21 dicas para tornar seu barco mais seguro para o verão

Por: Redação -
09/12/2020

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O verão está chegando e, com ele, o aumento de embarcações nas águas brasileiras. Pensando nisso, o Fórum Náutico Paulista reuniu 21 dicas de como tornar seu barco mais seguro. Confira:

Revisão dos motores, geradores e maquinário

Seguir à risca a determinação do fabricante, lembrando que, para cada equipamento, há normas específicas em relação ao período das revisões, por número de horas ou meses, sempre o que ocorrer primeiro. É aconselhável ter esses registros no diário de bordo.

Revisão no sistema elétrico

Tal como ocorre nos motores, é importante que um eletricista náutico revise toda instalação elétrica do barco, no mínimo, uma vez por ano. Além do cabeamento elétrico, deve ser verificado o funcionamento de todos os equipamentos eletrônicos, como: rádio VHF, luzes de navegação e luzes internas da embarcação. É aconselhável ter esses registros no diário de bordo.

Revisão no sistema hidráulico

Verificar as condições dos registros (válvulas) abaixo da linha d´água, reaperto de todas abraçadeiras de aço inox, condição das mangueiras de combustível e água e limpeza anual do(s) tanque(s) de óleo diesel. Inspecionar e testar, sempre antes da saída, todas bombas de porão, com os respectivos dispositivos automáticos de acionamento. É aconselhável ter esses registros no diário de bordo.

Medidas para evitar incêndios

1. Não deixar o barco conectado ao cais se não houver um
responsável a bordo;

2. Manter o carregador de baterias em local bem ventilado;

3. Fixar bem as baterias para não se soltarem com o balanço do
barco;

4. Nunca cobrir as baterias com caixas sem ventilação, devido à
emissão de gases inflamáveis durante a fase de carregamento;

5. Fixar todo o cabeamento elétrico com prendedores espaçados no
máximo a cada 25 centímetros;

6. Prensar, e nunca soldar, os terminais dos cabos das baterias;

7. Utilizar cabos elétricos e conexões certificados para uso aquático;

8. Usar proteção nos pontos de passagem do cabeamento elétrico
nas anteparas, para evitar curto-circuito;

9. Utilizar dispositivos de corte de energia junto às churrasqueiras

10. Usar exaustores no compartimento dos motores;

11. Usar detector de gases inflamáveis no compartimento dos
motores em lanchas com propulsores a gasolina;

12. Ter dispositivos mecânicos ou automáticos para detonação dos
extintores no compartimento dos motores;

13. No compartimento de motores, em barcos acima de 15 metros (50
pés), usar câmeras com imagens exibidas no posto de comando;

14. Sempre verificar o sistema de combustível a bordo após o
abastecimento, no caso de lanchas com motorização a gasolina;

15. Instalar um quadro de fusíveis ou disjuntores específicos para as
bombas de porão;

16. Para barcos com fogão a gás, recomenda-se ter dispositivo cortachamas e válvula acoplada ao sistema detector de gás;

17. O proprietário assume a responsabilidade por qualquer
modificação na estrutura, motorização e equipamentos do barco,
caso esses serviços não sejam feitos pelo estaleiro ou fabricante
dos motores;

18. As chaves gerais de corte da energia elétrica devem ser as
especificadas para uso naval.

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    Marinha francesa resgata “náufrago” da Vendée Globe. Veja o vídeo do resgate

    Por: Redação -

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    Os competidores da Vendée Globe continuam a viver grandes emoções em alto mar. Depois de ter seu barco partido em dois, Kevin Escoffier foi resgatado pela marinha francesa no último domingo (6), quando estava a bordo do veleiro de Jean Le Cam.

    Imagine-se em um ambiente inóspito no meio do Oceano Índico, em que o único vestígio da presença humana está em um raio de 600 milhas náuticas — sem contar os 28 capitães da Vendée Globe que ainda estão na competição. Esse é o cenário do resgate de Escoffier.

    Agora, adicione a esse cenário uma fragata francesa de quase 100 metros de comprimento, que desviou de sua missão de vigilância naquele canto do mundo para recuperar o competidor, segundo o site Nauta 360.

    A partir disso, um bote se desvencilhou da fragata e foi em direção ao veleiro Yes We Cam! (um trocadilho com o nome do competidor, Jean Le Cam, e a fala do presidente Barack Obama). No resgate, Escoffier se jogou ao mar, agradeceu seu “salvador” e seguiu para o navio de guerra francês.

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    “Kevin está em boa forma, e agora vai desfrutar de um banho quente”, explicou Frédéric Barbe, comandante da fragata. Por sua vez, Le Cam continuou com a regata (ele perdeu 12 horas por resgatar Escoffier). Apesar de toda a agitação, Yes We Cam! segue cruzando o Oceano Índico, ocupando a sexta posição na classificação.

    Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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      23º São Paulo Boat Show foi palco para as novidades da Arieltek

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      A Arieltek esteve presente em mais uma edição do São Paulo Boat Show, de 19 a 24 de novembro, apresentando lançamentos em equipamentos e acessórios náuticos. Entre eles, destaque para a luz de píer solar para pisos, desenvolvida para atuar como iluminação em ambientes externos desprovidos de qualquer tipo de fonte luminosa.

      Resistente à maresia e a jatos de água, é ideal para delimitar cais píeres, trapiches ou qualquer espaço que não tenha iluminação noturna. Mede 100 mm X 102 mm X 31 mm e é fabricada com a tecnologia LED de alta intensidade em policarbonato, contando com proteção IP66. Estão disponíveis nas cores branco (frio e quente), azul, amarelo, vermelho e verde.

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      O carregamento das luzes acontece durante o dia, com a luz solar, e ao anoitecer ela tem acendimento automático. A empresa garante carregamento até mesmo em dias chuvosos e nublados, devido ao dimensionamento do conjunto de alimentação.

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        4ª edição de expedição de canoa havaiana sairá de Arraial D´Ajuda com destino a Niterói

        Por: Redação -

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        Liderados pelo niteroiense Douglas Moura, experiente remador de 39 anos, e pelo capixaba Ranin Thomé, seis atletas remadores e velejadores partirão numa canoa havaiana V6 adaptada com vela, para mais um desafio no Oceano Atlântico e pela costa do Brasil.

        Eles integram a quarta edição da Expedição Anamauê que promete ser uma das maiores navegações do Brasil neste tipo de barco. Os velejadores e remadores vão partir no dia de Natal, dia 25, ou no dia 26, de Arraial D´Ajuda, no sul da Bahia, na base da Canoa Para o Povo, a CPP, com direção ao sul, com objetivo de ficarem entre 20 e 25 dias de navegação até Niterói (RJ), com chegada prevista para a praia de Jurujuba na sede do Centro de Estudos do Mar – CEM onde está sendo feito todo o planejamento logístico da travessia. Caso consigam atingir o desafio, seriam cerca de 650 milhas náuticas cumpridas.

        A tripulação planeja velejar cerca de 30 até 35 milhas náuticas por dia. A depender do vento e condições do mar, poderia levar cerca de quatro até seis horas por dia de navegação sem o auxílio de aparelhos eletrônicos ou GPS. Eles levarão alimentação e suas respectivos colchões de dormir na canoa havaiana e irão dormir em bases ao longo do sul da Bahia, Espírito Santo e o estado do Rio de Janeiro. Quando necessário vão se alimentar no mar.

        Douglas e o parceiro Tavo Calfat são de Niterói, enquanto Daniel Gnone, do Rio de Janeiro. Ranin Thomé e Dyana Gualberto são de Regência (ES), mas tem base em Vitória (ES), assim como Bárbara Guimarães que nasceu em Santo André (SP), mas se radicou na capital capixaba.

        Não é a primeira vez que Douglas comanda a Expedição Anamauê. No fim de 2017 e começo de 2018, ele e tripulação ficaram perto de 10 dias navegando saindo de Niterói (RJ) com chegada em Santos (SP) de canoa havaiana. Nos anos seguintes, a Anamauê realizou expedições de Santos (SP) para Ubatuba (SP) e de Ubatuba (SP) para a volta na Ilhabela (SP) e São Sebastião (SP).

        “Ano passado me aproximei do Ranin Thomé e levantamos a possibilidade de fazer uma expedição juntos. Estreitamos a amizade durante a quarentena e decidimos fazer a travessia. A primeira dúvida seria para onde. Inicialmente seria de Vitória (ES) até Niterói (RJ). Ele tem base em Vitória (ES). Só que aí chegamos a conclusão que seria melhor velejar. Se não formos remando queríamos um local ainda mais distante, maior que já fiz. Então pensamos onde tínhamos base, que é Arraial D´Ajuda. Pensamos que é uma loucura, mas vamos encarar essa loucura juntos. Começaram a planejar e quando foi outubro batemos o martelo. Chamei o Tavo Calfat, que é o camarada do CEM, divide o espaço comigo, entende muito de vela. Daniel Gnone é o nosso mascote, moleque mais jovem da expedição e chegou para somar e o Ranin escolheu a Bárbara que é instrutora dele e a namorada dele, a Daiana que tem todo esse currículo. Iremos velejando em nossa canoa havaiana adaptada, mas quando preciso também remaremos”, disse Douglas Moura.

