Ferretti 450

16/08/2016

Nascido da parceria entre o Grupo Ferretti e o estúdio de design Zuccon, que cuidou do design exterior e interior, o novo Ferretti 450 apresenta linhas elegantes e dinâmicas, que dão a este iate de 45 pés um ar esportivo. O modelo é composto por três deques e esbanja conforto, possibilitando que os hóspedes aproveitem todos os momentos a bordo, e traz, ainda, plataforma de popa com área submersa que pode ser usada como clube de praia ou para concurso de até 2,80 metros.

Em seu interior, Ferretti 450 abriga, no convés principal, cozinha equipada com bancada, armários, geladeira e freezer, além de sala de estar central com dois sofás e mesa de jantar, e posto de comando. Três camarotes, com acomodações para seis pessoas em pernoite, estão localizados no convés inferior. O exterior do iate possui amplos espaços, incluindo flybridge com sofá em “L”, bar e solário para duas pessoas. Outro solário pode ser desfrutado pelos hóspedes na proa da embarcação.

Ferretti 450 está equipado com dois motores Cummins QSB 6.7. Os proprietários podem escolher entre duas opções de motor, com 425 Mhp ou 480 Mhp. A segunda opção possibilita uma velocidade de cruzeiro de 27 nós com uma velocidade máxima de 31 nós, segundo testes preliminares. O novo iate também pode ser equipado com um sistema de joystick, prático para fazer manobras e ainda mais fácil na amarração.

Foto: Divulgação

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    Segunda sem vento

    Por: Redação -
    15/08/2016

    Não é à toa que os velejadores tecem inúmeros comentários sobre a Baía de Guanabara. Para além das polêmicas condições de salubridade, as correntes e os ventos que serpenteiam por entre os morros — sem falar nas ondas, muitas vezes, gigantes — são assunto constante na fala dos velejadores. E eles estão certos. Após um início de tarde ensolarado, com 26 °C de temperatura, as regatas previstas para acontecer na raia de Copacabana (as três últimas séries da 470, Masculino e Feminino) e na raia do Pão de Açúcar (as Medal Races da Laser Radial e da Laser) foram postergadas.

    Com isso, a grande expectativa pela possível sexta medalha de Robert Scheidt em Jogos Olímpicos (ele pode alcançar o bronze na Laser, o que o tornaria o maior medalhista brasileiro, com seis conquistas) ganhou novos ingredientes de tensão, que se acumularão até amanhã, para quando essas duas Medal Races foram remarcadas, com início, provavelmente, às 13h05 — e um detalhe é que a mulher de Scheidt, Gintare, estará na finalíssima da Laser Radial, representando a Lituânia.

    Da mesma forma, todas as seis regatas classificatórias finais da categoria 470 que foram adiadas hoje serão realizadas nesta terça. E não deverá haver descanso para as Medal Races da classe, uma vez que estão agendadas para o dia seguinte. Na 470 Feminino, as brasileiras Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan ocupam a oitava posição geral, com 65 pontos, e têm grandes possibilidades de figurar na Medal Race. Enquanto isso, Henrique Haddad e Bruno Bethlem, na 470 Masculino, seguem na 24ª colocação e tentam melhorar sua classificação.

    Na raia de Copacabana, apenas os leves e rápidos barcos da 49er cumpriram as três baterias programadas. Ao fim dessa disputa, a dupla brasileira, formada por Marco Grael e Gabriel Borges, ficou na 10ª colocação, com 81 pontos. A três séries finais serão realizadas amanhã e eles tentarão se manter entre os dez primeiros, a fim de participar da Medal Race da categoria, marcada para quinta-feira, 18.

    Por sua vez, as três séries de hoje da 49er FX, que tem como nossas representantes Martine Grael e Kahena Kunze, aconteceram na raia de Niterói. Na sétima e na oitava, elas ficaram em terceiro lugar; na nona série, porém, finalizaram em 11º. Com isso, caíram da primeira para a terceira colocação geral, somando 46 pontos — a mesma pontuação da dupla neozelandesa, composta por Alex Maloney e Molly Meech. Na liderança estão as espanholas Tamara Dominguez e Berta Moro, com 43 pontos.

    Como se pode ver, a disputa pelas primeiras colocações está bastante acirrada. Martine Grael, inclusive, considerou normal a troca de posições no topo da tabela, dado o alto nível das competidoras. E ressaltou: “Ainda tem mais um dia!”, lembrando que as três regatas classificatórias finais acontecem também amanhã, junto com as dos homens.

    E que dia deverá viver a vela olímpica nesta terça-feira. No fim da tarde de hoje, uma frente fria fez a temperatura cair na Cidade Maravilhosa, trazendo muitos ventos e previsão de tempestade para a noite. Assim, as regatas de amanhã serão disputadas em condições bastante diferentes. Amanhã, se tudo der certo, o dia promete ser “quente”. Além das duas Medal Races da Laser e da Laser Radial, ocorrem outras duas Regatas de Medalha.

    A primeira será a da Finn, com a presença de Jorginho Zarif, a partir das 13h05. Em sexto lugar na classificação geral, no entanto, Jorginho está distante de conseguir mesmo o bronze, sendo necessária uma complexa combinação de resultados (ainda que ele saia vencedor na batalha final). A outra Medal Race será a da Nacra 17, na qual a dupla brasileira, composta por Samuel Albrecht e Isabel Swan, não terá possibilidade de medalha — os dois estão na 10ª posição geral, com 120 pontos. “Nos sentimos honrados por levar a bandeira brasileira a marcar presença na final da Nacra 17”, escreveu Albrecht em sua conta no Instagram. “Nesta terça, estejam também conosco!”, pediu.

