A Porto do Rio, em Caraguatatuba, reuniu amigos e clientes em uma animada festa junina do dia 1º de junho. Comidas típicas e muita música fizeram a alegria dos presentes, que contaram, ainda, com a tradicional fogueira das festividades de São João. Estiveram presentes a banda regional os Cabras Zoró e a cantora sertaneja Sabrina Cella.
Confira algumas fotos da comemoração:
Fotos: Divulgação
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A lancha Manhattan Rio, atribuída ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e à ex-primeira-dama Adriana Anselmo, irão a leilão no próximo dia 4 de julho. A decisão é do juiz federal Marcelo Bretas, que cuida dos processos relacionados ao braço fluminense da Operação Lava Jato.
A Manhattan Rio está avaliada em R$ 2,950 milhões. Conforme descrição do edital do leilão, a embarcação, fabricada em 1997, tem 23,98 metros, capacidade para um comandante e 23 passageiros, ar condicionado central, forno elétrico, geladeira, cinco TVs de LCD, quatro quartos (duas suítes com camas de casal, uma com banheira, mais duas suítes com duas camas de solteiro cada), sala de estar e sala de jantar.
Cabral está preso desde novembro de 2016 e já foi condenado a quase 200 anos de prisão, acusado de comandar um esquema de propinas no governo do Estado do Rio.
O bem mais caro colocado em leilão por Bretas no próximo dia 4 é a lancha de Eike Batista, batizada como “Spirit of Brazil” e avaliada em R$ 3,5 milhões. No total, o leilão autorizado por Bretas inclui cinco bens do ex-bilionário, avaliados num total de R$ 5,9 milhões – além da lancha e de uma Lamborghini, fazem parte da lista dois jet skis e mais uma lancha.
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Segundo dados recentes da Associação da Câmara de Economia da Croácia, a HGK, as marinas croatas conseguiram aumentar suas receitas para cerca de 857 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 130 milhões) no ano passado, um aumento de 2,7% em comparação com o ano anterior. “Nos últimos anos, nosso país se posicionou com sucesso como um dos principais destinos da Europa para o turismo marítimo”, afirmou Ana Klarić, diretora de turismo do HGK, ao jornal local Jutarnji List.
A mais recente marina da região, lançada pelo Adriático Iate Charter, em Medulin, na costa do Mar Adriático do país, foi construída sob um projeto no valor de cerca de US$ 2,3 milhões e tem capacidade de ancoragem para cerca de 85 embarcações.
Criada em 1999 como uma empresa familiar, a Adriatic Yacht Charter tem mais de 70 iates à vela, catamarãs e barcos a motor em quatro bases ao longo da costa croata do Mar Adriático. As bases estão localizadas em Medulin, onde a empresa também está sediada, Pula, Kaštela e Dubrovnik.
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A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é oficialmente rota das baleias jubarte que fazem migração das águas frias da Antártida para Abrolhos (BA) visando reprodução. Na temporada de 2019, o número de animais cruzando a raia das regatas de julho já é recorde. Ilhabela (SP) já está inserida na rota e agora é possível ver placas no município identificando as regiões das baleias.
No ano de 2018, por exemplo, foram registradas 42 jubartes entre os dias 21 de junho e 4 de setembro. Este ano, de 27 de maio até 13 de junho já foram avistadas 47 jubartes.
Apesar das baleias subirem mais cedo para o Nordeste, é provável, de acordo com especialistas, que os velejadores das regatas de 13 a 20 de julho devem ter companhia de animais.
Desde 2016, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela recebe visita frequente de baleias, que se juntam a golfinhos na raia das provas. ”Ilhabela está bombando!”, disse o ambientalista e diretor do Yacht Clube de Ilhabela, Julio Cardoso.
”Espero que elas continuem vindo, pois começaram a passar por aqui mais cedo.
Nos últimos dois anos, o comportamento delas tem sido de vir pelo sul, entrar pelo canal de São Sebastião, passar umas horas descansando e depois retornam pelo sul. Ao saírem vão para os lados da Ponta do Boi e seguem no rumo nordeste para a Bahia”.
Júlio Cardoso alerta também para os riscos para os baleias. ”O problema é que elas estão encostando em praias e costões, talvez buscando comida, e acabam se enroscando em redes, cercos ou poitas. Tem muitas armadilhas para elas por aqui”.
A comissão organizadora junto ao Yacht Club de Ilhabela fazem ações ambientais para reduzir a poluição das águas e preservar a vida marinha. Em 2019, o evento adotou a política do impacto zero.
Inscrições
O evento entrou no segundo lote de inscrições. Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140. Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. Os valores são por tripulante.
O desconto de 30% da classe RGS passa a valer apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE 30 E HPE 25. Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO.
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Às 9 horas da manhã, três mulheres guna, a etnia indígena que habita o arquipélago de San Blas, no Caribe panamenho, tentam secar com areia o bolsão d’água em volta de casa na ilha de Sugdub Gardi. A chuva não teve clemência e as ondas ultrapassaram as rudimentares barreiras de coral que os guna construíram anos atrás para proteger essa ilhota do aumento do nível do mar, um lugar plano e de apenas um hectare e meio de extensão.
Agora, a maioria das vielas está tomada pela lama e a água chegou a entrar em várias cabanas, feitas de paredes de junco e teto de palha. Isso era típico em novembro, o mês dos temporais por excelência no Panamá, mas há um tempo está se tornando cada vez mais habitual em outras épocas do ano: o calendário de chuvas deixou de existir e o mar não para de crescer.
San Blas, o turístico arquipélago de águas transparentes que pertence a Sugdub Gardi e que, por sua vez, faz parte da comarca Guna Yala, é uma das áreas mais prejudicadas da América Latina pelo aumento do nível dos oceanos, uma consequência direta do aquecimento global e do degelo dos polos.
Com base em dados de um mareógrafo instalado nas proximidades do arquipélago, a água nesta parte do Caribe subiu cerca de 30 centímetros no último 50 anos, 11 centímetros a mais do que a média mundial. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), vinculado à Organização das Nações Unidas indicou no seu quinto relatório, publicado em 2014, um cenário desolador e alertou que, se continuar assim, o aumento médio dos oceanos poderia ser de até 30 centímetros em 2065 e de 55 centímetros em 2100, o arruinaria várias comunidades perto do mar.
Um estudo elaborado em 2004 a partir de imagens aéreas publicadas pela revista “Conservation Biology” afirma que o arquipélago, formado por 365 ilhas – sendo 38 habitadas e as demais usadas para fins de turismo – perdeu em 50.363 metros quadrados em 30 anos. Sugdub Gardi, Ustupu, Mamidub, Anassuguna e Ogobsucun são as comunidades que correm mais riscos atualmente, segundo os especialistas. Mas o futuro não é nada simples para as outras ilhas e seus habitantes sabem disso. As autoridades panamenhas, também.
Cientes que o mar vai acabar se transformando em inimigo voraz e incontrolável, a comunidade de Sugdub Gardi iniciou em 2010 um pioneiro plano de mudança rumo à terra firme que evoluiu a passos lentos e que parece que agora finalmente está se concretizando. Os moradores se acomodaram em um terreno de 17 hectares no continente, a poucos quilômetros da ilha e de propriedade da comarca, e convenceram o governo a erguer um centro médico e uma escola no local.
Após anos sem avanços, há poucos meses, a primeira licitação para a construção de 300 casas foi feita. O plano está pendente de aprovação das autoridades e servirá de exemplo para caso outras comunidades queiram se mudar futuramente para o litoral. De acordo com a ONG suíça Displacement Solutions, Sugdub Gardi será o primeiro povoado indígena da América Latina a ser desalojado pela mudança climática.
O abandono da ilha, que será totalmente voluntário, solucionará também outra dor de cabeça da comunidade: a superpopulação. Sugdub Gardi é pequena, as cabanas se aglomeram umas nas outras e a população não para de crescer. Cada casal tem em média cinco filhos e em cada cabana vivem cerca de 12 pessoas.