        “Nosso sonho, nosso marco é chegar em Jurujuba, em Niterói, esperamos chegar. O bacana é navegar durante 20, 25 dias deixando o vento levar, um sentido filosófico e de aprendizado que só o mar proporciona a todos nós”.

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        Tripulação:

        Douglas Moura, natural de Niterói (RJ), mora em Jurujuba, tem 39 anos, fundador do Icarahy Canoa Clube, Niihau Aventuras Controladas e do Centro de Estudos do Mar. Capitão Amador, co-fundador do Anamauê e desbravador de diversas rotas de navegação de canoa havaiana e polinésia. Ele é atleta de Canoa Havaiana desde 2005. Em competição disputou provas como a Rio VA`A, Santo Amaro, Vendee VA`A (maior da europa e 2ª maior do mundo, na França), Vancouver Island Challenge (Canadá); Lotus VA`A Challenge.

        Ranin Thomé, 31 anos, natural de Regência (ES), é oceanógrafo, instrutor e atleta de Va´A, do clube CPP Extreme. Apaixonado por canoa polinésia e com experiência em velejadas, construção de canoas e longas travessias.

        Dayana Gualberto, de 33 anos, reside em Regência (ES). Professora e instrutura de Va´A do CPP Extreme. Idealizadora do projeto social Cablocos para o Planeta, experiências em travessias de vela oceânica e canoa polinésia.

        Tavo Calfat, natural de Niterói (RJ), 47 anos, desenhista industrial, velejador desde os sete anos e remador de canoa desde os 2007. Passou boa parte da vida em barcos à vela, já realizou travessias oceânicas e inúmeras travessias menores. Na canoa tem títulos na Volta de Ilhabela (SP) e Rei de Búzios (RJ) onde mora hoje em dia.

        Daniel Gomez Gnone, 25 anos, natural do Rio de Janeiro. Engenheiro de Produção. Fundador do Granolas Mauka e remador do Calango Wa´A. Amante da natureza e do Va´A, tendo sido criado em contato com o mar, desenvolve projetos de reciclagem de plástico para a produção de peças para navegação.

        Barbara Guimarães, de 29 anos, nasceu em Sto. André (SP), se radicou e, Vitória (ES), é oceanógrafa, instrutora e atleta de Va´A, do clube CPP Extreme. Apaixonada por canoa havaiana e com experiência de longas travessias.

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          Sea-Doo acerta parceria e planeja inovação para o GTX Limited. Entenda

          Por: Redação -

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          A Sea-Doo, de propriedade da canadense BRP, fez uma parceria com o fabricante de aplicativos de navegação marítima Wavve Boating para atualizar o visor do painel do GTX Limited 2021.

          O novo painel contará com uma tela digital colorida capaz de executar aplicativos móveis de música e clima selecionados, além, é claro, do aplicativo de navegação da Wavve Boating.

          Novo painel/ Imagem: Wavve Boating

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          A partir disso, dentre seus serviços, o aplicativo está repleto de cartas náuticas personalizáveis, pontos de interesse na água, além da capacidade de “encontrar” amigos que estejam usando o aplicativo em localidades próximas.

          O modus operandi do Wavve Boating não tem segredo, funciona como em um carro. O telefone se conecta ao veículo via Bluetooth ou por um cabo USB, permitindo que o aplicativo seja executado em um display integrado.

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            Clube de barcos da Brunswick anuncia ano recorde

            Por: Redação -

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            O modelo Freedom Boat Club está provando ser uma vantagem para a empresa-mãe Brunswick Corporation e operadores de franquia individuais, que estão desfrutando de um forte crescimento.

            O clube náutico, tido como o maior dos Estados Unidos, realizou sua conferência anual de franqueados, reunindo virtualmente proprietários de clubes de todo o mundo para comemorar um ano recorde para os negócios.

            “2020 marcou um dos anos de maior sucesso na história da franquia, quando os consumidores passaram a navegar como uma atividade segura e à distância social para passar o tempo com amigos e familiares”, disse Cecil Cohn, presidente da Freedom Boat Club Network.

            O evento virtual de três dias contou com a presença de franqueados de todo o mundo enquanto a Freedom compartilhava sua visão para 2021 em Operações, Tecnologia, Serviços Compartilhados, Relações Públicas, Marketing, além de fornecer atualizações de uma variedade de fornecedores parceiros da Freedom. Além disso, as operadoras puderam interagir com as principais marcas de barcos, incluindo Sea Ray, Bayliner, Cypress Cay, Boston Whaler e muito mais – junto com outros fornecedores parceiros da rede.

            A conferência foi encerrada com uma cerimônia de premiação em que muitos franqueados receberam prêmios com base no desempenho e nas contribuições ao longo do ano passado, incluindo Franquia do Ano concedida a Matt Carrick & Matt O’Connor de Boston.

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            “O Freedom Boat Club continua a superar nossas expectativas, como evidenciado por seu crescimento para 244 locais e quase 36 500 associações em toda a empresa, com mais de 3 mil novas associações adicionadas apenas no terceiro trimestre”, afirmou o CEO da Brunswick, David Foulkes, em seus comentários iniciais aos analistas em outubro. Foulkes informou que o número de membros aumentou 61% desde que o negócio foi adquirido, e que mais de 800 barcos foram comprados ou encomendados no mesmo período – com um motor Mercury e peças em cada barco.

            O relatório atual da empresa diz que o número de locais agora é de 245, atendendo a mais de 55 mil membros com uma frota de mais de 3 100 barcos. Foulkes também observou que a FBC é responsável por atrair um grupo demográfico mais diversificado e mais jovem, incluindo um número maior de mulheres, participantes hispânicos e asiáticos do que a empresa está acostumada a ver entre sua base de compradores tradicional.

            O chefe da maior empresa do setor frequentemente se refere ao valor de ‘anuidade’ do negócio do Freedom Club, que continuamente aumenta a frota instalada de barcos da marca Brunswick que precisam de serviço, peças, repotenciação e, finalmente, substituídos, proporcionando receitas recorrentes de longo prazo para o Grupo.

            O Freedom Boat Club está atualmente presente nos Estados Unidos e Canadá, com três operações na França.

            A proposta do Freedom Boat Club para os navegadores:

            • Acesso recíproco a mais de 230 locais nos EUA, Canadá e França

            • Manutenção, limpeza, reparo, seguro e armazenamento

            • Uma frota diversa que inclui lanchas, pontoons, barcos de pesca offshore e costeiros (consoles centrais), barcos de wake

            • Cobertura de seguro de responsabilidade, casco e maquinário

            • Treinamento individual por capitães licenciados

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              Governo de Hong Kong irá impedir festas e aglomerações em barcos

              Por: Redação -
              08/12/2020

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              Enquanto Hong Kong reforça as regras de distanciamento social para conter o aumento de casos de Covid-19, o governo local montou uma linha direta para que os residentes possam denunciar festas a bordo de iates e barcos alugados.

              No final de novembro, o país contabilizou um aumento no número de casos da doença e agora planeja conter um eventual avanço do vírus. As famosas boates e karaokês já estão fechando em decorrência da nova rodada de restrições.

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              Agora, a polícia local já está sob alerta para terminar, ou impedir, festas em alto mar. Visto que é cultural realizar encontros em barcos e iates, sobretudo aos finais de semana, essa é considerada uma grande preocupação às autoridades locais.

              Hong Kong contabiliza pouco mais de 7 000 casos e 110 mortes por coronavírus. Em outubro, os casos diários não passavam de 20, e em comparação, no dia 4 de dezembro foram registrados 110 casos.

              Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                Conheça os primeiros barcos comerciais elétricos da Nova Zelândia

                Por: Redação -

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                O estaleiro Electric Boats, em Tauranga, Nova Zelândia, sob o comando de Sean Kelly, conta com novos sistemas elétricos que combinam recursos para tratar dos aspectos ambientais dos barcos comerciais ao mesmo tempo que reduzem os custos de longo prazo para os proprietários de barcos de trabalho.

                O primeiro barco elétrico que a tripulação montou chama-se ‘Al Capone’, um casco de alumínio aberto de 6 metros que fez sua estreia em maio de 2018, quando Kelly o levou para dar uma volta pela Baía de Tauranga.

