Quase fim de um clássico

12/08/2015

O clássico Fairey Huntsman, que serviu como primeiro barco de James Bond em From Russia With Love, foi resgatado de um incêndio pelo RNLI na última sexta-feira, entre Yarmouth e Lymington. Here and Now, como é chamado o barco, é um dos modelos originais Fairey Huntsman e foi utilizado no filme de 1963, levando o agente 007 a pilotar pela primeira vez um barco a motor.

Com o início do incêndio, os ocupantes do clássico abandonaram a embarcação e, felizmente, o fogo foi extinto rapidamente, evitando maiores danos. A lancha foi levada para Lymington Yacht Haven e verificada pela Hampshire Fire and Rescue Service, sendo tirada da água para evitar naufrágio.

Este Fairey Huntsman 28 foi premiado em 1962 e, há 30 anos, é propriedade de Paul Fairall, de Southampton. Para vê-lo em ação, ainda nas mãos de Bond, confira o vídeo:

Foto: Divulgação/RNLI

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    Veloz e furioso

    O estaleiro italiano AB Yachts lançou recentemente seu maior iate, o AB 145. Segundo seu construtor, o iate pode ultrapassar os 42 nós, e foi pensado para diminuir ao máximo os níveis de ruído e vibração a bordo, tanto em movimento quanto ancorado. Seu layout possui espaços concebidos para agregar o design funcional às amplas áreas que possui, como o deque de popa que se conecta diretamente ao salão da embarcação.

    O modelo possui suíte-máster, localizada mais à popa do convés principal, espaçosa, bem iluminada e com todo o acabamento em madeira. Uma sacada a estibordo proporciona maior aproveitamento do espaço para relaxar e curtir o exterior do iate. Conta, ainda, com uma escada privativa que leva até o terraço na proa – ótimo espaço para aproveitar um dia de sol. O iate disponibiliza, também, mais quatro camarotes no convés inferior. O AB 145 será exibido no Cannes Yachting Festival, que acontecerá de 8 a 13 de setembro.

    Conheça a nova embarcação do estaleiro italiano:

    Foto: Divulgação

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      Marola é coisa séria

      Por: Redação -
      11/08/2015

      Marolas são, provavelmente, o maior incômodo que um barco pode causar a outro. E, dependendo do tamanho dos barcos, podem ser bem mais perigosas do que o seu singelo nome (marola = ondinha pequena) sugere. Basta que a ‘vítima’ seja um barquinho menor que o seu, como, por exemplo, as canoas dos pescadores, que vira e mexe passam sérios apuros na guerra contra as grandes lanchas de passeio. Veja três maneiras simples de driblar as marolas.

       

      1 – Totalmente de proa
      Se a marola de um barco bem maior que o seu for lhe alcançar, altere sua rota de forma a abordá-la totalmente de proa. Mesmo que, para isso, precise alterar o seu rumo por alguns instantes. Mas, atenção: o limite de segurança para qualquer manobra desse tipo é de, no mínimo, três vezes o comprimento de um barco para o outro.

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      2 – Fazendo zigue-zague 
      Se você preferir chacoalhar em vez de levar pancadas no casco, a melhor maneira de vencer as marolas alheias é fazendo um zigue-zague nelas. Para isso, aborde-as quase paralelamente às ondulações, tentando o menor ângulo possível. Você ficará no sobe-e-desce, mas sem maiores impactos no casco.

      Sem Título-3

       

      3 – De carona na marola dos outros
      Se você estiver indo no mesmo sentido e em velocidade próxima à do barco que acabou de passar pelo seu, prefira ficar exatamente atrás dele — mas não tão próximo, a fim de evitar acidentes (lembre-se sempre da regra de, no mínimo, três vezes o comprimento do casco). Enfie-se no vão entre as marolas e fique nele, onde chacoalha menos. E o barco da frente ainda “alisará” a superfície da água para você.

      Sem Título-4

       

      Sabia que é proibido?
      A legislação náutica brasileira prevê que cada um é responsável pela marola criada pela sua embarcação e pode ser punido por causa dela. Portanto, convém pensar duas vezes antes de navegar com velocidade quando estiver próximo a outros barcos. Se alguém se sentir lesado, pode reclamar à autoridade marítima, bastando para isso apresentar duas testemunhas. A Marinha, então, chamará os dois lados para uma acareação e, caso não se chegue a um acordo, abrirá inquérito judicial. Marola, como se vê, é coisa séria.

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        Regata em Paraty

        A tradicional Regata de São Pedro já está em sua 17ª edição e tem data marcada para o dia 29 de agosto, em Paraty. Realizada pelo Instituto Náutico Paraty, em parceria com a Ship’s Chandler e com patrocínio da IMS Náutica, a competição contará com barcos divididos em seis categorias: até 28 pés, entre 29 e 35 pés, acima de 35 pés, Classe Beneteau, Classe Lagoon, Classe Delta e Fita Azul. As embarcações participantes devem largar ao meio-dia, da Ilha Rasa, com confraternização ao fim da competição.

