Motorização Volvo Penta equipa novo barco-patrulha de Estocolmo

Por: Redação -
25/06/2020

A polícia marítima de Estocolmo recebeu recentemente um barco-patrulha Marell M15 de alta velocidade, equipado com um sistema de propulsão totalmente integrado – o mais recente motor D6 da Volvo Penta, sistema DPI e sistema de navegação. O novo barco foi entregue no dia 11 de junho na sede da construtora sueca Marell em Östhammar, cerca de 135 quilômetros ao norte de Estocolmo.

Equipado com unidades de tração de popa D6-440 DPI duplas, o Marell M15 inclui um sistema totalmente integrado da Volvo Penta, incluindo seu Controle Eletrônico de Embarcações (EVC2) e Sistema de Cabine de Vidro.

Graças ao fato de o D6-440 DPI adotar uma abordagem completa do sistema, o joystick é conectado ao sistema de propulsão, transformando os movimentos do joystick do piloto em ângulos de direção precisos, mudanças de marchas e posições do acelerador.

O navegador e o timoneiro ficam em uma cabine projetada ergonomicamente, equipada com a mais recente tecnologia Volvo Penta – o sistema Electronic Vessel Control 2 (EVC2) e o Glass Cockpit System. O novo sistema EVC2 foi projetado com o barco completo em mente. Integrado ao EVC2 está o Glass Cockpit System, que fornece uma visão geral e controle completos dos dados de navegação e propulsão, além de opções para o piloto automático.

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“Este é um desenvolvimento muito positivo, pois em nossos outros barcos temos que operar vários sistemas de forma independente”, diz o inspetor de polícia Johan Skogfeldt. “Ter tudo em um sistema unificado será uma grande vantagem. Parece fantástico e oferece um excelente ambiente de trabalho – até a capacidade de trocar de papéis entre navegador e timoneiro sem trocar de lugar será útil”.

“Em uma embarcação projetada para tarefas de patrulha de alta velocidade – em qualquer tipo de clima ou escuridão – esses sistemas de controle são uma vantagem significativa”, concorda Jonas Karnerfors, gerente de projetos de vendas da Volvo Penta. “De fato, toda essa aplicação é uma excelente demonstração do sistema de propulsão D6-440 DPI em uma aplicação marítima exigente.”

O Marell M15 foi projetado e construído pela Marell Boats e baseado em técnicas de produção derivadas de mais de 30 anos de construção de barcos em alumínio. “Estávamos procurando uma embarcação que pudesse ter um bom desempenho em águas agitadas, confortável e não cansativa para a tripulação durante um turno de oito horas. E poder fazer esse turno após turno por meses a fio ”, diz o inspetor Skogfeldt.

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    BRP recebe prêmio de design internacional pelo jet Sea-Doo GTI 2020

    Por: Redação -

    Totalmente remodelada e modernizada, a linha Sea-Doo GTI 2020 acaba de receber mais uma importante premiação internacional, desta vez pela inovação em design. O Sea-Doo GTI foi anunciado como um dos vencedores do renomado Prêmio Red Dot Design, concedido pela Red Dot GmbH & Co. KG. A eleição, que acontece desde 1955, é realizada por 40 jurados que avaliam a qualidade e potencial de inovação de diversos itens, nas categorias produto, design de marca e comunicação, além de conceitos de design.

    A plataforma do jet foi completamente redesenhada, alcançando o equilíbrio perfeito entre diversão, funcionalidade e inovação. As novidades foram pensadas para atender de forma totalmente satisfatória as diferentes maneiras de uso do Sea-Doo, oferecendo mais espaço útil, estabilidade superior e armazenamento de fácil acesso.

    Neste ano, o Sea-Doo GTI SE 170 foi incluído também em uma das principais listas de produtos e serviços mais inovadores do setor náutico, da América do Norte, a Boating Industry Top Products. A seleção contempla 50 itens da indústria náutica recreacional, entre eles embarcações, motores e eletrônicos e, neste ano, traz entre eles a moto aquática de maior relevância do mercado.

    “Esses prêmios todos nos dão uma imensa satisfação. A linha Sea-Doo GTI 2020 chegou ao mercado brasileiro ganhando a preferência do consumidor que busca conforto, espaço e tecnologia para seus momentos de lazer. Sem dúvida, é a moto aquática mais desejada em seu segmento e essas premiações refletem exatamente esse posicionamento”, comentou Fernando Alves, Gerente Comercial da BRP para o Brasil.

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    Mais sobre o novo GTI

    A linha 2020 do Sea-Doo GTI passou por diversas inovações com relação a linha anterior. A plataforma foi aprimorada e passou a ter convés configurável, o que inclui assento de passageiro removível, oferecendo mais espaço a bordo.

    O compartimento dianteiro ganhou mais espaço, assim como o porta-luvas e uma nova caixa estanque para telefone celular também foi adicionada. A diversão está garantida com a inclusão do sistema de som Bluetooth perfeitamente integrado e de alta qualidade, como opcional, possibilitando um toque musical aos passeios, na versão completa da linha.

    Para tornar a nova linha ainda mais versátil, a plataforma recebeu o novo sistema de fixação LinQ, agora disponível em todos os modelos Sea-Doo, que fornece uma solução fácil para instalação e uso de acessórios, que variam de caixas térmicas e bolsas a torre retrátil de esqui.

    Estabilidade e segurança também foram reforçadas, no projeto da linha 2020. A nova plataforma vem equipada com o sistema ErgoLock, exclusivo do setor, que permite mais controle e confiança, desde o momento em que os usuários se sentam na embarcação. O exclusivo sistema iBR (freio e reverso inteligente), agora em sua terceira geração, também está disponível nos modelos GTI, e oferece controle e reduz a distância de parada.

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      Marinha alerta para ventos de até 88 km/h no Sul e Sudeste até sábado

      Por: Redação -

      A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), informa que a passagem de uma frente fria poderá provocar ventos de direção Oeste a Sudoeste, com intensidade de até 74 km/h (40 nós), na faixa litorânea entre os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, ao sul de Laguna, entre a manhã do dia 25 de junho e a manhã do dia 26 de junho.

      Já na faixa litorânea entre os estados de Santa Catarina, ao norte de Laguna, e de São Paulo, ao sul de Ilha Comprida, a previsão é de ventos de direção Sudoeste a Sudeste, com intensidade de até 88 km/h (47 nós), entre a noite do dia 25 de junho e a manhã do dia 26 de junho.

      Os ventos associados a esse sistema meteorológico poderão ocasionar agitação marítima com ondas, em alto-mar, de direção Sudoeste a Sul, entre 3,0 e 4,5 metros de altura, entre os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, ao sul de Laguna, entre a tarde do dia 25 de junho e a manhã do dia 27 de junho.

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        Estúdio holandês de design apresenta projeto de novo explorador de 66 pés

        Por: Redação -

        O estúdio holandês de design Vripack apresentou seu mais novo projeto, o explorador de 20 metros Doggersbank 66 Offshore. Encomendado por um cliente europeu, o modelo foi projetado para ser operado por uma família.

        Os iates a motor Doggersbank são embarcações offshore robustas, construídas para enfrentar longas passagens no mar e são caracterizadas por uma proa alta. Mais de 700 foram construídos até o momento, com projetos anteriores que variam de 10 a 30 metros.

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        “Doggersbank é como o Leatherman dos canivetes suíços”, diz Bart Bouwhuis, co-diretor da Vripack. “É sólido, rígido e altamente projetado e pronto para funcionar em qualquer condição. O Doggersbank é reconhecido há muito tempo como um iate confiável, com design e engenharia holandeses”.

        Atualmente em construção no estaleiro holandês Altena, em North Brabant, a entrega está prevista para o final de 2021.

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          Restos de naufrágio que ocorreu há 200 anos são encontrados no México

          Por: Redação -

          Arqueólogos mexicanos encontraram vestígios que datam mais de 200 anos em águas do estado caribenho de Quintana Roo, informou o Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH). Os restos, incluindo uma âncora, um canhão e lingotes de ferro usados como lastro, correspondem aos de um barco à vela inglês do final do século XVIII ou início do século XIX, segundo o comunicado.

          “Os arqueólogos subaquáticos imaginam que a tripulação daquele navio havia feito um último esforço para evitar a catástrofe”, divulgou o INAH. Os especialistas chegaram a essa conclusão a partir da âncora, que seria lançada ao mar “com a intenção de se prender à barreira de corais”, onde permanece até hoje.

          O naufrágio foi chamado de “Manuel Polanco”, em homenagem a um pescador octogenário que o encontrou e denunciou ao INAH. Este é o 70º naufrágio registrado na Reserva da Biosfera do Banco Chinchorro, uma ilha oceânica de corais localizada a cerca de 24 quilômetros da costa sul de Quintana Roo.

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          A área em que foram encontrados os vestígios é de difícil acesso. “Situa-se diretamente na barreira de corais, onde a corrente oceânica é forte”, explicou Laura Carrillo Márquez, pesquisadora do INAH e diretora do Projeto Banco Chinchorro.

          O INAH afirmou que essa descoberta, junto à de outros veleiros, navios a vapor, navios mercantes e rebocadores de diferentes nacionalidades e épocas, torna possível conhecer mais a respeito dos últimos 500 anos de navegação em águas das Américas.

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            Marine Express apresenta nova geração da linha de displays multifuncionais da Raymarine

            24/06/2020

            A fabricante de eletrônicos Raymarine, representada no Brasil pela Marine Express, acaba de lançar a última geração de sua linha de displays multifuncionais, o  AXIOM +.

            Os novos displays foram criados como resposta às demandas dos clientes por maior velocidade e visibilidade à luz do sol, uma tendência comum agora na maioria dos dispositivos portáteis. Através do processador quad core e 16 GB de memória, ele é capaz de suportar aplicativos de terceiros, como Spotify, Netflix e Previsão do Tempo Online.

