Recorde divertido

Por: Redação -
29/06/2015

Os 100 anos do surf estão sendo celebrados de várias maneiras na cidade americana de Huntington Beach e 66 surfistas, com idades de 15 a 79 anos, encontram uma forma diferente e engraçada de celebrar a o centenário do esporte, um recorde. Eles construíram uma prancha gigante e surfaram juntos nesta prancha diferente por 13 segundos, o suficiente para entrar no livro dos recordes.

O recorde anterior era de surfistas da Austrália que ficaram sobre a prancha por 10 segundos em 2009. E os americanos também bateram o recorde de maior prancha de surf já construída. Com 12,83 metros esta prancha entrou para o livro como a maior do mundo.

Veja o vídeo:

 

Foto Divulgação

 

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    Yachting Gala Azimut

    Por: Redação -

    O estaleiro italiano Azimut Benetti celebrou o domingo, último dia do Yachting Gala Azimut, com um desfile para os 600 convidados exclusivos que estão em Portofino na Itália. Além do lançamento da Magellano 66, a Azimut aproveita o evento para colocar os clientes em contato com a linha da Azimut em um cenário paradisíaco como o do balneário Portofino.

    Representantes da Azimut estão recebendo os convidados como Ernani Paciornik, que foi conferir as novidades da Azimut com exclusividade, ele foi recebido por Ferruccio Lupi (CEO da marca) e Hemerson Diniz (gerente de marketing da Azimut do Brasil).

    Veja fotos exclusivas do evento:

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      Caiçaras na vela

      Por: Redação -

      É sempre ponto positivo em competição a vela, correr em barco veloz ou contar com tripulação experiente. No caso das disputas de oceano em Ilhabela, os velejadores locais têm feito a diferença. Exímios conhecedores da raia e dos regimes de vento da região, os caiçaras da família Jesus, especificamente, costumam tripular os barcos líderes das principais regatas da Capital Nacional da Vela. Não por coincidência, mas pelos seus talentos.

      Na 42ª Ilhabela Sailing Week, o Yacht Club de Ilhabela (YCI) receberá novamente os integrantes da família criada com vocação para o mar, que aos poucos foram se especializando na arte de velejar. “Sempre fui do mar e nem poderia ser diferente. Sou filho de pescador. Comecei a velejar em 1973 no Grêmio de Vela Ilhabela (GVI) com meu professor de educação física (Antônio Cornélio, atual secretário municipal de Esportes). A maioria dos alunos preferia correr, lutar box, jogar bola, mas eu continuei na vela”, relembra Mário Sérgio de Jesus, o mais velho de sete irmãos, sendo seis homens.

      De aluno aplicado, alguns anos depois Mário Sérgio tornou-se professor do GVI e da primeira escolinha de vela de Ilhabela, criada por uma parceria entre o YCI e a Prefeitura, em 1997. Mário é secretário do Loyal CA Technologies, campeão da classe C30 na Copa Suzuki, o Circuito Ilhabela de vela oceânica, em 2014, mas, quando o barco não está na raia, costuma tripular o Asbar Total Balance, campeão da RGS B na Ilhabela Sailing Week de 2014 e atual líder da Copa Swift Sport, junto com o irmão Paulo Henrique de Jesus, o Tinah.

      “Comecei a trabalhar como marinheiro em manutenção de barcos em 1985, quando trouxe o Mário Sérgio, nosso grande incentivador, para a vela de oceano”, recorda Tinah. “Antes, na década de 70, lembro-me que a mãe do Carlos Biekarck, o Pink, doou 15 Optimist para o GVI. Os mastros originais eram de madeira e não aguentavam a pressão do vento da ilha. Adaptamos mastros de bambu e não houve mais tantas quebras. Cheguei a ganhar uma regata de OP do Robert Scheidt aqui na ilha com mastro de bambu”, enaltece o velejador.

      O caiçara Tinah velejou por dez anos no Hirondelle, um dos mais tradicionais barcos do YCI. No início da década de 1980, velejava de Hobie Cat com Marcelo Massa, atual comandante do Loyal, que e o motivou a ingressar na vela de oceano. “Disputei nove mundiais de Hobie Cat 16, sete com o Marcelo e outros dois com o Mário”, orgulha-se Tinah, com humildade. “Após o Warm Up na Copa Swift Sport, no fim de maio, nosso foco foi dirigido para a Ilhabela Sailing Week. Mantivemos a equipe desde o ano passado. Somos sete tripulantes e esse fator pesa. Estamos muito bem treinados e otimistas em relação ao bicampeonato”, assegura o tático e trimmer (regulador de velas) do Asbar, comandado por Sérgio Keplacz.

      Além de Tinah (Asbar) e Mário Sérgio (Loyal), a Família Jesus estará espalhada pelas raias da principal competição de oceano da América Latina em outras embarcações. Os irmãos Beto e Cesinha tripulam o HPE 25 Fit to Fly, vice-campeão brasileiro da classe, assim como Nícolas, filho de Cesinha, enquanto Marcelinho, filho da única mulher entre os sete irmãos, correu o Warm Up na Copa Swift Sport no C30 Caballo Loco e agora deverá embarcar no Loyal. Juninho de Jesus levou o Magoo a conquistar o Brasileiro de HPE há um mês, também em Ilhabela. “Foi o Juninho que regulou o barco. Os ajustes e o conhecimento que ele tem da raia fizeram a diferença”, elogia Augusto Falletti, comandante do campeão Magoo.

      Outros importantes velejadores locais reforçarão o talento caiçara na Ilhabela Sailing Week. O consagrado timoneiro Vicente tentará conduzir o HPE Ginga ao bicampeonato. O barco de Ilhabela ainda conta com Ronion Silva, campeão brasileiro de Optimist. Edmar Alves é figura assídua e indispensável entre os tripulantes do Orson, campeão sul-americano da classe ORC, enquanto o emblemático Gereba, com vários mundiais de Hobie Cat no currículo, estará a bordo do Inaê Transbrasa.

      Inscrições abertas – As inscrições seguem até 1º de julho e devem ser feitas pelo site: www.ilhabelasw.com.br. A abertura do evento será em 3 de julho, simultânea à Semana de Monotipos, e as regatas de oceano serão disputadas entre os dias 4 e 11, com sede no YCI. Estão convidadas as classes: ORC, IRC, BRA-RGS, RGS Cruiser, S40, Star, HPE 25, C30, Mini e Clássicos, além do retorno da Bico de Proa e da estreia da HPE 30.

