Acobar elege sua diretoria para o período 2020/2022

Por: Redação -
19/06/2020

Em assembleia realizada nesta quinta-feira, 18 de junho, a Associação de Construtores de Barcos (Acobar) elegeu sua diretoria para o período 2020/2022.

Interlocutor da indústria náutica do país, Eduardo Colunna foi reeleito para a presidência da entidade, tendo a seu lado novamente os vice-presidentes Paulo Thadeu, do estaleiro Real Powerboats, e Jorge Nasseh, da Barracuda.

Eduardo Colunna agradeceu a confiança em seu trabalho, fez um balanço das realizações de sua diretoria à frente da entidade nos últimos anos — entre outras ações, criou a CERTIFICAÇÃO ABNT/ACOBAR, a campanha VENHA NAVEGAR e o BROKER ACOBAR — e anunciou algumas metas a serem alcançadas no próximo biênio.

“Nessa nova etapa, vamos desenvolver ações para o melhor aproveitamento da infraestrutura náutica brasileira, ações para aumentar a base de consumidores por meio da campanha de incentivo ao primeiro barco (ou VENHA NAVEGAR); aperfeiçoar o projeto BROKER ACOBAR; e desenvolver ações para aprimorar o seguro náutico, além de dar continuidade aos trabalhos já em andamento — tais como atuar junto aos órgãos governamentais a fim de agilizar as demandas tributárias; brigar por um aumento substancial da linha de crédito para o setor; e fomentar a adesão dos associados ao Selo de Certificação ABNT/ACOBAR”.

Fundada há 44 anos, a Acobar reúne atualmente mais de 70 indústrias nacionais de diversas áreas: estaleiros, marinas, motorização, fornecedores de matérias primas, infraestrutura, empresas de mídia, fabricantes de implementos, lojas, prestadores de serviços e despachantes.

Uma das marcas de Eduardo Colunna à frente da entidade é a gestão participativa. Segundo ele, “valorizando o associado, atendendo as demandas setoriais dos associados em todas as esferas dos governos”.

A nova direção da ACOBAR ficou assim:

Presidente: Eduardo Colunna, do estaleiro Colunna Jet Boats;

Vice-presidente: Paulo Thadeu, do estaleiro Real Powerboats;

Vice-presidente; Jorge Nasseh, da Barracuda Advanced Composites

Diretor secretário: José A. Galizio Neto, do estaleiro Intech Boating;

Diretora tesoureira: Gabriela Lobato Marins, da BR Marinas;

Diretores:
José Maria Cechelero Jr., do estaleiro Triton Yachts
Marcio Ferreira, do estaleiro Fibrafort
Marcio Schaefer, do estaleiro Schaefer Yachts
Roberta Ramalho, do estaleiro Intermarine Yachts;
André Motta, do estaleiro Ventura Marine;
Ernani Paciornik, do Grupo 1 Infraestrutura

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    Azimut utilizará novo sistema de purificação de ar patenteado pela NASA a bordo

    Por: Redação -
    18/06/2020

    A Azimut Yachts da Itália introduzirá um sistema de ventilação mecânica marinha (MMVS) em muitos de seus novos iates. O sistema é baseado em uma patente da NASA e originalmente desenvolvido para uso em missões aeroespaciais para higienizar o ar a bordo. O primeiro iate equipado com o MMVS será o Magellano 25 Metri, que fará sua estréia no Festival de Cannes, em setembro.

     

    Produzido pela BCool Engineering, uma empresa italiana especializada na produção de produtos de conforto térmico e energia a bordo, o MMVS é um sistema centralizado dividido nos dois decks, garantindo uma troca completa de ar a cada hora. Portanto, o ar no interior do barco está sempre na temperatura escolhida, além de ser continuamente purificado pela higienização dos dutos, superfícies e componentes técnicos do ar-condicionado, como as serpentinas do ventilador.

     

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    Baseado na tecnologia PCO (Oxidação Fotocatalítica), o MMVS imita e reproduz o processo que ocorre na natureza, explorando a ação combinada dos raios produzidos por uma lâmpada UV especial e uma estrutura catalítica.

     

    Outras soluções que já utilizadas pela Azimut incluem desde estabilizadores giroscópicos, sistemas de manobras por joystick, propulsão IPS e sistemas integrados de controle e monitoramento até o ajuste automático de compensação.

     

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      Estaleiro cearense lança divisão de superiates e novas colaborações de design

      Por: Redação -

      Como parte do lançamento da divisão de superiates da empresa, a INACE divulgou detalhes de dois novos projetos de iates exploradores. As séries Explora e Aventura foram criadas em colaboração com os ​​estúdios HydroTec, Hot Lab, Guida Design e Fernando de Almeida Design.

      A empresa também confirmou que um modelo Explora 145 está sendo desenvolvido para um cliente recorrente. O projeto de 44,1 metros inclui um camarote principal no convés superior, um segundo no convés principal à proa, quatro camarotes de hóspedes no convés inferior e um grande convés aberto na popa. O modelo deverá ser equipado com motores Caterpillar C32 gêmeos. Projetada pela HydroTec, a série INACE Explora também está disponível nos modelos de 90, 127, 131 e 165 pés.

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      A série Aventura, disponível nos modelos 100, 125, 135 e 147 pés, foi projetada pelo Hot Lab. O design clássico para o iate compacto de três andares é marcado por linhas e espaços interiores e exteriores fluidos, incluindo um salão no convés superior e uma piscina.

      “INACE construiu mais de 660 embarcações desde que foi fundada em 1968. Entre esse vasto portfólio, construído para clientes globais exigentes, há 45 iates de longo alcance vendidos a clientes aventureiros em todo o mundo – a maioria deles ainda em operação hoje”, disse Flavio Constantino, diretor do INACE Superyachts. “Agora, INACE Superyachts aproveita a experiência estabelecida do estaleiro na construção de embarcações confiáveis, navegáveis ​​e de longo alcance para oferecer a próxima geração de iates exploradores de luxo, desenvolvidos em colaboração com empresas internacionais de design e arquitetos navais de classe mundial para atender às necessidades e desejos dos proprietários de hoje; especificamente, áreas de estar maiores e cascos mais eficientes”.

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        Estaleiro inglês apresenta segundo modelo da linha Superfly que deverá ser lançado em 2021

        Por: Redação -

        Após o lançamento do modelo X95, a Princess Yachts anunciou uma adição à sua linha Superfly: o novo X80, com lançamento previsto para 2021. Ecoando o conceito de design do X95, o X80 possui um “super flybridge” com amplo espaço ao ar livre. Seu skylounge no convés superior é acessível através de uma escada interna a partir do deck principal.

        “A arquitetura inovadora da classe X cria um segmento de produtos totalmente novo, pois a Princess continua a ultrapassar os limites do design de iates. O primeiro X95 acaba de concluir testes no mar e seu design revolucionário causou alvoroço. O feedback inicial deixa claro que temos um grande sucesso em nossas mãos. Trabalhamos nos últimos dois anos para envolver todas as qualidades exclusivas do X95 em um pacote mais compacto. O X80 é exatamente isso, mais um passo ousado para a Princess Yachts”, disse Antony Sheriff, presidente executivo da Princess Yachts.

