Arte flutuante

Por: Redação -
07/06/2014

Dakis Joannou é um rico colecionador de arte que não se contentou com um iate de 35 metros e casco branco, por isso ele pediu para o amigo e artista americano Jeff Koons pintar seu novo barco projetado pela italiana Ivana Porfiry. Foi aí que nasceu o Guilty, um iate de 115 pés, e aparência nunca antes vista. O casco é todo pintado com desenhos geométricos nas cores preta, amarela, azul e branca. Os efeitos utilizados lembram a pop art de Roy Lichtenstein, o desenho foi inspirado na camuflagem dos navios ingleses da Primeira Guerra Mundial.

Em entrevista à revista Forbes, Joannou, um dos mais importantes colecionadores de arte contemporânea do mundo, declarou que o que mais importa no Guilty é que ele provoca uma reação. “O estilo é irrelevante, apenas fizemos o que queríamos”, disse ele sobre a obra prima náutica. “Nós projetamos um barco sem estilo definido. Sem regras, programas ou planos”, completou Joannou. Toda a pintura externa foi feita à mão.

O colecionador grego explica ainda que o Guilty não é apenas sua obra de arte flutuante particular, mas sim uma maneira de atrair mais pessoas para o mundo da arte. E apesar de toda a pompa o iate é usado por Joannou para passeios tranquilos com a família. “Tenho quatro filhos e 11 netos e eles simplesmente adoram este barco”, explica Joannou.

Para ele o iate é, acima de tudo, um ato calculado de irreverência que diz muito sobre a evolução da sua coleção do que sobre o valor dela em dinheiro. “No mundo da arte, alguém tem que assumir a responsabilidade intelectual”, diz Joannou. “Preço? Eu não estou interessado nisto. Eu me importo com o valor para arte, algo que ninguém pode medir em dinheiro”.

Confira as imagens deste incrível iate:

Fotos: Divulgação

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    Itajaí em festa

    Por: Redação -

    Depois de Ilhabela, Florianópolis e Rio de Janeiro, chegou a vez de Itajaí, em Santa Catarina, realizar a sua Semana de Vela, que, apesar do nome, começou ontem e vai só até domingo. No total, 60 barcos, entre classes de oceano e monotipos, estão inscritos e foram para a água hoje, sábado, primeiro dia de disputas. Ontem, um coquetel de abertura reuniu todos os velejadores na mesma Vila da Regata que sediou a escala nacional da última Volvo Ocean Race e que, também sediará a próxima. “Criamos e organizamos este evento em apenas 45 dias e, mesmo assim, hoje temos aqui mais de 200 velejadores, de várias cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. É, sem dúvida, um bom começo disse Claudio Copello, da Associação Náutica de Itajaí, que organiza a primeira Semana de Vela da cidade. “E online casino para o ano que vem, já temos até a data, também em junho, mês de aniversário da cidade”.

    O projeto que é, a partir de agora, todos os anos Itajaí tenha a sua semana dedicada as competições a vela, esporte que vem tomando cada vez mais força na cidade. Para este primeiro evento, a cidade ofereceu uma série de vantagens para os velejadores, como inscrição gratuita, descontos em hospedagem e até ajuda de custo, em dinheiro, para velejadores de outras cidades trazerem seus barcos. “Nossa prioridade é o velejador”, diz Copello. “Queremos que, em Itajaí, ele se sinta valorizado e volte a velejar só pelo prazer”.

    As regatas seguem até amanhã, apesar do tempo nublado e chuvoso na cidade.

     

    Fotos: Divulgação

     

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      Workshop Ventura

      Por: Redação -
      06/06/2014

      Com 31 anos de mercado náutico, 250 funcionários e 14 modelos de lanchas em produção, a Ventura Marine realiza seu quinto Workshop Nacional no estaleiro principal do grupo, em Capitólio, Minas Gerais. O objetivo desde evento, que começou hoje, dia 6, e vai até amanhã é mostrar para seus 40 representantes, espalhados pelos quatro cantos do Brasil, os lançamentos da marca e dar treinamento aos presentes sobre as novidades na linha 2015.

      A Ventura Marine fabrica lanchas a partir de 16 pés e prepara, para este ano, o lançamento de sua primeira 50 pés.

      Foto e informações: Marcio Dottori

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        Mais uma

        Por: Redação -

        Robert Scheidt chega ao Campeonato Europeu de Laser como um dos principais nomes da classe e velejador a ser batido. Depois de vencer a Semana Olímpica de Garda Trentino, em maio, na Itália, o bicampeão olímpico assumiu a liderança do ranking mundial da classe. Mas terá de superar as dificuldades em Split. O croata Tonci Stipanovic, profundo conhecedor da raia, é outro forte candidato ao pódio – em 2013 venceu a competição com apenas um ponto de vantagem sobre Scheidt.

        “Faltam poucos nomes da Laser para o Europeu ter o mesmo nível do Mundial. O Stipanovic sem dúvida será meu principal adversário, porque além de ser muito bom, é croata e conhece bem a raia. Ele vai brigar para vencer em casa. Mas a competição terá ainda outros competidores muito fortes, como os australianos e os neozelandeses”, destaca Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

        Há quatro dias treinando na raia da competição, o brasileiro dispensa o favoritismo e aposta em fazer uma boa média para chegar à fase final com chances de medalha. “Claro que estar na liderança do ranking é muito bom, mas não interfere em nada aqui em Split”, diz Scheidt. “O clima está quente, com ventos médios, uma condição muito boa. Torço para que continue assim. O importante é manter um desempenho regular na primeira fase, já que não podemos ter mais de um resultado ruim em cada etapa. No ano passado, por exemplo, a disputa só foi definida nos últimos metros da última regata.”

        Como em 2013, quando Scheidt foi o vice-campeão do Europeu em Dublin, o campeonato terá 12 regatas para a classe Laser, divididas entre a fase classificatória e a fase final. Os dois piores resultados poderão ser descartados, mas apenas um em cada etapa. “Vou lutar pelo pódio, mas sem uma grande pressão, porque nem sou europeu. A competição é importante para ajustar detalhes da minha velejada, como preparação para o Mundial, em setembro, meu principal objetivo”, lembra Scheidt.

        Foto: Lloyd Images

         

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          Lançamento

          Por: Redação -

          O Estaleiro Kalmar – referência na construção de barcos em madeira artesanais – em uma parceria inédita com a rede de lojas Regatta, tornou-se o atual fabricante da lancha Garda 22. A embarcação, inspirada nos charmosos barcos italianos da década de 50, alia o visual autêntico de um barco de época à tecnologia atual. Esta combinação revela uma lancha cheia de charme e com todo o conforto das embarcações atuais.

          Ideal para passeios diurnos em águas abrigadas, a lancha apresenta ótima performance e velocidade. O seu casco em V pronunciado garante um navegar suave, e as quilhas ajudam a realizar curvas mais acentuadas, sendo muito recomendada para esqui do tipo slalom. Potente, recebe um motor Mercruiser Magnum 350, de 315 hp.

          A lancha acomoda até seis pessoas, possui bancos dianteiros individuais e giratórios e um banco inteiriço e um solário mais a ré. Conta também com uma capota embutida no banco da popa que pode ser armada em dias de sol forte.