    Foto: Divulgação

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      Sonho adiado

      Por: Redação -

      Primeiro foi a falta de ventos; depois, o cronograma apertado para acomodar todas as regatas previstas para hoje na Baía de Guanabara. Com isso, a tensa espera pelo início da Medal Race da Laser, com a presença do multimedalhista olímpico Robert Scheidt e de outros nove velejadores, ganhou um capítulo inesperado. E, se a natureza colaborar, o desfecho será amanhã. A organização, no entanto, não definiu ainda um horário para a regata final.

      Dono de dois ouros, duas pratas e um bronze, Scheidt é o quinto colocado na classificação geral, empatado com o britânico Nick Thompson (ambos somam 87 pontos), e tem chance apenas de agarrar o bronze. Esse resultado, porém, já será suficiente para fazer do velejador paulista o maior medalhista olímpico brasileiro (Torben Grael também é dono de cinco medalhas).

      Mas, para que isso aconteça, além de fazer um excelente trabalho na raia e da colaboração da natureza, Robert Scheidt precisará ficar de olho em dois concorrentes à sua frente. São eles o francês Jean Baptiste Bernaz, que soma um ponto a menos (86, lembrando que, nessa comeptição, quem tem menos pontos fica mais bem colocado), e o neozelandês Sam Meech, que está com 77 pontos. Na Medal Race, a pontuação é em dobro.

      As velejadoras da Laser Radial chegaram a ir para a água, com expectativa de largada às 16h15 (para se ter ideia, essa Medal Race seria a primeira do dia, com início às 13h05), mas a prova também foi cancelada e remarcada para amanhã. A prova, contudo, não terá a presença da bandeira brasileira na raia, uma vez que Fernanda Decnop ficou na 24ª posição geral e a Medal Race reúne somente as dez melhores da classe.

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        95 Yacht

        A Sunseeker International anunciou a entrega do primeiro iate Sunseeker 95 Yacht ao proprietário. Com 28,96 metros de comprimento, o 95 Yacht tem em um de seus destaques o layout do convés principal, com uma configuração triplex. Possui flybridge amplo, com bar, hidromassagem opcional e sofás. Tal como acontece nos modelos 2016 da marca, o 95 Yacht tem casco com V profundo clássico, para cortar melhor as ondas e contribuir para o desempenho do modelo. Seu casco foi projetado para obter uma velocidade máxima de 29 nós e de 24 nós em cruzeiro. O modelo conta com quatro camarotes, divididos entre suíte do proprietário, camarote VIP e outros dois camarotes de hóspedes, acomodando até oito pessoas em pernoite, além de acomodações para quatro tripulantes.

        Segundo a empresa, já foram vendidos nove unidades da série 95 Yacht desde o lançamento do projeto no Cannes Yachting Festival 2015. Outros cinco iates estão, atualmente, em construção na fábrica da marca.

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          Segundo a empresa, já foram vendidos nove unidades da série 95 Yacht desde o lançamento do projeto no Cannes Yachting Festival 2015. Outros cinco iates estão, atualmente, em construção na fábrica da marca.

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            16ª edição

            Por: Redação -

            A Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Esportes, promove no dia 27 de agosto, um sábado, às 13h, a 16ª Regata do Camarão, também conhecida como “A regata mais saborosa do Brasil”, já que ocorre em conjunto ao 21º Festival do Camarão. A prova já virou tradição e reúne às classes de vela de Oceano e de Monotipos.

            A regata terá largada em frente ao Píer da Vila, com contorno na Praiado Perequê (aproximadamente em frente ao Restaurante Deck), seguindo em direção à Praia do Sino retornando ao mesmo local de largada. O percurso pode ser alterado pela Comissão de Regatas.

            As instruções de regata estarão disponíveis na retirada do kit de inscrição.

            Os prêmios serão concedidos do 1º ao 3º colocado de cada classe.

            Inscrições

            Classes de Oceano: Os barcos e competidores da classe Oceano deverão se inscrever na Mar & Vela loja náutica, localizada na Avenida Força Expedicionária Brasileira, 324, em frente ao Yacht Club de Ilhabela. Informações pelo telefone (12) 3896-2921 ou pelo e-mail [email protected].  O valor da inscrição é de R$ 30.

            Classes de Monotipos: Os barcos e competidores das classes de Monotipos deverão se inscrever na sede da Escola Municipal de Vela, localizada no antigo Campo da Aviação. Informações pelo telefone (12) 3896-6737 ou pelo email [email protected]. A inscrição é gratuita.

            Os interessados podem se inscrever nos dois locais até o dia 27/8, às 11h.

            Foto: Divulgação

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              Moto aquática

              Com capacidade para três pessoas e um casco robusto, o VX Cruiser com motor tricilíndrico quatro tempos de 1 049 cm³, batizado de TR-1 High Output, será destaque da Yamaha durante o São Paulo Boat Show 2016. Segundo a marca japonesa, o propulsor é 13% mais potente, 20% mais econômico e 26% mais leve que o antecessor, o motor quatro cilindros de 1 052 cm³ que equipava a série VX. O modelo chega de fábrica com controle de manobras e desaceleração RIDE e casco construído a partir da tecnologia nanoxcel, um processo que o deixa mais leve.

              O São Paulo Boat Show acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

              Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

              Foto: Divulgação

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                Rio-2016

                A segunda-feira é dia de Medal Race para a classe Laser, dos brasileiros Robert Scheidt e Fernanda Decnop, na Baía de Guanabara. No masculino, Scheidt veio obtendo resultados irregulares durante as regatas classificatórias e ocupa a 5ª colocação geral, com 114 pontos. Já na Laser Radial, a representante Fernanda Decnop está fora da regata da medalha, que classificou os 10 primeiros colocados da lista geral. A brasileira ficou no 24º lugar após 10 regatas, com 191 pontos.