        Parceiro de longa data da Princess Yachts, Olesinski firmou uma parceria com Pininfarina para criar o conceito de design do modelo, mantendo a linguagem de design clássica respeitada e reconhecida internacionalmente da marca.

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        O estaleiro do Reino Unido diz que, nos últimos anos, houve uma revolução silenciosa nos métodos usados ​​para projetar um casco Princess. O construtor afirma que, para o X80, essa abordagem levou à eficiência em toda a faixa de velocidade, garantindo os mais altos níveis de manutenção no mar e manuseio previsível. O X80 é equipado com dois motores MAN V12 1900.

        O X80 traz o exterior para dentro da embarcação através da maximização dos vidros que fluem por toda a extensão do convés principal, envolvendo o salão, a cozinha e a área de refeições à proa. O iate pode acomodar oito pessoas em quatro camarotes e três tripulantes com o layout padrão.

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          Conheça a história do casal que passou 11 anos construindo o veleiro em que irão morar

          Por: Redação -

          O dia 9 de maio de 2020 entrou para a história do casal Sérgio Danilas, 68 anos, e Maria Auxiliadora Villar Castanheira, 60 anos. A data marcou o início de uma nova vida para os ex-jogadores de vôlei pela Seleção Brasileira e atletas olímpicos. Foi neste dia que eles colocaram pela primeira vez o veleiro Ictus na água, no litoral de Santa Catarina.

          O Ictus não é um veleiro convencional. Ele foi construído a quatro mãos durante 11 anos. Tudo começou há cerca de 22 anos com um desejo de Sérgio, que sonhava com a vida de velejador.

          “Depois de alguns anos velejando eu tive a certeza de que queria ter meu próprio barco. Só que não dava para comprar porque os veleiros têm um custo muito alto, principalmente por conta da mão de obra. A solução foi fazer um”, conta Sérgio.

          E foi dentro de um galpão em Curitiba, há 11 anos, que Sérgio iniciou a obra com a ajuda de Dôra, na época, já haviam se aposentado dos jogos de vôlei e exerciam outras atividades profissionais. Nos primeiros anos da construção, Sérgio revezava entre o trabalho como químico e a construção do barco. A esposa Dôra conciliava as tarefas do barco com os trabalhos em um projeto social que exercia junto ao ex-técnico Bernardinho. Mas, nos últimos cinco anos, resolveram se dedicar exclusivamente ao veleiro, que foi concluído recentemente.

          “Quando o veleiro estava praticamente pronto, foi um alívio. Estava na hora de colocar o barco na água. Às vésperas de nossas aposentadorias avaliamos morar no barco e a Dôra abraçou essa ideia”, diz Sérgio.

          Conheça o veleiro Ictus

          O Ictus foi projetado por Roberto Barros. Ele tem 40 pés – 12,3 metros de comprimento – três camarotes, dois banheiros, sala, cozinha e espaço externo para refeição e lazer. O veleiro é feito de sanduíche de fibra de vidro – duas camadas de fibra de vidro e o interior com uma chapa de polipropileno em forma de colmeia.

          Outra característica é que o veleiro possui motor elétrico, e não motor a diesel. O sistema híbrido, com bateria e gerador, move o motor, além de garantir energia elétrica para outros utensílios do barco como micro-ondas, aquecedor de água, fogão e forno elétrico.

          “Procuramos fazer um barco o mais confortável possível para morar. Ele tem o conforto de uma casa, mas não o espaço de uma casa, porque aqui é tudo apertadinho. Também não é um barco luxuoso, pois foi feito por amadores, a mão, mas a nossa preocupação sempre foi em ser um veleiro seguro, confiável, confortável e ter tudo o que precisamos para viver nele”, diz Sérgio.

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            Competição virtual de vela tem seus primeiros classificados para Star Sailors League do circuito

            Por: Redação -

            Com a definição da terceira etapa do Virtual Skipper Cup Brasil, três velejadores virtuais se classificaram para a Star Sailors League do circuito que acontecerá em dezembro com os dez melhores velejadores da temporada do evento de game virtual online de vela de oceano que tem mais de 330 mil jogadores cadastrados.

            Destaque para Samuel Solano, que conquistou não só a segunda etapa em maio, mas venceu a terceira no começo de junho indo para a liderança do ranking. Samuel é paulista de São Sebastião, instrutor da Escola de Vela Lars Grael, em Ilhabela, e terceiro do ranking mundial na categoria Team Race do Virtual Skipper.

            “Foi muito legal essa edição do III Virtual Skipper Cup Brasil, pois desenvolvemos duas clínicas de treinamento para elevar o nível da flotilha, e isso surtiu efeito no curto prazo, pois as regatas foram mais disputas e a prova mais disso foi a regata da medalha, onde fui sétimo em um fleet muito difícil.

            O que me garantiu o segundo título foi a consistência durante a competição”, comemorou Solano que celebrou a vaga na Sailors League: “É legal e fico lisonjeado em conquistar essa presença evento que vai ocorrer no fim do ano”.

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            Além dele, os comandantes Paulo Sérgio Costa, de João Pessoa (PB), e Regis Silva, natural de Londrina (PR), mas que vive em Porto Alegre (RS), garantiram a vaga no evento de fim de ano. Paulo venceu duas das três baterias do penúltimo dia e rumou para o segundo lugar na 3ª edição do circuito: “Foi bastante difícil. Comecei mal o evento, com colocações medianas, e o resto das regatas foram de superação. Tentando errar o menos possível. Fui subindo na súmula e cheguei para a medal race em segundo, porém com pelo menos seis velejadores na disputa. Na medal race, qualquer um dos 10 poderia ganhar, então foi uma excelente disputa para todos. Consegui chegar em segundo, o que me confirmou como vice-campeão da etapa e classificado para a Sailors League. No meio de tantos feras, foi uma honra. Por isso, espero ansioso para participar desse evento no final do ano,” disse o velejador de 53 anos que começou no mar em 1979 e veleja com o Hobie 16. Ele soma seis títulos brasileiros e 16 do Norte/Nordeste e disputa regatas de oceano.

            Regis Silva foi o vencedor da 1ª etapa e sempre esteve entre os seis nas demais . Ele faz parte do clube Veleiros do Sul, na capital gaúcha, com o barco Delirium. No Virtual Skipper já havia disputado o game entre 2010 e 2013 e reinstalou por conta da pandemia do coronavírus.

            “Recebi um convite do Francisco Freitas para participar do I Virtual Skipper Cup Brasil, onde tive a grata surpresa de me tornar o campeão dessa primeira edição, não venci uma regata da série, porém consegui manter uma regularidade de bons resultados. Foi uma surpresa, pois faziam alguns anos que não velejava virtualmente, e corri contra grandes velejadores tanto virtuais como reais, como: Nando Cavalli, Samuel Solano, Luiz  Sokolnik, Felipe Rondina, Pedro Trouche, entre outros”, disse. “Neste campeonato acabei na sexta colocação e confesso que esta medal rece ficou marcada pela competitividade com que ocorreu, mas acima de tudo o respeito entre os velejadores”.