          O acabamento é um dos pontos de destaque desta lancha, com o convés de cedro ripado, que intercala a madeira escura com finas listras em marfim. Além disso, belas ferragens cromadas e o desenho da popa, que remete as lanchas clássicas dos anos 1960, dão o toque final para a elegante embarcação.

          A Garda 22 é velha conhecida do mercado náutico. Idealizada por Felipe Furquim, CEO da Regatta, a embarcação foi lançada em 2007 e, após cessar temporariamente sua produção, voltou ao mercado náutico com a fabricação a cargo do Estaleiro Kalmar. O casco, de fibra de vidro, é construído dentro do estaleiro por um parceiro da empresa, e todos os serviços de marcenaria e montagem são realizados pelos artesãos do estaleiro. “A parceria com o Kalmar é primordial para se construir um barco de alta qualidade e com o acabamento impecável”, destaca Furquim.

          Essa parceria reflete o novo momento do Kalmar, temos 30 anos de mercado e o intuito do projeto Garda é poder oferecer a qualidade Kalmar a um público mais amplo, com um produto mais acessível, diversificando nossa carteira de clientes. Estamos mantendo nossa essência, que é a construção de bons barcos e a marcenaria naval de alto padrão, porém, com um casco fabricado em fibra”, conta a diretora do estaleiro, Lorena Kreuger.

          O modelo tem 22 pés, ou 6,70 metros, e 2,20 de boca, segundo o estaleiro atinge 34,4 nós em velocidade máxima.

          Fotos: Divulgação

           

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            Copa da vela

            Por: Redação -

            Há menos de uma semana para o início da Copa do Mundo, considerado o maior evento esportivo de massa do mundo, ao menos 400 velejadores trocam a preocupação de bola e gramado pelas águas do litoral norte paulista. Não por falta de patriotismo, mas por afinidade, os amantes da vela não são, necessariamente, grandes admirados do futebol, por isso, participar do 14º Circuito Ilhabela de Vela – Copa Suzuki Jimny é, ao menos para eles, muito mais interessante que qualquer partida entre os melhores times do mundo. “Nosso universo é outro, gostamos do mar, da leveza desse esporte, do barulho das velas subindo, do trabalho da tripulação dentro do barco, da amizade que esse esporte proporciona”, comenta Marcelo Massa, comandante do veleiro Loyal CA Tecnologie da classe C30.

            E Marcelo não é exceção. Dentre os participantes do Circuito de Vela de Ilhabela – Copa Suzuki Jimny que acontece nesse fim de semana em Ilhabela, a grande maioria parece não estar muito preocupada com a competição mundial. “Gosto do futebol sem fanatismo, meu time de coração é o Santos, mas prefiro água ao gramado”, diz o comandante do veleiro Caballo Loco, Mauro Dottori. A partir deste sábado, cerca de 36 barcos se reunirão na Ilha para a segunda etapa da competição.

            Segundo a história do futebol no Brasil, há registros que esse esporte tenha sido praticado muito antes de Charles Miller trazer bolas de futebol ao retornar da Inglaterra. Historiadores apontam que em 1878, marinheiros do navio Criméia disputaram uma partida em praias cariocas numa exibição para a princesa Isabel. “Viu? Quem trouxe o futebol foram velejadores”, brinca o comandante Marcos Cesar, do veleiro Caiçara-Porsche. Embora existam muitas versões para a chegada do futebol ao Brasil, alguns dos competidores admitem não ter nenhuma habilidade com a bola. “Embora digam que é muito mais difícil, tenho mais habilidades nos trabalhos dentro do barco do que com a bola nos pés”, diz Humberto Diniz, do veleiro Barracuda.

            De bem com o esporte que escolheram praticar, comandantes e tripulantes terão mais uma competição acirrada nesse fim de semana. Na classe C30, por exemplo, os cinco barcos estão empatados com seis pontos perdidos. Em outras classes, como a HPE, a mais numerosa da competição com treze barcos inscritos, a diferença entre o líder Ginga, de Breno Chvaicer e o último colocado é de 37 pontos. Longe dos holofotes do futebol, eles buscam serem competitivos em alto mar dentro de seus veleiros dos mais variados tamanhos. Para eles, essa é a competição mais importante no momento. “É a nossa Copa do Mundo”, brinca Mário Martinez, comandante do veleiro Rudá.

            A segunda etapa do 14º Circuito Ilhabela de Vela Copa Suzuki Jimny acontece nos dias 7 e 8 de junho no Yacht Club de Ilhabela. O evento tem quatro etapas ao longo do ano e é o circuito mais longo do esporte. O evento tem o patrocínio master da Suzuki Veículos e também Ser Glass e F7. Apoio da Pousada BL3 Armação dos Ventos, Radio Antena 1 FM, North Sails, Revista Mariner, SailStation, Mar & Vela, Prefeitura de Ilhabela.

            Confira a classificação atual:

            HPE
            1 – Ginga (Breno Chvaicer) (Reg 1 + Reg 2 + Reg 3) (2+2+1) = 5
            2 – Take Ashauer (Marcos Ashauer) (3+1+4) = 8
            3 – Bixiga (Pino Di Segni)(1+7+7) = 15
            4 – Fit To Fly (Eduardo Mangabeira) (6+5+6) = 17
            5 – Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley) (4+14 DNF +2) = 20
            6 – Conquest (Marco Hidalgo) (12+3+5) = 20
            7 – Repeteco (Fernando Haaland) (11+8+3) = 22
            8 – F7/Ser Glass (Marcelo Belloti) (10+4+8) = 22
            9 – Takra (Luiz Eduardo D’Almeida) (7+9+10) = 26
            10 – Aventura 55 (Jose Otavio M. Vita) (9+6+12) = 27
            11 – Artemis (Mark Essle) (8+10+9) = 27
            12 – Bronco (Caio Prado) (5+12+11) = 28
            13 – Xereta (Luiz Rosenfeld) (13+11+13) = 37

            RGS
            1 – Kanibal (Martin Bonato) (1+2) = 3
            2 – BL3 Urca (Pedro Rodrigues) (3+1) = 4
            3 – Asbar II (Sergio Klepacz) (2+3) = 5
            4 – Xiliky (Fabio Cantanhede) (6+4) = 10
            5 – Atlantico (Enio Ferreira) (5+5)= 10
            6 – Anequim (Paulo F. Moura) (4+7 DNF) = 11

            RGS Cruiser
            1 – Jambock (Marco Aleixo) (1+1) = 2
            2 – BL3 Wind Nautica (Clauberto Andrade) (2+2) = 4
            3 – Boccalupo (Claudio Melaragno) (4+3) = 7
            4 – Cocoon (Luiz Marcelo Caggiano) (3+4) = 7

            IRC
            1 – Rudá (Mario Martinez) (1+1) = 2
            2 – Orson (Carlos E. S. Silva) (2+2) = 4
            3 – Mussulo III (Jose Guilherme M. P. Caldas) (3+3) = 6

            C30
            1 – C A Technology (Marcelo Massa) (5+1) = 6
            2 – + Realizado (José Luiz Apud) (1+5) = 6
            3 – Caiçara Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) (4+2) = 6
            4 – Caballo Loco (Mauro Dottori) (2+4) = 6
            5 – Barracuda (Humberto Diniz) (3+3) = 6

            ORC
            1 – Chroma (Luis Gustavo de Crescenzo) (2+1) = 3
            2 – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva) (1+2) = 3

            Fotos: Marcos Menzes/ Sail Station/ P. Press

             

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              AC62

              Por: Redação -

              As notícias da America´s Cup agitaram essa semana e as novas regras e barcos foram anunciados pelo atual detentor do título, o Oracle USA. O catamarã para 2017 será de 62 pés, 10 a menos do que a versão do ano passado. Porém, a previsão é que a performance não deixe nada a desejar.  Tudo indica que a embarcação sofrerá menos carga e tensão que os AC72, o que se traduz num corte de 50% nos custos de construção. Velocidade e emoção para o público estão garantidos.

