Retorno

Por: Redação -
13/07/2015

O iate Santa Maria, que pertenceu a Henry Ford II, neto de Henry Ford, está na água novamente. O lançamento aconteceu na semana passada, em Amsterdã, e reuniu representantes do estaleiro e atuais proprietários.

O projeto começou como uma pequena reforma, mas durante o processo o proprietário decidiu reformar o iate inteiro, incluindo as áreas internas. Além de novo interior e pintura, o iate recebeu equipamentos de navegação mais modernos e seguros. O iate, construído em 1963, foi considerado o Feadship mais caro da época.

O Santa Maria será levado ao seu porto atual, o mar Mediterrâneo, e estará disponível para charter.

Fotos Divulgação

 

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    Feriadão na vela: Sudeste Brasileiro da Classe Dingue começa neste sábado (4)

    Evento que ocorrerá no São Paulo Yacht Club, na Represa do Guarapiranga, aceita inscrições até sexta-feira (3). Saiba mais!

    Ferretti Yachts levará linha completa de modelos fabricados no Brasil ao Rio Boat Show 2026

    Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

    Vídeo: praia do Litoral Norte de São Paulo é tomada por caranguejos

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    Planos para 2016

    Por: Redação -

    Os velejadores de 145 embarcações, amigos, familiares, turistas e moradores de Ilhabela que acompanharam a cerimônia de premiação da 42ª Ilhabela Sailing Week, no palco montado no centro da Vila, na noite deste sábado (11), receberam, em primeira mão, a informação de que a próxima competição já tem data definida. A 43a. edição será disputada de 8 a 16 de julho de 2016.

    Entre as novidades a serem consolidadas, está o desfile das embarcações junto ao píer da Vila, o centro histórico de Ilhabela. Na manhã deste sábado (11), antes da regata decisiva, os barcos foram saudados por centenas de torcedores que se aglomeraram para ver, a poucos metros de distância, o trabalho das tripulações a bordo e conhecer de perto as embarcações oceânicas.

    “O pessoal que estava em terra adorou. O desfile veio para ficar e deverá ser incluído oficialmente na programação de 2016”, vibrou Carlos Eduardo de Souza e Silva, o Kalu, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela. “Neste ano tivemos regatas de altíssimo nível. As variadas condições de vento impuseram várias dificuldades. Gostei muito de 2014, mas achei este ano melhor ainda. Vamos continuar trabalhando para que o evento seja cada vez mais da cidade e não apenas do Yacht Club de Ilhabela”, projetou Kalu.

    Apesar das relações estreitadas com a prefeitura, o YCI não abre mão do gerenciamento técnico da competição para assegurar a qualidade das regatas, o que neste ano atraiu tripulações de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Bahia, além de Argentina e Uruguai, país do campeão Cristabella, que representou o Yacht Club Uruguayo.

    Quem também estava vibrando muito na cerimônia de premiação era a medalhista olímpica Ida Álvares, bronze com a seleção feminina de vôlei nos Jogos de Atlanta, em 1996. A secretária adjunta de Turismo de Ilhabela foi conquistada definitivamente pelo evento e entrou pela primeira vez em uma embarcação à vela. “Estou emocionada e muito feliz porque gosto de competir e de aprender. Exige um trabalho forte de equipe. Agora eu sei o que significa caçar a genoa, dar um bordo, soltar o cabo”, relatou a tripulante Ida.

    Disciplinada no esporte, Ida conquistou a confiança da tripulação do BL3 Urca e ajudou o barco da Escola de Iatismo BL3 a conquistar a medalha de bronze na RGS Geral. “Estava com receio de errar e comprometer o trabalho a bordo, mas me senti segura porque fui muito bem acolhida”, disse a atleta olímpica extasiada com a nova experiência.

    “O vôlei foi uma fase muito importante que vivi. Hoje procuro outros caminhos, mas o espírito de equipe permanece vivo. Percebi, por exemplo, que demorar para caçar um cabo é o mesmo que você passar uma bola errada para a levantadora. Quero muito competir em outras regatas. Tanto faz se vai ter vento ou não”, decidiu a velejadora estreante, contagiada pela atmosfera da vela.

    Campeões de cada classe

    ORC Geral – Cristabella (Martin Meerhoff)
    ORC A – Cristabella (Martin Meerhoff)
    ORC B – Santa Fé V (Nelson Avila Thomé)
    ORC C To Nessa (Renato Faria)
    IRC – Cristabella l(Martin Meerhoff)
    C30 – Loyal/CA Technologies (Marcelo Massa)
    Brasileiro de C30 – Campeão: Loyal/CA Technologies (Marcelo Massa)
    HPE 30 – Carioca Jr. (Roberto Martins)
    HPE 25 – Suzuki/Bond Girl (Rique Wanderley)
    Clássico – Aries III (Alex Calabria)
    Mini – Jacaré (Pedro Fukui)
    RGS Geral – Asbar II (Sérgio Klepacz)
    RGS A – Kalymera V (Antonio Carlos Paes Leme)
    RGS B BL3 Urca (Pedro Rodrigues)
    RGS C Rainha/Empresta Capital (Leonardo Pacheco)
    RGS Cruiser Helios II (Marcos Gama Filho)
    Bico de Proa A – H2Orça (Hilpert Zamith)
    Bico de Proa B Super Bakanna (Alexandre Dangas)
    Star – Marcelo Bellotti/Pedro Bolder
    Equipes – Iate Clube do Rio de Janeiro (Seu Tatá / Magia / Kalymera / Kybixu)
    Sul-Americano de ORC – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva)
    Diário de Bordo – Maestrale II (ORC/IRC, Adalberto Casaes)

    Para conferir os resultados completos clique aqui.

     

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      Modelo de 10,5 m de comprimento é capaz de navegar em águas rasas, possui artilharia de peso a bordo e alcança até 40 nós. Confira!

      Vitória estrangeira

      Por: Redação -
      12/07/2015

      O imponente barco uruguaio de 48 pés, Cristabella, e sua tripulação rigorosamente uniformizada em vermelho, mantiveram a regularidade durante a semana e venceram a única regata disputada neste sábado (11). A decisão foi dramática. Na véspera, os uruguaios estavam em terceiro lugar na classificação geral, com 13 pontos perdidos, contra 12 do líder Itajaí Sailing Team e 12,5 do Seu Tatá (RJ).

      Além de vencer a regata decisiva no tempo corrigido, o Cristabella foi também o fita azul (primeiro a cruzar a linha de chegada). É a única vitória dos uruguaios, que obtiveram ainda dois segundos lugares em seis regatas. A prova final começou com vento sudoeste de oito nós (15 km/h), o que viabilizou formato barla-sota, com quatro pernas, dentro do Canal de São Sebastião. No meio da regata a intensidade caiu para cinco nós e depois praticamente zerou. Os últimos barcos tiveram de se arrastar para concluir a prova.

      Desde 2011, com o título do S40 Pisco Sour, do Chile, a Ilhabela Sailing Week não contava com um campeão de outro país. Entre as cinco conquistas internacionais registradas ao longo de 42 anos, pela segunda vez a principal competição de oceano do continente tem um vencedor do Uruguai. A primeira foi em 2006, com o Memo Memulini. A Argentina esteve no degrau mais alto do pódio em duas ocasiões: 2007 com o Personal e 2009 com o Cusi 5.

      Pela primeira vez em Ilhabela, os velejadores do Yacht Club Uruguayo levarão para Montevideo apenas lembranças positivas da Capital Nacional da Vela. “Fomos recebidos fantasticamente. Corremos bem desde o primeiro dia, na Regata Alcatrazes com vento de 30 nós, situação comum no Uruguai”, relatou o timoneiro do Cristabella, Martin Meerhoff, que incluiu na tripulação o filho Joaquim, de 14 anos, velejador da classe 29er.

      “A sexta-feira (10) foi um dia precioso. Deixou os três primeiros colocados separados por apenas um ponto. Neste sábado, conseguimos largar bem e abrimos em relação aos rivais. Quando o vento acabou já estávamos em primeiro e chegamos com mais de oito minutos de vantagem para o segundo colocado. Para os uruguaios, velejar em Ilhabela é um sonho. Vencer, para mim é um orgulho. Nosso país tem mais títulos mundiais na vela do que no futebol”, declarou o campeão Martin.

      O Itajaí Sailing Team, do Iate Clube de Santa Catarina, e o Seu Tatá, do Iate Clube do Rio de Janeiro, ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Embora tenha sido a estreia da tripulação em Ilhabela, o Cristabella já conhecia as raias do Canal de São Sebastião, onde navegou sob comando do tetracampeão brasileiro de C30, Marcelo Massa, antes de ser transferido para o país vizinho.

      A C30 consagrou o Loyal CA Technologies como o melhor barco da classe no país. Um dia depois de conquistar o tetracampeonato brasileiro, o barco de Marcelo Massa venceu também a Ilhabela Sailing Week. “O Brasileiro era apenas nosso primeiro objetivo. Trouxe mais confiança para a tripulação e partimos para o segundo título. Mais uma vez mostramos que regata se ganha na água”, ratificou Massa. O Loyal somou 12 pontos perdidos, contra 14 do vice Caballo Loco, e 15 do medalha de bronze Zeus Team, de Florianópolis.

      A classe HPE 25, maior flotilha do campeonato com 20 embarcações, viveu uma situação inusitada e um final eletrizante. O campeão Suzuki Bond Girl teve o mastro quebrado logo na regata de abertura, para depois conquistar o título com 11 pontos perdidos, apenas um de vantagem sobre o vice, Ginga, que também ficou a um ponto do terceiro colocado, Repeteco Take Ashawer.

