As 7 dúvidas mais frequentes sobre a escolha do cabo adequado para um barco

Por: Redação -
16/06/2020

Velejadores ficam mais atentos a eles pela relevância na navegação a vela, mas seja em um veleiro ou em uma lancha, os cabos têm papel fundamental. E conhecer um pouco mais sobre eles é sempre bom. Até porque a escolha do cabo correto vai além da simples espessura e capacidade de carga, como se costuma supor. Materiais, elasticidade, resistência aos raios UV, flutuabilidade e segurança no manuseio estão entre os pontos que devem ser levados em conta. Como mostram estas sete perguntas mais frequentes sobre cabos náuticos:

1. O que mais importa na escolha: o diâmetro e a carga que ele suporta?

Não. Estes dois dados são importantes, mas é bom estar atento a outros, como a elasticidade e o alongamento do cabo, o tipo de construção dele (se torcido, trançado, trançado duplo ou de alma paralela), a resistência à abrasão, a flutuabilidade, a resistência aos raios solares e, ainda, o revestimento da sua capa. Este último item é especialmente importante para evitar aquecimento excessivo em caso de atrito. E isso pouca gente leva em conta.

2. Cabos pré-estirados são a melhor escolha?

Não necessariamente. Eles são mais usados em veleiros, para escotas e adriças, porque se alongam pouco sob efeitos das forças geradas pelos ventos. Isto é importante para manter as regulagens das velas, mesmo com os ventos variando de intensidade. Mas, para outras aplicações, como nas lanchas, cabos com boa elasticidade, além de mais baratos, são uma melhor opção.

3. É melhor um cabo que flutue ou que afunde?

Depende do uso. Se for para puxar um esquiador ou para uma boia de salvamento, ele deve flutuar. Assim, facilita sua visualização e ainda evita que se enrosque no eixo do hélice do motor. Os melhores, para isso, são os cabos de polipropileno, do tipo retinida. Já para a amarra de âncora, um cabo de material mais denso, que não flutue, ajuda no fundeio do barco.

quanto maior o comprimento da amarra, menor será a carga nos cunhos do barco

4. Um cabo do mesmo material e o dobro do diâmetro, aguenta o dobro de carga?

Bem mais do que isso! A capacidade de carga de um cabo varia com o quadrado da variação do seu diâmetro. Ou seja, mudar de um cabo de 8 mm de diâmetro para outro de 16 mm, do mesmo tipo e material, faz a sua capacidade de carga aumentar cerca de quatro vezes.

5. Qualquer cabo serve para amarras e espias?

Não. Além de suportar a carga, os melhores cabos para uma amarra ou espia são os de poliamida e torcidos, em vez dos trançados, que são menos elásticos. O mais importante é diminuir a força exercida sobre eles, gerada pelo impacto do movimento do barco nas ondulações. Neste caso, quanto mais elástico, mais “absorve” o impacto. Um cabo duas vezes mais elástico faz a força sobre os cunhos diminuir em 30%.

6. Por que se recomenda soltar mais amarra quando se fundeia em mar agitado?

Além de ajudar o ferro a unhar, quanto maior o comprimento da amarra, mais ela vai se alongar e, assim, absorver melhor os impactos das ondas. Aumentar em 50% o comprimento da amarra faz a carga gerada pelos impactos cair mais de 20%.

7. Quais os melhores materiais para um cabo?

Os mais usados são o poliestireno, a poliamida, o polipropileno, a aramida e o HMPE, sigla de “High Modulus Polyethylene”, ou uma combinação entre eles. A carga máxima e a sua elasticidade variam bastante. As amarras são, em geral, de poliamida, que, além da alta densidade (afundam, por exemplo), têm boa elasticidade e média resistência ao sol. Já o polipropileno é leve, flutua, mas se estraga rápido sob o sol.

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    Nova regulamentação do Reino Unido permite aluguel de barcos na Inglaterra

    Por: Redação -

    Após o relaxamento das medidas de bloqueio na Inglaterra, mais esclarecimentos foram divulgados pelo governo do Reino Unido, detalhando que as empresas de aluguel de barco ou fretamento autônomo podem operar novamente diariamente.

    Um comunicado divulgado pela British Marine diz que, agora, o público pode alugar um barco por um dia com pessoas de sua própria casa. As empresas precisarão de medidas apropriadas de distanciamento social, inclusive durante a entrega de barcos. Os barcos devem ser limpos entre um locatário e outro.

    O aluguel de barcos com capitão continuam impossibilitados de operar e pernoites também não são permitidos. Os operadores de barcos turísticos e de viagem também devem permanecer fechados.

    Como parte do trabalho da British Marine com relação à Covid-19 para ajudar seus membros e a indústria a voltar aos negócios, foi publicado um documento de orientação para operações de aluguel de barcos. O guia pode ser usado como um auxílio para que as empresas se tornem seguras para não promover a disseminação do coronavírus.

    As orientações governamentais publicadas podem ser lidas na íntegra aqui.

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      Marinha monitora local de afundamento do navio mercante Stellar Banner

      Por: Redação -

      A Marinha do Brasil informou o monitoramento do local de afundamento do navio mercante Stella Banner, que afundou na última sexta-feira (12), conforme o Plano de Alijamento, aprovado pela Autoridade Marítima com anuência da Autoridade Ambiental. O acompanhamento foi feito através do Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi”, da MB, e do OSRV (Oil Spill Response Vessel) Água Marinha.

      De acordo com a Marinha, eles permaneceram no local até esta segunda-feira (15), quando completaram 72h de acompanhamento, a fim de verificar possíveis objetos que por ventura se soltassem do navio e manchas de óleo na cena de ação.

      Além disso, a aeronave Poseidon, contratada pelo IBAMA, realizou voos diários de monitoramento na área do afundamento, onde não foram encontradas manchas de óleo. Ela permanecerá realizando buscas nos próximos dias.

      A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos do Maranhão, instaurou, logo após o incidente, um inquérito para apurar as causas e responsabilidades sobre o fato à navegação com prazo estimado de 90 dias para ser finalizado, sendo possível a prorrogação. Quando concluído, será remetido ao Tribunal Marítimo.

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        Primeiro museu subaquático do hemisfério sul é inaugurado na Grande Barreira de Corais, na Austrália

        Por: Redação -
        15/06/2020

        O Museu de Arte Subaquática (MOUA), na Grande Barreira de Corais da Austrália, nas águas da costa de Townville, em Queensland, foi oficialmente inaugurado. As peças são obra do escultor e ambientalista Jason DeCaires Taylor, que pretende com este trabalho lançar o debate público sobre as políticas ambientais, sobre os riscos do aumento gradual da temperatura da água nos oceanos, a poluição e a ameaça aos ecossistemas, destacando uma das maiores maravilhas naturais do mundo: a grande barreira de corais.

        A inauguração estava prevista para abril deste ano, mas a crise causada pela pandemia do coronavírus atrasou a sua abertura oficial. Este é o primeiro e único museu subaquático do Hemisfério Sul. Na vizinha Espanha, pode-se encontrar um museu com essas características em Lanzarote, com obras de Jason Decaires Taylor, que se tornou um verdadeiro especialista na matéria. O artista tem outros trabalhos subaquáticos em Cancun (México).