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O estaleiro inglês Sealine, parte do Hanse Group, acaba de anunciar o lançamento do seu novo modelo de barco a motor com motorização de popa, o Sealine C330v. A motorização dupla de 300 hp promete impulsionar a lancha em cerca de 40 nós.
Em complemento à performance, o interior conta com camarotes duplos e camas de casal. Destaque, ainda, para as amplas vigias, vidros panorâmicos no salão e duas seções de abertura no teto, que proporcionam abundante entrada de luz natural e ar.
“O novo Sealine C330v combina as qualidades premiadas da versão com motores interiores com as vantagens da propulsão externa”, diz Andrea Zambonini, gerente de produto. “Embora os motores de popa sejam ideais para baías rasas devido ao baixo calado, eles também prometem máximo prazer de condução com a sua direção direta esportiva”.
O novo Sealine terá sua estreia mundial no Festival de Cannes, de 10 a 15 de setembro de 2019.
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A Honda Marine, no Reino Unido, expandiu seu portfólio de construção de embarcações com a adição da fabricante de barcos holandês Maxima, que produz cascos de estilo clássico de 4,9 a 7,5 m para navegação interior ou para ser utilizados como barcos de apoio. Algumas características incluem popa reta e promessa de estabilidade. A escolha do motor de popa da Honda varia de BF8 a BF150.
“Estamos muito satisfeitos em receber a Maxima na família Honda, onde eles se juntam à Highfield Ribs como uma de nossas alianças de construtores de barcos”, diz Steve Morris, chefe da Power Products na Honda (Reino Unido). “Maxima não só oferece um custo de entrada atraente, como se encaixa perfeitamente com os nossos valores de marca premium e abre nossa oferta marinha para clientes que vivem mais no interior e mais perto de rios, lagos e canais do que a costa”.
“Nossa ambição é atrair mais pessoas para a água e a nossa Boat Builder Alliance é fundamental para ajudar a fazer isso acontecer”, acrescenta Morris. “Estas parcerias tornam o processo de compra de barcos muito mais simples e permitem que nossa rede de revendedores ofereça uma solução completa pronta para uso – um cliente pode simplesmente entrar em uma de nossas concessionárias Honda Marine e comprar um pacote inteiro de barco em uma etapa simples”.
Os barcos estão disponíveis em concessionários selecionados da Honda Marine.
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O barco, chamado Arno XI, foi construído para quebrar recordes mundiais de velocidade e tem uma história sem precedentes, estabelecendo um recorde nunca quebrado de 240 km/h, em 1953, no Lago d’Iseo, na Itália. Em 1951, o primeiro proprietário do barco, Achille Castoldi, se tornou amigo dos pilotos da Ferrari na Fórmula 1 Alberto Ascari e Luigi Villoresi. Os dois pilotos famosos ajudaram Castoldi a conseguir o que se tornaria o único motor Ferrari já construído para uma embarcação. Enzo Ferrari concordou em se envolver pessoalmente no projeto, supervisionando cada etapa da construção e teste do motor. O chefe de Projeto de Motor da Ferrari, Aurelio Lampredi, e sua equipe de engenheiros se envolveram diretamente com o projeto.
“Esse é um dos mais importantes motores da história da Ferrari”, disse o chefe da Ferrari Classiche, Luigino “Gigi” Barp. A Ferrari Classiche é a divisão da Ferrari responsável pela restauração de Ferraris clássicas para suas condições originais. “Restauramos as Ferraris mais raras e valiosas já fabricadas, mas, obviamente, só trabalhamos em motores e carrocerias de carros. Restaurar esse motor Ferrari de 1952, especificamente construído à mão para essa montagem única, se tornou a emoção de toda uma vida para todos nós na sede da Ferrari”.
“Imagine ser um técnico de ponta na Ferrari e poder trabalhar exatamente nas mesmas peças que o próprio Enzo Ferrari ajudou a projetar e produzir”, disse o quarto e atual proprietário do barco Milton Verret, um empresário de Austin. Como colecionador de Ferraris únicas e raras, sei que não há nada que se compare a um barco de corridas equipado com um motor Ferrari utilizado em corridas de F1. Acrescente a isso o envolvimento pessoal de Enzo e você tem um motor funcional que a maioria dos entusiastas de esportes a motor morre de vontade de ter. É apenas único”.
O motor de 1952, que ainda equipa o Arno XI hoje, é um motor Ferrari de 4,5 litros, 12 cilindros, Tipo 375 (1952 está gravado no bloco do motor). Esse é o mesmo tipo de motor que equipou o carro Ferrari que ganhou o primeiro Campeonato Mundial de Fórmula 1, ao vencer o Grande Prêmio Britânico, realizado em Silverstone no ano anterior. O motor tem compressão de 12:1, com potência suficiente para impulsionar a hélice de pás gêmeas para até 10.000 rpms. O motor é equipado com um sistema de ignição por magneto duplo, com 24 velas de ignição, em vez das 12 habituais. Usar magnetos em vez de tampas do distribuidor garante que o motor continuará funcionando mesmo coberto com água.
O motor Ferrari produziu originalmente 350 bhp. Mas após a realização de testes iniciais e corridas no início de 1953 e apesar de o barco haver atingido velocidades bem acima de 160 km/h, Enzo Ferrari ordenou a modificação do motor para uso de metanol como combustível, a fim de aumentar as taxas de compressão. Ele adicionou dois compressores Roots (ou turbocompressores gêmeos) e um par de carburadores sólidos com quatro afogadores, com o resultado de que o motor finalmente produziu mais de 500 bhp. O barco tem uma história cheia de quebras de recordes mundiais de velocidade devido a esse motor Ferrari.
“Quando minha equipe na Ferrari terminar seu trabalho no motor, ele vai funcionar da mesma maneira que fez quando Castoldi e nosso fundador, Enzo Ferrari, o ligaram pela primeira vez em 1952″, disse Barp. “Eu quis me certificar de que o barco estava em perfeitas condições a tempo para seu 70º aniversário”, disse Verret. “Tudo se resume em preservar a história da Ferrari. Esse tipo de raridade faz com que certas Ferraris sejam avaliadas em dezenas de milhões de dólares. Ter um barco que é ‘o único’ não tem preço”.
Desde 2012, o Arno XI está emprestado por Verret aos dois mundialmente famosos museus da Ferrari na Itália. A embarcação já foi vista por centenas de milhares de visitantes. O barco foi exibido lado a lado com a Ferrari ganhadora da F1 em 1951, mostrando do domínio da Ferrari na terra e na água.
Barp acrescentou: “Esse é um capítulo contínuo na história da Ferrari. Nossos motores são realmente feitos para funcionar para sempre e, após quase 70 anos, é uma honra ter esse projeto único, construído à mão, sob encomenda, na oficina da Ferrari Classiche. Verret o confiou a nós e estamos fazendo o mesmo para os entusiastas da Ferrari em todo o mundo”.
A Ferrari Classiche espera concluir o trabalho no barco Ferrari no início do outono, quando Verret pretende iniciar uma turnê mundial para mostrar o barco aos fãs da Ferrari em todos os lugares.
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A 2ª etapa do Aloha Spirit foi encerrada em Brasília/DF neste domingo (23) em altíssimo nível técnico, mais uma vez. Entre os grandes destaques do dia, o Stand Up Paddle (SUP) Técnico, contou com grandes nomes e, novamente, disputas acirradas no Lago Paranoá, um dos cartões postais da capital do Brasil. No masculino, a revelação David Leão, da Bahia, foi o grande vencedor, enquanto que na feminina, Lena Ribeiro Guimarães, do Rio de Janeiro, manteve a hegemonia.
Na natação em águas abertas, prova de 3.800 metros, a paulista Thais Fernandes Sant’Ana voltou a vencer entre as mulheres e Rodrigo Ricco de Araújo garantiu o título para o Distrito Federal. Na canoa havaiana individual, Juliana Louback Freitas (RJ) e Luis Henrique Silva Barta (SP) remaram mais forte. Nessa prova, destaque para Rogério Mendes, também de São Paulo, numa grande demonstração de superação.