      A 42ª Ilhabela Sailing Week tem organização do Yacht Club de Ilhabela e patrocínio de Mitsubishi Motors. Os apoios são de Prefeitura Municipal de Ilhabela, Brancante Seguros, Hotel Real Villa Bela, Med Salva, North Sails, Transbrasa, CBVela, Marinha do Brasil, Yacht Club Argentino e Full Time.

      Foto Edu Grigaitis / Balaio

       

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        Barcelona da vela?

        Por: Redação -
        27/06/2015

        A temporada 2014-15 foi perfeita para a equipe do Abu Dhabi Ocean Racing na vela oceânica. Depois de vencer por antecipação a edição atual da Volvo Ocean Race e quebrar o recorde de milhas percorridas em 24 horas, o time dos Emirados Árabes Unidos ganhou também o campeonato paralelo das in-port races, regatas costeiras disputadas em todas as paradas da Volta ao Mundo. Na última prova, disputada neste sábado (27), na sueca Gotemburgo, a equipe do medalhista olímpico Ian Walker não foi bem – terminando em sexto, mas o suficiente para não perder a vantagem de pontos para o Team Brunel, vencedor da prova.

        “Estou feliz pelo trabalho bem feito pela nossa equipe nas regatas de curta e longa distância”, relatou Ian Walker com mais um troféu nas mãos. “Não velejamos muito bem desta vez, mas conseguimos a posição necessária para ganhar o campeonato”.

        O Abu Dhabi Ocean Racing foi campeão da temporada com uma regata de antecedência. Os árabes foram regulares do começo ao fim, quase sempre presentes entre os três primeiros do pódio. O recorde de singradura – milhas velejadas em um dia – foi quebrado em março durante a quinta etapa entre a Nova Zelândia e o Brasil. Para ganhar o IWC 24 hour Speed Record Challenge, o barco de Ian Walker percorreu 550 milhas náuticas nos mares do Sul!

        O vencedor da Inmarsat In-Port Race Gothenburg foi o Team Brunel. Os holandeses completaram a prova em 59 minutos e 5 segundos. O pódio teve ainda Team SCA e Mapfre. A regata foi disputada com ventos fracos – variando de 3 a 5 nós.

        O rei Juan Carlos da Espanha e a princesa Victoria da Suécia prestigiaram suas respectivas equipes locais Mapfre e Team SCA. O resultado da Inmarsat In-Port Race Gothenburg também definiu o resultado final da Volvo Ocean Race com o Mapfre em quarto e Team Alvimedica em quinto. As regatas serviram como desempate da classificação geral.

        O que chamou atenção foi o baile de tática da equipe do campeão olímpico Iker Martínez. Precisando chegar duas posições na frente do Team Alvimedica, os espanhóis foram mercados de perto pelos adversários, num verdadeiro estilo match race. No último trecho da regata, a equipe ibérica segurou o Alvimedica para o Dongfeng Race Team passar e ficar no meio deles.

        “Dever cumprido. Conseguimos, apesar do vento fraco, colocar um barco entre a gente e o Alvimedica. Uma tarefa difícil. O mais importante é que melhoramos durante o campeonato e mostramos que somos capazes”, explicou o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, Mapfre. “A presença do rei da Espanha nos motivou”.

        A próxima edição da Volvo Ocean Race será realizada nos anos de 2017 e 2018 com os mesmos modelos de barcos atuais, os VO 65. “Fiquei bastante satisfeito com o desempenho dos veleiros, que terminaram a regata inteiros”, revelou o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad.

        Confira os resultados:

        Gothenburg Inmarsat In-Port Race
        1. Team Brunel
        2. Team SCA
        3. MAPFRE
        4. Dongfeng Race Team
        5. Team Alvimedica
        6. Abu Dhabi Ocean Racing
        7. Team Vestas Wind

        Classificação geral das In-port Races
        1. Abu Dhabi Ocean Racing – 31pts
        2. Team Brunel – 32pts
        3. Team SCA – 35pts
        4. MAPFRE – 37pts
        5. Team Alvimedica – 37pts
        6. Dongfeng Race Team – 40pts
        7. Team Vestas Wind – 73pts

        Classificação geral da Volvo Ocean Race 2014-15
        1. Abu Dhabi Ocean Racing – 24pts
        2. Team Brunel – 29pts
        3. Dongfeng Race Team – 33pts
        4. MAPFRE – 34pts
        5. Team Alvimedica – 34pts
        6. Team SCA – 51pts
        7. Team Vestas Wind – 60pts‏

         

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          Yachting Gala Azimut

          Por: Redação -

          O estaleiro italiano Azimut|Benetti está realizando, até amanhã, o exclusivo evento Yachting Gala Azimut no também exclusivo balneário de Portofino, na Itália. o local não aceita carros e os barcos são as grandes atrações. A Azimut abriu o evento para mais de 600 convidados com o lançamento da Magellano 66, um fast trawler de 20 metros com muito conforto a bordo. A Magellano 66 segue o conceito dos outros modelos da linha, proporcionando uma ótima experiência para quem gosta de ficar um bom tempo embarcado e não faz tanta questão de velocidade no mar.

          Além da Magellano 66, a Azimut exibe uma grande parte da linha, incluindo o iate Azimut 95. Os belos barcos também atraem celebridades para o evento. A cantora Mariah Carey, acompanhada do novo namorado James Packer, e o tenista John McEnroe estiveram hoje em Portofino para conferir um pouco do que a Azimut tem a oferecer.

          Esta é a oitava edição do evento que vai até amanhã. Confira fotos exclusivas do evento:

           

           

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            Polêmica

            Por: Redação -
            26/06/2015

            O capitão Francesco Schettino do navio Costa Concordia, que naufragou em janeiro de 2012 matando 32 pessoas, acaba de lançar um livro. “Le veritá sommerse” (As verdades submersas) conta sua versão do acidente que comoveu o mundo.

            Com a ajuda da jornalista Vittoriana Abate o capitão narra, em 608 páginas, os fatos que antecederam o desastre na Toscana. O livro tem, também, material fotográfico e reprodução de documentos, além de muita polêmica, como a decisão de Schettino de dedicar o livro aos parentes das vítimas.

            Francesco Schettino foi condenado, em primeira instancia, a 16 anos de prisão pelas acusações de homicídio culposo múltiplo, abando de embarcação, naufrágio e falta de comunicação com as autoridades portuárias.

            O livro já está à venda e custa 12 euros. A editora responsável pela publicação e a Graus.

             

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              Amarração em cunho

              Por: Redação -

              Você já aprendeu na seção Nós de Marinheiro a fazer uma alça no cabo para facilitar a amarração. Porém, não é sempre que há uma mão à disposição. Aprenda agora a fazer a amarração em cunho direto do chicote do cabo!

              Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

              E se ainda não conferiu o vídeo em que nosso diretor técnico Marcio Dottori ensina como fazer uma alça em um cabo, facilitando muito o uso na hora da manobra de atracação, veja abaixo. Siga o passo a passo, tente você mesmo e compartilhe o resultado!

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                Turbina na Volvo

                Por: Redação -

                Torben Grael está em Gotemburgo, na Suécia, para participar do encerramento da Volvo Ocean Race. A regata de Volta ao Mundo termina neste sábado (27) com a realização da Inmarsat In-Port Race Gothenburg e o bicampeão olímpico tem uma série de atividades antes de embarcar para ser treinador da equipe nacional no Pan de Toronto. O brasileiro acompanhou de perto a atual edição, que teve o Abu Dhabi Ocean Racing como campeão. Para Torben Grael, o equilíbrio nas regatas foi o que mais chamou a atenção.

                “Foi excelente o fato de a regata ter sido sempre bastante disputada, com os todos os barcos muito perto uns dos outros. Isso é bom para a Volvo Ocean Race, pois atrai o público para assistir a disputa e novos participantes. Esse foi um grande ponto a favor da mudança (design único). O fato de reduzir os custos também foi importante. Espero que mais barcos entrem na regata”, contou Torben Grael.

                E por falar em barco, Torben Grael é o primeiro nome lembrado, pois liderou o Brasil 1 na única campanha nacional na história da Volvo Ocean Race. “Sem dúvida para a regata é importante ter um barco de um outro continente. O Brasil já teve sucesso em 2005-06 e seria interessante ter uma campanha no momento, mas a situação econômica não ajuda”.

                O Brasil 1 terminou em terceiro lugar a Volvo Ocean Race 2005-06. A campanha contou com a participação de André ‘Bochecha’ Fonseca e Joca Signorini. Os dois velejadores estiveram envolvidos com a edição atual. Um como integrante de destaque do Mapfre e outro como treinador do Team SCA.

                “O barco campeão foi o mais constante e conseguiu a vitória. Destaco também a participação das meninas, que ganharam uma regata e tiveram um papel muito relevante”, concluiu.

                Nesta sexta-feira (26), o brasileiro passou para o britânico Ben Ainslie – dono de quatro ouros olímpicos – o Magnus Olsson Prize, uma honraria concedia aos atletas com grandes feitos na modalidade. Torben Grael foi o premiado no ano anterior.

                Foto Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

                 

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                  Antecipando lançamentos

                  Por: Redação -

                  A Azimut Yachts, estaleiro italiano com sede também no Brasil, realiza, amanhã (sábado), o Yachting Gala Azimut, evento do calendário náutico que acontece desde 2007 em um destino turístico. O Yachting Gala Azimut é uma espécie de “Boat Show” exclusivo do Grupo italiano Azimut-Benetti que detém as marcas Azimut Yachts, Atlantis e Benetti. Neste ano o destino escolhido foi o balneário exclusivo Portofino, na Itália.

                  E para deixar o evento ainda mais interessante, o grupo irá apresentar dois lançamentos para o seleto público convidado para o evento. As embarcações Azimut 95 e Magellano 66 será as grandes atrações deste ano.

                  O Yachting Gala Azimut acontece amanhã e domingo com test-drive de lanchas, exposição de diversas lanchas do grupo Azimut e programação intensa diurna e noturna para os convidados.

                  Veja fotos exclusivas dos lançamentos Azimut que só serão apresentados amanhã:

                   

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                    Intermarine 54

                    Por: Redação -

                    A Intermarine, estaleiro líder em embarcações de luxo no país, lançará em breve a Intermarine 54. O modelo que é uma evolução da 53, um dos maiores sucessos da linha Intermarine e referência na categoria, chega com importantes novidades no exterior e interior.

                    Com mais de 56 pés de comprimento, o modelo reúne características típicas da linha Intermarine, como a ampla janela em curva do salão e incorpora agora a longa faixa em vidro no costado, elemento que traz muita luz natural e vista privilegiada no interior, lançado com pioneirismo pelo estaleiro nos modelos 80 e 95. O resultado é uma embarcação de design harmônico e moderno, com a personalidade marcante e inconfundível que fazem parte do DNA de toda Intermarine.

                    A embarcação será apresentada oficialmente no São Paulo Boat Show 2015.

                    O estaleiro deu atenção especial às áreas externas, com farto espaço em todos os ambientes, como em toda Intermarine. A plataforma de popa é hidráulica e grande o suficiente para içar um bote ou jet ou servir como uma praia particular a bordo. O espaço gourmet tem churrasqueira elétrica, espaço para preparo de alimentos e uma pia. A generosa praça de popa possui sofá, mesa para refeições e muito espaço para os convidados.

                    O flybridge é uma das atrações da Intermarine 54, com amplo sofá, solários e bar proporciona muito conforto nos passeios. O hardtop é elétrico e é possível criar um layout personalizado para o flybridge, antes da construção da embarcação. Na proa há outro elegante local para um banho de sol e convivência, com solário com encostos reclináveis.

                    A farta iluminação natural, muito espaço e decoração contemporânea e sofisticada marcam os ambientes internos da Intermarine 54. O salão tem porta de vidro de três folhas, permitindo ampla abertura e excelente integração com a praça de popa. Os confortáveis sofás acomodam os convidados com muito estilo.

                    O posto de comando interno possui visão ininterrupta e privilegiada. O para-brisa duplo, sem colunas verticais no centro, permite pilotar com melhor visibilidade e a distribuição dos equipamentos também favorece a pilotagem.

                    Estrategicamente localizada no deque inferior, a cozinha é completa e iluminada, com luz natural vindo do para-brisas, que está logo acima, e também da janela com vigia integrada sob a bancada. Todos os equipamentos necessários para preparar belas refeições a bordo estão lá, distribuídos de maneira inteligente e ergonômica.

                    Na proa encontra-se a suíte máster. Com cama de casal e amplas janelas, a vista para o mar é privilegiada. A decoração é sofisticada e os armários são amplos. O banheiro exclusivo possui box separado para banho, trazendo mais conforto e praticidade.

                    Duas cabines a meia-nau acomodam convidados em ambientes perfeitos para relaxar. Ambas possuem duas camas de solteiro que se transformam em camas de casal e amplas janelas com vista para o mar. O banheiro localizado à boreste, com box separado para banho, serve as duas cabines, possuindo um acesso pelo corredor e outro pela cabine de boreste.