              “Assim como designers, construtores e velejadores, todos estão começando a se familiarizar com o equipamento. A ideia é obter o máximo de performance dos ‘foils’. Acho que podem ser melhores do que os AC72”, disse James Spithill, comandante do Oracle USA. Os AC62 só poderão ser utilizados pelas equipes de 8 velejadores apenas 5 meses antes do início do America’s Cup Qualifiers em 2017.

              Parece que os veleiros com foils estão vieram para ficar na America’s Cup, a onda começou com o catamarã de 72 pés da equipe ETZN na última edição da regata e logo depois apareceu no catamarã da Oracle, que acabou vencendo a competição de virada. Os foils diminuem o atritos dos cascos desses catamarãs com a superfície da água e por isso mesmo eles parecem voar.

              Foto: Divulgação

               

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                Exclusivo

                Por: Redação -
                05/06/2014

                O diretor técnico de NÁUTICA, Marcio Dottori, foi à Inglaterra conversar com Grégoire Outters, o francês de 43 anos que há 11 está à frente do grupo Flir, empresa americana especializada em câmeras térmicas e que adquiriu a Raymarine em 2010. Ele comanda uma equipe de 300 funcionários — responsável pelo desempenho arrojado deste fabricante de eletrônicos de ponta para navegação. Com a invejável conquista de 40 novas patentes, em apenas quatro anos, a Raymarine, empresa inglesa com fábrica na China, é hoje o fabricante de eletrônicos que possui os equipamentos de navegação mais avançados no segmento de barcos de lazer. E é sobre essa evolução que Outters conversa com NÁUTICA nesta entrevista exclusiva.


                Quanto o grupo Flir e a Raymarine faturam por ano?

                O grupo Flir fatura 1,5 bilhão de dólares por ano e a Raymarine 163 milhões de dólares.

                 

                Qual é o maior mercado para a Raymarine no mundo?

                A Europa é o principal mercado para a Raymarine, onde entregamos 40% da nossa produção. O segundo, que está crescendo rápido, é o americano, que absorve 35% de tudo que produzimos.


                Quanto representa o Brasil nas vendas da Raymarine?

                O Brasil representa 8% das nossas vendas nas Américas e é um mercado muito importante para nós.


                A Raymarine, até poucos anos atrás, era uma empresa relativamente conservadora em termos de lançamentos. Depois de ser adquirida pela Flir, tornou-se bastante agressiva, ávida por lançar produtos com tecnologia de ponta e em pouco tempo. O que está por trás desta mudança?

                Nosso objetivo é evoluir sempre. Antes levávamos dois anos para desenvolver um novo produto. Agora gastamos apenas seis meses. O DragonFly, nossa sonda/gps capaz de mostrar imagens detalhadas do fundo abaixo do barco, é um bom exemplo disto. A ideia é esta: quanto mais rápido você desenvolve um produto, mais rápido você coloca um novo eletrônico no mercado e melhores são suas chances de venda deste equipamento no competitivo mercado mundial.


                Isto aconteceu por causa do suporte da Flir?

                Sim, mas não somente por isto. Desenvolvemos uma nova estratégia mercadológica para a Raymarine. Criamos produtos que não somente estabeleceram um novo padrão de tecnologia, mas que também determinaram novas maneiras de uso, com ênfase na simplicidade de instalação e de operação. Nosso piloto automático Evolution retrata bem isto. Em termos de desenvolvimento é um eletrônico extremamente sofisticado, usando nove referências para orientação, incluindo magnética, giroscópica e também acelerômetros. Porém, é muito mais fácil de ser manuseado do que um piloto automático convencional, já que praticamente não exige calibração. Usamos a tecnologia para facilitar a vida do usuário e não ao contrário.


                Vocês não temem ser copiados?

                Nós nos protegemos através de patentes. Tanto a sonda/gps DragonFly quanto o piloto automático Evolution exigiram que registrássemos todas as inovações que criamos para viabilizar estes eletrônicos. Atualmente, aumentamos nosso ritmo de desenvolvimento, objetivando patentear 20 novos itens por ano.


                Tradicionalmente, a Raymarine se dedicou a fabricar eletrônicos para barcos médios e grandes. Com o lançamento da sonda/gps DragonFly, cujo custo é bem mais acessível, comparado aos outros eletrônicos da marca, a Raymarine está mirando o segmento dos barcos pequenos?

                Sim, o DragonFly mostra claramente que estamos interessados também no segmento dos barcos pequenos. Mas nosso objetivo neste campo não é apenas fazer um produto mais acessível, mas também um equipamento com tecnologia de ponta e fácil de ser manuseado.


                Então podemos esperar novos lançamentos nesta área, como gps portáteis?

                Sim, lançaremos novos produtos para o segmento de entrada, mas dificilmente serão aparelhos de gps portáteis, já que estes eletrônicos são produzidos em larga escala e por um preço muito baixo. Nossa ideia é lançar equipamentos fixos para barcos pequenos, mantendo nossa linha de alta tecnologia, facilidade de operação e intercomunicação com outros eletrônicos, usando tecnologia wi-fi e bluetooth.


                Os aplicativos estão cada vez mais presentes em nossas vidas, inclusive na área dos eletrônicos para navegação. Daí, os aplicativos poderão ocupar o espaço hoje ocupado pelos eletrônicos especialmente fabricados para barcos?

                Não, não vejo assim. Para mim os aplicativos são complementares aos instrumentos de bordo, mas não imagino como um iPad poderá substituir um eletrônico fixo no painel. Em nosso centro de testes aqui na Inglaterra, desenvolvemos e testamos equipamentos para suportar os rigores do ambiente aquático, incluindo a presença de água salgada, umidade alta e exposição direta aos raios solares. Os tablets e smartphones já são usados como instrumentos complementares aos nossos eletrônicos de bordo, se comunicando com eles, mas não têm mesma função.


                Com o lançamento de tantos produtos, em tão pouco tempo, não fica difícil para o consumidor absorver estes novos eletrônicos, em termos de conhecimento e mesmo em relação a gastos?