                Hoje é dia de competição, também, para as classes 470 e 49er. Donas do melhor desempenho nas regatas deste domingo, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, da 470 feminino, classe que ainda tem três regatas classificatórias a serem realizadas, contam com uma 21ª e uma 9ª colocação nas regatas de hoje, figurando na 8ª posição geral, com 65 pontos. Na 470 Masculino, segue dura a batalha de Henrique Haddad e Bruno Bethlem. Na primeira bateria do domingo, obtiveram apenas a 27ª colocação; na segunda, se recuperaram, ficando em 9º lugar. Mesmo assim, estão apenas na 24ª colocação.

                Classe dos representantes da família Grael, a 49er masculino conta com Marco Grael e Gabriel Borges na 10ª colocação geral, após seis regatas. Já Martine Grael e Kahena Kunze, ocupam a 6ª colocação da 49er FX feminino. A categoria terá, ainda, outras seis regatas classificatórias – tanto no masculino quanto no feminino – antes da Medal Race, que acontece na quinta-feira, 18, último dia de competição da vela nos Jogos Olímpicos Rio-2016.

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                  Um dia para ser esquecido

                  Por: Redação -
                  14/08/2016

                  Duas regatas decisivas, três medalhas de ouro. Nenhuma delas foi para o Brasil, o que não tirou o brilho da competição nas polêmicas águas da Baía de Guanabara. Assim como o holandês Dorian van Rijsselberghe, da RS:X Masculino, já havia garantido a medalha de ouro por antecipação, apenas ratificando o título no dia de hoje, foi a vez de o britânico Giles Scott, da Finn, fazer o mesmo. Na décima e última regata classificatória de sua classe, ele ficou em segundo lugar, o suficiente para deixá-lo isolado (e inalcançável) no primeiro posto, com 32 pontos. Jorginho Zarif classificou-se para a Medal Race, a ser disputada terça-feira, dia 16, mas segue em sexto lugar na classificação geral e distante de conseguir mesmo o bronze, sendo necessária uma complexa combinação de resultados (ainda que ele saia vencedor na batalha final).

                  Mas, antes dessa verdadeira surpresa na Finn, que veio no fim da tarde, o que mobilizava o público era a disputa derradeira na classe RS:X. E muita gente aproveitou o dia ensolarado no Rio de Janeiro, comparecendo em bom número à Praia do Flamengo, logo após o meio-dia, para ver de perto as regatas da categoria, nas séries Masculina e Feminina. Os homens foram para a raia primeiro. Com a Medal Race valendo o dobro de pontos (o primeiro colocado ganhava 2 pontos, o segundo 4 e assim por diante), o “pega” foi grande pela terceira colocação, já que os dois primeiros lugares no pódio já estavam garantidos desde a regata anterior: o já citado holandês ficou com o ouro, enquanto o britânico Nick Dempsey assegurou a prata.

                  A medalha de bronze acabou ficando com o francês Pierre Le Coq, que somou 86 pontos — apenas dois a menos que o polonês Piotr Myszka. A comemoração foi especial. Enquanto o segundo e terceiro colocados, Nick Dempsey e Pierre Le Coq, surfaram até a areia e foram celebrar junto do público na Praia do Flamengo, envergando, cada um, uma bandeira de seu país, Dorian van Rijsselberghe foi convocado para dar uma passadinha, de bote, no iate da família real holandesa, que, assim, prestou uma homenagem improvisada, mas oficialíssima, ao bicampeão olímpico.

                  Nosso representante na categoria, Ricardo Winicki, o Bimba, cruzou a linha de chegada na sexta posição, figurando na sétima colocação geral do torneio. Maior nome da classe no Brasil, aos 36 anos, ele se disse satisfeito por estar entre os dez melhores, disputando a Medal Race na Rio-2016, e não descarta participar de outro ciclo olímpico, com vistas a Tóquio-2020. “É a quarta final olímpica que faço. Sabia que seria difícil e saio de cabeça erguida”, avaliou ele, que teve como melhor resultado olímpico na carreira um quarto lugar em Atenas-2004. “Enquanto estiver entre os dez melhores do mundo, vou estar velejando”, prometeu.

                  Entre as mulheres, emoção não faltou. Mais da metade das dez velejadoras que estavam na raia tinham chance de beliscar uma medalha — inclusive a nossa Patricia Freitas. Ela conseguiu chegar em quarto lugar na Medal Race, mas terminou o torneio na oitava posição — o que não foi suficiente para garantir uma medalha. “Foi uma regata de performance, porém mais em relação ao equipamento”, comentou ela, ao fim da disputa, que teve como grande campeã a francesa Charline Picon. A chinesa Peina Chen e a russa Stefanyia Elfutina completaram o pódio da RS:X Feminino, ganhando prata e bronze, respectivamente. Charline foi bastante saudada pela torcida e, em especial, por compatriotas na chegada à Praia do Flamengo. “Com seis velejadoras com chances de medalha, foi uma luta muito boa. Talvez tenha sido até uma disputa inédita”, disse a francesa. “Foi inesquecível”, completou a russa.

                  Nas demais regatas disputadas hoje à tarde na Baía de Guanabara, o melhor desempenho coube a Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, da 470 Feminino, classe que ainda tem três regatas classificatórias a serem realizadas. Mas não será tarefa fácil. Com uma 21ª e uma nona colocação nas regatas de hoje, elas figuram na oitava posição geral, com 65 pontos — para efeito de comparação, a dupla austríaca, que ocupa o terceiro lugar, soma 44 pontos. Na 470 Masculino, segue dura a batalha de Henrique Haddad e Bruno Bethlem. Na primeira bateria, obtiveram apenas a 27ª colocação; na segunda, se recuperaram, ficando em nono lugar. Mesmo assim, estão apenas na 24ª colocação.