                    Equipada com dois motores Volvo Penta D11, de 725 hp, ou Volvo Penta IPS 800, de 600 hp cada, a embarcação atinge 32 nós de velocidade máxima e 27 nós de velocidade de cruzeiro. O casco com V profundo corta perfeitamente as ondas e permite uma navegação segura mesmo em condições severas de mar.

                    A nova Intermarine 54 estará no São Paulo Boat Show 2015 que acontece de 1º a 6 de outubro na capital paulista.

                    Imagens Divulgação

                     

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                      Monocasco voador

                      Por: Redação -

                      Os AC72, veleiros da última edição da America’s Cup, abriram as portas para uma nova era de barcos de competições, os chamados catamarãs voadores graças a inclusão dos hidrofólios, hastes instaladas no casco e que têm a função de manter o casco acimada da superfície da água com o objetivo de aumentar a velocidade da embarcação por diminuir o atrito com a água.

                      E para provar que a nova moda realmente está pegando, o estaleiro suíço QuantBoats acaba de lançar o Quant23, um veleiro monocasco com hidrofólios. O veleiro foi desenvolvido para até três tripulantes e com capacidade de navegação de cerca de 8 nós acima da velocidade do vento.

                      O barco utiliza o sistema DSS (Dynamic Stability System) que vem sendo desenvolvido há uma década pelo designer Hugh Welbourn.

                      Fotos Divulgação

                       

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                        Novo comodoro

                        Por: Redação -

                        Ewaldo Buschle Neto é o nome comodoro do Iate Clube de Caiobá, um dos mais tradicionais da região Sul do país. A eleição foi realizada na semana passada e o novo Comodoro Ewaldo foi o escolhido para substituir José Jorge Neto eleito em 2013.

                        O Iate Clube de Caiobá foi fundado em 1961 no Paraná e hoje tem outra sede no próprio estado e outra em Santa Cataria. O clube realiza, todos os anos, o rali de lanchas mais famoso do país.

                        Na foto acima, José Jorge Neto (comodoro biênio 2013/15) e Ewaldo Buschle Neto (comodoro eleito).

                        Fotos Divulgação

                         

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                          Iate de apoio

                          Por: Redação -
                          25/06/2015

                          Os estaleiros holandeses Amels e Damen estão lançando um novo iate de apoio com 277 pés (84,50 metros). O novo Sea Axe 8517 faz parte de uma linha que os estaleiros desenvolveram juntos e é o maior da linha. O novo conceito de iate traz a possibilidade de navegar com todos os brinquedos náuticos a bordo. O que muda é que, para eles, uma lancha de 60 pés também é um brinquedo náutico, assim como um helicóptero ou um carro esportivo. A ideia da linha Sea Axe é mesmo atender proprietários de grandes iates que não querem navegar sem esses brinquedos náuticos por perto e não querem dividir o espaço de seu iate de luxo com a tripulação.

                          O Sea Axe 8517, por exemplo, tem capacidade para 33 tripulantes, deque externo com 550 m², garagem interna com 335 m², guindaste para até 8 toneladas e um heliponto para uma aeronave de até 5 toneladas. O lançamento ainda veio acompanhado da notícia de mais uma venda para a linha, o modelo 6911, de 69 metros, que deve ser entregue até junho de 2016.

                          Imagens Divulgação

                           

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                            Novidade no ar

                            Por: Redação -

                            Lançado em maio, durante um coquetel na capital, o São Paulo Boat Show 2015 tem mais uma novidade, um site completo e totalmente renovado. Lá é possível encontrar todas as informações sobre o maior salão náutico indoor da América Latina que, neste ano, ainda recebe o Padi Dive Festival, o maior evento de mergulho da América Latina.

                            Acesse www.saopauloboatshow.com.br e fique por dentro das novidades do São Paulo Boat Show 2015 que acontece entre os dias 1º e 6 de outubro.

                             

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                              Solar 1

                              Por: Redação -

                              Com o nome confirmado na classe Open, a equipe Vento Sul se prepara para a disputa do mundial Solar 1 de barcos movidos a energia elétrica. Campeões do Desafio Solar Brasil, a equipe de Florianópolis compete com equipes da Europa e Estados Unidos. A Monte Carlo Cup terá 24 equipes divididas em três classes, A, Open e V20. Todos os barcos foram desenvolvidos pelas próprias equipes.

                              Esta é a segunda vez que a Monte Carlo Cup acontece e, novamente, será realizada no Yacht Club de Monaco. A competição começa em 9 de julho e termina dia 11.

                              Foto Divulgação

                               

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                                Casa ou Marina?

                                Por: Redação -

                                Ter um barco não é somente a alegria de poder aproveitá-lo quando puder. Por trás desse luxo, existe o lado importante de manutenção, cuidados básicos, segurança e onde guardar a embarcação. Sobre a dúvida entre a escolha de deixar o barco em casa ou colocar em uma marina, Marcio Dottori mostra os prós e contras.

                                No caso específico do nosso colega leitor, Rogério Guedes, que possui uma lancha de 20 pés, é possível sim pesar os prós e contras dessa decisão. Pelo tamanho da embarcação, seu transporte não é assim tão complicado e, claro, que não deixar o barco na marina reduzirá bastante os custos, além de tê-lo sempre por perto.

                                Mas será que vale mesmo a pena? O que Rogério e outros proprietários de embarcação têm que ter em mente, é que guardar uma lancha não consiste apenas em ter um lugar para deixá-la quando não em uso e transportar para as águas quando se tiver vontade ou necessidade. Os cuidados com o barco em uma residência muito dificilmente serão compatíveis com o a atenção que exige de fato um barco.

                                São manutenções, cuidados, limpezas e transporte para a água que, como responsabilidade de um marina, proporcionam um nível de preocupação bem menor para o dono da embarcação. Como quase tudo no mundo náutico, basta um tempo para pensar, estudar os prós e contras e decidir.

                                No vídeo abaixo, Marcio Dottori entra nos detalhes dessa decisão. Confira!

                                Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                 

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  Há mais de 40 anos a Ilhabela Sailing Week proporciona desfile único de campeões da vela pelo Canal de São Sebastião, prática que se tornou tradição e que tem sido intensificada nas últimas edições com a inclusão da classe Star no programa. Neste ano o evento atinge a 42ª edição de 3 a 11 de julho e tem presenças confirmadas de atletas que elevam a vela brasileira em campeonatos internacionais como Jogos Olímpicos e Pan-Americanos.

