O Sítio Forte, na Ilha Grande, é uma tranquilíssima enseada em forma de meia lua, com meia dúzia de praias emolduradas pela mata e um imponente paredão rochoso ao fundo. Um lugar perfeito para ancorar e descansar, diante de uma paisagem relaxante. A enseada também abriga uma série de prainhas gostosas, algumas delas boas para almoçar ou petiscar. Uma delas é a Maguariqueçaba.
A gostosa praia de Maguariqueçaba, na Ilha Grande (Foto: Jota Barros / Lanchas Ilha Grande)
Pela sua posição geográfica dentro da enseada do Sítio Forte, a praia de Maguariqueçaba, quase tão extensa quanto o próprio nome, costuma ser brindada com o melhor pôr do sol da região. Mas esta não a sua única virtude. Tem, também, algumas pousadinhas, gostosas sombras de amendoeiras, areias macias e um bom restaurante, cujo nome é igual ao da própria praia: o Maguariqueçaba, e tem como carro-chefe o prato camarão no abacaxi, uma criação do simpático proprietário, Paulo de Brito, servido com farta salada, batatas fritas e arroz. No cardápio, há outras boas opções, como o tradicional peixe com banana, moquecas e deliciosas porções. Nossa sugestão: não perca a farta porção de lula à dorê, crocante e sequinha!
Camarão no abacaxi, um dos pratos mais pedidos no restaurante Maguariqueçaba, na Enseada do Sítio Forte, na Ilha Grande (Foto Otto Aquino)
Para quem não tem barco próprio, não tem problema! A agência de passeios Lanchas Ilha Grande (tel. 24/999033870 ou www.lanchasilhagrande.com.br), com sede na Vila do Abraão (a capital da Ilha Grande), faz passeios pela região e leva turistas para conhecer o restaurante, além de oferecer passeios por outras ilhas de Angra.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Ted Turner participou da America's Cup com o veleiro Courageous e entrou para a história antes mesmo de fundar o primeiro noticiário 24 horas do planeta
A Volvo Ocean Race 2017-18 começa em outubro e as equipes confirmadas até o momento se movimentam no mercado para formar suas tripulações. O chinês Dongfeng Race Team foi rápido e trouxe o francês Jérémie Beyou, velejador que terminou recentemente uma volta ao mundo em solitário – Vendée Globe – em terceiro lugar. Além dele, o time de Charles Caudrelier recrutou os neozelandeses Stu Bannatyne e Daryl Wislang, o último integrou o campeão da temporada passada (Abu Dhabi). Atletas da China estão sendo testados e devem formar o grupo nos próximos dias.
“É um desafio muito grande e emocionante. Temos grandes expectativas para um bom resultado nesta regata. Sabemos exatamente o que precisamos fazer bem. O Dongfeng é uma equipe interessante, pois temos atletas de diferentes idades, nacionalidades e origens. Temos velejadores de oceano, de regatas com barcos menores e veteranos de Volvo”, disse Jérémie Beyou.
Stu Bannatyne tem sete participações na Volvo Ocean Race, incluindo tês títulos: New Zealand Endeavour, Illbruck Challenge e Ericsson 4. Seu compatriota Daryl Wislang correu quatro vezes a regata e estava na tripula vencedora da edição passada. A equipe da China segue em Lorient, na França, fazendo testes.
O MAPFRE está a cada dia anunciando integrantes para sua equipe de terra e também para o barco. A última novidade do comandante Xabi Fernandez foi a inclusão do velejador Antonio “Ñeti” Cuervas-Mons. Pela segunda vez seguida no barco espanhol e a quarta na volta ao mundo, o espanhol será proeiro da equipe na regata, que começa em outubro deste ano. . Além da volta ao mundo, Ñeti corre regatas pelo mundo. Seu último feito foi a bordo do Perpetual LOYAL, um monstruoso barco de 100 pés (30,5 metros) que pulverizou o recorde de 628 milhas (1.116 quilômetros) entre Sydney (Austrália) e Hobart (Tasmânia) em 1 dia, 13 horas, 31 minutos e 2 segundos. Nenhum dos 4.800 barcos que participaram desde 1945 da lendária regata nunca foram tão rápidos.
”Isso é navegar em sua pura essência, durante muitos dias seguidos e competindo 24 horas por dia”, comentou Cuervas-Mons pouco antes da sua segunda edição na Volvo Ocean Race.
A Volvo Ocean Race começa em Alicante no dia 22 de outubro e termina em Haia no final de junho de 2018. A regata contará com um total de 12 cidades-sede e levará as equipes para um desafio de 45.000 milhas náuticas ao redor do mundo. Três equipes já anunciaram suas campanhas – Team AkzoNobel (comandado por Simeon Tienpont), Dongfeng Race Team (Charles Caudrelier) e MAPRE (Xabi Fernández).
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O engenheiro civil Aquiles Rosa tem 55 anos e vive em Jundiaí, a cerca de 60 km de São Paulo, onde constrói galpões para locação. É casado e pai de três filhos. Nos fins de semana, costuma ir até a Marina Supmar, no Guarujá, onde pega sua Ferretti 48 (transformada em uma 53 pés, após uma reforma que alongou a popa do barco em 1,30 m), batizada de Again, para acelerar fundo rumo a localidades na região, onde passa o dia ao lado de familiares e amigos. Embora a embarcação seja equipada com uma cabine, ele prefere pernoitar em terra, já que tem um apartamento também no Guarujá.
Aquiles Rosa, dono da embarcação Again
Às vezes, Aquiles dá uma esticada até Ilhabela, a 60 milhas de distância, visitando também Indaiá e As Ilhas, no litoral norte paulista. O que não é difícil, uma vez que esta offshore navega a uma velocidade de cruzeiro de 50 milhas por hora (43,5 nós), podendo vencer facilmente percursos mais longos. Isso, graças à tripla motorização, que entrega um total de 2 700 cv de potência. Em uma das reformas que fez no barco, que foi fabricado em 1999 e está em poder de Aquiles desde 2005, além de pintá-lo de laranja com detalhes em cinza e preto (a cor original era branco, com uma faixa roxa no costado), e fazer outras modificações estruturais, o engenheiro mudou também o nome da embarcação, que se chamava Thayada, para Again. Porque, com a reforma, dizia estar fazendo tudo novamente, a partir do zero.