        A única peça vísivel será a “Ocean Siren”, uma escultura movida a energia solar de uma jovem indígena que muda de cor como um sinal de alerta para o aquecimento global, usando dados sobre a temperatura da água provenientes do Instituto Australiano de Ciências Marinhas, alertando simultaneamente os navios e mergulhadores sobre a presença daquele museu. Sob as águas estão as obras de arte, um conjunto de vinte esculturas que se encherão de corais ao longo do tempo para atrair nova vida marinha à grande barreira.

        “O nosso objetivo é criar uma atração de arte global que conte as histórias da terra, das pessoas e do meio ambiente e que ofereça um benefício significativo para a economia local”, diz a página do museu.

         

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          Conheça o iate sensação no mundo que leva a assinatura de um brasileiro

          Ele não é brasileiro, mas é como se fosse. Nascido em Angola, e formado no Brasil, o projetista Luiz de Basto tornou-se uma das figuras mais importantes da construção náutica nacional.

           

          De suas pranchetas saíram algumas das mais belas embarcações da Intermarine Yachts, por exemplo. O sucesso permitiu que abrisse escritório (o DeBasto Design & Co) em Miami, nos EUA, a partir do qual passou a assinar elogiados projetos de iates de luxo para o mercado mundial.

           

          O mais recente deles é este aqui, o Nautilus, de 62 metros de comprimento (203 pés), feito sob encomenda do estaleiro turco Turquoise Yachts.


          Classificado como “yacht explorer”, o Nautilus foi projetado para navegar em qualquer lugar do mundo. Para isso, oferece as acomodações interiores surpreendentes, conjugadas a um layout extremamente funcional.

           

          A proa, por exemplo, tem uma área de 13,4 metros (equivalente a 43 pés) exclusivamente reservada para abrigar um barco do tipo tender (que leva passageiros até a praia em portos onde o iate não consegue atracar) de 12 metros (39 pés).

           

          A vocação exploradora do iate está patente na sua superestrutura, que conta com dois guindastes com capacidade para 10 000 kg cada um, capaz de lanças e içar um submarino com total segurança.


          Ainda dentro de seu DNA explorador, o iate tem um convés que pode ser transformado em heliporto, mediante um simples toque de botão.

           

          Mas, todas as comparações com um barco explorador param por aí. O Nautilus tem cinema, uma piscina na popa do convés principal, beach club no inferior, academia, sauna e banheira de hidromassagem no convés superior.

           

          A suíte do proprietário fica no convés superior e conta com dois terraços com uma sensacional vista para o mar.


          O Nautilus acomoda ainda 10 pessoas em cinco suítes e camarotes. E para atender aos convidados, a tripulação terá em sete camarotes duplos, incluindo as acomodações do capitão.

           

          O nome Nautilus, claro, é em homenagem ao submarino do Capitão Nemo em 20 Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne, um dos pais da ficção científica.

           

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            Marinha alerta para mar agitado com ondas de até 3,5 metros no Espírito Santo

            Por: Redação -

            Em nota divulgada na manhã deste domingo (14), a Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), alertou para agitação marítima com ondas, em alto-mar, entre 3,0 e 3,5 metros de altura.

            A previsão vale entre os estados do Rio de Janeiro, ao norte de Arraial do Cabo, do Espírito Santo, e da Bahia, ao sul de Caravelas, entre a manhã desta segunda-feira (15) e a noite de terça-feira (16).

            O mar agitado é consequência da passagem de um sistema frontal pelo Sul e Sudeste do Brasil. A Marinha do Brasil alerta aos navegantes que consultem essas informações antes de se dirigirem ao mar.

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              Nova Zelândia abre fronteiras para embarcações de bandeira estrangeira

              Por: Redação -

              O governo da Nova Zelândia anunciou, na última sexta-feira (12), algumas mudanças importantes nas restrições de fronteiras do país. “Aprecio o Ministro do Desenvolvimento Econômico Hon Phil Twyford e o Ministro da Imigração Hon Iain Lees-Galloway nos ouvindo e compreendendo o ganho econômico significativo para a indústria marítima da Nova Zelândia e para o país como um todo, de navios comerciais e superiates permitidos a visitar a Nova Zelândia para fins de manutenção e reforma”, diz Peter Busfield, diretor executivo da NZ Marine.

              Uma nova exceção marítima permitirá a entrada de quem chega à fronteira. As principais necessidades incluem embarcações a serem entregues para reforma e reparo, respondendo a situações humanitárias e de emergência, mudanças de tripulação, descarga de capturas ou reabastecimento.

              A maioria das viagens marítimas para a Nova Zelândia leva mais de 14 dias, para que a tripulação e outras pessoas se isolem durante o percurso e não afetem a capacidade de quarentena da Nova Zelândia. Todos os navios que chegam ainda serão monitorados e as medidas de saúde pública ainda poderão ser necessárias – por exemplo, se a viagem for mais curta ou se houver doença a bordo. Esta exceção não se aplica a navios de cruzeiro, que permanecem proibidos de entrar no território da Nova Zelândia, ou a pessoas que viajam a lazer.

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                Aqueduto permite que barcos naveguem a mais de 70 metros de altura na Bélgica

                13/06/2020

                Herança do Império Romano, os aquedutos muitas vezes tinham também função de pontes e, como tais, ainda hoje podem ser vistos em alguns países da Europa, como Alemanha, França, Suécia e, especialmente, Holanda. Alguns, chamam atenção por serem navegáveis.

                Como esse aqui, o Pon du Sart, na Bélgica, é um dos mais bonitos e imponentes do mundo. Tem 498 metros de comprimento por 46 metros de largura e permite a navegação de barcos de grande porte, apesar de seus mais de 70 metros de altura.

                O trânsito anual é de mais de 4 mil embarcações. Mas ele não é o mais alto: esse recorde pertence ao aqueduto de Pontcysyllte, no Reino Unido.

                Durante séculos, o povo belga queria uma via navegável interior para conectar os rios Meuse e o Scheldt. No entanto, a diferença de altura de cerca de 96 metros entre os dois rios exigiria até 32 bloqueios, o que não era viável.

                Em 1879, o Ministério das Obras Públicas adotou uma proposta de Edwin Clark, que usava elevadores de barco (travelift). O primeiro travelift foi inaugurado em 1888. Nos anos seguinte, foram construídos outros três.

                O Pon du Sart foi aberto em setembro de 2002, acessível a embarcações de até 1350 toneladas. Seu elevador Strépy-Thieu é tido como uma obra de arte, vencendo um desnível de 73,15 metros. Os romanos morreriam de inveja.

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                  Por: Redação -

                  Se carros esportivos são de virar a cabeça, imagina quando eles podem ir para água, como essa máquina aqui? Criação do estaleiro holandês AutoBoot, a Audi A4 Cabrio é uma lancha de quase 24 pés (7,2 metros) feita à partir do cockpit e partes da carroceria do Audi A4 Cabriolet, o conversível de quatro lugares que traduz a mais pura esportividade.