                  Finalmente, na Nacra 17, hoje foi o dia de Samuel Albrecht e Isabel Swan darem adeus às possibilidades de medalha. Após as três regatas do dia, os dois figuram na 10ª posição, tendo 120 pontos. Com isso, estarão na Medal Race, que, a exemplo da Finn, ocorre na terça, 16. Nesta segunda, será dia de Medal Races para as classes Laser e Laser Radial. Na primeira, Robert Scheidt, em quinto lugar na classificação geral, tentará o bronze, mas na segunda o Brasil não terá representante, já que Fernanda Decnop terminou a fase classificatória na 24ª colocação.

                  Foto: Divulgação

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                    Por: Redação -

                    Em um dia de sol e calor no Rio de Janeiro, com temperatura na casa dos 26 °C, todas as atenções na Marina da Glória — sede das competições de vela na Rio-2016 — voltam-se para a classe RS:X, que terá, daqui a pouco, a sua decisão, com a realização das Medal Races. Apenas dez atletas participam de cada uma das chamadas Regatas da Medalha, e há dois brasileiros na disputa: os velejadores Ricardo Winicki, “Bimba”, e Patricia Freitas, da RS:X, classificados em 7º e 9º lugar na geral, respectivamente.

                    Bimba é quem vai para a raia primeiro. A previsão de largada às 13h05, no entanto, foi revista, em razão da falta de ventos. Porém, tanto a primeira quanto a segunda colocação na RS:X Masculino já estão definidas — com sabor de repeteco. O holandês Dorian van Rijsselberghe, dono do ouro em Londres-2012, fez o mesmo na Rio-2016. Assim como o britânico Nick Dempsey, que ficou com a prata nos Jogos de Londres e, agora, repete a posição nos Jogos da Cidade Maravilhosa. Ambos só perderão suas posições se forem desqualificados na regata derradeira, o que é, praticamente, impossível.

                    Assim, resta o bronze, mas, infelizmente, Bimba não tem mais condições matemáticas de conquistá-lo. Resta a ele, então, cumprir um bom desempenho na raia da Praia do Flamengo. Os melhores resultados do velejador brasileiro em Olimpíadas foram um quarto e um quinto lugar, em Atenas-2004 e em Pequim-2008, respectivamente.

                    No caso da RS:X Feminino, com largada prevista para as 14h05, está tudo em aberto, mas as chances de Patricia Freitas são difíceis, matematicamente, já que, além de uma boa performance, ela precisa de uma combinação de resultados para subir ao pódio. De qualquer forma, em sua conta no Instagram, a atleta pediu, ontem, a ajuda dos brasileiros para conseguir o possível e o impossível na raia. “(Estou) Convocando toda a torcida para fazer muito barulho na Praia do Flamengo, amanhã”, escreveu.

                    Além das Medal Races na classe RS:X, haverá, hoje, disputas regulares nas categorias 470 Feminino e Masculino, Nacra 17 e Finn.

                    Foto: Divulgação

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                      Rio-2016

                      12/08/2016

                      Depois de muita instabilidade climática no Rio de Janeiro, a sexta-feira terminou com os velejadores Ricardo Winicki, “Bimba”, e Patricia Freitas, da RS:X, classificados em 7º e 9º lugar na geral, respectivamente, para a Regata da Medalha, que acontece domingo, dia 14.

                      O dia foi de estreia para os atletas brasileiros da 49er – estreantes, também, nos Jogos Olímpicos -, Marco Grael e Gabriel Borges , que ficaram em 10º e 11º lugar nas regatas de hoje, ocupando a 12ª posição na colocação geral; e Martine Grael e Kahena Kunze, que ficaram em 9º e 1º lugar nas regatas de hoje, ocupando a 2ª posição na colocação geral, atrás somente das canadenses Erin Rafuse e Dannie Boyd.

                      De volta à água hoje pela Laser, Robert Scheidt melhorou seu desempenho, chegando em 4º e 5º nas duas regatas desta sexta, e subiu do 4º para o 2º lugar na colocação geral. Estando classificado para a final, o atleta tentará sua sexta medalha olímpica na medal race que acontece na segunda-feira, dia 15. A brasileira da Laser Radial, Fernanda Decnop, ocupa a 24ª colocação geral.

                      Já na 470, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, que haviam passado da 4ª para a 9ª colocação geral, ocupam, agora, a 7ª posição, depois de ficar em 10º e 2º lugar nas regatas do dia. Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, passaram da 23ª para a 24ª posição.

                      Abaixo, “Bimba”, competindo pela RS:X masculino:

                      Foto: Divulgação

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                        Horizon FD 85

                        A primeira unidade do Horizon FD 85, da Horizon Yachts, foi lançada e está pronta para ser entregue ao seu proprietário. Medindo 25,99 metros de comprimento, este novo modelo apresenta design interior e exterior assinado pelo estúdio holandês de design Cor D. Rover e é a primeira embarcação da nova gama de deslocamento rápido do estaleiro. Sua boca (largura) de 7,07 metros resulta em volume interno 25% maior do que a maioria dos iates desta classe, segundo a marca.

                        Conta com acomodações para 10 convidados nos cinco camarotes disponíveis, além do alojamento para até três tripulantes. As janelas do chão ao teto foram pensadas para maximizar a entrada de luz natural no salão principal e na sala de jantar. O acesso ao flybridge é feito por duas escadas externas, que levam à piscina do convés superior e à cabine do piloto.

