Cinco macetes de um especialista para o churrasco no barco ficar ainda mais gostoso

08/12/2014

Churrasco é a mais simples das refeições, não exige nada além de fogo e carne e, ao contrário dos lanches, é um ótimo pretexto para reunir todo mundo a bordo. A opinião é de um especialista em churrasco a bordo, o empresário Márcio Valdivia, da Mar Grill Churrasqueiras, que atua no mercado desde 1996. “Churrasco a bordo é uma cena tão frequente que, hoje, quase todos os barcos já saem de fábrica equipados com uma churrasqueira”, afirma o especialista, que lista algumas dicas para um bom churrasco.

1. Um erro comum é o de aumentar a temperatura para obter resultados mais rápidos. Alimentos como peixes e frango devem ser preparados em uma temperatura mais baixa (moderada) do que a usada para as demais carnes;

2. Acender o carvão muito cedo é outro erro, porque perde-se o calor antes da comida estar pronta. Controlar o tempo é muito importante;

3. Para evitar que a chama se eleve muito, use fatias de carne sem muita gordura, evite certos temperos à base de óleo assim como o uso excessivo deste;

4. Para cortes maiores de carne tipo picanha (tire um pouco da gordura) assim como itens mais delicados, tal como peixe, coloque papel alumínio para impedir o derramamento de óleo e também desviar o calor;

5. Importante também é ajustar adequadamente a altura da grelha para conseguir o bom cozimento ou selagem da carne.

 

Conservando a sua churrasqueira de inox

O aço inoxidável naturalmente perde um pouco das suas características anticorrosivas quando sujeitado a altas temperaturas. Além disso, a churrasqueira deve ser limpa regularmente quando usada em ambientes de alto nível sálico (úmido – cloreto de sódio). Assim, para a melhor conservação da sua churrasqueira, Márcio aconselha:

– Após o uso e com a peça fria (não jogue água na peça quente pois ela pode manchar), remova os resíduos com papel toalha e limpe todas as partes com água morna e detergente neutro. Você também pode usar produto para limpeza de forno. Não use outros produtos, pois eles podem descolorir e manchar o metal;

– Sempre remova a grelha grande assim como a porca que trava a grelha pequena da haste (pino) central e lubrifique a haste (pino) central. Certifique-se de que toda a gordura foi removida da haste.

 

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    Receita de Sucesso

    Por: Redação -

    Modo de Preparo: Em um recipiente, adicione 3 xícaras de comunicação e 5 colheres de boa gestão. Em seguida, misture com 100 gramas de flexibilidade e mais 5 xícaras de tecnologia. Bata por alguns minutos até a mistura ficar homogênea. Acrescente organização e responsabilidade e bata novamente. Por último, adicione 8 xícaras de inovação e cooperação. Não deixe desandar. Despeje todo o conteúdo em uma forma untada com funcionários eficientes e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC. Observe até perceber que está no ponto. Recheie com vantagens competitivas e 3 colheres de resiliência. Se quiser, faça a coberta utilizando liderança e agilidade. Por fim, sua empresa está pronta!

    O café da manhã em Amsterdam na semana passada ao lado da CEO da Montecarlo Yachts, Carla Demaria, foi a confirmação de que a velocidade de adaptação as mudanças é a chave do sucesso na indústria náutica. A mudança no sentido de conquistar mercados e a constante pressão dos consumidores tem levado muitas empresas a expandirem e radicalizarem seu âmbito de ação. Durante os últimos anos tem sido possível observar exemplos de fracassos de empresas que não acompanharam a evolução da competitividade por novos modelos, maior industrialização e redução de custos internos, e com isso perderem competitividade.

    Mas porque as indústrias perdem competitividade?  Não bastaria seguir uma receita de sucesso?

    A resposta é não. Por mais que sua empresa esteja munida de adjetivos atrativos, ela precisa saber lidar com as situações de um mercado em constante evolução. Uma empresa que quer estar à frente precisa antever a volatilidade dos dias de hoje e estar apta a mudar o modo de encarar os desafios e a intensidade de todas as variáveis do processo de fabricação e comercialização.

    Tomar decisões certas e rápidas pode resultar em liderança de mercado. O contrário pode implicar no futuro de toda uma organização.  O planejamento estratégico sustenta uma empresa na medida em que ele prevê o seu trajeto em longo prazo. Uma empresa não pode ter um pensamento otimista, é preciso ter certeza de que as coisas podem dar errado, e se der errado, ela deve ter “cartas na manga” para agir prontamente quando algo fugir do controle. Demaria prega que sua empresa não tem um plano de ação, mas um plano “para” ação.

    Parafraseando um filosofo grego: “Não existe vento favorável para o marinheiro que não sabe aonde ir”. Desta forma se percebe que ter uma visão não é suficiente para que uma empresa vença. Ela precisa ser transformada em ações estratégicas e em táticas para alcançar um objetivo.  A diferença entre um construtor de barco bom e outro eficiente é o modo que ele age e a velocidade em que ele muda de rumo.

    Demaria também ressalta a importância da integração entre fornecedores e fabricantes e a necessidade de desenvolver os melhores produtos da maneira mais rápida possível. É preciso trabalhar com a cadeira de fornecedores de uma forma estável de modo que ambos os lados se beneficiem de uma economia de escala, e desta forma deve-se ajudar o fornecedor a melhorar também sua eficiência em vez de caçar redução de custos trocando constantemente de fornecedores.

    Por fim, não existe receita de bolo para o sucesso. Existe um conjunto de ações, táticas, ideias e estratégias que precisam acompanhar e se adaptar a realidade de todo o negócio.

     

    Nota: Carla Demaria é CEO da Monte Carlo Yachts MCY, parte do grupo Beneteau que teve uma queda de faturamento de 60% em 2008 e hoje está a apenas 20% do faturamento original da mesma época. 

    *participação especial Gabriella Ferreri e Thais Mota (Barracuda Composites)

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      Só quinto

      Por: Redação -

      Robert Scheidt e Bruno Prada iniciaram a Star Sailors League Finals nesta semana em Nassau, nas Bahamas, como a dupla a ser batida. Na primeira edição, em 2013, conquistaram os três troféus possíveis: campeões, melhor timoneiro e melhor proeiro. Neste ano chegaram à fase semifinal e acabaram em quinto lugar. Os americanos Mendelblatt e Fatih foram os campeões. Venceram a semifinal e a regata decisiva, enquanto o sueco Freddy Loof, campeão olímpico de Star em Londres ficou em segundo ao lado de Elkstrom. Os poloneses Kusznierewicz e Zycki ficaram em terceiro lugar.

      Os melhores brasileiros foram os estreantes Jorginho Zarif e Henry Boening, o Maguila, chegando à final para ficar com o quarto lugar. Em relação ao pódio de 2013, só faltou Robert. Na primeira edição, Mendelblatt foi bronze e Kusznierewicz, prata. Neste ensolarado sábado, dia 6, em Nassau, o vento nordeste variou entre 15 e 20 nós (27 a 36 km/h). Nas quartas de final, Robert foi o quinto, sendo que os seis primeiros seguiriam adiante, mas na semifinal repetiu a colocação, enquanto necessitava ficar entre os quatro melhores para ir à final.

      “Foi bom ter corrido o campeonato para manter contato com a classe. Nas regatas deste ano, alternamos bons e maus momentos. Na semifinal, optamos pela direita da raia e o vento rondou para a esquerda. O nível está ainda mais alto com a presença dos melhores velejadores do mundo. Um evento espetacular”, avaliou Robert que seguirá para Niterói, logo após o retorno a São Paulo, para continuar a campanha olímpica de Laser na Copa Brasil.

