Teste Focker 300 GTS: uma lancha perfeita para a família

Belo design, acabamento primoroso, cabine para até 6 pessoas e ótimo aproveitamento do cockpit são os destaques da embarcação

25/08/2025
Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Líder no segmento das pequenas lanchas de fibra de vidro, a Fibrafort vem investindo, há alguns anos, em barcos maiores. Sua linha de produção é composta por 18 embarcações, de 18 a 42 pés, chamadas de Focker no Brasil e Granfort nos Estados Unidos. A Focker 300 GranTurismo (ou GTS), que compõe a linha Cruiser, foi testada por NÁUTICA nas águas de Itajaí.

Fundada em 1990, a Fibrafort construiu, ao longo de 35 anos, uma reputação sólida de qualidade e confiabilidade. Com sede em Itajaí, Santa Catarina, o estaleiro é considerado o maior fabricante de lanchas de fibra de pequeno e médio portes da América do Sul em unidades produzidas. Essa percepção positiva da marca se comprova nas quase 19 mil unidades vendidas, em cerca de 40 países.

 

Um dos fatores cruciais para isso está na qualidade superior da construção dos seus cascos, considerando-se o nível médio dos mercados nacional e internacional. Outro motivo é a parceria com fornecedores exclusivos de matéria-prima de alto padrão.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Além disso, a Fibrafort — que, recentemente, inaugurou uma nova e moderna planta em Itajaí, chamada de P2 — conta com o apoio da Porsche Consulting no aperfeiçoamento do processo de produção, com foco em produtividade, qualidade e segurança.

Investimos em tudo que é necessário para entregar aos nossos clientes embarcações seguras, confiáveis, duráveis e com alto desempenho, garantindo uma experiência de navegação excepcional– conta Bárbara Martendal, gerente comercial e de marketing do estaleiro

As primeiras impressões da Focker 300 GTS

Com 9,10 metros de comprimento (29,9 pés) e 2,80 metros de boca, ela fica, no portfólio da empresa, entre a Focker 272 e a Focker 330, uma das faixas mais concorridas do mercado. Desde seu lançamento, em 2023, já vendeu 95 unidades.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Desenhada pela equipe de projetistas da própria Fibrafort, essa lancha usa exclusivamente um motor de centro-rabeta a gasolina, de 300 hp a 380 hp. Para quem prefere motorização de popa, o estaleiro oferece a versão Focker 300 GTX, com dois motores de 200 hp a 300 hp cada.

 

Segura, muito bem-feita e fácil de pilotar, a Focker 300 GTS pode acomodar até 12 pessoas em um excelente cockpit, equipado com pia, armários, sofás grandes, solário de proa e de popa, divã e móvel gourmet com churrasqueira.

Foto: Fibrafort/ Divulgação

A cabine, com 1,76 metro de altura na entrada, oferece pernoite para um casal e duas crianças, ou ainda um casal e um adulto. Para isso, conta com uma boa cama de casal (medindo 1,16 metro x 2,23 metros) no camarote à meia-nau, e com uma cama menor na proa, conversível em sofá (e vice-versa), com formato de trapézio (0,70 metro e 1,64 metro nas cabeceiras e 1,15 metro de distância entre elas).

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

No camarote sob o cockpit, é claro que não dá para ficar em pé junto à cama. Mas, a bombordo, há espaço para levantar a cabeça sem bater no teto, para quem estiver deitado.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Já no camarote de proa, o projetista instalou um pequeno nicho de madeira a bombordo, com forno de micro-ondas de 20 litros (item opcional), armário e quadro elétrico de disjuntores.

Foto: Fibrafort/ Divulgação

Por sua vez, o banheiro é fechado, com ventilação forçada por exaustor. Apesar da pouca altura (1,58 metro), cumpre bem sua função, com vaso sanitário elétrico e pia com torneira/ducha, que pode ser usada também para banho. Para isso, a lancha pode vir com aquecedor de água de 25 litros (boiler). É um item opcional, mas bem-vindo.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

O acabamento geral tanto nos camarotes quanto no banheiro é bom, característica das lanchas da Fibrafort. No entanto, a ventilação natural, feita apenas por uma pequena janela de correr na entrada da cabine, deixa a desejar, obrigando os usuários a instalar um gerador Panda de 5 kVA e um aparelho de ar-condicionado de 12.000 BTU para pernoitar a bordo em dias quentes.

