Reta final

Por: Redação -
06/05/2015

As últimas horas da sexta etapa da Volvo Ocean Race serão bem disputadas. Depois de 17 dias de regata entre Itajaí, no Brasil, e Newport, nos Estados Unidos, o chinês Dongfeng e o árabe Abu Dhabi estão praticamente empatados e devem cruzar a linha de chegada até o início da madrugada desta quinta-feira (7). Para uma regata de mais de 5 mil milhas náuticas é possível fazer uma comparação com o sistema de photo finish, usado em competições de atletismo e ciclismo.

Os chineses do Dongfeng Race Team lutam para tentar reduzir a vantagem na classificação geral para os adversários árabes. Hoje, o Abu Dhabi é o primeiro no geral com sete pontos para o barco chinês. “O meu sonho americano, na verdade, é vencer a regata. Conheço muita gente que quer ir aos Estados Unidos para estudar e trabalhar, mas hoje eu só penso em chegar logo em primeiro”, disse o chinês Liu ‘Black’ Xue. “Eu sou uma pessoa simples e fico longe da distração do lado de fora do oceano para que eu possa me concentrar nas regatas”.

Os três barcos que estão logo atrás deles – Team Brunel (Bouwe Bekking/HOL), Mapfre (Xabi Fernández/ESP) e Team Alvimedica (Charlie Enright/EUA) lutam para se aproximar, mas devem chegar minutos depois dos líderes. Enquanto isso, na parte de trás da flotilha, o Team SCA (Sam Davies/GBR) perdeu terreno significativo nas últimas 24 horas e não deve pegar pódio.

Os barcos vão passar 10 dias em Newport, que hospeda a regata pela primeira vez, antes de cruzar para o outro lado do Atlântico. EUA até Portugal é a sétima etapa que começa em 17 de maio.

Foto: Matt Knighton / Abu Dhabi Ocean Racing

 

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    Prêmio de Sustentabilidade

    Por: Redação -

    A BRP, em busca de ações sustentáveis e inteligentes, acaba de conquistar o Sustainable Business Award, que premiou o sistema interno de água da fábrica de Sturtevant, em Wisconsin, Estados Unidos. O circuito foi responsável pela economia de mais de 83,3 milhões de litros de água.

    O projeto teve como foco reduzir o uso de água durante a fabricação e os testes dos motores de popa Evinrude. Além de provocar impacto menor no meio ambiente, a ação poupou cerca de 175 mil dólares em taxas, esgotos e tratamentos de água. Desta forma, a BRP ganhou o reconhecimento do Conselho Empresarial Wisconsin Sustentável, que promove o Earth Day Business Awards para premiar iniciativas sustentáveis de sucesso.

    “A BRP foi clara favorita dos juízes para o Sustainable Business Award”, comentou Tom Eggert, diretor executivo do Conselho. “A abordagem da BRP em projetar e operar os testes dos motores Evinrude em suas instalações indica um profundo comprometimento com os princípios de sustentabilidade, por meio de uma solução inteligente para a eficiência energética e o uso da água”, acrescentou.

    A fábrica da BRP em Sturtevant teve o seu centro de engenharia e desenvolvimento totalmente renovado para receber as melhorias de infraestrutura nos laboratórios de testes dos motores Evinrude. O objetivo foi criar um ambiente que simulasse com precisão o ambiente de embarcações mas, ao mesmo tempo, minimizasse substancialmente o uso e consumo da água, reforçando o compromisso da BRP com a sustentabilidade.

    O projeto final foi um sistema fechado de “loop” que aproveita o excesso de calor produzido nos testes dos motores fora das embarcações. O circuito também fornece água para vários processos em toda a instalação de um tanque com capacidade de 1,9 milhão de litros, onde as análises são realizadas. “Estamos muito orgulhosos do que temos construído aqui na BRP”, afirmou Jeff Wasil, gerente de engenharia, teste de emissões, certificação e desenvolvimento de regulamentações da empresa.

    A instalação sustentável do circuito para os testes na água também foi fundamental no lançamento do novo motor Evinrude E-TEC G2, em junho do ano passado. O produto revolucionou o segmento ao oferecer economia de 15% de combustível e 20% a mais de torque que os modelos concorrentes, com 75% menos de emissões. “Nossa equipe desenvolveu o centro de testes de resistência do motor Evinrude, o sistema de filtragem de água e os circuitos de recuperação de energia. O projeto ainda resultou no êxito no desenvolvimento de motores de popa eficientes em termos de combustível e baixas emissões”, continuou Wasil.

    A fábrica da BRP em Sturtevant é também base para pesquisa, desenvolvimento e design de todos os motores Evinrude E-TEC de 15 a 300 hp. Desde o lançamento do motor G2 Evinrude E-TEC, a marca ainda ganhou o cobiçado Prêmio de Inovação no Miami International Boat Show.
    Foto: Divulgação

     

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      Por: Redação -

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        Warm Up

        Por: Redação -

        A segunda etapa da Copa Swift Sport, 15ª edição do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica, é chamada de Warm Up da principal regata de oceano do continente devido à proximidade com a Ilhabela Sailing Week (ISW). Costuma ser também a mais disputada das quatro etapas anuais. As próximas regatas da Copa Swift Sport serão nos dias 23 e 24, 30 e 31 de maio, enquanto a 42ª ISW será aberta em 4 de julho. Ambas com sede no Yacht Club de Ilhabela (YCI).

        A competição deste ano começou exigindo técnica das tripulações nos dois últimos finais de semana de março, diante da variação climática. Sol, chuva, ventos fracos e rondados, e até rajadas de 15 nós (27 km/h) no último dia, levaram os velejadores a demonstrar perícia para dar velocidade aos 32 barcos inscritos. “Tivemos regatas em que aconteceu de tudo. Uma ótima abertura de temporada. Agora teremos a etapa em que as equipes querem aprimorar seus desempenhos na mesma raia onde correrão a Ilhabela Sailing Week”, afirma o diretor da Comissão de Regatas (CR), Carlos Sodré, o Cuca.

        Outra atração da etapa é o Campeonato Brasileiro da classe HPE, de 28 a 31 de maio, e que deverá levar cerca de 25 barcos a Ilhabela. No segundo final de semana do Warm Up as regatas da classe serão válidas tanto pela Copa Swift Sport quanto para o Brasileiro. Após a etapa de abertura de 2015, o Ginga, de Ilhabela, lidera entre os veleiros de 25 pés seguido por Suzuki Bond Girl e Aventura 55. O líder da classe C30 é o Porsche, enquanto a RGS Geral tem o Asbar II à frente e o BL3 é o primeiro colocado na RGS Cruiser. O primeiro descarte é efetuado a partir da quinta regata.