      Parceiro de Robert há nove anos na classe Star, Bruno também leva do Nassau Yacht Club (NYC) a sensação de missão cumprida. “Pessoalmente gostaria de ter ido melhor, e dava para ser melhor, mas o quinto lugar me mantém pelo segundo ano seguido na liderança do ranking da SSL, como o melhor proeiro da temporada. É ótimo ser o melhor do mundo no que a gente faz”. Bruno está em campanha olímpica para o Rio 2016 na classe Finn.

      O proeiro campeão, Brian Fatih, estava radiante com a conquista e se emocionou quando o hino dos Estados Unidos ecoou pelo NYC. “Nós queríamos vencer, mas sabíamos que o campeonato seria muito difícil, como realmente foi. É ótimo estar no pódio novamente, dois degraus acima em relação a 2013”, considerou Fatih, parceiro de Mark Mendelblatt desde os Jogos Olímpicos de Londres. “Gostaria de aproveitar para dizer que o Zarif (Jorginho) é um velejador fantástico”, elogiou Fatih.

      Jorginho manteve a cautela durante os quatro dias da SSL. Aos 22 anos, mesmo sendo o mais jovem entre 40 velejadores demonstrou maturidade. “Estou muito satisfeito. Pude velejar e me divertir, sem a pressão que teria na classe Finn. Eu e o Maguila evoluímos durante o campeonato, fomos nos ajustando até chegarmos à final”, contou o campeão mundial de Finn, que a exemplo de Bruno também faz campanha olímpica para o Rio 2016.

      As outras duas duplas brasileiras não chegaram à segunda fase. Marcelo Fuchs e Ronie Seifert, assim como Torben Grael e Guilherme de Almeida tiveram problemas com seus barcos. “Estou praticamente parado desde 2004. Voltei a velejar neste ano com o Guilherme. É preciso ter ritmo para velejar com velocidade em um campeonato com nível de um mundial. A maioria dos participantes está em campanha olímpica enquanto eu sou técnico da CBVela, Não dá para comparar”, declarou Torben.

      Disputada pelo segundo ano nas Bahamas, a SSL FInals recebeu aprovação do bicampeão olímpico, pela primeira vez no evento. “O campeonato é muito bom. A própria ISAF (Federação Internacional de Vela) gostaria de adotar esse sistema com as demais classes, mas não está tão bem estruturada como a equipe do Michel”, referiu-se Torben ao criador da SSL, o empresário suíço Michel Nicklaus.

      Classificação da SSL Finals

      1. Mendelblatt/Fatih (EUA)
      2. Loof/Ekstrom (SUE)
      3. Kusznierewicz/Zycki (POL)
      4. Zarif/Boening (BRA)
      5. Scheidt/Prada (BRA)
      6. Rohart/Ponsot (FRA)

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        Feito inédito

        Por: Redação -

        Izabel Pimentel tornou-se a primeira velejadora brasileira e latino-americana a completar uma rota de circum-navegação sozinha a bordo de um veleiro, a bordo de alumínio de 34 pés, o Don, do projetista francês Philippe Harlé. A aventura teve início em agosto de 2012, partindo da cidade de Sète, na França. A primeira etapa foi entre a Europa e o Brasil, e a segunda etapa foi a circum-navegação do globo em solitário e sem escalas Brasil-Brasil, atravessando os oceanos Atlântico, Índico e Pacífico, e passando pelos cabos da Boa Esperança, Leewin e Horn. Izabel aportou novamente em Sète na última sexta-feira (5) e completou a volta completa ao mundo. Parabéns, guerreira!

         

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          União feliz

          Por: Redação -
          06/12/2014

          A noite de sexta (05) agitou a alta sociedade alagoana. Edvan Moraes Junior, do estaleiro Phoenix, casou-se com Alice Correia com a presença da família, personalidades da cidade e os principais personagens do mercado náutico brasileiro. NÁUTICA esteve presente e deseja ao casal votos de felicidade.

           

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            Preparado

            Por: Redação -
            05/12/2014

            Após um ano de muitas competições, viagens ao redor do mundo e bastante treinamento, a temporada 2014 chega ao seu momento final com um dos compromissos mais importantes do calendário para o velejador Bruno Fontes: A Copa Brasil de Vela.

            O evento reúne, mais uma vez, os melhores competidores do Brasil e alguns atletas estrangeiros para as disputas na Baía de Guanabara, sede das Olimpíadas de 2016. Essa é a quarta competição de Bruno no ano na sede dos Jogos Olímpicos.

            “Com a proximidade das Olimpíadas no Rio é natural que aconteçam diversos torneios e fases de treinamento. Por se tratar de um ciclo olímpico em nosso país, as visitas ao local são ainda mais frequentes. É muito bom poder competir na raia, ainda mais com velejadores de alto nível”, explica Bruno.

            E na preparação para a última competição do ano o velejador mostrou uma grande evolução técnica. Além disso, Bruno contou com a companhia de atletas estrangeiros, como o espanhol Jesus Rogel, Cy Thompson, das Ilhas Virgens, e Andrew Lewis, de Trinidad e Tobago, todos em campanha olímpica.

            “Com certeza essa foi a minha melhor preparação do ano. Consegui velejar muito bem e tive a oportunidade de fazer um pequeno “intercâmbio” com atletas muito bons de fora do país”, define Bruno.

            O velejador viaja na próxima semana para o Rio de Janeiro para treinar na raia antes do início da competição.

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              SUP Summer Pro

              Por: Redação -

              O cenário de belíssimas praias cariocas compõe a atmosfera para receber a 2ª edição do SUP Summer Pro, evento de Stand Up Paddle que acontece no sábado, 20 de dezembro, com largada às 10h na Praia do Pepê, localizada na Barra da Tijuca, zona Oeste do Rio de Janeiro.

              As inscrições já estão abertas e serão limitadas a 200 participantes. Os atletas que desejarem participar deverão se inscrever pelo site da Noblu Sports (www.noblu.com.br) até o dia 18/12, pelo valor de R$ 84,00.

              Os participantes poderão optar por três modalidades: a Pro, com percurso de 6 km é direcionada aos atletas mais experientes; a Race, com 3 km, tem um trajeto ideal para quem já pratica o esporte e está em dia com os treinamentos. Já a Fun, de apenas 1,5 km, é destinada ao público geral, com o objetivo de promover a diversão. Após a largada, os atletas vão contornar as boias de acordo com a opção de distância escolhida, fazendo o retorno para o ponto inicial da prova.

              Além disso, haverá um serviço de locação de pranchas durante o evento e os acompanhantes não inscritos dos atletas terão a oportunidade de fazer aulas de stand up paddle no local.

              Os cinco primeiros colocados das categorias Pro, Race e Fun (masculino e feminino) receberão troféus e brindes promocionais oferecidos pelos patrocinadores e apoiadores do evento. Todos os participantes receberão medalhas pela participação.

              Retirada de Kits – Os atletas inscritos poderão retirar os kits no mesmo dia e local da prova, a partir das 8h. É preciso apresentar documento original com foto ou comprovante de pagamento da inscrição.

               

              Horário da largada: 10h
              Local da largada: Praia do Pepê – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ.
              Inscrições: Até 18 de dezembro | www.noblu.com.br
              Valor: R$ 80,00 inscrição + R$ 4,00 taxa administrativa do site
              Informações: Noblu Sports (19) 3295-8981

               

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                Mono ou catamarã?

                Por: Redação -

                A dúvida entre uma embarcação monocasco ou catamarã não é uma exclusividade de quem pensa em um barco a motor. Amantes da vela também se perguntam no que seria mais apropriado para si neste quesito.

                Então, como aqui na sessão Quero Saber ninguém fica sem resposta, Marcio Dottori esclarece: veleiro monocasco ou catamarã?