        As inscrições custam R$ 50, por tripulante, e deverão ser pagas ao Instituto Náutico de Paraty. Cada participante ganhará uma camiseta da regata. Para mais informações, entre em contato com os organizadores do evento pelo e-mail [email protected].

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          F1 dos barcos

          Por: Redação -

          A F1H2O – fórmula 1 das águas – bateu recorde de público depois de mais de 30 anos de sua existência. A marca histórica contou com a presença de 200 000 pessoas, que puderam assistir de perto a última etapa do circuito 2015 na Europa, às margens do rio Douro, na cidade de Porto, em Portugal, nos dias 1 e 2 de agosto. O recorde anterior pertencia a cidade de Liuzhou, na China, com 150 mil pessoas de público no ano passado, segundo os organizadores.

          Foi o 14º Grande Prémio de Portugal de F1 de Motonáutica que resultou em uma corrida cheia de emoção. O francês Philippe Chiappe, campeão do mundo, teve muito trabalho durante a corrida para conquistar a sua primeira vitória desta temporada. Ele, que representa o Team China, subiu do quarto para o segundo lugar do campeonato, ficando a apenas um ponto do líder Shaun Torrente, do Team Victory, que acabou na quinta posição.

          A briga começou na qualificação, quando Sami Selio do Team Mad-Croc Baba fez a pole position, largando na frente e conseguindo se manter em primeiro lugar durante, aproximadamente, um terço da corrida, até que o piloto francês Philippe Chiappe o passou. Ao perder algumas posições, Sami Selio passou a pilotar agressivamente para se manter no pelotão de frente, mas uma fechada do italiano Alex Carella fez o finlandês decolar, dando um looping espetacular no ar e caindo na água a uma velocidade aproximada de 200 km/h, o que finalizou sua participação na corrida. Após o termino da corrida, Sami Selio foi tirar satisfação com Alex Carella, pois sua manobra poderia ter causado um acidente mais sério. Este acidente polêmico ainda vai dar o que falar, pois durante a semana seguinte Sami Selio deu entrevistas sobre o ocorrido e sua indignação.

          Em segundo lugar, ficou Erik Stark, do Team Emirates, que largou na quarta posição, e em terceiro Alex Carella, do Team Abu Dhabi. O piloto Youssef Al Rubayan, do Team Atlantic, conseguiu se manter em terceiro lugar no campeonato mesmo ficando em oitavo na competição, pois havia conquistado a sua primeira vitória na corrida anterior, em Evian (França).

          No meio de um circuito com retas longas e curvas fechadas pela pequena distância das margens do rio – ao contrário dos costumeiros circuitos mais largos -, a prova teve momentos de tensão e de emoção o tempo todo graças às constantes ultrapassagens e impressão de decolagem dos barcos, parecendo que iriam capotar ou dar um looping, devido à agitação das águas.

          A próxima etapa será no dia 2 de outubro em Liuzhou, na China, e promete disputas acirradas, principalmente por ter Shaun Torrente e Philippe Chiappe com diferença de apenas 1 ponto pela liderança do campeonato, além de Youssef Al Rubayan e Erik Stark empatados na pontuação. Sem falar nas outras equipes que prometem surpresas, como a Victory Team – que tentará antecipar a estreia de seu novo barco desenvolvido e projetado por eles.

          Confira alguns registros do evento:

           

          Lebos Chaguri é piloto e especialista em barcos de corrida

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            R$ 1

            Por: Redação -

            Falta pouco menos de um ano para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e algumas das moedas comemorativas de já estão em circulação. Entre elas, estão 3 de ouro, 12 de prata e 12 de R$ 1, com estampas de atletismo, natação, golfe, paratriatlo, basquetebol, rugby, paracanoagem, vela, futebol, voleibol, judô e atletismo paralímpico.

            O primeiro lote foi lançado em novembro do ano passado, com mais dois novos lançamentos em abril e agosto deste ano. Até 2016, o Banco Central disponibilizará mais um conjunto de moedas para completar o pacote, totalizando 4 moedas de ouro, 16 de prata e outras 16 de R$ 1.

            Para quem quiser adquirir uma (ou mais) das moedas comemorativas, é fácil! Basta acessar o site do  Banco do Brasil ou ir até uma das agências disponíveis para venda.

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              Elegância moderna

              Por: Redação -

              Clássicos são clássicos porque o tempo passa e eles nunca deixam de ter admiradores. Isso acontece muito com barcos, especialmente na Europa. É de lá, do estaleiro turco Bilgin Yachts, especialista em embarcações que resgatam o estilo dos barcos de antigamente, que saiu este iate de 160 pés. Alguém desavisado poderia jurar tratar-se de um modelo vintage. Mas já é a segunda unidade entregue pelo estaleiro.

              Clarity, como foi nomeada a nova embarcação, teve várias alterações com relação ao primeiro modelo – Timeless – entregue pelo estaleiro. O novo iate possui a suíte-máster aumentada em 3,5 metros, para a criação de um closet, e o banheiro social, antes localizado no convés principal, passou para o convés inferior, onde eram localizadas as acomodações dos tripulantes, que ficou localizada a ré do convés inferior.

