HMS P311

27/05/2016

Os destroços do submarino britânico HMS P311 podem ter sido encontrados pelo mergulhador italiano Massimo Bondone, a cinco milhas náuticas da ilha de Tavolara, a cerca de 80 metros de profundidade. A possível descoberta aconteceu no fim de semana passado e está sendo investigada pela Marinha Britânica. Caso seja confirmada, os restos do submarino devem ser respeitados e protegidos. O submarino está praticamente intacto, inclusive com os corpos da tripulação em seu interior. O HMS P311 desapareceu na Costa da Sardenha, no Mediterrâneo, após deixar Malta (Sul da Itália), em dezembro de 1942, com 71 tripulantes a bordo para participar da Operação Princípio, um ataque aliado contra uma frota italiana na Sardenha. O contato com a embarcação foi perdido no dia 31 daquele mês, aparentemente após o choque com uma mina.

Foto: Reprodução

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    Campeonato Brasileiro de Jet

    Por: Redação -

    Campeão em 2015, o paulistano Umberto Brito mostrou nesta quinta-feira, 26, que é sério candidato ao bi, no 29º Campeonato Brasileiro de Moto Aquática, que está sendo disputado na Represa de Furnas, em Boa Esperança (MG), com 55 competidores inscritos. O piloto de São Paulo ganhou a primeira bateria da categoria Runabout Pro Turbo Limited e tentará manter o mesmo desempenho até domingo. A competição, que começa diariamente às 10 horas, também definirá os pilotos com direito de disputar o Mundial de 1º a 9 de outubro, em Boa Esperança (MG).As disputas no primeiro dia aconteceram sobmuito sol, boa presença de público e marcou o retorno de vários pilotos que não competiram na temporada passada e a estreia de outros. Na Runabout Pro Turbo Limited o paulistano teve excelente regularidade e garantiu a vitória, seguido por seu irmão Valdir e na terceira posição ficou o gaúcho Heraldo Estrela, de Porto Alegre.

    Na categoria Runabout Pro Turbo Stock, a vitória foi de Denísio Casarini Filho, que voltou ao Campeonato Brasileiro de Moto Aquática, após três temporadas ausente. O paulistano é um dos principais nomes da modalidade, com três títulos mundiais e vários nacionais no currículo. O segundo colocado foi Ernani Reis, do Distrito Federal, seguido pelo paulistano Marcelo Augusto.

    Outro destaque na primeira série de baterias foi o goiano Davi Prado, que venceu a categoria Ski Aspirado GP, liderando do início ao fim. O piloto de Goiânia briga pelo tricampeonato e mostrou que tem boas possibilidades de alcançar esse objetivo. Na segunda colocação ficou Rodrigo Lima, de São Paulo, seguido pelo mineiro Milller Tiso Marques, de Boa Esperança.

    Os vencedores da primeira série de baterias do 29º Campeonato Brasileiro de Jet são os seguintes: categoria Sport Vintage GP – Arthur Pacini Catoira – São Paulo (SP); Ski Aspirado Stock – Luiz Marques Filho – Araraquara (SP); Ski Aspirado GP – Davi Prado – Goiânia (GO); Runabout Estreante e Novatos Aspirado Stock – Rogério Holanda Teixeira – Distrito Federal; Runabout Estreante e Novatos Turbo Stock – Raphael Oliveira – Rio de Janeiro (RJ); Runabout Pro Aspirado Stock – Erik Teixeira – Campinas (SP); Runabout Pro Aspirado Limited – João Mateus – Porto Alegre (RS); Runabout Pro Aspirado GP – João Mateus – Porto Alegre (RS); Runabout Pro Turbo Stock – Denísio Casarini Filho – São Paulo (SP) e Runabout Pro Turbo Limited – Umberto Brito – São Paulo (SP).

    Foto: Denny Cesare

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      92 metros

      25/05/2016

      Conhecido como projeto Touchdown, o novo superiate de 92 metros que está sendo construído pela Feadship tem assinatura de Sinot Yacht Design, tanto no exterior quanto no interior, e arquitetura naval de De Voogt. Suas principais características incluem heliponto na proa, salão de beleza, piscina, academia, spa, amplos espaços ao ar livre e garagem. Seu layout inclui acomodações para 14 pessoas nas suas sete suítes, incluindo seis camarotes VIP, no convés principal, e o camarote do proprietário, no convés superior. O modelo deve ser entregue em dezembro deste ano.

      Foto: Divulgação

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        Para começar bem

        Por: Redação -

        O feriado está aí e muita gente aproveita o tempo livre para navegar. Para ajudar você a ter uma navegação tranquila e sem problemas, NÁUTICA selecionou 7 dicas que podem fazer com que seu passeio de fim de semana seja o melhor possível. Confira:

        Peça ajuda

        Quem navega está acostumado a ajudar. Por isso, não tenha vergonha de perguntar, principalmente sobre as características do lugar onde vai navegar pela primeira vez. É muito melhor pedir ajuda antes que socorro depois. E esse é um bom momento também para iniciar uma amizade náutica, que, aliás, costuma ser duradoura.

        Corra dos grandes

        Fuja dos navios, pois eles — até por causa do tamanho — não desviam de ninguém. Por mais que avistem sua embarcação, dificilmente farão uma manobra para evitar uma colisão. O jeito é manter-se sempre atento e desviar dos gigantes quando avistá-los.