      “Trocamos o mastro e não sabíamos o que aconteceria. Já vivi experiência semelhante quando fui campeão brasileiro de Pinguim com um mastro torto. Agora virou amuleto. Não sei se vou comprar o mastro emprestado ou um novo. O Ginga, pelos treinos em Ilhabela, sempre é o barco a ser batido e nós conseguimos vencê-los”, comemorou o Rique Vanderley, o comandante campeão.

      Asbar II Total Balance, de Sérgio Klepacz; Rainha Empresta Capital, de Leonardo Pacheco; e BL3 Urca, de Pedro Rodrigues, foram os três primeiros na RGS Geral, pela ordem. “Foi uma disputa acirrada, principalmente com o BL3 Urca. Na regata decisiva, estávamos marcando o Urca quando merrecou (o vento acabou). Não havia o que fazer e quem se aproveitou da situação foi o Rainha. Gostaria de dar os parabéns a Comissão de Regatas, que salvou o campeonato nos dias difíceis para se montar a raia”, contou Paulo de Jesus, o Tinah, tático do Asbar II.

      Os barcos da classe Star elevaram o nível técnico da competição pelo terceiro ano consecutivo. Marcelo Bellotti e Pedro Bolder conquistaram um título inédito com quatro vitórias em seis regatas. Os argentinos Torkel Borgstrom e Juan Pablo ficaram com a medalha de prata, seguidos pelos campeões sul-americanos Marcelo Fuchs e Ronald Seifert.

      “Estou muito feliz depois de batalhar durante um ano e meio para andar bem na classe. O Pedro, na proa, ajudou muito. Fiquei contente com nossa velocidade em um campeonato de alto nível. Conseguimos segurar o Torkel, sempre próximo colocando pressão na gente. Até este domingo de manhã estava muito tenso, mas fiz uma ótima regata”, afirmou Bellotti.

      O dia da decisão foi aberto com um desfile das embarcações antes da largada. Mais da metade dos 145 inscritos aceitou o convite da Comissão de Regatas (CR) para o evento informou que levou os barcos a passarem rente ao píer da Vila (centro histórico de Ilhabela). O público em terra delirou com as manobras mais ousadas e a saudação dos tripulantes. Mais de 500 torcedores se aglomeraram a partir das 10h para aplaudir, fotografar e acenar para os velejadores que, embarcados, retribuíam ao carinho com buzinas, apitos e coreografias no convés.

      “Apoio plenamente a ideia. A iniciativa contribui para a vela e aproxima o público dos barcos e dos velejadores. O Magia Energisa estará presente”, garantiu o comandante Lars Grael assim que chegou ao Yacht Club de Ilhabela para o dia decisivo. “Foi bom demais. Deveria se tornar uma tradição”, comentou Iriana Bottene, fã da modalidade e que acompanhou toda a movimentação no píer. Com a narração do evento, ao vivo, turistas e moradores tiveram a oportunidade de ver os esportistas em ação e compreender o que acontecia na água, como se estivessem na arquibancada de um estádio ou ginásio.

      Pelo segundo ano consecutivo, a Ilhabela Sailing Week premiou o “Diário de Bordo” para a tripulação mais ativa nas mídias sociais. O Maestrale 2, comandado por Adalberto Casaes, foi o vencedor.

      Campeões de cada classe

      ORC Geral – Cristabella (Martin Meerhoff)
      ORC A – Cristabella (Martin Meerhoff)
      ORC B – Santa Fé V (Nelson Avila Thomé)
      ORC C To Nessa (Renato Faria)
      IRC – Cristabella l(Martin Meerhoff)
      C30 – Loyal/CA Technologies (Marcelo Massa)
      Brasileiro de C30 – Campeão: Loyal/CA Technologies (Marcelo Massa)
      HPE 30 – Carioca Jr. (Roberto Martins)
      HPE 25 – Suzuki/Bond Girl (Rique Wanderley)
      Clássico – Cangrejo (Ricardo Carvalho)
      Mini – Jacaré (Pedro Fukui)
      RGS Geral – Asbar II (Sérgio Klepacz)
      RGS A – Kalymera V (Antonio Carlos Paes Leme)
      RGS B BL3 Urca (Pedro Rodrigues)
      RGS C Rainha/Empresta Capital (Leonardo Pacheco)
      RGS Cruiser Helios II (Marcos Gama Filho)
      Bico de Proa A – H2Orça (Hilpert Zamith)
      Bico de Proa B Super Bakanna (Alexandre Dangas)
      Star – Marcelo Bellotti/Pedro Bolder
      Equipes – Iate Clube do Rio de Janeiro (Seu Tatá / Magia / Kalymera / Kybixu)
      Diario de Bordo – Maestrale II (ORC/IRC, Adalberto Casaes)

      Foto Marcos Méndez/SailStation

       

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        Evento que ocorrerá no São Paulo Yacht Club, na Represa do Guarapiranga, aceita inscrições até sexta-feira (3). Saiba mais!

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        Ilhabela Sailing Week

        Por: Redação -
        11/07/2015

        O Campeonato Brasileiro da classe C30, incluído neste ano na programação da Ilhabela Sailing Week, acabou nesta sexta-feira (10) com vitória do Loyal CA Technologies. Comandado por Marcelo Massa, o veleiro de Ilhabela obteve três vitórias em dez regatas e somou 18 pontos perdidos, contra 20 do vice Caballo Loco, de Mauro Dottori, que apesar de quatro primeiros lugares não foi tão regular. As medalhas de bronze ficaram com a tripulação catarinense do Zeus Team, de Inacio Vandresen.

        As três regatas disputadas ao norte de Ilhabela tiveram rajadas de leste com até 16 nós (30 km/h), o que ajudou o Loyal a chegar ao quarto título em quatro campeonatos nacionais da C30 disputados até hoje. São quatro placas com o nome do Loyal afixadas na base da Taça de Prata de posse transitória. “Esse é o mais importante dos quatro títulos porque eu estava há quase um ano sem velejar. Foi sem dúvida a conquista mais valiosa, a volta por cima”, festejou Marcelo Massa.

        Com a ausência do comandante e timoneiro nas últimas competições, o Loyal não estava cotado como o favorito. “Chegamos a ser considerados como carta fora do baralho, mas provamos que regata se ganha na água. Estou muito feliz”, desabafou Massa, emocionado. “Este era apenas o primeiro objetivo. A Ilhabela Sailing Week está aberta. Hoje vamos para decidir”, afirmou o comandante.

        O atual campeão da C30 na Ilhabela Sailing Week é o Zeus, que ocupa a terceira colocação com 13 pontos perdidos. O Caballo Loco é o segundo, com dez, apenas dois pontos a mais do que o líder Loyal.

        Na classificação geral, a RGS Cruiser está extremamente equilibrada. Os dois primeiros colocados, Boccalupo e Hélios II somam 14 pontos perdidos. BL3 e Petit Prince vêm a seguir com 19 cada. “Fizemos nossa melhor largada dos últimos cinco anos. Foi incrível. Chegamos na linha um segundo após o tiro de partida e passamos a alguns centímetros da CR. Um risco mortal”, relatou o tático e trimmer (regulador de velas), Campos Maia.

        A partida do Hélios II foi tão eficiente que o Atrevida, muito maior, só conseguiu ultrapassá-los após a primeira boia. “Atribuo a vitória de hoje, no tempo corrigido, à harmonia da tripulação, principalmente ao Luiz Bolina” dedicou Maia. A outra regata do dia para a RGS Cruiser teve vitória do Boccalupo.

        Na ORC, as vitórias ficaram por conta de Magia Energisa e Seu Tatá, no tempo corrigido. O novo líder da classe é o Itajaí Sailing Team com 12 pontos perdidos. O Seu Tatá, do Rio de Janeiro soma 12,5 enquanto o uruguaio Cristabella está com 13 pontos. “Estávamos atrás até hoje, mas o descarte nos favoreceu. Assumimos a ponta e agora tudo será decidido neste sábado”, considerou o tático e trimmer da equipe catarinense, Alexandre Back, após dois terceiros lugares.

        O vice-líder Seu Tatá teve de se recuperar para vencer a segunda regata. A diferença de apenas um ponto entre os três primeiros colocados é garantia de emoção nas disputas finais. “Na primeira largada ficamos atrás e tivemos de arriscar no lado errado da raia. Quem estava na frente tinha preferência. Corrigimos os erros na segunda prova e vencemos. Quem errar menos neste sábado leva o campeonato”, analisou o Daniel Winter. “Vamos tentar velejar limpo, sem nos envolver com os rivais”, espera o trimmer do Seu Tatá.

        Várias ações desenvolvidas neste ano pela parceria entre o Yacht Club de Ilhabela (YCI) e a Prefeitura Municipal contribuem para aproximar o público da principal competição de oceano do país.

        A passagem da flotilha próxima ao píer da Vila será narrada por locutor que levará ao público local e aos turistas as informações sobre a competição, barcos e tripulações. Quem estiver em terra poderá acompanhar e entender a movimentação dos veleiros no Canal de São Sebastião. O desfile de competidores é tradição em cidades do mundo todo que tenham vocação náutica, conforme a Capital Nacional da Vela.