                        O modelo pode ser equipado com dois motores Caterpillar C18, de 2 272 hp no total, atingindo uma velocidade máxima de 16 nós. Aos 10 nós, Horizon FD 85 tem um alcance de 1 670 milhas náuticas, graças a capacidade de combustível de 10 200 litros.

                        Segundo a Cor D. Rover, planos para um modelo menor, chamado Horizon FD 65, já estão em desenvolvimento.

                        Foto: Divulgação

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                          Praia de vidro

                          Por: Redação -

                          O Parque Estadual MacKerricher, perto de Fort Bragg, no estado norte-americano da Califórnia, abriga uma inusitada praia, Glass Beach, formada por um tapete de pedras de vidro multicolorido. O local foi, durante vários anos, usado como lixão pelos moradores, que depositavam ali todo tipo de eletrodomésticos e garrafas.

                          Dizem que o lixo era atirado pelos moradores dos penhascos que contornam a costa da região, e que a prática era tão comum que muitas vezes se produziam incêndios para reduzir o tamanho da pilha. Somente em 1967 as autoridades deram fim à prática ilegal, proibindo o descarte e iniciando a limpeza da área para sua recuperação ambiental.

                          Hoje, Glass Beach, que passou por ação da natureza – o mar foi quebrando os vidros abandonados na areia, formando pedras de diferentes tamanhos, formatos e cores – é uma área de proteção ambiental aberta à visitação pública e vem se degradando graças aos turistas, que mesmo proibidos de recolher os pedaços de vidro que compõem a principal característica do local, ainda o fazem. As áreas protegidas da curiosa praia abrigam, ainda, muitas plantas nativas em perigo de extinção, assim como uma grande variedade de caranguejos e moluscos.

                          Foto: Reprodução

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                            Vai, Brasil!

                            Estão previstas para esta sexta de tempo instável no Rio de Janeiro, 20 regatas da fase de classificação. Os barcos das classes 470, 49er, RS:X e Laser irão para as águas da Baía de Guanabara na briga pela classificação na fase final da vela dos Jogos Olímpicos Rio-2016. O início das provas, que estava previsto para às 13h, foi adiado devido ao mau tempo na cidade maravilhosa. Inclusive os barcos da RS:X feminino e Laser Radial feminino, que já estavam competindo, tiveram a prova interrompida por causa das condições climáticas.

                            Hoje é dia decisivo para os velejadores da classe RS:X. No último dia classificatório, a classe disputará Regata da Medalha no domingo, 14, e conta com Ricardo Winicki, o Bimba, e Patricia Freitas como representantes brasileiros da modalidade. Os atletas estão na e 8ª na 5ª posição, respectivamente.

                            Na Laser, Robert Scheidt conseguiu dois bons resultados nas regatas de quarta-feira, um 11º e um 2º lugar, mas os 23º e 27º lugares nas regatas de segunda e terça-feira devem pesar no resultado final do atleta que tenta sua sexta medalha olímpica. Scheidt é o 4º na classificação geral, mas precisa de resultados mais regulares para subir para a zona de medalhas na medal race que acontece na segunda-feira, dia 15. A brasileira da Laser Radial, Fernanda Decnop, ocupa a 23ª colocação geral.

                            Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, passaram da 4ª para a 9ª colocação geral e também velejam hoje, assim como Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, que ocupam a nada confortável 23ª posição.

                            Estreia do dia, a 49er traz Marco Grael e Gabriel Borges na disputa masculina e Martine Grael e Kahena Kunze, na feminina. Marco e Martine trazem a vela no DNA. Em Atlanta-1996, o pai deles, Torben Grael, conquistou o ouro na Star ao lado de Marcelo Ferreira; e o tio Lars Grael foi bronze na Tornado com Kiko Pelicano. Marco e Gabriel são estreantes nos Jogos Olímpicos, assim como as representantes femininas Martine e Kahena. Que os bons ventos soprem para o lado do Brasil!

                            Foto: Divulgação

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                              Projeto diferente

                              Entre as tantas curiosidades da Holanda, uma ponte submersa, apresentada em 2002, chama a atenção de quem passa pelo país. Pensada para conectar a parte continental da Holanda à ilha artificial Flovoland, o projeto foi escolhido entre várias ideias propostas, que incluía a de um túnel subaquático. O objetivo era conseguir uma construção que possibilitasse o acesso de transporte terrestre e aquático sem interrupções, engarrafamentos nem atrasos.

                              Para a realização da obra, um aqueduto foi levado a cabo e foram feitas calçadas nas laterais da estrada, para que nem mesmo os pedestres ficassem de fora. Hoje, as pessoas transitam pela construção, que tem três metros de profundidade. Por dia, cerca de 28 mil carros passam pelo local, enquanto os barcos podem navegar sobre a ponte.

                              Foto: Reprodução/Divulgação

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                                Qualidade e performance

                                Por: Redação -

                                Um dos destaques do São Paulo Boat Show 2016 será o Williams Turbojet 385. Projetado para servir de embarcação de apoio em lanchas e veleiros acima de 60 pés, este barco inflável de Hypalon, feito na Inglaterra, tem acabamento de primeira e performance invejável, passando com facilidade dos 40 nós. Usa motor a gasolina quatro tempos de 100 hp e propulsão hidrojato, o que proporciona agilidade e segurança, além do fato de poder navegar em águas rasas.

                                O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                                Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                Foto: Divulgação

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                                  Desenvolvimento do setor

                                  Por: Redação -

                                  A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável de Palhoça e o Sebrae/SC realizarão o curso de Gestão Financeira para as empresas do setor náutico localizadas no município de Palhoça, abordando temas como planejamento financeiro, fluxo de caixa e planejamento de investimentos. Serão 20 horas presenciais mais duas horas de consultoria, de 15 a 26 de agosto, das 19h às 22h30, na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável. A inscrição é gratuita, com ficha disponível na internet, e conta com vagas limitadas. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (48) 3283-0169.