        De olho no vento

        Navegar com vento de popa é sempre a melhor opção, mas caso o vento esteja muito forte e o mar agitado, posicione sua embarcação em um ângulo de 45 graus e continue navegando. Isso evita que o barco comece a surfar nas ondas e fique incontrolável.

        Ancore com segurança

        Sempre que precisar ancorar, faça isso com a proa voltada para as ondas. Esse posicionamento evita que a água entre pela popa, que fica mais perto do nível da água. E mesmo que o motor apague, por qualquer motivo, nunca deixe o barco à deriva — ancorar vai deixá-lo mais seguro enquanto procura ajuda.

        Mantenha o equilíbrio

        Se seu barco tiver flapes, não economize. Eles são de grande ajuda na hora de equilibrar o casco e mantê-lo sempre nivelado. Se, por exemplo, seu barco estiver com muito peso na popa, abaixe os flapes para descer a proa. Isso vai ajudar a manter a navegação suave.

        Não brinque com fogo

        Incêndio é a principal causa de “perda total” em barcos, muito mais que naufrágios. Por isso, nunca improvise: exija uma instalação elétrica segura e feita por profissionais qualificados. Os tão apreciados churrascos também devem ser feitos com muito cuidado.

        Ajude o motor

        Aditivos melhoram o desempenho dos barcos, mas sua principal função é prolongar a vida útil do combustível. Isso porque você vai ficar, no mínimo, uma semana sem navegar e o combustível permanecerá no tanque. Nesse tempo, ele pode envelhecer e prejudicar o desempenho do motor.

        Foto: Fotolia

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          Yes, we can!

          Por: Redação -

          Há dois anos, o Teasa, do casal Angela e Daniel, foi o primeiro veleiro brasileiro a completar a tradicional (e longa) rota Great Loop, mais de cinco mil milhas entre rios, lagos e canais americanos e canadenses.  A viagem foi tão especial que eles decidiram, mais uma vez, fazer a inusitada travessia. Dizem que o navegante só descansará em paz se fizer o Great Loop. Esse ditado, muito conhecido por americanos e canadenses, inspirou o casal paulistano Angela e Daniel Cheloni a cumprir a desejada rota, que engloba uma porção de estados da costa leste americana, além do Canadá, através das águas do mar e, também, de rios, lagos e canais. Nada mal, já que o projeto anterior do casal seria velejar, outra vez, pelo Caribe com o veleiro Teasa, um Trinidad 37 recém-comprado e reformado. A história completa você pode conferir na edição de NÁUTICA que está nas bancas de todo o país e, também, na loja online.

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            Vela no feriado

            Por: Redação -

            O Clube de Campo do Castelo (CCC), em conjunto com o Clube de Campo São Paulo (CCSP) e a Federação de Vela do Estado de São Paulo (FEVESP), realizam o Campeonato Regional Sudeste SUDESTCAT 2016 para as classes Hobiecat 14 e Hobiecat 16. As regatas ocorrem entre os dias 26 a 29 de maio no Clube sede, o Castelo, na Represa de Guarapiranga. Além da flotilha paulista, já são seis os barcos vindos de Santa Catarina e Paraná para correr o campeonato. O CCC está apoiando fortemente o evento, que conta com camisetas, frutas e bebidas na confraternização, além de um troféu diferenciado. As inscrições custam R$ 120 e R$ 180 por embarcação, dependendo da categoria, e devem ser realizadas na secretaria do departamento náutico do CCC, pelo telefone (11) 5668-3030, com Sergio Utagawa, pelo (11)98602-968, ou com Claudio Teixeira, pelo (11)99976-4958.

            Foto: Reprodução

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              116 Yacht

              A marca britânica Sunseeker acaba de colocar na água o primeiro casco do seu mais novo modelo, 116 Yacht. Segundo o estaleiro, as linhas elegantes e o layout de plano aberto são características que a próxima geração dos modelos de mais de 100 pés irão ter. O iate foi produzido na fábrica da empresa, em Dorset, no Reino Unido, e usa o mesmo casco do 115 Sport. O modelo ganhou novo design para a superestrutura e convés. O estaleiro afirmou que este iate inaugura uma nova fase no design dos barcos da marca e reafirma o compromisso da Sunseeker em lançar novos produtos e investir em tecnologia. Uma das áreas que podem ser destacadas é a proa, com área de lazer privada com a opção de uma ampla hidromassagem. No interior, o barco conta com janelas maiores para possibilitar a entrada de luz natural e amplo salão.

              Foto: Divulgação

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                Associação Náutica

                Por: Redação -

                Depois de conquistar participação no júri nacional do programa Bandeira Azul, que certifica locais em todo o mundo com excelência ambiental, a Associação Náutica (Acatmar) realizou sua primeira ação efetiva junto à organização. Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da entidade, palestrou na última segunda-feira, 23, em reunião no Rio de Janeiro, sobre a importância da atividade náutica estar ligada à iniciativa, cujo selo já contemplou no estado a praia de Palmas, em Governador Celso Ramos, e a Lagoa do Peri, em Florianópolis. A Acatmar luta pela sustentabilidade e o fomento da atividade náutica em praias, lagos, rios e represas catarinenses.

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                  Cadê o remo?

