Torpedo Marine apresenta inflável T1100 com cabine e banheiro

08/06/2021

No mercado desde 2016, a Torpedo Marine, fabricante de embarcações infláveis tipo RIB e Yacht Tenders desenhados na Itália e produzidos no Brasil, acaba de lançar seu maior modelo, o T1100, com cabine e banheiro, um dos destaques deste barco de 10 metros de comprimento.

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O inflável busca unir design e performance, e conta com flutuadores em Hypalon Orca. Seu layout traz dois sofás em formato de U que podem se transformar em solários na proa e na popa da embarcação, tornando as saídas ainda mais interessantes. Uma ilha gourmet no cockpit pode receber equipamentos de cozinha.

O T1100 também conta com vasto espaço de armazenamento (paióis, caixas de gelo) por toda sua extensão – inclusive, a ampla plataforma de popa pode ser utilizada para armazenamento “molhado”. Possui tanque de 600 litros de combustível e 120 litros de água.

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O modelo pode receber dois motores de popa 150 a 450 hp, além de motorização centro-rabeta a diesel. A primeira unidade está equipada com dois motores Verado de 300 hp de potência e será entregue em outubro.

De acordo com Nelson Carvalhaes, um dos sócios da empresa, o modelo  foca no início de uma nova fase da Torpedo, que passará, em breve, por expansão, com lançamento de outra marca de infláveis.

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    Baleia Jubarte emalhada em rede de pesca é resgatada com sucesso no litoral norte

    Por: Redação -

    Na manhã da última sexta-feira (4), o Instituto Argonauta recebeu um acionamento através do CMA-ICMBIO (Centro de Mamíferos Aquáticos) a respeito de uma possível baleia jubarte (Megaptera novaengliae) presa em uma rede, no canal de São Sebastião. A equipe do Instituto Argonauta, sediada em São Sebastião e coordenada pelo biólogo Manuel da Cruz Albaladejo, deslocou-se até o local onde confirmaram que o animal estava envolto por uma rede de pesca.

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    O Projeto Baleia à Vista, que atua no monitoramento de cetáceos na região, acompanhado da equipe do Projeto Conservação da Toninha, também estavam presentes no local observando, apoiaram a ação e puderam acompanhar e registrar imagens do trabalho de resgate realizado com sucesso pela equipe do Instituto Argonauta.

    As baleias sofrem inúmeras ameaças, mesmo após a proibição de sua caça no Brasil e, dentre elas, as redes de pesca são uma das que mais causam problemas, mesmo que incidentalmente. As chamadas redes de espera, que são deixadas pelos pescadores com objetivo de capturar peixes, muitas vezes não são percebidas pelas baleias, que acabam se enroscando e muitas vezes morrendo ou se machucando por ficarem presas a este tipo de material resistente feito de nylon e fibras sintéticas.

    MUITA ATENÇÃO!
    O desemalhe de uma baleia é uma atividade extremamente arriscada que precisa ser feita, seguindo protocolos específicos, e regulamentados no Brasil pelo CMA-ICMBIO e por uma equipe técnica capacitada e treinada para evitar ao máximo o risco a vida da equipe de salvamento. A capacitação e o uso de equipamentos corretos e adequados para este tipo de atividade é muito importante para o sucesso da operação.

    Segundo Manuel, “uma das maiores preocupações era com a segurança de turistas que estavam tentando fazer o procedimento de salvamento da baleia e que mesmo que com a melhor das intenções não deve ser feito por pessoas despreparadas, por colocar em risco a si mesmas, bem como o próprio animal”.

    O apoio das embarcações Maremar turismo e Mar e Vida que estavam
    no local, foi também importante para o sucesso da operação, uma vez que
    mantiveram outras embarcações afastadas e deram apoio necessário.

    Segundo oceanógrafo e presidente do Instituto Argonauta Hugo Gallo Neto, “um dos momentos mais importantes e mais realizadores de todo trabalho de resgate e reabilitação de fauna que já executamos ao longo destes 25 anos em toda a região é justamente quando a gente consegue liberar um animal tão especial quanto uma baleia e descobrir que ele vai poder continuar a sua trajetória de vida por mais tempo na natureza. Nestes momentos, eu chego a pensar que, pelo menos um pouco, nós estamos tentando e conseguindo reverter o grande impacto que a atividade humana causa a fauna marinha”.

    Em toda região do litoral norte de São Paulo, em caso de emergência com algum animal marinho, como este ou ainda nas praias, entre em contato imediato pelos canais de atendimento e plantão do Instituto Argonauta: SOS ANIMAIS MARINHOS, UBATUBA, SP (12) 3833-4863 ou 3834-1382 ou ainda pelo e-mail: [email protected]

    Com a colaboração de Guilherme Kodja, Consultor técnico e Capitão de Testes de NÁUTICA, fundador do projeto Megafauna Marinha do Brasil.

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      Na região cortada pelo rio Tejo, em Portugal, vinhos de qualidade nascem em vinícolas supermodernas

      Antes de banhar Lisboa, a sempre bela capital lusitana, e desembocar no Atlântico, o rio Tejo — que nasce na Espanha, onde é conhecido como Tajo, e corta Portugal quase ao meio, de leste a oeste — passa por docas portuárias, iate clubes e zonas verdejantes em que se alternam parreirais, campos de oliveiras, pastagens de ovelhas e sobreiros (árvores das quais se extrai a cortiça). A água é translúcida, a vegetação às margens, exuberante, e há até passeios turísticos pelo rio. Nesse trajeto, o que está mais a leste é o Alentejo, uma região cheia de riquezas naturais, humanas e históricas. Aqui e ali, saltam aos olhos torres de castelos ou de igrejas e vilarejos medievais cercados por muralhas erguidas por volta do século 12.

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      À parte a história milenar, a fama do Alentejo estende-se à outra riqueza, igualmente valiosa: a produção de vinhos. A partir de Évora, capital da região, os vinhedos se distribuem por 21 municípios (como Albernôa, Beja, Cartaxo, Montemor, Portalegre e Santarém), onde rótulos de qualidade nascem pelas mãos de jovens enólogos em vinícolas supermodernas. “São vinhos de autor, autênticos e únicos, como os do produtor António Maçanita, da FitaPreta Vinhos, eleito em 2020 o enólogo do ano em Portugal”, conta a sommelière Jéssica Marinzeck, da Evino, a maior importadora de vinhos do Brasil e principal e-commerce da América Latina, com mais de 1 milhão de clientes em sua base.

      Os vinhos regionais alentejanos costumam ser feitos de blends de diversas cepas de uvas, tanto portuguesas como estrangeiras e até mescladas.

      o clima no alentejo, com altas temperaturas no verão e frio seco no inverno, propicia a produção de uvas excelentes

      Talento precoce, António Maçanita, atualmente com 39 anos, começou no mundo dos vinhos em 2000. Com 23 anos fez o primeiro vinho: o Preta, com o qual ganhou o Trophy Alentejo, no Internacional Wine Challenge. Mais de 50 rótulos levam a sua assinatura. São vinhos feitos com uvas colhidas manualmente. E todos conquistam, frequentemente, mais de 90 pontos na Wine Advocate, a mais relevante classificação vínica do mundo, do crítico de vinhos mais poderoso do planeta, Robert Parker. “No Alentejo, há uma expressão francesa que gosto muito: ‘Somos abençoados pelo sol’.

      Barris de vinho de carvalho usados nas modernas vinícolas da região.

      Os vinhos da região cheiram sol, calor”, define o jovem produtor.
      Importados pela Evino, pelo menos meia dúzia de rótulos produzidos por Macanita são muito apreciados pelos brasileiros. A começar pelo próprio FitaPreta, um dos vinhos que melhor refletem o carácter do Alentejo, segundo a sommelière. “Além do tinto António Maçanita Palpite Reserva Alentejano 2018, que conquistou 91 pontos na Wine Advocate, temos o branco António Maçanita FitaPreta O Ancestral 2019, coroado com 90 pontos pelo crítico Robert Parker e com 17/20 pontos pela revista portuguesa Grandes Escolhas”, diz Jéssica Marinzeck.

      Dois fatores explicam o potencial do Alentejo, na avaliação da sommelière. Um é a diversidade climática: poucas distâncias separam microclimas distintos, de montanhas frias a planícies quentes. O outro é a pluralidade de castas. Um mesmo produtor cria várias espécies de uvas e delas obtém misturas diversas. “Entre o Alto e o Baixo Alentejo, a região tem oito subdivisões, em função de clima, terroir e tipos de uva.

      Vilas pitorescas fazem parte da paisagem na região do Alentejo, como o castelo do Marvão.

      jovens enólogos, em modernas vinícolas, produzem vinhos de autor, únicos, como os da fitapreta vinhos, importados pela EVINO

      Portalegre, por exemplo, fica mais ao norte, uma sub-região mais fria e mais alta, características que permitem fazer vinhos bem elegantes. Já a sub-região de Moura, no distrito de Beja, mais ao sul, é mais quente, e por isso produz vinhos que, no nariz, sobressaem as notas de frutas mais maduras, de frutas negras”, explica Jéssica. Outra bebida característica da região são os vinhos de talha, ou ânfora, que foi o primeiro recipiente utilizado para elaborar vinhos, há 5 mil anos, e cuja técnica voltou a ser usada por produtores portugueses de renome.

      É no Alentejo que acontece a Amphora Wine Day, festa que marca a abertura das ânforas de argila a cada safra, nas versões branco e tinto. Um bom exemplo desse tipo de vinho é o FitaPreta Branco de Talha Alentejo 2018, produzido pelo premiado António Maçaneta. Fresco e muito complexo, esse branco conquistou 90 pontos na Wine Advocate, de Robert Parker. “Para quem prefere os tintos e sente certa rejeição aos brancos, esse FitaPreta feito com uvas locais tem características que vão agradar em cheio e acabar com o preconceito. É um branco mais encorpado, que tem uma textura mais untuosa na boca”, analisa a sommelière da Evino. É degustar para crer.

      O rio Guadiana corta Mértola, pequena vila muralhada, interferindo no terroir.