No fim da tarde de 28 de fevereiro, terça de Carnaval, o engenheiro voltava de um dia de lazer na Enseada do Guarujá. Navegava com a Again, que pesa 19 toneladas, exatamente na velocidade de cruzeiro, segundo o relato que concedeu hoje à NÁUTICA. Foi quando, perto da Ilha das Palmas, afirma ter perdido a direção do barco (o próprio Aquiles pilotava a lancha), que, então, abalroou outra embarcação, uma lancha de recreio cabinada de nome Dika Brothers. Aquiles diz que, na hora, parou ao ouvir um grito (da ocupante do barco abalroado que gravava o vídeo). “Eu parei, voltei e eles fugiram de mim. Não sei o porquê. Talvez estivessem assustados”, prossegue.
Diz também que são mentirosas as acusações de que, costumeiramente, pilota sua lancha de maneira perigosa, fazendo manobras imprudentes e colocando em risco a vida dele e de outros navegadores. “Falam isso porque o meu barco é o mais bonito da região. É uma obra de arte! Incomoda, sabe?”. Aquiles Rosa afirma, ainda, estar com a consciência tranquila em relação a tudo o que aconteceu e foi registrado em um vídeo feito pela ocupante do Dika Brothers — que gravava, na verdade, o pôr-do-sol. “Tudo aconteceu após o estouro de um flexível do flape de bombordo, o que fez com que a offshore navegasse a boreste, ocasionando o choque”, afirma. As causas, circunstâncias e responsabilidades são objeto de um inquérito administrativo instaurado pela Capitania dos Portos de São Paulo.
O QUE ACONTECEU ANTES DO ACIDENTE?
“Eu estava com um convidado, um senhor de 68 anos. Minha cachorra e meu marinheiro também estavam a bordo. Nós passamos o dia na enseada e estávamos voltando, à tarde. Antes de chegarmos no Clube de Pesca de Santos, tinham muitos barcos voltando e a água estava mexida, tinha muita marola… Minha velocidade de cruzeiro é 50 milhas, por ser um barco offshore. Eu vinha flapeado, justamente para manter esse controle do barco e fazer uma navegação mais tranquila. Quando eu cruzei por detrás desse barco (a lancha Dika Brothers, que seria abalroada), eu estava muito longe dele. Isso dá para notar no vídeo. Mas, quando eu ultrapassei a marola de outro barco, perdi a direção. Na minha cabeça, na hora, pensei ‘estourou a mangueira’ (da direção). Eu torcia o timão para a esquerda e o barco não me obedecia.”
O QUE OCORREU APÓS O CHOQUE?
“Eu fui atrás deles. Atraquei meu barco no Porto Marina Astúrias e tinha uma mulher me xingando de tudo quanto é nome. Eu falei (para o comandante do outro barco): ‘Senhor, está tudo bem? Eu ouvi um grito. Eu machuquei alguém?’. Ele me disse que tinha um filho paraplégico e eu dei graças a Deus por não ter machucado ninguém. Disse a ele, então, que meu marinheiro o procuraria (para arcar com os prejuízos decorrentes do choque), e ele disse que tudo bem. Só a mulher que não parava de gritar e me xingar. Então, eu disse a ela: ‘A senhora acha que eu gastei R$ 200 mil para pintar meu barco e vou sair riscando meu barco por aí?’. Expliquei que eu não tinha motivo para fazer aquilo, que eu perdi a direção. Nós não tínhamos discutido nem nada.”
QUAL FOI A CAUSA DA COLISÃO?
“Chamei um mecânico, tiraram o barco da água, e estourou um flexível do meu flape de bombordo. (Na hora do acidente) O flape subiu, deixou de exercer força e o flape de boreste continuou flapeado, me jogando a boreste de uma vez. Por isso que eu tentava corrigir com o volante e não conseguia de jeito nenhum! Houve pessoas que falaram: ‘Se tivesse tirado a mão (do manete, teria impedido a colisão). Isso é imperícia’. Se eu tivesse tirado a mão, tinha subido em cima deles (ocupantes do Dika Brothers). Seu eu tivesse desacelerado, perderia a tração do barco, porque meus hélices (dos motores) são de superfície, não são do tipo pé-de-galinha.”
HAVIA CONSUMIDO BEBIDA ALCOÓLICA?
“Olha, eu gosto de tomar uma cerveja, hein? Mas estou há três meses sem beber. Recentemente tive uma luxação de quadril. Estou sofrendo muito com isso. Tomo um medicamento pesado para tentar regenerar a cartilagem e não sentir tantas dores, mas está difícil. Todos os retornos de passeio quem faz é meu marinheiro, sempre — eu vou e ele volta. Como eu não tinha consumido nenhum tipo de bebida alcoólica, eu estava no comando na ida e na volta.”
O QUE PRETENDE FAZER AGORA?
“Fiquei muito chateado com essa repercussão toda, até porque o estrago que aconteceu foi insignificante. Apenas triscou um barco no outro. No meu barco eu preciso só passar uma cera para tirar o risco que foi feito. Já no outro, foi feito um risco também, de mais ou menos um palmo, abaixo do verdugo. O estirante do guarda-mancebo já estava solto, não estragou com a colisão. Estou tirando print de todas as pessoas que estão me ofendendo na internet e nas redes sociais. Já fiz um boletim de ocorrência e vou processá-los por calúnia, porque ninguém me conhece nem sabe o quanto eu trabalho. Já fiz cinco simpósios sobre segurança no mar, na Marina da Glória. Sou mestre amador e só não sou capitão porque não tenho veleiro. Não tenho necessidade. Já socorri muita gente no mar, já reboquei muitos barcos… Não quero livrar minha culpa. Mas, para mim, o que aconteceu foi como um motoqueiro que passou e arrancou o retrovisor do meu carro. Por que toda essa repercussão?”
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Saber a profundidade e o relevo do fundo onde navegamos é algo muito simples com os ecobatímetros, sondas e fishfinders comuns, mas estes úteis equipamentos não mostram se há algo à frente do barco — perigos como um banco de areia ou um tronco de árvore semissubmerso. Isto está mudando rapidamente, com a adoção cada vez maior do “sonar dianteiro” (forward sonar) pela indústria de equipamentos de navegação eletrônicos para barcos de lazer. Antigamente usada apenas para fins militares em submarinos e, até poucos anos atrás, em alguns instrumentos de uso civil, essa tecnologia permite visualizar não apenas o fundo, mas o que está avante do barco, abaixo da linha d´água. Como funciona você confere aqui, nas explicações do engenheiro Nicola Getschko a cinco questões básicas sobre equipamentos que oferecem esse recurso.