                  Como no carro que serviu de modelo, a capota é automática. O volante, com ajuste de altura, também é o mesmo do Audi A4, assim como o design externo, que reproduz as linhas do esportivo nas laterais e na traseira. O painel de instrumentos também é o mesmo do automóvel, mas os mostradores, no centro do painel, são próprios de barco.

                  A ideia é fazer um passeio de lancha como se estivesse dirigindo seu carro. Paixões não medem limites

                  No piso, porém, tem teca no lugar dos tapetes. Os assentos de couro originais foram substituídos tecidos marinhos apropriados. O casco é de alumínio. E não há pedais, claro. Além disso, o motor não tem conexão com o do automóvel esportivo. Para acelerar essa lancha, o estaleiro instalou um motor de popa Honda de apenas 150 hp, com a qual a lancha desliza na água a 35 nós. Se a moda pega…

                   

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                    Novo motor “invisível” da BRP promete reinventar espaço na popa das lanchas

                    Por: Redação -
                    12/06/2020

                    Ghost, ou fantasma, em inglês, é o sugestivo nome de um projeto da BRP (fabricante dos jets Sea-Doo) para conquistar espaço no mercado de barcos em que vem investindo nos últimos dois anos com a aquisição de três marcas de barcos de alumínio: as americanas Aluma Craft e Manitou e a australiana Quintrex.

                    O objetivo desse projeto é tornar o motor de popa invisível e, ao mesmo tempo, oferecer mais espaço na plataforma de popa das embarcações de recreio. Afinal, é nela que as pessoas preferem ficar quando o barco está parado, em contato com a água, pescando, tomando sol ou entrando e saindo da embarcação para um mergulho.

                    Com o barco em movimento, todos querem ir para a proa. Quando para, acontece o contrário: todos vão para a popa, porque é ali que o barco, na maioria das vezes, é mais espaçoso e mais gostoso.

                    É para evitar perda de espaço nessa área que a BRP criou o Projeto Ghost. “A ideia é desobstruir essa área do convés, deslocando o motor para baixo da plataforma de popa, onde ficará fora de vista”, conta Henrique Rosa, gerente de marketing da BRP para a América Latina. “Assim, o visual fica muito mais bonito, aproveita-se melhor o espaço para o lazer e a experiência a bordo se torna ainda melhor”, acredita.

                    Outro propósito da empresa, como ele diz, “é aumentar o foco e os investimentos em novas tecnologias, oferecendo ao mercado algo diferente e inovador”. Henrique esclarece, porém que esse projeto não tem data ou garantia de que será introduzido no Brasil.

                    O motor de popa é o mais usado nas lanchas de pequeno porte e vem cada vez mais ganhando a popa de barcos de médio porte fabricados no Brasil. Dias atrás, por exemplo, o estaleiro catarinense Schaefer Yachts apresentou a versão 2020 da lancha Phantom 400 com opção de três motores de popa.

                    Na proposta do Projeto Ghost, por não ocupar espaço na popa (comparado com uma mesma lancha equipada com motor de popa convencional), faz com que sobre mais espaço a bordo. Para quem usa o barco para mergulhar, o Projeto Ghost também deve fazer uma senhora diferença.

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                      NÁUTICA Live especial vela: como é a vida das mulheres que moram a bordo

                      Por: Redação -
                      10/06/2020

                      Há muito tempo as mulheres descobriram o prazer de navegar e são cada vez mais numerosas no comando de lanchas e veleiro, sozinhas a bordo ou na companhia da família — o que, por sinal, torna qualquer passeio ainda melhor. Para falar sobre a crescente participação feminina na vida náutica (e especialmente na vela), NÁUTICA reúne nesta quinta-feira, 11 de junho, velejadoras de mão cheia:

                      O encontro será ao vivo e transmitido simultaneamente no YouTube e no Facebook.

                      Anote na agenda: quinta-feira, 11 de junho de 2020, às 19 horas, com transmissão ao vivo e simultânea pelo Facebook e YouTube de NÁUTICA.

                      NÁUTICA Live tem o apoio de Assim Saúde, maior grupo empresarial de saúde verticalizado do Rio de Janeiro, excelência no atendimento médico. E Vaio, empresa que preza pela inovação e alta performance de notebooks com processadores de última geração. Acesse: vaio.com.br/nautica.

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                        Conheça o barco-aranha que vem assustando os navegadores nos Estados Unidos

                        Da série coisas estranhas que navegam, essa “aranha” é um catamarã de 30 metros de comprimento (98 pés), com dois cascos que atuam de forma independente, projetado para navegar suavemente, adaptando-se às ondas. Para isso, suas pernas são montadas com molas de titânio, como amortecedores, que permitem ajuste à superfície da água, tais quais joelhos flexionados. Por conta do design incomum — quatro “pernas” que conectam a superestrutura aos estabilizadores — ganhou o apelido óbvio de “spider boat”.

                        Como tantos projetos inovadores, nasceu no Vale do Silício, na Califórnia, pelas mãos do engenheiro e oceanógrafo Ugo Conti, que investiu US$ 1,5 milhão na construção do protótipo, que foi para a água pela primeira vez em 2007, na Baía de São Francisco. Sua estreia foi um espetáculo: parecia uma aranha se balançando sobre as ondas.

                        Seus estabilizadores armazenam 7500 litros de combustível, que abastecem os dois motores Cummins QSB 5.9 diesel de 355 hp cada, capazes de alcançar 30 nós de velocidade máxima, com autonomia de 4 350 milhas náuticas. O barco desliza na água, em vez de se sentar nas ondas, por isso usa muito menos combustível.

                        Como se faz para entrar na cabine, que fica a seis metros de altura, entre as pernas da “aranha”? Simples, a cabine, com capacidade para quatro pessoas, funciona como um elevador, abaixando para a tripulação entrar e sair.

                        Apesar de ser conhecido popularmente como spider boat, o nome de batismo desse catamarã é Proteus, uma deidade marinha, na mitologia grega. Conti o considera o protótipo de uma nova classe de embarcação, que ele chama de WAM-V (navio modular adaptável às ondas).

                        O barco foi projetado para tudo, desde uso militar até estudos biológicos, passando por exploração oceânica e operações de salvamento, e já está sendo testado pela Marinha americana.

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                          Velejador brasileiro Elio Somaschini leva prêmio na categoria Performance do concurso Velejador do Ano

                          Saiu o resultado do concurso Velejador do Ano, promovido pela revista italiana Giornale della Vela. O título principal — “para aqueles que mostraram que nunca desistem, mesmo sob pressão” — ficou com o milanês Ambrogio Beccaria, primeiro italiano a vencer a Mini Transat, competição em que os velejadores cruzam o Atlântico em solitário a bordo de embarcações de 6,50 metros de comprimento.

                          O ítalo-brasileiro Elio Somaschini, de 71 anos, não levou o título principal, mas conquistou o prêmio Performance, segundo mais importante, “reservado àqueles que obtiveram resultados graças ao trabalho técnico meticuloso”.

                          Como ele recebeu o resultado? “Vibrei! O Ambrogio é fantástico. Eu mesmo votei nele na segunda fase.