            O III Virtual Skipper Cup Brasil contou com 48 velejadores de todo o Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e Suécia. A quarta edição está confirmada para começar na próxima semana, a partir de segunda-feira, dia 22 e irá até o dia 2 de julho com inscrições feitas pelo site. A competição terá um Medal Race com os 12 melhores ao longo das disputas anteriores.

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              Tethys Yachts anuncia toda a sua linha de lanchas com novo opcional de motorização de popa

              17/06/2020

              A Tethys Yachts conta, a partir de agora, com toda a sua linha de lanchas de 31 a 41 pés disponível, também, com motorização de popa.

              O estaleiro gaúcho, que tem cinco modelos em seu portfólio (Tethys 31 Targa, 37 Sport Coupé, 37 HT, 41 Targa e 41 HT), tem como objetivo trazer cada vez mais opções para todos os clientes, diversificar, além de acompanhar a tendência do mercado brasileiro e atender, também, ao mercado internacional.

              Os opcionais vão de dois motores de 350 hp a quatro de 400 hp nas lanchas de 41 pés; de dois a três de 350 hp na Tethys 37; e de dois de 250 a 300 hp no modelo de 31 pés. Os modelos já estão disponíveis para encomenda.

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                Intermarine estende garantia de fábrica até o fim do verão 2021

                O estaleiro paulista Intermarine, com instalações em Osasco, anunciou a garantia estendida para os clientes da marca, em virtude da pandemia do coronavírus. No anúncio da novidade, a empresa diz que está “antecipando as necessidades dos clientes e oferecendo maior comodidade a bordo durante o próximo verão”.

                A garantia estendida Intermarine faz parte de algumas medidas tomadas pelo estaleiro para continuar atendendo seus clientes de forma eficiente e ficará vigente até o fim do verão de 2021, mais precisamente o dia 20 de março do ano que vem. “Assim, daremos cobertura aos nossos clientes durante todo o verão e carnaval”, relata Augusto Vieira, gerente de marketing do estaleiro.

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                Todos os clientes que estão com a garantia vigente geral de um ano, atrelada à revisão preventiva (a ser agendada com cada um deles), contarão com o benefício a partir deste mês de junho. “Experiência está no centro de tudo que a Intermarine proporciona”, finaliza a empresa.

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                  Bahamas reabre para embarcações particulares. A reabertura completa está marcada para 1º de julho

                  Por: Redação -

                  Na segunda-feira desta semana, dia 15, as Bahamas reabriram para embarcações particulares. A reabertura completa das ilhas, incluindo turistas internacionais, está marcada para 1º de julho.

                  Regras rígidas estarão em vigor para todos os visitantes das ilhas, incluindo verificações de temperatura nos aeroportos e marinas, e é obrigatório máscaras ao passar por canais oficiais e ao sair dos aeroportos. A capacidade do táxi foi reduzida em 50% e nenhum passageiro é permitido nos assentos dianteiros.

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                  Nas marinas, as regras de distanciamento social serão aplicadas e os funcionários do hotel estarão sujeitos a verificações regulares de temperatura e distribuirão desinfetante para as mãos e lenços desinfetantes para os hóspedes. Até o momento, apenas a Southwest Airlines e a American Airlines estão retomando os vôos para as Bahamas.

                  A situação em outros locais do Caribe é que as Ilhas Virgens Americanas, Santa Lúcia e Antígua já estão abertas, as Bermudas devem abrir em 1º de julho e a Jamaica em 15 de julho, seguidas pelos Turks e Caicos em 22 de julho. Cuba deve reabrir em agosto.

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                    Ministério do Turismo cria selo para empreendimentos que adotarem boas práticas de prevenção à Covid-19

                    O Ministério do Turismo está promovendo o programa Turismo Responsável, que tem como objetivo amenizar os impactos da pandemia e preparar todo o setor para uma retomada gradual das atividades. Por isso, o ministério criou um selo para aqueles empreendimentos que adotarem boas práticas de higienização e de prevenção à Covid-19. A ideia é distribuir este selo em diversos segmentos de mercado. De acordo com o governo, “o selo é um incentivo para que os consumidores se sintam seguros ao viajar e frequentar locais que cumpram protocolos específicos para a prevenção da Covid-19, posicionando o Brasil como um destino protegido e responsável”. Para ter acesso, as empresas e guias de turismo precisam estar devidamente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur).

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                    Fazem parte dos segmentos que podem ter a obtenção do selo: marinas e empreendimentos de apoio ao turismo náutico ou à pesca desportiva; meios de hospedagem; agências de turismo; transportadoras turísticas; organizadores de eventos; parques temáticos; acampamentos turísticos; restaurantes, cafeterias, bares e similares; centros ou locais destinados a convenções, feiras ou exposições; parques temáticos aquáticos e empreendimentos dotados de equipamento de entretenimento e lazer; casas de espetáculos e equipamentos de animação turística; organizadores, promotores e prestadores de serviços de infraestrutura, locação de equipamentos e montadoras de feiras; locadoras de veículos para turistas; prestadores de serviço especializado na realização de diversas modalidades do segmento turístico; e guias de turismo.

                    Para se cadastrar, basta acessar o site do Selo Responsável, clicar em “faça sua adesão”, preencher os dados solicitados, fazer download do selo para impressão e colá-lo em um local de fácil visibilidade no estabelecimento. Mais informações podem ser acessadas no site do governo.

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                      Franceses confirmam regata de vela oceânica em solitário para julho

                      Por: Redação -

                      Está confirmada a regata Vendée-Arctique-Les Sables d’Olonne, última chance de classificação para a Vendée Globe. A prova de vela oceânica em solitário a bordo de IMOCAs começa em 4 de julho, na França. A organização confirmou o curso triangular (ver imagem abaixo) para 22 capitães da classe dos 60 pés (18,28m).

                      A Vendée – Arctique – Les Sables d’Olonne terá um percurso de 3 600 milhas náuticas (cerca de 6 600 km). A regata esteve a ponto de ser cancelada, mas o comunicado oficial diz que a Classe IMOCA “ouviu as vozes de seus capitães, seus parceiros e equipes”. A ideia foi garantir a prova o mais cedo possível no ano.

                      ”As equipes da classe IMOCA conseguiram uma grande façanha ao garantir a realização da regata”, disse Antoine Mermod, Presidente da Classe IMOCA. ”A prova estava longe de ter um acordo após dois meses de confinamento”.

                      A Vendée-Arctique-Les Sables d’Olonne está substituindo a Nova York-Vendée-Les Sables d’Olonne por causa da COVID-19. A prova estava inicialmente prevista para 16 de junho. Os competidores devem cobrir um circuito em loop até a borda do Círculo Polar Ártico e ao sudoeste dos Açores, com a região francesa de Vendée e a cidade de Les Sables d’Olonne recebendo o início e o final.