      Para os praticantes do enoturismo, ou seja, a viagem motivada pela apreciação do sabor e aroma dos vinhos, vale dizer que a região do Alentejo conta com 250 vinícolas, cerca de 70 das quais aptas a receber visitantes — muitos brasileiros, inclusive. Há visitas guiadas aos parreirais, às adegas e aos lagares, nas quais você aprende sobre o terroir alentejano e seus tipos de uva.

      De Lisboa a Évora (Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco, por riqueza arquitetônica) são apenas 133 quilômetros, o que equivale a uma hora e meia de carro. Uma viagem que começa com a travessia do rio Tejo pela bela ponte Vasco da Gama. Agosto, quando as vinhas estão carregadas, é o mês mais indicado.

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        Atente-se aos cunhos, eles são muito mais importantes que aparentam

        Por: Redação -

        Os cunhos são bem mais do que simples ferragens. Se não forem resistentes ou bem presos, você pode até perder o barco.

        Já pensou deixar o barco amarrado ao píer e quando voltar ele não estar mais lá? Pois se você nunca deu importância aos cunhos, convém começar a pensar seriamente a respeito desse equipamento.

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        Mais que um simples detalhe, eles são fundamentais não só para o serviço de atracação como também para a segurança de uma embarcação, seja ela de qualquer tipo.

        Caso os cunhos se desprendam do casco ou não segurem bem os cabos, pode-se até perder o barco. Por isso, eles já devem vir instalados de fábrica. Mas é necessário checá-los bem quando da compra da embarcação, já que para trocá-los é necessário ter acesso aos pontos de fixação na parte interna do casco, e, às vezes, a única saída para isso é cortar a laminação, o que não é muito aconselhável.

        Como regra geral, quanto mais fortes, melhores serão os cunhos de amarração. Se ficar em dúvida quanto à qualidade e quantidade, verifique sempre com o estaleiro a possibilidade de redimensioná-los e como fazer isso.

        O material mais indicado é o aço inox (o melhor é o do tipo 316 L, de alta resistência à corrosão), exceto em barcos de alumínio, onde o aço pode corroer o casco. Neste caso, prefira os cunhos de alumínio mesmo.

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        Quanto ao plástico, esqueça! Ele só deve ser usado em cunhos de amarrar defensas e capotas, que não comprometem a segurança do barco. Para saber quantos cunhos e de qual tamanho eles devem ser, use as referências abaixo.

        Elas servem para todos os barcos, exceto para alguns de pesca, que têm, no lugar de dois ou três cunhos, apenas um, superdimensionado, na proa.

        Isso porque barcos desse tipo não devem ter a bordo nada que cause tropeços ou faça as linhas se enroscarem. Por isso, bons barcos de pesca usam cunhos internos ou de embutir. Já os outros devem abusar deles. Confira.

        cunho

        Um bom cunho é aquele que:

        • …tem o maior tamanho possível, porque não vale a pena economizar nisso.

        • …é preso por quatro parafusos que atravessam o convés e são aparafusados por baixo.

        • …tem pontas arredondadas e não muito finas, para não cortar os cabos nem machucar as pessoas.

        • …fica fora das áreas de passagem no convés, para ninguém tropeçar e se machucar.

        • …tem arruelas com diâmetro duas vezes maior que as porcas, para não soltar.

        • …tem chapas internas do mesmo tamanho do próprio cunho, também para fixar melhor.

        • …só é fixado onde há reforços na laminação do casco, para não arrebentar a fibra e soltar o barco.

        • cunho

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          BRP recebe prêmio de design pelo jet Sea-Doo RXP-X. Confira

          Por: Redação -
          07/06/2021

          A BRP está começando o ano em alta, com quatro premiações no prestigiado Red Dot Awards, incluindo nada menos que o prêmio Best of the Best – a maior distinção na competição – para o Ski-Doo Freeride.

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          A moto aquática Sea-Doo RXP-X não ficou de fora das honrarias! Para o júri, “com seu design centrado no usuário, a Sea-Doo RXP-X oferece estabilidade ideal e promete ser muito divertido de dirigir”.

          “É uma verdadeira honra receber tal distinção que é proporcional ao nosso trabalho árduo. Este prêmio reflete o esforço da equipe e a paixão e experiência da BRP para superar as expectativas do cliente e da indústria. Estamos ansiosos para 2021, pois temos muitos eventos emocionantes projetos que virão. Nossas equipes continuarão a empurrar os limites da inovação para fornecer produtos que moldam o mercado e estamos confiantes de que nos superaremos mais uma vez este ano”, disse Denys Lapointe, Vice-Presidente Sênior de Design, Inovação e Serviços Criativos da BRP.

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          BRP também foi reconhecida com outros dois produtos: Ski-Doo LinQ Sleigh e Ski-Doo Skandic Wide-Track. No ano passado, a BRP ganhou 13 prêmios de design por seus produtos inovadores.

          Os Red Dot Awards em Design de Produto enfocam, entre outras coisas, a qualidade do design e o potencial de inovação dos produtos inscritos. Os agraciados com esses prêmios são produtos de ponta que definem tendências e abrem o caminho para o futuro. O painel da Red Dot de aproximadamente 40 especialistas avalia cuidadosamente cada produto para escolher aqueles que merecem a distinção.

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            Três grandes nomes da arquitetura náutica se unem para projetar megaiate de 77 metros

            Por: Redação -

            O megaiate de 77 metros, batizado de Black Shark, está cada vez mais próximo de ser apresentado ao público pelo estúdio Sinot — Architecture & Design. “Ter que criar a partir de um tema traz uma conexão com o interior, como se fosse um livro”, comenta Sinot sobre o Black Shark.

            black shark

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            A colaboração entre Sinot, Winch e Nobiskrug se desdobrou para atender um pedido do proprietário: transformar o tema “tubarão” em um megaiate. “É uma questão de como você consegue interpretar as coisas, não importa o quão literalmente. Acho que é esse o truque”, diz Sinot.

            Apesar de o projeto ser algo incomum, Sinot garantiu que a tradução do tema não fosse contra a natureza de seus princípios de design. “Um design não deve existir apenas porque foi concebido. Deve ser uma manifestação de algo para um propósito, estética e função”, completa o designer.

            “Um iate não é apenas um objeto de riqueza: é algo que você pode usar para se mover pelo mundo e ver coisas que outras pessoas não podem. Os superiates fazem você se sentir bem, e os interiores são o que faz com que os proprietários desejem receber as pessoas a bordo e desfrutar juntos do ambiente. Deve parecer um lugar seguro para se estar”.

            Quando questionados sobre as nuances do design, os profissionais responsáveis pelo projeto explicaram que “o cliente é enérgico, muito interessante e envolvido. Ele gostou do fato de podermos usar várias tecnologias novas em nosso design, como impressão e digitalização 3D”.

            black shark

            “Ficou muito claro desde o início que ele queria criar algo único que correspondesse ao tema, mas ainda garantir que os espaços fossem aconchegantes, confortáveis ​​e convidativos. Devido a essa direção clara, pudemos começar a criar os interiores em 3D desde o primeiro dia”, completam.

            Em alguns dos espaços o teto foi inteiro pintado de preto, o que representa uma decoração bastante ousada. A promessa dos colaboradores é de que, quando o cliente ampliar os detalhes, tudo se relacione com o tema “preto” ou “tubarão”, juntos ou separadamente, e de uma forma subliminar.

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            black shark

            Ainda assim, apesar de seguir todo um tema durante a construção, o intuito nunca foi construir um parque temático dentro da embarcação. Detalhes como barbatanas ou quaisquer outras traduções literais foram estritamente excluídos. Em vez disso, a alternativa foi adicionar dentes ocultos no interior, que não são diretamente perceptíveis, mas que aumentam a tensão interna.

            “Não sabíamos como era a aparência da pele de tubarão até usarmos um microscópio e podermos estudar seu padrão. Sua pele é feita para reduzir o arrasto na água com uma textura semelhante à de uma bola de golfe — traduzimos isso para uma impressão 3D e cobrimos paredes inteiras com esse padrão. O resultado é uma textura tátil muito interessante na parede. “, explicam os profissionais.

            black shark

            Eles também disseram que o intuito era contar uma história em todo o interior, com uma distinção clara entre os 5 conveses. Tudo para passar a percepção de que, de acordo com a posição dentro do megaiate, seja possível se ver abaixo da água, na superfície da água ou acima da água.

            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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              Por: Redação -

              A Raymarine, representada no Brasil exclusivamente pela Marine Express, anunciou que seu serviço LightHouse Charts Premium agora inclui dados de pontos de interesse fornecidos pela Marinas.com, fornecedor mundial de informações de marinas e hidrovias para navegadores na web.

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              A colaboração, que extrai dados de mais de 75 mil locais marítimos, permite que os navegadores encontrem e explorem facilmente enseadas importantes, marinas, comunidades costeiras, faróis e outros destinos náuticos.

              Os gráficos LightHouse oferecem aos proprietários das linhas Axiom e Element, da Raymarine, um novo nível de clareza e personalização, tornando mais fácil identificar e explorar os extensos locais de pontos de interesse em Marinas.com. Os usuários da Raymarine e todos os navegadores também podem usar aplicativos de reserva como o Dockwa – marca irmã do Marinas.com – para fazer reservas nesses locais.

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              “Estamos focados na criação de ferramentas inovadoras para conectar navegadores a marinas em tempo real”, disse Mike Melillo, CEO da Dockwa e Marinas.com. “Marinas.com tem sido uma ferramenta de planejamento valiosa para os navegadores, e nossa nova parceria com a Raymarine é um exemplo empolgante de como estamos constantemente expandindo esses recursos”, avaliou.

              Marinas.com afirma ter o banco de dados mais extenso do mundo de localizações marinhas, apresentando marinas, portos, enseadas importantes, visões gerais detalhadas de comunidades costeiras, pontes, eclusas, ancoragens e faróis, junto com outros pontos náuticos importantes de interesse.