                                  Entre cerca de mil velejadores de mais de 130 barcos inscritos, alguns nomes ganham destaque como, Lars Grael, ganhador de dois bronzes olímpicos; Eduardo Penido, medalha de ouro nos Jogos de Moscou, em 1980; Reinaldo Conrad, primeiro brasileiro a subir ao pódio da vela em olimpíada, com o bronze de 1968 no México, além do tri pan-americano; Mário Buckup, bicampeão pan-americano; e Samuel Albrecht, da nova geração, que representou o País nos Jogos de Pequim em 2008 e está em campanha para o Rio 2016. O também velejador olímpico André Fonseca, o Bochecha, seguirá direto de Gotemburgo, onde concluiu a Regata Volta ao Mundo, para defender o título de 2014 em Ilhabela com o Pajero.

                                  A novidade deste ano será a embarcação de Lars Grael. O presidente da Comissão Nacional dos Atletas comandará o S40 Magia Energisa, do irmão Torben, que estará em Toronto como chefe da delegação brasileira de vela nos Jogos Pan-Americanos. “Substituir o Torben é pra lá de complicado. Ele é praticamente insubstituível, mas correr em Ilhabela será um imenso prazer. Estarei a bordo com Samuca (Samuel Gonçalves), minha esposa Renata e minha filha Sofia, de 15 anos, além de outros amigos”, revela Lars.

                                  Em 2014 Lars e Samuca correram em Ilhabela na classe Star, também válida pelo Sul-Americano e conquistaram o título continental. Foi o tetra para Lars. “Priorizamos a Star na edição anterior devido ao Sul-Americano, mas neste ano a disputa da classe será muito forte novamente com pelo menos dez barcos entre brasileiros e argentinos”, considera o medalhista olímpico da classe Tornado. “Sou comodoro da ABVO (Associação Brasileira de Veleiros de Oceano) e é claro que sinto-me feliz em poder competir em um barco de oceano, seguindo a tradição de Ilhabela”. Lars já venceu a Ilhabela Sailing Week com os veleiros oceânicos Sorsa e H3+.

                                  Neste ano, com o proeiro Samuca, conquistou o bicampeonato de Star na Bacardi Cup, em Miami, título inédito para o Brasil, e foi vice no Hemisfério Ocidental, também nos EUA. A dupla ainda levou o Brasileiro de Star na Represa Guarapiranga (SP) e faturou o Estadual da classe no último fim de semana no Rio de Janeiro. Ambos têm velejado de oceano nos barcos Tangará, com o qual venceram as regatas Aratu-Maragogipe e Refeno em 2014, e Stand by Me, que lhes deu recentemente o bicampeonato da Taça Comodoro, do Iate Clube do Rio de Janeiro.

                                  Um dos mais assíduos e entre os principais incentivadores das regatas oceânicas em Ilhabela, o bicampeão pan-americano da classe Lightning, Mário Buckup, disputará a classe C30, como tático do Barracuda, veleiro local que também briga pelo título da Copa Swift Sport, o Circuito Ilhabela de vela oceânica. As regatas de C30 na 42ª Ilhabela Sailing Week também serão válidas pelo Campeonato Brasileiro da classe.

                                  “Achei ótima a ideia de, neste ano, se correr Alcatrazes no sábado (4/7) e retornar com as regatas na quarta-feira. Assim, quem tiver de trabalhar segunda e terça dá uma respirada. Nós, na C30, não teremos essa opção. Vamos trabalhar duro na água nesses dois dias porque haverá regatas pelo Brasileiro”, lembra Buckup. “O aumento de classes one design, HPE 25, HPE 30, S40 e C30, assim como a chegada da IRC e o número cada vez maior de barcos utilizando balão assimétrico, mestra quadrada e outros equipamentos, mostra a evolução técnica do evento”, acrescenta.

                                  A Ilhabela Sailing Week levará o velejador olímpico Samuel Albrecht, também conhecido como Samuca, a dar um breve intervalo na campanha para os Jogos Rio 2016. O “Team Crioula”, do Veleiros do Sul (RS), campeão em Ilhabela em 2013, é coordenado pelo tático Samuca, que neste ano estará embarcado no Camiranga, único Soto de 65 pés no país, com objetivos bem definidos. “Correremos apenas a Regata Alcatrazes. Além da Fita Azul, esperamos quebrar o recorde da prova se tivermos sorte e o vento ajudar. O barco tem todas as condições para isso. É semelhante aos VO 65 que acabaram de concluir a Regata Volta ao Mundo”, acredita Samuca.

                                  O recorde de Alcatrazes foi estabelecido em 2009 pelo S40 argentino Cusi 5, com 6h12m29, para percurso de 60 milhas (110 km). O “Team Crioula” venceu a regata de abertura da Ilhabela Sailing Week em 2013, para depois conquistar o título. “Após Alcatrazes terei de retornar rapidamente ao Rio para seguir treinando de Nacra 17 para os Jogos Olímpicos. Eu e Isabel Swan estamos evoluindo. O barco não é fácil, mas ela é experiente, inteligente e tem força. Precisamos melhorar no vento forte”, avalia Samuel sobre a proeira da dupla que acaba de ser formada. O evento teste na Baía de Guanabara será na primeira semana de agosto.

                                  Os campeões da vela estarão espalhados por todas as classes. Edu Penido, ouro nos Jogos de Moscou na 470 com Marcos Soares, comandará o RGS Rosinha VI, do Iate Clube do Rio de Janeiro. A Star reunirá um time de feras a começar por Reinaldo Conrad, primeiro velejador brasileiro a conhecer o pódio olímpico. Foi bronze na Flying Duchtman no México, em 1968 e repetiu a proeza oito anos depois em Montreal. Ao lado de Conrad estarão adversários consistentes como Dino Pascolato, com seu barco Miisca, os campeões sul-americanos Marcelo Fuchs e Ronie Seifert, além dos argentinos Torkel Borgstrom e Julio Labandeira.

                                  As inscrições estão abertas e seguem até 1º de julho. Porém, as tripulações interessadas em participar da 42ª Ilhabela Sailing Week podem aproveitar o segundo período com descontos até esta sexta-feira (26/6) e antecipar a inscrição pelo site: ilhabelasw.com.br. A abertura do evento será em 3 de julho, simultânea à Semana de Monotipos, e as regatas de oceano serão disputadas entre os dias 4 e 11, com sede no YCI. Quanto mais cedo for confirmada a inscrição, mais benefícios serão oferecidos às tripulações.