        Veja a classificação após a primeira etapa:

        RGS Geral
        1.Asbar II (Sérgio Keplacz): 3+1+2+2 = 8 pontos perdidos
        2.Inaê Transbrasa ( Bayard Umbuzeiro): 6+2+1+3 = 12 pp
        3.Helios II (Marcos Lobo): 1+5+3+4 = 13 pp

        RGS Cruiser
        1.BL3 (Clauberto Andrade): 1+2+1+1 = 5 pp
        2.Jambock (Marco Aleixo): 3+1+2+3 = 9 pp
        3.Cocoon (Luiz Caggiano): 2+3+3+2 = 10 pp

        C30
        1.Porsche (Marcos de Oliveira Cesar): 1+3+(4)+1+2 = 7 pp
        2.Barracuda (Humberto Diniz): (5)+4+1+2+1 = 8 pp
        3.+Realizado (José Luiz Apud): 2+1+(5)+4+3 = 10 pp

        HPE
        1.Ginga (Breno Chvaicer): 2+1+(3)+1+1+1+1 = 7 pp
        2.Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley): 4+(10)+1+3+4+4+5 = 21 pp
        3.Aventura 55 (José Vita): (6)+2+6+2+2+3+6 = 21 pp

        Foto: Marcos Méndez / SailStation.com

         

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          Fera do Freeride

          Por: Redação -

          Tiago Geitens não é um atleta comum, muito menos pratica um esporte fácil e conhecido. Esse gaúcho de 27 anos, natural de São Leopoldo, mas residente em Canoas foge à regra e viaja o mundo em cima de um jet. Gremista de coração tricolor, começou sua carreira aos 4 anos de idade junto com seu irmão mais velho e seu pai, num jet SX 750. 23 anos depois são mais de 25 títulos entre nacionais e internacionais, mas o mais importante ainda foi o primeiro deles. Campeão Catarinense na ski stock em 2002, era o regional mais forte na época.

          Como a maioria dos campeões, sua base vem da família, e com Tiago não foi diferente. Seu maior incentivador sempre foi seu pai, “…quando tive minha lesão no joelho há 2 anos, era notável que ele estava mais chateado do que eu por ter de parar por um tempo…”. Questionado sobre as competições de jet no Brasil, Tiago é taxativo ao dizer que já foi melhor, até mesmo porque ele pegou a “nata” das competições brasileiras, época que os pilotos ainda treinavam diariamente e competiam nos campeonatos na Europa e América do Norte.

          Geitens comenta que o poder aquisitivo nos anos 1990 e início dos 2000 eram outros, atualmente as cosias tem um valor de mercado muito maiores, isso prejudica muito, sabemos que não são todos que conseguem começar em um esporte a motor pois os custos são altos. Mas lembro de comprar jet nos anos 1990 a R$ 7.000 novo, hoje o mesmo equipamento vale R$ 38.000, exatamente o mesmo produto, mesma tecnologia.

          As federações tentam fazer um bom trabalho aqui no país, mas não contam com o apoio necessário para levar o esporte adiante. Hoje no Brasil temos o Sul-Americano que já é um campeonato conceituado na América Latina e o campeonato brasileiro que não passa por uma boa fase. Há planos para o mundial de freeride voltar a ter uma etapa no Brasil, podendo ser no sul, em Santa Catarina ou Bahia, com isso voltaremos a ter uma etapa deste importante campeonato.

          Em seu currículo vitorioso Tiago ressalta que seria interessante fazer um campeonato Europeu, mas o alto custo quase inviabiliza; talvez uma Kings Cup pela premiação que eles têm e grande número de excelentes pilotos que largam em cada categoria, o que me incentiva muito.

          Runabout ou freeride? Certamente ski, com certeza. Ganhar é ganhar, óbvio, acredito que não há sensação melhor no mundo, mas ski é minha categoria predileta pelo conjunto de fatores que o piloto precisa. O equipamento precisa ser bom e confiável como qualquer outra categoria, mas a preparação física é essencial para se dar bem na categoria e a técnica também precisa ser muito apurada.

          Esse gaúcho não foge à regra quando o assunto é ídolo, sendo o seu Jeff Jacobs, até hoje o maior vencedor de mundiais na categoria ski PRO, também da mesma época, ou pouco depois, Rick Roy, um dos melhores piloto sde Free Style de todos os tempos. Mas tem uma grande admiração pelo Pierre Maixent que tem um talento incrível para o FreeRide.

          Qual o melhor piloto de jetski da atualidade, tanto no freeride quanto runabout?
          FreeRide, com certeza o Pierre, já Runaboat é difícil, mas o Botti andou muito bem no mundial, é um cara que veio da ski, sabe muito bem pilotar qualquer equipamento, acho que por isso meu voto vai nele. No ski gosto muito do Steven Dauliach, mesmo não tendo feito um bom mundial no ano passado, acho que ele é um cara a ser batido, muito técnico, aguerrido e sempre está em boa forma física.

          Na sua opinião, por que os campeonatos de jet praticamente acabaram?
          A economia mundial passa por uma mudança muito grande, nos anos 1990 os jets de ponta, que podiam correr o mundial, não custavam mais de 12 000 dólares, hoje com os 4 tempos a tecnologia foi além, todos jets turbo ou supercharger, o valor os produtos subiram muito. Hoje um jet para correr um mundial, não custa menos de 30 000 dólares se for categoria ski, se for runaboat passa dos 60.000. No Brasil as categorias que ainda tem grid são as originais, que o custo dos equipamentos é apenas o preço dele e mais 5% a 15% de peças para correr na stock (categoria original). Por isso tanto fora como aqui as corridas estão mais em baixa e o freeride cresceu muito, continuam com os 2 tempos e ainda assim não precisam de maior tecnologia e preparação, assim os gastos não são exagerados.

          A grande pergunta é quase sempre a mesma, por que as grandes marcas não investem no esporte?
          Continuamos no mesmo caminho acima, não se tem retorno, a Sea-Doo é a única marca no meio do esporte mundial que faz dinheiro com o jet. Yamaha e Kawasaki tem empresas dentro do grupo que dão muito mais lucro, um exemplo as motos. O que está dando lucro e tem muita gente investindo ainda é os “aftermarkets”, que são fabricantes de cascos, peças em alumínio e performance, estas empresas ainda investem, mas não é relativamente um grande investimento quando comparado aos anos 1990?

          Qual o melhor jet para freeride?
          Hoje vivemos em uma era de “aftermarket hulls” que nada mais são que os fabricantes próprios de casco, temos mais de 10 marcas de bons cascos de freeride e freestyle no mercado, são cascos diferentes claro, mas um pouco parecidas perto de um casco de corrida para um de freeride ou freestyle. Com isso você monta com o motor que quiser, casco que quiser e turbina “hidrojato” que preferir. Com isso, hoje está sendo montado na Blowsion para o Surf Slam 2015 em setembro meu Tiger Craft com motor DASA 1100cc turbina Magnum Pump Skat-Trak de 158mm. O melhor kit em minha opinião hoje no mercado para freeride.

          Qual a dificuldade para conseguir patrocinadores?
          No Brasil temos dificuldades para muita coisa atualmente, os altos tributos e impostos são complicados, as leis de incentivo ao esporte são para poucos. Hoje tenho apenas patrocinadores dos Estados Unidos e um do Brasil, mesmo com o know how que eu e minha equipe temos, não estamos conseguindo apoiadores.