                  Por: Redação -
                  24/05/2016

                  Se os músculos mais poderosos do corpo estão nas pernas, por que usamos os braços para impulsionar um caiaque? Pensando assim, e também com o intuito de manter os braços livres durante as pescarias, a empresa Milha Náutica, do Paraná, lançou o caiaque Leader, que tem um inusitado dispositivo de impulsão movido a pedal, chamado de Power Drive. O sistema é simples e funciona com o movimento das pernas, como se o remador estivesse em uma bicicleta. Basta pedalar para que um hélice de plástico de duas pás empurre o caiaque para a frente ou para trás. Para saber tudo sobre o desempenho deste produto, confira a edição de NÁUTICA que está nas bancas de todo o país e, também, na loja online.

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                    Lançado no estaleiro italiano MMGI no início do mês, o explorador de 101 pés da marca Omega Yachts possui um exterior robusto e espaços interiores que unem luxo e funcionalidade. Construído para conforto em alto mar, possui casco de aço, quatro estabilizadores e superestrutura de alumínio. Seu raio de 8 metros acrescenta mais estabilidade e mais espaço no interior. O casco número um, que passará por testes finais, está equipado com motores C 32 CAT, que permitem que a embarcação chegue a uma gama de 4 000 ao cruzar 10,5 nós.

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                      Por dentro da embarcação

                      H2 concluiu recentemente o design interior da embarcação de exploração de 107 metros Ulysses, construída por Kleven. Com estilo descontraído, o interior mistura madeiras claras e tecidos para mesclar um olhar contemporâneo com uma atmosfera caseira. O iate pode acomodar até 30 pessoas, em seus vários camarotes, nas salas VIP e na suíte proprietário, que se estendem pelos seus deques. Ulysses pode atingir uma velocidade de 16 nós e, entre suas características estão a presença de um concurso de 25 metros, para 10 pessoas, e enorme guindaste.

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                        Rio 2016

                        Guilherme Franco Moreira, criador da primeira escola de mergulho comercial da América Latina e proprietário da Aquamaster Dive Resort, foi indicado pela TurisAngra para conduzir a Tocha Olímpica, que passará em Angra dos Reis no dia 27 de julho. Por sua constante atuação nas atividades náuticas, subaquáticas e do meio ambiente, um dos expressivos nomes de Angra, com 50 anos de atuação no mergulho, completados em 2015, Moreira encherá a cidade de orgulho ao participar de significativo simbolismo.

                        A Tocha Olímpica, principal símbolo dos Jogos Olímpicos, está percorrendo mais de 300 cidades e os 27 estados do país. Ao longo de 95 dias, desde o início de maio, até chegar ao Rio de Janeiro, em agosto, para a cerimônia de abertura, no Maracanã, 12 mil pessoas participam do revezamento da Tocha Rio 2016 – cada um levando a chama por cerca de 200 metros. Nomes de peso, que fazem a diferença, seja no esporte ou em suas comunidades, foram selecionados a partir de quatro campanhas diferentes, promovidas pelo Comitê Rio 2016 e pela Coca-Cola, Nissan e Bradesco, para ser os responsáveis por conduzi-la e, claro, envolver todo o país no clima dos Jogos.

                        Foto: Reprodução

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                          Vela na Guarapiranga

                          Por: Redação -

                          A quarta etapa da Copa Yacht Club Paulista (YCP), encerrada neste domingo, 22, na Raia 2 da Represa Guarapiranga, contou com 70 barcos inscritos e quatro regatas para a maioria das classes. Laser e Snipe foram as mais numerosas, enquanto a HPE 25 reservou disputa entre velejadores experientes como, André Fonseca, João Hackerott, Marcos Ferrari, Felipe Furquim, entre outros. No dia decisivo, as rajadas de noroeste chegaram a 12 nós (22 km/h) após a primeira largada. Em seguida, o vento rondou para norte e logo veio desafiadora calmaria.

                          A competitiva classe HPE 25 levou sete barcos à raia, com domínio da tripulação do YCP Sailing Team Pajero, formada por André Fonseca, o Bochecha; Sérgio Rocha, Juninho de Jesus e Amauri Gonçalves. “A primeira regata de hoje (domingo), com percurso barla-sota (duas boias) foi muito boa, mas na última, triangular, ficamos sem área suficiente para velejar e quase sem vento. Foi um fim de semana excelente, com quatro regatas bem disputadas”, relatou o velejador olímpico Bochecha, comandante do barco vencedor de três das quatro provas de HPE 25.

                          A mesma tripulação disputará a quinta etapa da Copa YCP em 11 e 12 de junho e no mês seguinte correrá de HPE 30 na Semana de Vela de Ilhabela. O segundo colocado foi o Rubber Soul, com Marcos Ferrari (YCSA), que obteve uma vitória, seguido pelo Sailing Team L200 Triton, com Maurício Bueno (YCP) no comando. Em outras classes, vitórias de: Arno Buchli Jr. (ASBAC) – Day Dailer, Lucas Haug (YCSA) – Laser 4.7 e Caio Luchini (CCC) – MT19, conforme súmulas provisórias. A Copa YCP tem realização da Fevesp com os apoios de: North Sails, Regatta Náutica, Carretas Náuticas Gagliotti e Jornal Almanáutica.

                          As flotilhas de Laser e Snipe, contaram com mais de 20 barcos inscritos cada. Stefano Mazzaferro (YCSA) venceu na Laser Standart, enquanto Anderson Brandão (GVI) foi o primeiro colocado na Snipe nos resultados a serem confirmados. Na classe Star, o duelo ficou entre Marcelo Bellotti (YCP) e Fábio Bodra (YCSA) que levou a melhor. “Foi ótimo testarmos novas regulagens para os próximos campeonatos. Precisamos treinar muito para o 7º Distrito, em Santos; Semana de Ilhabela e Sul-Americano, em Brasília”, afirmou Bellotti que defenderá o título de Ilhabela em julho.