              Versátil, conta com o salão principal personalizado de acordo com a preferência do proprietário, com mobiliário solto, permitindo fácil acesso à cozinha. No andar superior, um grande bar foi instalado, com iluminação em LED para deixar o ambiente ainda mais interessante. Externamente, Clarity vem com plataforma duplicada, aumentando o espaço de convivência e entretenimento para os hóspedes.

              Confira algumas imagens deste novo iate e inspire-se:

              Foto: Divulgação

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                Edição especial

                Depois do lançamento dos modelos Predator 57, Manhattan 65 e 86 Yacht, a inglesa Sunseeker anunciou que levará uma edição especial do modelo San Remo ao Southampton Boat Show, de 11 a 20 de setembro. Trata-se da Sunseeker San Remo com a bandeira do Reino Unido estampada no casco, como parte de uma campanha publicitária juntamente com o Governo da Grã-Bretanha.

                O barco será exibido no evento com outros itens de luxo, como uma bolsa Mulberry, desenhada por Cara Delevigne, e um relógio Roger Smith, por exemplo. Esta não é a primeira vez que a empresa usa a bandeira dessa maneira. No ano passado, apresentou uma Portofino 40 GB edição limitada (foto em destaque) para comemorar o lançamento da British Motor Yacht Show.

                Rompendo a tradição, a Sunseeker não lançará um novo modelo nesta edição do evento, mas apresentará planos para seu futuro 95 Yacht (foto abaixo), além de outras lanchas do estaleiro.

                Sunseeker-95-Yacht

                Foto: Divulgação

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                  Estreia europeia

                  A empresa americana Hatteras Yachts anunciou que seu maior – e principal – modelo Hatteras 100 Pilothouse Raised (100RPH) terá estreia europeia no Cannes Yachting Festival, na França, que acontecerá entre os dias 8 e 13 de setembro. O iate que será apresentado no evento é irmão do primeiro 100RPH lançado no mercado dos EUA em 2013 e acomoda oito pessoas em quatro suítes, bem como uma tripulação de quatro pessoas, para pernoite.

                  Além de unir à elegância ao contemporâneo em seu design exterior projetado pelo italiano Enrico Gobbi, esta unidade apresenta um layout interior totalmente personalizado pelo seu proprietário, apresentando itens que se encaixam bem ao mercado europeu, como o formato da cozinha. O modelo é equipado com uma parelha de motores a diesel CAT C32A 1900 hp, proporcionando uma velocidade de cruzeiro de até 25 nós, e vem de fábrica com garantia de 10 anos.

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                    Nova categoria

                    A holandesa Wajer & Wajer Yachts lançou seu mais novo modelo, o Wajer 38 S, o quinto barco da história do estaleiro e o primeiro com console central. Com capacidade para até 16 pessoas em passeios, a lancha possui centro de comando protegido por um bimini hardtop, além de armazenamento integrado embaixo do convés e pode ser utilizada para pesca, esqui e mergulho, graças ao bom espaço de circulação no cockpit. Na sua versão standard, o Wajer 38 S está equipado com uma parelha Volvo IPS de 310 cavalos, a diesel, de quatro cilindros, que pode ser substituída por dois motores de 370 ou 435 cavalos, na versão de 6 cilindros, chegando a uma velocidade máxima de 47 nós.

                    Conheça um pouco mais desta nova lancha holandesa. Veja o vídeo:

                    Confira algumas imagens da Wajer 38 S:

                    Fotos: Divulgação

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                      20 pés com luxo

                      Por: Redação -
                      10/08/2015

                      Para criar esta lanchinha de 20 pés e capacidade para 8 pessoas, o projetista Andrew Morgan, ex-parceiro de Colin Chapman, fundador da Lotus, se inspirou nos carros esportivos, como Aston Martin DB9 e Jaguar E-Type. Não é só o estilo do casco e o acabamento que remetem à esportividade. Segundo o criador, quando equipada com um motor de 150 hp de popa, a Bullet Luxman pode passar dos 50 nós de velocidade. A lancha será lançada pelo estaleiro inglês Luxman Craft no Southampton Boat Show, de 11 a 20 de setembro.

                      Foto: Divulgação

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                        Wake a diesel

                        O renomado estaleiro Mastercraft – conhecido pela fabricação de lanchas de wake – anunciou uma nova conversão exclusiva disponível em suas lanchas – tradicionalmente oferecidas com motores a gasolina. Agora, os modelos poderão ser equipados com o motor de 365 hp Yanmar 8LV a diesel, que além de funcionamento silencioso, possui boa relação peso-potência, segundo a marca.

                        “Depois de trabalhar com muitos proprietários de lanchas, capitães e profissionais da indústria ao longo dos anos, reconhecemos os benefícios do diesel em barcos dedicados aos esportes aquáticos. E não falamos apenas de segurança, mas também da capacidade para reabastecer a bordo, um benefício significativo para quem vai passar longos períodos no mar”, disse Michael Hardicker, diretor da Mastercraft no Reino Unido.

                        A novidade é exclusiva para Mastercraft Reino Unido e será apresentada no Monaco Yacht Show, de 23 a 26 de setembro.

