviveram às dificuldades. Além das condições climáticas adversas, como ventos acima de 40 nós e ondas gigantes, as velejadoras tiveram de controlar o barco em manobras arriscadas e tiveram problemas com algumas quebras.

                                  “Pegamos muitos ventos e ondas. O barco ficou danificado, é claro, por isso a prioridade foi chegar bem a Itajaí e com o barco inteiro”. A equipe feminina de Carolijn Brouwer terminou a regata na quinta posição e soma 29 pontos perdidos na classificação geral.

                                  O Team SCA tem uma relação especial com o Brasil. Além de Carolijn Brouwer, a equipe conta com o treinador Joca Signorini. O velejador carioca é o brasileiro com o maior número de participações na Volvo Ocean Race, três como atleta e agora como treinador. “O fator experiência é o mais importante na regata de Volta ao Mundo. A última vez de um barco feminino foi em 2001-02, por isso as meninas fizeram uma boa regata”, disse o brasileiro Joca Signorini.

                                  O treinador brasileiro aprovou o desempenho das meninas em uma perna complicada e inóspita. “Nosso objetivo era terminar a etapa sem prejuízos. É muito difícil essa perna e invariavelmente ocorrem quebras. Elas enfrentaram bem esse desafio”.

                                  Joca Signorini estreou com o Brasil 1 em 2005-06 e na edição seguinte foi campeão com o Ericson. Depois correu no Telefónica e hoje é técnico no Team SCA.

                                  A quinta etapa da Volvo Ocean Race foi vencida pelo Abu Dhabi Ocean Racing, seguido por Mapfre, Team Alvimedica e Team Brunel. Falta a chegada do chinês Dongfeng, que suspendeu a regata após quebrar o mastro antes de dobrar o Cabo Horn.

                                  Veja as fotos da chegada feminina:

                                  Fotos: Ainhoa Sanchez / Ian Roman / Buda Mendez

                                   

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                                    Por: Redação -

                                    Considerada por muitos como uma das melhores do Brasil, a raia de Jurerê recebe, entre os dias 12 e 16 de abril, o campeonato mundial de veleiros da classe S40. O evento será o primeiro mundial disputado na história do Iate Clube de Santa Catarina e a expectativa para a competição é enorme.

                                    A classe reúne velejadores que somam quinze medalhas olímpicas e mais de 20 títulos mundiais. Um deles é o brasileiro Torben Grael, comandante do veleiro Magia V/Energisa, medalhista olímpico por cinco vezes, campeão da edição 2008/2009 da Volvo Ocean Race comandando a equipe do sueco Ericsson 4 e um dos maiores velejadores da história do Brasil.

                                    O Mitsubishi Motors Soto 40 World Championship, como é chamado este Mundial, é o terceiro a ser realizado pela Classe e o primeiro no Brasil. Na primeira edição do Soto 40 World Championship, realizada no Chile em 2013, o veleiro Pisco Sour foi o campeão. No ano passado, em Valência, na Espanha, quem levantou o troféu foi o veleiro inglês Ngoni. O Brasil será representado por Pajero, Magia, Crioula, Carioca 04 e o Carioca 25.

                                    “A oportunidade de realizarmos o campeonato mundial de S40 é algo excepcional. Além de ser inédito em nosso clube, temos a oportunidade de assistir as disputas com as maiores feras da vela, velejadores com títulos olímpicos e mundiais. Também nos orgulha o fato da classe S40 ter escolhido o ICSC e a raia de Jurerê como sede e local para a realização do Mundial, estamos trabalhando para que o campeonato seja um absoluto sucesso.

                                    Serão dez regatas de Barla-Sota na raia de Jurerê para definir o grande campeão do evento, sendo que não haverá descarte de pior resultado. Outro fato importante é que todas as equipes competem em condições iguais, uma vez que a classe segue o conceito one design, com todos os veleiros sendo idênticos quanto a peso, tamanho e área velica.

                                    A competição, que começa para valer no domingo,12, já está movimentando a Sede Central do Iate Clube de Santa Catarina, já que os veleiros começaram a chegar à Florianópolis há alguns dias.

                                    A partir desta quarta-feira, 7, até o dia 11, sábado, acontece o registro e vistoria das embarcações. Ainda no sábado, a organização promove o treino livre, já na raia de Jurerê e partir de domingo, 12, a competição começa para valer com duas regatas programadas por dia.

                                    Foto: Mathias Capizzano / Mitsubishi

                                     

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                                      A Prestige Yachts, empresa do grupo Jeanneau, acaba de anuncia que sua nova lancha, a Prestige 680 será lançada no Cannes Yachting Festival que acontece em setembro. O novo modelo completa a linha que tem lanchas de 42 a 75 pés. Segundo o estaleiro, a Prestige 680 tem todas as características que transformaram as lanchas da marca um sucesso pelo mundo.