                          Quanto a mim, fiquei feliz pelo reconhecimento pelo desenvolvimento do cálculo da longitude misturado com a antiga técnica polinésia. Além do mais, fiz questão de ter a bandeira do Brasil como fundo na live pós-premiação, pois teria sido impossível chegar a esse prêmio sem a ajuda dos amigos velejadores brasileiros. O prêmio é nosso, não meu”.

                          Na primeira fase, com 100 velejadores pré-selecionados pela revista, 30 candidatos, de diversos países, foram eleitos pelo voto popular e passaram para a etapa semifinal. Elio estava entre eles. Na semifinal — estimulado por uma campanha abraçada por NÁUTICA —, nosso velejador não apenas foi eleito um dos dez finalistas, como ficou em primeiro lugar na votação popular (Ambrogio Beccaria foi apenas o quinto colocado).

                          Já na fase final, não houve votação popular pela internet: a eleição ficou por conta de um júri técnico formado por repórteres da própria revista Giornale della Vela.

                          Para quem é da vela, Elio Somaschini dispensa apresentações. A bordo do veleiro Crapun, um Beneteau First 40.7, ele empreendeu duas voltas ao mundo em solitário, sendo que a segunda se estendeu por sete anos. Em 2018, quando se preparava para a sua mais ambiciosa jornada — a travessia da mítica passagem Noroeste, próxima ao Círculo Polar Ártico —, um acidente fez com que seu veleiro afundasse, na entrada da barra da cidade de Aracaju, a 100 metros da praia de Atalaia, no nordeste brasileiro. Elio não desistiu. “Ainda não tive grana para comprar um veleiro. Comprei uma velha penichette, que estou refazendo. Ano que vem, vendo e aí espero que dê para comprar um 34 usado”, avisa o velejador. Como ele gosta de lembrar, Crapun significa “cabeça dura”, no dialeto milanês.

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                            Mercury Marine firma contrato de fornecimento de motores para a BRP. Confira

                            Por: Redação -

                            A divisão Mercury Marine, da Brunswick, firmou um contrato estratégico de fornecimento com a BRP para as marcas de barcos Alumacraft, Manitou, Quintrex e Stacer. As notícias não demoram muito depois que a BRP anunciou sua decisão de sair do mercado de motores de popa e interromper a produção dos Evinrude E-TEC e E-TEC G2.

                            “Este contrato nos oferece uma oportunidade incrível de aumentar ainda mais nossa marca no mercado e apresentar nosso premiado portfólio de motores de popa a novos clientes em todo o mundo”, diz Chris Drees, presidente da Mercury Marine. “Temos um relacionamento duradouro com a Alumacraft, Manitou e Telwater, e esperamos continuar trabalhando com eles, fornecendo motores líderes da classe e um serviço excepcional a todos os seus clientes globais”.

                            Os modelos da Alumacraft, Manitou, Quintrex e Stacer com motores de popa Mercury estarão disponíveis no início de junho. “Estamos empolgados com os revendedores e consumidores da BRP experimentando nossos novos motores – e com nossos recentes investimentos relacionados à capacidade, estamos bem posicionados para um crescimento contínuo”, acrescenta Drees.

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                              Década dos oceanos, instituída pela ONU, começou nesta segunda-feira em todo o mundo

                              Por: Redação -
                              09/06/2020

                              A Década dos Oceanos, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), começou nesta segunda (8), em todo o mundo. Diplomatas, ambientalistas e cientistas esperam que nos próximos dez anos a humanidade aumente o conhecimento sobre as águas que cobrem 70% do planeta e proteja melhor essa imensidão, que absorve um terço do gás carbônico produzido pela atividade humana, retém o aquecimento global e serve à subsistência direta de bilhões de pessoas.

                              Nesta data, também é comemorado o Dia Mundial dos Oceanos, instituído durante a conferência Rio-92 para promover a conservação de espécies e habitats, diminuir a poluição e a escassez de recursos por causa da sobrepesca.

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                              “Fonte de bens e serviços que sustentam a humanidade, os oceanos são importantíssimos para o funcionamento do planeta e para o bem-estar. A gente precisa conhecer mais e cuidar mais”, defende Alexander Turra, professor titular do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos.

                              Turra, que também faz parte da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, alerta que neste momento de pandemia de covid-19 “diminuiu o esforço de fiscalização nos oceanos”. Ele teme que o afrouxamento esteja sendo aproveitado para a sobrepesca e para a pirataria.

                              Em oito anos da década passada (2011-2018) ocorreu uma média de 257 casos de pirataria marítima por ano em todo o planeta, segundo o International Maritime Bureau (IMB).

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                                Por: Redação -

                                A Itália reabriu suas fronteiras internacionais na semana passada, permitindo viagens entre dentro do país e do exterior. Os visitantes da União Europeia, dos países do Acordo de Schengen e do Reino Unido agora podem entrar no país sem ter que passar por 14 dias de auto-isolamento – um requisito para chegadas de todas as outras nações até 15 de junho.

                                Algumas regiões italianas, como Sardenha, Sicília, Apúlia e Lácio, pedem aos visitantes de seu território que registrem sua presença para monitorar as entradas. Os visitantes terão que se registrar on-line ou por aplicativo, fornecendo seus dados pessoais.

                                A Confindustria Nautica, associação italiana da indústria náutica, comemora a flexibilização das medidas, acrescentando que a edição 2020 do Genoa International Boat Show será realizada de 1º a 6 de outubro com precauções extras de segurança.

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                                “Diante das circunstâncias atuais, será adotado um plano com medidas extraordinárias para a edição 2020 do evento, visando o desenho de um layout flexível que possa ser adaptado aos diversos cenários”, afirma a associação. “Essa estrutura, que pode ser enriquecida por outras iniciativas, garantirá as condições mais seguras para a organização e gestão do evento e para receber visitantes e expositores.”

                                Na Itália, o uso de máscaras é obrigatório em espaços públicos, no transporte público, quando não é possível o distanciamento social de 1 metro e em carros particulares para não-coabitantes (máximo de três pessoas por carro). O auto-isolamento é solicitado com uma temperatura corporal acima de 37,5 ° C.

                                Em termos de atividades marítimas, a navegação é permitida com as seguintes novas diretrizes emitidas pelo Ministério dos Transportes da Itália:

                                Barco de recreio e aluguel de barcos

                                • A responsabilidade individual dos usuários continua sendo o fator-chave na aplicação a bordo das medidas gerais de distanciamento social (1 milhão de pessoas não-coabitantes);

                                • Os indivíduos podem compartilhar a mesma cabine se morarem na mesma casa;

                                • Equipamentos de proteção individual devem ser usados ​​durante os procedimentos de atracação e assistência na doca, abastecimento de combustível, colocação de velas, etc;

                                • Para barcos fretados, a higienização da embarcação após cada troca de convidados é obrigatória.

                                Fretamento com tripulação

                                • Medidas adicionais incluem a higienização regular das áreas da tripulação e a obrigação de a tripulação ser testada para Covid-19 antes do embarque e verificar a temperatura corporal diariamente. Terceiros não estão autorizados a acessar barcos fretados.