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                  Por: Redação -

                  Hora de decisão no Yacht Club de Ilhabela. Depois de sete finais de semana com regatas equilibradas e muita disputa, chega ao final a 14a. edição da Copa Suzuki Jimny/Circuito Ilhabela de Vela Oceânica. O sábado, dia 6, será muito movimentado na cidade conhecida como Capital Nacional da Vela. Em meio à confraternização, será feita a entrega do Troféu Dia do Marinheiro aos velejadores do Montecristo, Fita Azul (primeiro no tempo real) da Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake no último sábado, dia 29 de novembro, pela Capitania dos Portos de São Sebastião. Serão premiados também os vencedores de cada classe.

                  Responsável por movimentar os circuitos nacionais de vela oceânica, pela quantidade de barcos na raia, a classe HPE 25 tem sempre um favorito, principalmente quando as regatas são disputadas em sua casa. Foi assim na conquista da Ilhabela Sailing Week de 2014 e está sendo na Copa Suzuki Jimny, no mesmo local do litoral norte paulista: Ilhabela.

                  O Ginga e sua tripulação, ambos ‘nativos da ilha’, possuem afinidade que os coloca à frente dos demais concorrentes. “É uma questão de treinamento, por isso temos uma equipe estável”, justifica o comandante Breno Chvaicer, paulistano, porém, sempre presente nos treinos e regatas. “É importante a oportunidade que a vitória nos dá, para motivarmos as outras tripulações, mostrando que o treinamento e a manutenção do time são fundamentais para obter-se rendimento”.

                  O veleiro de Ilhabela lidera a Copa Suzuki Jimny com ampla vantagem. Venceu a maioria das regatas e soma 16 pontos perdidos, contra 37 do Fit to Fly e 43 do Suzuki Bond Girl, terceiro colocado. Ainda não é matematicamente o campeão, mas está bem próximo do título. “A última regata mostrou que não somos imbatíveis. O Fit to Fly estava na nossa frente e precisamos nos esforçar para ultrapassá-lo no contravento”, relata o comandante.

                  Breno comprova que o conhecimento da raia e a vontade de velejar fazem a diferença. “Eu venho para a ilha em quase todos os finais de semana e os outros três tripulantes são jovens de Ilhabela. Sempre que possível levamos o barco para a água”. Apesar da liderança folgada, a ordem do comandante para o próximo fim de semana é velejar como se o campeonato estivesse apenas começando. “A diferença de pontos não vai nos desmotivar. Iremos para as últimas regatas com a determinação de sempre: brigar pela vitória”.

                  Campeão da Ilhabela Sailing Week de 2011, com o bicampeão olímpico Robert Scheidt a bordo, o Atrevido faz campanha regular na XIV Copa Suzuki Jimny. Comandado por Fabio Bocciarelli, foi o terceiro na regata de percurso com 13 milhas (23 km) no último fim de semana. Ginga e Fit to Fly chegaram à frente. “Mais do que uma regata, foi um passeio. O vento ajudou e água estava limpa, transparente, como há muito tempo não via”, elogiou Bocciarelli.

                  Para o comandante do Atrevido, não há contestações sobre a hegemonia do Ginga. “Eles são muito bom de manobras. Treinam tanto que até parece estarem em campanha olímpica de HPE”, exagerou o responsável pelo barco vice-campeão na Ilhabela Sailing Week (atrás do Ginga), vice também no Campeonato Carioca e terceiro colocado no Brasileiro, no Rio de Janeiro. “Em 2015 o Brasileiro de HPE será em Ilhabela. Vamos trazer barcos de Brasília, Bahia, Rio, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além da flotilha de São Paulo”, conclui Bocciarelli entusiasmado com a classe.

                  Ao contrário da HPE, as demais classes terão muita disputa neste final de semana. A classe C30 é liderada pelo CA Technologies, veleiro mais regular da temporada, mas as chances estão abertas para o Caballo Loco, com o Caiçara Porsche sustentando possibilidade apenas matemática.

                  Na ORC, com a vitória na Regata Volta à Ilha, o Orson, entrou na briga direta pelo título de 2014 com o Lexus/Chroma. Se repetir a performance neste final de semana ganhará a classe. Na IRC, o veleiro está sem segundo atrás do Rudá.

                  A classe RGS, sempre especial porque costuma reunir a maioria dos barcos inscritos, promete emoção nas últimas regatas do ano. Após as vitórias do Suduca (Geral) e do Boccalupo (Cruiser) na Regata Volta à Ilha, as divisões da classe estão mais equilibradas. A RGS tem como líderes, BL3 Urca (A), Asbar II (B), Zeppa (C) e BL3 Wind (Cruiser).

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                  Náutica Responde

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                    Lov in Mar

                    Por: Redação -

                    A primeira edição da “Lov In Mar’, no sábado 13 de dezembro, irá atrair muitos barcos para as águas mornas do paraíso paraibano. A Jacaré Marina Club está montando, juntamente com o Lovina Bar e Restaurante, a primeira festa náutica do estado. Serão dezenas de embarcações pelo litoral acompanhadas de muito sol, musica e gente bonita.

                    “É muito bom promover algo deste porte onde todos participem com alegria e preservando a segurança e limpeza do local”, declarou o organizador do evento Daniel Sales, um dos diretores da Jacaré Marina Club.

                    Acessível a todos que visitarão a praia de Ponta de Campina, a festa começará às 11 horas e promete seguir até às 17 horas, sempre com muita música. O palco flutuante em uma balsa irá atrair a atenção e organizar todos ao seu redor para acompanhar os shows de Ramon Schnayder e diversos Dj’s.
                    O mais interessante é que festa não tem fins lucrativos. Ela visa divulgar o potencial turístico e de lazer da região e consolidar o Estado da Paraíba como um dos melhores destinos náuticos do Brasil. Fomentando o movimento de todas as marinas da região, assim como o aluguel e venda de barcos, fortalecendo fortemente a indústria deste setor.

                    Uma festa dessa magnitude não poderia deixar de dar atenção à segurança. O aparato, que garante a diversão com tranquilidade, conta com o apoio da Capitania dos Portos da Paraíba, Policia Militar, Corpo de Bombeiros, além de seguranças particulares espalhados pela areia.

                    Uma inscrição é necessária para a Capitania ter ideia de quantas embarcações estarão no evento também por motivos de segurança. Aos interessados, a organização precisa de nome completo, nome da embarcação, telefone e endereço de e-mail.

                    Inscrições e mais informações:
                    [email protected]
                    Whatsapp: (83) 9177-7565

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                      Segundo lugar

                      Por: Redação -

                      Atuais campeões da Star Sailors League (SSL) Finals, Robert Scheidt e Bruno Prada disputaram mais três regatas nesta quinta-feira (4) em Nassau, nas Bahamas, pela fase de classificação do campeonato, que reúne 20 das principais tripulações de Star na vela mundial. Obtiveram um sétimo e dois quartos lugares, o suficiente para se posicionarem como vice-líderes, com 18 pontos perdidos, dez a mais do que os líderes, os americanos Mendelblatt e Fatih, com oito. A dupla alemã Polgar e Koy, com 21, ocupa a terceira colocação.