                Ele estava trabalhando no conceito de um workboat elétrico por três anos, e quando o jornal local The Bay of Plenty Times perguntou por quê, Kelly riu – “Eu queria ser a primeira pessoa a fazer isso – o mais estúpido!”

                “Muitas coisas me fizeram tropeçar ao longo do caminho”, ele continuou, mas o trabalho não foi em vão. Esse primeiro ‘Al Capone’ tem sido usado regularmente desde então, para a pesca geral e a captura de lagostas e lagostins.

                Ele tem um motor de 120 kW conectado a um outdrive Mercruiser SE116 padrão. Kelly projetou ‘Al Capone’ para que ele possa ser carregado com um plugue comum em casa. As baterias são colocadas sob o convés, onde os tanques de gás normalmente estariam.

                Os barcos elétricos também oferecem outro modelo semelhante ao Al Capone, um barco que usa essencialmente o mesmo formato do casco, mas com um teto aberto sobre a área da cabine. Possui também acabamentos internos mais adequados ao uso do passageiro, como assento de proa.

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                Em setembro, a Electric Boats lançou um catamarã totalmente elétrico de tamanho real, o PowerCat 3400 com sua EBP (Plataforma de Barcos Elétrica) proprietária para controlar e gerenciar o sistema de propulsão. Também está disponível como um híbrido.

                O barco é uma adaptação de um catamarã a motor da empresa irmã Herley e tem dois motores de 100 kW com um banco de baterias de íon de lítio de 180 kWh e teto com painéis solares.

                A versão híbrida tem um gerador a diesel de 60kW que, junto com as baterias e os painéis, pode estender o alcance quase tanto quanto qualquer um gostaria – até 3500 km (2200 mi). O site da Electric Boats diz que o grupo gerador é “um quarto do tamanho de um gerador marítimo padrão e, portanto, usa apenas cerca de 1/4 do combustível que um gerador padrão usaria”.

                O sistema EBP integra controles de tela com um acelerador regular e exibe informações em tempo real sobre os motores elétricos, acelerador, banco de baterias, motor gerador e sistema de refrigeração. Ele também gerencia e monitora a energia da costa e o carregamento a bordo.

                “Não conseguimos encontrar um integrador de sistema adequado ao preço certo. Isso provou ser muito mais barato de construir do que qualquer marca competitiva e tem maior versatilidade. Além disso, permite adicionar qualquer módulo ou interface, como vários painéis solares, vários carregadores de bateria e vários inversores”, explicou Kelly sobre porque eles começaram a projetar seu próprio sistema.

                Embora o Al Capone possa ser o primeiro barco comercial elétrico do país, definitivamente não será o último. A Wellington Electric Boat Building Company  tem trabalhado arduamente nos últimos meses tentando superar os atrasos da Covid-19 para que possam lançar a primeira balsa totalmente elétrica do hemisfério sul.

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                  Malta afirma ter o maior registro de superiates do mundo

                  Por: Redação -

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                  Numa conferência de imprensa dada pelo Ministro dos Transportes, Infra-estruturas e Projetos de Capital de Malta, Ian Borg, foi afirmado que Malta tem agora o maior registo de superiates a nível mundial. Existem 850 embarcações com mais de 24 metros (79 pés) no registro maltês, um aumento de 7% desde o final de 2019.

                  Maltawinds cita Borg dizendo: “Com qualidade, reputação e confiança, que penso serem os três adjetivos mais adequados para descrever o registro de navios mercantes de Malta, estamos aqui hoje para anunciar resultados e realizações mais positivos. Como um governo unido, temos o compromisso de continuar construindo sobre o que já foi alcançado.

                  “Durante o ano passado, o governo continuou a enfatizar a sua política no que diz respeito ao reforço do registo maltês e a trazer mais operadores de qualidade aos serviços oferecidos por Malta. Isso só foi possível devido à proatividade do registro maltês em uma indústria dinâmica com um grande número de concorrentes internacionais”.

                  Em relação ao cadastro de superiates, ele apontou o aumento de 7% desde o final de 2019 levando o número de 850 iates, o que equivale a um aumento de 50% no cadastro nos últimos cinco anos.

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                  Na conferência, um Código de Iates de Passageiros revisado para iates de luxo disponíveis no mercado também foi anunciado. O Ministro sugeriu que isso destacava a abordagem proativa do registro e que ajudaria a atrair mais iates. O novo Código de Iates de Passageiros inclui normas relativas ao maior dos superiates, questões relativas às emissões e à eficiência dos sistemas de propulsão e iates verdes e a possibilidade de ser mais amigo do ambiente.

                  Borg anunciou na conferência uma consulta sobre o novo código com partes interessadas no setor e a oportunidade que ele apresenta para atrair mais superiates para o registro.

                  O Ministro foi citado como tendo dito: “É por isso que, após uma ampla consulta, hoje temos o prazer de anunciar que uma série de cursos foram desenvolvidos para a indústria de iates, tanto local quanto internacionalmente. Desta forma, continuaremos a fazer de Malta um centro de excelência em termos de treinamento marítimo para uma indústria tão importante”.

                  Malta vai começar a oferecer cursos de formação específicos para atrair mais jovens malteses para trabalhar no setor dos super iates, abrindo novas oportunidades de emprego para agora e no futuro.

                  Antes de Malta alegar ser o maior registo de superiates, esta posição tinha sido ocupada pelo registo das Ilhas Cayman.

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                    China recebe maior catamarã privado de lazer a motor

                    Por: Redação -

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                    A Sunreef Yachts entregou o primeiro catamarã Sunreef Power 80 para a China. O estaleiro polonês afirma que o iate a motor personalizado é “atualmente o maior catamarã privado de lazer da China”. Sua venda para um proprietário experiente foi intermediada por meio do representante local Speedo Marine. A unidade é a primeira do gênero na Ásia.

                    O novo Sunreef Power 80 possui amplas áreas de estar e decoração moderna, além de ser equipado com motores duplos de 1 200 hp. A decoração interior sob medida aproveita ao máximo a simetria com um esquema de cores suaves e escuras.

                    Seu layout de três camarotes, que foi customizado, inclui uma suíte master e dois camarotes de hóspedes dentro dos cascos. A cozinha, a despensa e as acomodações da tripulação são acessadas diretamente da cabine de popa. O salão do convés principal compreende uma grande mesa de jantar que pode acomodar 12 pessoas. Um bar molhado é encontrado na entrada do terraço da proa.

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                    O Sunreef Power 80 oferece amplo espaço para relaxamento e refeições na popa do cockpit. A garagem traseira do iate abriga um grande jet e outros brinquedos, enquanto a plataforma hidráulica de natação carrega o barco e oferece espaço para relaxar à beira-mar.

                    O flybridge tem um layout aberto e oferece assentos confortáveis, amplos solários e um bar com churrasqueira. O modelo ganhou publicidade global quando, no início deste ano, o tenista espanhol Rafael Nadal e sua esposa receberam um novo Sunreef Power 80 personalizado em Mallorca.

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                      Conheça a maior turbina eólica do mundo instalada em porto da Holanda

                      Por: Redação -

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                      O porto de Roterdã, na Holanda, é o maior da Europa e abriga a maior turbina de energia eólica do mundo: a Haliade-X 12 MW. Segundo sua desenvolvedora, a GE Renewable Energy, o negócio inclui cinco anos de testes e um contrato de operação e manutenção de 15 anos. A ideia inicial era de comercializar o produto a partir de 2021, visto que a turbina foi instada em 2019.

                      Dentre as possíveis alternativas para instalação da turbina, o porto de Roterdã foi escolhido em virtude da localização e da infraestrutura da cidade, além, é claro, dos ventos favoráveis da região. No caso da Haliade-X ela é menos sensível às variações da velocidade do vento, podendo gerar mais energia em baixas velocidades de vento.

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                      Comparação da tamanho- Imagem: TecMundo

                      No entanto, isso só acontece pela qualidade dessa turbina — além dela ser quase três vezes maior que a Estátua da Liberdade, por exemplo. Uma turbina Haliade-X pode gerar energia limpa suficiente para abastecer 16.000 residências europeias, caso as condições de vento sejam como em um típico litoral.

                      Ou seja, é fato que energias eólicas rendem melhor em lugares próximo ao litoral, como em um porto. O Brasil, por exemplo, desde 2014 vive uma grande expansão referente à energia eólica, atingindo o segundo lugar mundial, atrás apenas da China, que é o país que mais investe em fontes energéticas no mundo em razão de sua alta demanda.