          Tiago termina nosso papo com um dica, o jet Ultra da Kawasaki, que ele utiliza em competições desde que lançaram no mercado o Ultra 250X. “Pra mim melhor jet, tanto para raia fechada como para longas distâncias, e se você quer um jet apenas para brincar, é uma bela escolha também pois é muito confortável e supre todas suas expectativas”.

           

          Ricardo Fuchs é fotógrafo da JetSkiNworld & Photojetski e viaja o mundo atrás das impressionantes imagens das competições de jets

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            Desafio em Itapema

            Por: Redação -

            O Plaza Itapema Resort e SPA reuniu hoje, 30, o prefeito de Itapema Rodrigo Costa, demais representantes do governo municipal e organizadores da regata Transat Jacques Vabre, Thierry Vernhes e Gilder Gautier, que vieram da França para estudar o potencial náutico da região já que os mares que banham a cidade de Itapema devem receber os velejadores para uma das provas do evento que acontece entre 30 de outubro e 22 de novembro na cidade de Itajaí.

            “Itapema vai receber uma prova oficial da Transat Jacques Vabre. No domingo, dia 15 de novembro, nós vamos organizar uma grande prova com os maiores barcos da Transat Jacques Vabre que vão partir de Itajaí e passarão por Itapema. Enquanto isso, os oficiais e parceiros poderão acompanhar essa prova nos maiores barcos”, disse o diretor do evento Gilder Gautier em coletiva de imprensa realizada no Plaza Itapema Resort e SPA.

            Ao todo serão cerca de 40 embarcações que partirão da França/Rota do Café no dia 25 de outubro. Os barcos serão comandados por duplas de cerca de 15 nacionalidades, em 4 classes diferentes, de 12,5 metros, de 15 metros, de 18 metros e de 25 a 35 metros.

            “Ficamos bastante satisfeitos em sermos escolhidos para receber a visita dos diretores da Transat Jacques Vabre junto ao prefeito de Itapema e demais representantes do governo. E ainda mais satisfeitos por saber que os hóspedes e visitantes que estiverem no resort no período da regata também poderão ver, à beira-mar, esse show de grandes embarcações, além de ser um acontecimento de grande importância que irá refletir no desenvolvimento náutico e turístico de toda a região”, disse o gerente geral do Plaza Itapema Resort e SPA Carlos Higgie.

            Além da exuberância natural o Plaza Itapema concentra um ancoradouro para receber lanchas, iates, veleiros e outras embarcações de até 70 pés. Possui estrutura diferenciada de hospedagem, lazer, gastronomia, bem-estar e esportes. Está localizado nas imediações da cidade de Itapema, à beira mar em uma das mais belas paisagens catarinenses e distante cerca de 20 minutos de Itajaí.

            Foto: Divulgação

             

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              Charter no Paratii 2

              Por: Redação -
              05/05/2015

              Todo brasileiro já ouviu falar de Amyr Klink ao menos uma vez na vida, seja pela travessia a remo do Atlântico Sul ou pelas inúmeras viagens à Antártida a bordo de um veleiro. E foi pensando em aproximar o público do lendário velejador que a Wind Charter acaba de trazer para a sua flotilha o maior veleiro de Amyr: o Paratii 2. Com 30 metros de comprimento ele acomoda facilmente 16 pessoas que estejam em busca de uma viagem diferente em um paraíso quase intocado.

              A parceria surgiu da confiança que Amyr tem na empresa de charter que mais cresce no Brasil. “A Wind Charter tem como base a Marina do Engenho, em Parati, que é nossa, e nesta convivência diária ficamos impressionados com a reação positiva dos clientes deles, então não tinha como ser diferente”, disse o velejador.

              Neste início o roteiro será de final de semana, velejando pela baía da Ilha Grande, mas, em breve, a ideia é fazer viagens mais longas, que podem até chegar à Antártida.

              Com 100 pés de comprimento e projeto nacional, o Paratii 2 foi concebido para navegar bem sob qualquer condição climática, inclusive em grandes tempestades. O formato do casco faz com que ele passe fácil por ondas e seu calado curto possibilita a ancoragem em praias, direto na areia, ou em pedras. O formato do mastro permite que ele seja facilmente timoneado por uma pessoa, o que não impede de quem quer que esteja a bordo ajude na hora das manobras e aprenda um pouco mais sobre os conceitos do iatismo. Além disso, a retranca que vira 360° é um ótimo lugar para tirar as fotos mais lindas do barco e da paisagem.

              Neste passeio da Ilha Grande o cliente contará com toda a infraestrutura necessária para curtir um fim de semana com um visual paradisíaco. Para garantir o máximo conforto, a Wind Charter coloca à disposição três tripulantes, que se encarregarão da navegação à cozinha. A única preocupação de quem está a bordo é aproveitar ao máximo a viagem.

              Foto: Divulgação

               

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                Inovação de Taiwan

                Por: Redação -

                O estaleiro de Taiwan Horizon Yachts anunciou a construção de um novo modelo, o E78, desenhado para o mercado americano, mas que traz uma inovação que pode agradar clientes em todo mundo. O barco de 78 pés tem hardtop retrátil no flybridge, o que reduz a altura total em mais de 2 metros.

                O projeto foi desenvolvido para que clientes que navegam em locais com pontes fixas possam ter uma grande lancha. A embarcação ainda terá plataforma de popa extensível e grande espaço interno.

                Fotos: Horizon Yachts/Divulgação

                 

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                  Teste-se

                  Por: Redação -

                  TV NÁUTICA quer saber, você é um bom comandante? Marcio Dottori aponta algumas características e dicas na arte de se bem comandar um barco. Assista ao vídeo e depois faça um teste e compare o resultado!

                  Não, não basta ter sido aprovado no exame, estar devidamente habilitado e conhecer muito bem seu barco. Um bom comandante precisa bem mais do que isso para fazer jus a este adjetivo que antecede o seu título. Precisa, por exemplo, ter bom-senso, conhecimento teórico e prático de navegação e aquilo que, geralmente, só se adquire com o tempo: experiência ou vivência náutica. São atributos que diferenciam um simples piloto de barco de um verdadeiro comandante, na concepção mais ampla do termo.

                  Que tal autoavaliar seus conhecimentos? Abaixo há 20 perguntas sobre situações bem corriqueiras (mas relevantes para a navegação segura e tranquila), que servem bem para ilustrar a quantas andam as suas reais habilidades para comandar um barco. Em seguida, as respostas para cada uma delas. Todas foram elaboradas por uma experiente equipe de reputados bons comandantes e pela conceituada escola de cursos náuticos Porthos.