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                Recordista de travessia do Atlântico morre aos 88 anos no Reino Unido

                Por: Redação -

                O experiente navegador, marinheiro e jornalista Dag Pike, que escreveu para jornais e revistas do mundo náutico durante décadas, faleceu no último dia 29, aos 88 anos. Com mais de 65 anos de experiência em embarcações e autor de mais de 40 livros náuticos, Dag Pike foi um dos marinheiros mais respeitados do Reino Unido.

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                Também conhecido por quebrar o recorde de travessia do Atlântico no Virgin Atlantic Challenger II, em 1986, anteriormente de 3 dias, 10 horas e 40 minutos (estabelecido em 1952).

                Para isso, Dag realizou várias tentativas até chegar ao recorde. Antes do sucesso de 1986, inclusive, houve uma tentativa fracassada, em 1985, em que o navegador viu o Virgin Atlantic Challenger I afundar a poucas horas da linha de chegada, já no Farol de Bishop Rock, nas ilhas de Scilly.

                Nascido em Bristol, no Reino Unido, Dag Pike foi para o mar aos 16 anos em navios destinados ao transporte exclusivo de mercadoria de baixo valor. Os porões desses navios, além de não terem divisões, são providos de cantos arredondados para facilitar a estiva da carga. Dois anos depois de iniciar a vida náutica, Pike sofreu seu primeiro naufrágio na costa oeste da Escócia, a bordo de um navio de carga de 6 mil toneladas.

                Neste fatídico dia, a tripulação perdeu o farol Skerryvore vital e acabou nas rochas entre Tiree e Coll. No total, ele foi resgatado do mar 13 vezes — incluindo durante outra tentativa de recorde no Atlântico em 1989 a bordo do catamarã Chaffoteaux Challenger, de Peter Phillips.

                dag pike
                Dag Pike (segundo da direita) com a tripulação do Chaffoteaux Challenger em Nova York.

                “Não é uma coisa da qual me orgulho particularmente, mas quando você tenta ultrapassar os limites do que parece possível, você não sabe onde estão os limites até encontrá-los. Quando fui para o mar pela primeira vez em 1950, a navegação ainda era básica e os riscos eram consideravelmente maiores. No entanto, ainda estou vivo depois de ser resgatado 13 vezes, então devo estar fazendo algo certo ‘, Dag comentou certa vez sobre seus resgates.

                Aos 21 anos já havia circunavegado o mundo várias vezes na Marinha Mercante. Aos 29, ele era o mais jovem capitão do farol da Trinity House antes de se tornar um inspetor de barcos salva-vidas para a RNLI.

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                Em 1992, Dag Pike concluiu o projeto Destriero, cruzando o Oceano Atlântico a bordo do iate a motor de 220 pés em um tempo recorde de 58 horas, 34 minutos e 5 segundos, a uma velocidade média de 53,09 nós.

                dag pike
                Aos 75 anos, Dag Pike fazia parte da tripulação do Blue FPT, que venceu o Round Britain Offshore Powerboat Championship de 2008.

                Como se todos esses títulos não fossem suficiente, o marinheiro ainda ganhou inúmeros campeonatos de barcos a motor ao longo de sua vida. Já aos 75 anos, Dag Pike participou e venceu o World Offshore Powerboat Championship de 2008, competindo no Blue FPT de bandeira grega.

                Um autor talentoso, o primeiro livro publicado ao longo da extensa carreira foi o Powerboats in Rough Seas, lançado em 1974. Os mais de 40 títulos já escritos por Pike iam desde a navegação e desastres no mar a análises meteorológicas e guias de cruzeiro.

                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                  Finlândia receberá salão náutico de 19 a 22 de agosto. Saiba mais

                  Por: Redação -

                  O salão náutico de outono de Helsinque se autodenomina o maior evento aquático da Finlândia, com vagas para até 300 barcos, uma ampla variedade de barcos a motor e veleiros, além de um cais dedicado para barcos de pesca recreativa.

                  O evento também acolhe exposições terrestres com uma gama completa de equipamentos e acessórios, junto com entretenimento e demonstrações de barcos dentro d’água para os visitantes. Serão 160 expositores, com cerca de 300 barcos exibidos e uma estimativa de 14 mil visitantes.

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                  O evento de 2021 operará com protocolos de segurança contra a Covid-19, como atendimento controlado e espaçamento apropriado, e está bem posicionado para capturar o interesse ressurgente em passeios de barco pela Finlândia e mercados vizinhos.

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                  De acordo com a Finnboat, os registros em 2020 aumentaram o crescimento de 19% para quase 5 mil embarcações, com as taxas de crescimento mais fortes em barcos a motor com menos de 7 m de comprimento e jets. As estatísticas do atacado mostram que a entrega de barcos a motor e pequenos barcos de até 5,5 m aumentou 4% em 2020, enquanto as vendas de barcos usados ​​aumentaram mais de 30%. As perspectivas para 2021 continuam positivas.

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                    O que fazer se o motor do barco estiver poluindo mais que gerando desempenho?

                    Por: Redação -

                    Poucas coisas incomodam mais em um barco a motor do que a fumaça que sai do próprio motor. Quem, por exemplo, estiver sentado na popa dificilmente escapará dela, por causa do chamado “efeito vagão”, um incômodo fenômeno, que faz com que a fumaça fique rondando a plataforma de popa, com o barco em movimento, por conta da turbulência causada pelo vento.

                    Só mesmo barcos com escapamentos submersos ou nas alhetas — e não no espelho de popa —, escapam disso. Pior ainda é quando a lancha dá marcha ré. Daí não tem jeito. É fumaça na cara mesmo.

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                    Felizmente, nem toda fumaça é prejudicial à saúde — tanto humana quanto do motor. Mesmo assim, se o seu motor estiver “fumando” mais que o habitual, alguns reparos são obrigatórios.

                    Mas, fique atento: a rigor, apenas os motores dois ou quatro tempos alimentados por carburador, os de dois tempos com injeção eletrônica e os a diesel com injeção mecânica costumam emitir alguma fumaça.

                    Por outro lado, os motores a diesel com injeção eletrônica, os dois tempos com injeção direta e de quatro tempos com injeção eletrônica não costumam gerar fumaças.

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                    No entanto, se isso acontecer, pode ser sinal de falha na ignição (como velas e cabos aterrados), deficiência ou falha na lubrificação, filtro de ar sujo, bicos injetores desajustados ou, no caso dos de dois tempos, excesso de óleo no cano de descarga.

                    fumaça

                    Portanto, se não quiser enfrentar problemas maiores, o jeito é checar, periodicamente, o que o seu motor anda expelindo. Ao lado, algumas dicas para atenuar o problema.

                    Os motores mais problemáticos e o que você pode fazer para tentar contornar:

                    1. Motores carburados ou com injeção eletrônica (2T)

                    Motores dois tempos com alguma fumaça é normal, porque a mistura do combustível com o óleo lubrificante não é totalmente queimada na combustão.

                    Trata-se de uma característica (ou um defeito…) de todos os motores do gênero — a mistura é injetada na câmara de combustão ainda com a janela de escape aberta, permitindo assim que parte dela seja lançada na descarga antes de ser queimada.

                    Mas há outros fatores que aumentam a fumaça, como a temperatura do motor: se ela estiver muito alta ou baixa, a mistura ar/combustível não será adequada.

                    Excesso de óleo dois tempos também gera fumaça: o ideal é 1 litro para cada 50 de combustível. Nos motores com carburadores, convém ainda checar o nível da boia, que não pode estar baixa, os gigles, que precisam estar dentro da especificação, o afogador e o sistema de ignição.

                    De qualquer forma, motores com injeção eletrônica fazem menos fumaça que os convencionais.

                    2. Motores carburados (4T)

                    Se este tipo de motor não estiver bem regulado, pode haver a liberação de uma fumacinha meio azulada.

                    A situação piora se os anéis dos pistões estiverem gastos, por causa da presença do óleo lubrificante na câmara de combustão. Neste caso, o é jeito é trocar os anéis.

                    3. Motores mecânicos (Diesel)

                    Primeiro, veja se não há excesso de peso a bordo, se o turbo compressor está com a pressão correta, se o motor está trabalhando na temperatura ideal, se o passo do hélice está correto (não pode ser longo demais…), se os filtros não estão entupidos, se os bicos e a bomba estão regulados e até se o casco está limpo. Estes detalhes costumam ser grandes causadores do excesso de fumaça.

                    Que fumaça é essa?

                    Existem, basicamente, três tipos de fumaça. E dá para identificar muitas coisas pela cor.

                    1. Branca
                    Acontece quando há acúmulo de água no sistema de escapamento e é mais frequente no inverno, por causa do frio e da maior umidade. Não se preocupe:
                    é inofensiva e acaba rápido.

                    fumaça

                    2. Cinza
                    Acontece normalmente quando o carburador dos motores a gasolina não está bem regulado. Com isso, o desempenho cai e o consumo aumenta bastante. Já nos motores a diesel, a fumaça cinza indica que os anéis de vedação do cilindro podem estar pra lá de gastos.

                    fumaça

                    3. Preta
                    Nos motores quatro tempos a gasolina, acontece geralmente devido a alguma deficiência ou falha na vedação do cilindro, o que acaba queimando óleo lubrificante. Já nos motores a diesel, a fumaça aparece se ele estiver bastante desregulado ou com os bicos injetores desajustados.

                    fumaça

                    Monóxido de carbono: não, não é fumaça. É pior do que isso!

                    Existe um tipo de fumaça que não é visível, mas é ainda mais perigosa para os usuários de barcos a motor: o monóxido de carbono, ou CO — que, no entanto, por ser incolor, inodoro e insípido, não pode ser considerado tecnicamente como uma “fumaça”.

                    Mas, por isso mesmo, é ainda mais daninho à saúde, já que não pode ser sentido. Ele é gerado por todos os tipos de motores, mas as séries mais modernas contam com níveis de emissão bem mais baixos, tanto por modernização dos equipamentos quanto pelo atendimento a normas ambientais mais rígidas.

