NÁUTICA flagrou a nova FS 360 Allure Swiss Edition, exposta no São Paulo Boat Show 2019, fazendo sua estreia nas águas de Floripa, a ilha da magia. A nova lancha da FS Yachts traz como diferencial o acabamento do seu estofado e cor exclusiva. Com capacidade para 14 pessoas a bordo, pernoite para 2 casais e cabine de 1,95m de pé-direito, o modelo foi projetado para oferecer segurança e bem estar para quem quer aproveitar um passeio com a família e amigos.
Os barcos exportados para a Suíça possuem uma customização exclusiva, com o modelo Artic nos estofados aplicados nas lanchas (26 e 36), pintura nas cores grafite (360), azul com targa preta (265) e o Deck EVA personalizado. Em comemoração ao aniversário de 20 anos do estaleiro, a marca está oferecendo aos clientes essa versão exclusiva de exportação Swiss Edition também para o mercado interno.
Um dos pontos altos dessa HT de 36 pés é a visibilidade desde o cockpit e o posto de comando. As amplas janelas, o para-brisa (com limpadores) e a cobertura de vidro do salão dão ao ambiente uma sensação de espaço aberto. Além disso, as janelas laterais podem ser abertas, o que é muito bem-vindo em dias chuvosos, quando o teto solar tem de ficar fechado e os vidros exigem ventilação, para não embaçarem.
O hardtop tem 1,90 m de altura, o que permite à maioria das pessoas caminhar sem abaixar a cabeça. Por sua vez, as passagens laterais permitem uma circulação de 360º no barco. No cockpit, o banco do piloto gira para trás, o que aumenta a área de convivência. No comando, o painel não tem relógios, apenas duas telas dos eletrônicos, com informações sobre o motor, o gps e o sonar, além do controle de som do barco. Outro diferencial é que todo o deque na popa é revestido de uma resina com componente de “fogo extinguível” — se acontecer um acidente na churrasqueira, por exemplo, as chamas não se propagam.
Fotos: Divulgação
Lá dentro, uma cama de casal na proa e outra na meia-nau, além de uma pequena cozinha, banheiro e uma sala-de-estar. A motorização vai de 2 x de 250 hp a 2 x 380 hp, a gasolina, sendo que o estaleiro recomenda 2 x 300 hp; ou 2 x 270 hp, diesel.
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O mergulhador italiano Bartolomeu Bove, acompanhado do amigo cinegrafista Juca Ygarape, nadou com uma anaconda gigantesca de 7 metros nas águas do Rio Formosa, em Bonito, no Mato Grosso do Sul. O encontro rendeu imagens tão incríveis quanto apavorantes.
Os registros mostram o réptil rastejando pelo leito do rio. O mergulhador chegou próximo do animal e faz imagens desta cena inacreditável. “Os rios da região de Bonito são os únicos na América do Sul em que anacondas podem ser encontradas em água cristalina”, afirmou Bove. “Portanto, esse é único local em que mergulhar com elas é possível”, continuou.
Fotos: Reprodução
“As imagens mostram como a cobra nada pacificamente, completamente indiferente a nossa presença”, comentou o mergulhador. “O comportamento destrói o mito de que anacondas são criaturas agressivas e violentas”, concluiu.
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O estaleiro catarinense Evolve Boats completa 10 anos em 2019 e mantém seu posicionamento de mercado com a produção de três modelos – Evolve 360 HT, 270 Cab e 235 Cab. Localizado em Palhoça, Santa Catarina, é especializado na construção de lanchas de passeio, laminadas a partir dos moldes de 22 e 26 pés do antigo estaleiro Evolution. Em atividade desde 2009, a marca aumentou sua produção e teve seus modelos de 23,5 e 27 pés bem aceitos pelo mercado, devido ao espaço maior que oferecem. O acabamento cuidadoso e o preço atraente são outros motivos do sucesso do estaleiro.
Para a Evolve, o principal desafio é manter o foco constante na evolução e desenvolvimento de seus produtos e processos, a fim de oferecer aos seus clientes embarcações com alto padrão de qualidade, acabamento, desempenho, segurança e conforto. Após seu 5º aniversário, em 2014, a marca investiu em um novo espaço para a fabricação de suas lanchas. São 2 900 m² de área fabril e cerca de 50 funcionários.
Em fevereiro de 2017, o estaleiro lançou seu mais recente modelo, a Evolve 360 HT, que foi apresentada recentemente no São Paulo Boat Show. O modelo chama atenção pelo design moderno e espaços de convivência como o brasileiro gosta. O hardtop com teto solar aumenta a versatilidade do barco e promove maior conforto em intempéries climáticas.
Um grande diferencial da Evolve é permitir aos clientes que personalizem suas lanchas, mudando cores, detalhes e opcionais. Eles podem customizar seu barco online, por meio do site oficial da empresa. Basta acessar www.evolveboats.com.br, escolher o modelo e clicar em “monte o seu”.
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Com DNA esportivo, luxo e tecnologia de ponta, o primeiro modelo de iate Azimut S6, da coleção S, chegou recentemente da Itália para entrega a cliente brasileiro. Além do design imponente, a combinação do uso extensivo da tecnologia de fibra de carbono – para a superestrutura, plataforma de banho, garagem e hard top – com o sistema triplo de propulsão Volvo IPS700 colocam o modelo em destaque em termos de tecnologia.
Promete atingir altos níveis de eficiência (cerca de 35% a menos do que uma embarcação dessa categoria, segundo a marca) combinados com facilidade para a realização de manobras, rápida aceleração e navegação silenciosa. A casa de máquinas foi desenvolvida estrategicamente de forma compacta e abre espaço para uma ampla garagem capaz de abrigar um bote ou moto aquática de até 3,3 metros.
Os exteriores são assinados pelo designer italiano especialista em náutica Stefano Righini. Nesse modelo, as características esportivas são evidenciadas como é o caso das grandes superfícies retangulares de vidro no casco e do arrojado formato em trapézio da proa.
Os interiores foram desenhados pelo renomado profissional italiano Francesco Guida, que apostou em um projeto moderno e ao mesmo tempo elegante e refinado por meio da combinação do uso de madeiras, cores quentes com suaves e iluminação. Com 18 metros de comprimento e bom aproveitamento de espaços, a Azimut S6 conta com três camarotes, dois banheiros, áreas de estar e jantar equipado com móveis, eletrodomésticos, equipamentos e acabamentos nobres, característicos da Azimut Yachts.
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O Cannes Yachting Festival serviu de palco para a estreia de um protótipo elétrico Saildrive da Volvo Penta. Oferecendo a perspectiva de conforto a bordo, operação quase silenciosa, baixa vibração e amarração silenciosa, a iniciativa é uma colaboração com o estaleiro francês Fountaine Pajot. Uma instalação dupla do protótipo elétrico foi montada em um catamarã Lucia 40.
A inauguração do protótipo elétrico ocorre em meio ao crescente interesse em passeios de barco sem emissões e no amadurecimento da tecnologia de eletromobilidade. Mais do que apenas o elemento de propulsão elétrica, a Volvo Penta adotou uma abordagem de “sistemas completos”, trabalhando em estreita colaboração com a Fountaine-Pajot para entender os padrões de uso dos clientes. O protótipo elétrico é baseado no amplo banco de dados de uso do cliente da Fountaine-Pajot, que define com precisão os ciclos de acionamento para uma ampla variedade de perfis de usuário.