        Líderes de cada classe até esta sexta-feira

        ORC Geral – Itajaí Sailing (Marcelo Gusmão)
        ORC A – Seu Tatá (Paulo Cesar Haddad.)
        ORC B – Lucky V (Ralph de Vasconcellos Rosa)
        ORC C To Nessa (Renato Faria)
        IRC – Cristabella l(Martin Meerhoff)
        C30 – Loyal/CA Technologies (Marcelo Massa)
        Brasileiro de C30 – Campeão: Loyal/CA Technologies (Marcelo Massa)
        HPE 30 – Thaiti Nui (Juninho de Jesus)
        HPE 25 – Suzuki/Bond Girl (Rique Wanderley)
        Clássico – Cangrejo (Ricardo Carvalho)
        Mini – Jacaré (Pedro Fukui)
        RGS A – Kalymera V (Antonio Carlos Paes Leme)
        RGS B Asbar 2 (Sérgio Klepacz)
        RGS C Rainha/Empresta Capital (Leonardo Pacheco)
        RGS Cruiser Boccalupo (Claudio Melaragno)
        Bico de Proa A – H2Orça (Hilpert Zamith)
        Bico de Proa B Cocoon (Luiz Caggiano)
        Star – Marcelo Bellotti/Pedro Bolder

        Fotos Felipe Castellari e Marcos Méndez/SailStation

         

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        Náutica Responde

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          Ferretti Yachts levará linha completa de modelos fabricados no Brasil ao Rio Boat Show 2026

          Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

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          Fenômeno foi registrado no último sábado (28) e chamou atenção dos banhistas em Caraguatatuba. Assista!

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          Modelo de 10,5 m de comprimento é capaz de navegar em águas rasas, possui artilharia de peso a bordo e alcança até 40 nós. Confira!

          Em família

          Por: Redação -
          10/07/2015

          É comum na Ilhabela Sailing Week as tripulações serem formadas por alguns amigos e familiares. Neste ano, por exemplo, Lars Grael comanda o Magia Energisa, ao lado de esposa, filha e cunhada. O veleiro Áries III, que pertenceu à tradicional família Zarif, compete em Ilhabela entre os Clássicos, comandado por Alex Calábria, com tripulação 100% familiar.

          O Frers de 43 pés (13 metros) construído em 1972 se tornou lendário sob comando de João Zarif, pai do velejador olímpico Guga Zarif e avô do mais jovem campeão mundial de Finn, Jorginho, classificado para os Jogos Rio 2016. Hoje com o casco azul-marinho, o atual comandante manteve um fio amarelo próximo ao convés para remeter à cor amarela, principal marca do veleiro do seo João.

          “O barco está envolvido por energia muito positiva por ter pertencido à família Zarif, sempre dedicada à vela. Não tive contato com o João, mas lembro-me dele, quase sempre sozinho, no barco ou na varanda do Iate Clube de Santos. Sinto a raça e a determinação dele a bordo”, revelou Alex. “Poderia correr em Ilhabela com uma tripulação formada, mas optei pela família e está sendo gratificante”, disse o comandante.

          A tripulação do Áries III é formada por cinco familiares, sendo apenas dois adultos e três crianças: Alex, a esposa Roberta, dois filhos de 10 e 7 anos e um sobrinho com 12 anos. “Na regata de abertura, sábado (4), Ilha de Toque-Toque, os meninos foram guerreiros. Com o vento aumentando e o mar crescendo, cogitamos desistir por uma questão de segurança. Eles ficaram super bravos. Mesmo preocupados, fomos cautelosos e praticamente obrigados a seguir até o fim”, contou Roberta.

          O Áries III ficou em terceiro lugar no tempo corrigido entre os Clássicos e cruzou a linha de chegada atrás apenas do Atrevida. “A inclusão da classe no evento ofereceu uma grande oportunidade para velejarmos em família. Além de divertido, a briga está muito boa. Todos fazem de tudo na equipe. Os meninos estão trabalhando muito. Regulam as velas, caçam os cabos e encaram qualquer tarefa. Ontem, um deles queimou a mão ao tentar segurar um cabo. Passou um gel no ferimento e hoje vai para a regata”, enalteceu o timoneiro.

          O incidente, considerado normal em regatas, foi um dos temas da preleção do dia seguinte, organizada diariamente às 10h na própria embarcação. “Eles ainda estão aprendendo. Recorremos sempre às experiências vivenciadas na véspera para corrigirmos os erros. Tudo é aprendizado. Costumamos correr regatas menores em Ubatuba (SP), mas o importante é que agora estão respirando o ambiente de uma competição internacional e, pelo jeito, já se apaixonaram”, orgulhou-se Alex, pai e comandante.

          Em competição, o chefe de família e de tripulação, esforça-se para manter o clima a bordo o mais tranquilo possível, mesmo nas situações mais estressantes. “Quando o barco precisa andar mais rápido, dou uns berros, é assim mesmo, mas depois da regata sempre acabo pedindo desculpas. Se começo a gritar, eles entram na pilha e também gritam e a gente perde a harmonia a bordo. Preciso manter o equilíbrio”, considerou Alex.

          O timoneiro encontrou-se com o neto do seo João nesta semana no píer do Yacht Club de Ilhabela e garantiu ao representante brasileiro da classe Finn que a energia do avô estará bem perto dele durante as regatas olímpicas. “Disse ao Jorginho que estaremos com o Áries III no próximo ano, no Rio, durante a Olimpíada. Iremos para assistir às regatas de Finn e levar a bordo uma torcida organizada especialmente para o Jorginho. Ele merece. E ficou bem feliz”, exclamou o chefe da torcida uniformizada, Alex.

          As condições do vento leste, com rajadas de até 15 nós permitiram pela primeira vez na semana regatas entre boias, barla-sota, conforme desejavam as tripulações. Magia Energisa, na ORC, e Montecristo na RGS dominaram as provas ao norte do Canal de São Sebastião no tempo real. Na C30, Zeus Team e CA Technologies venceram as duas primeiras regatas do dia. Neste sábado (11), as regatas decisivas serão disputadas a partir de meio-dia.

          Várias ações desenvolvidas neste ano pela parceria entre o Yacht Club de Ilhabela (YCI) e a Prefeitura Municipal contribuem para aproximar o público da principal competição de oceano do país. No sábado (11), dia das regatas decisivas, os veleiros sairão às 10h do YCI em percurso de ida e volta até o centro histórico do município.

          A passagem da flotilha próxima ao píer da Vila será narrada por locutor que levará ao público local e aos turistas as informações sobre a competição, barcos e tripulações. Quem estiver em terra poderá acompanhar e entender a movimentação dos veleiros no Canal de São Sebastião. O desfile de competidores é tradição em cidades do mundo todo que tenham vocação náutica, conforme a Capital Nacional da Vela.

          Foto Tito Strambi / Divulgação

           

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            Em águas geladas

            Por: Redação -

            Casco de aço reforçado, esse é o segredo para navegação em altas latitudes, ou seja, águas geladas e é essa a principal característica do novo casco de 55 metros construído pela Heensen Yachts, o Azamanta. Entregue nesta semana, o iate é da categoria de deslocamento rápido e foi desenvolvido pela Van Oossanen Naval Architects em parceria com a equipe Heensen.

            As linhas externas retas são de responsabilidade do escritório Omega Architects e dão um estilo único ao Azamanta. O corte chamado mais à ré mistura as linhas do casco com as da superestrutura. Outro detalhe é o uso de vidro na amurada da proa como efeito estético, mas a solução também permite que os convidados tenham maior campo de visão do mar

            “O Azamanta é o terceiro iate que entregamos este ano. Só no primeiro semestre realizamos a entrega do Sibelle (50 metros) e do Asya (47 metros). Ele é um maravilhoso exemplo do que os proprietários podem conseguir quando confiam no estaleiro Heesen para construir seu superiate”, comentou um representante da Heensen.

            Fotos Divulgação

             

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              Schaefer em Ilhabela

              Por: Redação -

              Desde ontem a Schaefer Yachts está em Ilhabela apresentando a linha Phantom para o público presente no litoral norte. O Ilhabela Phantom Show, que acontece até domingo (12), na Celmar Boats, é a chance de conhecer de perto lanchas novas e seminovas com condições especiais para a realização de ótimos negócios. Os principais barcos da empresa estão no melhor dos locais para uma exposição, o mar. A Celmar Boats fica à Avenida Almirante Tamandaré, 831, Praia de Itaguassu, em frente ao Abayomi Hotel. Os interessados ainda podem fazer test-drive nas embarcações.

              Com atuação no mercado nacional e internacional, a Schaefer Yachts já produziu mais de 3 mil embarcações, conta com três unidades fabris na Grande Florianópolis. Trata-se de uma indústria genuinamente catarinense que conquistou reconhecimento em todo o mundo, além de ser a principal responsável pelo desenvolvimento do polo náutico de Santa Catarina, um dos maiores do país. Depois de conquistar no ano passado o prêmio Barco do Ano na feira internacional de Busan, na Coreia do Sul, com a lancha Phantom 30 3, considerada o maior sucesso náutico nacional, com 1,5 mil unidades vendidas, o estaleiro confirmou recentemente a construção de uma fábrica naquele país nos próximos anos.

              Confira algumas fotos do evento

               

              Fotos Divulgação

               

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                Novo Jeanneau 54

                Por: Redação -

                O estaleiro francês Jeanneau, do Grupo Beneteau, apresentou o novo Jeanneau 54 que ganhou novo design. O fabricante afirmou que o veleiro chegará ao mercado totalmente renovado e garante que irá surpreender os fãs de vela.

                O veleiro tem interior inteligente com opções entre 2 e 6 camarotes. A opção com 2 camarotes é voltada para proprietários exigentes e que queiram suítes espaçosas e muita privacidade a bordo. O cockpit também agrada quem busca bons momentos no mar com uma área na popa que tem sofás espaçosos, mesa para refeição e dois pequenos sofás integrados à plataforma de popa que não existe em nenhum outro modelo da Jeanneau. “Cada detalhe e funcionalidade foram pensados para melhorar a vida a bordo e a experiência durantes os passeios”, declarou a empresa.

                O Jeanneau 54 é uma colaboração entre Philippe Briand e Andrew Winch e o resultado foi um design elegante e atemporal. O estaleiro também garante que o veleiro ganhou um casco com melhor navegabilidade e ficou ainda mais fácil de manejar.