                Procuramos manter sempre a mesma plataforma, independente dos recursos de cada equipamento, o que facilita o aprendizado. Como temos uma linha bem diversificada, deixamos para o consumidor escolher o que ele precisa. Se deseja um eletrônico apenas com tela sensível ao toque, então a escolha é pela série a. Porém, os que preferem ter um equipamento touchscreen, mas que também possa ser comandado por teclas, oferecemos os eletrônicos da série e. Já para os navegadores mais tradicionais, que preferem os instrumentos manuseados por botões, disponibilizamos os eletrônicos da série c. Para os proprietários de grandes barcos, como os iates temos a série gS, com monitores de alta resolução de até 19 polegadas.

                Texto: Marcio Dottori

                 

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                  Os chineses do Dongfeng estão, literalmente, enfrentando condições difíceis na travessia entre os Estados Unidos e a Europa. A última da equipe de Charles Caudrelier no Atlântico Norte foi uma quase colisão com uma baleira enorme que acompanhou por um bom tempo a velejada. Tudo isso somado à falta de visibilidade e ventos de até 40 nós. “Nós tivemos a experiência mais assustadora até agora quando chegamos perto de bater numa baleia. Estava tão perto que pudemos ouvir sua respiração. Eu só segurei minha respiração e torci para escapar do perigo”, disse Charles Caudrelier, comandante do barco chinês.

                  A tripulação conta com quatro atletas chineses, que estão em treinamento e nunca atravessaram um oceano antes. A viagem termina em Lorient, na França, e tem 2 800 milhas náuticas. O Dongfeng deve chegar na região na próxima terça-feira (10).

                  Enquanto isso, a tripulação só de mulheres da Volvo Ocean Race, a SCA chegou com segurança à sua base de treinamento em Lanzarote, nas Ilhas Canárias, em 29 de maio após fazer praticamente a mesma travessia do Dongfeng, ou seja, partindo de Newport, Rhode Island. As meninas fizeram o percurso de ida e volta pelo Atlântico. Foram 7 200 milhas náuticas e 30 dias no mar.

                  Foto: Allan Lam

                   

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                    Vela em Ilhabela

                    Por: Redação -

                    A Ilhabela Sailing Week muda o cenário da cidade do litoral norte paulista, durante as férias de julho, que passa a oferecer uma alternativa rica em esporte, lazer, cultura e gastronomia aos turistas acostumados a buscar, preferencialmente as regiões montanhosas de São Paulo, como as cidades da Serra da Mantiqueira, na temporada de inverno. O conforto e a segurança da ampla rede hoteleira é um dos principais atrativos para velejadores, seus familiares e visitantes em geral.

                    Com a comunidade da vela, incluindo-se organizadores, patrocinadores e demais envolvidos no evento participando da maior competição náutica da América Latina, o setor hoteleiro e os restaurantes ganham, no inverno, movimento quase similar ao do verão. A Ilhabela Sailing Week deve levar cerca de seis mil turistas ao município, o que deve provocar impacto de aproximadamente R$ 7 milhões na economia do município. As regatas serão disputadas entre os dias 19 e 26 de julho, com sede no Yacht Club de Ilhabela (YCI), período em que dezenas de hotéis fazem promoções aos visitantes.

                    O colorido das mais de cem velas espalhadas pelo Canal de São Sebastião tingem as águas de Ilhabela e proporcionam uma visão única, privilegiada, durante as regatas, mesmo para quem está passeando na aconchegante Vila, o centro histórico de Ilhabela. Para os adeptos de aventura e esportes mais radicais, a visita à Cachoeira da Toca e a trilha de bike – ou de carro para os menos preparados fisicamente – até a paradisíaca Praia de Castelhanos, localizada na deserta face leste da ilha, são ótimas opções. Vale conferir também, as trilhas do Morro do Baepi e do Bonete.

                    Se o clima estiver favorável, a Praia da Armação (ao norte), tradicional ponto de encontro de velejadores, oferece infraestrutura completa, como o aluguel de caiaques, stand up paddle e pranchas a vela, com instrutores, se necessário, para que o passeio em família ou o banho de sol tornem-se ainda mais prazerosos. Na hora de repor a energia consumida pelas regatas ou demais atividades que a ilha proporciona, dezenas de restaurantes e lanchonetes estão à disposição dos visitantes, com cardápios para todos os gostos. Desde pratos elaborados especialmente para os velejadores até as refeições mais sofisticadas da cozinha internacional, com destaque para peixes, crustáceos e frutos do mar.

                    Ilhabela possui uma área de 346 km², sendo 140 km de costa, incluindo 45 praias. A Mata Atlântica abrange 85% do município e integra o Parque Estadual protegido pelo Projeto de Preservação da Mata Atlântica (PPMA). Essa condição natural privilegiada permite que a cidade esteja voltada para o ecoturismo durante os 365 dias do ano. A fauna e flora de Ilhabela estão na lista de atrações imperdíveis. São 3 000 espécies de aves marinhas e migratórias que passam anualmente pela região.

                    Foto: Marcos Méndez/SailStation

                     

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                      Por: Redação -

                      As paradisíacas ilhas do Caribe é o destino de muitos turistas que ficam encantados com as belezas do local. E o fundo do mar caribenho é uma das maiores atrações do local, mas se você não é muito fã dos mergulhos pode ter esta experiência mesmo assim, basta embarcar em um dos submarinos Atlantis que fazem viagens em seis locais: Aruba, Barbados, Ilhas Cayman, Cozumel, Curaçao e St. Martin.

                      Em Barbados o passeio custa 100 dólares e há saídas de manhã e à noite. O Atlantis navega a 150 pés (cerca 45 metros) de profundidade e dele é possível ver toda a diversidade de vida do fundo do mar caribenho.

                      Além das ilhas do Caribe há passeios com um desses submarinos no Havaí.

                      Veja o vídeo do passeio em Barbados:

                      Imagens: Divulgação

                       

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                        Cláudio Copello, presidente da Associação Náutica de Itajaí, comemora os resultados que a vela deixou na sua cidade, hoje conhecida por sediar eventos top da modalidade, como Volvo Ocean Race e Transat Jacques Vabre. O objetivo dele e das autoridades locais é fazer da cidade catarinense o centro da vela brasileira. Nesta sexta (6), mais de 60 barcos participam da Semana de Vela de Itajaí, evento que terá barcos de várias classes, mas a Optimist (categoria de introdução) é a mais numerosa. “Como primeira edição, serão apenas três dias mas com certeza marcantes e promissores, demonstrando mais uma vez a qualidade dos eventos náuticos realizados na cidade de Itajaí. Em nossas reuniões de divulgação, nos contatos com os clubes de nosso estado e de estados vizinhos temos sentido o entusiasmo e a vontade de participar de nossos amigos velejadores, a adesão está sendo excelente. Portanto, nesta competição existe apenas um perdedor, aquele que não comparecer, pois estamos preparando um evento a altura de nossos velejadores”.

                        O representante da ANI quer fazer da próxima parada da Volvo Ocean Race, em abril de 2015, um evento de grande festa e retorno para a cidade. “A Volvo foi um marco nessa trajetória, possibilitou o aceleramento de vários objetivos da ANI, como: um maior interesse do povo itajaiense pelo esporte da vela, a criação de uma equipe de velejadores de monotipo, revelando grandes talentos, e nesse entusiasmo todo surge a primeira grande competição local para reunir velejadores de todas as idades e de todas as classes. Tenho a certeza de que será um grande evento, de grande importância para a vela brasileira pois além de ser mais uma oportunidade aos velejadores, será uma troca de experiências incrível, entre experientes velejadores e iniciantes”.