“A contribuição do Fountaine-Pajot sobre o uso do cliente é fundamental para o projeto do sistema elétrico”, diz Peter Granqvist, diretor de tecnologia da Volvo Penta. “Depois de identificar perfis de usuário, podemos prever com mais precisão aspectos do sistema, como a vida útil da bateria, o que, por sua vez, proporciona maior tranqüilidade a um usuário ou capitão”.
A tecnologia por trás do Saildrive elétrico é baseada nos projetos comprovados de eletromobilidade do Volvo Group – e muitos componentes são compartilhados. As baterias de íon de lítio acionam um motor elétrico, que, por sua vez, aciona o hélice Saildrive. O sistema visa oferecer mais potência e torque em baixas velocidades em comparação com um motor diesel semelhante.
As comodidades a bordo – incluindo o ar-condicionado – podem ser alimentadas com as baterias do sistema – em silêncio por até 12 horas. Dependendo da velocidade e das condições do mar, a tecnologia tem potencial para até quatro horas / 20 milhas náuticas de cruzeiro elétrico de emissão zero. Um cenário mais típico seria usar o Saildrive elétrico para manobrar dentro e fora de portos e para alimentar cargas de ‘hotéis’ (comodidades a bordo, como ar-condicionado, etc.).
Como parte da abordagem de sistemas completos, o sistema Electronic Vessel Control 2 (EVC2) da Volvo Penta foi adaptado para uma aplicação Saildrive. Isso inclui os mais recentes controles da Volvo Penta e uma nova interface de driver que gerencia a navegação e o monitoramento da bateria.
“A introdução de um monitor de monitoramento e navegação integrado às informações do sistema de transmissão elétrica ofereceria aos proprietários de veleiros uma funcionalidade aprimorada, operação mais simples e manobras fáceis e seguras em portos ou marinas”, continua Granqvist.
“A parceria com a Volvo Penta está destacando o valor e a conveniência da eletromobilidade para nossa base de clientes”, disse Romain Motteau, vice-presidente executivo do Fountaine Pajot Group. “Navegar sem ruídos é uma experiência incrível, e é impressionante ver a potência que esse motor pode liberar em baixa velocidade. Esperamos que nossos clientes estejam entusiasmados com o que veem em Cannes e com o potencial que um dia trará à sua experiência de navegação”.
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A implantação da marina pública na Praia de Camburi, na área do píer de Iemanjá, em Vitória, deverá gerar cerca de 780 empregos e movimentar R$ 140 milhões por ano na economia. A informação é da prefeitura, que não deu uma data para o início da implantação, mas disse que os licenciamentos federais para a implantação do empreendimento estão bem avançados. Os processos caminham junto à Capitania dos Portos, à Superintendência de Patrimônio da União (SPU) e ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Segundo o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento, Turismo e Inovação de Vitória (CDTIV), Leonardo Krohling, a proposta é que a marina pública seja construída e administrada pela iniciativa privada. Krohling destaca ainda que o projeto representa um marco para o desenvolvimento do turismo náutico na capital, ampliando as opções de esporte e lazer e contribuindo para a requalificação urbanística da região.
“O objetivo é atrair não só quem tem embarcações, mas o público em geral, com a instalação de bares e restaurantes, complementando as várias melhorias já implementadas ao longo da praia de Camburi. Desse modo, além de incentivar a geração de emprego e renda na capital, tanto na fase de obras quanto durante seu pleno funcionamento, vamos criar mais um polo de atrações para os moradores e para o turista que visita a capital”, destacou.
O projeto prevê que o espaço ofereça cerca de 100 vagas para embarcações de calado de até três metros, hangares para 160 embarcações de até 40 pés e área social e turística com restaurante, bar, lanchonete, loja de conveniência, áreas técnicas e de serviços.
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A Baía de Todos-os-Santos, na Bahia, acaba de receber US$ 80 milhões financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para fomentar o turismo náutico. O projeto acontece em parceria com o Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), o qual inclui a revitalização de 14 atracadouros, a construção de três novas marinas e a reforma do Museu Wanderley Pinho.
“Nós temos a maior baía do Brasil, e estamos apostando muito no turismo náutico. No dia 19 de outubro, vamos fazer o fundamento de um ferry boat, que é o primeiro no país”, afirma Fausto Franco, Secretário de Turismo da Bahia.
Segundo o secretário, um dos objetivos é aumentar o tempo de permanência dos turistas no estado. “Já foi comprovado que o turismo subaquático faz com que as pessoas fiquem mais tempo no destino. Atualmente, a média está entre três e cinco dias, mas nós queremos estender para uma semana”, afirma.
Além deste projeto, o estado revitalizou sua identidade visual e lançou o site promocional bahia.com.br. “A Bahia é um lugar muito colorido, muito festivo que recebe todos de braços abertos. A nova identidade visual é moderna e mais leve e abrange esses elementos”, ressalta Fausto.
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A Cape2Rio 2020, maior regata oceânica do Atlântico Sul, já tem data de largada definida: 11 de janeiro. A prova, constituída por 3 500 milhas em alto mar, será disputada por competidores de todo o mundo, durante um percurso de 18 e 20 dias, no trajeto via Atlântico e que contempla Cape Town, cidade da África do Sul, como ponto de partida e a cidade do Rio de Janeiro, como o de chegada. Mais uma vez, a embarcação Mussulo 40 participará da competição.
O barco Mussulo 40 – Team Angola Cables vai competir na categoria Double Hand, tripulação de duas pessoas, constituída pelo comandante angolano, José Guilherme Caldas, e pelo skipper brasileiro, Leonardo Chicourel. No dia 27 de setembro, os dois velejadores partiram com a embarcação do porto de Piriápolis, cidade costeira do Uruguai, rumo a Cape Town, viagem que deve levar cerca de 18 a 20 dias para ser concluída. “Foram 14 dias na cidade uruguaia de intensa preparação do barco. Para isso, contamos com o suporte do lendário velejador britânico Josh Hall, nosso coach. O barco está em ordem e bem equipado. As velas foram reparadas e montadas. Consideramos que nosso principal treino será esta viagem até a costa da África do Sul. Em Cape Town, o barco será retirado da água e revisto novamente”, analisa José Guilherme antes da partida.
Durante a Cape2Rio 2017, o Mussulo 40 atravessou a linha de chegada do Iate Esporte Clube do Rio de Janeiro com tempo final de 16 dias, 14 horas 22 minutos e 12 segundos, estabelecendo recorde e recebendo o prêmio de primeira colocação na classe Double Hand, além do quarto lugar na colocação geral. “Somos uma equipe formada apenas por dois tripulantes e apesar de todas as adversidades encontradas ao longo da jornada, conseguimos disputar de igual para igual com tripulações completas de profissionais, em barcos maiores”, relembra José Guilherme Caldas.
A preparação para a regata de 2020 começou no meio do ano, com a participação da embarcação na competição Caribbean 600 Race e na Semana de Vela de Ilhabela. “Nossa expectativa durante a Cape2Rio é fazer uma excelente navegação e bater nosso último recorde de 16 dias de percurso em alto mar, conquistada na última edição da regata em 2017”, estima o comandante.
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O estaleiro inglês Spirit Yachts lançou seu novo veleiro de 34 metros, o Spirit 111. Colocado na água pela primeira vez na sede do estaleiro, em Ipswich, Suffolk, o modelo é considerado o maior iate de madeira de mastro único a ser construído no Reino Unido desde o Shamrock V, na década de 1930. A pedido de seu proprietário no exterior, o Spirit 111 foi projetado e construído internamente para ser um dos superiates a vela mais ecológicos já criados.