                                  Estão convidadas as classes: ORC, IRC, BRA-RGS, RGS Cruiser, S40, Star, HPE 25, C30, Mini e Clássicos, além do retorno da Bico de Proa e da estreia da HPE 30. A 42ª Ilhabela Sailing Week tem organização do Yacht Club de Ilhabela e patrocínio de Mitsubishi Motors. Os apoios são de Prefeitura Municipal de Ilhabela, Brancante Seguros, Hotel Real Villa Bela, Med Salva, North Sails, Transbrasa, CBVela, Marinha do Brasil, Yacht Club Argentino e Full Time.

                                   

                                  Foto Marcos Méndez / SailStation

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                                    A Xtenders e a Vripack anunciaram a entrega do primeiro barco de apoio para um grande iate, os chamados Tenders, com casco em fibra de carbono do mundo. O LimoTender 8.0 irá equipar o superiate Global de 68 metros (223 pés) construído pela Lürssen Yachts.

                                    A Xtenders é liderada por Herbert Dercksen, um ex-velejador olímpico que sabe o quanto um casco leve pode acrescentar a uma embarcação. Por isso LimoTender foi projetado para combinar desempenho emocionante com conforto. Seu baixo peso não significa apenas a capacidade de atingir altas velocidades e capacidade de manobra, mas também leva a uma redução no tamanho do motor e, consequentemente, dos níveis de consumo de combustível e emissão de ruídos.

                                    O LimoTender tem 8 metros de comprimento e 2,70 metros de boca. O barco pode levar até 10 pessoas em passeios, além de dois tripulantes. A motorização é de 300 hp.

                                    Imagens Divulgação

                                     

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                                      “Um barco do Brasil e outro da Itália fariam muita diferença para a regata. Seria fantástico! São importantes mercados para a Volvo Ocean Race. Quero ser realista em relação ao número de barcos na próxima edição, mas é preciso ir passo a passo”.

                                      A declaração é de Knut Frostad, CEO da Volvo Ocean Race. O representante máximo da regata tem um carinho especial pelo país. Em 2005-06, o norueguês foi integrante do Brasil 1, barco que terminou a competição em terceiro lugar. A equipe foi comandada pelo bicampeão olímpico Torben Grael.

                                      “As equipes atuais querem continuar e outras pretendem entrar. A edição 2014-15 foi bastante equilibrada e mostrou que todos podem ganhar, tornando a regata atrativa para o público”, reforçou Knut Frostad, CEO da Volvo Ocean Race.

                                      O relacionamento do Brasil com a Volvo Ocean Race ocorre desde a primeira edição, 41 anos atrás. Rio de Janeiro (RJ), São Sebastião (SP) e Itajaí (SC) foram cidades-sede das oito vezes em que a regata desembarcou no país. A cidade catarinense foi a responsável pelas últimas duas stopovers, como são chamadas as paradas.

                                      Oito atletas brasileiros participaram da regata até hoje. Destaque para Torben Grael, que entrou para a história da modalidade e para o esporte brasileiro sendo o primeiro comandante a vencer a Volvo Ocean Race. Em 2008-09, liderando o sueco Ericsson 4, Grael e seus tripulantes – incluindo o carioca Joca Signorini – venceram praticante de ponta a ponta a Volta ao Mundo. Na edição 2014-15, o atleta olímpico André ‘Bochecha’ Fonseca integrou o barco Mapfre e Joca Signorini foi treinador do feminino do Team SCA.

                                      Neste sábado (27), os sete barcos da edição atual da Volvo Ocean Race disputam a regata final das in-ports. Em cada cidade-sede há uma prova costeira e os pontos são usados em caso de desempate para o campeonato principal. O Abu Dhabi Ocean Racing foi o campeão geral e também lidera o evento paralelo. A Inmarsat In-Port Race Gothenburg ocorre no período da manhã (Horário de Brasília) e será transmitida ao vivo pelo site www.volvooceanrace.com.

                                      Foto Ricardo Pinto / Volvo Ocean Race

                                       

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                                        24/06/2015

                                        Os iates e lanchas italianas são quase unanimidade entre os amantes do mundo náutico. Por muitos anos, foram os estúdios italianos que ditaram moda no design de lanchas e grandes iates pelo mundo. Até hoje as embarcações italianas são sinônimo de beleza e elegância na indústria náutica. E além de bonitos, muitos dos maiores iates do mundo saíram dos estaleiros italianos, confira uma lista com os cincos maiores já construídos no país até hoje.

                                        1º Serene – 133.90 metros – fabricado pelo estaleiro Fincantieri Yachts, em 2011, o Serene foi o maior iate fabricado até hoje na Itália. O design foi assinado por Espen Oeino e este foi o primeiro superiate fabricado pelo estaleiro. Ele ocupa o 12º no ranking dos maiores iates do mundo.

                                        2º Loaloat Al Behar – 103.85 metros – construído em 1982 pelo estaleiro Picchiotti, este iate de 33 anos era chamado de Al Said e trocou o nome após a venda e hoje opera em charters pelo Oriente Médio.

                                        3º Dubawi – 90.60 metros – este iate foi inicialmente construído, pelo estaleiro Cantiere Navale Ferrari, para servir como um pequeno navio de cruzeiro e em 2009 foi convertido em iate particular. O design é justificado pelo uso inicial e pelo ano de construção, 1989.

                                        4º Kingdom 5KR – 86 metros – mais um iate do começo dos anos 1980, o Kingdom é um projeto Benetti SpA, estaleiro bastante conceituado até hoje e parte do grupo Azimut|Benetti presente no Brasil. Além do sobrenome de peso, o Kingdom 5KR, que começou a vida como Nabila, ficou famoso graças ao segundo proprietário, o empresário americano Donald Trump. Chamado de Trump Princess, este iate foi uma das principais ferramentas de negócios de Trump. Após alguns anos de serviço, o iate foi vendido ao atual proprietário saudita, Sua Alteza Real Príncipe Alwaleed Bin Talal Bin Abdulaziz Alsaud, fundador da Kingdom holding Company.

                                        5º Chopi Chopi – 80 metros – o mais novo entre os gigantes italianos, este iate foi construído pelo CRN e entregue em 2013. Maior iate do estaleiro, o Chopi Chopi está avaliado em 80 milhões de euros e representa 660 mil horas de trabalho.

                                        Informações Superyacht Times

                                         

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                                          Por: Redação -

                                          Dan Hardy é o primeiro de uma lista de atletas e personalidades selecionados pelo governo do Reino Unido para integrarem o Barco da Grã-Bretanha nesta edição comemorativa da Clipper Race. A ação faz parte da campanha do Reino Unido para promover investimentos estrangeiros, turismo e esporte na região.