Há uma semana ele ficou fora do Brasileiro, por uma forte gripe e ainda está em recuperação, na véspera da viagem perdeu a sua avó, mas decidiu competir em Brasília, garantindo mais uma grande disputa. Além disso, no sábado, foi o vencedor do Waterman, prova especial reunindo natação, paddleboard e SUP. “Fiquei feliz demais. Pude remar forte, bem. Agora é concentrar para o Brasileiro de Equipes. Os treinos não param”, falou Rogério.
No SUP, David havia sido o terceiro na prova longa no sábado, atrás dos paulistas Guilherme dos Reis (com quem mora na Califórnia) e Luiz Guida, o Animal, um dos mais experientes da modalidade. No domingo, ele largou na ponta e, sem cometer erros, numa prova que exige muita habilidade nas boias, manteve a ponta até o final, deixando Gui em segundo e Animal em terceiro. Vale também o resultado de outra promessa, Guilherme Cunha, de SP, que vem crescendo sempre e foi o quarto colocado.
“Sou de Itacaré e meus avós, caiçaras, remadores de canoa. Então, está no sangue. Comecei no judô, meu pai era mestre, militar e sempre me criou na disciplina. Depois, comecei a me conectar com o mar e tudo fluiu”, contou o atleta de 17 anos. “Na prova, vi que ia ser bem disputada. Sabia que tinha de fazer a largada forte e não errar. Se errar com eles, que são fortes, é fatal. É muito curta. To amarradão”, falou.
Na feminina, Lena teve o mesmo pensamento. Começar forte e não cometer erros. “Fiz boa largada e consegui liderar desde o começo e ir até o fim. A prova é sempre dura e cada vez mais mulheres estão competindo e o nível mais alto, principalmente com a minha atual e principal adversária, a Moah”, comentou. “Agora é me preparar cada vez mais para o Pan”, completou a representante brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru.
Outras atrações foram a competição de apneia estática e as aulas de yoga, além de diversas ações socioambientais. Na área cultural, houve o Festival Aloha Spirit de Cinema. Agora, as atenções ficam voltadas para a terceira e última etapa do Aloha Spirit, em Cabo Frio/RJ, nos dias 22 a 24 de novembro.
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A equipe JetCo Racing Yamaha formada pelos irmãos Beto e Valdir Jr. Brito, conquistou as 2 principais categorias da nova competição do segmento: a Brasil Cup de Boa Esperança/MG, que aconteceu entre os dias 20 a 23 de junho.
Com a participação de mais de 120 jets na competição, a equipe venceu 6 baterias das 6 que esteve presente, com 100% de aproveitamento da sua participação no campeonato utilizando o WaveRunner GP1800 da Yamaha, foram conquistados o 1º Lugar na Runabout Turbo Limited e 1º Lugar na Runabout Turbo GP, a fórmula 1 da modalidade de jets, tornando a equipe pentacampeã nesta categoria.
No mesmo evento esteve presente o piloto Rogério Schroder, na Ski GP 2T, categoria onde a pilotagem é feita em pé. Rogério alcançou o vice-campeonato competindo com um Super Jet da Yamaha, o campeão da categoria foi o Davi Prado.
O evento foi um sucesso e agrega ao segmento náutico somando forças ao Campeonato já consagrado Brazilian Jet Sports Championship que mudou de endereço e data, mas logo serão divulgadas informações para que seja decidido a vaga no Mundial que acontecerá em Lake Havasu, no Arizona/EUA.
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Começa nesta quinta-feira, feriado de Corpus Christi, e vai até o domingo, dia 23, a 22ª edição do Circuito Oceânico de Niterói, evento aberto aos Veleiros de Oceano realizado pelo Clube Naval de Charitas, em Niterói (RJ), e que conta pontos para o ranking da Federação Estadual de Vela do Rio de Janeiro e também a Copa Brasil da ABVO, Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, definindo os melhores do ano em cada classe e o barco do ano.
O evento é aberto para as classes IRC, ORC e RGS e conta ainda com inscrições abertas até às 10h desta quinta-feira que podem ser feitas clicando aqui.
A previsão é de seis regatas ao longo do feriado sempre começando às 12h e com confraternização após as mesmas na sexta-feira, sábado e no domingo. Serão homenageados dois grandes comandantes que tiveram participação importante na história do Clube Naval de Charitas e no iatismo brasileiro, o Comandante Érico e o Comandante José Fernando Ermel.
“São esperados entre 35 e 50 barcos e cerca de 300 velejadores. Já temos 27 confirmados. Fazem parte do Circuito as regatas Comte Érico e Comte Ermel que homenageiam dois importantes Oficiais da Marinha, que contribuíram sobremaneira para a vela no Brasil, como velejadores experientes, Juízes de regata, Instrutores de vela e de navegação, e principalmente fomentadores da cultura náutica. Estas regatas possuem premiação específicas, além de pontuarem para o Circuito”, declarou Rogério Albuquerque, organizador do evento.
O evento terá a presença de importantes barcos que estiveram na disputa do Brasileiro de Vela de Oceano em Búzios da ABVO em abril como conta Adalberto Casaes, comodoro da ABVO e comandante do barco Maestrale, um dos principais barcos da temporada de 2018.
“Teremos presença confirmada do +Bravíssimo do Espírito Santo, um barco muito forte, barcos fortes de Charitas, nosso barco que era inicialmente do Naval de Charitas e depois fomos para o Iate Clube do Rio de Janeiro por facilidade pois moro aqui no Rio, teremos o Maximus, o Santa Fé, serão barcos de ponta que estarão na disputa fora o Saravah, o Angela que deve marcar presença assim como o Fire and Forget, o Esculacho, Vesper, todos com participações importantes no Brasileiro ABVO. É uma competição muito tradicional e importante na Vela de Oceano do estado e na pontuação para a Copa Brasil”, destacou Casaes.
Serviço:
20/06 09:00 às 11:00 Inscrição e Registro 12:00 Regata Comte. Érico
21/06 12:00 Logo após regatas Regatas Confraternização no Bar da Praia
22/06 12:00 Logo após regatas Regata Comte Ermel Confraternização no Bar da Praia
23/06 12:00 Regatas Logo após regatas Cerimônia de premiação
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Iates customizados você já viu por aqui, e muitos. Mas nenhum como a sétima unidade da Schaefer 25M, de 25 metros (ou 83 pés), que o estaleiro catarinense Schaefer Yacths entregou recentemente a um cadeirante, com tudo adaptado para ele realizar todas as tarefas inerentes a um passeio náutico, incluindo gostosos mergulhos no mar, com independência e, principalmente, segurança. A construção foi feita sob encomenda, com o comprador fazendo valer o conceito de “embarcação customizada” prometido pela marca desde seu lançamento, cinco anos atrás. Pensaram que era só slogan publicitário?
Nesse processo, chamado custom, ou “feito de acordo com seu gosto”, a produção é feita quase artesanalmente. O iate ganha a cara do freguês. Neste caso, porém, em vez de uma distribuição alternativa de espaços, ou de itens diferentes da decoração, o iate Schaefer 25M foi configurado especialmente para atender às necessidades de uma pessoa com deficiência motora, um cadeirante — mas também poderia ser um idoso, um obeso ou qualquer pessoa com dificuldade de locomoção.
Não foram modificações quaisquer. Ajustes no layout e na estrutura do interior foram necessários para otimizar ao máximo a acessibilidade do cliente em todos ambientes. Com isso, o iate passou a oferecer uma série de facilidades a um portador de deficiência física: do embarque pela popa sem esforço em uma passarela bem mais larga que o convencional à oportunidade de entrar no mar, mergulhar, e depois voltar a bordo, “içado”, digamos assim, por um sistema de guinchos (um em cada bordo) instalado na popa.