                   

                  1- Com qual antecedência mínima uma previsão do tempo é considerada confiável?

                  a. Com pouco mais de 48 horas

                  b. Com menos de 48 horas

                  c. Tanto faz, porque não muda tão rápido assim

                   

                  2- Se o motor começar a aquecer, o que você deve checar primeiro?

                  a. O nível de combustível

                  b. O rotor da bomba d’água

                  c. O ritmo da queda dos giros

                   

                  3- Qual o calçado mais apropriado para usar no cockpit de um barco?

                  a. Nenhum. O ideal é estar descalço

                  b. Calçado com sola antiderrapante

                  c. Chinelos, que são fáceis de por e tirar

                   

                  4- Quais as informações mínimas que se deve passar a marina antes de partir

                  a. Hora de retorno, número de pessoas a bordo e canal de VHF que usará

                  b. Para onde irá, se há menores a bordo e o número de seu telefone celular

                  c. Objetivo de sua saída, porte do seu barco e o número de pessoas a bordo

                   

                  5- O que você faria para estabilizar um casco que está navegando adernado?

                  a. Distribuiria as pessoas a bordo, para equilibrar o peso

                  b. Usaria os flapes para equilibrar os dois bordos

                  c. As duas alternativas são válidas e se completam

                   

                  6- Para pedir vaga numa marina quais informações são fundamentais?

                  a. Comprimento, calado e boca do seu barco

                  b. Tipo de motorização, se de centro ou popa

                  c. Se ele tem cabine ou flybridge

                   

                  7- Se estiver navegando próximo à praia, qual distância mínima deve manter?

                  a. 200 metros

                  b. 100 metros

                  c. 500 metros

                   

                  8- Também sobre navegação próxima a praia, qual a linha-base de parâmetro?

                  a. A areia da praia

                  b. Onde as ondas quebram mais ao fundo

                  c. Onde as ondas quebram mais perto da areia

                   

                  9- Qual o melhor local para levar crianças a bordo?

                  a. Sentadas na proa ou popa

                  b. No cockpit, ao alcance dos olhos do piloto

                  c. Depende do tipo de barco

                   

                  10- Qual a velocidade mais adequada para entrar num porto ou marina?

                  a. 5 nós

                  b. 10 nós

                  c. A menor possível

                   

                  11- Qual o primeiro procedimento básico para uma atracação segura?

                  a. Preparar cabos e defensas antes da aproximação

                  b. Se aproximar a favor da correnteza

                  c. Colocar alguém de plantão no bordo da atracação

                   

                  12- Como evitar bater nos cascos que estão ao seu lado, ao partir sob correnteza forte?

                  a. Afastando o barco com as mãos

                  b. Utilizando um bastão, chamado croque

                  c. Usando o motor para manobrar mais rápido

                   

                  13- Dois barcos a motor se aproximam em rumos cruzados. Quem deve guinar?

                  a. A lancha que avista o boreste da outra

                  b. A lancha que avista o bombordo da outra

                  c. As duas, para prevenir e evitar sustos

                   

                  14- Ao entrar num porto ou marina, qual bóia sinalizadora deve ficar a bombordo do seu barco?

                  a. A verde

                  b. A vermelha

                  c. Depende da profundidade

                   

                  15- O que se deve levar em conta na hora de planejar a parada logo adiante de uma lancha?

                  a. O peso do barco

                  b. A inércia do casco

                  c. O tamanho da embarcação

                   

                  16- Qual a maneira correta de ancorar um barco?

                  a. Contra o vento ou correnteza

                  b. A favor do vento ou correnteza

                  c. Depende do local

                   

                  17- Numa praia deserta, há uma poita disponível na água. O que você deve fazer?

                  a. Usá-la e apoitar, porque poitas são mais seguras

                  b. Jogar a sua âncora e ignorar a poita

                  c. Usar a poita, mas deixar espaço para o barco do dono dela também

                   

                  18- Você está sozinho a bordo e precisa desatracar. Qual cabo deve soltar por último?

                  a. O espringue de proa

                  b. O espringue de popa

                  c. O laçante de popa

                   

                  19- Se alguém cair na água durante a navegação, qual a primeira coisa a fazer?

                  a. Lançar uma bóia na água

                  b. Posicionar o barco a barlavento de vítima

                  c. Nao perder a pessoa de vista

                   

                  20- À noite, ao passar debaixo de uma ponte, qual cor se sinalização indica o melhor caminho?

                  a. A barnca

                  b. A verde

                  c. A vermelha

                   

                  Confira as respostas certas:

                  1- b

                  2- b

                  3- b

                  4- a

                  5- c

                  6- a

                  7- c

                  8- b

                  9- c

                  10- c

                  11- a

                  12- b

                  13- b

                  14- a

                  15- b

                  16- a

                  17- b

                  18- b

                  19- c

                  20- a

                   

                  Agora compare o resultado. Será que você é bom mesmo? Some seus pontos e descubra qual é o seu nível.

                  Mais de 16 acertos: Você realmente parece ser um bom comandante

                  Entre 11 e 16 acertos: Não está mau, mas ainda há o que melhorar

                  Menos de 11 acertos: Talvez você precise aprender um pouco mais…

                   

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                    Incentivo

                    Por: Redação -

                    O Veleiros do Sul foi o anfitrião em Porto Alegre do evento das assinaturas de convênios com o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Clubes (CBC) para projetos de formação de atletas no Rio Grande do Sul. O encontro realizado nesta quinta-feira (30) oficializou a liberação de recursos para os clubes Veleiros do Sul, Grêmio Náutico União e Sogipa e teve a presença do ministro do Esporte George Hilton que destacou a importância destas instituições para massificar a prática esportiva no país.

                    “O Ministério tem nesses parceiros as peças fundamentais para transformar o Brasil em uma grande potência esportiva. Os clubes são a base principal da propagação dos esportes. As federações e confederações estão mais focadas nos atletas profissionais, de alto rendimento. Os clubes têm a visão de chegar à base, cooptar a criança e prepará-la”, comentou George Hilton. O ato de descentralização de recursos para a formação de atletas nos clubes selecionados no Edital nº 1 de Chamamentos Internos de Projetos (chamada pública) da CBC destinou ao Veleiros do Sul o valor de R$ 1.202.010,95.

                    A Comodoria do Veleiros do Sul liderada por Eduardo Ribas foi a anfitriã do evento. A cerimônia iniciou por volta das 20 horas no salão social do Clube. Na mesa das autoridades estavam presentes, além do ministro Hilton e do comodoro Ribas, o Diretor de Formação de Atletas da CBC, Fernando M. de Matos Cruz, o presidente da CBC, Jair Alfredo Pereira, os presidentes da Sogipa, Ricardo Schwarz e do Grêmio Náutico União Francisco, Miguel Schimidt, os deputados federais, Carlos Gomes e João Derly, e o deputado estadual Sérgio Peres.

                    O presidente Jair Pereira abriu a cerimônia e falou sobre o trabalho desenvolvido pela CBC a descentralização dos recursos para o esporte. O Comodoro Ribas foi o primeiro dos dirigentes de clubes a falar. Ele explicou a destinação da verba para o projeto esportivo olímpico e contou sobre a tradição do VDS na vela nacional. “Nosso projeto é para a formação de atletas das classes de base, intermediárias e olímpicas. Para isso, contamos agora com essa importante ajuda que nos permitirá a aquisição de materiais e equipamentos, barcos completos que atendam o propósito do projeto. Estamos adquirindo 25 barcos importados e com isso poderemos fornecer um equipamento novo e em igualdade com outros países. É um esporte que acaba tendo uma dificuldade de ampliação da base, por questões de custos”, explicou Ribas que também agradeceu ao comodoro Cícero Hartmann, presente no evento, por ter iniciado o convênio com a CBC.