                      Na primeira regata do dia, a quarta da SSL Finals, Robert e Bruno passaram do limite no momento de contornar a primeira boia de contravento. Perderam tempo para retornar e recuperar o rumo certo “Cometi um erro grande, de novo. Não consegui montar a boia. Foi como se tivesse pagado um pênalti”, considerou Robert, que ainda conseguiu chegar na sétima colocação. A dupla americana Mendelblatt e Fatih venceu praticamente de ponta a ponta, com 60min24, seguidos pelo campeão olímpico de Star, em Londres, Freddy Loof e seu proeiro Anders Ekstrom, ambos da Suécia. O vento nordeste esteve sempre em torno de 15 nós (27 km/h)

                      Após a segunda largada os tricampeões mundiais de Star mantiveram-se em posição intermediária na flotilha. Contornaram a primeira boia em 12º lugar. Partiram para a recuperação na primeira perna de popa, saltando para a sétima colocação. Na quarta e última perna, também em popa, chegaram ao segundo lugar, mas perto da linha de chegada escolheram o lado direito da raia, enquanto o vento favoreceu a esquerda. Robert e Bruno chegaram na quarta posição, a 53 segundos de Mark Mendelblatt, que obteve a segunda vitória no dia. O francês Rohart foi o segundo e o croata Gaspic, o terceiro.

                      Na última disputa desta quinta-feira, a sexta do campeonato, Robert repetiu a colocação anterior. Manteve-se sempre entre os cinco primeiros. Travou duelos com, o alemão Polgar, Jorge Zarif e Mendelblatt, o velejador mais regular do dia. A dupla Polgar e Koy venceu com 56min23, com Mendelblatt em segundo e Jorginho em terceiro lugar. Robert ficou a 30 segundos do vencedor. “O importante é ficar em primeiro para evitar a próxima fase, mas hoje não teve jeito, o americano (Mendelblatt) velejou com muita velocidade”, analisou Robert, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex e Deloitte, com os apoios de Audi, COB e CBVela.

                      Para o novo líder da SSL Finals, o dia foi perfeito. “Fiz grandes regatas, sempre com vento adequado e velocidade suficiente para me manter à frente. Por enquanto só estou tentando velejar da melhor forma possível, a cada regata, sem pensar em resultado final”, argumentou Mendelblatt, bronze na primeira edição da SSL Finals em 2013, também com sede no Nassau Yacht Club (NYC).

                      Hoje, mais três largadas definem os barcos para as quartas de final. Como o primeiro colocado passa direto à semi, estarão classificados do segundo ao 11º, após nove regatas. A semifinal terá sete tripulações e a final, quatro. As três séries estão previstas para este sábado (6), dia decisivo. A primeira regata do dia começa às 11h em Nassau (14h em Brasília). Entre as outras três duplas brasileiras, Zarif e Boening estão em oitavo, Torben e Guilherme em 16º, e Fuchs e Seifert em 20º lugar.

                      Classificação após três regatas e um descarte

                      1. Mendelblatt/Fatih (EUA) – 8 pontos perdidos (1+[10]+3+1+1+2)
                      2. Scheidt/Prada (BRA) – 18 pp ([7]+1+2+7+4+4)
                      3. Polgar/Koy (ALE) – 21 pp ([9]+3+6+2+13+1)
                      4. Loof/Ekstrom (SUE) – 22 pp (4+[12]+4+3+6+5)
                      5. Rohart/Ponsot (FRA) – 29 pp (6+2+[13]+9+2+10)
                      6. Negri/Lambertenghi – 29 pp (5+5+[10]+6+5+8)
                      7. Kusznierewicz/Zycki (POL) – 36 pp (10+8+[12]+4+7+7)
                      8. Zarif/Boening (BRA) – 37 pp (15+7+1+[17]+11+3)
                      9. Scott/Milne (ING) – 39 pp ([13]+4+5+11+8+11)
                      10. Gaspic/Sitic (CRO) – 46 pp ([14]+14+7+10+3+12)
                      11. Papathanasiou/Tsotras (GRE) – 55 pp (2+9+9+16+[20]+19)

                      Foto: Gilles-Martin Raget/SSL

                      Informações: assessoria de imprensa

                       

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                        Presença no Brasil

                        Por: Redação -
                        04/12/2014

                        Com o expressivo crescimento e aceitação das embarcações Azimut Yachts no Brasil e após registrar um aumento de cerca de 70% em vendas de embarcações novas e seminovas nessa temporada náutica (set 2103/set 2014) em relação à anterior, o estaleiro da marca no Brasil se volta ao aprimoramento do sistema de pós-vendas aos clientes e suas tripulações.

                        A filial do Grupo italiano Azimut-Benetti estruturou um sistema de apoio e monitoramento direto da fábrica em marinas estratégicas. Os escritórios, conhecidos como “Service Desk”, estão localizados em Angra dos Reis (RJ) além do Guarujá (SP) e Balneário Camboriú (SC). Outro ponto está sendo instalado em Bracuhí, também em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, para atender melhor os clientes da região que concentra um grande número de barcos Azimut.

                        O italiano Giuseppe Donadio, que até o ano passado era o responsável por dirigir o setor de pós-vendas de todo o Grupo Azimut-Benetti, agora está à frente do setor da filial brasileira e cuida diretamente da rede de serviços.

                        “Para dirigir essa nova fase de pós-vendas trouxemos da Itália um dos mais renomados profissionais do mercado náutico para cuidar de todos os processos de pós-vendas e atender as necessidades dos armadores e tripulação através do atendimento, suporte técnico e reposição de peças”, conta o CEO da Azimut no Brasil Davide Breviglieri.

                        “É importante que haja um canal de comunicação direto entre o cliente e a fábrica, e ele se faz presente através do serviço de pós-vendas eficiente. Este é um grande diferencial capaz de fidelizar clientes e reforçar a marca Azimut-Benetti no mercado devido à qualidade do atendimento desde o momento em que se pensa em adquirir um iate e, principalmente, durante e após o período de garantia”, destaca o diretor de pós-vendas da Azimut no Brasil Giuseppe Donadio.

                        Instalado no Brasil em 2010, o estaleiro da Azimut Yachts ocupa uma área de 16 mil m² na cidade de Itajaí, SC, e vem obtendo sucesso cada vez mais expressivo com novidades ao mercado náutico ano a ano. Atualmente a fábrica conta com produção de iates de luxo de 42, 43, 48, 60 e 70 pés. Para o ano que vem, já está confirmado o início da produção do modelo de 80 pés.

                        Foto: Divulgação

                         

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                          Volta ao mundo

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                          A Barcelona World Race, regata de volta ao mundo sem escalas, larga no próximo dia 31 de dezembro da cidade de Barcelona. Sete equipes estão inscritas na disputa. A regata será corrida em veleiros Imoca 60 que serão tripulados por apenas dois velejadores. Serão 24000 milhas náuticas que serão percorridas em cerca de 3 meses.

                          Cheminées Poujoulat, GAES Centros Auditivos, Hugo Boss, Jörg Riechers and Sébastien Audigane, Neutrogena, One Planet, One Ocean & Pharmaton e Spirit of Hungary são as equipes que estarão na linha de largada no próximo dia 31 para enfrentar o desafio.

                          A Barcelona World Race está em sua terceira edição. Os franceses Jean-Pierre Dick e Loïck Peyron foram os campeões a bordo do Virbac-Paprec 3.

                          Foto: Divulgação

                           

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                            Final de temporada

                            Por: Redação -

                            Técnica e esforço pela vitória nas regatas no Canal de São Sebastião. Confraternização e planejamento para 2015. Ilhabela encerra a XIV Copa Suzuki Jimny de Vela Oceânica no próximo final de semana (6 e 7/12) com ações e emoção dentro e fora da água. O sábado (6) será um dia especial para os velejadores. Além das disputas decisivas, após as regatas haverá uma série de atrações no Yacht Club de Ilhabela (YCI).