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                        A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), alertou nesta terça-feira (16) que a faixa litorânea dos estados do Ceará, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e Maranhão, poderá ser atingida por ventos de até 60 quilômetros por hora.

                        Conforme o alerta, o fenômeno, que deve ocorrer entre a noite desta terça (16) e a manhã de sexta-feira (19), é causado pela intensificação de um sistema de alta pressão.

                        Segundo a Marinha, os ventos associados aos sistemas meteorológicos também poderão provocar agitação marítima, com ondas de até quatro metros de altura entre a Bahia, ao norte de Caravelas, além de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e do Rio Grande do Norte, ao Sul de Natal.

                        Também existem condições favoráveis, de acordo com a Marinha, para a ocorrência de ressaca com ondas de até três metros de altura, na faixa litorânea dos estados da Bahia, ao norte de Porto Seguro, em Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e do Rio Grande do Norte, até o sul de Natal.

                        Devido à instabilidade causada pelo fenômeno, em nota, a Capitania dos Portos do Ceará recomenda que as embarcações de pequeno porte evitem navegar nestas áreas. Já as demais embarcações devem redobrar a atenção quanto ao material de salvatagem, entre outros equipamentos.

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                          Cerca de 5 toneladas de lixo são retiradas do fundo do mar em Arraial do Cabo

                          Por: Redação -
                          16/06/2020

                          Uma ação ambiental promovida em Arraial do Cabo, Região dos Lagos do Rio de Janeiro, retirou cerca de 5 toneladas de lixo do fundo do mar. Realizada por mergulhadores de operadoras credenciadas da cidade, com a ajuda de guias de trilhas e de passeios de barco, o trabalho aconteceu em celebração da semana do meio ambiente, comemorado em 5 de junho.

                          Com as atividades de turismo paralisadas devido à Covid-19, eles tiveram que se adaptar aos protocolos de segurança para promoverem a limpeza este ano. A limpeza foi feita na Praia do Pontal, no cais de embarque da cidade e na Praia Grande. A intenção, segundo o grupo, é que outros pontos da cidade recebam a limpeza, que teve autorização da Prefeitura e dos órgãos municipais, ao longo dos próximos dias.

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                            No dia internacional da tartaruga marinha, conheça um pouco mais sobre esta espécie

                            Com colaboração de Paula Vianna

                            Em 16 de junho comemora-se o Dia Internacional da Tartaruga Marinha, data de
                            nascimento de Archie Carr, pioneiro americano que dedicou toda a sua carreira à pesquisa e conservação das tartarugas marinhas.

                            A trajetória de vida da tartaruga marinha não é fácil. A cada 1000 ovos colocados por uma tartaruga em fase de reprodução, 800 chocam. Das 800 tartaruguinhas que nascem, apenas 400 chegam ao mar, já que encontram obstáculos diversos no caminho ou são comidas por caranguejos, aves e outros animais. As que chegam ao mar trocam um conjunto de perigos por outro: podem ser comidas por golfinhos, tubarões, uma variedade de peixes e até aves marinhas, já que precisam subir para a superfície para respirar.

                            Se ainda estiverem vivas após os primeiros dias, as tartarugas marinhas nadam longas distâncias em busca de um flutuante, preferencialmente feito de algas, onde possam passar os próximos meses, buscando sobreviver a condições extremas de tempo e correnteza. Nesse ponto, cerca de metade das tartarugas que chegaram ao mar no primeiro dia de vida já morreu, ou seja, sobram 200 das 1000 originais.

                            Com o passar dos anos, as sobreviventes ganham peso e aumentam consideravelmente de tamanho, ultrapassando um metro em uma década, dependendo da espécie. Com o ganho de tamanho diminuem-se os predadores, restando apenas as espécies maiores de tubarões. Será? A vida da tartaruga marinha já seria difícil não fosse a intervenção do homem. Com a ocupação das praias, as redes de pesca, a caça predatória, a poluição dos mares por plástico e por agentes químicos, incluindo o óleo, entre outros fatores, agora as chances de sobrevivência caem ainda mais. Após duas décadas, dos 1000 ovos restam apenas uma ou duas tartarugas marinhas, que atingem a maturidade e voltam à praia onde nasceram para colocar seus próprios ovos. Esta pressão adicional causada pelo homem empurrou as sete espécies de tartarugas marinhas no mundo para a condição de vulneráveis, ameaçadas ou criticamente ameaçadas de extinção.

                            No Brasil

                            As cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil estão ameaçadas de extinção, segundo critérios das listas brasileira e mundial de espécies ameaçadas. Das cinco, quatro desovam no litoral e, por estarem mais expostas, são as mais ameaçadas: cabeçuda (Caretta caretta), de pente (Eretmochelys imbricata), oliva (Lepidochelys olivacea) e de couro (Dermochelys coriacea). A tartaruga verde (Chelonia mydas) está menos exposta, pois desova principalmente nas ilhas oceânicas (Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Trindade), onde a ação predatória do homem é mais controlada, o que contribui para a estabilidade da sua população.

                            Caça às tartarugas

                            Aqui, uma “caça” diferente. A fotógrafa subaquática Paula Vianna vive à procura de espécimes que enfrentaram tudo isso e perseveraram. Jornalista e publicitária, a brasileira se apaixonou pela fotografia subaquática há quatro anos e, agora, a atividade vem lhe rendendo prêmios internacionais. Recentemente, foi agraciada com o 1 o lugar na categoria Foto Sub no 35 Awards 2020 e também venceu na categoria Comportamento Animal no Ocean Art 2019.

                            “Mergulhar traz uma sensação de paz e relaxamento que só quem experimenta pode entender. E em nenhum outro ambiente é possível chegar tão perto da vida selvagem!”, diz a mergulhadora e fotógrafa. Paula trabalha atualmente na operadora Búzios Divers, em Búzios/RJ, onde faz fotos de mergulhadores e batismos de mergulho na ilha de Âncora, considerada um santuário das tartarugas marinhas. Habitam as águas rasas da ilha tartarugas verdes e de pente, onde alimentam-se de algas, esponjas e águas-vivas. Também é possível avistar uma ocasional tartaruga-de-couro no percurso até a ilha, já que esta espécie habita águas profundas. “As tartarugas marinhas de Âncora aceitam os humanos em sua casa. Elas deixam os mergulhadores chegarem bem perto, pois sabem que não apresentamos ameaça. Mas infelizmente vejo cada vez mais lixo plástico chegar à ilha e temo pela vida delas. Paro de fotografar para catar lixo…”, relata.

                            O trabalho ao qual a fotógrafa vem se dedicando colabora para a preservação da espécie ao mostrar toda a riqueza de seu habitat, além da beleza desses seres tão longevos e especiais. “Eu acho que levar as pessoas para ver de perto as tartarugas marinhas é um ato de conservação ambiental, pois a gente só preserva o que conhece e ama…”, observa Paula.