                    O destaque da noite também foi o velejador Tiago Quevedo, 14 anos, bicampeão brasileiro de Optimist pelo VDS que falou em nome dos atletas. “Em nome dos velejadores do Veleiros do Sul gostaria de manifestar o nosso agradecimento ao Ministério dos Esportes e à Confederação Brasileira de Clubes por este apoio ao nosso esporte. Neste ano me tornei bicampeão brasileiro de Optimist, que é a classe base da vela de competição. O apoio do meu clube foi fundamental para essa conquista. Na força de clubes como o nosso está a formação de base e olímpica”, disse o jovem campeão da vela. A cerimônia foi encerrada com a entrega dos cheques simbólicos das verbas.

                    Foto: Ricardo Pedebos

                     

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                      O elo mais fraco

                      Por: Redação -

                      Depois do Boat Show do Rio coloquei um post no meu fórum da Revista Náutica para saber como as pessoas avaliaram o evento. Depois de algumas dezenas de comentários sobre os expositores (principalmente estaleiros), promotor do evento, Acobar e público, consegui finalmente perceber o elo mais fraco.

                      Diz um ditado que uma corrente é tão forte quanto o seu elo mais fraco. Escutei isto a primeira vez no ano de 1999 quando a BBC de Londres colocou no ar pela primeira vez um programa de perguntas e respostas com o nome de “The Weakest Link”, ou na tradução em português “O Elo Mais Fraco”.  Quando eu vi pela primeira vez fiquei aterrorizado pela apresentadora Anne Robinson, conhecida pelo apelido de “A Rainha da Maldade”, que destilava um modo agressivo de dirigir o show, exibindo uma inteligência aguda e ácida, quando desclassificava um participante olhado diretamente para ele e dizendo: Você é o elo mais fraco. Adeus!

                      O show era composto de perguntas e respostas para nove participantes que ao final de cada rodada votavam naquele que respondia mais lentamente ou de forma errada a saraivada de perguntas sobre conhecimento gerais. O objetivo era descartar da corrente sempre o elo mais fraco.

                      Na vida real o que determina o elo mais fraco em uma cadeia de fornecedores de um mesmo produto, no caso barcos, é a “Teoria do Consumidor”. O conceito deriva de um ramo da microeconomia que relaciona o desejo e as preferências de consumo com o custo dele. O custo pode ser somente o valor mas também pode ser algo subjetivo como simplesmente a vontade de querer ter aquele produto. Para a teoria funcionar o consumidor precisa ter escolhas. Muitas escolhas!

                      Quando os agentes encarregados de promoverem a atividade náutica não conseguirem resolver se quem vem primeiro é o ovo ou a galinha o consumidor fica imaginando quantas opções ele teria para gastar o dinheiro. Um barco pode custar o preço de uma motocicleta, um carro, uma viagem, um trailler motorizado para fazer uma viagem longa, uma casa de praia ou na montanha e outras dezenas de opções. Se estes agentes não são capazes de motivar o desejo do consumidor em ter um barco é certo que neste problema o elo mais fraco é o estaleiro.

                       

                      Jorge Nasseh é especialista em construção e composites e costuma viajar os quarto cantos do mundo em busca de novidades no meio náutico

                       

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                        Nova opção em Ubatuba

                        Por: Redação -

                        Com planos para  expandir sua capacidade para até 150 lanchas, a Marina Barbacoa, a mais nova marina no balneário paulista de Ubatuba, São Paulo, segue com as obras de ampliação em ritmo acelerado.

                        Localizada na Avenida Governador Abreu Sodré, 1250, na Praia do Pereque-Açú, junto a cidade, o principal diferencial desta marina é o funcionamento contínuo, todos os dias da semana, inclusive nos feriados, em 75% do ano. Somente no inverno, período onde a saída dos barcos é menor, haverá interrupção das atividades às quartas-feiras.

                        Além desta facilidade, a nova marina opera diariamente num período bem amplo, das 8 horas até o escurecer e oferece serviço de abastecimento de gasolina e diesel sem taxa de transporte. O custo mensal de estadia é de R$ 38 por pé de comprimento do barco. Consulte o site marinabarbacoa.com.br.

                        Fotos e informações: Marcio Dottori

                         

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                          Em Floripa

                          Por: Redação -

                          A Prefeitura Municipal de Florianópolis atendeu o pedido da Acatmar (Associação Náutica Catarinense para o Brasil) para a realização de uma obra emergencial na Praia de Canasvieiras, no Norte da Ilha.

                          A obra consiste em colocar o curso do Rio do Brás de volta no lugar. Na última semana as águas do Rio desviaram o curso, chegando ao trapiche de Canasvieiras e prejudicando a estrutura.

                          Na manhã desta segunda-feira (4) o trabalho começou a ser executado pela Secretaria de Obras. “Mais uma vez mostramos que a união faz a força. Os diretores da Acatmar Anderson Nazário, Adriano Weickert e Sandro Potyguara fizeram um trabalho em conjunto no fim de semana e conseguimos resolver o problema, com total apoio e agilidade da Prefeitura”, destaca o presidente da entidade, Leandro ‘Mané’ Ferrari.

                          Foto: Divulgação/Acatmar

                           

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                            Novo Heensen

                            Por: Redação -
                            04/05/2015

                            Heensen Yachts anunciou, no dia 1º de maio, o novo iate de 55 metros (180 pés) com casco de aço. O projeto 17255, batizado de Azamanta, foi desenvolvido em parceria com Van Oossanen Naval Architects. O novo iate segue as tendências atuais como grandes áreas envidraçadas, amplos espaços externos e iluminação natural para a cabine. O iate tem espaço para 12 pessoas que serão acomodadas em seis camarotes. O camarote principal tem varanda e um terraço privativo de 70 m².

                            O estaleiro afirma que o iate atinge velocidade máxima de 16,5 nós e 13 nós em velocidade de cruzeiro. Azamanta está passando por testes de mar e deve ser entregue aos seus proprietários em julho deste ano.

                            Foto: Divulgação

                             

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                              Mutirão de Limpeza

                              Por: Redação -

                              A empresa Lanchas Ilha Grande, que faz passeios de barco pela Baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis, está organizando um mutirão para limpeza da região e o grupo vai começar pela Lagoa Azul, um dos locais mais frequentados pelos turistas e, também, um dos mais afetados pelo lixo.

                              “Estamos fazendo esse mutirão por conta própria e não estamos recebendo ajuda de nenhum órgão ou prefeitura. Vamos começar pela Lagoa Azul, nosso principal cartão postal, e depois estenderemos para outras regiões que precisem da limpeza”, afirma Jorge Luiz, proprietário da Lanchas Ilha Grande e morador do local.