                                  Foto: Fotolia

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                                    Segue a disputa

                                    11/08/2016

                                    A quinta-feira foi um dia cheio para os brasileiros da vela na Olimpíada Rio-2016. Com 16 regatas no decorrer da tarde, estiveram na água as classes Finn, RS:X Feminina e Masculina, 470 Feminina e Masculina e Nacra 17, para a fase classificatória da competição.

                                    Na classe Finn, Jorginho Zarif terminou a sexta regata da competição na 19ª posição, ocupando 10º lugar na classificação geral. Os primeiros colocados da categoria são Giles Scott, da Grã-Bretanha, Vasilij Zbogar, da Eslovênia, e Zsombor Berecz, da Hungria.

                                    Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, foram da 4ª para a 9ª posição na colocação geral, depois de ficar em 10º lugar na segunda regata de hoje. Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, continuam ocupando a nada confortável 23ª posição, após quatro regatas no total.

                                    Após o dia de descanso, Ricardo Winicki, o Bimba, e Patricia Freitas voltaram a velejar na RS:X em busca de melhores resultados após a terça-feira cheia de altos e baixos. Bimba continua em 8º na colocação geral e Patricia foi para 5º, atrás somente de Itália, França, Rússia e Espanha.

                                    Na Nacra 17, Isabel Swan e Samuel Albrecht, terminaram a quarta regata do dia, de seis no total, no 16º lugar, indo para 8º no geral. As duplas australiana, britânica e italiana lideram, nesta ordem, primeiro, segundo e terceiro lugar.

                                    A torcida, agora, é que os brasileiros terminem a fase classificatória em melhor colocação para ficar mais perto da zona de medalhas na fase final (medal race) que começa no domingo, 14.

                                    Foto: Divulgação

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                                      Mapeamento ambiental

                                      Por: Redação -

                                      O piloto de paramotor e ambientalista Lu Marini e sua equipe, formada por seis profissionais, partem para a região de Mariana, em Minas Gerais, no dia 29 de agosto, para dar início à expedição “Rastreando o Rio Doce”, que tem como missão relatar a situação do Rio Doce, mostrar o cenário da natureza no entorno, assim como registrar imagens inéditas e histórias de quem perdeu tudo e teve que recomeçar a vida.

                                      Durante a expedição, um mapeamento será feito através dos voos, registrando importantes detalhes sobre a tragédia em toda a extensão do Rio Doce, além de entrevistar ribeirinhos, pescadores e pessoas que ainda hoje estão sofrendo, passados quase um ano do desastre. O objetivo é de passar por mais de 220 municípios encerrando a atividade na foz do rio em Regência, no Espírito Santo, após aproximadamente 23 dias.

                                      “Essa expedição será emocionante e desafiadora. Estarei frente a frente a maior tragédia mundial da mineração. Quero contar detalhes da história dos moradores e como estão vivendo atualmente. Espero encontrar no caminho pessoas que, de alguma forma, conseguiram dar a volta por cima e hoje, apesar dos problemas, voltaram a sorrir e a ter esperança de dias melhores”, comenta Lu Marini.

                                      A expedição resultará em um documentário e um livro, que serão lançados em abril de 2017, quando acontecem as comemorações pelo aniversário do Rio Doce.

                                      O Desastre

                                      Em 5 de novembro de 2015, o rompimento da barragem de Fundão, na cidade de Mariana (MG) fez com que uma enorme onda de lama, com mais de 50 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, atingisse mais 40 cidades no entorno do Rio Doce. O desastre resultou no sumiço de algumas cidades, como Bento Rodrigues, que foi completamente devastada, deixou 19 mortos, 1 desaparecido e 1 500 hectares de matas próximas a rios devastadas.

                                      Com cerca de 850 km de extensão, seu curso representa a mais importante bacia hidrográfica totalmente incluída na Região Sudeste. Suas nascentes estão localizadas na Serra da Mantiqueira, no encontro do Rio Piranga com o Rio do Carmo.

                                      Projeto Rios

                                      Em 2014, Lu Marini deu início ao Projeto Rios, decolando para sobrevoar toda a extensão do rio mais poluído do Brasil. Foram mais de 1 100 quilômetros sobre o Tietê, conhecendo de perto os problemas da poluição que o rio enfrenta, além de presenciar a maior seca dos últimos setenta anos.

                                      No ano seguinte, o piloto de aventura decolou para sobrevoar o Rio São Francisco, da nascente, localizada na Serra da Canastra, até sua foz na divisa de Alagoas e Sergipe. Foram 30 dias e quase 3 000 quilômetros documentando a situação atual de um dos cursos d’água mais importantes da América do Sul.

                                      Já em março de 2016, o piloto sobrevoou o Rio Paranapanema, considerado um dos rios mais limpo do estado de São Paulo.

                                      Outros importantes rios serão sobrevoados pelo piloto, entre eles, Xingu, Tocantins, Araguaia, Paraná e Amazonas.

                                      Foto: Divulgação

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                                        A embarcação será apresentada oficialmente no início de setembro, em um evento particular, em Monte Carlo, sendo uma das atrações do Cannes Yachting Festival e do Monaco Yacht Show.

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                                          Por: Redação -

                                          A já bela Florianópolis deve ficar ainda mais atrativa para moradores e turistas após a apresentação de um novo projeto, a construção do Parque Urbano e da Marina Beira-Mar Norte. A iniciativa foi da prefeitura que realizou um edital para escolher o melhor projeto, venceu as equipes dos escritórios de arquitetura ARK7 e JA8. São 320 mil metros quadrados na Baía Norte e paralelos à Avenida Jornalista Rubens de Arruda Ramos (popularmente chamada de Beira-mar Norte), divididos em quatro grandes áreas: Praça da Água, Praça Central, Praça do Mar e uma marina com vagas públicas e privadas.