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                              Estaleiro italiano lança superiate inspirado nas formas da natureza e das ondas do oceano. Conheça

                              Por: Redação -

                              O estaleiro italiano Rossinavi lançou seu mais recente superiate a motor de 52 metros, Florentia, em uma cerimônia privada realizada em suas instalações em Pisa. O superiate apresenta design exterior do escritório de arquitetura Studio Vafiadis, com sede em Roma, e interiores das pranchetas do designer italiano Carlo Colombo, juntamente com seu estúdio de design A ++.

                              “Florentia é o exemplo mais representativo de um superiate totalmente feito na Itália. Este é um barco totalmente projetado e construído em torno do proprietário e de suas necessidades. Fomos desafiados com o resumo difícil de criar uma joia atemporal em que recursos e formas clássicas encontram detalhes modernos”, disse Stefano Vafiadis, do Studio Vafiadis.

                              Construído com um casco de aço de deslocamento total e uma superestrutura de alumínio, o Florentia usa materiais duráveis ​​e design funcional que se fundem à silhueta do iate para criar um espaço confortável e elegante.

                              “Um iate caracterizado por linhas românticas para uma elegância atemporal que apresenta interiores refinados e espaços generosos. Florentia é uma embarcação em que funcionalidade e eficiência são uma prova de estilo”, comentou Federico Rossi, diretor de operações da Rossinavi.

                              O design de interiores visa criar um fluxo fácil de movimento dentro do modelo para a tripulação e os hóspedes. Os espaços no interior de Florentia são distribuídos de forma a maximizar o uso do espaço e refletir as formas e os materiais utilizados no saguão, que é um ponto focal do design.

                              “O design de interiores da Florentia é inspirado nas formas da natureza e das ondas do oceano combinadas com a tecnologia e a pesquisa contínua da funcionalidade do design. As linhas suaves do estilo arquitetônico do barco permeiam o espaço, complementando cores neutras e materiais preciosos, contribuindo para um iate exclusivo e refinado para uma experiência pacífica e relaxante”, disse Carlo Colombo.

                              O convés principal permite que seus convidados acessem o salão e a sala de jantar, divididos por um gabinete estrutural personalizado. A sala principal fica na popa, com sofás que se estendem até o centro e uma mesa de jantar na proa. O andar superior está equipado para funcionar como uma área de entretenimento que pode se transformar em cinema através de um projetor que aparece no teto. Esta área é completada com um sofá voltado para a área do bar, tornando-o ideal para os hóspedes relaxarem.

                              Florentia acomoda até 12 pessoas a bordo. A suíte do proprietário está localizada no convés principal e possui uma varanda privativa. O camarote VIP se abre para o convés e também possui uma varanda privativa e fácil acesso à jacuzzi na popa. Os outros camarotes duplos estão localizados no convés inferior. O superiate é alimentado por motores Caterpillar Inc 3512E DITA-SCAC.

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                                Por: Redação -

                                Velejadores ficam mais atentos a eles pela relevância na navegação a vela, mas seja em um veleiro ou em uma lancha, os cabos têm papel fundamental. E conhecer um pouco mais sobre eles é sempre bom. Até porque a escolha do cabo correto vai além da simples espessura e capacidade de carga, como se costuma supor. Materiais, elasticidade, resistência aos raios UV, flutuabilidade e segurança no manuseio estão entre os pontos que devem ser levados em conta. Como mostram estas sete perguntas mais frequentes sobre cabos náuticos:

                                1. O que mais importa na escolha: o diâmetro e a carga que ele suporta?

                                Não. Estes dois dados são importantes, mas é bom estar atento a outros, como a elasticidade e o alongamento do cabo, o tipo de construção dele (se torcido, trançado, trançado duplo ou de alma paralela), a resistência à abrasão, a flutuabilidade, a resistência aos raios solares e, ainda, o revestimento da sua capa. Este último item é especialmente importante para evitar aquecimento excessivo em caso de atrito. E isso pouca gente leva em conta.

                                2. Cabos pré-estirados são a melhor escolha?

                                Não necessariamente. Eles são mais usados em veleiros, para escotas e adriças, porque se alongam pouco sob efeitos das forças geradas pelos ventos. Isto é importante para manter as regulagens das velas, mesmo com os ventos variando de intensidade. Mas, para outras aplicações, como nas lanchas, cabos com boa elasticidade, além de mais baratos, são uma melhor opção.

                                3. É melhor um cabo que flutue ou que afunde?

                                Depende do uso. Se for para puxar um esquiador ou para uma boia de salvamento, ele deve flutuar. Assim, facilita sua visualização e ainda evita que se enrosque no eixo do hélice do motor. Os melhores, para isso, são os cabos de polipropileno, do tipo retinida. Já para a amarra de âncora, um cabo de material mais denso, que não flutue, ajuda no fundeio do barco.

                                quanto maior o comprimento da amarra, menor será a carga nos cunhos do barco

                                4. Um cabo do mesmo material e o dobro do diâmetro, aguenta o dobro de carga?

                                Bem mais do que isso! A capacidade de carga de um cabo varia com o quadrado da variação do seu diâmetro. Ou seja, mudar de um cabo de 8 mm de diâmetro para outro de 16 mm, do mesmo tipo e material, faz a sua capacidade de carga aumentar cerca de quatro vezes.

                                5. Qualquer cabo serve para amarras e espias?

                                Não. Além de suportar a carga, os melhores cabos para uma amarra ou espia são os de poliamida e torcidos, em vez dos trançados, que são menos elásticos. O mais importante é diminuir a força exercida sobre eles, gerada pelo impacto do movimento do barco nas ondulações. Neste caso, quanto mais elástico, mais “absorve” o impacto. Um cabo duas vezes mais elástico faz a força sobre os cunhos diminuir em 30%.

                                6. Por que se recomenda soltar mais amarra quando se fundeia em mar agitado?

                                Além de ajudar o ferro a unhar, quanto maior o comprimento da amarra, mais ela vai se alongar e, assim, absorver melhor os impactos das ondas. Aumentar em 50% o comprimento da amarra faz a carga gerada pelos impactos cair mais de 20%.

                                7. Quais os melhores materiais para um cabo?

                                Os mais usados são o poliestireno, a poliamida, o polipropileno, a aramida e o HMPE, sigla de “High Modulus Polyethylene”, ou uma combinação entre eles. A carga máxima e a sua elasticidade variam bastante. As amarras são, em geral, de poliamida, que, além da alta densidade (afundam, por exemplo), têm boa elasticidade e média resistência ao sol. Já o polipropileno é leve, flutua, mas se estraga rápido sob o sol.

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                                  Por: Redação -

                                  Após o relaxamento das medidas de bloqueio na Inglaterra, mais esclarecimentos foram divulgados pelo governo do Reino Unido, detalhando que as empresas de aluguel de barco ou fretamento autônomo podem operar novamente diariamente.

                                  Um comunicado divulgado pela British Marine diz que, agora, o público pode alugar um barco por um dia com pessoas de sua própria casa. As empresas precisarão de medidas apropriadas de distanciamento social, inclusive durante a entrega de barcos. Os barcos devem ser limpos entre um locatário e outro.