                            Retornando da raia, as tripulações terão à disposição a tradicional canoa de cerveja, com degustação da marca Therezópolis, na varanda do YCI, que será incrementada novamente pelo sashimi trazido pelos competidores do Campeonato de Pesca Oceânica do YCI, que também está sendo realizado neste final de semana. Em meio à confraternização, será feita a entrega do Troféu Dia do Marinheiro aos velejadores do Montecristo, Fita Azul (primeiro no tempo real) da Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake no último sábado (29/11), pela Capitania dos Portos de São Sebastião. Haverá ainda sorteio da Wind Charter, de Paraty, de dois dias de velejada em um Sun Odyssey 439 para uma tripulação. Em seguida os velejadores acompanharão a palestra ‘Mussulo III – Regatas e Travessias Oceânicas’, apresentada pelo comandante José Guilherme.

                            O penúltimo dia da etapa final da Copa Suzuki Jimny ainda terá a festa de encerramento da temporada, a partir das 20h30, na Pousada Armação dos Ventos, reduto de velejadores na Capital Nacional da Vela. “Será um dia inteiro dedicado à vela e outras atividades programadas especialmente aos velejadores. Espero que prevaleçam as vontades de velejar e de celebrar a competição de 2014 em clima de amizade e alegria em respeito ao nosso esporte predileto”, recomenda o diretor da Comissão de Regatas, Cuca Sodré.

                            Equilíbrio na classe C30 nas regatas finais – A Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake disputada no último fim de semana trouxe emoção à classe considerada das mais competitivas da vela oceânica brasileira. Com a flotilha de seis barcos velejando por mais de seis horas praticamente lado a lado, o Caballo Loco venceu apertado e reduziu para quatro pontos a diferença em relação ao líder CA Technologies (19 a 15). O terceiro colocado, Caiçara Porsche, corre por fora, matematicamente.

                            “Apesar de termos velejado muito bem e vencido a Volta à Ilha, a situação ainda é favorável ao CA Tecnologies. Teríamos de vencer as últimas três ou quatro regatas para alcançá-los na pontuação”, analisa o comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori. “Obtivemos excelente média de 7.4 nós de velocidade contornando Ilhabela. Também conseguimos ótimo desempenho quando colocamos o balão (vela para vento em popa)”.

                            O comandante do CA Technologies, sempre favorito na classe C30, ouve as afirmações do adversário, enquanto comenta as aventuras da Volta à Ilha e adota a cautela. “A regata foi muito boa, chegamos ao pico de 22 nós na descida de um ‘ondão’, mas em relação ao campeonato não tem nada decidido. Não podemos vacilar. Temos de esquecer a vantagem e velejar nas últimas regatas como sempre fizemos”, propôs Marcelo Massa querendo afastar os riscos. “A diferença do barco do Marcelo para os demais era muito grande. Hoje está reduzida porque as outras tripulações estão aprendendo a velejar”, destaca Mauro.

                            Satisfeitos com o rendimento de seus barcos e de suas tripulações, os dois comandantes enaltecem a progresso da classe na vela brasileira. “A classe está muito unida e super bem organizada. Temos inclusive estatuto na CBVela. Sabemos que não é um barco de passeio. É para quem quer treinar e gosta de competir, reforça Mauro. Para Marcelo o mais importante é investir na qualidade técnica. “Não precisa ser necessariamente um velejador profissional. Aqui mesmo (Ilhabela) há vários caiçaras com muito potencial. É preciso oferecer-lhes oportunidade para treinar”, sugere Marcelo.

                            A flotilha de C30 conta hoje com nove barcos no País, sendo que seis deles estão em São Paulo e disputam a XIV Copa Suzuki Jimny. “O que podemos verificar ano a ano é o crescimento do nível técnico porque houve investimento em tripulação. A C30 está consolidada. Dá para contar nos dedos as classes oceânicas que possuam esse número de embarcações”, orgulha-se Marcelo Massa , um dos maiores incentivadores da C30.

                            Na ORC, o panorama se repete. Com a vitória na Volta à Ilha, o Orson, comandado por Carlos Eduardo Souza e Silva, entrou na briga direta pelo título da temporada com o Lexus/Chroma, de Luis Gustavo de Crescenzo. Se repetir a performance neste fim de semana ganhará a classe na Copa Suzuki Jimny.

                            “Estamos aproveitando a quarta etapa para finalizar os treinos para buscar o bicampeonato sul-americano no Circuito Rolex Atlantico Sur, em janeiro, em Punta del Este”, informa o comandando do Orson.

                            A Copa Suzuki Jimny/XIV Circuito Ilhabela de Vela Oceânica é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio máster da Suzuki Veículos e co-patrocínios de SER Glass e F7 Blindagens. Apoiam o evento: Prefeitura Municipal de Ilhabela, North Sails, Pousada Armação dos Ventos, Rádio Antena 1 Litoral Norte, Revista Mariner, Mar&Vela, Sail Station.com e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

                            Foto: Marcos Méndez/SailStation

                            Informações: assessoria de imprensa

                             

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                              Star

                              Por: Redação -

                              Robert Scheidt e Bruno Prada estrearam na liderança da segunda edição da Star Sailors League (SSL) Finals, nas Bahamas, após as três regatas desta quarta-feira (3). Tricampeões mundiais da classe, os dois começaram a cumprir o objetivo de superar os melhores velejadores do mundo na Star para chegar ao bicampeonato da competição, que conquistaram pela primeira vez em 2013. Depois do sétimo lugar na regata de abertura, a dupla mostrou poder de reação ao vencer a segunda prova e chegar em segundo na terceira.

                              Considerando-se o único descarte para as nove regatas da fase de classificação, adotado já a partir da terceira prova, Robert e Bruno somam três pontos perdidos, contra quatro dos americanos Mendelblatt e Fatih, e oito dos brasileiros Zarif e Boening, vencedores da terceira regata. Os franceses Rohart e Ponsot, assim como os suecos Loof e Ekstrom, também têm oito pontos perdidos.

                              O vento permaneceu constante, na direção nordeste, entre 15 e 20 nós (27 a 36 km/h), com céu parcialmente nublado e temperatura de 27 graus na raia próxima à Paradise Island. Na regata de abertura, os brasileiros tricampeões mundiais de Star estavam brigando pela liderança, na primeira perna de contravento, quando tiveram de pagar um pênalti imposto pela Comissão de Regatas (CR) devido à manobra irregular. Perderam várias posições, mas se recuperaram para chegar na sétima colocação entre os 20 barcos da flotilha.

                              “Encostamos no barco do italiano que estava com o mastro quase em cima do nosso barco. Posso dizer que cometi um erro não forçado e tive de pagar um 720° (duas voltas em torno do próprio eixo)”, considerou Robert. “O importante é que o barco está com velocidade. Fizemos boa largada na segunda regata e vencemos. Eu e o Bruno estamos muito satisfeitos com o primeiro dia. Agora é descansar porque o campeonato exige muito físico.”

                              Mark Mendelblatt e Brian Fatih, bronze na primeira edição, venceram a regata de abertura de ponta a ponta, porém, de forma dramática, cruzando a linha de chega apenas dois segundos à frente dos gregos Papathanasiou e Tsotras e do norueguês Melleby, parceiro do americano Strube. As regatas estão sendo disputadas no formato barla-sota (entre boias) com quatro pernas de 1,2 milha cada, total aproximado de oito quilômetros.

                              Na segunda regata Robert e Bruno mostraram porque são os atuais campeões da SSL Finals. Assumiram a liderança na primeira perna de popa, ultrapassando Rohart e Ponsor e em seguida os alemães Polgar e Koy. Sustentaram a vantagem até a linha de chegada, com 30 segundos sobre Rohart. Polgar ficou em terceiro. A terceira e última prova do dia foi marcada por um duelo brasileiro, entre Robert e Jorginho Zarif nos últimos metros. Caçula da SSL, com 22 anos, Jorginho suportou as pressões de Loof, Mendelblatt e Robert. Venceu com o tempo de 56s58, seguido por Robert e Mendelblatt.