                                          Ele acaba de concluir o primeiro dos quatro níveis do treinamento da Clipper Race e irá se juntar com restante da equipe comandada pelo experiente Capitão Pete Thornton no final de agosto, para a largada que acontecerá em Londres.

                                          “Eu não tinha experiência nenhuma na vela, mas desde pequeno sempre gostei do mar e de desafios. Quando me chamaram para representar o meu país na regata, como parte da tripulação do barco da Grã-Bretanha, eu não pude recusar”, disse Hardy, justificando a decisão de participar da mais longa regata de volta ao mundo que existe.

                                          Nascido na cidade inglesa de Nottingham, Dan Hardy começou sua carreira de lutador no MMA, sigla para Mixed Martial Arts, com cinco anos. Com o passar do tempo se especializou em Taekwondo, jiu-jitsu, boxe, submission wrestling, muay thai e wushu. Depois de virar profissional no UFC, principal organização do mundo do MMA, ele se tornou um dos principais lutadores ingleses e o primeiro a disputar um título, em 2010, contra Georges St-Pierre. Hoje, Hardy atua como comentarista e embaixador oficial do Reino Unido para o UFC e é muito influente no esporte no país.

                                          “A Clipper Race será um desafio totalmente novo para mim. Estou acostumado a competir individualmente contra um adversário físico em competições que duram no máximo 25 minutos. Agora durante um mês inteiro disputaremos o título contra outras onze equipes e, principalmente, contra a mãe natureza, o adversário mais duro e imprevisível que já enfrentei”, completou Hardy.

                                          O fundador da Clipper Race e primeiro homem a velejar em solitário e sem escalas ao redor do mundo, Sir Robin Knox-Johnston, comentou: “Estou muito contente em receber Dan Hardy a bordo da Clipper Race. Tanto a luta profissional quanto a vela são esportes que exigem muita disciplina, foco e força mental. Desejo a Dan Hardy todo o sucesso em sua preparação e em sua jornada”.

                                          Fotos Clipper/Divulgação

                                           

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                                            Por: Redação -

                                            As bombas de porão são responsáveis por manter o porão do barco sempre livre de grandes quantidades de água, que podem comprometer as intalações elétricas e mecânicas da embarcação ou até causar um naufrágio. TV Náutica explica como funcionam e dá dicas de como tê-las sempre em bom funcionamento.

                                            Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              O estaleiro holandês Holland Jachtbouw, mais conhecido por construir veleiros J-Class, acaba de assinar contrato para a construção de um iate a motor preparado para navegação em regiões polares. Com 26 metros, ou 85 pés, o Explorer é o projeto de número 99 do estaleiro.

                                              O iate terá casco em aço reforçado e superestrutura em alumínio e terá motorização híbrida (Diesel e Elétrica).

                                              Imagem Divulgação

                                               

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                                                30 dias

                                                Por: Redação -

                                                As regatas da America’s Cup World Series, circuito mundial que antecede as lendárias eliminatórias da America’s Cup, começam em 23 de julho em Portsmouth, Inglaterra. Além da retomada das competições após tantos impasses, como a escolha das Bermudas para sediar a competição oficial, os velejadores irão enfrentar um novo desafio, os hidrofólios instalados nos AC45.

                                                Com a função de fazer os catamarãs de 45 metros voaram durante as regatas, os hidrofólios foram incorporados aos catamarãs após a experiência com os AC72 na última edição da America’s Cup.

                                                O cockpit dos veleiros está inalterado, somente os controles das bolinas, que são acionadas de forma elétrica, foram adaptados.

                                                 

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                                                  Azzam (180 metros), Al Said (155 metros), Al Salamah (139 metros) e Topaz (147 metros) estão neste momento navegando pelo Oriente Médio. Segundo o site internacional Superyacht Times, o Azzam (foto) e o Al Said foram avistados cruzando, ao mesmo tempo, o canal de Suez, que ligar o mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho. Já os iates Al Salamah e Topaz foram vistos em Jeddah, na Arábia Saudita.

                                                  O Al Salamah está ancorado ao lado de um Palácio Real, em Jeddah, em um cais privado, e está atualmente navegando com a bandeira do Bahrein em vez da bandeira saudita que ostentava anos atrás. A venda não foi confirmada, mas a bandeira sugere que o antigo dono conseguiu fazer negócio. Já o Topaz está ancorado no porto comercial de Jeddah, o que sugere que está de passagem pelo local.

                                                  A maior coincidência desta temporada é que os quatro superiates foram construídos pelo estaleiro alemão Lürssen.

                                                  Foto Divulgação/Lürssen

                                                   

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                                                    A OneWeb, empresa americana do estado de Jersey, vai colocar 700 satélites em órbita com o intuito de oferecer internet banda larga para o mundo todo. Isso significa que as barreiras serão eliminadas e as pessoas terão acesso à internet de qualidade em qualquer canto do planeta, inclusive nos locais mais remotos dos Oceanos. No total, a empresa vai construir 900 satélites, pois 200 deles ficarão na Terra para eventuais substituições.

                                                    A gigante Airbus é a empresa que iniciará o projeto construindo os primeiros 10 satélites em sua sede que fica na cidade francesa de Toulouse, o restante dos satélites serão construídos em solo americano, mas o local não foi revelado. Outra empresa aérea envolvida do projeto é a Virgin Group, de Richard Branson, um apaixonado por esportes aquáticos e pelo mar. A fabricante de chips Qualcomm também está envolvida no projeto.

                                                    O projeto prevê que os primeiros satélites estejam em órbita já em 2018.

                                                     

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                                                      23/06/2015

                                                      A Schaefer Yachts, um dos mais importantes estaleiros do país na fabricação de barcos de lazer, realizou, durante quatro dias, a feira Schaefer Yachts Show que reuniu lanchas novas e seminovas da marca com ótimas opções de negócios. As lanchas atraíram muitos convidados que puderam ter a experiência completa com a linha Schaefer que tem lanchas de 30 a 83 pés.

                                                      Confira como foi um pouco deste evento:

                                                      Fotos Divulgação

                                                       

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                                                        Flapes

                                                        Por: Redação -

                                                        Todos os barcos precisam de flapes? Essas aletas localizadas na popa do barco têm diversas finalidades, como estabilizar, ajudar no planeio, navegação ou até servir como leme em casos extremos. Marcio Dottori responde como, quando e em que embarcação usá-los.

                                                        Mas atenção, o uso dos flapes requer um pouco de cuidado. Já que ele possui todas essas utilidades quanto à navegabilidade, a utilização quando não necessário ou de maneira exagerada também pode desestabilizar um pouco o barco. Nada que atrapalhe tanto assim na navegação, basta usar de maneira delicada, com parcimônia, os botões de movimento das aletas, testá-las bem e se acostumar com elas, antes sair usando por aí.