 

Isso poderia ser resolvido com a instalação de uma escotilha em L na proa, junto à parte dianteira do solário, além de duas vigias no costado, garantindo a boa ventilação natural.

Conforto a bordo: da plataforma de popa ao cockpit

É na área externa que essa 30 pés da Fibrafort mostra a que veio — começando pela plataforma de popa, que tem 1,35 metro de comprimento. Lá, é possível montar duas banquetas de frente para o móvel gourmet, com churrasqueira a carvão, pia e bancada.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Um suporte para fixar o balde de gelo, onde se pode resfriar uma garrafa de vinho branco, por exemplo, ou um bom espumante, completa o ambiente. Um balde semelhante (de aço inox) pode ser montado tanto cockpit (à meia-nau) como na proa. Para guardar as banquetas, há um paiol específico e prático, localizado acima do motor.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Já para a volta dos mergulhos no mar, há uma escada de quatro degraus e alças móveis para apoio das mãos, além de chuveirinho para uma ducha de água doce.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

No cockpit, a disposição dos móveis de fibra e dos sofás é a convencional, porém bastante funcional, com a entrada a boreste protegida por uma portinhola giratória de aço inox.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

A bombordo, fica um sofá em L para três ou quatro pessoas, que também é uma espreguiçadeira (chaise) individual. À frente está uma mesa de madeira removível, que pode ser guardada dentro de um dos paióis.

 

Nessa caixa, vale destacar o mecanismo de abertura, com dobradiças maciças de aço inox, com amplitude de 90 graus (ou seja, a tampa fica na vertical), uma boa sacada da engenharia da Fibrafort.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

A chave geral está inserida dentro de um pequeno compartimento (com tampa e identificado), em um móvel contíguo ao sofá — uma boa localização, por ser fácil de ser acessada e estar protegida da água. Coletes salva-vidas também têm compartimento próprio, a bombordo.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

A boreste, atrás do posto de pilotagem, há um cantinho aconchegante, batizado pelo estaleiro de cockpit bar, formado por uma poltrona individual acolchoada, mesa de centro com porta-copos e geladeira elétrica da Elber de 52 litros, feita para barco, além de pia e placa de refrigeração.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Posto de comando: funcionalidade e tecnologia

No posto de comando, o encosto do banco duplo é fixo — como na maioria das lanchas de passeio desse porte — , mas o assento é basculante, o que facilita a pilotagem em pé, permitindo apoiar o corpo no assento rebatido. A bússola está centralizada — como deve ser — , o piloto conta com suporte para apoiar os pés e a visibilidade é boa em todas as direções.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

No painel, há espaço para até dois monitores de nove polegadas cada, mas, se os eletrônicos forem instalados, não sobra lugar para os instrumentos analógicos. Como a tendência é ter somente telas digitais, com toda a instrumentação do motor, o espaço disponível é mais que suficiente.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Na unidade testada por NÁUTICA, a lancha estava equipada com o pacote Dynamic, com um monitor Simrad de 9 polegadas para GPS e sonda. No entanto, gostaríamos que o plano que fixa o monitor fosse mais inclinado, o que facilitaria a visão do piloto quando sentado.

 

O timão, o comando do acelerador e os botões de acionamento das funções elétricas também estão bem localizados, mas o rádio VHF fica um pouco escondido, exigindo que o piloto tenha de se contorcer um pouco para visualizar sua tela. Suporte para o celular, item que toda lancha deveria ter, vem de série em qualquer versão da Focker 300, e já com carregador por indução.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Abaixo do manete do acelerador, o piloto encontra o dispositivo para acionamento manual do extintor de incêndio. O sistema de som, composto por seis alto-falantes importados, também é item de série.

 

Uma targa de fibra (lançada para a frente) suporta a boa capota de lona, fabricada pela Bailly. Para proteger a parte de trás do cockpit contra o sol escaldante, há uma extensão móvel da cobertura, que, entretanto, não chega até a plataforma de popa.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Para manter a segurança do barco (e a higiene a bordo), um sistema de drenagem no cockpit impede que a água de chuva ou respingos da navegação invadam o porão, escoando tudo para fora do barco, por gravidade. Ou seja, o porão se mantém sempre sequinho.