                                  O aluguel de barcos com capitão continuam impossibilitados de operar e pernoites também não são permitidos. Os operadores de barcos turísticos e de viagem também devem permanecer fechados.

                                  Como parte do trabalho da British Marine com relação à Covid-19 para ajudar seus membros e a indústria a voltar aos negócios, foi publicado um documento de orientação para operações de aluguel de barcos. O guia pode ser usado como um auxílio para que as empresas se tornem seguras para não promover a disseminação do coronavírus.

                                  As orientações governamentais publicadas podem ser lidas na íntegra aqui.

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                                    Marinha monitora local de afundamento do navio mercante Stellar Banner

                                    Por: Redação -

                                    A Marinha do Brasil informou o monitoramento do local de afundamento do navio mercante Stella Banner, que afundou na última sexta-feira (12), conforme o Plano de Alijamento, aprovado pela Autoridade Marítima com anuência da Autoridade Ambiental. O acompanhamento foi feito através do Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi”, da MB, e do OSRV (Oil Spill Response Vessel) Água Marinha.

                                    De acordo com a Marinha, eles permaneceram no local até esta segunda-feira (15), quando completaram 72h de acompanhamento, a fim de verificar possíveis objetos que por ventura se soltassem do navio e manchas de óleo na cena de ação.

                                    Além disso, a aeronave Poseidon, contratada pelo IBAMA, realizou voos diários de monitoramento na área do afundamento, onde não foram encontradas manchas de óleo. Ela permanecerá realizando buscas nos próximos dias.

                                    A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos do Maranhão, instaurou, logo após o incidente, um inquérito para apurar as causas e responsabilidades sobre o fato à navegação com prazo estimado de 90 dias para ser finalizado, sendo possível a prorrogação. Quando concluído, será remetido ao Tribunal Marítimo.

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                                      Primeiro museu subaquático do hemisfério sul é inaugurado na Grande Barreira de Corais, na Austrália

                                      Por: Redação -
                                      15/06/2020

                                      O Museu de Arte Subaquática (MOUA), na Grande Barreira de Corais da Austrália, nas águas da costa de Townville, em Queensland, foi oficialmente inaugurado. As peças são obra do escultor e ambientalista Jason DeCaires Taylor, que pretende com este trabalho lançar o debate público sobre as políticas ambientais, sobre os riscos do aumento gradual da temperatura da água nos oceanos, a poluição e a ameaça aos ecossistemas, destacando uma das maiores maravilhas naturais do mundo: a grande barreira de corais.

                                      A inauguração estava prevista para abril deste ano, mas a crise causada pela pandemia do coronavírus atrasou a sua abertura oficial. Este é o primeiro e único museu subaquático do Hemisfério Sul. Na vizinha Espanha, pode-se encontrar um museu com essas características em Lanzarote, com obras de Jason Decaires Taylor, que se tornou um verdadeiro especialista na matéria. O artista tem outros trabalhos subaquáticos em Cancun (México).

                                      A única peça vísivel será a “Ocean Siren”, uma escultura movida a energia solar de uma jovem indígena que muda de cor como um sinal de alerta para o aquecimento global, usando dados sobre a temperatura da água provenientes do Instituto Australiano de Ciências Marinhas, alertando simultaneamente os navios e mergulhadores sobre a presença daquele museu. Sob as águas estão as obras de arte, um conjunto de vinte esculturas que se encherão de corais ao longo do tempo para atrair nova vida marinha à grande barreira.

                                      “O nosso objetivo é criar uma atração de arte global que conte as histórias da terra, das pessoas e do meio ambiente e que ofereça um benefício significativo para a economia local”, diz a página do museu.

                                       

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                                        Ele não é brasileiro, mas é como se fosse. Nascido em Angola, e formado no Brasil, o projetista Luiz de Basto tornou-se uma das figuras mais importantes da construção náutica nacional.

                                         

                                        De suas pranchetas saíram algumas das mais belas embarcações da Intermarine Yachts, por exemplo. O sucesso permitiu que abrisse escritório (o DeBasto Design & Co) em Miami, nos EUA, a partir do qual passou a assinar elogiados projetos de iates de luxo para o mercado mundial.

                                         

                                        O mais recente deles é este aqui, o Nautilus, de 62 metros de comprimento (203 pés), feito sob encomenda do estaleiro turco Turquoise Yachts.


                                        Classificado como “yacht explorer”, o Nautilus foi projetado para navegar em qualquer lugar do mundo. Para isso, oferece as acomodações interiores surpreendentes, conjugadas a um layout extremamente funcional.

                                         

                                        A proa, por exemplo, tem uma área de 13,4 metros (equivalente a 43 pés) exclusivamente reservada para abrigar um barco do tipo tender (que leva passageiros até a praia em portos onde o iate não consegue atracar) de 12 metros (39 pés).

                                         

                                        A vocação exploradora do iate está patente na sua superestrutura, que conta com dois guindastes com capacidade para 10 000 kg cada um, capaz de lanças e içar um submarino com total segurança.


                                        Ainda dentro de seu DNA explorador, o iate tem um convés que pode ser transformado em heliporto, mediante um simples toque de botão.

                                         

                                        Mas, todas as comparações com um barco explorador param por aí. O Nautilus tem cinema, uma piscina na popa do convés principal, beach club no inferior, academia, sauna e banheira de hidromassagem no convés superior.

                                         

                                        A suíte do proprietário fica no convés superior e conta com dois terraços com uma sensacional vista para o mar.


                                        O Nautilus acomoda ainda 10 pessoas em cinco suítes e camarotes. E para atender aos convidados, a tripulação terá em sete camarotes duplos, incluindo as acomodações do capitão.

                                         

                                        O nome Nautilus, claro, é em homenagem ao submarino do Capitão Nemo em 20 Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne, um dos pais da ficção científica.

                                         

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                                          Em nota divulgada na manhã deste domingo (14), a Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), alertou para agitação marítima com ondas, em alto-mar, entre 3,0 e 3,5 metros de altura.

                                          A previsão vale entre os estados do Rio de Janeiro, ao norte de Arraial do Cabo, do Espírito Santo, e da Bahia, ao sul de Caravelas, entre a manhã desta segunda-feira (15) e a noite de terça-feira (16).

                                          O mar agitado é consequência da passagem de um sistema frontal pelo Sul e Sudeste do Brasil. A Marinha do Brasil alerta aos navegantes que consultem essas informações antes de se dirigirem ao mar.

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                                            O governo da Nova Zelândia anunciou, na última sexta-feira (12), algumas mudanças importantes nas restrições de fronteiras do país. “Aprecio o Ministro do Desenvolvimento Econômico Hon Phil Twyford e o Ministro da Imigração Hon Iain Lees-Galloway nos ouvindo e compreendendo o ganho econômico significativo para a indústria marítima da Nova Zelândia e para o país como um todo, de navios comerciais e superiates permitidos a visitar a Nova Zelândia para fins de manutenção e reforma”, diz Peter Busfield, diretor executivo da NZ Marine.