                                      Imagens da lancha, divulgadas nesta semana, mostram uma cabine com muita luz natural graças a grande área envidraçada do salão e as grandes janelas dos camarotes do deque inferior. A 680 terá duas opções de cabine, com 3 ou 4 camarotes, além das acomodações para tripulação.

                                      A previsão de motorização são dois Volvo IPS 1200 de 900 hp cada.

                                      O modelo flybridge será o segundo maior da linha, ficando atrás apenas da 750 que chegou ao Brasil recentemente.

                                      Veja fotos da nova Prestige 680:

                                      Imagens: Divulgação

                                       

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                                        Lançado no Miami Boat Show, o novo Verado 400 R, motor de popa mais potente já produzido pela Mercury, já tem data para estrear no Brasil. Segundo Jorge Araujo, gerente regional de vendas Mercury, o potente motor será oficialmente apresentado no próximo São Paulo Boat Show, que acontecerá de 1º a 5 de outubro no Transamerica Expo Center. Trata-se do primeiro motor Verado a receber a transmissão esportiva Sport Master com os coletores de água no pé da rabeta, o que adicionou mais potência ao conjunto. Ele pode ser aplicado em qualquer tipo de casco, mesmo sendo um motor esportivo.

                                        Fotos: Divulgação

                                         

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                                          Por: Redação -

                                          1909, 2 de Março – Correio do Povo (página 6): “Lanchas. Na manhã do dia 14 do corrente mês, pela primeira vez, nesta capital, efetuar-se-á um importante match entre duas lanchas: sendo uma a Talitha, de propriedade do Sr. Germano Glotz, e a outra a Schiana, pertencente ao Sr. Pedro Pinto Lima. O percurso será da sede do Club Almirante Barroso e os Morretes, ida e volta. A voz de largada será dada às 9 horas, em ponto, da sede daquela sociedade náutica. Ao vencedor caberá como prêmio uma artística taça de prata, sendo nela servida a champanhe. Todas as despesas, tanto da taça como do champanhe, serão pagas pela parte vencida. A Talitha levará na proa a flâmula do Ruder-Club Porto Alegre e a Schiana a do Clube Barroso. Essas duas lanchas, recentemente construídas, levarão a bordo, respectivamente, aqueles cavalheiros e os maquinistas. Para o importante match vão ser convidados todos os clubes náuticos, bem como os amantes desse esporte. O torneio promete revestir-se de brilhantismo, visto, no gênero, ser o primeiro que aqui se “efectuará”. Não só entre os proprietários das duas elegantes embarcações, como entre o nosso mundo esportivo, nota-se vivo interesse pelo original match.”

                                          E foi assim que começaram os primeiros relatos da motonáutica no Brasil…

                                          A motonáutica nacional sempre teve seus altos e baixos, mas nas duas últimas décadas com o surgimento de diversas outras modalidades esportivas, começou a diminuir sua popularidade ficando alguns anos sem campeonatos brasileiros — com apenas campeonatos regionais e se restringindo a números menores de categorias. Vale lembrar que nas décadas de 1960 e 1970 a motonáutica nacional chegou a ter quase 200 barcos divididos em várias categorias, distribuídos em campeonatos estaduais e brasileiro.

                                          O último campeonato brasileiro com as categorias principais como a Fórmula Indy, Stock Boat e Cracker Box ocorreu em 2009 no Estado de São Paulo com provas em São Bernardo do Campo, no famoso Riacho Grande e em Ribeirão Pires — no qual tive o prazer de competir com grandes nomes da Fórmula Indy como Marcos Silva Prado, Odair Mazzaro, Carlos Soares (Carlito), Flavio Marta, Romario Baldine e, por fim, conquistar o título de Campeão.

                                          Já em 2010 o campeonato brasileiro aconteceu com apenas a categoria Stock Boat. Nos últimos anos as competições estão acontecendo apenas no sul do país, organizadas pela Associação de Motonáutica do Rio Grande do Sul com as seguintes categorias:

                                          Turismo: barco com casco de fibra de vidro, (turismo) com motor de popa de até 6 cilindros.

                                          V 500: barco com fundo do casco em forma de V, para um piloto, motor de popa, com até 530cc, 2 cilindros e 2 tempos.

                                          V 1700: Barco com fundo do casco em forma de V, para um piloto acelerador no pé, motor de popa, com até 1 750cc.

                                          R 2.5A: barco com casco três pontos, motorização na traseira, para um piloto, popa chata ou catamarã, motor 4 cilindros, de no máximo 2 500cc, e cabeçote com no máximo 8 válvulas e preparação livre — somente aspirado, fica proibido uso de turbo, compressores, blower ou outros mais que possam existir. Hélice livre, posição do motor livre, combustíveis gasolina, álcool ou metanol, proibido uso de nitrometano e ou óxido nitroso.