                              Mais três regatas estão programadas para hoje em Nassau. A primeira fase, com nove provas, classifica as dez tripulações mais bem colocadas para o último dia que terá as quartas de final, semifinal e final. As outras duas duplas brasileiras, Torben Grael e Guilherme de Almeida; Marcelo Fuchs e Ronie Seifert, tiveram problemas com suas embarcações.

                              Classificação após três regatas e um descarte
                              1º – Scheidt/Prada (BRA) – (7)+1+2 = 3
                              2º – Mendelblatt/Fatih (EUA) – 1+(10)+3 = 4
                              3º – Zarif/Boening (BRA) – (13)+7+1 = 8
                              4º – Rohart/Ponsot (FRA) – 6+2+(13) = 8
                              5º – Loof/Ekstrom (SUE) – 4+(12)+4 = 8
                              6º – Polgar/Koy (ALE) – (9)+3+6 = 9
                              7º – Scott/Milne (ING) – (15)+4+5 = 9
                              8º – Negri/Lambertenghi – 5+5+(10) = 10
                              9º – Papathanasious/Tsotras – 2+9+(9) = 11
                              10º – Junior(NZL)/Pritchard(BAH) – 8+6+(18) = 14

                              Foto: Gilles-Martin Raget/SSL

                              Informações: assessoria de imprensa

                               

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                                Dicas de verão

                                Por: Redação -
                                03/12/2014

                                Verão chegando e a vontade de todos é aproveitar o calor e tempo livre no mar. Porém, alguns cuidados devem ser tomados e atenções redobradas.

                                Comuns dessa época do ano, temporais e chuvas de verão podem pegar um navegante de surpresa. Aqui, Marcio Dottori explica o que fazer e o que não fazer quando você se deparar com um desses fenômenos.

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                                  Em Paris

                                  Por: Redação -

                                  O último grande salão náutico do ano, o Salon Nautique International de Paris, começa neste sábado e irá receber mais 700 expositores e 1.200 embarcações entre lanchas, veleiros, jets e pequenas embarcações como caiaques. A organização espera que 240 mil pessoas visitem o salão deste ano. A novidade desta edição é a exposição de barcos um píer que será instalado dentro do pavilhão simulando uma marina. Grandes piscinas para prática de esportes também serão atração para os visitantes.

                                  Grandes marcas como Beneteau, Bavaria, Jeanneau e Mercury estarão presentes no salão que acontece entre os dias 6 e 14 de dezembro.

                                  Imagem: Divulgação

                                   

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                                    3,5 milhões

                                    Por: Redação -

                                    A parceria entre a Regatta e a marca japonesa de motores de popa Tohatsu só se consolida. A mais tradicional empresa japonesa de motores em atuação divulgou que chegou ao número de 3,5 milhões de motores de popa produzidos.

                                    Pioneira no desenvolvimento e produção de motores no Japão, a Tohatsu está presente em mais de 100 países incluindo o Brasil. Por aqui, o dealer oficial da empresa é a Regatta, que atua como representante nas regiões Sudeste e Nordeste e relançou produtos da marca no São Paulo Boat Show, em setembro. Entre os motores mais vendidos pela Regatta está o modelo 30 hp, um dos sucessos da Tohatsu no Brasil e também no mundo.

                                    “Expresso meu maior agradecimento pelo contínuo esforço e apoio da nossa marca. Renovo meu compromisso por continuar desenvolvendo e oferecendo produtos de alta qualidade e confiabilidade para satisfazer nossos clientes, mundo afora”, ressalta Isami Hyuga, presidente da Tohatsu Corporation.

                                    Foto: Divulgação

                                     

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                                      Biodiesel não!

                                      Nada contra combustíveis desenvolvidos a partir de fontes renováveis, como o biodiesel, mas desde não tragam problemas para os motores da nossas lanchas e veleiros. Muitas vezes o motor do barco aceita perfeitamente combustíveis renováveis como o biodiesel, misturados ao óleo diesel. Porém, estando o barco parado por algumas semanas na marina os problemas, usando biodiesel misturado ao diesel, começam, como entupimento dos filtros e perda de potência. E quanto mais tempo o motor da lancha ou do veleiro ficar sem uso pior fica, pois o combustível com biodiesel é mais sensível a umidade que o óleo diesel puro e perde suas características rapidamente. E como a variação de temperatura é grande nos ambientes próximos à água, há formação de um componente indesejado no fundo do tanque, fruto da mistura de óleo diesel, biodiesel e água. Na partida, esta mistura indesejada vai para o motor e aí os danos nos componentes do sistema de injeção do propulsor são sérios, podendo até obrigar a substituição de todos os componentes do sistema de injeção. O prejuízo, dependendo da potência do motor, pode ser bem grande para o bolso do proprietário e a segurança fica comprometida, já que o motor pode apresentar problemas durante uma viagem. Barcos com biodiesel junto com óleo diesel no tanque costumam sujar os filtros com uma frequência muito maior que lanchas e veleiros cujos tanques são abastecidos com óleo diesel puro. Verdade que o fato de usarmos um combustível que não vem do petróleo gera algumas vantagens, mas os benefícios no caso dos motores marítimos, cujo consumo é ínfimo perto do volume consumido pela frota rodoviária, não compensam.

                                      Foto: Shutterstock

                                       

                                      Marcio Dottori é diretor técnico da Revista Náutica há mais de 20 anos e o mais respeitado especialista em barcos do Brasil

                                       

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                                        Aviso de Regata

                                        Por: Redação -

                                        A Soamar (Sociedade Amigos da Marinha) Capitania dos Portos de São Paulo com a colaboração do Clube Internacional de Regatas e Iate Clube de Santos realiza a 42ª edição da Regata da Marinha neste sábado, dia 6 de dezembro, em Santos. Estão convidadas as classes IRC, RGS, RGS Cruiser e Veleiros de Oceano e Clássicos. A concentração para a largada acontece próximo ao ISO Vermelho e Branco, localizado em frente ao canal 4, dependendo das condições de mar e vento a Regata poderá ser do tipo Barla Sota ou percurso a ser definido.

                                        Após a disputa haverá recepção para os velejadores com churrasco e canoa de bebidas na Sede Náutica do Clube Internacional de Regatas. As embarcações estão isentas de pagamento de inscrição.

                                        Foto: Divulgação

                                         

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                                          Na tela

                                          Por: Redação -
                                          02/12/2014

                                          A Beneteau 49 Fly está na tela da TV NÁUTICA. O diretor técnico, Marcio Dottori, fez uma breve, porém detalhada, análise de navegação, design e funcionalidades de mais essa aposta do estaleiro francês para a série Gran Turismo.

                                          No vídeo, Marcio aponta o espaço como principal ponto forte da embarcação e chama atenção para isso em todos os cômodos de sua parte interna. Na área externa, um show de imagens leva a você todos os detalhes do design do barco.

                                          Assista agora na caixa abaixo e inscreva-se em nosso canal no youtube para não perder nenhum de nossos novos vídeos.

                                           

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                                            America’s Cup

                                            Por: Redação -

                                            Agora é oficial, a organização da America’s Cup anunciou, na cidade de Nova Iorque, Bermuda como sede da America’s Cup 2017. “Em Bermudas teremos a sede internacional perfeita para demonstrar a paixão pela vela que as equipes envolvidas na competição têm”, declarou Harvey Schiller, comissário da America’s Cup.

                                            É a primeira vez que um sindicato defensor americano escolhe um porto fora dos Estados Unidos para as finais da America’s Cup, já que Bermudas, apesar de estar muito próxima à costa americana, é um território britânico. Sites internacionais apontam que os benefícios fiscais foram o maior atrativo para a escolha inédita.