            Seu GPS interno de 10Hz foi aprimorado, tonando-se 4x mais sensível e capaz de trabalhar sob um hard top. A definição da tela também foi aumentada em 25% para Full HD para proporcionar ângulos de visão mais amplos e contraste mais nítido. A tela HydroTough resistente a impactos também possui um novo tipo de proteção nano coating para repelir água e poluentes, além de fornecer controle de toque mais preciso.

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            Também é de grande benefício a função de realidade aumentada do ClearCruise, na qual os dados em tempo real são exibidos diretamente sobre os alvos na imagem e se movem com eles. O AXIOM + também está disponível com o sonar RealVision 3D, que oferece uma visão mais clara do fundo do mar. Existem três modelos disponíveis, definidos pelo tamanho da tela: 7 polegadas, 9 polegadas e 12 polegadas.

            Além do novo AXIOM +, a Raymarine também lançou uma atualização do sistema operacional dos displays AXIOM, AXIOM PRO e AXIOM XL, o LightHouse 3 Dartmouth. As principais melhorias no novo sistema operacional são fontes e indicadores aprimorados, alertas mais audíveis e visíveis e um controlador de barra lateral de áudio. Os gráficos podem ser alternados entre quatro modos de visualização: noite, anoitecer, dia e ensolarado, e as cores também são flexíveis. Ícones e pontos de interesse podem ser ampliados ou reduzidos, tornando todo o gráfico totalmente personalizável. Há também o retorno da função “régua” que permite a medição rápida da distância entre dois pontos.

            Para pescadores, há uma função de alarme de peixes e a capacidade de fazer sua própria cartografia utilizando o sonar em locais inexplorados e sem cartografia. A Raymarine tem trabalhado em estreita colaboração com seus fornecedores para tornar seus equipamentos cada vez mais completos e simples de operar.

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              Estados Unidos testa primeira lancha de desembarque de nova geração

              Por: Redação -

              A primeira lancha de desembarque do tipo conector navio para terra (SSC, na sigla em inglês) fabricada em série, com capacidade de 75 toneladas e corpo de alumínio, terminou os testes de aceitação. O Corpo de Fuzileiros dos Estados Unidos prevê substituir toda sua frota de lanchas de desembarque pela embarcação de nova geração.

               

              Tal como seus antecessores, a lancha transportará soldados, equipamentos bélicos e outros tipos de cargas até a costa, podendo embarcar até 74 toneladas e 135 fuzileiros armados.

               

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              A empresa fabricante das embarcações, Textron, entregou o primeiro SSC da série ao Corpo de Fuzileiros no dia 6 de fevereiro. No total, está prevista a construção de 73 embarcações deste tipo, com corpo de alumínio e vida útil de aproximadamente 30 anos.

               

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                Primeiro salão náutico desde o início da pandemia aconteceu no último fim de semana nos Estados Unidos

                Por: Redação -

                Estrategicamente posicionado entre Boston e Nova York, Bridgeport, em Connecticut, foi palco, no último fim de semana, para o que se acredita ser o primeiro salão náutico desde março. O novo Steelpointe Yacht & Charter Show contou com a presença de 3 mil convidados.

                Foram dois dias de evento na nova marina para ver modelos de marcas como Absolute, Beneteau, Cruisers Yachts, Everglades, Fairline, Fountain, HCB e Sunseeker, além de mega-iates de Christensen e Feadship. Também estavam em exibição helicópteros, carros de luxo e hidroaviões.

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                Nos últimos anos, partes da antiga orla industrial desta cidade – em Long Island Sound e 80 quilômetros ao norte de Manhattan – foram transformadas pelo desenvolvimento de novas habitações e instalações à beira da água, incluindo o complexo da marina Steelpointe.

                As medidas da organização do evento para lidar com o cenário do coronavírus incluíram medições de temperatura corporal na entrada, entrada sem toque, controle sociai de distanciamento, estações de autoatendimento, monitores de vídeo e contador para comunicar restrições impostas pelo estado.

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                  Triton Yachts dá 7 dicas para ajudar na escolha do primeiro barco. Confira

                  Por: Redação -

                  Com diversos modelos e tamanhos disponíveis no mercado, além de preços variados, o barco está ganhando mais espaço no Brasil. Em tempos de pandemia, é considerado um lazer seguro e privativo. Atualmente, segundo dados da Acobar (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos), o país conta com uma frota em torno de 700 mil barcos. Clima apropriado para navegação, mais de 8,5 mil km de costa e 60 mil km de vias navegáveis interiores, como lagos e rios, além do crescimento da infraestrutura de marinas e iates clubes contribuem para o desenvolvimento náutico.

                  Mas, na hora de escolher o primeiro barco é que aparecem as dúvidas. Qual é o melhor modelo e o que precisa ser levado em consideração para não errar na compra? Allan Cechelero, diretor da Triton Yachts, fabricante brasileira com mais de 20 anos de experiência no ramo náutico, explica que não existe regra específica para adquirir o primeiro barco, mas é preciso avaliar cada perfil e objetivos do cliente.

                  Confira 7 dicas para escolher o primeiro barco, conforme orientações do fabricante nacional Triton Yachts:

                  1. Analise o fabricante, mão de obra especializada e assistência técnica

                  Antes de escolher o modelo de barco é importante decidir por um estaleiro com tradição, estrutura e experiência no mercado. Isso garante mais segurança e suporte ao comprador, além da qualidade e garantia técnica do produto. Afinal, a mão de obra da náutica é muito específica.

                  2. Identifique o perfil de navegador – esportes, passeios rápidos ou pernoite

                  “É importante identificar qual é o sonho do futuro navegador, se ele deseja ter um barco para a prática de esportes náuticos, para passear com amigos, estar com a família ou pernoitar. Tudo isso influenciará na hora de decidir o modelo. A Triton, por exemplo, tem modelos variados para diversos perfis, desde pequenas embarcações de 23 pés até iates de 52 pés, e conta com uma equipe especializada para dar todo o suporte e consultoria necessária durante este processo”, diz Cechelero.

                  3. Analise a depreciação do barco

                  A avaliação da marca no mercado é um ponto a ser reforçado. Possivelmente, após o primeiro barco, a pessoa futuramente fará um upgrade para um segundo. Portanto, o produto precisa ter boa avaliação e aceitação.

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                  4. Leve em conta a navegação e o conforto

                  Assim como um carro, para quem vai comprar o primeiro barco, a dica é obter as orientações detalhadas com o revendedor ou profissionais do mercado, consultar informações em canais especializados e até pessoas que já possuem embarcações. Se possível, também navegar em um barco.

                  “A navegação é um conjunto que compreende o processo construtivo do barco, sua laminação, combinada com a tecnologia e motorização empregada. Das embarcações Triton, os modelos Triton 250, Triton 275 e Triton 300 são ótimas opções para o primeiro barco, porque combinam conforto, design, desempenho e economia”, indica o fabricante.

                  5. Proa aberta ou fechada

                  O layout da proa é um fator a ser considerado na hora da compra e a opção vai variar dependendo do gosto, das necessidades e do perfil do comprador. Nesse caso, a parte frontal do barco pode ter uma área de convivência aberta com sofás ou pode ser fechada, com uma pequena cabine.

                  Um dos diferenciais das lanchas da marca Triton é que mesmo as embarcações menores com proa aberta já contam com banheiro, grande comodidade durante os passeios.

                  6. Tipo de motor

                  Para o fabricante Triton Yachts, o motor centro-rabeta, que fica na área central do barco em uma casa de máquinas protegida, é o mais indicado para o comprador de primeira viagem, especialmente para quem busca por embarcações para descanso, lazer e passeios em família ou com amigos. A razão é que esse tipo de motor permite aproveitar mais a estrutura externa da lancha, incorporando uma plataforma de popa (parte traseira do barco) para banhos de mar e de sol, além de espaço gourmet para churrascos. Também tem a questão do conforto acústico, que significa menos barulho. Além disso, as novas tecnologias são bastante seguras e de fácil manutenção.

                  7. Opções de personalização

                  O barco é um sonho. Portanto, é importante que o fabricante dê a abertura para personalizar o modelo escolhido conforme o desejo do proprietário. A Triton Yachts, por exemplo, conta com um departamento para personalização desde a pintura até detalhes de estofamentos, mobiliário, acessórios, decoração e por vezes até no projeto. Todo o processo é feito com acompanhamento e auxílio de especialistas na área náutica.

                  “Acima de tudo, a experiência da navegação é algo maravilhoso e esperamos que cada vez mais pessoas ingressem no mercado náutico. Além disso, em um momento desafiador como o atual, o barco é um lugar seguro para se estar com a família e também uma opção diferenciada de lazer já que nos leva a lugares belíssimos”, conclui o diretor da Triton Yachts.

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                    Marinha incorpora sexta lancha de alto desempenho DGS 888 Raptor

                    Por: Redação -

                    A empresa DGS Defense realizou, nesta segunda-feira (22), testes técnicos de ajustes finais para entregar a sexta lancha DGS 888 Raptor à Marinha do Brasil. Os testes aconteceram na Baía da Guanabara, junto ao costado da Urca (RJ). A entrega à MB aconteceu na terça-feira (23).

                    Segundo o diretor Executivo da DGS Defense, Fuad Gatti Kouri, a Marinha está atuando com 10 embarcações da família Raptor e o Exército Brasileiro (EB) opera mais duas unidades. A embarcação tática blindada de alto desempenho, DGS 888 Raptor tem 9,2 metros, com capacidade de carga superior a 2 mil kg, além de poder ser equipada com visão termal estabilizada e um radar de ultra alta definição.

                    Uma das características da lancha é poder navegar em locais com apenas 50 centímetros de profundidade, graças ao seu sistema de propulsão, mesmo em presença de objetos na superfície ou semi-submersos, como troncos de árvores.

                    O modelo é impulsionado pelo motor N67 da FPT Industrial, constituído em linha com seis cilindros e equipado com um turbocompressor de alta eficiência, que gera 570 hp de potência.