                    Por isso, convém evitar a proximidade excessiva das pessoas com os motores, bem como ficar parado no píer por muito tempo com os motores ou geradores ligados ou mesmo pescar corricando com o vento a favor.

                    Você pode não sentir nada, mas onde tem motor sempre tem, também, monóxido de carbono. Fuja dele. Mesmo não o vendo.

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                      Abençoada pela natureza, Ilhabela se destaca como o “paraíso do home office”

                      04/06/2021

                      Já que o trabalho é virtual, por que não fazê-lo a partir de um endereço com uma bela vista, com a possibilidade de uma pausa para pedalar, velejar, fazer um passeio ecológico ou simplesmente caminhar pela praia quando o expediente acabar? Essa é a proposta de Ilhabela, a Capital da Vela, no litoral de norte de São Paulo, que lançou recentemente a campanha “Ilhabela Anywhere Office, o Paraíso do Trabalho Remoto”.

                      Trabalhar remotamente não significa apenas desenvolver atividades profissionais em casa. Afinal, nem toda casa tem uma estrutura adequada para isso e muitas residências sofrem com questões como o barulho dos vizinhos e a bagunça das crianças. A partir desse contexto, entrou em pauta um modelo de trabalho realizado em ambientes flexíveis, como espaços de coworkings, bibliotecas, cafés ou qualquer lugar onde a pessoa se sentir mais à vontade. Vem daí a expressão anywhere office, que na tradução para o português é como “escritório em qualquer lugar”.

                      O executivo de vendas Felippe Virardi: o escritório é na praia

                      Como tudo o que é bom pode ser melhorado, a procura por ambientes flexíveis, dentro do conceito de anywhere office, fez com que se intensificassem as viagens para lugares onde se pode estar em contato natureza, e ao mesmo tempo mantendo o distanciamento.

                      De acordo com levantamento da Booking.com, dois em cada cinco brasileiros (44%) estão interessados em combinar trabalho com férias, e quase metade (47%) fez isso ao menos uma vez em 2020. Para 63% dos brasileiros, a praia é o melhor lugar para trabalhar sob o conceito de anywhere office, enquanto 56% desejam ficar em um lugar de natureza.

                      A famosa praia do Bonete, em Ilhabela | Foto Márcio Bortolusso

                      Foi exatamente por reunir o melhor desses dois mundos (praias e mata com flora diversificada) — além de possuir o selo Safe Travel, que garante a cidade como um destino que adota todos os protocolos de segurança contra a Covid-19 — que a prefeitura de Ilhabela, por meio de sua Secretaria de Turismo, decidiu lançar a campanha “Ilhabela Anywhere office, o Paraíso do Trabalho Remoto”, que tem como mote a frase “Meu escritório é na praia!”, à qual se poderia acrescentar: “E na natureza também”, uma vez que a cidade reúne várias opções de passeios ecológicos, com atividades como vela, trilhas a pé, canoagem, stand-up paddle, mergulho e avistamento de aves e baleias.

                      Abençoada pela natureza, com lindas praias urbanas de um lado, ainda selvagens do outro, mais de 40 cachoeiras e uma exuberante Mata Atlântica em todo o resto, a Capital da Vela é tão bonita que juntou substantivo e adjetivo numa só palavra, criando uma expressão que soa como sinônimo de paraíso: Ilhabela.

                      Os mergulhadores amam as suas águas, os amantes da natureza adoram fazer trilhas pela Mata Atlântica e os visitantes em geral babam com suas mais de 50 praias. Nesse cenário, sediar o maior evento náutico da América Latina — a tradicional Semana de Vela de Ilhabela — é apenas mais um detalhe. Por tudo isso, não pode haver lugar mais perfeito do que esse para se trabalhar remotamente.

                      O inesquecível por do sol em Ilhabela | Foto Marcio Dufranc

                      “Aqui as pessoas têm mais inspiração, novas conexões, novos insights, novas paisagens, novas experiências e o trabalho se torna muito mais produtivo”, diz a Secretária de Turismo de Ilhabela, Luciane Leite, segundo a qual é possível começar o dia dando uma pedalada na orla, uma corrida na praia ou praticando a canoa havaiana, e depois iniciar o home office.

                      Foi o que motivou o empresário e velejador Mark Essle a buscar acolhimento em Ilhabela, em meio ao novo agravamento da pandemia, na chamada segunda onda. “A qualidade de vida é outra. Você engata no ritmo caiçara, isso faz bem para a alma”, conta ele, feliz tanto pelas paisagens que emolduram suas janelas como pela infraestrutura que encontrou na ilha, que lhe permite conciliar férias e trabalho.

                      O empresário e velejador Mark Essle

                      Outro que se deixou seduzir por esse paraíso de trabalho remoto foi o executivo de vendas Felippe Virardi. “Eu passo a semana aqui, tenho toda estrutura para trazer o meu escritório e meus clientes e meus clientes continuam sendo bem atendidos”, garante.

                      “No fim da tarde, ainda há a alternativa de dar uma chegadinha no mar para um mergulho”, acrescenta a Secretária de Turismo de Ilhabela. Lembrando que a cidade, com sua conhecida estrutura turística completa, oferece ótimos hotéis e pousadas para quem deseja fazer o trabalho remoto, além do wifi gratuito com bom sinal, dando oportunidade a empresários, profissionais liberais e a empresas que preocupam com o bem-estar de seus funcionários de aliar férias e trabalho.

                      Vale dizer também que — como as escolas estão no modelo híbrido — é possível que em um ou dois dias da semana as crianças assistam as suas aulas pela internet, podendo assim acompanhar os pais nesses dias em Ilhabela.

                      É um programão para toda a família, que vai estar ainda mais conectada entre si e conectada com a natureza da ilha. No Brasil, os destinos dessa migração são muitos. Mas, em matéria de anywhere office, ninguém é páreo para Ilhabela.

                      Para saber mais, conecte-se com Ilhabela pelas redes sociais
                      Instagram: @turismoilhabela
                      Facebook: facebook.com/turismoilhabela/
                      Youtube: Turismo Ilhabela
                      Site da campanha: ilhabelaanywhereoffice.com.br
                      Site do Turismo: turismoilhabela.com

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                        Ariel Leite, presidente da Arieltek, morre aos 71 anos

                        Há 30 anos, o técnico em eletrônica Ariel Leite teve um problema com um componente eletrônico no seu motor de popa americano, que não tinha representação no Brasil.

                        O jeito foi construir, ele mesmo, um módulo eletrônico chamado CDI, essencial para um funcionamento de um motor a gasolina do ciclo Otto.

                        O componente ficou tão bom que Ariel decidiu fabricar este e outros dispositivos elétricos e eletrônicos de propulsores que não existiam por aqui, incluindo para motores aeronáuticos e também para jets.

                        Assim surgiu a Arieltek em Americana, no interior de São Paulo, empresa que, atualmente, fabrica mais de 700 componentes para motores e barcos, incluindo luzes de navegação, luzes subaquáticas, painéis elétricos internos e externos, bombas de porão e uma infinidade de componentes tão variados que incluem até suporte para varas de pesca!

                        Dificilmente um estaleiro brasileiro não usa um produto da Arieltek, que também se especializou em sistemas de gerenciamento eletrônico para carga de baterias.

                        Ontem, dia 3 de junho, o inventor genial de Americana nos deixou, aos 71 anos. Mas sua obra não.

                        A diversidade, a qualidade e o custo acessível dos produtos da Arieltek, que atualmente está trabalhando no desenvolvimento de um painel de controle touch screen para as principais funções do barco, viraram referência nacional. Produtos que ganharam a preferência do estaleiro e a preferência do consumidor.

                        Muito obrigado Ariel!

                        Marcio Dottori, fundador do Minuto Náutico.

                        Grupo Náutica lamenta a perda e presta condolências aos familiares e amigos de Ariel Leite.

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                          China quer construir linha férrea subaquática para os Estados Unidos

                          Por: Redação -

                          A China tem uma das redes ferroviárias mais impressionantes do mundo, mas quer ir mais além. O objetivo é construir um comboio de alta velocidade que viaje desde a China, passando pela Sibéria, leste da Rússia, pelo mar através do Estreito de Bering para o Alasca, pelos picos rochosos do Yukon e Colúmbia Britânica, até aos Estados Unidos.

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                          Uma vez construídos, os 13 mil quilômetros de linha férrea poderiam estender ainda mais, de modo a alcançar cada canto norte-americano. Segundo o IFL Science, a proposta de uma linha subaquática iria custar 200 mil milhões de dólares.

                          Os planos surgiram em 2014, quando uma reportagem do Beijing Times delineou os planos da China para a construção da linha China-Rússia-Canadá-América, que se estenderia pelas quatro nações num impulso comercial, turístico e econômico. Para a linha passar pelo estreito de Bering, seria necessário um túnel subaquático quatro vezes maior do que o Túnel do Canal da Mancha.

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                          Embora pouco se saiba sobre o progresso da linha China-Rússia-Canadá-América, alguns postularam que a linha Ningbo-Zhoushan poderia ser uma espécie de teste para um projeto muito maior.

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                            Maior navio da Marinha iraniana naufraga após pegar fogo no Golfo de Omã

                            Por: Redação -
                            02/06/2021

                            O maior navio da Marinha iraniana (Kharg) foi atingido por um incêndio e acabou naufragado nesta quarta-feira (2) no Golfo de Omã, segundo autoridades.A informação foi dada pelas agências de notícias Fars e Tasnim e confirmada pela Marinha.

                            O navio afundou próximo ao Porto iraniano de Jask, a cerca de 1 270 quilômetros a sudeste de Teerã, perto do Estreito de Ormuz.

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                            Imagens publicadas pelos meios de comunicação social iranianos mostram marinheiros com coletes salva-vidas abandonando o navio, quando as chamas  já atingiam a embarcação.

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                            A televisão estatal e as agências de notícias referiram-se ao Kharg como um “navio de treino”.

                            O Kharg é um dos poucos navios da Marinha iraniana capaz de reabastecer outras embarcações no mar, de içar cargas pesadas e servir de plataforma para helicópteros. Construído na Grã-Bretanha e lançado em 1977, entrou na Marinha iraniana em 1984, após longas negociações que se seguiram à Revolução Islâmica do Irã de 1979.