Como os sonares dianteiros operam?
O princípio é o mesmo dos ecobatímetros e fishfinders. Um transdutor instalado no casco emite um pulso de ultrassom, que é refletido parcialmente quando encontra um obstáculo sólido (o fundo, um peixe, rocha, tronco etc.). Este eco é captado pelo mesmo transdutor e o sonar então calcula a distância até o obstáculo pelo tempo decorrido entre a emissão do pulso e o retorno do eco.
Fishfinders e sonares dianteiros usam o mesmo transdutor?
Não. Sonares dianteiros usam transdutores especiais, com varredura em torno de 90 graus no plano vertical e a informação captada por eles permite formar uma imagem do fundo e à frente do barco. Modelos mais sofisticados podem operar em 3D, com varredura horizontal entre 30 graus e 60 graus mostrando uma imagem mais completa do fundo e, até mesmo, formar linhas isobatimétricas à frente.
Qual o alcance máximo do sonar frontal?
O alcance depende do tipo de fundo, de obstáculo e da profundidade. Fundos e obstáculos mais “duros” dão um resultado melhor. Normalmente, o alcance máximo, em condições favoráveis, gira em torno de 100 m, chegando a 130 m ou 150 m para fundos rochosos ou de coral. Mesmo com este alcance, o uso do sonar exige navegar com cautela e baixa velocidade para o piloto ter tempo de evitar um perigo.
Sonares que operam em tempo-real são melhores?
A vantagem desses aparelhos é a maior segurança para evitar eventuais obstáculos. Eles atualizam a imagem na tela mais rapidamente, porque têm maior capacidade de processar e mostrar as informações captadas pelo sensor de ultrassom. Assim, o piloto tem mais tempo para evitar os perigos. Por exemplo, se a demora para processar e exibir a informação for de 3 segundos, um barco que esteja navegando a 10 nós já terá percorrido 15 m nesse tempo, ou seja, estará bem mais perto do perigo do que a tela indica.
É possível adaptar um fishfinder comum para operar como sonar frontal?
Não. Teoricamente, esses aparelhos funcionam pelos mesmos princípios, mas diferem no modo de processar as informações, exibi-las no monitor e, principalmente, na velocidade que fazem isto. O sonar frontal exige equipamento mais sofisticado, preciso e rápido para ser eficiente, e isto faz seu preço ser bem mais alto que dos fishfinders e ecobatímetros comuns.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
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O Parque Estadual Ilha do Cardoso abriu o credenciamento das embarcações que atuam em atividades turísticas comerciais na região com o objetivo de ordenar a visitação pública e garantir a segurança dos usuários e a conservação do meio ambiente. Os proprietários deverão apresentar a documentação completa das embarcações até o dia 11 de abril, na Sede Administrativa do PEIC, em Cananéia.
Qualquer proprietário de embarcação de turismo náutico poderá se cadastrar, desde que atenda a todos os critérios exigidos pelo credenciamento e participe da capacitação que será realizada pelo parque com o objetivo de tomar conhecimento das normas de visitação do local.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Ted Turner participou da America's Cup com o veleiro Courageous e entrou para a história antes mesmo de fundar o primeiro noticiário 24 horas do planeta
A Riva 76 Perseo Coupé foi novamente premiada, agora, durante o Japan International Boat Show, como “Biggest Imported Yacht of 2016” no “Boat of the Year Japan Award”. A premiação foi concedida no último dia 2, durante a abertura do salão náutico, que teve encerramento no domingo, 5. A Riva participou do evento por meio da concessionária Lyu Company, que apresentou Aquariva Super e Iseo.
“Esta nova vitória para Riva 76′ Perseo nos enche de orgulho e satisfação”, comentou Stefano De Vivo, Diretor Comercial do Grupo Ferretti. “Com esta embarcação conseguimos um sucesso notável em todo o mundo, o que é prova de seu status como um ícone de estilo dentro da frota coupé. Receber um reconhecimento deste calibre num mercado extremamente seletivo e muito importante para a Riva confirma a apreciação que a marca tem recebido no Japão e no resto da Ásia, reforçada pela chegada iminente da primeira unidade do novo Riva 100′ Corsaro em Hong Kong.
Com 23,25 metros de comprimento, Riva 76 Perseo tem capacidade para 16 pessoas a bordo. Seu layout inclui três suítes duplas no convés inferior e plataforma principal com sofá, mesa para refeições, posto de comando, além de área de convivência na praça de popa e solários. Esportiva e elegante, o modelo conta com mais de 40 m² de superfícies envidraçadas. O amplo para-brisa foi pensado para possibilitar maior visibilidade. O deque espaçoso harmoniza com as linhas aerodinâmicas e garante privacidade e relaxamento. Pode ser equipada com motorização MAN V12 de 1800 hp.
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A dupla de velejadores do Iate Clube de Santa Catarina, Ricardo Halla e Marcela Mendes, confirmou o bicampeonato do Campeonato Sul-Brasileiro de Hobie Cat, disputado de quinta até sábado da última semana, em Florianópolis. A disputa foi definida apenas nas últimas regatas da competição com vantagem de apenas dois pontos dos catarinenses para a dupla paulista Felipe Frey e Geisa Frey.
Após começarem o evento com três vitórias, Ricardo e Marcela viram a diferença cair para apenas dois pontos após um dia quase perfeito dos paulistas na sexta. No último dia, Felipe e Geisa venceram a primeira regata, mas sofreram uma quebra na segunda penúltima regata do evento. Enquanto isso, a dupla do ICSC manteve a consistência durante todo o evento, com dois segundos e um 3º no sábado. João Kraemer e Daniele Capiotti (RS) fecharam o evento na 3ª posição.
“Jurerê sempre é bom. Vento nordeste todos os dias, o que proporcionou um campeonato bem disputado. Definimos apenas no final”, comentou Halla. “Tivemos um pouco de sorte no fim, pois a dupla e São Paulo quebrou na penúltima regata. Ganhar em casa é muito bom, essa não é a primeira vez que ganhamos aqui. Agora é focar no Brasileiro que vale vaga para o mundial”, comentou.
“A condição estava perfeita. Conseguimos velejar muito bem, além disso a gente conhecia bem a raia o que contribui bastante para o resultado”, comemorou Marcela Mendes, proeira do barco.