                                            Seis sindicatos já estão inscritos na disputa do troféu mais desejado do mundo da vela, o defensor do troféu o Oracle Team USA e os desafiantes Emirates Team New Zealand, Artemis Racing, Ben Ainslie Racing, Luna Rossa e Team France. Jimmy Spithill, comandante do Oracle Team e melhor velejador do ano, garantiu que o público e os velejadores terão uma experiência única durante as regatas.

                                            A segunda edição da Red Bull Youth America’s Cup também foi confirmada hoje, em Nova Iorque. A competição envolve jovens velejadores e antecede a disputa do troféu. A competição envolve velejadores com idades entre 19 e 23 anos e é disputada nos mesmos catamarãs AC45 da America’s Cup World Series.

                                            Em 2017, todos os sindicatos estarão a bordo dos novos veleiros AC62 com as mesmas velas-asa e sistemas de hidrofólios que fizeram os AC72 da edição passada voarem nas águas da Baía de São Francisco nos Estados Unidos.

                                            Após a coletiva para o anuncio da nova sede, o tão desejado troféu da competição segue para Bermudas.

                                            Veja o vídeo do anúncio:

                                            Foto: Divulgação

                                             

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                                              80 metros

                                              Por: Redação -

                                              A Tankoa Yachts, estaleiro italiano com base em Gênova, acaba de apresentar seu novo projeto, o S801, um superiate de 262 pés (80 metros) desenhado por Francesco Paszkowski. A superestrutura dourada foi inspirada no veleiro Amerigo Vespucci, um icônico navio-escola da Marinha Italiana que navega desde 1931.

                                              O luxo da cor dourada também está refletido no interior do iate que tem camarote de proprietário com um verdadeiro spa privativo com sala de massagem e sauna. Outros cinco camarotes servem aos convidados. O projeto do superiate está em fase final de especificações técnicas.

                                              Segundo Michel Karsenti, diretor de vendas e marketing, a Tankoa Yachts buscou um projeto clássico que agradasse os proprietários por muitos, sem sair de moda. O estaleiro ainda anunciou que os 80 metros do superiates podem ser facilmente transformados em 88 metros. As duas opções, 80 e 88 metros, estarão disponíveis para os interessados na construção deste iate.

                                              Imagens: Divulgação

                                               

                                              Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                Por: Redação -

                                                A dupla brasileira vice campeã olímpica em Pequim e bronze em Londres dominou a primeira edição da Stars Sailors League (SSL) Finals, em Nassau, nas Bahamas, em 2013. Neste ano, o país formado por centenas de ilhas recebe Robert Scheidt e Bruno Prada como atuais campeões, entre as 20 medalhas olímpicas e 33 títulos mundiais levados à raia a partir desta quarta (3). A terça-feira (2) fica reservada aos treinos obrigatórios.

                                                Robert e Bruno estão treinando na raia próxima à Paradise Island há três dias, o suficiente para readquirir a mão do barco, de acordo com o principal atleta olímpico do Brasil em todos os tempos. “Estamos evoluindo nos treinos. Tem ventado em todos os dias e priorizamos as manobras. Espero que nossa velocidade de popa faça a diferença, como fez no ano passado”, afirma Robert. “Em 2013 tudo começou a se acertar depois do quarto dia. O mais importante é o desempenho no popa (vento)”, reforça Bruno Prada.

                                                A SSL Finals terá três dias classificatórios para a flotilha de 20 embarcações, com três regatas por dia, ou no máximo quatro. A novidade será a passagem do líder da primeira fase direto para a semifinal, solicitação dos brasileiros em 2013. No quarto e último dia, do 2º ao 11º correm as quartas de final. Seis, mais o líder, passam à semifinal para se definir os quatros que decidem o pódio. O ranking da SSL é elaborado durante a temporada conforme a importância dos campeonatos da classe Star pelo mundo.

                                                “O astral do campeonato é muito bom. Competitivo na água, mas no Nassau Yacht Club (NYC) prevalece a amizade. É um prazer defender o título e ao mesmo tempo se divertir”, relata Robert. Neste ano, o brasileiro terá a ‘companhia’ do sueco Freddy Loof, ouro nos Jogos de Londres, e com quem treinou nesta segunda (1º). Também competem pela primeira vez outras três tripulações brasileiras comandadas por Torben Grael, Jorginho Zariff e Marcelo Fuchs.

                                                “O nível neste ano está tão elevado que mesmo sendo campeões não podemos nos considerar favoritos. A flotilha vai andar muito junta”, prevê Bruno Prada. A SSL Finals distribui premiação de 200 mil dólares. A tripulação campeã soma 4.000 pontos, maior pontuação da SSL na temporada, e leva 40 mil dólares. O líder do ranking é o timoneiro italiano Diego Negri, desde julho. O brasileiro Bruno Prada lidera o ranking como melhor proeiro da classe.

                                                Foto: Divulgação

                                                Informações: assessoria de imprensa

                                                 

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                                                  Por: Redação -

                                                  A Jeanneau, estaleiro francês do grupo Beneteau, acaba de apresentar a nova Velasco 37 F, um fast trawler com flybridge. A nova Velasco é a segunda da linha de fast trawler que foi lançada este ano. A primeira lancha, a Velasco 43 foi uma das atrações do São Paulo Boat Show e recebeu o título de barco europeu do ano 2014, na categoria de barco a motor.

                                                  Com menos 6 pés que a Velasco 43, a Velasco 37 tem as mesmas linhas elegantes da sua irmã maior e salão espaçoso com janelas que proporcionam uma vista de 360°. O barco ainda tem cabine com dois camarotes e banheiro com boxe. A plataforma de popa é outro destaque do novo fast trawler da Jeanneau.

                                                  A Velasco 37F é equipada com dois motores Volvo D4 de 300 hp cada.

                                                  Imagens: Divulgação

                                                   

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                                                    Por: Redação -

                                                    Faltando pouco menos de duas semanas para o início da Copa Brasil de Vela, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze intensificou os treinos na baía de Guanabara. O objetivo delas é não apenas conquistar a medalha de ouro na competição, mas de quebra ficar com bicampeonato brasileiro da classe 49er FX, já que os dois eventos serão disputados juntos. Além da classe 49er FX, a Copa Brasil de Vela também será válida como Campeonato Brasileiro para as classes 49er e 470 masculino e feminino.

                                                    “A Copa Brasil de Vela vale como nosso campeonato brasileiro e para nós vai ser bem importante terminar o ano com um campeonato no Brasil. Estamos treinando bastante! Eu vou literalmente velejar na porta de casa e não sei dizer se é mais fácil ou mais difícil, mas com certeza é muito mais legal!” disse Martine Grael.

                                                    “Vai ser muito legal competir mais uma vez em casa, com outros barcos estrangeiros. Não é na mesma época dos Jogos, mas é possível treinar na raia olímpica. Na primeira edição nós tivemos uma experiência muito legal, com a presença do público, e queremos repetir!”, completou Kahena.

                                                    A 470 será a classe das estrelas. Nomes como Mathew Belcher e Wil Ryan, ouro em Londres e no último mundial, Luke Patience e Elliot Wilis, prata em Londres, e Hanna Mills e Saskia Clarck, prata em Londres e terceiro no Mundial já confirmaram presença na Copa Brasil. E apesar de saber que estarão competindo em nível olímpico, as niteroienses Renata Decnop e Isabel Swan prometem brigar pelo título de campeãs brasileiras.

                                                    “A Copa Brasil vai ser nosso primeiro grande evento depois do Mundial da Espanha. Estamos saindo de um longo período de treino, no qual buscamos melhorar as coisas que nos impediram de ter um resultado melhor no Mundial, e vai ser a primeira oportunidade de colocar em prática tudo o que treinamos. Estaremos competindo um Brasileiro com nível internacional já que muitas equipes estrangeiras estarão por aqui. Em campeonatos brasileiros normalmente somos no máximo três equipes femininas, mais uma meia dúzia no masculino, então vamos aproveitar o máximo esta oportunidade”, disse Renata.