 

A passagem para a proa é feita por um corredor, a bombordo, com a abertura de parte do para-brisa (em cima) e de uma portinhola (embaixo) — um dos pontos fortes dessa lancha. A passagem é segura (claro, em boas condições de mar) e fácil de ser transposta mesmo com o barco em movimento. Ainda tem o guarda-mancebo a bombordo.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Mesmo sendo uma lancha cabinada, a Focker 300 GTS conta com uma proa rebaixada, que oferece maior liberdade para navegar. O solário, para duas pessoas, tem encosto para a cabeça, suporte para o balde de gelo e vários porta-copos ao lado.

Foto: Fibrafort/ Divulgação

Aliás, lugar para acomodar copos e garrafas é o que não falta nessa 30 pés. Há vários espalhados pelo cockpit, sendo quatro deles da Arieltek, equipados com iluminação em LED. Também não faltam luzes de cortesia, item que aumenta a segurança, principalmente com a lancha parada à noite.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

No púlpito de proa, o guincho para a âncora conta com 40 metros de corrente. Na lancha avaliada por NÁUTICA, porém, não havia a trava para a corrente da âncora. Também sentimos falta de dois cunhos à meia-nau, importantes nas atracações.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Nessa versão, chamada Dynamic, a lancha vem de fábrica com farol de busca na proa. Um patamar ligando os dois lados do púlpito de proa facilita o desembarque pela frente do barco.

Motorização e segurança: atenção aos detalhes

O cuidado com a montagem e a instalação do motor merece ser destacado. O Mercruiser 6.2 DTS — um V8 a gasolina de 6,2 litros de 350 hp, equipado com rabeta Bravo 3, de hélices contrarrotantes — pode ser alcançado sem muito esforço, graças à tampa de acionamento elétrico, o que facilita a inspeção da vareta do nível de óleo, das correias e dos filtros.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

É nítida, também, a atenção com a fixação das baterias, com a instalação da rede hidráulica (feita por conexões de engate rápido) e com a escolha do tanque de combustível, de 380 litros, que é de alumínio e certificado.

 

O cuidado com a segurança se repete na instalação das três bombas de porão, Johnson, duas de 1.500 GPH e outra de 500 GPH. Todas estão bem distribuídas, e o sistema ainda conta com alarme de alagamento, item padrão.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Ainda para proteger a vida a bordo, vale mencionar o superdimensionamento do sistema de ventilação dos gases do porão. São nada menos que quatro exaustores (blowers), de acionamento automático, promovendo a troca constante de ar no porão. Segundo o estaleiro, esse aparato excede em 150% o padrão exigido pelas normas de segurança.

 

Para quem deseja ainda mais segurança, a Fibrafort oferece um conjunto de itens opcionais chamados de certificação ABYC (a mais completa disponível), composto por dispositivos como válvulas para saída de casco antissifão, extintor de porão com acionamento automático e manual, detector de monóxido de carbono (CO) na cabine e válvula de fechamento de combustível.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

A tomada para carregador de cais é padrão americano da ABYC, outro item importante para a segurança. Em síntese, a Focker 300 GTS excede o padrão de segurança, considerando-se grande parte das lanchas desse porte construídas no Brasil.

Desempenho na água: como a Focker 300 GTS navega?

Agora, vamos falar do desempenho do casco com 21 graus de V na popa, empurrado por um motor V8 a gasolina de centro-rabeta de 6,2 litros e 350 hp da Mercury. A bordo, quatro pessoas e o tanque com 60% da sua capacidade, de 380 litros.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

No dia do teste, feito fora da barra do porto de Itajaí, as águas não estavam muito tranquilas, com ondas de proa de 80 centímetros a um metro e ventos de nordeste. Nessas condições, logo na saída, fomos obrigados a navegar mais devagar. Mas já deu para sentir a capacidade de amortecimento do casco.

 

Saindo do canal, guinamos 90 graus para boreste para explorar as qualidades do casco na enseada que veio a seguir e que também recebia ondas de nordeste. Cruzamos sucessivas vezes essa enseada, enfrentando as ondas tanto pela proa como pelas bochechas (a 45 graus) e alhetas (a 135 graus).