O último dia de regatas em Jurerê foi ainda melhor do que a quinta e sexta. O vento nordeste manteve-se firme, mas ganhando força, soprando entre 12 e 17 nós o dia todo. Com o título em Florianópolis, Ricardo Halla e Marcela Mendes repetem a campanha vitoriosa de 2016, quando terminaram a competição em primeiro lugar em Foz do Iguaçu.
Entre os Hobie Cat 14 só deu Santa Catarina no pódio. Após chegarem empatados ao último dia, Adam Mayerle e Henrique Gomes travaram um belo duelo pelo título, com vantagem final para Adam, que venceu duas das três regatas contra Henrique. Ao final, apenas um ponto separou os competidores. Eduardo da Silva completou o pódio.
A competição em Florianópolis reuniu vinte cinco embarcações, sendo catorze na classe Hobie Cat 16 e onze na Hobie Cat 14. O Campeonato Brasileiro de Hobie Cat será realizado entre os dias 10 e 18 de novembro, em Porto Alegre, no Clube dos Jangadeiros.
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Ted Turner participou da America's Cup com o veleiro Courageous e entrou para a história antes mesmo de fundar o primeiro noticiário 24 horas do planeta
Terça-feira de Carnaval, dia 28 de fevereiro, fim de tarde. Após um dia agradável de passeio na Enseada do Guarujá, um grupo de amigos retorna para a Marina Astúrias em uma lancha de recreio cabinada da marca Vega Boats, batizada de Dika Brothers. Uma das pessoas a bordo registra com uma câmera o pôr-do-sol, cujo reflexo se estende em um grande feixe a partir do horizonte, formando um conjunto harmônico com as águas calmas que banham essa parte do litoral sul paulista. Um belo espetáculo, enfim, que validava o registro. Pouco antes da entrada do Canal de Santos, porém, uma offshore cruza a esteira de uma embarcação de 50 pés que navegava quase em paralelo à lancha e invade o campo de enquadramento da câmera. O que está para acontecer parece improvável, mas se torna cada vez mais concreto à medida que a offshore avança, em alta velocidade, rumo à embarcação onde está esse grupo de amigos. E, então, abalroa-lhe o casco, no mínimo, danificando o guarda-mancebo, na altura da proa. Ouvem-se um grito e xingamentos. Atônitos, todos que estão a bordo perguntam-se o que aconteceu. “Como ele fez isso?”, questiona a autora do vídeo.
A aproximação da lancha Again, uma Ferretti 53.
A lancha Again se choca com a outra embarcação.
Uma das testemunhas do ocorrido (que voltava também do passeio, no entanto em outro barco, que vinha logo atrás da lancha abalroada) contou à reportagem de NÁUTICA que o comandante da offshore agiu de forma imprudente. “Ele tinha total ciência de que, se não tirasse a mão do manete, iria colidir com a lancha”, relatou. No vídeo, é possível ver que, após ter o curso de sua offshore desviado quando da passagem pela esteira do outro barco, o comandante até poderia tentar mudar o rumo, mas não o faz. O efeito, inclusive, é o oposto: mantendo forte aceleração, a offshore parece dirigir-se propositalmente em direção à lancha onde está o grupo de amigos.
Veja o vídeo na íntegra publicado no Facebook de Náutica.
Ainda de acordo com essa e outras testemunhas, que pediram anonimato, seguiu-se uma discussão entre os ocupantes dos dois barcos, na qual o comandante da offshore teria dito aos seus interlocutores que procurassem seus direitos. A discussão ganhou as redes sociais. O vídeo com toda a lastimável sequência do acidente foi publicado por NÁUTICA, no Facebook e no Instagram, gerando grande repercussão entre os leitores da revista. De maneira geral, as pessoas pedem que as autoridades tomem providências, no sentido de punir imprudências como esta e a fim de que fatos dessa natureza não voltem a ocorrer em nossas águas — clamor que tem total apoio de NÁUTICA.
Veja a repercussão entre os leitores da revista:
Uma das hipóteses para ocorrido teria a ver, justamente, com a “fama” do comandante em questão, dono de uma Ferretti 53 de cor laranja, com detalhes em preto, batizada de Again. Segundo afirmaram alguns leitores de NÁUTICA e frequentadores da região de Santos e Guarujá, ele costuma assustar navegadores, aproximando-se — sempre em alta velocidade — de outras embarcações, seja para “tirar uma fina”, seja para jogar água a bordo. Em qualquer um dos casos, frise-se, trata-se de atitude deplorável, mesmo porque coloca não só a vida dele como a de outras pessoas em risco. A propósito, houve quem lembrasse o acidente que vitimou Lars Grael, quando uma lancha invadiu a área da competição de que o iatista participava, em Vitória, no ano de 1998, decepando-lhe a perna direita.
Procurada pela equipe de NÁUTICA, a Capitania dos Portos de São Paulo, com sede em Santos, emitiu uma nota oficial à imprensa na noite desta segunda-feira (06). Leia, na íntegra.
MARINHA DO BRASIL COMANDO DO 8º DISTRITO NAVAL CAPITANIA DOS PORTOS DE SÃO PAULO NOTA À IMPRENSA A Marinha do Brasil (MB), por intermédio da Capitania dos Portos de São Paulo, informa que tomou conhecimento, no dia 28 de fevereiro, do abalroamento ocorrido entre as embarcações “DIKA BROTHERS” e “AGAIN”, próximo a Ilha das Palmas. Uma equipe de Peritos da Capitania dirigiu-se para as marinas onde se encontravam as embarcações. Foi realizada perícia nas lanchas, ouvidas testemunhas e confeccionado um laudo pericial. Do apurado, não houve vítimas ou poluição ambiental. Um inquérito administrativo foi instaurado para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.
NÁUTICA continuará apurando o caso e publicará o resultado do inquérito administrativo instaurado pela Marinha do Brasil. Enquanto o resultado não é divulgado, a lancha permanece lacrada pela Capitania dos Portos e impossibilitada de deixar a Marina Supmar, onde está abrigada.
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Que o Brasil tem inúmeros lugares paradisíacos ninguém duvida. E a prova disso é que, pela quarta vez consecutiva, a Baía do Sancho, em Fernando de Noronha, está entre as 10 melhores praias do mundo. Neste ano, a baía subiu de colocação e ocupa o primeiro lugar do ranking realizado pelo site TripAdvisor – um dos principais de turismo do mundo –, cujo prêmio Travellers’ Choice 2017 considera as melhores avaliações dos usuários nos últimos 12 meses.