                      De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), a capacidade instalada no país chegou à marca de 16 GW (gigawatts) no primeiro semestre de 2020. São 637 parques eólicos e 7 738 aerogeradores. E o curioso disso tudo: os cinco estados que mais usam fontes de energia eólica são banhados de litorais em suas costas. Sendo eles: Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

                      Resultado da paisagem quando adicionadas turbinas eólicas, em Mundaú, no Ceará

                      Consequentemente, para se ter uma fonte de energia renovável, sustentável, segura e, sobretudo eficiente, é necessário que as turbinas estejam em lugares que, tradicionalmente, se têm mais ventos. Segundo o Global Wind Atlas, os lugares que mais ventam no país são no nordeste, principalmente no Rio Grande do Norte, e no sul, especialmente no Rio Grande do Sul.

                      Portanto, fica o questionamento: já que o Brasil passou a investir em energia eólica, por que não fazer como no porto de Roterdã? Em determinadas situações, pode ser mais favorável colocar turbinas em um porto do que destruir paisagens pelo Brasil, como na imagem em Mundaú, no Ceará.

                      Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                        Yacht Collection apresentou projetos da parceria entre a Inace e o designer Fernando Almeida no Boat Show

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                        O estaleiro cearense Inace, por meio de sua representante Yacht Collection, marcou presença no São Paulo Boat Show 2020, que aconteceu de 19 a 24 de novembro, na Raia Olímpica da USP.

                        O estaleiro apresentou quatro maquetes de modelos idealizados em parceria com o designer Fernando Almeida e produzidos pela Inace Superyachts – de 90, 100, 130 e 150 pés.

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                        Especializado na construção de iates de luxo e navios patrulha, além de fornecedor de embarcações offshore, a Inace tem quase 900 embarcações entregues em mais de 52 anos, aliando tradição e inovação constante na construção naval.

                        No mercado desde 1968, fundado pelo economista Gil Bezerra, a empresa, iniciou no Ceará a construção em larga escala de embarcações de aço soldado eletricamente, novidade na região. Passou por sua primeira expansão na década de 1980 e, desde então, veio aumentando sua produção de embarcações, não somente em número, mas também em tipo. Já são mais de 50 barcos do modelo explorer no mundo todo.

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                          Ministério da infraestrutura pretende emplacar o programa “BR dos Rios”. Entenda

                          Por: Redação -
                          07/12/2020

                          Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                          Em agosto, o Governo Federal pensou em um programa para incentivar a navegação de cabotagem no país. O plano foi nomeado de “BR dos Mares”. Agora, o Ministério da Infraestrutura pensa em um programa que estimule, também, a navegação pelos rios que cortam o território nacional.

                          Mesmo que sem um nome, mas apelidado de “BR dos Rios”, a meta é que o projeto fique pronto para o início de 2021, visando atrair investimentos tanto públicos quanto privados, para ampliar a demanda de, sobretudo, transportes de cargas pelas hidrovias do país.

                          Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a navegação pelos rios brasileiros movimentam 5% das cargas  no país. O objetivo é que em quinze anos esse número possa subir para 8%.

                          O principal foco neste momento é atrair a iniciativa privada, segundo Dino Batista, diretor do Departamento de Navegação de Hidrovias do ministério. A partir da busca por investidores é possível viabilizar novas hidrovias e ampliar aquelas que já estão em operação, como Tocantins-Araguaia, Tapajós e São Francisco.

                          “A ideia é estimular cada vez mais esse tipo de transporte e integrá-lo aos demais criando corredores logísticos para baratear os custos de frete”, disse Batista.

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                          A hidrovia de Tapajós tem cerca de 840 km de extensão até a junção dos rios Teles Pires e Juruena, na divisa entre Pará, Amazonas e Mato Grosso. Há quatros anos essa hidrovia era inexpressiva no transporte de cargas, mas atingiu neste ano a marca de 11 milhões de toneladas por conta de sua interligação com o último trecho da BR-163, permitindo que a safra do Centro-Oeste siga até o Norte do país.

                          O Brasil tem cerca de 27,4 mil km de rios navegáveis e outros 15,4 mil km de trechos que, com algum investimento, poderiam ser navegados, segundo a Antaq. Sendo assim, o ministério avança em duas frentes para potencializar esse projeto.

                          Na primeira delas, o Banco Mundial e uma consultoria especializada estão concluindo um estudo para analisar os aspectos econômicos e administrativos de cada hidrovia no país. Na segunda frente, uma equipe do próprio ministério conduz estudos sobre quão viável é a atuação nas hidrovias de Tapajós e do Madeira.

                          Em conclusão, o governo definiu como meta a redução da dependência de rodovias, que hoje respondem por 65% do movimento de cargas até 2035. A ideia é, aos poucos, migrar os meios de transportar cargas no Brasil.

                          Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                            Incrível barco transparente, conhecido como clearboat, faz sucesso entre turistas no México

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                            Esqueça os cascos de fibra de vidro, de alumínio ou de madeira. Em Cabo San Lucas e San José del Cabo (conhecidos como Los Cabos), na costa oeste do México, nada faz mais sucesso que os clearboats — incríveis barcos transparentes, feitos de policarbonato, com estrutura de alumínio anodizado.

                            Em meio a paisagens paradisíacas, as lanchas quase invisíveis viraram um programão para os milhares de turistas que visitam esse balneário no extremo sul da península de Baja Califórnia, à frente do qual as águas do Golfo da Califórnia (ou Mar de Cortês) unem-se às do Oceano Pacífico.

                            O feitiço está especialmente no fundo do casco, que permite ver o que está acontecendo embaixo de você. E não é pouca coisa. Basta lembrar que o oceanógrafo Jacques Cousteau, na década de 1970, batizou Los Cabos de “Aquário do Mundo”, em virtude, é claro, de sua rica vida marinha.

                            O piso dos barcos transparentes

                            A proposta é mesmo irresistível. Los Cabos é daquelas atrações naturais de cair o queixo. E as lanchas de policarbonato (o mesmo material usado na confecção de para-brisas) oferecem uma transparência de até 90%. Navegando ao lado de golfinhos e de baleias, o programa mais prosaico é ir até El Arco, formações rochosas esculpidas pelo encontro do Pacífico com o Mar de Cortês. Não à toa, é mais uma relíquia natural a figurar na lista de Patrimônio da Humanidade.

                            O roteiro inclui ainda mergulhos ao redor da Pelican Rock — onde a vida marinha fica parecendo ainda mais exuberante a bordo de uma lancha transparente. Não se espante se avistar alguns tubarões e leões-marinhos, outras das atrações desse lugar mágico.

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                            Além de oferecer transparência, o policarbonato (um tipo de polímero facilmente moldado em diversos formatos sem precisar de emendas) caiu como uma luva na construção desses barcos (de beleza irresistível, recomendados para áreas com águas calmas) por ser resistente a impactos, garantindo boa segurança aos turistas. Os testes de resistência ao impacto incluíram colisões intensas contra formações costeiras rochosas.

                            O México é o sexto país mais visitado do mundo, de acordo com a Organização Mundial de Turismo, e o segundo das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos. Cabo de San Lucas e San José del Cabo (Los Cabos) são dois de seus principais destinos turísticos, especialmente por conta de sua deslumbrante vida marinha. Uma experiência que fica ainda mais incrível a bordo de um clearboat.

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                              Ferry boat afundado na Baía de Todos-os-Santos é novo ponto de mergulho. Assista ao vídeo

                              Por: Redação -

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                              O ferry boat Agenor Gordilho foi afundado no mês passado na Baía de Todos-os-Santos, na região entre o Largo da Vitória e o Yatch Club da Bahia, na Ladeira da Barra. Foi realizado um buraco no casco da embarcação, provocando a entrada de água e a consequente submersão.

                              O afundamento da embarcação, programado pelo governo do estado para incentivar o turismo subaquático na região, iniciou-se por volta de 12h22 e durou aproximadamente um minuto. O ferry ficará a 36 metros de profundidade nas águas calmas da baía.

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                              Com 71 metros de comprimento e 19 metros de altura, o Agenor Gordilho fez sua viagem inaugural no Sistema Ferry Boat no dia 5 de dezembro de 1972. A embarcação realizou a travessia Salvador-Itaparica durante 45 anos, até o final de 2017.

                              Para o secretário estadual do Turismo, Fausto Franco, o ferry Agenor Gordilho será um atrativo a mais para os praticantes do turismo náutico na Baía de Todos-os-Santos. “A embarcação fez história como pioneira na travessia para a Ilha de Itaparica e para os adeptos do esporte será interessante conferir sua estrutura em mergulhos no fundo do mar”, afirmou.

                              O Governo do Estado já disponibilizou as primeiras imagens de mergulho na embarcação afundada. Confira no vídeo abaixo:

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                                Velejadores olímpicos da Nacra 17, Samuca e Gabi conquistam a Copa Brasil de Vela invictos

                                Por: Redação -

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                                A dupla de velejadores olímpicos da Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino venceu neste sábado (5) a Copa Brasil de Vela 2020 no Rio de Janeiro.