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                                  Rafael Nadal recebe seu novo barco: um catamarã de 80 pés avaliado em 5,5 milhões de euros

                                  Dois dias depois de completar 34 anos de idade, o tenista Rafael Nadal recebeu no Clube Náutico de Porto Cristo, em Mallorca, onde vive, um catamarã a motor Sunreef 80 Power, de 24 metros de comprimento. Foi só o barco atracar para ele subir a bordo, ao lado de sua mulher, Mery Perelló, de seu pai, Sebastian, e da irmã Maria Isabel, que tiveram de ajudar a remover as camadas de plástico que ainda evolviam os painéis, grades e janelas. Tudo devidamente registrado pelos paparazzi. Isso é que é presente de aniversário!

                                  Avaliado em 5,5 milhões de euros, o catamarã — batizado de Great White — foi construído pelo estaleiro polonês Sunreef Yachts, sob encomenda do tenista espanhol, atual número 2 do mundo. Tem cara de barco do futuro. E quase 340 metros quadrados de área de convivência — dos quais 54 m² no flybridge, que tem teto rígido de fibra de carbono e todos os luxos que se pode esperar de um barco desse porte, de bar descolado a banheira de hidromassagem.

                                  A suíte de Nadal fica na proa e, entre outros destaques, tem um closet de ótimo tamanho e recebe luz natural em abundância através de uma enorme claraboia. Há ainda outros quatro camarotes. No total, 12 pessoas podem dormir a bordo.

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                                  Por sua vez, a plataforma da popa tem espaço suficiente para abrigar ao mesmo tempo um bote e um jet. Na casa de máquinas, dois motores de 1 200 hp cada. E tudo é muito criativo e moderno, como destacam a cor incomum do próprio casco.

                                  Nadal era proprietário do 76 pés Beethoven, do estaleiro Monte Carlo Yachts, quando encomendou o novo barco diretamente ao presidente da Sunreef, Francis Lapp, durante o Cannes Yachting Festival de 2019.

                                  “Não é segredo para ninguém que amo o mar. Quando estou em casa, em Maiorca, tento aproveitar ao máximo o tempo a bordo de um barco”, disse o tenista, que já conquistou 96 títulos nível ATP e, em média fatura US$ 37,3 milhões por ano, de acordo com a revista Forbes.

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                                    Heléne Mellquist foi nomeada Presidente Volvo Penta e novo membro da Volvo Group Management. Ela substituirá Björn Ingemanson, que após uma longa e bem-sucedida carreira se aposentará.

                                    Heléne Mellquist, nascida em 1964, atualmente ocupa o cargo de presidente da divisão europeia da Volvo Trucks. Sua carreira no Grupo Volvo começou em 1988 e ela ocupou muitos cargos seniores na empresa. Ela também ocupou o cargo de CEO na TransAtlantic 2012-2015.

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                                      08/06/2020

                                      A catarinense Schaefer Yachts acaba de apresentar ao mercado o modelo 2020 da sua lancha Phantom 400, um barco consagrado no mercado náutico pelo seu design e desempenho. Na versão 2020, o modelo conta com novo design das janelas e tomada de ar e, ainda, nova opção de três motores Mercury Verado V8 de 300 hp de potência.

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                                      A lancha de 12,25 metros de comprimento é equipada com hardtop, proporcionando mais conforto em intempéries climáticas. A plataforma de popa com espaço gourmet reforça a tradição da Schaefer Yachts de privilegiar o espaço externo, mas sem deixar de pensar no conforto para os passageiros dentro do barco.

                                      A cabine da Phantom 400 conta com duas suítes para acomodar ainda melhor os ocupantes. A lancha tem lotação máxima de 14 pessoas em passeios diurnos e 5, em pernoite.

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                                        A União Soviética começou a construir uma frota naval em meados do século 20, incluindo navios de guerra, porta-aviões e outros navios. Mas seus líderes militares ainda sonhavam com um projeto estratégico que pudesse unir as capacidades de uma aeronave com as de um submarino.

                                        Foi quando, em 1933, o camarada Bóris Ushakov, que era engenheiro, apresentou esse incrível submarino voador, ou avião submersível, que parecia ter saído de uma obra de Júlio Verne — quem leu Vinte mil léguas submarinas?

                                        Batizada de LPL (sigla de Letayushchey Podvodnoy Lodki), a nave metálica deveria operar a 100 nós no ar e de 3 a 4 nós sob a água, descendo a uma profundidade de 45 metros. Tratado como uma experiência altamente secreta, o projeto foi desenvolvido por Ushakov entre os anos de 1934 e 1938.

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                                        O protótipo aprovado tinha três motores, um periscópico e podia transportar três pessoas. A superfície das asas e a fuselagem deveriam ser feitas de aço, enquanto os flutuadores de alumínio foram projetados para ser preenchidos com água quando o veículo ficasse submerso. Além disso, o submarino voador deveria receber suportes especiais, suspensos na fuselagem, para transportar dois torpedos de 18 polegadas.

                                        A estratégia estava traçada; enquanto estivesse debaixo d’água, o LPL deveria detectar os navios inimigos, voltar à superfície e disparar os torpedos. Após o ataque, poderia submergir novamente e esperar a próxima vítima.

                                        Porém, os militares soviéticos decidiram não embarcar na construção da nave, devido à pouca mobilidade do submarino e à sua reduzida capacidade bélica. Além disso, a construção de uma frota de LPLs exigia um investimento gigantesco. Assim, o projeto do submarino voador não decolou.

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                                          O estaleiro gaúcho Tethys Yachts está com uma nova campanha. Durante todo o mês de junho, a marca está aceitando as Tethys usadas de seus clientes, pelo valor de compra, como parte do pagamento para as lanchas novas. Vale lembrar que os modelos estão sujeitos à avaliação para verificação de suas condições.

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                                          No mercado há quatro anos, o estaleiro tem fábrica em Venâncio Aires (RS) e, atualmente, conta com seis modelos de 31 a 54 pés em seu portfólio.

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                                            Navio mercante Stellar Banner será afundado na costa do Maranhão, informa Marinha

                                            Por: Redação -

                                            O navio Stellar Banner vai ser afundado a 150 km da costa maranhense, segundo informou a Marinha do Brasil. A decisão do Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN) foi confirmada depois de análise dos relatórios da Polaris Shipping, responsável pelo navio mercante, que encalhou em fevereiro deste ano.

                                            Segundo a Marinha, antes de afundar o navio, equipes especializadas neste tipo de operação ainda vão retiradas o que sobrou de óleo no Stellar Banner. A Marinha garantiu por meio de nota que “a parte da carga, que ficará no navio, não oferece riscos à vida marinha e à vida humana e deverá permanecer em concordância com as autoridades ambiental e marítima”.

                                            Para confirmar que nenhum impacto ambiental aconteça, o processo de alijamento (afundar) as embarcações AHTS (Anchor Handling Tug Supply) Bear, OSRV (Oil Spill Response Vessel) Água Marinha, OSV (Offshore Support Vessel) Normand Installer e o Navio-Patrulha “Guanabara” devem acompanhar o processo até o fim.

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                                            Além da Marinha, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) estão acompanhando os trabalhos.