                          No hangar do YCP, antes das regatas, a atração foi a Clínica Norh Sails apresentada pelo argentino Gonzalo Veritz, campeão mundial de S40, com informações sobre ajustes adequados de velas. Para o diretor de Vela do YCP, Beto Hackerott, o evento precisa se tornar uma confraternização. “Há velejadores que vêm também pela parte social. O brunch, por exemplo, reuniu 90 velejadores. É um diferencial do YCP. Exceto Laser, devido à falta de vento, demais classes correram quatro provas diversificadas pelas rajadas de noroeste a nordeste. Foi difícil até para quem conhece bem a represa”, avaliou Beto.

                          Foto: Divulgação

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                            Campeonato de Jet

                            Por: Redação -

                            O paulistano Valdir Brito Júnior tentará garantir o bicampeonato no 29º Campeonato Brasileiro de Jet, na categoria Runabout Turbo GP, considerada a Fórmula 1 da modalidade. O piloto de São Paulo, que já disputou o Mundial em 2014, é um dos destaques da competição, que será aberta nesta quinta-feira, 26, e prosseguirá até domingo, 29, na Represa de Furnas, em Boa Esperança (MG). Os organizadores esperam milhares de pessoas de toda a região para acompanhar a performance dos melhores pilotos do país e convidados internacionais.

                            Júnior considera que a preparação física será fundamental nesse 29º Campeonato Brasileiro de Jet. “Teremos muitas baterias seguidas e tudo tem que ser resolvido em Boa Esperança, portanto, não podemos dar ao luxo de errar e muito menos quebrar. Temos que andar cada bateria como se fosse uma final de título. Tenho treinado em academia há bastante tempo. Os jets de competição estão sendo acertados, por isso, eu e meu irmão Umberto estamos treinando com outros equipamentos”, destacou.

                            No ano passado, os irmãos Brito faturaram um total de quatro títulos e em alguns casos fizeram dobradinha de primeiro e segundo. Costumam fazer jogo de equipe, mas explicou que nas primeiras baterias será cada um por si e deve ter boas disputas. Depois, com o passar das baterias vão analisar e aquele que tiver mais chances de título, ganhará a preferência do resultado.

                            Para esse 29º Campeonato Brasileiro de Jet, Júnior informou que utilizará um equipamento novo, com casco de 16 kg, portanto, mais leve que o do ano passado e com mais potência no motor. Adiantou que após quatro anos voltará a competir na categoria Ski GP, além disso estará presente na Runabout Turbo Limited e Runabout Turbo GP.

                            A programação começará diariamente às 10 horas e as categorias em disputas no 29º Campeonato Brasileiro de Jet Ski são as seguintes: Ski GP Aspirado e Turbo, Runabout Estreante Stock Aspirado e Turbo, Runabout Novato Stock Aspirado e Turbo, Runabout Limited Aspirado e Turbo, Runabout GP Aspirado e Turbo, Super Course Limited Aspirado e Turbo Super Course GP Aspirado e Turbo, Freestyle Amador e Profissional, e ainda a nova categoria Vintage.

                            Foto: Fernando Bonilha

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                              Luto na vela

                              Por: Redação -
                              23/05/2016

                              Faleceu na última sexta-feira, 20, o velejador Oleg Belly, famoso pelas suas viagens à Antártida. Oleg estava com câncer na cabeça, descoberto em novembro, e não resistiu à quimioterapia após voltar mais uma vez do continente gelado a bordo do seu veleiro Kotik. Ele  foi o grande incentivador de Amyr Klink e de Beto Pandiani, que velejou com seu filho Igor, na última travessia do Pacífico. Ele tinha em seu currículo, além das inúmeras idas à Antártida, mais de 30 travessias do estreito de Drake.

                              Foto: Reprodução

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                                Linha Supreme

                                A polonesa Sunreef Yachts expandiu sua linha de produtos com a nova série Supreme, com primeiro modelo revelado no Singapore Yacht Show 2016, o Supreme 68. Com 20 metros de comprimento, o novo modelo possui uma área total de 300 m², com ampla sala principal, cercada de vidro do chão ao teto, além de possuir o salão e o deque exterior em um mesmo nível.

                                Seu layout é composto por dois camarotes equipados com banheiros privados e duas suítes master, além de alojamentos da tripulação, projetados para acomodar três pessoas na cabine de bombordo a ré e uma pessoa na proa. A escada de bombordo apresenta uma cadeira elevatória feita sob medida para facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida aos camarotes. A embarcação possui, ainda, flybridge coberto com um bimini e equipado com bar e sofás; e garagem de popa que, quando abaixada, cria um espaço extra para descanso e banhos de sol.

                                Foto: Divulgação

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                                  Barco brilhando

                                  Uma das mais recentes novidades da Marine Office, loja náutica no mercado há mais de 20 anos, é a linha de equipamentos italianos para limpeza de embarcações. Entre as características destes produtos, que prometem uma limpeza muito mais prática, estão cabo adequado para mangueira de água, modelos com dispenser para sabão, cerdas macias e médias, controle de fluxo de água, cabos em alumínio com regulagem de comprimento e escovas com empunhadura que facilita o manuseio.