                            Os oficiais iranianos não informaram a origem do incêndio a bordo do Kharg. No entanto, o caso surgiu após uma série de explosões desconhecidas que começaram em 2019, visando navios no Golfo de Omã.

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                              Por: Redação -

                              Um observatório, heliporto e duas piscinas: esse é o conceito do megaiate de 135 metros Sunrise, do estúdio de design italiano Roberto Curtò Design. A embarcação terá um perfil excepcionalmente baixo, com linhas exteriores elegantes e esportivas.

                              Sua superestrutura baixa concentra-se na diminuição da resistência ao vento, enquanto seu casco cortador de ondas visa reduzir o arrasto para uma abordagem mais sustentável e eficiente em termos de combustível.

                              sunrise

                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                              Seu casco será constituído de aço e promete um alcance de 6 000 milhas náuticas.

                              O Sunrise foi projetado para otimizar o espaço do convés. Com uma boca (largura) de 19 metros e 135 metros de comprimento, seu designer quer criar uma “vibração de resort em uma ilha idílica”, com um caminho fluido conectando todos os seus conveses ao redor do iate.

                              sunrisesunrise

                              Seus vastos conveses e interior amplo e espaçoso permitem que os hóspedes fiquem em sintonia com o mar. Os hóspedes têm acesso direto à água da plataforma de popa e da proa.

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                              O interior apresenta grandes janelas envolventes para muita luz natural, juntamente com o uso de vidro estrutural e telas de ripas de inspiração japonesa e uma estátua em forma de gota d’água.

                              A embarcação pode acomodar até 22 hóspedes em 11 camarotes, que incluem uma suíte master com academia privativa, escritório e piscina coberta e ao ar livre. Ela hospedará uma tripulação de 49 pessoas.

                              sunrisesunrisesunrisesunrisesunrise

                              As características de destaque do Sunrise incluem um heliporto, uma grande garagem, um observatório astronômico, duas piscinas externas, uma academia para hóspedes, um cinema e duas salas de jantar.

                              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                Azimut Yachts marca presença na edição 2021 de salão náutico em Veneza

                                Por: Redação -
                                A Azimut Yachts está exibindo pela primeira vez a versão Timeless do modelo Magellano 25 Metri no Venice Boat Show 2021. O modelo combina o estilo exterior de Ken Freivokh com interiores personalizados projetados pelo escritório de design Azimut com base no conceito e projeto arquitetônico desenvolvido por Vincenzo De Cotiis. 
                                Interior Magellano 25 Metri Timeless

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                                Outra estrela do show é o Azimut 78 Fly, carro-chefe da coleção Flybridge e com design exterior assinado por Alberto Mancini e interiores espaçosos de Achille Salvagni, o que dá a este iate de 24m um equilíbrio entre linhas dinâmicas e espaços cada vez mais generosos. 

                                Azimut 78 Fly
                                A coleção S esportiva está sendo representada pelos modelos S6 e S8. O S6 possui linhas aerodinâmicas elegantes projetadas por Stefano Righini e interiores por Francesco Guida. Guida também projetou os interiores do  Azimut S8, que tem exteriores agressivos de alto desempenho de Alberto Mancini.
                                Azimut S8
                                Os cruzadores esportivos Atlantis 45 e 51 são os dois representantes da Altantis Collection. O 45 possui exteriores da Neo Design e interiores da Azimut Yachts, enquanto o design exterior e interior do 51 é da Neo Design.
                                “O salão náutico de Veneza é, acima de tudo, uma oportunidade para nos reunirmos com os clientes ao longo do Mar Adriático pela primeira vez desde que as principais feiras de negócios foram interrompidas”, disse Marco Valle, CEO do Grupo Azimut Benetti. “Neste momento crucial, em que o nosso país está lentamente recomeçando, esperamos que a indústria náutica seja um motor da economia e um porta-estandarte da excelência Made in Italy”.
                                Azimut Atlantis 45

                                O Venice Boat Show vai até o domingo, dia 6 de junho, e está aberto ao público das 10h às 20h todos os dias. 

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                                  Grupo europeu Overmarine apresenta segundo modelo da nova série Mangusta Maxi Open REV

                                  Por: Redação -
                                  01/06/2021

                                  O Grupo Overmarine revelou seu mais recente modelo e carro-chefe da nova série Mangusta Maxi Open REV, o Mangusta 165 REV, apenas um dia após o lançamento do primeiro Mangusta 104 REV. O superiate de 50 metros é considerado “uma celebração de design e funcionalidade, conforto e excelente desempenho”.

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                                  O Mangusta 165 REV deve ser projetado pelo Departamento de Engenharia da Overmarine em colaboração com o renomado designer Igor Lobanov. Ele contará com o icônico estilo Mangusta com linhas curvas, mescladas com seu perfil aerodinâmico, que é inspirado nos carros esportivos dos anos 1930.

                                  O foco principal do design é um fluxo natural entre o interior e o exterior para garantir que seu proprietário possa desfrutar plenamente a experiência da vida no mar. O Mangusta 165 REV contará com design de interiores do escritório de arquitetura M2 Atelier de Milão, usando tons quentes para complementar sua estética contemporânea e luz natural abundante. Suas janelas do chão ao teto acentuam a experiência ao ar livre, ao lado de seus terraços laterais dobráveis ​​que se abrem para contemplar a vista. Outras características internas incluirão um salão principal com poltronas, uma ampla sala de jantar e um bar.

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                                  Mangusta 165 Rev incluirá uma suíte master em seu convés principal, projetada como um loft de plano aberto em dois níveis, com janelas laterais alongadas que oferecem privacidade, uma área de estar privativa, um escritório pessoal exclusivo e um banheiro. Seu convés inferior será personalizável para hospedar até cinco camarote para convidados, com a opção de quatro duplos e um VIP, ou quatro duplos e uma área lounge ou academia.

                                  As características externas de destaque incluirão uma grande área de praia de 36 metros quadrados com acesso direto ao mar, uma garagem lateral com capacidade para um tender e dois jets, poltronas e um bar à meia-nau em seu deck, além de uma área para banhos de sol e piscina de borda infinita à frente.

                                  Do ponto de vista técnico, o Mangusta 165 REV será movido por motores a diesel MTU 16V 2000 M96L quádruplos e quatro jatos d’água Kamewa.

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                                    Barcos elétricos podem ser solução de navegação em Veneza

                                    Por: Redação -

                                    O rastro —  também conhecido como Moto Ondoso, em italiano —  de milhares de barcos a motor está lentamente desgastando os solos dos edifícios icônicos de Veneza. A solução? Um barco elétrico de projeto sueco que “voa” acima da água.

                                    Veneza enfrenta uma escolha difícil entre usar lanchas rápidas nos canais e proteger o patrimônio cultural icônico da cidade. A cidade tem um sistema de tráfego único, onde o principal meio de transporte são os barcos.

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                                    Isso, no entanto, não isenta o local da poluição sonora e do congestionamento relacionados ao tráfego. Na verdade, o único tráfego lá é o ”Moto Ondoso”, esteira da poluição, que já causou danos a 60% dos edifícios da cidade, segundo um estudo.

                                    Os maiores culpados são os táxis aquáticos e os barcos turísticos. À medida que passam pelos canais estreitos, eles geram uma esteira que lava as paredes e fundações do canal com grande energia, acelerando a erosão e, eventualmente, levando ao colapso do edifício.

                                    A maioria dos motores de barcos a motor não tem os conversores catalíticos sofisticados encontrados nos carros e, portanto, expelem óxidos de nitrogênio e partículas.

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                                    Acredita-se que a natureza ácida da poluição esteja acelerando a erosão das construções medievais da cidade, que já estão afundando na lagoa — um processo acelerado pelas constantes correntes, causadas pelo grande número de embarcações que passam pelos canais.

                                    É por isso, também, que durante o ano de 2020, as vias navegáveis ​​(geralmente escuras) de Veneza tornaram-se visivelmente mais claras devido à ausência de tráfego de barcos a motor, por conta da pandemia.

                                    Com sorte, ainda há alternativas para esse comportamento e as águas venezianas ainda podem ficar claras — ou pelo menos essa é a visão apresentada pela Candela Boats, uma empresa de tecnologia sueca que fará uma demonstração de seus barcos elétricos voadores durante o Salone di Nautica em Veneza, que começou no de 29 de maio.

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                                    Os barcos de Candela funcionam em hidrofólios (asas subaquáticas controladas por computador), que elevam o casco acima da água e diminuem o atrito com a água em 80%, em comparação com os barcos-táxi convencionais.

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                                    Prometendo pouca energia e viagem silenciosa, o barco de lazer C-7 da Candela foi pensado para produzir uma esteira com menos de 5 cm de altura — ou aproximadamente do tamanho de uma esteira gerada pelos barcos a remo tradicionais de Veneza.

                                    O Candela C-7 é o primeiro hidrofólio elétrico do mundo já construído, e estará disponível para testes em Veneza, de 29 de maio a 6 de junho.

                                    Erik Eklund, o diretor de transporte público da Candela, ainda explica: “Hidrofólios são a tecnologia de última geração para barcos a motor. Eles permitem que você navegue rapidamente, com a energia da bateria e sem despertar ruído ou batendo”.

                                    O C-7 promete navegar em alta velocidade por mais de 2 horas a uma velocidade de 20 nós. O barco ainda voa sobre ondas agitadas (em vez de passar por elas) resultando em conforto superior para seus passageiros.

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                                    “Com o C-7, queríamos construir o primeiro barco elétrico sem concessões. Pode ir rápido e longe, como barcos com motor de combustão. Mas também é totalmente silencioso, muito mais suave e divertido de dirigir, não cria ondas e é muito econômico. E o melhor: é cerca de 99% mais barato operar do que um barco a gasolina do mesmo tamanho” completa Erik Eklund.

                                    Assim como um avião moderno, os hidrofólios do C-7 são controlados por computadores que ajustam o ângulo de ataque continuamente.