                                          Quase 50 profissionais trabalharam no projeto que envolveu arquitetos, engenheiros, urbanistas, geógrafos, biólogos, oceanógrafos, paisagistas e especialistas em sustentabilidade. “É um projeto conectado com a cidade e a análise que o fundamentou envolveu outras áreas de lazer e espaços públicos de Florianópolis”, explica o arquiteto Giovani Bonetti, sócio da ARK7, junto com os também arquitetos Marcos Jobim e Silvana Calevaro. “O parque vai irradiar soluções para toda a orla da Baía Norte e seu entorno”, acrescenta Jobim. “A cidade ressente-se de espaços públicos, em especial de áreas interativas com o mar”, observa Silvana Calevaro. Para Juliana Castro, da JA8, o parque é acessível, diversificado e abrangente – o que proporcionará o uso da população em larga escala.

                                          O Parque Urbano e Marina Beira-Mar Norte é uma iniciativa da Prefeitura de Florianópolis, que promoveu concurso para selecionar o projeto do futuro espaço. A equipe liderada pela ARK7 e JA8 venceu nos quesitos ‘Estudo preliminar arquitetônico e urbanístico’ e ‘Viabilidade econômica e financeira’. A implantação envolve novo projeto de licitação pública, no qual os vencedores terão direito a explorar a área por 30 anos – e a expectativa da Prefeitura é de realizá-la ainda em 2016.

                                          Imagens Divulgação

                                           

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                                            Por: Redação -

                                            A lancha Beneteau GT 48, maior modelo da linha Gran Turismo da francesa Beneteau, começará a ser produzida na fábrica brasileira da marca ainda neste ano. A primeira unidade ‘made in Brasil’ será lançada no primeiro semestre no que vem, provavelmente no Rio Boat Show 2017.

                                            A embarcação, chamada de GT 46 lá fora, apresenta um hardtop aberto, vidros laterais elétricos e uma grande porta de vidro que protege o cockpit. Ela oferece dois arranjos de convés possíveis: com galley na popa ou no cockpit. Seu interior conta com a suíte do proprietário oferecendo uma vista para o mar nos dois bordos e uma cabine de hóspedes com chuveiro separado no banheiro. A Gran Turismo 46 apresenta arranjos com duas ou três cabines, oferecendo um interior de qualidade para seu tamanho, bem ventilado e provido de muita luz natural.

                                            A lancha tem como destaques, ainda, a ampla plataforma de banho submersível, projetada para cargas de até 350 quilos, podendo suportar facilmente o peso de um jet ski ou bote, e o banco de popa, movido por controle remoto, pode se converter em duas espreguiçadeiras, criando um espaço de relaxamento para aproveitar o sol.

                                            Oferece como opções de motorização uma parelha de  Volvo IPS 600 ou rabetas com até 2 x 400 hp, e vem equipada com a tecnologia Air Step®, que aumenta o volume de entrada de ar sob o casco e reduz o consumo de combustível, permitindo uma aceleração mais rápida e aumento de velocidade.

                                            Foto: Divulgação

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                                              Depois da entrega, em maio deste ano, para o proprietário americano, Arcadia Yachts anunciou que a nova edição do Arcadia 85, o Arcadia 85S, fará a sua estreia mundial na próxima edição do Cannes Yachting Festival, em setembro.

                                              Projetado por Francesco Guida Design, o que diferencia a nova versão do Arcadia 85 original é a inclusão de um conceito inovador de sky lounge, conversível em uma terceira plataforma abrigada. Com 25,9 metros, o modelo conta com amplas janelas e vem com quatro camarotes – sendo dois individuais, a suíte vip à proa e a suíte privada do proprietário -, podendo acomodar até oito pessoas.

                                              Em termos de desempenho, Arcadia 85S é alimentado por uma parelha de motores MAN a diesel R6 com 730 hp cada, alcançando uma velocidade máxima de 18 nós e 16 nós em cruzeiro, além de uma gama de 850 nm a 12 nós.

                                              Durante o salão náutico, que acontece de 6 a 11 de setembro, a Arcadia Yachts exibirá, ainda, a embarcação de 31 metros A100, bem como o modelo Sherpa.

                                              Foto: Divulgação

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                                                Dia cheio

                                                Por: Redação -

                                                Os brasileiros da classe Finn, RS:X Feminina e Masculina, 470 Feminina e Masculina e Nacra 17 estarão na água nesta quinta-feira para as regatas da classe classificatória das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Após o dia de descanso, Ricardo Winicki, o Bimba, e Patricia Freitas voltam a velejar na RS:X em busca de melhores resultados após a terça-feira cheia de altos e baixos. Os dois ocupam a 8ª colocação na classificação geral e buscam terminar a fase classificatória em melhor colocação para ficar mais perto da zona de medalhas na final (medal race) que acontece no domingo.

                                                Já a classe Laser, de Robert Scheidt e Fernanda Decnop, terá dia de folga para descanso e acerto de estratégia. Robert Scheidt conseguiu dois bons resultados nas regatas de ontem, um 11º e um 2º lugar, mas os 23º e 27º lugares nas regatas de segunda e terça-feira devem pesar no resultado final do atleta que tenta sua sexta medalha olímpica. Robert Scheidt é o 4º na classificação geral, mas precisa de resultados mais regulares para subir para a zona de medalhas na medal race que acontece na segunda-feira, dia 15. A brasileira da Laser Radial, Fernanda Decnop, ocupa a 23ª colocação geral.