                                A competição, que reuniu cerca de 200 atletas nas classes olímpicas, pan-americanas e vela jovem, realizou no sábado as últimas duas regatas para a Nacra 17, única classe mista da vela olímpica nesta tarde, dando a Samuca e Gabi o título de campeões invictos após vencerem todas as 11 regatas disputadas, totalizando 10 pontos perdidos na súmula.

                                O clima na Baía de Guanabara permitiu ótimas condições de vento para os velejadores. O evento, organizado pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela) na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, foi encerrado neste domingo (6).

                                Há um ano a equipe, que já tem vaga garantida na Olimpíada de Tóquio, não participava de campeonatos. Com a chegada da pandemia e a parada no calendário esportivo, a dupla dedicou-se a treinos físicos e posteriormente a treinos em água, o que garantiu uma melhor preparação e o rendimento alto na disputa.

                                “Embora tenhamos vivido um ano difícil, o saldo foi positivo para a nossa preparação para Tóquio, porque tivemos a possibilidade de treinar bastante. No campeonato, velejamos com sincronia e qualidade, o que nos deu grande vantagem” avalia Samuca.

                                Fotos: Fred Hoffmann

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                                A dupla também já projeta as participações nas competições internacionais em 2021. “Faremos uma preparação mais intensa já no início do ano em Florianópolis. A partir de março esperamos poder participar do Troféu Princesa Sofia na Espanha, da Semana de Vela Francesa e depois do Evento Teste no Japão” diz o timoneiro.

                                “Estamos muito felizes com os resultados e agradecidos aos nossos patrocinadores, ENGIE Brasil, Lojas Renner, Secretaria Especial dos Esportes, à Confederação Brasileira de Vela e ao Comitê Olímpico Brasileiro, aos nossos clubes e apoiadores que estão dando a nós condições para podermos representar bem o país na Olimpíada” destaca Gabi.

                                Equipe BRA10 | Albrecht Nicolino

                                Samuel Albrecht, timoneiro (atleta do Veleiros do Sul/RS) e Gabriela Nicolino (atleta do Iate Clube do Rio de Janeiro), proeira, são velejadores da classe Nacra 17, única classe mista da Vela olímpica. Será a primeira participação nos Jogos para a Gabi e é a terceira Olimpíada para o Samuca.

                                A dupla, além de ser atual campeã brasileira e sul-americana da Nacra, é medalhista de bronze da classe Nacra 17 dos Jogos Pan-americanos de Lima no Peru em 2019 e conta com o trabalho do treinador Paulo Roberto Ribeiro, técnico medalha de bronze na olimpíada de Pequim em 2008.

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                                  A Europa, assim como boa parte do mudo, enfrenta uma nova onda de infecções da Covid-19. Por conta disso, o Boot Düsseldorf, um dos principais eventos náuticos do mundo, que estava marcado para janeiro de 2021, foi adiado para abril.

                                  A princípio, a nova data será de 17 a 25 de abril. O evento reúne novidades e lançamentos dos maiores estaleiros da Europa e dos Estados Unidos.

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                                  Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                    Por: Redação -

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                                    Nas profundezas da Baía Gelting, na costa norte da Alemanha, mergulhadores removiam redes de pesca quando encontraram algo parecido com uma máquina de escrever. No entanto, essa eventual máquina era uma Enigma, utilizada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

                                    Mas, o que era a Enigma?

                                    Considerada um recurso indecifrável pelos Aliados, a Enigma era um mecanismo utilizado para gerar códigos criptografados transmitidos entre os comandantes militares alemães. O equipamento era considerado altamente tecnológico para a época e só teve seu código quebrado graças ao trabalho do britânico Alan Turing, considerado o pai da computação moderna.

                                    A máquina nazista de codificação Enigma- Imagem: Divulgação/ Universidade de Manchester

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                                    Mergulhadores- Imagem: Uli Kunz

                                    A descoberta foi como nenhuma outra, disse Gabriele Dederer, do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que contratou os mergulhadores para conservar a vida marinha da região. “O WWF tem trabalhado por muitos anos para livrar o Mar Báltico de perigosas redes fantasmas”, acrescentou.

                                    Redes de pesca abandonadas ou perdidas, conhecidas como redes fantasmas, representam uma armadilha mortal para peixes, mamíferos marinhos e aves marinhas – e são uma forma de poluição subaquática.

                                    “Regularmente encontramos objetos maiores, nos quais as redes se enredam debaixo d’água. Essas chamadas ‘pontas de gancho’ costumam ser troncos de árvores ou pedras”, disse Dederer. “O Enigma é de longe o achado histórico mais empolgante”, finaliza.

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                                      Estabilizador para barcos na faixa dos 40 pés foi destaque da Marine Express no Boat Show

                                      04/12/2020

                                      Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                      A Marine Express, representante das principais marcas fornecedoras de produtos náuticos para embarcações de esporte, lazer e comerciais, participou da 23ª edição do São Paulo Boat Show. Entre os destaques da empresa, esteve o estabilizador Seakeeper 3, indicado para embarcações de 36 a 39 pés.

                                      Estabilizador giroscópio com o funcionamento simples, o equipamento é encapsulado a vácuo com giro em altíssima rotação – alguns modelos chegam a 9700 rpm -, criando uma força a bombordo e boreste contrária ao balanço do barco, o que promete que até 95% do balanço lateral seja neutralizado.

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                                      Uma das grandes vantagens desse modelo é que ele só depende de energia DC para seu funcionamento, ou seja, só necessita de banco de baterias para que funcione, sem gerador ou tomada de cais conectados.

                                      Outra grande vantagem do modelo é o volume e o peso reduzidos – pesa 250 kg e estabiliza embarcações de 11 toneladas, além de poder ser instalado em qualquer lugar a bordo, não necessariamente na linha de centro ou na praça de máquinas.

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                                        Sul-africano destaca desafios de uma das maiores regatas do mundo, a Cape to Rio

                                        Por: Redação -

                                        Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                        O Campeonato Brasileiro de Vela de Oceano em Ilhabela (SP) – 20 anos da Copa Suzuki – que contou com 400 velejadores teve um participante especial. O sul-africano Ken Venn, de 50 anos, recordista de uma das mais importantes regatas do mundo, a Cape to Rio (Cidade do Cabo – Rio de Janeiro), que teve vitória brasileira em janeiro deste ano e terá sua especial em comemoração aos 50 anos com largada marcada para 2 de janeiro de 2023.

                                        Venn é casado com uma brasileira, mudou-se para São Paulo pouco antes da pandemia e disputou apenas sua segunda competição no Brasil após participar anos atrás da Semana de Vela de Ilhabela. A participação na Copa Suzuki foi especial. Venn correu na classe IRC pelo barco Rudá/Blue Seal, que foi seu barco por 10 anos. Mario Martinez, atual comandante, convidou Venn para a disputa como navegador da tripulação:  “Fantástico velejar aqui, o mar, o vento, a competição é excelente. Tenho uma longa história com esse barco , velejei com ele na Cidade do Cabo, o barco vem de lá, foi construído em Dubai, sei tudo sobre ele”, afirmou.

                                        E ele tem muita experiência em grandes competições de Vela de Oceano. Já realizou uma vez a The Ocean Race, antiga Volvo Ocean Race, de volta ao mundo, entre 1997-1998 pelo Toshiba, barco americano de 60 pés, com tripulação de vários atletas espalhados pelo mundo. Já esteve na Americas Cup e por quatro vezes participou da Cape to Rio, com largada na Cidade do Cabo e chegada no Iate Clube do Rio de Janeiro, onde bateu o recorde com 7 dias 20 horas e 24 minutos no barco Love Water este ano (pelo tempo corrigido o vencedor foi o barco Mussulo 40, baseado em Ilhabela .

                                        A Cape to Rio é uma das mais tradicionais e longas regatas de oceano do mundo. Ela completaria 50 anos em 2021, mas por conta da pandemia foi adiada para 2023 com o objetivo de colocar pelo menos 50 barcos na raia. Ken vem ajudando na divulgação da regata no Brasil.

                                        “Para 2023 há uma expectativa de uma flotilha de 50 barcos talvez mais. Muitos anos atrás tínhamos cerca de 100 barcos na raia (129 em 1976), mas a última em 2020, tivemos 22. Para 2023 queremos mais barcos próprios vindos da Europa, EUA e Brasil. A regata acontece entre a The Ocean Race e grandes eventos do mundo, timing bom para vários barcos do mundo virem”, aponta o sul-africano que destaca o porquê da Cape to Rio ser uma das melhores regatas transoceânicas do mundo com cerca de 3 300 milhas náuticas navegadas.