                              O mutirão acontece no próximo dia 17 e são esperados mais de 500 voluntários. A Lanchas Ilha Grande colocará cinco lanchas à disposição dos participantes. Para participar é preciso entrar em contato pelo e-mail [email protected]

                              Foto: Arquivo Náutica

                               

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                                Triângulo das Bermudas

                                Por: Redação -

                                Os barcos e os tripulantes da Volvo Ocean Race são testados ao extremo. Frio congelante, calor, ondas gigantes e ventos fazem parte do dia-a-dia dos atletas. Os fatores psicológicos também são colocados à prova e um deles é a passagem pelo Triângulo das Bermudas. Nesta segunda-feira (4), as seis equipes que disputam a sexta perna da Volta ao Mundo vão passar pela área do Oceano Atlântico que mais registra sumiços de barcos e aviões. É comum se perder por ali e as explicações, muitas vezes, são sobrenaturais.

                                O triângulo está situado entre as ilhas Bermudas, Porto Rico, Fort Lauderdale na Flórida e as Bahamas. Há quem explica que a região passa no campo magnético da Terra. Histórias ou lendas, o certo é que os barcos têm menos de 1 000 milhas náuticas para chegar em Newport, nos Estados Unidos. Os ventos não estão atrapalhando e o Dongfeng Race Team mantém a liderança.

                                “Essa Volvo Ocean Race está incrível! Mais uma etapa excepcional, pois após quase duas semanas, a gente vê quatro barcos muito próximos. O fato de ter velocidades muito semelhantes entre as equipes explica essa disputa acirrada. Acredito que a perna será decidida nessa área”, disse Charles Caudrelier, comandante do Dongfeng.

                                No placar da manhã desta segunda-feira, os chineses lideravam e tinham em sua cola Team Brunel, Abu Dhabi, Mapfre, Team Alvimedica e Team SCA. Os barcos estão previstas para chegar em Newport no dia 7 de maio, após 17 dias de navegação a partir de Itajaí, no Brasil.

                                Foto: Sam Greenfield / Dongfeng Race Team

                                 

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                                  Semana de Vela

                                  Por: Redação -

                                  A 42ª edição da Ilhabela Sailing Week, principal evento de vela da América Latina, já está com as inscrições abertas para os velejadores que queiram participar da competição que acontece de 4 a 11 de julho, com sede no Yacht Club de Ilhabela.

                                  Os velejadores das classes ORC, IRC, BRA-RGS, Clássicos, RGS Cruiser, S40, HPE 25, C30, Mini e Star podem se inscrever com desconto até o dia o dia 4 de junho.

                                  Para se inscrever acesse ilhabelasw.com.br

                                  Foto: Rolex/Carlo Borlenghi

                                   

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                                    Recorde no remo

                                    Por: Redação -

                                    A alemã Freya Hoffmeister é a primeira pessoa a contornar a América do Sul de caique. A remadora saiu de Buenos Aires em 30 de agosto de 2011 rumo ao sul do continente para ultrapassar o Cabo Horn, subir o Pacífico e voltar pelo Canal do Panamá, chegando a Buenos Aires no último sábado, dia 2 de maio. Ao todo, Freya Hoffmeister, de 50 anos, remou 27 mil quilômetros, mantendo a média de 50 quilômetros por dia. Foram 13 países visitados em sua jornada.

                                    Freya Hoffmeister fez todo o percurso com um único caqiaque, sem ajuda de motores ou vela, dormiu em lugares remotos e não teve apoio em terra e nem na água.

                                    A remadora já havia dado a volta na Austrália de caiaque em 2009.

                                    Foto: Divulgação

                                     

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                                      Novas instalações

                                      Por: Redação -

                                      Localizado no Saco da Ribeira, a nova área em seco do aconchegante iate clube do Litoral Norte de São Paulo abriu mais 10 vagas para lanchas de até 55 pés. Para comemorar a nova instalação, o experiente navegador Helio Rivetti exibiu a Anita, réplica perfeita, construída no estaleiro catarinense Kalmar, de uma Riva Super Ariston de 22 pés, totalmente feita em mogno e considerada uma das lanchas mais bonitas do Brasil. “A ideia de fazer este barco por aqui surgiu em 2005 e fiz muitas viagens a Itália para conseguir todas as ferragens originais na loja da própria Riva”, revela Helio Rivetti. No evento também foram exibidas imagens mostrando a nova sede do clube, projetada para ficar mais próxima da água, junto aos novos píeres que também fazem parte da renovação das instalações da associação.  Enfim, com tantas boas  novidades os 150 sócios do Ubatuba Iate Clube tem muito o que comemorar.

                                      Veja as fotos da inauguração:

                                      Fotos e informações: Marcio Dottori

                                       

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                                        Mulheres a bordo

                                        “Quem disse que a vida náutica é privilégio dos homens? Hoje, muitas mulheres já possuem arrais e reúnem amigas para usufruir desse universo mágico e contagiante”. Foi assim que Fernanda Verlangieri iniciou seu depoimento à NÁUTICA sobre seu primeiro happy hour a bordo com as amigas, em um programa “só meninas”. Ela deu dicas preciosas de como fazer o encontro ser um sucesso! Confira:

                                        1- Reúna amigas animadas e pense na quantidade de pessoas’ que seu barco possa comportar com conforto;

                                        2- Programe com antecedência para conseguir organizar com calma e listar tudo o que será necessário – uma semana é o ideal;

                                        3- Optar por aperitivos frios e já montados facilita bastante, pois a intenção é se divertir e não se preocupar, então, tudo tem que ser bem prático;

                                        4- As bebidas têm que estar bem geladas. Uma sugestão para um dia quente é o Clericot – coquetel feito com espumante e frutas, que é refrescante e tem tudo a ver com uma tarde de sol no barco. E muita água, é claro!

                                        5- Faça uma seleção de músicas para tocar durante o happy hour, assim você não precisa ficar mudando de faixa o tempo todo. E o som alegra ainda mais o momento;

                                        6- Não esqueça de ter espaguetes no barco (um para cada ocupante). Assim, quando resolverem dar um mergulho, o farão com segurança;

                                        7- Se seu barco não possuir geladeira, não se esqueça de levar bastante gelo!

                                        8- Escolha um lugar tranquilo e curta o momento. Ser feliz é a sua chave de partida!

                                        Gostou das dicas de Fernanda? Então ligue agora para as amigas e convide-as para um happy hour!

                                        Foto: Arquivo pessoal Fernanda Verlangieri

                                         

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                                          Quase de volta

                                          Por: Redação -
                                          02/05/2015

                                          Uma boa notícia para a equipe dinamarquesa. A reconstrução do Team Vestas Wind avança em 70% e o barco tem tudo para voltar à disputa da Volvo Ocean Race depois do incidente na segunda etapa do evento. O trabalho inicial foi realizado na metade do tempo normalmente necessário e animou os representantes da equipe azul e branca.

                                          “O casco está totalmente pronto e novo. Trocamos mais da metade da estrutura interna. Constatamos que o barco é resistente e confiável, impressionante!”, disse o chefe da equipe de terra do Team Vestas Wind, Neil Cox. “A parte mais complicada foi seguir o regulamento da classe Volvo Ocean 65”.