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                    A DGS 888 Raptor foi projetada para ter a capacidade de transportar até 10 militares acomodados à ré da embarcação, protegidos por uma blindagem nível NIJ III que suporta tiros de calibres até 7,62 mm.

                    Dependendo da missão ela pode ser equipada com metralhadoras calibres 12,7 e 7,62 mm, atendendo assim a requisitos operacionais e logísticos desejados para uma embarcação dessa categoria.

                    A DGS 888 Raptor é fabricada com um copolímero de alto peso molecular, o que possibilita, por exemplo, retardo de chama, reserva de flutuabilidade (por seu casco ter uma densidade menor que a água) e elevada capacidade de absorver choques, o que a diferencia das embarcações feitas em fibra de vidro e alumínio.

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                      Após 76 anos no fundo do mar, histórico veleiro é encontrado e reformado para voltar a navegar

                      Objeto de culto entre os fãs de veleiros clássicos de madeira, o barco Ester começou a navegar em 1901, na Suécia. Foi projetado por Gunnar Mellgren com a missão específica de correr contra a Finlândia e defender a taça Tivoli. Além disso, fez mais: venceu todas as 29 regatas das quais participou. E virou lenda das águas. Até que, em 1939, após um incêndio, o imbatível 50 pés (de 15,3 metros) afundou, em Normanön, perto da cidade de Örnsköldsvik, na costa alta da Suécia.

                      O veleiro de madeira permaneceu intocado no fundo do mar durante 76 anos. Em 2012, usando um sonar, os suecos Per Hellgren Bo Eriksson e Jan Olof Backman localizaram assim, seus destroços, por isso, em 2015, portanto, decidiram resgatá-lo, com o objetivo de restaurá-lo nos mínimos arrebites e fazê-lo voltar a navegar. Nesses registros fotográficos, feitos em agosto do ano passado, durante uma regata na Semana Clássica de Mônaco, podemos observar o ressurgimento. No entanto, o Ester voltou do mundo dos mortos, trazendo em seu casco, o irrevogável glamour do passado.

                      Barco Ester navegando

                      Foto: barco Ester navegando após reforma

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                      “Quando o içamos do fundo lamacento, a estrutura do barco, naturalmente, estava muito frágil. Reunimos a nata de técnicos internacionais para restaurar casco, armações, cordame, velas etc. Graças aos documentos precisos que encontramos na Suécia, conseguimos acompanhar à risca os detalhes da construção original. Foi uma aventura incrível. O resultado excedeu até as nossas expectativas mais loucas”, conta Ericsson.

                      Foto: barco Ester navegando após reforma

                      Brilho para os olhos, o Ester renasceu bonito, como sempre foi. Os restauradores deram atenção especial à originalidade do projeto. Porém, algumas exceções foram feitas quando os materiais modernos ofereciam uma vantagem significativa, como o aço inoxidável usado para substituir as estruturas de aço macio e os rebites ocos. Colas modernas também substituíram as colas de época. Bem como, as espécies de madeira, que utilizadas são iguais ou similares às originais, mas mais sustentáveis.

                      O sonho de três suecos de reconstruir este puro-sangue icônico se materializou. Seu destino agora é disputar regatas no Mediterrâneo, por exemplo, numa emocionante viagem ao passado.

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                        Primeiro barco autônomo de segurança é lançado nos Emirados Árabes Unidos

                        Por: Redação -
                        23/06/2020

                        O primeiro barco autônomo de vigilância foi introduzido nos Emirados Árabes Unidos pela World Security, uma divisão da operadora portuária estatal DP World e também controladora da P&O Marinas, que opera Mina Rashid e outras instalações em Dubai.

                        A nova embarcação foi desenvolvida para ajudar a proteger os bens marítimos, sejam portos, marinas ou grandes iates, como os pertencentes às famílias reais do Oriente Médio. Inicialmente, ele foi desenvolvido para aprimorar a segurança e a vigilância no porto de Jebel Ali, Mina Rashid, Mina Al Hamriya e outras instalações nos Emirados Árabes Unidos.

                        A nova lancha é equipada com robótica de última geração e sistemas de alta tecnologia para operações 24 horas por dia, 7 dias por semana, e também atende aos requisitos emergentes causados ​​por pandemias. A DP World afirma que o novo barco introduz uma dimensão extra no portfólio de soluções da World Security, exigido pela incerteza do atual ambiente de mudanças causado pela Covid-19.

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                        Também marca uma nova etapa para a empresa World Security como líder da indústria de serviços de segurança marítima de Dubai e a crescente adoção de inovações para permitir uma experiência mais uniforme, segura e eficiente para todas as partes interessadas. O barco de vigilância totalmente autônomo, que pode ser controlado remotamente, é capaz de operações diurnas e noturnas com recursos de Way-Point Tracking e protocolos programáveis ​​e à prova de falhas para fins de segurança e interceptação.

                        Outras características importantes incluem equipamentos avançados de robótica e vigilância, incluindo câmera estabilizada com uma visão ininterrupta de 360 ​​graus e um dispositivo acústico de longo alcance (LRAD) que se comunica com a estação de comando e controle em tempo real.

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                          Apontamentos dizem que plantas e rochas podem ser, na próxima década, os componentes dos possíveis iates do futuro feitos à base de hidrogênio

                          Por Felipe Toniolo, sob supervisão do jornalista Otto Aquino

                          Mudanças drásticas serão e são necessárias para que o propósito do Acordo de Paris de 2016, que estipulou o cumprimento de limites em relação à emissão de gases efeito estufa, seja levado em conta na vida dos amantes náuticos. A realidade de que vivemos em um mundo globalizado, polarizado e que produz cada vez mais poluição ao planeta, não é muito difícil de ser compreendida. A relação mais próxima possível do veleiro e a natureza, de fato, é o ato de velejar. Porém, até quando poderemos e seremos capazes de produzir barcos movidos a óleo diesel, feitos de materiais como plásticos e vidros robustos?

                          A indústria marítima, sem dúvida, é brilhante. Inovações tecnológicas e admiráveis resultados, estão com frequência, sendo estudados para que novos materiais alternativos e novas fontes de energia sejam criados. É nesse contexto que eco-tecnologia surge na gradativa evolução da produção dos iates das próximas décadas.

                          As saídas possíveis

                          Construtores de barcos estão, aos poucos, incorporando iniciativas ecológicas que vão inserindo o meio náutico, em ambientes menos maléfico para a natureza, como as novas fontes de energia sustentáveis, buscando inspirações nos matérias recicláveis e naturais. O fato de que as fabricantes sejam regulamentadas para que isso aconteça, não tira a relevância da tomada de um grande passo.

                          Nos próximos anos, veremos nas construções de barcos, as impressões 3D ganhando força. Já empregada em peças personalizadas, essa tecnologia seria capaz de construir cascos e conveses, ou seja, as estruturas com fibra natural, eliminariam a necessidade de moldes dispensáveis.

                          Um exemplo que engloba toda essa conjuntura é o 11th Hour Racing, um veleiro feito para competições internacionais, que traz a redução do desperdício e a utilização de materiais recicláveis. Com isso, se torna perceptível, a técnica de construções de embarcação com uso de poliéster colocado à mão, certamente parece cada vez mais ameaçada.

                          future-yacht-technology-deadauls-hydrogen-powered-superyacht-cockpit

                          Foto: arquivo do site Yachting World

                          Fibra de basalto

                          A fibra de basalto tem se mostrado muito promissora há um bom tempo. Ela vem sendo usada pela nova marca francesa de catamarãs Windelo, que constrói seus cascos com núcleos de garrafas PET. Todo o processo é feito emitindo em mínima quantidade de CO2, de modo que as fibras são recicláveis e resistentes à altas temperaturas.

                          No entanto, a planta da qual o linho é derivado, parece se tornar uma das alternativas mais eficazes para uso em aplicações compostas de alta resistência, oferecendo assim, um alto potencial na construção de barcos. Mas, logo de cara, a dúvida surge em nossas cabeças. Como assim, barcos de plantas?

                          Produtos como esse, à base de linho, foram testados e utilizados de maneira eficaz em carrocerias de esportes a motor e esquis de neve por sua combinação de rigidez e amortecimento de vibrações, pela empresa suíça Bcomp. Segundo Paul Riley, especialista em compósitos, os fabricantes precisam alterar e tomar posição diante ao materiais de alto impacto ao meio ambiente e que isso também proporcionará uma qualidade maior de saúde e segurança para seus trabalhadores do meio.

                          “Acho que veremos isso entrando no iate principal nos próximos dois a três anos”, diz Paul Riley

                          Foto: arquivo do site Yatching World

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                          Iates biológicos

                          Friedrich Deimann, fundador da Greenboats, recentemente declarou que ficou frustrado quando presenciou a fabricação de alguns barcos de materiais que não contribuem com a natureza. “É preciso cinco vezes mais energia para produzir fibra de vidro do que fibra de linho”, relata Deimann.

                          A empresa de Friedrich, mostra o que é possível, usando linho ou compósitos de fibra natural (NFC), desde de o ano de 2010. Minimiza também, o uso de moldes usando uma técnica de costura e cola para construir painéis. Mas, ele acrescenta e admite que a falta de pessoas capacitadas para trabalhar com as recentes ferramentas, e incluiu que os custos da produção em pequena escala são alguns dos empecilhos.

                          A North Sails, empresa que trabalha na recuperação da matéria-prima de velas usadas com o intuito de transformá-las novamente em fibras de poliéster, vê um significativo desenvolvimento de velas mais sustentáveis. Tom Davis, que supervisiona os negócios de tecidos da empresa, nos últimos 20 anos, acrescenta:

                          “Ficarei muito surpreso nos próximos anos, se os materiais que entram nas velas, não forem substancialmente biológicos.”