A praia vem seguida da Grace Bay (Turks & Caicos) e da Eagle Beach, em Aruba. No ranking de faixas de areia paradisíacas e cobiçadas, ao redor do mundo, a Baía do Sancho aparece, ainda, ao lado de destinos como Grécia, Seychelles, Jamaica, França, entre outros. A Baía do Sancho é uma das praias de melhor acesso de toda a ilha de Fernando de Noronha, a pouco mais de 540 km de Recife, em Pernambuco.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
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Não é só no Brasil que acontece esse tipo de acidente. Foram divulgadas nesta semana imagens de um iate de 34 metros afundando em Port d’Andratx, em Mallorca, na Espanha. Acredita-se que o incidente tenha ocorrido na manhã do sábado, 4, na marina, graças aos ventos fortes, que causaram danos ao casco.
Trata-se do Paradise, da marca Custom Line, uma das divisões do Grupo Ferretti. O modelo foi construído em 2003, com casco e superestrutura compostos, e era alimentado por dois motores MTU de 2 775 hp cada.
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Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
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Em um país tropical, lanchas de proa aberta têm presença garantida nos portfólios dos principais estaleiros. Para quem só faz passeios curtos, isso implica num melhor aproveitamento do cockpit (onde se passa a maior parte do tempo a bordo). Mas imagine uma lancha de proa aberta de 36 pés, mas equipada com uma pequena cabine sob o convés, com duas camas de casal e um banheiro… Pois ela existe: é a Coral 36A.
O estaleiro pioneiro nesse tipo incomum de embarcação é o Coral, do Rio, que, no ano passado, lançou o maior exemplar da sua linha de produção com este arranjo, a partir da antiga Coral 34A. Além dos dois pés a mais na plataforma de ré, a lancha traz como novidade um banco reclinável na popa. Você pode conferir o teste completo do modelo na edição do mês de Náutica, que ainda está nas principais bancas e livrarias de todo o país.
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Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
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O Dubai International Boat Show 2017 terminou no último sábado, dia 4, e apresentou grandes novidades do setor náutico mundial. Entre elas, está o novo megaiate da Oceanco. Com 120 metros de comprimento, Amara – como foi nomeado – acomoda até 20 convidados e conta com bar na piscina, varandas abertas e amplas áreas de entretenimento, incluindo até mesmo um cinema com capacidade para receber 16 pessoas. Tudo isto no convés principal. No convés superior, fica a ampla suíte do proprietário, com piscina privativa. A área tem, ainda, espaço de jantar ao ar livre para 20 pessoas na plataforma de popa. O modelo foi projetado em parceria com Sam Sorgiovanni Designs.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Ted Turner participou da America's Cup com o veleiro Courageous e entrou para a história antes mesmo de fundar o primeiro noticiário 24 horas do planeta
A 18ª edição da tradicional Regata Ilha de Caras Revista Náutica acontece no próximo sábado, dia 11, com a participação das classes ORC, IRC, BRA RGS, APS, CRUZEIRO, MULTICASCO E FEMININO, em Angra dos Reis.
As inscrições terminam nesta segunda-feira, 6, mas ainda dá tempo de você garantir a sua participação! Acesse já o link oficial do evento e cadastre-se! O valor é de R$ 140, por tripulante. Como de costume, após a regata, os participantes desfrutarão de uma animada feijoada da Ilha de Caras.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
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Os velejadores Geison Mendes e Gustavo Thiesen venceram o Campeonato Sul-americano da classe 470 que teve encerramento neste domingo, 5, no Veleiros do Sul, em Porto Alegre. Em segundo lugar, ficaram os cariocas Henrique Haddad e Breno Abdulklech e, em terceiro na colocação geral e em primeiro na categoria feminina, as gaúchas olímpicas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan. E na categoria júnior os campeões foram os argentinos Agustin Romero e Fermin Jacobs. Veja a classificação completa aqui.
A dupla campeã do Veleiros do Sul (Navegação Aliança/Honda Via Porto) nem correu a última regata porque já estava com o título garantido por antecipação e também o tetracampeonato: 2013, 2014, 2015 e 2017.
“Nós optamos por não correr a última regata porque o vento estava muito forte e queríamos preservar as velas e descansarmos um pouco. Hoje, a dupla do Rio de Janeiro procurou nos marcar na raia, o que é normal numa disputa, mas conseguimos velejar melhor porque taticamente fizemos tudo certo”, comentou o timoneiro Geison Mendes, 29 anos. Das oito regatas que eles participaram, ficaram em primeiro lugar em cinco. Ao chegarem no pátio do clube Geison e Gustavo receberam muitos parabéns e o carinho em forma de festa pelas crianças da flotilha de Optimist.
Os velejadores nem terão um tempo de pausa para comemorações porque nesta segunda-feira, 6, começa outro desafio para eles: as regatas da Copa Brasil de Vela, em Porto Alegre, que definirá a Equipe Brasileira de Vela 2017 que iniciará o ciclo dos Jogos de Tóquio 2020.
O último dia do Sul-americano teve chuva na raia antes da largada da primeira das três regatas realizadas na raia de Ipanema. Com a entrada da frente fria, após a chuva, o vento veio de direção sul e com rajadas de até 23 nós de intensidade. O que provocou ondas mais fortes no Guaíba. O Sul-americano teve a participação de 13 tripulações do Brasil, Argentina e Equador.
A entrega de prêmios foi realizada no início da noite no salão social liderada pelo Comodoro Eduardo Ribas e acompanhado pelos vice-comodoros. Ribas falou o evento e parabenizou todos os competidores, destacando o esforço da timoneira medalha de bronze em Pequim, Fernanda Oliveira, que correu o campeonato grávida de cinco meses.
Os troféus foram entregues por Alexandre Saldanha, representando a CBVela, Manuel Pereira, Comodoro do Clube dos Jangadeiros, vice-presidente do Conselho Deliberativo do VDS, Eduardo Scheiddeger Jr., Diego Quevedo, vice-comodoro esportivo do VDS e Carlos Henrique de Lorenzi, da Fevers.
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O Campeonato Sul-americano da classe 470 teve início nesta quinta-feira, 2, no Veleiros do Sul, em Porto Alegre, com a participação de 13 barcos do Brasil, Argentina e Equador. O primeiro dia de disputa foi promissor para os velejadores locais que tiveram bom desempenho nas três regatas realizadas na raia do Guaíba.
A dupla Geison Mendes e Gustavo Thiesen fez as colocações 2º + 1º + 1º, e começou o campeonato na liderança. Em segundo lugar, vem outra dupla de Porto Alegre, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan. E, no terceiro lugar, estão os cariocas Henrique Haddad e Breno Abdulklech.