Não foram modificações quaisquer. Ajustes no layout e na estrutura do interior foram necessários para otimizar ao máximo a acessibilidade do cliente em todos os ambientes
Guinchos? Sim. Mas vamos por partes, porque os ajustes — por medida de segurança e acessibilidade — são muitos. A primeira providência foi instalar um elevador na entrada do salão a bombordo, para que o proprietário possa ir direto para sua suíte ou se deslocar entre o convés principal e o inferior do iate sem necessidade de ser carregado nos braços por alguém (como acontece nos barcos convencionais), além de rampas de acesso à chamada área íntima, para ele entrar e sair com facilidade.
Da suíte, o proprietário pode acessar a cozinha, na proa, já que as portas e os corredores foram alargados, para a circulação adequada de uma cadeira. E mais: tomadas foram instaladas mais para cima, e interruptores, para baixo, de forma que ele consiga acessá-los na passagem, sem se curvar. Por sua vez, os pisos ganharam uma camada antiderrapante, para evitar acidentes. E barras de apoio de inox foram colocadas em pontos estratégicos, como banheiros, cozinha e quarto.
O iate passou a oferecer facilidades a um portador de deficiência física: de uma passarela bem mais larga na popa A um sistema de guinchos nos bordos
Só isso? Não. Por questões de funcionalidade, na cozinha os utensílios ficam próximos, facilitando todas as tarefas. E tudo, desde a mesa até o fogão, tem a altura correta. Na suíte principal, os móveis seguem algumas regras de segurança, para que o proprietário não tenha que se esticar. Já o banheiro ganhou, além de barras de apoio, vaso sanitário com assento mais alto, com espaço para que a cadeira de rodas se encaixe, e espelho inclinado para baixo. Sem contar a passarela de embarque (acesso à praça de popa), bem mais larga que o convencional.
Mas o que mais chama atenção são mesmo os guinchos colocados nos dois bordos, na popa do barco, possibilitando o embarque e desembarque de uma pessoa com deficiência, e até mesmo entrar diretamente na água e depois sair içado. De resto, a Schaefer 25M personalizada tem as mesmas elogiadíssimas qualidades da embarcação que todo mundo conhece.
A Schaefer 25M é uma 83 pés confortável, eficiente e repleta de inovações, a começar pela união de dois estilos: tem teto solar e flybridge. Como isso é possível? Simples: o flybridge é recuado em relação aos iates convencionais do gênero, e isso permite ao posto de comando interno o privilégio de ter, também, um teto solar. Além dessa surpresa — e das várias medidas de segurança e acessibilidade para uma pessoa com deficiência motora, como o cliente que encomendou este barco —, a Schaefer 25M oferece três opções de arranjo interno, entre elas uma com quatro camarotes.
fora as inovações, a Schaefer 25M tem as mesmas elogiadíssimas qualidades da embarcação que todos conhecem. uma 83 pés confortável e eficiente
A sala é tão ampla que faz plenamente jus ao jargão “salão”, usado no meio náutico. É um salão de fato e ainda incorpora tanto o posto interno de pilotagem, na frente, quanto um bar (que também atende à popa), atrás. O truque da sensação de espaço está no fato de que, além de o casco ser bem largo, tudo neste piso fica no mesmo nível, sem degraus nem divisões de ambientes. E o mobiliário, embora com grandes sofás, é enxuto, apenas com o necessário, o que também facilita a vida de um cadeirante ou qualquer pessoa com algum tipo de dificuldade de locomoção. Isso resultou num corredor central de largura excepcional e que deixa bem à mostra a madeira usada no piso, já que, por ter teto solar, não caberia o habitual carpete. Ou seja, a sala é como se fosse um deque aberto — embora fechado. E pode até molhar!
Na entrada do salão há um elevador a bombordo, para que o proprietário acesse sua suíte sem depender de auxílio. Na cozinha, há espaço suficiente para a circulação de uma cadeira
No posto de comando, o painel tem três grandes telas sensíveis ao toque, volante com regulagens, joystick para as manobras e duas poltronas — com amortecedores! — para um acompanhante curtir a navegação junto ao comandante. Quando aberto, o vidro do teto solar desliza rapidamente para baixo do piso do flybridge, num truque tão interessante quanto o painel de instrumentos do posto de comando externo, que “brota” de dentro da “máscara negra” que envolve a capota e o teto solar, dando a sensação de ser uma coisa só. De fora, ninguém diz que ali há um vidro.
Destaque também para para a laminação, de ponta. O casco e todas as peças de fibra de vidro dos barcos, como acontece em todos os modelos do estaleiro Schaefer Yachts (exceto a lancha Schaefer 303), são construídos pelo processo de infusão, que assegura alta resistência e baixo peso. A tecnologia deste iate é outro diferencial. “É quase uma cidade. Ele gera energia, trata esgoto, trata águas negras, águas cinzas, é autônomo, tem dessalinizador e está apto para longas travessias”, explica Márcio Schaefer, criador do barco e dono do estaleiro.
A sala é tão ampla que faz jus ao jargão “salão”. Não tem degraus nem divisões de ambientes. E o mobiliário, embora com grandes sofás, tem apenas o necessário. Da suíte, o proprietário tem acesso direto à cozinha
Na propulsão, a Schaefer 25M usa o sistema Volvo IPS, que permite o uso de motores menos potentes (três IPS 1200, de 900 hp cada). Em cinco anos, foram vendidas sete unidades desta 83 pés, classificada pelo fabricante como o “primeiro iate genuinamente brasileiro”, já que, com exceção do casco, todo o resto foi projetado e construído em Santa Catarina. Como tudo nela é muito especial, a Schaefer levou 11 meses para fazer a entrega, somando-se as fases de construção, acabamento e definição do projeto, de característica nobre e curiosa. Um grande toque em um grande barco.
Fotos: Norton José
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No último dia 10, o navio hidroceanográfico (NHo) H-38 “Cruzeiro do Sul”, subordinado ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos, atingiu a importante marca de mil dias de mar durante a comissão “Oceano Nordeste III (Outono)/ Farol NE”.
Incorporado à Armada no dia 28 de fevereiro de 2008, fruto de um convênio assinado entre a Marinha do Brasil e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o navio tem por finalidade desenvolver atividades de pesquisa no ambiente marinho, além de executar tarefas afetas à Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN).
Neste período, o “Leão dos Mares”, como é conhecido, navegou por 150.293,8 milhas náuticas (cerca de 278.342 quilômetros), contribuindo para a realização de levantamentos hidroceanográficos e coletas de dados ambientais, além de auxiliar na formação de pesquisadores, professores e alunos nas disciplinas relacionadas ao mar.
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A marca especialista em lanchas de wake Axis acaba de apresentar seu novo modelo T23. Com layout ideal para famílias, o modelo promete qualidade na construção e um interior espaçoso e luxuoso.
O T23 chega a 4 600 libras de lastro, o que resulta numa das melhores ondas da sua classe, e usa toda a tecnologia para produzir as melhores ondas, com Wake Plus Hull, Power Wedge III, Surf Gate e o Surf Band.
O inovador Skybox Seat deslizante, o piso Soft Grip e as Racks de placa giratória fazem parte do equipamento. Nos comandos, o T23 apresenta um LCD e um conjunto de manômetros analógicos clássicos onde se encontram todas as informações da lancha.
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O grupo das 20 maiores economias mundiais alcançou, neste domingo (16), o primeiro acordo para reduzir o lixo plástico no mar, em uma reunião no Japão que também abordou a segurança energética após os ataques a petroleiros no Golfo de Omã. Sob este acordo, os membros do G20 se comprometeram a reduzir os dejetos plásticos, mas poucos detalhes foram dados sobre como farão isso. As medidas seriam voluntárias e o progresso seria publicado anualmente, de acordo com a mídia local.
A poluição plástica tem se tornado uma preocupação internacional crescente, em particular após as proibições impostas pela China e outros países à importação de resíduos plásticos do exterior. Muitos países, incluindo o Japão, viram o acúmulo de resíduos plásticos como resultado da proibição.