                O veleiro faz parte da nova linha Jeanneau que inclui o Jeanneau Sun Odyssey 349 (teste da edição de janeiro de NÁUTICA).

                Fotos Divulgação

                 

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                  Sem medalhas

                  Por: Redação -

                  Após um intervalo de oito anos, Robert Scheidt volta aos Jogos Pan-Americanos, neste domingo (12), em Toronto, em busca de sua quarta medalha de ouro na classe Laser. Mais do que o pódio, a disputa ganha contornos de um “tira-teima” para o velejador, 15º colocado no Mundial de Laser de Kingston, também em águas canadenses, nesta quarta-feira (8).

                  Assim como nas Olimpíadas, onde soma cinco medalhas (dois ouros, duas pratas e um bronze) entre as classes Laser e Star, a trajetória de Scheidt nos Jogos Pan-Americanos é vencedora. O brasileiro foi ao pódio em todas as edições de que participou, sempre na Laser: ouro em Mar del Plata/1995, Winnipeg/1999 e Santo Domingo/2003, prata no Rio de Janeiro/2007.

                  “O Pan também será disputado no Lago Ontário, e a previsão é de ventos fracos e rondados, o que leva a regatas bem mais técnicas. A competição terá apenas 15 ou 16 barcos”, explicou Scheidt. “Por outro lado, todos os americanos que disputaram o Mundial estarão lá, também. O guatemalteco Juan Maegli, os americanos (Christopher Barnard e Charlie Buckingham), o peruano (Stefano Peschiera), o argentino (Julio Alsogarai, medalha de bronze no Pan de 2007, quando Scheidt ficou com a prata). O nível será bem alto.”

                  A competição em Toronto tem 12 regatas previstas para a classe Laser, divididas entre as fases classificatória e final. No sábado (18), os dez melhores colocados brigam pelo pódio na medal race, valendo pontos dobrados. Para Scheidt, o esforço de disputar o Pan apenas quatro dias após o Mundial em Kingston valerá a pena.

                  “Eu estaria muito mais chateado se estivesse voltando para casa com um 15º lugar. Agora tenho uma outra competição pela frente, e a chance de mostrar que posso fazer um resultado muito melhor. Estou bem preparado, com boa velocidade no barco e pronto para brigar por mais um título”, garantiu.

                  O vento fraco e inconstante na raia montada no Lago Ontário exigiu doses extras de paciência e estratégia dos velejadores. Com um desempenho irregular, Scheidt chegou ao último dia da fase classificatória do Mundial, no domingo, em 41º lugar. Mas a experiência de quem soma 14 títulos mundiais, 11 deles na Laser, foi fundamental para a virada, nesta quarta-feira (8), quando o velejador venceu uma regata e encerrou a competição na 15ª posição, primeiro entre os brasileiros.

                  “No domingo, tivemos uma brisa muito rondada, vinda de terra, e fiquei do lado errado do vento. Numa competição com flotilha numerosa como a do Mundial, com mais de 50 barcos, a largada é fundamental. E as pequenas decisões tomadas logo após a largada contam muito. Eu entrei na disputa muito bem preparado fisicamente, com um bom volume de treinos. Mas não consegui encontrar soluções no tempo ideal”, explicou o velejador. “Resultados ruins são normais em competições de alto nível, não é novidade. É preciso ter paciência e sangue frio, analisar o que dá para melhorar e focar nas próximas provas.”

                  Scheidt começou a crescer justamente na fase final, quando os 53 melhores velejadores foram reagrupados na flotilha ouro. Na quarta-feira (8), último dia de disputa, venceu uma das regatas e fez um 13º e um 19º nas outras duas, somando 132 pontos perdidos, apenas 35 de desvantagem para o medalhista de bronze, o australiano Tom Burton. “Consegui acertar a largada e velejar melhor, e subi bem na classificação. Sei que poderia ter ido muito melhor, mas agora é pensar em representar bem o Brasil no Pan e buscar mais uma medalha”, reforçou o velejador, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

                  Classificação do Mundial de Laser de Kingston
                  1. Nick Thompson (GBR) – 67 pontos perdidos (5+2+6+3+4+1+[24]+7+2+4+[25]+15+18)
                  2. Philipp Buhl (ALE) – 93 pp (1+2+1+5+15+5+7+16+15+[27]+13+[48]+1)
                  3. Tom Burton (AUS) – 97 pp ([19]+4+2+2+1+11+10+15+[27]+2+16+11+23)
                  4. Juan Maegli (GUA) – 105 pp (2+1+1+4+3+15+[30]+28+[54]+33+7+9+2)
                  5. Matthew Wearn (AUS) – 106 pp (1+1+[21]+12+2+17+20+[24]+9+11+9+14+10)
                  15. Robert Scheidt (BRA) – 132 pp (3+12+26+4+[35]+[35]+14+8+19+13+19+1+13)

                  Foto Divulgação

                   

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                    Novidade no Sul

                    Por: Redação -

                    A BoatSP, revenda oficial das lanchas Triton e Fishing, a Boat SP inaugurou ontem (9) sua nova loja em Curitiba, capital do Paraná. A nova loja pretende ampliar a distribuição das marcas no Sul do país. Esta é a sexta loja da empresa fundada em 2010, BoatSP já tem lojas em São Paulo, Ubatuba, Rio de Janeiro, Angra dos Reis e Balneário Camboriú.

                    A BoatSP realizou a inauguração durante um coquetel com a presença de representantes do mercado náutico. Ernani Paciornik e Gustavo Ortiz representaram NÁUTICA e a NÁUTICA Sul e ainda aproveitaram o evento para dar boas-vindas ao novo Comodoro do Iate Clube de Caiobá Ewaldo Buschle Neto, eleito no mês passado.

                    A nova loja da BoatSP fica à Rua Antônio Olívio Rodrigues, 641 – Capão da Imbuia, PR – BR 116/476 – Tarumã (em frente ao Auto Shopping Curitiba-Tarumã). Para contato basta ligar 41/3532-0754.

                    Fotos Divulgação

                     

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                      Desafio do tempo

                      Por: Redação -

                      As condições de vento exigiram novamente que a Comissão de Regatas buscasse todas as opções para realizar ao menos uma prova nesta quinta-feira (9). Foram duas horas e meia de espera, recompensadas por uma regata de percurso triangular que se tornou muito técnica diante das dificuldades impostas pela variação do vento, percurso reduzido e correnteza.

                      Na classe ORC Geral, a vitória no tempo corrigido foi do Itajaí Sailing Team, do Iate Clube de Santa Catarina. “Em regata de percurso a gente tem de cuidar muito da tática e da velocidade do barco. É muito difícil de gerenciar e qualquer erro é fatal. Vamos aguardar as regatas barla-sota (entre boias) que nivelarão mais as disputas”, contou o comandante da equipe de Florianópolis, Marcelo Gusmão.

                      Na classificação geral da ORC o barco catarinense ocupa a quinta colocação. A liderança é do Seu Tatá (RJ), seguido pela tripulação uruguaia do Cristabella. A situação passou a indicar a possibilidade de um duelo equilibrado na classe C30. O Loyal CA Technologies chegou em segundo, atrás do vencedor +Realizado, resultado que leva o barco de Ilhabela à liderança do Campeonato Brasileiro e da Ilhabela Sailing Week, com dois pontos de vantagem sobre o Caballo Loco em ambas as disputas.

                      “Fizemos as três boias em primeiro lugar e no final, de contravento, o +Realizado chegou antes do que a gente no vento e venceu a regata. A CR salvou mais um dia com uma bela regata”, relatou o timoneiro do Loyal, Marcelo Massa, atual campeão brasileiro de C30. “Tudo ainda pode acontecer, mas a tendência a partir de agora é de que a briga fique entre nós e o Caballo Loco. Não partiremos para match race, vamos continuar velejando com tranquilidade. Existe respeito na água e amizade fora dos barcos entre as duas tripulações”, assegurou Marcelo.

                      O dia também foi favorável ao Asbar II, do Yacht Club de Ilhabela (YCI). O veleiro de Sérgio Keplacz venceu a única regata da quinta-feira e assumiu a liderança na classificação geral da RGS. “A regata foi excepcional. Na largada todos foram para o lado da CR e nós optamos pela boia, de vela à direita. Velejamos à frente dos adversários de ponta a ponta”, comemorou o comandante do Asbar II.

                      O Inaê Transbrasa aproveitou a oportunidade para permanecer entre os primeiros colocados da RGS. O outro barco do YCI é o líder na divisão A e quarto colocado na geral. “Fizemos manobras casco a casco com o Kalymera numa regata de ventos muito rondados. Nosso barco é pesadão e o percurso foi encurtado. Não deu para abrir muito tempo em relação aos adversários”, relatou o tático do Inaê, Gereba Carvalho.

                      Na estreante classe HPE 30, Renata Bellotti assumiu o leme no lugar do irmão Marcelo, que passou a competir de Star. A velejadora levou o Capatosta à primeira vitória em Ilhabela. “Foi meio na sorte. Os outros dois barcos nos ultrapassaram e achei que tudo estava perdido. Mantivemos a calma, conversamos muito a bordo e conseguimos fazer as regulagens necessárias. A chegada foi estonteante. Vencemos o Tahiti Nui por alguns centímetros”, respirou Renata, aliviada.

                      Para completar o vitorioso dia em família, Marcelo Bellotti estreou na classe Star com duas vitórias em duas regatas ao lado de Pedro Bolder. A dupla paulista lidera a competição, seguida pelos argentinos Torkel Borgstrom e Juan Pablo, com os campeões sul-americanos Marcelo Fuchs e Ronald Seifert em terceiro lugar. A HPE 25 também correu suas duas primeiras regatas com vitórias de Atrevido, com Fábio Bocciarelli, e Repeteco Take Ashawer, com Marcos Ashawer. Entre os barcos de oceano, pelo segundo dia seguido o Magia Energisa com Lars Grael e família foi o fita azul, primeiro a cruzar a linha de chegada.