As condições de vento foram variadas, a competição iniciou com intensidade fraca de noroeste e no final da tarde aumentou um pouco a velocidade, com a direção sudoeste.
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A Brunswick do Brasil, que conta com fábrica em Joinville, Santa Catarina (subsidiária da Brunswick Boat Group EUA), comemora os resultados da participação na 20ª edição do Miami International Boat Show, que aconteceu em fevereiro.
Segundo a empresa, as vendas consolidadas no salão de Miami atingiram cerca de U$ 4 milhões, com 40 barcos. Os novos clientes que optaram por modelos de 16 a 35 pés são compradores da América Latina. Os principais endereços das encomendas logo chegarão em países como: Paraguai, Uruguai, Argentina, Peru, República Dominicana, Panamá e Guatemala.
“Este resultado é essencial para alcançar a meta de 25% nas exportações da fábrica catarinense”, revela Reinaldo Maykot, Diretor Geral da Brunswick do Brasil. “Em 2017, parte de nossa estratégia empresarial está voltada para as exportações, prevemos aumentar as vendas para países da América Latina em mais de 100 embarcações, além destas já comercializadas”, complementa Maykot.
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O Dubai International Boat Show 2017 começou no dia 28 de fevereiro e vai até este sábado, 4. O salão náutico reúne na Dubai International Marine Club, Mina Seyahi, grandes destaques e lançamentos mundiais. Entre as empresas expositoras do salão náutico, estão Amels, Aston Martin Dubai, Azimut-Benetti, Baglietto, CRN Yachts, Feadship, Ferretti, Fincantieri Yachts, Heesen, Oceanco, Seakeeper, entre outras.
Os ingressos podem ser adquiridos pelo site oficial do evento, no valor de 60 AED (moeda local), o que equivale a cerca de R$ 51.
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A Ringepresa de Guarapiranga (Clube de Campo São Paulo) recebe neste fim de semana, dias 4 e 5 de março, a segunda etapa da Copa Paulista, aberta aos veleiros das classes Multicascos Tornado, Nacra 17 ou 20, A-Class, Super Cat 17, HC21, HC16, HC14, TomCat Race; e Monocascos HPE 25, O590, FD, Star, Lightn, Finn, Snipe, MT19, Flash 16.5, Day Sailer, Poli 19, Olímpico, 49er, 29er, 470, 420, Laser (Std, Radial e 4.7), além das Classes Optimist e Dingue.
As inscrições deverão ser realizadas anteriormente à disputa de cada uma das etapas, via internet.
Programação da 2ª Etapa:
Sábado (4/3)
• 11:00 às 11:15 – Premiação da etapa anterior, acompanhada de palestras das coordenadorias de classe, exibição de fotos e vídeos das regatas, sorteio de brindes
• 11:15 às 12:30 – brunch completo incluso na inscrição
• 14:00 – “COPINHA” dos Optimists e Dingues (entre raias 2 e 3);
• 14:00 – Regatas do Dia para as Demais Classes Convidadas (raias 2 e 3); Domingo (5/3)
• 13:00 – “COPINHA” dos Optimists e Dingues (entre raias 2 e 3);
• 13:00 – Regatas do Dia para as Demais Classes Convidadas (raias 2 e 3)
• Sinal de atenção – 13:00 horas.
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Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Ted Turner participou da America's Cup com o veleiro Courageous e entrou para a história antes mesmo de fundar o primeiro noticiário 24 horas do planeta
Ao primeiro olhar, o bote de apoio Primex 500 lembra um barquinho de pesca de alumínio. Mas, na verdade, usa casco de polietileno rotomoldado, uma espécie de plástico muito resistente. Quem o constrói é a paulista Primex Boats, um braço da tradicional Smart Pier, fabricante de caiaques, pedalinhos, plataformas flutuantes e acessórios para barcos. Quando foi apresentado ao nosso mercado, há pouco mais de dois anos, no São Paulo Boat Show, o Primex 500 chamou bastante a atenção do público. Mas muitas pessoas torceram o nariz e a olharam com certo desdém por conta do material usado na construção do casco. Sem razão. Trata-se de um bote seguro, prático e bem espaçoso, já que sua configuração interna privilegia o espaço livre. Pelo espaço e material do casco, o Primex 500, de 5 metros de comprimento, pode levar até seis pessoas — mesma capacidade, por exemplo, de uma lanchinha de 17 pés! Entretanto, para não haver aperto, apenas quatro são recomendadas.
O modelo está nas páginas da edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país. Garanta já a sua para conferir a matéria completa.
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Ted Turner participou da America's Cup com o veleiro Courageous e entrou para a história antes mesmo de fundar o primeiro noticiário 24 horas do planeta
Projetado na Itália e muito bem-feito no Brasil, o Torpedo T700 não se intimida com águas agitadas e confronta outros infláveis nacionais com um alto padrão de construção e acabamento. O inflável faz parte do portfólio da marca paulista Torpedo Marine, que está no mercado há três anos dedicando-se, principalmente, ao desenvolvimento de uma série de três modelos de barcos infláveis (T550, T700 e T900), com comprimentos aproximados de 5,5 m, 7 m e 9 m — todos desenhados na Itália pela H3O Yacht Design.
O primeiro a sair do forno foi o Torpedo T700, lançado oficialmente no São Paulo Boat Show do ano passado. Bem-acabado e com um desenho diferente dos infláveis nacionais, tendo a proa ligeiramente inclinada para baixo (detalhe que deixa o T700 com uma aparência agressiva e moderna), este barco inova no material de alta qualidade usado em sua construção. Além do tecido importado de hypalon Orca, da Pennell et Flipo (material utilizado também nos infláveis da Flexboat), o T700 usa cabeamento elétrico estanhado da Ocean Brazil, com certificação UL (órgão reconhecido internacionalmente), que ganhou fama pela longevidade em ambiente marítimo.
O barco foi testado por Náutica e faz parte da edição do mês, que está nas principais bancas e livrarias de todo o país!
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Entre os dias 5 e 11 de março, Porto Alegre recebe a IV Copa Brasil de Vela, no Clube dos Jangadeiros e no Veleiros do Sul. A competição promete ser recheada de emoções nas águas da capital gaúcha. Isso porque, além dos principais nomes da vela nacional, a competição, que acontece juntamente com a II Copa Brasil de Vela Jovem, terá a classe kitesurfe, com atletas de ponta mostrando toda a sua habilidade.