                                        “Alguém que queira fazer uma regata de oceano transoceânica talvez seja a melhor a se fazer pelas condições do tempo, a rota , a cidade onde se larga e onde se termina. É longa, mas não tão longa. Você vai beirando o trópico e o desafio não é o tanto de vencer o vento, mas sim os locais sem vento e onde achar . Você veleja em boas condições.Não existe tempo super ruim no Atlântico Sul. São ventos alísios, vento a favor de downwind, tempo mais quente, mas não tão quente, e um ambiente  excelente. Chamamos de Champagne Sailing”, aponta Ken que destaca um paralelo que a Cape to Rio traz com os dias atuais de pandemia da Covid-19.

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                                        “Parte da navegação é a questão mental, o jogo mental. Por 15, 20 dias ter a atitude correta em sua cabeça. Em 2020 muita gente está trancada em casa por muito tempo pela pandemia com muita coisa a fazer, então na Cape to Rio é mais ou menos parecido, você fica no barco, e acaba aprendendo a lidar com situações muito facilmente. É um aprendizado para a vida toda.”

                                        Ken acrescenta que disputar da Cape to Rio credencia o velejador e a tripulação, sejam amadores ou profissionais, a disputarem a Volta ao Mundo.

                                        “Podemos comparar em dois níveis. Na perspectiva da regata que seria como velejar uma perna da The Ocean Race . Se você veleja nesse nível na Cape to Rio você tem o mesmo nível para estar na The Ocean Race.  Se você é um amador é quer ter uma experiência similar da Volta ao Mundo, venha fazer a Cape to Rio, vai experimentar. E fica contigo a intensidade que vai colocar no barco, fica no cargo da tripulação”.

                                        O barco Rudá/Blue Seal, da tripulação santista comandada por Martinez, terminou o Brasileiro IRC em quarto lugar e foi campeão no geral nas três etapas da Copa Suzuki ao longo do ano.

                                        Mesmo ainda faltando mais de dois anos para a largada, a Cape to Rio 2023 já tem dois barcos inscritos e o barco brasileiro Minna, da comandante Elisa Mirow, se prepara para a disputa.

                                        O Campeonato Brasileiro de Vela de Oceano em Ilhabela (SP) foi realizado durante os 20 anos da Copa Suzuki e teve a presença de cerca de 400 velejadores de todo o Brasil e barcos dos estados de SP, RJ, RS e ES.

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                                          Robert Scheidt encerra o período de preparação de 2020 em Portugal

                                          Por: Redação -

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                                          Robert Scheidt desembarcou em Portugal nesta quinta-feira (3) para um período de treinos e competição na classe Laser. É a chance de encerrar 2020 fazendo o que mais gosta, após um ano difícil, no qual a pandemia interrompeu boa parte da preparação e adiou o principal evento esportivo da temporada, a Olimpíada de Tóquio, transferida para o próximo ano, quando o velejador se tornará recordista brasileiro, com sete em participações nos Jogos.

                                          Scheidt vai realizar a última etapa de preparação do ano em Vilamoura. Além de treinar, o bicampeão olímpico vai competir no 3rd Portugal Grand Prix – round 1, entre 8 a 12 de dezembro. “Espero que corra tudo bem. O objetivo é treinar contra os melhores da Europa e aproveitar o campeonato para ganhar ritmo. Este foi um ano totalmente atípico, no qual tive poucas chances de velejar e estou animado com a possibilidade de voltar a competir e terminar 2020 disputando regatas”, afirma o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios.

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                                          O bicampeão olímpico explica porque escolheu finalizar os treinos de 2020 na região do Algarve, no sul de Portugal. “Vilamoura é hoje um grande centro de treino de inverno em função da temperatura ser mais amena nos meses de inverno. Além disso, oferece boas condições de velejada, com mar aberto e ondas no oceano Atlântico. Com bom regime de ventos, os melhores atletas do continente costumam vir para a cidade nessa época do ano”, analisa Robert Scheidt.

                                          O Portugal Grand Prix será a segunda competição de Scheidt desde o início da pandemia. Em setembro, o bicampeão olímpico conquistou o vice-campeonato italiano da classe Laser, em Follonica, na região da Toscana. O título não veio por apenas um ponto. Ele venceu a última regata do campeonato que reuniu 45 velejadores de oito países. Com isso, terminou com 12 pontos perdidos, enquanto o norte-americano Charlie Buckinghan, ficou em 11.

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                                            A Garmin marcou presença no São Paulo Boat Show 2020, de 19 a 24 de novembro, por meio da Marine Group, distribuidora da marca no Brasil. Entre seus destaques para o evento, a empresa apresentou as cartas náuticas Bluechart G3 e G3 Vision, produtos nascidos da fusão entre a Garmin e a Navionics para levar aos usuários um alto nível de detalhamento em regiões onde a Navionics não tinha e a Bluechart tinha e vice-versa.

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                                            No evento, a Garmin disponibilizou dois modelos de carta: a Bluechart G3, que faz roteamento automático, mostra todas as zonas de cartografia, e parte de R$ 2 300; e a G3 Vision, que além de tudo o que a G3 possibilita, tem, ainda, as visões 3D, o mapeamento do fundo e o sombreamento avançado, custando a partir de R$ 2 700.

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                                              Os velejadores franceses Kevin Escoffier e Jean Le Cam disputavam a regata mais difícil do mundo, a Vendée Globe, quando Escoffier teve seu barco dividido em dois por uma onda no Cabo da Boa Esperança, África do Sul. O acidente aconteceu na segunda-feira, 30, e depois de 11 horas à deriva em um bote salva-vidas, no litoral africano, o competidor foi resgatado por Le Cam, que desviou sua rota em socorro ao concorrente.

                                              resgate vendée globe
                                              Kevin Escoffier

                                              Os barcos participantes, que só podem ter um tripulante cada, devem percorrer 24 296 milhas náuticas para completar o percurso. Escoffier, de 40 anos, conta que “em quatro segundos, o barco mergulhou de frente e a proa dobrou a 90 graus. Eu entrei na cabine porque uma onda estava chegando. Tive tempo de enviar uma mensagem de texto antes que a onda fritasse o sistema elétrico. Foi uma loucura total”.

                                              resgate vendée globe
                                              Kevin Escoffier antes do naufrágio

                                              Ao receber a mensagem de socorro, os próprios organizadores notificaram Jean Le Cam para que fosse em missão de resgate, já que ele era o competidor mais próximo. Le Cam, de 61 anos, apesar de já ter feito contato visual e sonoro com Escoffier, precisou de várias tentativas até conseguir driblar os ventos fortes e grandes ondas até resgatar o náufrago. Eles tiveram êxito logo nas primeiras horas de terça-feira, 1, e Kevin Escoffier conta que não se assustou em momento algum.

                                              “Eu disse a mim mesmo que ficaria de prontidão e esperaria pela luz do dia. Depois pensei que no escuro poderia ser mais fácil ver sua luz. Em um momento em que eu estava no convés, vi um clarão, mas na verdade era um reflexo que brilhava de uma onda. No entanto, quanto mais me aproximava da luz, mais eu a via. É incrível porque você passa do desespero para um momento irreal em um instante”, explica Le Cam.

                                              resgate vendée globe
                                              Jean Le Cam

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                                              Jean Le Cam já havia passado pela mesma situação, em 2009, depois de resistir a 16 horas em seu iate virado. No caso de Escoffier, os organizadores optaram por garantir o salvamento ao notificar mais três concorrentes do acidente. No entanto, todos eles foram liberados para retornar à corrida assim que Escoffier se encontrou em segurança. As horas perdidas serão deduzidas no tempo final de cada competidor.

                                              resgate vendée globe
                                              Veleiro de Escoffier

                                              “Estava escuro, as condições eram difíceis, mas finalmente o resultado foi quase um milagre. Não foi fácil pegar Kevin no meio da noite, Jean é um velejador extremamente experiente e sempre seguiu ao pé da letra nossas instruções. Tivemos muitas dúvidas, muitas opiniões diferentes. Tínhamos que ser positivos o tempo todo e acreditar nas coisas. Tivemos sorte, ela estava do nosso lado”, explica Jacques Caraes, o diretor da prova.

                                              No vídeo abaixo, legendado em inglês, a Vendée Globe registra os relatos do resgate realizado por Jean Le Cam:

                                              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                O Mediterrâneo é um dos melhores lugares para navegar na Europa. Águas azuis, costas fascinantes, pequenas vilas de pescadores e oportunidades em terra que envolvem arte e gastronomia fazem desta região um destino privilegiado. Mas, há também belos destinos tanto na Europa Ocidental quanto no Leste Europeu. Conheça alguns desses destinos:

                                                Ilhas gregas

                                                Céus azuis, águas claras, vilas totalmente brancas e tavernas à beira-mar: você está na Grécia. A melhor maneira de viajar por essas ilhas é de barco. Desembarque para ver as maravilhas antigas e deslumbre os novos portos que envolvem os conjuntos das ilhas gregas.