                                  Com sedes em São Paulo e no Rio de Janeiro, a empresa conta com uma grande variedade de produtos que atendem desde os barcos de passeio e trabalho quanto às áreas industriais de máquinas pesadas e é distribuidora no Brasil de empresas internacionais como a Twin Disc, Nico, Vetus, Johnson Pump, Duramax Marine, Poly-planar, Whale, Newmar, Seasense, Marinco, Glendinning, Trem, UMC, WBM, etc.

                                  Foto: Divulgação

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                                    Festa náutica

                                    O estaleiro Coral convida clientes, amigos e amantes do mundo náutico para a segunda edição do Coral Fest, que acontece neste sábado, 28, no Saco do Céu, em Angra dos Reis. Devido ao sucesso da primeira edição do evento, a marca resolveu reunir novamente os envolvidos e interessados no setor para passar uma agradável tarde curtindo o mar de Angra e todos os prazeres que ele proporciona. Na ocasião, estarão presentes os modelos Coral 33 A e 33 C, recém-entregues pela marca em Angra.

                                    Foto: Divulgação

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                                      Valdir Scremin quer aumentar o número de títulos no currículo no Campeonato Brasileiro de Jet. Campeão nacional em oito oportunidades, o paranaense de Ivaiporã, no Paraná, radicado em Hernandarias, no Paraguai, está motivado para a 29ª edição da competição, que será disputada a partir desta quinta-feira, 26, até domingo, 29, na Represa de Furnas, em Boa Esperança, no Sul de Minas Gerais. O evento também definirá os pilotos com direito de disputar o Mundial, programado para o período de 1º a 9 de outubro, em Lake Havasu, no Arizona (EUA).

                                      No ano passado, Scremin não participou do Campeonato Brasileiro de Jet e agora está de volta e prometendo muito empenho para garantir novas conquistas. Em 2014, garantiu três títulos, sendo um deles na Runabout GP Turbo, considerada a Fórmula 1 da modalidade. Já havia sido campeão em três categorias em 2013 e duas em 2011.

                                      O paranaense competirá nas categorias Runabout Limited Turbo, Runabout GP Turbo, Super Course Limited Turbo e Super Course GP Turbo. “Disputarei o Brasileiro com o mesmo equipamento de 2014, que está bem acertado e espero que tenha uma excelente rendimento em todas as baterias. É importante lembrar que a preparação física nesses quatro dias seguidos de disputa será fundamental, porque o desgaste será grande. Dei atenção especial à parte física”, ressaltou Scremin.

                                      Pelo 19º ano consecutivo, a Represa de Furnas será palco do Campeonato Brasileiro de Jet. Scremin considera o local excelente, no aspecto técnico, pois permite a montagem de um circuito de grandes dimensões, fazendo com que aconteçam disputas acirradas nas baterias. “Não podemos esquecer do grande público da região que comparece em todos os dias de disputas. É muito bom competir diante de milhares de pessoas”, acrescentou.

                                      A programação começará diariamente às 10 horas e as categorias em disputas no 29º Campeonato Brasileiro de Jet são Ski GP Aspirado e Turbo, Runabout Estreante Stock Aspirado e Turbo, Runabout Novato Stock Aspirado e Turbo, Runabout Limited Aspirado e Turbo, Runabout GP Aspirado e Turbo, Super Course Limited Aspirado e Turbo Super Course GP Aspirado e Turbo, Freestyle Amador e Profissional, e ainda a nova categoria Vintage.

                                      Foto: Ricardo Fuchs

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                                        Vela no Sul

                                        Por: Redação -

                                        A tripulação do Don’t Let Me Down com Cícero Hartmann, Flávio Quevedo e André Renard foi a vencedora do Campeonato Sul-brasileiro da classe Soling encerrado neste domingo, 22, no Veleiros do Sul. Em segundo lugar ficou o El Demolidor com Kadu Bergenthal, Eduardo Cavalli e Renan Oliveira, e em terceiro o Coringa, de Lucas Ostergren, Beto Trein e Roger Lamb.

                                        A melhor regularidade de resultados entre as sete equipes do campeonato fez o trio do Don’t Let Me Down ser campeão. Eles repetiram o segundo lugar nas quatro regatas disputadas na raia do Cristal no Guaíba, próximo ao Veleiros do Sul.

                                        “Foi difícil para todas tripulações. Vento fraco no sábado e no domingo pegamos um buraco de vento na raia. Essa foi a primeira vez que ganhamos um campeonato com a mesma colocação em todas as regatas. Foi divertido e é legal velejar na frente do Clube”, disse Cícero Hartmann.

                                        O Sul-brasileiro foi quase uma repetição de 2015, quando a equipe do El Demolidor foi a vencedora e Don’t Let Me Down a vice. Dessa vez se inverteram as posições. Foi igual somente para o Coringa que repetiu a terceira colocação.

                                        No sábado, apenas uma prova foi disputada devido à falta de vento e neste domingo os velejadores padeceram com o vento gelado que soprou de direção sul na intensidade média de 9 nós. No término do campeonato teve a premiação na churrasqueira Vento Sul com a presença da comodoria do VDS.