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                          Nova subaquática

                          A empresa holandesa especializada em embarcações submersíveis U-Boat Worx acaba de anunciar o lançamento mundial de sua mais recente criação, o Sub 3, no Monaco Yacht Show, de 23 a 26 de setembro.

                          A embarcação subaquática, terá capacidade para 3 passageiros, podendo suportar durante 8 horas uma profundidade de 100 a 300 metros, graças ao inovador sistema de baterias de íons de lítio, que permite a autonomia com uma única carga. Sub 3 será, ainda, equipado com poderoso sistema de ar condicionado, bluetooth e assentos de couro de luxo.

                          “O Sub 3 é o novo padrão na indústria de submersíveis. Seu tamanho compacto e peso relativamente baixo redefinem a maneira como estaleiros, arquitetos e proprietários navais têm encarado a categoria”, afirma Bert Houtman, fundador e presidente da U-Boat Worx.

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                            Novidade alemã

                            O estaleiro Dehler – uma das marcas da empresa alemã Hanse Group – anunciou a adição de seu mais novo veleiro à sua gama de produtos. Trata-se do Dehler 42, que tem previsão de conclusão em janeiro do ano que vai e fará sua estreia no Düsseldorf Boat Show, que acontecerá de 23 a 31 de janeiro de 2016.

                            Versátil e com quase 13 metros de comprimento, o modelo tem três versões de quilhas disponíveis – standard T(quilha com 2,15 m), competição T (quilha com 2,40 m) e uma quilha em forma de L com 1,98 m – e será controlado por dois volantes. Segundo o estaleiro, os diferentes níveis de expansão permitem que este seja tanto um confortável modelo para passeio quanto um bom veleiro de competição.

                            O espírito esportivo deste veleiro também é pelo mastro 2 – espalhador, que está posicionado sobre a quilha, absorvendo as cargas e distribuindo-as através de toda a estrutura. A estrutura inferior é rígida, reforçada com fibra de carbono. O modelo foi inspirado ainda em alguns detalhes de modelos anteriores, incluindo o Dehler 38 e 46.

                            Foto: Divulgação

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                              Estreia

                              Por: Redação -

                              Iniciadas no começo deste ano, o processo de revitalização da Marina da Glória, realizado pela BR Marinas, segue seu cronograma. Com previsão de finalização em fevereiro de 2016, a marina teve a primeira operação com fork lift (empilhadeira) para fazer a guarda e colocação das embarcações na água da sua nova estrutura de vagas secas – tão esperadas pelo mercado náutico.

                              Orçado em R$ 60 milhões e totalmente custeado pela BR Marinas, responsável por outras quatro Marinas em funcionamento e duas em construção no país, o projeto é assinado pelo arquiteto Eduardo Mondolfo, que já trabalhou com Oscar Niemeyer (1907-2012) e é autor de prédios conhecidos, como o do Shopping Leblon e o Hotel Fasano. Dentre as mudanças, o espaço que conta hoje com 167 vagas para barcos dentro da água e 73 vagas secas, passará para 415 e 240 vagas, respectivamente. O número de lojas também sofrerá mudanças, sendo reduzido de 40 para 24.

                              Como incentivo da circulação pela marina, as 510 vagas de automóveis ficarão concentradas em um estacionamento único, em parte no subsolo (236 vagas), e haverá espaço para restaurantes. O projeto atual pretende ocupar uma área total de 12.261 metros quadrados, um terço do que o projeto da antiga concessionária previa.

                              Veja as fotos da operação:

                               

                              Fotos e vídeo: BR Marinas/Divulgação

                               

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                                Vela no RJ

                                Por: Redação -

                                Os números da Semana Internacional de Vela provam que o Iate Clube do Rio de Janeiro é mesmo um dos mais importantes clubes da modalidade no país. Foram 14 dias de competição, com mais de 120 regatas realizadas em 16 classes, sendo as dez que fazem parte do programa olímpico (Laser Standard, Laser Radial, 49er, 49er FX, Finn, RS:X masculino e feminino, 470 masculino e feminino e Nacra 17), mais duas pan-americanas (J/24 e Snipe) e duas jovens (29er e 420). No total passaram pelo clube 230 atletas, de 28 países, incluindo diversos campeões olímpicos, pan-americanos, mundiais e até velejadores da América’s Cup, competição mais antiga do mundo.

                                “Tínhamos programado a Semana de Vela para um pouco antes do Evento Teste, para que países que ainda não tenham o seu representante olímpico definido pudessem vir com mais atletas, já que lá é permitido apenas um representante por país. Acho que deu certo! Tivemos uma grande quantidade de velejadores de fora e para o Iate foi muito legal receber estes estrangeiros. Não me lembro de, nos últimos 30 anos, ter visto tantos velejadores de ponta, tantos medalhistas ao mesmo tempo aqui no clube.

                                A molecada do Optimist e da vela jovem pôde conviver com esses velejadores nos últimos 15 dias, tirar foto, velejar do lado. Acho que isso para as futuras gerações é um ganho inestimável. Para o clube, ficou o legado para a diretoria de vela, pois a nossa equipe pôde se aprimorar em fazer regatas de alto nível. É diferente fazer regatas para os estrangeiros, pois o nível de exigência é diferente e acabou que ajudamos a treinar a equipe que vai estar no Rio 2016”, disse Fernando Madureira, diretor de vela do ICRJ.