Entre as muitas preocupações, está a questão dos microplásticos, esses pequenos pedaços de resíduos degradados que são difíceis de coletar quando entram na água. Os microplásticos tendem a absorver substâncias químicas nocivas e se acumulam dentro de peixes, pássaros e outros animais. O acordo alcançado em Karuizawa (centro do Japão) é o primeiro a visar uma redução da poluição plástica no oceano.
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Para aumentar a diversão na água, o inflável Bay Breeze Boat Party Island pode ser o aliado perfeito. Com capacidade para 6 pessoas, o modelo tem 6 metros de comprimento por 3,5 de largura e inclui cooler, plataforma na popa para facilitar a subida, além de espaços que funcionam como porta-copos. O peso do barco é de 30 kg e leva cerca de 20 minutos para enchê-lo. O modelo, que está à venda na Amazon, não inclui a bomba para encher, que deve ser adquirida separadamente.
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Em um “casamento” de alta performance, a americana Cigarette Racing e a alemã Mercedes-AMG trocaram alianças 12 anos atrás, com a promessa de gerar frutos a cada ano, a ser apresentados ao público durante o Miami Boat Show. Desde então, corações disparam e a ansiedade toma conta dos admiradores das duas marcas toda vez que a feira náutica abre as portas.
Não é para menos. Nos EUA, essas máquinas de aparência arrojada, com grande aerodinâmica, usadas para passeio ou competições em alto-mar, têm uma legião de aficionados. Neste ano, a parceria (ou melhor, o relacionamento) gerou o 11º fruto: a lancha 41 AMG Carbon Edition, de 41 pés, um foguete oceânico com quatro motores Mercury Racing 400 Verado, de 400 hp cada (isso mesmo, 1 600 cavalos de potência), programados para atingir impressionantes 72 nós.
Tanto o sedã quanto a lancha abusam no uso de telas. O painel de comando de ambos tem a quantidade de tecnologia que se pode esperar de um projeto assim
Nessa velocidade, a lancha de US$ 850 mil pode transportar 8 pessoas. Já na velocidade de cruzeiro, é possível acomodar até 20 pessoas em assentos batizados de Cigarette Cool, projetados para refletir até 30% do calor absorvido. Essa tecnologia permitiu a escolha de cores mais escuras nos estofamentos.
Inspirada no sedã esportivo de quatro-portas Mercedes-AMG GT 63 S, a 41 AMG Carbon Edition nasceu bonita e com muitos pontos altos, além da promessa de uma velocidade espantosa. Como o nome sugere, a fibra de carbono ganha especial destaque. Todo o convés foi construído com esse material leve e resistente, para reduzir o peso e o centro de gravidade da lancha. O componente usado para fabricar os foguetes da Nasa também é usado na estrutura do casco (sanduíche de fibra de carbono), no revestimento de cabine e na escotilha do motor.
As cores do casco evocam o carro em que foi inspirado, o Mercedes-AMG GT 63 S,
um esportivo familiar rápido e elegante
O painel de comando tem tanta tecnologia quanto se pode esperar de um projeto desse nível, com nada menos que três telas de 17 polegadas, nas quais o comandante acompanha rigorosamente tudo a bordo, dos gráficos de navegação aos dados sobre os motores; das coordenadas do gps à iluminação dos ambientes.
O design gráfico do casco foi inspirado no logotipo do AMG, que representa uma mistura de esportividade e conforto. Os detalhes do interior — grades de alto-falante decorativas, telas de instrumentação e iluminação ambiente — também refletem sinais dos sedãs de luxo da Mercedes, assim como o hard-top, superleve, que abaixa o centro de gravidade e melhora a aerodinâmica da embarcação.
Os assentos externos da Cigarette foram projetados para refletir até 30% do calor absorvido, o que permitiu a escolha de cores mais escuras nos estofamentos
As cores usadas na lancha (cinza-grafite fosca e vermelha brilhante) evocam o carro em que foi inspirado, o Mercedes-AMG GT 63 S, essencialmente um esportivo familiar rápido e elegante, na versão quatro portas. Aliás, falando no sedã alemão, que passou a ser vendido no Brasil desde o fim do ano passado, não espere encontrar neste lançamento da Mercedes uma simples versão quatro portas adaptada do AMG GT.
Toda a estrutura foi trabalhada do zero para garantir máxima segurança e, é claro, alto desempenho. O motor do carro — um V8 4.0 biturbo com injeção direta de combustível e 32 válvulas — tem avassaladores 639 hp! De acordo com a Mercedes, o esportivo é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em míseros 3,2 segundos, podendo atingir 315 km/h de velocidade máxima. Resumindo: duas máquinas ferozmente rápidas e impressionantes. Isso é o que se pode chamar de casamento feliz!
O design gráfico do casco da
cigarette foi inspirado no logotipo
AMg, que une esportividade e conforto
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A MCP Yachts acaba de divulgar novas imagens de seu novo projeto, o veleiro Full Aluminum Global Exp 66, que está sendo construído na fábrica da marca. A motivação dos engenheiros Damien Chaves e Manoel Chaves, duas gerações de velejadores apaixonados pelo mar, é a criação de um conceito de yacht sustentável, que possa proporcionar conforto e segurança para navegação em todos os mares do planeta. O Global Exp 66, desenvolvido pelo MCP Sailing Yachts Division, promete reunir tudo isso. O conforto, sofisticação e segurança de um yacht MCP com o espírito dos velejadores aventureiros.
O casco em alumínio naval (liga 5083 H116 – material certificado pelo Lloyd’s Register de Londres) é extremamente leve e robusto, infinitamente durável, não é inflamável, não absorve água e possui rigidez até 10 vezes superior à um casco de fibra de vidro com o mesmo peso agregado. Marcenaria inteligente, com estruturas de material compósito de baixa densidade garantem leveza e colaboram com o alto desempenho deste super veleiro. Outro grande diferencial é a compartimentagem estanque na praça de máquinas e no pique tanque de vante.
Com 20,10 m de comprimento, o modelo contará com suítes de proa e de popa, além de camarotes à meia-nau. O cockpit será central, o que estrategicamente proporciona amplidão imbatível no camarote de popa e configura a região da praça de máquinas
como área técnica reservada. Todas as adriças e escotas serão acessíveis e manobráveis no interior do cockpit. O doghouse rígido dispensa capotarias.
O Raised Salon permite a inclusão de um Pilot House no conforto e calor do salão principal,
com vista panorâmica para o mar e comandos de piloto automático, eletrônicos de navegação, manete de motor e guincho de âncora.
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A Navetron vai participar do próximo São Paulo Boat Show apresentando a linha de vidros e tetos Lewmar para o mercado brasileiro. São portas, janelas, parabrisas, etc. Todos os itens com linha padrão ou customizada.
Com 70 anos de experiência na indústria naval, a Lewmar, desde 2014, investiu fortemente no maquinário e no talento necessários para lançar uma linha totalmente nova de produtos de vidro. De plano a curvo, monolítico a laminado, a Lewmar pode oferecer toda a gama de produtos de vidro personalizados para atender projetos a motor e a vela de qualquer escala.
A nova gama de portas deslizantes, bi-dobráveis, com dobradiças e motorizadas da Lewmar proporcionam uma fronteira perfeita entre o espaço interior e exterior. Com as tendências atuais de integrar interior e exterior das embarcações, a porta do salão tem se tornado cada vez mais uma parte fundamental do design de um barco: oferecendo um grande espaço de entretenimento durante o dia e uma embarcação segura à noite.
A Lewmar lançou, também, uma nova plataforma de teto solar disponível em uma variedade de tamanhos padrão ou personalizada para combinar com a embarcação. Os tamanhos sob medida para atender a requisitos específicos de OEMs garantem o máximo potencial de ventilação de cada instalação. O vidro é totalmente processado e impresso digitalmente. Um sistema deslizante de múltiplas posições utilizando peças da renomada linha de hardware Lewmar promete uma ação suave com o mínimo de atrito.