                          Portanto, no caso de produtos de fios de alto módulo, a North vem trabalhando com empresas de fontes biológicas, para que os fios e fibras de alto desempenho, sejam mais utilizados. “Então, em vez de bombear o óleo do solo e convertê-lo em plástico, eles começam com árvores e acabam com plásticos de alto desempenho”, explica Davis.

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                            Por: Redação -

                            Mesmo diante de um cenário de incertezas econômicas causado pela Covid-19, consumidores têm trocado o período de isolamento em suas casas na terra por “casas sobre as águas”. São embarcações completas e equipadas, incluindo confortáveis quartos, áreas gourmet, sociais e de descanso.

                            Esta é a avaliação da italiana Azimut Yachts, com unidade de produção no Brasil. Além do equilíbrio mantido nos últimos meses com vendas de embarcações novas, o volume de vendas do departamento “Azimut Select”, ou seja, de modelos seminovos, também se mantém aquecido.

                            “O barco é uma extensão da casa. Portanto, neste período de isolamento social é o lugar mais seguro para estar com a família. Ao mesmo tempo, nos leva a lugares paradisíacos, muitas vezes só acessíveis pela água”, explica o diretor da Azimut Yachts, Francesco Caputo.

                            Pessoas com lanchas de até 40 pés e que sonham com a compra de um modelo maior têm investido na linha de seminovos da “Azimut Select”, de acordo com a empresa. São embarcações revisadas, em sua maioria com duas ou mais cabines, com áreas internas e externas para lazer e amplamente equipados.

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                            “Geralmente, os clientes dos barcos novos Azimut Yachts são pessoas que já tiveram outras embarcações e chegaram ao patamar do alto luxo, é o mesmo que acontece com os amantes de supercarros. Por isso, no caso dos iates seminovos, é uma oportunidade para as pessoas fazerem um upgrade de suas lanchas ou embarcações menores para, futuramente, ingressarem na nossa linha de barcos novos”, explica o executivo.

                            “Consumidores seguem investindo na troca ou na compra de seus barcos, mesmo na pandemia. Afinal, atualmente, existe uma dificuldade maior para se viajar, ir a bares, restaurantes, etc. A prevenção se tornou essencial. Dessa forma, o público com condições de adquirir um barco tem procurado o mercado náutico como alternativa para lazer em família”, complementa.

                            “Esperamos e temos certeza de que tudo isso vai passar. Mas, em uma visão otimista, a crise também vai gerar oportunidades. O mercado náutico brasileiro, por exemplo, tem enorme potencial. Além disso, um barco navegando, por exemplo, envolve uma série de setores econômicos diretos e indiretos como turismo, comércio e serviços e, por isso, pode contribuir significativamente com o impulso da economia, geração de renda e empregos”, destaca Caputo.

                            Atualmente, o departamento “Azimut Select” conta com variados modelos de seminovos de 40 a 83 pés, do clássico ao esportivo, revisados por especialistas do mercado náutico. Além do diferencial da área técnica, a Azimut Yachts também conta com consultoria em design e estilo e oferece todo o suporte na área de decoração.

                            “Após a compra, o barco sai pronto para navegar”, complementa o diretor da marca. Os modelos seminovos disponíveis podem ser vistos por meio do site www.azimutselect.com.

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                              Por: Redação -

                              A indústria náutica argentina voltou parcialmente a trabalhar de acordo com as diretrizes governamentais de saúde e segurança. San Fernando, Tigre e San Isidro, em particular, decidiram dar permissão para que as empresas reabrissem, levando em consideração que a grande maioria dos trabalhadores vive na área circundante e não usa transporte público para chegar ao trabalho. Além disso, os grandes estaleiros de barcos estão mantendo distanciamento social entre os trabalhadores, além do uso de equipamentos de proteção individual.

                              Dos 141 estaleiros do país, 74% representam a indústria de embarcações de recreio e a maioria desses estaleiros (55%) está localizada em San Fernando, Tigre e San Isidro – municípios da província de Buenos Aires.

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                              A CACEL, a associação da indústria náutica argentina, pressionou as autoridades federais exigindo que as medidas fossem relaxadas para a reabertura dos estaleiros e das oficinas de engenharia para: 1) reparar embarcações que sofriam com o nível de água baixo no rio Paraná e 2) dar aos trabalhadores e empregadores a chance de voltar à normalidade.

                              A decisão das autoridades de reabrir lentamente algumas partes do país foi bem recebida pela indústria náutica. No entanto, devido à situação atual, a CACEL decidiu adiar o salão náutico argentino de 2020. Ele teve uma média de 20 mil visitantes nos últimos anos e cerca de 120 expositores. O show de 2019 também foi cancelado por razões econômicas.

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                                Por: Redação -

                                Aos 77 anos, o velejador Aleixo Belov está construindo com investimento próprio um museu para expor as peças e conhecimento adquiridos durante cinco voltas ao mundo e tantas outras viagens. Há duas semanas, o barco Três Marias, com o qual completou sozinho três dessas voltas, foi colocado no casarão onde o museu funcionará, no Santo Antônio Além do Carmo. Um guindaste ergueu a embarcação de 7,5 toneladas e a alocou através de uma abertura feita no telhado.

                                Antes da pandemia de coronavírus, o também engenheiro e escritor já havia inaugurado no mesmo bairro a Fundação Aleixo Belov, que ficará responsável pela administração do museu e tem o objetivo de funcionar como um centro de estudos, pesquisa, fomento e discussão de temas ligados ao mar. A previsão é acabar a construção do museu no fim de setembro.

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                                Ucraniano radicado na Bahia, Aleixo mora em Salvador desde os seis anos de idade e vê esta como sua terceira fase – na primeira, viajou sozinho para aprender; e na segunda, viajou com um veleiro escola para ensinar. Ele decidiu preservar seu acervo para facilitar “se alguém um dia quiser aprender o que é preciso para fazer viagens” como ele. Lá, o público poderá encontrar todas as coisas que ele trouxe do exterior, as cartas náuticas, ensebadas, salgadas, riscadas, cronômetros, as coisas que usei para navegação, os principais livros., etc.

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                                  22/06/2020

                                  Com ousadia, muita criatividade e uma inegável pitada de piração, alguns projetistas ousam nadar contra a corrente conservadora e dar asas à imaginação. O resultado são alguns dos barcos (a maioria, apenas conceituais) mais incríveis que você já viu, em termos estéticos e tecnológicos. O objetivo: aguçar a fantasia de quem curte navegação. São projetos tão malucos quanto instigantes, como esses:

                                  Projeto Galileo²


                                  Dificilmente haverá em nossas águas algo tão surpreendente quanto o Project Galileo², assinado pelo escritório Beiderbeck Designs, da Alemanha. Com 200 metros de comprimento (656 pés), esse catamarã chama atenção tanto pelo design futurista quanto pelo sistema de propulsão: a metanol, com o uso da tecnologia geotérmica — o aproveitamento de todo calor interno para a produção de eletricidade. A capacidade de acomodação do barco será de 113 pessoas, incluindo 38 convidados e 75 tripulantes, e em seus cascos haverá espaço para mini-submarinos, um restaurante, um cinema ao ar livre, um pequeno hospital, uma piscina de 500 metros quadrados e um píer de 80 metros de extensão — ou seja, ele atuará também com uma marina.

                                  Codecasa Jet 2020


                                  Outra novidade originalíssima é este superiate de 70 metros de comprimento (229 pés), com piscina no convés, projeto do estaleiro italiano Cantieri Navali Codecasa. Inspirado em uma aeronave, o Codecasa Jet 2020 é repleto de recursos estilísticos emprestados do mundo da aviação. Repare no terraço de popa: lembra a cauda de um avião ou não lembra? E o que dizer da sala de comando, na proa, com sua forma compacta e arredondada? É uma cópia fiel de uma cabine de avião, sem tirar nem pôr. Outros arranjos típicos de uma aeronave são as entradas de ar, projetadas para refrigerar um motor a jato, e as antenas de radar dentro das cúpulas de fibra de carbono, replicando as dos aviões AWACS. Quem disse que o mar e o céu se encontram apenas no horizonte?

                                  Wind Motion


                                  Protótipo que provavelmente nunca será produzido, o trimarã Wind Motion  é um veleiro de 70 metros (cerca de 230 pés), dois mastros, duas plataformas laterais em forma de asas e velas dobráveis projetado pelo francês Mathis Ruhl para oferecer maior eficiência aerodinâmica. Seu foco é a transformação da energia eólica uma fonte propulsora mais eficiente. Para isso, conta com um equipamento chamado RTW ², instalado no centro do convés. Totalmente automatizado, este seria o principal sistema de propulsão do barco, mesmo em condições de vento médio. Se dará certo, só o tempo dirá. Mas só aparência já vale o like, né?

                                  Fata Morgana

                                  Obra de arte flutuante, o Fata Morgana, de 70 metros, é um iate radical projetado pelo designer e artista plástico George Lucian, de Mônaco, com o objetivo de explorar as águas do Ártico, incluindo a passagem do Noroeste, aumentando a conscientização sobre as mudanças climáticas. Para isso, está equipado com um casco da classe Ice e com dispositivos que monitoram constantemente a temperatura e a composição do oceano. Além disso, é capaz de navegar puxado por uma pipa, em viagens suaves de longa distância.

                                  Seu convés principal abriga uma piscina, um telescópio, um heliporto e uma estrutura de vidro na popa, sob o qual ficam o salão principal e as suítes VIP. De longe, o Fata Morgana pode parecer uma ilha, exatamente como sugere o nome (Fata Morgana era uma fada fictícia que conseguia mudar de aparência), referindo-se a uma forma complexa de miragem, descrita em uma antiga lenda dos marinheiros.