                                E se em terra a molecadinha se divertiu com tanta gente importante, na água os velejadores gostaram do que viram. As raias usadas foram as mesmas que serão usadas nos Jogos e tanto atletas quanto juízes puderam aproveitar as reais condições do Rio de Janeiro nesta época de inverno: vento fraco e muita maré.

                                “Nos 15 dias de evento, em apenas um não teve regata e quase todas as classes conseguiram cumprir o programa. No começo a maré estava mais calma e os gringos pensaram que tinham entendido como ela funciona, aí ela virou e eles não entenderam nada. Então foi interessante, pois tivemos todo o tipo de maré e vento, para treinar para valer para os Jogos. Quase não tivemos protesto e não houve nenhum pedido de reparação. Foi um campeonato tecnicamente perfeito!”, disse Cuca Sodré, chefe dos juízes.

                                Para conferir todos os resultados da competição acesse o site.

                                Foto: Fred Hoffmann

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                                  Produção nacional

                                  Por: Redação -

                                  A renomada marca Yamaha – conhecida mundialmente pela fabricação de jets e motores de popa – apresenta o mais novo integrante da família: o Yamaha 25 XMHS. Depois do lançamento dos motores de 15 hp e 40 hp, no ano passado, o novo 25 hp é ainda mais econômico que o modelo anterior, com novo grafismo e produzido no Brasil.

                                  Especialmente calibrado para a gasolina brasileira, este modelo possui um novo carburador, que proporciona uma economia de até 18% no consumo de combustível em velocidade cruzeiro, comparado com o modelo anterior. O lançamento chega às concessionárias Yamaha Náutica a partir da segunda quinzena deste mês e tem garantia de dois anos sem limite de horas.

                                  O modelo é um dos destaques da marca, que já tem presença garantida no São Paulo Boat Show 2015, de 1º a 6 de outubro, no Transamerica Expo Center.

                                  Foto: Divulgação

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                                    Meio ambiente

                                    Por: Redação -

                                    No próximo dia 19 de setembro, às vésperas do Dia Internacional de Limpeza de Praia, os arredores da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo – entre Bombinhas e Florianópolis – serão palcos para a primeira etapa do evento Limpeza dos Mares ACATMAR promovido pela Acatmar (Associação Náutica Catarinense para o Brasil) com apoio da Capitania dos Portos de Santa Catarina, Corpo de Bombeiros, Polícia Federal e o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

                                    Com o objetivo de coletar resíduos sólidos de origem humana depositados em mares e costões, e sensibilizar a sociedade civil, o poder público e os empresários para a importância da preservação da fauna e da flora marinha, o projeto conta com o suporte de voluntários de todo o país, entre mergulhadores profissionais e amadores, que são designados a áreas dependendo da experiência.

                                    Depois da ação na Reserva do Arvoredo, a segunda etapa será no dia 17 de outubro nas imediações da Praia do Tinguá, em Governador Celso Ramos. A terceira etapa acontecerá no dia 21 de novembro no Canal da Barra da Lagoa na Ilha de Florianópolis às vésperas da temporada de verão.

                                    De acordo com o presidente da Acatmar Leandro “Mané” Ferrari, os pontos escolhidos são estratégicos. “São áreas de grande importância para o turismo e mergulho de Santa Catarina, reconhecidas internacionalmente, abrigam diversas espécies marinhas e terrestres, algumas inclusive ameaçadas, e também com grande concentração de embarcações”, explica.

                                    No ano passado, mais de 4 toneladas de lixo foram recolhidas do fundo do mar e costões, com a participação de mais de 100 voluntários. Para fazer parte do projeto, basta se inscrever pelo telefone (48) 3266-1137 ou por e-mail. As inscrições também estão abertas para as empresas que quiserem patrocinar o evento.

                                    Mais informações: www.acatmar.com.br

                                    Foto: José Henrique Hoeschl Mendonça

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                                      Depois de oito anos de projeto e planejamento, o novo SS18 – primeiro de uma série de embarcações de luxo de 18 a 80 metros da inglesa Glider Yachts – está sendo construído pela Burgess Marine e será apresentado no Monaco Yacht Show, de 23 a 26 de setembro.

                                      O novo conceito de embarcação tem design futurista com interior da cabine personalizado por Corbeau e jogo de cockpit equipado com painel sob medida, além de controles integrados Garmin, que permite aos usuários o fácil controle de todas as funções deste futurista super esportivo.

                                      Produzido em alumínio de alta qualidade, o SS18 está equipado com quatro motores de 270 hp e, segundo os seus idealizadores, pode alcançar uma velocidade máxima de 56 nós. Leva piloto e quatro convidados.

                                      Foto: Divulgação

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                                        Um grupo de cientistas da Universidade de Miami está estudando a existência de um tipo de onda diferente do que estamos acostumados a ver. Trata-se de ondas de subsuperfície, que podem chegar a 170 metros de altura e estão presentes em cada um dos nossos oceanos. Também conhecidas como ondas internas, elas têm início pelos efeitos da gravidade da Terra e raramente quebram na superfície.