                        A Semana de Vela de Itajaí ocorre de 6 a 8 de junho e é uma promoção da Associação Náutica de Itajaí (ANI) e Federação de Iatismo de Santa Catarina (Feisc). As regatas da classe Oceano serão disputadas nas proximidades da barra de Itajaí e as da classe Monotipo em frente à Praia de Cabeçudas.

                        Foto: Divulgação

                         

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                          O brasileiro Torben Grael, bicampeão olímpico e vencedor da Volvo Ocean Race, ganhou mais um título. A comunidade náutica internacional concedeu o Magnus Olsson Award ao ícone da vela brasileira pelas suas façanhas. A cerimônia está marcada para 26 de junho em Estocolmo, na Suécia. Pelo país escandinavo, Torben Grael conquistou a Volta ao Mundo de 2008-09 a bordo do Ericsson 4.

                          Logo após o falecimento do também sueco Magnus Olsson, a família e os amigos dele criaram a Magnus Olsson Memorial Fundation, com o objetivo de promover a vela entre os jovens e a atividade náutica.

                          Foto: Volvo Ocean Race

                           

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                            Por: Redação -
                            04/06/2014

                            Catamarã de cristal, é assim que vem sendo chamado o Air 77, do estaleiro francês Oxygene Yachts. O catamarã a motor tem 23 metros de comprimento, mas além do seu tamanho chama a atenção pelo cockpit fechado por uma grande abóboda de vidro.

                            O projeto é de Frédéric Sarfati, que é sócio do estaleiro junto com o amigo Raphaël Krepser. A bordo são cerca de 240 metros quadrados incluindo quatro suítes e um salão com 65 metros quadrados coberto pela cúpula de vidro que tem uma grande janela com abertura elétrica.

                            O estaleiro combinou carbono e fibra de vidro na construção do casco e por ser bastante leve para seu tamanho, 35 toneladas, ele é capaz de navegar a 20 nós na velocidade máxima. Segundo o estaleiro, o Air 77 é fácil de manobrar e tem calado menor que um metro, o que permite navegar em locais rasos. Ainda segundo o estaleiro, é uma embarcação com baixo consumo de combustível, cerca de 42 litros por hora navegando em velocidade de cruzeiro que é de 12 nós.

                            O catamarã pode ser equipado com motorização Volvo IPS ou centro entre 260 a 600 hp cada.

                            Fotos: Divulgação

                             

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                              Evento teste

                              Por: Redação -

                              A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) anunciou esta semana os 30 atletas que representarão o Brasil no Aquece Rio International Regatta. Robert Scheidt, Fernanda Oliveira, Martine Grael e Isabel Swan são alguns dos nomes que estarão nas águas da baía de Guanabara entre os dias 2 e 9 de agosto. O evento será realizado na Marina da Glória e vai servir como teste para os Jogos Olímpicos Rio 2016. No total, 450 velejadores, de 60 países estarão presentes, uma vez que cada país pode inscrever até dois atletas em cada uma das dez classes olímpicas.

                              “Vai ser o primeiro grande evento no Rio, novidade para muita gente especialmente para o pessoal de fora. Estou empolgada. Em nível olímpico, nenhum campeonato é fácil, então espero apenas que seja um bom evento”, disse Martine Grael, líder do ranking mundial da classe 49er FX e que vai velejar em casa.

                              Assim como nas Olimpíadas, o Aquece Rio International Regatta terá cinco raias diferentes: Ponte, Escola Naval, Flamengo, Copacabana e Niterói. Para as classes RS:X masculino e feminino, Nacra 17 misto, 49er FX e 49er estão programadas 12 regatas mais a medal race. Para o Laser Standard, Laser Radial, Finn, 470 masculino e feminino estão programadas dez regatas mais a medal race.

                              Quem também ficou feliz foi o catarinense Bruno Fontes: “Fiquei muito contente com a convocação da CBVela. A participação neste evento é muito importante para a preparação para os Jogos e é sempre um prazer poder representar o Brasil, ainda mais em competições tão importante quanto esta”.

                              “O Aquece Rio será realmente um teste para os atletas. Iremos fazer uma concentração e montar praticamente a mesma estrutura dos jogos. Temos alguns dos melhores velejadores do mundo no nosso time, além de uma galera que vem crescendo então acredito que entraremos com uma equipe bem forte”, disse Ricardo Lobato, Secretário Executivo da CBVela.

                              Confira abaixo a delegação brasileira:

                              Laser
                              Robert Scheidt
                              Bruno Fontes

                              Radial
                              Fernanda Decnop
                              Maria Cristina Boabaid

                              Finn
                              Jorge Zarif
                              Bruno Prada

                              RS:X M
                              Ricardo Santos
                              Albert Carvalho

                              RS:X W

                              Patricia Freitas
                              Bruna Martinelli

                              470 W
                              Fernanda Oliveira e Ana Barbachan
                              Renata Decnop e Isabel Swan

                              470 M
                              Henrique Haddad e Bruno Bethlem
                              Geison Mendes e Gustavo Thiessen

                              Nacra
                              Samuel Albrecht e Geórgia Rodrigues
                              Clinio de Freitas e Claudia Swan

                              49er
                              Dante Bianchi e Thomas Lowbeer
                              Marco Grael e Gabriel Borges

                              FX
                              Martine Grael e Kahena Kunze
                              Juliana Senfft e Gabriela Nicolino

                              A CBVela tem o patrocínio do Bradesco e o apoio da Slam.

                              Foto: Kyra Mirsky/PecciCom

                               

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                                Teste Prestige 500

                                Por: Redação -

                                O perfil do mercado brasileiro de comprados de barcos está mudando. As lanchas de comprimento em torno de 50 pés, antes vistas como grandes, hoje são consideradas apenas médias e há bem mais compradores interessados nelas. A consequência natural disso foi o aumento da oferta de modelos desse tamanho com flybridge, um tipo de barco com bons espaços ao ar livre e que faz muito sucesso por aqui. Várias dessas novas lanchas são de marcas que só agora passam a ser conhecidas no Brasil. É o caso desta Prestige 500, fabricada na França e que também já desembarcou no Brasil. Lançada na Europa em 2011 e dona de quatro prêmios (entre eles, o de Barco Europeu do Ano e Melhor Design Interior no Salão de Cannes), esta 50 pés é uma lancha elegante e moderna.

                                NÁUTICA testou este modelo francês na edição 296, de abril de 2013. Se você quiser ver a reportagem completa, compre esta edição através do Shopping NÁUTICA no endereço www.lojashoppingnautica.com.br.

                                Confira algumas imagens da Prestige 500:

                                Fotos: Fernando Monteiro

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  Robert Scheidt (Laser), Ricardo Bimba Winicki (RS:X) e a dupla de 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze, estão no topo do ranking mundial da Federação Internacional de Vela, a Isaf. A atualização do mês de junho coloca o Brasil como um dos destaques do cenário mundial da modalidade. O maior nome do time, Robert Scheidt, subiu de  sétimo para primeiro. Já Bimba voltou ao Top 1 após o segundo lugar na etapa chinesa da Copa do Mundo e ao título do Campeonato Norte Americano.  Martine Grael e Kahena Kunze estão tranquilas na frente, já que venceram as últimas competições que disputaram. Os outros bem na fita são: Bruno Fontes em 4º na Laser, Jorge Zarif em 8º na Finn, Renata Decnop e Isabel Swan em 9º na 470.