                                          O barco foi desmontado peça por peça antes de sua reconstrução com a ajuda de uma equipe de 24 especialistas de todo o mundo. Os equipamentos e a estrutura foram medidas, pesadas e verificadas pelo medidor oficial James Dadd.

                                          Depois de unir casco com a parte superior do barco, é a vez da pintura, eletrônica, motor e sistemas hidráulicos.

                                          “Todos fizeram um trabalho fantástico, demostrando uma dedicação total ao projeto. Tenho que agradecer a Persico. Não sei se outros estaleiros aceitariam um desafio como este”, disse o comandante Chris Nicholson.

                                          O transporte desde o norte da Itália até Lisboa poderia levar sete dias, mas existe a opção de seguir de ferry até a Espanha. O novo mastro, a quilha e o bulbo já serão levados a Portugal.

                                          O barco encalhou em uma pequena ilha do Oceano Índico em 29 de novembro do ano passado. Ninguém se feriu, mas a equipe foi obrigada a abandonar as etapas seguintes.

                                          Foto: Divulgação

                                           

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                                            01/05/2015

                                            Sabia que a simples escolha pelo material do hélice pode influenciar no desempenho do seu barco? TV Náutica testou aço inox contra alumínio, confira o resultado!

                                            Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                                              30/04/2015

                                              João de Albuquerque, o “Sombra”, é um dos mais conhecidos cruzeiristas brasileiros, já deu duas voltas ao mundo com o mesmo barco: o veleiro Guardian, um 43 pés, de madeira, dos anos 1960. Foi com ele que Sombra navegou pela Austrália e lança agora, em livro, os relatos para quem sonha em singrar as águas daquele imenso país do Pacífico Sul.

                                              Os registros do livro “O Guardian na Austrália” são de 1999, mas Sombra garante que as informações não estão ultrapassadas. “Ainda que já se tenham passado alguns anos, as características se mantêm inalteradas e o fundamental é mais uma vez, como de hábito, levar aos leitores a aventura que encerra um cruzeiro a vela sem mistérios, sem complicações e com o objetivo permanente de incentivar para que outros façam o mesmo”, resume o cruzeirista.

                                              O livro é de autoria de Sombra e sua esposa, Balbina Sombra, eterna companheira de viagem, e pode ser adquirido pelo site do veleiro guardianboat.com.br.

                                              O projeto editorial prevê ainda o lançamento de mais dois livros nos próximos meses de 2015.

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                                                Iker Martinez, velejador espanhol olímpico e integrante da equipe Mapfre da Volvo Ocean Race recebeu a foto de um veleiro vagando sozinho pelo Atlântico e colocou a imagem em sua página na rede social Twitter com a seguinte frase: “recebemos de um barco pesqueiro, alguém sabe de quem é este barco? Está na costa brasileira”. Iker que não está a bordo do Volvo 60 nesta etapa para tentar a vaga olímpica para os Jogos do Rio 2016, não imaginava que logo o dono do barco iria entrar em contato em busca do veleiro perdido.

                                                O dono sortudo é Matteo Miceli, que estava na etapa final de sua volta ao mundo ecológica, ou seja, ele estava em busca de ser o primeiro a rosar o globo sem usar nenhuma gota de combustível. O velejador sofreu um acidente em 13 de março, uma provável colisão com uma baleia, e saiu ileso graças a sua balsa salva-vidas, mas o veleiro, o Eco40, desapareceu.

                                                Quando o velejador conseguiu contato com Iker, apenas duas horas depois da postagem, ele logo reativou as buscas pelo veleiro a deriva.

                                                Foto: twitter Iker Martinez

                                                 

                                                 

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                                                  Por: Redação -

                                                  Quem acompanha o mundo náutico está acostumado a ver barcos criados com inspiração em carros esportivos. Mas um fenômeno que vem agradando os amantes dos dois mundos é a parceria entre as montadoras e estaleiros para construção de lanchas, em sua maioria esportivas, que tenham não só inspiração, mas a marca dos esportivos mais cobiçados do mundo. E quem acaba de entrar nesse mercado é a Aston Martin, montadora inglesa responsável por diversos projetos dos carros do espião mais famoso das telonas, 007 James Bond.

                                                  O projeto faz parte das comemorações do centenário da montadora, que completou um século em 2013, e é fruto da parceria entre a Aston Martin, o escritório holandês de engenharia naval Mulder Design e o estaleiro inglês Quintessence Yachts.

                                                  Desde a fase de concepção do projeto a Aston Martin tinha apenas uma exigência, que o AM37 fosse um barco rápido e tão fácil de pilotar quanto um carro. Foram essas características que pautaram o projeto desta lancha de 37 pés desde o início. E como não poderia faltar, o barco tem o design de um clássico Aston Martin que podem ser encontradas no casco e no cockpit com bancos individuais no posto de pilotagem.

                                                  Mariella Mengozzi, CEO da Quintessence Yachts, declarou que as três empresas estão trabalhando duro em busca do mais puro design Aston Martin para o mar. Os amantes dos carros da marca podem ficar desapontados, pois os motores escolhidos para equipar a lancha não são os potentes V8 que equipam os carros, mas a Aston Martin não descartou o uso desses motores no futuro. Por enquanto, a AM37 será equipada com motores Mercury com potências entre 370 hp e 662 hp — este último será capaz de alcançar a velocidade máxima de 60 nós.

                                                  A primeira unidade ainda está em construção, mas o estaleiro Quintessence já adiantou que ela deve estar pronta no fim de 2015. Já a Aston Martin não descarta a aparição da AM37 em um filme da franquia 007.

                                                  Fotos: Mulder Design

                                                   

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                                                    Por: Redação -

                                                    A nova lancha da linha Monte Carlo, da Beneteau, a MC6 estreou na Europa durante o salão alemão de Dusseldorf e já tem data certa para chegar à América, o mês de novembro quando acontece o Fort Lauderdale International Boat Show.

                                                    A MC6 segue a mesma fórmula dos modelos MC4 e MC5, a união do melhor das lanchas Monte Carlo e Beneteau Motors. Além do DNA Monte Carlo, a lancha tem enorme flybridge, um grande salão que acomoda mais de 8 pessoas, assento duplo de pilotagem e muito espaço ao ar livre para curtir os dias mais quentes.

                                                    A MC6 tem 59,9 pés e recebe motorização dupla de 600 hp cada, alcançando a velocidade máxima de 29 nós.

                                                     

                                                    Fotos: Divulgação

                                                     

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                                                      Em 2003, o então empresário Fabio Gandelman trocou o paletó e a gravata pela vida a bordo do veleiro Planckton, de 43 pés, seu lar ao lado da mulher, Cecília, e do filho, Igor.

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                                                      Desde 2005, ao lado da mulher, Lúcia, o velejador potiguar Nelson Mattos vive a bordo do veleiro Avoante, um Velamar 33. No meio do caminho, criou um blog e reinventou-se como repórter do mar.

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                                                      Como repórteres do mar, Hélio Viana e Mara Blumer há 15 anos moram a bordo de um veleiro de apenas 29 pés construído por eles mesmos: o Maracatu. “O conforto é pouco, mas o quintal muda todos os dias”, divertem-se.