                                                        Quer saber detalhadamente como e para que usa-se os flapes? Assista ao vídeo de TV Náutica com as explicações de Marcio Dottori abaixo.

                                                        Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                                         

                                                         

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                                                          Abu Dhabi Ocean Racing! O barco que leva o nome dos Emirados Árabes Unidos para o mundo do esporte entra para o seleto hall de ganhadores da Volvo Ocean Race. A equipe comandada pelo medalhista olímpico Ian Walker ganhou o campeonato após chegar ao pódio em sete das nove etapas. Foram duas vitórias — etapa inicial e na que teve o Brasil como destino final. Durante os nove meses de prova, o barco navegou por 146 dias, 16 horas e 9 minutos. “Eu disse antes de começar a regata que estava confiante no título, mas existem centenas de maneiras de perder um campeonato e apenas uma para vencer. A vitória na Volvo Ocean Race e as minhas duas medalhas olímpicas foram conquistas especiais para minha carreira”, disse o comandante Ian Walker.

                                                          A tripulação do Abu Dhabi é formada por atletas de oito países: Inglaterra, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Espanha e Antilhas Holandesas. Juntos, os velejadores somam 20 participações em Volvo Ocean Races. O velejador Adil Khalid se tornou o primeiro árabe a vencer a regata de Volta ao Mundo. “Esse é o momento mais especial da minha vida. Estou orgulhoso pelo meu país e por meus companheiros”.

                                                          O espanhol Chuny Bermudez fala português por ser da região da Galícia — fronteira com Portugal. O galego foi peça chave na campanha do Brasil 1 na Volvo Ocean Race 2005-06 ao lado de Torben Grael e companhia. “Disputar a Volvo Ocean Race é muito difícil, pois os barcos são iguais! Nesse sentido conseguimos também terminar o evento sem quebras”, contou o espanhol.

                                                          Os árabes se prepararam bastante para chegar ao título. Após um quinto lugar na edição 2011-12, a equipe treinou por 207 dias. A média de idade a bordo é de 35 anos.

                                                          Ian Walker já viveu outras adversidades fora da regata. Em 1997, o britânico sobreviveu a um acidente de carro que tirou a vida de seu parceiro olímpico John Merricks. Eles tinham vinte e poucos anos na época. Apenas um ano antes, a dupla ganhou a medalha de prata olímpica em Atlanta-1996 na classe 470.

                                                          Ele se recuperou da tragédia para ganhar novamente uma prata olímpica, agora em Sydney-2000, na classe Star ao lado de Mark Covell. O bronze naquele evento ficou para os brasileiros Torben Grael e Marcelo Ferreira.

                                                          O Abu Dhabi pode ganhar outro título no próximo sábado (27), o das regatas in-port. As provas ocorrem em todas as cidades-sede e podem servir como desempate. Os árabes lideram com folga esse campeonato paralelo, mas não podem vacilar.

                                                          Fotos Divulgação/Volvo Ocean Race

                                                           

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                                                            Por: Redação -

                                                            O assunto de estreia desta coluna está em pauta entre praticamente todos os donos de barcos: como escolher os recursos do sistema eletrônico de navegação da embarcação?

                                                            De uns anos para cá, os sistemas eletrônicos para navegação oferecem muito mais do que apenas traçar rotas e exibir imagens de radar. Hoje, o comandante tem à disposição recursos como comando total por smartphones e tablets, integração com os motores da embarcação, visualização de câmeras térmicas e CCD, sondas gráficas de alta resolução entre outras muitas opções como veremos a seguir.

                                                            Também são muitas as opções de displays para os equipamentos. Atualmente, existe à disposição no mercado equipamentos com telas de LCD segmentado, LCD preto e branco, LCD colorido e LED. Os dois primeiros tipos se restringem a equipamentos de baixo custo. Os LCD coloridos são os mais usados e os displays LED estão nos equipamentos mais modernos e com o maior compromisso com qualidade de imagem.

                                                            Os displays LED possuem maior brilho, contraste e menor consumo. O brilho é fundamental para os equipamentos embarcados, pois quanto maior o brilho do display, maior a visibilidade sob a luz solar.

                                                            Outro item de fundamental importância é a arquitetura de processamento do equipamento. Basicamente o processador precisa gerenciar as informações recebidas de radar, gps, sonda e câmeras, processar todas as informações, gerar as imagens no display e, ainda, tratar da comunicação em rede. Na grande maioria, os equipamentos têm apenas um processador, responsável por tratar todos os processos. Já equipamentos mais recentes, possuem um processador central, muitas vezes com núcleo duplo, e um processador adicional dedicado para o tratamento de vídeo. Esta arquitetura é muito interessante, pois um processador fica encarregado da geração de imagem, que exige muito processamento, e outro das demais funções. Desta maneira, não há perda de desempenho do equipamento enquanto se utiliza todas as funções adicionando a função vídeo.

                                                            Em seguida, precisamos analisar as opções disponíveis de radar. Apenas como informação, o radar é amplamente utilizado na navegação aérea e marítima desde a descoberta do mesmo durante a Segunda Guerra Mundial. O radar funciona basicamente transmitindo ondas eletromagnéticas, que refletem nos objetos ou obstáculos. Ao refletir, as ondas retornam ao receptor do radar, que calcula tamanho e distância. Nas embarcações, são fundamentais para auxiliar a navegação com baixa visibilidade, apontando os obstáculos fixos e embarcações ao redor.

                                                            As embarcações eram tipicamente equipadas com radares analógicos. Estes são reflexos da tecnologia original, que possui bom resultado, porém longe do resultado obtido pelos radares digitais.

                                                            Os radares digitais possuem maior definição de imagem, menor consumo e tamanho. Existem opções de radares digitais de definição standard, definição HD e definição super HD. Os dois últimos introduziram o recurso de imagem multicolorida. Com a imagem multicolorida (com até 256 cores diferentes), é possível visualizar navios, canoas, chuva e terra com cores diferentes, facilitando a vida do comandante e aumentando a segurança da navegação.

                                                            Na próxima coluna continuaremos a falar dos recursos dos sistemas de navegação, onde as opções se multiplicam: as integrações entre o sistema de navegação e vários recursos externos como sondas, motores, câmeras, AIS e muito mais.

                                                            Até a próxima!

                                                             

                                                            Marcelo Viana é engenheiro especialista em equipamentos e sistemas de navegação

                                                            Náutica Responde

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