Um sistema de propulsão elétrica Torqeedo usando um motor de 100kW impulsionará a embarcação. Enquanto navega, o sistema de propulsão regenera os quatro bancos de baterias de lítio da BMW, girando o eixo do hélice enquanto o iate está navegando. Todos os componentes que consomem energia foram cuidadosamente selecionados para serem altamente eficientes e usarão energia mínima sem afetar o desempenho ou o conforto.
“É importante para o proprietário que ele possa passar a maior parte do tempo longe das marinas, navegando e ancorando em baías”, diz Nigel Stuart, diretor da Spirit Yachts. “Usando a propulsão elétrica para regenerar as baterias durante a navegação, o iate poderá operar por até quatro dias ancorado sem precisar conectar a energia em terra ou iniciar os dois geradores a bordo. Quando o iate atravessa o Atlântico, enquanto houver vento adequado, ele não precisará consumir combustíveis fósseis”.
“Em parceria com fornecedores e nos desafiando a criar soluções personalizadas usando a mais recente tecnologia de economia de energia, criamos um dos superiates mais sustentáveis do mundo”, acrescenta ele. “Desde a construção usando madeira de origem responsável até os sistemas de economia de carbono enquanto em operação, o Spirit 111 estabelece um novo padrão para reduzir o impacto que a vela exerce sobre o meio ambiente.”
O ar condicionado utiliza velocidades variáveis com opções ecológicas via bateria ou energia em terra e a cozinha foi projetada com a máxima eficiência em mente. A geladeira e o freezer foram construídos com isolamento Cryogel para garantir o mínimo consumo de energia, mantendo baixas temperaturas. A água é aquecida usando um sistema Webasto, que aquece a água sob demanda, sem desperdiçar água ou energia, e a água aquecida é armazenada em isolamento de alta densidade e bobinas de transferência de alta eficiência para rápida transferência de calor e retenção de temperatura.
O Spirit 111 também é capaz de navegar sem tripulação profissional. O equipamento hidráulico da plataforma Lewmar com eficiência energética e as velas OneSails GBR (Leste) 4T Forte feitas de materiais recicláveis serão instaladas em um mastro de fibra de carbono Hall Spar e enrolamento em barra para facilitar a navegação com as mãos curtas.
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A Fragata “Liberal” conquistou, no dia 17 de setembro, a marca de três mil dias de mar, na área marítima adjacente à cidade do Rio de Janeiro, durante a comissão em apoio à qualificação dos alunos do Curso Expedito de Equipe de Manobra de Helicópteros e Crache a Bordo (C-EXP-EQMAN-A), tendo como copartícipes as equipes do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) e do 1° Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1).
A Fragata “Liberal” foi construída nos estaleiros da Vosper Thornycroft, na Inglaterra, tendo sido incorporada à Marinha do Brasil (MB) no dia 18 de novembro de 1978. Sua missão básica é “conduzir ações da guerra naval, a fim de contribuir para o controle de áreas marítimas, a negação do uso do mar ao inimigo, a projeção de poder sobre terra e a dissuasão”.
Atualmente, o navio é subordinado ao Comando do 1° Esquadrão de Escolta (ComEsqdE-1) e tem sede na cidade de Niterói-RJ. Ao longo desses mais de 40 anos no Serviço Ativo, a Fragata “Liberal” realizou inúmeras comissões com navios da MB e marinhas amigas, além de ter operado em conjunto com as demais forças singulares, e forças internacionais, sempre demonstrando elevado nível de adestramento e aprestamento de seu pessoal, com destaque para a participação recente nas operações:
“Líbano-XIV”, sob a égide da Organização das Nações Unidas, em que foi o navio capitânia da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL); bem como na Unitas Lant LX/Amphibious 2019, última comissão operativa, concluída no mês de agosto.
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A Real 60, primeiro modelo da linha Luxury do estaleiro carioca Real Power Boats, lançada durante o São Paulo Boat Show 2019, acaba de ir para a água. Com design moderno, esta lancha com flybridge foi projetada para unir sofisticação, funcionalidade e desempenho.
Ao embarcar, a popa impressiona pela sua ampla área. Ali, pode ser criado um ambiente de aproveitamento juntamente ao espaço gourmet, que inclui pia, geleira e churrasqueira, e ocupa praticamente toda a largura da popa da lancha, a não ser pela escada de acesso a bombordo. Logo em seguida, a praça de popa – com 14 m² – vem com um sofá que se une à mesa de jantar – que pode ser dividida em duas mesas ou utilizada como uma mesa grande – com capacidade de 8 a 10 pessoas. Na praça de popa, além de duas geleiras para bebidas, está sendo lançada uma petisqueira e uma champanheira térmicas.
O interior possui cozinha e bar na entrada do salão, sala de estar e jantar com sofás e mesa com tampo de vidro, e comando principal com banco duplo para piloto e copiloto a boreste. A Real 60 Luxury exposta no salão náutico paulista traz acabamentos mais claros e vasto uso de espelho em seus espaços, o que acaba tornando o ambiente mais clean e com a sensação de espaço.
Fotos: Divulgação
O acesso ao convés inferior é tradicional, por uma escada central, e leva aos três camarotes que compõem o layout deste lançamento – um camarote duplo, com camas de solteiro, a boreste; uma suíte de proa com cama de casal e banheiro conversível que atende, também, ao camarote de boreste; e a suíte principal, ocupando toda a boca (largura) da embarcação. Ambos os banheiros contam com box fechado e, em todos os cômodos, o pé-direito é de, no mínimo, 1,90 m. Finalizando com uma espaçosa suíte de marinheiro, procurando trazer conforto a todos a bordo.
Subindo para o fly, que conta com toda a área – com exceção de parte do solário – coberta por um T-top de fibra, proporcionando mais conforto, pode-se encontrar um segundo posto de comando também com banco duplo, amplo solário, sofá em U com mesas com porta-copos e pia. Nesta área, foi aplicado um acabamento de estofado diferenciado, ideal para áreas externas do barco. Na proa, um solário com encostos rebatíveis promete tornar os passeios de barco ainda mais agradáveis.
A navegação conta com a tecnologia de fundo Hydrolift System, que promete tornar a navegação mais suave, macia, econômica, gerando ainda um ganho de performance. “Outro destaque da Real 60 Luxury é a questão da performance e do consumo, porque é um barco que anda na mesma velocidade que a concorrência, até um pouco mais rápido, e consome 40% a menos”, afirmou Paulo Thadeu, presidente do estaleiro. A lancha é equipada com dois motores Cummins de 600 hp de potência e custa a partir de 5 milhões.
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A Mercury Marine apresentou as novas linhas de motores de popa V6 e V8 no São Paulo Boat Show 2019. Os modelos vão do 175 ao 300 hp de potência, com grande destaque para o motor de 250 Pro XS e para o 300 Verado, com bloco V8, de 8 cilindros, 4.6 litros, 230 Kg a versão Pro XS e 270 Kg a versão Verado – esta, compatível com joystick.
O maior salão náutico indoor da América Latina chegou em sua 22ª edição em 2019, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor em um só lugar. Iates, lanchas, veleiros, jets, motores, equipamentos, acessórios e muito mais que o público pôde acompanhar entre os dias 19 e 24 de setembro, no São Paulo Expo.
Como já é tradição, o Espaço dos Desejos trouxe os lançamentos dos produtos mais cobiçados do mercado de luxo, de relógio a helicóptero. No pavilhão Destinos Náuticos, os visitantes puderam conhecer lugares paradisíacos e participar de um bate papo com velejadores sobre suas viagens incríveis. Por mais um ano, o PADI Dive Festival aconteceu simultaneamente ao São Paulo Boat Show, apresentando produtos, serviços, palestras e atrações voltadas para o mergulho. O São Paulo Boat Show trouxe, ainda, a mostra Tesouros Náuticos, com cerca de 20 barcos clássicos, entre lanchas e veleiros, para o público conhecer e se encantar. O São Paulo Boat Show 2019 teve organização Boat Show Eventos, patrocínio Bradesco Private Bank, co patrocínio Metalu Brasil, e com apoio da Revista Náutica e da Acobar.