                                            Uma nova exceção marítima permitirá a entrada de quem chega à fronteira. As principais necessidades incluem embarcações a serem entregues para reforma e reparo, respondendo a situações humanitárias e de emergência, mudanças de tripulação, descarga de capturas ou reabastecimento.

                                            A maioria das viagens marítimas para a Nova Zelândia leva mais de 14 dias, para que a tripulação e outras pessoas se isolem durante o percurso e não afetem a capacidade de quarentena da Nova Zelândia. Todos os navios que chegam ainda serão monitorados e as medidas de saúde pública ainda poderão ser necessárias – por exemplo, se a viagem for mais curta ou se houver doença a bordo. Esta exceção não se aplica a navios de cruzeiro, que permanecem proibidos de entrar no território da Nova Zelândia, ou a pessoas que viajam a lazer.

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                                              Herança do Império Romano, os aquedutos muitas vezes tinham também função de pontes e, como tais, ainda hoje podem ser vistos em alguns países da Europa, como Alemanha, França, Suécia e, especialmente, Holanda. Alguns, chamam atenção por serem navegáveis.

                                              Como esse aqui, o Pon du Sart, na Bélgica, é um dos mais bonitos e imponentes do mundo. Tem 498 metros de comprimento por 46 metros de largura e permite a navegação de barcos de grande porte, apesar de seus mais de 70 metros de altura.

                                              O trânsito anual é de mais de 4 mil embarcações. Mas ele não é o mais alto: esse recorde pertence ao aqueduto de Pontcysyllte, no Reino Unido.

                                              Durante séculos, o povo belga queria uma via navegável interior para conectar os rios Meuse e o Scheldt. No entanto, a diferença de altura de cerca de 96 metros entre os dois rios exigiria até 32 bloqueios, o que não era viável.

                                              Em 1879, o Ministério das Obras Públicas adotou uma proposta de Edwin Clark, que usava elevadores de barco (travelift). O primeiro travelift foi inaugurado em 1888. Nos anos seguinte, foram construídos outros três.

                                              O Pon du Sart foi aberto em setembro de 2002, acessível a embarcações de até 1350 toneladas. Seu elevador Strépy-Thieu é tido como uma obra de arte, vencendo um desnível de 73,15 metros. Os romanos morreriam de inveja.

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                                                Se carros esportivos são de virar a cabeça, imagina quando eles podem ir para água, como essa máquina aqui? Criação do estaleiro holandês AutoBoot, a Audi A4 Cabrio é uma lancha de quase 24 pés (7,2 metros) feita à partir do cockpit e partes da carroceria do Audi A4 Cabriolet, o conversível de quatro lugares que traduz a mais pura esportividade.

                                                Como no carro que serviu de modelo, a capota é automática. O volante, com ajuste de altura, também é o mesmo do Audi A4, assim como o design externo, que reproduz as linhas do esportivo nas laterais e na traseira. O painel de instrumentos também é o mesmo do automóvel, mas os mostradores, no centro do painel, são próprios de barco.

                                                A ideia é fazer um passeio de lancha como se estivesse dirigindo seu carro. Paixões não medem limites

                                                No piso, porém, tem teca no lugar dos tapetes. Os assentos de couro originais foram substituídos tecidos marinhos apropriados. O casco é de alumínio. E não há pedais, claro. Além disso, o motor não tem conexão com o do automóvel esportivo. Para acelerar essa lancha, o estaleiro instalou um motor de popa Honda de apenas 150 hp, com a qual a lancha desliza na água a 35 nós. Se a moda pega…

                                                 

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                                                  12/06/2020

                                                  Ghost, ou fantasma, em inglês, é o sugestivo nome de um projeto da BRP (fabricante dos jets Sea-Doo) para conquistar espaço no mercado de barcos em que vem investindo nos últimos dois anos com a aquisição de três marcas de barcos de alumínio: as americanas Aluma Craft e Manitou e a australiana Quintrex.

                                                  O objetivo desse projeto é tornar o motor de popa invisível e, ao mesmo tempo, oferecer mais espaço na plataforma de popa das embarcações de recreio. Afinal, é nela que as pessoas preferem ficar quando o barco está parado, em contato com a água, pescando, tomando sol ou entrando e saindo da embarcação para um mergulho.

                                                  Com o barco em movimento, todos querem ir para a proa. Quando para, acontece o contrário: todos vão para a popa, porque é ali que o barco, na maioria das vezes, é mais espaçoso e mais gostoso.

                                                  É para evitar perda de espaço nessa área que a BRP criou o Projeto Ghost. “A ideia é desobstruir essa área do convés, deslocando o motor para baixo da plataforma de popa, onde ficará fora de vista”, conta Henrique Rosa, gerente de marketing da BRP para a América Latina. “Assim, o visual fica muito mais bonito, aproveita-se melhor o espaço para o lazer e a experiência a bordo se torna ainda melhor”, acredita.

                                                  Outro propósito da empresa, como ele diz, “é aumentar o foco e os investimentos em novas tecnologias, oferecendo ao mercado algo diferente e inovador”. Henrique esclarece, porém que esse projeto não tem data ou garantia de que será introduzido no Brasil.

                                                  O motor de popa é o mais usado nas lanchas de pequeno porte e vem cada vez mais ganhando a popa de barcos de médio porte fabricados no Brasil. Dias atrás, por exemplo, o estaleiro catarinense Schaefer Yachts apresentou a versão 2020 da lancha Phantom 400 com opção de três motores de popa.

                                                  Na proposta do Projeto Ghost, por não ocupar espaço na popa (comparado com uma mesma lancha equipada com motor de popa convencional), faz com que sobre mais espaço a bordo. Para quem usa o barco para mergulhar, o Projeto Ghost também deve fazer uma senhora diferença.

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                                                    10/06/2020

                                                    Há muito tempo as mulheres descobriram o prazer de navegar e são cada vez mais numerosas no comando de lanchas e veleiro, sozinhas a bordo ou na companhia da família — o que, por sinal, torna qualquer passeio ainda melhor. Para falar sobre a crescente participação feminina na vida náutica (e especialmente na vela), NÁUTICA reúne nesta quinta-feira, 11 de junho, velejadoras de mão cheia:

                                                    O encontro será ao vivo e transmitido simultaneamente no YouTube e no Facebook.

                                                    Anote na agenda: quinta-feira, 11 de junho de 2020, às 19 horas, com transmissão ao vivo e simultânea pelo Facebook e YouTube de NÁUTICA.

                                                    NÁUTICA Live tem o apoio de Assim Saúde, maior grupo empresarial de saúde verticalizado do Rio de Janeiro, excelência no atendimento médico. E Vaio, empresa que preza pela inovação e alta performance de notebooks com processadores de última geração. Acesse: vaio.com.br/nautica.