                                          R 2.5B: barco com casco três pontos, motorização na dianteira, para um piloto, popa chata ou catamarã, motor 4 cilindros e 8 válvulas, de no máximo 2 500cc, preparação livre, hélice livre, posição do motor livre.

                                          R 5000: motor de até 6 cilindros, com até 5 000cc e de preparação livre aspirado, cabeçote somente nacional, proibido o uso de turbo blower ou outro similar, fica também proibido o uso de oxido nitroso e Nitrometano. O casco e livre mas com três pontas, eixo fixo com hélice livre.

                                          Força Livre: barco com casco até 20 pés, de formato e material, livre, motorização livre, combustível livre, hélice livre, posição do motor livre.

                                          Em 2014 em um ritmo crescente da motonáutica aconteceram seis etapas finalizando o campeonato Gaúcho com a seguinte classificação:

                                          V 500  
                                          1° Roque kaufmann
                                          2° Alceu Cantu
                                          3° Cristiano Schosler

                                          V 1700  
                                          1° Carlos Mecca
                                          2° Rodrigo Polasek
                                          3° Alex Lorenz

                                          R 2.5 A 
                                          1° Carlos V tasca
                                          2° Eduardo Trich
                                          3° Julio C Coelho

                                          R 2.5 B 
                                          1° Gilmar Lenz
                                          2° Alexandre Stein

                                          R 5000 
                                          1° Juliano Souza
                                          2° Marcos Silva

                                          Força Livre 
                                          1° Ovidio Pelegrini
                                          2° Rodrigo Polasek
                                          3° Carlos Mecca

                                          Para 2015 estão previstas oito etapas do Campeonato Gaúcho com disputas acirradas como vem acontecendo. A próxima etapa está marcada, ela acontece entre os dias 16 e 17 de maio, em Roque Gonzales. A motonáutica gaúcha continua aquecida mesmo após sofrer uma grande perda, o veterano Roque Kaufmann que além de grande piloto era um incentivador do esporte.

                                          Agora vamos esperar que com o crescimento da motonáutica no Sul do país, os novos projetos de barcos que estão sendo feitos e novos pilotos surgindo, ela se estenda para o resto do país principalmente em Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro que já foram palco de grandes campeonatos e faça jus a maior costa marítima do mundo que é o Brasil.

                                          Fotos: Campeonato Gaúcho

                                           

                                          Lebos Chaguri é piloto e especialista em barcos de corrida

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                                            Aprendizado

                                            Por: Redação -

                                            A Azimut Yachts, marca italiana que mantém um estaleiro de 200 mil m² na cidade catarinense de Itajaí, está organizando cursos para comandantes de embarcações produzidas pela marca no Brasil. Os módulos dirigem-se tanto a donos de lanchas quanto a marinheiros ou responsáveis por elas e são certificados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). A primeira etapa será realizada em maio, no Rio de Janeiro, e reunirá 30 pessoas, no máximo. Em seguida, serão realizados cursos em São Paulo e em Santa Catarina.

                                            Os alunos vão aprender noções básicas sobre as partes mecânica, elétrica e hidráulica das embarcações Azimut, como a importância de realizar a troca dos filtros dos motores e do gerador dentro do prazo recomendado segundo a garantia, entre outros fundamentos. “Queremos que os donos de uma Azimut ou seus responsáveis saibam identificar determinados problemas em um primeiro nível, para que possam informar a assistência técnica com mais precisão – caso não consigam eles mesmos resolver esses problemas – ou para que não tomem atitudes que causem danos ao barco”, comenta Giuseppe Donadio, diretor de Pós-Venda da marca para o Brasil e parte da América Latina. “Nossa filosofia é antecipar problemas emergenciais”, completa ele.

                                            Giuseppe trabalhou durante nove anos na Europa e em outros países, incluindo o território brasileiro, antes de se transferir para cá, há cerca de um ano. Nesse período, fez uma análise do cenário de pós-venda no país para identificar o que precisaria ser desenvolvido, especificamente, a fim de tornar o trabalho mais completo. “Se você não conhece a cultura de um país de perto, não funciona. Vim para cá e identifiquei que o Brasil precisa de um atendimento muito próximo do cliente. Os intermediários – no caso, nossos dealers – ajudam, porém em termos de assistência técnica. A Azimut precisa perceber, diretamente, o nível de satisfação do cliente”, explica Giuseppe.

                                            A Azimut mantém unidades de atendimento no Rio de Janeiro (são duas em Angra dos Reis), São Paulo (no Guarujá) e Santa Catarina (em Itajaí e Balneário Camboriú). Após a realização dessa primeira leva de cursos, a marca planeja criar módulos subsequentes, de maneira que os alunos adquiram novos conteúdos e, consequentemente, mais expertise na administração de eventuais problemas dos barcos. “Isso já acontece na Itália e é um grande sucesso”, assinala Giuseppe.

