Renan Macedo, da “Usina do Jet”, é novo Influenciador NÁUTICA

Há mais de 20 anos, Renan trocava seu carro por um jet; hoje ele é entusiasta de travessias e preparação de motos aquáticas

10/04/2024
Foto: Arquivo Pessoal

Crescido às margens da Represa Usina de Atibaia, no interior de São Paulo, Renan Macedo encontrou nas águas uma verdadeira paixão, alimentada pelos pais. Por lá, ele praticou remo, windsurf, esqui aquático, surf e natação, mas nada disso o cativou tanto quanto um jet.

Há mais de 20 anos, um amigo o apresentou ao mundo das motos aquáticas. A partir daí, não teve jeito: foi amor à primeira vista. O sentimento foi tão avassalador que Renan logo deu um jeito de comprar o jet do amigo — colocando seu próprio carro na troca.

Cheguei em casa com o jet e sem carro– Renan Macedo

Foto: Arquivo Pessoal

Seu primeiro modelo foi um X2, igual ao que Ayrton Senna gostava de pilotar sobre as águas quando estava longe das pistas. Não demorou para que o novo hobby o aproximasse de amigos que competiam, o que levou Renan a participar de campeonatos regionais, brasileiros e até uma etapa do mundial em Havasu, nos Estados Unidos, em 2018.

Foto: Arquivo Pessoal

Sempre registrando em fotos e vídeos os momentos ao lado do jet — não só nas competições mas também durante as preparações –, Renan percebeu que não seria má ideia criar redes sociais para compartilhar suas vivências. Nascia, então, a Usina do Jet, com canal no YouTube e perfil no Instagram.

Foto: Arquivo Pessoal

O nome, segundo ele, tem dois significados que se conectam: a expressão “montar uma usina no meu jet” (referência a equipar o veículo com um motor forte) e, claro, uma homenagem à represa que fez parte de sua formação, a Represa da Usina.


Desde 2018, a Usina do Jet conta com estrutura técnica e equipe para realizar a cobertura de campeonatos e eventos de jet, não só no Brasil, como também no exterior — conteúdo que é compartilhado nos canais digitais de Renan.

A veia da preparação de motores de jet está mais ativa do que nunca, e a visão técnica da época de piloto me deixou mais preparado para continuar aprendendo, opinando e ensinando sobre como os jets reagem a cada melhoria e mudança– Renan, sobre o conteúdo produzido pela Usina do Jet

Ultimamente, Renan tem se debruçado nas expedições de longo percurso, o que tem exigido mais conhecimento técnico de navegações no mar — informações que ele compartilha com seus seguidores e, agora, como parte do time Influenciadores NÁUTICA, vai compartilhar também por meio das redes sociais de NÁUTICA! Bem-vindo ao time, Renan!

Foto: Arquivo Pessoal

Você também quer fazer parte do time de influenciadores NÁUTICA? Envie um e-mail para [email protected] ou um direct para @revistanautica no Instagram.

 

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    O São Paulo Boat Show 2026 foi a estreia oficial da Tank Boats. O estaleiro levou para o salão seu primeiro modelo, a T36, uma lancha de 36 pés que combina conforto e desempenho.

    Recém-chegada ao mercado, a Tank Boats foi inaugurada em abril, e escolheu o evento para o lançamento de sua embarcação primogênita, do tipo center console, com referências internacionais.
    É um barco que traz muitas referências internacionais, principalmente no acabamento, que é extremamente fino e difícil de encontrar em embarcações nacionais. Também temos muita tecnologia embarcada, com uma interface própria da Tank Boats - destacou Fábio Bisolatto, fundador da Tank Boats
    [caption id="attachment_210486" align="alignnone" width="920"] Fábio Bisolatto. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption] Segundo Inara Bisolatto, gerente de marketing da marca, a T36 pode ser configurada tanto para pescadores quanto para quem busca passeios, lazer e uso familiar.   A lancha  tem casco construído por infusão a vácuo, motorização de popa e uma cabine considerada pelo estaleiro uma das maiores da categoria. Na unidade exposta no salão, a motorização é composta por três motores Mercury de 425 hp, totalizando 1.275 hp. [caption id="attachment_210485" align="alignnone" width="920"] Motores da T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption]

    Barco conta com ‘caixa-preta’

    De acordo com Victor Tadano, um dos sócios da Tank Boats, a empresa desenvolveu uma interface própria para centralizar informações que normalmente ficam espalhadas entre diferentes equipamentos e telas da embarcação.   A T36 exposta possui sete telas, mas a proposta do sistema é permitir que as informações consideradas essenciais sejam acompanhadas de maneira centralizada. [caption id="attachment_210484" align="alignnone" width="920"] Center console da T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption] O executivo ainda destacou que o software armazena dados sobre o funcionamento da embarcação e acompanha parâmetros dos sistemas ao longo do tempo. Assim, a partir desses registros, é possível identificar desvios em relação ao padrão de funcionamento e indicar possíveis problemas.   Alterações de rotação, temperatura ou consumo do motor podem gerar alertas antes que uma falha efetivamente aconteça.
    Temos muita tecnologia e muitas telas no barco, mas não adianta ter sete telas e não conseguir acompanhar todas. Por isso, é importante ter, em pelo menos uma delas, as informações essenciais da embarcação. Não é apenas uma tela: é um sistema que armazena os dados, como uma espécie de caixa-preta que trouxemos para dentro do barco para ajudar no gerenciamento - afirmou Tadano
    [caption id="attachment_210483" align="alignnone" width="920"] T 36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption]

    Manual de instruções

    Fábio Bisolatto e Victor Tadano explicaram que o proprietário receberá, junto com a embarcação, um manual de instruções, projeto elétrico e projeto hidráulico, além das especificações e códigos dos componentes utilizados.   Segundo eles, os itens empregados durante a fabricação são rastreados para facilitar futuras manutenções e substituições.   A empresa também afirma possuir um documento de ensaios de 51 páginas, com os testes realizados durante a fabricação e a entrega da embarcação. [caption id="attachment_210480" align="alignnone" width="920"] T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption] [caption id="attachment_210479" align="alignnone" width="920"] Canine da T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption]

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    O estaleiro foi aberto em abril de 2026. Os sócios afirmam que a marca conta com o respaldo de um fundo de investimento e que os recursos previstos permitem sustentar a operação pelos próximos três anos durante a ampliação da linha de produtos, independentemente das vendas. [caption id="attachment_210478" align="alignnone" width="920"] Center console da T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption]

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    O São Paulo Boat Show foi palco da estreia oficial da Tank Boats diante do público, e a empresa montou um estande de aproximadamente 370 m² para apresentar a marca.   Para Inara, a recepção superou as expectativas e a Tank Boats já havia fechado vendas antes mesmo da metade do evento. [caption id="attachment_210481" align="alignnone" width="920"] T36. Foto: Victor Santos / Revista Náutica[/caption]

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