                                        Para entende-las, pode-se imaginar o oceano separado em camadas de água que vai ficando mais densa, e as ondas internas acontecem em uma camada inferior à do nível do oceano. As ondas de subsuperfície são mais lentas do que suas irmãs externas e, enquanto a altura da superfície do oceano permanece essencialmente inalterada, as camadas de águas sofrem ascensão e queda dramáticas à medida que as ondas internas passam. O estudo sobre estas ondas deve ser aprofundado, já que elas podem representar risco significativo para as operações submarinas.

                                        Foto: Fotolia

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                                          08/08/2015

                                          Gigante no segmento de motores aquáticos, a Mercury Marine transformou sua sede administrativa no Rio, criando um grande centro de treinamento de 500 metros quadrados, equipado com o mesmo ferramental avançado usado nos outros 25 centros da marca espalhados pelo mundo. Isto inclui, além das ferramentas e dos instrumentos eletrônicos de diagnóstico, computadores e um sistema de filtragem de gases e líquidos, o que demonstra a preocupação da marca com o meio ambiente. “Decidimos implantar este centro de treinamento no Rio de Janeiro por causa da boa logística da cidade. O Rio tem dois aeroportos, estradas para o norte, oeste e sul do país e ainda está próximo de São Paulo e não muito distante dos estados do sul”, explica Bill Gress, presidente da Mercury Marine para a América do Sul. “Além da nossa rede no Brasil, construímos este centro de treinamento para atender também todos os pontos de assistência técnica da América do Sul”, completa.

                                          Gestão integrada

                                          Além deste novo centro de treinamento, projetado para atender 16 alunos ao mesmo tempo e promover até 20 cursos de formação e de aprimoramento por ano, a Mercury Marine construiu, recentemente, um centro de distribuição em Palhoça, Santa Catarina, com 4 000 m2, área que pode ser ampliada para até 5 300 m2. “Agora estamos totalmente conectados com nossa matriz nos EUA.  Investimos R$ 1 milhão neste centro de treinamento aqui no Rio, que  tem a mesma identidade mundial da empresa, incluindo as cores branco, preto e vermelho. Até o início do próximo ano terminaremos a implantação do nosso software de gestão integrada, que custou US$ 1 milhão e que  agilizará muito nosso trabalho junto ao nossos 175 representantes espalhados pelo Brasil”, revela Ricardo Pessoa, gerente de serviços da Mercury Marine.

                                          O Centro de Serviços Mercury fica na Avenida Londres, 386, no bairro Bonsucesso, Rio de Janeiro.

                                          Fotos: Marcio Dottori

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                                            07/08/2015

                                            O estaleiro italiano Cerri Cantierri Navali já conta com o quarto iate de 102 pés produzido para a linha FlyingSport. O novo Sea Look, projetado por Filippo Rossi, foi lançado depois da recente mudança de gestão do estaleiro e sua aquisição pelo Gavio Group. Sea Look apresenta um estilo refinado, inspirado nas paisagens naturais e elementos da Sardenha, o interior do iate é suave e elegante e recebe luz natural através da claraboia do salão principal.

                                            A empresa afirma que vai continuar com a série de 102 pés, mas também vai aproveitar a nova gestão para pensar em futuros lançamentos, que unirão um toque contemporâneo com as tradicionais características da marca. Já estão previstas duas novas linhas: a Phileas, com modelos em alumínio de 35 metros expedition, projetados pelo Studio Vallicelli, e uma gama entre 24 e 35 metros, projetada por Tommaso Spadolini.

                                            Foto: Divulgação

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                                              De volta ao passado

                                              Entre os dias 19 e 23 de agosto, a capital da Holanda será palco de um grande e clássico encontro aquático que acontece a cada 5 anos: o Amsterdã Sail. A regata, que acontece desde 1975 entre o Mar do Norte e o canal de Amsterdã, reúne caravelas e barcos a vapor do século passado juntamente a veleiros e lanchas comtemporâneas de vários países.

                                              Tido como um dos maiores encontros náuticos gratuitos do mundo, o Amsterdã Sail teve um público estimado em 1,7 milhão de pessoas na sua última edição, em 2010, e espera cerca de 600 embarcações em 2015. O evento oferece, ainda, aulas de vela e de remo para adultos e crianças, além de atrações musicais. Para acessar a programação completa, clique aqui.

                                              Foto: Divulgação

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                                                Por: Redação -

                                                A dupla de 470 masculino do Veleiros do Sul Geison Mendes e Gustavo Thiesen conquistou o tricampeonato no Sul-americano da classe na Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro. A equipe, que disputa a vaga para representar o país nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016, deu mais uma vez mostra de preparo e competência superando os adversários sul-americanos.

                                                Duas regatas foram disputadas no último dia e os gaúchos, que estavam empatados com os medalhistas olímpicos Lucas Calabrese e Juan de la Fuente (ARG) na liderança do sul-americano, superaram os argentinos fazendo o quarto lugar nas duas disputas, finalizando com 46 pontos no sexto lugar geral. Os vencedores do 470 masculino na Semana Internacional de Vela do Rio foi a dupla britânica Luke Patience e Elliot Willis, com os australianos Matt Belcher e Will Ryan em segundo e os neozelandezes Paul Hansen e Daniel Wilcox.