                                            Foto: Mozart Latorre

                                             

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                                              Parada histórica

                                              Por: Redação -

                                              A Volvo Ocean Race desembarcou no Brasil e as previsões se concretizaram: festa e carinho do público de Itajaí (SC), Vila da Regata lotada e velejadores cansados e sedentos por comida e banho quente após uma prova longa e decidida nos quilômetros finais. Mais emoção prevista com a chegada do Team SCA, barco 100% feminino.

                                              A maior regata do mundo parou na cidade catarinense pela segunda vez e, só no primeiro fim de semana do megaevento esportivo, quase 70 mil pessoas foram assistir a chegada dos barcos, incluindo nos molhes de Itajaí e Navegantes. A previsão é que até o dia 19 de abril – data da largada para Newport – mais de 300 mil pessoas se envolvam com a regata.

                                              Depois de 12 mil quilômetros pelos mares do Sul, Cabo Horn e icebergs, os atletas ficaram impressionados com a recepção dos brasileiros. Porém, quem ganhou mais atenção foi o catarinense André ‘Bochecha’ Fonseca, que integra o Mapfre, segundo colocado na quinta etapa. “Foi uma das maiores emoções que senti. Foi indescritível”.

                                              O vencedor foi da etapa foi Abu Dhabi, que lidera a competição no geral. A equipe cruzou a linha de chegada neste domingo (5). Menos de uma hora depois apareceram Mapfre, Team Alvimedica e Team Brunel. “Foi a melhor etapa de todas. Apesar de muitos problemas com pequenas quebras, foi a perna que mais me diverti”, Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel.

                                              Números
                                              20 mil pessoas nos molhes de Itajaí e Navegantes
                                              49.748 pessoas na Vila da Regata em apenas três dias
                                              Objetivo é chegar a 300 mil pessoas
                                              Itajaí tem 203 mil habitantes

                                              Tempo total do percurso de Auckland até Itajaí
                                              Abu Dhabi Ocean Racing – 18 dias, 23 horas e 30 minutos
                                              Mapfre – 19 dias e 02 minutos
                                              Team Alvimedica – 19 dias e 24 minutos
                                              Team Brunel – 19 dias e 25 minutos

                                              549 milhas velejadas em 24 horas pelo Abu Dhabi – recorde de velocidade desta edição da Volvo Ocean Race.

                                              Foto: Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

                                               

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                                                Auxílios Virtuais à Navegação

                                                Por: Redação -
                                                06/04/2015

                                                Imagine a cena: você está navegando em aproximação a um porto qualquer deste nosso grande planeta, e sai para o convés munido de seus binóculos com a finalidade de identificar a boia que aparece na tela do seu plotter (cuja sigla técnica é ECDIS). Você procura, procura, procura e não encontra nada. Fica na dúvida, se os binóculos estão bem regulados, se seus olhos estão bem ou se há algum problema com o plotador e nada.

                                                Você então percebe que está diante de um Virtual AtoN, ou Auxílio Virtual à Navegação, do inglês Virtual Aids to navigation, uma novidade que parece ter saído de alguma garagem do Vale do Silício, mas que na realidade vem sendo implementada desde 2008 pela IMO (Organização Marítima Internacional) como um bem elaborado Plano de Navegação Eletrônica. Este plano tem o aval de organizações internacionais do porte da IHO (International Hydrographic Organization), IALA (International Association of Marine Aids to Navigation and Lighthouse Authorities) e as Guardas Costeiras Norte-Americana (USCG) e Britânica (MCA), entre outras.

                                                Numa era onde nos acostumamos a utilizar a expressão “virtual” literalmente para quase tudo, como amor virtual, amigo virtual e tantas outras situações em que acabamos tendo a informação digital mais acessível do que a “palpável” por assim dizer, acabamos ganhando mais alguns elementos virtuais ao nosso vocabulário. Na realidade, se é que ainda podemos utilizar esta expressão, os novos auxílios propostos são classificados em:

                                                Real AIS ATON: que é um sinal de AIS transmitido por um equipamento real, posicionado no mar ou em seu perímetro, como uma boia que pode ser vista com seus olhos, identificada em sua tela ou mesmo tocada pelo seu casco (portanto cuidado);

                                                Synthetic AIS ATON: que se trata de um sinal eletrônico de AIS transmitido por uma estação em terra, mesmo que a certa distância que, porém representa um auxílio real, como uma boia cega, que não transmite nada, mas que é representada em sua tela;

                                                Virtual AIS ATON: que é o caso do auxílio à navegação que aparece em sua tela do plotter ou radar, porém não existe fisicamente.