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Uma família transferiu uma propriedade construída no século XVIII para outra cidade a uma distância de 80 km, nos Estados Unidos. Na viagem que durou dias, a mansão foi transportada pela estrada até uma balsa para sair de Easton e chegar até Queenstown, no estado de Maryland.
O novo dono da propriedade, Christian Neeley, comprou a mansão por cerca de US$ 500 mil, e desembolsou mais US$ 1 milhão para levar a residência ao novo endereço. O planejamento da viagem que durou cerca de dois anos.
A casa foi construída entre 1760 e 1764, e foi um presente de casamento de uma família tradicional que vivia na cidade. Com o passar do tempo, porém, a propriedade 600 hectares teve diversos fins. Foi área de plantação agrícola, espaço para criação de gado e o lar de uma florista por cinco décadas. Nos últimos anos, porém, estava abandonada.
Segundo Neely, a mansão será a moradia fixa de quatro gerações de sua família. Além disso, a residência será restaurada, para preservar os traços da arquitetura gregoriana que já possui e reconstruir outros que foram modificados pelos antigos moradores. A construção agora também estará mais próxima do túmulo da primeira dona do imóvel.
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Ele não tem perfil de velejador. Sua paixão mesmo são as lanchas, de preferência velozes e furiosas, como a superesportiva Cigarette, com a qual costuma navegar por paraísos como Carneiros e Serrambi, no litoral Sul de Pernambuco, e a badalada Coroa do Avião, 50 km ao Norte do Recife. Mas, desde que assumiu o posto de comodoro do Cabanga Iate Clube de Pernambuco, em janeiro de 2018, o advogado Delmiro Rodrigo Andrade da Cruz Gouveia não mediu esforços para renovar a regata Recife-Fernando de Noronha (Refeno) e atrair um número maior de competidores. Missão plenamente cumprida, como Delmiro Gouveia explica na entrevista a seguir:
— Qual é o balanço que o senhor faz da Refeno 2019?
— Não poderíamos estar mais felizes. Afinal, depois de conseguir reverter, no ano, passado, o declínio em relação ao número de embarcações, neste ano demos um salto, com um crescimento de 80% em relação ao ano passado. Recebemos 101 inscrições, embora, na hora do ajuste, seis deles não tenham conseguido autorização para a largada. Com isso, a Refeno 2019 já é terceira maior edição da história em número de barcos. Perde apenas para 2004 (120 embarcações) e 2008 (117).
— Qual foi o segredo para essa cena linda da largada, com 95 veleiros desfilando em frente ao Marco Zero de Recife?
— Em primeiro lugar, reuni um grupo de velejadores e de ex-comodoros e com objetivo de alcançar um crescimento mesmo. Para isso, foi necessário um bom planejamento. Trabalhamos com celeridade e profissionalismo, antecipando os fatos. E aí está o segredo para o sucesso que alcançamos: iniciar o trabalho cedo. Antigamente, começavam a programar a edição da Refeno a partir do mês de julho. Com isso, houve um ano em que tivemos apenas 47 barcos inscritos. Agora, não. Tão logo terminou a Refeno 2018, já começamos a planejar a edição 2019. Isso fez muita diferença.
— Tendo um destino como Fernando de Noronha, fica mais fácil, né?
— É verdade. Todo mundo que ir. Mas os velejadores precisam de tempo para se organizar. A maioria vem de fora. Doze estados brasileiros estarão representados na regata, sendo que 24 barcos são do estado de São Paulo, o recordista de inscritos. De Pernambuco são apenas 18.
— O clube também está bem renovado, isso faz parte da estratégia? — O Cabanga é um clube multiesportivo. Também temos quadras de tênis, piscinas, restaurantes, academia de ginástica. Por isso, fizemos um investimento nessas áreas também. Construímos um novo parque aquático, aumentamos as áreas de lazer, abri um novo restaurante. O objetivo é unir regata com lazer. Assim, além das competições, além da vela, conseguimos juntar famílias inteiras dentro do clube. Temos 950 sócios e umas 350 embarcações, somando a subsede de Maria Farinha.
— Para o setor náutico, quais são as novidades?
— Estamos com licença de dragagem e com um programa de reestruturação de rampas, porque os barcos estão crescendo. Além disso, o Cabanga é o único clube náutico do país que obteve a ISO 9000 e a ISO 14001, de gestão do meio ambiente. Num exemplo de preservação da natureza, em todas as nossas ações durante a Refeno 2019, seja o Cabanga ou em Fernando de Noronha, os copos serão ecológicos, flexíveis e 100% recicláveis, com suporte e um cordão para ser colocado no pescoço.
— Fernando de Noronha também ganha com a Refeno? — Sim. Nós movimentamos a economia do Arquipélago. A lotação durante a Refeno equivale à do réveillon. Além disso, a edição deste ano terá novamente ações sociais médicas voltadas aos moradores locais. Boa parte vem da participação dos próprios velejadores, que usam suas especialidades a favor dos moradores. Haverá também doações à Escola Estadual Arquipélago Fernando de Noronha e à Creche Bem-me-Quer de materiais higiênicos e esportivos.
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O UMaine Advanced Structures and Composites Center, na Universidade do Maine, recebeu três Guinness World Records. Os recordes foram conquistados por apresentar o maior protótipo de impressora 3D de polímero do mundo, o maior objeto sólido impresso em 3D e o maior barco impresso em 3D. O barco tem 25 pés (7,62 metros), pesa 5 mil libras (pouco mais de 2 toneladas) e foi nomeado 3Dirigo. Sua navegabilidade foi verificada em laboratório para teste de modelos offshore.
Essa impressora 3D foi projetada para imprimir objetos de até 100 pés (30 metros) de altura e 22 pés (6 metros) de largura, podendo imprimir 500 libras (aproximadamente 226 quilogramas) por hora. No vídeo em time-lapse, é possível conferir, em menos de um minuto, o trabalho de impressão do 3Dirigo, que durou 72 horas.
A cerimônia de revelação do barco foi realizada na última quinta-feira (11), com a presença de autoridades e representantes do Guinness World Records, para confirmar os três recordes.
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Favorito para conquistar a Fita Azul na Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha — a Refeno, que este ano chegou à sua 31ª edição —, o trimarã pernambucano Patoruzú não decepcionou a torcida local. Em uma perfeita combinação de resistência e velocidade, o barco comandado por Higínio Luís Marinsalta (empresário argentino residente no Recife há mais de três décadas e apaixonado pelo mar) cruzou a linha de chegada na praia do Boldró, em Noronha, com o tempo de 27h45min35seg, sagrando-se bicampeão da maior regata oceânica disputada em águas brasileiras – além disso, chegou em segundo lugar por duas vezes, em 2015 e 2017, perdendo nas duas oportunidades para o gaúcho Camiranga, ausente nesta edição da Refeno.
A chegada, pelo leste da Ponta da Sapata, foi cronometrada às 18h15min35 (horário local), coincidindo com o inesquecível pôr do sol da na ilha mais bonita do Brasil.
O segundo a concluir o percurso de cerca de 300 milhas foi o histórico Atrevida (um Herreshoff Schooner de 29 metros de comprimento), comandado por Alexandre Ferrari, que cravou 29h52min32seg.