                                                Açores, Portugal

                                                São nove ilhas “jogadas” no Atlântico, a 1 500 quilômetros do continente, pequenas ilhas quase esquecidas na Corrente do Golfo, rodeadas de golfinhos e baleias. O meio de transporte até essas ilhas, em sua grande maioria, são barcos. Lá, as águas se juntam com a vida, enquanto em terra, há vulcões extintos e fontes termais para se banhar.

                                                Devon, Inglaterra

                                                O Sul da Inglaterra pode ter destinos náuticos surpreendentes no verão, e Devon é um dos melhores. A vela é a maneira perfeita de apreciar essas cidades costeiras e ribeirinhas repletas da história elisabetana.

                                                Sicília, Itália

                                                A maior ilha do mediterrâneo, que fica próxima ao “dedo” da “bota” da Itália, é um dos lugares mais encantadores da Europa. É uma das regiões autônomas do país, e é rodeada de pequenas ilhas vulcânicas. Além de sua importância histórica, Sicília possui praias lindíssimas, e de ótimas navegação. Fora isso, a gastronomia é outro ponto forte, seguido, é claro, dos vinhos.

                                                Costa da Dalmácia, Croácia

                                                A Dalmácia abrange tanto territórios croatas quanto bósnios e é um prato cheio para quem ama navegar. Mar límpido, clima ameno de verão, aldeias pitorescas e cidades históricas – em outras palavras, é uma área de cruzeiro magnífica. Mais de 1000 ilhas pontilham a costa, fornecendo muitos ancoradouros e portos. O cenário em terra é lindo, desde altas montanhas até profundos desfiladeiros e cachoeiras.

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                                                Baía de Nápoles, Itália

                                                Céus azuis, comida e vinho abundantes, pequenas cidades elegantes e lindas ilhas formam esta porção inspiradora do litoral sul italiano. Visite a Ilha de Capri, a Gruta Azul, Ischia, a espetacular costa de Amalfi, lugares lindos e ideais para diversão a bordo.

                                                Bodrum, Turquia

                                                Localizada na costa sudoeste da Turquia, que se estende até o mar Egeu, essa cidade é feita para a prática de vela. Além disso, a própria costa rochosa oferece inúmeras baías, portos protegidos e locais para mergulhar e nadar.

                                                Córsega, França

                                                Uma ilha montanhosa no meio do mediterrâneo não deve ser tão atraente, certo? Errado. O “isolamento” de Córsega a manteve livre das hordas de turistas frenéticos e a deixou com um toque de atemporalidade. Existem pequenas vilas de pescadores e portos intocados intercalados ao longo de sua costa. Destino náutico “escondido” no meio do Mar Tirreno.

                                                Baleares, Espanha

                                                As ilhas de Maiorca, Ibiza e Formentera encontram-se no cruzamento das rotas marítimas do Mediterrâneo. Preservaram vestígios de muitas civilizações diferentes que desembarcaram em vários períodos no passado, como os mouros, bizantinos, gregos, romanos e cavaleiros franceses cruzados. Cercada de praias naturais e tranquilas, as Ilhas Baleares são um “point” náutico imperdível na Europa.

                                                Costa Azul, França

                                                A Costa Azul (ou Riviera Francesa) é parte do litoral sul da França, no Mar Mediterrâneo, e corresponde à região de Provença. Muito champanhe e gastronomia refinada para quando o sol se pôr, mas antes, um passeio de iate por uma das costas mais bonitas da Europa, nada mal, não?

                                                Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                  A AssoBRP, Associação Brasileira dos Concessionários Rodas e Náutica da BRP, divulgou seu apoio à 5ª edição da campanha Ação nas Areias, que visa contribuir para a melhoria da qualidade de vida de comunidades que vivem isoladas no Ceará, Maranhão e Piauí.

                                                  Para este ano, o objetivo é arrecadar R$ 300 mil que serão usados para a aquisição de 1 mil kits de higiene, de materiais escolares, e de brinquedos, além de cestas básicas, assistindo cerca de 5 mil pessoas.

                                                  Além disso, os donativos também serão destinados a compra de 315 Bolsas Camelo, que permite a filtragem da água, tornando-a potável, pronta para o uso. Cada bolsa pode filtrar água para o consumo de até 5 famílias. O projeto da Bolsa Camelo foi desenvolvido na PUC-RJ e tem um custo de produção de aproximadamente R$ 300. O sistema de purificação é composto por uma mochila, um filtro portátil e um suporte de parede. Nas últimas semanas 30 unidades da bolsa filtrante foram entregues a algumas famílias.

                                                  “Alguns dos nossos associados já fazem parte dessa rede de auxílio à essas comunidades e, neste ano, a AssoBRP ampliou a participação da marca na Ação das Areias. Temos muito orgulho de contribuir com uma iniciativa tão relevante, que contribui para a melhoria de vida dessas comunidades carentes”, comentou Gerard Souza, Presidente da AssoBRP.

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                                                  Sem estradas nas proximidades, a área onde vivem essas famílias é arenosa e de difícil acesso, até mesmo para veículos equipados com tração 4×4, limitando o desenvolvimento econômico e social da região. “Por isso, a Ação nas Areias funciona como uma expedição solidária que conta com a participação de veículos Can-Am nessa missão, desbravando essas regiões de grande contraste entre as belas paisagens e as dificuldades enfrentadas pelas comunidades”, diz o presidente da AssoBRP.

                                                  Para Fernando Alves, Country Manager BRP Brasil, ações como essa fazem parte dos valores da marca: “A BRP do Brasil e a AssoBRP compartilham valores importantes nessa relação da marca com as comunidades em que estamos inseridos, contribuindo positivamente para o seu desenvolvimento”.

                                                  As doações são recebidas por meio do Instituto Impacto, que organiza a Ação nas Areias.

                                                  Serviço

                                                  As contribuições para o Ação nas Areias podem ser feitas ao Instituto Impacto:

                                                  Banco do Brasil

                                                  Ag. 2727-8

                                                  C/C: 102193-1

                                                  CNPJ: 33.298.770/0001-11

                                                  Mais informações:

                                                  AssoBRP

                                                  Tel.: 11 5031-9334 ou (11) 98255-4210

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                                                    Por: Redação -
                                                    03/12/2020

                                                    Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                                    A Inovaleds é uma fabricante luzes de LED integradas ao mundo náutico, e chegou no São Paulo Boat Show 2020 com novidades. A empresa carioca, conhecida pelo seu trabalho com leds em embarcações, jets e piscinas, apresentou uma novidade no 23º salão náutico: o led bronze.

                                                    O novo produto é submergível, vem em duas cores — branca e azul — e possui 5 mil lumens. A diferença do carro chefe da empresa até agora (o Led Super Canhão), também submergível, é justamente a potência. Ele não possui a tecnologia RGB, um dispositivo que permite ao usuário mudar as cores com as luzes ligadas por controle remoto, presente no Super Canhão.

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                                                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                      A tragédia anunciada para o Três Marias se confirmou. Aleixo Belov cortou o mastro de seu veleiro histórico

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                                                      “Obrigado amigos pela solidariedade. Me desculpem, mas não pude esperar mais. Cortei o mastro da Três Marias. Tinha que terminar a obra do museu. O mastro resistiu a todas as tempestades durante as três longas viagens de volta ao mundo sozinho, mas não resistiu à caneta do Iphan”.

                                                      Com essa mensagem, o velejador Aleixo Belov deu por encerrada sua aflitiva disputa com a Superintendência na Bahia do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que não autorizou a instalação de uma gaiuta (claraboia) no teto do casarão em que ele está instalando o Museu do Mar de Salvador e que terá o Três Marias como atração principal.

                                                      Tombado pelo patrimônio histórico, o prédio no centro histórico da capital baiana tem pé-direito de 10 metros, altura insuficiente para abrigar o mastro de 13,20 metros do veleiro a bordo do qual Belov realizou as três primeiras de suas cinco voltas ao mundo.

                                                      Sabendo disso, o velejador consultou o Iphan sobre a possibilidade de manter uma abertura no teto do casarão, localizado no Largo Santo Antônio Além do Carmo. “Depois de permitir fazer a claraboia verbalmente, negaram por escrito”, lamentou Belov, que considera o corte do mastro uma mutilação. “Para um velejador, é quase tirar a alma!”.

                                                      Ao saber do impasse, NÁUTICA decidiu comprar a briga do velejador ucraniano de nascimento, baiano de coração, de 77 anos, 71 anos deles vividos em Salvador. Nem pensamos. Botamos a boca no mundo. Como pode, o Iphan, cuja missão é proteger e promover os bens culturais do país, sentenciar o Três Marias a perder parte de seu mastro?