                                            Na última quinta-feira (4) o Stellar Banner foi rebocado de onde ficou encalhado e passou a ficar em águas mais profundas, a cerca de 111 km de São Luís. O reboque do navio se tornou possível após a remoção de cerca de 145 mil toneladas de minério de ferro e 3,9 mil metros cúbicos de óleo do Stellar Banner.

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                                              Eslovênia realiza primeiro torneio de canoagem slalom pós-pandemia

                                              Por: Redação -

                                              A Federação Eslovena de Canoagem promoveu, no fim de maio, as primeiras provas de canoagem slalom no país desde o início da pandemia do coronavírus. O relaxamento nas medidas restritivas de isolamento social contribuíram para a realização das descidas.

                                              O evento ocorreu na tradicional corredeira de Tacen, que já recebeu o Mundial da modalidade em três ocasiões, e não contou com a presença de público. Apenas atletas eslovenos participaram.

                                              Medalhista de prata na Rio 2016, Peter Kauzer venceu a competição no caiaque masculino, e se mostrou surpreso com seu resultado.

                                              “A corrida foi organizada no último minuto, então eu não me preparei para isso”, disse ele. “Estamos em uma situação estranha. O vírus parou o mundo inteiro, espero que tudo melhore, mesmo que não a realidade pareça boa no momento.

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                                              Krauser também afirmou estar com o foco nos Jogos Olímpicos do ano que vem. “Foi bom voltar ao modo corrida e espero que tenhamos mais algumas este ano. Meu foco ainda é Tóquio”.

                                              No caiaque feminino, Urša Kragelj superou a atual campeã mundial Eva Terčelj e faturou o primeiro lugar. A atleta, que estava a onze meses sem competir devido à uma lesão no ombro, ressaltou que as canoístas não estavam em suas melhores formas físicas após a paralisação.

                                              “Estou em uma reabilitação difícil e essa corrida foi um bom começo para a temporada 2020, embora não saibamos se teremos eventos internacionais ou não”, disse Kragelj. “O fato é que nenhum de nós está em muito boa forma. Foi uma corrida um pouco improvisada, mas estou feliz por não ter mostrado descidas muito ruins”.

                                              Já nas provas de canoa, Eva Alina Hočevar levou a melhor no feminino, enquanto Jure Lenarčič faturou a disputa masculina.

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                                                06/06/2020

                                                Ao interromper a produção dos centenários motores de popa Evinrude (leia aqui), a BRP (fabricante dos jets Sea-Doo, líder mundial em vendas na categoria) anunciou que estava reorientando seus negócios marítimos e  concentrando esforços, a partir de agora, no crescimento de suas marcas de barco, adquiridas nos dois últimos anos — leia-se: a australiana Quintrex e as americanas Aluma Craft e Manitou (todas fabricantes de barcos de alumínio).

                                                “Vamos concentrar nossos esforços em tecnologias novas e inovadoras e no desenvolvimento de nossas empresas de barcos. Como a próxima geração de pontoon boats, com o Projeto M”, disse José Boisjoli, presidente e CEO da BRP.

                                                Para dar mais detalhes sobre esse projeto, ninguém melhor do que o brasileiro Henrique Rosa, que é o gerente de marketing para a América Latina de todas as marcas que compõem o grupo canadense BRP.

                                                “A intenção da BRP é revolucionar o mercado. Tornar-se a mais inovadora empresa marítima que constrói e integra barcos e motores de uma maneira que dê aos consumidores uma experiência inigualável na água”, revela ele.

                                                O objetivo da BRP é criar uma embarcação equivalente ao Sea-Doo Spark (jet que revolucionou o mercado, com milhares de unidades vendidas em todo o mundo) dentro da indústria de pontoon boat.

                                                “Será uma família de barcos com menos de 6 metros de comprimento e preço muito competitivo”, adianta. “O convés será modular, bem prático, com diversas opções de personalização e acessórios; o tipo de propulsão será o mesmo usado nos jets e haverá versões de passeio e pesca”, completa Rosa.

                                                A meta da canadense BRP com o Projeto M, explica seu gerente de marketing para a América Latina, é também acelerar o crescimento mundial de sua marca Manitou, uma das principais da categoria, fundada em 1985 e que introduziu o uso de três cascos, o “tritoon”, neste tipo de barco.

                                                “Esse novo barco tem tudo para se transformar no Spark dos pontoons. Poderá ser facilmente rebocado, assim como um jet, levará diversão para toda a família e, acima de tudo, terá muita praticidade no uso”, defende Henrique Rosa. “Mas é importantíssimo ressaltar que não tem data ou garantia de que será introduzido no Brasil”, completa.

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                                                  Por meio de sua assessoria de imprensa e de seu advogado, Cláudio Bessas, o cantor Gusttavo Lima confirmou à reportagem de NÁUTICA que ele é o novo dono do famoso iate que pertencia ao “Rei” Roberto Carlos.

                                                  “A negociação da embarcação foi concretizada na última quinta-feira, 4 de junho”, afirma.  A informação, porém, foi seguida de uma ressalva: a Balada Eventos, escritório do artista, não confirma o valor que está sendo veiculado pela imprensa (R$ 25 milhões), dando a entender que foi menor. No site da Superyachttimes, o barco estava anunciado por cerca de 6 milhões de euros.

                                                  O Lady Laura IV é um iate de 35 metros de comprimento (115 pés) construído em 2009 pelo estaleiro italiano Falcon Yachts, ao custo de US$ 25 milhões, segundo algumas fontes, ou de US$ 15 milhões, segundo outras. Por falta de tempo para navegar, e por já ter outro barco para chamar de seu (o Lady Laura III, de 80 pés), Roberto Carlos decidiu colocá-lo à venda em agosto do ano passado.

                                                  “Ele tem dois iates e decidiu manter um e colocar o segundo à venda, por uma questão de uso mesmo. Ele não tem muita oportunidade para usá-lo e, em uma conversa entre amigos, decidiu que poderia colocar o segundo à venda”, confirmou a sua assessoria.

                                                  De fato, o Falcon de 35 metros, com cinco suítes e escadarias circulares, passava a maior parte do tempo atracado na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, ao lado de outro iate lendário: o Tamarind, que pertenceu ao dono da Rede Globo, Roberto Marinho.

                                                  Com dois motores MTU de 2 285 hp cada, o iate navega a uma velocidade de cruzeiro de 23 nós. Apesar de o modelo ser antigo, os equipamentos que o compõem são todos de ponta.

                                                  Roberto Carlos sempre teve grandes iates — e todos batizados com o mesmo nome: Lady Laura, uma homenagem à sua mãe. Mas nenhum tão grande quanto o Lady Laura IV.

                                                  A joia da coroa — de que ele não se desfaz, pelo valor sentimental — é o Lady Laura III, de 80 pés, que foi decorado por Maria Rita, sua mulher, que faleceu em 1999 e por quem diz nutrir amor eterno.

                                                  Por sua vez, o cantor Gusttavo Lima passa agora a ter dois grandes barcos com DNA de famosos. E que barcos! No fim de 2017, ele comprou a Azimut de 25 metros e três suítes que pertencia ao craque Neymar, que batizou de “007”, em referência aos filmes do espião James Bond.