Fotos: Everest Imagens
Ao todo, 752 tripulantes, a bordo de 95 embarcações, participaram da prova, que nasceu para ser grande e cumpre o seu papel. A expectativa é que a maioria deles conclua a regata nesta segunda-feira, dia 14.
Organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, a Refeno foi criada em 1986. O recorde da competição é do veleiro Adrenalina Pura, da Bahia, com a incrível marca de 14h34min54, registrada em 2007.
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Como uma proposta ousada, desafiadora — fazer uma travessia oceânica, vencendo, à vela, uma distância de 300 milhas —, a regata Recife-Fernando de Noronha, organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, não deveria, em tese, atrair mais do que uma dezena de velejadores, daqueles tarimbados para navegar em alto-mar. A recompensa para quem cumpre a missão, porém, é atracar na ilha mais bonita do Brasil. E os comandantes dos veleiros nem precisam ser capitães amadores, graças a uma liberação especial da Marinha, que permite competir apenas com o título de mestre amador. Resultado: nada menos que 95 barcos, entre monocascos, catamarãs e trimarãs, divididos em onze classes, largaram ao meio-dia deste feriado de Aparecida do Marco Zero do Recife, na 31ª edição da Refeno. A bordo deles vão 752 tripulantes, que pagaram inscrição.
“Este ano, tivemos um crescimento de 80% no número de embarcações em relação à última edição”, conta Delmiro Gouveia, comodoro do Cabanga Iate Clube, que para tornar o grande dia da largada ainda mais especial instalou arquibancadas, camarotes e um palco para shows de música ao vivo no Marco Zero de Recife. Vai ter torcida, sim senhor.
Fotos: Tsuey Lan
Só o fato de passar duas semanas com os amigos e ainda velejar para um lugar tão lindo já compensa o esforço de chegar aqui”, diz brasiliense Fernando Junqueira, do veleiro Recreio X, de 56 pés, definindo o espírito reinante na Refeno. Detalhe: ele participa da disputa pela 14ª vez!
“A beleza da vela não é chegar, ainda que a chegada seja em Fernando de Noronha: é o caminho. Esse é o espírito da coisa”, defende o navegador Amyr Klink, que também participa da travessia, mas não competindo, apenas acompanhando, a bordo de uma lancha.
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O Rio Tapajós e as belezas da região amazônica sob o ângulo de quem está a bordo de uma moto aquática. Este foi o conceito da sexta edição da Expedição Tapajós, evento promovido anualmente pela concessionária BRP Direct Jet. Com três dias de muita diversão e paisagens únicas no Pará, o passeio reuniu 55 motos aquáticas no início de outubro, além de três lanchas – uma delas de apoio -, incluindo público de 125 pessoas.
“Visitamos a comunidade de Jamaraquá, às margens do rio, situada na Floresta Nacional do Tapajós, e a Vila Coroca, localizada na margem do Rio Arapiuns. Outro destino foi a famosa vila de Alter do Chão, no distrito de Santarém”, conta Marcelo Pinho, da Direct Jet. “Nas comunidades visitadas, os participantes almoçaram e puderam comprar artesanatos e especiarias locais, gerando renda nas localidades. O passeio também valorizou o respeito máximo ao meio ambiente”, continua.
Fotos: Divulgação
A cada ano, Pinho observa o crescimento da Expedição Tapajós. “A primeira edição foi em 2014, com 20 motos aquáticas e aproximadamente 35 pessoas. O evento, geralmente realizado no mês de setembro, fica maior a cada temporada. Em 2019, tivemos participantes de Belém, Altamira e Santarém”, conclui Pinho.
A Direct Jet está situada na capital paraense e realiza passeios para motos aquáticas com frequência. Ponto de venda e assistência técnica das motos aquáticas Sea-Doo, dos motores de popa Evinrude e dos veículos Can-Am, a concessionária BRP pode ser contatada por meio dos telefones 91 3249-2916 e 91 99279-6060. Para mais informações, o website do revendedor é www.directjet.com.br .
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Uma nova marina está programada para ser inaugurada em Skärhamn, na costa oeste da Suécia, ao norte de Gotemburgo, antes da temporada de passeios de barco do ano que vem. O investimento foi encomendado pelo operador da marina, AB Toftö, que trabalhou com os arquitetos locais RCARK e Mats & Arne Arkitektkontor. O projeto foi desenvolvido pela empresa local SF Marina System AB.
“A SF Marina optou por olhar além do design clássico tradicional da marina sueca e, em vez disso, criou uma marina flutuante de ponta, construída de acordo com os padrões internacionais e as recomendações do PIANC. Os pontões têm o dobro da largura normal – 4m – para fornecer amplo espaço para equipamentos, proprietários de barcos e visitantes”, afirmou SF Marina em comunicado. “O quebra-mar flutuante de concreto, o mais amplo e crucial para todo o projeto, protege o porto e os barcos das ondas e tempestades de outono”, completou.
Localizada em Malagakajen, a antiga área industrial do porto de Skärhamn, a instalação terá capacidade de atracação para 160 embarcações, de acordo com o comunicado. Um quebra-mar de 10m de largura será construído até março de 2020. O valor do investimento em Skärhamn não foi divulgado.
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O afundamento assistido do ferry boat Agenor Gordilho e do rebocador Vega será no dia 19 de outubro, por volta das 12h30, nas imediações do Yacht Clube da Bahia, em Salvador. A iniciativa da Secretaria do Turismo do Estado da Bahia (Setur-BA) visa dinamizar o turismo náutico na Baía de Todos-os-Santos.
As embarcações vão submergir a uma profundidade de 28 metros. A operação começa às 8 horas, na maré cheia, quando o ferry e o rebocador serão conduzidos para a área do naufrágio. Às 11 horas, as embarcações já estarão no local, prontas para a submersão. Neste momento, as comportas serão abertas e o naufrágio do Agenor Gordilho ocorrerá por volta das 12h30, próximo da maré baixa. Uma hora depois, será a vez do Vega.
“O cronograma da operação tem como base a maré e pode ocorrer tanto na alta quanto na baixa, pois a condição ideal é quando cessa a correnteza”, explica o engenheiro Fernando Clark, da Engesub Serviços Subaquáticos Eirelli, empresa responsável pelos estudos técnicos para o afundamento controlado. Após o afundamento das duas embarcações, a Marinha fará uma inspeção para liberar o acesso dos mergulhadores.
Com 71 metros de comprimento e 19 metros de altura, o Agenor Gordilho fez sua viagem inaugural no Sistema Ferry Boat no dia 5 de dezembro de 1972. A embarcação realizou a travessia Salvador-Itaparica durante 45 anos, até o final de 2017.
Para o secretário estadual do Turismo, Fausto Franco, o ferry Agenor Gordilho será um atrativo a mais para os praticantes do turismo náutico na Baía de Todos-os-Santos. “A embarcação fez história como pioneira na travessia para a Ilha de Itaparica e para os adeptos do esporte será interessante conferir sua estrutura em mergulhos no fundo do mar”, afirmou.
Além da Marinha, as secretarias do Meio Ambiente (Inema), Infraestrutura (Agerba) e Administração (Patrimônio) contribuíram para que a Setur possa oferecer um novo atrativo na Baía de Todos-os-Santos
Estudos prévios de localização e de impactos ambientais foram realizados. Óleos e combustíveis da embarcação foram removidos para atender às especificações ambientais, assim como peças que oferecessem riscos aos mergulhadores.
O naufrágio assistido de embarcações propicia a formação de recifes artificiais, que favorecem o habitat marinho e se convertem em atrativo para visitantes, mergulhadores profissionais e estudiosos. A previsão é de que em um ano a embarcação esteja repleta de vida marinha.