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                                    O diretor ainda deu um depoimento, falando que “em uma Veneza do futuro, o transporte marítimo não será apenas isento de emissões, silencioso e sem danificar os edifícios icônicos da cidade. Ele também será barato para operar e poderá fornecer uma experiência nova para turistas e moradores locais. É isso que esperamos alcançar com o P-30. Mostraremos que os barcos elétricos podem ser muito melhores do que os concorrentes de combustíveis fósseis e, ainda assim, ser gentis com a natureza”.

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                                    Dentre as especificações técnicas do Candela C-7, estão: construção em fibra de carbono, peso de 1 300 kg, comprimento de 7,70 metros, velocidade máxima de 30 nós e velocidade de cruzeiro de 22 nós, que proporcionam alcance de 50 milhas náuticas. Além disso, a bateria ainda conta com 40 kWh e a capacidade de foiling de 800 kg.

                                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                      O Lantau Yacht Club (LYC), uma marina de superiates em Hong Kong, está totalmente operacional. O projeto da marina é um dos primeiros a ser concluído em décadas e ajudará a acomodar o atual aumento do mercado de superiates em Hong Kong.

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                                      A marina do LYC oferece 148 ancoradouros protegidos contra tufões para iates de 10 a 60 metros, e é a única marina em Hong Kong capaz de acomodar superiates de até 100 metros de comprimento. Atualmente, o LYC possui mais de uma dúzia de iates atracados, muitos dos quais com mais de 25 metros de comprimento.

                                      O LYC se completa com um clubhouse, que conta com restaurante, sala de entretenimento e gramado à beira-mar, que pode ser utilizado para a realização de eventos ao ar livre. Diferentes opções de associação estão disponíveis, desde associações corporativas até associações visitantes.

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                                      O aumento nas vendas de iates em Hong Kong, após o início e a duração da pandemia Covid-19, foi favorável para o LYC. De acordo com Charlotte Ho, Diretora de Marketing de Hospitalidade e Membros da Auberge Hospitality diz, “LYC, como uma marina remodelada, tem vagas disponíveis para proprietários de iates existentes e futuros, bem como a capacidade de receber iates visitantes do exterior. Além disso, os proprietários de iates que não conseguiram adquirir um adicional ou atualizar seu modelo, devido à falta de amarrações, podem agora reconsiderar a compra”.

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                                        Lancha esportiva de 35 pés assinada pela Pininfarina é o menor modelo de estaleiro inglês

                                        Por: Redação -

                                        O estilo supercarro é exatamente o que você espera da Pininfarina, o estúdio por trás de alguns dos mais famosos designs automotivos da Ferrari e da Alfa Romeo – e exatamente o que você ganha na lancha R35, menor lancha (10,8 metros) do portfólio da inglesa Princess Yachts.

                                        O modelo, equipado com dois motores Volvo V8 a gasolina, cada um produzindo 430 mhp, conta com o sistema de controle por joystick IPS da Volvo, e promete uma velocidade máxima de 50 nós, de acordo com informações preliminares de seus idealizadores.

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                                        “Isso começou como um exercício de marketing, para criar um pôster pin-up da Princess Yachts, algo que produzisse uma resposta emocional”, explica Kiran Haslam, diretor de marketing da Princess Yachts. Foi uma ideia que renasceu com uma aparência diferente, após a nomeação de Antony Sheriff como presidente executivo. Sheriff, o ex-diretor administrativo da McLaren Automotive, viu potencial na proposta e o trabalho começou a redefinir a percepção da Princess Yachts usando o R35 como ponto de partida.

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                                        O desempenho do R35 é em grande parte devido à construção do barco em fibra de carbono, segundo Haslam, que também revela que, devido a isso, o R35 é aproximadamente 30% mais leve do que se fosse construído com fibra de vidro. “Estamos usando um material chamado sprint, que é uma infusão de filme de resina”, acrescenta o diretor técnico Paul Mackenzie, também conhecido como Mr Carbon, e anteriormente responsável pelo desenvolvimento de fibra de carbono para a McLaren Mercedes SLR na McLaren. Usando apenas o mínimo de resina necessária, explica Mackenzie, o sprint oferece uma economia de 20% em custo e peso em relação ao método padrão de fibra de carbono.

                                        Adicione isso à aerodinâmica da Pininfarina e aos cálculos meticulosos e dinâmica de fluidos computacional por outro membro do projeto, Ben Ainslie Racing Technologies (BAR Technologies), que desenvolveu um elemento-chave do R35, o Princess Active Foil System (AFS). Ele lança hidrofólios retráteis assim que os motores são ligados, para criar estabilidade e previsibilidade no comportamento do barco e, essencialmente, dá-lhe controle de tração.

                                        Este controle de tração opera em dois modos: conforto ou esporte. Ao viajar a mais de 35 nós, o sistema muda automaticamente para esporte e mantém o barco plantado na água, enquanto no modo conforto, o AFS coloca limites maiores no ângulo de inclinação. No esporte, o timoneiro pode atacar as curvas com a agressividade que quiser, até o ponto em que perderia desempenho ou controle.

                                        Mas não é apenas o desempenho que foi cuidadosamente planejado – a cabine do R35 é moderna. O assento em forma de U inclui uma mesa central que pode abaixar para acomodar dois em pernoite. Esta área aparentemente espaçosa inclui um camarote, pia, geladeira e uma tela estreita montada na parte superior da cabine, atrás da proa. Conectado à tela, está uma transmissão ao vivo de uma câmera montada na proa, para criar uma visão quase ininterrupta de 180 graus. A mesma tecnologia é usada para observar a recuperação da âncora que é implantada por meio de um braço extensível escondido atrás de uma escotilha na proa.

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                                          Por: Redação -

                                          O vice-presidente e conselheiro para a Transição Energética, Setores Produtivos e Memória Democrática, Juan Pedro Yllanes, destacou a importância do Palma International Boat Show durante a cerimônia de lançamento do salão náutico, que acontecerá de 3 a 6 de junho.

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                                          Yllanes destacou a importância do evento como o primeiro presencial do setor, colocando ”Mallorca, e mais especificamente Palma, como o epicentro mundial da náutica, chamando a atenção de todo o setor internacionalmente”. Ele acrescentou que “o fato de começarmos a temporada confirma que temos um setor náutico muito importante e bem posicionado em todo o mundo, e que para nós representa um setor estratégico para a indústria e a economia das Ilhas Baleares”.

                                          O setor náutico faz parte do plano de diversificação econômica e do compromisso com o turismo de qualidade e alto valor agregado. O setor que movimenta mais de € 560 milhões por ano, gera mais de 5 mil empregos diretos e tem quase 2 mil empresas.

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                                          O Palma International Boat Show terá 227 expositores diretos, espalhados por mais de 80 mil m². Além disso, haverá cerca de 185 barcos na água.

                                          A mostra presencial irá, pela primeira vez, decorrer em conjunto com o Balearic Yacht Show virtual, organizado pelo Balearic Marine Cluster e pela Câmara de Comércio de Maiorca. O primeiro Balearic Yacht Show virtual aconteceu em novembro passado e contou com mais de 40 conferências ao vivo com 110 palestrantes nacionais e internacionais. Mais de 150 expositores participaram com mais de 200 mil visualizações de páginas geradas.

                                          O evento, que acontecerá de 3 a 6 de junho, no Moll Vell, é organizado pelo Instituto de Inovação Empresarial das Ilhas Baleares (IDI) e pela Balearic Yacht Brokers Association (BYBA).

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                                            Regata Kapazi Náutica, entre Ubatuba e Ilhabela, será realizada neste sábado

                                            Por: Redação -
                                            31/05/2021

                                            Apaixonados pelo universo náutico irão participar de um dos percursos mais desejados pelos velejadores, a travessia entre Ubatuba e Ilhabela. A regata Kapazi Náutica será realizada no próximo sábado, dia 5, com largada a partir das 11h, perto da Ilha Anchieta.

                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            Os competidores terão que cruzar a região de forma segura e ágil até a Ponta das Canas, em Ilhabela. Participarão velejadores das classes ORC-CLUB, BRA-RGS, Multicascos, Mini e Bico de Proa. A regata será realizada de acordo com o regramento sanitário previsto pelo Governo do Estado de São Paulo e os municípios de Ubatuba e Ilhabela.

                                            Programação Regata Kapazi Náutica Ubatuba – Ilhabela

                                            Sábado (5/6)

                                            Das 8h às 10h – Retirada do “kit velejador” na sede do Ubatuba Iate Clube. O local contará com regramento rígido de acordo com os protocolos dos órgãos de saúde.

                                            9h – Reunião de comandantes na sede do Ubatuba Iate Clube (a ser confirmada a partir das 8h, de acordo com as orientações das autoridades sanitárias).

                                            11h – Largada para a Regata de Percurso Kapazi Náutica Ubatuba-Ilhabela 2021.

                                            Largada entre CR e Boia nas proximidades do Ilhote Sul da Ilha Anchieta (coordenadas da boia de chegada serão informadas aos competidores no dia da regata).

                                            Fim do dia – entrega de premiação na BL3 Escola de Iatismo, na Praia da Armação, em Ilhabela. A dinâmica será realizada com a orientação das autoridades sanitárias do Estado de São Paulo ou do município de Ilhabela, podendo ser realizada sem que a tripulação saia das embarcações para garantia do distanciamento seguro.

                                            Regata Kapazi Náutica Ubatuba – Ilhabela

                                            Data: 5 de junho (sábado)

                                            Horário: a partir das 11h

                                            Local: Ubatuba Iate Clube (largada)

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                                              Por: Redação -
                                              Por Pedro Rodrigues*

                                              Não é incomum ver notícias de incêndios em embarcações que iniciam de maneira descontrolada, intensa e com muita fumaça. Um dos principais causadores disto é o curto circuito no sistema elétrico.