                                        Foto: Ricardo Pedebos

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                                          Por: Redação -
                                          20/05/2016

                                           

                                          Para atender o avanço do segmento náutico e um consumidor cada vez mais exigente, o mercado de embarcações oferece produtos de alta performance. Além de tranquilidade e segurança ao navegar, barcos, lanchas e iates têm apresentado cada vez mais conforto e sofisticação no seu interior. Mas a decoração vai além do bom gosto, os materiais precisam ser próprios para o ambiente náutico, considerando a maresia e a umidade.

                                          O revestimento do estofado de uma embarcação, por exemplo, exige uma qualidade diferenciada. Constantemente exposto aos raios UV, à umidade, à maresia e as mais diversas condições climáticas, o material necessita de maior resistência, impermeabilidade e proteção antibacteriana, para evitar a proliferação de bactérias e bolor.

                                          Um dos produtos disponíveis no mercado com indicação para este tipo de aplicação é o revestimento Facto® Náutico, produzido pela Cipatex®. Ele conta com a proteção Microban®, eficaz contra fungos e bactérias, além de ser eficaz contra odores e manchas, contribuindo para a higiene e prolongando a aparência de novo por mais tempo.

                                          Segundo Luis Spezzotto, gerente de produto moveleiro da Cipatex®, a facilidade de limpeza do revestimento também deve ser levada em conta, uma vez que o produto fica exposto ao vento e pode acumular sujeira. “O ideal é que o revestimento não retenha poeira e que seja resistente à aplicação de álcool e produtos multiuso, que eventualmente podem ser utilizados”, afirma.

                                          Em relação a cores, as tonalidades mais claras e neutras são as mais indicadas, já que dão amplitude ao ambiente e aquecem menos com o calor do sol. Para dar um ar moderno na decoração, as almofadas ou outros acessórios podem receber cores mais fortes.

                                          Além de optar por um revestimento adequado, a qualidade interna do estofado também merece atenção. Spezzotto alerta para a escolha de uma espuma que não apresente problemas de mofo, principalmente a peça que ficará na área externa da embarcação. “Não adianta o revestimento ser antimofo se o material interno for de qualidade duvidosa. O revestimento poderá ficar intacto, mas o enchimento tende a deteriorar”, acrescenta.

                                          Foto: Divulgação

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                                            Por: Redação -

                                            Um dos primeiros trabalhos que um engenheiro naval ganha quando começa a trabalhar em um estaleiro é escrever um manual do proprietário. Devo confessar que este não é um trabalho para mim, e por sorte nunca ninguém me pediu isto, mas os engenheiros mais novos que trabalham comigo, vira e mexe, estão envolvidos em escrever especificações e manuais para as mais diversas finalidades.

                                            O problema de escrever um manual é que uma ou duas informações erradas impressas ou digitalizadas podem ser fatais e arruinar todo o trabalho e, certamente, implicam em tirar toda a credibilidade do resto do manual. Certamente, o dono do barco, seu comandante ou seu marinheiro, jogariam o manual pela borda a fora. A confiabilidade é o item mais importante do trabalho.

                                            Quando eu comecei a construir barcos os manuais eram um conjunto de poucas folhas impressas, que o dono do barco recebia na data da entrega do barco, mas hoje em dia, na era digital, onde tudo está digitalizado na internet, não existe desculpas para o estaleiro não produzir um documento fiel a construção do barco.  A situação se complica um pouco quando o estaleiro não consegue vender e fabricar dois barcos com os sistemas idênticos. Isto, aliás, é típico de fabricantes que não tem produção em grande escala. Mesmo barcos acima de 30 pês acabam tendo especificações diferentes. Barcos maiores são de fato um problema.

                                            Tirando o casco de fibra de vidro, que é praticamente padrão entre todos os barcos da série, as modificações ou versões tem motor, caixa de reversão, hélice, gerador, sistemas de ar-condicionado, painel elétrico e acessórios opcionais diferentes. Outro problema também é que a localização de cada um deles que muda de barco para barco. Isto implica também em mudança na distribuição de peso, centro de gravidade e ângulo como o barco plana. O comportamento no mar assim como a velocidade final e de cruzeiro também irão ser diferentes. Editar uma só versão do manual não irá cobrir todos os barcos produzidos daquele modelo. Agora imaginem ter que modificar cada manual do proprietário para cada barco vendido?

                                            Para o construtor, no fundo, o manual além de ser um item obrigatório requerido pela Capitania dos Portos para registrar um barco, serve para proteger o próprio fabricante contra algum mau uso da embarcação que poderá gerar um processo administrativo contra ele.  No manual sempre devem constar todos os sinais de alerta, cuidado e perigo.  Embora isto seja bem verdade, não se espera que o estaleiro contrate advogados para escrevê-lo, mas certamente eles vão ler antes de ser publicado. Quem coordena a confecção do manual, seja ele produzido pelo próprio staff no estaleiro, ou terceirizado por uma empresa especializada, precisa evitar que o dono do barco pegue o telefone e ligue para tirar alguma dúvida com você.

                                            Hoje em dia, os manuais devem ter diagramas com todos os sistemas de bordo e serem fáceis e acessíveis de ler. Usar fotos com o equipamento real é mais interessante do que símbolos de engenharia para circuitos elétricos, que nem mesmo eu compreendo. Uma boa tática é criar versões para tablet ou telefone móvel de modo que o comandante possa chegar do lado do equipamento a ser inspecionado e explodir a figura em detalhes. Diagramas valem mais que mil palavras.