                      Líderes de cada classe até esta quinta-feira

                      ORC Geral e ORC A – Seu Tatá (Paulo Cesar Haddad.)
                      ORC B – Santa Fé (Nelson Avila Thomé Jr.)
                      ORC C To Nessa (Renato Faria)
                      IRC – Santa Fé (Nelson Avila Thomé Jr.)
                      C30 – Loyal/CA Technologies (Marcelo Massa)
                      Brasileiro de C30 – Loyal/CA Technologies (Marcelo Massa)
                      HPE 30 – Thaiti Nui (Juninho de Jesus)
                      HPE 25 – Atrevido (Fábio Bocciarelli)
                      Clássico – Cangrejo (Ricardo Carvalho)
                      Mini – Jacaré (Pedro Fukui)
                      RGS Geral – Asbar II (Sérgio Klepacz)
                      RGS A – Inaê/Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho)
                      RGS B BL3 Urca (Pedro Rodrigues)
                      RGS C De Boot (Robert Van Horn)
                      RGS Cruiser Boccalupo (Claudio Melaragno)
                      Bico de Proa A – Viveree (Atanawe Boechat)
                      Bico de Proa B Cocoon (Luiz Caggiano)
                      Star – Marcelo Bellotti/Pedro Bolder

                      Fotos Marcos Méndez/SailStation e Fred Hoffmann

                       

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                        HPE 30

                        Por: Redação -
                        09/07/2015

                        TV NÁUTICA esteve na 42ª Ilhabela Sailing Week a convite da Mitsubishi Motors e apresenta com exclusividade o barco HPE 30. A nova categoria que entra com força total no calendário da vela nacional. Assista!

                        Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                         

                         

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                          Procura-se o vento

                          Por: Redação -

                          O segundo dia de regatas para todas as classes na Ilhabela Sailing Week impôs dificuldades à Comissão de Regatas que teve de se esforçar para montar as raias no Canal de São Sebastião. A quarta-feira (8) foi marcada pelos ventos fracos e rondados, além da chuva. A ideia da CR era de posicionar a linha de largada em frente ao Yacht Club de Ilhabela (YCI), mas após duas horas de espera os barcos tiveram de seguir no rumo norte em busca do vento.

                          Com atraso de quatro horas a Comissão de Regatas, conseguiu organizar a largada para várias classes ao norte de Ilhabela. O leste finalmente entrou com 5 ou 6 nós permitindo uma prova de percurso médio. As classes HPE 25 e Star foram liberadas para retornar ao Yacht Club de Ilhabela. Predominou o céu nublado, com chuva esporádica e temperatura em torno de 21 graus.

                          O fita azul, primeiro barco a cruzar a linha de chegada, foi o Magia Energisa, com o comando de Lars Grael, em duelo casco a casco com o uruguaio Cristabella na aproximação da linha de chegada. “Eles têm 48 pés, contra 40 do Magia, por isso andam mais no contravento. Fizemos o melhor possível dentro das condições da regata. A CR acertou ao optar por uma regata curta mesmo no final da tarde. Salvou o dia”, observou o medalhista olímpico.

                          A tripulação do rival uruguaio também deixou a raia com a sensação do dever bem cumprido. “Foi uma regata muito bonita. Largamos bem e montamos a primeira bóia em primeiro lugar. O Magia só nos ultrapassou no final do popa. Nosso contravento está muito forte. Já havíamos velejado próximos ao vencedor Camiranga da Regata Alcatrazes. Estamos muito contentes com o desempenho do barco e por estarmos em Ilhabela”, enfatizou o timoneiro do Cristabella, Martin Meerhoff.

                          No tempo corrigido, a vitória foi do Santa Fé V, de Nelson Ávila Thomé. O Cristabella acabou em terceiro e o Magia em nono. Somadas as duas regatas, a liderança da ORC é do Seu Tatá, de Paulo Cesar Haddad, com 8,5 pontos perdidos.

                          A classe C30 também viveu uma chegada emocionante na única prova do dia. O Zeus Team, de Florianópolis, liderou quase todo o percurso. “Foi uma regata de recuperação. Em cima da hora conseguimos passá-los no popa. Uma vitória dramática”, definiu Alexandre Muller, trimmer (regulador de velas) do vencedor, Loyal CA Technologies, que lidera a classe com 3 pontos perdidos. O Zeus ainda foi ultrapassado pelo Caballo Loco e terminou em terceiro.

                          Várias ações desenvolvidas neste ano pela parceria entre o Yacht Club de Ilhabela (YCI) e a Prefeitura Municipal contribuem para aproximar o público da principal competição de oceano do País. No sábado (11), dia das regatas decisivas, os veleiros sairão às 10h30 do YCI em percurso de ida e volta até o Pindá Iate Clube, no Pequeá.

                          A passagem da flotilha pelo píer da Vila será narrada por locutor que levará ao público local e aos turistas as informações sobre a competição, barcos e tripulações. Quem estiver em terra poderá acompanhar e entender a movimentação dos veleiros no Canal de São Sebastião. O desfile de competidores é tradição em cidades do mundo todo que tenham vocação náutica, conforme a Capital Nacional da Vela.

                          O respeito pelo mar, sentimento inerente aos velejadores, foi observado no YCI após uma tartaruga debilitada ser encontrada perto do píer flutuante. Bem preparados para lidar com a situação, funcionários do YCI acionaram o Ibama, em Caraguatatuba. Um integrante do Instituto se dirigiu prontamente ao YCI e assim que chegou iniciou o processo de hidratação do animal marinho.

                          A tartaruga verde, ou oliva, como a espécie é conhecida popularmente, foi transportada ao Ibama, em Caraguá em caixa plástica. Depois dos primeiros socorros seria levada ao Projeto Tamar, na cidade vizinha Ubatuba. “É a espécie mais comum na costa brasileira. Ela realmente precisava ser hidratada com urgência e ser transportada sem água. O procedimento foi correto”, avaliou a velejadora Andrea Grael, especializada em biologia marinha pela Universidade Federal Fluminense.

                          A tripulante do Magia Energisa estima que o animal esteja na fase juvenil, com idade entre 8 e 12 anos. “As agressões às tartarugas sempre são provocadas por ações humanas. As três principais causas de morte e lesões são: ingestão de lixo indevidamente lançado à água, rede de pesca e espinhel, e atropelamento por lanchas quando estão flutuando para respirar”, relatou Andrea.

                          Líderes de cada classe até esta quarta-feira
                          ORC Geral e ORC A – Seu Tatá (Paulo Cesar Haddad.)
                          ORC B – Dourado (Escola Naval)
                          ORC C To Nessa (Renato Faria)
                          C30 – Loyal/CA Technologies (Marcelo Massa)
                          HPE 30 – Thaiti Nui (Juninho de Jesus)
                          Clássico – Cangrejo (Ricardo Carvalho)
                          Mini – Xavante 1 (Karina de Oliveira Santos)
                          Bico de Proa A – Viveree (Atanawe Boechat)
                          Bico de Proa B Cocoon (Luiz Caggiano)

                          Fotos Marcos Méndez/Sail Station e Fred Hoffmann

                           

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                            Estreia

                            Por: Redação -
                            08/07/2015

                            O Overmarine Group escolheu o prestigiado Monaco Yacht Show para apresentar o mais recente modelo da linha Maxi Open, a Mangusta 132. O iate, segundo Mangusta do mesmo proprietário, é a quarta unidade da série Maxi Open e é o quarto modelo da linha que está cada vez mais famosa.

                            Apesar de manter as características mais marcantes da linha Mangusta, como o design elegante e esportivo, a Mangusta 132 apresenta algumas mudanças estéticas e estruturais. Um exemplo é o salão que tem para-brisa e janelas integrados proporcionando uma vista panorâmica para os convidados do ambiente. O flybridge da Mangusta 132 também foi reestilizada para dar uma aparência mais agressiva e moderna do que os modelos anteriores da linha.

                            Este iate particular tem quatro camarotes, em vez de cinco do layout tradicional. Em vez do quinto camarote, o proprietário optou por um salão adicional no convés inferior. Na motorização a Mangusta 132 foi equipada com três motores MTU de 2 600 hp cada.

                            Foto Divulgação

                             

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                              Com DNA brasileiro

                              Por: Redação -

                              Lançada no Brasil durante a última edição do São Paulo Boat Show, em 2014, a C42 só chegará à Europa em setembro. A lancha será apresentada durante o Yachting Festival de Cannes – que acontece entre os dias 8 e 13 de setembro, na Riviera Francesa.

                              A lancha de 42 pés e hardtop chega ao público europeu com algumas influências do mercado brasileiro, como o espaço gourmet localizado na popa da embarcação, que vem com churrasqueira, pia e balcão para preparo dos alimentos, criando um espaço perfeito para receber amigos e relaxar.

                              A Cruiser 42 é motorizada com Volvo Penta IPS, o que garante mais eficiência, aceleração e autonomia, com menor consumo de combustível. Outro ponto forte da embarcação é o seu layout, que privilegia ambientes amplos e espaços de convivência ao ar livre. O interior do barco apresenta grande aproveitamento da luz natural, com janelas panorâmicas e portas de vidro que favorecem a integração com o mar, além de itens para entretenimento, como bar e TV. A C42 conta ainda com dois espaçosos camarotes, com boa altura e banheiros individuais, e também com uma cozinha completa.

                              No Brasil, a Sessa Marine comemora cinco anos de parceria com o estaleiro catarinense Intech Boating, que fabrica e comercializa com exclusividade as embarcações da marca italiana, incluindo sua linha esportiva Key Largo.