                                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                              Primeiro, vamos entender o que é um curto circuito. Os circuitos elétricos precisam de três itens básicos para funcionar: uma fonte de energia, que vai enviar elétrons para o circuito; um condutor elétrico, que vai permitir a passagem de elétrons; e uma carga, um equipamento que vai transformar essa energia em trabalho, ou seja, luz, movimento e/ou calor. Depois da carga, os elétrons passam por outro condutor para retornar à fonte.

                                              Agora, para entender os efeitos do curto circuito, vamos explicar duas propriedades físicas da eletricidade: a lei de Ohm e o efeito Joule. A lei de Ohm, mostra que a tensão (ou voltagem) empurra a corrente elétrica pelo circuito e a resistência limita essa passagem de corrente. Se a resistência é alta, pouca corrente vai passar, mas se ela for baixa, muita corrente vai passar. O efeito Joule é o aquecimento causado por uma corrente alta passando por uma resistência.

                                              Basicamente, é o princípio usado no chuveiro elétrico, onde um filamento, chamado de resistência, aquece com a passagem de corrente e transfere calor para a água. Porém, se o chuveiro é ligado sem passagem de água, esse filamento superaquece e se rompe. Às vezes, até derrete a carcaça plástica da ducha antes de partir abrindo o circuito.

                                              Em um curto circuito, a corrente acha caminho de um condutor a outro, sem passar pelo equipamento. Como a resistência no circuito fica quase nula pela falta de carga, pela lei de Ohm, a corrente chega quase ao infinito, causando um aquecimento instantâneo dos condutores pelo efeito Joule (corrente aumenta, aquecimento aumenta) e o derretimento da isolação dos condutores, o que produz uma fumaça densa e escura. Esse aquecimento só será interrompido quando os condutores se partirem e a corrente for cortada, porém, muitas vezes esse aquecimento pode causar o derretimento de outros cabos que também entram em contato causando outro curto e/ou o incêndio de outros materiais inflamáveis próximos.

                                              Para evitar esse problema, os circuitos devem sempre ser protegidos por disjuntores ou fusíveis que devem ser localizados o mais próximo possível da fonte de energia, isso é: perto das baterias, gerador, controlador de placas solares ou tomada de cais. As proteções funcionam como o elo mais fraco de uma corrente, quando aquecidos pelo efeito joule, os disjuntores desarmam e os fusíveis queimam, abrindo o circuito e protegendo os cabos do aquecimento. O único sistema que dispensa o uso de proteção é o motor de partida da embarcação às baterias.

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                                              Confira esta lista para ajudar a evitar o curto circuito a bordo:

                                              – Mensure corretamente o cabeamento elétrico e as proteções da embarcação para proteger os condutores;

                                              – O cabeamento elétrico que passa perto do motor ou no porão deve ter isolação com proteção contra água, diesel e/ou gasolina e ser resistente a uma temperatura de no mínimo 75ºC;

                                              – Tenha terminais sempre isolados e bem crimpados para não se soltar com a vibração do barco e encostar em algum lugar que cause um curto;

                                              – Não deixe condutores desencapados. Cuidado com quinas afiadas que possam roçar nos cabos rompendo a isolação;

                                              – Os cabos elétricos não devem ficar soltos no porão da embarcação, devem ser sustentados a cada 25 cm no máximo, evitando sua movimentação e esmagamento por pessoas ou objetos durante operações de manutenção;

                                              – Tenha cuidado ao fazer furos na embarcação, especialmente em mastros para não atingir cabos elétricos com a broca;

                                              – Use equipamentos e práticas que evitem a corrosão de terminais e cabos. A corrosão também causa aquecimento e pode derreter equipamentos;

                                              – Não troque fusíveis queimados ou disjuntores por outros de maior corrente, pois assim estará desprotegendo o circuito;

                                              – Lembre-se de instalar a proteção dos circuitos sempre o mais próximo possível das fontes de energia;

                                              E lembre-se: boas práticas em elétrica aumentam a segurança da sua embarcação.

                                              *Pedro Rodrigues é velejador e orientador em Elétrica Náutica certificado pela American Boat and Yacht Council – ABYC

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                                                Por: Redação -

                                                A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou no último dia 27, no Diário Oficial do Município, decreto nomeando um trecho da Marina da Glória em homenagem ao arquiteto Paulo Mendes da Rocha, falecido em 23 de maio, aos 92 anos.

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                                                O decreto nº 48.906, assinado pelo prefeito em exercício, Nilton Caldeira, cria a Esplanada Paulo Mendes da Rocha (arquiteto) numa área entre a Marina da Glória e a Baía de Guanabara, uma projeção de terra que avança para o mar inserida dentro do Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Parque do Flamengo).

                                                A homenagem considera a importância do arquiteto Paulo Mendes da Rocha para a arquitetura e o urbanismo tanto no Brasil como no mundo. E a escolha do local leva em consideração o pensamento do urbanista, para quem “a geografia era a primeira e primordial arquitetura”.

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                                                Paulo Archias Mendes da Rocha pertenceu à geração de arquitetos modernistas e era um dos profissionais mais premiados do país. Ele assumiu nas últimas décadas uma posição de destaque na arquitetura contemporânea, tendo sido premiado em 2006 com o Prêmio Pritzker, o mais importante da arquitetura mundial.

                                                Em 2016, venceu o prêmio Leão de Ouro da Bienal de Veneza, na categoria arquitetura, pelo conjunto da obra. Ainda em 2016, recebeu o Prêmio Imperial do Japão, um dos mais prestigiosos do mundo. E em 2021, foi agraciado com a medalha de ouro da UIA pela obra atemporal que marcou a arquitetura.

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                                                  Por: Redação -
                                                  30/05/2021

                                                  O estúdio de design italiano Pierpaolo Lazzarini projetou um megaiate um tanto quanto… inusitado. Conhecido por seus conceitos exclusivos de embarcações, Pierpaolo Lazzarini, do estúdio de design Lazzarini, revela sua mais recente imaginação: a Avanguardia.

                                                   

                                                  Em português, Avanguardia significa “vanguarda” e, inconscientemente inspirado em um mangá japonês dos anos 1970, a “cabeça” do cisne funciona como uma torre de controle para manobrar o megaiate de 137 metros de comprimento. Essa porção protuberante do cisne também pode se desprender do “pescoço”, transformando-se em um barco auxiliar de 16 metros.

                                                  avanguardianavanguardianavanguardianavanguardian

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                                                  Quando em movimento, a cabeça (ou torre de controle) pode ajustar a posição da Avanguardia, abaixando-se até o meio do corpo do megaiate. A parte traseira do convés incorpora uma porta pessoal para duas cápsulas a jato, também projetadas por Lazzarini.

                                                   

                                                  As duas cápsulas de jato podem ser fixadas à estrutura, tornando-se uma propulsão auxiliar para a embarcação. Uma vez que a cabeça é destacada, a parte superior do barco torna-se uma torre de controle auxiliar.

                                                  avanguardianavanguardianavanguardianavanguardian

                                                   

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                                                  A Avanguardia é subdividida em 5 conveses e pode acomodar até 60 passageiros. A expectativa é de que a propulsão se dê por dois motores laterais, totalmente elétricos, além de mais um motor MTU Roll-Eoyce para adquirir mais velocidade.

                                                  avanguardianavanguardianavanguardian

                                                  O barco também terá a opção de casco toda preta. Confira mais detalhes no vídeo abaixo:

                                                   

                                                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                    Por: Redação -
                                                    29/05/2021

                                                    Projetado como um navio-laboratório, o Earth 300 terá 300 metros de comprimento (o Titanic tinha 269 m), contará com 22 laboratórios de última geração equipados com Inteligência Artificial e terá uma equipe fixa de 160 cientistas, 20 especialistas residentes, 20 estudantes, 40 convidados VIP e 165 tripulantes, podendo acomodar até 400 pessoas.

                                                    Bem, pelo menos é o que promete Iván Salas Jefferson, fundador do estaleiro Iddes Yachts, responsável pela desenvolvimento do projeto desse navio de exploração científica, cujo grande diferencial está no convés de popa: uma “esfera científica” gigante, batizada por seus criadores como “cidade de ciência”.

                                                    Earth300

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                                                    Apoiado por um número impressionante de parceiros — incluindo IBM, RINA, Triton Submarines e EYOS Expeditions —, o projeto tem um objetivo claro: realizar expedições de pesquisa que enfrentem os “maiores desafios do planeta”. Esse é o motivo, inclusive, pelo qual Iván Salas quis inovar no desenho do laboratório de pesquisa.

                                                    Se depender de seus criadores, essa, digamos, “esfera da ciência” será equipada com as mais avançadas ferramentas tecnológicas, a ponto de “intimidar o Vale do Silício” — todas voltadas à pesquisa oceânica.

                                                    Earth300

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                                                    Além de todas essas novidades, o convés de proa abriga um heliporto, a proa define um horizonte inteiro e foi equipada com um deck de observação para quem quiser relaxar dos estudos.

                                                    Earth300

                                                    Por se tratar de um navio voltado para pesquisa oceânica, o Earth 300 teria que navegar sem emissões, com uma proposta sustentável. Por isso, esse gigante de aspecto futurístico será movido por tecnologia nuclear conhecida como reatores de sal fundido (MSRs).

                                                    Earth300

                                                    Segundo os projetistas, a MSR é capaz de fornecer custos mais baixos que outros tipos de propulsão. Embora as pesquisas sobre essa tecnologia tenham estagnados na década de 70, a fonte de energia voltou a ser alvo de estudos nos últimos anos.

                                                    Os únicos pontos negativos dessa motorização são os possíveis problemas com nações que não aceitam a atracagem de navios de propulsão nuclear, como a Nova Zelândia, que proíbe essa fonte de energia desde 1984.

                                                    Earth300Earth300

                                                    A expectativa é que o lançamento do Earth 300 aconteça em 2025. O valor estimado da construção varia entre US$ 500 milhões e US$ 700 milhões.

                                                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                      Mesmo no sul da Flórida, onde andar de barco costuma ser um prazer o ano todo, a crescente demanda por qualquer coisa que flutue continua a ser manchete.