                                            Para um construtor global, que desenvolve o projeto na Itália, contrata a confecção do manual na Índia, constrói o barco na China e vende no Oriente Médio o desafio é muito maior.  A melhor maneira é começar fazendo uma expedição no barco e catalogar algumas centenas de fotos em alta definição de cada equipamento e sistema do barco com sua localização precisa. Se for necessário usar sempre uma escala no quadro da foto. Assim será possível escrever a primeira versão do manual que deve ter o link do fabricante e modelo de cada equipamento. Com um ou dois toques na ela é possível descobri tudo sobre o funcionamento do sistema.

                                            A ANBT e a ACOBAR acham que o manual do proprietário é tão importante que dedicaram um capítulo na NBER-14575 (Requerimento para a Construção de Embarcações de Recreio) que pode servir como roteiro do que é importante constar em qualquer documento. No final, um bom manual funciona para os dois lados. O construtor oferece um bom produto e o cliente fica satisfeito. Certamente vai voltar!

                                             

                                            Jorge Nasseh é especialista em construção e composites e costuma viajar os quarto cantos do mundo em busca de novidades no meio náutico.

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                                              Copa Yacht Club Paulista

                                              Por: Redação -

                                               

                                              Mais de 50 barcos são esperados na quarta etapa da Copa Yacht Club Paulista (YCP) neste fim de semana, 21 e 22 de maio, na Represa Guarapiranga. As regatas têm largadas previstas às 14h e estão abertas a 20 classes de monotipos. O velejador olímpico André Fonseca, o Bochecha, que em 2015 concluiu mais uma volta ao mundo na Volvo Ocean Race, vai defender a liderança da HPE 25, no comando do YCP Sailing Team Pajero. Velejadores, familiares e amigos que comparecerem ao YCP, poderão vivenciar as emoções da vela dentro e fora da água.

                                              O diretor de Vela do YCP, Beto Hackerott, convoca os participantes para um fim de semana repleto de atividades. “Haverá uma clínica patrocinada pela North Sails com o desenhista máster, o argentino Gonzalo Ramos Vertiz, da North Sails Sudamerica. Ótima oportunidade para se aprender ou aprimorar os conceitos de regulagem de velas e se obter melhor desempenho do próprio barco”. A clínica será aberta aos velejadores de todas as classes envolvidas.

                                              Nove etapas da Copa YCP estão previstas para a temporada de 2016. A cada uma, haverá sorteio de vários brindes e no final do ano serão sorteadas velas e lonas novas da North Sails para as três classes que mais levarem barcos à raia ao longo do ano. Concluídas três etapas, algumas das classes mais numerosas têm os seguintes líderes: Snipe (Hormazabal/Brandão), Finn (Maurício Bueno), Laser (Eduardo Guimarães), Laser Radial (André Frimm) e HPE 25 (YCP Sailing Team Pajero).

                                              Foto: Divulgação

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                                                A 7ª edição do Brasília Yacht Day (BYD) está marcada para agitar as águas da Capital Federal no dia 18 de junho. O evento, que foi sucesso em 2015, no Doka Beach Club, com o Lago Paranoá e o céu de Brasília como cenário, promete repetir a animação da edição anterior. O Distrito Federal ocupa, hoje, a terceira posição de maior frota de veículos náuticos do país, com aproximadamente cinco mil embarcações, ficando atrás somente de São Paulo e do Rio de Janeiro, segundo a média de embarcações por habitantes das regiões. E o Lago Paranoá, construído com o objetivo de aumentar a quantidade de água disponível, é uma excelente área para navegação, com profundidade média elevada. Segundo a Capitania dos Portos de Brasília, em média, cem embarcações circulam em águas brasilienses nos finais de semana e feriados.

                                                Foto: Divulgação

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                                                  Por: Redação -

                                                  O gaúcho Heraldo Estrella é um dos destaques do 29º Campeonato Brasileiro de Jet. O piloto de Porto Alegre está de volta à competição, após passar por uma cirurgia na coluna em março de 2015 e espera ter um bom desempenho nas disputas que serão realizadas de 26 a 29 deste mês, na Represa de Furnas, em Boa Esperança (MG).

                                                  “Estou me preparando para voltar a disputar o Campeonato Brasileiro de Jet, com acompanhamento da personal Cintia Gross, com objetivo de adquirir uma boa condição física e resistência do corpo como um todo e em especial a lombar, em razão da cirurgia na coluna no ano passado. Participei recentemente de uma corrida no Uruguai, que exigiu bastante e sai campeão. Espero ter uma boa performance em Boa Esperança”, explicou o representante do Rio Grande do Sul.

                                                  Estrella competirá com o modelo SeaDoo Rxpx e disputará as categorias Runabout Limited Turbo, Runabout GP Turno, Super Course Limited Turbo e Super Course GP Turbo. Para ele, nesse 29º Campeonato Brasileiro de Jet, programado para quatro dias seguidos, será fundamental realizar uma preparação de qualidade no equipamento, ter competência, regularidade e resistência física para chegar ao pódio.

                                                  O piloto de Porto Alegre destacou ainda que a Represa de Furnas é excelente para competição. “A água é geralmente lisa e um público sem igual, que prestigia e incentiva. Lá tem altitude e condições diferenciadas com clima frio pela manhã e final de tarde, com calor no meio do dia. Isso torna a disputa mais interessante”, acrescentou.