Além destes e de outros itens, a Lewmar pode oferecer uma gama completa de janelas de abertura manual e acionada por motor para se adequar ao layout e às especificações do seu projeto. Seja um “Pop & Slide” elétrico ou manual para um exterior totalmente nivelado ou um controle deslizante com moldura mais tradicional, a marca pode projetar e construir a solução certa.
O São Paulo Boat Show 2019 acontecerá de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, reunindo os mais recentes lançamentos e destaques do setor em um só lugar!
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O estaleiro inglês Fairline Yachts anunciou a estreia global da F-Line 33 e da Squadron 68 no Cannes Yachting Festival, em setembro. O evento deste ano na França será o primeiro a ver a Fairline lançar vários barcos para o mercado global, começando com o Squadron 68.
Inicialmente chamado de Squadron 64, o novo modelo de flybridge foi renomeado para refletir suas grandes proporções. O Squadron 68 oferece 12% mais espaço de acomodação no convés inferior, uma área de salão no convés principal 5% maior e um flybridge 10% maior do que o Squadron 65. É assinado por Alberto Mancini e Vripack.
A F-Line 33 é um modelo de nível de entrada também projetado por Alberto Mancini. O deck possui amplo solário de proa e uma espaçosa área de estar à popa, que pode ser configurada para outra espreguiçadeira.
Em termos de potência, a F-Line 33 é configurada com dois motores a gasolina Volvo Penta V6-240, mas para um desempenho ainda maior é oferecida a opção de dois Volvo V8-430s ou dois V8s a gasolina Mercruiser de 8.2 litros. Também está disponível uma opção a diesel utilizando dois D3-220s da Volvo.
Outros modelos da Fairline em exibição em Cannes este ano incluem o Targa 65 GTO, o Targa 48 Open e o Targa 43 Open.
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Um grupo de 633 mergulhadores bateu o recorde mundial de maior quantidade de pessoas reunidas em um mesmo lugar para realizar uma limpeza submarina ao mesmo tempo, perto de um píer de pesca em Deerfield Beach, em Fort Lauderdale, no sul da Flórida, nos Estados Unidos.
Michael Empric, juiz do Guinness Book, anunciou o novo recorde no próprio local da limpeza, segundo um vídeo divulgado neste domingo pela Dixie Divers, organizadora do evento.
Segundo Empric, o recorde era ostentado até então pelo mergulhador egípcio Ahmed Gabr, que em 2015 conseguiu reunir 614 pessoas para realizar uma limpeza submarina no mar Vermelho, em Hurghada (Egito).
O novo recorde vai para a Flórida após a a limpeza realizada neste sábado pela empresa Dixie Divers com o apoio do grupo de conservação marinha Project AWARE e da agência de mergulho PADI, entre outras organizações.
“Foi um sucesso”, disse na sua conta do Facebook Jack Fishman, um dos mergulhadores participantes, detalhando que foram coletadas mais de 9.000 peças de resíduos marítimos “para fazer de Deerfield Beach um lugar melhor para todos os que vivem ali, acima e abaixo das ondas”.
O lixo marinho é um tipo de poluição antropogênico que transcende e ameaça os ecossistemas marítimos, dos quais dependem diretamente para viver cerca de 3 bilhões de pessoas.Cerca de 80% dessa poluição é de plástico, que demora 400 anos para desaparecer e soma 150 milhões de toneladas de resíduos no mar, segundo estimativas da Comissão Europeia.
Estes restos, que frequentemente provêm de bolsas e garrafas de plástico jogadas no oceano, representam um perigo porque os elementos mais volumosos estrangulam a fauna marinha, enquanto as chamadas micropartículas são ingeridas pelos animais e passam a fazer parte da cadeia alimentar.
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Um dos grandes vitoriosos do Aloha Spirit nos últimos anos, o paulista Rogério Mendes quer remar forte em Brasília na canoa havaiana individual, também chamada de va’a oc1. Em 2017 e 2018, ele subiu ao pódio nas seis etapas realizadas, com quatro vitórias e dois segundos lugares. Já neste ano, ficou em quinto lugar na abertura do Circuito, em Ilhabela/SP, e agora compete com a determinação, como bom militar que é.
Major do Exército, Rogério é hoje um dos principais nomes da modalidade e ainda tem como motivação não ter conseguido competir no Brasileiro, no último domingo, por causa de uma forte gripe. “Espero conseguir um bom resultado, remar forte, focado, disciplinado. É triste ficar de fora de um Brasileiro, mas foi um momento de aprendizado. Não respeitei o repouso necessário e fiquei exposto à gripe. Tive de aprender da pior forma, como meu próprio erro”, comenta.
“Meu único objetivo é treinar com disciplina e transformar cada prova num desafio pessoal a ser cumprido. É muito prazeroso ter a oportunidade de conciliar a família, a vida militar e a diversão aos esportes que tanto amo. Minha vida é muito melhor assim”, reforça Rogério, que usa o trajeto de sua casa, na Ilha Porchat, até o Forte dos Andradas, na Praia do Tombo em Guarujá, para treinar.
Muitas vezes, o meio de transporte é a canoa havaiana, remando 11 km em cada trecho. “Aproveito e treino, sem falar que evito o transito, a balsa. No começo, alguns se espantavam, hoje já é normal. Algumas vezes também vou de bike. É sempre uma ótima preparação”, ressalta Rogério, que acostumado a remar no mar, sabe que na prova deste final de semana a estratégia tem de ser diferente.
“Remar na lagoa é mais pesado. No Paranoá ainda é mais difícil, pois o clima seco acaba deixando todos os atletas com a boca seca, mas cada disputa tem um tipo de desafio. A baixa umidade do ar requer alguns cuidados com a hidratação, para evitar um desconforto durante a prova. Levo sempre uma garrafinha de água em mãos para ir me hidratando durante o dia”, afirma o atleta, que compete com patrocínio da Team Wine e apoios de Água Marinha, Canoe, Agonn Academia e Rumo Custom Paddles.
Maior festival de esportes aquáticos da América Latina, o Aloha Spirit será realizado no Pontão do Lago Sul, no Lago Paranoá. É a segunda de três etapas e a expectativa é reunir cerca de 1.500 atletas em sete modalidades. Ainda no va’a, os atletas competem na canoa taitiana (sem lemes), oc2 (duplas) e oc6 (equipes).
Também estarão em disputa o stand up paddle (SUP), com provas de longa distância e técnica; natação em águas abertas – 1.500m e 3.500m; paddleboard (remada na prancha); surfski, apneia estática (feita numa piscina montada na areia) e o waterman, um triathlon com os atletas competindo na natação, paddleboard e SUP.
Em todas as provas, a inclusão social é incentivada e com grande participação de deficientes físicos sobretudo na canoagem e natação. Além das disputas esportivas, destaque para a prática da yoga e as ações socioambientais, culturais e educativas, incluindo a participação de alunos de escolas locais, sempre remetendo ao tema do evento neste ano, A Simbologia da Água.
A cerimônia de abertura está marcada para sexta-feira, 19h, no Espaço Conexões, com o congresso técnico para todos os atletas, explicando percursos e regras. Outro grande destaque no primeiro dia do evento é o Festival de Cinema Aloha Spirit, que tem o patrocínio da Corona, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura, do Ministério da Cidadania. Serão exibidos vários documentários, contando históricas de superação no esporte e a harmonia com a natureza, para inspirar nas pessoas a busca pela prática desportiva.
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Parte da estrutura da Marina Porto do Sol, localizada no Km 21,5 da Estrada Guarujá – Bertioga, foi abaixo neste fim de semana. Parte das vigas e do telhado de um dos galpões de guarda de embarcações caiu no último sábado, dia 15 de junho.
Em contato com a Revista NÁUTICA, a marina informou que está renovando toda a estrutura de galpões e que tal fato se deu em decorrência dos ventos fortes que passaram no último domingo de abril. “Estávamos justamente reforçando a estrutura quando o mesmo veio abaixo. Não houve vítimas e tampouco danos. As embarcações já haviam sido retiradas por prevenção”, afirmou Regina Pereira, gerente da marina, que complementou que as demais estruturas já foram vistoriadas e estão seguras e estáveis.