                                                    As regatas para todas as classes começam no dia 16, terça-feira. As classes 49er e 49er FX, RS:X masculino e feminino, e Nacra tem 12 regatas programadas. As demais, dez. No sábado, dia 20, serão disputadas as regatas da medalha, que são mais curtinhas e bem próximas da praia. Quem estiver em São Francisco vai poder sentir de perto toda a emoção de uma regata e torcer para o seu velejador favorito.

                                                    A Copa Brasil de Vela tem organização da CBVela e conta com o patrocínio do Bradesco, Prefeitura de Niterói, Grupo Águas do Brasil e BG Brasil através da Lei de Incentivo ao Esporte, e com o apoio da Slam.

                                                    Foto: Fred Hoffmann

                                                    Informações: assessoria de imprensa

                                                     

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                                                      Pernambuco está ganhando cada vez mais espaço no cenário nacional da vela. O pernambucano Ted Monteiro, famoso pelos títulos conquistados nas águas, é o mais novo membro do Conselho Técnico de Vela (CTV), criado há um ano e meio pela da Confederação Brasileira de Vela (CBVela). O grupo trabalha para buscar melhorias técnicas nos campeonatos nacionais e internacionais do esporte.

                                                      “Ficou decidido que cada região terá, pelo menos, um representante. É um passo muito importante para a vela pernambucana, pois estamos envolvidos e sabendo de tudo o que acontece lá dentro. Temos uma reunião a cada dois meses. Já participei de quatro encontros. Agora, não só Pernambuco, mas também o Nordeste tem alguém para ser a sua voz”, comemorou Ted.

                                                      O foco do CTV está centralizado no classificatório para as Olimpíadas. Antes, as vagas eram decididas numa disputa pré-olímpica, o que causava frequentes injustiças. “Às vezes, acontecia de um velejador estar indo muito bem durante todo o ano, mas não ter um bom rendimento no pré-olímpico e ficar sem a vaga. Por isso, resolveram criar esse conselho técnico, que vem avaliando todos os velejadores olímpicos do Brasil desde o início do ano”, explicou Ted.

                                                      O CTV tem um prazo de quatro anos de existência, podendo ser renovado posteriormente. “O nosso objetivo principal é identificar nomes que possam aos poucos integrar a delegação brasileira que disputará os Jogos do Rio em 2016 e outras competições internacionais. Tudo será na base da avaliação técnica, tendo como base várias edições de campeonatos. Isso é muito bom para descobrirmos novatos que possam se destacar”, encerrou Ted.

                                                      Foto: Divulgação

                                                       

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                                                        Navegue Seguro

                                                        Por: Redação -
                                                        01/12/2014

                                                        A Sea-Doo reforça o comprometimento com a segurança na água e lança o site navegueseadoo.com.br, criado especialmente para incentivar o uso responsável das motos aquáticas. A página chega para complementar a Campanha Navegue Seguro, da Marinha do Brasil, que desde 2012 é patrocinada pela Sea-Doo.

                                                        No site, o público tem acesso a todas as informações necessárias para aproveitar o melhor das motos aquáticas. “Além de fazer o seu papel fabricando jets com tecnologias que garantem a segurança, como o iBR, sistema de freio e reverso exclusivo da marca, a Sea-Doo tem comprometimento total com o uso consciente de seus produtos. O site é mais uma iniciativa importante nesta área”, explicou Bruno Arakaki, do marketing da Sea-Doo no Brasil.

                                                        Recomendações de segurança e instruções para tirar a habilitação como motonauta, assim como o mapa interativo de escolas e cursos, são alguns dos assuntos abordados. “Outro destaque do site é o Manual do Motonauta, uma série especial de 11 vídeos que mostra como usar adequadamente a moto aquática, entre outras dicas que garantem segurança e muita diversão”, destacou Arakaki.

                                                        Os materiais da Navegue Seguro também estão disponíveis para download no website. Além disso, os folhetos e cartazes impressos da campanha continuam sendo distribuídos em todo o país pelas Capitanias dos Portos e pelas concessionárias BRP, responsável pelos produtos Sea-Doo. Os materiais trazem importantes informações sobre conservação do equipamento e utilização dos itens de segurança.

                                                        Foto: Divulgação

                                                         

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                                                          Team Vestas Wind

                                                          Por: Redação -

                                                          A equipe do Team Vestas Wind, barco dinamarquês na Volvo Ocean Race, viveu, neste sábado (29), um drama no Oceano Índico, durante a segunda etapa da Volta ao Mundo. O veleiro encalhou em um banco de areia de uma pequena ilha e a tripulação foi obrigada a abandonar a embarcação. Para qualquer velejador, a situação descrita é o pior de todas. “Foi a decisão mais difícil da minha vida”, disse o comandante Chris Nicholson.

                                                          Em contato via satélite com a sede da Volvo Ocean Race, o atleta afirmou que, apesar do incidente que tirou sua equipe da disputa da etapa, a tripulação está bem. No entanto, o barco ficou seriamente danificado. “Toda a tripulação passou o dia anterior recuperando o máximo de coisas. Óleo diesel, peças hidráulicas e outros equipamentos. Mas os danos ao barco foram enormes”, falou o comandante.

                                                          Os atletas nem se quer esperaram o amanhecer para deixar a embarcação. Apesar do susto, o grupo de nove velejadores está sem nenhum arranhão. “A minha maior preocupação era com a saúde da minha equipe. Em minhas primeiras chamadas para o controle de regata, eu pedi para avisar às famílias envolvidas que todos estavam bem”.

                                                          Chris Nicholson reconheceu que houve erro no incidente, mas elogiou seu grupo. “Somos uma tripulação forte e todos reagiram bem ao problema”. Na terça-feira (2), o time do Vestas Wind deve decidir quais serão os próximos passos da campanha na Volvo Ocean Race 2014-15.

                                                          Foto: Amory Ross/Team Alvimedica

                                                          Informações: assessoria de imprensa

                                                           

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                                                            Os canadenses Peter Hall, Johan Offermans e William Hall conquistaram o título do Campeonato Mundial da classe Soling que encerrou no sábado (29) em Punta Del Este. Os brasileiros Cícero Hartmann, Flávio Quevedo e André Renard ficaram na vice-colocação e os argentinos Martin Busch, Eduardo Zimmermann e Máximo Feldtmann em terceiro lugar.

                                                            A tripulação do Canadá venceu o campeonato com apenas um ponto de diferença (31) para o time gaúcho (32). A última regata foi muito emocionante. Peter Hall vinha mais atrás e perderia o campeonato para o seu adversário direto, mas a 400 metros da linha de chegada ele conseguiu ultrapassar dois barcos e garantiu o título ao ficar em oitavo lugar, roubando a chance de vitória de Cícero Hartmann, que cruzou a linha em 12º lugar. Os vencedores da regata foram os alemães Roman Koch, Martin Zeileis e Gregor Bornemann.

                                                            Peter, um veterano timoneiro da Soling conquistou o seu tricampeonato mundial: 2011, 2012 e 2014. Já a tripulação do Veleiros do Sul, que perdeu a liderança da competição no penúltimo dia, repetiu o mesmo resultado do Mundial de 2007 em Buenos Aires quando ficou em segundo lugar. O Mundial teve nove regatas com a participação de 25 barcos de cinco países no Yacht Club de Punta Del Este. A flotilha gaúcha viajou ao Uruguai com o apoio da FUNDERGS.

                                                            Foto: Maria Orozco/Divulgação

                                                             

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