Esta será a primeira vez que a Copa Brasil contará com uma competição de Kitesurfe, e a expectativa é grande para receber feras como o jovem Arthur Veloso, Nayara Rocha e Bruno Lobo, este último, o atual campeão brasileiro de Hidrofoil, título conquistado em 2016, em Maracaípe, Pernambuco. A disputa, inclusive, será a primeira etapa do Circuito Brasileiro de Kitesurfe Hidrofoil 2017.
“Para nós, é super importante ter o kitesurfe presente no evento. Temos grandes chances de ter o kite aprovado como evento exibição nos Jogos de Tóquio, portanto, precisamos cada vez mais nos aproximar dos velejadores, de forma a iniciar uma preparação futura nessa importante classe. Estamos muito entusiasmados com a presença dos atletas do kite na Copa Brasil”, afirmou o Diretor-executivo da CBVela, Daniel Santiago.
A competição de Kitesurfe Hidrofoil em Porto Alegre contará com duas categorias: Tubular e Foil. Na primeira, os kites são equipados com velas infláveis, enchidas por uma bomba manual, ao contrário da segunda, em que se utiliza apenas o vento, durante a regata, para inflar as velas, formando uma espécie de parapente. A ideia da Associação Brasileira de Kitesurfe (ABK) é realizar várias outras etapas da modalidade ao longo do ano.
“Vai ser muito legal para nós participar desta Copa Brasil e estamos na expectativa de grandes disputas, sobretudo entre os atletas nordestinos, que andam muito forte, e os do próprio Rio Grande do Sul, que também vêm com força para a competição. Sem dúvida, será muito bom inclusive para que eles se preparem para campeonatos internacionais”, avalia o Presidente da ABK, Augusto Sampaio. Além da competição de Kitesurfe em si, que acontece de 9 a 11 de março, o evento contará com uma clínica para instrutores, ministrada pela ABK, de 5 a 7.
Dentro do melhor espírito de parceria, a sede será dividida entre os dois grandes clubes da modalidade em Porto Alegre: o Clube dos Jangadeiros e o Veleiros do Sul. As duas competições – IV Copa Brasil de Vela e II Copa Brasil de Vela Jovem – serão disputadas paralelamente, a fim de dar uma oportunidade para os jovens velejadores terem contato com os atletas das classes olímpicas, incluindo ídolos no evento como:
Robert Scheidt, maior medalhista olímpico do esporte brasileiro, que agora está na classe 49er;
Martine Grael e Kahena Kunze, campeãs olímpicas da classe 49er FX nos Jogos Rio 2016;
Fernanda Oliveira, medalhista olímpica na classe 470 em Pequim-2008;
Isabel Swan, medalhista olímpica na classe 470 em Pequim-2008;
Torben Grael, coordenador-técnico da Equipe Brasileira de Vela, dono de cinco medalhas em Jogos Olímpicos, vice-presidente da Federação Internacional de Vela e membro do Hall da Fama da modalidade.
O evento serve de seletiva para a formação da equipe brasileira de Vela em 2017. Os atletas vencedores da IV Copa Brasil de Vela e os velejadores Sub-23 mais bem classificados na IV Copa Brasil de Vela, nas suas respectivas classes, passarão a fazer parte do plano de investimento da CBVela para participação nas principais competições internacionais deste ano, sendo constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante todo o ciclo olímpico, até Tóquio 2020.
A IV Copa Brasil terá disputa nas seguintes classes: RS:X (Masc e Fem.), Laser Standard, Laser Radial (Fem.), Finn, 470 (Masc e Fem.), 49er, 49er FX, Nacra 17 (Misto), Kitesurf Hidrofoil Open (Tubular e Foil) e Kitesurf Hidrofoil Amador (Tubular).
A II Copa Brasil de Vela Jovem está aberta para as classes RS:X (Masc e Fem.), Laser Radial (Masc e Fem.), 420 (Masc. e Fem.), 29er (Masc e Fem.) e Hobie Cat 16 (Aberto).
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A italiana Ferretti Yachts acaba de divulgar seu mais recente projeto – o segundo neste ano, já que, recentemente, a empresa anunciou o Ferretti Yachts 780. Trata-se do Ferretti Yachts 920, que traz linhas imponentes e dinâmicas, amplas áreas e mobiliário sofisticado. O modelo foi criado na parceria entre o Comitê de Estratégia de Produto e o Departamento de Engenharia do Grupo Ferretti juntamente com o Studio Zuccon International Project, já está em andamento estaleiro Ferretti Yachts Cattolica e tem lançamento previsto para setembro.
Com casco totalmente novo, a embarcação tem 28,49 m de comprimento total e traz bastante áreas de relaxamento, além de janelas panorâmicas, promovendo maior entrada de luz no iate. A primeira unidade do modelo contará com suíte master e outros três camarotes, mas existe outra versão também disponível. Ferretti Yachts 920 pode ser equipado com três tipos de motores MTU, alcançando, segundo o estaleiro, aos 30 nós de velocidade máxima.
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O estaleiro pernambucano acaba de divulgar imagens do seu mais novo modelo RM 390 HT. Seguindo o estilo da RM 270, a lancha vem com solário de popa dois em um, que pode ser convertido, também, em espaço gourmet com churrasqueira. Ela conta, ainda, com solário de proa, HT elétrico e dupla motorização de 300 a 400 hp de potência.
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Porto Alegre e o Jangadeiros irão sediar quatro grandes eventos da vela em março. O primeiro deles, o Campeonato Brasileiro de 29er, maior competição nacional da classe jovem, tem iníncio nesta quinta-feira, 2, às 12h, e segue até o sábado, dia 4, com cerca de 20 embarcações de todo o país. As duplas Breno Kneipp e Ian Paim, Lorenzo Bernd e Phillipp Rump, Giovanne Pistorello e Luiz Pejnovic, Gabriel Kern e Diego Falcetta, Guilherme Plentz e Francisco Ruschel e Vitor Paim e Gabriel Simões defenderão as cores do Clube. A premiação será no sábado, último dia de competição, às 18h.
Além do Brasileiro de 29er, as seis duplas do Jangadeiros também disputarão a II Copa Brasil de Vela Jovem, de 5 a 11, que acontecerá junto com a IV Copa Brasil de Vela, quando estarão competindo estrelas do esporte como Robert Scheidt, Martine Grael, Kahena Kunze e Fernanda Oliveira. Os atletas também participam do Sul-Americano da classe 29er, de 22 a 25 de março.