                                   

                                  Foto: Fred Hoffmann

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                                    Protocolo

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                                    E o protocolo foi divulgado. O Oracle, dos Estados Unidos, atual campeão da America´s Cup, exerceu seu direito de ditar as regras da próxima edição do match, marcado para 2017. O evento, que chegará à sua 35ª edição, e terá provas disputadas por catamarãs de 62 pés tripulado por oito velejadores. Além disso, o documento diz ainda que as tripulações precisam ter, no mínimo, 25% de atletas do país do barco. Para as seletivas que definem o desafiante, as regatas serão inda nos AC45 e todos os times terão a oportunidade de velejar em casa ao menos uma vez. Na finalíssima, o primeiro que fizer sete pontos ganha.

                                    Foto: Divulgação

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                                      Nadando com águas vivas

                                      Por: Redação -
                                      03/06/2014

                                      As águas vivas são criaturas incríveis, mas extremamente perigosas para os humanos. Seus ferrões venenosos causam graves queimaduras na pele e este é um animal normalmente evitado por qualquer mergulhador consciente. A menos que este mergulhador esteja na ilha Eil Malk, no Palau, que fica no Oceano Pacífico. É lá que fica o Jellyfish Lake (Lago das águas vivas) onde vivem milhões de animais da espécie Mastigia, também conhecida como dourado, por sua cor.

                                      As pequenas águas vivas migram para este lago de água salgada que se conecta ao mar através de túneis e fissuras. Não há nada de diferente nesta espécie, elas só não atacam pois não se sentem ameaçadas no lago, que não tem predadores para elas, e, assim, acabam não usando mais os ferrões. É isso que possibilita o mergulho com elas.

                                      Apesar de ser o lar de águas vivas inofensivas, o lago oferece outro perigo, uma camada de sulfeto de hidrogênio abaixo dos 15 metros de profundidade. O sulfeto de hidrogênio é altamente tóxico e pode ser absorvido pela pele, por isso só é possível mergulhar bem perto da superfície da água.

                                      Estima-se que atualmente dois milhões de indivíduos vivam no lago e duas vezes ao dia elas nadam pela extensão de água em busca de luz solar.

                                      Veja o vídeo gravado por um turista desta incrível aventura:

                                       

                                      Fotos e vídeo: Sarosh Jacob

                                       

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                                        Por: Redação -

                                        O rei da Espanha, Don Juan Carlo I, decidiu abdicar em nome de seu filho, Felipe, que deve assumir o trono em breve. Segundo a agência de notícias Reuters, o rei sai de cena para “abrir uma nova etapa de esperança na qual se combinem a experiência adquirida e o impulso de uma nova geração”. Ainda segundo a agência, Juan Carlo estava com a imagem desgastada desde o início da crise na Europa e o envolvimento da família real em escândalos de corrupção.

                                        Juan Carlo, de 76 anos, está no trono desde 1975, ano da morte do ditador Franco, e também era conhecido por seu amor ao mar e ao iatismo. O rei já participou até de uma olimpíada (Munique, 1972) em que competiu na classe Dragão e terminou na 15ª colocação, mas fez fama mesmo na vela de oceano. Ele timoneou por 40 anos a saga de veleiros Bribón, do amigo e antigo rival na vela José Cusí.

                                        Nesses 40 anos Juan Carlo conquistou diversos títulos na vela espanhola, foram seis Copas Del Rey (1984, 1985, 1993, 1994, 2000 e 2011), duas Sardinia Cup (2000 e 2004), 12 Copas da Espaha e 11 troféus Conde de Godó.

                                        O rei também foi grande incentivador de eventos esportivos no país, tanto que ajudou a levar duas America’s Cup para Valência, em 2007 e 2008, e a largada da Volvo Ocean Race, que aconteceu na cidade de Vigo, em 2005, e agora Alicante.

                                        Juan Carlo se aposentou do timão do Bribón e das competições de vela em 2011 e agora deixa o trono. O futuro rei Felipe VI também veleja e já participou de diversas competições ao lado do pai.

                                        Imagens: Copa Del Rey

                                         

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                                          Itajaí se prepara para sua Semana de Vela e o evento, que começou pequeno, agora já tem 60 barcos inscritos. O maior número é da classe Optimist, com 30 participantes já confirmados, seguido pela classe Oceano, com cerca de 20 participantes. No entanto, além das duas categorias, a Semana de Vela também contabiliza inscrições nas categorias Laser, Snipe, Dingue, Shellback e Windsurf.

                                          A Semana de Vela de Itajaí ocorre de 6 a 8 de junho e é uma realização da Associação Náutica de Itajaí (ANI) e Federação de Iatismo de Santa Catarina (Feisc). As regatas da classe Oceano serão realizadas nas proximidades da barra de Itajaí e as da classe Monotipo em frente à Praia de Cabeçudas.

                                          Foto: Divulgação

                                           

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                                            Missão 31

                                            Por: Redação -

                                            O oceanógrafo francês Fabien Cousteau, de 46 anos, neto de do lendário Jacques Cousteau mergulhou neste domingo, dia 1º, em uma missão em que ficará 31 dias a 20 metros de profundidade em seu laboratório, o Aquarius, na costa de Key Long, na Flórida, Estados Unidos.

                                            O Aquarius é um laboratório submarino da Florida International University, o último deste tipo ainda em uso. O objetivo da expedição é estudar como as mudanças climáticas, poluição marinha e a exploração dos recursos marinhos afetam o fundo do mar.

                                            Se Fabien Cousteau ficar os 31 dias no Aquarius ele irá bater o recorde do avô Jacques, que ficou 30 dias em um laboratório submarino há 50 anos. E além de estudar o fundo do mar também será objeto de estudo, já que após o período será feito um estudo de como a longa permanência debaixo d’água afeta o corpo humano.

                                            A expedição “Missão 31” está sendo transmitida ao vivo através do site www.mission-31.com.

                                            Foto: Mission 31

                                             

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                                              O veleiro Pangea quase foi abarroado por um pequeno navio no Canal do Porto de Santos, na Ponta da Praia. A embarcação, que faz uma circum-navegação na terra, teve sorte como mostra o vídeo com imagens aceleradas abaixo. O navio era de pequeno porte o que permitiu a manobra para evitar uma batida mais grave. Geralmente, os maiores têm regras específicas de navegação e velocidade em entrada de canais, como o de Santos.

                                              De acordo com a Praticagem de São Paulo, o veleiro teve uma pane e estava sem leme e sem propulsor. O prático que acompanhava o navio ainda tentou contato com a embarcação de recreio antes de contorná-la. A Capitania dos Portos de São Paulo apura as circunstâncias do incidente.

                                              O Pangea faz uma viagem com duração prevista de 4 anos em diferentes terrenos, incluindo montanha, deserto, mar e neve ártica.