                                                Os tradicionalistas perguntariam: qual o motivo que os levaram a desenvolver esta ideia? Geralmente as tragédias levam a estes ditos avanços. No caso, o furacão Katrina arrancou muitas das boias localizadas nas proximidades de New Orleans em 2005, e se este sistema estivesse em uso, nenhuma boia teria saído do lugar e as embarcações em operação de auxílio não teriam enfrentado as dificuldades que encontraram ao se aproximar de uma região rasa e sem poder se localizar, pois o próprio recorte e relevos do litoral estavam diferentes dos conhecidos antes da tragédia.

                                                Como todo avanço criado, sempre há um contraponto que permanece pendente. Estes auxílios só podem ser detectados nos barcos equipados com AIS, e os equipamentos da Classe B, os mais utilizados nos iates em geral, podem não ter toda a condição de detectar estes sinais. Vale dizer que uma das máximas da navegação é buscar sempre a redundância de informações e suporte, portanto depender apenas de um sinal eletrônico de terra para se guiar pode ser um problema, pois falhas de energia podem tirar o transmissor do ar, um haker pode mudar os parâmetros e te botar em rumo contra um obstáculo e a própria distância ou certas condições atmosféricas podem influenciar os sinais de VHF, meio pelo qual os sinais de AIS chegam até nós, prejudicando a qualidade das informações.

                                                De toda forma, avanços baseados em novas tecnologias devem ser vistos como mais segurança, que não seja agora, mas para o futuro. Me lembro do primeiro equipamento de navegação por satélite que tive a oportunidade de conhecer. Era um velho receptor do sistema Transit, instalado em um mineropetroleiro da Petrobras, que tinha o tamanho de uma geladeira daquelas bem antigas, e que levava quase meia hora para calcular uma posição que se aproximava cerca de 10 milhas de nossa localização real. Hoje, temos GPS de pulso, que permite uma aproximação de poucos metros.

                                                Os avanços presenciados me fazem crer que teremos cada vez mais de nos ater às telas dos equipamentos eletrônicos de bordo, e menos ao binóculo, a alidade e a identificação visual do relevo e dos obstáculos reais colocados em nosso caminho. Algo que particularmente não me agrada, mas contra a qual não há o que se fazer, a não ser polir o velho sextante, num tipo de movimento contra-cultural, a moda dos anos 1960.

                                                Um sábio navegador observou que “existem cinco maneiras de se resolver qualquer problema a bordo, uma delas é a maneira nova, as outras continuam funcionando” (Larry Pardey).

                                                Verifique no site da Agência Hidrográfica Norte-Americana (www.nauticalcharts.noaa.gov), a simbologia a ser utilizada nestes novos recursos.

                                                Em relação ao nosso litoral, na quarta edição da Carta 12000, editada pela DHN em março de 2014, não havia nenhuma informação sobre este tipo de auxílio, mas há informações que eles estudam adotar esta nova possibilidade em breve, talvez já em 2015.

                                                 

                                                Alvaro Otranto é navegador de longas travessias, um dos mais antigos colaboradores da revista Náutica e criador da Moana Livros, primeira livraria na internet especializada em temas de mar e aventura.

                                                Náutica Responde

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                                                  Por: Redação -

                                                  O ator de Hollywood Leonardo DiCaprio vai transformar uma ilha no litoral de Belize, América Central, em um complexo turístico ecológico. O ator comprou o local desabitado há 10 anos e agora vai começar a construir seu sonho. Segundo o jornal New York Times, o complexo terá hotéis e o principal objetivo é recuperar a natureza do local. Em entrevista ao jornal, publicado neste domingo, DiCaprio declarou: “O principal objetivo é fazer algo que mude o mundo”.

                                                  O ator é Mensageiro da Paz da ONU para a Mudança Climática e classifica o local como “o céu na terra”. DiCaprio está juntando forças com Paul Sciall, um empresário nova-iorquino, e deve entregar o projeto até 2018.

                                                  Uma das atrações do resort, ainda segundo o jornal, é que os alojamentos turísticos serão construídos em plataformas em cima da água.

                                                  Foto: Reprodução / Private Islands Online

                                                   

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                                                    Por: Redação -

                                                    Conhecido como “Projeto 808”, o iate Feadship de 101 metros é o maior construído pelo estaleiro holandês responsável por grandes iates como o Venus, de Steve Jobs. O 808 saiu finalmente do estaleiro, na cidade de Kaar, em direção ao porto de Rotterdam. O megaiate levou quatro dias para atravessar os estreitos canais e virou atração.

                                                    O megaiate foi rebocado e enquanto funcionários do estaleiro acompanhavam a operação pedestres tocavam o casco que estava ao alcance das mãos em alguns trechos.