Atuando desde 1996, a marina presta serviços no ramo náutico, angaria e realiza serviços de manutenção preventiva e limpeza para embarcações de 12 a 80 pés. Conta com infraestrutura necessária para a guarda de embarcações e apoio náutico em seus mais de 17 000 m2 de área.
A empresa utiliza três tratores para a puxada das embarcações, com auxílio de macacos hidráulicos, oferece apoio náutico 24 horas, proporcionando liberdade de horários de chegada e saída ao cliente, além de serviço de segurança com portaria, monitoramento por câmeras, botões de pânico, sirene de alerta e vigilância armada noturna.
Comunicação com sala de rádio, estação Delta 64 atendendo no canal 74, telefonia fixa e móvel, píer da atracação com pontos de água e energia elétrica nas duas voltagens também são alguns dos serviços oferecidos pela marina.
Conta com banda larga em toda a área da marina e restaurante com vista privilegiada para o Canal de Bertioga.
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Muito sol, ventos favoráveis e águas tranqüilas. Com esse cenário Itajaí recebeu a 17ª Regata de Remo Clássico. O evento com o nome “Cidade de Itajaí” realizado na manhã do último sábado (15) fez parte da comemoração dos 159 anos de Itajaí – de frente para o futuro. A regata contou com a participação de crianças e jovens das escolas da Rede Municipal de Ensino. As competições acontecerem às margens da Beira-Rio, na Avenida Ministro Victor Konder.
A competição de remo contou com a participação de 18 escolas municipais, com alunos de até 16 anos. O projeto é uma parceria Associação Náutica de Itajaí (ANI) e a Secretaria Municipal de Educação. A competição foi dividida por categorias, Proinha com os alunos de até 10 anos, Bombordo com alunos de 11 a 12 anos e Boreste com os alunos de 12 a 16 anos. Os vencedores em cada categoria foram a Escola Básica Alberto Wener, na Proinha, Escola Básica Melvin Jones, na Bombordo, e Escola Básica Thereza Bezerra de Athayde na Boreste. O pódio completo está no final do texto.
“Aqui na Associação Náutica de Itajaí (ANI), entendemos que a importância para as crianças dessa regata é o momento de integração. Esse é um momento em que eles estão juntos com outros participantes, outras escolas, onde eles se organizam, preparam seus gritos de guerra e tudo mais.”, destacou a coordenadora da ANI Rosane Soares.
A Diretora da escola Melvin Jones Maria Aparecida falou sobre a importância do evento na cidade. “Um evento como esse reúne os pais, a comunidade e as crianças. Para Itajaí, isso é maravilhoso, ainda mais hoje que a cidade está completando 159 anos, essa sim é a verdadeira importância, todos juntos fazendo parte da comunidade” destacou a diretora.
Os alunos do projeto “Navegando pela cidadania” participaram de competições de remo em canoas baleeiras nas raias do Saco da Fazenda, mesmo local que sediou as regatas de Optimist do Volvo Academy, das últimas três edições da OceanRace.
Participaram da 17ª Regata de Remo Clássico as escolas básicas Avelino Werner, Arnaldo Brandão, Maria Rosa Heleno Schulte, Thereza Bezerra de Athayde, de Campo Maria do Carmo, E.B Maria José Hulse Peixoto, José Potter, Maria Dutra Gomes, Prefeito Alberto Werner, José Anchieta, Guilhermina Buchele Muller, Gaspar da Costa Moraes, Olimpio Falcoieri da Cunha Elias Adaime, Edy Vieira Rothbarth, Melvin Jones, Cacildo Romagnani e Martinho Gervasi.
Confira a classificação:
Categoria Proinha (até 10 anos)
1° Prefeito Alberto Werner
2° Arnaldo Brandão
3° José Potter
Categoria Bombordo (11 e 12 anos)
1° Melvin Jones
2° Edy Vieira Rothbarth
3° Maria Rosa Heleno Schulte
Categoria Boreste (12 a 16 anos)
1° Thereza Bezerra de Athayde
2° Avelino Werner
3° de Campo Maria do Carmo
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Na madrugada deste domingo (16), um incêndio atingiu as embarcações na Marina da Conga, no bairro Ilha das Flores, em Porto Alegre. As chamas foram controladas no início da manhã pelo 1º Batalhão de Bombeiros Militar da Capital, mais bombeiros voluntários de Eldorado do Sul. Ninguém ficou ferido no episódio.
“Foi um incêndio de grandes proporções e, como o material é de fibra, o fogo se alastra rápido, e as embarcações estavam muito próximas. O prejuízo é grande”, afirmou subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Lúcio Ruzicki, ao jornal Zero Hora. Os prejuízos serão calculados pelos proprietários das embarcações e direção da marina.
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Nomeado de Corrida e com 50 metros de comprimento e 9 metros de boca (largura), este é o primeiro modelo da Riva Superyachts Division, que teve estreia mundial no Arsenal de Veneza no último sábado, 15 de junho.
Majestoso e elegante, Riva 50 metros é um sonho tornado realidade, o digno herdeiro da famosa série M / Y “Caravelle” e “Atlantic”, os grandes iates de aço construídos entre os anos 60 e 70 pelo gênio visionário e ambicioso de Carlo Riva. O primeiro Riva 50 metros fascinou o público com seus padrões incomparáveis de estética, estilo e inovação.
Convidados de todo o mundo participaram de uma magnífica noite com jantar de Massimo Bottura, seguido de uma recepção de gala que culminou com a inauguração do superiate.
“O maior Riva, o sonho de Carlo Riva que se tornou realidade, um barco de imensa beleza, só pôde fazer sua estreia no Arsenale, que há séculos é a maior fábrica naval do mundo. Os sonhos, a habilidade e o talento que habitaram esse espaço são os mesmos que animaram o mito de Riva em 177 anos de história, até o nascimento deste incrível mega iate. Hoje, aos olhos de nossos convidados e entusiastas, vi a emoção sincera que é para o Grupo Ferretti e, em particular, para a Riva Superyachts Division, a mais autêntica gratificação, um amor à primeira vista”, comentou Alberto Galassi, CEO da Grupo Ferretti.
A mais recente obra-prima da Riva combina perfeitamente a estética Made in Italy com a personalidade inconfundível da marca: os volumes mais largos do casco são combinados com um perfil limpo e elegante. Conforto, estilo, atenção aos detalhes e a aplicação das mais avançadas soluções tecnológicas são algumas das promessas do novo modelo. É resultado da colaboração entre a Officina Italiana Design, o estúdio fundado por Mauro Micheli e Sergio Beretta, que projeta exclusivamente toda a linha Riva, e a equipe de engenharia dedicada a projetar os novos superiates Riva com o Ferretti Group Product Strategic Committee.
Após o evento exclusivo em Veneza, o novo Riva 50 metros estará presente no próximo Monaco Yacht Show.
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O Bahrein espera inaugurar em agosto o maior parque subaquático do mundo, com mais de 100 mil metros quadrados e tendo como estrela principal um Boeing 747. Os idealizadores do projeto afundaram um Jumbo que servirá como recife artificial e ponto de mergulho.
Com 70 metros de comprimento, o avião teve suas portas removidas e na parte superior da fuselagem duas novas entradas foram construídas, visando permitir a entrada de luz e servindo como opção de acesso a mergulhadores.
Localizado em em Diyar al Muharraq, uma cidade composta de ilhas artificiais, o projeto Dive Bahrain, prevê a construção de um grande parque subaquático, com esculturas e pontos de mergulho especiais, incluindo o 747. O projeto foi conduzido em parceria entre as autoridades do Bahrein e o setor privado.
As autoridades acreditam que o parque possui potencial de atrair milhares de mergulhadores todos os anos, em especial pelas condições favoráveis ao mergulho na região. “Estamos orgulhosos de lançar este projeto ecológico exclusivo em parceria com as empresas de mergulho locais, o Supremo Conselho do Meio Ambiente e o setor privado”, disse Zayed bin Rashid Al Zayani, ministro da Indústria, Comércio e Turismo e presidente do conselho da Bahrain Tourism and Exhibitions Authority.