                                              Foto: Mercedes Bens

                                               

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                                                02/06/2014

                                                A Icomia, Associação Internacional dos Fabricantes de Barcos, entre os dias 2 e 4 de junho, estará reunida em Istambul para a sua 48ª Conferência, abordando o tema “Marinas into the future”.

                                                Não é à toa que a cidade de Istambul, foi escolhida para sediar este encontro. Localizada no Mar Mediterrâneo entre a Europa e a Ásia, é um dos maiores centros turísticos náutico do mundo. No estreito de Bósforo, que corta a cidade ligando o Mar Negro ao Mar Mediterrâneo, existe a maior concentração de barcos da Europa.

                                                A Acobar, Associação Brasileira dos Construtores de Barcos será representada pelo seu Vice-Presidente, Jorge Nasseh, que também integra o comitê executivo da Icomia por mais dois anos. Além do Brasil, os países que integram o conselho executivo são: Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos, Noruega, Itália, Finlândia e França. Ao longo do encontro, serão visitados diversos estaleiros ao redor da cidade de Istambul e também abordados os temas dos comitês de exportação, marinas, técnico, ambiental, boat shows e marketing. O último se destaca pelas ações de incentivo à vida no mar, como a campanha mundial “Venha Navegar”.

                                                A Icomia patrocina vários eventos náuticos, sendo o Mets – Marine Trade Equipament Show, o maior deles com mais de 1400 expositores na cidade de Amsterdã, na Holanda. Já o próximo congresso da Icomia está agendado para junho de 2015 em Gdansk, Polônia.

                                                Foto: Divulgação

                                                 

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                                                  A limpeza da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, só deve ser concluída daqui a mais de uma década, segundo um documento enviado no início do mês ao Ministério dos Esporte pelo secretário de Estado do Ambiente, Carlos Portinho. O governo local admite que os efeitos benéficos nas águas do palco da vela em 2016 só ocorrerão em pelo menos uma década.

                                                  Pelos novos cálculos da Secretaria do Ambiente, a despoluição da Baía de Guanabara vai custar mais caro e deve levar mais tempo do que se imagina. O número é próximo a R$ 8 bilhões de investimento.

                                                  A solução técnica para a despoluição da baía até os jogos de 2016 , segundo o documento,  é a construção de mais sete unidades de tratamento de rios, as UTR’s.

                                                  Foto: Divulgação

                                                   

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                                                    Ele foi a primeira pessoa a atravessar a Baía de São Francisco, na Califórnia, e o Rio Hudson, em Nova York, pedalando. Isso mesmo, pedalando. O americano Judah Schiller apresentou sua mais nova invenção, uma balsa que permite pedalar sobre águas. A “engenhoca ainda” está em fase de teste e aprimoramento, mas Schiller já vem fazendo sucesso na internet com um vídeo que gravou de suas pedaladas.

                                                    A ideia é bastante simples, Schiller fez uma pequena balsa com duas bananas infláveis para encaixar na bicicleta e basta pedalar para girar a hélice e movimentar o barco-bike. As bananas são infladas com pedaladas e todo o processo de montagem do equipamento leva apenas 10 minutos.

                                                    Segundo o inventor, esta é a evolução do ciclismo como meio de transporte. Para ele colocar a bicicleta na água é aumentar ainda mais a mobilidade nas grandes cidades, já que muitas são cortadas por rios e baías.

                                                    O BayCycle Project busca um financiamento de 50 mil dólares para se tornar realidade para mais ciclistas nos Estado Unidos e, quem sabe, começar a se espalhar pelo mundo.

                                                    Fotos: Divulgação

                                                    Veja o vídeo do projeto na prática:

                                                     

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                                                      Hoje escrevo sobre as milhares de mamães que topam encarar o desafio de criar seus filhos vivendo a bordo. Aos olhos de muitos parece algo bastante arriscado ou até mesmo loucura, mas quem tem essa experiência sabe o quão especiais são essas crianças que têm a oportunidade de crescer e viver no mar – e do mar.

                                                      O melhor exemplo real é a história de uma grande amiga, Sabrina Duncan, de Luperón, na República Dominicana. Há quase 20 anos, sua mãe, Veronique Duncan, decidiu encarar a vida a bordo com o marido e uma pequenininha de apenas 5 anos.

                                                      Em meados dos anos 1990, a família Duncan vivia em Durban, na África do Sul, e não conseguia ter uma rotina saudável dentro do cotidiano corrido e estafante de uma cidade grande. Foi então que a vontade de ver o crescimento de Sabrina (hoje com 24 anos) de perto venceu, e a consequência foi a tentativa de uma vida a bordo: Sabrina cresceu aprendendo a subir no mastro, sabendo a importância dos ventos alísios, conhecendo os diversos tipos de barcos e motores.

                                                      Crianças que crescem a bordo aprendem a identificar as estrelas no céu e se encantam muito mais com a bioluminescência do que com as luzes de Natal. No mínimo, desenvolvem uma autoconfiança que as que crescem em prédios da cidade grande, com certeza, jamais terão. Não quero criticar quem cresceu assim, eu mesma fui uma delas, mas, se puder, darei aos meus filhos a oportunidade de uma infância não convencional e de preferência a bordo.

                                                      Hoje, Sabrina Duncan tem seu próprio veleiro, o Sweet Water. A partir de 2009, ela teve a opção de escolher se ficaria com sua casa no mar ou se seguiria a vida em terra, como os adolescentes convencionais. A resposta foi imediata: “Essa é minha casa, minha casa no mar!”

                                                      Em torno de 15% dos cerca de 10 mil cruzeiristas que vivem velejando o mundo são famílias com bebês ou crianças a bordo, praticamente uma nação dos oceanos. E uma nação muito unida!

                                                      Os riscos existem. A melhor opção é aceitá-los e encontrar uma solução. Mas quem vive a bordo sabe: a recompensa sempre acaba superando os riscos.

                                                      Também conheci Karen Wood, avó de um bebê a bordo. O pequeno Connor de nove meses vive com sua filha em um barco a motor. Karen é sua vizinha de marina, ela e o vovô de Connor vivem no veleiro Valkyrie.

                                                      Karen é da Carolina do Norte, Estados Unidos, e atualmente mora em Maryland. Ela é uma avó de mente aberta e sabe que, nos tempos de sua mãe, seria loucura criar um bebê num barco e até mesmo hoje muita gente critica quem decide assumir os riscos.

                                                      O mais difícil de administrar na vida de morar no mar com um bebê ainda é a segurança. Mas, acredite, as fraldas também podem ser um problemão. O que fazer com elas sujas? Se você estiver num “daysailing” ou numa travessia, nada de jogar no oceano!

                                                      Karen me disse algo de bastante valor sobre bebês que crescem num barco e eu tenho que concordar. Serão crianças especiais, que saberão apreciar o meio ambiente e estar à vontade com todos a sua volta, aprendendo a se relacionar rapidamente e respeitando o próximo.

                                                      Adorei o comentário final dela: “All diplomats should be sailors!”, em bom português “Todos os diplomatas deveriam ser velejadores”.