                                                  A programação do 29º Campeonato Brasileiro de Jet começará diariamente às 10 horas. O evento também definirá os pilotos com direito de disputar o Campeonato Mundial, que será realizado de 1º a 9 de outubro, em Lake Havasu, no Arizona (EUA).

                                                  Foto: Ricardo Fuchs

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                                                    Neste sábado, 21 de maio, Ilhabela recebe o lançamento do projeto da Faculdade de Hotelaria e Gastronomia da cidade, a partir das 19h, no Parque Municipal Fazenda Engenho D’Água Organizado pela Prefeitura de Ilhabela, sob comando de Antonio Luiz Colucci, o evento contará com palestra do presidente do Convention & Visitors Bureau de São Paulo, Toni Sando, e apresentações da finalista do Master Chef Júnior, Lívia Lopes, do Chef do Restaurante Kanoa, Fausto, e do Chef do Restaurante Nova Iorqui, Tuca. A programação inclui, ainda, show da banda “Chiquinho Oliveira, Derico e Trio Nota Jazz”, do Programa do Jô, encerrando a noite.

                                                    Foto: Reprodução

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                                                      19/05/2016

                                                      A americana Brunswick, maior conglomerado de empresas náuticas do mundo, detentora, por exemplo, das marcas Mercury, Bayliner e Sea Ray, entre outras , anunciou grandes mudanças na direção do grupo. O mexicano Jorge Valdes, que até recentemente atuava como diretor geral da Brunswick no Brasil, foi nomeado novo diretor da divisão de pontoon boats da marca, nos EUA. Valdes fará a transição para sua nova função nas próximas semanas e irá reportar a Jeff Kinsey, presidente da divisão barcos de água doce da Brunswick. “Um profissional da indústria naval versátil, Jorge tem sido fundamental no avanço da presença da Brunswick na América Latina”, disse Huw Bower, recentemente nomeado presidente do grupo Brunswick.

                                                      No Brasil, depois de atuar como diretor de Desenvolvimento de Negócios na América Latina, na expansão da Brunswick no Brasil e na Argentina, Valdes assumiu, em outubro de 2011, o posto de diretor geral da Brunswick Boat Group no Brasil. É formado em engenharia mecânica pelo Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey, mas se especializou em Administração, tendo quatro MBAs, um da Universidade de Administração de Roterdã, um da Universidade da Carolina do Norte e dois do Tecnológico de Monterrey.

                                                      Foto: Divulgação

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                                                        Maior salão náutico indoor da América Latina, o Boat Show já é tradição no calendário náutico paulista e chega à sua 19ª edição, em 2016, com nova localização, que será divulgada nos próximos meses. O evento está marcado para a primeira quinzena de outubro e trará o que há de mais recente no setor, entre veleiros, iates, lanchas, jets, infláveis, canoas, caiaques, pranchas, acessórios, equipamentos eletrônicos, motores e grande diversidade de serviços para amantes da náutica. Como nos anos anteriores, o público do salão náutico paulistano poderá conferir as novidades​, tirar dúvidas e identificar a melhor embarcação para seu estilo de vida e opção — lazer, moradia, deslocamento e esporte. Fique por dentro de todas as novidades do salão, diariamente, no portal NÁUTICA.

                                                        Foto: Fernando Monteiro

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                                                          Menor do mundo

                                                          Por: Redação -

                                                          Uma plataforma militar desativada no Mar do Norte próximo à Inglaterra é considerada o menor país do mundo. A Rough Towers se tornou Sealand graças a Roy Bates que a ocupou e proclamou como um país, em 1967. Ele instituiu uma monarquia e se autoproclamou rei de Sealand. A história um tanto maluca ganhou fama e Bates conquistou alguns súditos ao longo do tempo.

                                                          A ONU, Organização das Nações Unidas, não reconhece Sealand como um país, pois a plataforma não atende o requisito básico de ter uma população uma população fixa no território, mas isso não impediu Bates de continuar divulgando seu país.

                                                          O “país” tem moeda própria, dólar de Sealand, hino nacional, bandeira, títulos de nobreza, selos postais e até seleção nacional de futebol (com jogadores emprestados de outros países). Atualmente Michael Bates, filho de Roy, é o rei de Sealand. Obviamente só se pode chegar ao “país” de barco ou helicóptero e toda seus defensores conseguem manter a ideia maluca através da venda de souvenirs como canetas, canecas, chaveiros e camisas.

                                                          Foto: Reprodução

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                                                            O estaleiro Heesen Yachts entregou o maior iate já construído pela marca até o momento. Galactica SuperNova foi lançado em março deste ano e realizou testes de mar bem sucedidos antes de ser entregue aos seus proprietários. O modelo tem 70 metros e é todo construído em alumínio. Possui casco de deslocamento rápido, projetado pela equipe Heesen e pelos arquitetos navais Van Oossanen, e pode alcançar uma velocidade máxima de 30,3 nós.

                                                            Com exterior desenhado por Espen Oino e interior por Sinot Exclusive Yacht Design, inclui entre suas características terraços dobráveis, piscina de borda infinita com deque de seis metros, cascata e fundo de vidro, que traz mais luz, proa adaptável para ser usada como heliponto, banhos de sol, jantar informal ou cinema ao ar livro. O modelo tem acomodações para 12 pessoas, com camarote do proprietário no convés principal, à proa, e outras cinco suítes.

                                                            O iate, que foi construído e entregue em 41 meses, aparecerá no Monaco Yacht Show, em setembro.

                                                            Foto: Divulgação

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