As autoridades transportaram o 747 até o local de “naufrágio” ancorado em boias especiais. No leito marinho a aeronave será posicionada de forma a permitir o mergulho em 360 graus, além de manter uma boa fonte de iluminação natural interna.
De acordo com os responsáveis pelo projeto, o processo de preparação do 747 incluiu um cuidado especial com questões ambientais, com atenção nas necessidades de promover o crescimento da vida marinha local. A aeronave teve todos seus sistemas hidráulicos, de combustível e elétricos removidos, com a drenagem de todos os fluídos e a remoção de plásticos, borrachas e vernizes prejudiciais ao meio ambiente. “Esta iniciativa também visa revitalizar o ecossistema marinho do Reino e preservar o ambiente marinho local”, destacou Al Zayani.
O local ainda incluirá várias estruturas além da aeronave, como uma réplica de uma tradicional casa de um comerciante de pérolas do Bahrein, recifes de corais artificiais e outras esculturas submersas.
Ainda que seja um dos maiores projetos do tipo no mundo, o Dive Bahrain ideia não é inédito, tendo similares ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, um Boeing 727 está submerso no parque Mermet Springs, em Illinois. Além de um parque construído apenas com veículos militares de combate. Recentemente a Turquia também criou um parque similar, utilizando um Airbus.
O 747-200 utilizado no parque subaquático foi construído originalmente para a British Airways, onde recebeu a matrícula G-BDXN, mas não foi entregue a empresa britânica, sendo imediatamente repassado para Malaysian Airlines System, sendo registrado como 9M-MHJ, onde vou no transporte de passageiros por 23 anos, até ser convertido para cargueiro, em 1997 e repassado para a MASKargo.
O avião encerrou sua longa carreira na Malásia em 2005, sendo revendido para a norte-americana Focus Air, uma operadora de carga de wet lease que deixou de operar três anos depois. O avião foi repassado para a Air Atlanta Icelandic, onde recebeu o seu último registro, TF-AAA. Em um contrato de leasing a aeronave retornou justamente a MASKarg, onde voou até 2013 quando foi finalmente aposentado e armazenamento em Fujairah.
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O estaleiro gaúcho Tethys Yachts lançou na última sexta-feira, 14, sua nova embarcação de 31 pés com targa, em Brasília. O modelo foi apresentado na Dragon Motors, localizada no Aeroporto do Distrito Federal. O evento foi promovido pela Dragon Premiu e Premier Jet.
Design arrojado, interior sofisticado e soluções náuticas inteligentes, estão presentes na Tethys 31 Targa. Com 10,10 m de comprimento, a embarcação vem completa de série, com gerador Onan 5kwa, ar condicionado 6 000 BTUS, churrasqueira à carvão na plataforma, compartimento para geleira, boiler, geladeira Elber 80L, fogão de indução, forno microondas, entre outros detalhes. Com sede em Venâncio Aires, Rio Grande do Sul, a Tethys Yachts conta com área própria fábril de 13 500 m² e está no mercado desde 2016.
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Próximo à ilha grega de Alonissoshá um notável naufrágio antigo: os restos de um grande navio de carga que modificaram a concepção dos arqueólogos sobre a construção dos barcos na Antiguidade. Agora, esse espetacular achado vai se tornar o primeiro naufrágio a que terão acesso o público e os praticantes de mergulho.
O rico acervo submarino da Grécia se manteve oculto, fora dos limites para a maioria das pessoas e acessível a poucos — na maioria das vezes, apenas a arqueólogos. Isso porque o mergulho recreativo ficou banido do país, exceto em alguns lugares específicos, até 2005, por medo que os inúmeros tesouros esparramados no fundo do mar pudessem ser saqueados.
O acesso aos naufrágios, antigos ou não, segue proibido. Mas agora isso parece estar mudando gradualmente com um novo projeto para criar museus submarinos. Os mergulhos poderão percorrer certos navios submersos, e os que não mergulham poderão conhecê-los por meio de realidade virtual em centros de informação localizados em terra.
O primeiro desses lugares é o naufrágio de Peristera, que recebeu o nome da ilha inabitada em frente a Alonissos, onde o navio foi descoberto no começo dos anos 1990. A embarcação estava carregadas com milhares de ânforas, provavelmente cheias de vinho, quando afundou no final do século 5º a.C.. Apenas a carga “sobreviveu”, já que a madeira do barco se desfez há muito tempo.
Ainda assim, o local é espetacular. Milhares de ânforas, intactas em sua maioria, estão estendidas em camadas. Elas são habitadas por peixes, esponjas e outras criaturas que agregam cor e vida ao lugar. “É muito impressionante. Mesmo eu, que tenho trabalhado há anos com arqueologia submarina, fiqueo impressionado quando mergulhei pela primeira vez neste naufrágio”, conta Dimitris Kourkoumelis, arqueólogo que lidera o projeto de preparação do local para os visitantes. “É diferente ver ânforas individuais em um museu de vê-las concentradas dessa maneira.”
O naufrágio mantém alguns mistérios. Apenas uma pequena parte foi escavada, e especialistas ainda não descobriram como ou por que o navio afundou ou ainda que outros tesouros ele poderia estar carregando além das quase 4 mil ânforas. Há indicações que houve fogo a bordo, mas não está claro de que maneira isso contribuiu para a embarcação ir a pique. “Foi um ato de pirataria? Ele estaria com excesso de carga?”, questiona Elpida Hadjidaki, a primeira arqueóloga a escavar o local. Estas perguntas seguem sem respostas.
O Peristera é o naior navio de seu tempo a ser encontrado e essa descoberta tem um significado gigantesco para os historiadores. “Até então, nós pensávamos que grandes navios que carregavam 1.500 ânforas e pesavam mais de 70 toneladas só foram construídos pelos romanos no século 1º a.C.”, explica Hadjidaki. “E agora temos um navio do século 5º a.C. que carregava 4 mil ânforas e sabe-se Deus o que mais e tinha 126 toneladas.” Ela diz estar radiante com a abertura para visitantes. “Por que deveríamos manter isso apenas para nós? Temos de dar conhecimento às pessoas.”
O primeiro teste para tours guiados para o naufrágio, que está entre 22 a 28 metros de profundidade, foi feito com um pequeno grupo de mergulhadores amadores e profissionais. Em terra, o grupo recebeu uma explicação com informações históricas e regras para o mergulho antes de percorrer um curto trecho de barco a partir do pequeno porto de Steni Valla, em Alonissos.
Novos testes de mergulho serão feitos neste verão (no Hemisfério Norte, a partir de junho), e a expectativa é que a área estará aberta aos turistas no início de 2021. Três outros navios no Golfo Pagasético também devem ser incluídos no projeto.
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A Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 entrou no segundo lote de inscrições para o evento, marcado para o período de 13 a 20 de julho, em Ilhabela (SP). Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140. Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. As inscrições seguem abertas pelo site oficial do evento.
O desconto de 30% da classe RGS agora vale apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE-30 e HPE-25. Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO.
A Semana Internacional de Vela de Ilhabela reforça a importância da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano como fomentadora da modalidade no País.
Até o momento mais de 80 equipes já confirmaram presença na competição, que chega em julho à sua 46ª edição. Os barcos estão divididos nas classes ORC, IRC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, Multicascos, HPE-25, HPE-30 e C30.
O evento conta com velejadores de vários estados do Brasil e até do exterior. Atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas participam das provas em Ilhabela. ”Nossa equipe é formada por um grupo de amigos e parentes. A Semana de Vela é uma regata festiva e para reunir a equipe”, disse Pedro Calmon, do barco Tapuia, integrante da classe Bico de Proa.
A primeira prova será a tradicional Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil no domingo. A regata é a mais longa da competição e tem mais de 65 milhas náuticas. No mesmo dia, só que para os barcos menores, saem no mesmo horário a Ilha de Toque-Toque por Boreste e a Renato Frankenthal.
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