                                                      A afiliada de Fort Meyers da ABC, uma das maiores redes nacionais de transmissão dos Estados Unidos, apresentou um relatório detalhando os desafios específicos de um mercado que está lutando para atender a essa demanda que se aproxima do verão deste ano.

                                                      Com um aumento de 21% de 2019 a 2020, a Flórida ocupa o primeiro lugar nos EUA em vendas de barcos e representou 13% de todas as vendas em todo o país no ano passado. Mas a popularidade vem com algumas dores de cabeça – escassez de produtos, espaço nas docas, compromissos de serviço e reservas em locais populares como restaurantes à beira-mar.

                                                      Como observa o relatório, o sudoeste da Flórida é uma das capitais da navegação recreativa dos Estados Unidos, empregando diretamente mais de 7 mil pessoas e gerando mais de US $ 877 milhões anualmente. Mas a região não ficou imune à onda de interesse de novos velejadores.

                                                      “Nossos revendedores de barcos estão experimentando o que muitos nunca experimentaram antes”, disse Hans Wilson, presidente da associação de barcos do sudoeste da Flórida, em sua entrevista ao ABC Fort Meyers. “Os barcos não estão vindo rápido o suficiente”.

                                                      “Os negócios aumentaram significativamente”, concordou Ryan West, gerente geral da MarineMax Fort Myers no mesmo relatório. “Nossa empresa teve o melhor primeiro semestre do ano que já tivemos em nossos 22 anos de história”.

                                                      No sudoeste da Flórida, uma em cada seis famílias tem um barco, tornando a Flórida o número 1 per capita em termos de propriedade de barcos, e a pandemia de Covid-19 aumentou o interesse na área.

                                                      Mas, devido ao tamanho excessivo da demanda, os compradores agora podem esperar até seis meses para comprar uma embarcação de comprimento médio – e vários anos se quiserem um maior, de 35 pés ou mais, dizem os comerciantes locais. “É a primeira vez na minha carreira que vejo isso. O valor dos barcos usados ​​nos últimos 12 meses, na verdade, subiu, o que é extremamente incomum ”, disse West.

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                                                      “O crescimento foi quase o dobro do que foi em todo o país”, concordou Wilson durante o relatório. “Muito disso tem a ver com a mudança de novas pessoas de outras cidades para nossa área”.

                                                      A maioria das marinas e depósitos estão cheios. Suas listas de espera podem se estender por meses, até anos, observou o relatório. E os preços da doca “estão subindo como a maré”.

                                                      “É responsabilidade de nossos governos locais reconhecer a demanda e reconhecer que não é apenas uma bolha da Covid-19, mas uma demanda contínua do aumento da população”, enfatizou Wilson. “A demanda para a compra de barcos pode diminuir porque as pessoas não terão onde colocá-los”, acrescentou. “É algo que deve ser abordado no plano de longo prazo”.

                                                      A indústria marítima de SWFL recomenda que o planejamento inclua permissões de uso expandidas, restrições de flexibilização e permissão simplificada para o desenvolvimento da orla marítima. É uma mudança, afirmam, que pode ser feita ao mesmo tempo que protege o frágil ambiente marinho.

                                                      Enquanto isso, a falta de barcos e de espaço nas docas é um problema que provavelmente surgirá em outros mercados populares, onde a demanda por barcos pegou todos desprevenidos. E, com sorte, um problema que não assustará a legião de novos navegadores antes que a indústria apresente soluções.

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                                                        28/05/2021

                                                        A Azimut Yachts realizou, nesta sexta-feira (28), a estreia mundial on-line da maior embarcação da sua história, o Azimut Grande Trideck, diretamente da Itália. Sendo também o primeiro iate de três conveses construído pela Azimut Yachts, o modelo exemplifica a capacidade da marca italiana de ultrapassar os limites de design, estilo e construção.

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                                                        O design exterior de Alberto Mancini apresenta uma série de inovações em termos de layout. A ideia de incluir uma cabine elevada na popa, por exemplo, levou ao desenvolvimento de novas áreas externas com conceitos, funções e características inesperadas.

                                                        Os interiores são projetados por Achille Salvagni, que se afastou do arranjo tradicional dos espaços a bordo para criar um ambiente que reflete o estilo de vida do proprietário de hoje, que busca versatilidade, informalidade e um lugar onde possa realmente relaxar e entreter os hóspedes com conforto.

                                                        Com 38,2 metros de comprimento e 7,9 metros de boca (largura), Azimut Grande Trideck conta com linhas externas elegantes e dinâmicas, e a criação do deck elevado abriu as portas para um trio de novas zonas: um terraço com vista para o mar, clube de praia e pátio privativo.

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                                                        Os interiores também trazem surpresas do ponto de vista do layout, com um pátio privativo no deck principal equipado como uma área de estar protegida que dá acesso a um lounge interno. Aqui, a tradicional área de jantar formal foi abolida, transformando este deck em uma área de confraternização e encontros informais, uma configuração espacial arrojada.

                                                        A área de jantar formal está localizada no convés superior, projetada como uma única zona espaçosa que se presta a encontros de convívio. O convés principal abriga a cozinha principal, enquanto o convés superior inclui uma cozinha de serviço. Existe a opção de substituir o último por um camarote VIP adicional, além dos quatro camarotes de hóspedes localizados à meia-nau e da suíte do proprietário no convés principal.

                                                        O casco D2P® Displacement to Planing foi projetado por Pierluigi Ausonio em colaboração com o centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Azimut. O casco duplo busca reduzir o arrasto na velocidade de cruzeiro e melhorar a estabilidade durante a navegação de deslocamento. Com duas opções de motor nominal de 2400 ou 2600 mHP, o Trideck promete uma velocidade máxima de 23 ou 24 nós.

                                                        Toda a superestrutura é laminada em fibra de carbono, com adição de vinilester e resina epóxi para reduzir o peso geral da embarcação, enquanto a combinação do casco D2P® e da superestrutura de fibra de carbono visa uma melhoria considerável no desempenho, com consumo reduzido acompanhado de maior velocidade e alcance.

                                                        Assista ao vídeo de estreia da Azimut Grande Trideck:

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          Ele é pequeno, fica escondido, mas é muito útil em qualquer barco cabinado. O nome lembra uma máquina gigante. Mas um pequeno inversor é pouca coisa maior do que uma caixa de sapatos, além disso é um equipamento leve, quase sempre de alumínio, e importantíssimo a bordo de qualquer barco, especialmente aqueles com cabine e muitos equipamentos. Por quê?

                                                          Porque em barcos que não possuem gerador, toda a energia elétrica usada a bordo é fornecida por um banco de baterias de 12 volts. Contudo, todos os eletrodomésticos, por exemplo (TV, micro-ondas, secador de cabelo e por aí afora), quase sempre só funcionam em 110 ou 220 volts.

                                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                          E é este o papel do inversor: ele transforma a energia fornecida pela bateria em energia elétrica doméstica, igual a que você usa na sua casa. Só isso? Não! Há outras peculiaridades. Confira só:

                                                          • O inversor não precisa ficar perto das baterias, mas é obrigatório ficar longe de lugares úmidos, mesmo sendo resistente à corrosão. O ideal é instalá-lo na cabine, dentro de algum armário bem ventilado.

                                                          • Ao contrário dos  geradores, os inversores são silenciosos, pequenos, leves e não precisam de manutenção.

                                                          • Para funcionar, um inversor consome energia das baterias. Ou seja, assim como um gerador consome combustível, é necessário ter carga nas baterias para o inversor funcionar. Por isso, de tempos em tempos, verifique a carga delas.

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                                                          • Inversores são indicados para equipamentos que exigem pouca energia e que não ficam ligados por muito tempo. Como secadores de cabelo, cafeteiras, micro-ondas, liquidificadores, computadores etc. Já ar-condicionado e geladeira, que usam energia ininterruptamente, devem ser alimentados por um gerador mesmo.

                                                          • Um inversor de 3 000 watts custa, em média, R$ 5 500. Já um de menor potência (1 500 watts), cerca de R$ 2 500.

                                                          • Faça sempre as contas de consumo de energia. E, atenção! Alguns televisores precisam de cerca de 600 watts para ligar, embora, em funcionamento, consumam apenas 200 watts do inversor. Então, se você não considerar este consumo extra ele pode nem ligar.

                                                          • A cada 1 000 watts do inversor, o banco de baterias precisa ter 200 Ah. Esta é uma boa fórmula para que elas não sejam rapidamente descarregadas pelo seu uso.

                                                          • A maioria dos inversores tem um alarme que dispara quando as baterias descarregam ou desliga quando houver excesso (ou falta) de voltagem.

                                                          • O ideal é que um inversor seja instalado só por profissionais do assunto. Esta mão de obra especializada é mais cara, podendo chegar a mais R$ 1 000 por instalação, mas sem dúvida, vale a pena.

                                                          • Normalmente, um inversor gera potência máxima de 3 000 a 5 000 watts. Ou seja, se você ligar, ao mesmo tempo, uma TV (200 watts), um computador (200 watts) e um microondas (1 000 watts), seu inversor terá que fornecer, no mínimo, 1 400 watts. Caso contrário, faltará energia e alguns equipamentos não irão funcionar juntos.

                                                          • Sempre poupe seu equipamento. Em marinas que ofereçam fontes de energia no cais, o uso do inversor é desnecessário.

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                                                            Por: Redação -

                                                            A equipe da Marina Tedesco, em Balneário Camboriú, Santa Catarina, teve ação rápida para controlar o princípio de incêndio na manhã desta sexta-feira (28), em um barco nas dependências da marina. Segundo primeiras informações, um curto circuito teria causado o início de um incêndio em uma das lanchas armazenadas na gaveta de um dos galpões, na área seca da marina.

                                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

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                                                            Os barcos foram colocados no pátio, e as chamas foram controladas pela brigada de incêndio da própria marina. Imagens que circulam na internet e grupos de WhatsApp, de autoria desconhecida, mostram o momento em que o barco é movimentado pelo equipamento da marina, em chamas. O Corpo de Bombeiros não chegou a ser chamado. E, segundo informações de prestadores de serviços da marina, ninguém ficou ferido.

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