                              Foto Mozart Latorre e Divulgação

                               

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                                Curso Azimut

                                Por: Redação -

                                Depois do sucesso das duas primeiras edições dos cursos às tripulações, realizados no Rio de Janeiro e litoral paulista, é a vez de Santa Catarina receber o curso promovido pela Azimut Yachts do Brasil com apoio e certificação do Senai (Serviço Nacional de Aprendizado Industrial) com participação de tripulantes de toda a região sul. As aulas serão realizadas de 20 a 25 de julho na sede do Senai, em Itajaí, SC.

                                “Os cursos vêm obtendo grande aceitação no território brasileiro. Prova disso é que mais de um mês antes de sua realização em Santa Catarina, todas as 30 vagas disponíveis foram preenchidas”, conta o diretor de pós-vendas da Azimut do Brasil Giuseppe Donadio.

                                Em virtude da grande demanda para o curso de nível básico, a empresa estuda ainda a abertura de novas edições em Itajaí e em outras regiões do Brasil entre os meses de setembro e outubro deste ano.

                                Serão formados tripulantes das embarcações Azimut e, dependendo das vagas disponíveis, as aulas serão abertas para tripulantes de outros estaleiros.

                                Ministrados pelo experiente comandante e instrutor Claudio Copello e pelo instrutor do Senai Altamir Steil, com apoio e suporte do gerente de área de pós-vendas da Azimut André Silva e do time de especialistas do estaleiro, se trata de uma oportunidade para aprender sobre os principais elementos de uma embarcação, além de dados sobre revisões periódicas e identificações de problemas em um primeiro nível. Ao todo, o curso do módulo básico tem 48 horas, entre aulas práticas e teóricas.

                                “Durante o curso básico surgiram também necessidades específicas que serão adicionadas ao segundo módulo didático que está previsto para acontecer em 2016”, explica Donadio.

                                Mais informações podem ser solicitadas através do telefone 47/3405-0505.

                                Foto Divulgação

                                 

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                                  Volta à raia

                                  Por: Redação -

                                  O Canal de São Sebastião estará novamente tomado por 145 embarcações a partir de hoje (8), quando todas as classes retornarão à disputa a partir de meio-dia. Destaque para a estreia da classe Star, considerada a mais técnica entre as que já integraram os Jogos Olímpicos. Há três anos incluída na Ilhabela Sailing Week, a classe teve como vencedores nas duas primeiras edições velejadores consagrados como Robert Scheidt e Bruno Prada (2013), Lars Grael e Samuel Gonçalves (2014).

                                  A perspectiva para este ano é de que a classe Star apresente duelo acirrado entre brasileiros e argentinos. O tricampeão sul-americano, Ronie Seifert, avaliza a expectativa. “O Torkel (Borgstrom), da Argentina, vem andando forte. Ele tem corrido várias regatas nos Estados Unidos, sempre com resultados relevantes. Eu e o Marcelo estamos meio fora de forma, mas viemos para beliscar”, avisou Ronie, campeão continental com Lars Grael em 2011 e com o atual parceiro, Marcelo Fuchs, em 2012 e 2013.

                                  Fábio Bodra, apontado pelo argentino Julio Labandeira, bicampeão mundial máster, como um dos favoritos, prefere rejeitar essa condição. “Corri o Hemisfério Ocidental em Miami e algumas outras regatas, mas estamos em campanha para o Sul-Americano e o Mundial de Star, ambos em Buenos Aires, em outubro e novembro, respectivamente”, contou Fábio, competindo em dupla recém-formada com Fernando Ilha, irmão do árbitro olímpico Nelson Ilha.

                                  Os barcos da classe HPE 25, também estarão pela primeira vez na raia somando pontos para a Ilhabela Sailing Week. A prova de percurso de sábado (4), rendeu ao Ginga o Troféu Renato Frankenthal, mas não foi válida pelo campeonato. O campeão mundial da classe Finn, Jorge Zarif, fará a estreia nesta classe. “Já velejei com a tripulação do Carioca Fiote, de Laser, um contra o outro e também juntos, de Soto 40. Será uma experiência inédita para mim. Vamos nos divertir”, afirmou Jorginho, campeão em Ilhabela em 2005 com o Áries IV, ao lado do pai, Guga Zarif.

                                  No terceiro dia do Campeonato Brasileiro de C30, o Caballo Loco somou mais uma vitória, a terceira em três regatas, mantendo a liderança com 12 pontos perdidos. O vice-líder Zeus chegou em terceiro e soma 14 pontos, seguido por Loyal CA Technologies, que chegou a 16 após a segunda colocação desta terça-feira. “O Zeus estava poucos metros à nossa frente, mas no último jibe (mudança de posição da vela no popa), ultrapassamos e chegamos em segundo. Foi emocionante”, considerou o tático do Loyal, Mário Sérgio de Jesus.

                                  O palco da Vila recebe hoje os vencedores das regatas que abriram a 42a. Ilhabela Sailing Week no sábado (4). As tripulações mais bem colocadas na Regata Alcatrazes por Boreste e na Toque-Toque serão premiadas a partir das 20h.

                                  Resultados desta terça-feira

                                  C30
                                  1- Caballo Loco (Mauro Dottori) – 12 pontos perdidos (1+1+5+4+1)
                                  2- Zeus (Inácio Vandresen) – 14 pp (3+5+2+1+3)
                                  3- CA Technologies (Marcelo Massa) – 16 pp (2+8+1+3+2)
                                  4- Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) – 18 pp (6+2+3+2+5)
                                  5- Barracuda (Humberto Diniz) – 23 pp (5+3+4+5+6)

                                  HPE 30
                                  1- Carioca Jr. (Roberto Martins) – 8 pp (3+3+1+1)
                                  2- Thaiti Nui (Juninho de Jesus) – 8 pp (1+1+3+3)
                                  3- Capatosta (Marcelo Bellotti) – 8 pp (2+2+2+2)

                                  Fotos Marcos Méndez/Sail Station

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                                    King Baby

                                    Por: Redação -

                                    Construído pelo estaleiro chinês IAG Yachts, o King Baby é um iate concebido para um velejador experiente aproveitar os momentos de folga impulsionado por motores e não pelo vento. Com 3 deques, o iate de 141 pés tem design assinado pelo Rossi Engineering Design e Services (REDS), escritório italiano especializado em design e engenharia naval.

                                    Projetado para uso também em charters, o interior, também projetado pelo REDS, tem capacidade para 12 hóspedes que ficam acomodados em cinco espaçosos camarotes. A suíte do proprietário está localizada no convés principal e é ainda maior do que as suítes dos hóspedes.

                                    Para os momentos ao ar livre, o espaçoso terraço tem uma grande banheira de hidromassagem e um belo bar para curtir os passeios.

                                    Foto Divulgação

                                     

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                                      Atom

                                      Por: Redação -
                                      07/07/2015

                                      A empresa Yachtzoo apresentou o novo projeto de superiate Atom, um gigante de 442,91 pés (135 metros). Desenvolvido em conjunto com o A Group e Fincantieri Yachts, o iate tem quatro conveses e 2200 m² de área útil. O iate está sendo projetado há seis meses e agora as empresas devem seguir adiante com o projeto.

                                      Serão sete camarotes VIP para até 14 convidados e duas áreas de pouso para helicóptero. O iate ainda usará motorização diesel e elétrica.

                                      Imagens Divulgação

                                       

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                                        Refeno 2015

                                        Por: Redação -

                                        A diretoria do Cabanga Iate Clube de Pernambuco anunciou, nesta terça-feira (7), que a maior prova oceânica do Brasil – Regata Recife—Fernando de Noronha (Refeno) – voltará ao percurso anterior. Após a largada, ao invés de passarem em frente à praia do Pina, na Zona Sul do Recife, como aconteceu em 2014, as embarcações seguirão direto para o Arquipélago de Fernando de Noronha. A largada este ano será no dia 26 de setembro, a partir do meio dia, no Marco Zero do Recife.

                                        De acordo com o comodoro do Cabanga, Jaime Monteiro, a mudança tem a intenção de concentrar todas as festividades e atividades da Refeno no dia da largada no Recife Antigo. “Nossa ideia é que o público esteja todo concentrado no Marco Zero. Além da largada, teremos outras ações que em breve serão anunciadas no local”, justificou o comodoro.

                                        Com a mudança no itinerário, as embarcações percorrerão até o Arquipélago de Fernando de Noronha 292 milhas náuticas, o equivalente a 540 quilômetros de distância, ao invés de 298 milhas (passando por Boa Viagem). Em 2014, a embarcação Camiranga (RS) conquistou o Troféu Fita Azul da competição.

                                        As inscrições para a 27ª Edição da Refeno, com largada marcada para o dia 27 de setembro, do Marco Zero do Recife, podem ser realizadas no site da Refeno (www.refeno.com.br). Até o dia 15 de julho a inscrição, por tripulantes custará R$ 650. A partir desta data, o valor subirá para R$ 750. Até o momento, 47 embarcações estão inscritas na maior regata oceânica do Brasil e umas das mais importantes da América do Sul.

                                        Foto Antônio Henrique/Arquivo Cabanga

                                         

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                                          Veleiro inflável

                                          Por: Redação -

                                          A empresa do Reino Unido Foldable RIB, ou simplesmente Frib, é a responsável por desenvolver e fabricar o F-RIB 460S, um veleiro inflável totalmente dobrável de 4,60 metros com uma pequena vela e leme retrátil que permite velejar em locais rasos. Além disso, este barquinho pode ser desmontado e levado no carro para onde o proprietário desejar.

                                          O veleirinho ainda pode levar 6 pessoas a bordo e pode ser equipado com um pequeno motor. O F-RIB 460S tem casco de fibra de vidro e pesa apenas 80 quilos.