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Navegando quase a favor das ondas e a favor dos ventos, a velocidade máxima foi de 28 nós, sem pancadas fortes do casco contra as vagas. No sentido contrário, a velocidade caiu para a casa dos 23 nós, mas ainda sem bater duro.

 

Em um teste como este, costumamos forçar um pouco mais a navegação, com o cuidado de não comprometer a segurança nem exigir da lancha mais do que sua capacidade. Se estivéssemos apenas passeando, navegaríamos 20% mais lentos, a 23 nós a favor do mar e 18 nós contra. Não usamos os flapes, ajustando apenas o trim (ângulo de inclinação longitudinal da lancha) através da rabeta.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Satisfeitos com a boa capacidade de amortecimento do casco, em se tratando de uma lancha de cruzeiro, voltamos secos para a entrada da barra, onde surfamos por pouco tempo algumas ondas, com total controle sobre a lancha.

 

A Focker 300 GTS não estava equipada com gerador nem ar-condicionado, o que mudaria o comportamento na navegação, provavelmente obrigando o piloto a usar os flapes. Assim, com meio peso, o desempenho nos agradou, com a 30 pés da Fibrafort mostrando agilidade e estabilidade.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Para quem não abre mão do gerador e do ar-condicionado, a dica é pegar a lancha com o maior motor disponível, um V8 a gasolina de 8,2 litros e 380 hp, também da Mercury.

 

Para fazer as medições, ingressamos nas águas calmas de dentro do canal do porto, procurando manter distância das muitas embarcações de pesca de grande porte que lotam as margens do rio Itajaí.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Navegando contra e a favor da correnteza, aferimos 34,9 nós (65 km/h) de velocidade máxima a 5.400 rpm — dessa vez, com cinco pessoas a bordo e um pouco menos de gasolina no tanque.

 

A velocidade de cruzeiro ideal foi de 28,4 nós (53 km/h) a 4.500 rpm, com autonomia de 139 milhas (257 km), suficiente para o propósito de navegação desse barco, que são os passeios diurnos de duas horas de distância do porto — ou quatro horas ida e volta — , com uma boa reserva no tanque.

Da marcha lenta aos 20 nós, gastamos 9,6 segundos, valor normal para o conjunto casco motor, considerando que essa lancha de 30 pés pesa 3.410 kg vazia e, durante o teste, estava com mais de 4 toneladas.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Manobras em curvas foram feitas com precisão, sem nenhuma saída da popa (em comparação à saída de traseira dos automóveis) nem qualquer outro comportamento estranho do casco.

 

Em resumo, navegando em mar aberto, a Focker 300 GTS é uma lancha fácil de pilotar, macia, estável e relativamente rápida, levando em conta o porte do casco e a potência do motor. Se ela for seu primeiro barco, você não terá dificuldade na pilotagem.

Foto: Fibrafort/ Divulgação

Para quem procura uma lancha com acabamento de primeira, excelente aproveitamento do espaço no cockpit e muitos recursos de segurança na concorrida faixa dos 30 pés, a Focker 300 GTS se apresenta como uma excelente escolha.

Pontos altos

  •  Construção e acabamento;
  •  Passagem lateral para a proa;
  •  Arranjo do cockpit.

Pontos baixos

  •  Faltam dois cunhos à meia-nau;
  •  Painel de instrumentos deveria estar mais inclinado;
  •  Falta ventilação natural na proa.

Como ela é

  • Focker 300 Gran Turismo;
  • Comprimento máximo: 9,10 metros (29,9 pés);
  • Boca: 2,80 metros;
  • Calado com propulsão: 1,05 metro;
  • Ângulo do V na popa: 21 graus;
  • Borda-livre na proa: 1,03 metro;
  • Borda-livre na popa: 1,24 metro;
  • Peso: 3.410 kg*;
  • Tanques de combustível: 380 litros;
  • Água: 55 litros;
  • Pessoas/dia/noite: 12/4;
  • Motorização: um motor de centro-rabeta a gasolina de 300 hp a 380 hp.
Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

*Peso aproximado da lancha com um motor de centro-rabeta a gasolina Mercury Mercruiser 6.2 DTS V8 de 350 hp e equipamentos padrão, mas com os tanques vazios e sem ninguém a bordo.

 

 

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