                                                    O 808 será terminado em Rotterdam e a estimativa é que o proprietário tenha desembolsado cerca de 160 milhões de Euros para a construção do gigante que terá academia, salão de beleza, sala de massagem e uma coleção completa de brinquedos náuticos a bordo.

                                                    As imagens do 808 sendo rebocado foram divulgadas na página do Feadship Fan Club no Facebook.

                                                    Veja o vídeo:

                                                     

                                                    Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                      Hexa!

                                                      Por: Redação -

                                                      Experiente e perspicaz, Lars Grael mostrou na raia do Yacht Club Paulista porque ainda é um dos principais ícones da vela brasileira. Junto com o proeiro Samuel Gonçalves, o medalhista olímpico conquistou, neste domingo (5), seu sexto título do Campeonato Brasileiro de Star. Favorito desde que colocou o barco “Come Together” na raia da Represa Guarapiranga, em São Paulo (SP), Lars Grael mostrou entrosamento e conseguiu ser rápido nas manobras para superar os principais adversários. Ser quase perfeito foi necessário para superar a concorrência de peso.

                                                      “A competição foi uma das mais equilibradas de todos os tempos. Foram mais de 20 barcos correndo e uma disputa excelente. A nova geração está em alto nível e eles estão se somando aos demais, trazendo um grande impulso para a classe, contou Lars Grael, que agora está à uma conquista do irmão, Torben Grael, maior vencedor da classe com sete ouros no Brasileiro.

                                                      No pódio, ao lado de Lars e Samuel, nada menos do que outro medalhista olímpico. Bruno Prada e o timoneiro Alexandre Paradeda – campeão pan-americano – terminaram o Brasileiro de Star na segunda colocação, seguidos por Alexandre “Dino” Pascolato e Henry Raul Boening, na terceira.

                                                      Acostumado a correr de Snipe, Alexandre Paradeda não poderia ter saído mais satisfeito com sua estreia na classe. “Correr com o Bruno e contra feras como o Lars, Conrad, entre outros, foi realmente uma experiência muito boa proporcionada pela Star”.

                                                      “O Lars mostrou muita superioridade, andando bem, com folga. Não é nada fácil chegar nesse nível e ele sempre surpreende”, afirmou Dino Pascolato, do MIISCCA, terceiro colocado na classificação geral.

                                                      Resultado Final
                                                      Além dos três primeiros colocados no Geral, foram premiados no Brasileiro de Star 2015:

                                                      Categoria B (estreantes na classe)
                                                      1º – Iago Whately e Henrique Cabette
                                                      2º – Patrick Woodyatt e Rogério Barbato
                                                      3º – Luis F. Mosquera e Roberto Freire

                                                      Categoria Master
                                                      Marcelo Fuchs e Ronald Seifert (Clementine)

                                                      Categoria Grano Master + Exalted
                                                      Mario Buckup e Caio H. Prado

                                                      Black Star (Barco mais antigo)
                                                      Marco Szili e Marlyn Nigri

                                                      Confira a classificação final após três dias de regata:
                                                      1º – Lars Grael e Samuel Gonçalves (Come Together) – 8474
                                                      2º – Alexandre Paradeda e Bruno Prada (Al Hammed) – 8391
                                                      3º – Alexandre Pascolato e Henry Raul Boening (MIISCA) – 8494
                                                      4º – Marcelo Fuchs e Ronald Seifert (Clementine) – 8398
                                                      5º – Marcelo Bellotti e Marco Lagoa (F7 SER Glass) – 8390

                                                      Foto: Aline Bassi/Balaio

                                                       

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                                                        Por: Redação -

                                                        Mais um capítulo emocionante da história da vela oceânica mundial foi escrito neste domingo (5) de Páscoa. Pela primeira vez, a etapa mais longa da Volvo Ocean Race – quase 13 mil quilômetros entre a Nova Zelândia e o Brasil – foi decidida nos detalhes. Os quatros barcos que chegaram à cidade catarinense terminaram a prova muito próximos, menos de uma hora entre eles.A vitória foi do Abu Dhabi e o segundo lugar do Mapfre emocionou o público presente na Vila da Regata.

                                                        A quinta etapa da Volvo Ocean Race será impossível de tirar da memória. A vitória do Abu Dhabi, a diferença mínima entre os barcos, um brasileiro a bordo, recorde de milhas velejadas, Cabo Horn, icebergs, frio e quebras…Ufa…Serão necessários vários parágrafos para contar toda a história da perna entre Auckland e Itajaí.

                                                        O Abu Dhabi, barco árabe comandado pelo medalhista olímpico Ian Walker, cruzou a linha de chegada da quinta etapa da Volvo Ocean Race em primeiro lugar, depois de 18 dias, 23 horas e 30 minutos. Pouco tempo depois – exatos 55 minutos – chegaram Mapfre, Team Alvimedica e Team Brunel. A equipe abriu sete pontos na liderança do campeonato e ainda quebrou o recorde de milhas velejadas em 24 horas – 550,8 milhas náuticas.