                                          Fotos Divulgação

                                           

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                                            Norte Americano de Optimist

                                            Por: Redação -

                                            Começou nesta segunda-feira (6) o Campeonato Norte Americano de Optimist, que será realizado de até o próximo dia 12 de julho, em Antigua, no Caribe. O evento conta com a participação de 163 velejadores de 23 países da América do Norte, América Central, América do Sul, Ásia e Europa.

                                            Ao todo, a competição de Optimist terá até 12 regatas, sendo até três por dia. De acordo com Hans Hutlzer, pernambucano presidente da Associação Brasileira da Classe de Optimist (ABCO), as condições de vento no local são as melhores possíveis. “Tudo indica, se não mudar a temperatura, que teremos as três regatas programa para cada dia”, informou.

                                            Confira a lista dos atletas que compõe a delegação brasileira neste mundial de Optimist.

                                            Feminino
                                            Ana Luíza Caetano (RJ)
                                            Maria Lachmann (RJ)
                                            Marina Hutzler (PE)
                                            Rafaela Salles (RJ)
                                            Renata Praseres (BA)

                                            Masculino
                                            Bernardo Pereira (BA)
                                            Caio Soares (RJ)
                                            Erico Penteado (RJ)
                                            Guilherme Berenhauser (SC)
                                            João Petersen (RJ)
                                            Lars Kunath (SP)
                                            Lucas Urmenyi (BA)
                                            Luiz Correia (RJ)
                                            Matheus Azevedo (BA)
                                            Nicolas Bernal (SP)
                                            Rafael Servaes (SC)
                                            Stefano Geronimi (RJ)
                                            Tiago Soares (PE)
                                            Victor de Marchi (SP)
                                            Vitor Paim (RS)

                                            Foto Divulgação

                                             

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                                              Kiss

                                              Por: Redação -

                                              O Kiss, construído pela Feadship, está chamando muita atenção no mundo dos superiates por causa do seu design. O iate de 152 pés, mais precisamente 46,40 metros, tem superestrutura alta com ampla utilização de vidros e pintura escura deixando com aparência imponente e agressiva.

                                              Já o interior recebe muita luz natural e o espaço parece ser ainda mais amplo do que já é. A sensação é de se estar em um belo apartamento moderno com suítes para até 12 convidados. Já para os momentos ao ar livre o iate tem uma grande mesa de jantar na popa e uma jacuzzi no sundeck.

                                              O belo iate da Feadship está navegando desde fevereiro, mas as imagens de seu interior só foram divulgadas agora. Confira:

                                              Fotos Divulgação

                                               

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                                                Disputas continuam

                                                Por: Redação -

                                                As disputas desta segunda-feira (6) ficaram restritas ao Campeonato Brasileiro de C30 e à nova classe HPE 30, iniciadas sábado com as provas de percurso. O Caballo Loco, de Ubatuba (SP), vencedor da primeira regata com ventos de 60 km/h, manteve a liderança na C30 com mais uma vitória. Loyal CA Technologies e Zeus Team venceram as outras duas regatas. A HPE 30 correu duas provas com vitórias de Tahiti Nui e Carioca Júnior.

                                                Depois de quatro dias o sol voltou a aparecer entre nuvens nesta segunda-feira (6), um dia típico para se velejar. O vento leste soprou com rajadas de 16 nós (30 km/h) no extremo norte do Canal de São Sebastião, na raia montada após a Ponta das Canas para sete veleiros da C30 e três da classe HPE 30.

                                                “As regatas de hoje (segunda) foram muito equilibradas, muito técnicas. O vento esteve ideal. Fomos rápidos no contra-vento, mas precisamos melhorar no popa. O importante é que nos divertimos muito”, avaliou o comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori. “Temos treinado um pouco mais do que as outras tripulações, mas isso não nos coloca como favoritos. O vento forte tem colaborado para o bom desempenho do barco, regulado para essa condição”, completou o timoneiro líder.

                                                “O equilíbrio é uma característica da classe, por isso é mais importante manter regularidade do que ganhar regata e depois ir mal. Não há como prever favoritos, mas pela intensidade de treinos, Porsche e Caballo Loco estariam mais bem preparados”, considerou o comandante do Loyal CA Technologies, atual campeão brasileiro de C30, título conquistado em 2014, em Ilhabela.

                                                A classe HPE 30 mostrou velocidade novamente a exemplo do que havia ocorrido na regata de sábado, vencida pelo Tahiti Nui. “O desempenho é muito semelhante ao do C30 e até um pouco mais rápido no vento de popa”, analisou o coordenador da classe e comandante do Capatosta, Marcelo Bellotti, segundo colocado nas duas regatas do dia.

                                                “O barco é ideal para se velejar no Brasil, tanto pelo tamanho (nove metros), quanto pelo preço. O mastro é de alumínio e a fabricação é 100% nacional. A bolina (quilha móvel) facilita a retirada da água e permite que o veleiro se adapte com facilidade a qualquer marina”, afirmou Bellotti, que vem disputando edições anteriores da Ilhabela Sailing Week nas classes HPE 25 e Star. A partir de quarta-feira, Bellotti será substituído no Capatosta pela irmã Renata e começa a disputar a classe Star, na Ilhabela Sailing Week, ao lado de Pedro Bolder.

                                                Resultados

                                                C30
                                                1- Caballo Loco (Mauro Dottori) – 11 pontos perdidos (1+1+5+4)
                                                2- Zeus (Inácio Vandresen) – 11 pp (3+5+2+1)
                                                3- Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) – 13 pp (6+2+3+2)
                                                4- CA Technologies (Marcelo Massa) – 14 pp (2+8+1+3)
                                                5- Barracuda (Humberto Diniz) – 17 pp (5+3+4+5)

                                                HPE 30
                                                1- Thaiti Nui (Juninho de Jesus) – 5 pp (1+1+3)
                                                2- Capatosta (Marcelo Bellotti) – 6 pp (2+2+2)
                                                3- Carioca Jr. (Roberto Martins) – 7 pp (3+3+1)

                                                Confira as fotos desta segunda-feira na Ilhabela Sailing Week

                                                Fotos Marcos Méndez/Sail Station

                                                 

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                                                  Yersin

                                                  Por: Redação -
                                                  06/07/2015

                                                  Inspirado pelas viagens do famoso personagem de desenho animado Tintin e de Custeau, o proprietário do iate Yersin, de 251 pés, construiu uma embarcação para navegar sob condições climáticas extremas, frio ou calor, com todo o conforto que um barco deste tamanho pode oferecer.

                                                  Projetado por Pierre J. Kubis, o Yersin tem um propósito muito maior do que simplesmente levar seu proprietário aos mais diversos lugares do mundo. Este iate de 76 pés servirá como base para pesquisas científicas e é certificado para navegar nas águas mais preservadas do mundo graças ao seu baixo índice de emissão de poluentes e um sistema de tratamento de água e esgoto. O iate tem a bordo laboratórios, enfermaria, uma sala de mergulho e uma plataforma de armazenamento para containers.

                                                  O iate foi construído pelo estaleiro Piriou e ganhou este nome em homenagem ao Dr. Alexandre Yersin (1863-1943), bacteriologista suíço reconhecido pela descoberta do bacilo da peste.

                                                  Fotos Divulgação

                                                   

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                                                    Às vésperas do maior salão náutico do país – o São Paulo Boat Show –  o estaleiro catarinense Schaefer Yachts realiza feira própria durante o Ilhabela Phantom Show, entre 9 e 12 julho, na Celmar Boats, em Ilhabela. Será a chance de o público checar de perto lanchas novas e seminovas com condições especiais para a realização de ótimos negócios. Os principais barcos da empresa estarão à mostra na avenida Almirante Tamandaré, 831, Praia de Itaguassu, em frente ao Abayomi Hotel. Estará à disposição a linha completa, com test-drive aos interessados.

                                                    Com atuação no mercado nacional e internacional, a Schaefer Yachts já produziu mais de 3 mil embarcações, conta com três unidades fabris na Grande Florianópolis. Trata-se de uma indústria genuinamente catarinense que conquistou reconhecimento em todo o mundo, além de ser a principal responsável pelo desenvolvimento do polo náutico de Santa Catarina, um dos maiores do país. Depois de conquistar no ano passado o prêmio Barco do Ano na feira internacional de Busan, na Coreia do Sul, com a lancha Phantom 30 3, considerada o maior sucesso náutico nacional, com 1,5 mil unidades vendidas, o estaleiro confirmou recentemente a construção de uma fábrica naquele país nos próximos anos.

                                                    Foto Phantom 375 / Norton José

                                                     

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                                                      A holandesa Steeler Yachts, em parceria com a Vripack, projetou o Off Road 22, uma lancha de 72 pés pensada para ser um dos heliportos mais estáveis que se conhece sobre o mar. A proposta é aliar o prazer de navegar com o prazer de pilotar sem gerar ainda mais custos para o proprietário.

                                                      Segundo a Steeler, a Off Road 22 é, essencialmente, a embarcação mais estável quando ancorada para um helicóptero pousar com segurança mesmo com mar agitado. O resultado deste trabalho foi uma lancha com acomodações para 8 pessoas, um heliporto de 12 x 6 metros, três deques e um guincho para lançamento de jets. A lancha ainda terá motorização a diesel.

                                                       

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                                                        O estaleiro francês Neels Trimarans, que já vendeu 15 unidades do seu modelo de estreia de 45 pés, entregou o primeiro Neel 65, um trimarã de 65 pés com seis cabines duplas e seis banheiros. Com interior desenhado por Franck Darnet, todas as cabines ganharam área envidraçada com vista para o mar, principalmente a cabine do proprietário que tem janela de 2,5 metros e vista para o mar até no banheiro.