                                  Elyon

                                  Com um pouquinho de boa vontade, dá para identificar uma onda nesse 110 metros saído da imaginação do casal Demetrius e Dana Tanase, do escritório Expleo Design. Com formas orgânicas (estilo já comum em artes plásticas, com curvas e traços presentes na natureza), o Elyon, de seis deques, teve como principal inspiração justamente uma onda. No caso, uma onda calma, elegante e, ao mesmo tempo, firme e forte. Cada deck tem suas próprias características e formas de entretenimento a serem descobertas, como banho de sol, piscina, jacuzzi, espaço para refeições, spa e academia, salão de jogos, cassino e até uma piscina coberta. O espaço embaixo do heliporto foi projetado para ser usado como um local de festa, com vista para a piscina coberta.

                                  Caronte

                                  Inspirado nos navios piratas do século XVII o Caronte, de 58 metros (190 pés) está a uma curta distância de se tornar realidade — essa distância é de US$ 200 milhões —, diferentemente da maioria dos barcos-conceitos. O lema do estúdio italiano Lazzarini Design, que assina o projeto, é “Pense no futuro, nunca esqueça o passado”, e é a maneira de mostrar como isso pode ser feito foi trazer o passado para a era moderna. Sua superestrutura se ergue a seis metros acima da linha d’água, dando origem a uma enorme área interior, com espaço para dois carros de luxo serem armazenados na garagem, Outros detalhes importantes, com os quais os piratas de outrora sequer podiam sonhar, são um heliponto no andar superior, uma piscina e uma academia de ginástica.

                                  Origami

                                  Diferente de tudo o que navega por aí, o Origami — outro projeto do designer e artista George Lucian — é um megaiate a vela de 100 metros de comprimento inspirado não só na secular arte japonesa de dobrar o papel, como o nome diz, como num tipo de embarcação asiática tradicional. Entre outras excentricidades, o mastro ergue-se do centro de uma piscina e culmina em cesto de observação batizado de “ninho de corvo”. Na popa, abre-se um moderno beach club, que pode ser usado como heliponto.

                                  Intimisea

                                  Projeto do estúdio Expleo Design, o Intimisea, de 100 metros, enfatiza fortemente os espaços abertos. Isso pode ser visto no amplo convés de popa, com sua enorme piscina (e bota enorme nisso), que pode ser alcançada diretamente do convés superior, através de quatro toboáguas. Outros recursos de destaque incluem um heliporto, academia, uma sala de cinema para 45 pessoas e até um cassino de tabuleiro. Sem contar a pintura, digamos, “esquisita”.

                                  neWWave

                                  Inspirado na cultura do Oriente Médio e na arquitetura moderna, o neWWave, de 87 metros, tem muitos pontos altos, a começar pela própria superestrutura de alumínio que se eleva a 8 metros de altura, graças à qual o pé-direito na cabine chega a 3,6 metros. “Por que a altura de 8 a 9 pés do teto tem de ser o padrão?”, questiona o designer Jaehoon Ahn, explicando o conceito por trás do projeto, que inclui quatro grandes, piscina de dez metros na popa, área de refeições ao ar livre e spa.

                                  Taboo

                                  Dentro do conceito de iate explorador, o Taboo, de 90 metros, foi projetado para transportar uma série de embarcações menores, incluindo um submarino, um helicóptero e um pequeno avião, o que permitirá ao proprietário explorar os cantos mais remotos do planeta. Seu estilo monocromático o diferencia de todas as outras embarcações e o amplo uso de vidros oferece vista panorâmica para os 26 privilegiados ocupantes de suas suítes, sem comprometer a privacidade. O projeto leva a assinatura da Gill Schmid Design e do Tim Dempers Studio.

                                  Carat 187

                                  O Carat 187 (ou 187 quilates) é um iate-conceito de 45 metros criado por uma equipe de design internacional com o objetivo de ser único, atípico, exagerado e ultra luxuoso. Não se pode dizer que não aceitaram na receita, né? Repare nas conchas assimétrica laterais, de formas esculturais. Segundo os projetistas, logo, logo ele poderá estar na água, pois já existe um interessado em pagar 114 milhões de euros para lhe dar vida.

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                                    Dois mergulhadores italianos descobriram os restos de um navio dos anos 1500 ao fazerem um mergulho na Área Protegida de Portofino, na província de Gênova, na região da Ligúria.

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                                      “Missão cumprida”, afirma Juan Manuel Ballestero, um navegador argentino que, sem voos disponíveis, há pouco menos de três meses seguiu seu objetivo de voltar a ver seus pais idosos em meio à pandemia. “Consegui, consegui, consegui!”, disse à AFP. Aos 47 aos, e após uma extenuante travessia de 85 dias, Ballestero chegou ao Mar del Prata, sua cidade, em um dia de tempestade na última semana. Após fazer um teste para o novo coronavírus e testar negativo, pode desembarcar em terra firme para ver seus pais, Nilda e Carlos, de 82 e 90 anos, respectivamente.

                                      “Consegui o que estive tentando nos últimos três meses. Tratou-se disso, de estar com a família, por isso vim”, afirma o homem que pretendia chegar à Argentina no último 15 de maio para os 90 anos do seu pai, com quem finalmente conseguiu comemorar o Dia dos Pais neste domingo (21).

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                                      Ballestero, que mora na Espanha onde trabalha com passeios marítimos, resolveu viajar pelo mar à Argentina para visitar seus pais, quando em meio à pandemia todos os voos e conexões aéreas a partir do seu país foram cancelados.

                                      Durante a travessia “escutava que morriam pessoas todos os dias, milhares”, e “estava em meio à natureza, vendo o mundo continuar, com golfinhos e baleias… e a humanidade passando por esse momento tão difícil”, reflete.

                                      Durante um período de 54 dias sua família não teve notícias dele. Mas “sabíamos que ele iria chegar, não tínhamos dúvida”, enfatiza seu pai, Carlos. A primeira escala da viagem de 12 000 km foi Vitória, no Espírito Santo, e a última antes de chegar foi em La Paloma, no Uruguai.

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                                        Um novo conceito, Blanche, foi apresentado pelo estaleiro Fincantieri Yachts, com sede em Muggiano, na Itália. Projetado em parceria com a designer italiana Gabriele Teruzz, o modelo de 70 metros de comprimento tem o objetivo de “descartar qualquer complexidade desnecessária e obstruções visuais”, de acordo com o estaleiro, além de possuir um perfil externo elegante e design de interiores funcional.

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                                        Blanche é caracterizado por uma configuração aberta, cercado por janelas de altura total. Uma área de mais de 190 m² compõe a suíte master e o terraço privativo, enquanto as portas de correr envidraçadas permitirão uma transição suave entre o interior e o exterior.

                                        Um total de sete camarotes estará disponível para 14 hóspedes, e uma tripulação de até 17 também será acomodada a bordo.

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                                          “Elegemos o mar de Angra dos Reis para embarcar, por sua beleza incomparável,por suas águas cristalinas e abrigadas, por sua diversidade marinha, mas principalmente, pelo amor que temos por esse lugar”, afirmaram os proprietários em comunicado.

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                                          O Japonesa do Mar atende a bordo ou por delivery e, também, está disponível para locação.

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                                            19/06/2020

                                            Para navegar com toda a família a bordo sem sacrificar o conforto, uma lancha de 62 pés com flybridge é uma das melhores opções, por ter, em geral, duas suítes e um camarote, este dividindo o banheiro com a área social, e os cômodos serem grandes e com pé-direito alto. É nessa categoria que se enquadra a Intermarine 62, da Intermarine Yachts, uma 62 pés recheada de tecnologias e inovações, feita para quem não abre mão de um nível de conforto acima da média.

                                            Lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            A fusão entre tecnologia e acabamento artesanal é uma das marcas do estaleiro paulista, especialista em embarcações de luxo no país, com milhares de unidades produzidas desde 1973, quando foi criado pelo empresário Dirceu Fontoura — a família Ramalho assumiu o comando da empresa 11 anos depois, em 1984, imprimindo à construção dos novos barcos um estilo próprio, de atenção aos detalhes, seja no acabamento cuidadoso de marcenaria e da laminação ou na costura impecável da tapeçaria.

                                            Como ela é

                                            Projetada pelo estúdio de Luiz de Basto, designer náutico reconhecido mundialmente, a Intermarine 62 apresenta todas as virtudes esperadas de uma lancha desse porte, acrescidas de boas inovações, como o chamado beach club, extensões laterais da plataforma de popa, que abrem e fecham ao toque de um botão.

                                            Lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Com essas aberturas, o barco ganha lateralmente em cada bordo 1,4 metro, tornando a vida a bordo muito mais confortável e divertida. Hoje, este “novo” ambiente faz sucesso em diversas embarcações. Mas foi nessa 62 pés que a novidade apareceu pela primeira vez no Brasil, durante o São Paulo Boat Show de 2017, fazendo todo mundo virar o pescoço para aquela área de convivência que se forma na popa, quase no nível do mar.

                                            Lateral lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            O posto de comando duplo no flybridge merece destaque, tanto pela posição de pilotagem quanto pela ergonomia e as telas multifunção Raymarine Axiom (foto abaixo), touch screen, de 12”, marca representada no Brasil pela Marine Express. É um dos melhores postos de comando entre as lanchas que navegam em nossas águas.

                                            lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            O único senão fica por conta da posição tanto do vhf quanto do piloto automático, um pouco distantes das mãos. O estaleiro poderia fazer um reposicionamento dos dois, deixando-os mais próximos do piloto. Fica a sugestão.

                                            Tela multifunção Raymarine Axiom, touch screen, de 12 polegadas, marca representada no Brasil pela Marine Express

                                            O flybridge da Intermarine 62 é muito inteligente. Tem nada menos que 26 m². Além do posto de comando, o flybridge tem dois sofás para seis pessoas cada, uma mesa para refeições ou aperitivos, um pequeno solário reversível ao lado do piloto, icemaker, porta-copos, porta-trecos, área para churrasqueira, um móvel com geladeira, armário e lixeira, e um gostoso bar que divide bem os ambientes e que pode até receber dois pequenos bancos móveis para completar o espaço. A critério do proprietário, o móvel fixo pode sair de cena, dando lugar a espreguiçadeiras ou mesas de montar.