                                                  Na foto que ilustra esta matéria, o cantor sertanejo está a bordo de uma terceira lancha, uma Intermarine 760 Full, também 007, que ele comprou em 2015 e em 2017, ao adicionar a Azimut do Neymar à sua frota, transferiu do Guarujá para região de Capitólio, em Minas Gerais, onde navega no Lago de Furnas. A compra do Lady Laura IV foi ainda mais espetacular.

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                                                    05/06/2020

                                                    A notícia de que o estaleiro FS Yachts registrou aumento expressivo em suas vendas (leia aqui) nos meses de abril e maio, comparadas ao primeiro trimestre de 2020, causou surpresa para alguns e gerou certa desconfiança para outros: enquanto outros setores, como o de automóveis, praticamente parraram, o setor náutico cresceu?

                                                    Segundo a Associação Brasileira dos Corretores de Embarcações, a situação, de fato, está favorável. A importação de motores marítimos no Brasil, comparando os quatro primeiros meses dos anos de 2018, 2019 e 2020, a partir de informações do Governo Federal, mostra que:

                                                    De 2018 para 2020, considerando o valor em dólar, o investimento em motores de popa registrou crescimento de 161% (saltou de US$ 235 mil para US$ 396 mil).

                                                    Já de 2019 para 2020, a importação de motores de popa cresceu 93% (de US$ 303 mil para US$ 396 mil).

                                                    No tocante motores de centro a gasolina, o número ficou estável: de 2018 para 2020, as importações cresceram 1,33% (foram de US$ 8749 milhões para US$ 8865). Já de 2019 para 2020, o crescimento foi de 1,90% (de US$ 8 700 milhões para US$ 8 865 milhões).

                                                    Em resumo, o consumidor passou a ver os barcos como um lugar seguro para fugir da pandemia. E, com mais tempo para pesquisar, descobriu que comprar um barco é um bom negócio.

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                                                      Segundo a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, foi o cantor sertanejo Gusttavo Lima quem comprou o iate, por R$ 25 milhões. A disparidade de valores se deve à conjuntura econômica: na época em que ele comprou o barco, o dólar não estava disparado nas alturas do jeito que está hoje.

                                                      No fim do ano passado, a assessoria de impressa do cantor confirmou a informação da colunista Mônica Bérgamo, da Folha, de que o “Rei” havia decidido se desfazer do iate de luxo, de 35 metros (115 pés). “Ele tem dois iates e decidiu manter um e colocar o segundo à venda, por uma questão de uso mesmo. Ele não tem muita oportunidade para usá-lo e, em uma conversa entre amigos, decidiu que poderia colocar o segundo à venda”.

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                                                        Por: Redação -

                                                        O estaleiro Numarine, com sede em Istambul, anunciou o lançamento de mais três de seus iates de expedição 26XP em um dia, elevando o número total de unidades 26XP na água para oito unidades.

                                                        A série XP é caracterizada por janelas angulares e recursos aprimorados de expedição. Projetado por Can Yalman e com arquitetura naval de Umberto Tagliavini, o interior do 26XP possui quatro camarotes para acomodar um total de oito convidados, incluindo dois VIPs, um duplo e suíte do proprietário. Uma tripulação de três também está alojada a bordo em duas cabines.

                                                        Entre as características de destaque a bordo do iate a motor Numarine 26XP estão o seu grande salão no convés principal e o flybridge de 55 m².

                                                         

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                                                        “Apesar da pandemia da Covid-19, a Numarine continuou trabalhando com o respeito a todas as medidas de precaução necessárias e garantiu que nossa equipe estivesse segura. Esses esforços nos permitiram liderar os projetos em estrita conformidade com o cronograma. Estou feliz por termos construído mais três incríveis iates exploradores 26XP e tenho certeza de que eles trarão muita alegria ao cruzeiro autônomo de longo alcance para os proprietários”, comentou o fundador e presidente da Numarine, Ömer Malaz, no lançamento.

                                                        Além disso, o estaleiro também revelou que mais três superiates 26XP foram vendidos e deverão ser lançados em 2020 e 2021.

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                                                          Por: Redação -

                                                          Muita gente já teve a dúvida um dia: vale a pena comprar uma casa na praia ou é melhor fazer a opção por um barco e ficar livre para viajar para qualquer lugar, sem ter que se preocupar com a limpeza da piscina e a altura da grama, vendo o quintal mudar todos os dias?

                                                          Quem assistiu nesta quinta-feira, 6 de junho, à NÁUTICA Live, com mediação da jornalista Millena Machado, provavelmente já não tem nenhuma dúvida: um barco vale, sim, por uma casa de praia. Especialmente se tiver uma boa cabine com banheiro, condição perfeita para passar dias inteiros no mar, com a vantagem (sobre a casa) de que se movem de uma praia para a outra.

                                                          Convidados para debater o tema A opinião de quem usa o barco como a segunda casa, três navegadores ilustres — Roberto Justus, empresário e apresentador de TV; Emerson Sheik, ex-jogador de futebol e eterno ídolo do Corinthians; e Ruppert Hahnstadt, empresário e imunologista (o quarto convidado, Tarso Marques, empresário e ex-piloto de F1, chegou a entrar na live, mas não conseguiu participar, por problemas técnicos) — deixaram claro que um barco só melhora a vida de quem compra.

                                                          Foram momentos de puro prazer, com depoimentos ora emocionantes, ora engraçados, deliciosamente motivadores (para você dar voz a seus desejos), cujo resumo você confere aqui.

                                                          “eu prefiro ter uma ‘casa de praia’ que se movimente, tendo a vista que eu quiser escolher”

                                                          O empresário e apresentador de tv Roberto Justus adquiriu seu primeiro barco há apenas seis anos, estimulado pela esposa, Ana Paula Siebert. Mas já está no seu terceiro modelo! Aliás, que modelo: uma Azimut 30 Metri. “Eu gosto do mar, mas tinha aquele erro de visão, de que ‘barco é bom quando é dos amigos’, e de que só havia duas alegrias, quando se compra e quando se vende. Infelizmente, só fui descobrir tarde esse prazer. Mas eu acho que nunca é tarde pra descobrir, porque é uma coisa fantástica!”

                                                          Mais do que navegar, ele agora considera o barco como seu segundo lar. “Cada um vivencia a experiência no mar de forma diferente. Para mim, o barco se tornou a minha casa de praia. Em vez de ter uma casa de praia, onde a vista é sempre a mesma, eu prefiro ter uma casa de praia que se movimenta, com a qual escolho a vista que quero e passo dias perfeitos”.

                                                          Quando está bordo, na companhia da família e de amigos, Justos gira a chavinha e ganha outro astral. Para saber o que isso significa, durante a live, ele exibiu um vídeo, em que aparece cantando, no comando de seu barco, ao de uma de sua filha Rafaella. Encantou e emocionou todo mundo.

                                                          Com o iate ancorado em marina do litoral sul do Rio de Janeiro, ele costuma navegar entre Paraty e Angra dos Reis. E se considera privilegiado por poder apontar a proa do barco para lugares tão incríveis. “Já viajei o mundo, aluguei barco na Europa e em todos os lugares que se possa imaginar. Somos privilegiados por ter um lugar como Angra. Além do visual e da natureza fantástica, a navegação é absolutamente tranquila, em grande parte do ano”.