A operação de naufrágio controlado do ferry Agenor Gordilho coincide com fase importante do Prodetur Nacional Bahia, programa de valorização do turismo náutico executado pela Setur com financiamento do BID. O projeto de requalificação em torno da Baía de Todos-os-Santos, é de U$78 milhões de dólares. Serão realizadas 13 intervenções náuticas e uma cultural.
O turismo de mergulho, segmento do turismo náutico que atrai grande número de adeptos, tem na Baía de Todos-os-Santos um dos locais ideais para sua prática. Maior baía do Brasil e a segunda maior do mundo, sua extensão de 1.223 km² abriga tesouros arqueológicos distribuídos em cerca de 20 pontos de naufrágio.
Próximo do Farol da Barra, por exemplo, está o navio Galeão Sacramento, que naufragou em 1668, além dos vapores Germania (1876) e Bretagne (1903).
A busca por experiências junto à natureza, o interesse na ecologia e na arqueologia marinhas e a prática de hobbies como a fotografia ou o simples gosto pela aventura são apontados como alguns dos principais motivos que levam as pessoas a praticar o mergulho nas águas do mar.
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O estaleiro paulista Murano Yachts marcou presença em mais uma edição do São Paulo Boat Show com sua embarcação Xspeed 120. O modelo possui comando avançado que acomoda 4 pessoas e é uma opção de entrada no mundo náutico. A lancha é feita para se divertir em água abrigadas como lagoas, rios e represas pode ser utilizada para passeios e prática de esportes como esqui e wake. Pode ser equipada com motorização de popa de 30 a 60 hp.
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O Bahrein, país no Médio Oriente, tornou-se o primeiro destino da lista para qualquer entusiasta da aviação com uma licença de mergulho a visitar um Boeing 747 submerso. O país do Oriente Médio abriu seu “parque temático subaquático” chamado Dive Bahrain.
Um jumbo foi submerso em Bahrein, um pequeno país do Golfo Pérsico, para servir de atração de um parque temático submarino. A aeronave afundada na costa do Bahrain é um Boeing 747 que foi originalmente entregue à Malaysia Airlines em 8 de abril de 1982. A aeronave serviu com a companhia aérea por 23 anos, registrada como 9M-MHJ, antes de ser armazenada em Kuala Lumpur em março de 2005.
Fotos: Divulgação
“Estamos orgulhosos de lançar este projeto único e ecológico em cooperação com o Conselho Supremo de Meio Ambiente (SCE) e o setor privado”, disse o ministro da Indústria, Comércio e Turismo, Zayed Alzayani. As autoridades garantem que todas as questões ambientais estão asseguradas. “O projeto é implementado de acordo com rígidos padrões ambientais e as melhores práticas internacionais do setor no campo da sustentabilidade ambiental, com o objetivo geral de reviver o ecossistema marinho do reino e preservar seu ambiente marinho local”, afirmou Alzayani.
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A Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha a cada ano conta com grandes participações. E em sua 31ª edição, a Refeno terá a presença do renomado velejador Amyr Klink. O comandante de diversas expedições pelo mundo apresentará uma palestra aberta para sócios, convidados e aos participantes da Refeno na próxima sexta-feira (11), véspera da partida da regata, na Arena Refeno, no Cabanga, às 10h.
Amyr Klink explanará na palestra a sua experiência ao longo de 35 anos como navegador e empreendedor. Dentro os mais importantes projetos estão a Travessia do Atlântico Sul a Remo, em 1984, ainda a única no mundo, a Invernagem Antártica em solitário, em 1989, a Circum-navegação Polar, em 1998, e o projeto Antártica com a Família, em 2006.
A palestra terá a duração de uma hora e, na sequência, será aberto um espaço para debate e perguntas dos velejadores inscritos na Refeno. Será uma grande oportunidade de aprender com um dos comandantes mais experientes do mundo.
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
A MCP Yachts divulgou nova imagem do seu projeto de veleiro Global Exp 66. Desenvolvido pelo MCP Sailing Yachts Division, o modelo promete reunir um conceito de yacht sustentável, que possa proporcionar conforto e segurança para navegação em todos os mares do planeta. O conforto, sofisticação e segurança de um yacht MCP com o espírito dos velejadores aventureiros.
O casco em alumínio naval (liga 5083 H116 – material certificado pelo Lloyd’s Register de Londres) é extremamente leve e robusto, infinitamente durável, não é inflamável, não absorve água e possui rigidez até 10 vezes superior à um casco de fibra de vidro com o mesmo peso agregado. Marcenaria inteligente, com estruturas de material compósito de baixa densidade garantem leveza e colaboram com o alto desempenho deste super veleiro. Outro grande diferencial é a compartimentagem estanque na praça de máquinas e no pique tanque de vante.
Foto: Divulgação
Com 20,10 m de comprimento, o modelo contará com suítes de proa e de popa, além de camarotes à meia-nau. O cockpit será central, o que estrategicamente proporciona amplidão imbatível no camarote de popa e configura a região da praça de máquinas
como área técnica reservada. Todas as adriças e escotas serão acessíveis e manobráveis no interior do cockpit. O doghouse rígido dispensa capotarias.
O Raised Salon permite a inclusão de um Pilot House no conforto e calor do salão principal,
com vista panorâmica para o mar e comandos de piloto automático, eletrônicos de navegação, manete de motor e guincho de âncora.
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Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
A Associação Nacional de Empresas Náuticas da Espanha (ANEN) anunciou que os registros de embarcações de recreio do país aumentaram 9,1% ano a ano, para 5 478 unidades nos primeiros nove meses de 2019. Os registros de barcos à vela cresceram 35,5% nos três primeiros trimestres deste ano, informou a associação com sede em Madri em comunicado.
De janeiro a setembro de 2019, os registros de embarcações de até 6 m (20 pés) de comprimento aumentaram para 3 829 unidades, um aumento de 9,2% em comparação com o mesmo período do ano anterior. De 6m a 8m (20 pés a 26 pés), os registros permaneceram em 990, o mesmo nível registrado no período de janeiro a setembro de 2018.
O maior aumento foi registrado no segmento composto por barcos de 8m-12m (26 pés-39 pés), com registros aumentando 46,3% ano a ano para 436 unidades. Os registros de embarcações de 12m a 16m aumentaram 2,4% nos três primeiros trimestres de 2019. O segmento com mais de 16m foi o único a registrar uma queda, caindo 14,8% ano a ano, como mostra os dados divulgados pela associação espanhola.
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A Hidea Motores trouxe para o Brasil seu último lançamento, o motor de três cilindros HD90F 2T, que foi apresentado na última edição do São Paulo Boat Show. Com promessa de ser leve, potente e ter um bom custo x benefício, este motor conta com ignição CDI que proporciona progressão automática de faíscas para gerar potência máxima em toda a faixa de rotações, promete potência com torque rápido e possui seis camadas de tinta PPG, para proporcionar durabilidade ao motor. Está disponível com partida manual e alavanca de manche ou partida elétrica, controle remoto e power trim.
O maior salão náutico indoor da América Latina chegou em sua 22ª edição em 2019, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor em um só lugar. Iates, lanchas, veleiros, jets, motores, equipamentos, acessórios e muito mais que o público pôde acompanhar entre os dias 19 e 24 de setembro, no São Paulo Expo.