                                                Para conferir os resultados, acesse o site da Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro.

                                                Foto: Fred Hoffmann

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                                                  A escolha de um barco vai muito além da estética. Além do design, que não deixa de ser importante, esta escolha exige, também, funcionalidade e adaptação ao tipo de tarefa a ser realizada pela embarcação. Por isso, NÁUTICA selecionou 8 formatos de cascos pensados para o melhor desempenho de cada tipo de barco. Confira:

                                                  Lançada em V

                                                  lancada_v

                                                  Típica das lanchas de lazer, também é usada em alguns navios. Seu formato faz com que o casco não sofra tanto o impacto das ondas, como acontece com os cascos chatos.

                                                  Lançada em V com flare

                                                  Vcom-flare

                                                  Gradualmente alargada, é mais usada em lanchas de pesca de alto-mar. Somada ao V acentuado do casco, garante navegação confortável e segura, afastando a água do convés.

                                                  Lançada para veleiros

                                                  lancada_veleiros

                                                  A grande inclinação garante bom desempenho em mar aberto, mantendo o casco o mais fora da água possível, mas diminui a linha d’água, o que restringe a velocidade.

                                                  Reta ou pouco lançada

                                                  proa_reta

                                                  Inspirada em barcos mais antigos, curiosamente está virando padrão em veleiros e em lanchas ultramodernas, como as dos estaleiros Wally, na Europa, e Zonda, no Brasil.

                                                  Invertida

                                                  invertida

                                                  Feita para furar as ondas, em vez de escalá-las, o que resulta em navegação mais suave, porém molhada. É usada em veleiros de alta performance, como os da America’s Cup e da Volvo Ocean Race. O objetivo é ter mais linha d’água.

                                                  Wave-piercing

                                                  wave-piercing

                                                  Como o nome em inglês já indica, sua função é “furar a onda”, assim como os cascos de proa invertida. Conceito adotado geralmente (mas não exclusivamente) por trimarãs.

                                                  Proa com bulbo

                                                  bulbo

                                                  Típica de cascos deslocantes, como navios e trawlers, diminui a resistência da onda gerada pelo casco, aumentando a velocidade do barco. De quebra, reduz o consumo de combustível.

                                                  Proa de colher

                                                  colher

                                                  Em concha, com a convexidade para fora, o que permite navegar através de águas cobertas por gelo. É usada em navios quebra-gelo nos polos Norte e Sul.

                                                  Foto: Arquivo NÁUTICA

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                                                    Dragon Fly

                                                    06/08/2015

                                                    A Sunreef Yachts colocou na água esta semana seu recém-lançado catamarã de 58 pés Dragon Fly. O modelo tem layout moderno e funcional e inova com sistema de energia renovável. O catamarã possui fybridge espaçoso, com um segundo posto de comando, dois camarotes para hóspedes e a suíte-máster, com área de escritório. A combinação de cor de vinho e tons cáqui dão um toque clássico e exclusivo ao interior do barco. Dragon Fly já passou por todos os testes técnicos e segue viagem para Lisboa para ser oficialmente entregue aos seus proprietários.

                                                    Confira algumas imagens do catamarã:

                                                    Foto: Divulgação

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                                                      Juntamente com outras nove empresas, a canadense Bombardier compareceu na última terça-feira (4) ao Palácio do Governo de Florianópolis para o evento “SC Acelerando a Economia – Edição Portos”. Na ocasião, os representantes da operação BRP no Brasil Fernando Alves – gerente da operação – e Ednei Silva – gerente financeiro – assinaram o Protocolo de Intenção da Edição Portos, para o início da operação da marca em Santa Catarina ainda em setembro deste ano, com importações através do Porto de Itapoá e armazém de distribuição de jets e quadriciclos em Joinville. Também esteve presente na cerimônia o cônsul geral do Canadá no Brasil Louis-Pierre Emond.

                                                      O projeto do Governo Estadual é uma medida de enfrentamento ao atual cenário econômico, que vai injetar R$ 7 bilhões em investimentos públicos e privados em Santa Catarina nos próximos três anos. O valor é resultado da soma dos investimentos públicos com o montante de R$ 2,7 bilhões a ser aplicado pelas empresas envolvidas em ampliações de suas unidades catarinenses. Os protocolos de intenções das empresas, assinados no evento, garantem incentivos fiscais como contrapartida aos investimentos privados a serem realizados.

                                                      Foto: Arquivo NÁUTICA

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                                                        Agora, o Vice-Almirante Glauco Castilho será o responsável pelo distrito que engloba o estado de São Paulo e o sudoeste de Minas Gerais, com o dever de supervisionar as atividades da Marinha no desenvolvimento do propulsor do primeiro submarino nuclear brasileiro, em Iperó-SP, e fiscalizar a maior frota de embarcações de lazer do país.

                                                        TV Náutica esteve na cerimônia e traz todos os detalhes, além de uma entrevista com o novo comandante. Não perca!