A 29er é uma das classes mais novas da vela, envolve jovens de até 23 anos. Foi criada no final da década de 1990, onde começou a ser praticada em massa na Europa e na Austrália. No Brasil, ela ainda está se consolidando e o Clube dos Jangadeiros é um dos principais polos da modalidade.
Flotilha de 29er do Jangadeiros (Foto: André Alves de Oliveira)
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A Marina Bracuhy, em Angra dos Reis, está com preço especial para os velejadores inscritos nas regatas Ilha de Caras-Náutica e JL Marina Bracuhy. Entre os dias 11 e 23 de março, o preço será de R$ 28 por pé, para o período. Por exemplo, um barco de 30 pés vai pagar R$ 840, de 11 a 23 de maço. Já o período de 24 a 26 do mesmo mês, fica por conta da Regata JL Marina Bracuhy. Aproveite e faça já sua inscrição!
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A tradicional Regata Ilha de Caras Revista Náutica está chegando e, para não perder a regata mais charmosa do Brasil, você pode se inscrever por aqui até o dia 6 de março. O valor é de R$ 140, por tripulante.
Um dos principais eventos da vela brasileira, a regata comemora sua 18ª edição em 2017 com uma grande festa no dia 11 de março, em Angra dos Reis! Estão convidadas para a competição as classes ORC, IRC, BRA RGS, APS, CRUZEIRO, MULTICASCO E FEMININO.
Como de costume, após a regata, os participantes desfrutarão de uma animada feijoada da Ilha de Caras.
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O que você prefere? A suavidade do velejar ou a adrenalina de um barco a motor? Assim como muitos, Andrés Cárdenas, dono do estaleiro espanhol Nuva Yachts, fica com as duas opções. Daí ter encomendado ao estúdio Barcelona Yacht Design uma embarcação que levasse o prazer de navegar, em igual medida, a neófitos no mundo náutico e a navegadores experientes.
Foi assim que nasceu o Nuva MS6, que mede apenas 19,65 pés (5,99 m) de comprimento e 2,47 m de boca. Ele pode parecer pequenino ao primeiro olhar (e é, mesmo!), mas surpreende pelas múltiplas possibilidades que oferece. A começar pelo fato de ser híbrido, ou seja, poder ser usado como veleiro ou lancha.
A bordo deste barquinho revolucionário, é possível cumprir distâncias razoáveis, com rapidez (no modo motor), passar o dia velejando no destino da sua preferência (no modo vela) e, antes de voltar para a marina, tomar sol nos amplos solários do brinquedinho (amplos para valer, já que se estendem sobre a água, por causa de um recurso que prolonga o cockpit lateralmente) ou até tirar um cochilo em sua cabine (sim, há uma pequena cabine). É ou não é uma embarcação que entrega muito mais do que se poderia esperar dela?
Você pode conferir tudo sobre o Nuva MS6 na edição do mês de Náutica, que está nas bancas e livrarias de todo o país. Garanta já a sua!
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O novo catamarã italiano Overblue 48 traz design diferenciado e exclusivo e impressiona pelo espaço. O modelo foi criado sob o conceito de um houseboat e sua primeira unidade foi apresentada no Yachts Miami Beach, na Flórida.
O Overblue 48 conta com duas suítes, área central, cockpit de popa e cozinha. Seu ponto alto é a ampla área de convivência, com muito espaço no flybridge. Conheça a embarcação no vídeo feito por Guilherme Kodja especialmente para a Náutica durante o Miami Boat Show 2017.
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O Campeonato Sul-americano da classe 470 será realizado logo após o carnaval, com regatas que vão até o domingo, 5 de março. São previstas as disputas de 10 regatas. Pelo Brasil, estão inscritas seis tripulações: os campeões brasileiros de 2016 e tricampeões sul-americanos Geison Mendes e Gustavo Thiesen (Navegação Aliança/ViaPorto), os campeões brasileiros da categoria júnior Ricardo Paranhos e Thiago Ribas e os vices Pedro Corrêa e Rodolfo Streibel, todos do clube Veleiros do Sul.
Ricardo Pedebos/Divulgação/VDS
Os representantes do Brasil nos Jogos do Rio 2016 na 470: Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (CDJ/RS) e Henrique Haddad, que competirá com seu novo proeiro, Breno Abdulklech (RJ). Da Argentina virão quatro tripulações e do Equador uma dupla formada por Jonathan Martinetti, medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de Toronto 2015 na classe Sunfish e seu proeiro Francisco Almeida.
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A BRP conquistou o nono prêmio NMMA de Inovação de sua história no Miami Boat Show 2017, que teve fim nesta segunda-feira, 20, nos Estados Unidos. O responsável foi o modelo de moto aquática Spark Trixx, lançamento da Sea-Doo, o qual traz recursos que facilitam uma série de manobras ao piloto.
A reconhecida premiação é promovida pela associação norte-americana dos fabricantes do segmento náutico (NMMA). Com o objetivo de homenagear fábricas e fornecedores responsáveis por produtos inovadores, envolve um corpo de jurados formado por profissionais da imprensa especializada do setor. “O Sea-Doo Spark Trixx transforma os pilotos em artistas por meio de truques instantâneos. É possível virar herói em cinco minutos”, disse Alan Jones, um dos jurados.
A proposta inovadora de diversão foi fundamental para a conquista do prêmio. Com os apoios traseiros para os pés e guidão e colunas ajustáveis, o novo Spark Trixx facilita a realização de uma série de manobras, como empinar na água. O modelo ainda traz manoplas ergonômicas, sistema variável de Trim, iBr (freio e reverso exclusivos da Sea-Doo) e o motor de Eficiência Avançada de Combustão (ACE) Rotax 900 HO.
Para completar, faz parte da família de motos aquáticas Sea-Doo Spark, a mais acessível do mercado. “O Spark Trixx traz diversão para toda a família ao proporcionar uma experiência única sobre a água”, afirmou Anne-Marie LaBerge, Vice-Presidente Sênior de Marcas e Comunicação Global na BRP.
“Ganhar nove prêmios NMMA de Inovação é um grande prestígio, uma realização que a BRP comemora com muito orgulho. Representa um enorme reconhecimento aos nossos profissionais de design e desenvolvimento de produtos, e ainda reforça o compromisso de produzir a tecnologia que conduzirá a indústria náutica para o futuro”, concluiu Anne-Marie LaBerge.
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