                                                      Como resultado, Belov recebeu a solidariedade de dezenas de velejadores, que abraçaram a sua causa. Mas, premido pelo tempo — ele precisa terminar as obras do museu para inaugurá-lo no início de 2021 —, o próprio comandante do Três Marias decidiu fazer o corte, absorver o baque e tocar em frente. “Foi com dor no coração. A obra civil do museu está terminando. Esperei por um ano autorização para fazer uma claraboia. Não podia esperar mais”, diz, quase pedindo perdão.

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                                                      “Como tem mais detalhes em cima e em baixo, cortei 3,5 metros no meio e emendei o primeiro e o terceiro pedaços”, explicou ele, acrescentando que deverá deixar pedaço cortado do mastro exposto no museu, ao lado do veleiro.

                                                      “Na semana que vem, vou ter que instalar o mastro com os estais cortados e as cruzetas relocadas no barco, que está dentro de uma escavação de 2,7 metros abaixo do piso, como se estivesse flutuando, com folga para se ver o casco todo”, complementou Belov.

                                                      Faltou bom senso por parte dos técnicos do Iphan. A solução deveria ser outra, construtiva e não destrutiva. Em países da Europa não faltam exemplos de como administrar essa situação. O mais eloquente está na cidade de Estocolmo, a memorável capital da Suécia: o Museu Vasa guarda o navio de guerra Vasa que naufragou em sua viagem inaugural em 1628. O detalhe que chama atenção é que os mastros do navio ficam expostos para cima do telhado.

                                                      O Três Marias é um veleiro m Bruce Robert de 36 pés. A primeira de suas três viagens de volta ao mundo foi iniciada em 16 de março de 1980, uma época em que não existia o GPS para navegação nem telefone global. A segunda, em 1986. A terceira, no ano 2000. O barco foi construído do zero pelo próprio velejador, no quintal de sua casa, na capital baiana, no fim dos anos 1970. O nome é uma homenagem à suas duas filhas Marias e à ex-mulher, Maria Belov.

                                                      Há cinco meses, o barco foi colocado no casarão onde o museu funcionará, no Centro Histórico de Salvador. Foi necessário um guindaste para erguer o veleiro, de 7,5 toneladas, e colocá-lo lá dentro.

                                                      No Museu do Mar de Salvador ficarão expostas diversas peças e conhecimento adquiridos durante as suas viagens (cartas náuticas, cronômetros, fotos dos lugares que visitou, búzios de todos os oceanos, objetos diversos e toda a sua biblioteca), além, é claro, do veleiro histórico com seu mastro mutilado.

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                                                        Um dos destaques da última edição do São Paulo Boat Show 2020, que aconteceu de 19 a 24 de novembro, foi a R300, do estaleiro paulista Lanchas Rossini. Baseada no casco desenhado pelo renomado projetista estadunidense Donald Aronow, esta lancha de 9,65 metros de comprimento foi projetada com foco na boa navegação.

                                                        De acordo com informações do estaleiro, conta com centro de gravidade baixo, casco longo e esguio, desenho de casco com “v” profundo da proa até o espelho de popa e baixo peso, visando um consumo de combustível mais baixo e melhor navegabilidade.

                                                        Fotos: Rogério Pallatta

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                                                          Em setembro de 2019, o MV Golden Ray, um navio de carga de 200 metros, naufragou em St. Simons Sound, perto do Porto de Brunswick, na Geórgia, nos Estados Unidos, com mais de quatro mil carros zero-quilômetro a bordo. Pouco mais de um ano depois, a equipe responsável por sua remoção finalmente concluiu o primeiro corte do cargueiro.

                                                          O “fatiamento” do navio começou no dia 6 de novembro, e a ideia é cortá-lo em oito partes. Toda essa operação é promovida por um guindaste flutuante, que corta o casco da embarcação em vários pedaços.

                                                          Como funciona o fatiamento – Imagem: Divulgação

                                                          Na medida que os cortes vão acontecendo, pedaços de metal e dos próprios carros vão caindo na água, mas os dejetos são recolhidos por uma equipe no local. A proa do cargueiro já se foi, agora, segundo as autoridades locais, os preparativos para o segundo corte já foram iniciados.

                                                          “Este é nosso primeiro grande marco na operação. Validamos o método geral de remoção enquanto continuamos a refinar nossas estratégias para aumentar a eficiência dos próximos seis cortes”, disse o Comandante Efren Lopez, Coordenador da Guarda Costeira dos EUA.

                                                          Vista aérea – Imagem: Divulgação

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                                                          Apesar de toda operação ser friamente projetada e modelada, ela continua sendo altamente complexa e complicada, segundo o subcomandante Tom Wiker, da empresa Gallagher Marine Systems, que atua no local.

                                                          Os carros- Imagem: Departamento de Recursos Naturais da Georgia

                                                          Os carros também sofreram corrosão causada pelo contato prolongado com a água salgada. Havia carros da Kia e da Chevrolet, e o eventual destino desses automóveis era o Oriente Médio.

                                                          No entanto, suas peças, depois de retiradas do navio, serão enviadas para reciclagem em um estaleiro no Estado da Louisiana. A expectativa é que essa operação se alongue nos próximos dois meses.

                                                          Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                            Por: Redação -

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                                                            Obras de construção e requalificação estão em andamento em quatro marinas da Baía de Todos-os-Santos, maior baía de águas abrigadas do Brasil e uma das maiores do mundo – com 1223 km², 18 municípios, cerca de 50 ilhas, três pequenas baías e três bacias hidrográficas. O investimento é de aproximadamente R$ 63,7 milhões, com recursos do Prodetur.

                                                            Em Salinas da Margarida, no recôncavo sul, um antigo píer está dando lugar a uma grande e nova marina. Na Ilha de Itaparica, duas marinas estão sendo reformadas, uma delas em Cacha-Prego. Já em Salvador, a Marina da Penha, que estava abandonada, está sendo ampliada e completamente reconstruída. Nesta terça-feira, 1º, o secretário estadual do Turismo, Fausto Franco, fez uma visita técnica às obras na capital baiana.

                                                            “Estamos aqui na Marina da Penha, na Ribeira, que é uma das quatro marinas que estamos fazendo, junto com Itaparica, Salinas da Margarida e Cacha-Prego, além de diversos atracadouros. Isso vai dar uma nova dinâmica no turismo náutico do nosso estado, que é um vetor importante para o desenvolvimento da economia de todos os 18 municípios que servem à BTS. Isso vai impulsionar ainda mais o turismo e fazer isso de forma perene, durante o ano inteiro, não somente no verão”, disse Fausto.

                                                            O secretário afirmou ainda que estão sendo feitos diversos treinamentos e ações de conscientização com a população, incentivando para que eles se sintam pertencentes a esse projeto, desde pequenos artesanatos, até reparo de embarcações, de como montar uma pousada, um restaurante. Isto é, um impacto socioeconômico importante que visa dar uma guinada no turismo e na economia dos municípios que fazem parte da nossa querida Baía de Todos-os-Santos”.

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                                                            O Museu Wanderley de Pinho e a revitalização do MAM são mais duas obras também do Governo do Estado. “Essas obras todas têm interligações não só para o turismo. A população também poderá ser transportada em barcos novos, seguros, modernos. Vamos ter uma nova dinâmica de transporte na BTS, como já foi no século passado, das pessoas chegarem em Salvador pelo mar de forma segura e muito mais agradável, vendo o Elevador Lacerda, o Mercado Modelo, a Igreja do Bonfim, o Farol da Barra, esses patrimônios do nosso estado”, ressaltou Fausto Franco.

                                                            Salinas da Margarida:

                                                            Salinas da Margarida nunca teve uma marina. Agora, a orla vai ganhar uma marina com 59 vagas secas, 60 vagas molhadas e posto de combustível, 12 lojas em área de intervenção total de 24 mil metros quadrados. As instalações incluem área de estar, café, lanchonete, banheiros, vestiários, administração, copa, quiosques com restaurantes e um módulo de serviços e estaleiro de manutenção. Outra edificação concentrará loja de conveniência e comércios e serviços voltados à demanda náutica e turística.

                                                            Itaparica:

                                                            Com investimento em torno de R$ 11 milhões, o projeto da marina do município de Itaparica contempla 36 vagas secas, 126 vagas molhadas e um posto de combustível, além de lojas e espaço para venda de alimentos e bebidas. O módulo é de marina flutuante. A área de intervenção total possui 4.744,03 metros quadrados. A marina costuma sediar muitas competições de vela e remo, além de passeios para Ilha dos Frades e Cacha-Prego.

                                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para receber o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e leia mais conteúdos.

                                                             

                                                             

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