                                                        Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                                                          A história da pequena cidade de Rifaina, exatamente na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, se divide em antes e depois da construção de uma série de barragens ao longo do rio Grande, que ali divide os dois estados. Foram elas, as barragens, que dividiram aquele grande rio (grande não só no nome!) em trechos e represaram suas águas, gerando lagos que invadiram as margens e alteraram a paisagem e a própria vida das cidades. Vários municípios foram afetados pela inundação proposital da área, na década de 1970. Mas nenhum soube aproveitar isso tão bem quanto Rifaina — que, justamente por causa do lago deixou de ser tão pequena assim.

                                                          Hoje, Rifaina, no extremo nordeste do estado de São Paulo, a quase 500 quilômetros da capital, mas a meio caminho entre Ribeirão Preto e o chamado Triângulo Mineiro, continua somando pouco mais de 3 000 habitantes e ostentando a classificação de um dos best online casino menores municípios do estado em população. Mas, graças à água que a envolveu e que deu forma a um lindo lago, batizado de Jaguara, transformou-se no principal balneário da região, além de um surpreendente centro náutico, repleto de lanchas e jets. A cada fim de semana ou feriado prolongado, a cidade duplica (e até quadruplica!) sua população. E tudo por causa da água que passou a banhar a cidade — uma água difícil de encontrar igual.

                                                          Foto e texto: Jorge de Souza

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                                                            Ninguém ainda descobriu a fórmula perfeita contra o mal estar provocado pelo balanço dos barcos. Mas uma boa notícia para quem sempre enjoa é que a solução pode ser mais simples do que se imagina. Confira abaixo 18 truques para diminuir (ou pelo menos conviver melhor) com o enjoo.

                                                            1 – Tome remédio contra enjoo no mínimo uma hora antes de embarcar, para dar tempo de fazer efeito, já que os medicamentos são preventivos e não corretivos.

                                                            2 – Durma bastante e bem antes de embarcar e não tome nenhum tipo de bebida alcoólica na véspera. Cansaço e ressaca não combinam com o balanço do mar.

                                                            3 – Alimente-se normalmente antes da viagem, mas sem exagero. Estômago cheio provoca enjoo. Vazio demais, também.

                                                            4 – Não irrite seu estômago com gorduras, temperos, coisas demasiadamente salgadas ou bebidas com cafeína — Coca-Cola, por exemplo, tem! Fumar também potencializa o enjoo.

                                                            5 – Ao embarcar, peça para outra pessoa acomodar os seus pertences no barco. Evite entrar na cabine ou olhar para baixo. Pode dar tontura na hora. Se for sair para pescar, apronte todo o material antes de subir no barco.

                                                            6 – Se tiver que entrar na cabine, evite fazê-lo no início do passeio, para permitir que seu organismo se acostume um pouco com o balanço do mar. E, ao entrar, tente olhar para coisas que estejam balançando também, junto com seu corpo, em vez de objetos fixos.

                                                            7 – Nem tente ler, fotografar, cozinhar, olhar pelo binóculo, jogar videogame ou mesmo mirar os instrumentos do painel, porque tudo isso acentua o mal-estar.

                                                            8 – Escolha um lugar confortável e bem ventilado do convés (sempre externo!) para ficar. É melhor sentir o vento do que ficar zonzo dentro do aconchego da cabine.

                                                            9 – Quando o barco estiver em movimento, mantenha o olhar fixo no horizonte e concentre-se em não pensar em nada.

                                                            10 – Não tente ficar compensando com o seu corpo o balanço natural do barco. Faça como se estivesse montado num cavalo: suba e desça com o movimento dele, cavalgando nas ondas. Para isso, mantenha a cabeça e o tronco eretos, usando o molejo dos quadris e com os pés firmes no chão. Isso pode ajudar a melhorar a sensação de mal-estar.

                                                            11 – Fique na popa, onde balança menos, mas bem longe de qualquer tipo de fumaça de motor ou cheiro de óleo diesel, o que é, infelizmente, bem frequente nas lanchas.

                                                            12 – Durante a viagem, só coma alimentos fáceis de digerir e que possam ser consumidos mornos ou frios.

                                                            13 – Se a viagem for longa, em vez das tradicionais três refeições ao dia, faça várias menores ao longo dele. E mastigando bem cada garfada, porque isso facilita a digestão.

                                                            14 – Deitar-se logo após comer pode provocar náusea intensa. Dê um tempo após cada lanche. Mas, se o enjoo apertar, deite e fique de olhos fechados.

                                                            15 – Não deixe de comer nem de beber água. Ficar sem ingerir nada deixa a pessoa que está mareada ainda mais debilitada.

                                                            16 – Tente dormir. O sono ajuda recuperar as forças, faz passar o tempo e ajuda a conviver melhor com o mal-estar.

                                                            17 – Se mergulhar, evite beber água salgada. Isto provoca enjoo imediato.

                                                            18 – Tente sair para navegar com a maior frequência possível, porque está provado que o corpo humano pode se acostumar ao balanço do mar. Ou, pelo menos, ficar menos sensível a ele.

                                                            Náutica Responde

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