                                                        Segundo o estaleiro, o layout é bastante funcional e atende bem uso particular ou para charters. O flybridge deste veleiro é outro ambiente de convivência, com 33 m² de área tem leme e espaço para convivência separados.

                                                        O Neel 65 ainda pode ser equipado com mastro de carbono para velejadas de alta performance, nesta opção o veleiro perde mais de uma tonelada em seu peso total. E o fabricante ainda garante que o modelo pode ser pilotado com facilidade mesmo com tripulação pequena.

                                                        A Neels Trimarans não tem barcos no Brasil, mas, com certeza, agradaria os amantes dos multicascos daqui.

                                                        Fotos Divulgação

                                                         

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                                                          Abertura emocionante

                                                          Por: Redação -

                                                          As regatas de abertura da Ilhabela Sailing Week levaram à prova as tripulações inscritas na principal competição de oceano da América Latina. Conforme a previsão, o vento entrou no Canal de São Sebastião exatamente no momento da largada neste sábado (4), com rajadas de 30 nós (60 km/h), provocando ondas de dois metros. Quebras e abandonos por precaução se tornaram inevitáveis.

                                                          O veleiro gaúcho Camiranga, um moderno Soto 65, cruzou a linha de chegada às 18h20m03, mas passou pelo ponto de registro às 18h09m03, estabelecendo novo tempo, 6h04m03s, para a Regata Alcatrazes – Marinha do Brasil. A melhor marca para o percurso de 60 milhas (110 km) pertencia ao S40 argentino Cusi V desde 2009, com 6h12m29. A organização aproveitou para instituir a partir deste ano o recorde para a classe RGS. O tempo de referência passa a ser do Inaê Transbrasa, com 9h34m37.

                                                          A prova que contorna o Arquipélago de Alcatrazes, neste ano em homenagem aos 150 anos da Batalha do Riachuelo, abre a competição desde 1999. “Foi a Alcatrazes mais desafiadora e uma das mais importantes de todos os tempos devido ao recorde. Primeira vez em que o vento sudoeste entrou e o mar subiu desde a largada”, analisou o diretor da Comissão de Regatas (CR), Carlos Sodré, o Cuca.

                                                          Dos 119 barcos que largaram em frente ao Yacht Club de Ilhabela, no rumo sul, para três percursos distintos, 59 desistiram. Em relação a Alcatrazes, 60 veleiros partiram e apenas 34 concluíram a prova. “Teve gente que desistiu antes mesmo de chegar ao trajeto da balsa, mas as regatas foram muito bem-sucedidas. O navio-patrulha Guaporé, da Marinha do Brasil, guarneceu a flotilha até às 2h da madrugada de domingo, garantindo a segurança das tripulações, principalmente na área de Alcatrazes”, concluiu Sodré.

                                                          Maior embarcação entre as que correram até Alcatrazes, o Camiranga, do Veleiros do Sul (RS), veio a Ilhabela com objetivo estabelecido: quebrar o recorde da regata que contorna o arquipélago. Missão cumprida, o coordenador da tripulação gaúcha, Team Crioula, Samuel Albrecht, avaliou as condições da nova marca. “Achamos que não seria possível bater o recorde porque o vento sudoeste, bem na cara, nos obrigou a velejar em ‘zig-zag’ até Alcatrazes. Andamos o dobro do que poderíamos navegar com um leste, por exemplo”.

                                                          Tripulação e equipamentos do Camiranga receberam elogios do timoneiro. “Em um barco desse tamanho é muito difícil não quebrar nada sob essas condições, mas o equipamento se comportou de forma exemplar. Velejamos com média de 21 nós e rajadas de 26 e mar muito grosso. Com amadores e convidados, entre os 14 tripulantes, adotamos uso obrigatório de coletes salva-vidas”, informou Samuel, que retornará ao Rio de Janeiro nesta semana para seguir em campanha olímpica para o Rio 2016 na classe Nacra, com Isabel Swan. O próximo desafio do Camiranga será a Santos-Rio, em outubro.

                                                          O vento com rajadas de até 30 nós, quase 60 km/h, levou emoção também à Regata Toque-Toque. Mastro quebrado, velas rasgadas e equipamentos avariados provocaram várias desistências. Em meio ao festival de imprevistos, a prova com 18 milhas (32 km) teve como Fita Azul, primeiro barco a cruzar a linha de chegada, o C30 Caballo Loco, seguido pelo Loyal CA Technologies, com o HPE 30 Tahiti Nui em terceiro lugar.

                                                          Para completar a regata, as tripulações tiveram de superar muitas dificuldades. “Na velejada em popa, no retorno ao Yacht Club de Ilhabela, nossa vela balão estourou. Tivemos de dar uma segurada. O Loyal largou muito bem, mas logo em seguida o vento apertou. O Caballo Loco é muito bem adaptado ao vento forte. Ganhamos porque conseguimos velejar bem perto do baixio de São Sebastião para fugir da correnteza do canal”, analisou Mauro Dottori, comandante do Caballo Loco.

                                                          Dotori viveu momentos de emoção provocados pelo vento e pelas ondas. “Este barco a uma velocidade de 18 nós, média que mantivemos, é água para todo lado. Você fica no meio da espuma. Dá um medo do capeta. Dedico a vitória à minha tripulação e ao almirante Lima Filho, que estava na fragata Greenhalgh. Ele sempre é pé quente para o Caballo Loco”, comemorou.

                                                          Mesmo com vento em popa, muitos veleiros fizeram a segunda metade da regata sem balão. “Estivemos sempre próximos do Caballo Loco. Registramos uma rajada de 33 nós, que nos fez planar a 18 milhas por hora. Uma regata muito difícil, com muito vento”, relatou o trimmer do Loyal, Alexandre Muller. “No popa tivemos de tirar o balão para sobreviver. A disputa foi emocionante e equilibrada”, comentou o comandante do Loyal, Marcelo Massa.

                                                          O atual campeão da Ilhabela Sailing Week na C30, Zeus Team, foi o terceiro da classe. A tripulação catarinense sofreu com a interferência das fortes rajadas. “O sul entrou com força e foi apertando. Estávamos disputando o segundo lugar com o Loyal e fomos ousados. Colocamos muita pressão e o balão estourou. Pusemos uma segunda vela que também não aguentou e rasgou”, contou o comandante Inácio Vandresen.

                                                          A classe HPE 25 abriu a competição com a disputa do Troféu Renato Frankenthal, de posse transitória. Os barcos precisaram de muito esforço dos quatro tripulantes para enfrentar o vento. Ginga, Fit to Fly e Atrevido foram os três primeiros. Um dos favoritos, Suzuki Bond Girl, retornou ao YCI com o mastro quebrado.

                                                          “O cabo de popa estourou na rajada. Logo em seguida o mastro dobrou bem no meio e caiu no convés”, relatou o tático do Bond Girl, Douglas Thisted. A avaria não impedirá o retorno do barco às regatas a partir de quarta-feira (8). “Vamos instalar um mastro emprestado a tempo de testarmos as novas regulagens até a próxima largada”, assegurou o timoneiro Rique Vanderley, sem maiores lamentações. Apesar do cobiçado troféu, a regata inaugural não contou pontos para a HPE 25.

                                                          O vencedor Ginga é o atual campeão da classe. “Tivemos o cuidado e a sorte de não quebrar. Pelo bigode da espuma, acho que no popa atingimos a velocidade de 25 nós. Prevaleceu a habilidade da tripulação”, enalteceu o comandante Breno Chvaicer. O Ginga é tripulado por velejadores caiçaras, exímios conhecedores das raias de Ilhabela. “Só voltaremos a competir quarta-feira, mas treinaremos em todos os dias”, avisou.

                                                          O segundo colocado Fit to Fly viveu momentos dramáticos com a queda de um tripulante em pleno vento em popa. “Nós e o Ginga largamos escapados, mas nos recuperamos muito bem. Na segunda metade da regata demos uma atravessada de balão em uma rajada de 28 nós. Bateu a onda e a retranca lambeu a água. O Beto de Jesus, nosso timoneiro, foi pro mar, mas conseguiu se agarrar a um cabo e foi possível resgatá-lo”, contou o trimmer Cesinha de Jesus.

                                                          Resultados

                                                          Regata Alcatrazes por Boreste – 60 milhas
                                                          ORC Geral – Angela Star VI (Peter Siemsen)
                                                          IRC – Angela Star VI (Peter Siemsen)
                                                          RGS-A -Inaê/Transbrasa (Bayard Freitas Umbuzeiro)
                                                          RGS-B -BL3 (Pedro Rodrigues)

                                                          Regata Toque-Toque – 18 milhas
                                                          C30 – Caballo Loco (Mauro Dottori)
                                                          RGS-C – Cação (Escola Naval)
                                                          Clássico – Cangrejo (Ricardo Carvalho)
                                                          HPE 30 – Thaiti Nui (Juninho de Jesus)
                                                          Mini – Jacaré (Pedro Fukui)
                                                          Bico de Proa – Viveree (Atanawe Boechat)

                                                          Troféu Renato Frankenthal – 12 milhas
                                                          HPE 25 – Ginga (Breno Chvaicer)

                                                          Confira as fotos da regata:

                                                          Fotos Marcos Méndez / SailStation

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                                                            Por: Redação -
                                                            05/07/2015

                                                            O veleiro gaúcho Camiranga cruzou a linha de chegada, no sul de Ilhabela, em 6h04min03, e acaba de estabelecer um novo recorde da Regata Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil, a regata de longa duração da Ilhabela Sailing Week. A prova, com 60 milhas náuticas (110 km), abriu a 42a. edição da Semana de Vela mais disputada do país e a marca anterior era do barco argentino, Cusi, 6h12min29, obtida em 2009.

                                                            Foto Marcos Méndez/SailStation

                                                             

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