                                                Na Finn, Jorginho Zarif é o 8º e busca, assim como Scheidt, maior regularidade nos resultados. Na Nacra 17, Isabel Swan e Samuel Albrecht, são os 7º colocados no geral e também vão para a água hoje em busca de bons resultados.

                                                Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, estão na 4ª colocação geral e também velejam hoje. Assim como Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, que ocupam a nada confortável 23ª posição.

                                                As regatas começam às 13h de hoje.

                                                 

                                                Foto Divulgação

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                                                  10/08/2016

                                                  Com vento forte no Rio de Janeiro, o início do terceiro dia de regatas da Olimpíada 2016 foi o dia mais complicado de ventos até agora. De calmaria a ventos de 20 nós, teve até mesmo algumas provas adiadas, como a terceira regata da Nacra 17.

                                                  Promessa do Brasil na classe Finn, Jorginho Zarif terminou a primeira regata do dia na 11ª posição e a segunda na 22ª, ficando em 8º lugar na classificação geral, após quatro regatas disputadas no total.

                                                  Na Laser masculina, Robert Scheidt terminou em 11º a primeira regata do dia, e ficou na segunda colocação na sexta regata da competição, ocupando o 4º lugar na colocação geral. Na Laser Radial, Fernanda Decnop terminou a quinta regata classificatória em 28º lugar e a sexta em 26º.

                                                  Na 470 feminina, as gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan enfrentaram as duplas Jo Aleh e Polly Powrie, da Nova Zelândia, que foram medalha de ouro em Londres-2012, e Hannah Mills e Saskia Clark, da Grã-Bretanha, que medalha de prata na última Olimpíada. As brasileiras perderam duas posições na última perna e terminaram as regatas de estreia em quinto lugar, quarta colocação geral. Na 470 masculina, Henrique Haddad e Bruno Bethlem terminaram em 19º lugar a regata de estreia e em 23º a segunda regata do dia.

                                                  Na Nacra 17, Samuel Albrecht e Isabel Swan largaram bem na primeira regata do dia — ambos têm participações olímpicas anteriores —, mas nenhum deles em catamarãs, como nesta classe. Na busca pela vitória, Samuca e Isabel enfrentaram os tetracampeões mundiais Billy Besson e Marie Riou, da França. A dupla brasileira, que terminou a primeira regata do dia na 17ª colocação, venceu a segunda regata da Nacra e segue em 7º lugar na colocação geral.

                                                  Foto: Divulgação

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                                                    Foto: Otto Aquino

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                                                      O e-Key Remote, da Volvo Penta, é o primeiro chaveiro náutico do mercado, do tipo canivete, que ao toque de um botão processa a ligação das baterias, substituindo a chave geral tradicional, junto com muitos quilos de cabos de cobre de diâmetro alto. A inovação será lançada durante o São Paulo Boat Show 2016, que acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo.

                                                      Modernizado, o local terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                                                      Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                                      Foto: Divulgação

                                                      Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

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                                                        Sair para navegar por si só já é pura diversão. Imagine, agora, se o seu dia no barco contar, ainda, com uma parede de escalada, por exemplo. Ou com escorregadores infláveis que permitem uma divertida descida de bordo para a água. A empresa norte-americana FunAir pensou nisso e oferece aos amantes da navegação – e da diversão – uma gama de brinquedos para fazer você aproveitar ainda mais o seu dia no mar.

                                                        Entre os produtos da linha, está o Climbing Wall, equipado com pegas e cordas de escalada, e plataforma de salto anti-derrapante. Pensado para oferecer segurança aos usuários, o modelo pode ser totalmente personalizado, para se adequar perfeitamente ao barco onde será utilizado. Cada parede de escalada inclui um ventilador RapidFlate (quando apropriado) e uma bomba elétrica FunAir.

                                                        A empresa oferece, ainda, espreguiçadeiras flutuantes, montanha de escalada com três tipos de paredes diferentes, escorregadores, e tantos outros produtos. A marca estará presente no Monaco Yacht Show, que acontece de 28 de setembro a 1º de outubro, e anunciou dois lançamentos durante o evento: uma nova plataforma de salto e o misterioso Green Golf, que deve ser mantido em segredo até seu lançamento no show.

                                                        Foto: Divulgação

                                                        Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                                         

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                                                          As duplas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 Feminina, e Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, estarão na água hoje na estreia da classe 470 nos Jogos do Rio. Fernanda e Ana são esperança de medalha para o Brasil e correrão duas regatas ao lado de grandes duplas da classe que já deu uma medalha de bronze para a vela nacional.

                                                          Samuel Albrecht e Isabel Sawn também fazem sua estreia nas Olimpíadas do Rio de Janeiro às 13h na Baía de Guanabara. A dupla está na também estreante classe Nacra 17, barco multicasco com equipe mista que trouxe para as raias do Rio a emoção da Tornado de volta. A classe também tem duas regatas programadas para hoje.

                                                          Foto World Sailing/Divulgação

                                                          Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

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                                                            Sob a água

                                                            A empresa californiana Seamagine marcará presença no Monaco Yacht Show 2016, que acontece de 28 de setembro a 1º de outubro, com sua gama de submarinos com capacidade de duas a seis pessoas. Para os mergulhadores que desejam um maior alcance, a marca possui o Aurora-3, que pode chegar aos 1 500 metros de profundidade. Já para quem não tem tanto espaço de armazenamento no iate, um boa opção é o Aurora-3C, um submarino compacto que pesa apenas 3 800 quilos. Entre as possibilidades está, ainda, o Aurora-6, com capacidade para seis pessoas, assentos em couro e, ainda, banheiro a bordo. Ideal para submergir pelas águas com a família.

                                                            Foto: Divulgação

                                                            Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

                                                            Náutica Responde

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