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                                                      Conheça o barco-aranha que vem assustando os navegadores nos Estados Unidos

                                                      Da série coisas estranhas que navegam, essa “aranha” é um catamarã de 30 metros de comprimento (98 pés), com dois cascos que atuam de forma independente, projetado para navegar suavemente, adaptando-se às ondas. Para isso, suas pernas são montadas com molas de titânio, como amortecedores, que permitem ajuste à superfície da água, tais quais joelhos flexionados. Por conta do design incomum — quatro “pernas” que conectam a superestrutura aos estabilizadores — ganhou o apelido óbvio de “spider boat”.

                                                      Como tantos projetos inovadores, nasceu no Vale do Silício, na Califórnia, pelas mãos do engenheiro e oceanógrafo Ugo Conti, que investiu US$ 1,5 milhão na construção do protótipo, que foi para a água pela primeira vez em 2007, na Baía de São Francisco. Sua estreia foi um espetáculo: parecia uma aranha se balançando sobre as ondas.

                                                      Seus estabilizadores armazenam 7500 litros de combustível, que abastecem os dois motores Cummins QSB 5.9 diesel de 355 hp cada, capazes de alcançar 30 nós de velocidade máxima, com autonomia de 4 350 milhas náuticas. O barco desliza na água, em vez de se sentar nas ondas, por isso usa muito menos combustível.

                                                      Como se faz para entrar na cabine, que fica a seis metros de altura, entre as pernas da “aranha”? Simples, a cabine, com capacidade para quatro pessoas, funciona como um elevador, abaixando para a tripulação entrar e sair.

                                                      Apesar de ser conhecido popularmente como spider boat, o nome de batismo desse catamarã é Proteus, uma deidade marinha, na mitologia grega. Conti o considera o protótipo de uma nova classe de embarcação, que ele chama de WAM-V (navio modular adaptável às ondas).

                                                      O barco foi projetado para tudo, desde uso militar até estudos biológicos, passando por exploração oceânica e operações de salvamento, e já está sendo testado pela Marinha americana.

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                                                        Saiu o resultado do concurso Velejador do Ano, promovido pela revista italiana Giornale della Vela. O título principal — “para aqueles que mostraram que nunca desistem, mesmo sob pressão” — ficou com o milanês Ambrogio Beccaria, primeiro italiano a vencer a Mini Transat, competição em que os velejadores cruzam o Atlântico em solitário a bordo de embarcações de 6,50 metros de comprimento.

                                                        O ítalo-brasileiro Elio Somaschini, de 71 anos, não levou o título principal, mas conquistou o prêmio Performance, segundo mais importante, “reservado àqueles que obtiveram resultados graças ao trabalho técnico meticuloso”.

                                                        Como ele recebeu o resultado? “Vibrei! O Ambrogio é fantástico. Eu mesmo votei nele na segunda fase.

                                                        Quanto a mim, fiquei feliz pelo reconhecimento pelo desenvolvimento do cálculo da longitude misturado com a antiga técnica polinésia. Além do mais, fiz questão de ter a bandeira do Brasil como fundo na live pós-premiação, pois teria sido impossível chegar a esse prêmio sem a ajuda dos amigos velejadores brasileiros. O prêmio é nosso, não meu”.

                                                        Na primeira fase, com 100 velejadores pré-selecionados pela revista, 30 candidatos, de diversos países, foram eleitos pelo voto popular e passaram para a etapa semifinal. Elio estava entre eles. Na semifinal — estimulado por uma campanha abraçada por NÁUTICA —, nosso velejador não apenas foi eleito um dos dez finalistas, como ficou em primeiro lugar na votação popular (Ambrogio Beccaria foi apenas o quinto colocado).

                                                        Já na fase final, não houve votação popular pela internet: a eleição ficou por conta de um júri técnico formado por repórteres da própria revista Giornale della Vela.

                                                        Para quem é da vela, Elio Somaschini dispensa apresentações. A bordo do veleiro Crapun, um Beneteau First 40.7, ele empreendeu duas voltas ao mundo em solitário, sendo que a segunda se estendeu por sete anos. Em 2018, quando se preparava para a sua mais ambiciosa jornada — a travessia da mítica passagem Noroeste, próxima ao Círculo Polar Ártico —, um acidente fez com que seu veleiro afundasse, na entrada da barra da cidade de Aracaju, a 100 metros da praia de Atalaia, no nordeste brasileiro. Elio não desistiu. “Ainda não tive grana para comprar um veleiro. Comprei uma velha penichette, que estou refazendo. Ano que vem, vendo e aí espero que dê para comprar um 34 usado”, avisa o velejador. Como ele gosta de lembrar, Crapun significa “cabeça dura”, no dialeto milanês.

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                                                          Por: Redação -

                                                          A divisão Mercury Marine, da Brunswick, firmou um contrato estratégico de fornecimento com a BRP para as marcas de barcos Alumacraft, Manitou, Quintrex e Stacer. As notícias não demoram muito depois que a BRP anunciou sua decisão de sair do mercado de motores de popa e interromper a produção dos Evinrude E-TEC e E-TEC G2.

                                                          “Este contrato nos oferece uma oportunidade incrível de aumentar ainda mais nossa marca no mercado e apresentar nosso premiado portfólio de motores de popa a novos clientes em todo o mundo”, diz Chris Drees, presidente da Mercury Marine. “Temos um relacionamento duradouro com a Alumacraft, Manitou e Telwater, e esperamos continuar trabalhando com eles, fornecendo motores líderes da classe e um serviço excepcional a todos os seus clientes globais”.

                                                          Os modelos da Alumacraft, Manitou, Quintrex e Stacer com motores de popa Mercury estarão disponíveis no início de junho. “Estamos empolgados com os revendedores e consumidores da BRP experimentando nossos novos motores – e com nossos recentes investimentos relacionados à capacidade, estamos bem posicionados para um crescimento contínuo”, acrescenta Drees.

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                                                            09/06/2020

                                                            A Década dos Oceanos, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), começou nesta segunda (8), em todo o mundo. Diplomatas, ambientalistas e cientistas esperam que nos próximos dez anos a humanidade aumente o conhecimento sobre as águas que cobrem 70% do planeta e proteja melhor essa imensidão, que absorve um terço do gás carbônico produzido pela atividade humana, retém o aquecimento global e serve à subsistência direta de bilhões de pessoas.

                                                            Nesta data, também é comemorado o Dia Mundial dos Oceanos, instituído durante a conferência Rio-92 para promover a conservação de espécies e habitats, diminuir a poluição e a escassez de recursos por causa da sobrepesca.

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                                                            “Fonte de bens e serviços que sustentam a humanidade, os oceanos são importantíssimos para o funcionamento do planeta e para o bem-estar. A gente precisa conhecer mais e cuidar mais”, defende Alexander Turra, professor titular do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos.

                                                            Turra, que também faz parte da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, alerta que neste momento de pandemia de covid-19 “diminuiu o esforço de fiscalização nos oceanos”. Ele teme que o afrouxamento esteja sendo aproveitado para a sobrepesca e para a pirataria.

                                                            Em oito anos da década passada (2011-2018) ocorreu uma média de 257 casos de pirataria marítima por ano em todo o planeta, segundo o International Maritime Bureau (IMB).

                                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

                                                             

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