                                                          Caprichoso, perfeccionista, Justus contou que não sai para navegar enquanto não cumprir uma rotina minuciosa de cuidados com o barco. “Tudo tem de estar impecável. Se tiver um risquinho no casco, dou um jeito de tirar. Faço tudo eu mesmo. Para ter barco, é preciso ter vontade de cuidar. Senão, fica na mão”.

                                                           

                                                          “Gosto tanto de meus barcos que não consigo vendê-los. No memento, estou com três!”

                                                          Emerson Sheik contou que seu primeiro contato com o mundo dos barcos aconteceu quando jogava no Japão, pelo time da cidade de Sapporo, na ilha de Hokkaido. “O presidente do clube me convidou para um passeio na lancha dele e eu me apaixonei por aquilo. E olha que foi em dia frio”. Após seis anos de Japão (2000 a 2005), transferido para um time do Catar (depois também passaria pelos Emirados Árabes, daí o apelido Sheik), o entusiasmo pela navegação só aumentou, vendo alguns dos iates mais caros do mundo, comandados pelos milionários árabes. “Na volta ao Brasil, comprei uma lancha de 29 pés, o meu primeiro barco”, lembrou.

                                                          Ele não esquece também o entusiasmo da família ao sair para o primeiro passeio, “uma alegria contagiante”, nem da surpresa que fez à mãe, aos irmãos e aos filhos ao apresentar a lancha de 40 pés que havia comprado em segredo, durante o São Paulo Boat Show. “Foi um passeio inesquecível!”, disse. Mas ele não parou nesse up grade. Pouco tempo depois, mudou de patamar e comprou uma lancha de 80 pés, com a qual explora a região de Angra dos Reis, a partir de Mangaratiba, onde tem casa, tendo quase sempre a companhia da noiva e dos filhos.

                                                          “Conviver com as crianças a bordo é outra coisa. O barco traz maior proximidade. Fico grudado neles. Passamos momentos incríveis”. Sheik revelou que se apega tanto aos barcos que não consegue vendê-los. Está com três deles! Incluindo uma 29 pés de pesca. Como posso vender um barco que traz recordações de um período maravilhoso da minha vida?”, pergunta.

                                                          Por fim, Sheik, revelou que gosta de pernoitar a bordo, especialmente no Saco do Céu, em Angra dos Reis, e fez questão de ressaltar a importância de ter ao seu lado pessoas competentes e dedicadas. “Há 11 anos, tenho um capitão e dois marinheiros ao meu lado. São pessoas de uma competência e responsabilidade incríveis. Recentemente, com a minha a noiva, fiz um tour, a trabalho, por Madri, Barcelona e Roma. Aproveitei para observar o jeito que eles tratam os barcos. É diferente. Como os nossos, não tem”.

                                                          “A minha paixão é essencialmente pela água”

                                                          Ruppert Hahnstadt, é apaixonado pela água desde criança. Criado na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, o imunologista contou que para tirá-lo do mar era uma dificuldade. A navegção veio aos poucos. Primeiro, um windsurf. Depois, pequenos veleiros, como laser, hobbie cat, etc. Por um tempo, se mudou para São Paulo e ficou um tempo longe do mar. Mas só foi voltar para o Rio retomar a paixão, ao lado de sua mulher.

                                                          O primeiro barco do casal foi uma lancha de 22 pés, no ano 2000. Em seguida, passou para uma 29, depois, para uma 36 pés… De pé em é, chegou na lancha atual, uma Schaefer 500, com três camarotes, com a qual costuma fazer travessias mais longas. “Além dessa 50 pés, tenho uma lancha de pesca de 24 pés, porque eu sou tão exigente como o Justus em relação ao barco. Tem de estar um brinco!”, disse, rindo

                                                          “Nós temos uma equipe pra cuidar do nosso bem, que não é só um bem. Você vê a empolgação do Justus, do Sheik… isso é amor! Não é material”, explicou le, que costuma aproveitar os momentos a bordo com a família numerosa. “Nós não temos filhos, mas a família é grande e, às vezes, tem que negociar quem vai e quem não vai”, contou relembrando os sobrinhos, que passaram a infância no barco, mar. “O pensamento marítimo, o amor pelo mar vai sendo cultivado à medida que você vai experimentando. E a gente vai perdendo aquilo que a gente chama de medo do mar e passa a entender que ele é maravilhoso, é uma forma de você estar em contato com a natureza, da forma mais tranquila e mais linda”, concluiu.

                                                          Que as pessoas que acompanham esta live possam perceber como esse mundo é maravilhoso

                                                          Ao fim da live, Ernani Paciornik não escondia sua euforia com depoimentos entusiasmados a favor da navegação, transmitidos por seus convidados ilustres. “O vídeo do Roberto Justus com sua filhinha a bordo de seu iate é o retrato perfeito da vida no mar. Reflete tudo o que um barco representa”. Traduzindo: tal qual Justos no comando de sua Azimut, as pessoas — ali na água, tomando banho de sol, cantando, com sorriso no rosto e muita vontade de se divertir — conseguem se desligar das preocupações do dia a dia.

                                                          “O que mais fascina as pessoas é simplesmente estar na água, um ambiente seguro, apaixonante. O mar é um refúgio, não tem vírus. Que as pessoas que acompanham esta live possam perceber como esse mundo é maravilhoso”, convidou o presidente do Grupo Náutica, cuja preocupação principal, atualmente, é contribuir para que o Brasil tenha a infraestrutura para todo mundo poder andar de barco.

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                                                            Tasmânia diminui restrições de navegação impostas para conter o Coronavírus

                                                            Por: Redação -

                                                            Nesta sexta-feira (5), a Tasmânia se juntou a outros estados e territórios australianos ao permitir viagens interestaduais e pernoite – um benefício para passeios de barco comercial e de lazer, afirma em comunicado a Australia’s Boating Industry Association (BIA).

                                                            O presidente da BIA, Darren Vaux, diz que a redução contínua das restrições da Covid-19 é uma boa notícia para a indústria e um reflexo dos esforços bem-sucedidos para conter o vírus.

                                                            As notícias da Tasmânia seguem movimentos de NSW, Queensland e Victoria na semana passada, que os uniram à Austrália do Sul, Austrália Ocidental e Território do Norte, permitindo que as pessoas viajassem em seu estado e passassem a noite.

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                                                            “O relaxamento combina com a capacidade de andar de barco de forma recreativa e, juntos, isso ajudará a acelerar a recuperação do setor de barcos, que compartilha muito terreno comum com o turismo”, afirma Vaux. “É por isso que a indústria incentiva os esforços dos governos estaduais nesse momento para promover viagens domésticas intra-estaduais; promover o acesso às nossas hidrovias para recreação”.

                                                            “A Austrália tem mais de 900 mil barcos registrados e um número incontável que não exige registro, como embarcações a remo e muitas embarcações pequenas”, acrescenta ele. ”A maioria deles pode ser transportada por reboque ou por carro e é usada por milhões de australianos para experimentar nossas águas”, relata Vaux.

                                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

                                                             

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