                                            Externo lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Toda essa área está coberta por um t-top (produzido pela própria Intermarine) muito leve e resistente, de fibra de carbono, o que é essencial para manter o centro de gravidade controlado, garantindo maior estabilidade ao casco. O teto solar flexível tem comando elétrico.

                                            Externo lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Na cabine, a suíte máster ocupa a boca máxima do barco, que é de 5,05 metros. Tem 1,93 m de altura e chama atenção logo na porta de entrada, que tem 90 cm de largura. É um diferencial e tanto em termos de amplitude e sensação de espaço, logo à primeira vista.

                                            Um pouco à frente, há dois armários espelhados e uma escrivaninha com penteadeira. A cama de casal tem 1,92 m de comprimento por 1,71 m de largura. A iluminação indireta torna o ambiente ainda mais confortável. O ar-condicionado tem saídas nos dois bordos, com direcionador de ar, mas não ficam visíveis, o que joga a favor da elegância do ambiente.

                                            Cama lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            O estaleiro oferece ainda algumas possibilidades de customização: de mudanças sutis, como um novo revestimento, a uma pintura especial, passando por um layout distinto, dando ao proprietário a oportunidade de mostrar seu estilo, sem comprometer a proposta do projeto. Segundo o estaleiro, é a maior suíte máster da categoria, com 21,5 m² e 5,5 metros de janelas com vista para o mar.

                                            Na entrada do banheiro há uma porta de vidro de correr, um ótimo truque para se ganhar espaço. A parede de vidro, no modo transparente, permite que quem estiver no box tenha vista do mar pelas grandes janelas laterais do costado. Mas basta o toque em um botão para esse vidro “esfumaçar”, oferecendo privacidade total a quem estiver no tomando banho.

                                            Interno lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Aliás, toda as janelas dessa lancha contam com o recurso eletrônico de blackout, por controle remoto portátil, que garante privacidade no salão e um bom sono na cabine — além de, pela manhã, dar vez à entrada da luz do sol, combinada com ventilação natural cruzada (há quatro vigias para isso), que torna o ambiente muito agradável. O banheiro é um pouco estreito, mas bem comprido, ocupando cerca de 70% da boca máxima do barco. Tem uma cuba bem grande, vaso, ventilação natural e box com vista para o mar.

                                            A suíte da proa (chamada de VIP) tem uma cama de 1,85 m por 1,50 m (opcionalmente, dividida em duas camas de solteiro com 75 cm de largura cada). O pé-direito aqui é de 1,88 m, com 1,90 m no banheiro com box fechado. O terceiro camarote, a boreste, também com 1,88 m de altura, tem duas camas de solteiro com 1,94 m de comprimento por 68 centímetros de largura, que podem ser unidas para atender a um casal.

                                            Cama lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Como o acesso ao banheiro social é direto, podemos chamá-lo de uma terceira suíte. O banheiro social é completo, com box fechado, janelas e ótima ventilação. No corredor de passagem do convés inferior, concentram-se, muito discretamente, os utensílios de serviço.

                                            Embaixo da escada, por exemplo, fica um aspirador de pó central. Mais à direita, um dos armários camufla uma máquina de lavar e secar roupas. O detalhe é que as portas dos armários fecham com suavidade, acionadas por um amortecedor, e não abrem com o movimento do barco, pois ficam presas por ímãs.

                                            Interno lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            No salão, de 25,4 m² de área e pé-direito máximo de 2,11 m, o estaleiro oferece duas opções para o posicionamento da cozinha: logo na entrada, a bombordo, próxima à praça de popa, ou na parte frontal do salão, à boreste. Na lancha testada por NÁUTICA, estava na popa, com vista para o mar.

                                            Seja qual for a configuração, essa cozinha tem tudo o que se espera num barco como esse: duas geladeiras, freezer, forno elétrico, fogão de quatro bocas por indução, exaustor, lixeira e muitos armários.

                                            Sofá lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            A área de convívio social tem dois bons sofás, um em “L”, maior, a boreste, o outro reto, uma pequena chez em “J”, TV embutida de 55’ e sistema de som surround com caixas discretamente instaladas por toda esta área.

                                            A mesa de aperitivos reserva uma surpresa: ela tem todo um jogo próprio para se elevar e abrir, transformando-se em uma mesa de refeições. Chama atenção a iluminação indireta, com filamentos de led, que deixa o ambiente ainda mais aconchegante. Já para a iluminação natural, as janelas têm dois metros de comprimento e alinhando-se com o acabamento interno do salão.

                                            Monitores lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            O posto de comando é completo, com os comandos totalmente à mão, do joystick ao Seakeeper NG9 — sim, a Intermarine 62 está equipada com esse eficiente estabilizador, à venda na Marine Express, que neutraliza o balanço lateral (rolamento) do barco. No modelo testado, o proprietário fez a opção por telas de nove polegadas no comando interno, com a instalação de telas de doze polegadas apenas no flybrigde.

                                             Seakeeper NG9 lancha intermarine 62 Yachts conforto
                                            O eficiente estabilizador Seakeeper NG9, à venda na Marine Express (www.marinexpress.com.br), que equipa a Intermarine 62

                                            Sob encomenda do estaleiro, a Marine Express desenvolveu uma interface personalizada para o controle e monitoramento de diversas funções da embarcação, em modo passivo e ativo, que oferece informações sobre as baterias, ligações elétricas e os tanques, e permite controlar os sistemas elétricos e eletrônicos, como iluminação, luzes de navegação, limpadores, buzinas, sistemas de segurança, entre outras funções.

                                            Imagem lancha intermarine 62 Yachts conforto
                                            Interface personalizada para o controle e monitoramento de diversas funções da Intermarine 62, desenvolvida pela Marine Express (www.marinexpress.com.br)

                                            O para-brisa, enorme e inteiriço, garante excelente visibilidade. As janelas laterais, elétricas, além de ventilarem o ambiente, facilitam a comunicação durante as manobras de atracação, o que é sempre bem-vindo. A poltrona do comandante oferece ótima ergonomia, conforto que ao longo dos anos segue em evolução constante nos barcos da Intermarine. Por sua vez, o painel chama atenção pelo acabamento em fibra de carbono.

                                            Direção lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Entre o salão e a praça de popa há uma porta de três folhas que, quando aberta, integra totalmente os dois ambientes. A praça de popa, com 4,21 metros de largura, tem uma mesa grande, para seis pessoas, e um sofá em “J”. Para cobrir essa área, um toldo embutido abre e fecha por acionamento elétrico.

                                            lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            A bombordo fica a escada de acesso ao flybridge. A boreste há um terceiro comando, por joystick, para as manobras de atracação. O acesso à casa de máquinas, por meio de uma escada móvel, é muito bom. Lá embaixo, a temperatura é confortável, apesar de o barco ter acabado de navegar, em virtude do espaço de ventilação ao redor dos motores e do sistema de exaustão, que funcionou perfeitamente bem.

                                            Tudo está no seu devido lugar e muito bem instalado e acessível. O único porém aqui é o difícil acesso às cabeças dos propulsores IPS, o que atrapalha na hora da limpeza da área e da manutenção. A reportagem de NÁUTICA entrou também em uma lancha irmã dessa, mas equipada com motorização MAN 1200, com propulsão por eixo direto, e o espaço era bem pequeno entre os motores, tornando difícil vários acessos técnicos, deixando claro que os Volvo Penta IPS levam vantagem também neste quesito.

                                            Interno lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Na proa, além do solário bem grande (2,05 m x 1,97 m) com apoio para a cabeça, há um sofá e uma mesa para aperitivos ao sol, ou para um belo café da manhã com vista para o mar. O estaleiro oferece ainda suportes e encaixes para a montagem de uma tenda. Chama atenção a segurança da passagem lateral, que conta em parte com uma murada de fibra e em outra com um guarda-mancebo de quase 1 metro de altura.

                                            Proa lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Por sua vez, a plataforma de popa é um show à parte. Tem 4,6 m de largura por 2,14 m de comprimento, mas se transforma em uma espécie de praia particular, com 18 m², quando acrescida dos chamados beach clubs, que são aquelas extensões laterais que abrem e fecham por um mecanismo eletrônico. Para o que é bom ficar ainda melhor, ainda há o espaço gourmet, que está equipado com churrasqueira elétrica, pia com água quente e fria e espaço para o preparo de alimentos.

                                            lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            A plataforma tem uma área de 1,04 m submersível, que desce mais de 30 cm, através de um lift hidráulico, permitindo içar um bote ou um jet. Quando a plataforma desce, automaticamente, a bombordo, se abre uma escada de teca, do tipo robô, com corrimão. E ainda há, agora a boreste, um inteligente chuveiro embutido, de armar, para quem acabou de sair da água salgada.

                                            O acesso ao camarote do marinheiro é feito pela popa (há um segundo acesso, de emergência, embaixo do sofá da praça de popa). Com 1,44 m de altura, esse camarote conta com tv, ar-condicionado, frigobar, uma cama de boas dimensões (1,92 x 0,72 m) e um banheiro completo. Há ainda a possibilidade de montagem de uma cama extra, mais apertada.

                                            Como navega

                                            Nossa avaliação foi realizada na região do Guarujá, em São Paulo, em uma navegação de mar aberto até as proximidades do Parcel D. Pedro II, na proa oeste de Santos, sob um dia de sol e mar com ondulações bem formadas, de mais de um metro de altura, e poucos ventos.

                                            lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            A Intermarine 62 estava equipada com o conjunto Volvo Penta IPS 1350, composto por dois motores D13 de 12,8 litros, de 1000 hp cada. Sem acionar o piloto automático, aceleramos para ver como essa lancha — cujo casco combina uma proa com desenho suave e eficiente com um confortável ângulo de 13,8° no V da popa — se comportava nas manobras.

                                            Começamos com 1 800 rpm, um cruzeiro um pouco abaixo do cruzeiro econômico, que fica na faixa de 2 000 rpm, e obtivemos fáceis 19,8 nós. Já com 2 000 rpm registramos, na média das passagens opostas, confortáveis 24,8 nós. O raio de giro não é tão fechado, mas adequado a uma 62 pés.