                                                        “Foi uma etapa dura e desgastante! Um final apertado e os barcos ficaram próximos do começo até o fim da regata. Resultado do ótimo desempenho da nossa tripulação no percurso. O segredo dos barcos de design único é velejar bem. Se fizer tudo direito dá tudo certo”, disse Ian Walker, comandante do Abu Dhabi Ocean Racing.

                                                        Na edição passada, o Abu Dhabi não chegou em Itajaí por problemas na embarcação, mas dessa vez deram a volta por cima, vencendo e convencendo. A melhor notícia é que a equipe árabe lidera a competição com sete pontos de diferença para o segundo colocado.

                                                        O próximo barco a chegar será o Team SCA, equipe 100% feminina. O Dongfeng também é esperado, mas eles quebraram o mastro e estão voltando a motor.

                                                        Recebido como herói, o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca conduziu o barco Mapfre nos momentos finais. “Bochecha..Bochecha…Bochecha…gritavam os torcedores que lotaram a Vila da Regata na Páscoa. A emoção maior foi quando o velejador mostrou a bandeira do Brasil e de Santa Catarina. “Foi incrível essa recepção. Não sei como retribuir o carinho do público. Fizemos um resultado especial e mostramos nossa evolução na Volvo Ocean Race”, disse o atleta olímpico.

                                                        Milhares de pessoas lotaram a Vila da Regata e os molhes de Itajaí e Navegantes para ver a chegada do Bochecha. Mas ele tinha a torcida particular da família com camisetas do Mapfre e o número 12 nas costas. O vice-campeão da etapa desejou um churrasco e um banho quente como presentes de herói. “Estamos esgotados. Mas se alguém perguntar pra todos se faríamos tudo outra vez agora, a resposta seria sim”.

                                                        O comandante Iker Martínez fez questão de homenagear o brasileiro. “Estamos todos contentes por chegar no Brasil. E homenageamos o Bochecha, que chegou em casa conduzindo o barco”, lembrou o campeão olímpico. O Mapfre, apesar do segundo lugar, enfrentou dificuldades e problemas a bordo. “O resultado foi ótimo e conseguimos dois pódios nas últimas regatas. Mas confesso que o jibe chinês foi a coisa mais assustadora que passei. Vou lembrar daquele momento por toda a vida”.

                                                        Os velejadores ganham um descanso nos próximos dias antes de voltar aos treinos na semana que vem. No sábado (18), está marcada a In-port Race de Itajaí. No dia seguinte, as equipes sobem o Oceano Atlântico para Newport, nos Estados Unidos.

                                                        Veja fotos da chegada:

                                                        Fotos: Ainhoa Sanchez / Buda Mendes / Vincent Arens

                                                         

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                                                          NÁUTICA já falou sobre teca sintética e, agora, chegou a hora da teca natural entrar em cena. Cultivada desde o século 18 e, a partir daí, utilizada na construção naval, a teca é resistente e estável, podendo ser aplicada em todo o assoalho da embarcação. Exatamente por isso, deve-se tomar alguns cuidados em sua limpeza, garantindo beleza e proteção por mais tempo. NÁUTICA conversou com Cláudio Ziouva, Diretor Comercial da Zimarine, empresa especializada em confecção com teca natural, e ele dá dicas de como conservar por mais tempo o piso do seu barco. Confira:

                                                          1 – Para manter a cor original da teca, o ideal é limpá-la regularmente com uma escova de cerdas macias e com água doce, pois a água salgada é um agente clareador natural em conjunto com o sol;

                                                          2 – Quando aparecerem sujeiras mais difíceis de ser eliminadas ou manchas grossas, deve-se utilizar uma esponja dura, com uma pequena quantidade de sabão neutro, para que o material seja limpo sem danificações;

                                                          3 – A teca natural deve ser lixada a cada dois anos de uso. O recomendado é que se utilize uma lixa grão 120. Este procedimento deixa a teca como nova!

                                                          Ao mesmo tempo em que se deve ficar atento às dicas sobre como limpar a teca natural, é importante saber, também, o que NÃO deve ser feito.

                                                          4 – Não é recomendado o uso de escovas de cerdas duras para esfregar a teca, para não danificá-la;

                                                          5 – Usar jato de água de alta pressão para lavar o convés poderá causar rupturas entre o material selante e os lados da junta;

                                                          6 – O uso de detergentes domésticos, assim como amônia, água sanitária, pode causar danos irreversíveis ao composto da teca, como corroer, amolecer e danificar a costura do deque da teca. Eles, ainda, removem o óleo natural de proteção da peça e a torna muito mais suscetível a danos;

                                                          7 – Não se deve utilizar óleos protetores na teca. Eles penetram em profundidade e, devido a influência do calor e da umidade, podem causar efeitos negativos nas junções da peça.