                                                      Gangaia
                                                      Há oito anos, Luiz e Valéria Goldfeld venderam a cobertura onde moravam no Rio para morar a bordo do veleiro Gandaia, de 36 pés, com o qual fazem charter. “A casa diminuiu, mas a piscina aumentou”, brincam.

                                                      Santa Paz
                                                      Ao lado da mulher, Sandra, e das filhas, Júlia e Clara, Lucas Tauil trocou a rotina em São Paulo pela vida a bordo do veleiro Santa Paz. “Educar as meninas a bordo foi uma das maiores bênçãos que vivemos”.

                                                      Pajé
                                                      Há dez anos, o casal Mário e Paula Maia mora a bordo do veleiro Pajé, com o qual iniciou uma volta ao mundo em 2006, sem data para acabar. “Estamos apenas vivendo com a liberdade que um veleiro permite”, resumem.

                                                      Foto: Arquivo NÁUTICA

                                                       

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                                                        29/04/2015

                                                        Lars Grael assumiu hoje, em Brasília, a presidência da Comissão Nacional de Atletas ligada ao Conselho Nacional do Esporte (CNE), do Ministério do Esporte. A posse foi realizada em uma cerimônia, na Capital do país, e foi presidida pelo Ministro do Esporte, George Hilton. Além de Lars Grael, velejador medalhista olímpico, outros atletas e ex-atletas de peso fazem parte da comissão entre eles, Gustavo Borges, Hortência, Bernard Rajzman, Emanuel e Clodoaldo Silva. A posse de Lars marca a reativação da Comissão Nacional de Atletas que ficou inativa por nove anos. Todos os atletas são voluntários e não receberão remuneração por suas funções.

                                                        Segundo o ministro George Hilton, a grande tarefa da comissão nacional será de participar ativamente na elaboração do projeto de Lei que criará o Sistema Nacional do Esporte. “Está claro que o dia é festivo, mas que o trabalho por vir será imenso. Conto com a inteligência, talento, experiência e o amor de vocês (atletas e ex-atletas) pelo nosso país, para que juntos possamos marcar um gol mais bonito do esporte brasileiro, que será a criação do Sistema Nacional do Esporte”, ressaltou George Hilton.

                                                        Lars Grael, acrescentou que todos os envolvidos no trabalho estão de forma apartidária, trazendo uma contribuição de ideias e representando vários atletas de diversos seguimentos. “Meu papel é atuar como facilitador, como mais um integrante da comissão, e podemos dar todo o apoio possível a gestão do Ministério do Esporte. Na nossa máquina calculadora nós só temos o botão de somar. Porque não somos um poder paralelo, muito pelo contrário, conhecemos muito bem o pacto federativo que hoje rege o esporte brasileiro”, analisou.

                                                        A principal função da comissão é ser a voz direta dos atletas com o governo federal e atuar em projetos assim como fez no começo dos anos 2000 quando participou ativamente dos projetos de Lei de Incentivo ao Esporte e da criação do Bolsa Atleta. “Apesar de que juridicamente a comissão não tem poder deliberativo, mas sim consultivo, para o Ministério do Esporte ela terá uma voz e uma capacidade enorme de opinar. Vocês serão ouvidos de forma deliberativa em relação às decisões que o ministério vai tomar”, disse o Ministro em seu discurso.

                                                        Foto: Roberto Castro – ME

                                                         

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                                                          Atlântida, descrita por Platão em seu diálogo Crítias como um lugar que “cintila com a luz vermelha do oricalco”, o metal que segundo o filósofo Grego revestiria toda a parte interior do templo de Poseidon na ilha. O pensador grego acrescenta ainda que a substância seria a segunda mais valiosa, perdendo apenas para ouro, e que só poderia ser extraída das minas localizadas no território perdido.

                                                          Lenda à parte, até hoje apenas pequenas quantidades de oricalco haviam sido encontradas. Para surpresa de historiadores, mergulhadores da Sicília acabam de descobrir 39 barras compostas pela misteriosa liga em um navio que naufragou por volta do ano 550 a.C. na região de Gela, no sul da ilha italiana.

                                                          “Nada similar jamais havia sido encontrado”, disse Sebastiano Tusa, da agência marítima local, ao Discovery News. “Nós conhecíamos o oricalco de textos antigos e de alguns objetos ornamentais”, conta. Entre os estudiosos, o consenso é que se tratava de uma liga metálica semelhante ao bronze, obtida através da reação entre minério de zinco, carvão e cobre. Mas sua composição, bem como sua origem, continuam incertas e sendo debatidas por estudiosos.

                                                          Os gregos antigos acreditavam que essa invenção havia relação com o herói mitológico Cadmo, e grande parte da fama e do mistério que perduram até hoje se devem justamente a Platão, que no século IV a.C. incluiu a substância na obra Crítias e a relacionou com Atlântida.

                                                          A embarcação que carregava a valiosa carga parece até ter recebido alguma espécie de maldição dos deuses antigos: após partir de alguma suposta localidade da Grécia ou Ásia Menor, o naufrágio ocorreu quando estava a meros 300 metros do porto de Gela, devido a uma tempestade.

                                                          Depois de analisadas com uma técnica conhecida como fluorescência de raios X, as 39 barras revelaram ser compostas por 75-80% de cobre, 15-20% de zinco e também por pequenas quantidades de níquel, chumbo e ferro. De acordo com Sebastiano Tusa, a descoberta chama a atenção para a importância da cidade no cenário econômico e cultural do Mediterrâneo da época. “O achado confirma que cerca de um século após sua fundação em 689 a.C., Gela veio a se tornar uma cidade rica, com oficinas de artesanato especializadas na produção de artefatos valiosos”, afirma.

                                                          Fotos e informações: Discovery News via revista Mergulho

                                                           

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                                                            O lendário estaleiro italiano Riva Yachts acaba de anunciar um novo modelo, o Riva 76′ Project. A nova lancha já está em construção na fábrica da Ferretti Group, em La Spezia e deve ser apresentada em setembro deste ano durante o evento Ferretti Group Première, em Montecarlos e no Cannes Yachting Festival 2015.

                                                            A Riva 76′ une esportividade e elegância em seu design e nasceu da cooperação entre a Officina Italiana Design, de Mauro Micheli e Sergio Beretta, que tem contrato exclusivo com a Riva para design de suas lanchas e o departamento de engenharia da própria Ferretti.

                                                            O projeto foi apresentado com a cor Moon Grey, a cor metálica que vem marcando a linha atual da Riva, e o estaleiro informou que essa deve ser a cor predominante na estrutura de 22,98 metros de comprimento e 5,75 metros de boca. Outro ponto marcante no modelo é a grande área envidraçada.

                                                            “Luz, espaço e estilo”, assim Mauro Micheli define a nova Riva 76’, que ainda afirma que projetou a lancha para que os proprietários esqueçam os limites entre áreas internas e externas.

                                                            Veja as imagens divulgadas da nova Riva 76’:

                                                             

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