                                            Nem chegamos aos 2 200 giros e a tela multifuncional Raymarine já mostrava 28 nós, e batia em seguida um cruzeiro estável aos 29 nós. Fizemos curvas mais fechadas, e o barco perdeu menos de 2 nós (1,8 nó para ser exato). O tempo para planeio ficou na casa dos 8 segundos, o que mostra a força do Volvo Penta IPS 1350.

                                            Ágil, com o casco firme e bem assentado, o tempo todo à mão, a Intermarine 62 atingiu 34,1 nós de top na medição final, velocidade de sobra para uma lancha deste porte, que pesa 33 toneladas leve e aproximadamente 39 toneladas carregada.

                                            Quando equipada com Volvo Penta IPS 1 200, uma lancha irmã a esse modelo atingiu 31 nós de máxima, com 26 nós na velocidade de cruzeiro, nas mediações apresentadas pelo estaleiro.

                                            O conjunto foi muito eficiente com essa configuração e a tabela de consumo mostra isso claramente, com autonomia de 220 milhas náuticas e a variação de consumo em litros por milha navegada discreta — mais uma prova dessa eficiência. O projeto ficaria ainda melhor com o acréscimo de 250 a 350 litros na capacidade dos tanques de diesel.

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                                            lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            O suave ângulo de 13,8° na popa deu conforto na navegação durante este teste, mas deixa o barco menos ágil e mais suscetível a desconfortos, quando o mar estiver agitado. Logicamente que com o IPS 1350 (que é uma customização opcional) o consumo será um pouco maior em relação aos IPS 1050 (com motores de 800 hp) ou IPS 1200 (de 900 hp) da motorização de série, além de, opcionalmente, dois MAN de 1200 hp por eixo direto. Porém, dá gosto ver em ação o pulmão do par de motores Volvo Penta D13, de 12,8 litros e 1 000 hp cada, funcionando com a propulsão IPS.

                                            Com a motorização original, a estabilidade provavelmente será a mesma (com ligeira perda no desempenho e nos números de consumo), pois o barco é muito equilibrado, com navegação mais que aprovada, naquela manhã de sol no Guarujá.

                                            Dados lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Características técnicas

                                            Comprimento total: 19,05 m (62,5 pés)
                                            Comprimento do casco: 15,43 m (50,6 pés)
                                            Boca: 5,05 m
                                            Calado com propulsão: 1,50 m
                                            Borda livre na proa: 2,18 m
                                            Borda livre na popa: 1,55 m
                                            Altura da salão na entrada: 2,11 m
                                            Ângulo do V na popa: 13,8 graus
                                            Combustível: 2750 litros
                                            Água: 730 litros
                                            Capacidade dia: 22 pessoas
                                            Capacidade pernoite: 6 passageiros + 2 tripulantes
                                            Peso com motor: 39 000 kg
                                            Potência: 2 X Volvo IPS 1050/1200 ou MAN 1200 (eixo)

                                            Quem faz

                                            lancha intermarine 62 Yachts conforto

                                            Perto de completar meio século de vida, o estaleiro Intermarine Yachts, localizado em Osasco, São Paulo, tem uma planta completa que é referência em construção de embarcações. Seis minifábricas internas garantem um excepcional nível de qualidade dos itens de marcenaria, tapeçaria, elétrica, hidráulica, mecânica e serralheria.

                                            Em uma piscina especialmente construída são realizados os testes dos sistemas refrigerados à água, além de testes de estanqueidade. Toda essa estrutura permite atender o cliente com o elevado padrão de performance, além de garantir agilidade em peças de reposição.

                                            Para saber mais sobre o modelo, acesse a ficha técnica no site do estaleiro. Clique aqui.

                                            Reportagem: Guilherme Kodja
                                            Edição de texto: Gilberto Ungaretti
                                            Edição de vídeo: TakeBoom Produções
                                            Fotos: Rogério Palatta, Victor Oliveira/TakeBoom e Divulgação Intermarine

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                                              Por: Redação -

                                              Em assembleia realizada nesta quinta-feira, 18 de junho, a Associação de Construtores de Barcos (Acobar) elegeu sua diretoria para o período 2020/2022.

                                              Interlocutor da indústria náutica do país, Eduardo Colunna foi reeleito para a presidência da entidade, tendo a seu lado novamente os vice-presidentes Paulo Thadeu, do estaleiro Real Powerboats, e Jorge Nasseh, da Barracuda.

                                              Eduardo Colunna agradeceu a confiança em seu trabalho, fez um balanço das realizações de sua diretoria à frente da entidade nos últimos anos — entre outras ações, criou a CERTIFICAÇÃO ABNT/ACOBAR, a campanha VENHA NAVEGAR e o BROKER ACOBAR — e anunciou algumas metas a serem alcançadas no próximo biênio.

                                              “Nessa nova etapa, vamos desenvolver ações para o melhor aproveitamento da infraestrutura náutica brasileira, ações para aumentar a base de consumidores por meio da campanha de incentivo ao primeiro barco (ou VENHA NAVEGAR); aperfeiçoar o projeto BROKER ACOBAR; e desenvolver ações para aprimorar o seguro náutico, além de dar continuidade aos trabalhos já em andamento — tais como atuar junto aos órgãos governamentais a fim de agilizar as demandas tributárias; brigar por um aumento substancial da linha de crédito para o setor; e fomentar a adesão dos associados ao Selo de Certificação ABNT/ACOBAR”.

                                              Fundada há 44 anos, a Acobar reúne atualmente mais de 70 indústrias nacionais de diversas áreas: estaleiros, marinas, motorização, fornecedores de matérias primas, infraestrutura, empresas de mídia, fabricantes de implementos, lojas, prestadores de serviços e despachantes.

                                              Uma das marcas de Eduardo Colunna à frente da entidade é a gestão participativa. Segundo ele, “valorizando o associado, atendendo as demandas setoriais dos associados em todas as esferas dos governos”.

                                              A nova direção da ACOBAR ficou assim:

                                              Presidente: Eduardo Colunna, do estaleiro Colunna Jet Boats;

                                              Vice-presidente: Paulo Thadeu, do estaleiro Real Powerboats;

                                              Vice-presidente; Jorge Nasseh, da Barracuda Advanced Composites

                                              Diretor secretário: José A. Galizio Neto, do estaleiro Intech Boating;

                                              Diretora tesoureira: Gabriela Lobato Marins, da BR Marinas;

                                              Diretores:
                                              José Maria Cechelero Jr., do estaleiro Triton Yachts
                                              Marcio Ferreira, do estaleiro Fibrafort
                                              Marcio Schaefer, do estaleiro Schaefer Yachts
                                              Roberta Ramalho, do estaleiro Intermarine Yachts;
                                              André Motta, do estaleiro Ventura Marine;
                                              Ernani Paciornik, do Grupo 1 Infraestrutura

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                                                18/06/2020

                                                A Azimut Yachts da Itália introduzirá um sistema de ventilação mecânica marinha (MMVS) em muitos de seus novos iates. O sistema é baseado em uma patente da NASA e originalmente desenvolvido para uso em missões aeroespaciais para higienizar o ar a bordo. O primeiro iate equipado com o MMVS será o Magellano 25 Metri, que fará sua estréia no Festival de Cannes, em setembro.

                                                 

                                                Produzido pela BCool Engineering, uma empresa italiana especializada na produção de produtos de conforto térmico e energia a bordo, o MMVS é um sistema centralizado dividido nos dois decks, garantindo uma troca completa de ar a cada hora. Portanto, o ar no interior do barco está sempre na temperatura escolhida, além de ser continuamente purificado pela higienização dos dutos, superfícies e componentes técnicos do ar-condicionado, como as serpentinas do ventilador.

                                                 

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                                                Baseado na tecnologia PCO (Oxidação Fotocatalítica), o MMVS imita e reproduz o processo que ocorre na natureza, explorando a ação combinada dos raios produzidos por uma lâmpada UV especial e uma estrutura catalítica.

                                                 

                                                Outras soluções que já utilizadas pela Azimut incluem desde estabilizadores giroscópicos, sistemas de manobras por joystick, propulsão IPS e sistemas integrados de controle e monitoramento até o ajuste automático de compensação.

                                                 

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                                                  Como parte do lançamento da divisão de superiates da empresa, a INACE divulgou detalhes de dois novos projetos de iates exploradores. As séries Explora e Aventura foram criadas em colaboração com os ​​estúdios HydroTec, Hot Lab, Guida Design e Fernando de Almeida Design.

                                                  A empresa também confirmou que um modelo Explora 145 está sendo desenvolvido para um cliente recorrente. O projeto de 44,1 metros inclui um camarote principal no convés superior, um segundo no convés principal à proa, quatro camarotes de hóspedes no convés inferior e um grande convés aberto na popa. O modelo deverá ser equipado com motores Caterpillar C32 gêmeos. Projetada pela HydroTec, a série INACE Explora também está disponível nos modelos de 90, 127, 131 e 165 pés.

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                                                  A série Aventura, disponível nos modelos 100, 125, 135 e 147 pés, foi projetada pelo Hot Lab. O design clássico para o iate compacto de três andares é marcado por linhas e espaços interiores e exteriores fluidos, incluindo um salão no convés superior e uma piscina.

                                                  “INACE construiu mais de 660 embarcações desde que foi fundada em 1968. Entre esse vasto portfólio, construído para clientes globais exigentes, há 45 iates de longo alcance vendidos a clientes aventureiros em todo o mundo – a maioria deles ainda em operação hoje”, disse Flavio Constantino, diretor do INACE Superyachts. “Agora, INACE Superyachts aproveita a experiência estabelecida do estaleiro na construção de embarcações confiáveis, navegáveis ​​e de longo alcance para oferecer a próxima geração de iates exploradores de luxo, desenvolvidos em colaboração com empresas internacionais de design e arquitetos navais de classe mundial para atender às necessidades e desejos dos proprietários de hoje; especificamente, áreas de estar maiores e cascos mais eficientes”.