                                                          Foto: Divulgação

                                                           

                                                          Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                            05/04/2015

                                                            A classe Star é, sem dúvida, a mais técnica de todas as categorias da vela. Mas isso não assusta a nova geração da modalidade, que sonha um dia em disputar uma Olimpíada. No Campeonato Brasileiro de Star 2015, que está sendo disputado neste fim de semana na Represa do Guarapiranga, os mais novos têm a chance de medir forças com os ídolos do esporte, como Lars Grael e Bruno Prada. Mas o que eles mais querem é aprender.

                                                            “A classe Star é muito importante e legal de correr. Sempre uma grande experiência para as nossas carreiras”, disse Antônio Moreira, de 17 anos, que pretende fazer campanha olímpica na classe Finn para Tóquio-2020. “Só tem cara bom correndo as regatas. Os mais novos ganham experiência e mantém a evolução da classe”, ressalta Alexandre de Freitas, campeão júnior no ano passado e hoje é proeiro do velejador Admar Gonzaga.

                                                            Atual campeão brasileiro juvenil – título vencido em Brasília, no ano passado -, o timoneiro Felipe Rondina está ‘com lápis e papel’ na mão para anotar tudo que os mais experientes fazem. As “dicas”, segundo ele, podem ajudar em outras campanhas. “Busco sempre me aprimorar e ouvir atletas experientes. Correr de Star me dá essa oportunidade de melhorar minha técnica, pois posso trocar ideias, competir e ver como os meus ídolos velejam”, contou o atual campeão brasileiro júnior de Star. O velejador de 17 anos, o mais novo entre os participantes do Brasileiro, também sonha em disputar uma Olimpíada na classe 49er.

                                                            A única mulher entre os 48 velejadores inscritos no Campeonato Brasileiro de Vela 2015 é Marlyn Nigri Szili. Ao lado do marido Marco Szili, os dois formam uma dupla inusitada nas águas da Represa do Guarapiranga. “A classe Star é muito interessante e bastante técnica. Preciso prestar atenção em 15 detalhes durante uma perna de contra-vento, por exemplo. Não se parece nada com um barco de cruzeiro”.

                                                            A velejadora faz a proa, uma função bastante ingrata para suas características físicas e pelo seu peso de 53 quios. “Precisava ter uns 130 quilos, mas tenho menos da metade. A gente sofre bastante, principalmente no vento forte do primeiro dia de regata. O peso é minha maior desvantagem nas manobras. Mesmo assim está sendo muito especial disputar o campeonato”, contou Marlyn Nigri Szili.

                                                            Por ser mulher entre todos os marmanjos, proeira e magra, Marlyn Nigri Szili foge do habitual na categoria. Mas ela chama ainda mais a atenção por disputar as regatas a bordo de um Star de madeira. A relíquia é do ano de 1969 e original. “É um Star de colecionador. Apenas fizemos as ferragens, o que transforma o barco em um modelo moderno na hora de velejar”, explicou Marco Szili.

                                                            O casal do Brasileiro de Star é recente na classe, tendo menos de um ano e meio de experiência. Os dois são apaixonados pela vela e também brincam de kitesurf.

                                                            No segundo dia de regatas, ontem (sábado), começou com pouco vento e os barcos só saíram do Yacht Club Paulista por volta das 15h para aproveitar o vento sudeste e sul, que chegou a registrar 12 nós. Na única regata do dia, Lars Grael e Samuel Gonçalves conseguiram se manter na liderança provisória do campeonato, mas contam com o medalhista olímpico Bruno Prada e seu timoneiro Alexandre Paradeda, e o experiente Alexandre Pascolato, o Dino, com o proeiro Henry Boening, vivos na disputa por um lugar no pódio.

                                                            “Em uma represa é sempre difícil de velejar, pois o vento é rondado. Tem que ter sorte para a rajada pegar primeiro no seu barco. É uma regata de observação e atenção”, lembra Samuel Gonçalves, proeiro de Lars Grael. Samuel é mais um integrante da vela jovem nacional

                                                            Após dois dias de competição na Represa Guarapiranga, a classificação geral é a seguinte:

                                                            1º – Lars Grael e Samuel Gonçalves (Come Together) – 8474
                                                            2º – Alexandre Paradeda e Bruno Prada (Al Hammed) – 8391
                                                            3º – Alexandre Pascolato e Henry Raul Boening (MIISCA) – 8494
                                                            4º – Fabio Brugioni e Marcelo Sansone (Team Wine) – 8468
                                                            5º – Marcelo Fuchs e Ronald Seifert (Clementine) – 8398

                                                            Foto: Aline Bassi/Balaio

                                                             

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