                                                      Amei conversar e saber mais sobre as mamães de primeira viagem, literalmente! Para quem vive na cidade e tem infraestrutura próxima pode parecer loucura, mas quando você conhece essas histórias mais de perto percebe que basta querer, ter amor, dedicação e acreditar que sim, você pode criar seu bebê de uma forma diferente da convencional.

                                                      Deixo aqui algumas dicas de mães que vivenciaram essa experiência:

                                                      – Durante as travessias, as crianças devem sempre usar colete salva-vidas;

                                                      – Faça apenas velejadas de um dia quando seu filho ou filha ainda for bebê;

                                                      – Quando eles saírem para o convés, durante a navegação ou velejada, devem sempre prender-se a um cabo de segurança;

                                                      – Coloque redes ao redor do barco;

                                                      – O ideal é que a mãe ou o pai fique sempre dentro da cabine com a criança enquanto estiverem velejando, alternando na função;

                                                      – Regra básica para os pequenos: uma mão no barco, uma mão para a mãe (ou pai);

                                                      – Ensine a criança a pular na água e nadar até ao barco;

                                                      Veronique Duncan completa as dicas falando sobre a importância de um bom curso a distância. Os pais tem que saber impor a disciplina como educadores, horários de cumprir responsabilidades e, ao mesmo tempo, serem transmissores de informações de uma forma sem pressão, apresentando o que há nos livros e relacionar com a realidade a sua volta. Os afazeres do barco também devem ser transferidos aos poucos aos pequenos, à medida em que evolui o aprendizado.

                                                      Por fim, se você um dia pretender ter um bebê a bordo, lembre-se que você escolheu esse estilo de vida porque você ama. Nos dias de dificuldade, respire fundo e pense: nem todos os pais têm a chance de realizar seus sonhos ao lado de seus pequenos!

                                                      Hoje, Sabrina Duncan, assim como milhares de crianças que cresceram a bordo, aprendeu a importância da família, do trabalho em equipe e da responsabilidade em garantir sua própria segurança e futuro. Fica a pergunta: o que mais falta para ela ser feliz?

                                                      Nas fotos: Sabrina Ducan, que vive a bordo desde os 6 anos, e o pequeno Connor, com sua avó e em um banho a bordo.

                                                      Fotos: Shutterstock e arquivo pessoal

                                                      Marcela Rocha é instrutora de mergulho, jornalista, locutora de rádio, velejadora nas horas vagas e, acima de tudo, muito feminina

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                                                        A primeira edição do circuito IMOCA Ocean Masters/New York-Barcelona Race teve início neste domingo (1º) com a largada dos quatro barcos de 60 pés rumo a Espanha. Safran, Hugo Boss, Neutrogena e Gaes partiram para as 3 720 milhas até a capital catalã. O único ausente na largada foi o Spirit of Hungary, que só deve partir durante a semana. A previsão meteorológica indica ventos fracos mas a chegada de uma frente fria pode mudar o jogo.  A dupla Ryan Breymaier e Pepe Ribes, do veleiro Hugo Boss, largou em primeiro lugar.

                                                        Os IMOCA vão em busca de um recorde. Em 2010, o Estrella Damm completou a rota 12 dias, 6 horas, 3 minutos e 48 segundos.

                                                        Foto: Divulgação

                                                         

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                                                          01/06/2014

                                                          A falta de vento não permitiu que a largada fosse dada para as regatas deste domingo (1º) da Copa Suzuki Jimny. No próximo fim de semana será decidida a segunda etapa da competição chamada de WarmUp. Apesar do dia claro, os ventos não sopraram no litoral norte do estado de São Paulo. Assim, os resultados do sábado permanecem inalterados. Considerado o esquenta para a Ilhabela Sailling Week, maior competição de vela da América do Sul, tripulantes e comandantes se preparam para voltar ao timão nos dias 7 e 8 de junho quando acontece a grande final da etapa.

                                                          Classificação:

                                                          HPE
                                                          1 – Ginga (Breno Chvaicer) (Reg 1 + Reg 2 + Reg 3) (2+2+1) = 5
                                                          2 – Take Ashauer (Marcos Ashauer) (3+1+4) = 8
                                                          3 – Bixiga (Pino Di Segni) (1+7+7) = 15

                                                          RGS
                                                          1 – Kanibal (Martin Bonato) (1+2) = 3
                                                          2 – BL3 Urca (Pedro Rodrigues) (3+1) = 4
                                                          3 – Asbar II (Sergio Klepacz) (2+3) = 5

                                                          RGS Cruiser
                                                          1 – Jambock (Marco Aleixo) (1+1) = 2
                                                          2 – BL3 Wind Nautica (Clauberto Andrade) (2+2) = 4
                                                          3 – Boccalupo (Claudio Melaragno) (4+3) = 7

                                                          IRC
                                                          1 – Rudá (Mario Martinez) (1+1) = 2
                                                          2 – Orson (Carlos E. S. Silva) (2+2) = 4
                                                          3 – Mussulo III (Jose Guilherme M. P. Caldas) (3+3) = 6

                                                          C30
                                                          1 – C A Technology (Marcelo Massa) (5+1) = 6
                                                          2 – + Realizado (José Luiz Apud) (1+5) = 6
                                                          3 – Caiçara Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) (4+2) = 6

                                                          ORC
                                                          1 – Chroma (Luis Gustavo de Crescenzo) (2+1) = 3
                                                          2 – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva) (1+2) 3

                                                           

                                                          Foto: Aline Bassi / Balaio

                                                           

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                                                            A CBVela fez um ciclo de palestras para preparar os atletas para as competições internacionais mais relevantes como Olimpíadas e Campeonatos Mundiais. A meta mais próxima é o 44º Mundial da Juventude, a partir de 12 de julho em Tavira, Portugal. O evento, realizado no Yacht Club Santo Amaro (YCSA), ajudou a nova geração em fundamentos básicos da modalidade, como largada e mudança de bordo. “A sorte é que ventou em todos os dias e pudemos treinar muitas manobras e depois receber as orientações para corrigir as falhas. Foi muito importante também a palestra sobre regras. Lá fora o nível de conhecimento dos velejadores é bem elevado. Aqui, também precisamos aprender para sabermos quais são os nossos direitos na hora da disputa com outro barco”, considerou Martin Lowy, representante brasileiro da classe Laser no Campeonato Mundial.

                                                            “A ideia desta primeira clínica era incentivar, além do aprendizado técnico, a amizade entre estes jovens atletas. Queremos criar um espírito de equipe entre eles para que eles não desistam do esporte e, no futuro, quando mudarem de classe, eles já tenham este entrosamento”, ressaltou John Bennett, vice-presidente da CBVela.

                                                            Ricardo Lobato, o Blu, secretário executivo da CBVela, responsável por ministrar a palestra de regras de regatas declarou: “Iniciei a palestra com informações básicas, mas pelo conteúdo das perguntas percebi que podia elevar o nível. Os velejadores colaboraram muito, demonstrando interesse em usar a regra a favor deles nas situações que enfrentam em quase todas as regatas. Esse conhecimento é indispensável, principalmente quando se veleja no exterior”, aconselhou o também juiz internacional.

                                                            Confira as imagens da clínica:

                                                            Fotos: Filipi Novelo e Gabriel Heusi/CBVela

                                                             

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