Como já é tradição, o Espaço dos Desejos trouxe os lançamentos dos produtos mais cobiçados do mercado de luxo, de relógio a helicóptero. No pavilhão Destinos Náuticos, os visitantes puderam conhecer lugares paradisíacos e participar de um bate papo com velejadores sobre suas viagens incríveis. Por mais um ano, o PADI Dive Festival aconteceu simultaneamente ao São Paulo Boat Show, apresentando produtos, serviços, palestras e atrações voltadas para o mergulho. O São Paulo Boat Show trouxe, ainda, a mostra Tesouros Náuticos, com cerca de 20 barcos clássicos, entre lanchas e veleiros, para o público conhecer e se encantar. O São Paulo Boat Show 2019 teve organização Boat Show Eventos, patrocínio Bradesco Private Bank, co patrocínio Metalu Brasil, e com apoio da Revista Náutica e da Acobar.
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O porta-aviões São Paulo, que esteve entre os cinco maiores do mundo, poderá ser leiloado em janeiro de 2020. Antes, já com data marcada, no dia 9 de dezembro, acontecerá uma audiência pública onde os interessados poderão se apresentar à Marinha, para realizar cadastramento e credenciamento para o leilão do casco do gigante de 32, 8 mil toneladas comprado da França em 2000. O navio atracado na Ilha das Cobras já sofreu com um incêndio e quase se tornou um museu flutuante.
Os interessados em adquirir o casco da embarcação, que está no Cais Norte do Arsenal de Marinha, podem agendar visitas de inspeção até o dia 6 de dezembro. O leilão acontecerá no Recreio, e a firma João Emílio Leiloeiro é a responsável por receber as ofertas. O lance mínimo de alienação é R$ 5.309.733,65. O comprador precisará, ainda, arcar com os custos de remoção do navio da Baía de Guanabara.
O destino provável é o mesmo de seu antecessor, o porta-aviões Minas Gerais — antes pertencente às Marinhas britânica e australiana —, que operou entre 1960 e 2000 no Brasil até ser vendido como sucata e parar no “cemitério dos navios” em Alang, na Índia.
Fotos: Divulgação
O São Paulo tem grande quantidade de amianto, que se não for retirado, pode atrapalhar a venda. Em 2012, a embarcação foi atingida por um incêndio que deixou um morto e dois feridos. O fogo consumiu um alojamento de praças, localizado na popa do navio. Segundo a Marinha, o motivo do incêndio foi uma pane elétrica.
O navio foi construído na França entre 1957 e 1960, e tinha o nome de FS Forch antes de ser repatriado por US$ 12 milhões. O modelo da Classe Clemenceau tem 265 por 51 metros e capacidade para transportar até 40 aeronaves de asa fixa e helicópteros. Segundo a Marinha brasileira, o “navio-aeródromo” navegou 85.334 km e realizou 566 lançamentos de aeronaves.
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O que dá para se fazer de novo quando se tem quase 100 anos? O barco Atrevida, por exemplo, foi lançado ao mar em 1923 e disputará em 2019 sua primeira Refeno. A embarcação irá compor a categoria de Clássicos, que reúne veleiros construídos até 1980. A regata será uma novidade para a maioria da tripulação, que chega ao Recife pela primeira vez.
O Atrevida foi construído em 1923 em Boston, nos Estados Unidos, com o nome de Wildfire. A embarcação foi feita para disputar regatas e conquistou a primeira logo no ano de estreia, a Vincent Ator Cup, em Nova York. O barco ganhou a nomenclatura atual em 1946, ano em que chegou ao Brasil. São 95 pés de comprimento (29 metros), números que o dão o título de maior veleiro de passeio da América Latina
“O Atrevida é um clássico. É um barco lindo e que mantém algumas características bem próximas das originais, como o convés. É claro que várias mudanças foram feitas ao longo dos anos, mas sempre buscando mandar o design original”, explicou o imediato (uma espécie de segundo comandante) Átila Bohm.
Além de ser a primeira Refeno do Atrevida, a 31ª edição marcará também a estreia de cinco dos seis tripulantes na regata. Apenas Átila já fez a travessia até Fernando de Noronha. Ao todo, o velejador participou da competição por dez oportunidades.
“Ter velejadores experientes a bordo é muito importante na Refeno, mas, se você for um bom marinheiro, também consegue disputar a regata. Temos uma boa equipe, com cada um tendo a sua função na travessia”, completou Átila. Além dele, fazem parte da tripulação o comandante Alexandre Ferrari e os velejadores Andre Liedke Gick, Edge Gerdullo, José Carlos Goncalves de Oliveira e Venino Pontes de Mattos Sobrinho.
Desde que atracou em águas brasileiras, a embarcação já possuiu diversos proprietários. O veleiro é feito de madeira, aço e chumbo. Ao todo, são 85 toneladas de peso.
“Por ser um barco muito antigo, ele tem algumas dificuldades de manobras. Como a Refeno é em linha reta, não teremos problemas durante a travessia, mas na largada, sim. Somos muito grandes e encontraremos algumas dificuldades na hora de arrancar”, analisou.
O tamanho do Atrevida sempre impressionou por onde passou. O jornal “Diário Carioca”, do Rio de Janeiro, relatou em 1946 a passagem do barco pelo Recife. O periódico definiu a presença da embarcação pelo porto recifense como “uma grande novidade” para o público.
“Esse barco não deixa nada a desejar em tecnologia a nenhum outro. Desde GPS até cordas, é tudo de última geração. Esperamos fazer uma regata tranquila e chegar em Fernando de Noronha em até 30 horas”, concluiu.
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Com a participação de nove veleiros de oceano divididos em duas classes – Fast 230 e Bico de Proa – aconteceu, no último sábado (5), a 7ª Etapa da Copa Cusco Baldoso de Vela Oceânica. A prova foi disputada entre a Ponta Grossa e o Ilhote Pau a Pino, num percurso de cerca de oito milhas náuticas (14,8 Km).
Além dos alunos da escola de vela Cusco Baldoso, que tiveram a oportunidade de disputar uma prova de percurso em uma região com várias condições de mar e vento, essa edição teve a presença do veleiro Balanço.
Confira o resultado da prova Categoria Fast 230
Mixuruca Nit
Grandpa
Pitanga
+Bakanna
Bico de proa
Pit Go
Balanço
Ore Ygarité
Manu
Erva Doce
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Após uma ampla reforma num estaleiro em Alter do Chão – distrito situado a 37 quilômetros de Santarém, no Pará – e testes no rio Tapajós, o charmoso barco turístico Belle Amazon está pronto para navegar pelos rios amazônicos. Com destaque pelo amplo espaço e serviços a bordo, pela culinária e pelas atividades em terra, a exclusiva embarcação tem capacidade para transportar 18 passageiros. O Belle Amazon integra o grupo da Cap Amazon Tropical Marketing, agência de marketing e comunicação, e é operado pela agência de viagens Turismo Consciente – esta última com sede em Alter do Chão.
Originalmente chamado de Capitão Oliveira quando estreou no rio Negro, em Manaus no início da década de 1990, o Belle Amazon necessita de manutenção a cada período de quatro ou cinco anos por ser construído 100% de madeira de lei. No total, a embarcação ficou quatro meses parada no estaleiro. Os motores e tanques de combustível foram revisados e a pintura renovada. Em relação à madeira do casco, que é dupla para dar mais segurança, boa parte foi trocada. A espécie utilizada, itaúba (Mezilaurus itauba), é bastante resistente e natural da região amazônica. A decoração utiliza artesanato original das comunidades amazônicas.