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                                                    Após o lançamento do modelo X95, a Princess Yachts anunciou uma adição à sua linha Superfly: o novo X80, com lançamento previsto para 2021. Ecoando o conceito de design do X95, o X80 possui um “super flybridge” com amplo espaço ao ar livre. Seu skylounge no convés superior é acessível através de uma escada interna a partir do deck principal.

                                                    “A arquitetura inovadora da classe X cria um segmento de produtos totalmente novo, pois a Princess continua a ultrapassar os limites do design de iates. O primeiro X95 acaba de concluir testes no mar e seu design revolucionário causou alvoroço. O feedback inicial deixa claro que temos um grande sucesso em nossas mãos. Trabalhamos nos últimos dois anos para envolver todas as qualidades exclusivas do X95 em um pacote mais compacto. O X80 é exatamente isso, mais um passo ousado para a Princess Yachts”, disse Antony Sheriff, presidente executivo da Princess Yachts.

                                                    Parceiro de longa data da Princess Yachts, Olesinski firmou uma parceria com Pininfarina para criar o conceito de design do modelo, mantendo a linguagem de design clássica respeitada e reconhecida internacionalmente da marca.

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                                                    O estaleiro do Reino Unido diz que, nos últimos anos, houve uma revolução silenciosa nos métodos usados ​​para projetar um casco Princess. O construtor afirma que, para o X80, essa abordagem levou à eficiência em toda a faixa de velocidade, garantindo os mais altos níveis de manutenção no mar e manuseio previsível. O X80 é equipado com dois motores MAN V12 1900.

                                                    O X80 traz o exterior para dentro da embarcação através da maximização dos vidros que fluem por toda a extensão do convés principal, envolvendo o salão, a cozinha e a área de refeições à proa. O iate pode acomodar oito pessoas em quatro camarotes e três tripulantes com o layout padrão.

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                                                      Por: Redação -

                                                      O dia 9 de maio de 2020 entrou para a história do casal Sérgio Danilas, 68 anos, e Maria Auxiliadora Villar Castanheira, 60 anos. A data marcou o início de uma nova vida para os ex-jogadores de vôlei pela Seleção Brasileira e atletas olímpicos. Foi neste dia que eles colocaram pela primeira vez o veleiro Ictus na água, no litoral de Santa Catarina.

                                                      O Ictus não é um veleiro convencional. Ele foi construído a quatro mãos durante 11 anos. Tudo começou há cerca de 22 anos com um desejo de Sérgio, que sonhava com a vida de velejador.

                                                      “Depois de alguns anos velejando eu tive a certeza de que queria ter meu próprio barco. Só que não dava para comprar porque os veleiros têm um custo muito alto, principalmente por conta da mão de obra. A solução foi fazer um”, conta Sérgio.

                                                      E foi dentro de um galpão em Curitiba, há 11 anos, que Sérgio iniciou a obra com a ajuda de Dôra, na época, já haviam se aposentado dos jogos de vôlei e exerciam outras atividades profissionais. Nos primeiros anos da construção, Sérgio revezava entre o trabalho como químico e a construção do barco. A esposa Dôra conciliava as tarefas do barco com os trabalhos em um projeto social que exercia junto ao ex-técnico Bernardinho. Mas, nos últimos cinco anos, resolveram se dedicar exclusivamente ao veleiro, que foi concluído recentemente.

                                                      “Quando o veleiro estava praticamente pronto, foi um alívio. Estava na hora de colocar o barco na água. Às vésperas de nossas aposentadorias avaliamos morar no barco e a Dôra abraçou essa ideia”, diz Sérgio.

                                                      Conheça o veleiro Ictus

                                                      O Ictus foi projetado por Roberto Barros. Ele tem 40 pés – 12,3 metros de comprimento – três camarotes, dois banheiros, sala, cozinha e espaço externo para refeição e lazer. O veleiro é feito de sanduíche de fibra de vidro – duas camadas de fibra de vidro e o interior com uma chapa de polipropileno em forma de colmeia.

                                                      Outra característica é que o veleiro possui motor elétrico, e não motor a diesel. O sistema híbrido, com bateria e gerador, move o motor, além de garantir energia elétrica para outros utensílios do barco como micro-ondas, aquecedor de água, fogão e forno elétrico.

                                                      “Procuramos fazer um barco o mais confortável possível para morar. Ele tem o conforto de uma casa, mas não o espaço de uma casa, porque aqui é tudo apertadinho. Também não é um barco luxuoso, pois foi feito por amadores, a mão, mas a nossa preocupação sempre foi em ser um veleiro seguro, confiável, confortável e ter tudo o que precisamos para viver nele”, diz Sérgio.

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                                                        Com a definição da terceira etapa do Virtual Skipper Cup Brasil, três velejadores virtuais se classificaram para a Star Sailors League do circuito que acontecerá em dezembro com os dez melhores velejadores da temporada do evento de game virtual online de vela de oceano que tem mais de 330 mil jogadores cadastrados.

                                                        Destaque para Samuel Solano, que conquistou não só a segunda etapa em maio, mas venceu a terceira no começo de junho indo para a liderança do ranking. Samuel é paulista de São Sebastião, instrutor da Escola de Vela Lars Grael, em Ilhabela, e terceiro do ranking mundial na categoria Team Race do Virtual Skipper.

                                                        “Foi muito legal essa edição do III Virtual Skipper Cup Brasil, pois desenvolvemos duas clínicas de treinamento para elevar o nível da flotilha, e isso surtiu efeito no curto prazo, pois as regatas foram mais disputas e a prova mais disso foi a regata da medalha, onde fui sétimo em um fleet muito difícil.

                                                        O que me garantiu o segundo título foi a consistência durante a competição”, comemorou Solano que celebrou a vaga na Sailors League: “É legal e fico lisonjeado em conquistar essa presença evento que vai ocorrer no fim do ano”.

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                                                        Além dele, os comandantes Paulo Sérgio Costa, de João Pessoa (PB), e Regis Silva, natural de Londrina (PR), mas que vive em Porto Alegre (RS), garantiram a vaga no evento de fim de ano. Paulo venceu duas das três baterias do penúltimo dia e rumou para o segundo lugar na 3ª edição do circuito: “Foi bastante difícil. Comecei mal o evento, com colocações medianas, e o resto das regatas foram de superação. Tentando errar o menos possível. Fui subindo na súmula e cheguei para a medal race em segundo, porém com pelo menos seis velejadores na disputa. Na medal race, qualquer um dos 10 poderia ganhar, então foi uma excelente disputa para todos. Consegui chegar em segundo, o que me confirmou como vice-campeão da etapa e classificado para a Sailors League. No meio de tantos feras, foi uma honra. Por isso, espero ansioso para participar desse evento no final do ano,” disse o velejador de 53 anos que começou no mar em 1979 e veleja com o Hobie 16. Ele soma seis títulos brasileiros e 16 do Norte/Nordeste e disputa regatas de oceano.

                                                        Regis Silva foi o vencedor da 1ª etapa e sempre esteve entre os seis nas demais . Ele faz parte do clube Veleiros do Sul, na capital gaúcha, com o barco Delirium. No Virtual Skipper já havia disputado o game entre 2010 e 2013 e reinstalou por conta da pandemia do coronavírus.

                                                        “Recebi um convite do Francisco Freitas para participar do I Virtual Skipper Cup Brasil, onde tive a grata surpresa de me tornar o campeão dessa primeira edição, não venci uma regata da série, porém consegui manter uma regularidade de bons resultados. Foi uma surpresa, pois faziam alguns anos que não velejava virtualmente, e corri contra grandes velejadores tanto virtuais como reais, como: Nando Cavalli, Samuel Solano, Luiz  Sokolnik, Felipe Rondina, Pedro Trouche, entre outros”, disse. “Neste campeonato acabei na sexta colocação e confesso que esta medal rece ficou marcada pela competitividade com que ocorreu, mas acima de tudo o respeito entre os velejadores”.

                                                        O III Virtual Skipper Cup Brasil contou com 48 velejadores de todo o Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e Suécia. A quarta edição está confirmada para começar na próxima semana, a partir de segunda-feira, dia 22 e irá até o dia 2 de julho com inscrições feitas pelo site. A competição terá um Medal Race com os 12 melhores ao longo das disputas anteriores.

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                                                          17/06/2020

                                                          A Tethys Yachts conta, a partir de agora, com toda a sua linha de lanchas de 31 a 41 pés disponível, também, com motorização de popa.

                                                          O estaleiro gaúcho, que tem cinco modelos em seu portfólio (Tethys 31 Targa, 37 Sport Coupé, 37 HT, 41 Targa e 41 HT), tem como objetivo trazer cada vez mais opções para todos os clientes, diversificar, além de acompanhar a tendência do mercado brasileiro e atender, também, ao mercado internacional.

                                                          Os opcionais vão de dois motores de 350 hp a quatro de 400 hp nas lanchas de 41 pés; de dois a três de 350 hp na Tethys 37; e de dois de 250 a 300 hp no modelo de 31 pés. Os modelos já estão disponíveis para encomenda.

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                                                            A garantia estendida Intermarine faz parte de algumas medidas tomadas pelo estaleiro para continuar atendendo seus clientes de forma eficiente e ficará vigente até o fim do verão de 2021, mais precisamente o dia 20 de março do ano que vem. “Assim, daremos cobertura aos nossos clientes durante todo o verão e carnaval”, relata Augusto Vieira, gerente de marketing do estaleiro.

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                                                            Todos os clientes que estão com a garantia vigente geral de um ano, atrelada à revisão preventiva (a ser agendada com cada um deles), contarão com o benefício a partir deste mês de junho. “Experiência está no centro de tudo que a Intermarine proporciona”, finaliza a empresa.

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