Como novidade tecnológica foi instalado um telefone via satélite, para ligações de emergência. Item que faz toda a diferença, pois a rede de celular nem sempre funciona – sobretudo nas área mais isoladas. “A reforma visa a segurança da embarcação e o conforto dos passageiros e da tripulação, respeitando sempre o design e a história do barco”, conta o administrador da Cap Amazon, Jean-Philippe Pérol. “Meios flutuantes de madeira são mais gostosos e autênticos e refletem a região amazônica bem mais que os de alumínio”, completa ele.
Em relação ao conforto da tripulação, vale destacar que o Belle Amazon é um dos raros barcos de turismo na região do rio Tapajós que oferece cabines com camas e ar condicionado e banheiros de uso exclusivo. “Zelamos pelo bem-estar de todos, um elemento essencial para chegar à qualidade de serviço e de relacionamento que queremos oferecer”, reforça Pérol.
No comando da embarcação está o capitão Alan Gilberto Barros Maia, o “Gil”, de 44 anos de idade e mais de 25 anos à frente do timão de navios na Amazônia. Com ponto de partida de Alter do Chão, o Belle Amazon percorre roteiros regulares e sob medida (fretamentos) pelos rios da maior floresta tropical do mundo.
Os administradores do barco têm uma visão muito participativa do que é fazer turismo na Amazônia. “Nossos roteiros valorizam o lado cultural, histórico e social das comunidades indígenas, caboclas e quilombolas – juntas, elas são um dos maiores acervos do turismo na região”, destaca Jean-Philippe Pérol.
A proposta das duas empresas para o passageiro do Belle Amazon é que ele faça um intercâmbio de forma respeitosa com a floresta, os rios e as populações. “Sempre nas nossas atividades, o turista vê a realidade autêntica e sob múltiplos ângulos e não como uma fakelândia”, compara Pérol. Tudo isto demanda conhecimento, conversa e muito respeito junto às comunidades. “A gente faz o contato, pergunta se eles querem receber turistas e, com o sim, aí discutimos juntos as atividades”, explica a gerente de Operações da Turismo Consciente, Keissiane Maduro, a “Keissi”. Ela tem 34 anos e nasceu em Alter do Chão.
Keissi sabe quão importante e crucial este diálogo é necessário para uma parceria ganha-ganha. Indígena, ela faz parte da etnia borarí, originária da região do rio Tapajós. “Não é só a paisagem e as águas, há pessoas também e todos estão integrados”, enfatiza Keissi, que trabalha no turismo desde sua graduação em administração de empresas. A gerente integra a tripulação do Belle Amazon há mais de dois anos e faz parte do Coletivo de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós – “surara” no idioma nhengatu significa “guerreiro/a”.
Navegar no Belle Amazon é uma experiência exclusiva tanto a bordo quanto em terra. Na embarcação, o luxo se traduz não em grifes mas em itens como: o conforto do ar condicionado, fundamental com as altas temperaturas da região o ano todo; a variedade e o sabor da refeições, que sempre aposta no terroir amazônico; e o amplo espaço.
Ao contrário da maioria dos barcos de turismo do mesmo tamanho na região, o Belle Amazon tem uma grande vantagem: o amplo espaço das áreas públicas. No segundo convés a sala de refeições comporta 18 pessoas; no terceiro, há uma ampla sala de estar, com bar, e uma área externa; e, no quarto e último, um espaço totalmente aberto voltado ao banho de sol, com espreguiçadeiras, e à observação 360 graus a qualquer hora do dia ou da noite. Em relação à alimentação, o Belle Amazon vai além da pensão completa (café da manhã, almoço e jantar). Quando há trilhas ou passeios longos é providenciado um lanche e, sempre à tarde, petiscos são servidos junto com água, refrigerantes, sucos, caipirinhas de cachaça e cervejas. Vale lembrar que todas as refeições e bebidas estão incluídas na tarifa.
A responsável pela gastronomia é a experiente cozinheira Lilian Lobato, a “Leila”, de 50 anos. Nascida em Alter do Chão, ela trabalha há cerca de 20 anos nos barcos amazônicos. “Procuro fazer a comida típica do Pará, que muitos passageiros não conhecem como, por exemplo, o pato no tucupi, o tacacá e o arroz paraense (cozido no tucupi, com camarão, jambu e castanha do pará)”, conta ela. O carro-chefe da cozinha é formado pelos peixes dos rios da Amazônia, como pirarucu, surubim, tambaqui, tucunaré, filhote e dourado. “Mas sempre preparo uma segunda opção de carne bovina ou frango”, pondera Leila. “Tudo sempre fresquinho.” “Antes do embarque, porém, solicitamos aos passageiros que preencham uma ficha com suas restrições alimentares para evitarmos desconfortos durante a viagem”, destaca Keissi.
A comida de Leila também pode ser degustada fora do barco. Dependo das condições climáticas, há a possibilidade de uma refeição ser servida numa praia fluvial. E não só a comida, mas toda uma produção é montada para uma experiência realmente inesquecível do passageiro – como a colocação de esteiras com travesseiros e velas. Este é o outro ponto do luxo do Belle Amazon: a exclusividade. Jantar numa praia de rio, à luz do luar, com cardápio local e toda a assistência de uma tripulação super atenciosa e preparada é, de fato, uma experiência luxuosa. E como respeito à natureza, logo após o jantar, a tripulação deixa a praia limpa igual como a encontrou.
A próxima saída regular do Belle Amazon está marcada para os dias 19 a 22 de dezembro de 2019, com saída de Alter do Chão. Neste roteiro o barco navega pelos rios Tapajós e Arapiuns. Entre outras atividades, sempre vivenciando de forma verdadeira um pouco do cotidiano da maior floresta do planeta, há visitas a comunidades indígenas e ribeirinhas e banhos de rio em lugares de tirar o fôlego.
O pacote inclui traslados terrestres (Aeroporto de Santarém/Alter do Chão/Aeroporto de Santarém); quatro diárias de hospedagem em cabines suítes com ar condicionado; pensão completa durante navegação (café da manhã, almoço, lanche e jantar); bebidas (água mineral, sucos, refrigerantes, cervejas e caipirinhas); passeios e taxas comunitárias de visitação; anfitrião a bordo; e kit de amenities biodegradáveis. O pacote não inclui passagens aéreas e itens não especificados acima. Os valores por pessoa são R$ 7 150, na cabine single; R$ 4 760, na cabine dupla; e R$ 3 560, terceiro passageiro.
FICHA TÉCNICA DO BELLE AMAZON
Comprimento: 32 metros
Largura: 7,17 metros
Motor: 2 Scania, de 477 HP cada
Velocidade: 14 milhas/h – equivalente a 22,5 km/h
Capacidade: 18 passageiros
Cabines: 9, sendo 8 suítes standard com 1 cama de viúva (1,92 m x 1,11 m) e 1 cama de solteiro (1,87 m x 0,80 m) em estilo beliche e 1 suíte principal com cama de casal queen size e vista panorâmica – todas possuem ar condicionado e banheiro privativo
Lanchas: 2 motorizadas de 70 HP cada
Botes: 2 motorizados de 30 HP cada
DESCRIÇÃO DOS CONVESES
Primeiro convés: casa de máquinas, lavanderia, dispensa para armazenamento de mantimentos e provisões, 5 cabines climatizadas e 3 banheiros para atender a tripulação do barco
Segundo convés: cozinha, sala de jantar climatizada para até 18 passageiros, 4 cabines suítes standards para duas pessoas cada e 1 cabine suíte principal com vista privilegiada na frente do barco
Terceiro convés: sala de estar, bar, 4 cabines suítes standards e sala de comando equipada com moderno sistema de navegação
Quarto convés: área de observação a céu aberto para visualização panorâmica e banho de sol, com espreguiçadeiras
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